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Suno Dividendos

Acompanhamento - WIZS3 / UNIP6 /


BBSE3 / IRBR3

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Encerrado o período de divulgação de resultados das empresas referentes a 2017,


no relatório desta semana, faremos um review, do ano de 2017, de algumas das
empresas presentes na nossa carteira de dividendos, tanto em termos de
rentabilidade das ações, quanto do desempenho operacional das empresas,
comentando como foi, de forma resumida, o ano de 2017 e nossas expectativas para
este ano.

Na semana que vem, abordaremos outras empresas presentes em nossa carteira de


dividendos.

De uma maneira geral, vimos bons resultados nas empresas recomendadas ao longo
de 2017, mesmo com algumas empresas apresentando números um pouco mais
fracos, como a Tietê e a Taesa, que entregaram números mais fracos por conta do
cenário hidrológico e por conta da deflação do IGP-M, respectivamente, ou a
Multiplus e BB Seguridade, que foram impactadas pela grande queda de juros.

Porém, nem o operacional dessas empresas e nem a saúde financeira das mesmas
se deteriorou, e esses resultados mais fracos foram guiados, basicamente, por
fatores pontuais, e não estruturais, o que não nos preocupa, e na verdade, geram
grandes oportunidades.

O investidor deve sempre se focar num prazo maior e numa base de resultados
maiores para fazer uma avaliação, deixando de lado resultados isolados de um ou
outro trimestre, ou mesmo de um ano ou outro, que podem sempre ser impactados
por sazonalidades ou pontualidades.

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12 de abril de 2018

Se olharmos os resultados da Multiplus, por exemplo, que foram mais fracos este
ano, o investidor pode ter a impressão de que a empresa não cresce e está
estagnada.

Porém, olhando para os resultados desde 2010, percebe-se que a empresa cresceu
muito, e cresceu pagando muitos dividendos e com alta rentabilidade, o que
demonstra que uma análise de curto prazo pode gerar uma falsa impressão.

As empresas, além das cotações das ações, também não crescem em “linha reta”, e é
absolutamente normal que, em algum momento ou ano, algumas companhias
apresentem resultados mais fracos. Algumas de nossas empresas estão nesses
momentos.

Acreditamos, por outro lado, que as empresas de nossas carteiras, mesmo tendo um
perfil mais focado em dividendos, têm tudo para voltar a crescer nos próximos anos,
entregando dividendos maiores e também se valorizando.

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12 de abril de 2018

Cabe ao investidor aproveitar as oportunidades criadas pelo momento atual para


elevar sua participação em boas empresas, para quando o mercado modificar suas
expectativas em relação a elas e melhores resultados retornarem. Assim, o
investidor estará pronto para colher os frutos de sua paciência.

Wiz S.A - WIZS3

A Wiz é um exemplo de empresa que enfrenta um cenário de expectativas ruins,


guiadas pelas incertezas geradas pela questão da continuidade da empresa frente
aos produtos do Balcão Caixa, mas que, ao mesmo tempo, apresenta muita saúde
operacional.

Apesar de termos alertado desses riscos em relação ao contrato da empresa com a


Caixa, ou seja, sempre estivemos cientes do mesmo, não esperávamos que essa
situação viria à tona tão rapidamente.

Por conta do cenário de incertezas, desde a nossa recomendação de compra para os


papéis da Wiz, em 06/02/2017, as ações, que já estiveram no topo de valorização até
meados do segundo semestre do ano passado, acumulam hoje um retorno negativo
de mais de 15%.

Por outro lado, operacionalmente, a empresa, conforme o esperado, teve um ano


muito bom em 2017, com crescimento em inúmeras linhas operacionais,
especialmente nas receitas de bancassurance, que se refletiu em uma expansão de
Ebitda de 27,7%, com a manutenção de uma margem Ebitda bastante alta, e um
lucro líquido que cresceu mais de 10%.

