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ALIMENTAÇÃO ANIMAL MORINGA OLEIFERA

Nome Científico
É uma planta da família Moringaceae e os cientistas a conhecem como Moringa oleifera, porque ela
também produz muito óleo.
Nomes Populares
Em alguns lugares do nordeste é conhecida como Lírio-Branco e Quiabo de Quina, em inglês, é chamada
de Drumstick (Baqueta) devido ao formato que lembra o Bastão de bater o tambor.
Características
É uma planta perene (que dura muitos anos, não acaba) que atinge cerca de 10 metros de altura. As
flores são perfumadas, de cor branca ou bege, pintadas de amarelo na base.
O fruto é uma espécie de vagem normal, que tem duas faces.
As sementes, sempre em grande número por fruto, têm quase 1 centímetro de diâmetro e, são aladas.
Origem

Embrapa realiza projeto para alimentar rebanho na estiagem


estimulando produtores rurais a produzir e armazenar feno para alimentar rebanho bovino na época de
estiagem, sendo que a tecnologia é divulgada por dias de campo. O projeto é financiado pela Embrapa
(Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) em parceria com a Biolabore, prefeitura de Mundo Novo e
os produtores do Assentamento Pedro Ramalho. Segundo o pesquisador, essas pequenas propriedades
sofrem várias limitações e precisam de soluções simples, baratas e eficazes. “Agora época de águas, há
pasto suficiente, mas na seca não tem nada e o produtor às vezes é obrigado a vender um animal para
salvar outro”, explica. O projeto demonstra a maneira simples de como a produção de feno pode ajudar os
produtores na estiagem. A estratégia é usar recursos forrageiros disponíveis na região. Essas plantas são
cortadas, trituradas e armazenadas em sacos e no inverno, com alto teor nutritivo, é servido no cocho aos
animais. O zootecnista vem estudando plantas como a amora, feijão guandu, a mandioca, capim napier,
moringa, leucena e outras leguminosas que podem ser usadas na alimentação. “A moringa tem 27% de
proteína, amora 20, 1%, a leucena 21,5% na folha, mesmo teor da ração, que tem 21%”, ressalta
Pequenos agricultores aprendem novas técnicas para alimentar o rebanho
Alternativas de alimentos para aves, coelhos, caprinos, ovinos e bovinos podem aumentar a capacidade
de manutenção de animais nas mesmas propriedades rurais em até cinco vezes mais que as técnicas e
cultivos tradicionais. As possibilidades oferecem novas perspectivas ao homem do campo, freando o
êxodo rural e tornando as pequenas propriedades rurais mais rentáveis e competitivas.

Técnicas apresentadas pelo médico veterinário e biólogo Paulo Roberto Aureniano a estão chegando,
gradativamente, ao conhecido de pequenos produtores rurais de todos os oito distritos feirenses. Ao invés
de oferecerem aos animais como alternativa de manutenção alimentar apenas capim de pasto e, em
alguns casos, capim de corte e pouca palma, os trabalhadores rurais descobrem as vantagens de
utilizarem algumas leguminosas, forrageiras e raízes que possuem resultados surpreendentes.

Paulo Roberto observa que além de serem cultivos mais resistentes ao longo período de estiagem,
sempre se mantendo verdes, além de serem ricos em proteínas, energéticos e volumosos. Dentre os
cultivos selecionados, que oferecem maior rendimento que os cultivos tradicionais da região, estão
leucena, rami, cunha, andu, estilosante campo grande, aipim, mandioca, capim Cameron verde ou roxo,
moringa e palma forrageira com ou sem espinhos.

Além dos cultivos, as formas de manejo dos animais também foram apresentadas. Os pequenos
produtores rurais descobrem como fazerem os cortes, períodos adequados e vantagens de cada plantio.
O secretário de Agricultura, Recursos Hídricos e Desenvolvimento Rural, Ozeny Moraes, observou a
preocupação do Governo Municipal de estimular a fixação do homem no campo, com todas as condições
necessárias para que tenham uma vida com mais dignidade e acesso aos mesmos benefícios da cidade.
“Hoje o Governo Municipal dá toda assistência necessária para evitar o êxodo rural, estimulando a
geração de trabalho e renda para o homem do campo”, frisou.

