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Formulário de

Referência

2018

201820
Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Índice

1. Responsáveis pelo formulário


1.0 - Identificação dos responsáveis 1

1.3 - Declaração do Diretor Presidente/Relações com Investidores 2

2. Auditores independentes
2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores 3

2.3 - Outras informações relevantes 6

3. Informações financ. selecionadas


3.1 - Informações Financeiras 7

3.2 - Medições não contábeis 8

3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras 9

3.4 - Política de destinação dos resultados 10

3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido 12

3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas 14

3.7 - Nível de endividamento 15

3.8 - Obrigações 16

3.9 - Outras informações relevantes 17

4. Fatores de risco
4.1 - Descrição dos fatores de risco 18

4.2 - Descrição dos principais riscos de mercado 38

4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes 42

4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores, 86
ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores

4.5 - Processos sigilosos relevantes 90

4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em 91
conjunto

4.7 - Outras contingências relevantes 92

4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados 93
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Índice

5. Gerenciamento de riscos e controles internos


5.1 - Política de gerenciamento de riscos 94

5.2 - Política de gerenciamento de riscos de mercado 98

5.3 - Descrição dos controles internos 102

5.4 - Programa de Integridade 104

5.5 - Alterações significativas 108

5.6 - Outras inf. relev. - Gerenciamento de riscos e controles internos 109

6. Histórico do emissor
6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM 110

6.3 - Breve histórico 111

6.5 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial 113

6.6 - Outras informações relevantes 114

7. Atividades do emissor
7.1 - Descrição das principais atividades do emissor e suas controladas 115

7.1.a - Informações específicas de sociedades de economia mista 117

7.2 - Informações sobre segmentos operacionais 118

7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais 121

7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total 133

7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades 134

7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior 140

7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades 141

7.8 - Políticas socioambientais 142

7.9 - Outras informações relevantes 143

8. Negócios extraordinários
8.1 - Negócios extraordinários 144

8.2 - Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor 145

8.3 - Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente relacionados com suas 146
atividades operacionais
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8.4 - Outras inf. Relev. - Negócios extraord. 147

9. Ativos relevantes
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros 148

9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados 149

9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Ativos intangíveis 150

9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades 151

9.2 - Outras informações relevantes 154

10. Comentários dos diretores


10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais 156

10.2 - Resultado operacional e financeiro 165

10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras 166

10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor 169

10.5 - Políticas contábeis críticas 170

10.6 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras 173

10.7 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras 174

10.8 - Plano de Negócios 175

10.9 - Outros fatores com influência relevante 176

11. Projeções
11.1 - Projeções divulgadas e premissas 177

11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas 178

12. Assembleia e administração


12.1 - Descrição da estrutura administrativa 179

12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais 183

12.3 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração 187

12.4 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem 189

12.5/6 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal 190

12.7/8 - Composição dos comitês 208


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12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores 222
do emissor, controladas e controladores

12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, 223
controladores e outros

12.11 - Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos 224
administradores

12.12 - Outras informações relevantes 225

13. Remuneração dos administradores


13.1 - Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária 231

13.2 - Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal 235

13.3 - Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal 239

13.4 - Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária 242

13.5 - Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatuária 243

13.6 - Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatuária 244

13.7 - Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de 245
administração e da diretoria estatuária

13.8 - Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.5 a 13.7 - Método de 246
precificação do valor das ações e das opções

13.9 - Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e 247
conselheiros fiscais - por órgão

13.10 - Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos 248
diretores estatutários

13.11 - Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e 249
do conselho fiscal

13.12 - Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou 251
de aposentadoria

13.13 - Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam 252
partes relacionadas aos controladores

13.14 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por 253
qualquer razão que não a função que ocupam

13.15 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de 254


controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor

13.16 - Outras informações relevantes 255

14. Recursos humanos


14.1 - Descrição dos recursos humanos 256

14.2 - Alterações relevantes - Recursos humanos 257


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14.3 - Descrição da política de remuneração dos empregados 258

14.4 - Descrição das relações entre o emissor e sindicatos 259

14.5 - Outras informações relevantes 260

15. Controle e grupo econômico


15.1 / 15.2 - Posição acionária 261

15.3 - Distribuição de capital 294

15.4 - Organograma dos acionistas e do grupo econômico 295

15.5 - Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja parte 297

15.6 - Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e administradores do emissor 300

15.7 - Principais operações societárias 301

15.8 - Outras informações relevantes 316

16. Transações partes relacionadas


16.1 - Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de transações com partes 317
relacionadas

16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas 318

16.3 - Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter 321
estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado

16.4 - Outras informações relevantes 322

17. Capital social


17.1 - Informações sobre o capital social 323

17.2 - Aumentos do capital social 324

17.3 - Informações sobre desdobramentos, grupamentos e bonificações de ações 325

17.4 - Informações sobre reduções do capital social 326

17.5 - Outras informações relevantes 327

18. Valores mobiliários


18.1 - Direitos das ações 328

18.2 - Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de acionistas significativos ou que 330
os obriguem a realizar oferta pública
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18.3 - Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou políticos previstos no 331
estatuto

18.4 - Volume de negociações e maiores e menores cotações dos valores mobiliários negociados 332

18.5 - Outros valores mobiliários emitidos no Brasil 334

18.6 - Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação 335

18.7 - Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em mercados estrangeiros 336

18.8 - Títulos emitidos no exterior 337

18.9 - Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e 338
sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor

18.10 - Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios 339

18.11 - Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de emissão de terceiros 340

18.12 - Outras infomações relevantes 341

19. Planos de recompra/tesouraria


19.1 - Informações sobre planos de recompra de ações do emissor 346

19.2 - Movimentação dos valores mobiliários mantidos em tesouraria 347

19.3 - Outras inf. relev. - recompra/tesouraria 349

20. Política de negociação


20.1 - Informações sobre a política de negociação de valores mobiliários 350

20.2 - Outras informações relevantes 352

21. Política de divulgação


21.1 - Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação de informações 354

21.2 - Descrição da política de divulgação de ato ou fato relevante e dos procedimentos relativos à manutenção 356
de sigilo sobre informações relevantes não divulgadas

21.3 - Administradores responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de 357
divulgação de informações

21.4 - Outras informações relevantes 358


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1.0 - Identificação dos responsáveis

Nome do responsável pelo conteúdo do Alfredo Egydio Setubal


formulário
Cargo do responsável Diretor Presidente/Relações com Investidores

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1.3 - Declaração do Diretor Presidente/Relações com Investidores

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2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores

Possui auditor? SIM

Código CVM 287-9

Tipo auditor Nacional


Nome/Razão social PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes
CPF/CNPJ 61.562.112/0001-20
Período de prestação de serviço 01/01/2010 a 09/02/2015
Descrição do serviço contratado Exercícios de 2015, 2014 e 2013: Serviços de: (i) auditoria independente das demonstrações contábeis e de relatórios
exigidos por órgãos reguladores; e (ii) de asseguração limitada das informações contidas no relatório anual da Companhia.
Montante total da remuneração dos auditores Remuneração dos auditores independentes:
independentes segregado por serviço •Em 2015: R$ 561 mil, sendo: R$ 508 mil referente à prestação de serviços de auditoria independente e R$ 53 mil referente a
serviços de asseguração limitada;
•Em 2016: R$ 628 mil, sendo: R$ 568 mil referente à prestação de serviços de auditoria independente e R$ 60 mil referente a
serviços de asseguração limitada.
Justificativa da substituição Em cumprimento ao disposto no Art. 31 da Instrução CVM 308/99, que determina a rotatividade dos auditores independentes a
cada 5 anos, a Itaúsa contratou a empresa BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples para a prestação de
serviços de auditoria independente de suas demonstrações contábeis, a partir da revisão das informações do primeiro
trimestre de 2015, em substituição à PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (“PWC”).
Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância Não houve.
da justificativa do emissor
Nome responsável técnico Período de prestação de
serviço CPF Endereço
Paulo Sergio Miron 01/01/2010 a 25/04/2014 076.444.278-30 Av. Francisco Matarazzo, 1400, 9-10º, 13º-17º, Água Branca, São Paulo, SP, Brasil, CEP 05001-
100, Telefone (11) 36743901, Fax (11) 36742030, e-mail: paulo.miron@br.pwc.com

Washington Luiz Pereira Cavalcanti 26/04/2014 a 09/02/2015 023.115.418-62 Av. Francisco Matarazzo, 1400, 9-10º, 13º-17º, Água Branca, São Paulo, SP, Brasil, CEP 05001-
100, Telefone (11) 36743901, Fax (11) 36742030, e-mail: washington.cavalcanti@br.pwc.com

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Possui auditor? SIM

Código CVM 1032-4

Tipo auditor Nacional


Nome/Razão social BDO RCS Auditores Independentes S/S
CPF/CNPJ 54.276.936/0001-79
Período de prestação de serviço 10/02/2015 a 31/12/2017
Descrição do serviço contratado Contrato de prestação de serviços de auditoria independente das demonstrações contábeis do exercício findo em 31.12.2015,
31.12.2016 e 31.12.2017.
Montante total da remuneração dos auditores Remuneração dos auditores independentes das Demonstrações Contábeis:
independentes segregado por serviço •Em 2015: R$ 100 mil
•Em 2016: R$ 112 mil
•Em 2017: R$ 119,3 mil
Justificativa da substituição A substituição da BDO foi motivada pela harmonização e pela geração de sinergia dos trabalhos de auditoria independente
nas empresas do grupo, uma vez cumprida a rotatividade de auditores pelo decurso do prazo mínimo de 3 anos, nos termos
do Artigo 31 da Instrução CVM 308/99.
Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância Não houve.
da justificativa do emissor
Nome responsável técnico Período de prestação de
serviço CPF Endereço
Jairo da Rocha Soares 10/02/2015 a 31/12/2017 880.740.218-15 Rua Major Quedinho, 90 - 3º Andar, Consolação, São Paulo, SP, Brasil, CEP 01050-030, Telefone
(11) 38485880, Fax (11) 30457363, e-mail: jairo.soares@bdobrazil.com.br

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Possui auditor? SIM

Código CVM 287-9

Tipo auditor Nacional


Nome/Razão social PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes
CPF/CNPJ 61.562.112/0001-20
Período de prestação de serviço 01/01/2018
Descrição do serviço contratado Contrato de prestação de serviços de auditoria independente das demonstrações contábeis, a partir da revisão das
informações trimestrais do período que se encerrará em 31 de março de 2018.
Montante total da remuneração dos auditores A remuneração dos auditores independentes, relativa ao exercício social a findar em 31.12.2018, corresponde ao montante de
independentes segregado por serviço R$ R$ 684 mil, sendo: R$ 624 mil referente à prestação de serviços de auditoria independente e R$ 60 mil referente a serviços
de asseguração limitada.
Justificativa da substituição Não se aplica
Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância Não se aplica
da justificativa do emissor
Nome responsável técnico Período de prestação de
serviço CPF Endereço
Washington Luiz Pereira Cavalcanti 01/01/2018 023.115.418-62 Av. Francisco Matarazzo, 1400, 9-10º, 13º-17º, Água Branca, São Paulo, SP, Brasil, CEP 05001-
100, Telefone (11) 36743901, Fax (11) 36742030, e-mail: washington.cavalcanti@br.pwc.com

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2.3 - Outras informações relevantes

a. Em conformidade com a Instrução CVM nº 381/03, a Itaúsa, Controladas e Investida Itaúsa, conforme
abaixo definidas, adotam como procedimento formal consultar os auditores independentes para
assegurarem que a prestação de outros serviços não afete a independência e objetividade de tais
auditores, necessárias ao desempenho dos serviços de auditoria independente:

Controladas e Investida Itaúsa:

 Itaú Unibanco Holding (“Itaú Unibanco”), no setor financeiro; e


 Alpargatas S.A. (“Alpargatas”); Duratex S.A. (“Duratex”); Elekeiroz S.A. (“Elekeiroz”); Itautec S.A.
– Grupo Itautec (“Itautec”) (“Controladas Itaúsa”); e Nova Transportadora do Sudeste S.A.
(“NTS”) (“Investida Itaúsa”), todas no setor não financeiro.

b. Controladas Itaúsa que possuem Comitês de Auditoria, com reporte direto ao Conselho de Administração
e que são responsáveis pela supervisão das atividades das empresas de auditoria independente:
 Duratex S.A.: Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos - instituído em novembro de
2009 – não estatutário;
 Elekeiroz S.A.: Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos - instituído em junho de 2013
– não estatutário;
 Itaú Unibanco Holding S.A.: Comitê de Auditoria – instituído em 2004 - estatutário.

c. Na reunião do Conselho de Administração da Alpargatas realizada no dia 27/04/2018 foi aprovada a


instalação do Comitê de Auditoria - estatutário, bem como seu respectivo Regimento Interno.

d. O Conselho de Administração da Itaúsa, na reunião de 19/02/2018, aprovou a recontratação da


PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (“PwC”), em substituição à BDO RCS Auditores
Independentes S/S, para a prestação dos serviços de auditoria independente das demonstrações
contábeis da Companhia, a partir da revisão das informações trimestrais do período que se encerrará
em 31 de março de 2018.

e. A recontratação da PwC foi motivada pela harmonização e pela geração de sinergia dos trabalhos de
auditoria independente em algumas empresas do portfólio, uma vez cumprida a rotatividade de auditores
pelo decurso do prazo mínimo de 3 anos, nos termos do Artigo 31 da Instrução CVM 308/99.

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3.1 - Informações Financeiras - Consolidado

(Reais) Exercício social (31/12/2017) Exercício social (31/12/2016) Exercício social (31/12/2015)
Patrimônio Líquido 56.222.000.000,00 50.679.000.000,00 47.871.000.000,00
Ativo Total 65.578.000.000,00 59.020.000.000,00 54.830.000.000,00
Rec. Liq./Rec. Intermed. 13.533.000.000,00 13.266.000.000,00 13.942.000.000,00
Fin./Prem. Seg. Ganhos
Resultado Bruto 9.859.000.000,00 9.625.000.000,00 10.211.000.000,00
Resultado Líquido 8.522.000.000,00 8.216.000.000,00 8.994.000.000,00
Número de Ações, Ex-Tesouraria 7.473.629.873 7.403.288.624 6.754.643.296
(Unidades)
Valor Patrimonial da Ação (Reais 7,520000 6,850000 7,090000
Unidade)
Resultado Básico por Ação 1,130000 1,110000 1,200000
Resultado Diluído por Ação 1,13 1,11 1,20

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3.2 - Medições não contábeis

a) Informar o valor das medições não contábeis

A companhia não divulgou medições não contábeis no decorrer do último exercício social.

b) Fazer as conciliações entre os valores divulgados e os valores das Demonstrações Contábeis auditadas

Não há.

c) Explicar o motivo pelo qual entende que tal medição é mais apropriada para a correta compreensão da sua
condição financeira e do resultado de suas operações

Não há.

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3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras

Em 19.02.2018, o Conselho de Administração da Itaúsa aprovou as demonstrações contábeis referentes


ao Exercício Social de 2017, inclusive a divulgação ao Mercado, tendo sido publicadas no “Diário Oficial do
Estado de São Paulo” e no “O Estado de São Paulo” em 08.03.2018.

Alienação de Instalações e Equipamentos Destinados à Produção de Chapas Finas de Fibra de Madeira

Em 31 de janeiro de 2018, a Duratex comunicou aos seus acionistas e ao mercado em geral que aceitou
por si ou por intermédio de suas afiliadas, Proposta Vinculativa do Grupo Eucatex envolvendo a compra de
instalações e equipamentos destinados à produção de Chapas Finas de Fibra de Madeira.

A aceitação pela Duratex da Proposta Vinculativa não acarretará efeitos relevantes em seu resultado ou
em seus contratos anteriormente celebrados.

Com base na legislação vigente, a consumação dessa operação está condicionada à sua aprovação pelo
Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE. Até tal aprovação, a gestão das linhas permanecerá
com a Duratex, em ritmo usual de produção.

Alienação de Terras e Florestas

Em 05 de fevereiro de 2018, a Duratex comunicou aos seus acionistas e ao mercado em geral que
celebrou com a Suzano Papel e Celulose, um Contrato de Compra e Venda de Ativos Florestais, de Compromisso
de Compra e Venda de Imóveis Rurais, de Opção de Compra e Outras Avenças, envolvendo a alienação de
terras e florestas a ser concretizada pela Duratex ou por intermédio de suas afiliadas.

A operação, que prevê a venda de terras e florestas na região central do Estado de São Paulo, está
estruturada em 2 etapas, sendo:

(i) Venda firme de cerca de 9.500 (nove mil e quinhentos) hectares de áreas rurais e os ativos florestais
nelas existentes, no valor de R$ 308 milhões. Essa etapa deverá resultar no reconhecimento de lucro
extraordinário da ordem de R$ 140 milhões, quando concretizada a operação.

(ii) Opção exclusiva a Suzano, a preços já estabelecidos, de aquisição de outro lote de cerca de 20.000
(vinte mil) hectares de áreas rurais e os ativos florestais ali existentes, a ser exercida até 02/07/2018,
totalizando R$ 749 milhões. Se exercida essa opção, a Duratex deverá reconhecer um lucro
extraordinário da ordem de R$ 360 milhões quando concretizada a operação.

A conclusão dessa operação está sujeita a determinadas condições usuais para este tipo de transação,
inclusive a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE.

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3.4 - Política de destinação dos resultados

Juntamente com as demonstrações contábeis, o Conselho de Administração apresenta à assembleia


geral ordinária proposta sobre a destinação do lucro líquido do exercício, sendo que as principais destinações
são: (i) 5% para a Reserva Legal, que não excederá de 20% (vinte por cento) do capital social; (ii) distribuição
de dividendos aos acionistas (veja itens “b” e “c” abaixo); e (iii) constituição das seguintes reservas estatutárias:
 Reserva para Equalização de Dividendos: tem por finalidade garantir recursos para pagamento de
dividendos, inclusive na forma de juros sobre o capital próprio, ou suas antecipações, visando a manter
o fluxo de remuneração aos acionistas. Ela é limitada a 40% do valor do capital social e é formada com
recursos: (a) equivalentes a até 50% do lucro líquido do exercício, ajustado na forma do artigo 202 da
Lei nº 6.404/76; (b) equivalentes a até 100% da parcela realizada de Reservas de Reavaliação, lançada
a lucros acumulados; (c) equivalentes a até 100% do montante de ajustes de exercícios anteriores,
lançado a lucros acumulados; e (d) decorrentes do crédito correspondente às antecipações de
dividendos.
 Reserva para Reforço do Capital de Giro: tem por finalidade garantir meios financeiros para a operação
da Emissora, sendo limitada a 30% do valor do capital social, sendo formada com recursos equivalentes
a até 20% do lucro líquido do exercício, ajustado na forma do artigo 202 da Lei nº 6.404/76.
 Reserva para Aumento de Capital de Empresas Participadas: tem por finalidade garantir o exercício do
direito preferencial de subscrição em aumentos de capital das empresas participadas, sendo limitada a
30% do valor do capital social, sendo formada com recursos equivalentes a até 50% do lucro líquido do
exercício, ajustado na forma do artigo 202 da Lei nº 6.404/76.

Por proposta do Conselho de Administração serão periodicamente capitalizadas parcelas dessas


reservas para que o respectivo montante não exceda o limite de 95% (noventa e cinco por cento) do capital
social. O saldo dessas reservas, somado ao saldo da Reserva Legal, não poderá ultrapassar o valor do capital
social.

a) Regras sobre retenção de lucros

Não houve alterações em nossas regras sobre retenção de lucros nos últimos três exercícios sociais.
Nos termos da Lei 6.404/76, e alterações posteriores, os acionistas podem deliberar, em assembleia geral e por
proposta da Administração, reter parte do lucro líquido do exercício que estiver em orçamento de capital
previamente aprovado. Ademais, o dividendo mínimo obrigatório pode deixar de ser pago no exercício social em
que os órgãos da administração informarem à assembleia geral ordinária ser ele incompatível com a situação
financeira da Emissora.

a.i. Valores das Retenções de Lucros

Nos últimos 3 exercícios sociais, não houve retenção de lucros, tendo sido pago valor de dividendo igual
ou superior ao dividendo mínimo obrigatório (vide item 3.5).

a.ii. Percentuais em relação aos lucros totais declarados

Nos últimos 3 exercícios sociais, não houve retenção de lucros, tendo sido pago valor de dividendo igual
ou superior ao dividendo mínimo obrigatório (vide item 3.5).

b) Regras sobre distribuição de dividendos

Não houve alterações em nossas regras sobre distribuição de dividendos nos últimos três exercícios
sociais. Os acionistas têm direito a receber como dividendo obrigatório, em cada exercício, importância
equivalente a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido apurado no mesmo exercício, ajustado pela
diminuição ou acréscimo dos valores especificados nas letras "a" e "b" do inciso I do artigo 202 da Lei nº 6.404/76
e observados os incisos II e III do mesmo dispositivo legal.

Por deliberação do Conselho de Administração podem ser pagos juros sobre o capital próprio,
imputando-se o valor dos juros pagos ou creditados ao valor do dividendo obrigatório, com base no artigo 9º, §
7º, da Lei nº 9.249/95.

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3.4 - Política de destinação dos resultados


Além disso, nossa administração pode deliberar a distribuição de lucros adicionais sempre que o
entender conveniente para a Emissora e/ou seus acionistas. Tais distribuições não garantem que, no futuro,
haverá distribuições de lucros adicionais ao dividendo mínimo obrigatório.

Para maiores detalhes sobre os percentuais de lucros distribuídos nos últimos 3 exercícios, veja o item
3.5 a seguir.

c) Periodicidade das distribuições de dividendos

Com relação aos 3 últimos exercícios sociais, o dividendo obrigatório é distribuído trimestralmente ou
com intervalos menores no decorrer do próprio exercício e até a Assembleia Geral Ordinária que aprovar as
respectivas demonstrações contábeis.

O pagamento do dividendo obrigatório é efetuado com base na posição acionária do último dia útil do
mês anterior e com pagamento no primeiro dia útil do mês subsequente. Podem, ainda, ser declarados
dividendos intermediários, sob qualquer das modalidades facultadas pelo artigo 204 da Lei nº 6.404/76.

A parte do dividendo obrigatório que tiver sido paga antecipadamente mediante dividendos intermediários
à conta da “Reserva para Equalização de Dividendos” será creditada à mesma reserva.

d) Eventuais restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação especial aplicável
ao emissor, assim como contratos, decisões judiciais, administrativas ou arbitrais

Não houve.

e) se o emissor possui uma política de destinação de resultados formalmente aprovada, informando órgão
responsável pela aprovação, data da aprovação e, caso o emissor divulgue a política, locais na rede mundial de
computadores onde o documento pode ser consultado

A Emissora não possui política de destinação de resultados formalmente aprovada.

As regras sobre destinação de resultados da Itaúsa estão previstas na introdução deste item 3.4, bem como em
suas alíneas (b) e (c).

Além de referidas regras, vale mencionar que foi aprovada, em 10.11.2008, pelo Conselho de Administração da
Emissora, a sistemática de pagamento de proventos trimestrais aos seus acionistas, nos seguintes períodos: no
primeiro dia útil dos meses de julho e outubro de cada ano e de janeiro e abril do ano seguinte, a título de
antecipação trimestral do dividendo obrigatório do exercício.

Os proventos serão pagos sob a forma de dividendos, no valor R$ 0,015 por ação, sem retenção de imposto de
renda na fonte.

Além dessa antecipação trimestral, por ocasião da aprovação dos balanços semestrais e dos balanços anuais,
são definidos dividendos/JCP (juros sobre capital próprio) complementares, cuja data de pagamento é
determinada pela Reunião do Conselho de Administração que aprovar esta distribuição.

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3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido


(Reais) Exercício social 31/12/2017 Exercício social 31/12/2016 Exercício social 31/12/2015
Lucro líquido ajustado 7.982.504.211,28 7.800.152.353,95 8.424.313.038,32
Dividendo distribuído em relação ao lucro líquido ajustado 82,690000 47,870000 32,250000
(%)
Taxa de retorno em relação ao patrimônio líquido do emissor 16,800000 17,700000 21,200000
(%)
Dividendo distribuído total 7.296.968.565,18 4.315.038.543,89 3.034.593.418,14
Lucro líquido retido 1.105.667.446,69 3.895.648.144,48 5.833.104.516,93
Data da aprovação da retenção 12/04/2018 13/04/2017 29/04/2016

Lucro líquido retido Montante Pagamento dividendo Montante Pagamento dividendo Montante Pagamento dividendo

Juros Sobre Capital Próprio


Ordinária 223.055.138,27 25/08/2017 223.420.802,64 25/08/2016 224.565.455,39 25/08/2015
Preferencial 367.361.420,73 25/08/2017 361.438.868,74 25/08/2016 359.948.160,39 25/08/2015
Ordinária 474.514.535,39 07/03/2018
Preferencial 781.503.332,45 07/03/2018
Ordinária 1.055.982.912,78 07/03/2018
Preferencial 1.739.154.659,72 07/03/2018
Ordinária 644.809.506,05 03/03/2017
Preferencial 1.043.140.189,59 03/03/2017
Ordinária 135.749.336,33 03/03/2017
Preferencial 219.608.406,99 03/03/2017
Ordinária 138.577.490,65 03/03/2017
Preferencial 224.183.651,93 03/03/2017
Ordinária 335.979.712,02 06/04/2017
Preferencial 543.530.976,51 06/04/2017
Ordinária 313.857.656,03 29/02/2016
Preferencial 502.853.404,86 29/02/2016
Ordinária 275.890.155,57 29/02/2016
Preferencial 442.128.426,80 29/02/2016
Dividendo Obrigatório
Ordinária 42.741.809,30 03/07/2017 42.823.965,81 01/07/2016 38.930.878,02 01/04/2016
Preferencial 23.250.730,75 03/07/2017 57.189.707,13 01/07/2016 51.990.642,85 01/04/2016
Ordinária 42.352.255,86 02/10/2017
Preferencial 23.250.730,75 02/10/2017
Ordinária 42.352.255,86 02/01/2018
Preferencial 23.250.730,75 02/01/2018
Ordinária 42.352.255,86 02/04/2018
Preferencial 23.250.730,75 02/04/2018
Ordinária 311.289.080,57 07/03/2018
Preferencial 512.678.612,93 07/03/2018

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Ordinária 522.344.488,94 05/04/2018


Preferencial 860.277.037,56 05/04/2018
Ordinária 42.421.680,81 03/10/2016
Preferencial 57.189.707,13 03/10/2016
Ordinária 42.421.680,81 02/01/2017
Preferencial 57.189.707,13 02/01/2017
Ordinária 42.421.680,81 03/04/2017
Preferencial 57.189.707,13 03/04/2017
Ordinária 195.952.086,03 29/02/2016
Preferencial 314.023.482,81 29/02/2016
Ordinária 38.956.166,52 01/07/2015
Preferencial 52.015.642,85 01/07/2015
Ordinária 38.941.582,02 01/10/2015
Preferencial 52.015.642,85 01/10/2015
Ordinária 38.930.878,02 04/01/2016
Preferencial 51.990.642,85 04/01/2016
Dividendo Prioritário Mínimo
Preferencial 46.501.461,49 03/07/2017 11.437.941,42 01/07/2016 10.403.128,57 01/07/2015
Preferencial 46.501.461,49 02/10/2017
Preferencial 46.501.461,49 02/01/2018
Preferencial 46.501.461,49 02/04/2018
Preferencial 11.437.941,42 03/10/2016
Preferencial 11.437.941,42 02/01/2017
Preferencial 11.437.941,42 03/04/2017
Preferencial 10.403.128,57 01/10/2015
Preferencial 10.398.128,57 04/01/2016
Preferencial 10.398.128,57 01/04/2016

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3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas

O montante de dividendos e juros sobre capital próprio declarados no exercício social de 2017 foi de R$
7.296 milhões. Esse montante não foi declarado à conta de lucros retidos ou reservas constituídas em exercícios
sociais anteriores.

O montante de dividendos e juros sobre capital próprio declarados no exercício social de 2016 foi de R$
4.315 milhões. Esse montante não foi declarado à conta de lucros retidos ou reservas constituídas em exercícios
sociais anteriores.

O montante de dividendos e juros sobre capital próprio declarados no exercício social de 2015 foi de R$
3.035 milhões. Esse montante não foi declarado à conta de lucros retidos ou reservas constituídas em exercícios
sociais anteriores.

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3.7 - Nível de endividamento

Exercício Social Soma do Passivo Tipo de índice Índice de Descrição e motivo da utilização de outro índice
Circulante e Não endividamento
Circulante
31/12/2017 4.567.907.166,67 Índice de Endividamento 8,60000000

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3.8 - Obrigações
Exercício social (31/12/2017)
Tipo de Obrigação Tipo de Garantia Outras garantias ou Inferior a um ano Um a três anos Três a cinco anos Superior a cinco anos Total
privilégios
Financiamento Quirografárias 1.878.527.053,30 0,00 645.200.819,26 2.044.179.294,11 4.567.907.166,67
Total 1.878.527.053,30 0,00 645.200.819,26 2.044.179.294,11 4.567.907.166,67
Observação
1) Em 31.12.2017, os compromissos assumidos pela Itaúsa eram, basicamente, dividendos e juros sobre o capital próprio, debêntures, obrigações fiscais e outras provisões.
2) As informações prestadas neste Item referem-se às Demonstrações Contábeis Individuais.

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3.9 - Outras informações relevantes

a) Complemento da Informação do Item 3.5

A Itaúsa estabeleceu em 10.11.2008, uma sistemática de distribuição de proventos trimestrais aos seus
acionistas que prevê o pagamento nos seguintes períodos: primeiro dia útil dos meses de julho e outubro de
cada ano e de janeiro e abril do ano seguinte, a título de antecipação trimestral do dividendo obrigatório do
exercício. Além desta antecipação trimestral, por ocasião da aprovação dos balanços semestrais e dos balanços
anuais são definidos dividendos/JCP (juros sobre capital próprio) complementares cuja data de pagamento é
determinada na Reunião do Conselho de Administração que aprovar esta distribuição.

b) Complemento da Informação do Item 3.7

Os dados do montante da dívida foram obtidos do balanço individual da Emissora (Total do Passivo
dividido pelo Patrimônio Líquido).

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4.1 - Descrição dos fatores de risco

A Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. (“Itaúsa” ou “Companhia”) é uma holding de capital aberto, que ao fim
de 2016 detinha portfólio composto pelo Itaú Unibanco Holding (“Itaú Unibanco”), no setor financeiro, e pela
Duratex S.A. (“Duratex”), Elekeiroz S.A. (“Elekeiroz”) e Itautec S.A. – Grupo Itautec (“Itautec”), no setor não
financeiro. Pautada pela estratégia de diversificação, em 2017 passou a fazer parte do portfólio a Nova
Transportadora do Sudeste S.A. (“NTS”), transportadora de gás natural, e a Alpargatas S.A. (“Alpargatas”),
empresa de marcas renomadas que atua nos setores de calçados, vestuários e acessórios. (Itaú Unibanco,
Duratex, Elekeiroz, Itautec e Alpargatas denominadas em conjunto “Controladas Itaúsa”) – (Itaú Unibanco,
Duratex, Elekeiroz, Itautec, Alpargatas e NTS denominadas em conjunto “Investidas Itaúsa”).

Os riscos que podem influenciar a decisão de investimento nos valores mobiliários da Itaúsa são
essencialmente aqueles decorrentes dos riscos a que as Investidas Itaúsa estão sujeitas.

A Itaúsa apresenta nas alíneas deste item 4.1 os principais riscos que considera relevantes para os
negócios das Investidas Itaúsa e, consequentemente, para a Itaúsa. Trata-se de lista não exaustiva, que compila
apenas os riscos que, no julgamento da Companhia, são atualmente os mais relevantes. Contudo, os resultados
da Itaúsa, bem como o valor dos valores mobiliários de sua emissão, podem ser, ainda, afetados negativamente
por outros riscos que, na visão da Companhia, possuem menor relevância ou mesmo por riscos desconhecidos,
e que, portanto, não estão descritos neste item 4.1 do Formulário de Referência.

A materialização de qualquer dos riscos abaixo listados pode afetar negativamente a situação financeira
e os negócios das Investidas Itaúsa e, consequentemente, os resultados da Itaúsa e o valor dos valores
mobiliários de sua emissão. Dessa forma, é importante que os investidores avaliem cuidadosamente os fatores
de risco descritos neste item 4.1 e as demais informações contidas neste Formulário de Referência. Para maiores
informações a respeito dos riscos das Controladas Itaúsa, os investidores devem consultar o item 4.1 dos
Formulários de Referência das Controladas Itaúsa.

4.1. Descrever fatores de risco que possam influenciar a decisão de investimento, em especial, aqueles
relacionados

a) Ao emissor

A Itaúsa é uma companhia cujos resultados dependem dos resultados das suas investidas.

Os resultados da Itaúsa dependem diretamente das operações, atividades e resultados das Investidas
Itaúsa. Dificuldades decorrentes de aumento na concorrência, custos para aquisição de matéria prima e/ou
captação, flutuações de preços de mercadorias e serviços, altas variações cambiais, mudanças na produção
decorrentes de caso fortuito ou de força maior, e implementação dos planos estratégicos de expansão das
Investidas Itaúsa podem afetar os resultados dessas empresas e, por consequência, os da Itaúsa. Atualmente,
os investimentos da Itaúsa estão concentrados no Itaú Unibanco. Dessa forma, apesar da Itaúsa possuir
investimentos em sociedades que atuam em outros setores, os resultados da Itaúsa podem ser adversamente
afetados pela performance desfavorável de um único investimento, qual seja, no Itaú Unibanco.

A capacidade de a Itaúsa cumprir suas obrigações financeiras e de pagar dividendos aos seus acionistas,
inclusive sob a forma de juros sobre capital próprio, depende dos resultados e distribuição dos lucros e/ou
dividendos pelas Investidas Itaúsa. Não há garantia de que haverá distribuição de lucros e/ou dividendos à Itaúsa
ou, em caso de haver, que serão suficientes para o cumprimento das obrigações financeiras da Itaúsa e
pagamento de dividendos aos seus acionistas.

Os acionistas podem não receber dividendos ou juros sobre capital próprio

No Brasil, as companhias abertas devem obrigatoriamente, e desde que compatível com a situação
financeira da companhia, pagar a seus acionistas, ao menos, um dividendo obrigatório em base anual, nos
termos do disposto no estatuto social da companhia ou, se este for omisso, na Lei das Sociedades por Ações.
Neste sentido, o estatuto social da Itaúsa estabelece que seus acionistas têm direito de receber, como dividendo
obrigatório, importância equivalente a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido apurado em cada exercício
e, por deliberação do Conselho de Administração, poderão ser pagos juros sobre capital próprio, imputando-se
o valor dos juros pagos ou creditados ao valor do dividendo obrigatório. Para tanto, o Conselho de Administração

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


apresentará à Assembleia Geral Ordinária, juntamente com as demonstrações contábeis, proposta sobre a
destinação do lucro líquido do exercício, observados os preceitos da Lei das Sociedades por Ações. Antes de
qualquer destinação do lucro líquido, serão aplicados 5% (cinco por cento) na constituição da reserva legal, que
não excederá 20% (vinte por cento) do capital social.

Ainda nos termos do estatuto social da Itaúsa, cada ação preferencial terá direito a dividendo prioritário
mínimo anual de R$ 0,01 (um centavo de real). A importância do dividendo obrigatório que remanescer após o
dividendo prioritário mínimo anual das ações preferenciais será aplicada, em primeiro lugar, no pagamento às
ações ordinárias de dividendo igual ao prioritário das ações preferenciais, ou seja de R$ 0,01 (um centavo de
real) por ação. Depois de atribuído às ações ordinárias dividendo igual ao mínimo das ações preferenciais, as
ações de ambas as espécies participarão dos lucros distribuídos em igualdade de condições.

A Itaúsa apura lucro por ganhos de equivalência patrimonial decorrentes de seus investimentos nas
Controladas Itaúsa. Caso a Itaúsa não receba dividendos ou juros sobre capital próprio, lucros contábeis não
realizados em moeda poderão ser destinados à reserva de lucros a realizar. A capacidade de a Itaúsa cumprir
suas obrigações financeiras e de pagar dividendos aos seus acionistas, inclusive sob a forma de juros sobre
capital próprio, depende dos resultados e distribuição dos lucros e/ou dividendos ou juros sobre capital próprio
pelas Investidas Itaúsa. Não há garantia de que haverá distribuição de lucros e/ou dividendos ou juros sobre
capital próprio à Itaúsa ou, caso haja, que tais valores serão suficientes para o cumprimento das obrigações
financeiras da Itaúsa, principalmente em relação ao pagamento de dividendos ou juros sobre capital próprio aos
seus acionistas.

Ademais, a legislação societária brasileira permite a suspensão da distribuição obrigatória de dividendos


em qualquer exercício específico, ou exercícios, caso o Conselho de Administração informe em Assembleia Geral
de Acionistas que a distribuição seria incompatível com a situação financeira do emissor. Os lucros que deixarem
de ser distribuídos nessa hipótese serão registrados como reserva especial e, se não absorvidos por prejuízos
em exercícios subsequentes, deverão ser pagos como dividendos assim que a situação financeira da Companhia
permitir.

Por fim, o estatuto social da Itaúsa prevê que a parcela do lucro líquido que exceder o montante
correspondente ao dividendo obrigatório, por proposta do Conselho de Administração, poderá ser destinada para
a formação da Reserva para Equalização de Dividendos; da Reserva para Reforço do Capital de Giro; e/ou da
Reserva para Aumento de Capital de Empresas Participadas, observados os limites estipulados na legislação
societária e no estatuto social.

Caso necessite de recursos adicionais no futuro, a Companhia poderá optar por obtê-los por meio da
emissão de novas ações ou de outros valores mobiliários conversíveis ou permutáveis em ações, o que
poderá resultar na diluição da participação de investidores em seu capital social

A Itaúsa poderá precisar captar recursos no futuro e poderá captar tais recursos por meio da emissão
pública ou privada de ações ou valores mobiliários conversíveis em ações ou permutáveis por elas, incluindo a
emissão de debêntures, no caso de indisponibilidade de financiamento público ou privado ou por decisão de seus
acionistas. Qualquer captação de recursos por meio da distribuição de ações ou valores mobiliários conversíveis
em ações, ou permutáveis por elas, entre outras alternativas, pode resultar em alteração no preço das ações da
Itaúsa e na diluição da participação dos investidores no capital social da Companhia.

A Itaúsa pode vir a celebrar instrumentos financeiros que podem acarretar em aumento de sua
alavancagem e exigência de cumprimento de determinadas obrigações específicas

A Itaúsa pode vir a se tornar parte em contratos de financiamento ou celebrar outros instrumentos
financeiros que podem vir a aumentar sua alavancagem, inclusive por meio da emissão de títulos e valores
mobiliários no Brasil ou no exterior. O eventual endividamento da Companhia pode, por exemplo: (i) dificultar o
cumprimento de suas obrigações; (ii) limitar sua capacidade de obter financiamento adicional; (iii) aumentar a
vulnerabilidade da Companhia às taxas de juros, podendo resultar em maiores custos financeiros relacionados
à dívida pós fixada; (iv) aumentar a vulnerabilidade da Companhia a condições econômicas e setoriais adversas;
e (v) afetar o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio.

Além disso, esses instrumentos financeiros podem vir a impor o cumprimento de obrigações específicas,
bem como cláusulas restritivas de alavancagem e liquidez (covenants financeiros). Nestes instrumentos, são
comuns, ainda, disposições no sentido de que eventuais inadimplementos que não sejam sanados
tempestivamente ou em relação aos quais os credores não renunciem seu direito de declarar antecipadamente

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


vencidas as dívidas, possam acarretar decisão desses credores de declarar o vencimento antecipado dessas
dívidas representadas por referidos instrumentos, bem como podem resultar no vencimento antecipado de outros
instrumentos financeiros de que a Itaúsa é parte. Dessa forma, qualquer inadimplência gerada a partir da violação
desses eventuais instrumentos pode ter efeitos materiais adversos sobre as condições financeiras da Itaúsa,
podendo afetar, inclusive, o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio aos seus acionistas.

Um rebaixamento dos ratings do Itaú Unibanco pode afetar negativamente seu custo de captação de
recursos, acesso aos mercados de capitais e de dívidas, liquidez e, como resultado, a sua posição
competitiva e, indiretamente, a Itaúsa

Ratings de crédito representam a opinião das agências independentes de rating acerca da capacidade
do Itaú Unibanco de pagar suas dívidas e afetam o custo e outros termos que servem de base para a captação
de recursos do Itaú Unibanco. Cada agência revisa seus ratings e metodologias de rating periodicamente e pode
decidir alterar uma nota a qualquer momento, com base em fatores que afetam a solidez financeira do Itaú
Unibanco, tais como liquidez, capitalização, qualidade de ativos e lucratividade.

Segundo os critérios adotados pelas agências de rating, os ratings atribuídos às instituições financeiras
brasileiras, incluindo o Itaú Unibanco, são limitadas pelas notas atribuídas ao rating soberano do Brasil. Eventos
além do controle do Itaú Unibanco, como crises econômicas ou políticas, podem levar ao rebaixamento do rating
soberano do Brasil e um correspondente rebaixamento dos ratings atribuídos ao Itaú Unibanco.

Os ratings de crédito são essenciais para a capacidade do Itaú Unibanco de captar recursos e
financiamentos por meio da emissão de títulos de dívida e de cobrir os custos desses tipos de financiamento.
Um rebaixamento potencial ou real nos ratings de crédito do Itaú Unibanco poderia ter um impacto adverso sobre
suas operações, receita e ponderação de risco. O lucro líquido, exigências de capital e retorno sobre níveis de
capitais também seriam afetados, o que causaria um impacto negativo sobre a posição competitiva do Itaú
Unibanco. Além disso, no caso de rebaixamento dos ratings de crédito do Itaú Unibanco, possíveis cláusulas
relacionadas a rating em seus contratos de financiamento poderiam ser ativadas e resultar na necessidade
imediata de acrescentar mais garantias a contrapartes ou de tomar outras medidas nos termos dos contratos de
derivativos, o que poderia impactar negativamente as margens de juros do Itaú Unibanco e o resultado de suas
operações. Dessa forma, o fato de o Itaú Unibanco não conseguir manter ratings e perspectivas favoráveis
podem afetar seu custo e a disponibilidade de conseguir financiamento por meio do mercado de capitais ou de
outras formas de financiamento, o que afetaria suas margens de juros e capacidade operacional e, indiretamente,
a Itaúsa.

A Itaúsa e o Itaú Unibanco poderão vir a realizar operações com derivativos a título de proteção da carteira
(hedge)

A Itaúsa, em seu processo de diversificação de portfólio, poderá ser exposta a riscos de mercado
decorrentes, direta ou indiretamente, das taxas de câmbio, flutuações nas moedas e das taxas de juros, por
exemplo. Com o objetivo de mitigar esses riscos a Itaúsa poderá, quando necessário, realizar operações com
instrumentos financeiros derivativos no Brasil ou no exterior.

Estas operações de proteção (hedge) poderão ser firmadas para resguardar a Itaúsa contra a variação
desses índices. Contudo, o derivativo contratado pode não oferecer uma proteção perfeita da operação,
causando descasamento de preços entre a exposição protegida e seu derivativo, o que poderá afetar
negativamente os resultados da Itaúsa. Essas operações de hedge também poderão expor a Itaúsa a riscos de
perdas financeiras em situações em que a outra parte do contrato de hedge não cumpra suas obrigações
contratuais. Além disso, para a contratação de operações de hedge pode ser exigida da Itaúsa a realização e
manutenção de depósitos de margem, o que pode ter efeitos materiais adversos sobre as condições financeiras
da Itaúsa.

Da mesma forma, o Itaú Unibanco utiliza diversos instrumentos e estratégias para se proteger de
exposições a vários riscos associados aos seus negócios, mas pode incorrer em perdas caso esses hedges não
sejam eficazes. O Itaú Unibanco pode não ser capaz de proteger suas posições, ou protegê-las somente
parcialmente, ou podem não ter a eficácia desejada para mitigar a exposição aos diversos riscos e ao mercado
no qual opera.

A diversificação nos investimentos da Itaúsa e a realização de novas aquisições poderá ter um efeito
adverso no resultado da Companhia e resultar em riscos adicionais

A Itaúsa tem como parte de seu objeto social a participação no capital social de outras empresas de
diversos segmentos. Eventual diversificação no portfólio dos investimentos da Itaúsa pode resultar na exposição

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


a novos riscos, associados, por exemplo, às atividades desempenhadas pelas novas investidas, suas condições
particulares e/ou suas respectivas áreas de atuação.

Novas aquisições, seja nos setores nos quais a Itaúsa já atua ou em novos setores, poderão envolver
uma série de riscos e desafios que poderão causar efeitos prejudiciais relevantes sobre os negócios da Itaúsa,
como por exemplo:

 riscos de novos investimentos não gerarem os retornos esperados, bem como de exigirem aportes
financeiros adicionais, impactando, assim, a capacidade da Itaúsa de distribuir proventos;
 riscos em razão de atividades desempenhadas pelas Investidas Itaúsa, considerando que futuras aquisições
poderão estar sujeitas à aprovação do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência e podem sofrer
restrições, não ser aprovadas, ou podem ser aprovadas com restrições;
 riscos de concentração e/ou inadimplemento de clientes;
 riscos associados ao passivo contingente relativo a, entre outras, questões cíveis, tributárias, trabalhistas,
previdenciárias, ambientais e questões de propriedade intelectual, bem como outras questões regulatórias;
 riscos de eventuais custos adicionais não programados relacionados à operação dos novos negócios; e
 riscos reputacionais decorrentes dos efeitos prejudiciais acima apontados.

A descontinuidade ou diminuição dos investimentos de qualquer Investida Itaúsa nos segmentos em que
originalmente atuavam pode afetar o valor de suas respectivas ações, o que, por sua vez, pode ter um efeito
adverso na Itaúsa.

A Itaúsa é uma holding controlada por um bloco de controle que sempre atua no sentido de criar valor
para todos os seus acionistas a longo prazo. Este bloco controlador pode vir a tomar decisões com relação à
política da Itaúsa referente a incorporações, aquisições, parcerias estratégicas, alienações de participações
societárias, ou outras transações similares.

Ademais, a tomada de decisão em relação a eventual diversificação no portfólio dos investimentos da


Itaúsa que envolva fusões ou aquisições é baseada em estudos, análises e projeções de resultado de longo
prazo, os quais podem conter premissas macroeconômicas que podem não se concretizar e premissas de
negócios sujeitas a alterações por razões que independem da atuação da Companhia. Além disso, para a
elaboração dos materiais utilizados na avaliação de novos investimentos, a Itaúsa depende do acesso a
informações diversas sobre as potenciais empresas investidas que podem não estar disponíveis por completo,
principalmente quando os investimentos ocorrerem em empresas de capital fechado.

Adicionalmente, a Itaúsa, quando da análise de novos investimentos, apoia-se na capacidade de sua


equipe de fusões e aquisições, assessores e consultores externos, para avaliar os potenciais riscos e retornos
de tais investimentos, havendo riscos de existência de análises imprecisas ou incompletas. Não obstante os
melhores esforços da Itaúsa para conduzir de forma diligente os processos de fusões e aquisições, efeitos
adversos podem acontecer e gerar novos fatos e, consequentemente, perdas dos recursos investidos.

Além disso, a Itaúsa também poderá adquirir participações que não lhe assegurem o controle das
empresas investidas, seja por meio de uma joint venture ou por meio de participação minoritária. Tais aquisições
estarão sujeitas a riscos que a Itaúsa não pode controlar, tendo em vista que, de modo geral, a Companhia não
terá preponderância nas decisões tomadas nessas investidas.

A integração dos negócios adquiridos ou incorporados pelas Investidas Itaúsa e dificuldades na


implementação do plano estratégico podem ter um efeito relevante adverso nas Investidas Itaúsa e,
indiretamente, na Itaúsa.

Como parte da estratégia de crescimento, certas Investidas Itaúsa realizaram uma série de fusões,
aquisições e parcerias com outras entidades no passado e podem realizar novas operações no futuro. No
entanto, essas operações envolvem riscos, como, por exemplo, a possibilidade de se incorrer em custos não
esperados decorrentes das dificuldades de integração das plataformas, sistemas, finanças, contabilidade e
pessoas. Ademais, as sinergias operacionais e financeiras esperadas e outros benefícios decorrentes dessas
operações podem não ser alcançados ou serem inferiores aos níveis originalmente estimados.

Na hipótese de as Investidas Itaúsa não conseguirem aproveitar as oportunidades de crescimento dos


negócios, de redução de custos, e outros benefícios que foram previstos a partir de operações de fusões e
aquisições, ou de incorrerem em maiores custos de integração do que o estimado, elas podem ser afetadas
adversamente o que, consequentemente, afetaria adversamente a Itaúsa.

As Investidas Itaúsa podem, ainda, encontrar dificuldades na implementação de seus planos

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


estratégicos, incluindo em função de fatores macroeconômicos e de mercado no país e/ou no exterior,
interferência de reguladores e autoridades de defesa da concorrência, e outros fatores internos e externos.
Ademais, a tomada de decisão em relação a novos investimentos é baseada em estudos, análises e projeções
de resultado de longo prazo, os quais podem conter premissas macroeconômicas e de negócios que podem não
se concretizar, prejudicando o retorno dos acionistas e gerando efeitos adversos nas Investidas Itaúsa. As
dificuldades para implementação dos planos estratégicos das Investidas Itaúsa podem gerar efeitos adversos
nos seus resultados e, indiretamente, nos resultados da Itaúsa.

Escassez de financiamentos e falta de liquidez poderão afetar a capacidade das Investidas Itaúsa de
honrar seus compromissos financeiros, de desenvolver seus negócios e até de obter recursos para
investimentos, o que poderá demandar aporte de recursos pela Itaúsa nas Investidas Itaúsa, a assunção
de certas obrigações ou auxílio da Itaúsa na gestão das operações das Investidas Itaúsa

As Investidas Itaúsa poderão necessitar de novos recursos para honrar seus compromissos financeiros
em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos, bem
como para a consecução de seus planos de investimento. Em decorrência, por exemplo, essas empresas
poderão experimentar dificuldades na renovação de financiamentos, extensão dos prazos de pagamento ou
acesso a novas linhas em razão de uma eventual mudança no mercado ou de evento que prejudique sua
classificação de crédito. Não é possível assegurar que essas empresas terão acesso a novos recursos no futuro,
tampouco que os custos dos recursos disponíveis a essas companhias continuarão sendo compatíveis com o
retorno esperado dos seus respectivos negócios.

A dificuldade das Investidas Itaúsa na obtenção de recursos necessários às suas operações poderá adiar
ou restringir o crescimento e desenvolvimento das suas atividades, assim como prejudicar seus resultados
operacionais e de desempenho financeiro, ou impedir que completem seus programas de investimentos e outros
projetos, o que poderá ter um efeito adverso em suas operações e no desenvolvimento de seus negócios e,
indiretamente, afetar os resultados da Itaúsa.

Além disso, em decorrência de eventuais reestruturações das operações das Investidas Itaúsa ou até de
suas condições financeiras, a Itaúsa poderá ter de aportar recursos próprios ou oriundos de terceiros em suas
Investidas, auxiliar na gestão das operações dessas companhias e até assumir desembolsos para honrar avais,
fianças e outras garantias prestadas pela Itaúsa, o que pode ter um efeito material adverso sobre os resultados
da Itaúsa.

A perda de membros de média e alta liderança no Itaú Unibanco bem como a perda da capacidade de
atrair e manter pessoal-chave podem ter um efeito adverso relevante no Itaú Unibanco e, indiretamente,
na Itaúsa

A capacidade do Itaú Unibanco de implementar estratégias depende de suas lideranças. A perda de alguns
membros de média e alta liderança ou da capacidade do Itaú Unibanco de atrair e manter pessoal-chave pode
ter um efeito adverso relevante sobre suas operações e capacidade de implementação de estratégias, e,
indiretamente, na Itaúsa.

O desempenho do Itaú Unibanco pode ser afetado de forma adversa se for incapaz de atrair, reter e motivar
talentos-chave, o que, indiretamente, pode afetar adversamente o desempenho da Itaúsa.

O valor dos títulos, valores mobiliários e derivativos da carteira do Itaú Unibanco está sujeito a flutuações
de mercado devido a mudanças nas condições econômicas brasileiras ou internacionais, podendo gerar
prejuízos relevantes ao Itaú Unibanco e, indiretamente à Itaúsa.

O risco de mercado é o risco de ocorrência de prejuízos resultantes de variações nos preços do mercado
financeiro. Essas perdas podem resultar da flutuação nos valores de mercado de posições detidas por uma
instituição financeira, incluindo os riscos de operações sujeitas à variação cambial, de taxas de juros, índices de
preços e preços de ações e commodities.

Os valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos da carteira do Itaú Unibanco podem levá-lo
a registrar ganhos e perdas - quando vendidos ou ajustados a valor de mercado (no caso de títulos negociáveis)
- e apresentar flutuação considerável de um período para o outro em função das condições econômicas nacionais
ou internacionais.

