You are on page 1of 34

1

FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES

Curso de Direito

MANUEL MARQUEZ VISCAÍNO JÚNIOR

MODELO DE ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA DE


TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DA
FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES (FAZP) PARA
O CURSO DE DIREITO

São Paulo
2016
2

FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES

Curso de Direito

NOME COMPLETO DO AUTOR

TÍTULO GERAL DO TRABALHO ACADÊMICO:


SUBTÍTULO ESPECÍFICO

São Paulo
2016
3

NOME COMPLETO DO AUTOR

TÍTULO GERAL DO TRABALHO ACADÊMICO:


SUBTÍTULO ESPECÍFICO

Trabalho de Conclusão de curso apresentado


ao Colegiado de Curso com vistas à obtenção
do grau de Bacharel em Direito – 5º. Ano,
Noturno, do Curso de Direito da Faculdade
Zumbi dos Palmares, Instituto Afro brasileiro
de Ensino Superior.

Orientador (a):

São Paulo
[mês] de 2016
4

[FOLHA DE APROVAÇÃO]

Nome do aluno (a):

Título e subtítulo do trabalho:

A Banca Examinadora considera o trabalho: ____________________________

E atribui a nota: _____________________________________

Professor (a): _______________________________________


(Nome e Sobrenome do/a Orientador/a)

Professor (a): _______________________________________


(Nome e Sobrenome do/a co-Orientador/a)

Data: ______________________

Anotações: ____________________________________________________
5

(Dedicatória: No modelo atual de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Faculdade


Zumbi dos Palmares (FAZP) do Curso de Direito – 2016, não vem escrito ‘dedicatória’ no
alto da página, apenas o texto a partir da metade final da página, justificado à direita).

Escreva aqui o texto da Dedicatória, com espaço de


1,5 cm, alinhado e justificado à direita. O recuo de
parágrafo sugerido aqui é de 6 cm. A Dedicatória
corresponde a uma homenagem realizada pelo autor (a) ao
que considera ter a maior relevância no seu esforço para a
concretização dos seus objetivos.
6

(Agradecimentos: No modelo atual de TCC FAZP Direito 2016, não vem escrito
‘agradecimento’ no alto da página, apenas o texto, com a observação de que se o texto for
curto deve seguir a mesma formatação da Dedicatória, se for longo, deve ser centralizado na
folha e seguir a configuração normal de parágrafos: alinhamento justificado e recuo esquerdo
padrão na primeira linha, para todos os parágrafos de texto, sem subtítulos, de 1,25 cm):

Escreva aqui o Agradecimento, na metade da folha, com espaço de 1,5 cm e recuo


esquerdo padrão da primeira linha de 1,25 cm, parágrafo justificado. O texto vai se
desenvolvendo da metade para a parte de baixo da folha, mas nunca deve ser superior a uma
folha completa. O Agradecimento é uma demonstração de gratidão a todos que foram
importantes na realização da monografia acadêmica de conclusão de curso, pessoas e
instituições, mas deve ser um texto claro e objetivo, com precisão de linguagem formal. Deve-
se evitar redundâncias, exposições longas e posições extremadas.
7

(Epígrafe: no modelo atual de TCC FAZP Direito 2016 não vem escrito ‘epígrafe’ na folha,
apenas o texto, que deve vir em itálico, na margem inferior, alinhado e justificado à direita,
com espaço de 1,5 cm entre as linhas, e com indicação da autoria. A Epígrafe é uma citação
direta escolhida pelo autor (a) para destacar o trabalho, geralmente um texto literário ou
filosófico, mas que deve estar relacionado à temática pesquisada. O autor ou autora do texto
exposto deve ser obrigatoriamente apontado. Esse autor não deve constar das Referências
bibliográficas no final do trabalho acadêmico).

Escreva aqui o texto da epígrafe, com espaço de 1,5 cm, alinhado e


justificado à direita. A referência ao autor (e à obra, se assim achar
necessário) fica abaixo, alinhada à direita, no final do texto da
epígrafe. Não se usa itálico para o autor e obra de referência.

Autor
Obra
8

RESUMO

Conforme o Regulamento FAZP de 2014, “O resumo em português deve dar uma


visão rápida e clara do conteúdo do trabalho. Deve apresentar a natureza do problema
estudado, metodologia, resultados significativos e conclusões. A primeira frase deve ser
significativa, explicando o tema principal, seguida de frases concisas e objetivas e não uma
simples enumeração de tópicos. O resumo deve ser redigido pelo próprio autor, na terceira
pessoa do singular, com verbo na voz ativa, contendo entre 200 e 300 palavras, em parágrafo
único (...). Acrescentar, logo abaixo das palavras representativas do conteúdo do trabalho,
palavras-chaves ou descritores, em número de três”. Conforme Pescuma (2009), o Resumo
deve ainda ser informativo, expondo finalidades, metodologia, resultados e conclusões, estas
últimas em forma de recomendações, aplicações e sugestões; não deve conter citações
bibliográficas, evitando o uso de frases negativas e símbolos. Importante: o Resumo é o
último elemento textual do trabalho, realizado quando todas as partes textuais do trabalho
acadêmico já estão concluídas, inclusive a Introdução, Conclusão, e as Referências. O texto
deve ter 1,25 cm de recuo padrão na primeira linha, e depois seguir justificado e alinhado à
esquerda; todo o texto deve estar contido numa só página. É preciso atenção especial para não
reproduzir trechos da Introdução e da Conclusão no Resumo, são componentes da estrutura
monográfica que têm objetivos e tratamento diferenciados. As palavras-chave, no máximo
cinco, são elementos temáticos centrais do conteúdo do trabalho de conclusão de curso
realizado, e, no caso do Curso de Direito, devem conter obrigatoriamente matéria jurídica.

Palavras-chave: , , , , .
9

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

AC – ação cível
ACP – ação civil originária
ADC – ação direta de constitucionalidade
ADCT – ato das disposições constitucionais transitórias
ADI – ação declaratória incidental
AGU – Advocacia-Geral da União
AI – ato institucional
MAS – apelação em mandado de segurança
BACEN – Banco Central do Brasil
CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica
CDC – Código de Defesa do Consumidor (L 8.078/90)
CEI – Comissão Estadual de Inquérito (parlamentar)
CEP – Código de Ética Profissional (dos advogados)
CF – Constituição Federal (CF de 5 – 10 – 1988)
CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas (DL 5.452/43)
CP – Código Penal (DL 2.848/40)
CPC – Código de Processo Civil (L 5.869/73)
CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito (federal, estadual, municipal)
CPP – Código de Processo Penal (DL 3.689/41)
CSM – Conselho Superior da Magistratura
DJE – Diário Oficial da Justiça do Estado
DJU – Diário Oficial da Justiça da União
DL – decreto-lei
DOE – Diário Oficial do Estado (seguida da sigla do Estado-Membro)
DOU – Diário Oficial da União
DPDC – Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor
EAC – embargos em apelação cível
EC – emenda constitucional
ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente (L 8.069/90)
ET – Estatuto da Terra (L 4.5504/64)
HC – habeas corpus
10

IC – inquérito civil
INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial
IMP – inquérito policial militar
L – Lei federal
LC – Lei Complementar Federal
LCE – Lei Complementar Estadual (seguida da sigla do Estado-Membro)
LD – Lei Delegada
LM – Lei Municipal (seguida do nome do município e sigla do Estado a que pertence)
LOM – Lei Orgânica do Município (seguida do nome do município respectivo e sigla do
Estado a que pertence)
MEC – Ministério de Estado da Educação
MP – medida provisória ou Ministério Público
MS – mandado de segurança
PA – processo administrativo
Pet. – petição
RE – recurso extraordinário
RISTF – Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal
RMS – recurso em mandado de segurança
STF – Supremo Tribunal Federal
STJ – Supremo Tribunal de Justiça
TRF – Tribunal Federal de Recursos
TJ – Tribunal de Justiça (seguida da sigla do Estado: TJRJ)
TRF- Tribunal Regional Federal (seguida da região: TRF-2ª)
TRT- Tribunal Regional do Trabalho (seguida da região: TRT-1ª)
TSE- Tribunal Superior Eleitoral
TST – Tribunal Superior do Trabalho

