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Plano Financeiro

Plano Financeiro
● O sucesso de um empreendimento depende
muito da capacidade de se administrar
financeiramente o negócio.

● O acompanhamento sistemático das finanças é o


que permite a tomada de decisões acertadas.
Plano Financeiro
• Ajuda a avaliar a viabilidade do negócio e
probabilidade de sucesso/lucros.

• Reflete em números tudo o que foi escrito nas


demais seções do PN.

• Preocupa-se com dois aspectos importantes:


Plano Financeiro
1. Investimentos
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1. Investimentos
★ Qual o investimento necessário para viabilizar o
negócio?

★ Relação de toda a infra-estrutura necessária para a


execução das atividades da empresa.

★ Três partes:
– Despesas pré-operacionais.
– Investimentos fixos.
– Investimentos iniciais de capital de giro

.
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➔Despesas Pré-Operacionais
❖ Gastos que o empreendedor efetua antes da
empresa começar a funcionar.
- Registro da empresa, registro da marca no INPI.
- Honorários de terceiros: publicitários
(desenvolvimento de marca, etc.), eventuais
consultores especializados, advogados (para a
elaboração do contrato social da empresa), etc.)

❖ Gastos com pesquisa de mercado : questionários,


telefonemas, viagens (mesmo que com carro
próprio), etc.
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➔Investimento: Despesas Pré-Operacionais
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➔Investimentos Fixos
❖ São os gastos com aquisição e instalação de
máquinas e equipamentos, obras e reformas,
móveis e utensílios, veículos, centrais telefônicas,
aparelhos eletrônicos, de informática, imóveis,
salas, casas, lotes, galpões.

❖ Constituem o patrimônio da empresa e podem ser


vendidos e convertidos em dinheiro.

.
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➔Investimento Fixos
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➔Investimentos Iniciais de Capital de
Giro
❖ São os gastos operacionais necessários para iniciar as
atividades da empresa, colocá-la em funcionamento.

❖ Serão posteriormente cobertos pelas receitas, mas,


no início, têm que ser bancados pelo empreendedor.

❖ Referem-se a aluguel do imóvel, pró-labore (que é a


remuneração do empreendedor), salários e encargos,
aluguel de telefone, depreciações, luz, honorários do
contador, materiais de limpeza etc.
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➔Investimentos Iniciais de Capital de Giro
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2. Fonte de Financiamento
❖ Recursos próprios ou de terceiros?
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2. Fontes de Financiamento

❖ Bancos de fomento
❖ Bancos comerciais
❖ Recursos de
subvenção
❖ Investidores (angel,
seed, venture capital)
❖ Sócios
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2. Fonte de Financiamento

❖ O financiamento é uma operação por meio da qual a


empresa obtém recursos financeiros de terceiros
para o capital de giro ou para os ativos circulantes
temporários e permanentes, bem como para o
investimento.

❖ O financiamento pode ser classificado em dois tipos:


a curto prazo e a médio e longo prazo.
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2. Fonte de Financiamento
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2. Fonte de Financiamento
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3. Capital de Giro

❖ Representa a quantidade de dinheiro que a empresa


utiliza para movimentar seus negócios.

❖ Envolve:
– Estoques;
– Dinheiro em Caixa e em Bancos;
– Contas a Receber;
– Salários e Encargos;
– Aluguel;
– Contas de Luz, Água, Telefone, etc.
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3. Capital de Giro
❖ Se o capital de giro está relacionado com as contas financeiras que
giram ou movimentam o dia a dia da empresa, podemos concluir
que:
➢ Toda empresa que vende a prazo precisa de recursos para
financiar seus clientes;
➢ Toda empresa que mantém estoque de matéria-prima ou de
mercadorias precisa de recursos para financiá-lo;
➢ Quando a empresa compra a prazo (matéria-prima ou
mercadorias) significa que os fornecedores financiam parte ou
todo o estoque;
➢ Quando a empresa tem prazos para pagar as despesas
(impostos, energia, salários e outros gastos).
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4. Fluxo de Caixa
❖ É o movimento de entrada e saída de recursos financeiros da
empresa ao longo do tempo. A entrada de recursos é proveniente
das atividades de venda de produtos/serviços ou da venda de algum
ativo da empresa (equipamento, veículo, imóvel, por exemplo).
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Balanço Patrimonial
❖ É a representação
contábil da situação
econômico financeira
da empresa, sendo sua
elaboração obrigatória
pela legislação, com
uma periodicidade
mínima anual
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Balanço Patrimonial
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Balanço Patrimonial
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5. Demonstrativo de Resultados

❖ O demonstrativo de resultados, DRE é uma importante


ferramenta para analisar a lucratividade do
empreendimento, cabe ao gestor saber entender e
avaliar.

