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18/02/2017

 Máquinas elétricas são dispositivos capazes


de converter energia elétrica em energia
mecânica e vice-versa.

 Geradores: convertem energia mecânica em


elétrica.

 Motores: convertem energia elétrica em


mecânica.

Prof. Msc. Fábio Cruz

Tipos de Motores
 A indústria é responsável por cerca de 41% do
consumo de energia elétrica do país.

Motor de Indução

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Máquina Assíncrona Máquinas CA - Princípio de Funcionamento


 Campo magnético no interior de uma solenóide.

Também chamado densidade


de fluxo magnético.

A bússola tende a se alinhar à linha de indução na


tangencial, fazendo com que o pólo norte aponte para o
sentido do campo.
Unidade: Tesla (T)

Máquinas CA - Princípio de Funcionamento


Campo girante
I

 1 fase  campo magnético pulsante

Máquinas CA - Princípio de Funcionamento Máquinas CA - Princípio de Funcionamento

Campo girante – 3 fases

Temporalmente: sinusoidal

hS hT

hR

Espacialmente: pulsante
Htotal

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Máquinas CA - Princípio de Funcionamento Máquinas CA - Princípio de Funcionamento


Velocidade Síncrona
Campo girante – 3 fases

H
w

VELOCIDADE DE ROTAÇÃO DO CAMPO GIRANTE

Htotal
hS hT P: número de pólos
Htotal
hR
Htotal

Máquinas CA - Princípio de Funcionamento Máquinas CA - Princípio de Funcionamento


Fluxo Magnético Variação do Fluxo Magnético
 Definição: Grandeza que mede o Formas de variar o fluxo magnético:
número de linhas de indução que
1. Alterando a intensidade do campo magnético.
atravessam a área de uma espira
2. Variando a área
imersa num campo magnético. 3. Variando o ângulo entre o vetor densidade de campo e vetor área

 Matematicamente, temos:

Lei de Faraday: a variação do fluxo


magnético através de um circuito (1) (3)
gera uma f.e.m. induzida ( ).
Esta fem é responsável pelo
surgimento da corrente
induzida.

(2)

Máquinas CA - Princípio de Funcionamento Máquinas CA - Princípio de Funcionamento


Variação do Fluxo Magnético Variação do Fluxo Magnético
Lei de Lenz-Faraday:
A
A a “Sempre que uma bobina é atravessada por um fluxo magnético variável,

a gera-se uma f.e.m. induzida, que cria uma corrente induzida,


que tende a opor-se à causa que lhe deu origem”

L
B Rotação do corpo A (que cria o campo magnético)

f variável, que atravessa a bobina L [f = B.S.cosa c/ a variável]

df
f.e.m.i  0 femi   N
dt

Ii  0 - a bobine L, é um fio com as extremidades curto circuitadas

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Máquinas CA - Princípio de Funcionamento Máquinas CA - Princípio de Funcionamento


Força magnética em condutores Força magnética em condutores

A
a Indução de tensão na bobina do rotor

Corrente na bobina do rotor

Força magnética

Máquinas CA - Princípio de Funcionamento Máquinas CA - Princípio de Funcionamento


Escorregamento Escorregamento
Se wR  wS
wR

wS a não varia

wS f constante

wR
não existe femi nem Ii

?
wR = wS
wR < wS

Máquinas CA - Princípio de Funcionamento Máquinas CA - Princípio de Funcionamento


Escorregamento Escorregamento
(RPM)

Velocidade síncrona – ns
(campo girante)

Velocidade assíncrona – n
(rotor)

Diferença wR – wS ESCORREGAMENTO nS  n
Escorregamento: s
nS

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INVERSÃO DE FASES
+ Máquinas CA - Princípio de Funcionamento
Inversão de fases

(0º) (60º) (120º)

1) Determine o escorregamento de um motor


com velocidade nominal de 1720, 4 pólos e
60 Hz.

3) Um motor trifásico de indução de 6 pólos é


alimentado com tensão de 220V, 50 Hz e gira
a 950 rpm. Qual o seu escorregamento?

R.: nrotor = 1152 rpm.

1)s = 4,44%. 2)1710 rpm 3)

Máquinas CA - Potência e perdas Exercícios

1)Qual o rendimento de um motor que fornece 75kW no eixo e retira


Elétrica Mecânica

90kW da rede?

Fonte Estator Rotor

Pmec = wnTn

Perdas
Perdas Mecânicas
Perdas Joule (rotor)
Perdas ferro
Joule (estator) 3 RRI2R
3 RSI2S
1) 83%.