(Obs.: A Lista de Abreviaturas e Siglas acima foi adaptada de Rizzatto Nunes (2009, p. 260-
269) apenas como modelo. É imprescindível atualizar a Lista conforme a elaboração do seu
trabalho acadêmico, excluindo os exemplos que não for utilizar e incluindo novos. No
desenvolvimento do texto monográfico, quando for utilizar as siglas no texto, a primeira vez é
necessário redigir as palavras por extenso, seguidas da sigla entre parêntesis, conforme a
forma correta de se abreviar. Somente depois pode ser utilizada somente a sigla nos textos).
11

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO 13

2. TÍTULO DA PARTE, CONFORME ESSA FORMATAÇÃO 16

2.1 Título Secundário Conforme essa Formação 16


2.1.1 Título terciário conforme essa formatação 18
2.2 Título Secundário Conforme essa Formação 20
2.2.1 Título terciário conforme essa formatação 23
2.2.2 Título terciário conforme essa formatação 25
2.3 Título Secundário Conforme essa Formação 29
2.4 Título Secundário Conforme essa Formação 33
2.4.1 Título terciário conforme essa formatação 37
2.4.2 Título terciário conforme essa formatação 40
2.5 Título Secundário Conforme essa Formação 44

3. TÍTULO DA PARTE, CONFORME ESSA FORMATAÇÃO 46

3.1 Título Secundário Conforme essa Formação 16


3.1.1 Título terciário conforme essa formatação 18
3.2 Título Secundário Conforme essa Formação 20
3.2.1 Título terciário conforme essa formatação 23
3.2.2 Título terciário conforme essa formatação 25
3.3 Título Secundário Conforme essa Formação 29
3.4 Título Secundário Conforme essa Formação 33
3.4.1 Título terciário conforme essa formatação 37
3.4.2 Título terciário conforme essa formatação 40
3.5 Título Secundário Conforme essa Formação 44

4. CONCLUSÃO 69

REFERÊNCIAS 72

APÊNDICES OU ANEXOS 80

(Obs.: No título do Sumário, como em todos os demais títulos centrais das partes textuais e
pós-textuais até o final da monografia, o tamanho da fonte deve estar em Times New Roman
(TNR) 16. Já os subtítulos ou títulos secundários e demais partes do Sumário estão em TNR
12. Nesse modelo de TCC FAZP 2016 os espaços e recuos devem ser mantidos no formato
em que estão; os recuos dos itens secundários, que podem ser feitos no layout da página,
seguem a orientação do Regulamento FAZP de 2014. Os números das páginas nesse modelo
de TCC são aleatórios, apenas para se ter uma base, e devem ser obrigatoriamente
modificados quando o TCC for sendo desenvolvido. Fazer um Sumário preliminar antes de
desenvolver os textos dos capítulos e demais componentes do TCC serve apenas de roteiro
para os textos a serem desenvolvidos. Observar que as páginas com os elementos pré-textuais
a partir da Capa e Folha de Rosto até o Sumário são contadas mas não numeradas, a
numeração só aparece no TCC a ser entregue a partir da primeira página da Introdução).
12

1. INTRODUÇÃO

A partir daqui deve ser desenvolvida a Introdução, que tem por objetivo realizar a
apresentação do trabalho, com o tema, a justificativa, os objetivos, tipo de estudo, métodos, a
problematização e os referenciais teóricos, inclusive legislação, dando indícios e pistas sobre
o que foi estudado. Não se deve desenvolver os assuntos, nem fazer citações discutindo as
contribuições bibliográficas. Caso se opte por uma Introdução preliminar, antes da finalização
do trabalho, esta deve ser refeita após o término da monografia e comparada com a
Conclusão, pois pode haver confusão entre aquilo que apresentamos no início – Introdução - e
nossas posições finais sobre o que foi produzido – Conclusão.

Conforme o Regulamento FAZP de 2014, na Introdução é importante apresentar o


tema da pesquisa de forma clara e simples, inserindo o leitor nos caminhos realizados pela
pesquisa, mas sem apresentar as conclusões e os resultados. É importante situar também o
problema, ou indagação que motivou o estudo do tema; alguns tópicos ou assuntos tratados
também podem ser destacados, devido à sua importância no trabalho. Ou seja, a Introdução
prepara o leitor para o conteúdo que será exposto em seguida.

Muitos estudos e trabalhos acadêmicos terminam a Introdução listando as partes ou


capítulos contidos no trabalho que foi finalizado. Para Rizzatto Nunes (2009), sendo uma
visão panorâmica sobre o tema que virá a seguir, e estimulando o leitor à leitura, a Introdução
deve também apresentar eventuais dúvidas e problemas que surgiram durante a realização da
pesquisa e elaboração do trabalho acadêmico, inclusive expondo as dificuldades relacionadas
à escolha e viabilização do tema da monografia. Rizzatto Nunes (2009) sugere que se deva
utilizar de duas a três páginas com a Introdução.

Com relação ao aspecto gráfico ou apresentação gráfica dos textos, todo o texto deve
ser desenvolvido, conforme este Modelo de TCC FAZP 2016, com fonte TNR tamanho 12,
espaçamento entre as linhas de 1,5 cm, recuo esquerdo padrão na primeira linha de 1,25 cm,
13

alinhamento do texto justificado, sempre começando pelo lado esquerdo. Apenas na Capa,
Folha de Rosto, Folha de Aprovação da Banca Examinadora, Dedicatória, Agradecimento,
Epígrafe, Listas, Sumário e Referências bibliográficas e documentais ocorrem diferenças
significativas em relação a esse padrão de elaboração dos textos e apresentação gráfica do
trabalho, o qual está apoiado em referências acadêmicas pautadas pelas sugestões da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como Rizzatto Nunes (2009), Derna
Pescuma e Antonio P. F. de Castilho (2008, 2009, 2010), USP (2011), e FAZP (2014, 2016).

Nesse Modelo de TCC FAZP Direito de 2016, sugerimos dar dois espaços de 1,5 cm
entre as linhas ao mudar o parágrafo, visando dar maior visibilidade aos textos desenvolvidos
em cada parágrafo. Conforme este próprio Modelo 2016, os parágrafos devem ter um padrão
semelhante, com textos desenvolvidos entre quatro e dez linhas, redigidos de forma precisa e
objetiva, conduzindo o assunto temático tratado de forma clara, lógica e coerente.

As margens desse Modelo de TCC FAZP 2016 têm 3 cm na parte superior e no lado
esquerdo, e 2 cm na parte inferior e no lado direito. Os títulos das partes centrais ou capítulos
têm fonte TNR tamanho 16 em negrito, com dois espaços entre as linhas de 1,5 cm para inicio
dos textos, mesmo espaçamento entre as linhas para os subtítulos ou títulos secundários, que
devem estar alinhados à esquerda com TNR 14, em negrito. Já as Referências, ao final da
monografia ou trabalho acadêmico de conclusão, devem estar com texto alinhado à esquerda,
sem recuos de parágrafo, e espaçamento entre linhas simples, com dois espaçamentos simples
entre as linhas quando for iniciar uma nova referência. A seguir, iremos expondo as demais
orientações para a elaboração da monografia acadêmica de conclusão de curso.
14

2. TÍTULO

Conforme o Regulamento FAZP 20141, e Universidade de São Paulo (USP) 20112,


deve-se numerar a primeira parte textual ou capítulo com 2 uma vez que a Introdução é
numerada com 1. Diferentemente dos títulos principais, os títulos secundários ou subtítulos
não devem estar todos em caixa alta ou letras maiúsculas nem em negrito, mantendo, assim,
um estilo gráfico idêntico ao Sumário.

