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Improvisação por Alan Gomes

Padrão A: 1 3 5 7
Padrão B: 3 5 7 1
Padrão C: 5 7 1 3
Padrão E: Cr 1 3 5
Padrão F: Cr 3 5 7
Padrão I: 1 9 3 5 (tom M) / 1 3 11 5 (Tom m)
Padrão J: 3 5 1 9 / 3 11 5 1
Padrão L: 3 5 7 9 / 3 5 7 1
Padrão M: 1 3 5 7 9 / 1 3 5 7 1
Padrão N: Cr 3 5 7 9 / Cr 3 5 7 1

 Notas guias: 3ª e 7ª
 Aproximação diatônicas descendentes (tendência de resolução):
91
11 3
65
7  1 (exceção)

 Aproximação cromática ascendente (de cada grau)


 Bordadura, e aporgiaturas são ótimas. Cromatismo ou diatônico.

C7M Dm7 G7 Gm7 C7 F7M


Análise:
C7M Dm7 G7 Gm7 C7 (este é o II V do F7M então usa escala de
fá) F7M (este fá é IV grau de dó e não I, por isso tomar cuidado
no improviso).

 Folhas
 Dominante e II cadencial estendido.

C A7 D7 G7 C

 V7(9) frequentemente substituído por V7(b9) e V7sus4


 IIm7 pode ser substituído por IIm7(b5)

 Turnaround
Exemplos:

1) C Am Dm G7
2) C A7 D7 G7
3) Em A7 Dm7 G7
4) Em Eb7 Dm7 Db7
5) C Am Ab7 G7
6) Dm7 G7 Em7(b5) A7 (neste caso pra ir p IIm7)

 Am7  A, B, E, G, (C, D, F#), Ab, Bb, Eb, F  Ab7


Na hora de sair do Am7 para o Ab7 da pra aproveitar 3 notas
(C, D e F#) além de usar notas guia.
Dá pra usar cromatismo.

Bm7 Bb7 Am7 Ab7:

Bm7 (IIIm7, frígio), Bb7 (subV7, lídio b7)

Bm7  Si dó ré mi fa# sol lá


Bb7  Sib dó ré mi fá sol láb
Am7  A, B, E, G, C, D, F#,
Ab7  C, D, F#, Ab, Bb, Eb, F
Só que o dó é EV em Bm7, logo só sobra Ré. E foi essa nota
que o tom Jobim usou pra fazer o samba de uma nota só!

 CH da MM

Im(7M)/6 IIm7 (n serve) bIII7M(#5) IV7 V7 Am7(b5)


Bm7(b5)(n serve)

Se for improvisar sobre um Xm(7M) tem que evitar o primeiro


grau, se for com sexta n tem problema.

Im(7M)  tensão boa: 9 e 11: modo menor melódica

bIII7M(#5)  III modo da MM ou Lídio #5 ou Lídio aumentado. EV: 6.


Tensão boa: 9 e #11

IV7  IV modo da MM, ou Lídio b7 (daí vem o modo do subV7. Ou seja,


pode ser usado tanto no IV da MM (dom sem função dom) quanto em um
SubV7. Tensão boa: 9, #11 e 13.

V7  V modo da MM, Mixo b13. EV: 4. Tensão boa: 9 e b13. Como só um


dos dois é bemol em que especificar na cifra, pois um n subentende o
outro.

VIm7  Tensão boa: 9, 11, b13. Modo lócrio 9M. Aplicado sobre qualquer
acorde meio dim.

Este tipo de acorde é usado em sequencia descendente. Ex:

Cm7 Cm/Bb Am7(b5) Ab7M G7

Já o modo não é restrito assim, é bastante usado.


IIm7  Lócrio, lócrio 13M, Lócrio 9M
Ou seja estou usando escalas que são usados no
VIm7 da MM. *
VIIm7(b5)  Super lócrio. Modo cheio de problemas e não seria usado.
EV: b9, b11. Tensão boa: b13. Porém vendo de uma outra perspectiva, a
escala vira:

B C C## D# F G## A

1 b9 #9 3 b5 #5 b7

Daí vira a escala altera (diminuta, tons inteiros).


Essa escala não é usada sobre o VII grau da MM
Usada sim no B7 (pensando em Cm), ou seja estou
pegando emprestado.
X7(alt), ou X7(#9)
1) Forma de pensar nela: Abaixar todos os graus em semitom, menos o
primeiro.
2) Pensar na escala maior um semitom abaixo, e sobe a fundamental
um semitom.
3) Terceira forma: Começar na fundamental, faz alterações de 9 e cai
na terça, a partir da terça sobe em tons inteiros.

Tabela
 II cadencial secundário

Lócrio 9M é o segundo modo da MH.


Meio dim tem que ir direto p b9 b13 e não para o 9 13.
Foto no celular.
 Dom suspenso

V7,4(9,13)  Mixo ou Dórico. Veja:

1 9 3 (4) 5 13 b7  a EV passa a ser NO e a terça passa a ser EV. Logo é


melhor transformar a 4 em #9 e escala passa a ser um Sol Dórico.

V7,4(b9,b13)  V grau de dó m harmônico.

