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Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro

Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro

Avaliação a Distância – AD1 2019/1º


Disciplina: História do Pensamento Administrativo I – HPA I
Coordenadores: José Antônio de Souza Veiga e Marcelo Sobreiro

Gabarito

I) Com base no Capitulo 2 do Chiavenato e nas aulas 1 a 4, preencha as lacunas


das afirmativas abaixo. Cada questão desta atividade vale 0,2 ponto, totalizando
4,0 pontos.

Questão 1: Com a invenção da máquina a vapor por James Watt (1736-1819) e sua
posterior aplicação à produção, surgiu uma nova concepção de trabalho que modificou
completamente a estrutura social e comercial da época, provocando profundas e
rápidas mudanças de ordem econômica, política e social, que, no período de um
século, foram maiores do que todas as mudanças ocorridas no milênio anterior. É a
chamada Revolução Industrial, que se iniciou na Inglaterra e que pode ser dividida em
duas épocas distintas:
a) 1780 a 1860: Primeira Revolução Industrial ou revolução do carvão e do ferro.
b) 1860 a 1914: Segunda Revolução Industrial ou revolução do aço e da eletricidade.
(Ver Cap. 2 Chiavenato, p. 36)

Questão 2: As ideias básicas dos economistas clássicos liberais são os germes iniciais
do pensamento administrativo dos dias atuais. Adam Smith (1723-1790) é o fundador
da economia clássica, cuja ideia central é a competição. Embora os indivíduos ajam
apenas em proveito próprio, os mercados em que vigora a competição funcionam
espontaneamente, de modo a garantir a alocação mais eficiente dos recursos e da
produção, sem que aja excesso de lucros. (Ver Cap. 2 Chiavenato, p. 39)

Questão 3: Em 1871, a Inglaterra era a maior potência econômica mundial. Em 1865,


John D. Rockefeller (1839-1937) fundou a Standard Oil. Em 1890, Carnegie fundou
o truste de aço, ultrapassando rapidamente a produção de toda a Inglaterra. (Ver Cap. 2
Chiavenato, p. 41)

Questão 4: A Revolução Industrial abriu as portas para o início da Era Industrial, que
passou a dominar o mundo econômico até o final do século XX e foi o divisor de águas
entre os países industrializados (mais avançados) e os não industrializados
(emergentes e subdesenvolvidos). E igualmente, entre as organizações mais bem
administradas e aquelas precariamente administradas. (Ver Cap. 2 Chiavenato, p. 43)
Questão 5: Todas as empresas buscam conviver muito de perto tanto com a eficiência
quanto com a eficácia, pois isso representa o perfeito equilíbrio. No entanto, sabe-se
que, ao lidar-se com pessoas, as funções eficiência e eficácia carecem ser
continuadamente observadas e controladas, para manter-se a probabilidade de alcançar
os resultados previamente planejados. (Ver Aula 1, p. 12)

Questão 6: O administrador deve, primeiramente, prever os resultados a serem


alcançados, definindo objetivos e metas. Em seguida, deve definir tarefas e
responsabilidades, no projeto ou no empreendimento. Para tal, deve criar uma estrutura
composta de funções, especializações e atribuir tarefas e competências para cada
membro da equipe. (Ver Aula 1, p. 13)

Questão 7: O trabalho de um administrador é complexo e multidimensional, e requer


uma série de habilidades. Apesar de alguns teóricos da Administração proporem uma
longa lista delas, as necessárias para administrar um departamento ou uma organização
podem ser resumidas em três categorias: concetuais, humanas e técnicas. (Ver Aula 1,
p. 21)

Questão 8: O maior desafio de um administrador é motivar as pessoas para o alto


desempenho, criar um clima organizacional propício para o trabalho em equipe,
incentivar comportamentos cooperativos, criar sinergias por meio dos trabalhos de
grupo, criar um propósito comum e transformá-lo em visão e missão, e difundir ambos
em toda a organização. (Ver Aula 1, p. 25)

Questão 9: Diferentemente dos feudos, nos quais o trabalho tinha por finalidade a
subsistência da comunidade, nos burgos existiam profissionais cujas habilidades
propiciavam um comércio de produtos necessários à vida social – como roupas e
ferramentas agrícolas, por exemplo, e isso lhes assegurava um certo status na sociedade.
(Ver Aula 2, p. 31)

Questão 10: O aumento do consumo exigiu aumento da produção e com a revolução


industrial, iniciou-se um processo ininterrupto de produção coletiva em massa, de
geração de lucro e de acúmulo de capital. As sociedades foram superando os
tradicionais critérios da aristrocracia (principalmente a do privilégio de nascimento, a
descendência nobre), e os novos “senhores” passara a ser os donos das fábricas e do
capital. (Ver Aula 2, p. 35)