Depois do título principal e antes e depois dos subtítulos ou títulos secundários deve-
se dar dois espaçamentos entre linhas, de 1,5 cm, antes de se iniciar o texto. Para os títulos
principais utilizamos nesse Modelo TNR 16 em negrito. Para os títulos secundários ou
subtítulos optamos por TNR 14, alinhado à esquerda, e seguido de dois espaçamentos entre
linhas de 1,5 cm, inclusive ao final dos parágrafos desenvolvidos, com recuo padrão de 1,25
cm na primeira linha de cada parágrafo do texto a ser desenvolvido. Conforme as orientações
metodológicas para a elaboração do trabalho acadêmico dos Cursos de Pedagogia e Direito
FAZP, de 20123, “(...) A distância entre o título e a margem superior é de cerca de 8 cm; e a
distância entre o primeiro parágrafo e o título é de 3 cm”. (FAZP, 2012, p. 12).4

1
FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES (FAZP). Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso
(MONOGRAFIA). São Paulo, FAZP, 2014. Disponível em:
<http://www.zumbidospalmares.edu.br/portal_do_aluno >. Acesso em: 14 ago. 2014.
2
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas da USP. Diretrizes para a
apresentação de dissertações e teses da USP: documento eletrônico e impresso. Parte I – ABNT. São Paulo,
Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, 2009. Disponível em: < http://www.usp.br/sibi >. Acesso em: 07 ago.
2011.
3
FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES (FAZP). [Manual para a elaboração do trabalho acadêmico
para os cursos de Pedagogia e Direito da Faculdade Unipalmares]. São Paulo, FAZP, 2012. Disponível em:
< http://www.zumbidospalmares.edu.br/portal_do_aluno >. Acesso em: 05 mar.. 2013. Como o documento em
questão é um manual prático, não há um título específico na capa, assim, seguindo as orientações metodológicas
do documento USP (2011), retiramos na descrição feita na Introdução do referido Manual FAZP de 2012 (p. 10),
a denominação com que inserimos o título, entre colchetes, para indicar uma informação ausente, mas que pode
ser inferida de forma apropriada. A Regulamentação para elaboração do trabalho de conclusão de curso do
Curso de Direito (CARVALHO; LIINHARES), que consta atualmente no Portal do Aluno da FAZP pressupõe
que se trabalhe com esse Manual de 2012. Nesse Modelo de TCC FAZP 2016 para o Curso de Direito, fizemos
algumas adequações com base principalmente nas sugestões metodológicas de Rizzatto Nunes (2009).
4
Isso equivale a aproximadamente 5 (cinco) espaçamentos entre linhas sequenciais de 1,5 cm cada.
15

Essa apresentação gráfica deve ser seguida em toda a parte textual do trabalho
monográfico de conclusão de curso. (Grifo nosso).5

É aconselhável iniciar o capítulo ou parte principal após a Introdução com uma breve
introdução do tema a ser desenvolvido, contendo a identificação do problema a ser tratado
especificamente nessa parte da monografia, a explicação sucinta do que o tema trata, “(...) seu
objetivo e todas as informações relevantes para a leitura e realização do mesmo.” (FAZP,
2012, p. 11).

No texto desenvolvido, deve ficar claro, lógico e coerente a relação com os subtítulos
ou títulos secundários que virão logo a seguir, o mesmo valendo para os demais subtítulos ou
títulos terciários durante a elaboração do trabalho acadêmico, sempre em conformidade com o
Sumário. Depois de se iniciar o desenvolvimento textual do capítulo e dos itens secundários,
deve-se ir inserindo as primeiras apresentações e citações de autor, obra e texto, inclusive
legislações, e cuidar para sempre fazer a ligação entre o desenvolvimento textual e as partes
componentes do capítulo.6

Os subtítulos ou itens e títulos secundários devem ser inseridos em sequência,


numerados da mesma forma que no Sumário. Chegando próximo ao final do desenvolvimento
textual no capítulo deve-se fazer o fechamento do problema levantado no inicio do capítulo
ou parte central em questão, e finalizar este ligando o conteúdo ou assunto tratado com a
temática central a ser desenvolvida no capítulo seguinte. É sempre em função do tema e da
divisão dos assuntos que procedemos ao desenvolvimento do texto e inserimos os referenciais
teóricos e a bibliografia da pesquisa realizada.

5
Seguindo a ideia de padronização dos formatos gráficos textuais, estamos alterando a fonte automática do
Word nessa versão Office do Windows (Vista 2007), ao inserir nota de rodapé na guia Referências, de Calibre
10, para TNR 10. O texto desenvolvido deve ser também justificado no parágrafo. Essa apresentação gráfica
deve ser seguida em todas as notas de rodapé. Nessa nota, a respeito do texto sublinhado, ou quando estiver em
negrito, inclusive apenas uma palavra, deve-se especificar, entre parênteses, se esse grifo é nosso ou do autor das
obras de referência quando estivermos realizando uma citação direta (USP, 2011, p. 50-51). No caso do texto
dessa nota de rodapé, não é uma citação direta, mas optamos por expor a orientação, como exemplo.
6
A título de exemplo, já iniciamos esse procedimento técnico, apresentando o autor de referência Rizzatto Nunes
(2009), no texto, e as publicações de consulta da USP (2011) e FAZP (2012, 2014), inclusive com citações
diretas. Observar que, em algumas citações diretas, as aspas antes de parênteses com reticências dentro indicam
supressão de texto nas obras de referência, ou seja, tomamos um trecho da obra numa parte desenvolvida pelo
autor e inserimos no nosso texto, dando assim suporte e lastro acadêmico ao próprio texto que estamos
desenvolvendo. Derna Pescuma (2009) também foi apresentado na elaboração do Resumo. Todas as
apresentações de autor e obra e “(...) citações do texto devem constar nas Referências.” (USP, 2011, p. 44).
16

Conforme o Regulamento FAZP de 2014, o desenvolvimento do texto no capítulo


“Deve ser entendido como algo que logicamente subsiste sozinho sem a introdução e a
conclusão” (FAZP, 2014, p. 20) 7. Isso significa que cada capítulo, seja curto ou longo, tem
uma coerência lógica na sua explanação, os assuntos são concatenados, permitindo o
entendimento de um raciocínio lógico a respeito do tema, com começo, meio e fim,
independentemente da Introdução e da Conclusão presentes na monografia de TCC. É isso,
essa condição da produção textual, que permite que muitos pesquisadores e leitores
selecionem determinados capítulos de uma monografia quando não necessitam de todo o
corpo do trabalho, por isso é importante fundamentar e embasar as partes principais de uma
monografia acadêmica conforme os objetivos temáticos propostos.

2.1 Os Itens dos Capítulos e as Citações

Com relação ao formato gráfico do subtítulo dessa parte, observamos então: o


alinhamento à esquerda; a numeração sequencial iniciada no título principal, configurando
assim um título secundário; fonte TNR tamanho 14 simples; e as primeiras letras das palavras
principais em maiúsculo, conforme o disposto no Sumário. (FAZP, 2014, passim) 8.

É importante reter a orientação de que os formatos gráficos da denominação dos


capítulos e dos itens da monografia acadêmica obedecem aos mesmos procedimentos do
Sumário, embora no caso dos títulos principais dos capítulos com tamanho de fonte maior.
Como no Sumário, o primeiro subtítulo do capítulo tem a primeira letra de cada palavra em
maiúsculo e não utiliza negrito. Entre as divisões ou seções do capítulo, percebemos os dois
espaçamentos entre as linhas de 1,5 cm, para depois se iniciar o desenvolvimento textual com
recuo padrão na primeira linha do parágrafo de 1,25 cm, com as linhas se alinhando sempre à
esquerda, justificadas. Essa apresentação gráfica, já exposta antes, deve ser mantida em todo o
desenvolvimento textual, até o final dos elementos textuais da monografia de TCC.