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12 de abril de 2018

Como os produtos de seguro da


Caixa ainda são bastante
subpenetrados dentro da base de
clientes e correntistas, a Wiz acaba
tendo uma performance acima da
média do seu segmento, mantendo
u m c re s c i m e n t o o p e ra c i o n a l
robusto, mesmo em um ano ainda
relativamente fraco
economicamente.

Podemos ver, por exemplo, como o desempenho dos produtos de seguros da Caixa
foi muito melhor nos últimos anos do que o de outros players, com um crescimento
de quase 21% ao ano, de 2012 a 2017.

O temor do mercado da Wiz perder a sua posição atual na exploração dos produtos
Caixa até faz sentido, dado o potencial e a resiliência dessa operação, por outro lado,
avaliamos como exagerado e precipitado, já que ainda não há nada decidido, e, por
enquanto, tudo está mantido como já era.

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12 de abril de 2018

Não há dúvidas de que muitos outros players estão interessados na exploração dos
produtos no Balcão Caixa, e a Caixa, se aproveitando da competitividade de seus
produtos e da sua condição, resolveu buscar ofertas mais “generosas” de outros
players no mercado, já visando o vencimento do contrato com a CNP (Caixa
Seguridade) em 2021.

A Caixa havia decidido “fatiar” seu segmento de seguros, permitindo que outros
players, além da CNP, oferecessem valores mais expressivos pelos seus produtos,
especialmente o seguro habitacional, que é bastante atrativo, além do rural e
patrimonial.

Para os demais produtos, como Vida, Prestamista, entre outros, a Caixa chegou a um
acordo com a CNP, e decidiu formatar uma joint venture para a exploração desses
produtos.

Para trazer ainda mais temor e ansiedade aos investidores, a Caixa enviou um
comunicado ao mercado e à Wiz afirmando que, em seu entendimento, a Wiz não
teria direito à condição de explorar exclusivamente essa base de produtos na nova
jv. Como consequência, as ações caíram fortemente.

No entanto, recentemente, ao final de março, a Wiz divulgou um comunicado ao


mercado , no qual demonstra ter iniciado negociações com a Caixa Seguridade e a
CNP, com o objetivo de estabelecer as condições de sua atuação dentro da eventual
nova Joint Venture.

Essa decisão se deu, principalmente, por conta da CVM, que havia sido acionada e
emitiu parecer favorável em favor de acionistas minoritários da Wiz, argumentando
que uma nova joint venture entre Caixa Seguros e a francesa CNP, deixando a Wiz de
lado, seria um abuso de poder por parte do controlador, e, portanto, as empresas
teriam que levar a corretora junto.

O comunicado também deixou evidente uma possibilidade da Wiz ser mantida na


corretagem até mesmo de outros produtos de seguro não incluídos na JV, como
habitacional, patrimonial e rural, por exemplo, o que seria muito positivo.

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12 de abril de 2018

Nós continuamos acreditando que o desfecho dessa situação será positivo para a
Wiz, e as vantagens competitivas da empresa, como a grande expertise e a eficiência
de sua operação, devem manter a Wiz numa situação de vantagem, inclusive pelo
fato de que a Wiz poderá eventual negociar taxas de comissionamento menores,
sem ter sua rentabilidade muito afetada.

O fato do segmento de seguros da Caixa ter um grande potencial mais do que


compensaria eventuais reduções de comissionamentos, o que continuaria sendo
bastante positivo para a empresa.

Ademais, a aquisição da Finanseg, que teve uma performance muito forte no ano
passado e que já está elevando a sua representatividade nas receitas da empresa,
aliada também à criação da plataforma Zim, um aplicativo que nasceu para conectar
o cliente final aos corretores, se mostrando um serviço disruptivo e inovador, são
estratégias que devem continuar entregando crescimento aos acionistas, mesmo em
uma eventual redução de receitas de corretagem dos produtos Caixa.