ALIMENTAÇÃO ANIMAL - Pode, ainda, ser plantada como forrageira, para alimentar carneiros, cabritos,
coelhos, galinhas caipiras, vacas leiteiras. Planta-se as sementes a cada 80 centimetros. Quando a planta
atinge 80 centimetros de altura, corta-se os ponteiros. Após nova brotação, vão surgir vários brotos.
Quando eles atingirem 30 centimentos, corta-se novamente todos os ponteiros, para que haja uma nova
brotação. Assim a planta fica mais encorpada. Após essa segunda quebra de ponteiros, pode-se cortar os
brotos e retirar as folhas para servir como alimento. Pela sua concentração de vitaminas e sais minerais,
é um alimento nobre que ajuda a reduzir o custo da criação.

Nutritiva e medicinal para os humanos, a moringa (Moringa oleifera) vem sendo utilizada agora também
como alimento para bovinos. As pesquisas já duram três anos e devem se encerrar no fim de 2012, mas
já é possível notar que a planta vem resolvendo um dos piores problemas dos pequenos produtores rurais
em Corumbá, no Pantanal de Mato Grosso do Sul: o enfraquecimento do rebanho e a mortandade de
gado.

"A estiagem na região é longa e a planta resiste bem à seca", diz o pesquisador Frederico Lisita, da
Embrapa Pantanal. As experiências ocorrem no Assentamento Rural Tamarineiro II Sul. Um dos
pecuaristas, José Luís Rosenes Freitas, diz que, na estiagem do ano passado, suas vacas leiteiras não
perderam peso, nem reduziram a produção de leite e aceitaram "com voracidade" a novidade.

Os esforços estão concentrados na busca de boas forrageiras. Para tanto estão sendo estudadas, a
moringa Algumas vantagens importantes, em relação a outras forrageiras estudadas pela Embrapa, já são
concretas. O vegetal atinge o ponto de corte para forragem com apenas seis meses, é de fácil cultivo e,
por possuir hastes flexíveis, é de fácil manejo para o corte e resistente a pragas. Junto com os estudos
sobre a moringa, Lisita continua percorrendo as pequenas propriedades da região, orientando os
produtores. "A estratégia é usar as plantas forrageiras já disponíveis na região, além da moringa. Essas
plantas são cortadas, trituradas, desidratadas e armazenadas em sacos. Quando chega a escassez ou
até mesmo a perda de pastagem, o feno, com alto teor nutritivo, é servido no cocho aos animais."

Testes. O pesquisador diz que não há estudos publicados no Brasil sobre a aplicação da moringa na
suplementação alimentar animal. A espécie se sobressai às demais, porém. "Estamos testando várias
opções de plantio e espaçamento, calculando a matéria verde e seca e produção de proteínas e fibras."

Atendendo a solicitação da superintendência do Incra em Sergipe, a Embrapa Tabuleiros Costeiros


(Aracaju-SE) unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, disponibilizou para quatro assentamentos de produtores
rurais, em Sergipe, cerca de 200 mudas da planta conhecida por moringa.
Os dois primeiros assentamentos, Três Cancelas e o Água Vermelha, nos municípios de Japoatã e
Neópolis, respectivamente, estarão recebendo as mudas nesta terça-feira, dia 11 de junho. No
próximo dia 18, será a vez dos assentamentos Independência de Nossa Senhora do Carmo e
Nossa Senhora Santana, em Pacatuba.
De acordo com o chefe-geral Lafayette Franco Sobral, essa doação faz parte das ações que a
Embrapa tem desenvolvido para melhorar a interação com os diversos segmentos da sociedade
brasileira, consciente de que a pesquisa agropecuária deve proporcionar ao país, além de divisas,
as condições de gerar alimentos que atendam as necessidades de sua gente.
A moringa é ainda pouco conhecida, mas poderá assumir relevância econômica e social por ser
uma planta perene, resistente à seca, pouco exigente quanto a qualidade do solo e pouco
suscetível a doenças. Quase todas as partes da moringa são utilizadas na alimentação humana.
As folhas e os frutos frescos são nutritivos, com um elevado teor de vitamina A, cuja carência é
muito alta na dieta alimentar das populações de baixa renda. A planta tem ainda diversas outras
utilidades,produzindo óleo, madeira, papel, sombra e comestível líquido. As sementes de moringa,
quando maceradas e misturadas à água barrenta de açudes, tem a capacidade de agregar as
impurezas contidas na mesma, transformando-a em água limpa e própria para o consumo
humano. " Com todas essas utilidades, o plantio dessas mudas nas áreas de assentamento do
Incra contribuirão, sem dúvida, para melhorar as condições de vida produtores e de suas
famílias", observa Sobral.
As comunidades assistidas vão receber atenção especial da Embrapa Tabuleiros Costeiros, com a
realização de palestras por ocasião da entrega das mudas, explicando a importância da planta e
como realizar o seu plantio, segundo Sobral. A pesquisadora Salete Rangel, responsável pelos
trabalhos com a moringa no Centro e pela produção das mudas, fará palestras nas quatros áreas
dos assentamentos.