7
Observar, ainda, que ao expor sobre critérios e finalidades necessários para o desenvolvimento do texto, já
estamos realizando a citação direta de autor e obra no formato que deve ser utilizado durante toda a elaboração
da monografia acadêmica do trabalho de conclusão de curso: aspas no inicio e final do trecho que é reproduzido
literalmente, com sobrenome do autor entre parêntesis e caixa alta no final da citação, no caso curta, de até três
linhas, seguido do ano da obra de referência, página (FAZP, 2014, p. 28). Para citações diretas de mais de três
linhas, o formato é outro, como veremos mais adiante. Enfatizamos que ao apresentar e citar autor e obra no
texto, estes devem obrigatoriamente estar nas Referências ao final da monografia acadêmica.
8
A expressão latina passim significa aqui e ali, em diversas passagens de obra citada ou de documento
referenciado; sobre o uso das palavras ou expressões latinas em referências bibliográficas ou obras citadas, ver
FAZP (2014, p. 26).
17

Quando fazemos as citações de texto, diretas ou indiretas, e as paráfrases, algumas


mudanças na apresentação gráfica podem acontecer, como veremos a seguir.

2.1.1 Orientações para a realização das citações diretas

Podemos observar que o subtítulo terciário, este que estamos desenvolvendo, e os


demais que se seguirem a um mesmo subtítulo secundário, devem ter, conforme esse Modelo
2016 de TCC, apenas a primeira letra em maiúsculo, a não ser que tenha nomes próprios,
mantendo-se as demais orientações. Com relação às citações de autores e obras, é preciso
compreender que existem duas formas centrais: as citações diretas e o uso de paráfrases, que
também é entendido como citação indireta quando se tratar da produção de um texto baseado
na obra de um autor consultado para o seu desenvolvimento.9 Existem outras formas de
citação e apresentação de autores e obras, mas são essas as que mais utilizamos no
desenvolvimento textual de monografia acadêmica ou trabalho de curso.

As citações diretas ocorrem quando reproduzimos textos diretos da obra consultada.


Conforme o [Manual] FAZP 2012 para uma citação direta de até 3 linhas, inseridas no texto
de um parágrafo que está sendo desenvolvido, apenas coloca-se aspas no inicio e no final do
trecho reproduzido e ao final coloca-se, entre parênteses, o sobrenome do autor em maiúsculo,
ano e página ou páginas. Um cuidado especial deve ser tomado quando se retira ou se suprime
uma parte do texto em trecho citado, quando utilizamos então as reticências entre parênteses
logo depois das aspas, como vimos anteriormente.

Por exemplo, inserindo uma citação direta no texto que estamos desenvolvendo: A
respeito da citação de decisões judiciais, “Da mesma maneira que as citações das normas
jurídicas, as decisões judiciais poderão ser transcritas ao pé da letra ou mediante paráfrases.
Se a hipótese for de transcrição ipsis littteris, o trecho virá antecedido da expressão in verbis.
Desnecessário, obviamente, o uso dessa expressão na paráfrase.” (NUNES, 2009, p. 121)10.

9
Existe alguma confusão entre citação indireta e paráfrases, que possuem o mesmo significado quando se trata
de texto apoiado na obra de um autor (FAZP, 2012, p. 13), mas significados diferentes quando se está tratando
em texto de um documento “(...) original, que não se teve acesso” (USP, 2011, p. 46-47). Nesse último caso, é
citação indireta porque estamos citando um autor que é citado por outro autor, do qual possuímos o documento, e
por isso, é citação de autor citado por outro, ou indireta. Considerando que a citação direta de texto deve estar
entre aspas duplas, quando fazemos uma citação direta de texto que contem uma citação direta de outro autor,
então nesta última devemos utilizar aspas simples (FAZP, 2012, p. 13).
10
Rizzato Nunes, Manual da monografia jurídica (...), 7ª ed. São Paulo, 2009.
18

Reparamos que a citação direta excedeu as três linhas, o que implicaria numa
formatação especial, mas não houve exagero, o que permite o formato adotado acima,
inclusive, para Rizzatto Nunes (2009), o uso de citações diretas no seu próprio texto, de até
cinco linhas, permitiria a manutenção do texto transcrito no formato que está sendo
desenvolvido. Caso considerássemos a necessidade de mudança na formatação, ficaria assim:

A respeito da citação de decisões judiciais,

Da mesma maneira que as citações das normas jurídicas, as decisões


judiciais poderão ser transcritas ao pé da letra ou mediante paráfrases. Se a
hipótese for de transcrição ipsis littteris, o trecho virá antecedido da
expressão in verbis. Desnecessário, obviamente, o uso dessa expressão na
paráfrase. (NUNES, 2009, p. 121).11

Nesse caso, então, trata-se de uma citação direta longa. As citações diretas longas, de
mais de três linhas, deverão ter uma formatação especial, destacadas do texto principal
(FAZP, 2012, p. 13). Ainda, conforme orientação de Rizzatto Nunes (2009) e outras obras de
consulta (USP, 2011), tais citações deverão ser destacadas com um recuo total de 4 cm da
margem esquerda, com espaçamento menor entre as linhas dos parágrafos (que no caso iria
para 1,0 cm), justificadas, fonte menor do que no restante do corpo do texto (ficando então
com TNR 11), e, seguindo a orientação de FAZP (2012) e USP (2011), em estilo gráfico
normal, sem aspas no inicio e final do texto transcrito e sem uso de itálico. A formatação
diferenciada dispensaria outros recursos de destaque.

Assim, a respeito dos motivos para se inserir citações diretas no texto,

A técnica de citações deve ser resguardada para os aspectos


nos quais a opinião do autor citado seja relevante. Não se deve utilizar
uma citação para dizer aquilo que todos no meio acadêmico sabem ou,
pelo menos, deveriam saber.
Não se deve dizer, por exemplo, ‘segundo o professor Nelson
Nery Junior, o direito do consumidor é característico da sociedade de
massas’. Ora, claro que o professor Nery deve ter dito isso. Na
verdade ele e qualquer outro que se tenha referido ao assunto. A
opinião gabaritada do autor citado deve ser resguardada para assuntos
que não sejam claramente conhecidos. (NUNES, 2009, p. 122).12

11
Ibidem.
12
Ibidem.
19

Vemos, então, a forma de recuos para citações diretas longas com 4 cm da margem
esquerda, espaçamento entre linhas simples no texto transcrito, e, ao final, a referência de
autor, obra e página entre parênteses. Antes e depois da citação direta longa dois
espaçamentos entre linhas de 1,5 cm separando da sequência dos textos desenvolvidos, para
reforçar os destaques gráficos. O mesmo procedimento pode ser adotado para a reprodução de
textos com matéria jurídica, legislação e decisões judiciais.

No desenvolvimento do texto, conforme a condução autônoma dos assuntos e


componentes temáticos tratados na monografia de TCC, é necessário que após a realização de
uma citação direta longa se desenvolva uma reflexão sobre o assunto tratado, não importando
sua característica, se é doutrina ou legislação. É essencial demonstrarmos que as contribuições
de autores e obras utilizados, são elementos fundamentais das reflexões e discussões sobre os
temas e assuntos que estamos desenvolvendo. São conteúdos que reforçam posições
desvendadas durante a investigação temática, e que possibilitam, muitas vezes, o debate com
as posições de outros autores, ou permitem o questionamento de nossas próprias convicções,
e, assim, instaura-se o debate científico e acadêmico sobre o conhecimento, na medida em
que, nós mesmos, nos tornamos também produtores do conhecimento científico e acadêmico.