O Itaú Unibanco não tem como estimar o montante de ganhos ou perdas realizados ou não realizados,
para qualquer período futuro. Ganhos e perdas na carteira de investimentos do Itaú Unibanco podem não
contribuir para sua receita líquida no futuro ou podem deixar de contribuir em níveis compatíveis com períodos

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


mais recentes. Da mesma forma, o Itaú Unibanco pode não ser bem-sucedido ao realizar as valorizações ou
desvalorizações atualmente existentes em sua carteira de investimentos consolidada ou em qualquer dos ativos
de sua carteira. Quaisquer dos fatores acima podem afetar os resultados futuros do Itaú Unibanco e,
indiretamente, da Itaúsa.

Falhas, defeitos, ou inadequação dos sistemas, processos e controles da Itaúsa e das Investidas Itaúsa,
inclusive decorrentes de má-conduta ou erros humanos podem afetar a Itaúsa e as Investidas Itaúsa de
forma adversa.

A Itaúsa e as Investidas Itaúsa possuem sistemas, processos, políticas e outros mecanismos de controles
internos adaptados às suas atividades e aos seus estágios de desenvolvimento, os quais são, em suas
avaliações, suficientes para mitigar os principais riscos associados às suas respectivas atividades. Contudo, os
sistemas operacionais da Itaúsa e das Investidas Itaúsa podem parar de funcionar adequadamente por um
período limitado – ou ficar temporariamente indisponíveis –, ou, ainda, seus controles e medidas de prevenção
podem não ser suficientes para evitar eventuais acidentes, falhas e deficiências (inclusive decorrentes de erro
humano) inerentes a seus respectivos negócios, devido a uma série de fatores.

Esses fatores incluem eventos que estão, total ou parcialmente, fora do controle da Itaúsa e das
Investidas Itaúsa, como a falta de energia, a interrupção dos serviços de telecomunicações, falhas generalizadas
nos sistemas, eventos internos e externos que podem afetar terceiros com os quais a Itaúsa e as Investidas
Itaúsa fazem negócios ou que sejam essenciais para suas atividades, eventos resultantes de questões de
natureza política ou social mais abrangentes, acidentes e prejuízos relativos a incêndios, explosões, vazamentos
de insumos, produtos, utilidades, e mesmo a catástrofes naturais, conforme o caso. Em caso de violação externa
dos sistemas de informação da Itaúsa e das Investidas Itaúsa (incluindo ataques cibernéticos), riscos como
divulgação não autorizada de informações pessoais em poder da Itaúsa e das Investidas Itaúsa, vazamento de
informações financeiras ou perda definitiva de dados podem ocorrer, com impacto adverso na imagem da Itaúsa
e das Investidas Itaúsa perante o mercado, seus clientes e fornecedores.

Falhas, deficiências, inadequação ou acidentes envolvendo os sistemas, processos e controles da Itaúsa


e das Investidas Itaúsa, inclusive aqueles resultantes de erros humanos ou fraudes, não apenas aumentam os
custos dos negócios das Investidas Itaúsa, causando prejuízos, como também geram conflitos com seus clientes,
fornecedores, contrapartes e reguladores, dentre outros, processos judiciais, multas regulatórias, sanções,
intervenções, reembolsos e indenizações. Desvios de condutas éticas ou violações de leis aplicáveis cometidas
pela Itaúsa ou pelas Investidas Itaúsa ou por seus colaboradores também podem trazer prejuízos à reputação
da Itaúsa e das Investidas Itaúsa, e resultar em litígios, ações regulatórias e penalidades. Todos esses fatores
podem ter efeito material adverso sobre a Itaúsa e as Investidas Itaúsa, e seus negócios, reputação e resultados.

A Itaúsa e as Investidas Itaúsa também estão expostas a riscos operacionais inerentes às suas
respectivas atividades. O risco operacional, de forma geral, também inclui eventual risco legal, associado à
inadequação ou deficiência em contratos firmados pela Itaúsa e pelas Investidas Itaúsa (observado o arcabouço
legal e regulatório inerente a cada atividade), bem como às sanções em razão de descumprimento de dispositivos
legais, como regulamentação para o combate à lavagem de dinheiro e sobre embargos, e indenizações punitivas
a terceiros decorrentes das atividades por elas desenvolvidas, que podem afetar adversamente a Itaúsa e as
Investidas Itaúsa.

Ataques cibernéticos podem causar perda de receita e danos à reputação do Itaú Unibanco e,
indiretamente, da Itaúsa, em função de violações de segurança de dados que podem prejudicar as
operações do Itaú Unibanco ou resultar na divulgação de informações confidenciais ou exclusivas.

O Itaú Unibanco define um ataque cibernético como qualquer tipo de manobra ofensiva empregada por
estados, nações, indivíduos, grupos ou organizações que buscam atingir, por meios variados, sistemas
informatizados, infraestrutura, redes e/ou dispositivos pessoais, com a finalidade de roubar, alterar ou destruir
um alvo específico hackeando um sistema suscetível. Ataques cibernéticos vão desde a instalação de vírus em
um computador pessoal até tentativas de destruir a infraestrutura de nações inteiras.

O Itaú Unibanco está exposto a este risco durante todo o ciclo de vida da informação, desde o momento
em que é coletada até seu processamento, transmissão, armazenamento, análise e destruição.

Um ataque cibernético bem sucedido pode resultar na indisponibilidade dos serviços do Itaú Unibanco e
vazamento ou comprometimento da integridade das informações, causando perdas financeiras e danos à
imagem do Itaú Unibanco e, indiretamente, à imagem da Itaúsa, afetando diretamente os clientes e parceiros do
Itaú Unibanco.

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


O Itaú Unibanco pode incorrer em perdas associadas aos riscos de exposição das contrapartes, inclusive
do governo federal, o que pode afetar, indiretamente, a Itaúsa

O Itaú Unibanco realiza rotineiramente transações com contrapartes no setor de serviços financeiros,
inclusive com corretoras e distribuidoras, bancos comerciais, bancos de investimento, fundos mútuos e de hedge,
entre outros clientes institucionais. Assim como a maioria dos bancos brasileiros, o Itaú Unibanco investe em
títulos de dívida emitidos pelo governo brasileiro. Em 31 de dezembro de 2017, aproximadamente 20,6% de
todos os ativos do Itaú Unibanco e 72,3% da carteira de títulos do Itaú Unibanco eram compostos por esses
títulos da dívida pública.

O Itaú Unibanco poderá incorrer em prejuízos no caso de qualquer de suas contrapartes deixar de honrar
suas obrigações contratuais em virtude de falência, falta de liquidez, falha operacional ou de outros motivos
atribuíveis exclusivamente às suas contrapartes. Por exemplo, qualquer descumprimento do governo brasileiro
em relação ao pagamento pontual desses títulos, ou a redução significativa em seu valor de mercado, poderia
afetar negativamente os resultados das operações do Itaú Unibanco de duas formas e, indiretamente, sobre os
resultados da Itaúsa: diretamente, devido a perdas da carteira, e indiretamente, devido a instabilidades que
poderiam ser causadas ao sistema bancário como um todo no caso de uma inadimplência na dívida pública,
especialmente considerando que é alta a exposição dos bancos comerciais à dívida do governo nos países em
que atuamos. Esse risco da contraparte também pode surgir ao Itaú Unibanco contratar resseguro ou celebrar
contratos de crédito nos quais as contrapartes tenham a obrigação de fazer pagamentos ao Itaú Unibanco e
sejam incapazes de fazê-lo, ou ao realizar operações no mercado de câmbio (ou outros mercados) que não
sejam liquidadas no momento especificado devido à não entrega pela contraparte, câmara de compensação ou
outro intermediário financeiro. O não cumprimento de suas obrigações contratuais pode afetar negativamente
desempenho financeiro do Itaú Unibanco e, indiretamente, da Itaúsa.

A inadequação de metodologias de precificação de produtos de seguros, previdência e capitalização


podem afetar adversamente o Itaú Unibanco e, indiretamente, a Itaúsa.

As subsidiárias do Itaú Unibanco com atividades no segmento de seguros e previdência definem os


preços e estabelecem os cálculos para seus produtos com base em estimativas atuariais ou estatísticas. A
precificação desses produtos de seguros e previdência é baseada em modelos que incluem premissas e
projeções que podem se provar incorretas, já que envolvem uma série de juízos de valor, inclusive quanto ao
nível ou tempo de recebimento ou pagamento de prêmios, contribuições, provisões, benefícios, sinistros,
despesas, juros, resultados de investimentos, aposentadoria, mortalidade, morbidade e persistência. Estas
subsidiárias e, consequentemente, o Itaú Unibanco, podem incorrer em perdas decorrentes de eventos contrários
às suas expectativas direta ou indiretamente associadas às premissas biométricas e econômicas incorretas, ou
bases atuariais utilizadas para cálculo de contribuições e provisões.

Embora os preços dos produtos de seguros e previdência das sociedades com atividades neste
segmento e a adequação de suas respectivas reservas sejam revisados anualmente, não se pode determinar
com precisão se os ativos que suportam suas responsabilidades, somados aos prêmios e contribuições futuros,
serão suficientes para o pagamento dos benefícios, sinistros e despesas. Dessa forma, a ocorrência de desvios
significativos nas premissas utilizadas para precificação pode ter um efeito adverso na rentabilidade dos produtos
de seguros e previdência. Adicionalmente, se for concluído que as reservas e prêmios futuros são insuficientes
para cobrir os futuros benefícios sob as apólices e sinistros, as subsidiárias do Itaú Unibanco terão que elevar
suas reservas e registrar tais efeitos em suas demonstrações contábeis, o que pode ter um efeito material
adverso em seus resultados, no resultado do Itaú Unibanco e, indiretamente, no da Itaúsa.

Políticas, procedimentos e modelos relacionados ao controle de riscos das Investidas Itaúsa podem se
mostrar ineficazes e seu resultado pode ser afetado de forma adversa por perdas não esperadas,
afetando, indiretamente, o resultado da Itaúsa.

Os métodos, procedimentos e políticas de gestão de riscos, inclusive as ferramentas e modelos


estatísticos para mensuração de riscos, tais como o Valor em Risco (VaR), e os modelos que estimam
probabilidades de inadimplência das Investidas Itaúsa podem não ser totalmente eficazes na mitigação da
exposição ao risco de tais entidades em todos os ambientes econômicos ou contra todos os tipos de riscos,
inclusive aqueles que as Investidas Itaúsa não conseguem identificar ou prever. Alguns dos instrumentos e
medições qualitativos para gerenciamento de risco são baseados em observações sobre o comportamento
histórico do mercado.

Especialmente com relação ao Itaú Unibanco, devido à limitação de informações disponíveis no Brasil,
a avaliação do risco de crédito dos clientes se baseia, principalmente, em informações disponíveis nos bancos
de dados do próprio banco, determinadas informações públicas sobre crédito ao consumidor e em outras fontes.

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


O Itaú Unibanco aplica ferramentas estatísticas e outras medições sobre os dados disponíveis para quantificar a
exposição ao risco. Essas ferramentas e medições podem não prever todos os tipos de exposição futura a que
o Itaú Unibanco estará sujeito. Essas exposições ao risco poderiam, por exemplo, ser decorrentes de fatores que
o Itaú Unibanco não prevê ou não avalia corretamente em seus modelos estatísticos. Esse cenário limita a
capacidade de gerenciar riscos e, portanto, perdas podem ser significativamente maiores do que as indicadas
pela métricas históricas. Ademais, os modelos de análise quantitativa do risco podem não levar em consideração
todos os riscos a que o Itaú Unibanco e as demais Investidas Itaúsa estão expostas e podem revelar-se
insuficientes, expondo as Investidas Itaúsa e, indiretamente, a Itaúsa, a perdas inesperadas relevantes.

Os resultados operacionais e a posição financeira do Itaú Unibanco dependem de sua capacidade de


avaliar as perdas associadas aos riscos aos quais está exposto e de incluir esses riscos nos métodos de
precificação por ele adotados. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com o objetivo de
garantir um nível de provisão compatível com a perda esperada, de acordo com os modelos internos do Itaú
Unibanco para mensuração do risco de crédito e com os critérios estabelecidos na regulamentação em vigor.
Esse cálculo considera, ainda, uma sólida capacidade de julgamento dos administradores do Itaú Unibanco, que
pode se revelar incorreto ou ser modificado no futuro, dependendo das informações que forem disponibilizadas.
Estes fatores podem afetar negativamente o Itaú Unibanco e, indiretamente, a Itaúsa.

Danos à reputação das Investidas Itaúsa podem prejudicar seus negócios e perspectivas e,
indiretamente, a Itaúsa.

As Investidas Itaúsa são altamente dependentes da sua imagem e credibilidade no mercado para gerar
negócios. Diversos fatores podem causar danos à reputação das referidas sociedades e gerar uma percepção
negativa por parte de clientes, contrapartes, fornecedores, acionistas, investidores, supervisores, parceiros
comerciais e outras partes interessadas, como o não cumprimento de obrigações legais, vendas irregulares para
clientes, envolvimento com fornecedores com postura ética questionável, vazamento de informações de clientes,
má conduta de colaboradores e falhas de terceiros na gestão de riscos, o não cumprimento de responsabilidades
sociais e ambientais e de obrigações legais e regulatórias impostas a suas atividades, entre outros. Além disso,
algumas ações significativas, tomadas por terceiros, como concorrentes ou outros participantes do mercado,
podem, indiretamente, abalar a reputação das Investidas Itaúsa perante clientes, investidores e o mercado em
geral. Se as Investidas Itaúsa forem incapazes, ou percebidas como incapazes, de lidar adequadamente com
essas questões, as Investidas Itaúsa podem estar sujeitas a penalidades, multas, ações coletivas e investigações
regulatórias, entre outros. Danos à reputação das Investidas Itaúsa entre clientes, investidores e outras partes
interessadas podem afetar negativamente as Investidas Itaúsa e, indiretamente, a própria Companhia.

Parte do relacionamento das Investidas Itaúsa com seus clientes depende da interação direta por seus
colaboradores ou representantes com tais clientes. Embora as Investidas Itaúsa tenham vários instrumentos de
gestão e controle para estimular uma conduta adequada por parte de seus colaboradores e representantes,
podem ocorrer desvios de comportamento, como vendas irregulares e o uso inadequado de informações. Esses
riscos podem causar perda de clientes, necessidade de compensação ou reembolsos, litígios e, de acordo com
sua extensão, podem expor as Investidas Itaúsa, e indiretamente, à Itaúsa ao risco reputacional, a perdas
financeiras e de credibilidade com o mercado e, conforme o caso, órgãos reguladores.

Acidentes e outros fatores relacionados às instalações físicas das Investidas Itaúsa podem ter efeito
substancialmente adverso sobre os seus resultados, com reflexos, em menor grau, na Itaúsa.

As Investidas Itaúsa estão expostas a riscos relacionados às suas instalações físicas. Essas instalações
físicas estão expostas a riscos diversos, tais como desastres naturais (por exemplo enchentes), eventos de força
maior (por exemplo falta de energia, água e combustíveis por parte das concessionárias de serviços públicos e
das distribuidoras, bem como greves, piquetes e bloqueios logísticos), acidentes e sinistros (como por exemplo
incêndios), que podem comprometer o resultado e o andamento da produção das Investidas Itaúsa, bem como
causar danos a seus ativos, impactando seus resultados e, indiretamente, o resultado da Itaúsa.

As coberturas de seguros contratadas pelas Investidas Itaúsa podem ser insuficientes para
ressarcimento de eventuais perdas.

As Investidas Itaúsa não podem garantir que as coberturas contratadas são ou serão suficientes ou
estarão disponíveis para fazer frente a eventuais sinistros, nem a perda de rentabilidade decorrente dos mesmos.

A materialização de perdas que não estejam cobertas em função de limitação da apólice, prejuízos
superiores aos valores definidos ou outras situações que impeçam o recebimento das verbas indenizatórias,
podem ocasionar custos adicionais não previstos para as Investidas Itaúsa e, indiretamente, para a Itaúsa.
Adicionalmente, as Investidas Itaúsa não podem garantir a certeza da renovação de tais apólices, por ocasião

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


de seu vencimento, nem em que condições as mesmas se darão.

Risco de liquidez do Itaú Unibanco

O risco de liquidez, assim entendido pelo Itaú Unibanco, é o risco do Itaú Unibanco não contar com
recursos financeiros suficientes para honrar suas obrigações nas respectivas datas de vencimento ou de o fazer
a um custo excessivo. Este risco é inerente às atividades de qualquer banco comercial ou de varejo.

A capacidade do Itaú Unibanco para captar recursos e o custo associado podem ser afetados por vários
fatores, como mudanças nas condições de mercado (por exemplo, nas taxas de juros), oferta de crédito,
mudanças regulatórias e choques sistêmicos no setor bancário, além de mudanças na percepção que o mercado
tem acerca do Itaú Unibanco.

Em cenários em que o acesso a recursos é escasso e/ou torna-se muito custoso, e o acesso ao mercado
de capitais não é possível ou é limitado, o Itaú Unibanco pode se encontrar na situação de ter que aumentar a
taxa de retorno paga por depósitos a fim de atrair mais clientes e/ou liquidar ativos não compromissados e/ou
potencialmente desvalorizados para assim ser capaz de honrar suas obrigações. Caso a liquidez do mercado
seja reduzida, a pressão da demanda poderá ter impacto negativo sobre os preços, uma vez que os compradores
naturais podem não estar disponíveis imediatamente. Nesse caso, o Itaú Unibanco poderá registar um deságio
significativo sobre os ativos, o que impactará os resultados e a situação financeira do banco. A persistência ou
piora dessas condições de mercado adversas ou altas nas taxas de juros básicas podem ter um impacto adverso
material sobre a capacidade do Itaú Unibanco de acessar o mercado de capitais e sobre o custo de captação de
recursos do Itaú Unibanco.

A Itaúsa e as Investidas Itaúsa basearam-se em estimativas e premissas na preparação de suas


demonstrações contábeis e quaisquer mudanças relevantes nessas estimativas e premissas podem ter
efeito material adverso sobre os resultados das Investidas Itaúsa e da própria Itaúsa.

Na preparação das demonstrações contábeis das Investidas Itaúsa, bem como das demonstrações
contábeis da Itaúsa, foram utilizadas estimativas e premissas baseadas no histórico de experiências de cada
sociedade e em outros fatores. Tais estimativas e premissas estão sujeitas a incertezas significativas, as quais
fogem do controle das Investidas Itaúsa e da própria Itaúsa. Caso qualquer dessas estimativas e premissas sofra
mudanças ou se mostre incorreta, os resultados da respectiva sociedade podem ser afetados de maneira adversa
e material, sendo que no caso das Investidas Itaúsa, os resultados da Itaúsa podem ser afetados, indiretamente,
de maneira adversa e material.

Como resultado de limitações inerentes a controles contábeis e de divulgação das Investidas Itaúsa e da
própria Itaúsa, erros de classificação devido a erros ou fraudes podem ocorrer e não ser detectados.

Os controles e procedimentos de divulgação das Investidas Itaúsa e da Itaúsa são elaborados para
proporcionar confiança razoável de que as informações que devem ser divulgadas nos relatórios exigidos pela
legislação e regulamentação locais serão reunidas e comunicadas à administração, além de serem registradas,
processadas, resumidas e reportadas dentro dos prazos especificados nas respectivas regras. As Investidas
Itaúsa e a própria Itaúsa acreditam que quaisquer controles e procedimentos de divulgação, ou controles e
procedimentos internos, inclusive os respectivos controles contábeis, forneçam somente segurança razoável, e
não absoluta, de que os objetivos de tais sistemas de controle estão sendo atingidos. Essas limitações inerentes
a quaisquer controles e procedimentos incluem a realidade de que os julgamentos no processo de tomada de
decisões podem ser falhos e gerar consequências negativas devido a erros ou a equívocos simples. Além disso,
controles e procedimentos podem ser burlados por atos individuais, pela atuação em conluio de duas ou mais
pessoas ou por uma sobreposição não autorizada dos controles.

Qualquer falha da Itaúsa e/ou de qualquer das Investidas Itaúsa na manutenção de controles internos
efetivos sobre a divulgação das informações financeiras pode afetar adversamente a confiança dos
investidores na Itaúsa e nas Investidas Itaúsa, e, como resultado, o valor dos investimentos em seus
títulos e valores mobiliários.

Qualquer falha de manutenção de controles internos eficazes sobre as demonstrações contábeis das
Investidas Itaúsa e da própria Itaúsa pode afetar de forma adversa a capacidade da Itaúsa e das Investidas Itaúsa
de divulgar adequadamente suas condições financeiras ou os seus respectivos resultados. Se os controles
internos relacionados às demonstrações contábeis consolidadas não são efetivos, ou se os auditores
independentes determinarem que a Itaúsa ou qualquer das Investidas Itaúsa possuem algum ponto fraco material
ou alguma deficiência significativa em seus controles internos referentes às suas respectivas demonstrações
contábeis, tais companhias poderiam perder a confiança dos investidores na exatidão e integridade de tais

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


relatórios financeiros, e os valores de mercado das ações da Itaúsa e das Investidas Itaúsa poderiam cair ou
estar sujeitos a sanções ou investigações da autoridade regulatória. A falha da Itaúsa ou de qualquer das
Investidas Itaúsa em corrigir qualquer ponto fraco material em seus controles internos relacionados às
demonstrações contábeis ou em implementar ou manter outros sistemas de controles efetivos requeridos das
empresas de capital aberto também poderia restringir o futuro acesso dessas companhias aos mercados de
capitais.

Decisões adversas em ações judiciais e administrativas podem afetar negativamente os resultados, o


fluxo de caixa e a situação financeira da Itaúsa e das Investidas Itaúsa.

Decisões judiciais desfavoráveis envolvendo valores significativos para os quais a Itaúsa ou as Investidas
Itaúsa não tenham constituído provisões, ou no caso em que as perdas sejam tão significativamente maiores do
que as provisões que foram constituídas, podem afetar de forma adversa os resultados e situação financeira das
Investidas Itaúsa e da Itaúsa.

Como parte do curso normal dos negócios, as Investidas Itaúsa e a Itaúsa estão sujeitas e são partes
em vários processos civis, fiscais e trabalhistas que envolvem quantias substanciais de dinheiro. As
Demonstrações Contábeis Completas da Itaúsa e das Investidas Itaúsa incluem apenas provisões para perdas
prováveis que podem ser razoavelmente estimadas e despesas em que eventualmente incorrerem, relacionadas
com litígios ou processos administrativos pendentes ou de outra forma exigidas pela legislação brasileira. No
momento, não é possível estimar o montante de todos os custos em potencial em que a Itaúsa e as Investidas
Itaúsa possam incorrer, ou penalidades que possam ser impostas, além daqueles para os quais foram
constituídas provisões. No caso de decisões judiciais desfavoráveis envolvendo valores significativos para os
quais não foram constituídas provisões, ou no caso em que as perdas sejam tão significativamente maiores do
que as provisões que foram constituídas, o custo total dessas decisões desfavoráveis pode afetar de forma
adversa os resultados e a situação financeira das Investidas Itaúsa e da Itaúsa.

A Itaúsa está sujeita a riscos decorrentes da concorrência, novas tecnologias e mudanças no


comportamento dos clientes das Investidas Itaúsa

Ambiente concorrencial, novas tecnologias, novos entrantes, mudanças de hábito de consumo, advento
de novos produtos substitutos aos fabricados e comercializados pelas Investidas Itaúsa ou o surgimento de novos
serviços em substituição aos serviços por elas prestados, podem vir a diminuir a competitividade das Investidas
Itaúsa e, consequentemente, afetar a Companhia.

Além disso, avanços tecnológicos podem afetar a demanda por produtos ou exigir investimentos de
capital substanciais nas Investidas Itaúsa para que continuem competitivas.

Não é possível estimar quando novas tecnologias estarão disponíveis, o nível de aceitação das novas
tecnologias pelos concorrentes das Investidas Itaúsa ou os custos associados a essas novas tecnologias. Os
avanços no desenvolvimento de produtos alternativos também poderão resultar em redução da demanda ou
eliminação da necessidade por produtos comercializados pelas Investidas Itaúsa. Quaisquer avanços
tecnológicos que necessitem de investimentos de capital significativo para a manutenção da competitividade ou
que, de outra forma, reduzam a demanda, terão um efeito adverso relevante sobre o desempenho operacional e
financeiro das Investidas Itaúsa, e, indiretamente, no resultado da Companhia.

A relativa volatilidade e falta de liquidez dos mercados de capitais brasileiros poderá limitar
substancialmente a capacidade dos detentores das ações da Itaúsa de venderem referidas ações pelo
preço e no momento em que desejarem.

Investir em títulos e valores mobiliários negociados em mercados emergentes, como o Brasil, envolve,
com frequência, riscos maiores, em comparação a mercados internacionais mais desenvolvidos e estáveis.
Referidos investimentos em mercados emergentes são considerados especulativos por natureza.

O mercado brasileiro de títulos e valores mobiliários é substancialmente menor, tem menos liquidez,
maior concentração e pode ser mais volátil do que os principais mercados de valores mobiliários dos Estados
Unidos ou de outros países. Investimentos em títulos e valores mobiliários no Brasil estão sujeitos a
determinados riscos econômicos e políticos, tais como, entre outros:

 eventuais mudanças nos cenários regulatório, fiscal, econômico e político que podem afetar a capacidade
de recebimento de pagamentos, no todo ou em parte, pelos investidores, relativos aos seus investimentos;
e
 eventuais restrições a investimento estrangeiro e a repatriamento do capital investido.

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4.1 - Descrição dos fatores de risco

Os fatores acima podem limitar substancialmente a capacidade dos investidores de vender seus títulos e
valores mobiliários pelo preço e no momento em que desejarem fazê-lo.

b) A seu controlador, direto ou indireto, ou grupo de controle

O acionista controlador tem o poder de direcionar os negócios da Itaúsa

Em 31 de dezembro de 2017, o acionista controlador da Itaúsa (família Egydio de Souza Aranha) detinha,
de maneira direta, 63,26% do capital votante e 34,44% do capital total da Itaúsa.

Dessa forma, o acionista controlador tem o poder de exercer o controle da Itaúsa, sendo titular de direitos
de voto que lhe permitem, por exemplo, eleger a maioria dos membros do conselho de administração da
Companhia, e determinar o resultado de qualquer ato que exija aprovação dos acionistas, incluindo
reorganizações societárias e pagamentos de dividendos.

O acionista controlador poderá, ainda, ter interesse em realizar aquisições, alienações, parcerias, buscar
financiamentos ou operações similares que possam ser conflitantes com os interesses dos demais acionistas, e,
mesmo em tais casos, o interesse do acionista controlador poderá prevalecer.

c) A seus acionistas

A Itaúsa não está exposta, atualmente, a quaisquer riscos relacionados aos acionistas da Itaúsa, além do risco
relacionado ao acionista controlador que já foi tratado no item anterior.

d) A suas controladas e coligadas

Considerando que a Itaúsa é uma sociedade de participações (holding), os fatores de risco que podem
influenciar a decisão de investimento em seus valores mobiliários são essencialmente decorrentes dos riscos a
que estão expostas as Controladas Itaúsa, conforme descritos neste item 4.1.

e) A seus fornecedores

A Itaúsa não está exposta diretamente a riscos relacionados com fornecedores que possam influenciar
a decisão de investimento em seus valores mobiliários, dado que suas atividades estão restritas a participações
em outras sociedades (holding).

No entanto, existem fatores que incluem eventos que estão, total ou parcialmente, fora do controle da
Itaúsa e das Investidas Itaúsa, como a falta de energia, a interrupção dos serviços de telecomunicações, falhas
generalizadas nos sistemas, bem como eventos internos e externos que podem afetar terceiros com os quais a
Itaúsa e as Investidas Itaúsa fazem negócios ou que são essenciais para suas atividades, e que podem afetar a
produção e resultados das Investidas Itaúsa e da Itaúsa.

A produção das Controladas Itaúsa que atuam no segmento industrial depende de insumos específicos
(básico ou não) que as expõem a riscos de aumento de preços ou escassez de matéria prima.

A produção das Controladas Itaúsa que atuam no segmento industrial depende da aquisição no mercado
local e internacionais de insumos e matérias primas específicas, básicas ou não, incluindo, dentre outros:
propeno, ortoxileno, enxofre, benzeno, energia elétrica, resinas, madeira, metais não ferrosos, papéis, celulose,
dióxido de titânio, bem como matrizes enérgicas da indústria petroquímica, de gases industriais e gás natural.

Grande parcela de tais insumos e matérias primas está concentrada em poucos fornecedores com alto
grau de especialização e dependência do preço internacional de commodities. A Duratex depende do
fornecimento de ureia para a fabricação de determinados produtos, que atualmente é fornecida principalmente
pela Petrobrás S.A., e o metanol, que é 100% importado. Os preços dessas matérias são derivados da cotação
internacional dessas commodities e estão expostos à variação do dólar.

No caso da Elekeiroz, os sites em Camaçari estão ligados por dutos à central petroquímica local
(Braskem) e aos fornecedores de gases industriais e gás natural. A Empresa tem contratos que garantem o
fornecimento de matérias-primas e utilidades, mas eventuais falhas nas unidades dos fornecedores ou
interrupções por qualquer outro motivo podem resultar na falta desses insumos e comprometer a produção. Além
disso, a Elekeiroz obtém parte dos seus insumos no mercado internacional e a eventual interrupção no

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


suprimento de algum insumo importante pode afetar a produção de determinados produtos, resultando em
perdas nos seus resultados operacionais. Eventuais barreiras tarifárias ou não tarifárias, bem como outras
políticas implantadas pelos países exportadores de insumos à Elekeiroz, podem refletir no custo desses insumos
e resultar em redução das suas receitas de vendas e resultados e, indiretamente, nos resultados da Itaúsa.

No caso da Alpargatas, a borracha sintética é a principal matéria-prima utilizada na fabricação de


Sandálias Havaianas e Dupé, e possui número reduzido de fornecedores no Brasil, havendo, dessa forma, risco
de indisponibilidade de fornecimento. Se tal fato ocorrer, a fabricação e as vendas desse produto ficarão
comprometidas e, consequentemente, a receita da companhia, o que pode impactar, indiretamente, a Itaúsa.

Ainda em relação ao processo de produção da Alpargatas, os governos do Brasil e da Argentina adotaram


medidas “antidumping” aos calçados provenientes da China, impondo sobretaxa que elevou seu custo de
importação. Novas barreiras de importação, ou a ampliação das atuais, dependendo de sua dimensão, podem
afetar a estratégia de sourcing da Alpargatas, no Brasil e na Argentina, o que pode afetar, indiretamente, a
Companhia.

f) A seus clientes

A Itaúsa não está exposta diretamente a riscos relacionados com clientes, dado que suas atividades estão
restritas a participações em outras sociedades (holding).

No entanto, as Investidas Itaúsa atuam em diversos setores e estão expostas a riscos relacionados a seus
respectivos clientes que podem, em menor grau, causar um efeito adverso nos resultados da Itaúsa.

O desempenho passado da carteira de crédito do Itaú Unibanco pode não ser indicativo de desempenho
futuro. Alterações no perfil dos negócios do Itaú Unibanco podem afetar adversamente sua carteira de
crédito, e indiretamente, os resultados da Itaúsa. Além disso, o valor de qualquer garantia que assegura
os empréstimos do Itaú Unibanco pode não ser suficiente e o Itaú Unibanco pode ser incapaz de realizar
o valor total da garantia que assegura sua carteira de crédito

Mudanças no perfil dos negócios do Itaú Unibanco podem ocorrer em função de crescimento orgânico,
de fusões e aquisições, alterações nas condições políticas e econômicas nacionais, desaceleração da demanda
de clientes, acirramento na concorrência do mercado, bem como alterações nos regimes fiscais aplicáveis aos
setores nos quais atua e, em menor grau, a outras mudanças relacionadas em países nos quais o Itaú Unibanco
opera e no ambiente econômico internacional. Além disso, o valor de mercado de qualquer garantia relacionada
à carteira de crédito do Itaú Unibanco pode variar, desde o momento em que o Itaú Unibanco avalia no início da
negociação até o momento de sua execução, devido a fatores relacionados a mudanças na economia, na política
ou a fatores setoriais além do controle do Itaú Unibanco.

Quaisquer alterações que afetem um dos setores nos quais o Itaú Unibanco tenha exposição de crédito
significativa, e mudanças no valor da garantia que assegura seus empréstimos, podem resultar em redução no
valor que o Itaú Unibanco realizou com base na garantia e de sua carteira de crédito. Consequentemente, podem
ter um impacto adverso sobre o resultado das operações e da situação financeira do Itaú Unibanco e também
afetar negativamente a taxa de crescimento e o mix de sua carteira de crédito, o que pode afetar, adversamente,
a Companhia.

As Investidas Itaúsa poderão incorrer em perdas em razão da perda de clientes, de sua inadimplência,
ou inadimplência por contrapartes.

As Investidas Itaúsa estão sujeitas a riscos relacionados à perda e à inadimplência de seus clientes. Além
disso, as Investidas Itaúsa podem incorrer em prejuízos no caso de qualquer de suas contrapartes deixar de
honrar suas obrigações contratuais em virtude de falência, falta de liquidez, falha operacional ou outros motivos.
As Investidas Itaúsa podem, ainda, ter seus resultados negativamente afetados em razão da perda de clientes.
A perda de clientes e ou o aumento no nível de inadimplência podem impactar negativamente os resultados e a
cotação dos valores mobiliários emitidos pelas Controladas Itaúsa e, indiretamente, os resultados e a cotação
dos valores mobiliários emitidos pela Itaúsa.

Ademais, a NTS possui um único cliente que no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017
representou 100% de sua receita operacional. Em caso de inadimplemento contratual pelo cliente, a situação
financeira e os resultados das operações da NTS poderão ser significativamente afetados e, indiretamente, os
resultados da Itaúsa.

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


g) Aos setores da economia nos quais o emissor atue

A Itaúsa é uma sociedade de participações (holding) e, como tal, não atua diretamente em um setor da
economia. No entanto, as principais Investidas Itaúsa atuam nos segmentos industrial e de serviços financeiros,
de forma que a Itaúsa pode ser impactada pelos riscos que atrelados aos setores em que as Investidas Itaúsa
atuam.

Investigações sobre corrupção, com ampla repercussão, que estão em andamento no Brasil, poderão
afetar a percepção das perspectivas de crescimento interno no Brasil.

Certas empresas brasileiras dos setores de energia e infraestrutura e de óleo e gás estão sendo
investigadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Securities Exchange Commission dos Estados
Unidos (SEC), o Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos, a Polícia Federal e outros órgãos públicos
brasileiros responsáveis por investigações sobre formação de cartel e corrupção, relacionadas a alegações de
corrupção e, dependendo do resultado dessas investigações e do tempo necessário para concluí-las, essas
empresas podem enfrentar (algumas delas já enfrentam) rebaixamentos das agências de classificação de
crédito, restrições de acesso a financiamento (algumas delas já sofrem), redução nas receitas (algumas delas já
experimentam) e pagamento de multas, entre outros efeitos negativos.

Tal situação pode trazer efeitos adversos às Investidas Itaúsa e, indiretamente, à Companhia. Tendo em
vista que uma variedade de tais empresas são clientes do Itaú Unibanco, e uma delas é acionista minoritária na
NTS, Investida Itaúsa, tais efeitos negativos podem prejudicar a capacidade de tais companhias honrarem
tempestivamente suas obrigações financeiras, resultando em impactos negativos para o Itaú Unibanco e NTS,
e, indiretamente, para a Itaúsa, bem como em impactos na reputação da Itaúsa. Adicionalmente, várias das
empresas envolvidas nos casos de corrupção em curso são fornecedoras de insumos às Investidas Itaúsa que
atuam no segmento industrial, as quais também podem ser negativamente afetadas pelas investigações,
inclusive com relação a informações divulgadas ao mercado.

A Itaúsa e as Investidas Itaúsa não podem prever a duração das investigações sobre corrupção ou a
intensidade dos efeitos que essas investigações poderão ter sobre a economia brasileira e o setor financeiro,
que poderão ser investigadas em virtude do relacionamento comercial que possam ter com as empresas
envolvidas em investigações.

Alterações nas condições econômicas podem afetar negativamente as Investidas Itaúsa e, indiretamente,
a Itaúsa.

As operações das Investidas Itaúsa dependem do desempenho da economia brasileira, e, em grau


menor, das economias de outros países nos quais realizam negócios, especificamente na América Latina, em
relação ao Itaú Unibanco. Crises e volatilidade nos mercados financeiros de outros países podem afetar os
mercados financeiros globais e a economia brasileira e ter um impacto negativo nas operações do Itaú Unibanco,
e, indiretamente, na Itaúsa. A demanda por crédito e serviços financeiros, assim como a capacidade de
pagamento, por parte dos clientes do Itaú Unibanco, controlada em conjunto, são impactadas diretamente por
variáveis macroeconômicas, tais como o crescimento econômico, renda, desemprego, inflação, flutuações nas
taxas de juros e de câmbio. Assim, qualquer mudança relevante na economia brasileira, e, em menor grau, nas
economias de outros países nos quais a instituição realiza negócios, especialmente da América Latina, pode
afetá-las e, indiretamente, afetar os resultados da Itaúsa.

A turbulência e a volatilidade dos mercados financeiros globais podem também ter consequências
significativas para os países onde algumas das Investidas Itaúsa operam, tais como volatilidade no valor de
títulos patrimoniais, nas taxas de juros e de câmbio. A maior incerteza e volatilidade podem resultar em uma
desaceleração do mercado de crédito e da economia, o que, por sua vez, poderia gerar aumento na taxa de
desemprego e redução no poder aquisitivo dos consumidores. Além disso, esses eventos podem prejudicar de
forma significativa a capacidade dos seus clientes de cumprir suas obrigações e, assim, gerar aumento nas
operações de crédito em atraso ou inadimplentes, resultando em um aumento do risco associado à atividade de
crédito.

As condições econômicas e de mercado em outros países, incluindo os EUA, países da União Europeia
e países emergentes, podem afetar em graus variados a disponibilidade de crédito e o montante de investimentos
estrangeiros no Brasil e nos países nos quais algumas das Investidas Itaúsa fazem negócios. Incertezas políticas
continuam a apresentar um risco significativo ao cenário da economia global, especialmente a possibilidade de
uma guerra comercial entre EUA e China. Na zona do Euro, a formação de governo na Itália e as negociações
para a saída do Reino Unido da União Europeia constituem fontes de incerteza, embora nenhum desses eventos
pareça apresentar um risco imediato para a região ou a economia global. Crises nesses países podem diminuir

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


o interesse dos investidores por ativos brasileiros, e de outros países nos quais algumas das Investidas Itaúsa
fazem negócios, o que poderia afetar, de forma adversa e material, o preço de mercado dos títulos das Investidas
Itaúsa, e da própria Itaúsa, dificultando o acesso das Investidas Itaúsa e da Itaúsa ao mercado de capitais e,
consequentemente, o financiamento de suas operações no futuro.

Crises financeiras globais, além do ambiente macroeconômico brasileiro, também podem afetar de forma
material e adversa o preço de mercado dos títulos e valores mobiliários de emissores brasileiros ou causar outros
efeitos negativos no Brasil e nos países em que algumas das Investidas Itaúsa operam, tendo efeito adverso
material sobre as Investidas Itaúsa e, indiretamente, sobre a Itaúsa.

As autoridades brasileiras exercem influência sobre a economia brasileira. Alterações nas políticas
monetária, fiscal e cambial e na estrutura do governo brasileiro podem afetar negativamente as Investidas
Itaúsa e, indiretamente, a Itaúsa.

As operações das Investidas Itaúsa são dependentes do desempenho da economia brasileira. A


demanda por crédito e serviços financeiros, assim como a capacidade de pagamento por parte de seus clientes,
é impactada diretamente por variáveis macroeconômicas, tais como crescimento econômico, renda,
desemprego, inflação e flutuações nas taxas de juros e de câmbio.

Após um período de expansão econômica acentuada, as taxas de crescimento do Brasil começaram a


desacelerar em 2011 e, em 2015, o país entrou em recessão. Em 2016, o PIB teve contração de 3,5%, e cresceu
1,0% em 2017. O crescimento foi impactado pelas altas taxas de juros, baixo preço das commodities e alta
alavancagem corporativa. O crescimento potencial pode estar sendo limitado por diversos fatores, inclusive
estruturais, como infraestrutura inadequada, os quais ocasionam riscos de potencial falta de energia e
deficiências no setor de transporte, dentre outros, bem como a escassez de profissionais qualificados que podem
reduzir os níveis de produtividade e eficiência do país. Baixos níveis de poupança nacional requerem entrada de
fluxos financeiros relativamente significativos do exterior, o que pode não ocorrer caso investidores estrangeiros
percebam instabilidade política e fiscal no país. Dependendo da sua intensidade, esses fatores poderiam levar à
redução nas taxas de emprego e queda nos níveis de renda e de consumo, resultando no aumento de índices
de inadimplência dos clientes e contrapartes das Investidas Itaúsa, bem como nos empréstimos realizados pelo
Itaú Unibanco e, consequentemente, gerar um efeito material adverso sobre as Investidas Itaúsa e,
indiretamente, sobre a Itaúsa.

As autoridades brasileiras intervêm com alguma frequência na economia brasileira, por meio de
alterações nas políticas fiscal, monetária e cambial, o que pode afetar negativamente as Investidas Itaúsa e,
indiretamente, a Itaúsa. Tais alterações podem impactar variáveis que são fundamentais para a estratégia de
crescimento das Investidas Itaúsa (tais como taxas de câmbio e juros, a liquidez do mercado monetário, a carga
tributária e o crescimento econômico), limitando a atuação das Investidas Itaúsa em determinados mercados,
afetando a liquidez e a capacidade de pagamento dos clientes das Investidas Itaúsa, o que consequentemente
afetará suas operações.

Ademais, alterações na estrutura do governo brasileiro podem resultar em mudanças nas políticas
governamentais, as quais podem impactar as Investidas Itaúsa e, indiretamente, o resultado da Itaúsa. Essa
incerteza pode, no futuro, contribuir para aumentar a volatilidade no mercado de capitais brasileiro, a qual, por
sua vez, pode ter efeito relevante adverso sobre as Investidas Itaúsa e, por consequência, sobre a Itaúsa. Outros
desdobramentos políticos, diplomáticos, sociais e econômicos no Brasil, e no exterior, que tenham impacto no
Brasil, podem também afetar as Investidas Itaúsa e, indiretamente, a Itaúsa.

A inflação e a oscilação nas taxas de juros podem ter um efeito adverso relevante sobre as Investidas
Itaúsa e, indiretamente, sobre a Itaúsa.

Aumentos repentinos de preços e longos períodos de inflação alta podem causar, dentre outros efeitos,
perda de poder aquisitivo e distorções na alocação de recursos na economia. As medidas para combater taxas
de inflação elevadas incluem maior rigidez na política monetária, com elevação da taxa básica de juros (SELIC),
resultando em restrições de crédito e liquidez no curto prazo, o que pode ter um efeito adverso relevante sobre
as Investidas Itaúsa e, indiretamente, a Itaúsa. Mudanças nas taxas de juros podem afetar de forma material as
margens líquidas das Investidas Itaúsa e, indiretamente, da Itaúsa, já que influenciam os custos de captação e
concessão de empréstimos. Adicionalmente, os aumentos na taxa SELIC podem reduzir a demanda por crédito,
aumentar os custos das reservas do Itaú Unibanco e elevar o risco de inadimplência dos clientes do Itaú
Unibanco. De forma inversa, reduções na taxa SELIC poderiam diminuir os ganhos provenientes de ativos do
Itaú Unibanco remunerados por juros, assim como as margens líquidas do Itaú Unibanco e, indiretamente, da
Itaúsa.

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


A instabilidade das taxas de câmbio também pode afetar negativamente as Investidas Itaúsa e,
indiretamente, a Itaúsa.

O Brasil utiliza o sistema de câmbio flutuante, segundo o qual o mercado estabelece o valor do real em
relação às moedas estrangeiras. No entanto, o Bacen pode fazer intervenções na compra e na venda de moedas
estrangeiras com o objetivo de suavizar as oscilações e reduzir a volatilidade da taxa de câmbio. Apesar dessas
intervenções, a taxa de câmbio pode apresentar variações significativas. Além disso, em alguns casos,
intervenções realizadas com o objetivo de evitar oscilações bruscas do valor do real, frente às outras moedas,
podem ocasionar o efeito oposto, levando ao aumento na volatilidade da referida taxa de câmbio. A instabilidade
nas taxas de câmbio também pode impactar negativamente os negócios das Investidas Itaúsa e, indiretamente,
a Itaúsa. Uma potencial depreciação do real poderia resultar em (i) perdas nos passivos expressos em moeda
estrangeira das Investidas Itaúsa, ou a ela indexados; (ii) redução da capacidade das Investidas Itaúsa de pagar
obrigações expressas em moeda estrangeira ou a ela indexadas, pois a obtenção da moeda estrangeira
necessária para cumprir tais obrigações ficaria mais cara; (iii) redução da capacidade dos tomadores brasileiros
de pagar dívidas do Itaú Unibanco expressas em moeda estrangeira ou a ela indexadas; e (iv) impactos negativos
sobre o preço de mercado da carteira de títulos do Itaú Unibanco. Por outro lado, a valorização da moeda
brasileira poderia levar as Investidas Itaúsa a incorrer em perdas sobre os ativos expressos em moedas
estrangeiras ou a elas indexados.

Todas essas alterações podem impactar variáveis que são fundamentais para estratégia de crescimento
das Investidas Itaúsa e, indiretamente, da Itaúsa (tais como taxas de câmbio e de juros, a liquidez do mercado,
a carga tributária e o crescimento econômico), limitando a atuação das Investidas Itaúsa em determinados
mercados e afetando a liquidez das Investidas Itaúsa e, indiretamente, da Itaúsa, bem como a capacidade de
pagamento dos clientes do Itaú Unibanco. Incertezas sobre políticas econômicas futuras podem aumentar a
volatilidade no mercado de capitais brasileiro, que, por sua vez, pode ter relevante efeito adverso sobre as
Investidas Itaúsa e, indiretamente, sobre a Itaúsa. Outros desdobramentos políticos, diplomáticos, sociais e
econômicos no Brasil e no exterior que tenham impacto no país também podem afetar as Investidas Itaúsa e,
indiretamente, a Itaúsa. Ou seja, qualquer mudança relevante na economia brasileira poderá afetar as operações
das Investidas Itaúsa e, indiretamente, da Itaúsa.

A deterioração das contas fiscais do Governo pode afetar as Investidas Itaúsa e, indiretamente, a Itaúsa.

O resultado primário do setor público brasileiro tem sido deficitário desde 2014. A continuidade da
deterioração das contas fiscais do governo poderia gerar uma perda de confiança dos investidores locais e
estrangeiros. Os governos estaduais também vêm enfrentando desafios fiscais devido à rigidez de seus gastos,
receitas menores e, em alguns casos mais críticos, elevado endividamento. O Congresso Nacional aprovou uma
emenda constitucional que limitará o crescimento dos gastos públicos à inflação do ano anterior por um período
de no mínimo 10 anos. No curto prazo, o foco permanecerá na reforma da Previdência, fundamental para se
conseguir o cumprimento dos limites de gastos no futuro. Considerada imprescindível, a reforma está pronta para
ser votada pelo Congresso. Entretanto, incertezas políticas podem levar ao seu adiamento para 2019, após as
eleições gerais. A menor confiança na situação fiscal do governo brasileiro poderia levar as agências de rating
de crédito a rebaixar o rating soberano do Brasil, impactando negativamente a economia do país e causando
desvalorização da moeda brasileira, o aumento da inflação e das taxas de juros e a desaceleração do
crescimento econômico, afetando, dessa forma, os negócios, os resultados das operações e a posição financeira
das Investidas Itaúsa e, indiretamente, da Itaúsa.

O ambiente cada vez mais competitivo e as recentes consolidações de mercado podem ter efeito adverso
relevante sobre as Controladas Itaúsa e, indiretamente, sobre a Itaúsa.

O mercado brasileiro de serviços financeiros e bancários é altamente competitivo. O Itaú Unibanco, e


suas controladas enfrentam significativa concorrência de outros bancos brasileiros e internacionais bem como
de outras empresas não financeiras que competem nos mercados nos quais o Itaú Unibanco e suas controladas
atuam. Essas últimas empresas podem não estar sujeitas às mesmas exigências regulatórias e de capital que o
Itaú Unibanco e suas controladas e, dessa forma, podem ser capazes de atuar com exigências normativas menos
restritivas. A concorrência tem se intensificado como resultado das consolidações recentes entre instituições
financeiras no Brasil e de normas que aumentam a capacidade do cliente de transferir negócios de uma
instituição financeira para outra. Além disso, as tecnologias digitais vêm mudando a forma como os clientes
acessam serviços bancários e o ambiente competitivo em relação a esses serviços. O uso de canais digitais tem
aumentado consistentemente nos últimos anos. Nesse contexto, os novos competidores vêm buscando substituir
os modelos existentes de negócios com alternativas tecnológicas aos serviços bancários tradicionais. Se o Itaú
Unibanco não conseguir competir com esses mercados e modelos de negócios revolucionários, poderá perder
participação no mercado e, como resultado, ter suas margens e lucratividade reduzidas e, indiretamente, afetar
a Itaúsa. Essa crescente concorrência também pode afetar negativamente tais instituições caso, por exemplo,

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


limite sua capacidade de reter ou aumentar a base de clientes existentes e expandir suas operações; ou, ainda,
impacte as tarifas e taxas praticadas, reduzindo as margens de lucro sobre os serviços bancários e outros
serviços e produtos que oferecem, podendo afetar, consequentemente, os resultados do Itaú Unibanco e,
indiretamente da Itaúsa.

Ademais, as fusões e aquisições de empresas no setor químico têm se multiplicado nos últimos anos,
propiciando um maior poder de barganha às empresas remanescentes. Fusões de empresas concorrentes
podem alterar a dinâmica do mercado onde a Elekeiroz atua, resultando em concorrência mais acirrada com
eventuais perdas de mercado e de sua rentabilidade.

A Elekeiroz enfrenta concorrência de produtores brasileiros e internacionais e os preços para a maioria


dos seus produtos são fixados com base nos mercados internacionais. O acirramento dessa concorrência e o
desequilíbrio entre oferta e demanda de seus produtos podem ter um impacto nos preços por ela praticados e,
portanto, ter um efeito adverso sobre suas margens operacionais, com respectivos reflexos nos resultados da
Itaúsa.

Além disso, a Elekeiroz enfrenta ainda, sob o aspecto concorrencial, o comércio internacional de
produtos, o qual por vezes é realizado em condições não competitivas, com empresas ofertando produtos em
condições de dumping. A Elekeiroz monitora esses movimentos de forma permanente e pleiteia medidas de
proteção comercial para defender seus interesses, as quais, no entanto, podem não ser concedidas, revogadas
ou não renovadas, resultando em impactos negativos nas vendas e margens dos produtos.

Em relação à Duratex, seus concorrentes estão em fase de conclusão de novas unidades de produção
de painéis de madeira no Brasil. Atualmente, este mercado já se encontra sobre ofertado, com todos os players
operando com ociosidade em suas linhas de produção. Portanto, tais adições de capacidade podem vir a
desequilibrar o mercado (oferta x demanda) substancialmente, com alto risco de pressão sobre os preços e
margens praticados. Consequentemente, a Duratex corre o risco de perda de participação de mercado e,
portanto, piora dos seus resultados financeiros e operacionais, o que pode afetar, indiretamente, a Itaúsa.

Além disso, os setores aos quais a Duratex está inserida são extremamente competitivos.
Independentemente do segmento (painéis de madeira, metais e louças sanitárias), a companhia enfrenta
concorrência de um número relevante de empresas, muitas delas com custos de capital menores e amplo acesso
a linhas de crédito. No geral, os produtos concorrentes da Duratex são provenientes de empresas brasileiras
ligadas a grupos nacionais, sendo ainda baixa a penetração de produtos importados.

A competitividade da Duratex é influenciada por muitos fatores, como eficiência financeira e operacional,
qualidade dos produtos, custo dos insumos, logística, entre outros. Os concorrentes da Duratex podem ser mais
eficientes na gestão destas variáveis, reduzindo a competitividade de seus produtos junto ao mercado
consumidor. Além disso, a entrada de novas empresas nos setores de atuação da companhia, bem como
expansões de capacidade da indústria podem ocasionar o desequilíbrio da relação oferta e demanda.

Se a Duratex não for capaz de se manter competitiva em relação aos concorrentes no futuro, sua
participação no mercado pode ser afetada adversamente, o que pode afetar, indiretamente, a Itaúsa.

A natureza cíclica do setor químico e petroquímico pode afetar os resultados da controlada Elekeiroz e,
indiretamente, a Itaúsa.

A Elekeiroz, que atua no setor petroquímico mundial historicamente vivencia ciclos de oferta limitada, que
provocam aumentos nos preços e estimulam novos investimentos, seguidos de excesso momentâneo de oferta
decorrente das novas capacidades adicionadas, que por sua vez deprimem os preços até que oferta e demanda
se reequilibrem novamente. Diante da integração cada vez maior do setor petroquímico brasileiro ao mercado
mundial, os preços praticados internamente são fortemente influenciados pelos preços dos mesmos produtos no
exterior, sujeitando a Elekeiroz a condições que ela não controla e que podem ter reflexos no seu desempenho
e, em menor grau, sobre a Itaúsa.

