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BRASI~EIRA . 11"137
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·1 Terceira eolcáo

¡ 15.05.2006

J Válida a partir de
I 14.06.2006

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Carretel d~ madeira para aco ndicionamento
de fíos e dabos elétricos - Dlmensó'es e
estrutu ras
I
Wooden reel tor widing wlres andcables - Dímensións and
sctructures . I ,'
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Palavras-cnave: iAcondícíonamento. Caboelétríco. Fío elétrico.. Carretel.
Madeira. i
Descríptors: Pa~kagíng. Eletrtcsl.cebte.Eletricel wíre. Reel.
, I
les 29.060, I

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I . Número de referencia
ASSo{::lACAO
BRASll.ElRA ABNT NBR 11137:2006'
o¡: NORMAS
T~C~ICAS
12 páginas
I
©ABNT2006
ABNT NBR 11137:2006

Sumário Página
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Rfe erencias normatívas
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3 Defin i<;oes '.'1" •.••••••••••• : •••••••••••.•••••••••••• : ••••••••• f . .' ·.· ·.·.· .' : ~

4 'Requi sitos ~ ~ i ••.•• ; ••.••••• : •. ~•.•••••.•••.••••••••••••••.•••••••••.••.•.•••.••••••••••• ·.•. 2


4.1 Dirnens es e capacidade de carga
ó , i. ••••.••.•.•..•••. ~.••.....••....•..•.•••••..•..••......•..•. : •••.......••...•....•••.•... 2
4.2 Deslqnacáo .~ ,; .I. .••..•••••••••••...••••••••••••••••••••••••.....• ' .••••.••••.••••••..•••.•••••.•.••....••. 4
4.3 Descricáo para aqulsícáo de carretel ~ , ~................................•......................... .4
4.4 ldentiflcacáo do carretel JI ..•........................................•.....•........................................ 4
.

'5 Caracteristicas -construtivas 1 : : 4


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©A~NT 2006· Todos os direilos reservados


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JNT NBR 11137:2006

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Pretácio

A Asscclacáo Brasileirade Normas Técnicas (ABNT) éo F~rurri Nacionalde NormallzacáorAsNormas Brasileiras,


cuio conteúdo é de responsabilidade dos Comités Brasilelros (ABNT/CB), dos Organismos de Norrnatízacáo
Setorial (ABNT/ONS) e das Comlssóes de Estudo Espe~iais Temporárias (ABNT/CEET). sáo elaboradas por
Comissóes de Estudo (CE). formadas por representantes dbs setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores •
. consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outr.ds).
I .

A ABNT NBR 11137 tol elaborada no Comité BrasileirodJ Embalagem e Acondtclonarnento (ABNT/CB-23). pela
Comíssao de Estudo de Bobinas para Fios e Cabo~ Elétricos (CE-23.007.02). O Projeto circulou em
r:ohsulta Nacional conforme Edital n2 10. de 29.10.2004. com o número de Projeto NBR 11137. O seu Projeto de
Ernenda 1 circulou em Consulta Nacional conforme Edital ~Q 12. de 30.12.2005. '

Esta terceira edicáo incorpora a Emenda 1 de 15105.2006 e cancela e substituí a edlcáo anterior
(ABNT NBR 11137:2005). I
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. @ABNT 2p06 - Todos os direitos reservados


'iv
NORMA BRASILEIRA' ABNT NBR 11137:2006

Carretel demadelra para. acondicionamento defios ecaboselétrlcos -


Dimens6es e estruturas

1 Objetivo

Esta Norma estabelece os requisitos construtivos Piara carretéis utilizados no acondicionamentode fios e
cabos elétricos e para estrutura de carretéis construldcs totalmente em madeira, n?l forma de tábuas ou
sarrafos. ¡

2 Referencias normativas
I

T'~s normas relacionadas a seguir contérn dlsposicóes que, ao serem citadas neste texto, constituem
¡Jrescri90es para esta Norma., Asedicóes indicadas estavam em vlqorno momento desta publlcacáo.
Como toda norma está sujeita a rsvlsáo, recomenda-se áquelss que realizamacordos com base nesta
que verifiquem a conveniencia de se usarem .as ~diºoes mais recentes das normas citadas a seguir.
A ABNT possuí intorrnacáo das normas em vigor em dado momento.