Como já apontado, existem outras formas de realizar as citações, como paráfrases e


citações indiretas, essas entendidas, muitas vezes, como formas de reproduzimos as ideias de
um autor ou trecho de obras sem copia-los literalmente, adequando-os ao nosso
desenvolvimento textual (USP, 2011). É disso que trataremos a seguir.

2.2 O Uso das Paráfrases e as Citações Indiretas

Fazendo uma breve introdução, trataremos em seguida da importância e das estratégias


para a utilização das paráfrases. Na sequência, nesse Modelo de elaboração do TCC para o
Curso de Direito da FAZP 2016, nos demais subtítulos ou títulos secundários, daremos alguns
exemplos de citação de normas jurídicas; de referências e citações relacionadas aos tipos de
notas de rodapé; orientações sobre a realização da Conclusão; e orientações e modelos para a
realização das Referências utilizadas na monografia de TCC.
20

2.2.1 As paráfrases

A elaboração das paráfrases nos textos desenvolvidos também é considerada como


uma forma de citação, por isso seu uso deve ser realizado com cuidado e critérios (NUNES,
2009, p. 118-119). Usar paráfrases significa que estamos nos apoiando nas contribuições de
um autor numa determinada obra ou fonte das informações que dão suporte ao tratamento de
um assunto relacionado ao tema e às divisões temáticas existentes no corpo do trabalho que
estamos produzindo, mas sem reproduzir literalmente e de forma cabal o teor da obra ou
documento em que nos embasamos.

Por outro lado, ao nos utilizarmos das paráfrases devemos ter o cuidado também de
não distorcermos as posições e a condução que o autor dá à sua exposição textual. Por isso,
uma técnica útil é fazermos anotações sobre certas posições centrais do autor ou dos autores
nessas obras que nos servem de apoio para nossa exposição do tema, e, sempre que relermos o
que escrevermos conferir se não estamos distorcendo alguma dessas posições centrais. Outro
recurso importante é verificar posições muito específicas, muito particulares, críticas muito
agudas, e que talvez não seja o que pensamos sobre determinados assuntos, e então modificar
a forma de condução do assunto, e, de uma maneira objetiva e impessoal, passar a reforçar a
referência ao autor ou autores em relação ao conteúdo naquele momento da nossa construção
textual. Por exemplo, veja o texto abaixo:

Na realização das paráfrases, necessárias à elaboração do texto que está sendo


desenvolvido, a preocupação central de Rizzato Nunes13 é com a autoria, devido aos riscos de
incorrermos em plágio ao tentarmos desenvolver conteúdos apoiados fortemente em autores e
suas obras de referência. Dessa forma, para Rizzatto Nunes, quando começa a ficar muito
difícil modificarmos as palavras e expressões utilizadas por um determinado autor no qual nos
apoiamos, devemos fazer, então, citações diretas curtas ou longas, utilizando os recursos
técnicos apropriados às citações ipsis litteris que pretendemos realizar.

Como exemplo, foi possível perceber no texto desenvolvido no parágrafo acima uma
exposição sobre aspectos metodológicos inerentes à elaboração da monografia de TCC ao
mesmo tempo em que se realizou uma paráfrase de uma passagem importante, a esse respeito,

13
Ibidem, p. 118.
21

na obra citada de Rizzato Nunes (2009). Percebemos a utilização de recursos estilísticos


padronizados de apresentação de autor – conforme, dessa forma, para fulano de tal; a
necessidade de sempre inserir o ano da obra de referência; e o cuidado com os
posicionamentos, conduzindo a elaboração do texto de modo a deixar transparecer, fielmente,
as posições do autor, dimensionando, de forma apropriada, sem exageros, a sua importância.

2.2.2 As citações indiretas e uso do apud

Com relação às citações indiretas também precisamos tomar alguns cuidados, por
exemplo, ter uma definição do que sejam. Conforme o Regulamento FAZP (2014, p.29) as
citações indiretas são os trechos que desenvolvemos sobre os assuntos da monografia em que
nos apoiamos na abordagem feita por um autor e sua obra que estão sendo utilizados na obra
de outro autor, e é essa que temos acesso. Assim, as citações e paráfrases que desenvolvermos
no nosso texto, sobre determinado assunto, é de um autor indireto, pois o material de que
dispomos não é o primário, o imediato.

É importante reforçar essa compreensão, pois em nível de monografia acadêmica ou


até mesmo de dissertação de mestrado, as citações indiretas e uso de fontes secundárias sobre
obras e autores é muito usual, mas, muitas vezes, as referências não são corretamente
apresentadas. Em relação aos clássicos das doutrinas e da filosofia jurídica é muito comum o
uso das citações indiretas. Assim, apresentamos as posições de Hans Kelsen ou de Emanuel
Kant, a respeito do Estado de Direito, numa determinada obra, mas as informações vêm a
partir da exposição e da obra de Alysson Mascaro (2010). Tratamos do direito civil brasileiro
para Carlos R. Gonçalves, mas o conteúdo foi apresentado em livro de Maria Helena Diniz14.

Nesse caso, se formos fazer citação direta, curta ou longa, utilizamos as aspas e outros
recursos gráficos e ao dar a referência entre parênteses utilizamos o termo apud, que significa
‘citado por’. No exemplo acima, ficaria assim: (GONÇALVES apud DINIZ, 1999, p.5).

Rizzato Nunes (2009, p. 122) vai ao mesmo sentido do Regulamento FAZP 2014.
Reforça, contudo, a orientação de que as citações indiretas devem ser evitadas ao máximo,
apenas quando não for possível obter o texto direto que pretendemos reproduzir,

14
Faculdade Zumbi dos Palmares (FAZP), 2014, p. 29.
22

principalmente se houver citação direta de outra citação direta: utilizar aspas duplas para o
autor que temos a obra, e aspas simples para a citação que o mesmo está fazendo de outro
autor. No caso de citações e paráfrases indiretas, Rizzato Nunes sugere que se utilizem notas
de rodapé, vindo primeiro os dados da obra indireta, apud, e depois os dados bibliográficos da
obra direta que possuímos ou tivemos acesso.

2.3 As Citações de Normas Jurídicas e Decisões Judiciais

Só para reforçar, observar que abrimos um subtítulo primário e todas as primeiras


letras estão em maiúsculas. De forma geral, os cuidados para citar normas jurídicas e decisões
judiciais são os mesmos que apresentamos antes em relação a doutrinas e obras textuais, ou
seja, padrões técnicos para as citações diretas e determinados cuidados com as paráfrases.

No caso da citação direta de normas jurídicas, ao final do texto que estamos


desenvolvendo sobre a norma em questão, utilizamos a expressão latina in verbis, mas
mantemos a formatação do texto que estamos desenvolvendo, apenas alinhando no parágrafo
abaixo, conforme os modelos no Regulamento FAZP 2015 (p. 29) e Rizzato Nunes (2009, p.
119):

O art. 14 do Código de Defesa do Consumidor dispõe, in verbis:

Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa,


pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos
serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.15

Reparem, e isso é importante, que essas duas fontes de referência em que estamos nos
baseando não solicitam recuos, diminuição dos espaços entre linhas, aspas e texto em itálico
para a citação das normas jurídicas. Por isso, uma orientação já dada anteriormente é
fundamental: ao final do trecho de citação direta reproduzida literalmente da norma jurídica
faça um comentário, uma observação, com o intuito de mostrar ao leitor que agora está
desenvolvendo seu texto, mesmo sabendo que as linguagens de texto jurídico e produção

15
Embora nesse exemplo Rizzatto Nunes não inicie a transcrição do texto citado diretamente com aspas duplas,
apenas o destaque no espaçamento duplicado entre as linhas, ao reproduzir o art. 9º da Portaria do Ministério da
Educação n. 1.886, de 30 dez. 1994, o autor utiliza aspas duplas. Cf. Rizzatto Nunes, 2009, p. 4.
23

textual acadêmica são distintas. Afinal, as citações diretas são elementos do desenvolvimento
textual que dão suporte a uma determinada condução e exposição de conteúdos, ou num
sentido afirmativo, de reforço ao encadeamento de ideias pretendido, ou para fazer
contraposições, levando ao dialogo entre os autores de referência adotados.

