Núcleo Gerador: Ambiente e Sustentabilidade (AS

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DR3 – Recursos Naturais (RN)

Colectânea de textos (pequenas citações com a indicação dos respectivos links direccionando para a página original), seleccionados a partir de pesquisas efectuadas no motor de busca "Google" e que se pretende ajudem a descodificar o tema Resíduos e Reciclagens (RR) do Núcleo Gerador: Ambiente e Sustentabilidade (AS) do Referencial de Competências-Chave de Nível Secundário, relativo ao Processo RVCC da Iniciativa Novas Oportunidades.
[Nota: Todos os Adultos/Formandos devem mencionar no seu PRA as fontes de todas as leituras que efectuaram, não podendo copiar ou plagiar, arriscando-se à expulsão do processo RVCC.]

Boas leituras...

Preparado em 14-07-2008 – cont@cto

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Podem ser renováveis ou não renováveis.http://e-geo.ineti. como é o caso dos recursos hídricos subterrâneos.pt/bds/lexico_hidro/lexico.aspx?letra=R Um link útil.ineti. de um blog sobre Educação e Formação de Adultos. Recursos Renováveis Recursos que podem ser renovados por via natural ou artificial. num período de tempo relativamente curto. etc.htm Recursos Naturais Qualquer matéria com interesse socio-económico que pode ser obtida directamente a partir da natureza. Ler em: http://e-geo. Recursos Não Renováveis Recursos que se esgotam ou que quando explorados e ultrapassado determinado limite. Tecnologia e Ciência http://efa-stc.blogspot. fica inviabilizada a sua renovação dentro dos limites da vida humana.html Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 2/15 . florestas. que aborda este tema: Sociedade.com/2008/01/recursos-naturais-gua. jazidas minerais.pt/bds/lexico_hidro/glossario.

(continuar a ler) Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 3/15 . assiste-se actualmente ao risco de exaustão de alguns destes devido à sua sobre-exploração.O futuro dos recursos naturais renováveis http://www.exploração nem sempre foi evitada. têm-se encontrado modos de gestão sustentada com o objectivo de os manter a longo prazo. a sua sobre. Este conceito de exaustão de recursos de livre acesso tem afectado. Assim. por exemplo. mas também sistemas inanimados como a água e o ar. No entanto. o que resultou no passado na extinção de diversas espécies. a consequência desta sobre-exploração é.naturlink. a extinção de espécies. é mais rentável sobre-explorar do que fazer uma gestão adequada de um recurso ao longo do tempo. Este texto aborda alguns dos factores que são determinantes para uma gestão adequada destes recursos. Bruno Pinto Os recursos naturais renováveis devem ser geridos de um modo sustentável para que correspondam à sua designação e se renovem ao longo do tempo. O conhecimento da dinâmica populacional e monitorização das espécies exploradas é indispensável para a sua conservação pelo uso sensato. por vezes. a indústria pesqueira em todo o Mundo. A curto prazo.pt/ A sobre-exploração foi diversas vezes a causa da extinção ou exaustão económica de recursos naturais. Os recursos naturais renováveis incluem organismos vivos como peixes ou árvores. No entanto. Uma vez que estes nos são comuns.

