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A MISSAO PORTELA EO PIAUE Como Presiden’ "te do Senado, o Senador Petrénio Portela tem eum~ pridg a altnra,a missaoy de yoli~ ticamente repro~ FALTA CRIATIVIDADE S%o inumeros, osro-jetos, pa ra o desenvolvimento de Parna{ ba, e, 0 presonte momento o que se obseva é a fal ta dg triatividade do parnaibano em rela gao & sua cidade, ao for a falta de criativi-~ dade devo ser tte aR0 a falta de interesse em ver nossa terra cada vez mais bonita sua qualidade do representante pa Ta nossa terra no senado, sor& tem sido 2 altu- ra de sua potone cialidade com politico? Serd 6 exenplo do Mints sontar a opiniav noeeserenenes aa o.amada. Leia na pagina 4 o artigo - COM Go governo brasi, SO POF cutroe no PoRmMmind, ._ leiro entrando em eritondimentos com representan~ tes de classes ; polfticos c com Senador Po trénio Portela a | presentou alguma reivindicagao pa ra"o.ngsso estae do? (P&gina 3) UM GRUPO VIBRANTE . NOVAS IDEIAS RENAS - CEM . # A ALA JOVEM DO MOVIMENTO DEMOCRE TICO BRASILEIRO Inovar o desenvolver a cultura parnaiba- tia, & nossa meta, Leia na pagina 2, a Igreja, 2m re- Jase a0 Plant , © QUE BSTAMOS BUSCANDO? Que estanos buscando, qua~ se. todos nés? Que ¢ isso que cada un de nds deceja alcangar sobretudo neste mundo inguieto onde todos procuram alguma es= pécio de paz, alguna especie de fclicidade, um refdgio; ime ports som divida, averiguar 0 que tcntamos alcangar, o que tontauos dencohri. Provavelmente, ‘a maioria dos homens ,est& em busca de : eiguat onpécte ae folicddnte, alguun PAULO BROSSARD e o MDB APATIA UNIVERSITARIA espécie de paz, nun _ : dors , ; mundo atorgentado Qrose- rd senadors um pats de mogos,, 9 por agitagses. ‘o Brasil fe universidads mostro-se apétii fas, conpetigtessia ANO I.-'= -JANEIRO/1978 0 = no 2 4 siléncio pare ouvi-lo". Esse foi um dos slogans da campanha eleitoral do senador Paulo. Brosserd de Souza Pinto, om 24, Em uma das reunio es do Diretério Nacio nel do MDB, ‘em 35 minu tos, sem receber .um so apatte © apleudido ‘19 vozes, Brossard teve um pegel importante na deciséo oposicionista, de votar contra o pro~ jeto de Reforma do Ju diciério enviado 20 Congregso ,pelo Governo Noo 60 caso. de dizer, que ndo Fosse o discurso de Srossard,o decisdo do Diretério Nacional do.408 teria sido outro. Antes de Brossard, outros depu- tados @ sonodores | jé havior falado contra’a -teforma-e-0 principal defensor — continua’ = ca quanto aos destinos polf- ticos nacionais. Uma posqui~ sa realizada junto & populo~ go universitario fluminense demonstra que a politica, quando chege aos usudrios de bancos universitérios, tem procedencia nem sompre legi~ tima, ou apresento-se desfo~ cada, porque as mogos nao estao, infelizmente, locali- zados onde deve ser desenvol vidg o maior trabalho de for, magao polftica. Com isso, po dg-s0 admitir que num futuro nBo muito distante viveremos a realidade de um pafs cuja populagdo so nutra de desin~ teresse, com a mingria do formagao universitdris - a que deverio liderar ~ cyrta- minada pelo! descaso politico @, om conscquencia, sujeita, aos radicalismos que costu- mam formar o bolo dos desa- certos institucionais, [Continuagio na pégina 2 | ta, deseja un refh= a gid, onde encontre un pouco de paz.Pay So Ser isso, 0 ‘que. quase todos nés. de- sejanos, B assin,on penhano-nos na 1r0~ cura, passamos de: un guia para outro, de un instrutor pa= ra outro. Ora ben esta~ mos procurando a f@ licidade ou estanos: buscando alguna es= pécié de satisfacao da qual esperanoa 6 pez a felicidadé? H& diferenga entre, felicidade e satis- fagao. Pode-se pro=. curar a felicidade?: Talvez-se possa-: char a satisfagio.',.” nas por certo, nao : Se pode achar a fee) (sim lciaado. Continyay. ngs 2 a pagina 6. GRUPO Ti ~ NOLS IDEILS . 