ABNT NI3R 5471 :1986 - Condutores elétricos - Terrnlnoloqla

ABNT NBR 6236:2004 - Madeira para carretéis para fio~, cordoalhas e cabos
i
ABNT NBR 7309:1982 - Armazenamento, transporte e rnovimentacáo dos elementos componentes dos carretéis
de madeira para condutores elétricos 1" '

ABNT NBR 7310:1982 - Transporte, armazenamento I


e utlllzacáo de bobinas de condutores elétrlcos: em
madeira - Procedlmento I

,3 Deflnicó es

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definic;:óes das A13NT NBR 5471, ABNT NBR 6236, ABNT NBR7309 e
ABNT NBR 7310, e as 'sequintes: , : '

,,1 tirante: Haste de ac;:orosqueada em urna ou nasduas extremidades, destinada a fixar os discos laterais aos
elementos de núcleo. I ¡ .' ,
i
3.2 bucha: Peca de aco comum que guarnece o orificio central dos discos laterais do carretel.
,

©ABNT 200'6· Todos os direitos reservados 1


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4 Requisitos . .] .
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4,'1 -Dlrnensóes e capacidadede carga ':,

o carretel, conforme figura 1, devepossuir dimensóes é ~a~acidade


, de carga contorrne t~b~la 1.

NOTA A eventual abertura entre as abas dos flanges devido ao enrolamento do cabo, náo deve ser considerada uma
e
náo-conlormidade, desde quenáo comprometa o desempenhodq carretel o lancamento do cabo,
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Posicáo para
furo passante G E

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, Figura 1 ~¡Dimeris5eS
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2 @A8N1' 2006 - Todos os dlreltos reservados
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Z Tabela 1 Dirnensóes e capacidade de carga dos carretéls
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4.2 Designa9ao
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O carretel deve ser designado pelo tipo constante na.tabsla' 1 (por exernplo, "25011i bu).
. I
,
4.3 .'Descricáo para aqulslcáo de carretel.
.
iI ' .

o comprador deve indicar em seu processo de compra os ~eguintes dados:


, \ I
a) : tipo do carretel, conforme tabela 1 ; !,

b)
Ii
tipo de lesma, quando aplicável;
!
el número desta Norma.
.I
I
4.4 ldentiflcacáo do carretel
I,
Todo carretel deve ser ldentlflcado externamente ' nos discos Iaterals, puncáo ou-a fogo, com as

Ii~ ...
4.4.1 8
se uintes informac;:óes: - lI ,.-",

a) . nome ou (marca do fabricante; , i


b) ~ e ano d e f a brlncacao:
- II ~'.' .•••...
~.,,.,,., , \

e)

4.4.2
mes

tipo de carretel

,A identiflcacáo
(este itern pode ser Identificado a ti nta)

deve estar localizada próxima 80


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fu~o central, com altura mínima
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5 Características'construtivas, I ,¡~::;~. ::.::=~
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1

5.1 Todas as madeiras utilizadas na fabrlcacáo dos carretéis devem satisfazer a ABNT NBR 6236, com
.acabamento adequado, a fimde nao comprometer o cabo ácondlcíonaoo.
,
i
5.2 A quantidade e as dlmensóes das tábuas utilizadas 'la construcáo dos carretéis devem obedecer a tabela 2.
I
Tabela2 - Tábuas utilizadas nos carretéls
I

I
Tipo do Tábua centra! Outras tábuas Outras tábuas Número máximo
carretel Largura ,mínima Largura ~rnima Largura máxima de tábuas .
I

mm mni mm
65/25 120 701 300 7
65/45 120 70'! 300 7
80/45 L 120 70¡ 300 9
80/45 120 70! 300 \ 9

90/60 120 , 70!1 300 9


I
100/60 L 145 ,\701 300 9'
100/60 145 170 1
300 9
125/70 L 145 701 ., 300 11 ,
125/70 145 701i 300 11
I
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4 ~ABNT 2006 - Todos os direitos reservados


I

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I
ABNT NBR 11137:2006
1
I
1

II , , ,
, ,
.Tabela 2'!(conclusáo)'
" "

Tipo do Tábua central Outrab tábuas Outras tábuas Número máximo


carretel Largura mínima LarguraI mínima Largura máxima de tábuas
I
mm rnm mm
' I
, 125/100 145 ¡lO 300 11
150/80 145 ;95 300 15
170/80 L 1f!.5 ~5 300 15
I
170/80 145 ,95 300 15
I

