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ARTE NA FILOSOFIA GREGA CLÁSSICA

O QUE É ARTE?

• A arte é uma das melhores maneiras do ser humano expressar seus sentimentos e emoções.
• Ela pode estar representada de diversas maneiras, através da pintura plástica, escultura, cinema, teatro, dança, música, arquitetura,
dentre outros.
• A arte evolui com o tempo e em cada época, de acordo com o contexto histórico, observa-se uma tendência a certo estilo.
• A arte pode ser também definida como algo inerente ao ser humano, feito por artistas a partir de um senso estético, com o objetivo de
despertar e estimular o interesse da consciência de um ou mais espectadores, além de causar algum efeito. Cada expressão artística
possui significado único e diferente.
O QUE É FILOSOFIA?
• Filosofia é um campo do conhecimento que estuda a existência humana e o saber por meio da análise racional. Do grego, o termo
filosofia significa “amor ao conhecimento”.
• E consiste no estudo de problemas fundamentais relacionados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores morais e
estéticos, à mente e à linguagem.
• Investigação da dimensão essencial e ontológica do mundo real, ultrapassando a opinião irrefletida do senso comum que se mantém
cativa da realidade empírica e das aparências sensíveis.
ARTE NA FILOSOFIA

• Singular ao ser humano, gerada pela criatividade humana e, portanto, um elemento da cultura, a arte também está escrita na história.
• Como a arte é histórica, tanto suas causas como suas finalidades se alteram no mesmo passo das transformações da sociedade.
REFLEXÃO FILOSOFIA NA ARTE
• A filosofia nos ajuda a refletir não apenas sobre os caminhos da arte como algo histórico, mas também sobre sua relação com a religião
, a política, o mercado e as outras esferas da existência humana.

• Ficaram assim conhecida desde então como arte Moderna, Vanguarda artística do século XX;
• Ocorreu em todas as linguagem artísticas e romperam com os padrões que até então eram considerados correto e de bom gosto.
FILOSOFIA NA ARTE NOS AJUDA?
• A filosofia nos ajuda a refletir não apenas sobre os caminhos da arte como algo histórico, mas também sobre sua relação com a religião
, a política, o mercado e as outras esferas da existência humana.
• Então pergunta-se : o que significa, afinal filosofia na arte?

• Como ela Surgiu?


• E, mais importante, como é possível pensar a arte filosoficamente?
ARTE NA FILOSOFIA
• Embora a arte faça parte do mundo humano desde a Pré-História e tenha ocupado lugar de grande importância em todas as
civilizações, a palavra Estética só foi introduzida no vocabulário filosófico em 1750 pelo filósofo alemão Alexander Baungarten.
• Para Baumgarter, a estética tem exigências próprias em termos de verdade, pois alia a sensação e o sentimento à racionalidade.
• A estética, para ele, completava a lógica e deve dirigir a faculdade do conhecer pela sensibilidade.
• Define beleza estética como “a perfeição – à que é observável como fenômeno do que é chamado, em sentido amplo, gosto - é a
beleza.


PAPEL DA ARTE NA FILOSOFIA

• Deve transcender (ultrapassar) os limites do comum ou do real e seria, por isso mesmo, revolucionária.
• O potencial político da arte baseia-se apenas na sua própria dimensão estética. A sua relação com a práxis (ação política) é
inexoravelmente indireta e frustrante.
• Quanto mais imediatamente política for a obra de arte, mais reduzido são seus objetivos de transcendência e mudança.
ARTE GREGA
• A arte grega foi considerada livre.pois valorizava o homem, como sendo o ser mais importante do universo.
• A inteligência humana era superior à fé, encontrada na civilização egípcia.

• O dia a dia, a natureza e as manifestações dos gregos eram retratadas na arte.


• Eles procuravam o equilíbrio, o ritmo, a harmonia, pois estavam em busca da perfeição.
SUAS CARACTERISTICAS
• Buscar a beleza das coisas;
• A superioridade do homem;

• A razão;
• A democracia.

AS ARTES GREGAS
• Esculturas;
• Pinturas;

• Arquitetura;
• Música;
• Teatro;
• Dança;
• Literatura;

PERÍODO CLÁSSICO – SÉCS. V e IV a.C


• As figuras ganham uma maior aproximação do real,
• O tratamento do corpo é muito mais realista e denota-se uma maior expressividade nos rostos,
• Gestos e movimentos e uma preocupação com as proporções, devido á influência dos cânones.
• A escultura passa a ser marcada por um aspecto mais gracioso.

• Sedutor, harmonioso, elegante e dinâmico e é introduzido o nu feminino.


• As figuras ganham uma pose mais elegante e natural, e a beleza do ser humano é idealizada, tentando atingir a perfeição total.
O QUE BELO?
• A maioria das pessoas concordaria que o belo é algo que nós agrada, que nos satisfaz os sentidos, que nos proporciona prazer sensível e
espiritual.
• Por outro lado estas mesmas pessoas não chegariam a um consenso quanto à beleza de determinado objeto.
• Os filósofos passou a se dedicarem à investigação do que é beleza.
• Não sendo unânimes quanto esta questão.
• Para uns a beleza é algo que esta objetivamente nas coisas, para outros, é apenas um juízo subjetivo, pessoal e intransferível a respeito
das coisas.

REFLEXÃO
• Que é beleza?
• Será possível defini-la objetivamente?
• Será uma noção eminentemente subjetiva, ou seja depende de cada um?
BELEZA PARA PLATÃO

• Para Platão, a beleza é a única ideia que resplandece no mundo.


• Se, por um lado, ele reconhece a caráter sensível do belo, por outro, continua a afirmar sua essência ideal, objetiva.
• Segundo o pensamento platônico, somos obrigado a admitir a existência do “Belo em sí” independente das obras individuais que, na
medida do possível, devem se aproximar desse ideal universal.
• Na visão platônica, a Beleza é algo que não depende das opiniões diversão das pessoas.
• O belo existe objetivamente.

O BELO NO SECULO XVII E XVIII


• Os filósofos empiristas Locke e Hume relativizam a beleza.
• Uma vez que ele não é ama qualidade das coisas, mas só o sentimento de que as contempla.
• O julgamento de beleza depende tão somente da presença ou ausência de prazer em nossa mente.
• Todos os julgamentos de beleza, portanto, são verdadeiros, e todos os gostos são igualmente válidos.

O QUE FEIO?
• Feio vem da latim foedus, que deu origem a “fealdade”, aquilo que é hediondo, feio.
• Etimologicamente, feio pode ser relacionado ao que não tem rosto, fantasmagórico, o que é ausente, sem forma.
O FEIO NA ARTE
• A questão do feio está implícita na problemática do belo.

• Desta forma, o feio não pode ser objeto da arte.


• No entanto, podemos distinguir, de imediato, dois modos de representação do feio.
• A representação do assunto “Feio”.
• E a forma de representação feia.
REFLEXÃO
• No Primeiro caso, embora o assunto “feio” tenha sido banido do território artístico durante séculos (pelo menos desde a Antiguidade
grega até a época medieval), no século XIX ele vem a ser reabilitado.

• Tendo assim a função de revelar as possibilidades do real.