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AULA PRÁTICA DIA 11\3

Resolução dos casos: Analise do art 12º, art11º (verificar os pressupostos de contrato de
trabalho). Nos casos em que não exista subordinação jurídica, mas económica, estamos perante
uma situação do art 10º. A questão da autonomia técnica na ideia de subordinação, esta é uma
ideia que varia em graus de intensidade, e esta será uma ideia mais ampla de integração do
trabalhador ou do prestador de serviços na organização da empresa. Modificação no art11º, CT
2009, retirou da definição a ideia de direção e manteve apenas a ideia de autorização, embora
a doutrina entenda que a definição de CT não sofreu uma alteração substancial, esta mudança,
vem refletir o contrário.

A doutrina tem entendido que estes poderes podem não ser exercidos, o exercício de poder de
direção pode ser mais reduzido e o exercício de poder disciplinar só será utilizado em casos mais
complicados de fim de contrato, pelo que tendencialmente não se verificará.

Art 12º -lei vigente ao momento da celebração do contrato (MC), já RM, apresenta algumas
dúvidas quanto a este entendimento, entende que estamos perante um caso de mera
qualificação do contrato, não haveria uma alteração da realidade porque sempre existiria um
contrato de trabalho.

Se estiverem preenchidos pelo menos 2 requisitos, dá-se a inversão do ónus da prova, todos os
outros indícios tem, no entanto, de ser verificados, porque quando a presunção for ilidida
ficamos sem fundamento para determinar a presença de um contrato de trabalho. O facto de
não existirem 2 indícios preenchidos, não quer dizer que não haja um contrato de trabalho,
apenas não se dá a inversão do ónus da prova

PROF IRÁ ENVIAR JURISPRODENCIA SOBRE OS CASOS.

AULA PRÁTICA DIA 25\3

Saber se se trata de uma questão de pluriemprego? Não, a partida esta situação não apresenta
limites, mas havendo-os são limites legais, limites que provenham dos IRCTS, ou ainda
provenientes de contrato, não havendo uma limitação contratual, ainda assim se possa
considerar uma violação dos deveres do trabalhador, nomeadamente o previsto no art 128º\f).

Fases da formação do contrato

 Fase preliminar
 Fase de negociação
 Fase dos negócios preparatórios
 Fase da proposta e aceitação
 Recomendação

Caso 5

1º Paragrafo:

Estávamos perante a abertura do processo de recrutamento que se faz com uma oferta ao
publico, ser completa, apresentar a forma requerida e .. concluindo que o facto de ter sido na
beira baixa, não vai contra o principio da discriminação. No silencio do concurso se pressupõe
que seja um silencio vinculativo, segundo o prof RM, (distinção entre concursos bilaterais e
unilaterais). O prof MC, aponta para a hipótese de existência de execução especifica
cumprimento das vinculações, a boa fé e a tutela da confiança pré contratual , o que irá contra
o que nos diz o prof RM, tal como a prof PR.

2º Paragrafo:

Questão se estávamos perante uma promessa de contrato de trabalho, art 103 CT, no caso não
estamos, nenhum dos critérios se encontram verificados, no limite podemos dizer que mesmo
que alguns destes não estejam preenchidos não impede a existência de um contrato de
promessa de trabalho, porque estes são para proteger o empregador. (principio da boa fé-
abuso de direito.) Se considerar-mos que não existe um contrato de promessa de trabalho,
podemos ainda assim considerar que estamos perante uma violação dos deveres da boa fé (não
informação da alteração).

Parece que haverá sempre um dt á indemnização pelas expectativas criadas para a realização
do contrato de trabalho, coloca-se a questão de saber até onde a indemnização pode chegar-
art 102 CT.

Poderíamos considerar que seria uma oferta ao publico, na medida em que já estariam
determinados todos os pontos da proposta? – não, seria apenas uma primeira fase da
contratação.

A prof acredita que não teria que haver justificação mas teria de ser responsabilizado, através
da indemnização.