Indicadores de Saúde gerais e específicos. Indicadores de Saúde gerais e específicos. Situação da saúde no Brasil. Programa de Saúde da Família.

Política Nacional de Saúde Mental no contexto do SUS. Código de ética dos profissionais de enfermagem. Epidemiologia e bioestatística: estatísticas de saúde; História natural das doenças e níveis de prevenção; Vigilância epidemiológica. Epidemiologia das doenças transmissíveis: características do agente, hospedeiro e meio ambiente; Meios de transmissão, diagnóstico clínico e laboratorial, tratamento, medidas de profilaxia e assistência de enfermagem; imunizações: cadeias de frio, composição das vacinas, efeitos adversos, recomendações para sua aplicação. Programa de imunização do Estado de São Paulo. Doenças de Notificação Compulsória. Atenção à saúde da criança e do adolescente, da mulher, do adulto e do idoso. Atenção a sua saúde e mental. Fundamentos de enfermagem. Processo de enfermagem. Desinfecção, Esterilização e Limpeza. Atuação do enfermeiro em situações de urgência e emergência. Administração em enfermagem: princípios gerais da administração e funções administrativas: planejamento, organização, direção e controle; Gestão da qualidade. Relações interpessoais no trabalho; técnicas básicas de enfermagem: sinais vitais, higienização, administração de medicamentos via oral e parenteral, cuidados especiais, coleta de material para exame. Introdução as doenças transmissíveis: terminologia básica, esterilização e desinfecção, Socorros de urgência. Pediatria: a criança: o crescimento e o desenvolvimento infantil, alimentação, doenças mais comuns, berçários e lactários.

MODELO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE), PASSO/PASSO. RILDO C. NUNES CZORNY (Aluno do Curso de Graduação em Enfermagem do Centro Universitário de Rio Preto). DOCENTE: CAMILA C. ANGELUCCI. Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE): é a dinâmica das ações sistematizadas e inter-relacionadas, visando a assistência de melhor qualidade ao ser – humano. é composta por cinco etapas: Histórico de enfermagem Diagnóstico de enfermagem Planejamento da assistência de enfermagem Implementação da assistência de enfermagem Avaliação e/ou Evolução de enfermagem

HISTÓRICO DE ENFERMAGEM I.Z.P., sexo masculino, 66 anos, branco, casado, residente em São José do Rio Preto, aposentado. Internado no setor de emergência do H.E.E.C. com queixa de precordialgia, algia em MMSS, sensação de morte iminente e náusea. Possui H.A.S., nega ser alérgico a medicamentos, faz uso de Captopril, antecedentes familiares de H.A.S. (pai, tios) e infarto do miocárdio ( irmão). Não pratica atividade física; tabagista por 30 anos com interrupção há 10 anos; nega etilismo com uso de bebidas alcoólicas apenas aos finais de semana. Ao exame físico verificado SSVV: PA: 180x100, P: 110 bpm, R: 28 mrpm e T: 36,6 º C. Paciente orientado, ansioso, com expressão facial triste, postura cabisbaixa, com memória preservada e relata fadiga. Apresenta marcha regular, pele fria, sudorese, edema em

MMII; estase jugular a D; bulhas hipofonéticas em foco mitral, tricúspide, aórtico e pulmonar. Tórax sem alterações, respiração com uso da musculatura acessória e dispnéia. Abdome arredondado com ruídos hidroaéreos hiperativos nos quatro quadrantes; sons timpânicos e submaciços à percussão; à palpação semi-rígido. Paciente apresenta oligúria e eliminação intestinal sem alterações.

DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM

CATEGORIZAÇÃO DOS PROBLEMAS DOMÌNIOS E CLASSES AFETADOS DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM - H.A.S, - precordialgia, - algia em MMSS, - antecedentes de infarto do miocárdio, - dispnéia, - taquicárdico, - fadiga, - pele fria, - sudorese, - edema de MMII, - estase jugular á direita, - bulhas hipofonéticas em focos: mitral, tricúspide, aórtico e pulmonar, - oligúria, - sedentário, - ex. fumante. Domínio: 04 ou Atividade/Repouso. Classe: 04 ou Resposta Cardiovasculares/Pulmonares. Débito Cardíaco diminuído, relacionado á freqüência cardíaca alterada, contratilidade alterada, pós-carga alterada, pré-carga alterada, caracterizado por taquicardia, distensão de veia jugular, edema, fadiga, dispnéia, oligúria, pele fria. - Dispnéia, - Precordialgia, - sensação de morte iminente, - uso de musculatura acessória para respirar, - fadiga, - pele fria, - taquicárdico, - ex. fumante, - ansioso, - sedentário. Domínio: 04 ou Atividade/Repouso.

Classe: 04 ou Resposta Cardiovasculares/Pulmonares. Perfussão Tissular ineficaz cardiopulmonar, relacionado á transporte prejudicado do oxigênio, caracterizado por dispnéia, dores no peito, freqüência respiratória alterada, fora dos parâmetros aceitáveis, sensação de “morte iminente”, uso de musculatura acessória. - Ansioso, - expressão facial triste, - dispnéia, - postura cabisbaixa, -H. A. S, - taquicárdico, - fadiga, - náusea. - sudorese. Domínio: 09 ou Enfrentamento/Tolerância ao Estresse. Classe: 02 ou Resposta de Enfrentamento. Ansiedade, relacionado á ameaça-ao estado de saúde, estresse, mudança: - no meio ambiente, - no estado de saúde, caracterizado por preocupações expressas em razão de mudança em eventos da vida, pesaroso, ansioso, respiração aumentada, tensão facial, aumento da pressão sanguínea, dificuldades respiratórias, pulso aumentado, fadiga , náuseas. - Algia em MMSS, - ansioso, - dispnéia, - fadiga, - uso de musculatura acessória para respirar. Domínio: 04 ou Atividade/Repouso. Classe: 04 ou Resposta Cardiovasculares/Pulmonares. Padrão Respiratório ineficaz, relacionado á ansiedade, dor, fadiga, caracterizado por dispnéia, uso de musculatura acessória para respirar.

PLANEJAMENTO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM META/OBJETIVO Débito Cardíaco diminuído. Melhorar o débito cardíaco. O cliente deverá apresentar melhora de P.A em 2 dia. O cliente deverá apresentar melhora de precordialgia em 1 dia. O cliente deverá apresentar melhora de taquicardia em 1 dia. O cliente deverá apresentar melhora em ausculta cardíaca em 2 dias. O cliente deverá apresentar melhora de edema de MMII em 5 dias. O cliente deverá apresentar melhora de algia em MMSS em 1 dia.

(x) hematoma.Observar e comunicar enfermeiro . Diminuir á ansiedade. O cliente deverá apresentar melhora da temperatura da pele em 1 dia. (x) edema. O cliente deverá apresentar-se livre de sensação de morte em 1 dia.Proporcionar ambiente calmo e seguro.Realizar ausculta cardíaca e comunicar o médico a qualquer sinal de anormalidade.extremidade fria. O cliente deverá apresentar-se livre de uso de musculatura acessória para respirar em 2 dias. comunicar relato/ expressão de dor e anotar providência e evolução. monitor cardíaco e oxímetro de pulso. Melhorar perfussão tissular cardiopulmonar.Perfussão Tissular ineficaz cardiopulmonar.Manter monitorização com P. Padrão Respiratório ineficaz.Observar. 10------------14-------------22-------------06 .Verificar sinais vitais de 4/4 h.queixa de dormência. M----------------------T-------------------------N . O cliente deverá receber ar úmidificado em 1 dia. . M----------------------T-------------------------N . O cliente deverá apresentar melhora da auto estima em 5 dias. O cliente deverá apresentar-se livre de náusea em 1 dia. em caso de (x) sangramento.Observar.diminuição ou asência de perfusão periférica. O cliente deverá apresentar melhora de dispnéia em 1 dia. M----------------------T-------------------------N . M----------------------T-------------------------N . 08—12—16—20—24—04—08 . .M não invasivo. O cliente deverá apresentar melhora de ansiedade em 1 dia. M----------------------T-------------------------N . comunicar e anotar providência e evolução: . PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM HORÁRIOS . Ansiedade. (x) hipotensão e hipertensão arterial. Restabelecer o padrão respiratório.A. O cliente deverá apresentar melhora de sudorese em 1 dia.

G com elevação do segmento ST. localização. dilatação nasal e alteração do padrão e freqüência respiratória e saturação com O2 < 90%. relata melhora da ansiedade e fadiga.m. Cliente mantendo oxigenoterapia c. permanece com decúbito elevado em 45°. diurese espontânea.Adiministrar oxigênio C.M. monitor cardíaco e oxímetro de pulso. apresenta pele aquecida. realizado balanço hídrico e ausculta cardíaca .Manter decúbito com cabeceira do leito elevada. M----------------------T-------------------------N . M----------------------T-------------------------N .M não invasivo. S/N . Evolui com dor precordial. EVOLUÇÃO 02/06/08 – 18:30h. irradiação e duração.Oferecer dieta adequada ( hipossódica e hipocalórica ).Manter repouso no leito. M---------------------T-------------------------N .Deixar a mão e orientar quanto ao uso de campainha para solicitar auxílio. aceitou dieta oferecida.Avaliar as características da dor precordial: intensidade. M---------------------T-------------------------N . M----------------------T-------------------------N . M----------------------T-------------------------N IMPLEMENTAÇÃO 02/06/08 – 10h. 08—12—16—20—24—04—08 .Observar e manter água destilada do copo úmidificador.Realizar balanço hídrico.Comunicar enfermeiro .P.p.. medicado com item 03 da prescrição médica e traçado E.A. M----------------------T-------------------------N . em caso de queixa de desconforto respiratório.C. P. .

webartigos. pois compartilha para uma boa qualidade de assistência.Ao usar este artigo. (Responder este comentário) Fernanda Avaliação: comentou em 28 May 2009 6:26:14 PM BRT Muito bom.com Quer publicar um artigo? Clique aqui e crie já o seu perfil! RILDO CZORNY Ler outros artigos de Rildo Czorny Não encontrou o que procurava? þÿ Enviar 44 Comentários em "MODELO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE). PASSO/PASSO. otimiza as ações do enfermeiro . (Responder este comentário) Regina Dias de Carvalho Avaliação: comentou em 20 Jun 2009 4:13:07 AM BRT Excelente. publicado 8/03/2009 por Rildo Czorny em http://www. mantenha os links e faça referência ao autor: MODELO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE). (Responder este comentário) . excelenteeeeeee (Responder este comentário) Adriana lenir da silva Avaliação: comentou em 16 Jun 2009 12:55:04 PM BRT Muito bom esse modelo." Juliana Coutinho Pedroso Avaliação: comentou em 07 May 2009 6:58:58 PM BRT Eu gostei muito desse modelo de sistematização (Responder este comentário) vera n lemos Avaliação: comentou em 12 May 2009 9:34:42 PM BRT Achei excelente. PASSO/PASSO. gostei bem esclarecido e resumido.