Enquanto toda essa situação não chega ao fim, os investidores devem continuar
recebendo ótimos dividendos, e, nos preços atuais, a Wiz deve pagar um dividend
yield em torno de 10% para 2018.

Continuamos recomendando as ações da Wiz até o preço teto, com uma


participação de até 10% na carteira.

Unipar Carbocloro S.A - UNIP6

Assim como fatores pontuais e fora de controle geram efeitos negativos sobre
algumas empresas em alguns momentos, como geraram, por exemplo, em Wiz,
Multiplus, Taesa, BB Seguridade e Tietê, no caso da Unipar, eventos pontuais e fora
do controle geraram efeitos positivos.

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12 de abril de 2018

A Unipar, basicamente, foi bastante beneficiada pelos efeitos do furacão Harvey no


segundo semestre do ano passado nos Estados Unidos, que levaram à paralização
das operações na maioria das plantas de soda locais, além de que o furacão também
prejudicou o abastecimento local, como consequência aos danos ocorridos em
estradas.

Assim, com uma oferta mais restrita, ocorreu um movimento de elevação expressivo
no preço médio da soda neste período, o que foi um fator totalmente pontual e que
não prevíamos que iria acontecer, mas que gerou efeitos muito positivos nos
resultados da Unipar em 2017, visto que a empresa teve ganhos de margens e um
faturamento muito forte.

Apesar desses eventos terem beneficiado a Unipar, é importante lembrar que não
trabalhamos com expectativas de preços muito elevados da soda para o longo prazo,
e avaliamos que os preços devem retornar a patamares mais próximos às médias
nos próximos anos.

Isso não tira, no entanto, a atratividade da empresa e nem sua capacidade de operar
com margens interessantes, visto que entregou, em 2017, uma margem bruta de
51% na controladora.

Além disso, os resultados da aquisição da Indupa têm nos surpreendido


positivamente, com ganhos de eficiência, produtividade e capturas de sinergias, o
que tem colocado a empresa em um novo patamar operacional.

Operacionalmente muito bem, beneficiada também por fatores pontuais, o que é


importante destacar, não é à toa que a Unipar foi a campeã de valorização desde
que recomendamos as ações, no início de 2017, tendo entregue um retorno
extremamente elevado, além de um grande pagamento de dividendos no segundo
semestre do ano passado.

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12 de abril de 2018

Depois de tanta valorização, alguns de nossos assinantes têm nos perguntado se


seria um bom momento para liquidar as ações da Unipar e concentrar em outras
oportunidades, e nós entendemos que não.

Apesar da grande valorização das ações da empresa realmente reduzir de forma


expressiva a margem de segurança, nós avaliamos que os papéis ainda não estejam
caros, aliás, longe disso.

O EV/Ebitda esperado para 2018, por exemplo, está em torno de 4,5 vezes, patamar
ainda descontado.

Então, o investidor deve comprar mais? Como já falamos em relatórios anteriores,


estamos avaliando a possibilidade, sim, de elevar o preço teto de Unipar, porém,
após uma valorização tão expressiva, guiada também por fatores pontuais, é
provável que as cotações sofram algum reajuste negativo mais expressivo nas
próximas semanas ou meses, e caso esse movimento, de fato, ocorra, possivelmente
ampliaremos o teto.

Obviamente que os nossos assinantes serão informados através de nossos


relatórios a respeito de uma eventual elevação de teto.

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12 de abril de 2018

De qualquer forma, esperamos que 2018 seja um outro ano bastante positivo para a
Unipar, e a empresa deve continuar com uma robusta geração de caixa e pagando
bons dividendos. Obviamente, não tanto quanto no ano passado, em que a empresa
utilizou suas reservas de lucros e foi algo totalmente não recorrente. Mas deve, sim,
pagar dividendos atrativos.

Um outro fator positivo que vemos para os próximos anos se refere ao PVC, que hoje
representa cerca de 50% da receita líquida no consolidado e tem uma grande
representatividade nos resultados da empresa.

