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07/08/2018 ROMA: a Cidade Eterna – A Filosofia Está no Ar

A Filosofia Está no Ar
A filosofia, mãe de todas as ciências, explica tudo na vida.

ROMA: a Cidade Eterna

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A história de Roma inicia-se com a fundação da cidade, em 753 a.C. e finaliza com a
queda do Império em 476 d.C.

A LENDA

Um golpe de Estado e uma tentativa de homicídio teria desencadeado a fundação de


Roma, tendo como protagonistas, segundo o mito popular os gêmeos Rômulo e
Remo.

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Tudo começou quando o Rei da Cidade de Alba Longa, Numitor, perde o trono para
seu irmão. Mas Numitor tinha uma bela filha chamada Réia Sílvia. Então, o irmão
usurpador temendo que ela pudesse dar herdeiros, resolve transformar Réia em
sacerdotisa virgem.

Entretanto, Marte, o deus da guerra, se apaixona pela moça e a engravida dos irmãos
gêmeos Rômulo e Remo. O rei Numitor manda matar os bebês afogados no Rio Tibre.
Porém, os criados com pena daquelas crianças, simplesmente os colocam num cesto
e soltam na correnteza do Tigre.

Por sorte ou destino, o cesto entra num remanso do rio, são e salvos, são arrastados
por uma loba até sua caverna. Um pastor chamado de Fáustulo os encontra e cria os
meninos, batizando-os de Rômulo e Remo.

Quando cresceram, descobriram as suas origens reais e recolocam o vovô rei


Numitor como rei de Alba Longa. Decidem fundar a cidade de Roma. Só que acabam
se desentendendo e num duelo, Rômulo matou Remo. Portanto, teria Roma sido
fundada por volta de 753 a.C.

As origens míticas de Roma remontam à sua fundação pelos gêmeos Rômulo e Remo.
No entanto, os historiadores estabeleceram seu início no período compreendido
entre 814 e 753 a.C.

A primeira forma de organização política de Roma foi a monarquia. Segundo a


tradição, sucederam-se sete reis. Rômulo, o fundador após matar seu irmão Remo;
Numa Pompílio, Túlio Hostílio e Anco Márcio, todos de origem Sabina. Daí vieram
Tarquino, o Antigo, Sérvio Túlio e Tarquino, o Soberbo, de origem etrusca.

Os historiadores aceitam a existência dos três últimos.

ENÉIAS

Entretanto, muito antes de Rômulo e Remo a mitologia grega relata que um dos
poucos sobreviventes da Guerra de Tróia, foi Enéias, sobrinho do Rei Príamo.
Segundo a Eneida de Virgílio, ele conseguiu escapar com um pequeno grupo,
enquanto Tróia era consumida pelo fogo.

Após navegar pelo Mar Mediterrâneo, Enéias chega à Itália, onde seus descendentes
fundaram outra cidade, destinada a Glória – Romana – que depois de muito tempo
conquistaria a Grécia, vencedora da Guerra e Tróia, pátria de Enéias.

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JÚLIO CESAR E A TRAIÇÃO

Estadista romano de grandes conquistas. Em 60 a.C., formou o primeiro governo do


triunvirato com Pompeu e Crasso e em 59 a.C., foi eleito cônsul. Após derrotar as
tropas de Pompeu com quem havia declarada guerra, entrou vitorioso em Roma e
foi nomeado ditador vitalício. No entanto, exerceu o poder segundo os princípios
republicanos de Roma. Designou o seu sobrinho-neto Otávio, o futuro Augusto como
seu sucessor. Cleópatra, sua amante, foi por ele colocada como rainha do Egito.

Porém, essa escolha e muitas conspirações políticas, selaram o destino do mais


famoso dos Césares. No dia 15 de março de 44 a.C., quando se dirigia ao Senado para
presidir uma reunião, foi assassinado pelos Senadores inimigos com 23 estocadores.
Dentre eles, estava seu filho de criação, o qual antes de dar o último suspiro Júlio
Cesar disse: “Até tu Brutus, meu filho?”. Sua mulher Calpúrnia, sonhou com ele
morto em seus braços, dias antes do seu assassinato.