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


h) A regulação dos setores em que o emissor atue

As Investidas Itaúsa estão sujeitas a órgãos reguladores, e eventuais alterações na lei ou regulamentação
aplicáveis à Itaúsa, às Investidas Itaúsa e suas respectivas atividades podem ter um efeito adverso sobre
a Companhia e as Investidas Itaúsa

Certas Investidas Itaúsa e suas respectivas atividades estão sujeitas a extensa regulamentação e
supervisão por órgãos reguladores locais e internacionais, as quais podem exigir, conforme o caso, a observância
de requisitos de capital, operacionais, bem como estar sujeitas a intervenção ou investigações administrativas
iniciados pelo(s) órgão(s) reguladores e/ou supervisores aplicáveis.

Ademais, as leis e regulamentações às quais a Companhia e as Investidas Itaúsa estão sujeitas,


conforme suas respectivas atividades, podem ser alteradas a qualquer momento, o que pode causar um efeito
adverso sobre em suas operações e resultados. Variações na interpretação e aplicação de tais leis e
regulamentações também podem impactar as operações e os resultados da Companhia e das Investidas Itaúsa,
conforme o caso.

Alterações nas leis e regulamentações aplicáveis a certas atividades, tais como àquelas próprias de
instituições financeiras (como é o caso do Itaú Unibanco), podem ser impulsionadas por crises financeiras.

O Congresso brasileiro está analisando a promulgação de novas leis que, se convertidas em lei com a
redação atualmente sob discussão, pode afetar as Controladas Itaúsa, em especial o Itaú Unibanco, de forma
adversa e, indiretamente, afetar os resultados a Itaúsa, o que ocorre também no âmbito dos órgãos legislativos
estaduais e municipais. Por exemplo, o projeto de lei para modificar o Código de Defesa do Consumidor permitiria
aos tribunais alterar os termos e condições dos contratos de crédito em determinadas situações e tornaria mais
difícil a cobrança dos devedores.

Também se encontra em discussão no Congresso brasileiro o projeto do programa “Gás para Crescer”,
que visa alterar o marco regulatório do gás natural, que poderá ter efeito adverso sobre as operações da NTS e,
indiretamente, sobre os resultados da Itaúsa.

A Companhia e as Controladas Itaúsa têm operações não apenas no Brasil, mas também em outros
países. Alterações nas leis e regulamentações (e/ou na interpretação e aplicação de tais leis e regulamentações)
que se aplicam aos seus respectivos negócios e atividades nos países em que operam, bem como a adoção de
novas leis e suas respectivas regulamentações, podem afetar os seus resultados da Companhia e das
Controladas Itaúsa de forma adversa.

Aumentos nas exigências de depósitos compulsórios podem afetar o Itaú Unibanco de forma negativa e,
por consequência, afetar a Itaúsa.

Depósitos compulsórios são reservas que as instituições financeiras são obrigadas a manter no Banco
Central. Em geral, os depósitos compulsórios não proporcionam os mesmos retornos que outras formas de
investimentos e depósitos, considerando que parte dos valores depositados não rende juros. Ao contrário, esses
recursos precisam ser mantidos em títulos do governo federal brasileiro e são usados para financiar programas
governamentais, incluindo o programa nacional de habitação e subsídios do setor rural. O Banco Central vem
alterando periodicamente o nível mínimo dos depósitos compulsórios – reservas que as instituições financeiras
são obrigadas a manter no Banco Central.

O Itaú Unibanco está sujeito à regulamentação em base consolidada e pode estar sujeito à liquidação ou
intervenção.

O Itaú Unibanco e suas subsidiárias atuam em diversos setores relacionados a crédito e a serviços
financeiros. Para fins de regulamentação ou supervisão, o Banco Central trata o banco e suas subsidiárias e
coligadas como uma única instituição financeira. Embora a base de capital consolidada do Itaú Unibanco
proporcione solidez financeira e flexibilidade para suas subsidiárias e coligadas, suas atividades individuais
podem colocar, indiretamente, a base de capital do Itaú Unibanco em risco. Uma investigação ou intervenção do
Banco Central, em especial nas atividades desenvolvidas por qualquer das subsidiárias ou coligadas do Itaú
Unibanco pode ter impacto material adverso sobre suas outras subsidiárias ou afiliadas e sobre o Itaú Unibanco
e, indiretamente, sobre a Itaúsa.

Na hipótese de o Itaú Unibanco ou qualquer uma de suas subsidiárias financeiras se tornar insolvente,
o Banco Central poderá realizar um processo de intervenção ou liquidação em bases consolidadas, em vez de
realizar tais procedimentos em cada entidade individualmente. Em caso de intervenção ou liquidação em base

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


consolidada, os credores teriam reivindicações sobre os seus ativos e sobre os ativos das subsidiárias financeiras
consolidadas. Neste caso, os créditos de mesma natureza, detidos contra o Itaú Unibanco e suas subsidiárias
financeiras consolidadas, teriam classificação equivalente com relação ao pagamento. Se o Banco Central
realizar o processo de liquidação ou de intervenção do banco ou de qualquer de suas subsidiárias financeiras
em base individual, os seus credores não poderão fazer uma reivindicação direta dos ativos dessas subsidiárias,
e os credores dessas subsidiárias financeiras terão preferência em relação aos credores do Itaú Unibanco sobre
os ativos dessas subsidiárias financeiras. O Banco Central também tem autoridade para realizar outras
reorganizações societárias ou transferências de controle em caso de processo de intervenção ou liquidação.

Reformas tributárias podem afetar negativamente a Itaúsa e as Investidas Itaúsa.

O governo brasileiro altera regularmente a legislação e as normas fiscais, inclusive com a criação de
novos tributos e mudança nas alíquotas, nas bases de incidência dos impostos ou na forma como eles são
calculados, o que pode afetar negativamente a Itaúsa e as Investidas Itaúsa.

As reformas fiscais podem reduzir o volume das transações das Investidas Itaúsa, aumentar seus custos
ou limitar sua lucratividade, e, portanto, podem ter efeito material sobre as Investidas Itaúsa e, indiretamente,
sobre a Itaúsa.

Especificamente em relação à Alpargatas, a companhia goza de subvenções concedidas pelos governos


estaduais nas unidades fabris localizadas na Paraíba, Pernambuco e Minas Gerais, usufruídas na forma de
apuração de crédito presumido de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Para garantir
esses incentivos, a companhia deve estar em compliance com uma série de exigências fiscais, trabalhistas,
sociais e de proteção e controle do meio ambiente, que se forem descumpridas poderão ocasionar a interrupção
da concessão e, consequentemente, a perda de cerca de R$ 161,5 milhões de incentivo de ICMS obtido em
2017.
Adicionalmente, a Alpargatas goza de subvenções federais por meio do lucro da exploração na Região
Nordeste uma vez que possui unidades de produção localizadas nas áreas de atuação da Superintendência de
Desenvolvimento do Nordeste – SUDENE.

A perda dos incentivos fiscais acima pode impactar negativamente a Alpargatas e, indiretamente, a
Itaúsa.
[
Autuações fiscais da Itaúsa ou das Investidas Itaúsa podem afetar negativamente a Itaúsa.

A Itaúsa e as Investidas Itaúsa estão sujeitas, no curso normal dos seus negócios, a fiscalizações de
autoridades fiscais municipais, estaduais e federais. Essas fiscalizações, provenientes de divergências no
entendimento da aplicação das leis tributárias, podem gerar autuações fiscais que, dependendo dos seus
resultados, podem ter efeito adverso sobre os resultados financeiros das Investidas Itaúsa e da própria Itaúsa.

Alterações na legislação relativa a meio ambiente e a necessidade de investimentos para assegurar o


cumprimento da legislação vigente, podem afetar adversamente o resultado das Investidas Itaúsa e,
indiretamente, a Itaúsa

As atividades das Investidas Itaúsa que atuam no segmento industrial e de transporte de gás estão
sujeitas às legislações federal, estadual e municipal relativas à proteção do meio ambiente. O cumprimento desta
legislação é fiscalizado por órgãos governamentais que podem impor sanções administrativas na eventual
inobservância da legislação. As atividades das Investidas Itaúsa as expõem à constante fiscalização por órgãos
governamentais de proteção ao meio ambiente acerca do cumprimento da regulamentação ambiental aplicável.

A possibilidade de as agências governamentais definirem novas diretrizes ou regulamentos mais rígidos


que os aplicados atualmente, poderiam demandar das Investidas Itaúsa o dispêndio de recursos superiores ou
limitar a capacidade das empresas de atuarem com os mesmos processos e desempenhos aplicados
atualmente, o que poderá acarretar aumento dos custos envolvidos no atendimento à referida regulamentação,
afetando negativamente as Investidas Itaúsa e, indiretamente, a Itaúsa.

Da mesma forma, para o desempenho normal de suas atividades, as Investidas Itaúsa e suas
subsidiárias precisam obter autorizações, licenças e alvarás junto a órgãos ambientais. A não obtenção ou a
falha em renovar qualquer destas autorizações, licenças e alvarás poderá impactar negativamente suas
capacidades de exercerem as suas atividades, e influenciar o resultado de suas operações, e indiretamente, o
resultado da Itaúsa.

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4.1 - Descrição dos fatores de risco

Despesas com pessoal estão sujeitas a flutuações de demanda e oferta do mercado de mão de obra, as
negociações de salários e condições de trabalho, que podem impactar os resultados das Investidas
Itaúsa.

Os colaboradores das Investidas Itaúsa são representados por sindicatos de trabalhadores e protegidos
por acordos coletivos, sujeitos a negociações periódicas, conforme suas respectivas atividades. Assim, os custos
com pessoal das Investidas Itaúsa estão sujeitos, além das flutuações da demanda e oferta do mercado de mão
de obra, a negociações contínuas de salários e condições de trabalho, que podem resultar em aumentos de
custos ou restrições operacionais nas Investidas Itaúsa e, indiretamente, afetar os resultados da Itaúsa.

i) Aos países estrangeiros onde o emissor atue

As condições econômicas e de mercado dos países com os quais algumas das Controladas Itaúsa fazem
negócios, podem afetar de maneira relevante a situação financeira dessas Controladas Itaúsa e,
indiretamente, da Itaúsa.

Embora as condições econômicas e de mercado sejam diferentes em cada país, a reação dos
investidores e consumidores em diferentes regiões do mundo pode causar oscilações na demanda e nos preços
dos produtos dos segmentos nos quais algumas das Controladas Itaúsa estão inseridas.

Somadas, as exportações e o resultado da Duratex Colômbia representam 17% das receitas da Duratex,
o que demonstra a relevância estratégica dos recursos obtidos em mercado externos para essa Controlada Itaúsa
e, indiretamente, para a Itaúsa.

A Alpargatas fabrica e comercializa calçados na Argentina e vende sandálias em mais de 100 países por
meio de subsidiárias e exportação para distribuidores.

A Elekeiroz obtém parte dos seus insumos no mercado internacional e exporta parte da sua produção
para países de praticamente todos os continentes.

Condições adversas nesses países e mudanças relevantes no ambiente político/econômico podem afetar
consideravelmente a disponibilidade de crédito e o poder de compra desses mercados, tendo como resultado
reduções substanciais da demanda e a deterioração das margens e condições comerciais. Ademais, eventuais
barreiras tarifárias ou não tarifárias bem como outras políticas implantadas pelos países destinatários das
exportações das Controladas Itaúsa podem resultar em redução das receitas de vendas e resultados das
Controladas Itaúsa. Tais eventos podem afetar de maneira relevante as referidas Controladas Itaúsa e,
indiretamente a Itaúsa.

Adicionalmente, a eventual interrupção no suprimento de algum insumo importante para a Elekeiroz pode
afetar a produção de determinados produtos, resultando em perdas nos resultados operacionais da Elekeiroz e,
indiretamente, nos resultados da Itaúsa.

j) Questões socioambientais

A Itaúsa não está diretamente exposta a riscos significativos ligados a questões socioambientais, por ser
uma sociedade de participações (holding).

Como indicado no item 4.1(a) acima, questões socioambientais, como a escassez hídrica, podem
impactar os negócios das investidas da Itaúsa, especialmente das Investidas Itaúsa que atuam no segmento
industrial e de transporte de gás.

Ainda com relação às Investidas Itaúsa que atuam no segmento industrial e de transporte de gás, devem
ser destacados os impactos das legislações federal, estadual e municipal relativas à proteção do meio ambiente.
Conforme ressaltado no item 4.1(h) acima, alterações na legislação relativa a meio ambiente e a necessidade de
investimentos para assegurar o cumprimento da legislação vigente, podem afetar adversamente o resultado das
Investidas Itaúsa e da própria Itaúsa.

Com relação ao Itaú Unibanco, questões socioambientais impactam, por exemplo, no financiamento de
projetos e os mesmos causam algum dano ambiental. Nesse caso, O Itaú Unibanco pode ser responsável indireto
por tais danos e, consequentemente, ser submetido as mesmas consequências do empreendedor. Ademais, o
Itaú Unibanco reconhece as mudanças climáticas como um de seus principais desafios, uma vez que eventos

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4.1 - Descrição dos fatores de risco


climáticos podem afetar suas atividades em seus prédios administrativos, rede de agências e centros de
processamento de dados, e são relevantes para todas as regiões geográficas nas quais atua no Brasil.

A Elekeiroz, cujas operações envolvem o manuseio, armazenamento, transporte e descarte de


substâncias perigosas, está sujeita a riscos ambientais, o que pode afetar adversamente a Elekeiroz e,
indiretamente, a Itaúsa.

Em relação à Alpargatas, o principal risco ambiental decorrente de suas atividades está relacionado à
destinação dos resíduos gerados na fabricação dos calçados realizada por empresas transportadoras
terceirizadas. Os resíduos Classe I (perigosos) são destinados para incineração, co-processamento ou para
aterros especí , conforme autorização do órgão ambiental n stados onde estão localizadas as fábricas.

Os resíduos Classe II A e II B (não perigosos) são preferencialmente reaproveitados e, somente como


última alternativa, enviados para aterro devidamente licenciado e autorizado pelo órgão ambiental.

Mesmo com processo claro de destinação, a transportadora pode não destinar corretamente os resíduos,
provocando a contaminação do meio ambiente, o que pode afetar adversamente a Alpargatas e, indiretamente,
a Itaúsa.

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4.2 - Descrição dos principais riscos de mercado

O objeto da Itaúsa é a gestão de participações societárias. Assim sendo, os riscos aos quais a Itaúsa
está sujeita são os riscos geridos pelas suas controladas e coligadas.

O risco de mercado pode ser compreendido como risco de perdas decorrentes de mudanças adversas
nas taxas de mercado e preços, tais como juros, ações, câmbio de moedas estrangeiras, commodities, mudanças
de preços e taxa de mercado. Os riscos mais relevantes a que Itaúsa e as Controladas Itaúsa estão sujeitas são
o risco cambial, risco derivado de operações com derivativos e risco do fluxo de caixa ou valor justo associado
com taxa de juros.

Na gestão dos negócios, a Itaúsa e as Controladas Itaúsa consideram o gerenciamento de risco um


instrumento essencial para otimizar o uso de recursos e selecionar as melhores oportunidades de negócios,
visando maximizar a criação de valor para os seus acionistas e a Itaúsa conceitua na sua Política de
Gerenciamento de Riscos que o risco de mercado é uma subdivisão da categoria de Risco Financeiro.

Para informações sobre as políticas de gerenciamento dos riscos de mercado, consulte o item 5.2.

Setor não financeiro

As empresas do setor não financeiro mantêm ferramentas capazes de identificar, parametrizar, avaliar e
nortear planos de contingência ou de eliminação de fatores adversos sobre seus resultados e possuem as
melhores práticas de governança corporativa, buscando proporcionar a permanente adequação do
gerenciamento à natureza dos negócios, dos produtos e à dimensão da exposição ao risco de mercado.

As operações financeiras realizadas pelas controladas do setor não financeiro que eventualmente
estejam expostas a risco de mercado são realizadas para cobrir necessidades inerentes aos seus negócios e
essas operações apresentam riscos não relevantes para a Itaúsa.

A seguir os principais riscos de mercado das controladas do setor não financeiro:

a) Risco de Mercado

(i) Risco Cambial

Variações nas taxas de câmbio podem resultar na redução dos valores dos ativos ou aumento dos
passivos. O risco cambial decorre de operações comerciais futuras, ativos e passivos reconhecidos e
investimentos líquidos em operações no exterior.

Em função de seus procedimentos de gerenciamento de riscos, que objetivam minimizar a exposição


cambial, são mantidos mecanismos de “hedge econômico” que visam proteger a maior parte de sua exposição
cambial.

(ii) Operações com derivativos

Nas operações com derivativos não existem verificações, liquidações mensais ou chamadas de margem,
sendo o contrato liquidado em seu vencimento, estando contabilizado a valor justo, considerando as condições
de mercado quanto a prazo e taxas de juros.

Abaixo os tipos de contratos existentes nas controladas do setor não financeiro:

 Contrato de SWAP US$ x CDI: esse tipo operação tem o objetivo de transformar dívidas denominadas
em Dólares em dívidas indexadas ao CDI;

 Contrato de SWAP Pré x CDI: esse tipo operação tem o objetivo de transformar dívidas com taxas pré
fixadas de juros em dívidas indexadas ao CDI;

 Contrato de NDF (Non Deliverable Forward): esse tipo de operação tem por objetivo zerar a exposição
cambial. Nesta operação, o contrato é liquidado no seu respectivo vencimento, considerando-se a
diferença entre a taxa de câmbio a termo (NDF) e a taxa de câmbio do fim do período (Ptax);

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4.2 - Descrição dos principais riscos de mercado


 O valor justo dos instrumentos financeiros foi calculado utilizando-se a precificação feita por meio do
valor presente estimado, tanto para a ponta passiva quanto para a ponta ativa, onde a diferença entre
as duas gera o valor de mercado do SWAP.

A tabela a seguir apresenta o valor justo dos instrumentos financeiros derivativos:

R$ milhões
Valor de
Valor Justo Efeito acumulado
Referência
Valor a Valor a
31.12.2017 31.12.2017
Receber Pagar
Contratos de Swaps - 16 17 -
Posição Ativa 634 659 17 -
Moeda Estrangeira (USD e EUR) 614 639 17 -
Taxa Pré-Fixada 20 20 - -
Posição Passiva (634) (643) - -
CDI (634) (643) - -
Contratos de Futuro (NDF) 102 102 - -
Compromisso de Venda 102 102 - -
NDF 102 102 - -

As perdas ou ganhos nas operações listadas no quadro foram compensados nas posições em juros e
moeda estrangeira, ativas e passivas, cujos efeitos já estão expressos nas demonstrações contábeis da Itaúsa
e controladas do setor não financeiro.

Análise de Sensibilidade

Abaixo segue demonstrativo de análise de sensibilidade dos instrumentos financeiros, incluindo


derivativos, que descreve os riscos que podem gerar prejuízos materiais para Itaúsa e suas controladas do setor
não financeiro, com um Cenário Provável (Cenário Base) e mais dois cenários, nos termos determinados pela
instrução CVM nº 475/08, representando 25% e 50% de deterioração da variável de risco considerada.

Para as taxas das variáveis de risco utilizadas no Cenário Provável, foram utilizadas as cotações da
BM&FBOVESPA / Bloomberg para as respectivas datas de vencimento.

R$ milhões
Cenário Cenário Cenário
Risco Instrumento/Operação Descrição
Provável Possível Remoto

Swap – US$ / CDI (Res. 4131) Queda US$ (8) (172) (335)
Objeto de Hedge: dívida em moeda estrangeira (US$) (Aumento US$) 8 172 335
NDF US$ Queda US$ - 26 51
Objeto de Hedge: dívida em moeda estrangeira (US$) (Aumento US$) - (26) (51)
(Queda US$) - (5) (10)
Cambial Exportações a receber
Aumento US$ - 5 10
Queda US$ (1) 2 4
BNDES – Crédito Rotativo
(Aumento US$) - (2) (4)
Queda US$ - 4 8
Fornecedores Exterior (-) Hedge
(Aumento US$) - (4) (8)

Total (1) - -

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4.2 - Descrição dos principais riscos de mercado

(iii) Risco do fluxo de caixa ou valor justo associado com taxa de juros

O caixa aplicado tem rendimento indexado a percentual da variação do CDI, com resgate garantido pelos
bancos emissores de acordo com as taxas contratadas. Não há outros ativos significativos cujo resultado seja
afetado diretamente pelas mudanças de taxas de juros do mercado.

Para o passivo, o risco de taxa de juros decorre de empréstimos de longo prazo. Tais empréstimos, em
sua maioria, são indexados à Taxa de Juros de Longo Prazo (“TJLP”), taxa que visa estimular os investimentos
de longo prazo para o setor produtivo e que, historicamente, é inferior às taxas de financiamentos praticadas
pelo mercado.

O risco dessas taxas de juros contratadas é acompanhado desde o início do financiamento, sendo
política acompanhar as oscilações e projeções do mercado de juros, analisando eventual necessidade ou
oportunidade de contratar-se hedge para essas operações.

b) Risco de Crédito

A política de vendas das controladas do setor não financeiro está diretamente associada ao nível de risco
de crédito a que cada uma dessas controladas está disposta a se sujeitar no curso de seus negócios. A
diversificação da carteira de recebíveis, a seletividade de seus clientes, assim como o acompanhamento dos
prazos de financiamentos de vendas e limites individuais, são procedimentos adotados a fim de minimizar
inadimplências ou perdas na realização das Contas a Receber.

No que diz respeito às aplicações financeiras e aos demais investimentos, as controladas do setor não
financeiro possuem como política trabalhar com instituições de primeira linha e não ter investimentos
concentrados em um único grupo econômico.

c) Risco de Liquidez

É o risco da Itaúsa e suas controladas do setor não financeiro de não dispor de recursos líquidos
suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume
entre os recebimentos e pagamentos previstos. Para administrar a liquidez do caixa em moeda nacional e
estrangeira, são estabelecidas premissas de desembolsos e recebimentos futuros, sendo monitoradas
diariamente pela área de tesouraria.

O quadro abaixo demonstra os vencimentos dos passivos financeiros e as obrigações com fornecedores
na data das demonstrações contábeis:

Em R$ milhões
Menos de Entre Entre Acima de
31/12/2017 01 ano 1 e 2 anos 3 e 5 anos 5 anos

Empréstimos e Financiamentos/Debêntures 1.050 1.710 1.188 808

Fornecedores e Outras Obrigações 365 - 245 32

Total 1.415 1.710 1.433 840

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4.2 - Descrição dos principais riscos de mercado

Setor financeiro

No Itaú Unibanco, o risco de mercado é a possibilidade de perdas resultantes da flutuação nos valores
de mercado de posições detidas por uma instituição financeira, incluindo os riscos das operações sujeitas à
variação das taxas de câmbio, das taxas de juros, dos índices de preços e dos preços das ações e de
commodities.

O controle de risco de mercado é realizado por área independente das unidades de negócio do Itaú
Unibanco e é responsável por executar as atividades diárias de: (i) mensuração e avaliação de risco, (ii)
monitoramento de cenários de estresse, limites e alertas, (iii) aplicação, análise e testes de cenários de estresse,
(iv) reporte de risco para os responsáveis individuais dentro das unidades de negócios de acordo com sua
governança, (v) monitoramento de ações necessárias para o reajuste de posições e/ou níveis de risco para torná-
los viáveis, e (vi) apoio ao lançamento de novos produtos financeiros com segurança.

O Conselho Monetário nacional (CMN) possui regulamentos que estabelecem a segregação de


exposição ao risco de mercado nas seguintes categorias: taxas de juros, taxas de câmbio, ações e commodities.
Os índices de inflação brasileiros são tratados como um grupo de fatores de risco e seguem a mesma estrutura
da governança de limites de risco.

A gestão de risco de mercado segue a segregação das operações em carteira de negociação (trading)
e carteira de não negociação (banking), de acordo com os critérios gerais estabelecidos por regulamentação
específica:

 a carteira de negociação consiste em todas as operações com instrumentos financeiros e commodities


(inclusive derivativos), detidas com a intenção de negociação;

 a carteira de não negociação caracteriza-se preponderantemente por operações provenientes do negócio


bancário e relacionadas à gestão do balanço da instituição, com a finalidade de manutenção até o
vencimento ou de venda no médio ou longo prazo.

A estrutura de limites e alertas é alinhada com as diretrizes do Conselho de Administração do Itaú


Unibanco, sendo revisada e aprovada anualmente. Esta estrutura conta com limites específicos que visam a
melhorar o processo de acompanhamento e compreensão dos riscos, bem como evitar sua concentração. Estes
limites são dimensionados avaliando-se os resultados projetados do balanço, o tamanho do patrimônio, a
liquidez, a complexidade e as volatilidades dos mercados, bem como o apetite de risco da instituição.

Buscando o enquadramento das operações nos limites definidos, o Itaú Unibanco realiza hedge de
operações de clientes e de posições proprietárias, inclusive de investimentos no exterior. Derivativos são os
instrumentos mais utilizados para a execução destas atividades de hedge, e podem se caracterizar como hedge
contábil ou econômico, ambos regidos por normativos institucionais.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

A Itaúsa e as Controladas Itaúsa adotam em sua análise de relevância de seus respectivos processos
judiciais, administrativos ou arbitrais os seguintes critérios: (i) quantitativo, para os processos que envolvam
valor superior a determinado percentual em relação ao último Patrimônio Líquido do Exercício publicado; e
(ii) análise dos indícios e precedentes disponíveis da jurisprudência, legislação e fatos que circundam o caso
concreto, pareceres externos, laudos, doutrinas, dentre outros, além de processos que tratem de assuntos
sensíveis, inclusive aqueles que representem potenciais riscos à imagem da Companhia e/ou das Controladas
Itaúsa.

Os valores provisionados nas demonstrações financeiras da Itaúsa ou das Controladas Itaúsa,


conforme o caso, consideram a avaliação de seus consultores jurídicos quanto ao esperado desfecho das
discussões, a natureza dos assuntos discutidos e o histórico em processos semelhantes.

As contingências passivas são objeto de provisão sempre que a perda for avaliada como provável.
São também registradas provisões, independentemente do prognóstico de perda, para os casos de
contingências fiscais em que o resultado da demanda dependa do reconhecimento de inconstitucionalidade
de lei vigente.

A Itaúsa e as Controladas Itaúsa acreditam que as provisões para contingências judiciais e


administrativas são suficientes para cobrir as perdas prováveis e que possam ser razoavelmente estimadas,
e que eventuais perdas, decorrentes de outras contingências, administrativas ou judiciais, não terão efeito
adverso material sobre os respectivos negócios, situação financeira ou resultados.

Para efeito deste item, a Itaúsa considera relevantes os processos com valor superior a R$ 281
milhões, que representa 0,5% do Patrimônio Líquido do emissor (R$ 56.222 milhões em 31/12/2017). Os
valores informados nos processos das Controladas Itaúsa não estão proporcionalizados de forma a refletir a
participação acionária direta ou indireta detida pela Itaúsa em tais controladas.

Alpargatas

Para efeitos deste item, a Alpargatas considera relevantes (i) os processos cíveis com valor superior
a R$ 5 milhões; (ii) os processos tributários com probabilidade de perda remota e com valor superior a R$10
milhões; (iii) os processos tributários com probabilidade de perda possível e com valor superior a R$10
milhões; e (iv) todos os processos tributários com probabilidade de perda provável, exceto por dois processos
envolvendo tributos municipais, cujo valor envolvido, em conjunto, totaliza aproximadamente R$30 mil.

Duratex

Para efeitos deste item, a Duratex destaca os processos descritos nos quadros constantes neste
item 4.3, todos de natureza tributária, sendo 5 processos administrativos e 4 judiciais, por sua relevância
estratégica ou pela sua classificação de probabilidade de perda, considerando o conjunto de processos que
tratam do tema: (i) perda provável, cuja demanda supere o valor de R$ 10.000 mil; (ii) perda possível cuja
demanda supere o valor R$ 20.000 mil (individualmente ou no conjunto das demandas) e; (iii) demandas e
teses de interesse estratégico da companhia. A ordem desses processos levou em consideração as teses
discutidas e, posteriormente, o valor envolvido de acordo com a tese.

Elekeiroz

Para efeitos deste item, a Elekeiroz utiliza como critério de relevância processos com valor envolvido
superior a R$7.5 milhões, o que representa 5% do Patrimônio Líquido do emissor (R$ 151 milhões em
31/12/2017).

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Itautec

Para efeitos deste item, a Itautec utiliza como critério de relevância processos com valor envolvido
superior a R$ 1.685 mil, o que representa 5% do Patrimônio Líquido do emissor (R$ 33.700 mil em
31/12/2017).

Itaú Unibanco

Para efeitos deste item, o Itaú Unibanco utiliza como critério de relevância operações com valor
envolvido superior a R$ 740 milhões, o que representa 0,5% do Patrimônio Líquido do Itaú Unibanco em IFRS
(R$ 148.006 milhões em 31/12/2017).

Processos Cíveis

Não há processos judiciais, administrativos ou arbitrais em que a Emissora, a Duratex, a Elekeiroz e


a Itautec sejam parte, que não estejam sob sigilo e sejam relevantes para os seus negócios.

Em relação a suas controladas Alpargatas e Itaú Unibanco, abaixo descritivos dos processos que, em
função dos respectivos valores envolvidos e análise dos riscos, são considerados relevantes na data base de
31/12/2017.

Alpargatas
Processo nº 2002.156894-4
a. juízo: 22ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de São Paulo - SP
b. instância: Superior Tribunal de Justiça (STJ)
c. data de instauração: 05/08/2002
d. partes no processo: San Remo Empreendimentos Comerciais Ltda. x Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 15,6 milhões (em 31/12/17)
f. principais fatos: trata-se de indenização por lucros cessantes e danos morais e materiais decorrentes de
suposta depreciação da marca Drible, decorrente de supostos descumprimentos contratuais pela
Alpargatas na execução de Contrato de Licenciamento.
A ação foi julgada improcedente em 1ª instância, em 09.04.2012. Em apelação, o Tribunal de Justiça do
Estado de São Paulo, em 16.06.2015, entendeu que a ação é parcialmente procedente, condenando a
Alpargatas ao pagamento de 50% da cláusula penal (R$ 2 milhões). Em 08.07.2015, a Alpargatas opôs
Embargos de Declaração com efeitos infringentes, aos quais foi negado provimento. A Alpargatas, em
9.3.2016, interpôs Recurso Especial, ao qual foi negado seguimento (em 18.11.2016). Em 05.12.2016, a
Alpargatas interpôs Agravo contra despacho denegatório de Recurso Especial. Em 11.10.2017, foi proferida
decisão mantendo a decisão agravada, e determinando a remessa dos autos ao STJ. Em 10.05.2018, foi
publicada decisão de homologação de acordo celebrado entre as partes.
g. chance de perda: provável (antes da celebração do acordo)
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Considerando a quitação do acordo dentro do prazo
acordado entre as partes, entendemos que não haverá impacto para a Alpargatas.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo nº 2005.042418-7
a. juízo: 22ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de São Paulo - SP
b. instância: 2ª Instância – Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
c. data de instauração: 27/04/2005
d. partes no processo: San Remo Empreendimentos Comerciais Ltda. X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: não há, pois os valores envolvidos no caso estão contemplados na
1ª ação (vide quadro acima)
f. principais fatos: trata-se de indenização pela suposta depreciação do valor da marca Drible, decorrente
de supostos descumprimentos contratuais pela Alpargatas na execução de Contrato de Licenciamento.
Em 05.02.2007, a ação foi extinta em 1ª instância por litispendência (mesmo objeto da 1ª ação). O Tribunal
de Justiça do Estado de São Paulo manteve a decisão, em 9.11.2011. Em 17.6.2013, o STJ afastou a
extinção do processo e determinou o retorno dos autos à 1ª Instância, para julgamento de seu mérito. A
Alpargatas opôs Embargos de Declaração (em 25.6.2013) e Embargos de Divergência (em 4.9.2013),
porém, ambos os recursos foram rejeitados (em 20.8.2013 e 2.7.2014, respectivamente). Os autos
retornaram à 1ª instância, e, em 29.10.2015, foi publicada sentença que julgou a ação totalmente
improcedente. As partes apelaram e, em 28.11.2017, foi proferido acórdão negando provimento à apelação
da San Remo e dando provimento parcial ao recurso da Alpargatas, para majoração de honorários de
sucumbência. Em 13.12.2017, foram opostos embargos infringentes pela San Remo. Em 10.05.2018, foi
publicada decisão de homologação de acordo celebrado entre as partes.
g. chance de perda: remota (antes da celebração do acordo)
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Considerando a quitação do acordo dentro do prazo
acordado entre as partes, entendemos que não haverá impacto para a Alpargatas.

Itaú Unibanco

Processo n.º 2007.51.01.001894-7


a. juízo: 22ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro (RJ)
b. instância: 2ª instância – Tribunal de Justiça (TJ) do Estado do Rio de Janeiro
c. data de instauração: 05.02.2007
d. partes no processo: Associação dos Acionistas Minoritários em Companhias de Capital Aberto x Banco
Banerj S.A. (“Banerj”), Banco do Estado do Rio de Janeiro S.A. (“Berj”), Estado do Rio de Janeiro e Banco
Central do Brasil
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 4.741.452.260,00 (valor pedido na inicial)
f. principais fatos: Trata-se de ação civil pública proposta pela Associação dos Acionistas Minoritários em
Companhias de Capital Aberto contra Banco do Estado do Rio de Janeiro – BERJ, Estado do Rio de Janeiro,
Banco Central do Brasil e Banco Banerj S.A objetivando, em síntese, a anulação de uma série de atos
praticados no bojo do regime de administração especial e da liquidação extrajudicial do Banco do Estado
do Rio de Janeiro, bem como o ressarcimento dos prejuízos financeiros que daí seriam advindos. Ação
julgada extinta sem resolução do mérito, na forma do art. 267, IV, do CPC. No tribunal, negaram provimento
ao recurso de apelação interposto pela autora. Embargos de declaração da Associação rejeitados.
Interposição de Recurso Especial pela Associação, que foi inadmitido, e, na sequência, agravo que já foi
contra arrazoado pelo Banco e aguarda julgamento.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Indenizar os acionistas minoritários pelos supostos
prejuízos causados pelas medidas empreendidas pelo acionista majoritário – Estado do Rio de Janeiro –
ao antigo Banerj.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 2005.70.00.027997-3


a. juízo: 6ª Vara Federal – Curitiba (PR)
b. instância: Supremo Tribunal Federal (STF)
c. data de instauração: 13.10.2005
d. partes no processo: Estado do Paraná e Ministério Público do Estado do Paraná x União Federal, Banco
Central do Brasil e Itaú Unibanco S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 3.738.621.318,72 (valor pedido na inicial)
f. principais fatos: Os autores requerem reparação de danos eventualmente experimentados pelo Estado do
Paraná, por força da inadequada avaliação dos créditos tributários no processo de privatização do Banco
Banestado S.A., que obrigou esse ente público a contrair empréstimo supostamente maior que o necessário
para saneamento da instituição financeira, no período pré-privatização. A ação foi contestada defendendo
a adequada avaliação dos créditos tributários e está pendente de julgamento no STF, onde lá tramita como
ação originária. Vale notar que, conforme previsto em lei, a privatização do Banestado ocorreu por meio de
licitação. Além disso, à época da privatização, houve avaliação dos créditos tributários por bancos
independentes. Ação suspensa. O Itaú Unibanco S.A. foi intimado a apresentar Alegações Finais em
14.03.2018.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Pagamento ao Estado do Paraná do valor
correspondente aos créditos tributários.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 2000.51.01.030509-7


a. juízo: 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro (RJ)
b. instância: Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região
c. data de instauração: 21.11.2000
d. partes no processo: Ministério Público Federal x Itaú Unibanco S.A., Banco Banerj S.A. (“Banerj”), Estado
do Rio de Janeiro e Caixa Econômica Federal
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 942.399.095,28 (valor histórico da constituição da “Conta B” em
10.06.1997).
f. principais fatos: Trata-se de ação civil pública envolvendo aspectos da privatização do Banerj. Por meio
de empréstimo bancário entre a Caixa Econômica Federal e o Estado do Rio de Janeiro foi constituída, com
transferência de R$ 942.399.095,28, a denominada “Conta B”. A finalidade da referida conta é garantir o
ressarcimento do adquirente do Banerj condenado em ações judiciais propostas com base em fatos
ocorridos antes da privatização. Na presente ação, o Ministério Público Federal requer a invalidação parcial
do contrato que autorizou a transferência do referido valor para “Conta B”, bem como a condenação solidária
dos réus na devolução dos valores já sacados indevidamente através de expedientes supostamente ilícitos
praticados em acordos celebrados em ações trabalhistas movidas por ex-funcionários do Banerj. Sentença
de improcedência, reconhecendo a legalidade da constituição da “Conta B” e dos acordos firmados. Decisão
do TRF mantendo a sentença de improcedência. Posteriormente, essa decisão foi anulada por falta de
intimação do MP. TRF julgará novamente o caso.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Restituir os valores dos acordos trabalhistas que
foram pagos com recurso da “Conta B” e impedir novas utilizações de valores da “Conta B”.

Processo n.º 2003.51.01.028514-2


a. juízo: 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro (RJ)
b. instância: Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região
c. data de instauração: 05.12.2003
d. partes no processo: Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e
Ministério Público do Trabalho x Itaú Unibanco S.A., Banco Banerj S.A. (“Banerj”), Gilberto Carlos Frizão,
Manuel Antonio Granado e Otávio Aldo Ronco.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 942.399.095,28 (valor histórico de constituição da “Conta B”
em 10.06.1997).
f. principais fatos: Trata-se de ação civil pública por alegada improbidade administrativa envolvendo
aspectos da privatização do Banerj, relativos à constituição e movimentação da denominada “Conta B”.
Na ação, os autores alegam que houve o saque indevido de recursos depositados na “Conta B” através
de expedientes supostamente ilícitos praticados em ações trabalhistas movidas por ex-funcionários do
Banerj (falta de interposição de recursos cabíveis), razão pela qual pedem que qualquer saque na “Conta
B” seja submetido previamente ao Secretário Estadual de Fazenda do Rio de Janeiro, bem como a
condenação solidária dos réus na devolução dos supostos valores sacados indevidamente e nas penas
previstas na Lei 8.429/1992, por improbidade administrativa das pessoas físicas demandadas. Sentença
de improcedência, reconhecendo a legalidade da constituição da “Conta B” e dos acordos firmados.
Decisão do TRF mantendo a sentença de improcedência. Posteriormente, essa decisão foi anulada por
falta de intimação do MP. TRF julgará o caso novamente.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Restituir os valores sacados indevidamente da
“Conta B”.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processos Tributários

Segue descritivo de processos na esfera tributária que, em função de seus valores e relevância, Itaúsa
e Controladas Itaúsa consideram relevantes na data base de 31/12/2017:

Itaúsa

Processo Administrativo n.º 10880.724440/2013-74 / Processo Judicial nº 5009436-13.2017.4.03.6100


a. Juízo: 13ª Vara da Seção Judiciária de São Paulo
b. Instância: 1ª instância judicial
c. Data de instauração: 04.12.2013
d. Partes no processo: União (Fazenda Nacional) x Itaúsa - Investimentos Itaú S/A
e. Valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 1.457.225 mil (dezembro/2017).
f. Principais fatos: Exigência de IRPJ e CSLL por suposto ganho de capital decorrente do processo de
fusão dos Conglomerados Itaú e Unibanco. Após rejeição do agravo interposto no CARF em face de
decisão que inadmitiu o recurso especial da Itaúsa, anteriormente interposto contra decisão que negou
provimento ao recurso voluntário, a Itaúsa ingressou com ação anulatória com pedido de tutela.
Atualmente, a Itaúsa aguarda sentença a ser proferida pelo juiz de 1º grau.
g. Chance de perda: Remota
h. Análise do impacto em caso de perda do processo: Saída de caixa e efeito no resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 0000952-07.2011.4.03.6100


a. Juízo: Tribunal Regional Federal da 3ª Região
b. Instância: 2ª instância judicial
c. ata de instauração: 21.11.2011
d. Partes no processo: Itaúsa - Investimentos Itaú S.A. x Delegado Especial da Receita Federal do Brasil
de Fiscalização em São Paulo
e. Valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 1.244.621 mil (dezembro/2017), correspondente à diferença
calculada entre o valor previsto na legislação para a sistemática não cumulativa e o apurado pela
sistemática cumulativa.
f. Principais fatos: Mandado de Segurança impetrado preventivamente visando assegurar o direito ao
recolhimento das contribuições ao PIS e COFINS sem a inclusão em sua base de cálculo dos valores
recebidos a título de juros sobre capital próprio ou, quando menos, de calcular e recolher tais
contribuições nos termos da Lei nº 9.718/98 e não com base nas Leis nºs 10.637/2002 e 10.833/2003.
Em maio/2011 - liminar concedida em sede de Agravo de Instrumento, assegurando o recolhimento
pela sistemática cumulativa.
Em agosto/2011 - Apelação interposta contra sentença improcedente, a qual foi recebida nos efeitos
devolutivo e suspensivo, assegurando a suspensão da exigibilidade do crédito tributário questionado.
Em julho/2013 - Interposto Recurso Especial e Extraordinário.
Em dezembro/2014 - O processo encontrava-se sobrestado no TRF até o julgamento final pelo STJ do
Resp Repetitivo 1.200.492.
Em novembro/2017 – Apreciados os recursos, a Vice Presidente do tribunal decidiu pela não admissão
do Recurso Especial e Recurso Extraordinário.
Em dezembro/2017 – A Itaúsa interpôs recursos de agravo contra as decisões que inadmitiram o
Recurso Especial e Recurso Extraordinário.
Atualmente, aguarda-se apreciação dos recursos de agravo. A Itaúsa passou a depositar a parte
controversa a partir de dezembro/2017.

g. Chance de perda: Possível. A provisão decorre de obrigação legal. O valor da provisão corresponde à
diferença calculada entre o valor previsto na legislação para a sistemática não cumulativa e o valor
calculado pela sistemática cumulativa.
h. Análise do impacto em caso de perda do processo: Valores integralmente provisionados, sem
influência no resultado; saída de caixa.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Alpargatas

Processos nº 0015767-39.1993.4.03.6100 (COFINS) e nº 0004531-02.2007.4.03.6100 (PIS)


a. juízo: 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de São Paulo e 20ª Vara Federal da Seção Judiciária de
São Paulo
b. instância: Supremo Tribunal Federal/STF
c. data de instauração: 17/06/1993 e 07/03/2007
d. partes no processo: Alpargatas S.A. X União (Fazenda Nacional)
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 272,3 milhões
f. principais fatos: trata-se de ação ordinária em que se discute a ilegitimidade da inclusão das
parcelas relativas ao ICMS na base de cálculo da COFINS (R$193,1 MM) e do PIS (R$ 79,2 MM),
até dezembro de 2014.
Após julgamento do Recurso Extraordinário no STF com repercussão geral, houve a aplicação do
mesmo entendimento na forma de Juízo de Retratação aos processos da Alpargatas, em 6/12/17,
para o caso do PIS, e em 22/1/18, para o caso da COFINS. Ambos aguardam decisão dos recursos
interpostos pela União.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Trata-se de indébito tributário, que poderá ou
não impactar o resultado, a depender da decisão final do STF. Em 15 de março de 2017, o STF
julgou, em sede de repercussão geral, o Recurso Extraordinário nº 574.706, de forma favorável aos
contribuintes, fixando a seguinte tese: “o ICMS não deve compor a base de cálculo do PIS e da
COFINS”. Tal julgamento foi devidamente formalizado pelas atas de julgamento publicadas em 17
de março de 2017 e 20 de março de 2017, razão pela qual a Alpargatas realizou o estorno da provisão
de R$ 198,0 MM relativa aos valores que se encontravam com exigibilidade suspensa em razão de
liminar.

Processo nº 0002204-35.2017.4.03.6100 (COFINS e PIS)


a. juízo: 17ª Vara Federal da Seção Judiciária de São Paulo
b. instância: 1ª instância judicial
c. data de instauração: 08/03/2017
d. partes no processo: Alpargatas S.A. X União (Fazenda Nacional)
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 83,3 milhões
f. principais fatos: trata-se de ação judicial em que se discute a ilegitimidade da inclusão das parcelas
relativas ao ICMS na base de cálculo da COFINS e do PIS, do período a partir de janeiro de 2015
(vigência da Lei nº 12.973/14).
Em 10/10/17, foi proferida sentença favorável em primeira instância, aguardando remessa para
julgamento da apelação apresentada pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, onde deverá ser
aplicada a repercussão geral do RE nº 574.706.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Trata-se de indébito tributário, que poderá ou
não impactar o resultado, a depender da decisão final do STF.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo nº 5002725-89.2017.4.03.6100
a. juízo: 2ª Vara Federal da Seção Judiciária de São Paulo
b. instância: 1ª Instância judicial
c. data de instauração: 15/03/2017
d. partes no processo: Alpargatas S.A. X União (Fazenda Nacional)
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 25,3 milhões
f. principais fatos: trata-se de ação judicial em que se discute a ilegitimidade da inclusão das parcelas
relativas ao ICMS na base de cálculo da CPRB (Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta).
Aguardando julgamento em primeira instância judicial.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Trata-se de indébito tributário, que poderá ou
não impactar o resultado, a depender da decisão final.

Processo nº 94.0006748-8
a. juízo: 9ª Vara Federal da Seção Judiciária de Brasília/DF
b. instância: 2ª Instância - Tribunal Regional Federal da 1ª Região/TRF -1
c. data de instauração: 20/05/1994
d. partes no processo: Alpargatas S.A. X União (Fazenda Nacional)
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 37,0 milhões
f. principais fatos: Ações ordinárias que objetivam o ressarcimento de incentivo fiscal de IPI à
exportação criado pelo Decreto Lei nº. 491/69 (Crédito Prêmio) do período de 01/05/1985 a
01/10/1990.
Já houve trânsito em julgado de sentença favorável no Tribunal Regional Federal. Até 31/12/2017,
o processo encontrava-se em fase de execução do julgado, já com a homologação do valor. Em
11/05/2018, foi efetuado depósito de R$ 37.391.553,19 em conta da Alpargatas, concluindo, portanto,
o referido processo.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Trata-se de indébito tributário, sem qualquer
indício de mudança de prognóstico, reconhecido no ativo.

Processo nº 12157.000024/2008-20 e 12157.000026/2008-19


a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais/CARF
c. data de instauração: 02/09/2008
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 139,9 milhões
f. principais fatos: Autuações oriundas de não homologação de pedidos de compensação tributária
com créditos relativos ao indébito de Finsocial, reconhecidos por decisão judicial transitada em
julgado, favoravelmente à Alpargatas. Em dezembro de 2008, foi interposto Recurso Voluntário ao
CARF. Aguarda-se julgamento.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
ajuizada ação judicial visando a homologação da compensação tributária dos referidos créditos.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processos nº. 13657.000322/2005-07, nº. 13054.000281/2007-00, Execução Fiscal nº. 0005761-


19.2007.4.01.3810 e Execução Fiscal n°. 0002264-68.2008.4.03.6182
a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil / 2ª Vara de Pouso Alegre/MG e 10ª Vara Fiscal de
São Paulo/SP
b. instância: 2ª Instância - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais/CARF / 2ª Instância judicial e
1ª Instância judicial
c. data de instauração: 04/04/2007 a 09/06/2008
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 138,1 milhões
f. principais fatos: Autuações oriundas de não homologação de pedidos de compensação tributária
com créditos relativos ao indébito de PIS (Lei Complementar nº 7/70), reconhecidos por decisão
judicial transitada em julgado favoravelmente à Alpargatas.
Em relação ao Processo Administrativo nº 13657.000322/2005-07, em 17/12/2007, foi interposto
Recurso Voluntário ao CARF, e aguarda-se julgamento. Quanto ao Processo Administrativo nº
13054.000281/2007-00, o mesmo encontra-se suspenso desde 07/10/2008, aguardando decisão
final do Processo Administrativo 13657.000322/2005-07.
Na Execução Fiscal nº 0005761-19.2007.4.01.3810, foi proferida sentença favorável em 12/03/2013,
aguardando decisão de Recurso de Apelação apresentado pela União Federal. Na Execução Fiscal
nº 0002264-68.2008.4.03.6182, houve decisão suspendendo-a em 22/05/2012.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
ajuizada ação judicial visando a homologação da compensação tributária dos referidos créditos.

Execução Fiscal nº. 078/1.10.0002317-0


a. juízo: Poder Judiciário do Estado do Rio Grande do Sul
b. instância: 1ª Instância - Vara Judicial 1/1 da Comarca de Veranópolis
c. data de instauração: 15/10/2010
d. partes no processo: Estado do Rio Grande do Sul X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 150,7 milhões
f. principais fatos: trata-se de execução fiscal remanescente de Auto de Infração lavrado pela
Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul em virtude de suposto não cumprimento de acordo
celebrado com o FUNDOPEM.
Na esfera administrativa, houve empate no Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais - TARF, com
voto de desempate desfavorável.
A companhia obteve, via mandado de segurança, decisão definitiva que declarou a extinção pela
decadência dos valores relativos aos períodos anteriores a janeiro de 2000. Os valores
remanescentes encontram-se em discussão através de Embargos à Execução (com oferecimento
de garantia ao juízo). Após decisão desfavorável em primeira instância, a companhia apresentou
Recurso de Apelação e conseguiu obter no Tribunal, em 19/7/16, decisão que determinou o retorno
do processo à primeira instância para que seja julgado novamente, considerando agora as provas
apresentadas. Aguarda-se julgamento na primeira instância.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Na remota hipótese de perda do processo e,
ainda que isto leve diversos anos para se materializar, a avaliação que a Alpargatas faz sobre este
caso é que deverá ser feito o pagamento daquilo que julgar-se devido e de forma definitiva, o que
vale dizer, não mais sujeito a modificações o que geraria uma saída de caixa e um efeito no resultado.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n° 10880-914.633/2014-04; 10880-914.634/2014-41; 10880-909.310/2015-71; 10880-


914.057/2015-78
a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância – Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento/DRJ
c. data de instauração: 11/06/2014 a 11/05/2015
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas
e. valores, bens ou direitos envolvidos: Aproximadamente R$ 21,8 milhões
f. principais fatos: Trata-se de não homologação de compensação com créditos de
estimativas mensais e indébito de COFINS utilizados no pagamento de IRPJ e CSLL da
competência de 2011.
Aguarda-se julgamento das Manifestações de Inconformidade apresentadas pela
companhia.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
iniciado o ajuizamento de ação judicial.

Processo n° 11831-004.259/2003-14; 11831-004.862/2003-04; 10880-962.774/2009-68


a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância – Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento/DRJ, 2ª Instância –
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais/CARF e Câmara Superior de Recursos Fiscais/CSRF
c. data de instauração: 09/08/2006 a 03/08/2009
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas
e. valores, bens ou direitos envolvidos: Aproximadamente R$ 16,6 milhões
f. principais fatos: Não homologação de compensações tributárias com créditos de mais de 5
anos, ou seja, oriundos de períodos anteriores à Lei Complementar 118/05.
Em 07/12/2017, processo administrativo n° 11831-004.259/2003-14 teve seu direito de
crédito reconhecido, porém ainda deverá ser quantificado. O processo administrativo n°
11831-004.862/2003-04 aguarda decisão de Recurso Voluntário, apresentado em
26/03/2009. O processo administrativo n° 10880-962.774/2009-68 aguarda decisão de
primeira instância administrativa.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
iniciado o ajuizamento de ação judicial.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processos nº 16561-720.055/2014-28 e nº 16643-720.036/2011-49

a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil


b. instância: 1ª Instância – Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento/DRJ e 2ª Instância
– Conselho Administrativo de Recursos Fiscais/CARF
c. data de instauração: 03/01/2012 a 30/07/2014
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas
e. valores, bens ou direitos envolvidos: Aproximadamente R$ 12,8 milhões
f. principais fatos: Auto de infração visando a cobrança de imposto sobre lucros no exterior
do ano de 2009 da Alpargatas na Argentina, desconsiderando a existência de Tratado para
evitar a Bi-tributação entre Argentina e Brasil.
Com relação ao processo administrativo n° 16561-720.055/2014-28, aguarda-se julgamento
do Recurso Voluntário, protocolado em 09/02/2018. Em relação ao caso n° 16643-
720.036/2011-49, aguarda-se julgamento em primeira instância administrativa.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
iniciado o ajuizamento de ação judicial.

Processos nº.s 11831.004260/2003-49 e 11831003567/2003-22


a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais/CARF
c. data de instauração: 16/08/2004
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 10,6 milhões
f. principais fatos: Autuações oriundas da glosa de compensações de saldo negativo de IRPJ,
apurado nos anos de 1995 a 1997, com débitos de IRRF decorrentes de rendimentos de trabalho
assalariado.
No julgamento do Recurso Especial interposto pela companhia, a Câmara Superior de Recursos
Fiscais assegurou o prazo de 10 anos para as compensações, bem como determinou o retorno dos
autos à unidade de origem, para analisar o mérito. No Processo Administrativo n°
11831.004260/2003-49, houve decisão favorável quanto ao mérito em 13/04/2018. No Processo
Administrativo n° 11831003567/2003-22, aguarda-se decisão do colegiado sobre o mérito das
compensações, desde 23/10/2017.
g. chance de perda: Possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
iniciado o ajuizamento de ação judicial.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo nº. 19679.012754/2004-08

a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil


b. instância: 2ª Instância - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais/CARF
c. data de instauração: 29/09/2004
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 11,9 milhões
f. principais fatos: Autuações oriundas da glosa de compensações de saldo negativo de IRPJ e CSLL
decorrente da antecipação de duodécimos dos exercícios de 1991 a 1995 da Alpargatas e suas
empresas incorporadas.
Em 12/08/2008, foi interposto Recurso Voluntário no CARF e aguarda-se julgamento.
g. chance de perda: Possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
iniciado o ajuizamento de ação judicial.