Embrapa destaca Moringa como alternativa para o gado na seca

Árvore de múltiplo uso, resistente a seca, de rápido crescimento e com propriedades medicinais, também
utilizada como suplemento alimentar de crianças subnutridas é atualmente fonte de pesquisa para
alimentação do gado em época de seca. Essas são apenas algumas das múltiplas aplicações da
Moringa (Moringa oleifera) espécie arbórea da família da Moringaceae, originária da índia. Nela tudo é
aproveitável: as folhas, ricas em betacaroteno, vitamina C, proteínas, ferro e potássio, e as raízes servem
como alimento. Já as sementes produzem óleo e quando trituradas servem para o tratamento de água.

O pesquisador da Embrapa Pantanal, Frederico Olivieri Lisita, há três anos desenvolve pesquisas com
forrageiras de alto teor de proteína para alimentação do gado em período de seca, e a Moringa tem se
destacado entre as diversas espécies estudadas. Os motivos, são diversos: atinge o ponto de corte para
forragem com apenas 6 meses, é de fácil cultivo e, por possuir hastes flexíveis, é de fácil manejo para o
corte. Além disso, é uma planta resistente a pragas. Durante o plantio, não são utilizados insumos
agrícolas industriais, reduzindo assim o custo de produção.

Atualmente não existem estudos publicados no Brasil da aplicação da Moringa na suplementação


alimentar animal. O pesquisador da Embrapa Pantanal desenvolve os experimentos em uma propriedade
rural, no assentamento Tamarineiro II - Sul, onde as Moringas são plantadas para avaliação dos
resultados. Durante a pesquisa, estão sendo feitos testes de produção de matéria verde e seca, proteínas
e fibras de espécies plantadas em diferentes espaçamentos. A previsão é de que os resultados sejam
divulgados até o final de 2012.
O proprietário do sítio, José Luiz Rosenes Freitas, conhecido como Zezinho, utilizou a Moringa na última
seca para alimentar o gado e aprovou: “a rés não perdeu peso e aceitou bem a forragem, produzida no
meu lote entre os meses de novembro a fevereiro, época de maior produtividade da planta”.

Para o pequeno produtor, principalmente nos assentamentos, a forrageira é uma boa opção, já que possui
baixo custo de produção e alto rendimento em alimentação de boa qualidade, com uma matéria seca de
aproximadamente 22% de proteína. Na região de Corumbá, a Moringa é utilizada misturada com cana de
açúcar, para preparação da forragem para o gado.

Enquanto as chuvas causam prejuízos e deixam vítimas em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e Santa
Catarina é a seca que castiga a população. Quase todo início de ano no sul, as chuvas são insuficientes
para as atividades rurais da região, incluindo a pecuária. O rebanho é muito afetado pela estiagem. As
condições nutricionais do gado caem, as pastagens nativas e as cultivadas têm pouco desenvolvimento e
baixa qualidade e a alimentação disponível aumenta os custos, reduzindo a rentabilidade da atividade.

Período ideal para o plantio

Todos os anos, entre os meses de maio a outubro, os moradores dos assentamentos da região de
Corumbá sofrem com a seca e, muitas vezes, chegam a perdem o único bem que possuem: o gado, que
morre por falta de alimento. Segundo Lisita, este período de chuvas é o ideal para o plantio da Moringa.
Com o plantio antecipado, é possível produzir boa quantidade de forrageiras, suficiente para alimentar o
gado em períodos de pouca pastagem. Um dos objetivo do trabalho, desenvolvido nos assentamentos, é
conscientizar os moradores apresentando uma alternativa para minimizar os efeitos da seca na criação de
gado, por meio da produção de forragem

