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Formulário de Física – Professor Panosso

MECÂNICA
MECÂNICA Movimento Uniformemente variado Queda livre: MUV, vertical para baixo, o Lançamento oblíquo: composição de 2
(M.U.V): taxa constante de variação da corpo é solto a partir do repouso (V0 = 0). movimentos. Decompor v0 nos eixos x e y.
CINEMÁTICA velocidade, aceleração constante (a = cte). 𝐯 = 𝐠𝐭
Velocidade escalar média: variação 𝐯 = 𝐯𝟎 + 𝐚𝐭 𝑉0𝑦 𝑉0 vx = v0 cos ∝
temporal da posição.
𝐠𝐭 𝟐
𝐚𝐭 𝟐 ∆𝐒 = v0y = v0 sen ∝
𝐒 = 𝐒𝟎 + 𝐯𝟎 𝐭 + 𝟐 α
∆𝐒 𝟐 𝟐
𝐕𝐌 = 𝟐
𝐯 = 𝟐𝐠∆𝐬
𝟐
∆𝐭 𝐯 = 𝐯𝟎 + 𝟐𝐚∆𝐒 𝑉𝑥
Lançamento vertical para baixo: o corpo é
lançado para baixo (V0 ≠0).
(Direção x: é M.U.) ∆𝐒𝐲 = 𝐯𝐱 . 𝐭
Aceleração escalar média: variação (Direção y: é lançamento vertical para cima.
temporal da velocidade. 𝐯 = 𝒗𝟎 + 𝐠𝐭 No ponto mais alto da trajetória vY =0.
∆𝐕 𝐠𝐭 𝟐 𝐯𝐲 = 𝐯𝟎𝐲 − 𝐠𝐭
𝐚𝐌 = ∆𝐒 = 𝒗𝟎 𝐭 +
∆𝐭 𝟐 𝐠𝐭 𝟐
Gráficos: 𝟐 𝟐
𝐯 = 𝒗𝟎 + 𝟐𝐠∆𝐬 𝐒𝐲 = 𝐒𝟎𝐲 + 𝐯𝟎𝐲 −
Movimento Uniforme (M. U. ) : espaços axt 𝟐
𝟐 𝟐
iguais em tempos iguais (v = cte). Lançamento vertical para cima: 𝐯𝐲 = 𝐯𝟎𝐲 − 𝟐𝐠∆𝐒𝐲
movimento retardado na subida e
𝐒 = 𝐒𝟎 + 𝐯𝐭 acelerado na descida. ⃗d
𝐯 = 𝐯𝟎 − 𝐠𝐭 Velocidade vetorial: ⃗𝐌 =
𝐕
vxt ∆𝐭
𝐯+: 𝐦𝐨𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐢𝐯𝐨
𝐯−: 𝐦𝐨𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐫𝐞𝐭𝐫ó𝐠𝐫𝐚𝐝𝐨 𝐠𝐭 𝟐 Aceleração vetorial: mudar módulo do
∆𝐒 = 𝐯𝟎 𝐭 −
Gráficos: 𝟐 vetor velocidade (aceleração tangencial) e
𝟐 𝟐
Vxt 𝐯 = 𝐯𝟎 − 𝟐𝐠∆𝐒 ou mudar direção do vetor velocidade
(aceleração centrípeta).
Lançamento horizontal: composição de 2
movimentos. (x : MU e y: MUV) 𝐚⃗𝐭𝐨𝐭𝐚𝐥 = 𝐚⃗𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐢𝐩𝐞𝐭𝐚 + 𝐚⃗𝐭𝐚𝐧𝐠𝐞𝐧𝐜𝐢𝐚𝐥
Sxt (vx é constante)∆𝐒𝐱 = 𝐯𝐱 𝐭 v2
(v0y é nula) 𝐯𝐲 = 𝐠𝐭 𝐚𝐜𝐩 =
sxt 𝐑
𝐠𝐭 𝟐 Composição de movimento:
∆𝐒𝐲 =
𝟐 𝐯⃗𝐫𝐞𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞 = 𝐯⃗𝐫𝐞𝐥𝐚𝐭𝐢𝐯𝐨 + 𝐯⃗𝐚𝐫𝐫𝐚𝐬𝐭𝐨

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Movimento circular uniforme (M.C.U.): forças que atuam em um corpo, vai Paralelo: constante elástica equivalente
Velocidade linear e angular constantes produzir uma aceleração, é inversamente aumenta.
proporcional a massa desse corpo. K1
Frequência e período. ⃗FR = ma⃗
f = 𝐧º 𝐯𝐨𝐥𝐭𝐚𝐬
∆𝐭 ou f = T1
3º Lei (ação e reação): a toda ação vai
Velocidade angular. corresponder uma outra força de mesmo K2
módulo, mesma direção, mas sentido k eq = k1 + k 2
∆𝛗 2π oposto. Uma força em cada corpo, logo
ω= = = 2πf Força de atrito: aspereza das superfícies,
∆𝐭 T ação não anula reação.
surge do movimento ou tentativa de
Velocidade linear. Força Peso (P): resultado da interação movimento entre superfícies, 2 tipos:
∆𝐒 2πR gravitacional entre duas massas.
v= = = 2πRf Força de atrito estático: quando não há
∆𝐭 T ⃗P = mg⃗ movimento, é variável (igual ao valor da
força de solicitação) até um limite.
v = ωR
Força Elástica: retornar a posição natural, Festático = μe N
Acoplamentos do Movimento circular: x é a deformação, k é a constante elástica, Força de atrito dinâmico: é constante, em
transmitir movimento de ponto para chamada de força restauradora. geral menor do que a fat estática, seu
outro. Três tipos: módulo não depende da força de
FEL = kx solicitação.
Associação de molas Fdinâmico = μd N
DINÂMICA Série: constante elástica equivalente
Leis de Newton diminui.
1º Lei (lei da inércia) : todo corpo tende a
permanecer em repouso (equilíbrio
estático ) ou em MRU (equilíbrio K1 K2
dinâmico), até que uma força o retire
desse estado. Maior massa, maior inércia.
𝟏 1 1
= +
𝐤 𝐞𝐪 k1 k 2
2º Lei (princípio fundamental da
dinâmica): a soma vetorial de todas as