Processos nºs 10880.735489/2011-91; 16561.720022/2011-35 e 16561.720023/2011-80


a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância – Conselho Administrativo de Recursos Fiscais/CARF
c. data de instauração: 21/11/2011
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 7,6 milhões
f. principais fatos: Autos de infração visando cobrança de Imposto de Importação, IPI, PIS-
Importação e COFINS-Importação sobre os valores remetidos ao exterior a títulos de
royalties, no período de 2007 a 2010.
Os recursos interpostos pela Alpargatas em setembro de 2017 aguardam julgamento na
CSRF.
A Alpargatas já obteve decisões integralmente favoráveis em outros dois casos desta
mesma tese, proferidas pela 2ª turma ordinária da 1ª Câmara e pela 2ª turma ordinária da
3ª Câmara, ambas da 3ª Seção do CARF.
g. chance de perda: Possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
iniciado o ajuizamento de ação judicial.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processos nºs 10880.911454/2011-64; 10880.911455/2011-17; 10660.722269/2011-91;


10880.940207/2011-75; 1088.960401/2011-77; 10880.960400/2011-22; 10880.960399/2011-36;
10880.960398/2011-91 e Execuções Fiscais nº 0050990-92.2016.403.6182; 0050991-77.2016.4.03.6182 e
0053677-42.2016.4.03.6182

a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil / 8ª Vara Fiscal de São Paulo/SP/ 11ª Vara Fiscal de
São Paulo/SP/ 7ª Vara Fiscal de São Paulo/SP
b. instância: 1ª Instância - Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento/DRJ e 2ª Instância
- Conselho Administrativo de Recursos Fiscais/CARF/ 1ª Instância e 2ª Instância
c. data de instauração: 04/03/2010 a 09/09/2011
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 48,8 milhões
f. principais fatos: Autos de infração relativos a não homologação de compensações com créditos de
IPI na aquisição de insumos isentos oriundos da Zona Franca de Manaus, correspondentes ao
período de julho de 2004 a junho de 2008.
A maioria dos processos aguarda julgamento em 2ª Instância (Conselho Administrativo de Recursos
Fiscais), excepcionando-se os processos nº.s 10880-940.207/2011-75, 10880-960.401/2011-77,
10880-960.400/2011-22 e 10880-960.399/2011-36, que aguardam o julgamento em primeira
instância. Execuções Fiscais nºs 0050990-92.2016.403.6182 e 0053677-42.2016.4.03.6182
aguardam sentença, e execução fiscal nº0050991-77.2016.4.03.6182 aguarda decisão de Recurso
de Apelação apresentado pela Alpargatas.
g. chance de perda: Possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Em relação aos processos que estão
tramitando na esfera administrativa, no caso de perda será iniciado o ajuizamento de ação judicial.
Em relação aos processos que estão tramitando na esfera judicial, o impacto será a saída de caixa,
a depender da decisão final.

Execução Fiscal nº 0017002-80.2016.4.03.6182 (Processo nº 10880.009762/2001-56)


a. juízo: 3ª Vara das Execuções Fiscais Federal da Seção Judiciária de São Paulo
b. instância: 1ª Instância – Vara de Execução Fiscal
c. data de instauração: 06/05/2016
d. partes no processo: União (Fazenda Nacional) X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 4,3 milhões
f. principais fatos: Execução Fiscal exigindo pagamento de COFINS dos períodos de julho, setembro
a dezembro de 1992, das empresas incorporadas pela Alpargatas, em virtude de divergência na sua
base de cálculo.
Aguarda-se julgamento de Embargos à Execução Fiscal.
g. chance de perda: Provável
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Saída de caixa, a depender da decisão final.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Autos de Infração n°s: 93300008.09.00003447/2012-10; 00003472/2012-01; 00003396/2012-26;


00003465/2012-00; 00003383/2012-57; 00003382/2012-02; 00001581/2013-67; 00001409/2013-03;
00001790/2013-00; 00002296/2013-63; 00002295/2013-19; 00002299/2013-05; 00002257/2013-66;
00002142/2013-71; 00002255/2013-77; 00002259/2013-55; 00001799/2013-11; 00002037/2013-32;
00002300/2013-93; 00000473/2014-58; 00000477/2014-36; 00000498/2014-51; 00000509/2014-01;
00000459/2014-54; 00000456/2014-10; 00001479/2014-42; 00002553/2014-48; 00002531/2014-88;
00002263/2014-02; 00000889/2014-76; 00001108/2014-60; 00001708/2016-90; 00001696/2016-02;
00001230/2016-07 e 00001222/2016-52.

a. juízo: Coletorias e Recebedorias de Rendas do Estado da Paraíba


b. instância: 1ª Instância
c. data de instauração: 28/12/2012 a 11/11/2016
d. partes no processo: Fazenda Estadual da Paraíba X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 101,2 milhões
f. principais fatos: Autos de infração visando a cobrança de ICMS dos anos de 2007 a 2014.
Total de 35 Autos de Infração em andamento: (i) 28 autos aguardam julgamento em 1ª instância
administrativa, (ii) 6 autos (93300008.09.00003383/2012-57; 00002295/2013-19; 00001790/2013-00;
00001479/2014-42; 00003396/2012-26 e 00000473/2014-58) aguardam julgamento em 2ª instância
administrativa, e (iii) 1 auto (93300008.09.00003447/2012-10) aguarda o ajuizamento de execução
fiscal do saldo remanescente. Determinada diligência fiscal a fim de verificar a consistência dos
valores autuados, obteve-se resultado favorável à empresa.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
iniciado o ajuizamento de ação judicial.

Processo n° 11610.016116/2008-64
a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância – Conselho Administrativo de Recursos Fiscais/CARF
c. data de instauração: 15/10/2013
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 34,2 milhões
f. principais fatos: Despacho decisório não homologando compensações realizadas com crédito de
ILL, oriundo de decisão judicial transitada em julgado, devidamente habilitado junto à Receita Federal
do Brasil. Aguarda-se julgamento de Recurso Voluntário interposto em 25/5/2017.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
ajuizada ação judicial visando a homologação da compensação tributária dos referidos créditos.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n° 10880-983.516/2009-15; 10880-955.220/2010-48; 10880-668.726/2011-09; 10880-


978.975/2012-82; 10880-922.862/2013-11; 10880-939.907/2013-89; 10880-949.839/2013-66; 10880-
915.977/2017-75; 10880-921.341/2017-62

a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil


b. instância: 1ª Instância – Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento/DRJ
c. data de instauração: 11/11/2010 a 07/06/2017
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil X Alpargatas S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: aproximadamente R$ 28,0 milhões
f. principais fatos: trata-se de Processo Administrativo decorrente de compensação de débitos
tributários realizadas com pagamentos a maior apurados em estimativas mensais de IRPJ e CSLL.
Aguarda-se julgamento das Manifestações de Inconformidade apresentadas pela companhia.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Havendo perda na esfera administrativa, será
iniciado o ajuizamento de ação judicial.

Duratex S.A.

Processo Administrativo n.º 11831006629/2002-77 - PIS – Semestralidade (Duratex)

a. juízo: Receita Federal do Brasil em São Paulo/SP


b. instância: Delegacia Regional de Julgamento - DRJ
c. data de instauração: 31/10/2002
d. partes no processo: Duratex S.A. x Receita Federal do Brasil
e. valores, bens ou direitos envolvidos: Índice de Atualização (SELIC)= R$ 10.531 mil, em dez/2017.
f. principais fatos: PIS – Semestralidade (Duratex)
Refere-se a créditos do PIS – Semestralidade, obtido após decisão favorável no judiciário (Ação
Ordinária nº 89.0039354-5), cujas compensações, com diversos tributos federais, foram indeferidas
parcialmente pela RFB.
Provisão ajustada em set/2012 referente à diferença dos índices de atualização dos créditos nos
cálculos elaborados pela Duratex e pela RFB.
Apresentada Manifestação de Inconformidade à DRJ em 10/08/2012.
g. chance de perda: Provável
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Valores integralmente provisionados, sem
influência no resultado; saída de caixa.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo Administrativo n.º 10880725757/2011-66/ PIS – Estrela do Sul (Autuação 2006 – terras)
a. juízo: Receita Federal do Brasil em São Paulo/SP
b. instância: Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - CARF
c. data de instauração: 27/05/2011
d. partes no processo: Estrela do Sul Participações Ltda.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: IRPJ/CSLL = R$ 245.346 mil, em dez/2017.
f. principais fatos: IRPJ/CSLL ano calendário 2006:
a) Cisão parcial da Satipel Florestal Ltda. (atual Estrela do Sul Participações Ltda.), com incorporação
dos ativos (terras) na Satipel Industrial S.A. (atual Duratex S.A.);
b) Lucro Presumido - Tributação da Reserva de Reavaliação - Ganho de Capital.
Autuação, por suposto ganho de capital, em operação de cisão parcial da Satipel Florestal Ltda. (atual
Estrela do Sul Participações Ltda.), tributada então pelo lucro presumido, através da qual bens imóveis
(terras), foram vertidos à Satipel Industrial S.A. (atual Duratex S.A.), com a respectiva reserva de
reavaliação. Demonstrou-se na Impugnação ao Auto de Infração a não ocorrência de ganho de capital
na operação, pelos principais motivos: (i) na cisão realizada os bens foram avaliados pelo valor
contábil, sendo que a determinação legal para se apurar ganho de capital ocorre, somente, quando a
avaliação for realizada a valor de mercado; (ii) a reserva de reavaliação somente poderia ser
computada em conta de resultado, ou na determinação do lucro real (IRPJ) e da base de cálculo da
CSLL, quando de sua realização (alienação, depreciação, amortização), o que não ocorreu por força
da cisão, havendo, simplesmente, a transferência da reserva de reavaliação da sociedade cindida
(Satipel Florestal Ltda., atual Estrela do Sul Participações Ltda.) para a sociedade receptora da parcela
vertida (Satipel Industrial S.A., atual Duratex S.A.); (iii) não houve acréscimo patrimonial, houve
apenas uma operação societária entre controladora e controlada; e (iv) decadência com termo inicial
para tributação na mudança do Regime de Lucro Real para o Presumido em 2004;
Decisão da DRJ manteve o auto de infração.
Foi apresentado Recurso Voluntário em 20/04/2012.
Em julgamento realizado pela 2ª Turma Ordinária da 1ª Câmara da 1ª Seção de Julgamento do CARF,
foi negado provimento ao Recurso Voluntário, por maioria de votos.
Embargos Declaratórios apresentados foram rejeitados. Em 15/08/2014 foi apresentado Recurso
Especial cuja admissibilidade se deu por meio de liminar e sentença em Mandado de Segurança.
Negado provimento ao Recurso Especial pelo voto de qualidade (julgamento em 19/01/2018).
Aguarda-se ingresso de Ação Anulatória.
g. chance de perda: Possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Saída de caixa e efeito no resultado, somente
em caso de insucesso futuro (após discussão no judiciário, e se a demanda na CS-CARF for
desfavorável).

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Ação Anulatória 0073514-44.2016.4.01.3400 Estrela do Sul – (Autuação 2009 - florestas)


a. juízo: Justiça Federal do Distrito Federal
b. instância: 3ª Vara Federal do Distrito Federal
c. data de instauração: 12/12/2016
d. partes no processo: Estrela do Sul Participações Ltda. e Duratex Florestal Ltda. (solidária)
e. valores, bens ou direitos envolvidos: IRPJ/CSLL = R$ 33.465 mil, em dez/2017
f. principais fatos: IRPJ/CSLL ano calendário 2009: a) Cisão parcial da Satipel Florestal Ltda. (atual
Estrela do Sul Participações Ltda.) com incorporação dos ativos (florestas) na Duratex Florestal Ltda.;
b) Lucro Presumido - Tributação da reserva de reavaliação - Ganho de capital.
Autuação por suposto ganho de capital em operação de cisão parcial da Satipel Florestal Ltda. (atual
Estrela do Sul Participações Ltda.), tributada então pelo lucro presumido, através da qual bens
(florestas) foram vertidos à Duraflora S.A (atual Duratex Florestal Ltda.), junto com a respectiva reserva
de reavaliação.
Defendeu-se, na esfera administrativa, a não ocorrência de ganho de capital na operação, pelos
seguintes motivos: (i) na cisão realizada os bens foram avaliados pelo valor contábil, sendo que a
determinação legal para se apurar ganho de capital ocorre, somente, quando a avaliação for realizada
a valor de mercado; (ii) a reserva de reavaliação somente poderia ser computada em conta de
resultado, ou na determinação do lucro real (IRPJ) e da base de cálculo da CSLL quando de sua
realização (alienação ou exaustão), o que não ocorreu por força da cisão, havendo, simplesmente, a
transferência das reservas florestais da sociedade cindida (Satipel Florestal Ltda., atual Estrela do Sul
Participações Ltda.) para a sociedade receptora da parcela vertida (Duratex Florestal Ltda.); (iii) não
houve acréscimo patrimonial na operação societária; (iv) decadência com termo inicial para tributação
da mudança do Regime de Lucro Real para o Presumido em 2004; (v) se devido fosse o AI, o cálculo
do IR/CS deveria se dar nas regras do lucro presumido (34% de 8% da base de cálculo) e não como
ganho de capital; e (vi) o valor do AI está superestimado pois não levou em conta os valores do IR/CS
já recolhidos quando da exaustão dos ativos florestais, integralmente já realizadas.
Processo Administrativo 10880.731573/2011-35 julgado desfavoravelmente à companhia em
definitivo.
12/12/2016 – Apresentada Ação Anulatória no judiciário, tendo sido concedida tutela com efeito
suspensivo, sem o oferecimento de nenhuma garantia por parte das empresas.
A Duratex Florestal Ltda. (anterior Duraflora S.A.) constou como solidária no processo tendo em vista
que em 31/10/2009 Satipel Florestal Ltda. (atual Estrela do Sul Participações Ltda.) verteu significativa
parte de seu patrimônio para a mesma.
g. chance de perda: Possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Saída de caixa e efeito no resultado.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

AIIM 4.051.219-8 / Protocolo 4051219-0-0125677


a. juízo: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo – SEFAZ-SP
b. instância: Tribunal de Impostos e Taxas – TIT (SP)
c. data de instauração: 28/11/2014
d. partes no processo: Duratex S.A. x SEFAZ-SP
e. valores, bens ou direitos envolvidos: Multa = R$ 63.851 mil, em dez/2017
f. principais fatos: Multa
AIIM - aplicação de multa de 30% sobre notas fiscais de faturamento para entrega futura, com
destaque indevido do imposto no arquivo XML da NF, em divergência com as DANFES emitidas
corretamente, sem o destaque do imposto.
28/11/2014 – Ciência do AIIM.
19/02/2015 – Decisão da DTJ manteve o AIIM.
15/04/2015 – Aguarda-se julgamento de Recurso Ordinário no TIT/SP.
g. chance de perda: Provável
h. análise do impacto em caso de perda do processo: R$ 2.064mil classificado como provável (sem
influência no resultado); e R$ 61.787mil classificado como remota (com influência no resultado; saída
de caixa), em dez/2017.

Ação Anulatória 0021541-20.2011.4.03.6100 - Lucro no Exterior 1996 a 2002


a. juízo: Justiça Federal de São Paulo
b. instância: Tribunal Regional Federal da 3ª Região
c. data de instauração: 23/11/2011
d. partes no processo: Duratex S.A. x União Federal
e. valores, bens ou direitos envolvidos: IRPJ/CSLL = R$ 15.468 mil, em dez/2017.
f. principais fatos: Lucros no Exterior
Refere-se à Ação Anulatória que visa anular o crédito tributário discutido nos autos do Processo
Administrativo nº 16327.000276/2006-49 - Lucros auferidos por subsidiárias no exterior, nos anos
calendários de 1996 a 2001 e 2002, disponibilizados em 31.12.2002, nos termos do artigo 74,
parágrafo único da MP nº 2.158-35/01, quanto ao direito à compensação dos tributos pagos no exterior
pelas empresas subsidiárias, nos termos do artigo 26 da Lei nº 9.249/95. Valores depositados
integralmente.
04/04/2014 – Sentença favorável à empresa.
Aguarda-se julgamento da apelação.
Reversão parcial da provisão em jun./14, tendo em vista decisão favorável em sede de repercussão
geral no STF que afastou a exigência de IR e CS sobre os lucros apurados de 1996 a 2001 pela
irretroatividade da Lei.
Provisão mantida refere-se à indisponibilidade e à compensação do IR pago no exterior.
g. chance de perda: Provável/Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: R$ 3.424 mil em dez/2017 classificado como
provável (sem influência no resultado); e R$ 12.044 mil em dez/2017 classificado como remoto (com
influência no resultado); conversão de depósito judicial à União.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Mandado de Segurança 0000024-37.2003.4.03.6100 - Lucro no Exterior 1996 a 2002


a. juízo: Justiça Federal de São Paulo
b. instância: 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região
c. data de instauração: 07/01/2003
d. partes no processo: Duratex S.A. x União Federal
e. valores, bens ou direitos envolvidos: IRPJ/CSLL = R$ 4.169 mil, em dez/2017.
f. principais fatos: Lucros no Exterior
Refere-se à ação que busca afastar a tributação do IRPJ e da CSLL dos lucros auferidos no exterior
por subsidiárias, apurados em 2002 e nos exercícios de 1996 a 2001, enquanto não disponibilizados
(e a respectiva não tributação da equivalência patrimonial).
06/07/2007 – Sentença desfavorável à empresa. Apresentado recurso de apelação em 24/07/2007.
Valores depositados integralmente.
27/10/2011 – Dado provimento parcial à Apelação pelo Des. Relator e pelo Revisor.
28/08/2014 – Julgamento da Apelação pelo Órgão Especial do TRF manteve a decisão de provimento
parcial do recurso.
17/11/2015 – União apresentou RE e REsp.
Reversão parcial da provisão em jun./14, tendo em vista decisão favorável em sede de repercussão
geral no STF que afastou a exigência de IR e CS sobre os lucros apurados de 1996 a 2001 pela
irretroatividade.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Com influência no resultado; conversão de
depósito judicial à União.

Processo Administrativo 16327.000277/2006-93 - Lucro no Exterior 2003


a. juízo: Receita Federal do Brasil em São Paulo/SP
b. instância: Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - CARF
c. data de instauração: 09/03/2006
d. partes no processo: Duratex S.A. x Receita Federal do Brasil
e. valores, bens ou direitos envolvidos: IRPJ/CSLL = R$ 3.936 mil, em dez/2017.
f. principais fatos: Lucros no Exterior
Refere-se à Autuação recebida pela RFB requerendo o pagamento de IRPJ e CSLL decorrente de
lucro de subsidiárias no exterior em 2003. Impugnado o AIIM face a ilegalidade da tributação tendo
por base a equivalência patrimonial e a inconstitucionalidade da presunção de disponibilidade do lucro
(art. 74 da MP 2.158-35).
20/02/2009 – Decisão da DRJ desfavorável.
11/08/2009 – Apresentado Recurso Voluntário ao CARF.
Aguarda-se inclusão na pauta de julgamento do CARF.
Provisão referente à possibilidade de compensação do IR pago no exterior.
g. chance de perda: Provável/Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: R$ 1.510 mil em dez/2017, classificado como
provável (sem influência no resultado) e R$ 2.426 mil em dez/2017, classificado como remoto (com
influência no resultado); saída de caixa.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Elekeiroz S/A

Processo nº 269132.0001/14-0
a. juízo: SEFAZ – BAHIA
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 26/03/2014
d. partes no processo: Fazenda Estadual x Elekeiroz
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 9.979 mil
f. principais fatos: Auto de Infração lavrado – Irregularidades na escrituração fiscal
Set/2014 – Decisão 1ª Instância Desfavorável
Ago/2014 – Apresentado Recurso Voluntário
Dez/2016 – Aguardando decisão 2ª instância
Dez/2017 – Aguardando decisão 2ª instância
g. chance de perda: Possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Em caso de decisão desfavorável, haverá
saída de caixa e efeito no resultado da companhia. O processo poderá ser, ainda, discutido na esfera
judicial.

Itautec S/A

Processo n.º 10314728282201518

a. juízo: Receita Federal do Brasil


b. instância: 1ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 11/12/2015
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto
Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido é de R$ 53.298.036,65 (atualizado até a data
de 31.12.2017), e não possui garantia por ainda estar na via administrativa.
f. principais fatos: Auto de Infração lavrado para cobrança PIS/COFINS decorrente da glosa dos créditos
apurados no período de 2011 e suposta dedução indevida de COFINS sobre a fonte no mesmo período,
bem como aplicação de multa sobre suposto erro no formato da entrega dos Arquivos Magnéticos
disciplinado pela IN 86/2001.
Contra a autuação, a empresa apresentou defesa administrativa (Impugnação) demonstrando a correta
apuração do tributo com o aproveitamento dos créditos, alegando também a desproporcionalidade do
valor da multa, visto que não existe erro no formato da entrega dos Arquivos Magnéticos, mas sim - por
alguma razão não identificada - não abrem nos estabelecimentos da RFB, todavia, sua transmissão
(obrigação legal) foi devidamente cumprida pela empresa.
Atualmente, o caso encontra-se em fase de diligência (formação de provas) para retornar ao julgamento
perante Delegacia da Receita Federal do Brasil, primeira instância administrativa.
g. chance de perda: A maior parte do valor envolvido está classificado com risco "possível", existindo uma
pequena parte avaliada com risco "provável" (R$ 6.767.203,00), o qual está provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
haverá influência no resultado em relação ao valor não provisionado, com consequente desembolso do
valor do processo.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 00189837520114036100


a. juízo: Tribunal Regional Federal da 3ª Região (SP)
b. instância: 2ª Instância
c. data de instauração: 14/10/2011
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido é de R$ 5.202.489,71 (atualizado até a data de
31.12.2017), e possui depósito judicial como garantia.
f. principais fatos: Mandado de Segurança impetrado contra aplicação do multiplicador FAP (instituído pela
Lei nº 10.666/2003) sobre a Contribuição ao SAT/RAT recolhida sobre as remunerações pagas aos
trabalhadores, nos períodos de janeiro a dezembro/2010.
Após ser negada tutela antecipada, empresa decidiu oferecer depósito judicial visando suspender a
exigibilidade dos débitos discutidos no processo. Atualmente, aguarda-se admissibilidade de recurso
especial interposto pela empresa, o qual encontra-se suspenso até julgamento de Recurso Extraordinário
pelo STF na sistemática de repercussão geral (entendimento firmado será aplicado para todos que discutem
a tese). Somente após julgamento da tese perante o STF, é que o julgamento do caso será retomado pelo
STJ.
g. chance de perda: O valor está provisionado em razão da classificação de risco "provável".
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Valores integralmente provisionados, sem influência
no resultado.

Processo n.º 19515720484201287


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 24/04/2012
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido é de R$ 27.555.994,80 (atualizado até a data de
31.12.2017), e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Auto de infração lavrado para cobrança de PIS e COFINS referentes ao ano de 2007 e
1º trimestre de 2008, por alegada apuração a menor em razão de glosa de créditos e classificação incorreta
de receitas submetidas à alíquota “zero”. Atualmente, aguarda-se julgamento de recursos em última
instância administrativa interpostos pela Fazenda Nacional e pela empresa simultaneamente em
16/08/2016, perante o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 10314722608201684


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 02/12/2016
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Natanael Martins, Mario
Franco E Gustavo Teixeira Advocacia Tributária.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido é de R$ 11.557.968,06 (atualizado até a data de
31.12.2017), e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Auto de Infração lavrado para cobrança de Imposto de Renda e Contribuição Sobre Lucro
Líquido, acrescido de multa isolada e de ofício, por alegado recolhimento a menor decorrente de dedução
indevida de despesas incorridas com o pagamento de gratificações aos administradores; despesas e
encargos com veículos colocados à disposição dos diretores; bem como a realização de adições a maior
no resultado fiscal do ano de 2010 e no ano seguinte.
Contra a cobrança a empresa apresentou defesa administrativa demonstrando que não houve deduções
indevidas, mas que as deduções realizadas são todas autorizadas pela legislação; demonstrou ocorrência
de erros formais no preenchimento das declarações e demonstrou que não houve adições "a maior", mas
sim apuração na forma da legislação dedicada às empresas com atividades de tecnologia.
Atualmente o processo aguarda julgamento da impugnação apresentada em 13/01/2017 perante a
Delegacia de Julgamento, ainda em 1ª instância.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco provável, somente o valor de R$ 1.912.451,00
encontra-se provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
haverá influência no resultado em relação ao valor não provisionado, com consequente desembolso do
valor do processo.

Processo n.º 19515721650201343


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 15/08/2013
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido é de R$ 26.909.759,35 (atualizado até a data de
31.12.2017), e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Auto de infração lavrado para cobrança de PIS e COFINS do 1º trimestre de 2008, sob o
argumento de recolhimento insuficiente, em razão de glosa de créditos de insumos importados e também
adquiridos no mercado interno, bem como de serviços. Atualmente o processo aguarda julgamento da
impugnação apresentada em 13/09/2013 perante a Delegacia de Julgamento, ainda em 1ª instância.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco provável, somente o valor de R$ 270.761,00 encontra-
se provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
haverá influência no resultado em relação ao valor não provisionado, com consequente desembolso do
valor do processo.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 16349720139201303


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 20/01/2014
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Natanael Martins, Mario
Franco E Gustavo Teixeira Advocacia Tributária.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido de aproximadamente R$ 36.829.898,80
(atualizado até a data de 31.12.2017), e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada em face do indeferimento do Pedido de
Compensação de crédito de COFINS (02/1999 a 01/2004), reconhecido judicialmente nos autos do
Mandado de Segurança nº 1999.61.00.010329-6, que reconheceu a inconstitucionalidade do artigo 3º, §1º
da lei 9.718/98 (tese do alargamento da base de cálculo – faturamento x receita). Aguarda-se julgamento
de recurso apresentado pela empresa em 12/03/2015 perante o Conselho Administrativo de Recursos
Fiscais.
Em 25/08/2016 o julgamento do recurso foi convertido em diligência para novo levantamento do montante
de crédito pleiteado e nova apreciação de provas, o que favorece a empresa no julgamento.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 18186008103201032


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 10/04/2014
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido de aproximadamente R$ 10.922.916,43
(atualizado até a data de 31.12.2017), e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que não
reconheceu crédito de "PIS/COFINS Retenção" do período de 2006, sob o argumento de que os créditos já
haviam sido utilizados em outro pedido de compensação, bem como pela impossibilidade de utilização
desse tipo de crédito com outros tributos. Em defesa, a empresa demonstra que embora o crédito tenha
sido apontado em outro pedido de compensação, os débitos objeto do pedido foram quitados por meio de
anistia em 2013; e quanto a alegação de impossibilidade de utilização dos créditos com outros tributos,
demonstramos que a legislação permite essa utilização quando ficar comprovado que não haviam débitos
de PIS/COFINS suficientes para consumir o crédito. Atualmente, aguarda-se julgamento de recurso
apresentado pela empresa em 20/10/2016 perante o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

PÁGINA: 65 de 360
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 19515720416201218


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 28/02/2012
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido é de R$ 31.055.934,25 (atualizado até a data de
31.12.2017), e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Auto de Infração lavrado para cobrança de Multa em decorrência de erro no formato da
entrega dos Arquivos Magnéticos disciplinado pela IN 86/2001, relativos ao período de 2007 e 2008, bem
como supostas omissões das informações que nele deveriam constar.
A multa aplicada é de 5% sobre o valor da operação relativa ao período fiscalizado, limitado a 1% sobre o
valor da receita bruta. Atualmente, aguarda julgamento de recurso apresentado pela empresa em
16/05/2017 perante o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais em que se defende a
desproporcionalidade da multa.

g. chance de perda: Em razão da classificação de risco ser parte "possível" e parte "remota", o valor não se
encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 18186007100200948


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 29/08/2014
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido de aproximadamente R$ 9.562.682,86 (atualizado
até a data de 31.12.2017), e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que indeferiu
pedido de restituição de PIS/COFINS retenção no período de 2005, deixando de homologar todas as
compensações a ele vinculadas, sob o argumento de que se tratava de crédito extemporâneo já prescrito e
que – ainda que não estivesse prescrito – não foi apurado saldo credor. Em defesa, a empresa demonstrou
que não havia prescrição do direito creditório, bem como demonstrou a suficiência do crédito com a
apresentação de todos os comprovantes de retenção do período, demonstrando também que parte do
crédito advém de empresa devidamente incorporada (Itautec Informática), comprovando a totalidade do
crédito declarado.
Atualmente, aguarda-se julgamento de recurso apresentado pela empresa em 15/03/2017 perante o
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 15600520114036100


a. juízo: Tribunal Regional Federal da 3ª Região
b. instância: 2ª Instância Judicial
c. data de instauração: 01/02/2011
d. partes no processo: Itautec S/A x Procuradoria da Fazenda Nacional. Advogado do caso: Pinheiro Neto
Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido é de aproximadamente R$ 7.523.733,47
(atualizado até a data de 31.12.2017), e não possui garantia.
f. principais fatos: Caso iniciou com auto de infração lavrado para cobrança da Contribuição de Intervenção
no Domínio Econômico (CIDE) sobre remessas de valores ao exterior, realizadas em 2001 e 2002, a título
de pagamento de licença para distribuição e comercialização de “software de prateleira” fabricados pela
Microsoft. Atualmente, defende-se a tese no Judiciário, por meio de Ação Anulatória de que os pagamentos
realizados à Microsoft não se enquadram nas hipóteses de incidência da CIDE, já que não importam em
transferência de tecnologia.
Em 12/12/2016, foi proferida sentença procedente à empresa e atualmente aguarda-se interposição de
recurso pela Fazenda Nacional.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 10880961039201585


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 13/01/2016
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Jurídico Itautec Tributário.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 3.258.475,01 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que homologou
parcialmente pedido de compensação com crédito de saldo negativo de IRPJ relativo aos períodos de
01/01/2010 a 03/12/2010 (exercício 2011), composto por (i) CSLL retida na fonte; (ii) estimativas mensais e
(ii) estimativas pagas por compensação com outros créditos da RFB. A parte não homologada corresponde
à estimativa paga por compensação que ainda aguarda julgamento definitivo para homologação na via
administrativa. Em defesa, a Itautec demonstrou que os valores de estimativas não podem ser cobrados
neste processo, pois estão com exigibilidade suspensa. Atualmente, aguarda-se julgamento perante a
Delegacia da Receita Federal de Julgamento, ainda em primeira instância.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 12585000542201018


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 14/08/2012
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido é de aproximadamente R$ 6.165.982,89
(atualizado até a data de 31.12.2017), e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que indeferiu
integralmente crédito de COFINS referentes ao 4° trimestre de 2007 (mercado interno), sob alegação de
que o montante do crédito já foi glosado em outro processo administrativo (Auto de Infração, Processo
Administrativo nº 19515720484201287).Contra este argumento, a empresa apresentou defesa
administrativa pedindo a união dos processos administrativos, bem como demonstrou que a empresa é
detentora do crédito declarado, justificando a legalidade de sua apuração.
Atualmente, aguarda-se julgamento de recurso administrativo apresentado pela empresa em 22/07/2015
perante o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 16349720140201320


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 22/11/2013
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Natanael Martins, Mario
Franco E Gustavo Teixeira Advocacia Tributária.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 5.401.379,08 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada em face de despacho decisório que
indeferiu pedido de compensação com crédito de COFINS (Alargamento da Base de Cálculo) relativo ao
período de 02/1999 a 01/2004, reconhecido em ação judicial, sob o argumento de que não foi comprovada
a suficiência de crédito. Em defesa administrativa, a Itautec contestou tais argumentos comprovando a
quantificação do crédito com apresentação dos documentos comprobatórios. Atualmente, aguarda-se
julgamento perante a Delegacia de Julgamento da Receita Federal desde 14/02/2014, ainda em primeira
instância.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 10880967486201203


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 09/10/2012
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Costa Pereira e Di Pietro
Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 5.229.319,44 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que não
homologou pedido de compensação com crédito de saldo negativo de IRPJ/Exercício 2008, composto por
Imposto de Renda retido na fonte e estimativas pagas por compensação, sob o argumento de que não
houve a comprovação das retenções realizadas pela empresa e as estimativas pagas por compensação
não foram homologadas, não podendo compor o crédito. Em defesa, a Itautec demonstrou todas as
retenções por meio dos informes de rendimentos e quanto às estimativas pagas por compensação, ainda
estão pendentes de análise final e serão cobradas em processo próprio. Atualmente, aguarda-se julgamento
de recurso administrativo apresentado pela empresa em 14/10/2015, perante o Conselho Administrativo de
Recursos Fiscais.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 12585000538201050


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 11/05/2012
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 4.769.754,73 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que não
homologou pedido de compensação com crédito de COFINS relativo ao 1º Trimestre de 2007, decorrente
da não cumulatividade, por ter sido glosado em Auto de Infração ainda pendente de julgamento
(19515.720.484/2012-87), não podendo ser glosado até que haja decisão definitiva sobre a análise da
apuração do tributo pela empresa, pois a apuração foi realizada conforme legislação aplicável às empresas
de tecnologia. Atualmente, aguarda-se julgamento de recurso administrativo apresentado pela empresa e
pela Fazenda Nacional em 16/08/2016, perante o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 12585000541201073


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 29/06/2012
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 4.525.030,25 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade protocolada em face de despacho decisório que não
homologou pedido de compensação com crédito de COFINS do 3° Trimestre de 2007 (mercado interno),
por ter sido glosado em Auto de Infração ainda pendente de julgamento (19515.720.484/2012-87), não
podendo ser glosado até que haja decisão definitiva sobre a análise da apuração do tributo pela empresa,
pois a apuração foi realizada conforme legislação aplicável às empresas de tecnologia. Atualmente,
aguarda-se julgamento de recurso administrativo apresentado pela empresa em 22/07/2015, perante o
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 2016245082


a. juízo: Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará
b. instância: 1ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 18/11/2016
d. partes no processo: Itautec S/A x Secretaria da Fazenda do Governo do Estado do Ceará. Advogado do
caso: Machado Advocacia Empresarial.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 4.480.674,99 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Auto de Infração lavrado para cobrança de multa referente à alegado extravio das notas
fiscais do Estado do Ceará do período de 2005 a 2009, discutidas em outros 5 (cinco) autos de infração
todos anulados por nulidade, tendo em vista que foi reconhecido o descumprimento de etapa processual
de concessão de prazo para a Itautec apresentar as notas extraviadas. Em defesa, a empresa alega que

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

as notas fiscais não foram extraviadas, mas sim furtadas havendo a "ausência de culpabilidade da
empresa", reconhecida, inclusive, nos autos de infração anteriormente anulados. Atualmente, aguarda-se
julgamento de impugnação, ainda em primeira instância.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado.

Processo n.º 00084000320164036182


a. juízo: 11ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo
b. instância: 1ª Instância Judicial
c. data de instauração: 14/12/2016
d. partes no processo: Itautec.Com Serviços S/A x Procuradoria da Fazenda Nacional. Advogado do caso:
Natanael Martins, Mario Franco E Gustavo Teixeira Advocacia Tributária.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 3.782.213,48 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e possui seguro garantia como garantia.
f. principais fatos: Ação de Execução Fiscal ajuizada para cobrança de débitos objetos de compensação
com crédito referente a pagamento a maior de IRPJ/1995, que não foi homologada por entender a RFB,
equivocadamente, que o crédito utilizado era de prejuízo fiscal e a empresa não havia respeitado a trava
dos 30%. Contra a cobrança, a Itautec já havia ajuizado Ação Anulatória antes do ajuizamento da presente
execução fiscal e que aguarda julgamento de sentença. Sendo assim, no presente caso não será discutido
o mérito, apenas oferecemos seguro garantia e pedimos a sua suspensão até o julgamento definitivo da
Ação Anulatória que aguarda julgamento ainda em primeira instância desde 28/10/2015.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 12585000540201029


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 29/06/2012
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 3.853.895,97 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade protocolada em face de despacho decisório que não
homologou pedido de compensação com crédito de COFINS do 3° Trimestre de 2007 (mercado interno),
por ter sido glosado em Auto de Infração ainda pendente de julgamento (19515.720.484/2012-87), não
podendo ser glosado até que haja decisão definitiva sobre a análise da apuração do tributo pela empresa,
pois a apuração foi realizada conforme legislação aplicável às empresas de tecnologia. Atualmente,
aguarda-se julgamento de recurso administrativo apresentado pela empresa em 22/07/2015, perante o
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 13839722040201166


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 10/08/2011
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Pinheiro Neto Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 3.054.319,36 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Auto de infração lavrado para cobrança de IPI, II, PIS e COFINS, por alegado
descumprimento da vinculação dos atos concessórios de "drawback" e registros de exportação no Siscomex
do período de 2004 a 2006. Em 29/01/2014, foi protocolado pedido de desistência parcial para adesão ao
REFIS, quanto aos débitos cujo risco de perda estava classificado como "provável", permanecendo a
discussão administrativa para os demais débitos de risco "possível". Atualmente, aguarda-se julgamento
perante a Delegacia da Receita Federal de Julgamento, ainda em primeira instância, desde 09/09/2011.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado..
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 00550651920124036182


a. juízo: 05ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo
b. instância: 1ª Instância Judicial
c. data de instauração: 19/12/2012
d. partes no processo: Itautec S/A x Procuradoria da Fazenda Nacional. Advogado do caso: Costa Pereira e
Di Pietro Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 10.213.354,99 (atualizado até a
data de 31.12.2017) e possui seguro garantia como garantia.
f. principais fatos: Ação de execução fiscal ajuizada para fins de cobrança do crédito de PIS e COFINS em
razão da glosa de créditos apurados no 4° trimestre de 2006. A cobrança baseia-se no fato de os créditos
de COFINS terem sido gerados ao longo do ano de 2006, mas registrados somente no 4º trimestre, razão
pela qual a Receita Federal negava o reconhecimento, bem como o fato de a fiscalização reclassificou a
apuração do regime cumulativo para o não-cumulativo e também ter lançado receita não oferecida à
tributação. Contra a cobrança, a Itautec apresentou Embargos à Execução Fiscal, demonstrando que houve
erro formal na apuração do tributo que não pode sobrepor a verdade material, bem como demonstrou
equívocos na interpretação da fiscalização que desconsiderou as peculiaridades na apuração do tributo por
empresa de tecnologia. Atualmente, aguarda-se julgamento dos Embargos à Execução Fiscal opostos pela
Itautec, ainda em primeira instância desde 15/04/2013.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 00711327420034036182


a. juízo: 07ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo
b. instância: 2ª Instância Judicial
c. data de instauração: 22/07/2005
d. partes no processo: Itautec.Com Serviços S/A x Procuradoria da Fazenda Nacional. Advogado do caso:
Natanael Martins, Mario Franco E Gustavo Teixeira Advocacia Tributária
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 9.859.527,75 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e possui carta de fiança como garantia.
f. principais fatos: Ação de execução fiscal ajuizada para cobrança de débitos da COFINS dos períodos de
01 de 1994 e 02/03/04/05/06 de 1999. Contra a cobrança a Itautec opôs Embargos à Execução Fiscal
demonstrando que os débitos haviam sido pagos por compensação com crédito de FINSOCIAL reconhecido
judicialmente e habilitado para compensações.
Atualmente, aguarda-se julgamento de recurso interposto pela União em última instância, desde
16/06/2011.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 10880983007201115


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 16/10/2011
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Costa Pereira e Di Pietro
Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 8.763.772,84 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Trata-se de manifestação de inconformidade apresentada contra despacho decisório que
homologou parcialmente o pedido de compensação com crédito de saldo negativo de IRPJ e retenções na
fonte do período de 2004. Em defesa, a Itautec demonstrou a totalidade do crédito e documentalmente o
total de retenções sofridas no exercício e atualmente, aguarda-se julgamento em segunda instância perante
o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, desde 24/08/2015.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 102830029000071


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 29/11/2004
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Jurídico Itautec Tributário.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 4.587.813,01 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que não
homologou pedido de compensação com crédito de IRRF sobre as aplicações financeiras do ano de 1999.
Em defesa, a Itautec demonstrou a totalidade do crédito com os devidos comprovantes de retenção de
IRRF. Após decisão desfavorável, a empresa interpôs recurso voluntário, o qual aguarda julgamento
perante o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais desde 16/08/2006.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 10880916092200801


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 29/08/2008
d. partes no processo: Itautec.Com Serviços S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Jurídico
Itautec Tributário.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 4.242.638,49 (atualizado até a data
de 12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que não
homologou pedido de compensação com crédito de IRPJ do exercício de 2004 da Itautec.Com. O pedido
foi indeferido pela Receita Federal em decorrência da divergência de valores existentes entre a DIPJ e a
DCTF, que já foram retificadas. Em defesa, a Itautec demonstrou que houve erro formal no preenchimento
das declarações, demonstrando que pela verdade material haveria crédito suficiente para ser utilizado nas
compensações. Atualmente, aguarda-se julgamento perante a Delegacia da Receita Federal de
Julgamento, ainda em primeira instância.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 10880966911200933


a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 24/08/2009
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Costa Pereira e Di Pietro
Advogados.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 4.208.936,23 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que não
homologou pedido de compensação com crédito de IRPJ do exercício de 2004, da Itautec S/A. O pedido foi
indeferido pela Receita Federal sob alegação de divergência de valores existentes entre a DIPJ e a DCTF,
que já foram retificadas. Em defesa, a Itautec demonstrou que houve erro formal no preenchimento das
declarações, demonstrando que pela verdade material haveria crédito suficiente para ser utilizado nas
compensações. Atualmente, aguarda-se julgamento de recurso da empresa perante o Conselho
Administrativo de Recursos Fiscais, em segunda instância.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo n.º 00686652520034036182


a. juízo: 07ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo
b. instância: 2ª Instância Judicial
c. data de instauração: 16/08/2004
d. partes no processo: Itautec.Com Serviços S/A x Procuradoria da Fazenda Nacional. Advogado do caso:
Natanael Martins, Mario Franco E Gustavo Teixeira Advocacia Tributária
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 2.929.431,00 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e possui seguro garantia como garantia.
f. principais fatos: Ação de execução fiscal ajuizada para cobrança de Contribuição ao PIS, do período de
02/1999 a 06/1999. Contra a cobrança, a Itautec apresentou Embargos à Execução Fiscal demonstrando
que os débitos não poderiam ser cobrados, pois foram pagos por compensação, estando com exigibilidade
suspensa por aguardar homologação na via administrativa. Em 06/12/2006, a Itautec obteve sentença
procedente, julgando extinta a execução fiscal, razão pela qual a União interpôs recurso de apelação, o
qual ainda aguarda julgamento.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo nº 00294925720044036182
a. juízo: 07ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo
b. instância: 2ª Instância Judicial
c. data de instauração: 27/08/2004
d. partes no processo: Itautec.Com Serviços S/A x Procuradoria da Fazenda Nacional. Advogado do caso:
Natanael Martins, Mario Franco E Gustavo Teixeira Advocacia Tributária.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 2.737.328,84 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e possui depósito judicial como garantia.
f. principais fatos: Ação de execução fiscal ajuizada para cobrança de CSLL referente a valores não
reconhecidos como objeto de anistia/remissão nos termos da Medida Provisória 38/2002. Em 03/09/2004,
foi determinada a suspensão da execução fiscal e dado prazo de dez dias para efetuar a transferência do
depósito judicial realizado nos autos de Mandado de Segurança que tinha o débito como objeto de
discussão (2003.61.00.033075-0), dado o débito como garantido e com exigibilidade suspensa. Em
14/10/2004, a Itautec apresentou Embargos à Execução demonstrando a legitimidade do pagamento por
anistia. Em 25/09/2006, os Embargos à Execução foram julgados improcedentes, ocasionando na
interposição de recurso de apelação pela Itautec, o qual aguarda julgamento desde 25/10/2006.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo nº 02708486920128260014
a. juízo: Vara das Execuções Fiscais Estaduais do Tribunal de Justiça de São Paulo
b. instância: 1ª Instância Judicial
c. data de instauração: 14/12/2016
d. partes no processo: Itautec.Com Serviços S/A x Procuradoria Geral do Estado de São Paulo. Advogado
do caso: Costa Pereira & Di Pietro Advogados
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 2.081.217,67 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e possui seguro garantia como garantia
f. principais fatos: Ação de Execução Fiscal ajuizada para cobrança de débito de ICMS do período de 2008,
decorrente de operação de venda de mercadorias. Em defesa, a empresa alega que o débito se originou
de mero erro no preenchimento de formulário de Nota Fiscal, ocasião em que, por um equívoco, a empresa
utilizou Formulário de outra empresa do grupo, desconectando as informações fiscais, mas sem gerar
prejuízo ao erário público. Atualmente, aguarda-se julgamento em primeira instância dos Embargos à
Execução Fiscal opostos pela empresa em 22/11/2013.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

PÁGINA: 76 de 360
Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo nº 0010098512012036128
a. juízo: 11ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo em Jundiaí
b. instância: 1ª Instância Judicial
c. data de instauração: 03/05/2005
d. partes no processo: Itautec S/A Grupo Itautec x Procuradoria da Fazenda Nacional. Advogado do caso:
Natanael Martins, Mario Franco e Gustavo Teixeira Advocacia Tributária.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 1.888.741,57 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e possui carta de fiança como garantia
f. principais fatos: Ação de Execução Fiscal ajuizada para cobrança de débitos objeto de pedidos de
compensação com crédito de FINSOCIAL já reconhecido em via judicial. Em defesa, a empresa demonstra
que não existe fundamento legal para inscrição em dívida ativa de débitos objeto de compensações
pendentes de julgamento em definitivo na via administrativa, e que o crédito utilizado possui liquidez
suficiente para pagar todos os débitos declarados, devendo todas as compensações serem homologadas.
Atualmente, aguarda-se julgamento em primeira instância dos Embargos à Execução Fiscal opostos pela
empresa em 03/03/2006
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

Processo nº 10880952922201231
a. juízo: Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa
c. data de instauração: 10/08/2012
d. partes no processo: Itautec S/A x Receita Federal do Brasil. Advogado do caso: Costa Pereira & Di Pietro
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor envolvido de aproximadamente R$ 1.728.546,80 (atualizado
até a data de 31.12.2017), e não possui garantia por estar em via administrativa.
f. principais fatos: Manifestação de Inconformidade apresentada contra despacho decisório que indeferiu
pedido de restituição de Saldo Negativo de CSLL do exercício de 2006, deixando de homologar parte das
compensações a ele vinculadas, sob o argumento de que parte do crédito contribuições retidas na fonte
não foram confirmadas. Em defesa, a empresa comprovou todas as retenções realizadas no período e
demonstrou que o saldo de retenções sofridas era superior ao que foi formalmente pleiteado. A empresa
demonstrou também que o prazo legal de 5 anos para o Fisco analisar as compensações já havia sido
ultrapassado, ocorrendo a extinção dos débitos declarados nas compensações por homologação tácita.
Atualmente, aguarda-se julgamento de recurso apresentado pela empresa em 14/08/2015, perante o
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco possível, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo nº 01391422405008260090
a. juízo: Vara das Execuções Fiscais Municipais do Tribunal de Justiça de São Paulo
b. instância: 1ª Instância Judicial
c. data de instauração: 16/12/2005
d. partes no processo: Itautec S/A Grupo Itautec x Procuradoria Geral do Município de São Paulo. Advogado
do caso: Natanael Martins, Mario Franco e Gustavo Teixeira Advocacia Tributária.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: O valor total envolvido é de R$ 1.721.586,48 (atualizado até a data
de 31.12.2017) e possui carta de fiança como garantia
f. principais fatos: Ação de Execução Fiscal ajuizada para cobrança de débito de ISS sobre receitas oriundas
de locação de bens móveis, relativas ao período de 1996 a 1998. Em defesa, a empresa demonstrou que
as receitas de locação sobre bens móveis não constitui fato gerador do Imposto Sobre Serviços, devendo
ser extinta a cobrança, inclusive, pelo fato de já existir decisão transitada em julgado afastando a incidência
desse imposto sobre tais receitas, obtida em Ação Declaratória ajuizada no município de São Paulo sob o
nº 230/85. Atualmente, aguarda-se julgamento em primeira instância dos Embargos à Execução Fiscal
opostos pela empresa em 11/09/2006.
g. chance de perda: Em razão da classificação de risco remoto, o valor não se encontra provisionado.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Caso o processo se encerre de forma desfavorável,
poderão ocorrer desembolsos que irão afetar negativamente o resultado

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Itaú Unibanco
Processo n.º 0204699-55.0500.8.26.0090 (204.699/05)
a. juízo: Execuções Fiscais Municipais de São Paulo
b. instância: 1ª instância – Vara das Execuções Fiscais Municipais de São Paulo
c. data de instauração: 30.11.2005
d. partes no processo: Município de São Paulo x Banco Itauleasing S/A (atual denominação social de Cia
Itauleasing de Arrendamento Mercantil)
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$2.764.494.603,11 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Execução Fiscal proposta pelo Município de São Paulo para cobrança de ISS sobre
operações de leasing . Os Embargos à Execução opostos pelo Banco, onde se discute o local da prestação
do serviço, a base de cálculo, bem como que os valores devidos foram pagos ao Município onde o Banco
está sediado (Poá/SP) foram julgados improcedentes. O Tribunal de Justiça de São Paulo deu provimento
ao Recurso de Apelação interposto pelo Banco, para o fim de anular a sentença recorrida, em virtude de
cerceamento de defesa. Os autos baixaram à origem para que seja produzida a prova pericial requerida
pelo Banco, bem como para que seja proferida nova sentença. Iniciada a produção da prova pericial.
g. chance de perda: Remota.
h. análise do impacto em caso de perda do processo: pagamento do valor discutido.

Processo n.º 16327.721830/2011-92


a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª Instância Administrativa - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF)
c. data de instauração: 28.12.2011
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil x Itaú Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 1.307.935.680,37 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Trata-se de exigência de IRPJ e CSLL do ano-calendário de 2007, no ato da aquisição,
da diferença entre o valor de face do crédito e seu custo de aquisição. Aguarda-se o julgamento do recurso
voluntário interposto em face da decisão desfavorável da DRJ.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 16327.721481/2012-90


a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª instância administrativa - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF)
c. data de instauração: 14.12.2012
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil x Itaú Unibanco S/A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 856.455.834,84 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Autuação previdenciária sobre o valor de PLR e bônus pagos aos funcionários no período
de janeiro de 2007 a dezembro de 2008, bem como sobre valores decorrentes de SAT e contribuição
destinada a terceiros (salário-educação). Em 14.06.2016, o Recurso Voluntário foi julgado no CARF.
Embargos de Declaração opostos pela PGFN em relação ao prazo decadencial da cobrança de multa pelo
descumprimento de obrigação acessória foram providos, aguarda intimação do acórdão.
Intimação do acórdão recebida. Aguarda julgamento do recurso especial do banco.
g. chance de perda: Remota (R$ 346.070.543,33), Possível (R$ 377.784.719,25) e Provável (R$
132.600.572,26)
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido.

Processo n.º 2008.61.00.014763-1


a. juízo: 11ª Vara Cível Federal de São Paulo
b. instância: 2ª instância – Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região
c. data de instauração: 23.06.2008
d. partes no processo: Dibens Leasing S.A. Arrendamento Mercantil e outros x Delegado das Instituições
Financeiras de São Paulo
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 1.289.013.601,88 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Mandado de Segurança impetrado preventivamente para afastar a sujeição dos
impetrantes à aplicação do aumento de alíquota de 9% para 15% introduzida pela MP 413/2008. Liminar
Indeferida. Sentença improcedente. Aguarda-se o julgamento do Recurso de Apelação.
g. chance de perda: Provável
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido.

Processo n.°16327.720.550/2014-18
a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª instância administrativa - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF)
c. data de instauração: 26.06.2014
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil x Itaú Unibanco S/A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 1.206.526.339,12 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Trata-se de auto de infração que visa a cobrança de contribuição previdenciária (cota
patronal e de terceiros), sobre os pagamentos realizado a título de Participação nos Lucros e Resultados e
de Bônus de Contratação nos anos de 2009 e 2010. Em 14.06.2016, o processo foi pautado no CARF, que
converteu o julgamento em diligência para verificação dos períodos autuados. Processo retornou ao CARF
após término da diligência.
g. chance de perda: Possível (R$ 960.332.057,46) e Provável (R$ 246.194.281,66)
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.°16327.721108/2014-09
a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª instância administrativa- Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF)
c. data de instauração: 05.12.2014
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil x Itaú Unibanco S.A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 1.174.642.180,01 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Auto de infração que exige IRPJ e CSLL, sob o fundamento de que parte do ágio apurado
na operação societária de integração das atividades dos grupos Itaú e Unibanco teria sido amortizado
fiscalmente de modo irregular. Há exigência de multa isolada pelo não recolhimento das estimadas mensais.
Aguarda intimação do acórdão que negou provimento ao Recurso Voluntário interposto contra decisão
desfavorável da DRJ.
g. chance de perda: Remota (R$ 178.524.934,95)) e Possível (R$ 996.117.245,06)
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido.