CAIO JÚLIO CESAR OTÁVIO

AUGUSTO (O DIVINO), FILHO ADOTIVO DE JÚLIO CESAR

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O sucessor de Júlio Cesar, governou Roma de 43 a.C. a 14 d.C. após muitas guerras
contra generais romanos rebelados, o Senado atribui-lhe o título de Augusto (divino).
Deu a Roma uma nova Constituição em 28 a.C. Exerceu os poderes da República que
lhe outorgou o Senado, com seu prestígio reorganizou o exército, as finanças e a
administração pública a cultura e as artes. O mês de agosto é uma homenagem a seu
nome

Casou-se três vezes e pai de uma filha. Dos sucessores que designou em vida, foi
Tibério em 13 d.C., que subiu ao trono romano. Augusto morreu no dia 19 de agosto
de 14 d.C.

Foi durante seu império, que nasceu na província romana da Judéia o menino Jesus
Cristo. Quando foi crucificado reinava Tibério, filho adotivo de Augusto. Não há mais
notícia de que Tibério tenha pelo menos ouvido falar da crucificação de Jesus Cristo.

A MORAL ROMANA

Antes de falar nos sucessores de Tibério, vamos simplificar aqui o conceito amplo da
moral romana, ou seja, daquilo que era aceito pelas classes dominantes, como regras
de comportamento social e norma de conduta suas críticas ou rejeições.

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Pois bem, assim era normal a opção de homens e mulheres, na sua vida íntima e
sexual. Daí era perfeitamente aceitável que um homem desposasse outro homem, ou
uma mulher conviver com outra mulher, sem que isso importasse em reprovação
pela sociedade da época. Era comum e sem descriminações a convivência
homossexual. Portanto, o que vamos dizer daqui para a frente era perfeitamente
aceito sem pudor na velha Roma.

CAIO SUETÔNIO TRANQUILO

Um dos maiores escritores de seu tempo, biógrafo da vida de 12 Césares, nasceu em


69 da era Cristã em Roma e faleceu por volta de 14 d.C.

Suetônio foi um grande estudioso dos costumes de sua gente e de seu tempo. Muito
do que conhecemos hoje sobre o Império Romano, da magistral obra A vida dos 12
Césares.

CALÍGULA E NERO

A imagem de Calígula e Nero que sobrevive até hoje é a de dois imperadores


excêntricos, preocupados apenas em ver seus desejos consumados a qualquer custo,
e muito menos em comandar o maior Império do Mundo.

CALÍGULA (botas militares)

Homem de temperamento instável teve uma vida repleta de loucuras e atrocidades,


como a tentativa de nomear o seu cavalo como Senador (Incitatus), além de
acreditar que era um deus.

NERO

Passou para a história como um dos Imperadores mais violentos da Roma antiga.
Perseguidor dos cristãos, Nero foi implacável ao enfrentar revoltas no Império e
promoveu execuções sem parar. Por fim, vendo a cidade pegando fogo, elogiou a
beleza do fogo, enquanto tocava e cantava em seu Palácio.

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Assim, vou resumir o que disse Suetônio, sobre esses devassos, cruéis, excêntricos e
loucos imperadores Romanos.

CAIO CESAR CALÍGULA

Calígula: botas ou sandálias militares.

Seu pai chamava-se Germânico, General Romano, (quase escolhido por Augusto),
casado com Agripina, tendo com ela nove filhos, dos quais dois morreram ainda
crianças e o terceiro ao sair da infância. Os outros sobreviveram ao pai. Eram três
mulheres: Agripina, Drúsila e Lívia, nascidas num período de três anos consecutivos
e três homens: Nero, Druso e Caio Cesar (este Nero não é aquele famoso).

O Senado, de acordo com as acusações do Imperador Tibério, declarou Nero e


Drusos inimigos públicos. Restou Caio Cesar, seu apelido “Calígula”, deveu-se a uma
brincadeira nos acampamentos, onde se educava entre soldados. Esta educação
militar lhe valeu, em alto grau, o amor e a dedicação dos soldados.

Acompanhou seu pai Germânico na expedição da Síria. Depois de algum tempo


passou a ser criado por sua avó paterna Antônia. Aos 21 anos de idade, o Imperador
Tibério lhe conferiu a toga de magistrado. Enquanto seus dois outros irmãos eram
banidos de Roma.

Entretanto, já nesta época, não conseguia segurar sua natureza feroz e depravada.
Assim, mostrava fanatismo pelos espetáculos que oferecessem castigos e suplícios
aos condenados.

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Percorria de noite, as tavernas e os lugares perigosos, com capuz, envoltos numa


capa e com perucas. Amava apaixonadamente a dança e as representações teatrais.

O Imperador Tibério suportava tudo isso, na esperança de que esse mau caráter
pudesse mudar aos poucos. O velho Imperador estava errado e construía a sua
ruína.