6. e assenta em 12 pontos: 1. a Carta Europeia da Água procura combater os principais problemas associados a sua utilização. 3. de preferência florestal. volta ao meio natural. aumentá-los. Não há vida sem água. quer privadas. contaminação dos recursos hídricos e alterações climáticas. em Estrasburgo. quer públicas. 5. Quando a água. 2. a designada Carta Europeia da Água. se possível. administrá-los e. designadamente. não deve comprometer as utilizações ulteriores que dela se farão. Alterar a qualidade da água é prejudicar a vida do Homem e dos outros seres vivos que dela dependem. Esta assenta em 12 pontos. e também porque desempenham um papel primordial na sobrevivência de praticamente todas as espécies existentes. Os recursos de águas doces não são inesgotáveis. satisfazer as exigências da saúde pública. é essencial para a Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 4/15 . no dia 6 de Maio de 1968. É indispensável preservá-los. Sendo o Terra conhecida como o planeta Azul. 4. A água é um bem precioso indispensável a todas as actividades humanas. A qualidade da água deve ser mantida a níveis adaptados à utilização a que está prevista e deve. Esta preocupação levou o Conselho da Europa a proclamar. Esta carta foi proclamada pelo Conselho da Europa no dia 6 de Maio de 1968. depois de utilizada. já que as águas dos oceanos cobrem mais de 70% da sua superfície. A manutenção de uma cobertura florestal adequada. em Estrasburgo.Carta Europeia da Água A Carta Europeia da Água surge no sentido de dar resposta a um dos grandes problemas que actualmente preocupam a Humanidade: a necessidade de água doce face ao aumento das populações.

Os recursos aquíferos devem ser inventariados. A gestão dos recursos de água deve inscrever-se no quadro da bacia natural. A boa gestão da água deve ser objecto de um plano promulgado pelas autoridades competentes. 8.conservação dos recursos de água. 2003-2008. A salvaguarda da água implica um esforço crescente de investigação. A água é um património comum. Cada um tem o dever de a economizar e de a utilizar com cuidado. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia. Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 5/15 . É um recurso comum que necessita de uma cooperação internacional. 2008-09-03]. formação de especialistas e de informação pública. In Infopédia [Em linha].pt/$carta-europeia-da-agua>. [Consult. 11. 7. A água não tem fronteiras. 10. Como referenciar este artigo: Carta Europeia da Água. Porto: Porto Editora. cujo valor dever ser reconhecido por todos. de preferência a ser inserida no das fronteiras administrativas e políticas. 12. 9.

de acordo com a sua qualidade na origem.pt/ Engª Carla Sá Fernandes Assessora da Administração de Águas do Cávado. A água potável que respeita a legislação portuguesa (e comunitária) é geralmente segura para beber. de acordo com a legislação em vigor.“A ÁGUA DA TORNEIRA” http://www. não só em termos de qualidade da água mas também da sua quantidade.. e são regularmente realizadas análises à sua qualidade. Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 6/15 . entre os quais se destacam:   uma adequada capacidade na captação e transporte do sistema.aguaonline. uma qualidade de acordo com a legislação vigente nos pontos de entrega. Ao abrir uma torneira. provavelmente já se terá questionado: “A minha água é segura para beber? De onde vem a minha água potável e como chega a minha casa? Como é que ela é tratada?” Quando abrimos a torneira. S..co.) Para conseguir um sistema de abastecimento eficaz. porque sofreu um tratamento adequado.A. (. além de ser agradável ao paladar e à vista do consumidor. queremos estar seguros que obtemos água potável fiável e de elevada qualidade. É este o objectivo fundamental de um sistema de abastecimento de água: proporcionar na torneira dos consumidores água potável com umas características tais que o risco para a saúde pelo seu consumo seja nulo. ligada em grande parte à qualidade das origens e ao processo de tratamento aplicado. são vários os aspectos a ser considerados.

até finalizar no tratamento de águas residuais.  uma integridade da rede que evite fugas e água não contabilizada.co. uma adequada gestão económico-administrativa.aguaonline. Continuar a ler em: http://www.htm Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 7/15 . depois de utilizada.pt/agua/aguatorneira. A gestão da água abarca desde as acções para a protecção da qualidade da água na origem.