Processo n.°16327.721149/2015-78
a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª instância administrativa – Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - CARF
c. data de instauração: 22/12/2015
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil x Itaú Unibanco S.A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 1.373.860.961,46 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Auto de infração de IRPJ e CSLL anos-calendário 2010, 2011 e 2012, em razão da glosa
de despesas operacionais (Despesas com depósitos interfinanceiros relativos aos investimentos em
DI/Renda Fixa efetuados pelo Unibanco, cujos recursos investidos foram oriundos da subscrição integral
do aumento de capital social efetuado pelo Itaú). Aguarda intimação da decisão que negou provimento ao
recurso voluntário em face da decisão desfavorável da DRJ.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido

Processo n.°16327.721095/2015-41
a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª instância administrativa - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF)
c. data de instauração: 04/12/2015
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil x Itaú Unibanco S.A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 835.757.562,31 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Auto de infração que visa à exigência de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, referente aos
períodos de 31/12/2010, 31/12/2011 e 31/12/2012, em razão do não reconhecimento como receita
tributável, pelo Itaú Unibanco S/A, dos valores relativos a Juros Sobre o Capital Próprio-JCP, distribuídos
ao Itaú Unibanco Holding pelo Banco Itaucard S/A e Itaú Corretora de Valores S/A. Recurso Voluntário da
empresa provido por unanimidade. Aguarda-se intimação formal do acórdão.
g. chance de perda: Remota (R$ 673.103.854,92) e Possível (R$ 162.653.707,38)
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n° 16327.720680/2013-61
a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 2ª instância administrativa - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF)
c. data de instauração: 25.06.2013
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil x Itaú Unibanco Holding S/A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 26.613.452.728,57 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Auto de infração que exige IRPJ e CSLL do exercício de 2008, decorrentes da transação
que levou a associação do Itaú Holding e do Unibanco Holding S/A. Em 10 de Abril de 2017 o Conselho
Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) proferiu decisão favorável à Companhia, cancelando o auto de
infração. Aguarda julgamento do Recurso Especial da PGFN.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido

Processo n° 16327.721300/2013-14

a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil

b. instância: 2ª instância administrativa - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF)

c. data de instauração: 14.11.2013

d. partes no processo: Receita Federal do Brasil x Itaú Unibanco S/A

e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 2.694.401.902,53(dezembro/2017)


f. principais fatos: Exigência de IRPJ e CSLL por suposto ganho de capital decorrente do processo de fusão dos
Conglomerados Itaú e Unibanco. Apresentado Recurso Voluntário pelo contribuinte, este foi julgado desfavoravelmente
no CARF. Atualmente, o processo está pendente de julgamento do recurso especial interposto pela empresa junto a
Câmara Superior de Recursos Fiscais (CSRF). Aguarda julgamento do Recurso Especial interposto.
g. chance de perda: Remota

h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n° 16327.720411/2017-29
a. juízo: Secretaria da Receita Federal do Brasil
b. instância: 1ª Instância Administrativa – Delegacia Regional de Julgamento
c. data de instauração: 30.05.2017
d. partes no processo: Receita Federal do Brasil x Banco Itauleasing S.A.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 821.107.594.38 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Autos de infração de PIS/Cofins, por suposta falta de oferecimento à tributação do
resultado econômico-financeiro das operações de arrendamento mercantil realizadas e encerradas em
2012 e 2013, com a aplicação de multa de 150% sobre os créditos apurados, pela acusação de ocorrência
de fraude na realização de sucessivos atos que colocam esses resultados na hipótese de isenção do
PIS/COFINS do art. 3º parágrafo 2º da Lei 9.718/98. Aguarda julgamento de impugnação apresentada.
g. chance de perda: Remota (R$ 86.651.481,47), Possível (R$ 734.456.112.91)
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido.

Processos Trabalhistas

Não há processos trabalhistas relevantes em razão da matéria ou valor envolvido na Emissora e suas
Controladas Alpargatas, Duratex e Itautec.

Em relação às controladas Elekeiroz e Itaú Unibanco, abaixo descritivos dos processos que, em
função dos respectivos valores envolvidos e análise dos riscos, são considerados relevantes na data base de
31/12/2017.

Elekeiroz

Processo n.°0001263-77.2015.5.05.0131
a. juízo: 1ª Vara do Trabalho de Camaçari/BA
b. instância: 2ª Instância
c. data de instauração: 07/10/2015
d. partes no processo: Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Químico e Petroleiro do Estado da
Bahia X Elekeiroz S/A e Itaúsa
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 45.000 mil.
f. principais fatos:
09/05/2016 – sentença julgou improcedentes os pedidos.
16/11/2017 – acórdão reformou a sentença deferindo o pleito de condenação da recorrida ao
pagamento, aos substituídos, a partir de abril de 1990 até a extinção dos contratos individuais de
trabalho de cada um deles, dos reajustes salariais estabelecidos na cláusula quarta, caput e
parágrafo único, da Convenção Coletiva de Trabalho de 1989/1990, limitados à data-base.
04/12/2017 – opostos embargos declaratórios por ambas as partes.
g. chance de perda: Possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Em caso de decisão desfavorável haverá
ônus para a companhia no total do montante do processo mais as custas processuais envolvidas,
calculados na data do encerramento do mesmo.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Itaú Unibanco

Processo n.°00447000320085020066
a. juízo: 66ª Vara do Trabalho de São Paulo (Barra Funda)
b. instância: Tribunal Superior do Trabalho (TST)
c. data de instauração: 28.02.2008
d. partes no processo: A. K. A. S. x Itaú Unibanco S.A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 5.063.407.229,34 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Reclamação trabalhista com condenação, ainda não definitiva, do Tribunal
Regional do Trabalho ao pagamento de horas extras e correção pelas mesmas taxas de juros
praticadas pelo banco, contrariando diretamente a Lei 8.177/91 e a Súmula 445 do TST, que vedam
a aplicação dessa forma de correção. Processo suspenso no TST aguardando julgamento de
Recurso de Revista repetitivo (repercussão do RSR - OJ 394).
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Perda do valor discutido

Processo n.°02329008220095020381
a. juízo: 1ª Vara do Trabalho de Osasco-SP
b. instância: Tribunal Superior do Trabalho (TST)
c. data de instauração: 30.11.2009
d. partes no processo: A. P. S. B. x Itaú Unibanco S.A e Itaú Vida e Previdência
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 18.239.715.867,37 (dezembro/2017)
f. principais fatos: Reclamação trabalhista com condenação definitiva do Tribunal Regional do
Trabalho ao pagamento de horas extras e correção pelas mesmas taxas de juros praticadas pelo
banco, contrariando diretamente a Lei 8.177/91 e a Súmula 445 do TST, que vedam a aplicação
dessa forma de correção. Rescisória ajuizada pelo banco julgada favoravelmente no TRT. Interposto
RO no TST pela reclamante, o qual foi negado provimento, mantendo o afastamento da condenação
dos autores por litigância de má-fé e honorários advocatícios de sucumbência. Embargos de
declaração opostos pela reclamante julgado improcedente. Interposto recurso extraordinário ao STF
pela reclamante. Apresentamos contrarrazões.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Perda do valor discutido

Processos Administrativos e Arbitrais

O Emissor não possui processos administrativos (exceto processos administrativos tributários,


conforme já indicados acima) e arbitrais, em curso em 31 de dezembro de 2017, relevantes em razão da
matéria ou valor envolvido.

O Itaú Unibanco possui o seguinte processo administrativo:

Processo n° 08700.008182/2016-57
a. juízo: Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE
b. instância: 1ª instância administrativa - Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de
Defesa Econômica – CADE
c. data de instauração: Publicação no Diário Oficial da União em 8.12.2016.
d. partes no processo: CADE ex Ofício x Banco Itaú BBA S.A e outros.
e. valores, bens ou direitos envolvidos: Conforme Lei 12.529/11, art. 37, inc. I, a prática de infração
à ordem econômica sujeita a empresa à multa de 0,1% (um décimo por cento) a 20% (vinte por
cento) do valor do faturamento bruto da empresa, grupo ou conglomerado, obtido no último
exercício anterior à instauração do processo administrativo, no ramo de atividade empresarial em
que ocorreu a infração, a qual nunca será inferior à vantagem auferida, quando for possível sua
estimação. Tendo em vista a indefinição sobre a base de cálculo a ser considerada, bem como o

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

significativo intervalo de percentuais aplicáveis, não é possível estimar os valores de multa na


hipótese de uma condenação.
f. principais fatos: Trata-se de processo administrativo para investigar suposto cartel no mercado on
shore de câmbio brasileiro, envolvendo o Real (BRL). As supostas condutas anticompetitivas
teriam ocorrido principalmente nos mercados de câmbio à vista (FX Spot Market ou spot) e de
futuros (derivativos). As práticas investigadas teriam sido praticadas no Brasil, por instituições
financeiras (dentre elas o Banco Itaú BBA S.A.) e indivíduos localizados em território nacional. A
defesa foi tempestivamente protocolizada em 8.1.2018.
g. chance de perda: possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: pagamento de multa.

4.3.1. Indicar o valor total provisionado, se houver, dos processos descritos no item 4.3

Na Itaúsa, o valor total provisionado dos processos tributários descritos no item 4.3 corresponde a R$
1.244.621 mil.

Com relação aos processos das Controladas Itaúsa mencionados no item 4.3, foram provisionados
os seguintes valores na data base de 31/12/2017:

Alpargatas

O valor total provisionado para os processos descritos no item 4.3 acima corresponde a R$19,9
milhões.

Duratex S/A

O valor total provisionado dos processos descritos no item 4.3 corresponde a R$ 17,5 milhões
relativos a processos tributários.

Elekeiroz S/A

Não há provisão constituída para os processos tributário e trabalhista, tendo em vista que estão
classificados com probabilidade de perda possível.

Itautec S/A

Dos processos indicados no item 4.3, a Companhia possui como valor provisionado o montante de
R$ 12,2 milhões, correspondente aos casos classificados como risco ”provável”.

Itaú Unibanco

O valor total provisionado dos processos descritos no item 4.3 corresponde a R$ 1.667.808.455,80,
relativos a processos tributários. Não há provisão constituída para os processos cíveis e trabalhistas, tendo
em vista que estão classificados com probabilidade de perda possível ou remota.

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4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam
administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores

A Emissora não é parte em processos que tenham sido movidos por seus administradores ou ex-
administradores nem por seus controladores ou ex-controladores.

A Emissora e suas controladas realizam operações societárias que, eventualmente, são impugnadas
judicialmente por acionistas minoritários, os quais discordam especialmente do valor pago por suas ações.

Segue abaixo descrição de processo judicial cível movido por investidores da Emissora:

Processo nº 583.03.2003.009147-3
a. Juízo: 5ª Vara Cível do Foro Regional do Jabaquara (SP)
b. Instância: 2ª instância
c. Data de instauração: 23.04.2003.
d. Partes no processo: Santa Luiza Margutti de Biase, Luiz Paulo de Biase, Mário Sérgio de Biase,
Ana Maria de Biase, Maria do Carmo de Biase e Maria Angelica de Biase x Itaúsa Investimentos Itaú
S/A e Itaucorp S/A.
e. Valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 0,00
f. Principais fatos: Trata-se de pleito de acionistas minoritários questionando o processo de
incorporação de ações da Itaucorp S.A. pela Itaúsa – Investimentos Itaú S.A., com pedido
indenizatório referente a danos supostamente incorridos por força de referida incorporação. Em
22/10/2012, foi proferida sentença de parcial procedência para determinar o pagamento (i) da
diferença entre o valor apurado na AGA e aquele apurado pelo valor das ações; e (ii) lucros cessantes,
correspondente à evolução acionária das ações que os autores não receberam. A Itaúsa interpôs
recurso de apelação, que teve provimento negado em 25/11/2014. Embargos de declaração em
apelação foram apresentados pela Itaúsa em fev/2015, julgados improcedentes. Foi interposto
Recurso Especial ao STJ em 11/05/2015, ao qual foi negada admissibilidade. Interposto agravo em
Recurso Especial em 05/10/2015.
g. Chance de perda: Possível
h. Análise do impacto em caso de perda do processo: Ilíquido

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4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam
administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores

Em relação a suas controladas, segue descritivo de processos que, em função dos respectivos
valores envolvidos, a Emissora considera relevantes na data base de 31.12.2017.

Processo n.º 000.00.643149-6


a. juízo: 08ª Vara Cível do Foro Central da Comarca da Capital (SP);
b. instância: 2ª instância;
c. data de instauração: 27.11.2000
d. partes no processo: Sumatra Comércio e Indústria, Importações e Exportações Ltda. e João Antonio
Lian x Banco Bandeirantes S/A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 0,00
f. principais fatos: Trata-se de ação visando a anulação das deliberações realizadas nas assembleias
gerais ordinárias do Banco Bandeirantes, ocorridas nos anos de 1999 e 2000, referentes aos exercícios
de 1998 e 1999, visando ainda reprovar as demonstrações financeiras e os atos delas decorrentes, em
especial os contratos de cessão de créditos celebrados entre o Banco Bandeirantes e a Portonovo, os
quais deverão ser anulados, revogando os efeitos deles decorrentes; e (ii) que sejam ressarcidos os
danos causados aos autores, decorrentes de tais contratos de cessão de crédito. Pedido julgado
improcedente. Houve interposição de Agravo Interno (Sumatra e João) em face da decisão que negou
provimento ao AREsp.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Ilíquido

Processo n.º 000.00.619716-7


a. juízo: 07ª Vara Cível do Foro Central da Comarca da Capital (SP)
b. instância: Superior Tribunal de Justiça
c. data de instauração: 05.10.2000
d. partes no processo: Sumatra Comércio e Indústria, Importações e Exportações Ltda e João Antonio
Lian x Banco Bandeirantes S/A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 263.447.282,46 (Dezembro/2017)
f. principais fatos: Trata-se de ação na qual os autores pretendem sejam a eles estendidos os termos do
acordo firmado entre os réus e outros acionistas minoritários do Banco Bandeirantes, facultando-lhes
todos os direitos previstos naquele acordo. Pedido julgado procedente no TJSP. Recurso especial
provido para afastar a legitimidade do UBB e do Bandeirantes no que concerne aos atos praticados pelo
antigo controlador. Recurso Extraordinário improvido, interposto pela Sumatra. Aguarda julgamento do
Agravo em Recurso Extraordinário interposto pelo Sumatra.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: perda do valor discutido.

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4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam
administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores

Processo n.º 51718900-0


a. juízo: (iii) 39ª Vara Cível do Foro Central da Comarca da Capital (SP)
b. instância: (iii) 1ª instância
c. data de instauração: (iii) 17.02.2000
d. partes no processo: Espólio de Yerchanik Kissajikian x Banco Bandeirantes S/A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 0,00
f. principais fatos: Trata-se de ação na qual os autores requerem seja assegurado o direito de subscrição
do valor de R$ 300.000,00, bem como condenação dos réus a indenizar os autores as perdas e danos
experimentadas em razão da diluição injustificada de sua participação societária decorrente de aumentos
de capital provocados por prejuízos injustificáveis e impostos pelos controladores com abuso de poder e
redução de patrimônio líquido em decorrência de vendas de ativos por valores incompatíveis. Pedido
julgado improcedente em primeira instância. Acórdão do TJSP mantendo a sentença de improcedência.
Aguarda julgamento do Recurso Especial.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Ilíquido

Processo n.º 583.00.2001.076875-7


a. juízo: 3ª Vara Cível do Foro Central da Comarca da Capital (SP)
b. instância: 1ª instância
c. data de instauração: 05.07.2001
d. partes no processo: Antranik Kissajikian, André Kissajikian, Suely Kissajikian, Vanda Kissajikian
Mordjikian e Companhia Iniciadora Predial e Comercial Empreendimentos Brasil S.A. x Unibanco – União
de Bancos Brasileiros S/A, Caixa Geral de Depósitos S/A e Caixa Brasil Participações S/A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 0,00
f. principais fatos: Trata-se de ação na qual se alega abuso de poder do controlador, pois teria diluído a
sua participação acionária no capital social do Banco Bandeirantes, bem como pelo posterior fechamento
do seu capital sem prévia oferta pública. Sentença favorável ao réu. Aguarda julgamento da apelação.
g. chance de perda: Possível
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Ilíquido

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4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam
administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores

Processo nº 583.00.2009.229.838-5

a. juízo: 39ª Vara Cível do Foro Central da Comarca da Capital (SP)


b. instância: 2ª instância
c. data de instauração: 05.02.2010
d. partes no processo: S/A Philomeno Indústria e Comércio e Panamá Empreendimentos e Participações
x Itaú Unibanco Holding S/A
e. valores, bens ou direitos envolvidos: R$ 0,00
f. principais fatos: Acionista reclama indenização, sob a alegação de ter sido impedido de exercer os seus
direitos de sócio. Foi proferida sentença de carência, pois o pedido foi formulado de forma genérica. No
TJSP, embora reconhecido o pedido genérico, extinguiu o processo com fundamento no mérito, haja vista
a ocorrência da prescrição. Recurso especial não admitido. Aguarda julgamento do Agravo de Recurso
Especial.
g. chance de perda: Remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo: Ilíquido

4.4.1. Indicar o valor total provisionado, se houver provisão, dos processos descritos no item 4.4

Não há provisão constituída para os processos descritos no item 4.4 porque estão classificados com
a probabilidade de perda possível ou remota.

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4.5 - Processos sigilosos relevantes

A Itaúsa e as Controladas Itaúsa não são parte em processos considerados relevantes que estejam
sob sigilo.

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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos


e relevantes em conjunto
a) Valores envolvidos
b) Prática do emissor ou de sua controlada que causou tal contingência

4.6.1. Indicar o valor total provisionado, se houver, dos processos descritos no item 4.6

A Itaúsa, a Duratex, a Elekeiroz e a Itautec não possuem processos judiciais, administrativos ou arbitrais
repetitivos ou conexos que em conjunto sejam relevantes.

Em relação à Alpargatas, do valor total provisionado para as reclamações trabalhistas, o valor de R$


10,9 milhões corresponde a processos repetitivos, dos quais possuem maior incidência os de insalubridade,
indenizatórios e outras verbas trabalhistas. Os valores envolvidos nesses processos correspondem a R$ 112,8
milhões (valores totais das ações).

Em relação ao Itaú Unibanco, as suas controladas, no curso normal de seus negócios, são parte em
ações judiciais e administrativas que são relevantes conjuntamente e cuja natureza da contingência está
detalhada na tabela abaixo:

R$ Milhões
VALOR
ESFERA NATUREZA DA CONTINGÊNCIA
PROVISIONADO
As contingências decorrem de ações individuais ou
coletivas em que se discutem pretensos direitos
Trabalhistas 7.283 trabalhistas, específicos à categoria profissional, tais
como horas extras, equiparação salarial, reintegração,
adicional de transferência e outros.
As contingências cíveis decorrem, geralmente, de pleitos
relacionados à revisão de contratos e de ações de
indenização por danos materiais e morais, além de ações
Cíveis 5.300 específicas referentes à cobrança de expurgos
inflacionários em caderneta de poupança, decorrente de
planos econômicos implementados nas décadas de 80 e
90 como medida de combate à inflação1.
As provisões fiscais decorrem de ações judiciais que
discutem a legalidade e inconstitucionalidade da
legislação em vigor. Essas ações, classificadas como
obrigação legal pelo conglomerado, referem-se,
especialmente, à discussão de alíquotas diferenciadas de
Tributários 4.922 CSLL e da base de cálculo das contribuições ao PIS e
COFINS. O conglomerado possui ainda processos fiscais
e previdenciários classificados como passivos
contingentes, avaliados como provável de perda, sendo
as principais discussões de Imposto sobre Serviço (ISS)
sobre determinadas receitas.

1
Apesar de o Itaú Unibanco ter observado as regras vigentes à época, a empresa figura como ré em ações ajuizadas por
pessoas físicas que versam sobre esse tema, bem como em ações coletivas ajuizadas por: (i) associações de defesa do
consumidor; e (ii) Ministério Público, em nome dos titulares de cadernetas de poupança. No que concerne essas ações, o
Itaú Unibanco constitui provisões quando do recebimento da citação, bem como no momento em que as pessoas físicas
exigem a execução da decisão proferida pelo Judiciário, utilizando os mesmos critérios adotados para determinar as provisões
das ações individuais. O Supremo Tribunal Federal (STF) proferiu algumas decisões em favor dos titulares de cadernetas de
poupança, mas não consolidou seu entendimento no tocante à constitucionalidade dos planos econômicos e sua
aplicabilidade às cadernetas de poupança. Atualmente, os recursos relacionados a essa questão estão suspensos, por
determinação do STF, até que haja um pronunciamento definitivo desta Corte quanto ao direito discutido. Em dezembro de
2017, sob mediação da Advocacia-Geral da União (AGU) e supervisão do Banco Central do Brasil (BCB), poupadores
(representados por duas associações civis, FEBRAPO e IDEC) e a FEBRABAN assinaram instrumento de acordo com o
objetivo de finalizar os litígios relacionados aos planos econômicos, tendo o Itaú já aderido aos seus termos. Referido acordo
foi homologado, em 01.03.2018, pelo Plenário do STF e, em 90 dias, os poupadores poderão aderir a seus termos pelo prazo
de 24 meses, com o consequente encerramento das ações judiciais.

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4.7 - Outras contingências relevantes

As contingências consideradas relevantes para a Emissora e suas controladas foram mencionadas nos
itens anteriores (itens 4.3 e 4.4).

Não obstante, reportamo-nos à Nota 17 das Demonstrações Contábeis da Itaúsa de 31 de dezembro de


2017, conforme já publicada, há em nossas demonstrações contábeis consolidadas, saldos provisionados para
contingências e obrigações legais tributárias no valor total de R$ 1.297 milhões, para contingências cíveis no
valor total de R$ 32 milhões e para contingências trabalhistas no valor total de R$ 87 milhões. Estas contingências
referem-se a:
 Tributárias: equivalem ao valor principal dos tributos envolvidos em discussões administrativas ou
judiciais, objeto de auto lançamento ou lançamento de ofício, acrescido de juros e, quando aplicável,
multa e encargos. Tal valor é objeto de provisão contábil independentemente da probabilidade de
perda, quando se trata de obrigação legal, ou seja, o êxito na ação depende de ser reconhecida a
inconstitucionalidade de lei vigente. Nos demais casos, a provisão é constituída sempre que a perda
for considerada provável;
 Cíveis: os processos cíveis referem-se principalmente a ações por danos morais e materiais;
 Trabalhistas: têm relação com processos em que se discutem pretensos direitos trabalhistas,
relativos às horas extras, doença ocupacional, equiparação salarial e em relação a responsabilidade
subsidiária.

A Itaúsa e as Controladas Itaúsa também possuem processos de natureza tributária, trabalhista e cível
que apresentam, na opinião de seus assessores jurídicos, probabilidade de perda possível e não têm provisão
constituída. Em 31 de dezembro de 2017, esses processos totalizavam R$ 1.116 milhões para causas tributárias,
R$ 88 milhões para causas trabalhistas e R$ 10 milhões para causas cíveis.

As principais discussões de causas tributárias de probabilidade de perda possível são relacionadas pelos
seguintes temas:
 IRRF, IRPJ, CSLL, PIS e COFINS - Indeferimento de pedido de compensação – R$ 554 milhões:
Casos em que são apreciadas a liquidez e a certeza do crédito compensado;
 Tributação de Reserva de Reavaliação – R$ 279 milhões: Discussão relativa à tributação de Reserva
de Reavaliação nas operações societárias de cisão realizadas no período de 2006 e 2009;
 Incidência e Créditos de ICMS – R$ 51 milhões: Discussões sobre a incidência, reconhecimento e
utilização de créditos de ICMS.
 PIS e COFINS – Glosa de Créditos – R$ 49 milhões: Discussão sobre restrição do direito ao crédito
de certos insumos relacionados a estas contribuições;
 Divergências de Obrigações Acessórias – R$ 17 milhões: Discussão sobre eventuais divergências
entre as informações contidas nas obrigações acessórias;
 IRPJ e CSLL – Lucros Disponibilizados no Exterior - R$ 15 milhões: Discussão sobre a base de
cálculo para incidência desses tributos sobre os lucros auferidos no exterior.
 IRPJ e CSLL – Glosa de Créditos – R$ 13 milhões: Discussão relativa à dedução do imposto pago
no exterior pela controlada.

As controladas Itaúsa aderiram, no âmbito federal, ao Programa Especial de Regularização Tributária


(Pert) instituído pela Lei nº 13.496, de 24/10/2017 e, no âmbito estadual, as principais legislações relacionadas
ao parcelamento de tributos foram o Decreto nº 62.709 em São Paulo, de 19/07/2017, a Lei Complementar nº
362 em Pernambuco, de 23/06/2017, e a Lei nº 13.803 na Bahia, de 23/11/2017.

Esses programas permitiram a regularização dos débitos referidos nessas legislações, decorrentes de
natureza tributária e previdenciária, inclusive os inscritos em dívida ativa.

O efeito líquido no resultado do exercício de 2017, em decorrência da adesão dessas empresas,


corresponde a um ganho de R$ 12 milhões.

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4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados

a) Restrições impostas ao exercício de direitos políticos e econômicos


b) Restrições à circulação e transferência dos valores mobiliários
c) Hipóteses de cancelamento de registro, bem como os direitos dos titulares de valores mobiliários nessa
situação
d) Hipóteses em que os titulares de valores mobiliários terão direito de preferência na subscrição de ações,
valores mobiliários lastreados em ações ou valores mobiliários conversíveis em ações, bem como das
respectivas condições para o exercício desse direito, ou das hipóteses em que esse direito não é garantido, caso
aplicável
e) Outras questões do interesse dos investidores

Não se aplica, o Brasil é o país de origem da Emissora.

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5.1 - Política de gerenciamento de riscos

a) se a emissora possui uma política formalizada de gerenciamento de riscos, destacando, em caso


afirmativo, o órgão que a aprovou e a data de sua aprovação, e, em caso negativo, as razões pelas
quais a emissora não adotou uma política

A Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. (“Itaúsa” ou “Companhia”) é uma holding, de capital aberto, que ao fim
de 2016 detinha portfólio composto pelo Itaú Unibanco Holding (“Itaú Unibanco”), no setor financeiro, e Duratex
S.A. (“Duratex”), Elekeiroz S.A. (“Elekeiroz”) e Itautec S.A. – Grupo Itautec (“Itautec”), no setor não financeiro.
Pautada pela estratégia de diversificação, em 2017 passaram a fazer parte do portfólio a Alpargatas, empresa
de marcas renomadas que atua nos setores de calçados, vestuários e acessórios - (juntamente com as demais,
“Controladas Itaúsa”) e a Nova Transportadora do Sudeste S.A. (“NTS”), transportadora de gás natural (“Investida
Itaúsa”).

Como holding, a Itaúsa define, centraliza e alinha a visão para o desenvolvimento e gestão dos negócios
e os valores empresarias que direcionam a atuação das empresas. Ao mesmo tempo, preserva a autonomia
operacional de cada uma delas, permitindo a adoção de estratégias específicas de acordo com as exigências
das respectivas áreas de atuação. Neste contexto, os riscos aos quais a Companhia está sujeita são os riscos a
que suas controladas e investidas estão sujeitas e que são por elas administrados.

Em 04/05/2017, o Conselho de Administração da Itaúsa aprovou a Política de Gerenciamento de Riscos,


e em 14/05/2018 realizou alterações e aprovou a nova versão da política, que estabelece as diretrizes a serem
observadas no processo de gerenciamento de riscos da Companhia, de forma a possibilitar a identificação,
avaliação, priorização e tratamento dos riscos para a perpetuidade dos negócios. Não obstante, a Companhia
entende que a implementação do processo de gerenciamento de riscos deve ser continuamente aprimorado,
dinâmico, interativo e integrado ao processo de planejamento estratégico da organização.

As Controladas Itaúsa devem espelhar em suas respectivas políticas de gerenciamento de riscos as


considerações formuladas na Política Itaúsa, respeitadas suas eventuais peculiaridades procedimentais de
gestão e o nível de complexidade de suas operações. As Controladas Itaúsa que não tenham política própria
seguem os termos da Política Itaúsa.

No que diz respeito às Controladas Itaúsa:

i. no setor não financeiro: a Duratex dispõe de uma Política de Gestão de Riscos, aprovada pelo seu
Conselho de Administração em 09/12/2011, renovada em 18/12/2012, alterada em 17/02/2014 e
renovada em 28/03/2018; a Elekeiroz, por sua vez, possui uma Política de Gestão de Riscos, aprovada
pelo seu Conselho de Administração em 03/02/2016. A Alpargatas possui uma política de gerenciamento
de riscos, que passou a vigorar a partir de 01/12/2016 e está disponível a todos os empregados na
intranet da Alpargatas. Por sua vez, a Itautec não formalizou uma política de gerenciamento de riscos,
por considerar que sua estrutura de controles internos é suficiente para mitigar os principais riscos
associados às suas atividades e está compatível com o atual estágio de seus negócios.

ii. no setor financeiro: o Itaú Unibanco possui uma governança definida para revisão de políticas, aplicáveis
para o Brasil e também para as unidades internacionais. Preponderantemente, as políticas definem as
diretrizes institucionais, metodologias e processos, contemplam as exigências regulatórias e as melhores
práticas de mercado. A instituição possui as seguintes políticas que dispõem sobre as diretrizes e
estabelecem a governança para o gerenciamento de riscos:

Data de
Política (1) Órgão aprovador
aprovação
Gerenciamento de Capital 31/08/2017
Gestão e Controle de Risco de Crédito 09/12/2016
Gerenciamento Integrado de Risco Operacional, Controles Internos e Conselho de
15/12/2017
Compliance Administração
Gestão e Controle de Risco de Liquidez 23/02/2017
Gestão e Controle de Risco de Mercado 23/02/2017
(1) disponível para consulta no site www.itau.com.br/relacoes-com-investidores, seção Governança Corporativa.

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5.1 - Política de gerenciamento de riscos


b) os objetivos e estratégias da política de gerenciamento de riscos, quando houver, incluindo:

i. os riscos para os quais se busca proteção

Os riscos aos quais a Companhia está sujeita devem ser identificados periodicamente, documentados e
formalizados de forma estruturada para que sejam conhecidos e tratados adequadamente. Tais riscos devem
ser categorizados de acordo com sua natureza e origem, conforme abaixo indicado:

 Estratégico: Riscos associados à tomada de decisão da administração e que podem gerar perda
substancial no valor econômico da Companhia. Além disso, podem ocasionar impacto negativo na
receita ou no capital da Companhia em consequência de um planejamento falho, da tomada de decisões
adversas, da inabilidade da Itaúsa em implantar seus planos estratégicos apropriados e/ou de mudanças
em seu ambiente de negócio.
 Financeiro: Riscos cuja materialização resulte em perda de recursos financeiros pela Companhia,
subdivididos nas seguintes categorias:
 Risco de liquidez: é traduzido pela possibilidade de a Companhia não ser capaz de honrar seus
compromissos no vencimento, ou somente fazê-lo com elevadas perdas. Este Risco pode
também ser classificado como Risco de fluxo de caixa dada a possibilidade da ocorrência de
descasamentos entre os pagamentos e os recebimentos que afetem a capacidade de
pagamento da Companhia.
 Risco de mercado: este Risco mede a possibilidade de perda econômica gerada pela variação
nos fatores de risco de mercado aos quais os preços dos ativos, passivos e derivativos possuam
sensibilidade. O horizonte de tempo da análise é tipicamente de curto prazo e inclui o risco de
variação: cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias
(commodities).
 Risco de crédito: é a possibilidade de perdas resultantes pelo não recebimento de valores
contratados junto a terceiros em decorrência de sua incapacidade econômico-financeira.
 Operacional: Riscos relacionados à infraestrutura da Companhia (processos, pessoas e tecnologia),
que afetam a eficiência operacional e a utilização efetiva e eficiente de seus recursos.
 Regulatório: Riscos relacionados ao cumprimento da legislação aplicável ao setor de atuação bem
como de leis gerais (ambiental, trabalhista, cível e tributário/ fiscal).

ii. os instrumentos utilizados para proteção

Os Riscos identificados devem ser abordados de acordo com sua criticidade. A Comissão de
Sustentabilidade e Riscos, definida no item (iii) abaixo, determina como responder aos riscos, e definir os
instrumentos para proteção da Companhia, equilibrando os efeitos da resposta ao risco com eventual
custo/benefício decorrente de requisitos legais, regulatórios ou quaisquer outros que se provem relevantes à
Companhia. A Comissão de Sustentabilidade e Riscos observará as seguintes alternativas para tratamento dos
Riscos:

 Aceitar: nenhuma ação é tomada para influenciar a probabilidade de ocorrência e/ou severidade do
risco. Riscos cujo impacto seja menor que o custo/benefício do seu gerenciamento podem ser mantidos,
desde que conhecidos e aceitos pela Comissão de Sustentabilidade e Riscos. No entanto, o
monitoramento deve ser contínuo de modo a assegurar que, caso haja mudança de conjuntura que
justifique alteração no tratamento do risco, a Companhia implemente referido tratamento.

 Rejeitar: caso seja determinado que a Companhia não deseja conviver com o risco nas condições em
que este se apresenta, a Comissão de Sustentabilidade e Riscos aplicará um dos tratamentos a seguir:

 Evitar: não correr o risco e descontinuar as atividades que o geram. Evitar o risco pode implicar na
descontinuação de uma linha de produtos, divisão de negócios ou processos.
 Mitigar: ações são tomadas para reduzir a probabilidade de materialização e/ou severidade do risco.
Esta resposta envolve o aprimoramento ou criação de controles e melhorias em processos.
 Compartilhar: atividades que visam reduzir a probabilidade de ocorrência e/ou severidade do risco,
por meio da transferência ou compartilhamento de uma parte do risco à terceiros, como, por exemplo,
contratação de apólices de seguro, outsourcing e hedging.

iii. a estrutura organizacional de gerenciamento de riscos

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5.1 - Política de gerenciamento de riscos


O Conselho de Administração é o principal órgão de gerenciamento de riscos e tem como
responsabilidades: (i) definir o nível de Apetite a Riscos da Companhia, com base nos princípios e diretrizes aqui
estabelecidos; (ii) aprovar a Política de Gerenciamento de Riscos da Companhia e suas futuras revisões; (iii)
manifestar-se sobre a avaliação da eficácia das políticas, dos sistemas de gerenciamento de Riscos e de
Controles internos, bem como do programa de compliance da Companhia, e aprovar eventuais sugestões de
alterações, caso entenda necessário; e (iv) manifestar-se sobre as sugestões de alteração da estrutura
operacional de gerenciamento de Riscos e aprovar eventuais sugestões de alterações, caso entenda necessário.

A Diretoria, por sua vez, tem como principais funções: (i) implementar as estratégias e diretrizes da
Companhia aprovadas pelo Conselho de Administração; (ii) analisar a Política de Gerenciamento de Riscos da
Companhia, assim como quaisquer revisões desta, submetendo-a(s) à aprovação do Conselho de
Administração; (iii) validar o relatório de consolidação de Riscos da Companhia, reportando-o ao Conselho de
Administração; (iv) manifestar-se sobre a avaliação da eficácia das políticas, dos sistemas de gerenciamento de
Riscos e de Controles internos, bem como do programa de compliance da Companhia, e encaminhar tal
avaliação para apreciação do Conselho de Administração; e (v) manifestar-se sobre as sugestões de alteração
da estrutura operacional de gerenciamento de Riscos, e recomendar ao Conselho de Administração sugestões
de aprimoramento, caso entenda necessário.

Comissão de Sustentabilidade e Riscos deve: (i) aprovar a metodologia a ser utilizada na condução do
processo de gerenciamento de Riscos; (ii) acompanhar de forma sistemática o gerenciamento de Riscos, assim
como o estágio de realização das ações definidas para mitigação dos Riscos; (iii) avaliar, periodicamente, a
eficácia das políticas, dos sistemas de gerenciamento de Riscos e de Controles internos, bem como do programa
de compliance da Companhia, e encaminhar tal avaliação para apreciação da Diretoria; (iv) avaliar
periodicamente a adequação da estrutura operacional de gerenciamento de Riscos na verificação de sua
efetividade, e recomendar à Diretoria sugestões de aprimoramento, caso entenda necessário; e (v) aprovar o
relatório de consolidação de Riscos da Companhia, preparado pela área de Compliance e Riscos Corporativos,
reportando-o à Diretoria. Os relatórios devem ser claros, objetivos e tempestivos, e devem ser reportados
periodicamente à Comissão de Sustentabilidade e Riscos e ao Conselho de Administração, para que o nível de
exposição da Companhia seja monitorado.

Já as áreas de negócios devem: (i) atuar diretamente no gerenciamento de Riscos de sua área,
privilegiando: a identificação, avaliação, tratamento e monitoramento; (ii) assegurar a implementação dos Planos
de Ação definidos para tratamento dos Riscos; (iii) reportar à Comissão de Sustentabilidade e Riscos as
informações relacionadas às suas atividades no gerenciamento de Riscos e de conformidade; (iv) comunicar à
área de Compliance e Riscos Corporativos tempestivamente sobre Riscos não identificados, sejam eles novos
ou não; (v) provar as normas e procedimentos que direcionem as ações individuais na implementação dos
conceitos de gerenciamento de Riscos na sua área de atuação, a fim de assegurar que as Respostas aos Riscos
sejam executadas; e (vi) detalhar os Planos de Ação, alinhá-los com a área de Compliance e Riscos Corporativos
e implantá-los segundo a prioridade nele definida.

No que tange à Área de Compliance e Riscos Corporativos, cabe: (i) definir as responsabilidades
relacionadas às atividades de gestão de Riscos, assim como alçadas de aprovações e escopos de atuação; (ii)
preparar relatórios periódicos de consolidação dos Riscos da Companhia e submetê-los à Comissão de
Sustentabilidade e Riscos; (iii) apoiar os gestores de processo na definição dos Planos de Ação necessários para
tratamento dos Riscos e assegurar a implementação dos Planos de Ação; (iv) reportar, de modo transparente,
as informações relacionadas às suas atividades de gerenciamento de Riscos à Comissão de Sustentabilidade e
Riscos; e (v) liderar os trabalhos de auditoria interna para detecção de Riscos e monitoramento da eficácia dos
Controles internos para mitigar tais Riscos.

Por fim, cabe observar que os objetivos e estratégias da política de gerenciamento de riscos das
Controladas Itaúsa estão em linha com os objetivos de cada negócio.

c) a adequação da estrutura operacional e de controles internos para verificação da efetividade da


política adotada

A Itaúsa adota a estrutura de 3 linhas de defesa como modelo de governança e base para seu
gerenciamento de riscos, conforme segue:

 a 1ª Linha de Defesa é a área de negócios, responsável por identificar, mensurar, avaliar e mitigar os
riscos de seu negócio. A área deve estabelecer controles internos eficientes e implementar ações
corretivas para resolver deficiências em processos e controles, objetivando assegurar o cumprimento
dos objetivos operacionais e estratégicos da Companhia;

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5.1 - Política de gerenciamento de riscos


 a 2ª Linha de Defesa é a área de Compliance e Riscos Corporativos, responsável por avaliar a estrutura
operacional e de controles internos da Companhia, que inclui funções de gerenciamento de riscos e de
conformidade e atua como suporte às áreas de negócio, para garantir que a 1ª linha de defesa tenha
identificado, avaliado e reportado corretamente os riscos do seu negócio, e aos administradores da
Companhia;
 a 3ª Linha de Defesa é representada pela Auditoria Interna, que revisa de modo independente,
sistemático e eficiente as atividades das duas primeiras linhas de defesa e contribui para o
aprimoramento do ambiente de controles internos.
Desde abril de 2016, como evolução do modelo de gestão, a Itaúsa, com o apoio de uma consultoria
especializada em projetos de riscos corporativos e de conceituado renome internacional, vem criando
mecanismos para identificar os potenciais riscos da Companhia, considerando aspectos de negócio, gestão e
tecnologia da informação. O objetivo da Itaúsa com esse trabalho é alimentar seu mapa geral de riscos, definir o
plano anual da auditoria interna, melhorar sua prática de gestão de riscos e elaborar e/ou revisar seus
instrumentos normativos internos.

No caso das Controladas Itaúsa, a adequação da estrutura operacional e de controles internos para
verificação da efetividade das políticas adotadas está em conformidade com as regulamentações vigentes e em
linha com as melhores práticas de mercado.

Acreditamos que nossa estrutura operacional e de controles internos seja adequada para a verificação
da efetividade da nossa Política de Gerenciamento de Riscos.

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5.2 - Política de gerenciamento de riscos de mercado

A Itaúsa e as Controladas Itaúsa têm como prática monitorar os riscos de variação cambial, flutuação de
taxas de juros, renda variável e índices de preços, e de eventualmente contratar instrumentos de proteção
quando a administração considerar que há risco de exposição.

Adicionalmente, destacamos que a política institucional de gerenciamento de riscos de mercado do Itaú


Unibanco, que é o principal investimento detido pela Companhia, baseia-se no conjunto de princípios contidos
na regulamentação da CMN (Conselho Monetário Nacional), e é aplicável a todas as unidades de negócio e
entidades organizacionais do conglomerado Itaú Unibanco. A sua estratégia de gerenciamento de riscos de
mercado busca balancear os objetivos de negócio, considerando, entre outros: a conjuntura política, econômica
e de mercado; o perfil de risco de mercado da carteira; e a capacidade de atuar em mercados específicos.

a) Se a emissora possui uma política formalizada de gerenciamento de riscos de mercado, destacando,


em caso afirmativo, o órgão que a aprovou e a data de sua aprovação, e, em caso negativo, as razões
pelas quais a emissora não adotou uma política

A Itaúsa não possui política formalizada específica para o gerenciamento de riscos de mercado.
Considerando que a Companhia está sujeita aos riscos geridos pelas Controladas Itaúsa, a gestão de risco de
mercado é o processo pelo qual as Controladas Itaúsa monitoram e controlam os riscos de variações nas
cotações dos instrumentos financeiros devido aos movimentos de mercado, objetivando a otimização da relação
risco-retorno, valendo-se de estrutura de limites e alertas, modelos e ferramentas de gestão adequados. O
cumprimento das Controladas Itaúsa de suas políticas impacta de maneira positiva a Companhia.

Em 04/05/2017, como já ressaltado no item 5.1 deste Formulário de Referência, o Conselho de


Administração da Itaúsa aprovou a Política de Gerenciamento de Riscos, revisada em 14/05/2018, que
estabelece as diretrizes a serem observadas no processo de gerenciamento de riscos da Companhia. O risco
financeiro está entre os riscos que a Companhia considera na sua estratégia de gerenciamento de riscos e está
subdividido nas seguintes categorias de riscos: liquidez, mercado e crédito. A categoria do risco de mercado
mede a possibilidade de perda econômica gerada pela variação nos fatores de risco de mercado aos quais os
preços dos ativos, passivos e derivativos possuam sensibilidade. O horizonte de tempo da análise é tipicamente
de curto prazo e inclui o risco de variação: cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de
mercadorias (commodities).

No setor financeiro, o Gerenciamento de Risco de Mercado do Itaú Unibanco é regido pelas políticas
internas abaixo listadas, aprovadas nos seguintes fóruns: CNRF - Comissão de Normativos de Riscos e
Finanças, para políticas com código de referência “GR” e CA – Conselho de Administração, para políticas com
código de referência “HF”:

REF. POLÍTICA DATA REVISÃO

HF-8 CONTROLE DE RISCO DE MERCADO 23/03/2018

HF-21 CLASSIFICAÇÃO DE OPERAÇÕES 29/12/2017

GR-49 BASE DE DADOS RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ, RESULTADO E OPERAÇÕES 09/02/2018

CRITÉRIOS PARA OS CONTROLES DAS OPERAÇÕES NAS CARTEIRAS DE NEGOCIAÇÃO E NÃO


GR-50 09/02/2018
NEGOCIAÇÃO

GR-51 GERENCIAMENTO DE LIMITES DE RISCO DE MERCADO 03/11/2017

GR-53 PROCESSO DE APREÇAMENTO 09/02/2018

GR-54 TESTE DE ADERÊNCIA DE RISCO DE MERCADO 09/02/2018

GR-55 TESTE DE ESTRESSE DE RISCO DE MERCADO 20/01/2018

GR-56 CONTROLE E MONITORAMENTO DE OPERAÇÕES NÃO USUAIS DE PRODUTOS DA TESOURARIA 09/02/2018

GR-60 DESENVOLVIMENTO DE MODELOS DE RISCO DE MERCADO 09/02/2018

GR-61 PROCESSO DE CÁLCULO DE AJUSTES PRUDENCIAIS 09/02/2018

GR-62 CONTRATAÇÃO E REGISTRO DE OPERAÇÕES PELA TESOURARIA E DEMAIS ÁREAS 09/02/2018

GR-64 EFETIVIDADE DO HEDGE ECONÔMICO SOBRE O INVESTIMENTO NO EXTERIOR 09/02/2018

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5.2 - Política de gerenciamento de riscos de mercado


GR-65 DEMONSTRATIVO DE RISCO DE MERCADO 09/02/2018

GR-77 GOVERNANÇA MODELOS INTERNOS DE RISCO DE MERCADO 09/02/2018

b) Os objetivos e estratégias da política de gerenciamento de riscos de mercado, quando houver,


incluindo:

i. Os riscos de mercado para os quais se busca proteção


A Companhia busca proteção primordialmente para os riscos de taxas de juros, inflação e variação
cambial.

ii. A estratégia de proteção patrimonial (hedge)

A estratégia de proteção da Companhia e das Controladas Itaúsa objetiva evitar que oscilações dos
fatores relevantes de mercado comprometam o valor do patrimônio.

A Política de Endividamento da Duratex, aprovada pelo Conselho de Administração, estabelece que a


exposição cambial consolidada, cuja contrapartida seja lucros e perdas ou patrimônio líquido, não poderá ser
superior a 2% do patrimônio líquido.

Já a Elekeiroz tem como política buscar proteção às oscilações do câmbio em eventuais operações que
possam oferecer risco ao seu patrimônio, desde que os instrumentos de proteção estejam disponíveis a custos
compatíveis com o risco envolvido.

Para o Itaú Unibanco, a estratégia de proteção objetiva equalizar os resultados de variação cambial pós
impostos dos investimentos no exterior (visão contábil) e seus hedges. O hedge econômico é composto de
posições com o intuito de proteger o resultado advindo de variação cambial do Investimento no exterior. Os
hedges econômicos podem ser realizados através do mercado de derivativos de bolsa ou balcão e também por
meio de passivos em moedas estrangeiras.

A Diretoria de Controle de Risco de Mercado e Liquidez do Itaú Unibanco é responsável por mapear,
calcular e informar os riscos de mercado e os descasamentos de prazos, moeda e indexadores, bem como o
consumo de limites aprovados pelos comitês ou alçadas competentes. Ademais, a tesouraria executa hedge com
a finalidade de mitigar e gerenciar os riscos de descasamentos, respeitando os limites de exposição e de riscos
aprovados pelos comitês ou alçadas competentes. Para tal gestão, analisam-se as informações recebidas e os
dados econômicos para executar eventuais proteções (hedges).

iii. Os instrumentos utilizados para proteção patrimonial (hedge)

A Companhia realiza operações com instrumentos financeiros derivativos no mercado, quando


necessário.

A Companhia e as Controladas Itaúsa podem utilizar diversos instrumentos financeiros para gestão dos
riscos, os quais incluem títulos e derivativos de bolsa ou balcão. Os derivativos incluem principalmente:

• Contratos futuros de taxas de juros e de câmbio;


• Contratos a Termo de Moeda – Non-Deliverable Forward – NDF;
• Contratos de Swap de taxas de juros e taxas de câmbio;
• Opções.

As operações com instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a sua
característica; gestão de risco ou hedge fluxo de caixa.

iv. Os parâmetros utilizados para o gerenciamento desses riscos

A Companhia e as Controladas Itaúsa, em especial o Itaú Unibanco, utilizam métricas de risco de mercado
como parâmetros para o gerenciamento de riscos, tais como:
• Valor em Risco (VaR): medida estatística que quantifica a perda econômica potencial esperada em
condições normais de mercado, considerando um determinado horizonte de tempo e intervalo de
confiança;

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5.2 - Política de gerenciamento de riscos de mercado


• Perdas em Cenários de Estresse (Teste de Estresse): técnica de simulação para avaliação do
comportamento dos ativos, passivos e derivativos da carteira quando diversos fatores de risco são
levados a situações extremas de mercado (baseadas em cenários prospectivos e históricos);
• Stop Loss: métrica que tem por objetivo a revisão das posições, caso as perdas acumuladas em um
dado período atinjam um determinado valor;
• Concentração: exposição acumulada de determinado instrumento financeiro ou fator de risco, calculada
a valor de mercado (MtM – Mark to Market); e
• VaR Estressado: métrica estatística derivada do cálculo de VaR, que objetiva capturar o maior risco em
simulações da carteira atual, levando-se em consideração retornos observáveis em cenários históricos
de extrema volatilidade.

Adicionalmente, são analisadas medidas de sensibilidade e de controle de perdas. Entre elas, incluem-se:

• Análise de Descasamentos (GAPS): exposição acumulada dos fluxos de caixa, por fator de risco,
expressos a valor de mercado, alocados nas datas de vencimento;
• Sensibilidade (DV01 – Delta Variation): impacto no valor de mercado dos fluxos de caixa quando
submetidos a um aumento de 1 ponto-base nas taxas de juros atuais ou na taxa do indexador; e
Sensibilidades aos Diversos Fatores de Risco (Gregas) – derivadas parciais de uma carteira de opções
em relação aos preços dos ativos-objetos, às volatilidades implícitas, às taxas de juros e ao tempo.

v. Se a emissora opera instrumentos financeiros com objetivos diversos de proteção patrimonial


(hedge) e quais são esses objetivos

A Companhia e as Controladas Itaúsa não operam instrumentos financeiros com objetivos diversos de
proteção patrimonial.

vi. A estrutura organizacional de controle de gerenciamento de riscos de mercado

A Itaúsa, por ser uma holding pura, tem o envolvimento direto da alta administração no gerenciamento
dos riscos de mercado aos quais está exposta.

Não obstante, a exposição a riscos de mercado pelas Controladas Itaúsa pode impactar a Itaúsa, de
forma que, as Controladas Itaúsa possuem individualmente estrutura organizacional de controle de
gerenciamento de riscos de mercado estabelecidos em conformidade com suas respectivas atividades e
mercado de atuação, com o envolvimento da alta administração de cada companhia no estabelecimento das
diretrizes e funcionamento da estrutura adotada na respectiva companhia.

c) A adequação da estrutura operacional e controles internos para verificação da efetividade da política


adotada

Na Itaúsa, conforme mencionado no item 5.1.c, a estrutura organizacional de gerenciamento de riscos


adota o conceito de três linhas de defesa:

 a 1ª Linha de Defesa é a área de negócio, responsável por identificar, mensurar, avaliar e mitigar os riscos
de seu negócio. A área deve estabelecer controles internos eficientes e implementar ações corretivas para
resolver deficiências em processos e controles, objetivando assegurar o cumprimento dos objetivos
operacionais e estratégicos da Companhia;

 a 2ª Linha de Defesa é a área de Compliance e Riscos Corporativos, responsável por avaliar a estrutura
operacional e de controles internos da Companhia, que inclui funções de gerenciamento de riscos e de
conformidade e atua como suporte às áreas de negócio, para garantir que a 1ª linha de defesa tenha
identificado, avaliado e reportado corretamente os riscos do seu negócio, e aos administradores da
Companhia; e

 a 3ª Linha de Defesa é representada pela Auditoria Interna, que revisa de modo independente, sistemático
e eficiente as atividades das duas primeiras linhas de defesa e contribui para o aprimoramento do ambiente
de controles internos.

Desde abril de 2016, como evolução do modelo de gestão de riscos, a Itaúsa, com o apoio de uma
consultoria de renome internacional e especializada em projetos de riscos corporativos, vem criando mecanismos

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5.2 - Política de gerenciamento de riscos de mercado


para identificar os potenciais riscos, bem como aprimorando os controles internos junto às diversas áreas da
Companhia para gerenciamento de riscos.

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5.3 - Descrição dos controles internos

a) As principais práticas de controles internos e o grau de eficiência de tais controles, indicando


eventuais imperfeições e as providências adotadas para corrigi-las

A Itaúsa, na qualidade de holding pura, reflete em suas demonstrações financeiras os resultados


oriundos das Controladas Itaúsa, especialmente do Itaú Unibanco.

As Controladas Itaúsa possuem estruturas próprias para assegurar a elaboração de suas demonstrações
financeiras de modo confiável. Não obstante, a Administração da Itaúsa estabelece e mantém controles internos
relacionados às Demonstrações Contábeis Individuais e Consolidadas da Companhia.

Os controles internos relacionados às demonstrações contábeis incluem as políticas, normas e


procedimentos que: (i) se relacionam à manutenção dos registros que, em detalhe razoável, refletem precisa e
adequadamente as transações da Companhia; (ii) fornecem conforto razoável de que as transações são
registradas e de que as demonstrações contábeis estão em conformidade com as práticas contábeis adotadas
no Brasil, emitidas pelo Comitê de Pronunciamento Contábil (CPC).

As Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31/12/2017, foram examinadas pela BDO RCS
Auditores Independentes S/S (BDO) na qualidade de auditores externos em atendimento aos requerimentos
estatutários, inclusive no que se refere às normas emitidas pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM.