Calígula casou-se com Júnia Claudia, filha de Marco Silano, um dos mais nobres
romanos. Porém, Júnia morreu de parto, daí Calígula seduziu Ênia Nevi mulher de
Mácrom, comandantes das cortes pretorianos, prometendo-lhe casamento, caso
assumisse como Imperador. Para isso, fez um juramento e assinou um documento
firmado de próprio punho.

Nesta condição, Mácrom aceitou e planejou com Calígula o envenenamento de


Tibério. Deu tudo certo, Tibério foi morto e quando ainda respirava agonizante,
Calígula roubava-lhe o anel do dedo, além de estrangulá-lo com um travesseiro. Um
criado que viu o crime, foi imediatamente crucificado.

Entretanto, Calígula vangloriava-se sem cessar de haver dado fim na vida de Tibério,
sob pretexto de vingar-se da morte de sua mãe Agripina e de seus irmãos Nero e
Druso.

Assumindo assim o governo do Império, ele satisfez os votos do povo romano. Ele
era o Imperador querido, acima de tudo, pela maior parte das províncias e dos
soldados.

Nos funerais de Tibério, o elogiou com firmeza e derramou muitas lágrimas. Exaltou
pessoalmente o anônimo dos romanos, procurando por todos os meios a
popularidade. Transferiu as cinzas de sua mãe e de seus irmãos para Roma,
depositando com as próprias mãos nas urnas funerárias, sendo sepultadas no
Mausoléu de Augusto.

Movido pelo mesmo desejo de popularidade, reabilitou condenados e banidos,


anulou todas as acusações do reinado do reinado de Tibério. Declarou também que:
“Não tinha ouvido para os delatores”, que condenavam, sem provas, os acusados.

Expulsou de Roma as prostitutas (spinthrias) das libidinagens monstruosas, depois


de conseguir a muito custo que fosse jogado ao mar.

Permitiu e incentivou a leitura de obras literárias, que haviam sido censurados pelo
Senado. Publicou as contas do Império de acordo com uso instituído por Augusto e
interrompido por Tibério. Concedeu aos juízes uma jurisdição livre e sem recurso à
sua pessoa.

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Procurou, com o restabelecimento dos comércios, dar ao povo o direito do povo.


Pagou fielmente e se fraudes as heranças deixadas em testamento por Tibério.

Devolveu vários reinos conquistados aos seus povos. Restitui em dinheiro toda as
rendas confiscadas de seus legítimos donos.

Para mostrar gratidão por tais atos, foi-lhe conferido, dentre outras coisas, um
escudo de ouro, que todos os anos, os sacerdotes conduziam ao Capitólio, seguido do
Senado, cantando hinos em louvor de suas virtudes. Organizou combate de
gladiadores. Entregou a cada cidadão cestos cheio de pão e carne. Mandava realizar
espetáculos circenses para o povo romano.

Concluiu as obras deixadas por acabar, sob o reinado de Tibério, como o Templo de
Augusto e o Teatro de Pompeu. Fez aquedutos e anfiteatros e agradava os romanos.

Até aqui falei de um príncipe. Quero falar agora de um monstro, disse Suetônio.

Então, certo dia vários reis submissos a Roma, estavam no Palácio de Calígula,
quando de repente iniciou-se uma discussão a respeito da origem de cada um. De
súbito, Calígula interrompeu a discussão pronunciando em voz alta: “Que não haja
aqui senão um só rei”. Rapidamente todos calaram, pois o homem falava sério.

Prolongou até o Fórum, uma parte de seu palácio, transformando em quartos de


dormir, o Templo de Cástor e Pólux. Ali se sentava, muitas vezes, entre deuses e se
oferecia à adoração dos visitantes. Forçou seu sogro Marco Silano a suicidar-se,
golpeando a garganta com uma navalha, dizendo que Silano queria apoderar-se do
seu governo.

Manteve com todas as suas irmãs um comércio sexual vergonhoso, nos grandes
banquetes promovia orgias e bacanais. Colocava suas irmãs embaixo dele, enquanto
sua mulher ficava em cima.

Casou-se várias vezes. Ao mesmo tempo em que os anulava. Mandou buscar Lívia
Orestila, no mesmo dia em que esta casou-se com Cneio Pisão. Durante o banquete
nupcial de Lívia e Cneio Pisão, Calígula dissera ao Pisão que se achava deitado a sua
frente: “Não te chegues tão perto de minha mulher”.