mas também pela diversidade de tecnologias disponíveis para o tratamento destas águas. Escolha do Sistema de Tratamento A escolha de um sistema de tratamento é determinada por vários factores: características quantitativas e qualitativas das águas residuais.azoto e fósforo provenientes da água residual). isto é.pt/canais/Artigo.pt/ A contaminação das águas superficiais e subterrâneas por descargas de efluentes domésticos não é justificável. necessitando então que seja efectuada a remoção de nutrientes da água residual. primário.Tecnologias de Tratamento de Águas Residuais Urbanas http://www. Assim. designadas tratamento preliminar.asp?iArtigo=9539&iLingua=1 Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 8/15 .naturlink. secundário e terciário. Rita Teixeira d’Azevedo Introdução Uma Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) é certamente o destino mais adequado à promoção da saúde pública e à preservação dos recursos hídricos. permitindo uma possível reutilização destas. Tecnologias de Tratamento O tratamento de águas residuais numa ETAR deve consistir em quatro fases. sujeito a eutrofização (enriquecimento excessivo de algas devido à introdução de nutrientes . Continuar a ler em: http://www. as ETAR têm como objectivo o tratamento final das águas residuais produzidas pelas populações. não só por questões de ética ambiental.naturlink. de modo a evitar a sua contaminação. através de um processo longo e faseado. O tratamento terciário torna-se indispensável no caso do meio receptor onde é efectuada a descarga de água residual tratada ser um meio sensível. localização do sistema e objectivos de qualidade que se pretendem – imposição do grau de tratamento.

A falta de planeamento em relação aos recursos pedológicos e hidrológicos. organizado pela União Geográfica e COMLAND. a ocupação inadequada do solo..urbanístico.letras. factores que têm consequências graves ao nível da degradação do solo: durante o processo de urbanização assistese à compactação do solo. promovendo a contaminação. que vão ser transportados para os campos agrícolas. que pode levar à ocorrência de inundações nas áreas a jusante. A actividade industrial em meio urbano tem graves sequelas. a desflorestação e a construção de condutas de Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 9/15 .Impactos da Urbanização na Degradação do solo urbano. que decorreu em Maio 2005 em Uberlândia (Brasil) Resumo A construção descontrolada é uma das várias consequências do crescimento demográfico verificado nas últimas décadas. não acompanhada convenientemente pelas instituições e normas urbanísticas. como no solo.pt/ Rita Faria António Pedrosa Este texto tem por base a comunicação apresentada no International Symposium in Land Degradation and Desertification. A impermeabilização. Este crescimento populacional gerou uma forte pressão urbanística. ocupação de áreas inadequadas para a construção de infra -estruturas e à proliferação da actividade industrial em meio urbano. tem vindo a acentuar o conflito existente entre o ambiente natural e o desenvolvimento físico .up.. Com o aumento do processo de urbanização assiste-se à desflorestação. http://web. devido à contaminação provocada pela descarga de resíduos e efluentes. tanto nas águas. que tem como consequência directa a diminuição da infiltração e aumento do escoamento superficial.

ainda imprevisível. com causas naturais. O princípio da precaução deverá ser devidamente tido em conta no futuro reforço da legislação nacional porque constitui uma abordagem fundamental na gestão do risco. Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 10/15 . as condições climáticas do País. acrescenta-se o perigo de maremoto. as características geológicas. a modelação hidrológica aliada à tecnologia SIG contribuiu decisivamente para a elaboração de um diagnóstico ambiental. geram um incremento da magnitude e frequência de inundações. com repercussões potencialmente muito graves na parte SW do território. sem condições técnicas adequadas. particularmente em Lisboa e Vale do Tejo. susceptíveis de originar elevadas perdas de vidas e de bens e causar alterações gravosas para o ambiente e o património cultural. no Algarve e nos Açores. portanto. permite traçar o seguinte elenco: O risco sísmico em Portugal é uma ameaça latente.pt/ A situação geográfica. Continuar a ler PRINCIPAIS RISCOS ASSOCIADOS AO PATRIMÓNIO NATURAL http://www. Na faixa litoral algarvia e no litoral ocidental a sul de Peniche.desenvolvimentosustentavel. Uma visão global dos principais riscos ambientais em Portugal.escoamento pluvial de forma empírica e. hoje mais incertas e agravadas pelo contexto de alterações climáticas que vivemos. bem como as actividades socioeconómicas. Com a evolução tecnológica surgida na última década. ou combinadas. antrópicas. podem gerar desastres naturais ou calamidades.