2 to, a0 oxtrotio ao hedaticnto. Que de A LA JOVEM ES8U JORNAZ™~ INovagu vodé passar. Fica dos dois tonpos, una oy . diivida quanto A-lidorangn politica © rah ¥.d. Rivcire cmpresarial do-pais, que davorian‘es- 5 1 “tar sendo fonentadad “na: Universidade s 2 4 ts 'dade da Ma Joven go) mao quo, infeliznente, estao acndo ret. sa ua plano inferior aos progra S participar de todas as MAS cscolares, Isao ¢ lastindvel para atividades politicaé brasilviras pring jun pais de naloria jéven.+ sonte cm nosso municLplo. Ha docnga sokial que atingiu a Sabenos quo a politica nos todos, ressalta poréa, a falta de us trdz conhecinontos proveitosos v uteis, Papgl dofinido para a univorsidade Bla ‘Koo obsorvinos’,“quc a polities Osta isoladas ake sac parte'do"un pro= Munielotonag Chit: SO existe cu'nosgo Jeto nacional, nutraadoone a, pronis~ unictpio de dois "ct '¢ois anos, cm Gpo- “eas falsas ane aelas a da nassiftica— cas cloitorais, ou soja, no nduento da $0 ~ como se padesse x: pola bulsiplica Movinonte: De. tico Brasileiro é o~, leg var ojoven a p escolha Co ‘candidatoss cnquante cle ‘de $20; solucionar os problenas b: ilei- Verda pormnccer ativa, viva o pornandy Dos. Até as gscolas tradicionais, — de te, pois cntendonos que vla ¢ a solugap qualidade reGanhegida ‘Thtorndcionainen para tudo, ” Fu 020.8 de Minasds Ouro Proto, don Sabonos quo Parmita & una, ei~ virtuan-so na burocratizagio, pordendo gage rolativan nte grande, isto gy bum -® hocgo “aa fF: idade con que, no pa tre as cidades de nivol to ¢ nés nos Sado, ajudaran a fornar quacros técni~ Froocupaxos con x Situagao do joven do €08-¢'polsticos para o.pais nonentod para’gue cle nao Siqus nuns o= ara ingressar nq univorsidade, Closidage procurando ce catregar aos 0m go deve fer’ prova’ de naidridade t6xicos o a outros vicios quo searretca Civil, B pi: ito ua brasileiro civ dopregoes norais'o dutolectuis, proju- monte “formers ¢ por isso responsdvel , Gdeando:a 9g, 00 prgxitio o transfornan~ diante das ois. Recobo, polo paterna~ do‘o conportaaento octal ia Miso, us tratanento serelhante ao REC de, . a §onizado. para os silvicolas, polo qual Escolncuos 0 KDB por que deve ser presorvado até do ifniuio’ ae eu paralelo aos nossos ic Contaninggao co: o mundo oxterior, 0 esses que sha o het o focal, op \crro cstd'cn que, concluide o curso, so dircitos do we: a cultura de {PA convocado a participzar h vida ate ba, ita. E pelo que & peseuisa do Jornal a — Brasil nostra, nfo saberd ‘cono agin APAIEA HwEvEisrmaRtA Artigo Gonteasado do, JB co 49.16.1976, = continaagho = apesar da data deste artigo, clesrelae ta-sobre o nox nto dou: iiversitaério brasileiro, nesiio © de 1977. 4 pesqu: $2, basvada’on pergun tas ‘sobre as cleigses sunicipais, dos ee Honstra que «a fonilia, coi0 2 conhoce- ; hos tragicionalnente ‘continua a ser a HOMEHS DO BRLSTL Pega fundamental da’ sociednde brasilod— . Toe eeNSHCs PodeXce prover que A ‘Gorone} 4ntonio Brasiio Dias slor doonga nao ustcja na universidade . tenha origen mn Coénce hered téria, José Bonifacio (a Deputado) ialmnte perniciosa, A: Wat. Goverandor Dircou “Mesdo’s Adéovonde VYotar por influcned nao cs ten interesce por Sos ou. Goveruador Moura Cavalcante