é de fácil entendimento.objetivo e completo. Tomara tenha outros do mesmo nível. Ticiana. pois esse resumo é completo.. escreva outros!!!!!! (Responder este comentário) .ferramenta excelente. obrigado.PC. (Responder este comentário) dilma Avaliação: comentou em 12 Sep 2009 6:01:25 PM BRT adorei este ler este artigo (Responder este comentário) celia Avaliação: comentou em 04 Oct 2009 8:46:49 PM BRT muito bom (Responder este comentário) Roberto Avaliação: comentou em 05 Oct 2009 2:37:57 PM BRT Adorei essa avaliação de enfermagem. OBRIGADO.um modelo de sae de obstetricia.PN. (Responder este comentário) celia ap oliveira Avaliação: comentou em 27 Jul 2009 10:35:59 PM BRT o artigo é muito bom e de facil entendimento (Responder este comentário) carolmattias Avaliação: comentou em 28 Jul 2009 7:09:27 PM BRT gostei muito.. (Responder este comentário) Rosy Avaliação: comentou em 27 Aug 2009 4:41:53 PM BRT esta explicação me ajudou.objetivo e completo.. (Responder este comentário) ticiana tavares Avaliação: comentou em 29 Aug 2009 5:22:32 PM BRT Enfermeira. gostaria de estar recebendo outros artigos tam bom quanto esse.. esse modelo me ajudou muito em minhas pesquisas.. (Responder este comentário) Stela Avaliação: comentou em 10 Sep 2009 8:38:31 PM BRT O exame físico é realizado céfalo-caudal (da cabeça aos pés) para que fique em ordem. muito bom mesmo simples de entendimento! (Responder este comentário) Mª Lúcia Quirino Avaliação: comentou em 16 Oct 2009 12:39:46 AM BRT Maravilhoso artigo e de fácil entendimento..mem ajudou muito.karina ribeiro Avaliação: comentou em 08 Jul 2009 12:30:33 AM BRT gostei muito. (Responder este comentário) paulo roberto santos de jesus Avaliação: comentou em 11 Aug 2009 9:07:00 PM BRT muito bom o conteudo (Responder este comentário) Fernanda Avaliação: comentou em 15 Aug 2009 1:11:24 PM BRT É uma avaliação minusiosa e de grande competencia. gostaria de receber mais modelo de evolução de enfermagem. (Responder este comentário) josé Lopes Junior Avaliação: comentou em 31 Jul 2009 7:50:11 PM BRT Gostei muito deste modelo gostaria de receber um modelo por email . (Responder este comentário) joares Avaliação: comentou em 20 Oct 2009 12:28:25 PM BRT muito bom este modelo. gostaria de receber. adorei esse método de sistematização.

.. PODERIA SER MELHORADA. bem esclarecido e de fácil entendimento. (Responder este comentário) Claudia Sabrina de Salles Motta de Souza Avaliação: comentou em 10 Feb 2010 8:41:40 PM BRT Eu achei muito bom esse modelo. POIS É A VISÃO DA ÚLTIMA AVALIAÇÃO GERAL DO PACIENTE REALIZADA PELA ENFERMEIRA DO PLANTÃO.. adorei. (Responder este comentário) Eliane Avaliação: comentou em 05 Nov 2009 7:52:27 PM BRT este artigo me ajudou muito sou acadêmica de enfermagem e achei perfeito este SAE (Responder este comentário) Viviane Avaliação: comentou em 09 Nov 2009 9:27:13 PM BRT Parabéns. um abraço... vou fazer uma prova amanhã e isso me ajudou muito.. gostaria de ler mais materiais relacionados a enfermagem.Gostaria de receber este modelo por e-mail será que é possivel. acho que me ajudará a estudar para um concurso breve. ANOTAMOS SOMENTE O Q EVOLUIU OU REGREDIU!!!!. POÍS A EVOLUÇÃO NÃO É UM RELATÓRIO DE ENFERMAGEM ONDE ANOTAMOS REGISTRO DE TODO O PLANTÃO E SIM SOMENTE DAS EVOLUÇÕES E REGRESSÕES!!!!!!!! (Responder este comentário) Gilseany Avaliação: comentou em 01 Jan 2010 11:24:36 PM BRT Dei uma olhadela.DE OTIMO ENTINDIMENTO!! (Responder este comentário) DIOGO CORREIA Avaliação: comentou em 01 Nov 2009 5:06:26 PM BRT Sou acadêmico de enfermagem e termino em dezembro minha faculdade. e achei perfeito este SAE.. vamos passar a frente nossos conhecimentos para um melhor resultado. se puder me enviar alguns end. ESSA EVOLUÇÃO ESTÁ MUITO POBRE DE INFORMAÇÕES . E INFLUENCIARÁ NA ASSISTÊNCIA POSTERIOR.. (Responder este comentário) Rildo Avaliação: ( Autor) comentou em 15 Nov 2009 5:30:50 PM BRT NA EVOLUÇÃO.GISELE Avaliação: comentou em 24 Oct 2009 11:14:22 AM BRT OTIMO ARTIGO . gostei muito. é isso ai.Vai me ajudar muito (Responder este comentário) MARGARIDA MALTA Avaliação: comentou em 04 Mar 2010 9:30:47 PM BRT OTIMO O MODELO OBRIGADA (Responder este comentário) . está excelente.... Obrigada (Responder este comentário) José Lopes Junior Avaliação: comentou em 05 Feb 2010 6:51:42 PM BRT Gostei muito .. (Responder este comentário) Erica Figueira Avaliação: comentou em 18 Jan 2010 11:58:35 PM BRT Muito boa sua explicação. (Responder este comentário) ANGELA Avaliação: comentou em 13 Nov 2009 8:42:18 PM BRT A EVOLUÇÃO É DE SUMA IMPOTANCIA. PORTANTO É A REFERENCIA PARA QUEM A LER . (Responder este comentário) clecia Avaliação: comentou em 05 Jan 2010 5:21:21 PM BRT muito bom esclarece bem as duvidas. de sites.. (Responder este comentário) Mara Avaliação: comentou em 04 Nov 2009 8:35:36 AM BRT ótima avaliação.

(Responder este comentário) ellane Avaliação: comentou em 04 Apr 2010 1:04:16 PM BRT lindo esse modelo da SAE (Responder este comentário) José Lopes Junior Avaliação: LIGIA Avaliação: :* Péssimo Excelente Seu Nome *: Seu E-mail *: Site: þÿ þÿ þÿ Verificação: Enviar þÿ Administração e Negócios (3336)Arte e Ciência (1212)Contos (1091)Crônicas (2259)Desenvolvimento Pessoal (1674)Direito (2865)Economia (699)Educação (3525)Estudos Bíblicos (970)Filosofia (1421)Geografia (328)Governo e Política (957)História (991)Lar e Família (613)Literatura (907)Meio Ambiente (626)Poemas e Poesias (4318)Psicologia (701)Religião (1832)Resumos e Resenhas (490)Saúde e Beleza (1776)Sociedade e Cultura (2571)Tecnologia (988): enviar textos. mirlene Avaliação: comentou em 11 Mar 2010 10:55:19 AM BRT muito bom mesmo..com/articles/15290/1/MODELO-DA-SISTEMATIZACAO-DA- þÿ ASSISTENCIA-DE-ENFERMAGEM-SAE-PASSOPASSO/pagina1. monografias. crônicasPrivacidadehttp://www.html#ixzz0svsRLHRk ..enf. poesias.webartigos. AGRADEÇO! (Responder este comentário) leila Avaliação: comentou em 17 Mar 2010 11:55:21 AM BRT eu adorei (Responder este comentário) Thiago Avaliação: comentou em 20 Mar 2010 11:15:18 AM BRT Muito bom! é objetivo e de facil compreesão. (Responder este comentário) CARLOS Avaliação: comentou em 25 Jun 2010 8:52:53 PM BRT POR FAVOR O AUTOR DESSE SAE PODE ME ENVIAR ESSE MODELO EM FORMA DE QUADRO.

vol.60 no. CE III Enfermeira. CE II Enfermeira.services Revista Brasileira de Enfermagem Print version ISSN 0034-7167 Rev. Mestre em Enfermagem. Doutora em Enfermagem. Fortaleza. Doutora em Enfermagem. Curso de Mestrado Acadêmico Cuidados Clínicos em Saúde (CMACCLIS) da Universidade Estadual o Ceará (UECE). Maria Célia de FreitasIII. Aluna do Curso de Mestrado Acadêmico Cuidados Clínicos em Saúde (CMACCLIS) da Universidade Estadual o Ceará (UECE). bras. Fortaleza. Fortaleza. Curso de Mestrado Acadêmico Cuidados Clínicos em Saúde (CMACCLIS) da Universidade Estadual o Ceará (UECE).3 Brasília May/June 2007 doi: 10. Edna Maria Camelo ChavesII. Ana Ruth Macedo MonteiroIV I Enfermeira. CE . CE IV Enfermeira.1590/S0034-71672007000300019 RELATO DE EXPERIÊNCIA Aplicação do Processo de Enfermagem: estudo de caso com uma puérpera The Nursing Process implementation: a postpartum case study Implementación del Proceso de Enfermería: un estúdio de caso con una puérpera Albertisa Rodrigues AlvesI. Enfermeira do Hospital Geral de Fortaleza. enferm.