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Plano inclinado: é uma máquina simples, Potência mecânica (P) : trabalho realizado kx2
pois vai dividir a força peso, facilitando o num certo tempo. (elástica) EPOT =
2
deslocamento na vertical, rampas de τ
P = = F. v Sistema mecânico conservativo: livre de
acesso. ∆t forças dissipativas.
Rendimento (n) EMECFINAL = EMECINICIAL
Trabalho e Energias Pútil
Trabalho (τ) : força provocando um n= Sistema mecânico dissipativo: perde
deslocamento. PTotal parte da energia mecânica devido a forças
τF = F. d. cosα dissipativas, a diferença das energias é a
Energia: capacidade de realizar trabalho.
associação a posição ou a velocidade de quantidade dissipada.
𝐹 um sistema. EMECINICIAL > EMECFINAL
α 𝑑 Energia cinética (EC): associação ao
movimento de um corpo.
Se F for variável, o trabalho é obtido 2
EMinicial − EMfinal = Edissip
mv
Força centrípeta: é a resultante quando o
através da área do gráfico F x d. EC = Gravitação
2
movimento é curvilíneo, aponta para o Geocentrismo x heliocentrismo:
centro da circunferência e é perpendicular T.E.C. (teorema da energia cinética) : a Geocentrismo (Aristóteles e Cláudio
soma do trabalho de todas as forças é Ptolomeu), Terra no centro durou 1500
à velocidade, produz uma aceleração
igual a variação da energia cinética. anos, defendido pela Igreja Católica.
centrípeta (mudar a direção do vetor Heliocentrismo (Nicolau Copérnico,
velocidade).
Trabalho da força peso (τ) : + na descida e
∑ τ = EFinal − EInicial Galileu e Kepler), sol no centro, datado do
século XVI, modelo atual.
– na subida.
τP = ±mgh mv 2 mv02 Leis de Kepler
τFR = − 1ª Lei (lei das órbitas): todo planeta
Trabalho da força elástica (τ) : + se ela 2 2 executa uma órbita elíptica com o sol em
voltar para a posição natural, - se estiver um dos focos.
sendo deformada. Energia potencial (EP): associação a
2ª Lei (lei das áreas): o vetor posição, que
2 posição, 2 tipos:
kx liga o centro do sol ao centro do planeta,
τel = ± (gravitacional) EPOT = mgh varre áreas iguais em tempos iguais. A
2 velocidade de translação de um planeta é

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variável, mas a velocidade areolar é Campo gravitacional: varia com a Equilíbrio de corpo extenso: 2 condições
constante. distância ao centro do corpo. para ocorrer: não pode haver translação,
𝐴1 𝐴2 GM nem poder haver rotação.
𝑉𝐴𝑅𝐸𝑂𝐿𝐴𝑅 = = = cte g= ∑ ⃗F = 0 (não transladar)
𝑡1 𝑡2 d2
Velocidade de órbita do satélite: não
A velocidade linear de translação de um
depende da massa m do satélite.
∑ ⃗M
⃗⃗ = 0 (não rotacionar)
planeta é maior no periélio e menor no
afélio. (vPvA). 𝐆𝐌 Alavancas: máquinas simples, existem 3
𝐯=√ tipos possíveis.
𝑹

Estática
Equilíbrio de ponto material: soma
vetorial de todas as forças deve ser nula,
não deve haver translação.

∑ ⃗F = 0
3ª Lei (lei dos períodos): O quadrado do
período de revolução dividido pelo cubo
do raio médio da órbita é uma constante Momento de uma força (M): também
para os planetas de que giram em torno chamado de torque, é a capacidade de
do sol. Válido para qualquer corpo uma força em rotacionar um corpo.
orbitando um outro de massa maior.
𝑇12 𝑇22 𝑇32
= = = cte
𝑅13 𝑅23 𝑅33
Força gravitacional: massa atrai massa,
varia com o inverso do quadrado da
distância entre as duas massas.
GMm
FGr =
d2 ⃗⃗⃗ = 𝐹 . b
M

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Dinâmica impulsiva Hidrostática 𝐅𝟏 𝐅𝟐


Impulso de uma força (I): empurrão Densidade : =
produzido por uma força. 𝐦 𝐀𝟏 𝐀𝟐
𝐝=
(p/ força constante) I = ⃗F∆t 𝐕 Empuxo( E ): força exercida pelo líquido,
vertical para cima para tentar retirar um
Propriedade gráfica (força variável) Para a água: 1g/cm3=1kg/l = 103kg/m3.
corpo de seu interior. Depende do volume
de líquido deslocado (parte submersa do
Pressão (P) : força aplicada em um certa
corpo).
área, válido para sólidos.
Colisões (ou choques mecânicos): 𝐄 = 𝐝𝐥í𝐪𝐮𝐢𝐝𝐨 . 𝐕𝐝𝐞𝐬𝐥𝐨𝐜𝐚𝐝𝐨 . 𝐠
conservar quantidade de movimento,
𝐅
𝐩=
classificação de acordo com o coeficiente 𝐀
de restituição (e).
Pressão da coluna de líquido : pressão MECÂNICA
TERMOFÍSICA
Quantidade de movimento (Q): ou hidrostática, depende da profundidade da
momento linear.
⃗Q antes = ⃗Q depois coluna e da densidade do líquido. Termometria
⃗Q = mv
⃗ Coeficiente de restituição (e): velocidades
𝐩 = 𝐝𝐥í𝐪𝐮𝐢𝐝𝐨 . 𝐠. 𝐡 Conversão de escalas termométricas:

Teorema do impulso: o impulso de uma


relativas: classificar o tipo de colisão.
Pressão absoluta (total) : contar a θC θF − 32 θK − 273
pressão existente na superfície do líquido. = =
força é igual a variação da quantidade de
|Vafastamento | 5 9 5
movimento (equação vetorial). e= 𝐩𝐭𝐨𝐭𝐚𝐥 = 𝐩𝐚𝐭𝐦 + 𝐝𝐥í𝐪𝐮𝐢𝐝𝐨 . 𝐠. 𝐡
|Vaproximação |
Calorimetria
I = ⃗Q Final − ⃗Q Inicial Vasos comunicantes:
Calor sensível (Q): variar a temperatura
Pontos na mesma
horizontal em um de um corpo (C = capacidade térmica do
Sistema mecânico isolado: livre de forças e = 1 → choque perfeitamente elástico, corpo; c = calor especifico da substância;
externas (I =0), vai conservar quantidade mesmo líquido em
vai conservar a energia cinética do C = m.c).
equilíbrio vão ter a
de movimento. Ex: canhão e a bala. sistema.
mesma pressão. (para um corpo) 𝐐 = 𝐂. ∆𝛉
0  e  1 →choque parcialmente
⃗Q antes = ⃗Q depois elástico, vai dissipar parte da energia (para substância) 𝐐 = 𝐦. 𝐜. ∆𝛉
Princípio de Pascal: o acréscimo de
cinética.
pressão em um líquido em equilíbrio é Calor latente (Q): mudar estado físico de
e = 0 → choque inelástico, maior
integralmente distribuído por todos os
dissipação possível de energia cinética, um corpo (L = calor latente de transição).
pontos. Exemplo: prensa hidráulica.
os corpos ficam unidos (juntos) depois 𝐐 = 𝐦. 𝐋
da colisão.

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Potência térmica (P): quantidade de calor Importante: quanto maior o valor do Comportamento anômalo da água: Convecção : ocorre em líquido e gases,
num certo intervalo de tempo. coeficiente de dilatação de um material, dilatação num resfriamento de 4ºC até surgem as correntes de convecção,
Q maior será a variação de suas dimensões. 0ºC. diferença de densidade (quente sobe e
P= Existem 3 tipos de dilatação de sólidos:
frio desce). Brisas marítima e terrestre.
∆t Dilatação linear:
Sistema termicamente isolado: a soma
algébrica dos calores trocados entre os ∆𝐋 = 𝐋𝟎. 𝛂. ∆𝛉 Irradiação (ou radiação): o calor é
corpos é sempre nula. transferido através das ondas
Dilatação superficial:
infravermelho, único que ocorre no vácuo.
∑Q = 0 ∆𝐀 = 𝐀𝟎. 𝛃. ∆𝛉 Todo corpo acima de zero kelvin emite
𝐐𝟏 +𝐐𝟐 + 𝐐𝟑 + ⋯ = 𝟎 ondas de infravermelho (ondas de calor).
Dilatação volumétrica:
∆𝐕 = 𝐕𝟎. 𝛄. ∆𝛉 Transferência de Calor Estudo dos gases
Curva de aquecimento: para uma Condução: ocorre em sólido, o calor vai Equação de Clapeyron: descrever o
Relação dos coeficientes: se propagando de uma molécula para
substância pura e cristalina ocorre estado do gás.
variação de temperatura ou mudança de 𝛂 𝛃 𝛄 outra.
estado. = = Lei de Fourier: cálculo do fluxo de calor
𝐩. 𝐕 = 𝐧. 𝐑. 𝐓
𝟏 𝟐 𝟑 Equação de geral: descrever uma
() através de um corpo sólido, onde k é a
Dilatação de líquido: só possui dilatação transformação (mudança) gasosa.
condutividade térmica do material.
volumétrica, se estiver em um recipiente
deve – se considerar a dilatação dos 2, p1 V1 p2 V2
(a parte do líquido que derrama é 𝐐 𝒌. 𝐀. (𝛉𝒒 − 𝛉𝒇 ) =
𝚽= = (n1 )T1 (n2 )T2
chamada de dilatação aparente).
∆𝐭 𝐋
Termodinâmica
Trabalho do gás (τ): ocorre quando gás
variar seu volume, cálculo do trabalho a
partir da área do diagrama P x V.
Dilatação térmica
Dilatação de sólido: variação das ∆𝐕𝐋𝐈𝐐 = 𝐕𝟎. 𝛄𝐋𝐈𝐐 . ∆𝛉
dimensões do corpo em função da ∆𝐕𝐋𝐈𝐐 = ∆𝐕𝐑𝐄𝐂𝐈𝐏. + ∆𝐕𝐀𝐏𝐀𝐑.
variação da temperatura.

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τ + : o gás se expandiu; com o estado final. O trabalho do ciclo é a Rendimento(n):


τ = 0 : transformação isovolumétrica; área da figura fechada. 𝛕 𝐐𝟐
τ - : o gás foi comprimido. 2 tipos de ciclo
𝐧= = 𝟏−
𝐐𝟏 𝐐𝟏
C. horário (motor)→ trabalho positivo.
Energia interna do gás (U): está C. anti-horário (refrigerador)→ trabalho Ciclo de Carnot: teórico, ciclo motor de
relacionada com a temperatura do gás, negativo. maior rendimento possível, formado 2
(energia potencial = “energia guardada”). isotermas e 2 adiabáticas.
Para gás ideal e monoatômico, temos: Importante: UCICLO =0. 𝐐𝟐 𝐓𝐟𝐫𝐢𝐚
𝟑 𝐧=𝟏− = 𝟏−
𝐔= 𝐧. 𝐑. 𝐓 𝐐𝐜𝐢𝐜𝐥𝐨 = 𝛕𝐜𝐢𝐜𝐥𝐨 𝐐𝟏 𝐓𝐪𝐮𝐞𝐧𝐭𝐞
𝟐
Máquina térmica: opera em ciclos 2ª Lei da termodinâmica:
Variação da energia interna do gás (U): (horário) convertendo calor em trabalho, É impossível a construção de uma
ocorre quando variar a temperatura. motor a explosão. máquina que, operando em um ciclo Eficiência térmica(e): expressa pela
termodinâmico, converta toda a relação entre a quantidade de calor
𝟑 𝛕 = 𝐐𝟏 − 𝐐𝟐 quantidade de calor recebido em trabalho, retirada da fonte fria (Q2) e o trabalho
externo () envolvido nessa transferência.
∆𝐔 = 𝐧. 𝐑. ∆𝐓 em outras palavras uma máquina térmica
𝟐 Q1 : calor recebido da fonte quente; nunca vai apresentar um rendimento de 𝑸𝟐
Q2 : calor rejeitado para a fonte fria; 100%. 𝐞=
τ : trabalho realizado em cada ciclo.
𝝉
U + : o gás foi aquecido;
U =0: transformação isotérmica ou Máquina frigorífica: opera em ciclos (anti- ÓPTICA GEOMÉTRICA
transformação cíclica; horário), sofrendo trabalho do meio
U - : o gás foi resfriado. externo para retirar calor da fonte fria e Luz
jogar na fonte quente. Onda eletromagnética cuja velocidade de
propagação depende do meio onde esta.
1º lei da termodinâmica: relação das No vácuo (maior valor) sua velocidade é
formas de energia de um gás. 𝐐𝟏 = 𝛕 + 𝐐𝟐
de v = c  300.000 km/s.
𝐐 = 𝛕 + ∆𝐔 Q1 : calor jogado para a fonte quente;
Q2 : calor retirado da fonte fria; Ano - luz: distância percorrida pela luz em
τ : trabalho externo realizado sobre o gás um ano no vácuo.
Q + : o gás recebeu calor do meio; em cada ciclo. 𝟏𝟓
Q = 0 : transformação adiabática; 𝐝 = 𝐜. 𝐭 ≅ 𝟗, 𝟓𝐱𝟏𝟎 𝐦
Q - : o gás cedeu calor para o meio.
Princípios de óptica geométrica:
Ciclo termodinâmico: diagrama p x V é 1º - princípio da propagação retilínea da
uma figura fechada, estado inicial coincide luz: a luz se propaga em linha reta em um