Os danos potenciais decorrentes das cheias nos grandes rios não são demasiado elevados e as actividades humanas desenvolvidas nas áreas susceptíveis a inundação estão.As cheias no território de Portugal continental verificam-se sobretudo nas planícies aluviais dos principais rios do país (ex. As cheias rápidas são potencialmente mais perigosas. mas também em pequenas bacias hidrográficas. em particular no interior. Alentejo e no resto do país. designadamente no Algarve. que estão sujeitas a cheias rápidas ou repentinas na sequência de precipitação muito intensa de curta duração. (ii) a ocupação desordenada da faixa litoral. e os povoamentos localizados no fundo dos vales e nas fajãs. Ribeira Brava e São Vivente. degradação do coberto vegetal e Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 11/15 . O Alentejo é também uma região susceptível à ocorrência de cheias rápidas. bem como das Regiões Autónomas (Funchal. Sado e Guadiana). com construção de habitações e infra-estruturas. Os troços de litoral submetidos a erosão marinha mais intensa no território continental correspondem às áreas de costa baixa arenosa (como os sistemas dunares e as zonas húmidas). sobretudo a partir dos anos 1950. devido principalmente à elevada erodibilidade dos solos. As secas que se verificam sobretudo nas regiões com maior pressão sobre os recursos hídricos. designadamente na região de Lisboa e Oeste. salvo raras excepções. (iii) a subida eustática do nível do mar em consequência da expansão térmica oceânica.: Tejo. na Península de Setúbal e no Algarve. Os fenómenos de erosão na faixa costeira e de degradação das arribas são de gravidade significativa e têm fundamentalmente três causas: (i) a diminuição do afluxo de sedimentos. Douro. na Madeira. O Sul e o Centro do país são as zonas mais susceptíveis. na sequência da construção de barragens. principalmente porque mais susceptíveis de ocorrerem em áreas densamente urbanizadas. Mondego. razoavelmente adaptadas à ocorrência de cheias. conduzindo à degradação dos seus potenciais agrícola e ecológico. A erosão hídrica do solo que se caracteriza pela remoção do material superficial do solo. nos Açores).

05. no litoral algarvio. Sigmar Gabriel. adoptada em 1992 no Rio de Janeiro. Continuar a ler Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 12/15 . a perda de biodiversidade e a redução da produtividade agrícola. a salinização dos solos. A desertificação é um processo complexo de degradação ambiental que. em Trás-os-Montes e na zona da raia na Beira Baixa. a erosão hídrica acelerada do solo. As suas manifestações incluem o aumento do stress hídrico.clix. Mais de um terço de Portugal continental está em risco de desertificação (cerca de 35% do território susceptível a riscos de desertificação. já se observam problemas graves em 28%). (continuar a ler) http://ultimahora.publico. é difícil de reverter. acusou hoje as Nações Unidas de “16 anos de fracasso” nos esforços para salvaguardar a biodiversidade ameaçada no planeta.pt/ Nas vésperas de arranque de conferência em Bona Alemanha acusa ONU de fracasso na protecção da biodiversidade 08. no vale do Douro. As áreas mais susceptíveis à desertificação situam-se no Alentejo. as zonas mais susceptíveis ao risco de incêndio localizam-se a Norte do rio Tejo e na Serra Algarvia. A 19 de Maio começa em Bona a 9ª Conferência das partes da Convenção sobre a Diversidade Biológica. Os incêndios florestais que constituem o maior risco para as florestas portuguesas.11h57 AFP O ministro alemão do Ambiente. uma vez iniciado.2008 .elevada erosividade da precipitação. particularmente na bacia do Guadiana. em terrenos declivosos e onde predominam resinosas associadas a elevadas densidades de coberto vegetal.