Processo de enfermagem. em uma unidade intensiva do Município de Fortaleza. excessive volume of fluids. Realizamos um estudo de caso clínico. en una Unidad Intensiva del Municipio de Fortaleza. The nursing diagnoses found were: impaired verbal communication. Os diagnósticos de enfermagem encontrados foram: comunicação verbal prejudicada. ABSTRACT The study aimed at implementing the nursing process for a post-partum woman with cardiomyopathy after cardiorespiratory arrest. in the period from September to October. Nursing process. no período de setembro a outubro de 2005. in an intensive care unit of Fortaleza. We conducted a clinical case study. Ressaltamos a importância do processo como foco do trabalho do enfermeiro na clínica. intervention and goals. 2005. diarréia. RESUMEN El estudio objetivó implementar el proceso de enfermería. Realizamos un estudio de caso clínico. en el cuidado a una parturienta portadora de miocardiopatía peripato después de parada cardiorrespiratoria. intervenção e metas. bem como permitir credibilidade do trabalho de enfermagem. diarrhea. We highlighted the importance of the process as focus of the nurse's work in the clinic. clinical judgment. padrão respiratório ineficaz. volume excessivo de líquidos. Ceará. na perspectiva de favorecer o retorno dos pacientes ao seu contexto familiar. Os dados foram obtidos após avaliação para elaboração dos diagnósticos NANDA taxonomia II. Los diagnósticos de enfermería fueron: comunicación . impaired physical mobility and deficit in selfcare. Descriptors: Nursing diagnosis. The data were obtained after evaluation for elaboration of Nursing Diagnoses according to NANDA Taxonomy II. en el período de septiembre a octubre de 2005. Los datos fueron obtenidos después de evaluación para la elaboración de los diagnósticos NANDA taxonomia II. in order to favor the patient's return to his family context as well as give credibility to the nurse's job. mobilidade física prejudicada e déficit no autocuidado. Enfermagem. no cuidado a uma puerpera portadora de miocardiopatia periparto depois de parada cardiorrespiratória. decreased cardiac output. Nursing.RESUMO O estudo objetivou implementar o processo de enfermagem. intervención y metas. débito cardíaco diminuído. Descritores: Diagnóstico de enfermagem. juicio clínico. Brazil. inefficient respiratory pattern. julgamento clínico.

relativamente aos modelos conceituais. a teoria que mais se adequou a condições tão complexas e dinâmicas. Em alguma situação. Proceso de enfermería. seja na saúde coletiva. pois esta requer planejamento de ações e resgate de conteúdos relacionados à Fisiologia. diarrea. deve fazer uma abordagem centrada não apenas nas necessidades fisiológicas. mas nos aspectos biopsicossocial. e que se tenta implementar na maioria dos hospitais brasileiros. volumen excesivo de líquidos. na demanda do serviço. seja no âmbito hospitalar. em que o modelo clínico essencialmente biomédico não da conta de resolver.verbal perjudicada. especialmente na enfermagem. Buscar integrar os conhecimentos das ciências da natureza com das ciências sociais e compreensivas. busca desenvolver um corpo de conhecimentos próprios no sentido de sistematizar e organizar sua prática e seus cuidados. INTRODUÇÃO A implementação da sistematização da assistência de enfermagem continua sendo no cotidiano da enfermagem um desafio. Resaltamos la importancia del proceso como foco del trabajo del enfermero en la clínica. pode ser um novo desafio a ser percorrido por todos os que diretamente ou indiretamente estão preocupados com as condições de saúde e de doença da humanidade. Patologia e Farmacologia. O enfermeiro ao pensar no processo. padrón respiratorio ineficaz. Enfermería. requer sua efetivação. Diversos modelos teóricos são desenvolvidos e aplicados na prática de cuidado do enfermeiro da área hospitalar. en la perspectiva de favorecer el retorno de los pacientes al su contexto familiar y también permitir credibilidad del trabajo de enfermería. mas essencialmente na compreensão do homem como ser social e ator principal no processo saúde-doença. Faz-se necessário a elaboração de um plano de cuidado que contemple as necessidades do paciente que se encontram afetadas. de modo a favorecer uma assistência baseada não somente na dimensão biológica do ser humano. percebendo o . Descriptores: Diagnóstico de enfermería. débito cardíaco diminuido. A enfermagem. Neste sentido. especialmente a partir dos anos 50 do século XX. 1. espiritual e cultural(1). objetivando assistir o ser humano dentro de uma perspectiva ampla e integral. no intuito de encontrar respostas a problemas de saúde e de doença. mobilidad física perjudicada y déficit en el auto cuidado.

tais sejam. em que todo universo se mantém por processos de equilíbrio dinâmico entre seus seres. no momento em que o indivíduo realiza uma necessidade. ou seja. psicosociais e psicoespirituais. que fundamentará a elaboração do estudo de caso clínico ora apresentado(2) . A teoria se apóia e engloba leis gerais que regem os fenômenos universais. sendo conhecida como uma das mais importantes teorias de motivação humana. Estes são apropriados para serem aplicados na assistência direta de enfermagem. ou seja. visto que ela planejara ações. uma escala de valores a serem transpostos. o ser humano um todo. Para ele. obtido a partir de uma coleta de dados detalhada. permitindo a elaboração de ações sistematizadas de enfermagem. permitindo uma qualificação de cuidados. No cotidiano do enfermeiro intensivista o processo de enfermagem enseja caminhos.ser humano sob vários aspectos. a célula um todo. as necessidades dos seres humanos obedecem a uma hierarquia. O estudo de caso pode ser definido como um estudo delimitado com a exploração de um sistema. a lei do holismo. surge outra em seu lugar. a lei da adaptação. A Teoria das NHB engloba a Teoria da Motivação Humana de Maslow (1970) e de João Mohana (1964) que classifica as necessidades humanas em psicobiológicas. no cuidado a uma puérpera portadora de miocardiopatia peri-parto e encefalopatia hipóxica após parada cardiorrespiratória (PCR) internada em uma instituição pública. fundamentando a assistência prestada. Ela considera o ser humano a partir das suas necessidades básicas. Dessa forma. sendo o universo um todo. exigindo sempre que as pessoas busquem meios para satisfazê-la(2). planejamento. Foram utilizados a teoria NHB e o processo de enfermagem. envolvendo varias fontes de informação(4). esse todo não é meramente a soma das partes constituintes de cada ser(3) . intervenção e avaliação dos resultados. dentre os diferentes referenciais foi a Teoria das Necessidades Humanas Básicas (NBH) de Maslow. o estudo teve como objetivo implementar o processo de enfermagem. com a finalidade de realizar um estudo . diagnóstico de enfermagem. METODOLOGIA Trata-se de um estudo de caso clínico. utilizando o processo de enfermagem nas suas fases de histórico. pela qual todos os seres do universo interagem com seu meio externo buscando sempre formas de ajustamento para se manterem em equilíbrio. de forma holística e integral. como exemplo: a lei de equilíbrio ou homeodinâmica. priorizando as respostas humanas no processo saúde doença.

No preenchimento do histórico. evitando assim erros diagnósticos. este percorre dois passos: categorização dos dados e identificação dos indicativos divergentes ou lacunas. em que pelos dados coletados. realizamos o levantamento dos dados por meio do exame físico e consulta ao prontuário. Na identificação dos diagnósticos de enfermagem utilizamos o julgamento clínico e o raciocínio diagnóstico estabelecido por Risner(6).profundo dos problemas e necessidades do paciente. dos mesmos. família e comunidade. o que facilitará o raciocínio para o julgamento clínico. o enfermeiro pode empregar diferentes modelos conceituais ou concepções teóricas que o subsidiem. sendo a fase de julgamento clínico propriamente dita. A fase 2 ou estabelecimento do diagnóstico propriamente dito. proposição. A identificação de dados incompletos ou das lacunas evidencia que estes devem ser revisados cuidadosamente. modelos. que são os dados objetivos e subjetivos agrupados a evidenciarem os diagnósticos de enfermagem. com a possibilidade de elaborar estratégias para solucionar ou reverter os problemas encontrados(5). Durante a categorização dos dados ou da sua organização lógica. estabelecido nas . inferências ou hipóteses. A fase inicial compreende a análise e a síntese dos dados obtidos a partir do exame físico e entrevista. entendida como a separação dos dados e exame crítico por parte do examinador/ diagnosticador. Nesta fase serão desenvolvidas as seguintes atividades: agrupamento das evidências em padrões. pelo fator relacionado ou etiológico e pelas características definidoras. normas e conceitos. Na identificação dos diagnósticos de enfermagem. é definida estruturalmente pelo título do diagnóstico ou problema de saúde inferido pelo enfermeiro. comparação dos padrões a teorias. No período de análise. de acordo com o referencial teórico escolhido. causas ou relação é a conclusão do período de síntese. caracteriza-se pelo estabelecimento do diagnóstico propriamente dito. utilizamos o julgamento clínico e o raciocínio diagnóstico. sendo identificados os fatores que influenciam e contribuem para as alterações inferidas. Ainda na fase inicial. O diagnóstico de enfermagem é a segunda fase do processo. é o processo de raciocínio no qual a conclusão é diretamente obtida das proposições dadas e princípios estabelecidos. a fim de coletar dados para identificar os diagnósticos de enfermagem. enquanto que a fase seguinte (ou fase 2). ou seja. são identificados os fenômenos de enfermagem. não foi possível realizar anmenese pelo nível de consciência da paciente e ausência de representantes da família. o enfermeiro realiza a síntese dos elementos encontrados. Na implementação do histórico. Estes são apontados por meio da identificação das NBH afetadas e do julgamento clínico mediante esta investigação.