Quando se realizar paráfrases, ou citação interpretada das normas jurídicas, os


princípios também são os mesmos: conduza seu texto, colocando autor da lei ou norma
jurídica entre parênteses e o ano de publicação do artigo de que estará tratando. Se achar
melhor, especifique a lei ou norma e artigos no seu próprio texto sem os parênteses, mas deixe
claro e isso é fundamental, sempre a lei e artigos de que está tratando. As referências também
podem ser inseridas em notas de rodapé, como temos feito nesse Modelo de elaboração do
TCC FAZP Direito 2016 e como trataremos mais adiante.

Ainda com relação á citação de normas jurídicas, Rizzato Nunes16 entende que as
referências das leis mais conhecidas podem ser sem os dados formais, como a Constituição
Federal, o Código Civil brasileiro, mas se for uma edição anterior, de outra época, tem que
especificar e datar, e se for legislação muito específica é necessário apresentar as informações
completas: Código de Defesa do Consumidor (Lei n. 8.078/90), Lei do Inquilinato vigente
(Lei n. 8.245, de 18-10-1991).

Como temos reafirmado seguidamente, é preciso manter uma padronização na forma


de apresentação de autores e obras, tanto no desenvolvimento dos textos quanto nas notas de
rodapé e Referências bibliográficas e documentais, e o mesmo vale para as formas de
apresentação das leis e normas jurídicas, mantendo-se os formatos em maiúsculos,
abreviações e datação que utilizamos nessas referências.

As mesmas recomendações das normas jurídicas e suas formas de citação direta e


paráfrases servem para as decisões judiciais (NUNES, 2009, p. 121-122). Utilizar a expressão
in verbis, reproduzir. Se for paráfrase, comentar e utilizar os parênteses com as informações
mais importantes. Contudo, um cuidado necessário é incluir todas as decisões judiciais citadas
nas referências bibliográficas, com todos os elementos da sua publicação, mesmo que
extraídas de revistas, periódicos e sites da internet.

16
Rizzato Nunes, 2009, p. 120.
24

2.4 As Notas de Rodapé

Em algumas orientações para notas de rodapé, sugere-se que devam ser evitadas em
monografias de trabalhos de curso acadêmicos, sendo mais necessárias em trabalhos de
dissertação de mestrado e tese de doutorado. No caso das fontes documentais de apoio
metodológico centrais que utilizamos, o Regulamento FAZP 2014, o Manual FAZP de 2012,
as Diretrizes da USP (2011) e Rizzato Nunes (2009), não há nenhum impeditivo, apenas
orientações sobre os tipos de notas de rodapé e os cuidados que devem ser tomados, embora,
nesse aspecto, determinadas orientações possam ser conflitantes.17

Nesse Modelo de desenvolvimento do TCC para 2016 que estamos realizando já


inserimos notas de rodapé, tanto por necessidade do desenvolvimento textual, quanto para que
sirvam de parâmetro. Inserimos tanto notas de rodapé de referência quanto notas de rodapé
explicativas, que utilizamos quando fazemos uma complementação sobre o texto que estamos
desenvolvendo, ou damos uma informação complementar relacionada, ou, ainda, chamamos a
atenção para alguma distinção que se faça necessária 18.

Logo abaixo vemos, então, mais um exemplo prático do uso da nota de rodapé
explicativa. Mas a nota de rodapé pode ser também de referência, utilizada quando damos a
indicação bibliográfica ou documental de uma fonte que estamos utilizando, ou que

17
Conforme o Manual FAZP de 2012 (p. 13), sempre que houver uma citação direta os dados da fonte
consultada devem vir em nota de rodapé, sendo que, na primeira citação de uma obra, esta deve ter os dados
completos apontados, e depois, podem-se utilizar as formas abreviadas, também conhecidas como expressões
latinas de referências, como idem, ibidem, op. cit., loc. cit., cf., e et. seq., além de apud, a única expressão que
também pode estar nos textos desenvolvidos. Desde o início da segunda parte textual, ou capítulo 2, deste
Modelo de elaboração da monografia de TCC FAZP para Curso de Direito de 2016, temos inserido notas
de rodapé, com dados completos de obras, e também dados resumidos, ou apenas mantido as informações de
autor, ano e página entre parênteses, no corpo do texto. Como sugere Rizzatto Nunes (2009, p. 123-145), as
notas de rodapé são um recurso para completar informações, e não uma obrigação formal que interrompe a todo
tempo a leitura, prejudicando o “(...) entendimento do que está escrito”. As notas cumprem diversas funções,
mas, para o autor, a principal quando se apresenta dados da obra citada é dar crédito à citação, cumprindo uma
obrigação legal. Mas não precisa dar os dados completos, pois estes já estão nas Referências finais. Sugere
também, o que adotamos aqui, que a apresentação dos autores seja pelos primeiros nomes, e não pelos
sobrenomes, seguidos de título da obra e página. Já para as Diretrizes (...) da USP (2011, p. 54), as referências
de notas de rodapé abreviadas, ou expressões latinas, devem ser evitadas para “(...) não prejudicar a leitura (...)”
dos textos. Assim, é importante fazer as notas sempre no intuito de fortalecer o texto e a leitura do mesmo.
18
A apresentação gráfica da nota de rodapé deve ser similar ao corpo do texto desenvolvido. Assim, vimos que
quando peço para inserir notas de rodapé na guia Referências do Word que utilizo nesse Modelo, o aplicativo
automaticamente cria a nota na numeração sequencial com fonte Calibre, tamanho 10, e alinhada à esquerda.
Então, conforme as orientações que estamos seguindo, mudo a fonte para Times New Roman, tamanho 10 e
parágrafo justificado.
25

pretendemos comparar, confrontar, indicar. Nesse caso, é necessário que as mesmas


informações estejam nas Referências finais, bibliográficas e documentais.

As formas de apresentação das notas de rodapé com dados de referências


bibliográficas tem uma apresentação textual diferente, contudo, daquela que utilizamos na
Referência final, quando começamos com o sobrenome em maiúsculo e depois outros dados
da obra. Por exemplo, para nota de rodapé de referência veja abaixo, no rodapé da página,
sobre Rizzato Nunes, na forma resumida 19.

Observe que não estão presentes dados como edição, cidade, editora, ano, os quais
obrigatoriamente devem constar nas Referências bibliográficas e documentais pós-textuais.
Como já apontado, nas formas abreviadas as notas de rodapé podem utilizar o apud, quando
tratar de citações indiretas, e as expressões latinas de repetição de citações, como idem,
ibidem, op. cit., passim. Resumidamente, apud significa ‘citado por’, conforme, segundo;
idem ou id. significa ‘do mesmo autor’; ibidem ou ibid. significa ‘na mesma obra’ do mesmo
autor; op. cit. significa uma obra citada anteriormente, do mesmo autor; passim significa em
diversas passagens da mesma obra do mesmo autor; loc. cit. significa ‘no lugar citado’, a
mesma página já citada, da mesma obra e do mesmo autor; cf. significa ‘confronte’
determinado autor, obra e página a respeito de uma consulta ou divergência de entendimento;
e et. seq. significa ‘seguinte’, o que se segue a partir de uma página e envolvendo o que vem
depois em relação ao mesmo autor e obra.20

Ainda haveria muito que discorrer, como exemplos de citações diretas e paráfrases;
apresentação de autores no texto; o amplo conjunto formado pelos modelos de referências; a
especificidade dos documentos jurídicos; e os desafios relacionados ao uso dos recursos
tecnológicos atuais, com fontes de pesquisa acessadas pela internet e o uso de documentos
digitalizados. Esperamos, numa próxima versão desse Modelo de elaboração do TCC de
2016, para o Curso de Direito da FAZP, avançar nesse sentido.