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meio homogêneo, isotrópico e 2º: todo raio que incidir no centro de


transparente. curvatura vai refletir sobre si mesmo.
2º - princípio da independência da luz: os 3º: todo raio que incidir no vértice vai
raios de luz se cruzam e não se interferem, refletir simétrico em relação ao eixo
independência da luz. principal.
3º - princípio da reversibilidade da luz:
trajetória do raio de luz não depende do Formação de Imagens
sentido de propagação (reversibilidade). Espelho Côncavo: 5 casos possíveis.

Reflexão da luz: luz atinge um obstáculo


bate e volta.
2 leis: Translação do espelho:
1º: o raio incidente, a reta normal e o raio
refletido são coplanares. ∆𝐒𝐢𝐦𝐚𝐠𝐞𝐦 = 𝟐. ∆𝐒𝐞𝐬𝐩𝐞𝐥𝐡𝐨
2º: o ângulo de incidência e o ângulo de
reflexão são igual (medidos em relação a Rotação de espelho plano: espelho varia
reta normal) i = r. um ângulo , o raio refletido varia um
ângulo .
∆ = 𝟐.  Espelho Convexo: caso único, imagem
não depende da posição do objeto.
Associação de 2 espelhos planos com um
vértice em comum, formando um ângulo
α, N é o número de imagens formadas:
Espelho plano: estigmatismo (1 objeto
𝟎
conjuga apenas 1 imagem) e simetria 𝟑𝟔𝟎
(distância entre o objeto e o espelho 𝐍= −𝟏
plano é igual a distância entre a imagem e
𝛂
o espelho). Produz imagens virtuais Espelho esférico: espelhamento de uma
direitas e iguais para objetos reais. calota esférica. 2 tipos de espelho,
Importante: não deforma a imagem côncavo e convexo.
conjugada. Estudo analítico : obter as características
Postulados de Gauss (raios notáveis) da imagem formada através de contas.
Campo visual de espelho plano: depende 1º: todo raio que incidir paralelo ao eixo
da posição do observador, da posição e do principal vai refletir na direção do foco e
tamanho do espelho. vice e versa (reversibilidade).

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Equação de Gauss: Índice de refração relativo (nA,B):


𝟏 𝟏 𝟏 𝐩. 𝐩′ comparar 2 meios ópticos. Desvio total:
= + ′ 𝒐𝒖 𝐟 = 𝐧𝐀 𝐯𝐁 𝐃𝐭𝐨𝐭𝐚𝐥 = 𝐢𝟏 + 𝐢𝟐 − 𝐀
𝐟 𝐩 𝐩 𝐩 + 𝐩′ 𝐧𝐀,𝐁 = =
𝐧𝐁 𝐯𝐀
Desvio mínimo: ocorre quando i=A/2, logo
Equação do aumento linear: Leis da refração: i1=i2=i e r1=r2=r.

𝐢 𝐩 𝐟 1º: o raio incidente, a reta normal e o raio
𝐀= =− = refratado são coplanares. 𝐃𝐦𝐢𝐧𝐢𝐦𝐨 = 𝟐(𝐢 − 𝐫)
𝐨 𝐩 𝐟−𝐩 2º: Lei de Snell – Descartes.
𝐧𝐀 𝐬𝐞𝐧𝐢 = 𝐧𝐁 𝐬𝐞𝐧𝐫 𝒔𝒆𝒏(𝒊 − 𝒓) Lentes esféricas: 2 tipos de lentes,
Estudo dos sinais: 𝐃 = 𝐋. convergente e divergente.
Objeto: 𝒄𝒐𝒔𝒓
p+ e o + para todos os casos; i e r: medidos
a partir da reta Prisma refrator: formato triangular, 2 Postulados de Gauss (raios notáveis)
normal. refrações. A : ângulo de refringência ou de 1º: todo raio que incidir paralelo ao eixo
Imagem: principal vai refratar na direção do foco
abertura.
p’+ (imagem real) vai ter sempre i- imagem.
(imagem invertida); 2º todo raio que incidir pelo foco objeto
p’- (imagem virtual) vai ter sempre i+ vai refratar paralelo ao eixo principal.
(imagem direita); 3º: todo raio que incidir no centro óptico
Ângulo limite (L): só quando a luz se vai refratar sem sofrer desvio.
propaga do meio + refringente para o 4º: todo raio que incidir na direção do
Sinal do espelho esférico
meio – refringente. ponto anti principal objeto vai refratar na
f+: e.e. côncavo, f-: e.e. convexo.
𝐧𝐦𝐞𝐧𝐨𝐫 direção do ponto anti principal imagem.
𝐬𝐞𝐧𝐋 =
Refração da luz: troca de meio de 𝐧𝐦𝐚𝐢𝐨𝐫
Formação de Imagens
propagação, mudança na velocidade de 1º refração:
Elevação aparente da imagem: objeto e Lente convergente: 5 casos possíveis.
propagação da luz e desvio para uma 𝐧𝐦𝐞𝐢𝐨 𝐬𝐞𝐧𝐢𝟏 = 𝐧𝐩𝐫𝐢𝐬𝐦𝐚 𝐬𝐞𝐧𝐫𝟏
incidência oblíqua. observador em meios ópticos diferentes.
𝐝𝐢 𝐧𝐨𝐛𝐬𝐞𝐫𝐯𝐚𝐝𝐨𝐫 A: ângulo de refringência do prisma ( ou
Índice de refração absoluto do meio (n): =
medir a refringência do meio.
𝐝𝐨 𝐧𝐨𝐛𝐣𝐞𝐭𝐨 ângulo refrator, ou abertura)
𝐜
𝐧𝐦𝐞𝐢𝐨 = Lâminas de faces paralelas: desvio lateral 𝐀 = 𝐫𝟏 + 𝐫𝟐
𝐯𝐦𝐞𝐢𝐨 da luz. 2º refração:
𝐧𝐩𝐫𝐢𝐬𝐦𝐚 𝐬𝐞𝐧𝐫𝟐 = 𝐧𝐦𝐞𝐢𝐨 𝐬𝐞𝐧𝐢𝟐