O sujeito da pesquisa é uma senhora de 29 anos. que não respondeu a VMNI (ventilação mecânica não invasiva) . sugestivo de EAP (edema agudo de pulmão). com segundo grau completo e que se encontrava há 60 dias internada. Os diagnósticos médicos foram: miocardiopatia periparto e EAP hipertensivo. conforme resolução 196/96. 2. sendo um recém-nascido de 25 dias. no período de setembro a outubro de 2005. casada. evoluiu pós PCR com mioclonias. e novamente foi intubada e reinstalada VM (ventilação mecânica) . admitida no dia 09/08/2005. por cerca de 2 horas.Apresentou PCR (parada cardiorrespiratória) com FV (fibrilação ventricular) a qual foi desfibrilada com 200 joules e procedidas manobras de reanimação por 18 minutos. Para a elaboração dos diagnósticos empregamos a North American Nursing Diagnosis Association (NANDA). 2 filhos. Após conhecimento dos diagnósticos de enfermagem. proveniente da emergência em franca insuficiência respiratória. A avaliação do neurologista . convulsão. uma vez que estes representam a base para seleção de intervenções e resultados terapêuticos(8). sobre pesquisas em seres humanos. APRESENTAÇÃO DO ESTUDO DE CASO Mulher. às 20h. permanecendo com suporte de oxigênio através da máscara de venturi. O local da implementação do processo foi à unidade de terapia intensivo-adulta de um hospital público no município de Fortaleza-CE. houve eliminação de secreção espumosa pelo tubo. foi iniciada pela manhã o desmame da ventilação mecânica no dia 11/08/2005. Após reanimação. do Conselho Nacional de Saúde.seguintes etapas: agrupamentos dos dados e comparação dos padrões a teorias e normas(6). casada. realizada cateterização da artéria pulmonar. Evoluindo satisfatoriamente da insuficiência respiratória. Ás 15h desse dia foi extubada. apresentou pico hipertensivo com EAP. pupilas midriátidas e pouco reagentes. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual do Ceará. 29 anos.adulto e instalada ventilação mecânica.O julgamento clínico e o conhecimento do enfermeiro aplicado a qualquer tratamento têm como finalidade otimizar os resultados obtidos pelo paciente(7). dois filhos. Durante a intubação. a qual foi imediatamente intubada na unidade de terapia intensiva. Seguindo sob sedação e analgesia. foram elaboradas intervenções com esta definição: é o roteiro diário (ou aprazado) que coordena a ação da equipe de enfermagem nos cuidados adequados ao atendimento das necessidades básicas e específicas do ser humano(3) . Por volta das 17h.

Os resultados definem um estado do paciente em um determinado momento ou tempo e serve como indicador para avaliar a melhora ou piora do estado clínico. podendo ser utilizada em todo o âmbito da saúde(10). as escalas de medida e os escores reais registrados pelos usuários (NOC)(7). Hoje 22/09 houve tentativa de desmame da ventilação mecânica sem sucesso. relacionada à alteração do sistema nervoso central e traqueostomia. diurético. Apresentamos os DE as intervenções propostas pela NIC e os resultados de acordo com a codificação da NOC. anticonvulsivante. rede venosa pouco visível. DE. Presença de fezes diarréicas. Sinal de cacifo positivo (+++).Comunicação verbal prejudicada. escala de coma de Glasgow. totalizando nove (8) pontos. Edema de membros superiores e inferiores. acordada. Com sangramento transvaginal. mas não interativa com o ambiente. sugestivas de trauma. dissecção venosa em veia jugular externa. A elaboração de diagnósticos de enfermagem é um processo complexo que envolve o comportamento humano relacionado à saúde(9). e resposta motora (3). flácidos. ou realizar as alterações que fossem necessárias. Abdomes globosos. A estrutura de códigos inclui os domínios. com sobrecarga das câmaras esquerda. Presença de leite. Turgor cutâneo diminuído. com fígado palpável. As atividades propostas foram uma junção das atividades realizadas pelas enfermeiras da referida instituição onde o estudo foi desenvolvido e das propostas adotadas pela NIC. anticoagulante. Apresentou convulsão. 1. pele hidratada e íntegra. Com dieta por sonda enteral 1416 kcal/24 horas. paciente permanece em sincronia com ventilação artificial. As avaliações da eficácia das intervenções serviam de base para justificar a sua manutenção.concluiu: encefalopatia hipóxica severa. Presença de roncos bilaterais difusos à ausculta pulmonar. Encontra-se em 14/09/2005 traqueostomizada. as classes. coma vigil. e eliminação de secreções traqueobrônquicas sanguinolenta. Os dados apresentados trazem os DE as intervenções de enfermagem propostas e as metas. resposta verbal (1). diurese espontânea nas fraldas. com boa expansibilidade torácica. . Ritmo cardíaco regular. Esta classificação é ampla e padroniza as intervenções realizadas pelas enfermeiras. insulina. Restrita no leito. por ocasião das aspirações traqueobrônquicas. no módulo SIMV (ventilação mandatória intermitente sincronizada). de acordo com os resultados propostos pela NOC. Fazendo uso de antimicrobiano. déficit motor dos quatro membros e prognóstico muito reservado com respeito à recuperação cerebral. que permite representar cada um dos elementos taxonômicos. os resultados. sob ventilação mecânica. sinusal. responsiva aos estímulos dolorosos. os indicadores de cada resultado. Após medidas terapêuticas da equipe multiprofissional. Pulsos periféricos palpáveis. Pupilas isocóricas e fotoreagentes. sendo: abertura ocular (4). utilizando-se a escalas codificada.

3 Falar olhando para paciente. Indicador-interpretação de linguagem não verbal.15 Monitorar oxímetro de pulso contínuo.4 Verificar regularmente as conexões do ventilador . Débito cardíaco diminuído relacionado à contratilidade alterada 2.1.Estado dos sinais vitais.1 Usar recurso alternativo para estabelecer comunicação com o paciente.1. 1. 3.Comunicação: capacidade de recepção. padrão respiratório de 2/2 horas. 2. observando as reações.1. freqüência respiratória.4 Monitorar pressão arterial.1.3 Manter gases umidificados e aquecidos. 2.1 Cuidados cardíacos 2. pressão arterial sistólica e pressão arterial diastólica.4 Evitar baixar a voz no final da frase. Indicadores temperatura.2 Falar pausadamente em voz alta em pé próximo do ouvido da paciente. Padrão respiratório ineficaz relacionado à disfunção neuromuscular.11 Monitorar fadiga muscular respiratória contínua.1 2. papel.1. pulso.2 Resultado (NOC) .1. Desvio moderado em relação aos parâmetros esperados 3 3. pulso radial.1.1. caneta e estímulos de linguagem. 1.2.1 Ventilação mecânica 3.1.1. temperatura.2 Reconhecer as alterações de débito cardíaco.Melhora da comunicação: déficit da fala 1. 3.1. 2.3 Documentar arritmias. 3.1. Extremamente comprometida . 3. 2.1Intervenções / atividades (NIC) . 1. 1.2 Monitorizar rotineiramente os parâmetros do ventilador.1 Monitorizar ritmo e freqüência cardíaca de 2/2 horas. 2.

2 . 3. sons auscultatórios dentro do padrão de normalidade (DPNE). Estado respiratório: desobstrução de vias aéreas.1.3 Monitorizar saturação de oxigênio. .2 Monitorizar a temperatura a cada duas horas.1.3 Realizar curativo com película transparente do acesso venoso central a cada 07 dias ou quando necessário.Conhecimento: controle de infecção. 5.1. 5. Desobstrução ineficaz de vias aérea relacionada a secreções retidas e presença de via aérea artificial.1 Aspirar secreções traqueobrônquicas de acordo com a necessidade. quando necessário.5 Manusear de forma asséptica de todas as linhas venosas e aéreas. 5.1.1. 4. 4. Levemente comprometidas -4. 5. 4.1. Aspiração de vias aéreas. 4. 4.6 Interromper alimentação por sonda enteral durante a aspiração e por 30 a 60' antes da intervenção de outros profissionais 3.2 Realizar toillete brônquica.1. Risco para infecção relacionado a procedimentos invasivos e exposição ambiental a patógenos aumentada 5. 5. 4.3.Estado respiratório-levemente comprometido. ritmo respiratório dentro do padrão esperado (DPE) livre de sons respiratórios adventícios. 5.1.5 Esvaziar a água condensada nos reservatórios.1.4 Renovar curativo da traqueostomia e fixação diariamente. Indicadores Expansibilidade simétrica do tórax. Indicadores Taxa respiratória DPNE. Controle de infecção 5.1 Lavar as mãos antes e após cada atividade de cuidado com o paciente.1. aspiração das vias aéreas.2.1.

1 Diarréia relacionada a fatores situacionais e fisiológicos. 6.1. descrição de procedimentos de exame.2 Realizar higiene após evacuações e renovar fraldas.3 Monitorar pressão arterial.5 6. Avaliar o perfil medicamentoso 7.Indicadores Descrição de práticas que reduzem a transmissão.1 observar regularmente o turgor da pele. 7. 7.1. gravidade específica da diurese.1. freqüência cardíaca a cada duas horas. 6. hematócrito DPNE.4 Monitorar cor. Controle do balanço hídrico. 6. 6. 7. 6.1.1.2 Hidratação.1. Indicadores . 6. descrição de sinais e sintomas.1.2 Realizar balanço hídrico a cada 06 horas. Diarréia relacionada a fatores situacionais e fisiológicos.1. edema periférico não presente.6 Monitorizar medicação intravenosa contínua 6.1. quantidade. membranas e mucosas hidratadas.1. Volume excessivo de líquidos relacionado a mecanismos reguladores comprometidos. Indicadores Hidratação da pele. 7. 7.1. 7. Levemente comprometidas 4.4 Manter dieta por bomba de infusão continua.3 Monitorar a pele na área perineal na busca de irritação e ulceração. freqüência respiratória. Extensivo .5 Observar edema.2 Eliminação intestinal.

8. Os fatores que interferem na manifestação de individualidade são idade. 8. levando em conta o alinhamento correto do corpo. 9. Encontramos no padrão de resposta humano as necessidades psicobiológicas e sociais afetadas(2). 9. Déficit no autocuidado relacionado a prejuízo perceptivo e cognitivo.1 Realizar mobilização no leito de 2/2 horas.Fácil passagem das fezes. escolaridade.1 Posicionamento 8. higiene e banho. 9.1. 8.1.2 Atividades da vida diária. O que varia de um indivíduo para o outro é a sua manifestação e a maneira de satisfazê-la e atendê-la. Mobilidade física prejudicada relacionada a prejuízos sensórios perceptivos. ciclo de saúde e fatores socioeconômicos. 1 Higiene 9.1.1. As necessidades são universais.3 Realizar higiene ocular e oral 9.2. Indicador de deitado a deitado.2 Colocar sob colchão articulado ou cama terapêuticos. Indicadores Alimentar-se. portanto. Dependente não participa . fezes livres de muco. 8. ingestão de líquidos adequados. 8. Percebemos que havia uma coerência entre as nossas atividades cotidianas e a linguagem apresentada na NIC e NOC. facilitada a compreensão e articulação das proposições .1 9. fezes livres de sangue. sendo.1. cultura.1. sexo.2 Realizar medidas de higiene. 8. vestir-se. Dependente não participa 1. cuidado com períneo e genitália.3 Explicar a paciente durante a mobilização no leito.Posicionamento do corpo: auto iniciado.1.4 Monitorar.1 Banhar o paciente em água com temperatura confortável. comuns a todos os seres humanos.