Apesar dos preços em queda, verificados ao final de 2017, a tendência é positiva


para os próximos anos, com a expectativa de spreads já em 2018 e nos próximos
anos, em patamares bem superiores ao de 2017, tendo em vista que a demanda
deve exceder as adições de capacidade, e o mercado consumidor deve voltar a se
reaquecer.

Por fim, devemos lembrar que no próximo dia 18 de abril será realizada uma
assembléia geral ordinária, onde será deliberada proposta de pagamento de
dividendos referentes a 2017, e a empresa pretende destinar R$ 91.110.459,36 em
dividendos, o equivalente a R$ 1,16 por PNB (UNIP6). Esse dividendo perfaz um yield
de 4,20% nos preços atuais, o que já é atrativo.

Com a tendência de desalavancagem da empresa ao longo deste ano e dos


próximos, por conta de sua forte geração de caixa, além do alívio no resultado
financeiro ocasionado pela queda na taxa de juros, vemos possibilidade de 2019 ser
um ano ainda melhor em termos de dividendos, com uma tendência de aumento de
payout para os próximos anos.

BB Seguridade S.A - BBSE3

Em relação à BB Seguridade, a mesma teve um ano relativamente desafiador, e


tanto a recuperação da indústria de seguros quanto a questão da queda de juros
foram piores do que a empresa inicialmente imaginava e do que nós projetamos
também.

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12 de abril de 2018

Por conta disso, a companhia encerrou o ano de 2017 com números abaixo do seu
potencial, com um lucro líquido de R$ 3,9 bi, uma queda de 4,8% em relação ao
resultado de 2016.

Assim como a Multiplus, a BB Seguridade foi impactada, principalmente, pela


redução dos resultados decorrentes de juros, por conta da queda da Selic, como
bem comentamos em relatórios passados.

O resultado não decorrente de juros, em 2017, também ficou abaixo do esperado,


guiado por um desempenho mais fraco em SH1, SH2 e BrasilCap, principalmente, o
que não foi capaz de compensar a queda dos juros, o que se traduziu em um
resultado líquido menor, abaixo do guidance inicialmente divulgado pela empresa.

Para 2018, a estimativa é de que o segmento de seguros apresente uma maior


recuperação, e que suas operações compensem de forma mais relevante a
continuidade da queda da taxa de juros, levando a empresa a um resultado que
deve ficar levemente acima de 2017, com melhores desempenhos em SH1 e SH2,
frutos de maiores esforços comerciais, além de números fortes na previdência e na
BB Corretora.

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12 de abril de 2018

Vemos boas perspectivas também no segmento de previdência, que deve continuar


a ganhar cada vez mais representatividade nos resultados da empresa, se
beneficiando do segmento bastante subpenetrado, da maior longevidade da
população e da maior consciência financeira.

Estamos sempre focados no longo prazo e avaliamos que o segmento de previdência


deve continuar se expandindo de forma acelerada nos próximos anos, também
puxando os resultados da BB Seguridade para o alto.

Como podemos notar abaixo, mesmo dentro de um cenário de forte recessão e


adversidade econômica, o segmento de previdência brasileiro seguiu muito forte,
com uma evolução anual, dos ativos sob gestão, de 20% ao ano, e um crescimento
das contribuições de mais de 13% ao ano.

Em linhas gerais, vemos um cenário de recuperação dos resultados operacionais não


decorrentes de juros mais do que compensando a queda do resultado financeiro em
2018, mas com resultados ainda relativamente pressionados.

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Suno Dividendos
12 de abril de 2018

Já a partir de 2019, esperamos a volta de um ciclo de crescimento mais robusto da


empresa, com os juros não mais sendo um fator negativo e com a indústria de
seguros em maior recuperação.

Projetamos para BB Seguridade um dividend yield de cerca de 6% para os preços


atuais ao longo deste ano e de 2019 em diante, em um novo ciclo de crescimento,
estimamos que os dividendos voltarão a crescer junto dos lucros da companhia.