(INAG. organismo central com jurisdição sobre todo o território nacional. I.inag.P. como Autoridade Nacional da Água. no âmbito do PRACE (Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado).apambiente. do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional. designadamente nas seguintes áreas: .. em Portugal. dotado de autonomia administrativa e património próprio. do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional (MAOTDR) responsável pela prossecução das políticas de ambiente. sob superintendência e tutela do respectivo ministro. I. P. é um instituto público integrado na administração indirecta do Estado. P. A APA resultou da fusão do Instituto do Ambiente e do Instituto de Resíduos. prossegue as atribuições do Ministério do Ambiente. acompanhar e assegurar a execução da política nacional no domínio dos recursos hídricos de forma a assegurar a sua gestão sustentável.pt/Paginas/default. em 2007.combate às alterações climáticas Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 13/15 .O INSTITUTO DA ÁGUA. bem como garantir a efectiva aplicação da Lei da Água. nas áreas definidas no respectivo estatuto orgânico. I. desenvolver e acompanhar a execução das políticas de ambiente. I. P. http://www.pt/ http://www. O INAG. A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) tem por missão propor.)... tem por missão propor.aspx A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) é o organismo do Ministério do Ambiente. O INAG.

. Continuar a ler Constituição da República Portuguesa Artigo 9. defender a natureza e o ambiente.controlo integrado da poluição . Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 14/15 . de uniformização dos procedimentos de licenciamento e dos assuntos internacionais e comunitários no domínio dos resíduos. preservar os recursos naturais e assegurar um correcto ordenamento do território.educação ambiental As atribuições da APA contemplam o exercício de funções de Autoridade Nacional de Resíduos.º (Tarefas fundamentais do Estado) e) Proteger e valorizar o património cultural do povo português. assegurando e acompanhando a implementação da estratégia nacional para os resíduos.prevenção de riscos graves .protecção da camada de ozono . mediante o exercício de competências próprias de licenciamento.emissão de poluentes atmosféricos . da emissão de normas técnicas aplicáveis às operações de gestão de resíduos. de acompanhamento das actividades de gestão de resíduos.ruído .resíduos .avaliação de impacte ambiental .

designadamente no plano arquitectónico e da protecção das zonas históricas. Para assegurar o direito ao ambiente. Todos têm direito a um ambiente de vida humano. em colaboração com as autarquias locais.º (Ambiente e qualidade de vida) 1. 2. de modo a garantir a conservação da natureza e a preservação de valores culturais de interesse histórico ou artístico. f) Promover a integração de objectivos ambientais nas várias políticas de âmbito sectorial. bem como classificar e proteger paisagens e sítios.Artigo 66. d) Promover o aproveitamento racional dos recursos naturais. tendo em vista uma correcta localização das actividades. Preparado em 14-07-2008 – cont@cto página: 15/15 . b) Ordenar e promover o ordenamento do território. sadio e ecologicamente equilibrado e o dever de o defender. g) Promover a educação ambiental e o respeito pelos valores do ambiente. no quadro de um desenvolvimento sustentável. e) Promover. salvaguardando a sua capacidade de renovação e a estabilidade ecológica. um equilibrado desenvolvimento sócio-económico e a valorização da paisagem. por meio de organismos próprios e com o envolvimento e a participação dos cidadãos: a) Prevenir e controlar a poluição e os seus efeitos e as formas prejudiciais de erosão. com respeito pelo princípio da solidariedade entre gerações. h) Assegurar que a política fiscal compatibilize desenvolvimento com protecção do ambiente e qualidade de vida. a qualidade ambiental das povoações e da vida urbana. incumbe ao Estado. c) Criar e desenvolver reservas e parques naturais e de recreio.