Questão 11: Na produção em massa, as mercadorias atingem um preço mais baixo e


acessível à grande maioria da sociedade. Feitas em grandes quantidades, seu custo
obrigatoriamente cai. As peças são feitas a máquina e padronizada, sendo todas iguais,
pois seguem o mesmo processo de produção. Há grande economia de tempo, pois usa-
se a linha de montagem, na qual o trabalho é fragmentado em tarefas dispostas em
sequência. (Ver aula 2 – pag. 37)
Questão 12: A fábrica, essencialmente, é o local de reunião dos trabalhadores com o
intuito de produzir algo. O sistema fábrica é, portanto, o resultado da concentração dos
trabalhadores num mesmo local de trabalho. Dominado e controlado pelo capitalista, o
trabalhador utiliza os meios de produção que não lhe pertencem, trabalhando em um
ambiente estranho e produzindo um produto e a ser vendido para clientes que não são os
seus. (Ver Aula 2, p. 38)

Questão 13: Criadas as primeiras fábricas com a mecanização do trabalho e a


implantação da divisão do trabalho, começaram a surgir novos problemas. Entre esses
novos problemas, dois deles demandavam soluções imediatas:
a) gerenciar a nova força de trabalho;
b) treinar os operários no uso das máquinas, objetivando maior produtividade;
(Ver Aula 3, p. 44)

Questão 14: Ao descrever o processo de trabalho de fabricação de alfinetes, Adam


Smith criou o conceito de divisão de trabalho industrial. Conforme sua análise, o
trabalho era dividido em diferentes tarefas atribuídas a diferentes trabalhadores: era o
início do “trabalho parcelado” aplicado à produção industrial. (Ver Aula 3, p. 46)

Questão 15: Produzir e entregar produtos de alta qualidade e baixo custo, feitos sob
medida para atender às necessidades e expectativas dos clientes é o conceito de
customização em massa. Este conceito, foi abordado pela primeira vez em 1970, por
Alvim Toffler, em seu livro O choque do Futuro e surgiu em resposta aos seguintes
desafios:
a) o modelo de produção em massa mostrou-se inadequado porque não era capaz de
atender às demandas e ao aumento das expectativas dos clientes no volume, qualidade
e ritmos necessários.
b) houve o surgimento de novas tecnologias, como a informática, a robotização e a
automação de processos.
c) houve também uma intensificação da competição no mercado consumidor, exigindo
das empresas maior criatividade, agilidade e flexibilidade na gestão da produção e de
seus negócios. (Ver Aula 3, p. 47)

Questão 16: Em sua avaliação crítica ao sistema capitalista de produção, Karl Marx
identificou os seguintes efeitos nocivos para o trabalhador:
a) a hierarquização do trabalho;
b) a depreciação da força do trabalho;
c) a submissão do trabalhador às ordens e à disciplina do capital.

Marx criou o conceito de trabalhador parcial – o trabalhador individual que fica


apropriado e anexado, durante toda a vida, a uma função específica. Outra crítica
marxista ao sistema capitalista de produção foi a separação entre trabalho manual e
trabalho intelectual. (Ver Aula 3, p. 49)
Questão 17: Na produção artesanal, os produtos eram feitos um de cada vez, com a
utilização de ferramentas manuais e com a valorização das habilidades dos
profissionais. Contudo, na produção em massa, as máquinas representavam uma
dualidade: ao mesmo tempo que propiciavam uma produção muito maior, sua
aquisição representava um grande custo para o dono da fábrica. Logo, elas precisariam
trabalhar a todo vapor para compensar o investimento em maquinário, e não poderia
haver tempo ocioso. (Ver Aula 4 - pag. 56)

Questão 18: A dinâmica e a rotinização do processo de produção eram impostas aos


trabalhadores prevalecendo à homogeneidade de suas ações, pois todos os produtos
deveriam ser feitos no mesmo ritmo e com os mesmos movimentos. O nome desse
estudo era tempo e movimento. (Ver Aula 4, p. 57)

Questão 19: O modelo taylorista de gestão era voltado para a busca de soluções para o
alto desperdício de materiais, matéria-prima e tempo, e para o baixo nível de
produtividade dos trabalhadores daquela época. Como proposta de solução, Taylor
concentrou-se na aplicação de métodos e técnicas de engenharia industrial com foco na
análise e racionalização do trabalho. Os objetivos a serem alcançados eram a máxima
produção e a minimização dos custos. (Ver Aula 4 - pag. 59)

Questão 20: Complementando os estudos tayloristas sobre a fadiga física, os Gilbreth


dividiram a fadiga em duas categorias: a fadiga necessária (resultante dos esforços
despendidos pelos trabalhadores na execução das tarefas) e a fadiga desnecessária
(resultante da realização de tarefas desnecessárias, que não precisam ser feitas).
(Ver aula 4, p. 70)