Q b9 3 (4) 5 b13 b7  A EV se torna NO e vice versa. Da mesma forma,


abaixa um st da EV e vira #9. Mixolidio b9 b13 vira escala de Sol Frígio.

Pode escrever G frígio ou G frig.

SubV7  usa a escala lidio b7 tbm chamada de mixo #11

1 9 3 #11 5 6 7M  pega o sétimo grau e transforma em 13.

Fica  1 9 3 #11 5 13 b7

Pensar em mixo alterando o 11.

O X7(9,13) e o X7(b9 b13) podem ser substituídos pelo SubV7 porém tem
que analisar a melodia e também existem diferenças das duas primeiras
escalas com a escala Lídio b7.

Entre o Db7 em comparação ao G7(9): Só se diferencia.

Na escala lídia b7, pode usar a 9, 13 3 #11 para montar harmonia.

A 9 e 13 da escala mixo pode ser usada melodicamente sobre a escala de


Lidio b7, a título de improvisação. Ou seja essas notas viram b13 e #9 se
jogar na escala Lídia b7

Então a escala completa fica:


Db Eb E F G Ab A Bb Cb

 Quando o SubV7 (Db7) substitui o Mixo b9b13 (G7(b9), as


escalas são mais parecidas.
 Escala do SubIIm7  Dórico

Abm7 G7 C7M ou Cm7

Abm7 Db7 C7M ou Cm7

 A Alterada pode substituir a mixo b9 b13

Dm7(b5) G7 Cm7
Lócrio Mixo b9 b13
Lócrio 13M Alt
Lócrio 9M Mixo 9,b13

Dm7 G7 CM7
Dórico Mixo
Mixo b9 b13
Alt
TONS Inteiros
Dim dom

 O G7(alt) pode ser substituído pelo Db7, inclusive há bastante


afinidade entre as duas escalas.

Db Eb F G Ab Bb Cb  ou seja é a mesma
escala
A Alt vem do 7º grau da MM ou seja vem do Láb MM
O Db7 vem do IV da MM ou seja vem de Láb MM
Harmonicamente muda só o baixo.

Db7(#11)/G = G7(alt)

Rever sobre arpejo de acorde sobreposto DVD 8

Ex: arpejar G7 sobre o Db7(#11)

Simetria por 3ª menor entre os acordes Dm7(b5,9) G7(alt) Cm(7M)

 Alterações em Dom

Cifra Escala EV T Resolução


V7(9) Mixo 4 9 13 Maior
V7(13)
V7(b9) Mixo 4 B9 b13 Menor e
V7(b13) b9b13 maior

V7(#11) Lídio b7 ---- 9 #11 13 SubV


Dom sem
função dom
V7(alt)
V7,4(9) Mixo 3 9 13 Maior
V7,4(13)
V7,4(9) Dórica ---- 9 #9 13 Maior
V7,4(13)
V7,4(b9) Mixo b9 3 B9 b13 Maior ou
V7,4(b13) b13 menor
V7,4(b9) Frígio --- B9 #9 b13 Maior ou
V7,4(b13) menor
V Frígio
V7(b5) Tons Maior ou
V7(#5) inteiros Dom

V7(b9 13) DIM ST T


Se enfatizar Dim Dom
o 13 na
melodia n
precisa
exitar

Tons inteiros sobre SubV7 tbm pode.


Se tons inteiros é simétrica, posso aplicar a mesma escala para 4
acordes: ex:
G7(b5) = A7(b5) = B7(b5) = C#7(b5) = Eb7(b5) = F7(b5)
Ou seja qualquer solo que eu fizer igual sobre qualquer um
desses acorde, dará certo.
 A escala dim dom tbm é simétrica, pode ser usada em vários
acordes. Ex:

G7(b9 13) = Bb(b9 13) = C#(b9 13) = Eb(b9 13)

Ou seja, existem apenas 3 escalas dim dom. Posso fazer os mesmos solos,
iguais.

Alt resolve em menor

 Acorde dim resolve st acima, em acorde M, m ou dom. o dim


representa acorde X7(b9).
 Ex: Eº resolve em F
 Gº resolve em Ab.
 Faz as trocas entre eles por categorias.
 Ebº Dm7 G7 C7M
 Análise  Ebº na vdd é D7(b9) que é dominante do G7.
 O Dm7 é um acorde interpolado
 Cº resolve em C6, C7M ou C7
 Escala dim: 1 (b9) b3 (b11) b5 b13 bb7 7M: essa escala é a
Dim da MH ou MP 2ªm acima. é usada quando resolve em
acorde menor por causa da terça menor.
Escala diminuta, sim T ST, dim dim.

 Sobre acorde Bº diminuto usar a escala

1 9 b3 11 b5 b13 bb7 7M -> nenhuma EV


Tensões boas: 9 1 b13 7M

Escala diminuta é a mesma usada para as inversões dos acordes


diminutos.
Resumindo a escala diminuta:
 Se começar a improvisar sobre as notas orgânicas, serão usadas
em acordes diminutos. Se começar das tensões, será usada
sobre acordes X7ou X7(b9,b13).
 Se o Bº resolver em C, ou seja em acorde maior, então será
sobre a escala que possui o E (terça de dó), prefere a escala T ST.
 Se o Cº resolve em C, a escala é T ST