econdiuicos, Aponas a resol~ . vou anular o voto ter: dit por atu alizaco politica, ongursite o: 808, una cspécic sintoresso far magao da unive: Govemnador iunes Preiro’”.”, Osc Governador Garcia Noto Houve un vc da universidade ora fe vor propésitos politicos nocquinhos, Esse tempo parson. Chegou-se no entane 1 Inovagno f.Ne 2 Parnattn (PE) janciro 1978 -2 Amidon runseie 2 Ur LaUL Roginaldo “orroira Costa Se os entendims:tos forcm erctizados © algo se trasforme na pol tiea bresilcira, ostaré : ssoquredo o cosso da Nissdo Portola, nissio reconhr eida o loqitines plo Prasidante Grtsn) Que visa oO unt rifaunto ites qovurno oo as principnis classes brevilniee Lignmos 0 raviio: Patrénio com Ulisses Guimaraes, om Orasilia. Lignuos a tolovisio: PetrSnio com Faoro, no Rio do Janeiro, Lemos no Jornal pfiginns in- teirns informando sobra os entondimntos @ como oser:vou José Honédrie Aodriqu no Jornal “do Brasi: cria histérico quo um bresiiniro Filho da Lomo bresilsiro Filho do mis pabro Estado brasil:iro oncarnassom esses forgas vor- dadeireminto naciunris divolvendo ao Bra sil brasileiros': f& caprranga ro © no futuro dé Brasil". cor no: rie As viagons foram inumerns © os ontondimantos progrodiam om importancia, a portir da divulgee%e pela impronsn, so bre as ctividades do noses uriturr“no sonador. Com Prosidents do Sennda, 0 nador Potrénio Portela tnm dxixarta sit foitos 0 Prosidente Gc toridades brnsileiras, sel e outras ma senndor roprasintonts: do Estrdo mais pobre da Fodrrogie suré 1) prevaluccu 0 anor torra, = rospa: 25 98 sous oleitorns, que pernitiram hogar onde chinou? Wés do Pinuf bem duverfams sor essencial, pelo manos, um pouro mais 1 bradc por quom jamais doveri nos asauo= ocr. Comindando no Picul, 08 Tie cantus da UDN nde antigos pu que suguiram a oriantande do sou 9 ox-Govern.dor Pedro Freitas, o Senador Potrénie Portela - ease necassits de vo tos - tord problemas a anfronter com os scus elottores (esquscides) doste Estado Os excmplos do iinistro ficis Ve 1ozo 0 do oneGonorasilc: Alhorto Silva sdo diffceis de surom soguidos nm dfesn do Piauf; da nossa gontn inaanun os: pre espurangosa no cumprimento de prat eas quando 0 corte 6 que d-magonias sc cumpren, apenas rovolta, sufece, opri, mo. Continua 80 lado. INOVAGZO istas roo = 4ANO.I - no 2 JANEIRO 1978 - 6 3,00 FUND/DORES__ Rivoiro oe Costa REDATORES Reginaldo Ferreira da Costa Francisco José Ribeiro 7 CORRESPONDENTES 1 FORTALEZA: ‘Maria ‘de Fétina Oliveira TERESINA: José da Cruz Rocha RECIFE; Vitéria Izaura SKO LUIZ: Paulo cézar ! CIMPINA GRONDE . PB; Hélio Lenos | RIO DE JLNEIRO: Adalborto Portela } COELBO®. 1: COM ESTA EDIGEO: Reginrldo £. Lama Francisco José Jorffsdn Ramos Vicenti: Vieentine Olavo AYF. Ana Alico Francisco Jurity Silva de Carvalho 4s iltinas declaragdes do Ministro Velo z0 80 un acdativo para piauionses inse rures quanto sou desejo de dcsonvolver, todificar 0 colo piawiensc. | Entre os. sonadores quo n&o_apro- suataras projotos ou reivindicagécs pa- ra suas dreas, consta o none do Sonador Potrdnio Portela deixando-nos a rospos- ta do por que o Piaus ser o Estado nais apdtico do Brasil. t& claro ser o nosso scnador,un dos representantes, on nivel federal, do Estado sofrido ¢ cala:itoso que 6’ o Piauf, poréi, enquanto 14 do alto algu= ns lutan, & justo, & aceitdvel o esque~ einonto co quo: nais deveria nos cnvai~ decor? nio doixa tuas esporan HO espago; como tempo, ara ficar - nao pernoitar o no anankhecor, fugir... Pornaiba (PI) janeiro 1978 para 3