Vemos, então, um bom momento para comprar as ações da BB Seguridade


enquanto o mercado ignora suas grandes perspectivas futuras e o enorme potencial
dos seus segmentos de atuação.

IRB Brasil RE - IRBR3

O IRB foi um dos destaques de desempenho, desde o início, de nossa carteira, e,


confirmando nossas expectativas positivas, a empresa de resseguros entregou uma
boa sequência de resultados positivos, se beneficiando de um segmento
subpenetrado e também da expansão de suas operações internacionais, que estão
crescendo de forma acelerada.

Pode-se ver, abaixo, o excelente desempenho das ações da empresa desde o


lançamento do seu IPO, quando também fizemos um relatório.

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Suno Dividendos
12 de abril de 2018

Com ganhos de eficiência e uma boa gestão das despesas administrativas,


crescimento nos resultados de subscrição, o que vem possibilitando ao IRB mais do
que compensar a queda de juros, o IRB vem sendo um exemplo de desempenho
operacional, tendo entregue também um ROAE (Retorno Sobre PL médio) de quase
27% em 2017, e recentemente, pagou bons dividendos aos seus acionistas.

O Turnaround do IRB se mostrou bastante bem-sucedido, desde sua desestatização,


e os esforços da gestão em elevar a rentabilidade da empresa têm nos agradado
bastante.

Nesta semana, inclusive, o IRB informou que assinou um contrato de compra e


venda de ações com uma empresa afiliada ao Quest Group Holdings para vender a
totalidade de suas ações detidas, indiretamente, na United Americas Insurance
Company, empresa subsidiária da IRB Internacional Corporation.

Essa transação tem valor aproximado de US$ 5,3 milhões, ou cerca de R$ 17,9 mi,
sendo esse o montante aproximado pelo qual este ativo encontra-se contabilizado
no balanço de sua controladora indireta.

Essa venda faz bastante sentido, tendo em vista que, desde 1984, a empresa
suspendeu a subscrição de novos riscos, não gerando mais receitas e se dedicando
exclusivamente à administração da carteira 'run-off' (onde o ressegurador é
responsável por todos os riscos) ,com as despesas administrativas da UAIC sendo
integralmente subsidiadas pela sua controladora indireta, o IRB Brasil RE.

Contentes com os resultados obtidos até aqui, e o perfil de forte geração de caixa e
baixa necessidade de capex da empresa, do qual gostamos bastante, e prevendo a
continuidade de crescimento para os próximos anos, estamos analisando e
estudando a possibilidade de elevarmos o preço teto da empresa.

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Suno Dividendos
12 de abril de 2018

Caso tenhamos novidades neste sentido, informaremos aos assinantes nas próximas
semanas.

Por hora, seguimos recomendando as ações do IRB até o preço teto atual, de R$
30,00.

Felipe Tadewald Tiago Reis


VP Pesquisas em Renda Variável
Analista CNPI

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Carteiras recomendadas Suno Dividendos
12 de abril de 2018

Carteira de Dividendos

Ativo Inicio Participação Preço atual DY Esperado Preço teto Preço de entrada** Desempenho