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Lente divergente: caso único, imagem Sinal da lente no infinito.


não depende da posição do objeto. f+: lente convergente, f-: lente divergente.

Vergência da lente (V): popularmente


chamada de grau de uma lente, f só pode
em ser metros. Vergência é medida em
dioptrias (di).
𝟏
𝐕=
𝐟
Óptica da visão
Estudo analítico : obter as características Olho Humano: formação de imagens
da imagem formada através de contas. reais, invertidas e sobre a retina, como em
uma máquina fotográfica simples. O
Equação de Gauss:
cristalino é uma lente natural convergente Correção com lentes divergentes!
𝟏 𝟏 𝟏 𝐩. 𝐩′ do olho. (dPRM : distância do ponto remoto do
= + ′ 𝒐𝒖 𝐟 =
𝐟 𝐩 𝐩 𝐩 + 𝐩′ míope).
𝟏
Equação do aumento linear: 𝐕=−
𝒅𝑷𝑹𝑴
𝐢 𝐩′ 𝐟 Hipermetropia: dificuldade de enxergar
𝐀= =− =
𝐨 𝐩 𝐟−𝐩 objetos perto do olho, a imagem vai se
formar depois da retina, o ponto próximo
p’+ (imagem real) vai ter sempre i- Visão emétrope (olho sem defeito): Pode
não está localizado a 25 cm do olho.
(imagem invertida); enxergar objeto localizados desde 25cm
p’- (imagem virtual) vai ter sempre i+ (ponto próximo: pp) até o infinito (ponto
(imagem direita); remoto: pr).
Estudo dos sinais:
Objeto: Ametropias da Visão (defeitos)
p+ e o + para todos os casos; Miopia: dificuldade de enxergar objetos
longe do olho, a imagem vai se formar
Imagem:
antes da retina, o ponto remoto não está

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A correção é feita com uso de lentes 𝒇𝒐𝒃 Refração: a onda troca de meio de
convergentes como na hipermetropia. 𝐆= propagação. Mudança na velocidade de
𝒇𝒐𝒄 propagação e no comprimento de onda.
(Frequência não muda).
Instrumentos ópticos
Difração: capacidade de uma onda em
Microscópio composto: formado por duas
ONDULATÓRIA contornar um obstáculo, ou fenda. Ocorre
lentes convergentes afastadas por uma
qdo o tamanho da onda é próximo do
distância maior que a soma dos focos.
tamanho do obstáculo.
Onda Interferência: superposição de duas
Onda: variação de uma grandeza física que ondas, podem existem dois efeitos:
se propaga para as regiões vizinhas, não interferência construtiva ou destrutiva.
transporta matéria nem arrasta o meio. Polarização: é quando uma onda é
Uma onda será classificada em mecânica forçada a oscilar num determinado plano
(precisa de um meio para se propagar) ou escolhido. O polarizador óptico só permite
Correção com lentes convergentes! eletromagnética (não precisa de um meio a passagem de uma frequência.
(dPPH : distância do ponto próximo do para se propaga). Quanto ao modo de Ressonância: a tendência de um sistema a
hipermetrope) vibração, pode ser longitudinal ou oscilar em máxima amplitude em certas
transversal.
𝟏 Frequência e período.
frequências, conhecido como 'frequências
𝐕=𝟒− ressonantes'.
𝒅𝑷𝑷𝑯 𝐟 = 𝐧º 𝐨𝐧𝐝𝐚𝐬 𝐨𝐮 𝐟 = 𝐓𝟏 Onda estacionária: formada pela
∆𝐭 superposição de 2 ondas idênticas se
Astigmatismo: é uma necessidade de O ampliação total é dado por: propagando no mesmo meio em sentidos
correção visual comum que pode resultar 𝐀 = 𝑨𝐨𝐛 . 𝑨𝐨𝐜 Equação fundamental de onda: opostos. Formação de harmônicos.
em visão borrada ou distorcida em todas
Telescópio refrator: formado por duas
𝛌
as distâncias. A correção é feita com lente 𝐯 = 𝛌. 𝐟 =
cilíndrica. lentes convergentes afastadas por uma 𝐓
distância menor que a soma dos focos.
Fenômenos Ondulatórios
Presbiopia (vista cansada): é uma A velocidade de uma onda depende do Acústica
condição relacionada à idade que afeta a meio, enquanto a frequência só depende Altura do som: expressa a frequência do
maioria das pessoas. À medida que da fonte. som. Audição humana: 20hz a 20Khz.
ficamos mais velhos, podemos ter
Reflexão: a onda bate em um obstáculo e Som baixo: baixa frequência (grave)
dificuldade em focalizar objetos mais
volta (não muda velocidade). Som alto: alta frequência (agudo).
próximos, especialmente com pouca luz. O aumento visual (ou angular) é dado por:

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Intensidade do som: expressa o volume Sistema massa mola: de cada corpo, no final, corpos carregados
do som: som muito intenso: volume alto 𝐅𝐭𝐫𝐚çã𝐨 𝐦 cargas de mesmo sinal.
(grande amplitude) som pouco intenso: 𝐯=√ 𝐓 = 𝟐𝛑√
volume baixo (pequena amplitude). 𝛒 𝐊 Indução: ocorre com corpos condutores,
Elongação (x): polarização do induzido, não há contato
Intensidade sonora: onde  é a densidade linear de massa da 𝐱 = 𝐀𝐬𝐞𝐧(𝛗𝟎 + 𝛚𝐭) entre os corpos, no final, corpos
𝐏𝐨𝐭 corda:  = m/L. ( = kg/m) velocidade (v): carregados com cargas de sinais opostos.
𝐈= 𝐯 = −𝛚𝐀𝐜𝐨𝐬(𝛗𝟎 + 𝛚𝐭)
𝐀𝐫𝐞𝐚 Frequência dos harmônicos na corda: Força elétrica: age a distância. Grandeza
aceleração (a): vetorial, constante eletrostática para o
Nível sonoro: (I0 = 10-12W/m2, menor (n é a ordem do harmônico) 𝟐
nível audível pelo ser humano), é medido 𝐯 𝐚 = −𝛚 𝐀𝐬𝐞𝐧(𝛗𝟎 + 𝛚𝐭) vácuo ( ar) vale k = 9x 109Nm2/C2.
em Bell (B). 𝐟=𝐧 𝐤|𝐐||𝐪|
𝟐𝐋 No MHS, a aceleração depende da 𝐅𝐄𝐋 =
𝐈 posição. 𝐝𝟐
𝐍 = 𝐥𝐨𝐠 Tubos sonoros: só emite sons harmônicos, 𝟐
𝐈𝟎 2 tipos de tubo. 𝐚 = −𝛚 𝐱
Tubo aberto: aberto em ambos os lados,
Timbre: formato da onda sonora, mesma em cada abertura tem um ventre.
frequência, mas de fontes diferentes. 𝐯 ELETRICIDADE
𝐟=𝐧
Efeito Dopler: movimento entre fonte 𝟐𝐋 Eletrostática
sonora e ouvinte. A frequência emitida
Tubo fechado: um lado aberto e outro Carga de um corpo(Q): múltiplo da carga
(freal) é diferente da ouvida (faparente).
fechado, na abertura tem um ventre, na elementar (e = 1,6 x 10-19C). Ganhar
Aproximação: som agudo. parte fechada tem um nó, só pode n elétrons usar sinal negativo, perder usar
Afastamento: som grave. ímpar. positivo.

𝐯𝐬𝐨𝐦 ± 𝐯𝐨𝐮𝐯𝐢𝐧𝐭𝐞 𝐯 𝐐 = ±𝐧. 𝐞


𝐟𝐚𝐩 = 𝐟𝐫𝐞𝐚𝐥 ( ) 𝐟=𝐧 Força elétrica devido à várias cargas:
𝐯𝐬𝐨𝐦 ± 𝐯𝐟𝐨𝐧𝐭𝐞 𝟒𝐋 Processos de eletrização: soma vetorial das forças que agem sobre
Atrito: eletrização mútua, ocorre com uma carga elétrica.
MHS
Corda Vibrante: só emite sons harmônicos Movimento oscilatório e periódico. corpos isolantes. No final, corpos 𝐅𝐑 = 𝐅𝟏 + 𝐅𝟐 +𝐅𝟑 + ⋯
Velocidade do som na corda: (equação de Pêndulo simples: carregados com a mesma quantidade de
Taylor) carga, mas de sinais opostos. Campo elétrico: região de atuação de uma
𝐋 carga geratriz (Q : produz o campo).
𝐓 = 𝟐𝛑√ Contato: ocorre com corpos condutores,
𝐠 distribuir carga proporcional ao tamanho

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𝐤|𝐐| Trabalho da força elétrica (τ) : Fel é uma 𝐄. 𝐝 = 𝐔𝐀𝐁 𝐑


𝐄= 𝟐 força conservativa, o trabalho não 𝐂=
𝐝 depende da trajetória. Condutor em equilíbrio eletrostático:
𝐤
Grandeza vetorial.
𝟏 𝟏 livre do movimento de cargas elétricas, as Capacitor: dispositivo para armazenar
𝛕𝐀 𝐁 = 𝐤. 𝐐. 𝐪 ( − ) cargas em excesso vão ficar na superfície.
Q+ : produz campo de afastamento; 𝐝𝐀 𝐝𝐁 energia elétrica, guardando cargas
Q-: produz campo de aproximação. elétricas, formado por 2 placas metálicas
O potencial elétrico é o paralelas (armaduras) com um isolante
Energia potencial elétrica : no infinito
O campo pode ser estudado a partir da mesmo em todos os entre elas.
temos E POT nula.
carga de prova (q: sofre a ação do campo). pontos do condutor: Capacitância (C): medida em Farad (F).
𝐤. 𝐐. 𝐪 VINTERNO=VSUPERFÍCIE=VCONDUTOR
𝐅𝐄𝐋 = |𝐪|𝐄 𝐄𝐏𝐎𝐓 = O campo elétrico interno é
𝐐
𝐝 𝐂=
⃗ e⃗⃗FEL tem a mesma direção e
nulo e na superfície é perpendicular a 𝐔
q+: E Trabalho e energia potencial: o trabalho todos os pontos. Energia armazenada:
sentido.
⃗ e⃗⃗FEL tem a mesma direção mas
da fel equivale a - EPOT Para um condutor esférico: 𝐐𝐔 𝐐𝐔 𝟐
q-: E
𝛕𝐀 = 𝐄𝐏𝐎𝐓𝐀 − 𝐄𝐏𝐎𝐓𝐁 𝐄𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐨 = 𝟎 𝐄𝐚𝐫𝐦 = =
sentidos opostos. 𝐁 𝟐 𝟐
Capacitor plano ( : permissividade
Linhas de força: descrição geral do campo Potencial elétrico (V) : grandeza escalar. 𝟏 𝐤. 𝐐 elétrica do meio)
𝐄𝐬𝐮𝐩𝐞𝐫𝐟í𝐜𝐢𝐞 =
elétrico, devem seguir 3 regras: Capacidade de entregar EPOT a uma carga 𝟐 𝐑𝟐
1º: as linhas de forças saem da geratriz de prova. Q+ produz volt positivo e Q-
positiva e chegam na geratriz negativa. produz volt negativo. 𝐤. 𝐐
2º: a intensidade do campo é proporcional 𝐤. 𝐐 𝐄𝐩𝐫ó𝐱𝐢𝐦𝐨 =
a densidade de LF (proximidade ou 𝐕= 𝐑𝟐
quantidade). 𝐝
3º: o vetor campo elétrico é sempre 𝐤. 𝐐
tangente a uma LF e no mesmo sentido
Trabalho e potencial elétrico: 𝐕𝐢𝐧𝐭 = 𝐕𝐬𝐮𝐩. =
𝐑
dela. 𝛕𝐀 𝐁 = 𝐪. (𝐕𝐀 − 𝐕𝐁 )
Capacitância de um condutor:
Campo devido à várias cargas: soma onde VA − VB = UAB, chamado de 𝐐
vetorial dos campos gerados por cada diferencia de potencial ao tensão elétrica. 𝐂=
uma das cargas. 𝐕
⃗𝐑 =𝐄
⃗𝟏+𝐄
⃗ 𝟐 +𝐄
⃗𝟑+⋯ Campo elétrico uniforme: o vetor campo
𝐄 é constante em todos os pontos; uma
carga q fica sujeita a uma Fel constante, Para um condutor esférico:
movimento da carga é M.U.V.