embora não esteja escrita "ipsis litteiss". [ Links ] . CONSIDERAÇÕES FINAIS A aplicação do processo de enfermagem neste estudo possibilitou aos enfermeiros no campo prático desenvolver uma assistência pautada no conhecimento científico com a utilização da NANDA. Florianópolis (SC): Papa Livros. Concluída a coleta dos dados podemos chegar aos diagnósticos com as características definidoras e os fatores facilitadores no processo cotidiano. Teorias em enfermagem: instrumentos para a prática. A incorporação dos diagnósticos de enfermagem proposta pela NANDA taxonomia II NIC e NOC propiciaram a elaboração de um modelo contemplando as necessidades biológicas que foram as mais afetadas. Araújo TL. Os diagnósticos primários são aqueles que. 3. 1999. favorecendo o alcance de metas e padrões mínimos no cuidado prestado ao cliente hospitalizado(11). [ Links ] 2. evitando uma interpretação duvidosa. minimizando barreiras. 13(10): 44-50.e atividades diárias por considerarmos verdadeiras e coerentes com a nossa vivência clínica e por estar em concordância com a NIC. REFERÊNCIAS 1. O cuidado de enfermagem na síndrome de Stevens Johnson. pois ela facilita o processo de comunicação desejável. poderão desencadear melhoras em outras situações(12). Ressaltamos que o desenvolvimento e a aplicação dessa tecnologia leve de enfermagem ajuda a desenvolver o conhecimento. Portanto. bem como permite credibilidade do trabalho de enfermagem. se forem priorizadas as intervenções de enfermagem. eficaz. Na referida instituição a SAE é aplicada pelos enfermeiros das unidades de terapia intensiva. Ximenes LB. NIC e NOC. Pediatria Atual 2000. Ribeiro MNA. Leopardi MT. Vale ressaltar a importância do processo como foco do trabalho do enfermeiro na clínica. na perspectiva de favorecer o retorno dos pacientes ao seu contexto familiar e de trabalho o mais precocemente possível. A utilização do modelo conceitual possibilitou a instrumentalização da assistência na prática. favorecendo uma prática efetiva. acrescentamos que o uso da linguagem padronizada não distancia a nossa prática.

Estratégias de implementação do processo de enfermagem para uma pessoa infectada pelo HIV. [ Links ] 4. [ Links ] 10. McCloskey JC. Roteiro instrucional para elaboração de um estudo de caso clínico. 2004. 2nd ed. [ Links ] 6. Zago MMF. 9(1): 2738. [ Links ] 8. Carvalho EM. Galdeano LE. Diagnósticos de Enfermagem: definições e classificação 20032004. São Paulo (SP): EPU. 2004. 2ª ed. Saint Louis (MI): Mosby. 11(3): 371-5. Porto Alegre (RS): Artmed. Sena CA. [ Links ] Submissão: 05/06/2006 Aprovação: 02/ . North American Nursing Diagnoses Association (NANDA). Reppetto MA. Rossi LA. Nursing Process: application of theories frameworks and models. 2004. 2005. In: Griftith K. Rev Latino-am Enfermagem 2003. Classificação de Resultados de Enfermagem. Porto Alegre (RS): Artmed. Ludke M. São Paulo (SP): EPU. Moorhead S. Classificação das intervenções de enfermagem. Pensamento crítico e diagnóstico de enfermagem estudo de caso e análise. Luney M. [ Links ] 11. Processo de Enfermagem. Pesquisa em educação .abordagens qualitativas.3. Diagnosis: analysis and synthesis of data. 3ª ed. [ Links ] 9. 1986. Porto Alegre (RS): Artmed. Rev Latino-am Enfermagem 2001. Horta WA. [ Links ] 7. 1979. [ Links ] 12. Maas M. Rev Bras Enferm 2005. Porto Alegre (RS): Artmed. [ Links ] 5. 58(3): 325-9. Risner PB. 1986. Avaliação da realização e do registro da sistematização da assistência de enfermagem (SAE) em um hospital universitário. Souza MF. Ruffino MC. André M. Bulechek GM. Cristensen PJ. Johnson M.

NIC e NOC Implementation of the Nursing Process in a patient with Hepatic Cirrhosis using the standardized terminologies NANDA. NIC and NOC . vol.60 no. enferm. bras.3 Brasília May/June 2007 doi: 10.1590/S0034-71672007000300020 RELATO DE EXPERIÊNCIA Processo de Enfermagem aplicado a um portador de Cirrose Hepática utilizando as terminologias padronizadas NANDA.services • • • • • • • • • • • custom services Article in pdf format Article in xml format Article references Curriculum ScienTI How to cite this article Access statistics Cited by SciELO Similars in SciELO Automatic translation Send this article by e-mail Revista Brasileira de Enfermagem Print version ISSN 0034-7167 Rev.

Intervenções de Enfermagem da NIC e Resultados de Enfermagem da NOC. fabianaclaudia@pop. Fabiana Cláudia de Vasconcelos FrançaII I Enfermeira Residente do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN). Processo de enfermagem.Nursing Diagnosis. and report the difficulties found on the implementation of the assistance. Brasília. Enfermagem prática.La implementación del Proceso de Enfermería a un paciente con Cirrosis Hepatica utilizandose las terminologias padronizadas NANDA. aplicando-se os Diagnósticos de Enfermagem da NANDA. em Setembro de 2005. Dentre as dificuldades apontadas destacaram-se o desinteresse da equipe de enfermagem e do paciente. The conceptual model of Horta was used.br II Enfermeira Especialista em Unidade de Terapia Intensiva. rosimeirevargas@ig. na unidade de Pronto Socorro. deficiência de conhecimento e despreparo dos profissionais. recursos materiais e humanos insuficientes para dispensar o cuidado. Utilizou-se o modelo conceitual de Horta. DF.115075.com. Entre os diagnósticos de enfermagem identificados incluíram-se confusão aguda. NIC y NOC Rosimeire da Silva VargasI. ABSTRACT This case study aimed at describing the implementation the implementation of the Nursing Process to a patient with hepatic cirrhosis.br RESUMO Trata-se de um estudo de caso.Endereço para contato: CNB 07 lote 10 aptº 701 – Taguatinga. Nursing Interventions Classification . DF. Preceptora da Residência em Enfermagem do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) Brasília-DF. Descritores: Assistência de enfermagem. constipação e conhecimento deficiente. CEP 72. NANDA . que teve como objetivos descrever a sistematização da assistência de enfermagem a um portador de cirrose hepática e relatar as dificuldades encontradas na implementação dessa assistência.Norte. O estudo foi desenvolvido em um hospital público do Distrito Federal.com.

en síntesis. RESUMEN Con el propósito de describir la Sistematización de la asistencia de Enfermería e de apuntar las dificultades de su aplicación. Enfermería práctica. Los resultados del estudio permitieron identificar los siguientes diagnósticos de enfermería: confusión aguda. la falta de recursos materiales. 1. The present study was developed in a public hospital of Distrito Federal. Desde el punto de vista de las dificultades enfrentadas durante la realización del estudio. constipation and knowledge deficit. consideramos importante mencionar las siguientes: el desinterés tanto del equipo de enfermería como del propio paciente. las intervenciones de Enfermería de NIC y los resultados de Enfermería de la NOC. El estudio fue realizado durante el año 2005 en la unidad de Pronto socorro de un hospital público del Distrito Federal. INTRODUÇÃO A Cirrose Hepática (CH). Descriptores: Asistencia de Enfermería. internações hospitalares repetitivas e absenteísmo no trabalho. estrutura primordialmente afetada pela patologia supracitada. fue realizado en "estudio de caso" de un portador de cirrosis hepática. knowledge deficit and unpreparedness of the professionals. desempenha funções extremamente importantes no que se refere à produção. Nursing process. gerando elevados custos para saúde e economia do País. Para realizar el estudio. doença crônico-degenerativa. armazenamento. it was detached: the disinterest of the nursing team and of the pacient. biotransformação . Among the identified nursing diagnosis was included: acute confusion.(NIC) and Nursing Outcomes Classification (NOC) were also applyed in care composition. constipación y conocimiento deficiente. lack of human and material resources to deliver the care. Proceso de Enfermaría. Among the pointed difficulties. at the Emergency Unit. O fígado. Descriptors: Nursing Assistance. se utilizó el modelo conceptual de Horta y se aplicaron lo Diagnósticos de Enfermería de NANDA. in September 2005. Nursing practice. el déficit de conocimientos y la escasa preparación de los profesionales. la insuficiencia de los recursos materiales y humanos para realizar los cuidados que son necesarios. figura entre as principais doenças gastrintestinais constituindo um sério problema de saúde pública por ser responsável por elevados índices de morbimortalidade.

hipertensão portal. São freqüentes sinais e sintomas como: icterícia. . Estes indivíduos necessitam de assistência de uma equipe multiprofissional e interdisciplinar abrangendo áreas de medicina. Tendo em vista a problemática da cirrose hepática na saúde pública. Alguns medicamentos como diuréticos. secreção de bile que atua na digestão das gorduras. níveis reduzidos de albumina. Embora essa doença possua outras etiologias como hepatite viral aguda. portanto a meta consiste em deter a progressão da mesma e prevenir o desenvolvimento de possíveis complicações. gástricas e hemorroidais. Não existe tratamento capaz de debelar a doença. gerando danos ao organismo e colocando em risco a vida do indivíduo. entre outras(1.2). Portanto. A hemorragia varicosa com subseqüente insuficiência hepática é uma das principais causas de morte em pacientes com cirrose hepática(3). o que provoca alterações na estrutura do fígado culminando na perda ou redução das funções hepáticas. destacam-se: regulação da concentração sangüínea de glicose. antiácidos e antibióticos são utilizados(1). de forma lenta e gradativa. Estados Unidos e México.3). a perda sanguínea aguda devido ao sangramento varicoso gera hipóxia aos hepatócitos. a principal causa é o consumo crônico de álcool (2. enfermagem. varizes esofágicas.2). o alcoolismo é responsável por mais de 50% dos casos de cirrose hepática(2). os distúrbios hepáticos geram conseqüências desastrosas para o organismo como um todo. síntese de vitaminas e proteínas plasmáticas. As mudanças nos hábitos alimentares e a abolição do álcool são fundamentais. edema e deficiências nutricionais(1. nutrição. podendo precipitar insuficiência hepática. Grandes desvios portossistêmicos levam a complicações como encefalopatia hepática. Dentre elas. obstrução e infecção biliar crônica. conversão de amônia (substância tóxica ao organismo) em uréia. A deterioração das funções hepáticas se agrava com a progressão da doença. vitaminas e alimentos hiperprotéicos (exceto na presença de encefalopatia hepática). Além disso. infecção parasitária e invasão tumoral. No Brasil. A Cirrose Hepática caracteriza-se pela substituição do tecido hepático funcional por tecido fibroso. psicologia e outras. Os achados laboratoriais indicam elevação dos níveis séricos das transaminases hepáticas (AST e ALT). torna-se fundamental que sejam despendidos esforços na tentativa de melhorar o prognóstico dos indivíduos acometidos por esta doença. O diagnóstico pode ser confirmado pela ultra-sonografia e cintilografia hepática(1). A terapêutica está voltada para a melhora do estado nutricional através de suplementos nutricionais. sepse e alterações metabólicas. assistência social. bilirrubina.e excreção de uma variedade de substâncias envolvidas no metabolismo.