WIZS3 06/02/2017 10,0% R$10,99 10,0% R$15,50 R$13,47 -18%

ENBR3 06/02/2017 10,0% R$13,58 4,4% R$14,50 R$14,20 -4%

MPLU3 06/02/2017 10,0% R$29,40 10,4% R$42,00 R$33,78 -13%

TAEE11 06/02/2017 10,0% R$20,86 9,1% R$23,00 R$20,52 2%

UNIP6 06/02/2017 15,0% R$28,15 1,4% R$17,00 R$4,86 479%

BBSE3 30/03/2017 10,0% R$28,12 5,7% R$30,00 R$27,10 4%

ITSA4 18/05/2017 10,0% R$13,41 4,5% R$10,00 R$8,52 57%

TIET11 18/05/2017 5,0% R$11,94 8,0% R$14,50 R$11,15 7%

IRBR3 07/08/2017 5,0% R$42,51 5,1% R$30,00 R$28,06 51%

ABCB4 09/11/2017 5,0% R$18,27 6,0% R$18,00 R$16,29 12%

TUPY3 08/02/2018 5,0% R$17,58 6,0% R$19,00 R$17,32 2%

Renda Fixa - 5,0% - - - -

Recomendações encerradas*

Ativo Inicio Preço de entrada** Final Preço de saída Desempenho

EZTC3 01/06/2017 R$ 17,82 07/09/2017 R$23,20 30,2%

Considerando a atual situação do mercado, recomendamos a todos os nossos assinantes que mantenham uma porcentagem do seu patrimônio destinado a ações de
dividendos em renda fixa. De preferência em um Fundo DI de alta líquidez e baixa taxa de administração.

**Preço de entrada: valor ajustado para proventos


Glossário

Lucro IFRS: Lucro ajustado conforme normas da IASB para uniformização entre diferentes
normais contábeis entre os países.

IGPM: índice geral de preços ao mercado

RAP: A Receita Anual Permitida (RAP) é a remuneração que as transmissoras recebem pela
prestação o serviço público de transmissão aos usuários. Paras as transmissoras que foram
licitadas, a RAP é obtida como resultado do próprio leilão de transmissão e é pago às
transmissoras a partir da entrada em operação comercial de suas instalações, com revisão a
cada quatro ou cinco anos, nos termos dos contratos de concessão.

EBITDA: Ebitda é a sigla em inglês para earnings before interest, taxes, depreciation and
amortization, que traduzido literalmente para o português significa: "Lucros antes de juros,
impostos, depreciação e amortização

CDI: Certificado de deposito interbancário

ROE: ROE é o acrônimo de Return On Equity (em português: Retorno sobre o Patrimônio).

Clientes PF: Clientes Pessoas Física

Índice combinado: P usado em seguradoras, proveniente da soma dos índices de


sinistralidade e índice de despesas.

Underwriting: O termo descreve as operações financeiras nas quais os bancos


intermedeiam o lançamento e distribuição de ações ou títulos de renda fixa para negociação
no mercado de capitais.

Float: Recursos transitoriamente mantidos ou depositados em bancos.

Capex: Designa o montante de dinheiro despendido na aquisição (ou introdução de


melhorias) de bens de capital de uma determinada empresa.

P/L: Relação entre o preço de uma ação e o lucro por ação nos últimos 12 meses
DISCLOSURE

As informações constantes deste material podem auxiliar o investidor em suas decisões de


investimento, porém o investidor será responsável, de forma exclusiva, pela verificação da
conveniência e oportunidade da movimentação de sua carteira de investimentos e pela
tomada de decisão quanto à efetivação de operações de compra e ou venda de títulos e ou
valores mobiliários.

Este material apresenta informações para diversos perfis de investimento e o investidor


deverá verificar e atentar para as informações próprias ao seu perfil de investimento, uma
vez que as informações constantes deste material não são adequadas para todos os
investidores. Quaisquer projeções de risco ou retorno potenciais são meramente ilustrativas
e não são e não devem ser interpretadas pelo investidor como previsão de eventos futuros
e ou garantia de resultados.

Além disso, não garantimos a exatidão das informações aqui contidas e recomendamos ao
investidor que não utilize este relatório com única fonte para embasar suas decisões de
investimento. Os investimentos realizados pelo investidor para sua carteira estão sujeitos a
diversos riscos inerentes aos mercados e aos ativos integrantes da carteira, incluindo, sem
limitação, risco de mercado, risco de crédito, risco de liquidez, risco cambial, risco de
concentração, risco de perda do capital investido e de disponibilização de recursos
adicionais, entre outros.

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17º da Instrução CVM nº 483/10, que as recomendações do relatório de análise refletem
única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e foram elaboradas de forma
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