Moringa é alternativa de alimentação para o gado na seca

Árvore de múltiplo uso, resistente a seca, de rápido crescimento e com propriedades medicinais, também
utilizada como suplemento alimentar de crianças subnutridas, é atualmente fonte de pesquisa para
alimentação do gado em época de seca. Essas são apenas algumas das múltiplas aplicações da Moringa
(Moringa oleifera), espécie arbórea da família da Moringaceae, originária da índia. Nela tudo é
aproveitável: as folhas: ricas em betacaroteno, vitamina C, proteínas, ferro e potássio e as raízes que
servem como alimento. Já as sementes produzem óleo e quando trituradas servem para o tratamento de
água. O pesquisador da Embrapa Pantanal, Frederico Olivieri Lisita, há três anos desenvolve pesquisas
com forrageiras de alto teor de proteína para alimentação do gado em período de seca e a Moringa tem
se destacado entre as diversas espécies estudadas. Os motivos são diversos: atinge o ponto de corte
para forragem com apenas 6 meses, é de fácil cultivo e, por possuir hastes flexíveis, é de fácil manejo
para o corte. Além disso, é uma planta resistente a pragas. Durante o plantio não são utilizados insumos
agrícolas industriais, reduzindo assim o custo de produção. Atualmente não existem estudos publicados
no Brasil da aplicação da Moringa na suplementação alimentar animal. O pesquisador da Embrapa
Pantanal desenvolve os experimentos em uma propriedade rural, no assentamento Tamarineiro II - Sul,
onde as Moringas são plantadas para avaliação dos resultados. Durante a pesquisa estão sendo feitos
testes de produção de matéria verde e seca, proteínas e fibras de espécies plantadas em diferentes
espaçamentos. A previsão é de que os resultados sejam divulgados até o final de 2012.O proprietário do
sítio, José Luiz Rosenes Freitas, conhecido como Zezinho, utilizou a Moringa na última seca para
alimentar o gado e aprovou: “a rés não perdeu peso e aceitou bem a forragem produzida no meu lote
entre os meses de novembro a fevereiro, época de maior produtividade da planta”.Para o pequeno
produtor, principalmente nos assentamentos, a forrageira é uma boa opção já que possui baixo custo de
produção e alto rendimento em alimentação de boa qualidade, com uma matéria seca de
aproximadamente 22% de proteína. Na região de Corumbá a Moringa é utilizada misturada com cana de
açúcar, para preparação da forragem para o gado.

COMO AUMENTAR O POTENCIAL DE FOLHAS E FLORES DA PLANTA

Como as terras do Brasil são, em geral, muito férteis, a tendência da planta é crescer muito rapidamente
e produzir um tronco alto. Para aumentar o potencial de folhas e flores, seja para alimentação humana,
animal oui aumentar a produção de flores parra as abelhas, pode-se utilizar a seguinte estratégia:

 Quando a planta atingir 80 cm, quebre o ponteiro, para ela soltar multipla brotação no tronco;
 Deixe os novos brotos crescerem mais uns 40 cm e quebre as pontas de todos eles, como fez da
primeira vez. O objetivo é multiplicar, novamente a brotação, para que a árvore forme uma copa mais
ampla;
 Quando os novos brotos atingirem outros 40 cm, quebre as pontas destes tambem, com o
mesmo objetivo. A partir daí poderá colher as folhas que nascerem e os brotos novos que surgirem.
Eles serão repostos pela planta;

Este procedimento ajudará a planta a formar uma copa mais ampla. Posteriormente, poderão ser tomados
alguns cuidados, como cortar as pontas mais altas quando crescerem, para a planta permanecer numa
altura mais baixa e desenvolver galhos laterais, o que aumenta o potencial e produção de folhas e flores,
que são os principais objetivos.
É uma árvore originária da Índia. Nasceu em uma região seca como a do sertão do Brasil, onde chove
pouco e durante período curto do ano.

A Moringa oleifera esta entre as fontes vegetais mais ricas em vitaminas:

A Moringa oleifera e suas propriedades por serem ricas em nutrientes e suplemento vitamínicocontém
46 antioxidantes, 90 nutrientes, contém quase todas as vitaminas e os micro e macro minerais necessário
a função das células

A (betacaroteno)
B1 (tiamina)
B2 (riboflavina)
B3 (niacina)
B6 (piridoxina)
B7 (biotina)
C (ácido ascórbico)
D (colecalciferol)
E (tocoferol) e K.