NOC (4).NIC) e Classificação dos Resultados de Enfermagem (Nursing Outcomes Classification . Tendo como pressuposto que o enfermeiro presta cuidados integrais e contínuos ao indivíduo. O sistema de classificação de Diagnósticos de Enfermagem da NANDA é um dos mais conhecidos e divulgados no âmbito mundial. Assim. O sistema de classificação de Intervenções de Enfermagem (NIC) iniciou-se em 1987 e continua em desenvolvimento. Atualmente trabalha-se com a Taxonomia II da NANDA. Classificação das Intervenções de enfermagem (Nursing Interventions Classification . de acordo com o problema apresentado pelo indivíduo. é utilizado através do Processo de Enfermagem (PE). descrever. A partir dessas necessidades começaram a ser criados instrumentos de trabalho que proporcionam interação dinâmica durante a execução do Processo de Enfermagem. Este método. explicar e/ou predizer a resposta da clientela aos problemas de saúde ou aos processos vitais. julga-se relevante a utilização de um método que lhe permita dispensar assistência mais qualificada e organizar suas ações. Este Processo é um instrumento metodológico que possibilita identificar. por um grupo de pesquisadores também pertencentes ao grupo da NIC. O sistema de classificação de resultados de enfermagem (NOC) vem sendo desenvolvido desde 1991. Atualmente. intervenção e avaliação dos cuidados.A abordagem deste estudo restringiu-se à assistência de enfermagem. organizando e orientando as ações de enfermagem para as necessidades individuais. com 167 Diagnósticos de Enfermagem aprovados até o momento. a NIC apresenta 486 intervenções de enfermagem perfazendo um total de atividades superior a doze mil. O PE pode ser definido como aplicação prática de um modelo assistencial ou teoria de enfermagem na assistência aos pacientes.NANDA). facilitam a detecção. compreender. desde seu estado mais estável ao mais crítico. sendo eles: Os sistemas de classificação de Diagnósticos de Enfermagem (North American Nursing Diagnosis Association . Este instrumento emergiu em parte do trabalho realizado pela NANDA. utilizada no processo e no produto do raciocínio e do julgamento clínico sobre as respostas humanas aos problemas de saúde e processos vitais (4). A Enfermagem tem apresentado necessidades de padronização de uma linguagem que pudesse ser entendida e praticada por enfermeiros em vários locais. conhecido como Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE). Os sistemas de classificação fornecem uma linguagem padronizada. e determinar que aspectos dessas respostas exigem uma intervenção profissional(4). A NOC é uma classificação abrangente e padronizada de resultados da . A NIC nomeia e descreve intervenções executadas na prática clínica em resposta a um Diagnóstico de Enfermagem.

Planejamento de Enfermagem. os Resultados de Enfermagem da NOC e relatar as dificuldades encontradas na implementação da SAE. da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. respeitando os princípios da Resolução nº 196/96. estima e auto-realização). no que se refere a pesquisas com seres humanos(6). mediante a assinatura do Termo de Consentimento pré-estabelecido. utilizando os Diagnósticos de Enfermagem da Taxonomia II da NANDA. sistematizando seus conhecimentos. 2. A autora inspira-se. Diagnósticos de Enfermagem. é a dinâmica das ações sistematizadas e inter-relacionadas. Hortaprocurou iniciar o desenvolvimento de uma teoria. como uma ciência independente. Implementação e Avaliação da Assistência dispensada. O Processo de Enfermagem na definição de Horta(5). Para a primeira fase do processo utilizou-se o instrumento de coleta de dados da . a Teoria das Necessidades Humanas Básicas. o presente estudo propôs-se a descrever a Sistematização da Assistência de Enfermagem a um portador de Cirrose Hepática. divididas em categorias e subcategorias (5). fundamentada nas necessidades humanas básicas. segurança. para o desenvolvimento de seus estudos. tendo como referencial teórico o modelo conceitual de HORTA. Caracteriza-se pelo interrelacionamento e dinamismo de suas fases ou passos. pesquisando e tornando-se dia-a-dia. as Intervenções de Enfermagem da NIC. onde procura mostrar a Enfermagem como ciência aplicada. Necessidades psicossociais. Horta apresentou um modelo conceitual de enfermagem. desenvolvendo suas teorias. visando a assistência ao ser humano. cujo fenômeno central é o processo vital. Assim. O modelo conceitual representa a matriz de idéias que em sua totalidade simbolizam o homem. transitando da fase empírica para a fase científica. Necessidades psicoespirituais.clientela (indivíduo família ou comunidade) influenciados pela execução de intervenções de enfermagem. junto a portador de Cirrose Hepática internado na unidade de Pronto Socorro. Este estudo foi autorizado pelo paciente. Aplicou-se a Sistematização da Assistência de Enfermagem nas seguintes etapas: Coleta de Dados. na Teoria da motivação humana de Maslow (necessidades fisiológicas. e do qual emergem princípios para guiar a prática. 3. sendo elas: Necessidades psicobiológicas. METODOLOGIA Trata-se de um Estudo de Caso desenvolvido no Hospital Regional de Ceilândia. OBJETIVOS Desta forma. em Setembro de 2005. amor.

têm progredido. intoxicação alcoólica e cirrose hepática (há cinco meses). Pai falecido de insuficiência cardíaca. porém manifesta pouco interesse em adotar medidas para controlar a progressão da doença. através da observação das autoras e posteriormente descritas sequêncialmente no decorrer do trabalho desenvolvido. baixa ingestão de legumes e frutas. As dificuldades encontradas foram detectadas ao longo da implementação do Processo de Enfermagem. Portador de hipertensão arterial há quinze anos e cirrose hepática há cinco meses. mora com a esposa. Em uso domiciliar de captopril 25mg 2x/dia e aldactone 25mg/dia. dispnéia. etilista há 44 anos. Apresentando icterícia generalizada.S. Não consegue verbalizar. pedreiro autônomo. em setembro de 2005.5 litros de líquidos. cor parda. o planejamento. sexo masculino. comunicativo e cooperativo.Faculdade JK Coordenação de Enfermagem. Demonstra ciência de que seu estado é complicado. embasado no modelo conceitual de Wanda de A. não se alimenta em alguns dias devido à ingestão excessiva de álcool. Deambulando pouco e com auxílio. dois filhos. ensino fundamental incompleto. com sete cômodos. relata ter sido tabagista por 20 anos. dorme muito durante o dia e pouco durante a noite. apresentando quadro clínico de icterícia e prurido generalizados. refere ingestão de cerca de um litro/dia de "conhaque e 51" durante os quatorze dias anteriores à hospitalização. turgor de pele diminuído. não possui religião. Verbaliza ansiedade e insistência em receber alta hospitalar. É casado. ingere entre 2-2. do exame físico. Relata não estar usando a medicação há alguns dias.F. Aparelho Respiratório: tórax simétrico. Não fuma há dez anos. a construção dos diagnósticos de enfermagem (de acordo com a taxionomia II da NANDA). em casa própria de alvenaria. Não possui grandes expectativas de vida. distensão e desconforto abdominais. a avaliação. náusea. com uso diário de 20 cigarros. desde então. a implementação (de acordo com a NIC) e. Deu entrada na unidade de emergência de um hospital público de Brasília. que consta da entrevista. da observação e do registro das informações. com períodos de alucinações. . Faz 2 refeições ao dia (almoço e jantar). provida de saneamento básico e luz elétrica. marcha lenta. edema em membros inferiores. mesmo que de forma simples. processou-se a análise dos mesmos. 58 anos. chegando aos resultados (NOC). Refere alteração no ritmo circadiano há cinqüenta dias. Ao exame físico: consciente e orientado.1 Apresentação do Caso J. filhos e nora. 4. Já de posse dos dados compilados. sinais estes que tiveram início há cerca de cinqüenta dias e. por fim. anorexia. conhecimentos sobre sua patologia. Horta. Passado de internação hospitalar por hipertensão. RESULTADOS E DISCUSSÃO 4. natural de Irecê BA.