19
Rizzato Nunes. Manual da Monografia Jurídica: Como se faz: uma monografia, uma dissertação, uma tese,
p. 127-145.
20
A respeito do uso dessas expressões, consultar material bibliográfico e documental citado até o momento e as
Referências bibliográficas ao final desse Modelo (...) 2016. Ver especificamente: FAZP (2014, p. 26); Rizzato
Nunes (2009, p. 134-135); USP (2011, p. 55); Derna Pescuma e Antonio F. de Castilho (2008, p. 64-68).
26

3. TÍTULO

Para desenvolver os conteúdos, seguir as mesmas recomendações expostas no título


principal 2 ou capítulo 2 anterior. Caso tenha um novo capítulo – 4. TÍTULO, seguir
novamente as mesmas recomendações de apresentação gráfica e desenvolvimento dos
conteúdos textuais. Se for o último capítulo, finalizar já situando o leitor sobre os objetivos e
a relevância do que foi tratado, preparando para a Conclusão.
27

4. CONCLUSÃO

Nesse momento do desenvolvimento do texto, podemos retomar as questões que


motivaram a pesquisa expostas na Introdução e pontuar as resoluções possíveis, conforme as
contribuições que apresentamos ao longo da monografia; podemos situar o leitor a respeito do
quanto o estudo avançou, até onde foi possível chegar, e a perspectiva de continuidade dos
estudos e investigações realizadas. Podemos reforçar a compreensão da contribuição que se
pretendeu dar ao se realizar os estudos e a produção da monografia acadêmica de trabalho de
conclusão de curso.

É aconselhável também fazer o fechamento das preocupações colocadas durante toda a


monografia acadêmica de TCC no desenvolvimento dos capítulos e destacar as dúvidas
remanescentes. Há a possibilidade de produzir o texto com uma posição mais individual e
subjetiva, mas sem exageros.

Da mesma forma que na Introdução e nas partes centrais ou capítulos, o conteúdo


textual desenvolvido na Conclusão faz com que esta tenha sentido em si mesma, com uma
coerência e lógica textuais que permitem ao leitor a compreensão do que foi tratado, o
desenvolvimento temático realizado e sua importância para o autor.

É importante que a Conclusão não seja um simples resumo dos conteúdos, mas, sim,
que contenha posições reflexivas, expondo o caminho percorrido no desenvolvimento dos
conteúdos a partir da centralidade das questões tratadas. É importante também que a
Conclusão não seja mais um capítulo, por isso não traz dados novos, não apresenta e discute
novos autores, não faz citações diretas ou paráfrases, não comenta matéria jurídica que já não
tenha sido tratada. Não se trata de um novo conteúdo documental, mas sim de uma reflexão
sobre o sentido que se pretendeu dar ao material documental trabalhado.
28

A liberdade que o autor ou a autora do texto monográfico possuem nesse momento da


produção textual deve ser utilizada com discrição e simplicidade, dando um recado final ao
leitor, no qual, mormente, demonstra gratidão ao leitor por ter chegado até esse momento de
leitura a respeito do seu trabalho textual desenvolvido, ao mesmo tempo em que dá a entender
que este final também pode ser um recomeço, pois não se encerram as investigações
compreensivas a respeito das sociedades humanas, enquanto estas tiverem vida.
29

REFERÊNCIAS

Nesse momento do desenvolvimento pós--textual a formatação e apresentação gráfica


se modifica um pouco: os alinhamentos dos parágrafos são à esquerda, com espaçamentos
simples entre as linhas, e com dois espaçamentos simples separando as obras de referências
utilizadas durante o desenvolvimento das partes textuais em todo o trabalho; as obras de
referência são listadas em ordem alfabética, e seguindo as orientações para a apresentação das
obras de referências, conforme o padrão estabelecido pela Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT), iniciando pelo sobrenome em maiúsculo, nome, depois título em negrito,
edição, cidade, editora e ano. Com base no material documental e bibliográfico estudado para
esse Modelo de TCC, elaboramos uma lista de exemplos abaixo, os quais devem ser
observados com cuidado e atenção, e complementados com o estudo de outras fontes
bibliográficas e documentais de orientações metodológicas para a elaboração das Referências.
Essa lista de exemplos de referências deve ser substituída conforme o autor vai elaborando
sua própria lista. Um cuidado especial sempre deve ser dado às referências extraídas da
internet e aquelas pertinentes aos documentos jurídicos.

AGUILLAR, Fernando H. Metodologia da ciência do Direito. São Paulo: Atlas, 2009.

BRASIL. Código civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de
Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

BRASIL. Congresso. Senado. Resolução n. 17, de 1991. Autoriza o desbloqueio de Letras


Financeiras do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul, através de revogação do parágrafo
2º, do artigo 1º da resolução n. 72, de 1990. Coleção de leis da República Federativa do
Brasil, Brasília, DF, v. 183, p. 1.156-1.157, maio/jun. 1991.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF:


Senado, 1988.

BRASIL. Constituição (1988). Emenda Constitucional n. 9, de 9 de novembro de 1995. Dá


nova redação ao art. 177 da Constituição Federal, alterando e inserindo parágrafos. Lex:
legislação federal e marginalia, São Paulo, v. 59, p. 1.966, out./dez. 1995.
30

BRASIL. Constituição (1988). Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003.


Modifica os arts. 37, 42, 48, 96, 149 e 201 da Constituição Federal, revoga o inciso IX do § 3
do art. 142 da Constituição Federal e dispositivos da Emenda Constitucional n. 20, de 15 de
dezembro de 1988, e dá outras providências. Disponível em: <
http://www.planalto.gov.br/civil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emcc41.htm >. Acesso em: 2
jun. 2006.

BRASIL. Decreto n. 4.799, de 4 de agosto de 2003. Dispõe sobre a comunicação de governo


do Poder Executivo Federal e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF,
5 ago. 2003. Seção 1. Disponível em: < http://www.senado.gov.br >. Acesso em: 6 nov. 2003.

BRASIL. Decreto 93.935, de 15 de janeiro de 1987. Promulga a convenção sobre a


conservação dos recursos vivos marinhos antárticos. Diário Oficial (da República Federativa
do Brasil), Brasília, v. 125, n. 9, p. 793-799, 16 de jan. 1987. Seção 1, pt. 1.

BRASIL. Decreto-lei n. 5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do


trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Instrução Normativa n. 28, de 6 de junho de 2002. Dispõe sobre as ações


publicitárias de iniciativa dos integrantes do Sistema de Comunicação de Governo do Poder
Executivo Federal (SICOM). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 7 jun. 2002. Seção 1.
Disponível em: < http://www.planalto.gov.br >. Acesso em: 29 jul. 2003.

BRASIL. Lei n. 7.000, de 20 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a proibição da pesca. Diário
Oficial da União, Brasília, DF, 21 jan. 1991. Seção 1, p. 51.

BRASIL. Lei n. 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Lei de diretrizes e bases da educação


nacional (LDB). Disponível em: < http://www.mec.gov.br/ftp/LDB.doc >. Acesso em: 15 jun.
2001.

BRASIL. Lei n. 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária federal.


Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 dez. 1999. Disponível
em: < http://www.in.gov.br/mp_leis/leis_texto.asp?Id=LEI%209887 >. Acesso em: 22 dez.
1999.

BRASIL. Medida provisória n. 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em


operações de importação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29.514.

BRASIL. Ministério da Justiça. Secretaria dos Direitos da Cidadania. Plano nacional dos
direitos da mulher. Brasília: Ministério da Justiça, 1990.

BRASIL. Ministério da Saúde. Divisão Nacional de Vigilância Sanitária de Alimentos.


Portaria n. 1, de 4 de abril de 1996. In: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS
DE ALIMENTAÇÃO. Compêndio da legislação de alimentos. São Paulo: ABIA, 1987. v.
1A.