170/100 145 95 300 15


, 1

\
190/90 , ' 145 195 300 17.
I
,
190/100 145 ¡95 300 17
210/90 145 ,
95 300 19
1

:21 0/100 145 ,


195 300 19
i

230/90 195 195 300 21


230/100 195 195 300 21
250/90 195 95 300 21
1

.250/110 195 195 300 , 21


260/120 195 95 300 ' 21
1

270/120 195 95 300 21


1 1"
I
5.3 Os tirantes devem ettar localizados em urna cirbunferéncia, tangenciando os elementos de núcleo, e ser
eqüidistantes entre si. O número de tirantes para cada! carretel, assím como o diámetro nominal de cada tirante,
devem estar de acordo com a tabela 3;0 tirante deve Rossuír comprimento adequado, náo devendo ultrapassar a
cota "F" da tabela 1. ' i ' ,
, . '1
¡
Tabela3 - Tirantes utlllzadcs nos carretéis
i

Dlárnetro nominal dos {


Tipo do carretel Número de tirantes tirantes laminados

r>.
mm
65/25 3 9,52
65/45 3 9,52
80/45 L 3 9,52
80/45 4 9,52 8,40
90/60 4 9,52 8,40
100/60 L 4 '" 9,52 8,40
,100/60, 4 9,52 8,40
125/70 L 4' 12,70 11,20
125/70 4 12,70 11,20
125/100 4 12,70 11,20

©ABNT QOOS·Todos os direilos resarvados 5


I

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.JNT NBR11137:2006 '

i,
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. ~. .

Tabela 3 (co~dusáo)
I
I Diámetro nominal dos Diámetro nominal dos
Tipo do carretel Número de tirantes : tirantes laminados, tirantes trefilados
; mm mm
,
150/80 5 , -12,70 11,20
;

I 170/80 L 6 12,70 11,20


i,
170/80 6 I 12,70 11,20
,
170/1 oo 6 - ,
,
, 12,70 11,20
190/90 7 : 12,70 11,20
, I
190/100 7 12,70 11,20
210/90 8 12,70 11,20
,
210/100 8 12,70 11,20
230/90 8 i 19,04 '17,46
I

230/100 8 , 19,04 17,46


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250/90 8 i 19,04 17,46
250/110 8 19,04 17,46
260/120 8 : 19,04 ,'17,46
270/120 \
8 19,04 17,46
I

5.4 Os discos devem ser compostos de duas tábuas sobrépostas, perpendiculares entre si, senda que os discos
tipo 230,250, 260 e 270 podem, alternativamente, possuír] tres tábuas sobrepostas, defasadas em 60l! entre si.
As espessuras das tábuas devem estar conforme a tabela t '
I

!'i,5 As tábuas devem ser firmemente pregadas, observando-se os círculos de preqos da tabela 4.
Os pregos devem ter a cabeca rebaíxada dentro da madelra' e as pontas dobradas e rebatidas na parte externa do
disco. As bordas dos discos devem ser chanfradas. I

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carretel deve possuir, erncada disco, pelo menos urrifuro dsarraste. comdlámatrode 55,0 rnm ±5.0 rnm,
) estar contido na tábua central da face externa. O raio da dircunferéncia que contém o centro do furo de arraste
J¡?ve estar de acorde corn a tabela 1. ! "

;7 'os d;ámetros externo e interno do núcleo devem esta~ de aco'rdo corn a tabela 1 e o rasgo para o encaixe
los elementos de núcleo deve ter protunoídade de 10.omm.1

)8 Os elementos de núcleo podem ser retos ou curvos. conforme figura 2, e possuirdirnensóes de acordo com
j tabela 5. Na sua montagem. sáo admitidos até dols elem~ntos de núcleo com uma largura (1) menor do que o.
'alar dado na tabela 5. a fim de permitir o fechamento total do núcleo. '
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Núcleo reto Núcleo, curvo
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Figura 2 - Element'osde núcleo
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Tabela 5':'- Dlrnensües dos !elementos de núcleo
I

Tipo do carretel Largura rnlnlrna ( I ) Espessura mínima (e)


I
De , Aré rnm
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mm
65/25 90/60 50 18
i