respiração espontânea.ax. Deste modo. por este consistir numa terapêutica de longa duração e exigir do indivíduo mudanças no estilo de vida.4mg/dL. associados à criatividade e dinamicidade.5mg/dL. Hb = 9. afastando dele. a refletir sobre os ambientes familiar e comunitário do indivíduo. TGO = 96U/L. exige do enfermeiro domínio de conhecimento. com o decorrer do tempo. Ao iniciar o desenvolvimento do plano de cuidados de enfermagem. geralmente.1mg/dL.5 Kg. 4. participante ativo dos seus cuidados. instrumentos estes que. BT = 59. O alcoolismo constitui um problema individual e social. fator imprescindível para se obter resultados satisfatórios quanto ao tratamento. permitem a formação de um elo de confiança entre o enfermeiro e o paciente. Durante a internação o paciente estava sobre terapia medicamentosa com: captopril 25mg 2x/dia. IMC = 38. BI = 33. P = 98 bpm. ao menos. Aparelho Cardiovascular: sem alterações perceptíveis. tenso. não poderia ser diferente visto que a abolição do álcool. deve-se ter em mente que há necessidade de se criar. palpação do fígado impossibilitada pela ascite. SSVV: PA = 170 x 100 mmHg.3mg/dL. observou-se que o indivíduo necessitava de cuidados tanto físicos. Na presente pesquisa. murmúrios vesiculares fisiológicos. um sério problema relacionado à adesão ao tratamento das doenças crônicas. postura e comunicação. Exames laboratoriais alterados: Ht = 32%. possivelmente.5g/dL. agressivo e isso começa. pois o indivíduo sob estado de embriaguez torna-se. quanto psicológicos e sociais que pudessem melhorar o seu estado. evacua a cada 6-8 dias. perfusão periférica diminuída. as pessoas com as quais ele se importa. com auxílio de O2 úmido a 4litros/min. primeiramente. representa o maior entrave. Lidar com o um portador de doença crônica. Em relação à cirrose hepática. furosemida 40mg. TGP = 36U/L. foi reservado maior espaço da consulta de enfermagem a ele para expressar seus . Extremidades: membros inferiores edema em cacifo ++/4+. = 36. albumina = 2. superficial. uréia = 119mg/dL. retardar a sua progressão. proporcionando qualidade de vida ao paciente. fezes endurecidas de cor marrom-amarelada. 12/12h. aldactone 25mg 1x/dia. Já que o indivíduo sob estudo constituiu o foco principal das ações. rocefin 2g 1x/dia e gentamicina 80 mg 8/8h. O fato de não haver tratamento capaz de curar essa doença faz-nos refletir sobre a importância de se instituir cuidados visando. vasos sangüíneos proeminentes. Peso = 105. RHA diminuídos. favorecendo a abordagem terapêutica. Abdome: ascítico. urina concentrada. procurou-se desenvolver um plano de cuidados que estivesse de acordo com a realidade do paciente e da Instituição e tornar esse indivíduo. creatinina = 3. Medidas antropométricas: Circunferência abdominal = 145cm. R = 26 rpm e T. um ambiente em que o cliente sinta-se seguro e à vontade para se expressar. por cânula nasal.2 Plano Assistencial Existe hoje.5mg/dL. e.67%. BD = 26.expansibilidade simétrica diminuída.9°C. Eliminações: oligúria.

fato evidenciado no início do processo. hidratação da pele e. uma melhora do estado geral. foram detectados vários problemas reais e potenciais que. os quais foram avaliados em encontros subseqüentes com o mesmo. alívio da fadiga.valores. Frente a esses diagnósticos. além disso. a mudança no estilo de vida e nos hábitos alimentares do indivíduo deverá envolver os outros membros da sua família para que haja um estímulo maior à adesão ao tratamento e ao autocuidado. Pôde-se verificar que esse indivíduo obteve uma boa evolução do quadro de dispnéia. Todo Processo de Enfermagem deve estar embasado numa teoria que lhe confira sustentação e que capacite o enfermeiro para agir com previsão e coerência(8). foi elaborado o planejamento da assistência de enfermagem. Assim. Portanto. Esses resultados demonstraram que o mesmo apresentou melhoras satisfatórias no seu estado físico e mental. Tendo como prerrogativa esta afirmação. sendo o modelo conceitual de Horta. a dificuldade para deambular. pôde-se observar que houve. por vários autores (7). crenças. o mesmo tornou-se mais ciente quanto ao seu caso clínico. optou-se por desenvolver um plano de cuidados que estivesse de acordo com a realidade da Instituição e que envolvesse as necessidades atuais do paciente. medos e expectativas quanto ao seu tratamento e acompanhamento. identificaram-se treze diagnósticos de enfermagem de acordo com a taxonomia II da NANDA(9) dos quais. por exemplo. Isto se justifica pela influência que a família exerce sobre cada um de seus membros. regressão do edema e da ascite. Diante dos vários problemas levantados. Durante a mesma. vinham trazendo prejuízos à vida do paciente como. utilizando as intervenções segundo a classificação da NIC(10) que pudessem levar a resultados. benefício que já vem sendo apontado. são muitos os fatores que consideram o P. Acredita-se que o cuidado seja mais adequado quando o . a curto prazo. cooperando com os cuidados dispensados e aceitando com maior disposição as orientações quanto ao autocuidado. oito foram descritos nesse trabalho por serem mais específicos da doença e por representarem prejuízos maiores ao paciente. o mais adequado. há algum tempo. A coleta de dados constituiu-se no ponto de partida para a elaboração do plano de cuidados. satisfatórios para o paciente. bem como a relutância do paciente no tratamento e na aceitação do cuidado. um fator sócio-cultural expresso pela necessidade do indivíduo em seguir o mesmo hábito de vida de seus familiares. a sua família merece especial atenção. Na enfermagem. há algum tempo. Embora o foco principal da ação de enfermagem seja o indivíduo portador de cirrose hepática. de acordo com a classificação da NOC(11).E ou a SAE uma ferramenta para a melhoria da qualidade da assistência prestada. que o tornava dependente de outras pessoas para ajudá-lo a realizar sua higiene corporal.

verificou-se que a SAE. durante a implementação das ações. deficiência de conhecimento e despreparo dos profissionais para lidar com esse método de trabalho. a adequação do Processo de Enfermagem à realidade do momento e da Instituição de saúde. as situações caóticas do serviço público. de sua habilidade técnica e cognitiva as reais demandas de cuidado e. num serviço de enfermagem. na tentativa de implantar a SAE nas instituições onde exercem suas atividades. assim. possibilitou a identificação de algumas dificuldades como: desinteresse de alguns membros da equipe de enfermagem e do próprio paciente em contribuir com a sistemática. nos leva a enfrentar grandes dificuldades e empecilhos. Por se caracterizar como uma profissão dinâmica. quando aplicada de forma correta. 5. inclusive na implementação da SAE. a avaliação dos resultados e. a modificação ou finalização de algumas intervenções. durante a realização dessa sistemática de trabalho. desde a melhor organização das atividades de enfermagem e redução do tempo ao executá-las até uma assistência mais qualificada ao paciente e conquista da autonomia dos enfermeiros enquanto profissionais de saúde. deparamos com um fator crucial na implementação da SAE a este paciente.enfermeiro consiga perceber por meio de sua experiência. Pelo contrário. o que não a diferencia de outros hospitais públicos do Brasil. Não devemos jamais ignorar esta problemática. sistemática e individualizada permitiu uma melhor organização do trabalho e dos cuidados dispensados proporcionando. fosse algo fácil. Vários enfermeiros têm sido perseverantes em enfrentar estes problemas. ou seja. pois na nossa realidade de saúde brasileira. recursos materiais e humanos insuficientes para dispensar o cuidado. CONSIDERAÇÕES FINAIS . grandes entraves existem e serão superados somente com um trabalho constante e árduo (14). Deve-se ressaltar que. Muito se tem conseguido. A experiência da implementação da SAE vivenciada pelas autoras. individualizadas e prioritariamente articuladas com as necessidades reais do paciente/cliente e família(12). elabore propostas sistematizadas. essa assistência metódica. entretanto. já que a mesma vinha apresentando vários problemas administrativos e assistenciais. amadorismo acreditar que implementar uma sistematização segundo o modelo teórico adotado. Para as autoras deste trabalho. Seria. Através do presente estudo. sempre que necessário. representa grande benefício para o paciente e para a equipe de enfermagem. a enfermagem necessita de uma metodologia capaz de refletir tal dinamismo(13).

Coltran RS.5(2):14-41. 4ª ed. as facilidades e dificuldades encontradas pelos enfermeiros na implementação da mesma. Ministério da Saúde (BR). Brasil. 2000. Swearingen PL. Keen JH. Conselho Nacional de Saúde. Sugere-se que mais trabalhos. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan. Pimentel MO. Sistematização da Assistência de Enfermagem e o Sistema único de saúde. proporcionando-lhe melhor qualidade de vida. Patologia estrutural e funcional. propiciaram a elaboração de um processo de enfermagem sistemático. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 6ª ed. Inform Epidemiol SUS 1996. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Bare BG. [ Links ] 4. Porto Alegre (RS): Artes Médicas. tanto na forma de estudos de caso quanto na forma de pesquisas quanti-qualitativas. Espera-se que este estudo contribua para que muitos profissionais de enfermagem possam refletir quanto à importância da aplicação do processo de enfermagem como um instrumento metodológico e sistemático para a melhoria do padrão da assistência oferecida e que não fique somente na reflexão. psicológicos e sociais peculiares ao portador de cirrose hepática. 2005. [ Links ] 5. Resolução nº 196 de 1996. Smeltzer SG. 1979. Collins T. sejam realizados e publicados. São Paulo (SP): EPU. Rocha AM. Manual de enfermagem no cuidado crítico: intervenções em enfermagem e problemas colaborativos. [ Links ] 6. 10ª ed. 29 abr 1 maio. Robins.A partir da aplicação da SAE. Kumar V. Os fatores fisiopatológicos. Belo Horizonte (MG). a fim de tornar conhecidas. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan. 24-52. alguns resultados planejados para o cliente foram alcançados. mas possa abrir caminhos para colocar em prática o Processo de Enfermagem. que contribuiu de maneira positiva para a complementação do processo de recuperação da saúde do mesmo. Processo de enfermagem. Chianca TCM. Belo Horizonte (MG): ABEn. In: Anais do 7º Simpósio Nacional de Diagnósticos de Enfermagem. [ Links ] . 2004. 2004. REFERÊNCIAS 1. Horta WA. envolvendo a aplicabilidade da SAE nas instituições de saúde. p. para que possam servir de exemplos para nortear as ações de enfermeiros de diferentes instituições tanto públicas quanto privadas. [ Links ] 2. 2005. [ Links ] 3.

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manual): Ficha de cadastramento. Conhecimentos em Vigilância em Saúde. superfície e capacidade. Princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde. Razão e proporção. Processo saúde e doença e seus determinantes/condicionantes. Conhecimentos Gerais. Conhecimentos gerais sobre hábitos de higiene e alimentação saudável. comprimento.350 de 05/10/2006. têm sido a . Equação do 1º grau. Lei Federal nº 11. Resolução de Problemas. Regra de três simples. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: 30 QUESTÕES Atualidades. Participação e mobilização social. Mapeamento e territorialização. ANEXO Carbapenemases Klebsiella pneumoniae (KPC) þÿ O aparecimento de resistência carbapenemase em Klebsiella pneumoniae e outras bactérias Enterobacteriaceae þÿ Link Citação E-mailImprimir Favorito Colecionar This page Antecedentes Multirresistente Gram negativas. Sistema métrico: medidas de tempo. ficha de consolidação de dados. Promoção da saúde: conceitos e estratégias. são um problema cada vez mais difícil nos hospitais dos EUA. tais como o meropenem e imipenem.Números inteiros: operações e propriedades. Porcentagem. Situações do Agente Comunitário de Saúde frente às visitas domiciliares freqüentes. Noções de ética e cidadania. Ministério da Saúde . antibióticos carbapenêmicos. Relação entre grandezas: Raciocínio Lógico. Números racionais: representação fracionária e decimal: operações e propriedades. atendimento aos grupos prioritários. Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB . incluindo alargado espectro de ß-lactamase (ESBL) patógenos que produzem.Portaria MS/GM nº 648 de 28 de março de 2006.