Em consonância com as melhores práticas de Governança Corporativa, a Companhia também submeteu


essas demonstrações contábeis ao exame pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC) na
qualidade de auditores independentes de algumas empresas do portfólio, inclusive da empresa controladora da
Itaúsa.

Ademais, os auditores independentes estão presentes às reuniões do Conselho de Administração


realizadas conjuntamente com a Diretoria, que aprovaram as demonstrações contábeis, esclarecendo dúvidas e
reportando eventuais deficiências dos controles internos da Companhia.

Cabe observar que na reunião realizada em 19/02/2018, o Conselho de Administração aprovou a


contratação da PwC, em substituição à BDO, para a prestação dos serviços de auditoria independente das
demonstrações contábeis da Companhia, a partir da revisão das informações trimestrais do período que se
encerrará em 31 de março de 2018.

A contratação da PwC foi motivada pela harmonização e pela geração de sinergia dos trabalhos de
auditoria independente em algumas empresas do portfólio, uma vez cumprida a rotatividade de auditores pelo
decurso do prazo mínimo de 3 anos, nos termos do Artigo 31 da Instrução CVM 308/99.

b) As estruturas organizacionais envolvidas

A Itaúsa conta com a área de Controladoria que é responsável por elaborar e divulgar as Demonstrações
Contábeis. Após a elaboração das Demonstrações Contábeis, estas são apresentadas, discutidas e apreciadas
pela Diretoria Executiva e pela Comissão de Finanças, que por sua vez são encaminhadas para deliberação dos
Conselhos Fiscal e de Administração.

c) Se como a eficiência dos controles internos é supervisionada pela administração da emissora,


indicando o cargo das pessoas responsáveis pelo referido acompanhamento

A Administração da Companhia conta com o relatório circunstanciado elaborado pela Auditoria Externa
que contém observações a respeito de deficiências ou ineficácia dos controles internos e dos procedimentos
contábeis da Itaúsa.

Adicionalmente, a Itaúsa conta com o auxílio de empresa de consultoria, contratada para realizar a
auditora interna que proporciona à Administração auxílio nas atividades de gestão de riscos, governança e
conformidade dos processos de elaboração das demonstrações contábeis.

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5.3 - Descrição dos controles internos


d) Deficiências e recomendações sobre os controles internos presentes no relatório circunstanciado,
preparado e encaminhado à emissora pelo auditor independente, nos termos da regulamentação
emitida pela CVM que trata do registro e do exercício da atividade de auditoria independente

Os auditores externos da Companhia conduziram avaliação dos controles internos e do sistema contábil
da Companhia a fim de expressar uma opinião para fins do exercício fiscal findo em 31/12/2017. Como resultado
dessa avaliação, não identificaram deficiências para fins de recomendação.

Adicionalmente, também não foram identificadas deficiências e recomendações significativas sobre os


controles internos que apresentem riscos de falhas ou efeitos materiais sobre as demonstrações contábeis de
31/12/2016 e 31/12/2015.

e) Comentários dos diretores sobre as deficiências apontadas no relatório circunstanciado preparado


pelo auditor independente e sobre as medidas corretivas adotadas

Não foram observados deficiências e recomendações significativas sobre os controles internos que
apresentem riscos de falhas ou efeitos materiais sobre as demonstrações financeiras. No entanto, cabe destacar
que os planos de ação para as demais deficiências e recomendações indicadas pelo Auditor Independente são
monitorados mensalmente e reportados à Diretoria Executiva.

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5.4 - Programa de Integridade

a) se o emissor possui regras, políticas, procedimentos ou práticas voltadas para a prevenção, detecção e
remediação de fraudes e ilícitos praticados contra a administração pública, identificando, em caso positivo:
i. os principais mecanismos e procedimentos de integridade adotados e sua adequação ao perfil e riscos
identificados pelo emissor, informando com que frequência os riscos são reavaliados e as políticas,
procedimentos e as práticas são adaptadas.
A Itaúsa possui mecanismos e procedimentos voltados para a prevenção, detecção e remediação de
fraudes e ilícitos praticados contra a administração pública, conforme destacado a seguir.

Foi aprovada em 19 de fevereiro de 2018, pelo Conselho de Administração da Itaúsa, a Política de


Relacionamento com Entidades Privadas e Agentes Públicos e de Prevenção à Corrupção (“Política de
Prevenção à Corrupção”), que tem como objetivo assegurar as boas práticas no relacionamento da Companhia
com terceiros, sejam eles entidades privadas ou agentes públicos. Ao implementar esta política, a Companhia
busca reforçar seu compromisso de desenvolver relacionamentos com elevados padrões de integridade, ética e
transparência e de prevenir e combater a corrupção em todas as suas formas. A Política de Prevenção à
Corrupção ainda não foi disponibilizada na intranet da Companhia e nem divulgada na CVM, o que ocorrerá
oportunamente. Isso porque está sendo implementado um novo Canal de Denúncias, a ser operado por um
prestador de serviços contratado pela Companhia.

Além da Política de Prevenção à Corrupção, a Companhia possui Código de Ética, no qual são
estabelecidos valores e princípios de natureza ética que devem ser observados pelos administradores e
colaboradores, dentre eles o compromisso de combater e não tolerar nenhuma forma de ato ilícito ou criminoso,
tais como corrupção, tráfico de influência, favorecimentos indevidos, fraudes e lavagem de dinheiro.

Adicionalmente às normas mencionadas acima, a Companhia possui outros normativos internos com o
objetivo de explicitar o comportamento esperado em determinadas interações com agentes públicos, como, por
exemplo, em relação à distribuição e recebimento de brindes e cortesias.

Os colaboradores da Itaúsa aderem ao Código de Ética quando ingressam na Companhia, sendo


realizada renovação anual de referida adesão. Além da adesão formal, a Itaúsa promove treinamentos e
palestras sobre ética e integridade. Em outubro de 2017, administradores, gestores e alguns convidados da
Itaúsa e investidas da área industrial participaram de treinamento que abordou o tema “Quatro Anos da Lei
Anticorrupção – Temas Relevantes para Empresas Íntegras”.

Os normativos acima são revisados a cada 3 (três) anos ou em prazo inferior, conforme necessidade.
Os riscos e procedimentos são reavaliados constantemente de acordo com as melhores práticas, observado o
processo de gerenciamento de riscos da Companhia, conforme descrito no item 5.1.c. Uma das etapas deste
processo envolve o trabalho da auditoria interna, que, desde abril de 2016, conta com o apoio de consultoria
especializada em projetos de riscos corporativos, e que vem criando mecanismos para identificar os potenciais
riscos da Companhia, considerando aspectos de negócio, gestão e tecnologia da informação. Com este trabalho,
a Itaúsa busca alimentar seu mapa geral de riscos, definir o plano anual da auditoria interna, melhorar sua prática
de gestão de riscos e elaborar e/ou revisar seus normativos internos.

O Código de Ética está disponível no website da Companhia (www.itausa.com.br), e os normativos


internos na intranet.

Por fim, a Itaúsa exige contratualmente de seus fornecedores e prestadores de serviços o cumprimento
das normas anticorrupção e das normas que vedam a prática de atos lesivos contra a administração pública, na
forma da Lei nº 12.846/13, a fim de manter alinhamento com os princípios da Companhia.

ii. as estruturas organizacionais envolvidas no monitoramento do funcionamento e da eficiência dos


mecanismos e procedimentos internos de integridade, indicando suas atribuições, se sua criação foi
formalmente aprovada, órgãos do emissor a que se reportam, e os mecanismos de garantia da
independência de seus dirigentes, se existentes.

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5.4 - Programa de Integridade

A governança envolvendo os mecanismos e procedimentos internos de integridade é realizada pela


auditoria interna, pela área de Compliance e Riscos Corporativos, pela Comissão de Sustentabilidade e Riscos,
pela Diretoria e pelo Conselho de Administração, onde é garantida a devida independência de seus dirigentes.

A auditoria interna, que reporta à Comissão de Sustentabilidade e Riscos, é responsável por identificar
os potenciais riscos que possam afetar a Companhia, considerando aspectos de negócio, gestão e tecnologia
da informação. Após a fase inicial de mapeamento de potenciais riscos, são criados planos de ação afim de
mitigá-los. O trabalho da auditoria interna ajuda a Companhia na evolução do mapa geral de riscos, na definição
do plano anual da auditoria interna, na melhoria de sua prática de gestão de riscos e na elaboração e/ou revisão
de seus normativos internos.

A área de Compliance e Riscos Corporativos, vinculada à Diretoria Jurídica, de Compliance e Riscos


Corporativos, é responsável por avaliar a estrutura operacional e de controles internos da Companhia, que inclui
funções de gerenciamento de riscos e de conformidade. Além disso, a área de Compliance e Riscos Corporativos
define as responsabilidades relacionadas às atividades de gestão de riscos, assim como alçadas de aprovações
e escopos de atuação, reportando as informações relacionadas às suas atividades de gerenciamento de riscos
à Comissão de Sustentabilidade e Riscos.

A Comissão de Sustentabilidade e Riscos, órgão de assessoramento da Diretoria, é responsável pelas


seguintes atribuições, dentre outras, (i) avaliar periodicamente a eficácia das políticas, dos sistemas de
gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de compliance da Companhia, e
encaminhar tal avaliação para apreciação da Diretoria; (ii) avaliar periodicamente a adequação da estrutura
operacional de gerenciamento de riscos na verificação de sua efetividade, e recomendar à Diretoria sugestões
de aprimoramento, caso entenda necessário; e (iii) indicar melhorias nos processos internos da Itaúsa a fim de
adotar melhores práticas de compliance.

Periodicamente, a Comissão de Sustentabilidade e Riscos também reporta ao Conselho de


Administração da Companhia assuntos relevantes de sua área de atuação.

A Diretoria, por sua vez, deve manifestar-se sobre (i) a avaliação da eficácia das políticas, dos sistemas
de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de compliance da Companhia, e
encaminhar tal avaliação para apreciação do Conselho de Administração; e (ii) as sugestões de alteração da
estrutura operacional de gerenciamento de riscos, e recomendar ao Conselho de Administração sugestões de
aprimoramento, caso entenda necessário.

Por fim, cabe ao Conselho de Administração manifestar-se sobre: (i) a avaliação da eficácia das políticas,
dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de compliance da
Companhia, e aprovar eventuais sugestões de alterações, caso entenda necessário; e (ii) as sugestões de
alteração da estrutura operacional de gerenciamento de riscos.

iii. se o emissor possui código de ética ou de conduta formalmente aprovado, indicando:


 se ele se aplica a todos os diretores, conselheiros fiscais, conselheiros de administração e empregados
e se abrange também terceiros, tais como fornecedores, prestadores de serviço, agentes intermediários
e associados.
O Código de Ética da Itaúsa, aprovado em 2011, aplica-se a todos os administradores e colaboradores
da Companhia.

 se e com que frequência os diretores, conselheiros fiscais, conselheiros de administração e empregados


são treinados em relação ao código de ética ou de conduta e às demais normas relacionadas ao tema.

A Itaúsa promove ações de educação e comunicação sobre as diretrizes do Código de Ética e das
diversas políticas por ela adotadas e que integram seu programa de integridade, definindo padrões de
conduta claros e alinhados aos valores da empresa.

As práticas de educação e comunicação da Itaúsa compreendem:


(i) Educação: ações de treinamento aos colaboradores quando ingressam na Companhia e sempre
que o Código de Ética for alterado, como forma de capacitar toda a Companhia a praticar os
preceitos dos padrões de conduta por ela estabelecidos.

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5.4 - Programa de Integridade

(ii) Comunicação: campanhas de conscientização, comunicados sobre temas específicos


relacionados à ética e divulgação de políticas e diretrizes.
Em outubro de 2017, administradores, gestores e alguns convidados da Itaúsa e investidas da área
industrial participaram de treinamento que abordou o tema “Quatro Anos da Lei Anticorrupção – Temas
Relevantes para Empresas Íntegras”.
 as sanções aplicáveis na hipótese de violação ao código ou a outras normas relativas ao assunto,
identificando o documento onde essas sanções estão previstas.
O descumprimento das diretrizes do Código de Ética é passível de sanções estabelecidas em normas
internas da Companhia, e que serão definidas, caso a caso, pela Comissão de Pessoas e Ética. Tais
sanções podem variar de um feedback ou advertência até o desligamento simples ou por justa causa
dependendo da gravidade do desvio de conduta.

 órgão que aprovou o código, data da aprovação e, caso o emissor divulgue o código de conduta, locais
na rede mundial de computadores onde o documento pode ser consultado.
O atual Código de Ética da Companhia foi aprovado pelo Conselho de Administração em 19 de dezembro
de 2011. O documento encontra-se disponível no website da Itaúsa (www.itausa.com.br) e da CVM
(www.cvm.gov.br), bem como na intranet da Companhia.

Foi aprovada pelo Conselho de Administração da Itaúsa, em 14 de maio de 2018, uma nova versão do
Código de Ética da Itaúsa (o “Código de Conduta Itaúsa”) cujo processo de implementação ainda está
em fase inicial. O Código de Conduta Itaúsa inclui novas diretrizes sobre conflitos de interesses e uso de
informações privilegiadas, dentre outros, bem como traz aprimoramentos a assuntos que já estavam
previstos, como, por exemplo, partes relacionadas e comunicações externas da Companhia.

b) se o emissor possui canal de denúncia, indicando, em caso positivo:


 se o canal de denúncias é interno ou se está a cargo de terceiros.
Atualmente, o canal de denúncias da Companhia é interno. Está previsto para o primeiro semestre de
2018 o processo de terceirização do canal de denúncias, que passará a ser operado por prestador de
serviços de renome internacional.
 se o canal está aberto para o recebimento de denúncias de terceiros ou se recebe denúncias somente
de empregados.
O canal de denúncias da Companhia está aberto para o recebimento de denúncias de empregados e de
terceiros.
 se há mecanismos de anonimato e de proteção a denunciantes de boa-fé.
O canal de denúncias da Companhia garante aos manifestantes total proteção contra represálias. As
apurações serão realizadas tempestivamente e conduzidas com profissionalismo, imparcialidade, sigilo
e confidencialidade. Manifestações anônimas também são recebidas.
 órgão do emissor responsável pela apuração de denúncias.
Cabe à Comissão de Pessoas e Ética apurar as denúncias recebidas.
c) se o emissor adota procedimentos em processos de fusão, aquisição e reestruturações societárias visando
à identificação de vulnerabilidades e de risco de práticas irregulares nas pessoas jurídicas envolvidas.

Sim, em processos de fusão, aquisição e reestruturações societárias, a Companhia adota procedimentos


visando à identificação de vulnerabilidades e de práticas irregulares nas pessoas jurídicas envolvidas.

Tal procedimento é realizado por meio de diligência em tais pessoas jurídicas, que tem como objetivo
analisar e avaliar diversas informações e documentos da entidade, incluindo os relacionados a compliance e
prevenção a atos de corrupção. Este procedimento permite que seja verificado se a companhia vem conduzindo
seus negócios em observância à legislação aplicável.

Para tal finalidade, a Companhia conta com a assessoria de assessores externos especializados,
contratados exclusivamente para este fim.

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5.4 - Programa de Integridade

Além do processo de diligência, a Companhia tem como prática incluir cláusulas específicas em seus
contratos que lhe assegurem direito de indenização caso a contraparte tenha fornecido alguma informação
incompleta ou falsa no processo de diligência.

Após a finalização deste processo, a análise é apresentada e debatida pelo grupo executivo envolvido
no negócio e levada para aprovação pela Comissão de Investimentos e, se aprovada, a proposta é levada para
apreciação do Conselho de Administração.

d) caso o emissor não possua regras, políticas, procedimentos ou práticas voltadas para a prevenção, detecção
e remediação de fraudes e ilícitos praticados contra a administração pública, identificar as razões pelas quais
o emissor não adotou controles nesse sentido.

Não aplicável, pois a Companhia possui políticas, normas e procedimentos.

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5.5 - Alterações significativas

Não houve, no exercício social encerrado em 31/12/2017, qualquer alteração significativa nos principais
riscos a que a Companhia está sujeita, tampouco na governança de gerenciamento de riscos adotada.

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5.6 - Outras inf. relev. - Gerenciamento de riscos e controles internos

Não existem outras informações que a Itaúsa julgue relevantes sobre este item.

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6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM

Data de Constituição do Emissor 06/05/1966

Forma de Constituição do Emissor Sociedade Anônima

País de Constituição Brasil

Prazo de Duração Prazo de Duração Indeterminado

Data de Registro CVM 20/07/1977

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6.3 - Breve histórico

A Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. (Itaúsa), holding de capital aberto, foi constituída para centralizar as
decisões estratégicas de um conjunto de empresas, proporcionando a elas melhores condições de expansão, e
está continuamente analisando novos investimentos e avaliando potenciais operações que agreguem valor a
seus acionistas. Por meio de suas controladas, a holding está presente no Brasil e, no final de dezembro de
2017, em mais de 20 países, com atuação em diversos setores, principalmente, no setor financeiro.

A Itaúsa define os valores empresarias que direcionam a atuação das empresas e garante o
compartilhamento de princípios comuns: valorização do capital humano, ética nos negócios e geração de valor
para os acionistas. Esse modelo preserva a autonomia operacional de cada uma das empresas, permitindo a
adoção de estratégias específicas para os seus diferentes segmentos de atuação.

A história do Conglomerado Itaúsa começou com o primeiro banco de investimento a se constituir no


País, denominado Banco Federal Itaú de Investimentos S.A., que foi criado em 06 de maio de 1966, logo após
essa área de atividade ter sido institucionalizada pelo Banco Central do Brasil. Dentre seus fundadores,
destacamos: Jorge Dias de Oliva, Eudoro Villela, Aloysio Ramalho Fóz, Olavo Egydio Setubal, Haroldo de
Siqueira, Rubens Martins Villela e José Carlos Moraes Abreu.

Em novembro de 1970, teve sua denominação alterada para Banco Itaú de Investimento S.A. e, a partir
de maio de 1973, passou a denominar-se Banco Itaú Português de Investimento S.A. Expandiu sua atuação na
área específica de bancos de investimento, acumulando simultaneamente vultosa carteira de ações, tornando-
se acionista significativo de várias instituições financeiras do Itaú. Com o desenvolvimento dessas instituições,
tornou-se complexo para o Banco Itaú Português de Investimento S.A. manter a bipolaridade de sua atuação,
como holding do conglomerado e como banco de investimento.

Reformulando seus objetivos, deixou de ser banco de investimentos para se tornar a empresa líder das
Instituições Financeiras Itaú, uma holding liderando um Conglomerado, à época, de mais de 50 sociedades. Na
Assembleia Geral de 09 de dezembro de 1974, foi aprovada a alteração da denominação para Investimentos
Itaú S.A. e do objeto social que passou a ser de apoiar as empresas privadas nacionais de cujo capital participava.
Na Assembleia Geral, de 30 de abril de 1991, foi alterada sua denominação social para Itaúsa – Investimentos
Itaú S.A., incorporando assim, definitivamente, a sigla “Itaúsa” pela qual a Emissora é reconhecida no mercado.

Em 26 de junho de 2001, a Itaúsa aderiu ao Nível 1 de Governança Corporativa da Bolsa de Valores de


São Paulo, atual B3 – Brasil, Bolsa, Balcão (B3) e dentre os compromissos que assumimos destacam-se: a
manutenção em circulação de uma parcela mínima de ações, representando 25% do capital, para melhorar a
liquidez e a pulverização das ações da companhia, além do fornecimento de informações que auxiliam os
investidores na avaliação do valor da empresa.

Desde 2001, a Itaúsa participa de reuniões públicas anuais em parceria com a APIMEC (Associação dos
Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capital) com um público diversificado de pessoas, entre
analistas, profissionais de investimento, investidores, acionistas e imprensa especializada, do Brasil e do exterior
e realiza teleconferências, transmitidas via telefone e Internet, quando da divulgação dos seus resultados. A
teleconferência é anual, mas poderá ocorrer oportunamente, quando houver algum fato relevante que justifique
a sua realização. As apresentações das reuniões da Itaúsa na APIMEC e as teleconferências, desde 2001, estão
disponíveis no site da Itaúsa.

Em conformidade com as melhores práticas de boa governança corporativa, a fim de evitar conflitos de
interesses e promover a harmonia entre os acionistas controladores da Itaúsa, famílias Villela e Setubal, foi
celebrado Acordo de Acionistas, em 07 de dezembro de 2012, e será automaticamente renovado em 24 de junho
de 2019, que tem como objetivo garantir e dar transparência às bases de atuação dos controladores na gestão
das principais questões de ordem estratégica da holding. Trata-se de instrumento público, que explicita o
funcionamento das regras e do exercício de poder, regulamenta as transações de compra e venda de ações e a
preferência de aquisição, no âmbito dos grupos controladores, e garante as condições de equilíbrio e de exercício
de poder para a continuidade dos negócios com respeito a todos os públicos relacionados.

Nessa instância, merece destaque a aprovação do regimento interno na reunião do Conselho de


Administração, de 08 de agosto de 2011. Com o regimento reafirmou-se que a missão do Conselho de
Administração é proteger e valorizar o patrimônio da Companhia e maximizar, por meio da atuação da Diretoria,

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6.3 - Breve histórico

o retorno de seus investimentos. O Conselho, tendo presente a natureza de holding da Itaúsa, acompanha
regularmente a evolução dos negócios de suas controladas.

Em dezembro de 2011, o Conselho de Administração da Itaúsa aprovou o Código de Ética do


Conglomerado Itaúsa. O documento detalha os compromissos da Itaúsa em relação aos dois temas essenciais:
cidadania corporativa e administração, transparência e prestação de contas, nos quais estabelece um conjunto
de 15 diretrizes para balizamento dos negócios. O Conselho de Administração da Itaúsa também determinou
que os códigos de ética ou de conduta das empresas controladas devem estar alinhados às diretrizes formuladas
pela holding e também devem ser seguidas por todos os administradores da holding.

Em outubro de 2014, a Itaúsa disponibilizou ao mercado o seu Código de Conduta de Relações com
Investidores. O documento tem o objetivo de explicitar o comportamento adequado do profissional de Relações
com Investidores da Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. frente às diversas situações de seu cotidiano e complementa
as normas internas já existentes na organização como o Código de Ética e as políticas de Divulgação de Ato ou
Fato Relevante e de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Própria Companhia, que também são
públicas. Todas as equipes que atuam, direta e indiretamente, com a área de Relações com Investidores da
Itaúsa aderiram ao Código de Conduta.

A Itaúsa tem suas ações negociadas na B3, sob os códigos ITSA4 (ações preferenciais) e ITSA3 (ações
ordinárias) e encerrou o ano de 2017 com valor total de mercado de R$ 80,9 bilhões.

Em 2017, suas ações integraram dois importantes rankings de sustentabilidade empresarial: o Dow
Jones Sustainability World Index (DJSI), referência internacional, e o Índice de Sustentabilidade Empresarial da
BM&FBOVESPA (ISE).

A Itaúsa publica relatórios anuais como parte do compromisso com a transparência e a prestação de
contas a acionistas, colaboradores, clientes, fornecedores, comunidades e órgãos reguladores, públicos
considerados prioritários no relacionamento das empresas Itaúsa. Os relatórios anuais passaram, a partir de
2009, a ser elaborados com base nas diretrizes da Global Reporting Inititiave (GRI).

Por fim, a Itaúsa sendo uma sociedade de participações, que tem por objeto participar do capital de
outras empresas e está continuamente analisando novos investimentos e avaliando potenciais operações que
agreguem valor a seus acionistas. Em 2017, a capacidade da Itaúsa de avaliar o mercado com visão de longo
prazo e identificar oportunidades de criação de valor aos acionistas amparou a transformação que começamos
a promover em nossa estratégia de negócios. Esta nova fase, de maior diversificação do nosso portfólio de
investimentos, ainda que pequena, visa à contínua busca pela criação de valor aos acionistas.

A Itaúsa investe em empresas de destaque em seus setores de atuação: no setor financeiro o Itaú
Unibanco Holding S.A. e no setor não financeiro a Duratex S.A., a Elekeiroz S.A. e a Itautec S.A, e em 2017
passou a fazer parte do portfólio de investimentos a Nova Transportadora do Sudeste S.A. (NTS) e a Alpargatas
S.A..
O Conglomerado conta com sólida cultura corporativa, conjunto de valores, crenças e atitudes éticas,
praticados por todos os administradores e colaboradores, objetivando a gestão sempre criteriosa dos seus
investimentos.

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6.5 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação


judicial ou extrajudicial
Não houve pedido de falência ou de recuperação judicial ou extrajudicial do emissor.

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6.6 - Outras informações relevantes

Não há outras informações que o emissor julgue relevantes.

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7.1 - Descrição das principais atividades do emissor e suas controladas

A Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. (Itaúsa) é uma sociedade de participações de capital aberto (holding)
que detém portfolio composto pelo Itaú Unibanco no setor financeiro, e Alpargatas, Duratex, NTS, Elekeiroz e
Itautec no setor não financeiro.

As principais empresas investidas também são companhias com marcas tradicionais e respeitadas em
seus respectivos mercados e detêm ampla participação em negócios no Brasil e no mundo. Estas empresas têm
atuação destacada nos seguintes segmentos de negócios:

 Setor não financeiro: Alpargatas S.A. (Alpargatas), Duratex S.A. (Duratex), Nova Transportadora do
Sudeste S.A. (NTS), Elekeiroz S.A. (Elekeiroz) e Itautec S.A. (Itautec);

 Setor financeiro: Itaú Unibanco Holding S.A. (Itaú Unibanco).

No “Item 15 – Controle e Grupo Econômico”, deste Formulário de Referência, informamos as


participações da Emissora nas sociedades do Conglomerado Itaúsa e no “Item 10 – Comentários dos Diretores”
o desempenho dos negócios e o resultado decorrente das participações.

Setor não Financeiro

A Alpargatas é a maior empresa brasileira de calçados, se destacando nos segmentos de mercado em


que atua. Detentora das marcas Havaianas, Dupé, Topper, Mizuno e Osklen. A Havaianas e Dupé lideram o
mercado nacional de sandálias. Com 55 anos, Havaianas é a marca brasileira de bem de consumo com maior
reconhecimento internacional. A Topper é a primeira marca de calçados esportivos da Argentina. A Mizuno tem
presença relevante no mercado brasileiro de calçados de corrida de alta performance. O investimento na Osklen
foi um passo relevante para a Alpargatas ingressar no segmento de moda lifestyle. Completam o portfólio as
botas Sete Léguas.

A Duratex é uma empresa brasileira que atende há mais de seis décadas os mercados de construção
civil e moveleiro. Por meio das marcas Deca, Hydra, Ceusa, Durafloor e Duratex, a Companhia produz metais e
louças sanitárias, chuveiros elétricos, revestimentos cerâmicos, pisos laminados, painéis de partículas de média
densidade (MDP), painéis de média e alta densidade (MDF e HDF) e chapas de fibra. Embora a Duratex atue
prioritariamente no Brasil, a Companhia exporta seus produtos para mais de 50 países. Está entre as dez maiores
empresas mundiais no seu setor de atuação, além de ser líder na produção de painéis de madeira, bem como
de louças e metais sanitários, não só no mercado brasileiro como em todo o Hemisfério Sul.

A NTS (Nova Transportadora do Sudeste S/A - NTS) transporta gás natural por meio de um sólido
sistema de gasodutos, conectando a região mais industrializada do Brasil. São mais de 2.000 quilômetros de
malha com capacidade contratada de transporte de 158,2 milhões m³ de gás por dia. Os gasodutos da NTS
atendem os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo (responsáveis por aproximadamente 50% do
consumo de gás no Brasil). A malha da NTS também está conectada ao gasoduto Brasil-Bolívia, ao terminal de
GNL no Rio de Janeiro (ora desativado pela Petrobras) e às plantas de processamento de gás que recebem
gás não tratado produzido nas bacias de Santos, Campos e do Pré-Sal. A companhia opera com autorizações
do órgão regulador de longo prazo e possui 100% da capacidade do serviço de transporte contratada (pela
modalidade ship or pay).

A Elekeiroz produz produtos químicos de uso industrial. Os negócios da empresa estão focados na
industrialização e na comercialização de intermediários químicos para o suprimento dos principais segmentos
industriais da economia, tais como os de construção civil, calçados e vestuário, tintas e vernizes, automotivo,
alimentício, agroindustrial e ainda os setores de publicidade e comunicação visual. O mercado interno é o
principal destino dos produtos da empresa, respondendo por cerca de 95% da receita líquida.

Na Itautec, a Assembleia Geral Extraordinária realizada em 14.01.2014, aprovou a mudança do objeto


social da Companhia, em razão de seu reposicionamento estratégico divulgado em Fato Relevante de
15.05.2013, passando o Artigo 2º do Estatuto Social a ter a seguinte redação:

“Art. 2º - OBJETO - A sociedade tem por objeto participar do capital de outras sociedades no País e no
exterior, em especial naquelas que atuam na fabricação e comercialização de equipamentos de automações
bancária e comercial e na prestação de serviços.

2.1. Disposição Transitória – Em face de Fato Relevante divulgado em 15.05.2013, a Unidade de


Computação da Sociedade será paulatinamente desativada, sem qualquer prejuízo ao cumprimento integral
de todos os contratos e obrigações de fornecimento, manutenção e garantia dos equipamentos da marca

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7.1 - Descrição das principais atividades do emissor e suas controladas


Itautec/InfoWay, bem como o atendimento ao consumidor e os serviços associados a essa manutenção. Em
decorrência, a sociedade poderá transitoriamente comercializar, licenciar, alugar e importar máquinas e
equipamentos de informática, componentes, subconjuntos, acessórios, complementos, materiais de
consumo e softwares, bem como prestar serviços de instalação, assistência técnica presencial ou remota e
manutenção dos produtos por ela comercializados.”

Setor Financeiro

O Itaú Unibanco é uma holding cuja principal atividade é deter participação societária no capital de
instituições financeiras, que, por sua vez, possuem o objetivo de desenvolver atividade bancária em todas as
modalidades autorizadas, incluindo transações cambiais. Adicionalmente, também possui participação em
sociedades que exercem atividades relacionadas ao mercado de seguros e ao mercado de capitais.

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7.1.a - Informações específicas de sociedades de economia mista

Não há.

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7.2 - Informações sobre segmentos operacionais

a) Produtos e serviços comercializados

A Itaúsa é uma sociedade de participações pura e a sua receita operacional é proveniente, basicamente,
do resultado da equivalência patrimonial.

Os segmentos operacionais da Itaúsa foram definidos de acordo com os relatórios apresentados ao


Comitê Executivo para a tomada de decisão. Desta forma, os segmentos estão divididos em Setor Financeiro e
Setor não Financeiro. As companhias investidas pela Itaúsa têm autonomia para definir seus padrões
diferenciados e específicos na gestão e segmentação dos seus respectivos negócios.

Setor não Financeiro

A Alpargatas possui os seguintes segmentos operacionais: (i) Operações Nacionais, que reportam o
desempenho dos negócios no Brasil e que abrangem a fabricação e comercialização de sandálias e calçados
esportivos, e; (ii) Operações Internacionais que reportam o desempenho da controlada na Argentina e o das
controladas nos Estados Unidos e na Europa, bem como das exportações diretas. As Operações Internacionais
englobam a fabricação e comercialização de calçados e a venda de sandálias.

A Duratex possui dois segmentos operacionais: Divisão Deca e Divisão Madeira. Esta distinção é feita
em razão da particularidade existente entre processos produtivos e canais de distribuição. A Divisão Deca é
responsável pela fabricação e venda de louças (cubas, pias, tanques, vasos sanitários e bidês), metais sanitários
(torneiras, misturadores, válvulas de descarga, registros, chuveiros e componentes), chuveiros eletrônicos e
sistemas de aquecimento solar e acessórios (papeleiras, toalheiros, saboneteiras, dentre outros) e revestimentos
cerâmicos. A Divisão Madeira é responsável pela fabricação e comercialização de painéis de madeira
industrializada (chapa de fibra, painéis particulados de média densidade – MDP-, painéis de fibra de média
densidade – MDF-, pisos laminados e componentes).

A NTS é uma transportadora de gás natural que compõe a cadeia logística do gás no Brasil. Recebe o
gás natural do carregador e faz o transporte até o distribuidor, que fica incumbido de entregá-lo ao consumidor.
Entre as atribuições da NTS estão a de atender solicitações de serviço de transporte e de instalação de novos
pontos de entrega e recebimento, além de gerenciar contratos e obras de engenharia e cumprir requisitos
regulatórios estabelecidos pela agência responsável. A NTS presta quatro tipos distintos de serviço: Serviço de
Transporte Firme (STF), Serviço de Transporte Extraordinário (STE), Serviço de Transporte Interruptível (STI) e
Serviço de Troca Operacional (STO).

A Elekeiroz não possui estruturas divisionais que resultem em negócios administrados de forma
individualizada ou com resultados financeiros apurados separadamente. A segmentação operacional de seus
produtos para a gestão dos negócios é feita em dois grupos, baseada em características dos mercados em que
atua: Produtos Orgânicos – Oxo-álcoois, Anidridos Ftálico e Maleico, Plastificantes, Resinas de Poliéster
Insaturado, Formol, Concentrado Ureia Formol e Ácido Fumárico; e Produtos Inorgânicos – Ácido Sulfúrico e
algumas atividades de revenda.

Em função do reposicionamento estratégico adotado pela Companhia e a formalização da parceria com


a OKI Electric Industry Co. Ltd. A partir de 2014, a Itautec passou a operar em um único segmento operacional
e a avaliar seus resultados de forma consolidada. Em 11.01.2017 a Itautec exerceu a opção de venda (put option)
das 763.740 ações da Oki Brasil pelo montante de R$ 53.350 mil, recebidos da Oki nesta data; em consequência,
Itautec passou a deter 1.717.650 ações (11,23313706% do capital da Oki Brasil).

Setor Financeiro

As informações do Itaú Unibanco referem-se aos seguintes segmentos: (i) Banco de Varejo; (ii) Banco
de Atacado; e (iii) Atividades com o Mercado e Corporação . Através desses segmentos operacionais, o Itaú
Unibanco oferece um amplo leque de serviços bancários a uma diversificada base de clientes que inclui clientes
pessoas físicas e jurídicas, em base integrada, como segue:

 O segmento de Banco de Varejo oferece serviços para uma base diversificada de correntistas e não
correntistas, pessoas físicas e jurídicas. O segmento inclui clientes de varejo, clientes de alta renda (Itaú
Uniclass e Personnalité) e micro e pequenas empresas. O resultado desse segmento decorre da oferta
de produtos e serviços bancários a clientes do varejo, de alta renda e micro e pequenas empresas, além
de produtos e serviços financeiros ofertados ao nossos clientes não correntistas, abrangendo o

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7.2 - Informações sobre segmentos operacionais


financiamento de veículos e a oferta de cartões de crédito realizadas fora da rede de agências e as
operações com o Itaú Consignado. O segmento de Banco de Varejo representa uma importante fonte
de captação para nossas operações e gera um volume significativo de receitas financeiras e tarifas
bancárias.

 O segmento de Banco de Atacado é responsável pelos clientes com elevado patrimônio financeiro
(private banking), pelas atividades das unidades da América Latina, nosso negócio de banking para
médias empresas e pelas atividades do Itaú BBA, unidade responsável pelas atividades com clientes
corporativos e pela atuação como banco de investimento. O modelo de gestão de serviços bancários
baseia-se em construir um relacionamento estreito com os clientes, obtendo um entendimento
aprofundado de suas necessidades e oferecendo soluções personalizadas. As atividades focadas em
clientes corporativos incluem fornecer serviços bancários a grandes corporações, enquanto as atividades
como banco de investimento consistem na captação de recursos para o segmento de grandes empresas,
incluindo instrumento de renda fixa e variável.

 O segmento de Atividades com o Mercado e Corporação gerencia o resultado financeiro associado


ao excesso de capital, o excesso de dívida subordinada e ao carregamento do saldo líquido dos créditos
e passivos tributários, bem como a margem financeira proveniente da atividade de negociação de
instrumentos financeiros via posições proprietárias, da gestão de gaps de juros de taxas de moedas e
outros fatores de riscos, oportunidades de arbitragem nos mercados estrangeiros e doméstico, e
marcação a mercado (mark-to-market) de instrumentos financeiros. Este segmento também inclui a
participação do Itaú Unibanco na Porto Seguro.

O Itaú Unibanco realiza uma grande variedade de operações no exterior, com unidades estrategicamente
localizadas nas Américas, Europa e Ásia. Dessa forma, a presença internacional cria sinergias significativas em
financiamento ao comércio exterior, colocação de Eurobonds, e na oferta de transações financeiras mais
sofisticadas para os clientes.

b) Receita proveniente do segmento e sua participação na receita líquida do emissor

As Receitas Operacionais por área de atuação foram obtidas conforme segue:


 Itaú Unibanco Holding: Receita de Prestação de Serviços, Resultado de Operações de Seguros,
Previdência e Capitalização antes das Despesas com Sinistros e de Comercialização e Outras
Receitas;

 Alpargatas, Duratex, NTS, Elekeiroz e Itautec: Vendas de Produtos e Serviços;

 Consolidado Itaúsa: Vendas de Produtos e Serviços e Resultado de Participação em Companhias


Investidas.

O quadro a seguir apresenta a receita operacional proveniente de cada segmento operacional da Itaúsa:

(Em R$ milhões)
Janeiro a Setor Financeiro Setor não Financeiro
Consolidado
Dezembro Itaú Unibanco Alpargatas Duratex NTS Elekeiroz
2017 189.625 3.722 3.991 4.112 979 13.532
Receitas
2016 208.274 4.054 3.910 n.d. 771 13.266
Operacionais
2015 173.428 4.039 3.963 n.d. 894 13.942

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7.2 - Informações sobre segmentos operacionais


c) Lucro ou prejuízo resultante do segmento e sua participação no lucro líquido do emissor

O quadro abaixo apresenta o lucro líquido proveniente de cada segmento operacional da Itaúsa:

(Em R$ milhões)
Setor
Setor não Financeiro
Janeiro a Financeiro
Consolidado
Dezembro Itaú
Alpargatas Duratex NTS Elekeiroz
Unibanco
Lucro 2017 23.903 362 185 1.809 48 8.403
Líquido 2016 23.263 362 24 n.d. (344) 8.211
2015 25.740 277 192 n.d. (11) 8.994

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais

a) Características do processo de produção


b) Características do processo de distribuição
c) Características dos mercados de atuação, em especial:
i. Participação em cada um dos mercados
ii. Condições de competição nos mercados
d) Eventual sazonalidade
e) Principais insumos e matérias primas, informando:
i. Descrição das relações mantidas com fornecedores, inclusive se estão sujeitas a controle ou
regulamentação governamental, com indicação dos órgãos e da respectiva legislação aplicável
ii. Eventual dependência de poucos fornecedores
iii - Eventual volatilidade em seus preços

Por ser holding a Emissora não tem resultado de produtos e/ou serviços. As informações a seguir estão
descritas por segmentos operacionais, divididos em: Setor não Financeiro e Setor Financeiro.

a) Características do processo de produção

Setor não Financeiro

Alpargatas

Os produtos fabricados e comercializados pelas Operações Nacionais e Internacionais da Alpargatas


são divididos em três categorias: sandálias, calçados esportivos, vestuário lifestyle e acessórios (somente
comercialização).

Sandálias - o processo de produção de sandálias de borracha envolve as seguintes etapas: (a) Pesagem;
(b) Mistura; (c) Vulcanização/ Injeção; (d) Estabilização; (e) Acabamento.

Calçados esportivos - a estrutura de um calçado esportivo é formada por dois componentes principais:
(i) o cabedal (estrutura superior) e (ii) a sola (estrutura inferior). São utilizados, basicamente, três diferentes
processos na produção de calçados esportivos: (i) Calçados colados ou cimentados: união do cabedal com a
sola por meio de adesivos a base de solvente e/ou água, usando a colagem a frio. (ii) Calçados vulcanizados:
união do cabedal com a sola por meio de adesivos a base de borracha, onde a colagem é realizada por meio de
um forno autoclave a uma temperatura de 120°C. (iii) Calçados injetados: confecção da sola ou cabedal por meio
da injeção de compostos em injetora de termoplásticos. Podem ser produzidos apenas o cabedal ou a sola ou
os dois juntos.

Vestuário - os produtos são desenvolvidos pelas áreas de design de moda das marcas e são fabricados
por terceiros.

Acessórios - Os produtos são desenvolvidos pelas áreas e Design & Desenvolvimento das marcas e
fabricadas por terceiros.

Duratex

Processo painéis de madeira reconstituída (MDF, MDP, Chapa de Fibra de Madeira):

 Os Painéis de Chapa de Fibra são produzidos através dos chamados wet-process a partir de fibras
de madeira obtidas em processo de desfibração de cavacos de madeira do gênero Eucalipto;

 Os Painéis MDP (Medium Density Particleboard) são produzidos através dos chamados dry-process,
a partir de partículas de madeira (gênero Pinus ou Eucalipto) às quais se adiciona resina uréia
formaldeído e através de um processo de prensagem termo-mecânico contínuo onde obtém-se o
painel final cuja espessura varia de 6,0 mm a 30,0 mm;

 Os Painéis de MDF e HDF (Medium e High Density Fiberboard) são feitos a partir de fibras de madeira
(gênero Pinus ou Eucalipto) que recebem a adição/dosagem de resina uréia-formaldeído e através

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais


de um processo de prensagem termo-mecânico contínuo, obtém-se estes painéis com espessura
desde 2,5 mm até 35,0 mm.

Os Laminados BP são painéis de madeira com laminados melamínicos de baixa pressão, são produzidos
a partir de painéis de madeira (MDF, HDF, MDP e Chapa de Fibra) onde é laminado sob o efeito de pressão e
temperatura, folha ou folhas de papéis impregnadas com resina melamínica.

Os Pisos Laminados de Alta Resistência (Durafloor), são produzidos pela Duratex a partir de painéis de
HDF (High Density Fiberboard) aos quais são adicionados na face principal folha de papel impresso em padrões
madeirados e/ou fantasias e impregnada com resina melamínica e sobre a qual é aplicado um outro filme de
proteção também impregnado com resina melamínica porém contendo óxidos de alumínio o qual confere ao
produto final resistência à abrasão.

O processo de produção do eucalipto desde o plantio até a formação final da floresta, quando está apto
a ser cortado para a produção de painéis reconstituídos de madeira, dura de 06 a 07 anos. O plantio das florestas
é realizado a partir de mudas produzidas em viveiro próprio que são plantadas em solo previamente preparado
e adubado. O processo de preparo do solo é denominado de cultivo mínimo e se caracteriza pelo preparo mínimo
necessário do solo sem seu revolvimento intensivo.

Processo Produtivo de Metais Sanitários

Os produtos usualmente denominados de “Metais Sanitários” se constituem de várias matérias-primas e


componentes, que são especificados conforme as propriedades exigidas na sua utilização tais como resistência
à corrosão, estanqueidade, acabamento superficial, etc.

Estes fatores fazem com que o processo produtivo dos Metais Sanitários seja composto de diversas
operações que podem ser agrupadas nas seguintes categorias de processo: (a) Formação dos Componentes;
(b) Processamento Mecânico; (c) Acabamento; e (d) Montagem.

Processo Produtivo de Duchas e Torneiras Eletrônicas

Os produtos usualmente denominados de “Duchas e Torneiras Eletrônicas” se constituem de várias


matérias-primas e componentes, que são especificados conforme as propriedades exigidas na sua utilização tais
como segurança, controle de temperatura, estanqueidade, etc.

Estes fatores fazem com que o processo produtivo de chuveiros e torneiras eletrônicas, seja composto
de diversas operações que podem ser agrupadas nas categorias de processos de: (a) Formação dos
Componentes; (b) Processamento Mecânico; e (c) Montagem.

Processo Produtivo de Louças Sanitárias

Os produtos usualmente denominados de “Louças Sanitárias” são formados por um corpo cerâmico
resistente ao esforço mecânico e ao ataque químico, e revestido por uma camada superficial de vidrado liso e
brilhante.

A produção da Louça Sanitária envolve os seguintes processos: (a) Preparação de Matéria Prima; (b)
Conformação do Produto; (c) Secagem e Esmaltação; (d) Queima; e (e) Inspeção Final, Montagem, Embalagem
e Armazenagem.

Através de sistemas de gestão, certificações (ISO 9000) e programas como 5S, Kaizen, e TPM entre
outros, os processos produtivos da Duratex são continuamente aprimorados com foco na melhoria contínua,
maximização da disponibilidade dos ativos operacionais, atendimento ao cliente e aumento de lucratividade.

NTS

A NTS não possui produção própria, atuando unicamente como transportadora de gás natural.

Elekeiroz

Na gestão dos negócios, a Companhia segmenta operacionalmente seus produtos em dois grupos, com
base nas características dos mercados em que atua:

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais


 Produtos Orgânicos: Alcoóis, Anidridos Ftálico e Maleico, Plastificantes, Resinas de Poliéster, Formol e
Concentrado Uréia Formol;
 Produtos Inorgânicos: Ácido Sulfúrico.

Itautec

O processo produtivo dos equipamentos de computação foi totalmente encerrado em junho de 2014.

Área de Serviços Financeiros

Itaú Unibanco

Não aplicável.

b) Características do processo de distribuição

Setor não Financeiro

Alpargatas

Sandálias - principais canais de distribuição de sandálias no Brasil são: atacadistas, distribuidores


regionais, supermercados e hipermercados, redes e lojas de calçados, varejistas de calçados multimarcas e as
lojas exclusivas da marca Havaianas. Nesses canais, a Alpargatas possui mais de três mil clientes diretos e
distribuição em cerca de 150 mil pontos de venda. No exterior, as sandálias são distribuídas, principalmente,
pelo varejo multimarca de calçados, por lojas de departamento, lojas de material esportivo, boutiques / lojas
independentes e pontos de venda exclusivos da marca Havaianas.

Calçados esportivos - no Brasil, o canal de distribuição dos calçados esportivos são lojas especializadas
de artigos esportivos e o varejo multimarca, que somam cerca de 3.000 pontos de venda. As vendas para esses
canais são realizadas por vendedores próprios da Alpargatas e representantes Na Argentina o processo de
distribuição de calçados esportivos é semelhante ao do Brasil.

Vestuário lifestyle - no Brasil o principal canal de distribuição do vestuário lifestyle são as lojas exclusivas
das marcas Havaianas e Osklen, que podem ser próprias e/ou franquias. Na Mizuno, o canal de distribuição são
lojas especializadas em artigos esportivos e o varejo multimarca, sendo as vendas para esses canais realizadas
por vendedores próprios da Alpargatas e representantes.

Duratex

Na Divisão Madeira, os painéis têm a sua distribuição dirigida principalmente à indústria de móveis (80%
do volume, entre vendas diretas à indústria de móveis e varejo, que alimenta pequenos produtores como
marceneiros). Os 20% restantes são pulverizados entre diversos usos como para embalagens industriais,
indústria de objetos de decoração (porta-retratos, moldura de quadros, por exemplo) pisos laminados e caixas
de vinho, dentre outros.

Os Pisos Laminados de Alta Resistência têm o perfil de distribuição diversificado em Atacados (centrais
de negócio), lojas especializadas, Home Centers da construção, construtoras e hotéis atendendo aos diversos
canais de segmentação e perfis de consumidores.

Nas exportações de chapa de fibra, a empresa atende aos mercados da Europa e Estados Unidos com
estoques em Armazéns nos principais portos Americanos e Europeu posicionados estrategicamente para atender
às demandas dos clientes dos mercados, dentro da racionalização logística e competitividade de custos
requerida.

A Deca distribui seus produtos de louças e metais sanitários em todo o território nacional através dos
segmentos de varejo como Home Centers e lojas de material de construção, atendendo a todos os Estados do

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais


Brasil. Também atende aos canais de atacadistas em vários Estados e estes distribuem aos pequenos varejistas
espalhados por cidades do interior do país.

Atende o canal chamado de boutiques que são especializados em vendas de produtos de alto valor
agregado e que atendem consumidores de maior exigência de atendimento e sofisticação de produtos e também
as principais construtoras do Brasil através da venda direta, além de todo o canal da hidráulica da construção
civil que atende as construtoras através de serviços especializados de montagem e instalação.

A Ceusa distribui seus produtos em todo o mercado nacional através dos segmentos de Home Centers,
lojas de material de construção, canal Boutique com uma linha especializada de alto valor agregado e ainda tem
comercializado seus produtos em Países como Argentina, Peru, Chile, Uruguai, Paraguai, Canadá, Estados
Unidos, África do Sul entre outros. Atende o canal construtoras com uma linha de engenharia destinada a este
mercado.

NTS

A NTS atualmente presta apena o Serviço de Transporte Firme (STF) onde o transportador se obriga a
receber, movimentar e entregar, em base diária, a quantidade de gás solicitada pelo carregador

Elekeiroz

A maioria das vendas de produtos orgânicos da Elekeiroz é realizada diretamente aos clientes através
de equipe especializada, e distribuída diretamente da fábrica para os clientes. A Elekeiroz também trabalha com
distribuidores que adquirem os produtos para revenda a clientes de pequeno porte.

A maior parte das vendas de produtos inorgânicos é realizada diretamente aos clientes industriais através
de equipe especializada, além de distribuidores, não exclusivos, com compras programadas mensalmente e
outros com compras esporádicas espalhados pelos principais centros consumidores do Brasil.

Itautec

A comercialização dos produtos remanescentes foi realizada até 2015 por meio de telemarketing
receptivo. Em 2016 e 2017 não houve comercialização de produtos.

No processo de distribuição não são utilizadas empresas controladas, controladora direta ou indireta ou
de propriedade do acionista controlador.

Nas entregas de produtos de Computação (desktops, notebooks e servidores) é utilizado o modal


rodoviário, contratado junto a transportadoras.

Área de Serviços Financeiros

Itaú Unibanco

Não aplicável.

c) Características dos mercados de atuação, em especial

I - Participação em cada um dos mercados

Setor não Financeiro

Alpargatas

Sandálias - no Brasil, a participação da Alpargatas no mercado de sandálias, com as marcas Havaianas


e Dupé, variou de 48% a 52%, em 2017. No exterior, a participação de mercado das sandálias Havaianas e Dupé
varia de acordo com o país, em um intervalo de 2% a 30%, em 2015.

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais


Calçados esportivos - no Brasil, a Mizuno tinha cerca de 2,4% de participação de mercado, em volume,
no período de janeiro a setembro de 2017. Em valor, a participação era de 4,0% no mesmo período. No Brasil,
a Mizuno é a 5ª marca em calçados em volume e 4ª marca em valor. Na Argentina, Topper possui cerca de 18%
de participação no mercado de calçados esportivos.

Vestuário lifestyle - no Brasil, o mercado de moda é bastante fragmentado.

Duratex

A Divisão Madeira possui um composto de vendas bastante diversificado destinado à indústria, varejo
madeireiro, construção civil, entre outros. Além da mais completa linha de painéis base, possui extensa linha de
padronagens.

Na Divisão Deca, os produtos estão presentes em todos os segmentos (econômico, média e alta renda),
embora o foco esteja mais direcionado aos segmentos voltados a média/alta renda. A capacidade de produção,
tanto em metais como em louças sanitárias, de acordo com estimativas internas, representa aproximadamente
40% do total da indústria. Do faturamento total, o varejo, representado por pequenas lojas e grandes redes
distribuidoras de materiais de construção, representa aproximadamente 75% do total. Outros 15% são vendas
diretas a construtoras e 10% vendas por meio de outros canais.

Atualmente a participação da Ceusa está voltada aos mercados da classe média e de alta renda, com
participação distribuída em 69% nas Revendas, 15% nos Home Centers, 8% na Engenharia, 7% na Exportação
e 1% no mercado de Telhas cerâmicas.

NTS

Os gasodutos da NTS ligam os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo (responsáveis por
aproximadamente 50% do consumo de gás no Brasil) e fazem conexão ao gasoduto Brasil-Bolívia, ao terminais
de GNL instalado no Rio de Janeiro e às plantas de processamento de gás.

Elekeiroz

A Elekeiroz está empenhada em manter a liderança conquistada no mercado de intermediários químicos


orgânicos, onde compete com produtores nacionais e também com produtos importados. A participação no
mercado por segmento apresenta a seguinte posição:

Participação de Mercado 2017 2016 2015


Produtos Orgânicos 26% 24% 27%
Produtos Inorgânicos 3% 3% 3%

Itautec

Em 2016 a Itautec não realizou comercialização de produtos.


Em razão do Reposicionamento Estratégico da Companhia, em 2015 a Itautec praticamente realizou o
estoque remanescente destinado à venda. Adicionalmente, a Itautec continuou honrando os contratos de
garantia e manutenção de equipamentos relativos à marca Itautec/Infoway, não acarretando qualquer
inconveniente a seus clientes.

Área de Serviços Financeiros

Itaú Unibanco

Canais de comercialização e distribuição

O Itaú Unibanco fornece serviços e produtos financeiros integrados para os clientes, por meio de diversos
canais de distribuição. Além da carteira tradicional de produtos bancários, oferece produtos como seguro,

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais


investimentos, câmbio e corretagem. A carteira de produtos corporativos voltados para empresas de grande porte
é administrada pelo segmento de Banco de Atacado.