BRASIL. Portaria MEC n. 1.092, de 1 de novembro de 1996. Dá competência à CAPES para


elaborar relatórios com vistas ao reconhecimento dos cursos de mestrado e doutorado. In:
31

MOTTA, Elias de Oliveira. Direito educacional e educação no século XXI. Brasília:


Unesco, 1997. p. 663-4.

BRASIL. Secretaria da Receita Federal. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos – ECT


do sistema de arrecadação. Portaria n. 12, de 21 de março de 1996. Lex: coletânea de
legislação e jurisprudência, São Paulo, p. 742-743, mar./abr., 2. Trim. 1996.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Habeas-corpus n. 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do


Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex:
jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240,
mar. 1998.
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Processual Penal. Habeas-corpus. Constrangimento
ilegal. Habeas-corpus n. 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de
São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais
Regionais Federais, São Paulo, v. 103, p. 236-240, mar. 1998.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 14. Não é admissível por ato administrativo
restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. In: ______.
Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16. Disponível em: <
http://www.truenenet.com.br/jurisnet/sumusSTF.html >. Acesso em: 29 nov. 1998.

BRASIL. Tribunal Regional Federal. (5ª Região). Administrativo. Escola Técnica Federal.
Pagamento de diferenças referente a enquadramento de servidor decorrente da implantação de
Plano Único de Classificação e Distribuição de Cargos e Empregos, instituído pela Lei n.
8.270/91. Predominância da lei sobre a portaria. Apelação cível n. 42.441-PE (94.05.01629-
6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de
Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex: jurisprudência do
STJ e Tribunais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 558-562, mar. 1998.

BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do
Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139,
p. 53-72, ago. 1995.

BELLO, José Luiz de Paiva. Lauro de Oliveira Lima: um educador brasileiro. Dissertação
de Mestrado – Programa de Pós-Graduação em Educação – PPGE. Vitória: Universidade
Federal do Espírito Santo, 1995.

CARNEIRO, João P. de Souza. Responsabilidade civil extracontratual do Estado: uma


releitura e um esboço de conceito. In: Revista Bonijuris. Curitiba: Instituto de Pesquisas
Jurídicas Bonijuris, ano XXIV, n. 584, jul. 2012. p. 06-21.

COELHO, Saulo de Oliveira P. Dignidade humana e interdisciplinaridade do Direito ao


desenvolvimento sustentável. In: Revista Bonijuris. Curitiba: Instituto de Pesquisas Jurídicas
Bonijuris, ano XXIV, n. 584, jul. 2012. p. 22-28.

CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Parecer n. 1.406 de 5 out. 1979. Consulta sobre o


plano de aperfeiçoamento médico a cargo do Hospital dos Servidores de São Paulo. Relator:
Antônio Paes de Carvalho. Documenta, n. 227, p. 217-220, out. 1979.
32

CALDEIRA, Mirella D’Angelo. Inversão do ônus da prova. Disponível em: <


http://www.saraivajur.com.br/serviços/doutrina >. Acesso em: 20 dez. 2001.

ECO, Humberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2008.

CARVALHO, Williane de Almeida; LINHARES, Cristiane. Regulamentação para


elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Direito [da Faculdade Zumbi
dos Palmares]. São Paulo, FAZP. Disponível em: <
http://www.zumbidospalmares.edu.br/portal_do_aluno >. Acesso em: 17 ago. 2015.

FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES (FAZP). Regulamento do Trabalho de


Conclusão de Curso (MONOGRAFIA). São Paulo, FAZP. Disponível em: <
http://www.zumbidospalmares.edu.br/portal_do_aluno >. Acesso em: 14 ago. 2014.

FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES (FAZP). [Manual para a elaboração do


trabalho acadêmico para os cursos de Pedagogia e Direito da Faculdade Unipalmares].
São Paulo, FAZP. Disponível em: < http://www.zumbidospalmares.edu.br/portal_do_aluno >.
Acesso em: 05 mar. 2013

GUIMARÃES, Flávio R. Como fazer? Diretrizes para elaboração de trabalhos monográficos.


Leme: Edijur, 2010.

INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL (INPI). Pesquisa sobre


indeferimento de pedidos de registro. Rio de Janeiro: INPI, 1980.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia científica. 2ª ed., São Paulo:
Atlas, 1991.

MASCARO, Alysson L. Filosofia do Direito. São Paulo: Atlas, 2010.

NUNES, Rizzato. Manual da Monografia Jurídica: Como se faz uma monografia, uma
dissertação, uma tese. São Paulo, Saraiva, 2009.

PACHECO JR., Waldemar; PEREIRA, Vera Lúcia do Valle; PEREIRA FILHO, Hippólito do
Vale. Pesquisa científica sem tropeços: abordagem sistêmica. São Paulo: Atlas, 2007.

PESCUMA, Derna; CASTILHO, Paulo F. de. Referências bibliográficas: um guia para


documentar suas pesquisas incluindo Internet, CD-Rom, multimeios. São Paulo: Olho d’água,
2008.

______. Trabalho acadêmico: o que é? Como fazer? um guia para suas apresentações. São
Paulo: Olho d’água, 2009.

______. Projeto de Pesquisa: o que é? Como fazer? um guia para sua elaboração. São Paulo:
Olho d’água, 2010.

PIMENTEL, Marcos Eduardo Costa. Normas da ABNT: Estrutura de Apresentação do


Trabalho. In: PCD Pesquisa, 2001. Disponível em: < http://www.pcdpesquisa.com.br >.
Acesso em: 25 jan. 2002.
33

REVISTA BONIJURIS. Curitiba: Instituto de Pesquisas Jurídicas Bonijuris. Ano XXIV, n.


584, jul. 2012.

RICHARDSON, Roberto J. et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 2ª
ed., 1989.

SÃO PAULO (Estado). Decreto n. 42.822, de 20 de Janeiro de 1998. Dispõe sobre a


desativação de unidades administrativas de órgãos da administração direta e das autarquias do
Estado e dá providências correlatas. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo,
v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.

SÃO PAULO (Estado). Lei n. 10.783, de 9 de março de 2001. Dispõe sobre o ensino religioso
na rede pública estadual de ensino fundamental. Jornal APASE, São Paulo, abr. 2001.
Suplemento especial de legislação, p. 13.

SÃO PAULO (Município). Decreto n. 39.318, de 18 de abril de 2000. Dispõe sobre a


realização da “Festa do Brasil 500 anos”. Lex: legislação do Estado de São Paulo e Município
de São Paulo, São Paulo, ano 64, p. 172, 2000.

SANTOS. Decreto n. 3.738, de 11 de junho de 2001. Dispõe sobre o funcionamento das


repartições públicas municipais na data que especifica. Diário Oficial de Santos, Santos, 12
jun. 2001. p. 8.

STENDHAL. O Vermelho e o Negro. Tradução de Souza Júnior e Casemiro Fernandes. Rio


de Janeiro: Globo, 1983.

SEVERINO, Antonio J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1996.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas. DEDALUS: banco


de dados bibliográficos da USP. São Paulo, 2006. Disponível em: < http://www.usp.br/sibi >.
Acesso em: 16 out. 2006.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas da USP. Diretrizes


para a apresentação de dissertações e teses da USP: documento eletrônico e impresso.
Parte I – ABNT. São Paulo, Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, 2009. Disponível em:
< http://www.usp.br/sibi >. Acesso em: 07 ago. 2011.
34

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

São documentos complementares, que não foram tratados no corpo da monografia,


mas que se acredita serem pertinentes à leitura, no sentido de reforçar os conteúdos
trabalhados e referenciados diretamente na monografia acadêmica de TCC.

ANEXOS

Caso existam, por exemplo, leis e matéria jurídica na íntegra; questionários, aos quais
se reporta no desenvolvimento textual e que seja importante das o acesso no todo.