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Associação de capacitores: Corrente elétrica (i): movimento Resistor: converter energia elétrica em Para 2 resistores em paralelo:
Série: mesma carga para todos, diminui a ordenado de portadores de carga. energia térmica. 𝐑𝟏𝐑𝟐
capacitância. ∆𝐐 𝐑 𝐞𝐪 =
𝐑 𝟏 +𝐑 𝟐
i𝐦é𝐝𝐢𝐚 = Associação de resistores:
Associação mista: possui resistores
∆𝐭 Série: mesma corrente para todos,
A quantidade de cargas transportada pode associados em série e em paralelo ao
quando o ccto é interrompido nenhum
ser dada por: Q = ne (e = 1,6 x 10-19C) elemento da série vai funcionar.
mesmo tempo. Valem as regras das duas
𝐐𝐓 = 𝐐𝟏 = 𝐐𝟐 = ⋯ = 𝐐𝐧 associações.

𝐔𝐓 = 𝐔𝟏 + 𝐔𝟐 + ⋯ + 𝐔𝐧 Potência elétrica: relação da energia


elétrica consumida num certo tempo, num
𝟏 𝟏 𝟏 𝟏
= + + … resistor vale:
𝐂𝐞𝐪 𝐂𝟏 𝐂𝟐 𝐂𝟑 𝐢𝐓 = 𝐢𝟏 = 𝐢𝟐 = ⋯ = 𝐢𝐧
𝟐
𝐔𝟐
𝐔𝐓 = 𝐔𝟏 + 𝐔𝟐 + ⋯ + 𝐔𝐧 𝐏 = 𝐔. 𝐢 = 𝐑. 𝐢 =
Para 2 capacitores em série: Resistência elétrica: oposição a corrente 𝐑
𝐂𝟏 𝐂𝟐 causada pelo meio condutor. 𝐑 𝐞𝐪 = 𝐑 𝟏 + 𝐑 𝟐 + ⋯ + 𝐑 𝐧
𝐂𝐞𝐪 = (1º lei de Ohm) Energia elétrica : depende do tempo de
𝐂𝟏 +𝐂𝟐 𝐔 = 𝐑. 𝐢 Paralela: mesma tensão (ddp) para todos,
funcionamento e da potência do
são cctos independentes, pois um não
Condutor ôhmico tem R = constante, gráfico equipamento. Conta de luz vem em kWh.
Paralelo: mesma ddp para todos, Uxi deve ser linear.
interfere no funcionamento do outro.
aumento de capacitância. 𝛕 = 𝐏. ∆𝐭
Gerador elétrico : converter em energia
elétrica uma forma qualquer de energia.
E: força eletromotriz (fem) e r: resistência
interna são constantes, U e i são variáveis
do ccto.
(2º lei de Ohm)
𝛒𝐋
𝐑=
𝐀 𝐢𝐓 = 𝐢𝟏 + 𝐢𝟐 + ⋯ + 𝐢𝐧
𝐐𝐓 = 𝐐𝟏 + 𝐐𝟐 + ⋯ + 𝐐𝐧
: resistividade elétrica do material que o 𝐔𝐓 = 𝐔𝟏 = 𝐔𝟐 = ⋯ = 𝐔𝐧
𝐔𝐓 = 𝐔𝟏 = 𝐔𝟐 = ⋯ = 𝐔𝐧 condutor é feito.
𝟏 𝟏 𝟏 𝟏 𝟏 Equação do gerador (E  U) e suas potências.
𝐂𝐞𝐪 = 𝐂𝟏 + 𝐂𝟐 + ⋯ + 𝐂𝐧 R e L: grandezas diretas.
= + + …+
R e A: grandezas inversas. 𝐑 𝐞𝐪 𝐑 𝟏 𝐑 𝟐 𝐑 𝟑 𝐑𝐧
Eletrodinâmica

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E: força contra eletromotriz (fcem) e r: 𝐄𝐠𝐞𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫 − 𝐄𝐫𝐞𝐜𝐞𝐩𝐭𝐨𝐫


resistência interna são constantes, U e i 𝐢=
são variáveis do ccto. ∑ 𝐫 + 𝐑 𝐞𝐪
Amperímetro: medir corrente elétrica,
ligar em série ao elemento medido;
ideal: tem R interna nula;

Galvanômetro: idem ao amperímetro, Quando iG = 0, a ponte está em equilíbrio:


medir pequenas correntes elétricas.
Rendimento (n) Equação do receptor (U  E) e suas potências. 𝐑 𝟏 . 𝐋𝟐 = 𝐑 𝟐 . 𝐋𝟏
𝐏ú𝐭𝐢𝐥 𝐔
𝐧= = Voltímetro: medir tensão elétrica (ddp)
𝐏𝐭𝐨𝐭𝐚𝐥 𝐄 ligar em paralelo ao elemento medido; Leis de Kirchhoff
ideal: tem R interna infinita. 1º Lei (lei dos nós): a soma das correntes
Curva característica do gerador: elétricas que chega em um nó é igual a
Ponte de Wheatstone: medir um resistor soma das correntes que saem do nó
elétrico desconhecido. (princípio de conservação das cargas).