A rede de distribuição está dividida em (i) canais tradicionais, que incluem agências, PABs (postos de
atendimento bancário localizados em clientes corporativos), caixas eletrônicos, telefones e (ii) canais digitais:
Internet banking, celular e SMS. O volume de transações bancárias realizadas pela internet e pelo celular
cresceram significativamente nos últimos anos

Canais tradicionais (agências, PABs e caixas eletrônicos)

A rede de agências é o canal de distribuição para todos os produtos e serviços oferecidos aos clientes.
Em 31 de dezembro de 2017, a rede de agências tradicional atingiu 3.790 agências. O Itaú Unibanco possui 46
agências no Brasil especialmente reformuladas para o atendimento em shoppings, com uma nova identidade
visual e proposta de serviços. Os espaços apresentam um novo conceito de atendimento ao cliente e contam
com layout diferenciado inspirado no projeto de uma loja de varejo. Com foco no relacionamento com o cliente e
para fortalecer o contato com o público, essas agências ficam abertas entre 12h00 e 20h00. Além disso, atingiu
um total de 160 agências digitais em dezembro de 2017, o que se alinha com a estratégia de Transformação
Digital.

De forma semelhante, ocorreram mudanças nos horários de atendimento de certas agências localizadas
em centros comerciais, que abrem às 8h00 ou 9h00 e fecham às 18h00 ou 20h00. Essa iniciativa visa adaptar
os serviços à rotina dos clientes.

O leque de serviços oferecidos nos PABs pode ser o mesmo de uma agência de serviços completos ou
mais limitado, de acordo com o tamanho do cliente corporativo e suas necessidades. Os PABs constituem uma
alternativa de baixo custo à abertura de agências com serviços completos. Além disso, eles proporcionam uma
oportunidade de conquistar novos clientes de varejo, enquanto são atendidos clientes corporativos e seu pessoal.

Os caixas eletrônicos constituem uma alternativa de baixo custo para os serviços executados por
funcionários e permitem a oferta de pontos de atendimento a custos significativamente inferiores aos das
agências. Os clientes podem realizar praticamente todas as transações relacionadas com contas bancárias por
meio dos caixas eletrônicos.

O Itaú Unibanco, além de todos os canais de atendimento ao cliente (agências, PABs e caixas
eletrônicos), tem ainda parceria com a rede de caixas eletrônicos da “TecBan”, composta por mais de 21.195
caixas eletrônicos, que fornece aos clientes serviços limitados – principalmente serviços de saque.

Desde 2012, disponibiliza serviços diferenciados para certos clientes cadastrados. Além dos serviços
disponíveis aos clientes em geral, determinados clientes cadastrados podem fazer saques e consultar saldos e
extratos da conta corrente por meio de biometria. A biometria permite que esses clientes cadastrados realizem
operações bancárias pela identificação da impressão digital, sem a necessidade de digitar senha ou usar cartão,
trazendo mais segurança e comodidade. Para utilizar a biometria, basta realizar o cadastro em qualquer agência
Itaú Unibanco.

Canais digitais (internet e Mobile Banking)

Em um mundo que passa por uma transformação digital contínua, o desafio é acompanhar as mudanças
e atender às necessidades dos nossos clientes. Parte essencial dessa transformação é a crescente utilização de
dispositivos móveis com acesso à internet, que se reflete diretamente no crescimento exponencial do uso do
mobile banking, como mostra o aumento de 29 % no uso dessa tecnologia por pessoas físicas e de 43% por
empresas em comparação com 2016.

Em 2017, foi aperfeiçoada as plataformas móveis de maneira significativa, que passaram por
reformulação para proporcionar ao cliente uma experiência ainda mais intuitiva, com uma gama de produtos e
serviços ofertados cada vez maior. O App Itaú foi eleito o melhor app pela Folha de São Paulo e app do momento
na Apple Store. Foi lançado, o primeiro app para usuários de baixa renda, o Itaú Light, mais leve e com menor
consumo de dados. Em reconhecimento por essa inovação, o App Itaú Light foi premiado com menção honrosa
no Financial World Innovation Awards. A crescente importância do banco digital também aparece na demanda
cada vez maior pela abertura de conta online, tanto por pessoas físicas quanto jurídicas.

II - Condições de competição nos mercados

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais

Setor não Financeiro

Alpargatas

Sandálias - a principal marca de sandálias que concorre com Havaianas é a Ipanema no mercado
nacional. No exterior, os principais concorrentes internacionais das sandálias Havaianas e Dupé são: Ipanema,
Reef, Nike, Yellow Box, Crocs e Quiksilver / Roxy.

Calçados esportivos - no Brasil, as principais marcas esportivas que concorrem com Mizuno são: Nike,
Adidas, Asics, e Olympikus. Na Argentina, a Topper concorre com as principais marcas estrangeiras de artigos
esportivos.

Vestuário lifestyle - no Brasil, o mercado de moda é bastante fragmentado. Concorrem com as marcas
Osklen e Havaianas os nomes Animale, Richards, Reserva, Farm e Salinas. Concorrem com Mizuno as marcas
Nike, Adidas e Under Armour.

Duratex

O mercado de atuação em ambas as Divisões da Duratex não possui barreiras de entrada e, portanto, a
competição se dá através da dinâmica de oferta e procura.

O ambiente concorrencial no segmento de painéis é menos fragmentado e os concorrentes de maior


porte. Pelas características do produto, embora haja concorrentes de maior porte no exterior, o custo do frete e
de distribuição dificultam a importação do produto, sendo, basicamente, uma indústria de concorrência local.

A Divisão Deca tem um ambiente concorrencial mais fragmentado, com concorrentes de menor porte e
alguma importação, principalmente em metais sanitários.

Na Ceusa, os principais players no mesmo segmento de valor agregado têm maior potencial competitivo,
em função da escala de produção e maior capacidade de investimentos em Marketing, sendo estes mais
agressivos nos preços.

Elekeiroz

A Elekeiroz é a única produtora de Oxo-alcoóis, Ácido 2-Etil-hexanóico e Anidrido Maleico na América


Latina. A concorrência é exclusivamente de produtos importado). Nos demais produtos orgânicos a concorrência
provém de produtores locais e de produtos importados. Consideradas as condições normais de concorrência, a
Companhia é competitiva em todas as suas linhas de produtos. A Companhia também é a única empresa que
produz Ácido Sulfúrico (produto inorgânico) sem ter consumo cativo relevante, disponibilizando praticamente a
totalidade da produção para o mercado consumidor.

Área de Serviços Financeiros

Itaú Unibanco

Concorrência

Geral

Os últimos anos caracterizaram-se pelo aumento da concorrência e da consolidação no setor de serviços


financeiros no Brasil. Em 31 de dezembro de 2017, havia 135 conglomerados, bancos comerciais e múltiplos,
bancos de desenvolvimento e Caixa Econômica Federal, dentre um total de 1.396 instituições no Brasil.

O Itaú Unibanco juntamente com o Banco Bradesco S.A. e o Banco Santander Brasil S.A., são líderes
no setor privado de atividades bancárias de serviços múltiplos. Em 31 de dezembro de 2017, esse conjunto de
bancos respondia por 37,7% do total de ativos do setor bancário brasileiro. Enfrentam também a concorrência
de bancos do setor público. Em 31 de dezembro de 2017, o Banco do Brasil S.A., a Caixa Econômica Federal e
o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) respondiam por 42,3% do total de ativos
do sistema bancário.

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais

d) Eventual sazonalidade

Setor não Financeiro

Alpargatas

Sandálias - as vendas de sandálias no Brasil são mais fortes no segundo semestre, período que coincide
com a primavera/verão. No exterior, em particular no hemisfério norte, as vendas se concentram mais no primeiro
semestre pelo mesmo motivo.

Calçados esportivos - as vendas de calçados esportivos não apresentam sazonalidade marcante por
serem produtos de uso freqüente em todas as estações. Geralmente, o aumento das vendas ocorre no fim do
ano, devido Natal e ao crescimento do Black Friday.

Vestuário lifestyle - geralmente, o aumento das vendas ocorre no fim do ano, por ocasião do Natal e do
crescimento do Black Friday. Para Osklen, o quarto trimestre representa cerca de 35% das vendas do ano.

Duratex

De uma maneira geral o mercado se comporta de forma equilibrada, mas o primeiro semestre, em razão
do menor número de dias úteis decorrentes do grande número de feriados, e contas a pagar (impostos e compras
de natal) apresenta menor ritmo.

A Ceusa, a demanda diminui no período de Novembro a Fevereiro caracterizada, pela redução dos
investimentos em obras em função do final de ano e posterior período de férias, onde parte de dos clientes não
tem gerado reforma e construção de imóveis. No restante do ano se demostra mais estável.

NTS

Comercialmente a NTS não é impactada por nenhuma sazonalidade de consumo e movimentação de


mercado. Isso se deve ao fato de que os contratos de serviço de transporte são de capacidade,
fundamentalmente independem do volume transportado. A NTS está com a sua capacidade de transporte
100% contratada pela Petrobras, independente de eventual sazonalidade de consumo.

Elekeiroz

De modo geral as vendas sofrem algum efeito de sazonalidade, quando não são impactadas por
condições da economia global.

Itautec

Em razão do reposicionamento estratégico da Companhia, que inclui a desativação da Unidade de


Computação, eventual sazonalidade do mercado não gera impactos significativos nos resultados da Companhia.

Área de Serviços Financeiros

Itaú Unibanco

Sazonalidade

Em geral, os negócios de Banco de Varejo e cartão de crédito apresentam certa sazonalidade, com
níveis mais altos de transações durante a época de Natal e a posterior redução desses níveis no início do ano.
Além disso, há uma certa sazonalidade no final do ano nos negócios de planos de previdência, em função de

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais


uma exigência normativa no Brasil de que todos os colaboradores recebam o equivalente a um salário extra no
final do ano. Há certa sazonalidade na receita de prestação de serviços relacionados aos serviços de cobrança
no início do ano, quando geralmente são pagos impostos e outras contribuições fiscais.

e) Principais insumos e matérias primas, informando:

I - Descrição das relações mantidas com fornecedores, inclusive se estão sujeitas a controle ou regulamentação
governamental, com indicação dos órgãos e da respectiva legislação aplicável

Setor não Financeiro

Alpargatas

A principal matéria prima usada pela Alpargatas é a borracha sintética. Ela é um insumo originado da
cadeia petroquímica tendo como principais componentes o estireno e o butadieno, material utilizado em larga
escala na indústria pneumática. A aplicação da borracha sintética ocorre em solados das sandálias e de alguns
calçados esportivos. Os fornecedores de borracha sintética no Brasil são a Arlanxeo e a Nitriflex. A Alpargatas
também importa de fornecedores estrangeiros.

São exigências dos mercados brasileiro, norte-americano e europeu o atendimento às legislações que
tratam de substâncias químicas restritas. Os órgãos/legislações nesses mercados são:
 Brasil: IPT – Instituto de Pesquisa Tecnológica.
 Estados Unidos: CPSIA – Consumer Product Safety Improvement Act.
 União Europeia: REACH - Registration, Evaluation, Authorisation and Restriction of Chemicals.

Duratex

As principais categorias de insumos utilizados nos processos de fabricação da Duratex são: resinas,
papéis decorativos, fertilizantes, energia elétrica, metais não ferrosos, minerais cerâmicos, gás natural e óleo
combustível. Devido a diversidade e especificidade dos produtos e processos industriais das divisões Madeira e
Deca, a Companhia tem relações com fornecedores dos setores de energia elétrica, petroquímico, papel e
celulose, metais, trading companies entre vários outros setores industriais.

As plantas da Duratex estão inseridas no mercado livre e no mercado cativo de energia elétrica estando
sujeitas a regulamentação da ANEEL e CCEE. A Companhia adota estratégia de contratação de Energia Elétrica
no longo-prazo através de vários contratos com geradoras e comercializadoras de energia convencional e
incentivada.

A Companhia também mantém contratos de fornecimento de água e gás natural com as concessionárias
que atendem as regiões onde se localizam as plantas industriais, sendo o gás natural um importante insumo na
fabricação de louças sanitárias.

Na área florestal, existe relação comercial de parceria com fornecedores de defensivos agrícolas. A
legislação vigente: Lei 7.802 de 1989 e Decreto 4.074 de 2002, Lei de Agrotóxicos, atendida por meio da emissão
de receituário agronômico emitido pelo fornecedor e a fiscalização é de responsabilidade dos órgãos estaduais
oficiais de fiscalização da agricultura e do meio ambiente.

No Rio Grande do Sul, a fábrica de painéis de MDP é abastecida principalmente por madeira proveniente
de terceiros na medida de 85% da sua necessidade, situação que deve prevalecer, inclusive, durante os próximos
6 anos; este abastecimento é feito por produtores de madeira ou comerciantes de madeira e resíduos madeireiros
mantidos sob contratos e não sujeitos ao controle governamental. A produção de eucalipto na região atende a
legislação específica do estado do Rio Grande do Sul, tendo como órgãos fiscalizadores a SEMA - Secretaria
Estadual do Meio Ambiente e a FEPAM - Fundação Estadual de Proteção ao Meio Ambiente.

Os metais não ferrosos (cobre, bronze e latão) utilizados na fabricação de metais sanitários são obtidos
de Companhias transformadoras de não ferrosos como as brasileiras Termomecânica, Paranapanema, Eluma e
Cecil e a Chilena Cembrass no formato de barras ou tubos. A Companhia dispõe de uma fundição na qual pode
processar sucata de cobre, comprada com origem comprovada no mercado nacional, bem como placas de cobre
ou latão obtidas de transformadores.

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais


Os minerais cerâmicos presentes no processo produtivo das louças sanitárias são obtidos de diversos
fornecedores locais de caulim, argila, feodspato, pedrisco e etc. Estas mineradoras são frequentemente visitadas
e inspecionadas pela equipe Duratex. Todas apresentam licença ambiental e direito de lavra para suas
operações.

Na Ceusa, os minerais cerâmicos utilizadas no processo produtivo são obtidos de fornecedores


localizados em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais, são feitas visitas
constantes de inspeção de qualidade e os mesmos possuem Licenças Ambientais e Direito de Lavra de suas
respectivas operações.

NTS

A NTS não possui produção própria, não tendo assim fornecedores de insumos e matérias primas
relevantes.

Elekeiroz

Para as matérias-primas utilizadas pela empresa, tanto para os produtos orgânicos quanto para os
inorgânicos, não existem restrições ou impedimentos decorrentes de regulamentação governamental. Existem
controles de órgãos reguladores como ANP e DPF.

Para os produtos orgânicos existe uma programação antecipada de compra de matérias-primas (volumes
e datas de entrega) que é repassada aos fornecedores. Para as principais matérias-primas há contratos e
acordos de fornecimento, para as demais, não cobertas por estes instrumentos, há programação negociada com
as suas fornecedoras. A precificação das matérias primas principais é definida em contrato e/ou pedidos de
compras e tem como referência o mercado internacional, possibilitando, na grande maioria das vezes, uma visão
antecipada da movimentação de preços.

Quanto aos inorgânicos, as compras de matérias-primas são efetuadas mediante programação


antecipada e repassada aos fornecedores quanto aos volumes e datas de entrega, com base em contratos e
acordos de fornecimento e a precificação das matérias-primas é definida em contrato e tem como referência o
mercado internacional, possibilitando, na grande maioria das vezes, uma visão antecipada da movimentação de
preços.

Itautec

O processo produtivo dos equipamentos de computação foi totalmente encerrado em junho de 2014.

Área de Serviços Financeiros

Itaú Unibanco

O processo de contratação de bens e serviços na cadeia de fornecimento do Itaú Unibanco é conduzido


de forma centralizada pela área de Compras, com o envolvimento da área contratante, jurídica, entre outras
áreas de suporte.

No entanto, há categorias em que a etapa de negociação comercial e contratual são delegadas aos seus
gestores técnicos. As demais etapas de contratação são realizadas de forma centralizada por Compras,
garantindo a avaliação administrativa do fornecedor e cadastro dos contratos firmados no sistema de gestão.
O Itaú Unibanco possui um processo estruturado de avaliação de fornecedores, cujo objetivo é a mitigação de
riscos em nossa cadeia de fornecimento. Esse processo se inicia mediante acesso e cadastro do fornecedor no
site www.itau.com.br/fornecedores, no qual estão publicadas, para conhecimento e ciência, a Política de
Compras, de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental, Requisitos de Segurança da Informação, o
Código de Ética e o Código de Relacionamento com o Fornecedor, bem como as condições gerais aplicáveis às
contratações de bens e serviços. Após o cadastro, essas empresas passam por um processo de homologação
administrativa que consiste na análise do fornecedor às práticas de responsabilidade socioambiental,
cumprimento e respeito à legislação fiscal, tributária e trabalhista (regularidade das certidões, licenças,
pagamento de tributos, salários e contribuições) e do cumprimento de suas obrigações empresariais através das
mesmas ferramentas utilizadas para avaliar clientes (análise de crédito, endividamento com o mercado e
fornecedores, PLD – Prevenção à Lavagem de Dinheiro, fraudes, lei anticorrupção e demais fatos

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais


desabonadores). Este processo baseia-se em três pilares de análise de risco e contempla uma visão específica
em função dos riscos da categoria dos produtos ou serviços fornecidos. 1. Reputacionais/Regulatório: análise
dos riscos relacionados à imagem e o cumprimento de legislação vigente; 2. Continuidade: análise dos riscos
relacionados com a saúde financeira e ao impacto do fornecimento às operações do Itaú Unibanco; 3.
Trabalhista: análise do risco trabalhista na prestação de serviços que serão analisados com base em critérios
jurídicos.

Além da avaliação administrativa, as novas contratações cujos fornecedores se enquadram em


categorias de produtos e serviços considerados críticos, ou seja, aqueles setores em que o processo de produção
ou a prestação do serviço possam causar algum impacto socioambiental negativo, passam pela homologação
técnica. Neste processo os fornecedores são avaliados visando identificar se estão capacitados, estruturados,
certificados e legalizados para fornecer o serviço ou o produto e ainda se, o que é oferecido está alinhado com
as necessidades e exigências do Itaú Unibanco.

Passando por essas análises, e sendo aprovada, a empresa estará apta a participar de processos de
contratação.

II - Eventual dependência de poucos fornecedores

Setor não Financeiro

Alpargatas

A Alpargatas preza o relacionamento comercial de longo prazo. Eles são escolhidos com base em uma
avaliação que, dentre vários fatores, considera as contingências de abastecimento, logística, estruturas física e
financeira e proposta comercial.

Duratex

Dada a gama de insumos da Companhia, possuímos em carteira tanto fornecedores de produtos


acabados quanto de transformados. Dentre os vários segmentos em que atuam nossos fornecedores existem os
de capital intensivo, mão de obra intensiva com maior ou menor barreira de entrada e competitividade. Entre os
setores em que há baixa competitividade ou alta especificidade situam-se principalmente os petroquímicos,
transformadores de ligas de cobre, e alguns beneficiadores de minerais. De uma maneira geral, não há
dependência de fornecedores.

NTS

A NTS não possui produção própria, não possuindo fornecedores relevantes.

Elekeiroz

Parte das matérias-primas dos produtos orgânicos tem fornecedor único devido à natureza da atividade,
como é o caso da unidade de Camaçari, instalada dentro de um polo petroquímico e interligada à central de
fornecimento (Braskem) por dutos. A compra dessas matérias primas de terceiros ou do mercado internacional,
ainda que possível, raramente seria conveniente devido aos altos custos da logística de transporte e dos
impostos envolvidos na operação.

Diferentemente de matérias primas recebidas diretamente de uma central petroquímica, para a produção
das Resinas de Poliéster, Formol e Concentrado Ureia Formol, a Companhia dispõe de mais alternativas de
fornecimento.

Para os produtos inorgânicos, não existem produtores locais de enxofre que possam atender
integralmente a demanda interna. O mercado é abastecido por diversos produtores mundiais de enxofre.

Itautec

O processo produtivo dos equipamentos de computação foi totalmente encerrado em junho de 2014.

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais

Área de Serviços Financeiros

Itaú Unibanco

A prospecção de Fornecedores para o Itaú Unibanco deve ser uma atividade contínua e permanente,
buscando manter a base de Fornecedores oxigenada, garantir competitividade, melhores preços e oportunidades
e superar pontos críticos de fornecimento. A base atual de fornecedores homologados que podem prestar
serviços e fornecer produtos para o Itaú Unibanco é de 12.989. Os responsáveis por uma compra ou contratação
devem sempre estimular a livre concorrência, realizando, sempre que possível, processos de compras com ao
menos dois fornecedores. Eventual dependência pode ocorrer em função de exclusividade na prestação de
serviço pelo fornecedor.

III - Eventual volatilidade em seus preços

Setor não Financeiro

Alpargatas

Por ser um produto da cadeia petroquímica, o preço da borracha pode variar em razão da volatilidade do
preço do petróleo.

Duratex

Os preços de alguns insumos utilizados pela Duratex sofrem alta volatilidade. São eles os itens a base
de ligas de cobre, polímeros plásticos e derivados da indústria petroquímica. Por se tratarem de commodities,
estes insumos acompanham as tendências internacionais de preço que variam de acordo com a oferta e
demanda a cada momento.

Na Ceusa, a linha de insumos possui alguns itens com preços atrelados à variação cambial (Euro e
Dólar), podendo destacar neste caso, a importação (ouro/platina/tintas digitais) que sofrem um maior impacto de
acordo com a moeda vigente. Os demais insumos tentem a ser negociados uma vez ao ano de acordo com
indicadores de inflação.

NTS

A NTS não possui produção própria, e consequentemente volatilidade em insumos e matérias primas.

Elekeiroz

Os preços são baseados no mercado internacional e, portanto, sujeitos às suas flutuações.

Itautec

O processo produtivo dos equipamentos de computação foi totalmente encerrado em junho de 2014.

Área de Serviços Financeiros

Itaú Unibanco

A volatilidade dos preços referentes a contratos com fornecedores, é influenciada por fatores
macroeconômicos tais como: taxa de juros, inflação e taxa cambial, dentre outros.

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7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total

a) Montante total de receitas provenientes do cliente

Por ser holding a Emissora tem, basicamente, receitas decorrentes de equivalência patrimonial.

Na Alpargatas, Duratex e no Itaú Unibanco não existem clientes responsáveis por mais de 10% das
receitas do emissor.

A NTS possui apenas um cliente, a Petrobras S.A., responsável por 100% da receita. O Contrato é
firmado na modalidade ship-or-pay, de longo prazo e com 100% da capacidade contratada.

Na Elekeiroz, em 2017 um clientes foi responsável por mais de 15% do faturamento da Companhia,
atingindo R$ 209 milhões de faturamento bruto. Esse cliente é atendido por contrato firmado, com volumes e
preços de vendas definidos. Considerando o longo histórico de relacionamento e a solidez do cliente, a
Companhia não vislumbra maiores riscos nessa concentração.

Na Itautec, em 2017 não houve cliente responsável por mais de 10% da receita líquida total do emissor.
A Itautec obteve receita pulverizada de garantia apropriada decorrente de vendas de exercícios anteriores.

b) Segmentos operacionais afetados pelas receitas provenientes do cliente

Na Alpargatas, Duratex e no Itaú Unibanco, nenhum cliente responde por mais de 10% da receita.

A NTS não possui segmentos operacionais.

Na Elekeiroz, o cliente é do segmento de produtos Orgânicos da empresa.

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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades

a) Necessidade de autorizações governamentais para o exercício das atividades e histórico de relação


com a administração pública para obtenção de tais autorizações

A Itaúsa foi constituída em Assembleia Geral de 06.05.1966 sob a denominação de Banco Federal Itaú
de Investimentos S.A., registrada na JUCESP sob nº 321.921 em 23.06.1966.

Em Junho de 1966, a Itaúsa teve suas ações admitidas à negociação na B3 S.A. - Brasil, Bolsa,
Balcão.

Na Assembléia Geral de 9 de dezembro de 1974, foi aprovada a alteração da denominação para


Investimentos Itaú S.A. e do objeto social, reformulando seus objetivos, deixando de ser um banco de
investimento para se tornar a empresa líder das Instituições Financeiras Itaú, uma holding liderando um
conglomerado, à época, de mais de 50 sociedades.

Desde então, a Itaúsa não está sujeita a necessidade de qualquer autorização governamental para o
exercício de suas atividades, mas possui em seu grupo econômico empresas controladas que podem ter
necessidades de autorizações governamentais para o exercício das suas atividades.

Setor não Financeiro

Alpargatas

A Alpargatas possui as principais autorizações necessárias para o funcionamento de uma empresa que
atua na fabricação e comércio de calçados e vestuário, tendo sempre as obtido de forma regular. A Auditoria
Interna avalia, por amostragem, a conformidade e a validade das autorizações.

Duratex

As atividades da Companhia estão sujeitas às autorizações governamentais de natureza ambiental


(licenças de operação), as quais são necessárias para qualquer tipo de atuação industrial, não existindo
autorizações específicas para os seus produtos e/ou processos de fabricação. A atividade de reflorestamento
não está sujeita no Estado de São Paulo à licença prévia para operação, somente sendo obrigatória a licença
para as atividades de reflorestamento nos Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. O histórico da
obtenção de autorizações junto aos órgãos públicos sempre obedeceu aos procedimentos legais vigentes, não
existindo risco para a Companhia.

NTS

A NTS, por ser transportadora de gás natural, está sujeitas as licenças e regulamentações exigidas pela
ANP (Agencia Nacional de Petroleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O histórico da obtenção de licenças e
cumprimento das leis vigentes sempre foram obedecidos, não existindo risco à manutenção de suas atividades.

Elekeiroz

Pela natureza de suas atividades, a Companhia é legalmente considerada potencialmente poluidora,


razão pela qual necessita de licenças e alvarás concedidos pelo poder público para poder operar. O
desenvolvimento de novas instalações pode requerer estudos de impacto ambiental e novos investimentos para
reduzir os impactos no meio ambiente, cuja legislação tem ficado cada vez mais restritiva.

As regulamentações ambientais que afetam as operações da Elekeiroz dizem respeito, entre outros, às
emissões atmosféricas, aos efluentes líquidos gerados, à disposição dos resíduos sólidos, reciclagem,
estocagem e movimentação de matérias-primas e produtos.

Para exercer suas atividades a empresa necessita:

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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades


 Licença Ambiental de Operação da CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) –
aplicável ao Estado de São Paulo;
 Licença Ambiental de Operação do INEMA (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos) –
aplicável ao Estado da Bahia;
 Cadastro Técnico Federal – IBAMA;
 Alvará de Licença para Localização e Funcionamento, expedido pelas Prefeituras Municipais de
Várzea Paulista e Camaçari;
 Outorga de uso de água aplicável à Várzea Paulista;
 Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

Além destas autorizações, e pelo fato de parte dos produtos da Companhia serem classificados como
“produtos controlados” e, portanto, submetidos a controles específicos, são ainda necessárias as seguintes
licenças adicionais:

 Licença e Certificado de Vistoria da Polícia Civil no Estado de São Paulo;


 Certificado de Registro e Funcionamento da Polícia Federal;
 Certificado do Ministério do Exército;
 Cadastramento de consumidor industrial de solventes – ANP.

Na data de elaboração deste Formulário de Referência a Companhia detinha todas as licenças, certificados
e alvarás necessários à manutenção de suas atividades.

A Elekeiroz procura manter um relacionamento constante e aberto com as diversas esferas do Poder Público
e, historicamente, não tem tido problemas na obtenção e renovação destes documentos.

Itautec

Os principais atos de regulação estatal que se aplicam à indústria de bens de informática são:

1. A indústria de bens de informática e automações segue legislação própria, para enquadramento de seus
produtos na Lei de Informática e Lei do Bem, conforme a seguir:

a. A fruição do incentivo da redução do IPI, estabelecido pela Lei de Informática, depende do


reconhecimento do cumprimento do Processo Produtivo Básico (PPB), por meio de Portaria
Interministerial assinada pelos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI, do
Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior – MDIC.

b. Para comprovar o cumprimento do Processo Produtivo Básico para computadores pessoais,


desktops, notebooks, netbooks, tablets, All in One e servidores, a empresa deve enviar
anualmente relatório ao MCTI e ao MDIC, contendo a quantidade de insumos adquiridos no
país e fabricados de acordo com os respectivos PPBs, identificação dos fabricantes
fornecedores desses insumos e a quantidade do bem final produzido de acordo com o PPB e
a quantidade do bem final comercializado com e sem PPB..

c. A contrapartida do benefício da redução do IPI concedido pela lei de Informática é a realização


de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento. Esses investimentos precisam ser
comprovados e aprovados pelo MCTI, por meio de Relatório detalhado, enviado anualmente.

d. A Lei 11.774/08, que alterou a Lei do Bem (nº 11.196/05), possibilitou às empresas abrangidas
pela Lei de Informática a dedução dos gastos com Pesquisa e Desenvolvimento, para fins de
apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL. Para tanto, as empresas devem enviar
anualmente, relatório das atividades desenvolvidas, para análise e aprovação do MCTI.
Adicionalmente, até dezembro de 2015, a Lei do Bem reduzia a zero a alíquota de PIS/COFINS
incidente sobre as vendas a varejo dos desktops, notebooks e tablets, desde que atendam à
condição de preço máximo de venda a varejo estabelecida pelo Decreto 5.602/05 e fossem
produzidos de acordo com seu Processo Produtivo Básico.

e. O reconhecimento como bem desenvolvido no país é feito pelo MCTI, conforme estabelecido
pela Portaria MCT nº 950, de 12.12.2006. O reconhecimento é concedido à empresa pelo

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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades


MCTI, mediante a publicação de portaria ministerial para o produto e respectivos modelos
desenvolvidos.

2. No âmbito do Estado de São Paulo, o diferimento do ICMS na aquisição de insumos dentro do Estado
ou importados por fabricante paulista exige a produção conforme o PPB e o credenciamento da
Companhia junto à Secretaria da Fazenda de São Paulo.

Área de Serviços Financeiros

Itaú Unibanco

Para exercer suas atividades, o Itaú Unibanco depende de autorização prévia do Banco Central.

Constituído em 9 de setembro de 1943 sob a denominação de Banco da Metrópole de São Paulo S.A.,
registrado na Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP) sob nº 20.683 em 22.5. 1944, o Emissor obteve
autorização para atuar como instituição financeira em 24.07.1944. Contudo, sua história remonta à trajetória de
atuação do Itaú e do Unibanco. No dia 27.09.1924 começou a operar a seção bancária da Casa Moreira Salles,
mais tarde transformada no Banco Moreira Salles. A instituição, que se tornaria protagonista de um contínuo
processo de fusões e aquisições, em 1975 adotou a denominação Unibanco. No grupo Itaú, as origens datam
de 1944, quando os membros da família Egydio de Souza Aranha fundaram o Banco Federal de Crédito S.A.,
em São Paulo, atual Itaú Unibanco S.A.

Em relação ao mercado de capitais, as ações do Itaú Unibanco foram admitidas à negociação na B3 em


março de 2003, em substituição às ações da instituição que hoje é o Itaú Unibanco S.A., as quais foram admitidas
à negociação na B3 (então Bolsa Oficial de Valores de São Paulo) em 20 de outubro de 1944.

O Itaú Unibanco está sujeito à regulamentação e à supervisão de várias entidades, de acordo com os
países e segmentos de negócios que atua. Essas atividades de supervisão são determinantes para a estrutura
dos negócios e impactam diretamente as estratégias de crescimento. Destacamos a seguir as principais
entidades que regulamentam e supervisionam estas atividades no Brasil:

 CMN: a principal autoridade responsável por estabelecer políticas monetária e financeira no Brasil;
pela supervisão geral das políticas monetária, de crédito, orçamentária, fiscal e da dívida pública
brasileira, pela regulamentação das condições para constituição, funcionamento e fiscalização das
instituições financeiras, bem como pela supervisão da liquidez e solvência dessas instituições. O
CMN também é responsável pelas diretrizes gerais a serem seguidas na organização e operação
do mercado de títulos e valores mobiliários e pela regulamentação de investimentos estrangeiros no
Brasil;

 Banco Central: responsável por implantar as políticas estabelecidas pelo CMN, autorizar a
constituição de instituições financeiras e supervisioná-las no Brasil. O Banco Central determina os
requisitos de capital mínimo, limites de ativo permanente, limites de crédito e as exigências de
depósitos compulsórios, de acordo com as políticas estabelecidas pelo CMN;

 CVM: responsável por normatizar, sancionar e fiscalizar o mercado brasileiro de valores mobiliários
(que, no Brasil, inclui derivativos) e de seus participantes, bem como supervisionar os mercados de
bolsa e de balcão organizado;

 CNSP: responsável por estabelecer as orientações e as diretrizes para companhias de seguros e


de títulos de capitalização e entidades abertas de previdência complementar;

 SUSEP: responsável por regular e supervisionar o mercado brasileiro de seguros, previdência


complementar aberta e capitalização e seus participantes;

 ANS: responsável por regulamentar e supervisionar o mercado brasileiro de seguro saúde e seus
participantes.

Fora do Brasil, as operações estão sujeitas à supervisão de autoridades regulatórias locais.

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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades


b) Política ambiental do emissor e custos incorridos para o cumprimento da regulação ambiental e, se
for o caso, de outras práticas ambientais, inclusive a adesão a padrões internacionais de proteção
ambiental

O Conglomerado Itaúsa apresenta uma gestão alinhada à busca pelo desenvolvimento sustentável. Os
compromissos do caráter econômico, do ambiental e do social assumidos pelas suas investidas, bem como a
participação em associações e outros organismos, atendem a critérios que envolvem as atividades específicas
de cada companhia. Assim, procuram atender com excelência às demandas de clientes, desenvolver a oferta de
produtos e serviços que contribuam para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e gerar valor para os
acionistas e para a sociedade.

Como a Emissora é uma sociedade de participação, as principais companhias invertidas possuem


políticas especificas de proteção ambiental e conforme a sua área de atuação.

Área Industrial

Alpargatas

Em 2017, a Alpargatas investiu R$ 3,3 milhões na adoção, continuidade e ampliação de iniciativas nas
áreas de Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente, as quais se destacaram a continuidade
na execução de melhorias nas proteções de máquinas e equipamentos; treinamentos em segurança do trabalho
e educação ambiental; formação e treinamentos para brigadas de emergência e de primeiros socorros; auditorias
de gestão de SSMA em todas as unidades fabris; avaliação de agentes ambientais e ergonômicos nos locais de
trabalho; controle da geração e destinação de resíduos; monitoramento de efluentes industriais e manutenção
de esgoto sanitário e industrial.

Duratex

A Companhia possui política rigorosa de atendimento à legislação de natureza ambiental, em matéria


industrial e florestal, inclusive com a obtenção de certificações internacionais quanto à origem de seus insumos
florestais e aos procedimentos adotados em suas atividades de reflorestamento. O compromisso da Companhia
é formalizado em uma política ambiental, que é de pleno conhecimento de todos os colaboradores da
Companhia.

As operações da Duratex estão localizadas nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais,
Pernambuco, Rio de Janeiro e Santa Catarina e, portanto, estão sujeitas às rígidas leis federais, estaduais e
municipais, assim como aos regulamentos e autorizações exigidos no que diz respeito à proteção do meio-
ambiente e saúde da população. Cumpre também as regulamentações do Ministério do Meio Ambiente, na esfera
federal e normas regulamentadoras de órgãos como ABNT. Incidem e regulam as atividades da Duratex algo
como 500 leis, decretos, instruções técnicas e normativas, resoluções, portarias, normas técnicas, regulamentos
técnicos, normas regulamentadoras de natureza ambiental, deliberações de órgãos ambientais, etc.

De forma resumida, as atividades industriais são licenciadas junto ao órgão estadual em dois níveis
distintos, sendo um para instalação, reforma ou ampliação das operações e outro quanto ao pleno funcionamento
das atividades propostas ao órgão na oportunidade do pedido de instalação. Tais licenças são renovadas em um
período médio de cinco anos.

Concomitantemente, a Duratex cumpre com as determinações do cadastro nacional de atividade


potencialmente poluidoras na esfera federal, coordenado pelo Ibama. Da mesma forma, cumpre leis e normas e
regulamentos editados pelos estados, e que de alguma forma interferem na operação da Companhia.

NTS

Na NTS é um valor inegociável o respeito ao meio ambiente e à vida. Esta responsabilidade é transversal
a toda a companhia, desde a manutenção das operações, até o desenvolvimento de novas atividades. As ações
da NTS respeitam rigorosos padrões de segurança, mitigando impactos ambientais.

Por isso, a cada empreendimento, estudos e programas são desenvolvidos para identificar e avaliar
impactos nas comunidades, fauna e flora, solo, recursos hídricos e no ar. Além disso, são propostas medidas
para eliminar, minimizar ou compensar impactos negativos.

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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades


Elekeiroz

A Elekeiroz tem consciência dos cuidados necessários para uma Indústria Química crescer de forma
sustentável sem prejuízo ao meio ambiente. Por isso, a empresa está sempre atenta à condução dos seus
processos produtivos, à busca de fontes renováveis, ao uso racional dos recursos naturais e à minimização e
tratamento dos seus resíduos, efluentes e emissões atmosféricas. A Companhia está comprometida com o
desenvolvimento sustentável, que tem como premissas: (i) a busca permanente de condições adequadas de
Saúde e Segurança aos que nela trabalham ou frequentam, (ii) a preservação do Meio Ambiente e (iii) o convívio
com as comunidades vizinhas, clientes e fornecedores. Em maio de 2013, a Elekeiroz divulgou a sua Política de
Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA) relacionando os princípios para o comprimento dessas premissas.

A empresa norteia as suas ações pelos princípios éticos do Programa Atuação Responsável, ao qual
aderiu desde o seu início em 1992. É um programa mundial da Indústria Química, conduzido no Brasil pela
ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química). O Programa incentiva as empresas a fortalecer suas
ações em Saúde, Segurança e Meio Ambiente, dos seus processos, produtos e instalações.

Em 2017, o montante de investimentos e gastos, basicamente na destinação de resíduos, gastos com


materiais e serviços de meio ambiente e com tratamento de efluentes foi de R$ 8.126 mil.

Itautec

A Itautec sempre investiu no gerenciamento dos recursos naturais e no impacto dos produtos na cadeia
produtiva, até a destinação adequada dos produtos pós-consumo.

Esse processo é norteado pela Política Ambiental da Itautec, que traça diretrizes para administrar os
aspectos e impactos ambientais da Companhia. Os principais compromissos dessa Política são:
 Cumprir a legislação ambiental aplicável, as normas regulamentares e os demais requisitos subscritos
pela Organização que se relacionem aos aspectos ambientais;
 Prevenir a ocorrência de danos ambientais decorrentes de suas atividades buscando a utilização de
tecnologias ambientalmente adequadas;
 Estabelecer canais permanentes de comunicação das questões do meio ambiente com as partes
interessadas;
 Evitar o desperdício de água e energia;
 Revisar e acompanhar, anualmente, os objetivos e as metas ambientais específicos de suas atividades.

Área de serviços financeiros

Itaú Unibanco

As instituições financeiras possuem um papel essencial na economia global por interagirem com todos
os setores econômicos. Dessa forma, esta afirmação nos confere uma relevante atribuição como influenciador
de transformações na sociedade. Sendo assim, entendemos que integrar questões socioambientais em nossos
negócios é fundamental para, além de mitigar riscos, fomentar o desenvolvimento social e econômico.

Nesse cenário, buscando evidenciar ainda mais a importância da temática socioambiental no setor
financeiro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu, por meio da Resolução nº 4.327/2014, padrões
mínimos de responsabilidade socioambiental que devem ser seguidos de acordo com a relevância e
proporcionalidade de cada instituição.

Internamente, o Itaú Unibanco tem a Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental


que ratifica o compromisso e estabelece as diretrizes da estratégia baseando-se em cinco princípios:

1. Respeito e proteção aos direitos humanos por meio da promoção da diversidade, inclusão
financeira e do combate ao trabalho infantil e análogo ao escravo, ao proveito criminoso da
prostituição e à exploração sexual de menores;

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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades


2. Postura ética e transparente, adotando práticas justas de operação e disponibilizando
informações tempestivas, acessíveis e adequadas às especificidades das partes
interessadas;

3. Gerenciamento do risco socioambiental identificado como um componente das diversas


modalidades de risco a que estamos expostos;

4. Desenvolvimento contínuo do relacionamento com as partes interessadas; e

5. Uso racional dos recursos naturais, conservação da biodiversidade, inclusive quanto a


serviços ecossistêmicos e mitigação das mudanças climáticas.

Desde o início da atuação do Itaú Unibanco são desenvolvidos processos e produtos em parceria com
outras áreas, elaborando treinamentos para colaboradores e desenvolvemos políticas pautadas na
Responsabilidade Socioambiental. Além disso, orientam as práticas institucionais e os negócios por intermédio
de boas práticas internacionais, como os Princípios para o Investimento Responsável (PRI, na sigla em inglês),
os Princípios do Equador (EP, na sigla em inglês), Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla
em inglês), o Carbon Disclosure Project (CDP) e o Pacto Global.

c) Dependência de patentes, marcas, licenças, concessões, franquias, contratos de royalties relevantes


para o desenvolvimento das atividades

A Emissora é titular da marca “ITAÚSA”, usada na condução de suas atividades. Consideramos que a
possibilidade de eventual perda de referida marca é muito remota e que não há dependência desta para o
desenvolvimento de suas atividades.

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7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior

a) Receita proveniente dos clientes atribuídos ao país sede do emissor e sua participação na receita
líquida total do emissor
b) Receita proveniente dos clientes atribuídos a cada país estrangeiro e sua participação na receita
líquida total do emissor
c) Receita total proveniente de países estrangeiros e sua participação na receita líquida total do emissor

Não existem receitas relevantes na Emissora provenientes de outros países que não o Brasil.

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7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades

Não há.

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7.8 - Políticas socioambientais

a) se o emissor divulga informações sociais e ambientais


b) a metodologia seguida na elaboração dessas informações
c) se essas informações são auditadas ou revisadas por entidade independente
d) a página na rede mundial de computadores onde podem ser encontradas essas informações

A Itaúsa, sociedade de participações de capital aberto, publica relatórios anuais, como parte do
compromisso com a transparência e de prestação de contas. A partir de 2009, o documento passou a ser
elaborado com base nas diretrizes da Global Reporting Inititiave (GRI).

O conteúdo do Relatório Anual 2017 prioriza temas identificados como de mais alta relevância para a
sustentabilidade da Itaúsa durante processo de consulta realizado com especialistas. Este processo buscou
levantar percepções de especialistas do setor privado, imprensa, analistas de mercado, sociedade civil,
organizações não governamentais e academia, assim como a visão de executivos da Itaúsa, sobre aspectos
relacionados às categorias de desempenho listadas pela GRI.

O Relatório Anual 2017 foi baseado nas diretrizes GRI Standards, opção abrangente, e a
PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PWC) emitiu relatório de asseguração limitada sobre a
compilação e adequada apresentação das informações de sustentabilidade.

Por fim, a publicação do Relatório Anual reforça o compromisso da Itaúsa em conduzir os negócios de
forma sustentável e relevante para a sociedade.

O relatório está disponível no formato eletrônico, no site da Itaúsa (http://www.itausa.com.br) e arquivado


na CVM – Comissão de Valores Mobiliários (http://www.cvm.gov.br) e na B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão
(http://www.bmfbovespa.com.br/).

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7.9 - Outras informações relevantes

Todas as informações que influenciaram de maneira relevante o desempenho da Emissora foram


comentadas nos subitens anteriores.

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8.1 - Negócios extraordinários

Não houve.

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8.2 - Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor

Não houve.

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8.3 - Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente
relacionados com suas atividades operacionais

Não há.

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8.4 - Outras inf. Relev. - Negócios extraord.

Não há.

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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros

Os ativos relevantes para a atividade da Companhia classificados no ativo não-circulante estão


destacados nos itens 9.1.a e 9.1.c.

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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados

Descrição do bem do ativo imobilizado País de localização UF de localização Município de localização Tipo de propriedade
3,34% das torres do Itaú Unibanco Centro Empresarial Brasil SP São Paulo Própria
Prédio comercial Av Paulista 1938 Brasil SP São Paulo Própria

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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Ativos intangíveis

Justificativa para o não preenchimento do quadro:


Para melhor entendimento, as informações requeridas neste item encontram-se disponíveis no item 9.2.

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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades

Denominação Social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades Participação do emisor
desenvolvidas (%)
Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - Montante de dividendos Data Valor (Reais)
variação % recebidos (Reais)
Alpargatas S.A. 61.079.117/0001-05 1045-6 Controlada Brasil SP São Paulo Indústria e comércio de calçados, 27,550000
vestuários e acessórios
Valor mercado 31/12/2017 2.223.000.000,00

31/12/2017 100,000000 100,000000 10.000.000,00 Valor contábil 31/12/2017 1.749.000.000,00

31/12/2016 0,000000 0,000000 0,00

31/12/2015 0,000000 0,000000 0,00

Razões para aquisição e manutenção de tal participação

A Itaúsa é uma holding de capital aberto e apoia empresas que atuam nos segmentos financeiro e industrial. O investimento nessa sociedade faz parte da estratégia dos negócios da Itaúsa.

Duratex S.A. 97.837.181/0001-47 2109-1 Controlada Brasil SP São Paulo Indústria, Comércio, Importação e 36,680000
Exportação de produtos derivados de
madeira, produtos de metais, materiais
cerâmicos e plásticos.
Valor mercado 31/12/2017 2.308.000.000,00

31/12/2017 0,064237 0,422058 22.000.000,00 Valor contábil 31/12/2017 1.723.000.000,00

31/12/2016 0,998129 16,344086 90.000.000,00

31/12/2015 -0,248911 -27,077888 67.000.000,00

Razões para aquisição e manutenção de tal participação

A Itaúsa é uma holding de capital aberto e apoia empresas que atuam nos segmentos financeiro e industrial. O investimento nessa sociedade faz parte da estratégia dos negócios da Itaúsa.

Elekeiroz S.A. 13.788.120/0001-47 435-9 Controlada Brasil SP São Paulo Fabricação de intermediários para 96,600000
plastificantes, resinas e fibras.
Valor mercado 31/12/2017 249.000.000,00

31/12/2017 0,351852 0,930233 8.000.000,00 Valor contábil 31/12/2017 146.000.000,00

31/12/2016 -75,454545 -29,891304 0,00

31/12/2015 -2,004454 -29,770992 0,00

Razões para aquisição e manutenção de tal participação

A Itaúsa é uma holding de capital aberto e apoia empresas que atuam nos segmentos financeiro e industrial. O investimento nessa sociedade faz parte da estratégia dos negócios da Itaúsa.

Itau Unibanco Holding 60.872.504/0001-23 1934-8 Controlada Brasil SP São Paulo Holding Financeira. 37,640000
S.A.
Valor mercado 31/12/2017 103.709.000.000,00

31/12/2017 0,107436 0,265438 3.727.000.000,00 Valor contábil 31/12/2017 27.089.000.000,00

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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades

Denominação Social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades Participação do emisor
desenvolvidas (%)
Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - Montante de dividendos Data Valor (Reais)
variação % recebidos (Reais)
31/12/2016 9,122948 40,866979 3.237.000.000,00

31/12/2015 14,836066 -16,676453 2.938.000.000,00

Razões para aquisição e manutenção de tal participação

A Itaúsa é uma holding de capital aberto e apoia empresas que atuam nos segmentos financeiro e industrial. O investimento nessa sociedade faz parte da estratégia dos negócios da Itaúsa.

Itaúsa 51.713.907/0001-39 - Controlada Brasil SP São Paulo Prestação de Serviços 100,000000


Empreendimentos S.A.
Valor mercado

31/12/2017 -0,019355 0,000000 0,00 Valor contábil 31/12/2017 304.000.000,00

31/12/2016 1,639344 0,000000 0,00

31/12/2015 187,735849 0,000000 0,00

Razões para aquisição e manutenção de tal participação

A Itaúsa é uma holding de capital aberto e apoia empresas que atuam nos segmentos financeiro e industrial. O investimento nessa sociedade faz parte da estratégia dos negócios da Itaúsa.

Itautec S.A. 54.526.082/0001-31 1253-0 Controlada Brasil SP São Paulo Participação em sociedades no Brasil e no 98,930000
exterior, em especial naquelas que atuam
na fabricação e comercialização de
equipamentos de automações bancária e
comercial e na prestação de serviços.
Valor mercado 31/12/2017 171.000.000,00

31/12/2017 -0,418182 0,030120 0,00 Valor contábil 31/12/2017 32.000.000,00

31/12/2016 -26,666667 1,219512 0,00

31/12/2015 -29,245283 -6,818182 0,00

Razões para aquisição e manutenção de tal participação

A Itaúsa é uma holding de capital aberto e apoia empresas que atuam nos segmentos financeiro e industrial. O investimento nessa sociedade faz parte da estratégia dos negócios da Itaúsa.

ITH ZUX CAYMAN 00.000.000/0000-00 - Controlada Ilhas Cayman Empresa não financeira 100,000000
Company Limited
Valor mercado

31/12/2017 0,000000 0,000000 0,00 Valor contábil 31/12/2017 2.000.000,00

31/12/2016 0,000000 0,000000 0,00

31/12/2015 100,000000 0,000000 0,00

Razões para aquisição e manutenção de tal participação

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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades

Denominação Social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades Participação do emisor
desenvolvidas (%)
Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - Montante de dividendos Data Valor (Reais)
variação % recebidos (Reais)
A Itaúsa é uma holding de capital aberto e apoia empresas que atuam nos segmentos financeiro e industrial. O investimento nessa sociedade faz parte da estratégia dos negócios da Itaúsa.

IUPAR - Itaú Unibanco 04.676.564/0001-08 - Controlada Brasil SP São Paulo Holding 66,530000
Participações S.A.
Valor mercado

31/12/2017 0,113395 0,000000 200.000.000,00 Valor contábil 31/12/2017 22.917.000.000,00

31/12/2016 9,484043 0,000000 210.000.000,00

31/12/2015 15,720793 0,000000 184.000.000,00

Razões para aquisição e manutenção de tal participação

A Itaúsa é uma holding de capital aberto e apoia empresas que atuam nos segmentos financeiro e industrial. O investimento nessa sociedade faz parte da estratégia dos negócios da Itaúsa.

Nova Transportadora 04.992.714/0001-84 - Controlada Brasil SP São Paulo Transportadora de gás natural. 7,650000
do Sudeste S.A.
Valor mercado

31/12/2017 100,000000 0,000000 175.000.000,00 Valor contábil 31/12/2017 1.387.000.000,00

31/12/2016 0,000000 0,000000 0,00

31/12/2015 0,000000 0,000000 0,00

Razões para aquisição e manutenção de tal participação

A Itaúsa é uma holding de capital aberto e apoia empresas que atuam nos segmentos financeiro e industrial. O investimento nessa sociedade faz parte da estratégia dos negócios da Itaúsa.

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9.2 - Outras informações relevantes

Informações do item 9.1.b: ativos intangíveis, tais como patentes, marcas, licenças, concessões,
franquias e contratos de transferência de tecnologia e nome de domínio na rede mundial de
computadores.

Domínios

i. O domínio considerado mais relevante para as atividades da Emissora é:

Nome de domínio Duração


itausa.com.br 01.01.2019

ii. Eventos que podem causar a perda dos direitos relativos a tal ativo

A perda dos direitos relativos ao seu domínio poderá ocorrer com a não renovação de sua validade dentro
do prazo permitido ou eventuais disputas judiciais.

iii. Possíveis consequências de perda de tais direitos para a Emissora

Caso a Emissora perca os direitos sobre seu domínio, este poderá ser adquirido por outra pessoa física
ou jurídica, causando prejuízos para a imagem e a reputação da Emissora, bem como a perda de transparência
perante seus acionistas com a descontinuidade de um importante canal de comunicação com estes.

Marcas

No Brasil, a propriedade de uma marca adquire-se pelo seu registro validamente expedido pelo INPI,
sendo assegurado ao titular seu uso exclusivo em território nacional. O registro de marca vigora pelo prazo de
10 (dez) anos, contados da data da concessão do registro pelo INPI, podendo ser prorrogado por iguais e
sucessivos períodos.

i. Datas de concessão e de vigência

As datas de concessão e de vigência do registro e do depósito do pedido de registro das marcas de


titularidade da Emissora no Brasil, bem como outras informações sobre referidas marcas estão citadas na
Tabela I:

TABELA I – Marcas de titularidade da Emissora no Brasil

Data de depósito/ Prazo de


Forma de
Marca Nº do processo Classe concessão do vigência do
apresentação
registro registro
ITAÚSA Nominativa 828571473 36 21.11.2017 21.11.2027
ITAÚSA Nominativa 828571481 35 07.04.2009 07.04.2019

O procedimento para obtenção de registro de uma marca no exterior, os prazos de vigência e requisitos
para prorrogação de registro dependem da legislação de cada país ou região em que a marca se encontra
registrada.