100/60L 125/100 69 23
150/80 190/100 ~o
,
28
"
210/90 270/120 ~O 35

:;9 Quando exigido. o furo passante para a ñxacáo da oonta do cabo na face externa do disco lateral deve ser /'-"",'
'eito tangente ao diámetro externo do rasgo de .encalxe do~ elementos de núcleo e ter lnclinacáo de
30 ''.-c.nmrelacáo a face do disco, com os seguintes diámetros, em funcáo do tipo do carretel:
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I /[. , 0t"
a) 65/25 a 90/60: 30 mm; iI /:",!~ ' .•
, ~- •..•, •...
,,-:..;,..-""' ,'.

b) 100/60L a 125/100: 50 mm;


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150/80 a 190/100: 63 mm; l' ,'


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'I:'~ '.(-t';. .~~- rn.'Q'"
j) 210/90a270/120:80mm; 1
! '\~~?(''o _",.f."
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5,10 No carretel tipo 90/60 e maiores, deveser usada bucha no' furo-central dos discos, el? '~!2~
conforme tabela 6.
" ,1
- I ' ..
~1.11 Para os carretéis tipo 90/60 até 210/100, a bucha dev~ ser conforme figura 3 ou figura 4, pres~ ao disc,o por
meio de quatro parafusos de 9,5 mm de díárnetro, com dlmensées conforme tabela 6, ou conforme figura 5, fixada
80 disco por pressáo. ! '
, , ! . '
fambérn pode ser utilizada a bucha expandida com trava conforme figura 6.
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Figura 4 - Bucha corn chapa expandida


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Espessura da parede do tubo¡ 1,5 mm
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Figura 5 - Bucha flxada sob pressáo
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Figura 6 - Bucha expandida com trava
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5~12ParEtos carretéls ti¡:i6 230/90 até 270/120; ~bUéhald~ve ser conforin~ a figura ~,presa 80 disco por meio de
quatro parafusos de15.9 rnm de dlárnetro, com dlrnertsóés conforme tabela 6. '

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1i
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I
Figura 7- BuCh~ comtubo soldado

Tabela 6 - Dime~s6es das buchas


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, iZa 0b 0c 21d! E F 0g
Tipo do carretel
mm mm mm mm mm mm IJlm
I

De Até
90/60 150/80 140 88,9 83,6 110 3,1 65 10
I
170/80 210/100 140 88,9 II 83,6 110 3,1 80 10
,230/90 260/120 : 1,90 88,9 ,83,6 150 4,8 100 17
I
270/120 - 300 12.7
I ,114 230 7,9 100 17

5.13 A forma do fecharnento, quando exigido, deve I~er estabelecida em comum acordó entre fabricante e
comprador." " I " . '.'
5.14 Para carretel com lssma (ou caracol). seccionada ~u continua, deve-se obedecer ao seguinte:
" ' I j
a) a forma da Iesrna (ou caracol) deve ser conforme in~icado natabela 7; ,.

/"-} os furos de amarracáo da ponta do cabo devem J,er duplos e colocados contorrne o esquema da figura 8,
rentes a poslcáo da lesma. Para carretel. do tipo 65/25 a, 150/80, o dtámetro dosfuros é de 16 mme para
carretel do tipo 170/80L a 270/120, o dlárnetro dos tJros éde 20 mm.
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,1 , ,

Tabelá 7 - Espessurekíos elementos da lesma


I

Tipo do carretel I '\.


Lesl1!a seccionada Lesma contínua
De Até mm ¡ mm
i
65/25 ,~00/60 ; I 24 18
I

125170L 150/80 I 38
I
170/80L 190/100 48
210/90 ' 230/100 60
250/90 270/120 76

©ABNT 2006 -Todcs os direitos reservados


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Furos de amEarragáo Furos de arnarracao


1-
i
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I "
Figura 8 - Poslcóes das les mas e turcs de arnarracáo
. ~!
~)15 Parar todas as dlmensñes relativas aos componentes de madeira do carretel devem ser adotadas as
tolerancias constantes na tabela 8. As espessuras das táoúascomponentes dos discos devem ser consideradas
individualmente. , I '

Tabela 8 - Tolerancias
I

Dirnensáo nominal
, ,
mm
, ¡ Tolerancia
'!
mm
Maior ou igual a Menor que
,
- 101 ±1
10 1001 ±2
I

100 300i ±3
i
300 1 009 ±4
1 000 1 500 ±6
¡
1 500 27°9 ±10 ~~~:;~'.
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