Dois residentes do lar de idosos tiveram positiva resultados da cultura dentro de 48 horas de internação. Um imipenem-resistente K. pneumoniae solicitado notificação do New York State Department of Health. A resistência aos carbapenêmicos tem sido raro até agora. e 23 pacientes do hospital B) e fez as seguintes observações: o o Os pacientes teve graves co-morbidades Antibiótico prévio A terapia incluiu fluoroquinolonas em 36 pacientes (60%). No que se seguiu 3 meses. cefalosporinas. acabou por não ser identificado. Klebsiella pneumoniae desenvolveu um novo mecanismo de resistência aos carbapenêmicos. aminoglicosídeos e resistências. no entanto. e 4 a partir de amostras da ferida. aztreonam eo mais importante carbapenêmicos. apesar de a educação escalados e intensificaram as precauções de contato. sugerindo a instalação de cuidados de longa duração pode ter sido a fonte do organismo.2 KPC enzimas são codificadas em segmentos de genes que podem ser passados entre as bactérias conhecidas como plasmídeos. com resultados positivos. 7 de escarro.3 Os investigadores analisaram os prontuários médicos de todos os 60 pacientes (5 pacientes identificados no estudo de vigilância. 6 originado a partir da urina. outros 24 pacientes foram identificados com resistente K. e tem causado vários surtos de infecção prolongada na região Nordeste de os EUA. A investigação do surto de ambos os hospitais foi publicada no Archives of Internal Medicine em 2005. O aumento da resistência a múltiplas drogas K. O problema começa assim: um surto em Nova York Em um hospital de Nova York (hospital A). pneumoniae isolado foi recuperado em um segundo hospital em Nova York (Hospital B) em Dezembro de 2003. conhecida como CPK.pedra angular do tratamento da droga para infecções graves causadas por estes patógenos. Recentemente. com duração média de permanência hospitalar antes da cultura positiva de 18 dias. Das 27 culturas positivas com resultados. em um isolado de Klebsiella de um hospital na Carolina do Norte. foram identificados como tendo imipenem-resistente K. 4 de escarro. e 4 a partir de amostras da ferida. 9 de sangue. pneumoniae carbapenemases (SCPK) foi descrito primeiramente em 2001. Trinta dos 32 (94%) isolados foram considerados a ser adquirido nosocomially. Das 32 culturas. Trinta pacientes adicionais. Dois pacientes adicionais foram posteriormente encontrados para abrigar imipenem-resistente pneumoniae K em fevereiro 2004. e -Lactâmicos / -Lactamase inibidor de antibióticos em 36 (60%) . pneumoniae infecção sobre os próximos seis meses. Um vínculo epidemiológico dos casos. 2 pacientes com imipenem-resistente pneumoniae K infecção foram reconhecidas em agosto de 2003. 13 a partir de sangue. O que é um KPC? K. fluoroquinolonas. resistência KPC pode co-existir com outros mecanismos de resistência a bactérias gram-negativas inclusive ESBL. Uma investigação do surto demonstraram que todos os isolados foram adquiridos nosocomially. pneumoniae As infecções neste hospital. Bactérias com enzimas CPK podem inativar todas as penicilinas. 12 oriundos urina. 32 pacientes do hospital A.

CA. MD. GA. FL. O ertapenem não parece ser influenciada por esse efeito e tem maior sensibilidade para a resistência KPC. Existe uma camada adicional de complexidade para triagem mesmos organismos para outras resistências. Colistina está relacionado à nefrotoxicidade. Organismos com resistência KPC são sensíveis apenas a alguns agentes aos antibióticos. Implicações para a Gestão de organismos KPC.5 América do Sul. Há apenas dados limitados sobre o uso de tigeciclina em infecções complicadas intra-abdominal pelo organismo ESBL. KPC resistência também tem sido relatado em todo o mundo. Laboratório Implicações da KPC organismos KPC resistência não pode ser detectado através de métodos laboratoriais de rotina.9 Pseudomonas. pode ser utilizado como adjuvante antibiótico para um dos dois antibióticos descritos acima. o plasmídeo que abriga o gene de resistência KPC tenha transmitido a outras bactérias Gram negativas. Além disso. oxytoca.6 e na França. marcescens5. Este processo de várias etapas de trabalho intensivo e muito difícil sem o uso de métodos moleculares. fluoroquinolonas.7 Finalmente. Ototoxicidade e nefrotoxicidade. O melhor método para detectar SCPK ainda está sendo determinado. OH). Pensilvânia. incluindo Carolina do Norte. O caldo padrão método de microdiluição é propenso ao efeito de inóculo. pode limitar o uso desses agentes em pacientes com inúmeras co-morbidades. KPC Resumo . no entanto. a tigeciclina pode não ser eficaz para bacteremia com organismos resistentes Gram-negativas devido a baixos níveis sanguíneos de drogas. quando suscetíveis. onde um isolado do MIC foi relacionada ao tamanho do inóculo. como ESBL. Aminoglicosídeos.o o o o o Apenas 12 pacientes (20%) casos haviam recebido previamente carbapenêmicos Quarenta e três pacientes (72%) tiveram infecções nosocomiais KPC infecção foi associada com alta mortalidade  Mortalidade em duas semanas após a detecção de bacteremia KPC foi de 47% Tratamento Foi difícil porque a maioria dos isolados foram resistentes a todos os -Lactâmicos antibióticos.8 K. Colistina e tigeciclina são duas drogas que têm a atividade. aminoglicosídeos e A maioria dos isolados clínicos de clones semelhantes O problema cresce: resistência à propagação da KPC KPC resistência tem sido relatada em outros estados (Nova Jersey. mas ambos têm limitações. em Israel. incluindo Enterobacter.10 E. coli. Vários estudos têm suportado o uso de ertapenem como o padrão de laboratório para triagem de atividade KPC.11 e S.4 China.

KPC-1. Bratu S. Haag et al. Novela hidrolisar carbapenem-betalactamases. 45 (4) :1151-61. • infecções KPC têm muito poucas opções terapêuticas.medscape. em Nova York: uma nova ameaça para o nosso arsenal de antibióticos. Am J Infect Control 2003. • métodos laboratoriais para detecção da resistência KPC ainda estão sendo formalizadas. Antimicrob Chemother agentes 2001. Queenan AM. veja opinião do Medscape KPC ea sua propagação a nível global em http://www. D Landman R. A mortalidade associada à infecção KPC é tão alto. 3.• Organismos com resistência KPC estão cada vez mais difundido. Anderson GJ. 2. Arquivos da medicina interna 2005. emitido agosto de 2003. hospitais Membro provavelmente detectar casos importados ou nosocomial. Por favor. o resumo dos dados de janeiro de 1992 a junho de 2003. National Nosocomial Infections Surveillance (NNIS) System Report. 165 (12) :1430-5.com/viewarticle/587949 Referências 1. precauções de contato Intensificação de isolamento e higiene das mãos são fundamentais para controlar a propagação. . no futuro próximo. A rápida disseminação de carbapenem resistente Klebsiella pneumoniae. a partir de uma cepa resistente a carbapenem Klebsiella pneumoniae. Yigit H. 31 (8) :481-98. • SCPK acrescentar a evidência de suporte para antibiograma baseado mordomia prescrição de antibiótico e antibiótico. • KPC surtos geralmente são clonais. • Infecções por organismos KPC tendem a ocorrer em pacientes com múltiplas comorbidades. et al.

P Shen. et al. de Brooklyn. Li LJ. G Vedel. 49 (2) :776-8. JA Lopez. Navon-Venezia S. mediada pelos plasmídeos imipenem-hidrólise da enzima KPC-2 entre vários Escherichia coli carbapenem resistente clones em Israel. Schwaber MJ. 50 (8) :2880-2. K Lolans. Correa A. Detecção de KPC-hidrolisar carbapenem enzimas em Enterobacter spp. 49 (10) :4423-4. Antimicrob Chemother agentes 2007. YS Yu. Correa JP Quinn. Bratu S. mediada pelos plasmídeos hidrolisar carbapenem KPC-beta-lactamases em Klebsiella pneumoniae isolado de França. Nova York. Antimicrob Chemother agentes 2003. 47 (12) :3881-9. Primeira detecção da classe mediada pelos plasmídeos A carbapenemase KPC-2 em isolados clínicos de Klebsiella pneumoniae da América do Sul. Du XX. H Yigit. Villegas MV. Antimicrob Chemother agentes 2006. COMENTÁRIOS . JN Kattan. Mediada pelos plasmídeos KPC-2 em uma Klebsiella pneumoniae isolado da China. Chmelnitsky I.4. Villegas MV. Queenan AM. YG Chen. Carmeli Y. Chmelnitsky I. Nordmann P. 50 (9) :3098-101. Surgimento de KPC-2 e KPC-3 em carbapenem resistente cepas de Klebsiella pneumoniae em um hospital israelense. Antimicrob Chemother agentes 2007. cepa resistente Carbapenem de Klebsiella oxytoca abrigar hidrolisar carbapenem-beta-lactamases KPC-2. Antimicrob Chemother agentes 2005. et al. Tolentino E. Schwartz D. 7 T. K Lolans. 51 (4) : 1553-5. Antimicrob Chemother agentes 2006. 8. 51 (2) :763-5. M Alam. Antimicrob Chemother agentes 2005. JK Rasheed. Naas. Quale J. Leavitt A. ZQ Wei. Landman D. Primeira identificação de isolados de Pseudomonas aeruginosa produzindo um tipo KPChidrolisar carbapenem-lactamases beta. Leavitt A. 5. Carmeli Y. Antimicrob Chemother agentes 2007. Poyart C. 9. 10. 11. 6. Schwaber MJ. Navon-Venezia S. 51 (8) :3026-9.

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