❖ Após reunir as informações sobre as estimativas de


faturamento e os custos totais (fixos e variáveis), é
possível prever o resultado da empresa, verificando se ela
possivelmente irá operar com lucro ou prejuízo.
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5. Demonstrativo de Resultados
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5. Demonstrativo de Resultados
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5. Demonstrativo de Resultados
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6. Métricas de Análise de Investimento

• Ponto de equilíbrio • TIR Modificada


(Modified TIR – M-
• Payback simples; TIR);
• Payback descontado; • Valor Presente Líquido
– VPL (Net Present
• Taxa Interna de Retorno – TIR Value – NPV);
(Internal Rate Return – IRR);
• Índice de
• Índice de Lucratividade – IL; Rentabilidade – IR;
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6.1 Ponto de Equilíbrio
❖ Qual a quantidade mínima de vendas que permitirá
cobrir os custos?

❖ O ponto de equilíbrio corresponde ao nível de


faturamento para que a empresa possa cobrir,
exatamente, seus custos, ou seja, atingir lucro
operacional igual a zero. Acima do ponto de equilíbrio, a
empresa terá lucro e, abaixo dele, incorrerá em prejuízo.
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6.2 Lucratividade
❖ É um indicador que mede o lucro líquido em relação a
receita total do empreendimento. É um dos principais
indicadores econômicos das empresas, pois está
relacionado à sua competitividade.

● Maior lucratividade, melhor!


● Deve ser comparada com a média do setor em que seu
negócio irá atuar!
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6.3 Rentabilidade
❖ É um indicador de atratividade dos negócios, pois mede
o retorno do capital investido aos sócios. É calculada
através da divisão do lucro líquido pelo investimento
total

❖ É obtido sob a forma de percentual por unidade de


tempo (mês ou ano).
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6.4 Prazo de Retorno do Investimento
❖ Prazo de retorno do investimento, também conhecido como
payback, é um indicador de atratividade.

❖ O critério de aceitação ou rejeição de projetos com base no


período de payback é determinado pelo tempo mínimo de
retorno do capital investido pela empresa.

❖ O payback é um indicador que mostra o TEMPO de


recuperação (retorno) de um projeto de investimento.
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6.4 Prazo de Retorno do Investimento
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6.4 Payback Descontado
❖ O payback descontado é uma variante do payback simples,
que considera um custo de oportunidade para o capital (taxa
de juros).

❖ Para se obter o payback descontado primeiramente deve-se


descontar os fluxos de caixa do projeto de investimento e
depois compará-los com o investimento inicial.

❖ A quantidade de tempo necessária para que os fluxos de caixa


descontados se igualem ao investimento é o período de
payback descontado.
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6.4 Payback Descontado
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6.5 VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
❖ O valor presente de uma série de fluxos financeiros
descontados a uma taxa
❖ Mostra a geração de valor durante um determinado
tempo de um projeto
❖ Limitações:
➢ Dificuldade de encontrar taxa de desconto
➢ Premissa: Os fluxos são reinvestidos por taxa de desconto
➢ Estática: uso de uma taxa fixa
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6.5 VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
❖ O VPL demonstra o resultado econômico (em R$) de
um projeto de investimento financeiro, expresso em
moeda atualizada;

❖ Comparativamente ao método da TIR, o VPL exige a


definição prévia de uma taxa de desconto a ser
empregada na atualização dos fluxos de caixa.
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6.5 VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
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6.6 TAXA INTERNA DE RETORNO (TRI)

❖ A Taxa Interna de Retorno (TIR), em inglês Internal Rate of


Return (IRR), pode ser definida como a taxa de desconto que
faz com que o Valor Presente Líquido (VPL) de um projeto
seja igual a zero.

❖ Ou seja, a Taxa Interna de Retorno é uma métrica usada


para avaliar qual o percentual de retorno de um projeto para
a empresa.

❖ Ao encontrar essa taxa, geralmente ela será comparada à


Taxa Mínima de Atratividade para que se decida se o projeto
deve ou não ser aceito. Se a TIR for maior que a TMA, o
investimento deve ser aceito (geralmente não se baseia
apenas em um indicador), caso contrário será rejeitado.
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6.6 TAXA INTERNA DE RETORNO (TRI)
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6.6 TAXA INTERNA DE RETORNO (TRI)