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Máquinas CA – Máquinas CA –
Características Torque-Velocidade Características Torque-Velocidade

Máquinas CA – Máquinas CA –
Características Torque-Velocidade Características Torque-Velocidade
Categoria N
- Conjugado de partida normal T T T
- Corrente de partida normal
- Pequeno valor de escorregamento
em regime permanente.

Categoria H n n n
- Conjugado de partida elevado Gruas, guinchos, guindastes, Moínhos de rolos, bombas de pistão, Ventiladores, misturadores, exaustores,
- Corrente de partida normal tapetes rolantes (carga cte) plainas, serras de madeira bombas centrífugas, compressores
- Pequeno valor de escorregamento
em regime permanente.

Categoria D
T
- Conjugado de partida elevado T T

- Corrente de partida normal


- Alto valor de escorregamento
em regime permanente.

n 1/8 1/4 1/2 3/4 n n

Volantes (binárioa carga  0)


Satisfação da variedade de binários de carga em motores de indução em gaiola Fresadoras, mandriladoras Forno rotativo

Máquinas CA
Partes do motor de indução

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Máquinas CA
Partes do motor de indução

A carcaça é a estrutura que tem a função de suporte do


conjunto (feito de ferro fundido, aço ou alumínio injetado) e
com aletas para refrigeração.

Máquinas CA
Máquinas CA
Partes do motor de indução
Partes do motor de indução
ENROLAMENTO DE ESTATOR
CARCAÇA

Máquinas CA Máquinas CA
Partes do motor de indução Partes do motor de indução
Rotor gaiola de esquilo
• Constituído de chapas de aço magnético com barras
condutoras espaçadas entre si.
• Construção simples.
• Mais robusto e de menor custo entre todos os motores de indução.
• Tipo mais utilizado.

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Máquinas CA Máquinas CA
Partes do motor de indução Partes do motor de indução

Rotor tipo bobinado  Núcleo de chapas


◦ Constituído por um núcleo ferromagnético laminado, que nas cavidades do
qual são colocados os enrolamentos alimentados pela rede de corrente
alternada trifásica.

Máquinas CA Máquinas CA
Partes do motor de indução Partes do motor de indução

 Estator : laminado e enrolamento

Máquinas CA Máquinas CA
Partes do motor de indução Partes do motor de indução

 Definição: Combinação de dois mais materiais isolantes


usados num equipamento elétrico.  Formado por um condutor de cobre
redondo ou retangular, isolado com a
 Composição: fio magnético, isolação de fundo de ranhura, aplicação de uma película termorígida
(esmalte), com fibras, ou ainda com
isolação de fechamento de ranhura, isolamento entre fases, papel.
verniz e/ou resina de impregnação, isolação do cabo de ligação,
isolação de solda.  Garantir boa isolação mecânica, térmica
e elétrica (elevada rigidez dielétrica) dos
 Qualquer componente que fios.
esteja em contato com a bobina
é considerado fazendo parte do
sistema de isolação.

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Máquinas CA Máquinas CA
Partes do motor de indução Grau de proteção - IP
IP - Internal Protection – NBR IEC 60529

 Motores que trabalham em ambientes


desfavoráveis ou mesmo agressivos devem
ser providos de um grau de proteção.

 A norma brasileira NBR 6146 define os vários


graus de proteção que os motores elétricos
podem apresentar, por meio das letras
características IP, seguida por dois
algarismos.

Máquinas CA Máquinas CA
Grau de proteção - IP Grau de proteção - IP
Grau de proteção contra penetração Grau de proteção contra penetração
de corpos sólidos estranhos e contato acidental. de água no interior do motor.

2o Algarismo
1o Algarismo
Algarismo Indicação
Algarismo Indicação
0 Sem proteção
0 Sem proteção
1 Pingos de água na vertical.
1 Corpos estranhos acima de 50mm
2 Pingos de água até a inclinação de 15o com a vertical.
2 Corpos estranhos acima de 12mm
3 Pingos de água até a inclinação de 60o com a vertical.
3 Corpos estranhos acima de 2,5mm 4 Respingos em todas as direções.
4 Corpos estranhos acima de 1,0mm 5 Jatos de água em todas as direções.
5 Proteção contra acúmulo de poeiras prejudiciais ao 6 Água de vagalhões.
motor. 7 Imersão temporária.
6 Totalmente protegido contra poeira. 8 Imersão permanente.

Máquinas CA
Placa de identificação