Os seus fãs actuais, que redescobriram as suas virtudes e as suas múltiplas utilizações, chamam-na
"árvore milagrosa". Em África, as folhas são utilizadas na farmacopeia e na alimentação e — mais
recentemente — como complemento alimentar para as pessoas com sida. Na Índia, preferem-se as
vagens. O óleo extraído das sementes foi utilizado em perfumaria no Egipto, há 3000 anos. Na Jamaica,
há 200 anos que é utilizada na cozinha. As sementes, reduzidas a pó, têm propriedades

Esta planta é da India e plantada nas ruas decorativamente,mas foi descoberta qualidades medicinais
sendo usada no Brasil,no nordeste, para purificar a água e como recuperador do sistema imunológico das
crianças carentes. A Moringa oleifera Lam. é uma espécie arbórea pertencente à família Moringaceae,
adaptada às condições áridas e semi-áridas e de uso diversificado com especial destaque na
ornamentação de parques e jardins, na alimentação animal, na complementação alimentar humana e na
medicina. Uma vez que são poucas as informações sobre essa planta, o trabalho teve como objetivo
avaliar o acúmulo de nutrientes nas raízes e parte aérea de mudas submetidas a diferentes soluções
nutritivas com exclusão de macronutrientes. Os tratamentos consistiram de sete soluções nutritivas: 1)
solução completa (SC); 2) SC-N; 3) SC-P; 4) SC-K; 5) SC-Ca; 6) SC-Mg; 7) SC-S. O N e o K foram os
macronutrientes mais acumulados nas mudas, seguidos pelo Ca, S, P e Mg. Os nutrientes omitidos da
solução nutritiva apresentaram-se em teores mais baixos nos tecidos vegetais. A omissão de todos os
elementos, com exceção do P, aumentou a concentração de P nas mudas. A omissão de Ca e de K da
solução nutritiva favoreceu o aumento da concentração de Mg nas mudas. O aumento da concentração
de Ca nas mudas foi favorecido com a omissão, na solução de tratamento, de K e de Mg. A omissão de N
diminuiu, em todas as partes das plantas, a acumulação de K, Ca e Mg. As concentrações de P e N, em
todas as partes das plantas, aumentaram e diminuíram, respectivamente, com a omissão de S na solução
nutritiv

Nos continentes Asiático e Africano, a utilização como alimento é bastante antiga. Na América Central
também há certa tradição. As receitas são inúmeras. Na Indonésia, por exemplo, consome-se o arroz com
sopa ou molho de folhas de moringa. Em Timor, há um prato muito apreciado chamado “makansufa”, que
significa refeição de flores. As flores de moringa são fritas em óleo de coco e imersas em leite de coco,
para serem consumidas com milho ou arroz. Nas Filipinas, folhas novas são transformadas em purê para
alimentar crianças. Na Etiópia, as folhas temperadas e cozidas são utilizadas em mistura com batatas e
tomates. Os frutos podem ser consumidos em conservas. Em Bombaim, na Índia, há uma fábrica que
exporta para países ocidentais enlatados de drumsticks. Em alguns países as folhas servem para
alimentação animal. No Brasil, sabe-se há pouquíssimo tempo, que a moringa é comestível. A espécie
está sendo vista como alternativa alimentar estratégica. Em algumas escolas de regiões carentes estão
usando folhas da moringa na merenda escolar. Segundo
relatos de professores, o rendimento dos alunos melhorou. No instituto de parmacultura da Bahia, em
Salvador, tem-se usado a farinha das folhas secas para alimentar crianças em substituição à farinha de
mandioca.

Pode, ainda, ser plantada como forrageira, para alimentar carneiros, cabritos, coelhos, galinhas caipiras,
vacas leiteiras. Planta-se as sementes a cada 80 centimetros. Quando a planta atinge 80 centimetros de
altura, corta-se os ponteiros. Após nova brotação, vão surgir vários brotos. Quando eles atingirem 30
centimentos, corta-se novamente todos os ponteiros, para que haja uma nova brotação. Assim a planta
fica mais encorpada. Após essa segunda quebra de ponteiros, pode-se cortar os brotos e retirar as folhas
para servir como alimento. Pela sua concentração de vitaminas e sais minerais, é um alimento nobre que
ajuda a reduzir o custo da criação.