A própria avó paterna, Antonia, lhe dissera que Lólia Paulina, casada com Caio
Mênio, Consul comandante dos exércitos, era belíssimas, mandou trazê-lo da sua
província, trazida pela mão do marido. Dormiu com ela, e depois a mandou embora.

Mas, a mulher que Calígula amou ardosamente e constatemente foi Cesônia. Não
era, em absoluto uma mulher bonita, nem tampouco era jovem. Pois já tinha três

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filhos doutro homem. Era na verdade, uma mulher insaciável, luxuosíssima e muito
lasciva. Gostava de mostrar Cesônia nua para os amigos.

A ferocidade da sua natureza quando determinou que as feras do circo dos


gladiadores deveriam ser alimentadas entre os criminosos presos. Pois custava caro
dar comida aos leões com carne de gado.

Não poupou o pudor próprio nem alheio. Mantinha comércio sexual infame com
Marco Lépido e o mímico Mnester.

Valério Catulo, jovem pertencente a uma família consular, censurou-lhe por tê-lo
desonrado e fatigado os rins com seus contatos. Sem contar com os incestos
praticados com suas irmãs e de sua paixão pela prostituta Pirálide. Quase não houve
mulher, por meios ilustre que fosse que ele não tivesse desrespeitado.

Gastou todas as finanças do Império e todo o tesouro de Tibério. Destruía como


velhos e caducos, todos os atos divinos Júlio César e Augusto. Não julgava nenhuma
causa sem antes saber que iria ganhar e ao sentar-se, e ao completar a quantia
desejada suspendia a audiência.

Impôs impostos às prostitutas, relativo a uma cópula. Este tipo de tributo valia
também para as alcoviteiras. As mulheres casadas não estavam isentas de pagar.

Quando nasceu uma filha, lamentou-se que estava aceitando donativos. E se plantou
no átrio do Palácio esperando os presentes. O povo que passava jogava moedas, logo
se juntou uma montanha de dinheiro. Nesta ocasião, Calígula, de pés descalços,
andava e rolava de corpo inteiro sobre o dinheiro.

Calígula era de alta estatura, tez palidíssima, corpo enorme, o pescoço e as pernas
finas. Os olhos, assim, como as têmporas fundas. A fronte larga e carrancuda.
Cabelos raros. O resto do corpo, cabeludo.

Sofria de epilepsia desde a infância. Acredita-se que Cesônia, lhe dava alguma poção
amorosa. Era, sobretudo, atormentado pela insônia, pois não chegava a dormir mais
de três horas por noite. Sempre perturbado por estranhos fantasmas. Ficava
andando de um lado para outros no imenso Palácio, esperando o amanhecer do dia.

Numa viagem à Sicília, fugiu inesperadamente de Messina, em plena noite,


assustado com a fumaça e o estrondo da cratera do vulcão Etna.

A roupa, o calçado e o resto do vestuário que ele sempre usou, nada tinham a ver
com coisas de homem. Às vezes, calçava sandálias, coturnos, botas militares ou de
tamancos de mulher.

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Possuía palavra fácil e pronta. Pouco afeito a erudição e muito a eloquência.

Sua paixão por todos aqueles que lhe eram simpáticos beirava a demência, dava
beijos no palhaço Mnester. Se alguém fizesse o menor ruído enquanto ele dançava,
mandava retirar-se ou chicoteava com sua própria mão.

Para que ninguém perturbasse o sono do seu cavalo, Incitatus Senador, na véspera
dos jogos, mandava impor silêncio à vizinhança com seus soldados.

Numerosos prodígios aconteceram à aproximação se sua morte. A estátua de Júpiter


que ele mandou desmontar em Olímpia e levou para Roma, deu uma risada.

O Capitólio, nos idos de março, foi atingido por um raio. Ao consultar sobre o seu
horóscopo, o astrólogo Sila asseverou-lhe a morte se aproximava. Na véspera de sua
morte, sonhou que estava no céu, ao lado do trono de Júpiter e que este o
arremessava de volta à terra.

No dia 23 de janeiro, ao passar por uma galeria subterrânea, o tribuno Cássio


Queréias, aplicou-lhe uma estocada no pescoço, por trás, com o fio da espada,
instante em que Cornélio Sabino, outro tribuno, atravessou-lhe o coração com sua
espada. A trama foi planejada por centuriões do exército. Os conjurados enterravam
a lâmina das espadas até nos genitais do moribundo Calígula, que viveu somente 29
anos. Cesônia foi morta ao mesmo tempo por um centurião.

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 21 de fevereiro de 2016  David Jerônimo  Mitologia Romana

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