Rendimento (n) ∑ 𝐢𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚 = ∑ 𝐢𝐬𝐚𝐢


𝐏ú𝐭𝐢𝐥 𝐄
𝐧= =
𝐏𝐭𝐨𝐭𝐚𝐥 𝐔 2º Lei (lei das malhas): a soma das quedas
M.T.P. (máxima transferência de Curva característica do receptor: de tensão em uma malha fechada é nula.
potência) um gerador opera em MTP, Para usar a 2º lei devemos escolher
quando r = Req (casamento de percurso(s) e corrente(s).
impedância), maior potência útil possível. Quando iG = 0, a ponte está em equilíbrio:
𝐑𝟏. 𝐑𝟑 = 𝐑𝟐. 𝐑𝐗
Ccto gerador e resistor (lei de Pouillet) ∑ 𝐔𝐦𝐚𝐥𝐡𝐚 𝐟𝐞𝐜𝐡𝐚𝐝𝐚 = 𝟎
𝐄 Ponte de fio: resistor filiforme de
𝐢= comprimento L. Usar a convenção de sinais abaixo:
𝐫 + 𝐑 𝐞𝐪 Ccto de malha única: gerador, receptor e
resistor formado um único caminho para a
Receptor elétrico : converter energia corrente.
elétrica em uma forma qualquer de
energia, que não seja só energia térmica.

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Eletromagnetismo
Fontes de campo magnético: corrente
elétrica produz campo magnético (4
fontes de campo eletromagnético).

Condutor retilíneo (fio):


Sentido do campo magnético: regra da
mão direita, o polegar indica a corrente,
todos os outros dedos abraçando.
Módulo do vetor campo no centro
geométrico da espira é dado por:
𝛍. 𝐢
𝐁𝐞𝐬𝐩𝐢𝐫𝐚 =
O vetor campo magnético (B) é sempre
𝟐𝐑
tangente a uma linha de indução e no Bobina chata: formada por n espiras
mesmo sentido dela. Equivale a posição Não tem polos norte e sul, as linhas são sobrepostas. Módulo do vetor campo no
de uma pequena bússola quando colocada circunferências fechadas. centro geométrico é dado por:
em um campo magnético.
Magnetismo O vetor campo magnético (𝐵 ⃗ ) é sempre 𝛍. 𝐢
Imã (ou magneto): formado por dois tangente a uma linha de indução e no 𝐁𝐛𝐨𝐛𝐢𝐧𝐚 = 𝐧.
Magnetismo terrestre: polos magnéticos
mesmo sentido dela, seu módulo é dado 𝟐𝐑
polos NORTE / SUL, (que não podem ser invertidos em relação aos polos
separados, não existe monopolo por:
geográficos, eixo magnético inclinado em Solenóide (Bobina longa): formado por n
magnético), age à distância, campo relação ao eixo geográfico. 𝛍. 𝐢 espiras lado a lado, campo magnético
magnético (B), descrito pelas linhas de 𝐁𝐟𝐢𝐨 = uniforme em seu eixo.
indução magnética (LI – comportamento 𝟐𝛑𝐑
𝛍. 𝐢
geral do campo. Espira circular: concentrar o campo 𝐁𝐛𝐨𝐛𝐢𝐧𝐚 = 𝐧.
magnético em seu centro geométrico. Só 𝐋
calcular nesse ponto. Tem polos norte e
Força magnética em cargas elétrica: carga
sul.
em movimento “cortando” as linhas do
campo magnético, fica sujeita a uma
força.

𝐅𝐦𝐚𝐠 = 𝐪. 𝐯. 𝐁. 𝐬𝐞𝐧𝛉

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Direção e sentido da FMAG é dado pela Força magnética em condutor retilíneo: 𝛟 = 𝐁. 𝐀. 𝐜𝐨𝐬𝛉 em corrente alternada, potência do
regra do “tapa” (mão direita). fio dentro de um campo magnético e primário é igual a potência do secundário.
percorrido por corrente fica sujeito a força fem induzida (e): variação do fluxo
só usar corrente convencional. magnético induz ddp (força eletromotriz
𝐅𝐦𝐚𝐠 = 𝐁. 𝐢. 𝐋. 𝐬𝐞𝐧𝛉 induzida), a fem pode aparecer devido a
três fatores: a variação do campo (B), a
variação da área (A) ou a variação do
ângulo (rotação).
∆𝛟
𝐞=−
∆𝐭
Lei de Lenz: A corrente induzida vai
provocar o surgimento de um campo
magnético induzido que vai tentar anular
a variação do campo inicial.

Força magnética entre 2 condutores fem induzida em um condutor em


paralelos percorridos por correntes: movimento em um campo magnético:
𝐞 = 𝐁. 𝐋. 𝐯
𝛍. 𝐢𝟏 . 𝐢𝟐 . 𝐋
𝐅𝐦𝐚𝐠 =
𝟐𝛑𝐝

Movimento da carga em um campo.


 = 0° ou 180°→ FMAG= 0, o movimento da
carga é MRU.
0°    90°→ o movimento é MHU.
 = 90° → FMAG é máxima, o movimento da
carga é MCU.

Raio da carga q em um campo magnético. Fluxo magnético (): é definido como


𝐦𝐯 sendo o número de linhas de indução
Transformador elétrico: alterar a tensão
𝐑= magnética que atravessam a área de uma
entre o primário e o secundário, funcionar
𝐪𝐁 espira.

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