Todas as partes da moringa são usadas na medicina popular da ásia, áfrica e américa central, apesar de
que ainda poucas das propriedades alardeadas foram comprovadas cientificamente. Sabe-se que as
folhas e as sementes possuem propriedades antibacterianas, e que a vitamina a associada a outras
vitaminas combate os radicais livres, moléculas derivadas do metabolismo, que prejudicam as células
provocando o envelhecimento. Os usos mais citados da moringa são para as doenças da pele, sistema
digestivo e doenças nas articulações.

O conteúdo de vitamina a nas folhas é de 23 mil ui (unidades internacionais) por 100 gramas de folhas
maduras, o maior dentre os vegetais comestíveis. Só para se ter uma idéia da importância desse
conteúdo, o brócolis possui 5 mil ui e a cenoura 3.700. as folhas da moringa são boa fonte de fósforo,
cálcio, ferro e vitamina c contém também cerca de 27% de proteínas.

FOLHAS – Suas folhas e flores são comestíveis, para humanos e animais. Vem sendo utilizadas para
alimentação de ovinos, caprinos, galinhas caipiras, coelhos e vacas leiteiras. A associação brasileira de
caprinocultores a recomenda.

A Moringa Oleífera (Moringaceae), planta originária da Índia é considerada por botânicos e biólogos, um
milagre da natureza. Uma esperança para o combate da fome no mundo. Rica em vitaminas e sais
minerais, ela tem:

a) Sete vezes mais vitamina C que a laranja;


b) Quatro vezes mais cálcio que o leite;
c) Quatro vezes mais vitamina A que a cenoura;
d) Três vezes mais potássio que a banana;
e) Duas vezes mais proteína que o leite (cerca de 27% de proteína, equivalente à carne do boi);
e) Mais ferro que o espinafre;
f) Vitaminas presentes: A, B (tiamina, riboflavina, niacina), C, E, e beta caroteno.
g) Minerais presentes: Fósforo, Ferro, Selênio e Zinco.

Projeto utiliza
plantação de moringa
como alternativa para
enfrentar a seca
Equipe Mineiro 13/11/17 - 11h55

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O Sítio Juazeiro, localizado na comunidade Salobro no município de
Messias Targino (RN), tem utilizado um sistema pioneiro de plantio de
moringa oleífera que possibilita uma economia de 50% do uso da
água na irrigação. O deputado estadual Fernando Mineiro (PT) visitou,
com o vereador Zé de Zezinho (PT) e Raimundo Canuto – Sindicato
Rural de Janduís e Direção do PT-RN -, a plantação neste domingo
(12) e conheceu o trabalho desenvolvido pelo engenheiro agrônomo
Fabrício Jales, proprietário do sítio, e sua família.

O sistema consiste na cobertura do solo com restos de capina do


próprio local e, principalmente, de poda de árvores da cidade. Dessa
forma a irrigação, que antes era de uma hora por dia, passou a ser
realizada apenas três vezes por semana.
No sítio, de aproximadamente 5,6 ha, a “árvore da vida” – moringa
oleífera – é cultivada em consórcio com a palma forrageira. A moringa,
originária da Índia, é considerada um milagre da natureza e uma
esperança para o combate à fome no mundo. Rica em vitaminas e
sais minerais, ela é resistente à seca, cresce rápido e é de fácil cultivo,
manejo e alto rendimento. Além disso, é resistente às pragas e tem
baixo custo de produção.

A associação da moringa com a palma forrageira é uma ótima


alternativa para períodos de seca. As duas se completam e garantem
um bom aproveitamento da água. No Sítio Juazeiro são
comercializadas as folhas secas, em pó e em cápsulas, que trazem
ótimos benefícios nutricionais e medicinais.

Mineiro parabenizou a iniciativa, destacou a importância de divulgar


experiências como essa e de cobrar dos poderes públicos apoios
efetivos para que elas sejam implementadas de forma mais ampla
para atingir mais famílias. “Ao visitar essa plantação a gente sai
convencido das possibilidades de convivência com a seca no
semiárido através de ações como essa que geram renda e trazem a
marca da sustentabilidade”, disse o deputado.
Para quem desejar mais informações sobre o assunto, o e-mail para
contato é: fabricioedino@bol.com.br.

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