O local e as datas de concessão e de vigência do registro e do depósito do pedido de registro das marcas
de titularidade da Emissora no exterior, bem como outras informações sobre referidas marcas estão citadas na
Tabela II:

TABELA II – Marcas de titularidade da Emissora no exterior

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9.2 - Outras informações relevantes


Data de
Prazo de
Forma de Nº do depósito/
Marca País Classes vigência do
apresentação processo concessão
registro
do registro
ITAÚSA Argentina Nominativa 2540492 35 23.11.2012 23.11.2022
ITAÚSA Argentina Nominativa 2540493 36 23.11.2012 23.11.2022
ITAÚSA Chile Nominativa 957456 35 e 36 03.08.2012 03.08.2022
Estados
ITAÚSA Unidos da Nominativa 4185331 35 07.08.2012 07.08.2022
América
ITAÚSA Paraguai Nominativa 382104 35 21.06.2013 21.06.2023
ITAÚSA Paraguai Nominativa 391167 36 23.12.2013 23.12.2023
ITAÚSA México Nominativa 1273965 35 12.07.2011 12.07.2021
ITAÚSA México Nominativa 1257367 36 12.07.2011 12.07.2021
ITAÚSA União Europeia Nominativa 010184075 35 e 36 21.12.2011 09.08.2021
ITAÚSA Uruguai Nominativa 426238 35 e 36 15.09.2014 15.09.2024

ii. Eventos que podem causar a perda dos direitos relativos a tais ativos

Os eventos que podem causar a perda dos direitos relativos a tais ativos são os previstos em lei. No
âmbito administrativo, os pedidos de registro de marca podem ser indeferidos pelo INPI, nas hipóteses previstas
na Lei nº 9.279/96, inclusive em decorrência de oposição apresentada ao INPI por terceiro que tenha direito de
precedência sobre a marca ou seja titular de pedido de registro ou registro de marca colidente anterior.

O registro de marca extingue-se: (i) pela expiração do seu prazo de vigência sem que haja a devida
prorrogação; (ii) pela renúncia do titular da marca, que poderá ser total ou parcial em relação aos produtos ou
serviços assinalados pela marca; e (iii) pela caducidade, que poderá ser total ou parcial.

Qualquer pessoa com legítimo interesse pode apresentar requerimento de caducidade ao INPI, se,
decorridos cinco anos da data da concessão do registro da marca pelo INPI, ocorrer uma de qualquer das
seguintes hipóteses: (i) se o uso da marca não tiver sido iniciado no Brasil; (ii) se o uso da marca tiver sido
interrompido por mais de cinco anos consecutivos; ou (iii) se a marca tiver sido usada com modificação que
implique alteração de seu caráter distintivo original, tal como constante do certificado de registro.

O registro de uma marca poderá ser declarado nulo pelo INPI, por meio de processo administrativo de
nulidade instaurado pelo próprio INPI ou a pedido de terceiro com legítimo interesse, caso tal registro tenha sido
concedido em desacordo com as disposições constantes da lei. A nulidade do registro poderá ser total ou parcial.
A condição para a nulidade parcial é o fato de a parte subsistente da marca ou da descrição dos produtos ou
serviços, ou seja, aquela que não for declarada nula, ser considerada registrável.

Além da via administrativa mencionada acima, o INPI ou terceiro interessado também poderá propor
perante o Poder Judiciário ação de nulidade de registro de marca no prazo de cinco anos a contar da data da
concessão de seu registro pelo INPI.

iii. Possíveis consequências da perda de tais direitos pela Emissora

Na hipótese de a Emissora perder os direitos sobre todas as marcas listadas acima, cuja probabilidade
entendemos ser muito remota, esta não mais poderia impedir que terceiros usem marcas iguais ou semelhantes,
especialmente no mesmo segmento de mercado e deverá desenvolver suas atividades com outras marcas.
Ainda, existiria a possibilidade de a Emissora sofrer demandas judiciais em caso de violação de direitos de
terceiros.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

a) Condições financeiras e patrimoniais gerais

A Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. (Itaúsa) é uma sociedade de participações de capital aberto (holding)
com um portfólio de empresas com atuação no setor não financeiro: Alpargatas S.A. (Alpargatas), Duratex S.A.
(Duratex), Nova Transportadora do Sudeste S.A. – NTS (NTS), Elekeiroz S.A. (Elekeiroz) e Itautec S.A. (Itautec)
e no setor financeiro: Itaú Unibanco Holding S.A. (Itaú Unibanco). A Itaúsa é uma sociedade que tem por objeto
participar do capital de outras empresas e está continuamente analisando novos investimentos e avaliando
potenciais operações que agreguem valor a seus acionistas.

Como holding de capital aberto, a Itaúsa concentra decisões estratégicas, de forma que as empresas do
Portfólio tenham as melhores condições de empreender suas atividades e expandir seus negócios. Cada
Companhia investida tem autonomia operacional de acordo com o segmento no qual atua, visando gerar recursos
suficientes para se manter de forma sustentável.

Setor Não Financeiro

A Alpargatas é uma indústria brasileira líder no setor de calçados na América Latina e proprietária de
marcas desejadas, como Havaianas e Osklen, entre outras, além de possuir licença exclusiva da marca Mizuno
no Brasil e alguns países da América Latina. Possui fábricas no Brasil e na Argentina, escritórios comerciais nos
Estados Unidos e na Europa. A Alpargatas tem presença significativa no varejo, além de comercializar seus
produtos no Brasil e no exterior.

A Duratex é uma indústria brasileira que fabrica e vende produtos destinados ao segmento de
acabamento da construção civil e a fabricantes de móveis. A Duratex atua em duas divisões - Deca e Madeira.
A divisão Deca produz e comercializa louças, metais, chuveiros e revestimentos cerâmicos sob as marcas Deca,
Hydra e Ceusa. A divisão Madeira atua na produção e comercialização de painéis MDP e MDF, além de pisos
laminados, com a marca Durafloor. A divisão Madeira também engloba o segmento Soluções Florestais, sob a
qual a Duratex cultiva mais de 275 mil hectares de eucalipto usando a mais avançada tecnologia, e com as
melhores práticas de manejo para a conservação de áreas nativas.

A NTS é detentora de autorizações para operação de 2.050 km de gasodutos na região Sudeste do Brasil
e tem 100% da sua capacidade de transporte de 158,2 milhões de m³ por dia contratada com a Petróleo Brasileiro
S.A. (Petrobras) através de contratos de longo prazo na modalidade firme (“ship-or-pay”). Os gasodutos da NTS
conectam Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo (regiões responsáveis por aproximadamente 50% do
consumo de gás no Brasil) ao gasoduto Brasil-Bolívia, aos terminais de GNL e às plantas de processamento de
gás.

A Elekeiroz atua na fabricação de produtos intermediários químicos que são utilizados por indústrias dos
principais segmentos da economia brasileira, como construção civil, calçados e vestuário, tintas e vernizes,
automotivo, agroindustrial e alimentício, entre outros.

A Itautec tem por objeto participar do capital de outras sociedades no Brasil e no exterior, em especial
naquelas que atuam na fabricação e comercialização de equipamentos de automações bancária e comercial e
na prestação de serviços.

Setor Financeiro

O Itaú Unibanco é uma companhia aberta que, em conjunto com empresas coligadas e controladas, atua
no Brasil e no exterior, na atividade bancária em todas as modalidades por meio de suas carteiras: comercial,
investimento, crédito imobiliário, crédito, financiamento e investimento e arrendamento mercantil, inclusive as de
operações de câmbio e nas atividades complementares, destacando-se as de Corretagem de Títulos e Valores
Mobiliários e Administração de Cartões de Crédito, Consórcios, Fundos de Investimentos e Carteiras
Administradas.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Desempenho dos Negócios

O lucro líquido recorrente acumulado da Itaúsa de janeiro a dezembro de 2017 foi de R$ 9.120 milhões,
aumento de 5,5% em relação ao ano anterior, com rentabilidade recorrente sobre o patrimônio líquido médio
(ROE) de 18,2%. O lucro líquido no mesmo período atingiu R$ 8.403 milhões com rentabilidade de 16,8%. O
lucro líquido recorrente acumulado da Itaúsa de janeiro a dezembro de 2016 foi de R$ 8.643 milhões, aumento
de 2,7% em relação ao ano anterior, com ROE de 18,6%. O lucro líquido no mesmo período atingiu R$ 8.211
milhões com rentabilidade de 17,7%. O lucro líquido recorrente da Itaúsa, de janeiro a dezembro de 2015,
totalizou R$ 8.416 milhões, representando um crescimento de 11,1% em relação ao mesmo período de 2014 e
com ROE de 20,1%. O lucro líquido no mesmo período atingiu R$ 8.868 milhões, com rentabilidade de 21,2%.
A Itaúsa tem praticado nos últimos anos o repasse da remuneração recebida pelo Itaú Unibanco aos
seus acionistas. Eventualmente, são realizadas chamadas de capital para o pagamento de despesas
administrativas e encargos da holding e manutenção de adequado nível de liquidez.
Em 2017, a remuneração aos acionistas foi de R$ 6,6 bilhões em dividendos/JCP, líquidos de impostos.
O montante é 76,8% superior ao total distribuído no exercício anterior. Em 2016, a remuneração foi de R$ 3,7
bilhões, 37,4% maior que 2015. O payout (dividendos e JCP/lucro líquido da Controladora, excluída a reserva
legal de 5%) em 2017 foi de 83%, aumento de 35 pontos percentuais em relação a 2016 e 51 percentuais em
relação a 2015. O total de dividendos/JCP relativo a 2017, líquidos da chamada de capital (R$ 5,2 bilhões),
representa crescimento de 74,7% sobre o valor líquido do ano anterior (R$ 2,9 bilhões). Em 2015, o total de
dividendos/JCP foi de 2,7 bilhões.

Setor Não Financeiro

Alpargatas

Em 2017, destacaram-se o aumento de market share de Havaianas no mercado interno e abertura de


17 lojas da marca no Brasil e de 27 no exterior, totalizando 622 pontos de venda de Havaianas no mundo. Foram
iniciadas as vendas diretas de sandálias na Argentina e na Colômbia (antes realizadas por distribuidores) e foi
inaugurado um escritório comercial da Companhia em Hong Kong, China.
No encerramento de 2017 a receita líquida consolidada da Alpargatas atingiu R$ 3.721,9 milhões,
redução de 8,2% em relação a 2016 em decorrência do decréscimo no faturamento das operações nos mercados
interno e externo. No Brasil, a redução de 8,3% deveu-se, principalmente, à queda de 11,0% no faturamento do
negócio Sandálias. Nas operações internacionais de sandálias, o crescimento de 5,8% no volume de vendas e
o aumento dos preços médios em dólar proporcionaram incrementos de 7,8% no faturamento em euro e de
18,7% em dólar na exportação. Houve ligeira queda de 1,0% na receita em reais devido à variação cambial. Na
Argentina, a variação positiva de 5,6% na receita em pesos ficou abaixo da inflação local. A valorização do real
frente ao peso argentino reduziu em 14,0% o faturamento em reais. O lucro bruto consolidado de 2017 somou
R$ 1.639,6 milhões e a margem bruta consolidada, de 44,1%, foi praticamente igual à de 2016.
O EBITDA consolidado somou em 2017 R$ 486,2 milhões, valor 15,6% inferior ao de 2016, e a margem
de 13,1% foi 1,1 ponto percentual menor que a do ano passado. No Brasil, o EBITDA de R$ 372,9 milhões subiu
2,0% e a margem, de 15,4 %, foi 1,5 ponto percentual mais alta. O ganho de margem bruta e a maior
produtividade das despesas gerais e administrativas, resultante do programa de contenção de gastos,
contribuíram para esta evolução.

Em 2016, a receita líquida acumulou R$ 4.054,4 milhões, alta de 0,4% na comparação com 2015,
impactada pelo crescimento de 12,1% na receita gerada no Brasil. Destaque foi o aumento de 19,6% no
faturamento do negócio Sandálias no País, decorrente do preço médio maior e dos incrementos de 11,5% e
13,6% no volume de sandálias e no de produtos de extensão de Havaianas, respectivamente.
O EBITDA em 2016 foi de R$ 595,8 milhões, montante 5,8% superior ao de 2015, com crescimento
especificamente no Brasil, de 42,5%. A margem, de 14,7%, subiu 0,7 ponto percentual.
O lucro líquido totalizou R$ 358,4 milhões em 2016, com margem líquida de 8,8%. Desconsiderando-se
o valor não recorrente das despesas com a mudança de controle, o lucro líquido cresceu 25,9% ante 2015, sendo
a geração de EBITDA o fator que mais contribuiu para essa evolução no ano.

Duratex

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

A receita líquida em 2017 totalizou R$ 3.990,9 milhões, 2,1% superior à registrada no mesmo período de
2016. Devido, principalmente, ao maior volume de vendas apurado, à implementação de aumentos de preços
bem-sucedida, e à incorporação dos resultados da Ceusa. Desse montante, R$ 675,5 milhões são oriundos do
mercado externo, cerca de 17% do total das receitas, via exportações e operações da Duratex Colômbia. A
Duratex registrou EBITDA ajustado e recorrente de R$ 760,0 milhões em 2017, um incremento de 11,6% em
relação a 2016, e margem EBITDA de 19,0% ante 17,4% no ano anterior. O lucro líquido consolidado da Duratex
em 2017 foi de R$ 185,0 milhões, resultado bem superior aos R$ 26,2 milhões (impactado positivamente,
principalmente pela venda de terras da Duratex Florestal) apurados em 2016. A dívida líquida da Duratex
encerrou o ano em R$ 2.100,5 milhões, o que representava um índice de alavancagem de 2,76x, no indicador
dívida líquida sobre EBITDA, ante 2,99x no encerramento de 2016.
A receita líquida em 2016 totalizou R$ 3.909,8 milhões, retração de apenas 1,3% comparado com 2015,
mesmo com retração maior de volume (-5,3% na Deca e -2,6% na Madeira). Isto foi reflexo principalmente dos
reajustes de preços praticados em ambas divisões ao longo de 2016. A Duratex registrou em 2016 EBITDA
ajustado e recorrente de R$ 681,0 milhões, retração de 18,6% comparada ao ano anterior, refletindo os impactos
de menores volumes apresentados, mix de produtos com menor valor agregado e uma dinâmica de mercado
ainda desfavorável. Vale ressaltar que o lucro líquido recorrente foi negativo em R$ 12,9 milhões (excluindo
venda de terras), em 2015 foi de R$ 222 milhões. O endividamento líquido da Duratex ao final de 2016 era de
R$ 2.040,7 milhões 6,6% maior que em 2015. Com isso, a alavancagem, dívida líquida sobre o EBITDA, ficou
em 2,99 vezes no acumulado de 2016. Em 2015 este indicador foi de 2,29 vezes.

NTS

Em 2017 a receita líquida da NTS atingiu R$ 4.112 milhões, com EBITDA de R$ 3.723 milhões. A NTS
registrou lucro líquido de R$ 1.809 milhão.
A NTS foi criada em 2017, portanto não há dados comparáveis de 2016 e 2015.

Elekeiroz

A expedição de produtos em 2017 foi 25% superior a 2016, com crescimento de 31% na expedição dos
produtos inorgânicos (responsáveis por 56% das vendas) e alta de 19% nos produtos orgânicos. O lucro bruto
do acumulado de 2017 atingiu R$ 153,4 milhões ante R$ 40,0 milhões registrados em 2016, uma trajetória de
evolução já observada nos trimestres de 2017. Em 2017 a Elekeiroz obteve expressiva recuperação de EBITDA,
em função de maiores volumes e melhores margens, aliados aos esforços de otimização da cadeia produtiva e
à redução de custos e despesas. O EBITDA alcançou R$ 87,8 milhões no encerramento do ano, correspondente
a 9,0% da receita líquida. Em 2017 a Elekeiroz registrou lucro líquido recorrente de R$ 40,0 milhões, versus
prejuízo recorrente de R$ 50,3 milhões em 2016. A receita líquida teve alta de 27% em 2017, atingindo R$ 979
milhões, com destaque para o crescimento de 28% nas vendas internas. A receita líquida manteve o crescimento
verificado nos trimestres anteriores, alavancada por escassez de oferta de inorgânicos, resultando em melhores
preços, e maior competitividade dos orgânicos.

A receita líquida de 2016 atingiu R$ 770,8 milhões, 14% abaixo do mesmo período de 2015. As vendas
internas recuaram 10% e as exportações 46%. O EBITDA foi de R$ 56,4 milhões negativos (R$ 45,5 milhões
positivos em 2015) e o EBITDA recorrente foi R$ 1,1 milhão no ano. No acumulado do ano a Elekeiroz totalizou
prejuízo de R$ 343,7 milhões, sendo R$ 50,3 milhões recorrente (prejuízo de R$ 11,0 milhões em 2015).
Em 27 de dezembro de 2016, a Elekeiroz fez o reconhecimento de redução no valor contábil de
determinados ativos (impairment) bem como outros ajustes contábeis, com impactos significativos nas
demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2016, conforme detalhado a seguir:
 Redução do Valor Contábil de Ativos ao seu Valor Recuperável – Impairment, em montante de R$ 154,8
milhões;
 Baixa de Ativos e Constituição de Provisões relativas às unidades de Plastificantes e Anidrido Ftálico
situadas em Camaçari (BA), descontinuadas em definitivo, no montante de R$ 51,3 milhões;
 Baixa de Ativos relativos a Créditos Fiscais referentes a Imposto de Renda e Contribuição Social, no
montante de R$ 50,5 milhões;
 Complemento de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa em montante de R$ 20,3 milhões.
Os ajustes acima referidos impactaram negativamente o resultado da Elekeiroz no último trimestre e no
exercício de 2016 em R$ 276,9 milhões, reduzindo o patrimônio líquido da Companhia em 31 de dezembro de
2016 para R$ 111,4 milhões.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Itautec

A receita líquida consolidada no exercício de 2017 foi de R$ 1,8 milhão. O prejuízo líquido registrado no
ano foi R$ 22,6 milhões. Em 2016, a Itautec apresentou receita líquida consolidada de R$ 7,9 milhões e prejuízo
líquido de R$ 14,8 milhões. Em 2015, a Itautec apresentou um prejuízo de R$ 19,3 milhões.

Parceria com a OKI Electric Industry Co. Ltd. (“Oki”): em 11.01.2017, a Itautec exerceu a opção de venda
(put option) das 763.740 ações da Oki Brasil Indústria e Comércio de Produtos e Tecnologia em Automação S.A.
(Oki Brasil) pelo montante de R$ 53,4 milhões recebidos da Oki; em consequência, a Itautec passou a deter
1.717.650 ações correspondente a 11,2% do capital da Oki Brasil. Essa participação remanescente será vendida
em janeiro de 2020 por meio do exercício de put option contra a OKI.

Gestão Operacional: a Itautec continua honrando os contratos de garantia e manutenção de


equipamentos relativos à marca Itautec/Infoway, não acarretando qualquer inconveniente a seus clientes.

Setor Financeiro

Itaú Unibanco

Os valores comentados do Itaú Unibanco, quando relacionados às informações contábeis, foram


apurados de acordo com o IFRS (International Financial Reporting Standards) e não estão proporcionalizados
para refletir a participação acionária de 37,41% detida pela Itaúsa direta e indiretamente.

Em 2017, o Itaú Unibanco registrou Lucro Líquido Recorrente de R$ 24,4 bilhões, um aumento de 3,8%
em relação ao ano anterior, impactado pelas menores despesas de provisão para créditos de liquidação
duvidosa. As despesas gerais e administrativas aumentaram 6,3% entre 2017 e 2016, com acréscimo,
principalmente, em remuneração e benefícios e despesas relacionadas a cartões de crédito, sendo que o índice
de eficiência ajustado ao risco foi de 64,0%, 6,1 pontos percentuais menor que em 2016. A carteira de crédito
atingiu R$ 563,9 bilhões ao final de dezembro de 2017, representando aumento de 0,5% em relação a 2016. Já
observamos aumento na demanda por originação e crescimento de algumas carteiras específicas, como
veículos, que registrou no quarto trimestre de 2017 o primeiro aumento desde que adotamos a estratégia de
focar em carteiras com menor riscos em 2012. A gestão estratégica do risco de crédito sustentou a qualidade da
carteira ao longo do ano, que se encerrou com índice de inadimplência de 90 dias 3,1%, uma redução de 0,3
p.p. em relação ao ano anterior.
No ano de 2016, o lucro líquido atribuível aos acionistas controladores foi 9,6% inferior ao reportado no
mesmo período do ano anterior e alcançou R$ 23,3 bilhões. O Itaú Unibanco atingiu uma rentabilidade anualizada
de 20,1% sobre o patrimônio líquido médio. O lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco foi de R$ 23,5 bilhões,
com crescimento de 2,7% em relação ao mesmo período de 2015, e a rentabilidade anualizada recorrente sobre
o patrimônio líquido médio foi de 20,3%.

Apresentamos abaixo os principais indicadores das empresas do portfólio Itaúsa, extraídos das
respectivas Demonstrações Contábeis Consolidadas. O Lucro Líquido, Patrimônio Líquido e ROE correspondem
aos valores atribuíveis aos acionistas controladores.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Setor Financeiro Setor Não Financeiro Em R$ Milhões


Janeiro a
Dezembro

2017 1.434.969 3.853 9.465 10.024 458 65.580


Ativos Totais
2016 1.353.241 3.782 9.341 n.d 434 59.020
2015 1.276.415 3.763 9.008 n.d 763 54.830
(1) 2017 189.625 3.722 3.991 4.112 979 13.532
Receitas Operacionais
2016 208.274 4.054 3.910 n.d 771 13.266
2015 173.428 4.039 3.963 n.d 894 13.942
2017 23.903 362 185 1.809 48 8.403
Lucro Líquido
2016 23.263 362 24 n.d (344) 8.211
2015 25.740 272 192 n.d (11) 8.994
2017 134.840 2.186 4.715 3.943 151 53.229
Patrimônio Líquido (PL)
2016 122.582 1.976 4.570 n.d 111 47.729
2015 112.252 1.840 4.616 n.d 455 47.871
Rentabilidade Anualizada sobre o 2017 19,7% 17,1% 4,0% 45,1% 38,0% 16,8%
PL Médio (%) (2) 2016 20,1% 18,9% 0,5% n.d -93,0% 17,7%
2015 24,8% 14,8% 0,6% n.d -2,4% 21,2%
(1) As Receitas Operacionais por área de atuação foram obtidas conforme segue:
- Itaú Unibanco Holding: Receita de Juros e Rendimentos, Receita de Dividendos, Ganho (Perda) Líquido com Investimento em Títulos e Derivativos, Receita de
Prestação de Serviços, Resultados de Operações de Seguros, Previdência e Capitalização antes das Despesas com Sinistros e de Comercialização e Outras
- Alpargatas, Duratex, Elekeiroz e NTS: vendas de produtos e serviços.
(2) Representa a relação entre o Lucro Líquido do período e o Patrimônio Líquido Médio ((dez + set + jun + mar + dez'16)/5).
(3) Refere-se aos recursos provenientes das operações obtidos pela Demonstrações do Fluxo de Caixa.

b) Estrutura de capital

A atual estrutura de capital da Itaúsa é adequada e consistente com sua estratégia de expansão de
negócios.

Abaixo, a composição e a movimentação das classes das ações do capital integralizado e conciliação
dos saldos no final do exercício:

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Nos últimos 3 exercícios sociais, os ativos da Itaúsa foram fundamentalmente financiados por meio de
capital próprio, conforme abaixo:
Balanço Patrimonial Individual
(Valores em milhões de Reais)
% em % em % em
relação ao relação ao relação ao
31.12.2017 31.12.2016 31.12.2015
Passivo Passivo Passivo
Total Total Total
Patrimônio Líquido 53.229 92,10% 47.729 93,82% 44.847 95,40%
Capital de Terceiros de Curto Prazo (1) 1.871 3,24% 2.319 4,56% 1.563 3,30%
Capital de Terceiros de Longo Prazo (2) 2.697 4,67% 825 1,62% 601 1,30%
Passivo Total 57.797 100,00% 50.873 100,00% 47.011 100,00%
(1) Passivo Circulante
(2) Passivo Total excluindo-se o Patrimônio Líquido e Capital de Terceiros de Curto Prazo

c) Capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos

Para melhor entendimento da capacidade de pagamento da Emissora em relação aos seus


compromissos financeiros assumidos, informamos abaixo o índice de liquidez geral da Companhia:

Índice 2017 2016 2015


Liquidez Geral 0,7 1,0 1,3

Ao longo dos anos, como se pode observar no quadro acima, a situação financeira da Itaúsa em relação
à sua capacidade de pagamento em longo prazo apresenta situação muito confortável em relação aos
compromissos assumidos, que são representados, basicamente, por dividendos e juros sobre o capital próprio a
pagar.

Dentre os investimentos da Itaúsa, a Companhia entende que as atuais condições financeiras e


patrimoniais das suas investidas são suficientes para o desenvolvimento de seus negócios em todas suas áreas
de atuação, assim como, as investidas não possuem passivos contingentes para os quais a Itaúsa esteja
significativamente exposta.

O índice de liquidez geral foi obtido da somatória do Caixa e Equivalentes de Caixa, Ativos Financeiros
Mantidos para Negociação, Outros Ativos Financeiros, Ativos Fiscais e Outros Ativos, dividida pelo Total do
Passivo. Estes dados foram extraídos do Balanço Patrimonial Individual.

d) Fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes


utilizadas

Em maio de 2017, houve emissão de debêntures não conversíveis em ações, no montante de R$ 1,2
bilhão, de maneira a repor a situação de caixa da Itaúsa em razão do investimento realizado na aquisição de
ações e debêntures da Nova Transportadora do Sudeste S.A. – NTS e na aquisição de ações próprias para a
tesouraria.

Em 2016 e 2015 não foram efetuadas captações no mercado.

e) Fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes que
pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez

Em julho de 2017, a Diretoria da Itaúsa aprovou a realização da Emissão de Notas Promissórias pela
Companhia, no valor total de até R$ 1,8 bilhão, destinados ao reforço do capital de giro da Companhia.

A Itaúsa, de acordo com seu planejamento financeiro, não utilizou esta fonte de financiamento até o
momento, por não apresentar deficiência de liquidez.

f) Níveis de endividamento e as características de tais dívidas

A seguir o nível de endividamento da Itaúsa:

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Índice 2017 2016 2015


Nível de Endividamento 7,90% 6,18% 4,60%

A emissão dessas debêntures impactou no endividamento, no entanto, a Itaúsa se mantém confortável


com relação ao compromisso assumido.

Analisando os índices apresentados desde 2015, pode-se observar que a Emissora utiliza pouco capital
de terceiros, uma vez que o passivo individual da Itaúsa é composto basicamente por Dividendos e Juros sobre
Capital Próprio, que são repassados em sua totalidade aos acionistas da Companhia, bem como obrigações
fiscais que incidem sobre esses valores.

O nível de endividamento foi obtido pela relação percentual entre: Total do Passivo e o Total do Passivo
adicionado ao Patrimônio Líquido, extraídos do Balanço Patrimonial Individual.

i. Contratos de empréstimo e financiamento relevantes


 Debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor de R$ 1,2 bilhão. O prazo das
Debêntures é de 7 anos contados da Data de Emissão, vencendo-se, portanto, em 24
de maio de 2024. O Valor Nominal Unitário das Debêntures será amortizado em 3
parcelas anuais e sucessivas devidas em 2022,2023 e 2024. O Valor Nominal Unitário
das Debêntures não será atualizado monetariamente. Sobre o saldo devedor do Valor
Nominal Unitário das Debêntures incidirão juros remuneratórios correspondentes a
106,9% da Taxa DI;
 Empréstimo CCB (cédula de crédito bancária) com o Banco Safra S.A., no valor de R$
200 milhões ao custo de 108% do CDI;
 Obrigações com controlada (mútuo) de R$ 301 milhões com a Itaúsa Empreendimentos
S.A.

ii. Outras relações de longo prazo com instituições financeiras


Não aplicável, conforme descrito acima.

iii. Grau de subordinação entre as dívidas


Debêntures simples, não conversíveis em ações, em série única, da espécie quirografária, da
Companhia, sem garantia e sem preferência.

iv. Eventuais restrições impostas ao emissor, em especial, em relação a limites de


endividamento e contratação de novas dívidas, à distribuição de dividendos, à alienação
de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à alienação de controle societário,
bem como se o emissor vem cumprindo essas restrições
Não aplicável, conforme descrito acima.

g) Limites de utilização dos financiamentos contratados e percentuais já utilizados


Não houve.

h) Alterações significativas em cada item das demonstrações financeiras


Por ser uma holding, as movimentações da Itaúsa são, basicamente, decorrentes de investimentos,
dividendos e juros sobre o capital próprio a pagar e a receber e de aplicações financeiras.

A seguir as principais variações em contas do Balanço Patrimonial e na Demonstração do Resultado do


Exercício:

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

2017 X 2016
(Valores em milhões de reais)
Balanço Patrimonial Individual 31.12.2017 31.12.2016 Variação em %
Caixa e Equivalentes de Caisa 71 666 -89%
Ativos Financeiros Mantidos para Negociação 52 310
Ativos Financeiros Disponíveis para Venda 943 -
Ativos Financeiros Mantidos até o Vencimento 444 -
Outros Ativos Financeiros 692 1.040 -33%
Investimentos 53.962 47.138 14%
Imobilizado 88 85 4%
Ativos Intangíveis 460 460 0%
Ativos Fiscais 1.078 1.168 -8%
Outros Ativos 7 6 17%
Total do Ativo 57.797 50.873 14%
Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio 1.334 2.028 -34%
Debêntures 1.208 -
Emprestimos e Financiamentos 501 -
Provisões 1.244 821 52%
Obrigações Fiscais 30 290 -90%
Outros Passivos 251 5 4920%
Patrimônio Líquido 53.229 47.729 12%
Total do Passivo e Patrimônio Líquido 57.797 50.873 14%

Demonstração do Resultado do Exercício 2017 2016 Variação em %


Resultado Financeiro -42 67 -163%
Receitas - Despesas Operacionais (30) (19) 58%
Despesas Tributárias (308) (288) 7%
Resultado de Equivalência Patrimonial 8.650 8.246 5%
Imposto de Renda e Contribuição Social 133 205 -35%
LUCRO LÍQUIDO 8.403 8.211 2%

2016 X 2015
(Valores em milhões de reais)

Balanço Patrimonial Individual 12.31.2016 12.31.2015 Variation in %


Ativos Financeiros 2.016 2.016 0%
Investimentos 47.138 43.641 8%
Imobilizado 85 85 0%
Ativos Intangíveis 460 460 0%
Ativos Fiscais 1.168 804 45%
Outros Ativos 6 5 20%
Total do Ativo 50.873 47.011 8%
Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio 2.028 1.444 40%
Provisões 821 595 38%
Obrigações Fiscais 290 117 148%
Outros Passivos 5 8 -38%
Patrimônio Líquido 47.729 44.847 6%
Total do Passivo e Patrimônio Líquido 50.873 47.011 8%

Demonstração do Resultado do Exercício 2016 2015 Variation in %


Resultado Financeiro 67 98 -32%
Receitas - Despesas Operacionais (19) (28) -32%
Despesas Tributárias (288) (227) 27%
Resultado de Equivalência Patrimonial 8.246 9.092 -9%
Imposto de Renda e Contribuição Social 205 (67) -406%
LUCRO LÍQUIDO 8.211 8.868 -7%

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Como holding, a Itaúsa tem seu resultado composto, basicamente, pelo resultado de equivalência
patrimonial, apurado a partir do resultado de suas controladas.

Os investimentos da Itaúsa foram movimentados, basicamente, pelos recebimentos de dividendos, juros


sobre o capital próprio, pelo resultado de participação em controladas e de aquisição de 27,12% do capital total
da Alpargatas S.A.

Em 12 de julho de 2017, a Itaúsa firmou, em conjunto com a Brasil Warrant Administração de Bens e
Empresas S.A. (“BW”) e Cambuhy Investimentos Ltda. (“Cambuhy”), contrato de compra de 54,24% do capital
da Alpargatas S.A., sendo que a Itaúsa passou a deter, após a conclusão da operação, 27,12% do capital total
da Alpargatas. Esse percentual é representado por 103.623.035 ações ordinárias (42,889% do total de ações
ordinárias) e 23.968.521 ações preferenciais (10,474% das ações preferenciais).

A transação foi concluída em 20 de setembro de 2017, com o desembolso pela Itaúsa de R$ 1.740 e
assinatura de Acordo de Acionistas entre a Itaúsa, a BW e Cambuhy para gestão compartilhada da Alpargatas.
Esse acordo contém, entre outras disposições, indicação majoritária e paritária de membros no Conselho de
Administração da Alpargatas.

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10.2 - Resultado operacional e financeiro

a) Resultados das operações do emissor, em especial

i. Descrição de componentes importantes da receita

Como holding, a Itaúsa tem suas receitas originadas, basicamente, do resultado de equivalência
patrimonial.

ii. Fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais

Como mencionado no item anterior, os resultados da Itaúsa provêm, principalmente, da receita de


equivalência patrimonial.

A seguir informamos o resultado na Itaúsa decorrente das participações em suas controladas diretas e
indiretas e de entidades sob controle conjunto:

Resultado de Equivalência Patrimonial


(em R$ milhões)

Ano 2017 2016 2015


Itaú Unibanco Holding S.A. 6.172 5.979 6.098
IUPAR - Itaú Unibanco Participações S.A. 2.374 2.605 2.971
Alpargatas S.A. 19 0 0
Duratex S.A. 68 9 65
Elekeiroz S.A. 46 (332) (11)
Itautec S.A. (23) (20) (31)
Itaúsa Empreendimentos S.A. (6) 5 (1)
ITH Zux Cayman Company Ltd. 0 0 1
TOTAL 8.650 8.246 9.092

b) Variações das receitas atribuíveis a modificações de preços, taxas de câmbio, inflação, alterações
de volumes e introdução de novos produtos e serviços

A Itaúsa, como holding, não tem variações das receitas diretamente atribuíveis a modificações de preços,
taxas de câmbio, inflação, alterações de volumes e introdução de novos produtos e serviços, no entanto, é
afetada pelos efeitos destas variações nos resultados de suas principais controladas, diretas e indiretas.

c) Impacto da inflação, da variação de preços dos principais insumos e produtos, do câmbio e da


taxa de juros no resultado operacional e no resultado financeiro do emissor, quando relevante

A Itaúsa, como holding, não sofre impacto da inflação, da variação de preços dos principais insumos e
produtos, do câmbio e da taxa de juros no resultado operacional e no resultado financeiro, no entanto, é afetada
pelos efeitos destas variações nos resultados de suas principais controladas: diretas e indiretas.

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10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações


financeiras
a) Introdução ou alienação de segmento operacional
Em 04.04.2017, a Itaúsa comunicou a aquisição de participação na Nova Transportadora do Sudeste
S.A. – NTS (“NTS”), empresa controlada pela Nova Infraestrutura Fundo de Investimentos em Participações,
fundo gerido pela Brookfield Brasil Asset Management Investimentos Ltda. A NTS é detentora de autorizações
para operação de 2.050 km de gasodutos na região Sudeste e tem 100% da sua capacidade de transporte de
158,2 milhões de m³ por dia contratada com a Petróleo Brasileiro S.A.
Em 20.09.2017 a Itaúsa adquiriu conjuntamente com Brasil Warrant Administração de Bens e Empresas
S.A. e Cambuhy Investimentos Ltda. o controle da Alpargatas S.A. A Alpargatas é líder no setor de calçados na
América Latina e proprietária de marcas desejadas, como “Havaianas” e “Osklen”, entre outras, além de possuir
licença exclusiva da marca “Mizuno” no Brasil e alguns países da América Latina. Possui fábricas no Brasil e na
Argentina, escritórios comerciais nos Estados Unidos e na Europa e exporta para mais de 100 países.
A Itaúsa não introduziu ou alienou segmento operacional nos anos de 2016 e 2015.

b) Constituição, aquisição ou alienação de participação societária


NTS: O valor do investimento pela Itaúsa nesta aquisição foi de US$ 292,3 milhões e resultou em uma
participação final de 7,65% no capital social da NTS. Do valor investido, R$ 696,9 milhões foram pagos em
04.04.2017 e US$ 72,3 milhões serão pagos em 5 anos. Além da participação na NTS, a Itaúsa também adquiriu
do FIP debêntures conversíveis em ações emitidas pela NTS, com vencimento em 10 (dez) anos e no valor total
de R$ 442,1 milhões.
Alpargatas: A Itaúsa adquiriu 27,12% do capital total da Alpargatas, representado por 103.623.035 ações
ordinárias (42,89% das ONs) e 23.968.521 ações preferenciais (10,47% das PNs), desembolsando o montante
de cerca de R$ 1,7 bilhão, sendo o preço por ação equivalente a R$ 14,17 por ação ordinária e R$ 11,32 por
ação preferencial.
Não ocorreram alterações nas participações da Itaúsa em 2016 e 2015.

c) Eventos ou operações não usuais


A fim de possibilitar adequada análise das demonstrações contábeis do período, a Itaúsa apresenta o
Lucro Líquido com exclusão dos principais efeitos não recorrentes, líquidos dos respectivos efeitos fiscais,
conforme segue:

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10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações


financeiras
Reconciliação do lucro líquido recorrente

(Valores em milhões de reais)


2017 x 2016
Exercício 2017 2016
Lucro Líquido 8.403 8.211
Inclusão / (Exclusão) dos Efeitos não Recorrentes 717 432
Próprio 108 -
Provisão para Contingência Fiscal 108 -
Decorrentes de Participação Acionária no Itaú Unibanco Holding 589 170
Movimentação de Ações em Tesouraria 403 76
Alienação das Ações IRB (58) -
Fundo Previdenciário - (49)
Programa de Pagamento ou Parcelamento de Tributos - (5)
Provisão para Contingências Cíveis - Planos Econômicos 38 84
Provisão para Contingências Fiscais e Previdenciárias 85 2
Provisão para Gastos com a Integração do Citibank 104 -
Realização de Ativos e Redução ao Valor Recuperável 57 68
Teste de Adequação do Passivo (28) -
Outros (12) (6)
Decorrentes de Participação Acionária nas demais empresas controladas 20 262
Alpargatas 29 -
Duratex (2) (13)
Elekeiroz (7) 283
Itautec - (7)
Itaúsa Empreendimentos - (1)
Lucro Líquido Recorrente 9.120 8.643

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10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações


financeiras Reconciliação do lucro líquido recorrente

(Valores em milhões de reais)


2016 x 2015
Exercício 2016 2015
Lucro Líquido 8.211 8.868
Inclusão / (Exclusão) dos Efeitos não Recorrentes 432 (452)
Próprio - 142
Amortização de Ágios - 142
Decorrentes de Participação Acionária no Itaú Unibanco Holding 170 (587)
Movimentação de Ações em Tesouraria 76 477
Amortização de Ágios - 14
Fundo Previdenciário - 49
Majoração da Alíquota da CSLL - (1.465)
Majoração da Alíquota - Porto Seguro S.A - (6)
Programa de Pagamento ou Parcelamento de Tributos - (14)
Provisão para Contingências 86 260
Redução ao Valor Recuperável - 19
Outros 8 79
Decorrentes de Participação Acionária nas demais empresas controladas 262 (7)
Duratex (13) 11
Elekeiroz - impairment e outros ajustes contábeis 267 0
Elekeiroz 16 (18)
Itautec (7) -
Itaúsa Empreendimentos (1) 0
Lucro Líquido Recorrente 8.643 8.416

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10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do


auditor
a) Mudanças significativas nas práticas contábeis

Demonstrações contábeis consolidadas


As demonstrações contábeis consolidadas da Itaúsa e suas controladas foram elaboradas e estão sendo
apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo
Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovadas pela Comissão de Valores Mobiliarios (CVM), bem
como pelas normas internacionais de relatórios financeiros (International Financial Reporting Standards – IFRS).

Demonstrações contábeis individuais


As demonstrações contábeis individuais foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no
Brasil emitidas pelo CPC e são apresentadas em conjunto com as demonstrações contábeis consolidadas.
A preparação das demonstrações contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e
também o exercício de julgamento por parte da Administração no processo da aplicação das políticas contábeis
da Itaúsa e de suas controladas. Aquelas áreas que requerem maior nível de julgamento e tem maior
complexidade, bem como as áreas nas quais as premissas e estimativas são significativas para as
demonstrações contábeis consolidadas estão divulgadas na Nota 2.3. – Estimativas Contábeis Críticas e
Julgamentos da Nota Explicativa integrante das Demonstrações Contábeis.
A apresentação da Demonstração do Valor Adicionado (DVA), individual e consolidada, é requerida pela
legislação societária brasileira e pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis a companhias abertas.
As IFRS, não requerem a apresentação dessa demonstração. Como consequência, pelas IFRS, essa
demonstração está apresentada como informação suplementar, sem prejuízo do conjunto das demonstrações
contábeis.

b) Efeitos significativos das alterações em práticas contábeis


Em 2017, 2016 e 2015, não ocorreram mudanças significativas das práticas contábeis.

c) Ressalvas e ênfases presentes no parecer do auditor


Não houve ressalva e ênfase no parecer do auditor em relação às Demonstrações Contábeis de 2017,
2016 e 2015.

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10.5 - Políticas contábeis críticas

Geral
As principais práticas contábeis que adotamos estão descritas na Nota 2 de nossas demonstrações
contábeis para as datas-base de 31/12/2017, 31/12/2016 e 31/12/2015. A preparação das demonstrações
contábeis individuais e consolidadas em conformidade com os CPCs envolve certas estimativas e premissas
derivadas de nossa experiência histórica e de vários outros fatores que consideramos razoáveis e relevantes
que afetam os saldos de ativos e passivos e passivos contingentes divulgados na data das demonstrações
contábeis, bem como os montantes divulgados de receitas, despesas, ganhos e perdas durante os períodos
apresentados e em períodos subsequentes, pois os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles apurados
de acordo com tais estimativas e premissas. Apesar de revisarmos continuamente essas estimativas e premissas
no curso normal de nossos negócios, a apresentação da nossa condição financeira e do resultado de nossas
operações frequentemente exige que façamos julgamentos em assuntos que são inerentemente incertos. Os
pontos abaixo descrevem as áreas que exigem a maioria dos julgamentos ou que envolvem um alto grau de
complexidade na aplicação das políticas contábeis que afetam atualmente a nossa condição financeira e o
resultado de nossas operações.

Uso de Estimativas e Premissas


A preparação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas em conformidade com os CPCs,
exige que a Administração realize estimativas e utilize premissas que afetam os saldos de ativos, passivos e
passivos contingentes divulgados na data das demonstrações contábeis consolidadas, bem como os montantes
divulgados de receitas, despesas, ganhos e perdas durante os períodos apresentados e em períodos
subsequentes, pois os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles apurados de acordo com tais
estimativas e premissas.
Todas as estimativas e as premissas utilizadas pela Administração estão em conformidade com os CPCs
e são as melhores estimativas atuais realizadas em conformidade com a norma aplicável. As estimativas e os
julgamentos são continuamente avaliados e consideram a experiência passada e outros fatores.
As demonstrações contábeis incluem diversas estimativas e premissas utilizadas. As estimativas
contábeis e premissas críticas que apresentam impacto mais significativo nos valores contábeis de ativos e
passivos, estão descritas abaixo:

Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos


Ativos fiscais diferidos são reconhecidos somente em relação as diferenças temporárias e prejuízos
fiscais a compensar na medida em que se considera provável que a ITAÚSA e suas controladas irão gerar lucro
tributável futuro para sua realização. A realização esperada do crédito tributário da ITAÚSA e de suas controladas
é baseada na projeção de receitas futuras e outros estudos técnicos. O montante de ativo fiscal diferido em
31/12/2017 era de R$ 1.158 milhões (R$ 961 milhões em 31/12/2016).

Valor justo de instrumentos financeiros, incluindo derivativos


O Valor Justo de Instrumentos Financeiros, incluindo Derivativos, é determinado mediante o uso de
técnicas de avaliação. Esse cálculo é baseado em premissas, que levam em consideração o julgamento da
administração da ITAÚSA e suas controladas com base em informações e condições de mercado existentes na
data do balanço.
Na Itaúsa e suas controladas classificamos as mensurações de valor justo usando a hierarquia de valor
justo que reflete a significância por relevância dos inputs usados no processo de mensuração. A hierarquia do
valor justo deve ter os seguintes níveis:
 Nível 1: preços cotados (não ajustados) em mercados ativos para ativos e passivos idênticos;
 Nível 2: informações, além dos preços cotados, incluídas no nível 1, que são adotadas pelo mercado para o
ativo ou passivo, seja diretamente (ou seja, como preços) ou indiretamente (ou seja, derivados dos preços);
 Nível 3: inserções para os ativos ou passivos que não são baseadas nos dados adotados pelo mercado (ou
seja, inserções não-observáveis).
Pressupõe-se que os saldos de caixa e equivalente de caixa, depósitos vinculados, contas a receber de
clientes, contas a pagar aos fornecedores, pelo valor contábil menos a perda (impairment) e os empréstimos,
financiamentos e debêntures, estejam próximo de seus valores justos. O valor justo dos demais ativos e passivos
financeiros para fins de divulgação é estimado mediante desconto dos fluxos de caixa contratual futuros pela
taxa de juros vigente no mercado, que está disponível para ITAÚSA e suas controladas para instrumentos
financeiros similares.

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10.5 - Políticas contábeis críticas


Acreditamos que todas as metodologias adotadas são apropriadas e consistentes com os participantes
do mercado e que independentemente disso, a adoção de outras metodologias ou o uso de pressupostos
diferentes para apurar o valor justo pode resultar em estimativas diferentes dos valores justos.

Provisões, Ativos e Passivos contingentes


A Itaúsa e suas controladas revisam periodicamente suas contingências. Essas contingências são
avaliadas com base em nossas melhores estimativas, levando em consideração o parecer de assessores legais
quando houver probabilidade que recursos financeiros sejam exigidos para liquidar as obrigações e que o
montante das obrigações possa ser razoavelmente estimado.
As contingências classificadas como Perdas Prováveis são reconhecidas no Balanço Patrimonial na
rubrica Provisões.
Utilizamos modelos e critérios para quantificar os valores das contingências que permitam a sua
mensuração de forma adequada, apesar da incerteza inerente aos prazos e valores.
O valor contábil dessas provisões em 31/12/2017 era de R$ 1.471 milhões (R$ 1.041 milhões em
31/12/2016).

Risco de variação do valor justo dos ativos biológicos


Adotamos várias estimativas para avaliar as reservas florestais de acordo com a metodologia
estabelecida pelo CPC 29 / IAS 41 – “Ativo biológico e produto agrícola". Nossas estimativas foram baseadas
em referências de mercado, as quais estão sujeitas a mudanças de cenário que poderão impactar as informações
contábeis consolidadas. Nesse sentido, conforme nossas estimativas, uma queda de 5% nos preços de mercado
da madeira em pé provocaria uma redução do valor justo dos ativos biológicos da ordem de R$ 56 milhões,
líquido dos efeitos tributários. Caso a taxa de desconto apresentasse uma elevação de 0,5%, provocaria uma
redução no valor justo dos ativos biológicos da ordem de R$ 12 milhões, líquido dos efeitos tributários.

Benefícios de planos de previdência


O valor atual dos ativos relacionados a planos de previdência depende de uma série de fatores que são
determinados com base em cálculos atuariais, que utilizam uma série de premissas. Entre essas premissas que
utilizamos na determinação dos valores está a taxa de desconto e condições atuais de mercado. Quaisquer
mudanças nessas premissas afetarão os correspondentes valores contábeis.
As controladas da ITAÚSA no Brasil fazem parte do grupo de patrocinadoras da Fundação Itaúsa
Industrial (Fundação), entidade sem fins lucrativos, que tem como finalidade administrar planos privados de
concessão de benefícios de pecúlios ou de renda complementares ou assemelhados aos da Previdência Social.
A Fundação administra o Plano de Contribuição Definida – PAI – CD (“Plano CD”) e o Plano de Benefícios
Definido - BD (“Plano BD”).
Os colaboradores contratados pelas empresas da Área Industrial e de Serviços contam com a opção de
participar voluntariamente do Plano de Contribuição Definida – PAI – CD, administrado pela Fundação Itaúsa
Industrial.

(a) Plano de Contribuição Definida – Plano CD: Este plano é oferecido a todos os colaboradores das
patrocinadoras, e contava em 31 de dezembro de 2017 com 8.736 participantes (8.940 em 31 de dezembro de
2016).

No Plano CD – PAI (plano de aposentadoria individual) não há risco atuarial e o risco dos investimentos
é dos participantes.

Fundo Programa Previdencial


As contribuições das patrocinadoras que permaneceram no plano em decorrência dos participantes
terem optado pelo resgate ou pela aposentadoria antecipada, formaram o fundo programa previdencial, que de
acordo com regulamento do plano, vem sendo utilizado para compensação das contribuições das patrocinadoras.

O montante registrado no balanço patrimonial na rubrica Outros Ativos Financeiros no total de R$ 123
milhões (R$ 117 milhões em 31 de dezembro 2016). Foi reconhecido no resultado do período a receita de R$ 6
milhões (despesa de R$ 2 de 01/01/2016 a 31/12/2016).

(b) Plano de Benefício Definido – Plano BD: É um Plano que tem como finalidade básica a concessão de
benefícios que, sob a forma de renda mensal vitalícia, se destina a complementar, nos termos de seu

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10.5 - Políticas contábeis críticas


regulamento, os proventos pagos pela Previdência Social. Este plano encontra-se em extinção, assim
considerado por vedar o acesso de novos participantes.

O plano abrange os seguintes benefícios: a complementação de aposentadoria, por tempo de


contribuição, especial, por idade, invalidez, renda mensal vitalícia, prêmio por aposentadoria e pecúlio por morte.

Em 31 de dezembro de 2017, o saldo a receber decorrente da destinação de parte da reserva especial


do Plano BD às patrocinadoras, registrado no balanço patrimonial da rubrica Outros Ativos Financeiros, era de
R$ 9 milhões (R$ 14 milhões em 31/12/2016), a ser realizado em 18 (dezoito) parcelas mensais.

Perda (impairment) estimada do ágio


Os ágios gerados pela diferença positiva entre o valor pago ou a pagar ao vendedor e o valor justo dos
ativos identificados e passivos assumidos são testados, pela Itaúsa e suas controladas, anualmente ou se houver
alguma evidência objetiva. O ágio não está sujeito à amortização.
O ágio é considerado deteriorado e as perdas por impairment são incorridas somente se há evidência
objetiva de que o valor contábil pode não ser recuperável, como resultado de um ou de mais eventos ocorridos
após o reconhecimento inicial do ágio e aquele evento de perda tem um impacto nos fluxos de caixa futuros
estimados. Nesse sentido são considerados os efeitos de obsolescência, demanda, concorrência e outros fatores
econômicos.
Consideramos ainda que o saldo poderá ser impactado por mudanças no cenário macroeconômico ou
mercadológico.

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10.6 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras

a) Os ativos e passivos detidos pelo emissor, direta ou indiretamente, que não aparecem no seu
balanço patrimonial (off-balance sheet items), tais como
i. Arrendamentos mercantis operacionais, ativos e passivos
ii. Carteiras de recebíveis baixadas sobre as quais a entidade mantenha riscos e
responsabilidades, indicando respectivos passivos
iii. Contratos de futura compra e venda de produtos ou serviços
iv. Contratos de construção não terminada
v. Contratos de recebimentos futuros de financiamentos
Não há ativos e passivos detidos pela Emissora que não aparecem no seu balanço patrimonial e não há
itens relevantes que não estejam devidamente e adequadamente evidenciados nas Demonstrações Contábeis
e nas respectivas Notas Explicativas da Itaúsa.
b) Outros itens não evidenciados nas demonstrações financeiras
Não há.

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10.7 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras

a) Como tais itens alteram ou poderão vir a alterar as receitas, as despesas, o resultado operacional,
as despesas financeiras ou outros itens das demonstrações financeiras do emissor
Não há.

b) Natureza e o propósito da operação


Não há.

c) Natureza e montante das obrigações assumidas e dos direitos gerados em favor do emissor em
decorrência da operação
Não há.

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10.8 - Plano de Negócios

a) Investimentos, incluindo
i. Descrição quantitativa e qualitativa dos investimentos em andamento e dos investimentos
previstos
ii. Fontes de financiamento dos investimentos
iii. Desinvestimentos relevantes em andamento e desinvestimentos previstos
A Itaúsa tem por objeto participar de outras empresas e está sempre considerando alternativas para
expandir suas operações na área industrial e na área de serviços financeiros que agreguem valor a seus
acionistas. Caso oportunidades surjam, mesmo que a preços não atraentes, elas serão rigorosamente avaliadas
considerando os riscos envolvidos, especialmente em função do negócio avaliado, do seu mercado e do país em
que este se situa.
Os riscos que podem influenciar o plano de negócios da Itaúsa estão descritos em detalhe no Formulário
de Referência da Companhia, itens 4.1 e 4.2. A Itaúsa apresenta no Formulário de Referência os principais riscos
que considera relevantes para os negócios. Trata-se de lista não exaustiva, que compila apenas os riscos que,
no julgamento da Companhia, são atualmente os mais relevantes. Contudo, os resultados da Itaúsa, bem como
o valor dos valores mobiliários de sua emissão, podem ser, ainda, afetados negativamente por outros riscos que,
na visão da Companhia, possuem menor relevância ou mesmo por riscos desconhecidos, e que, portanto, não
estão descritos no Formulário de Referência.

b) Desde que já divulgada, indicar a aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos
que devam influenciar materialmente a capacidade produtiva do emissor
A Itaúsa, como uma holding, não teve aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que
possam influenciar a sua capacidade produtiva e não participa, diretamente, no plano de negócio de suas
principais controladas: diretas e indiretas e entidades sob controle conjunto.

c) Novos produtos e serviços, indicando


i. Descrição das pesquisas em andamento já divulgadas
ii. Montantes totais gastos pelo emissor em pesquisas para desenvolvimento de novos
produtos ou serviços
iii. Projetos em desenvolvimento já divulgados
iv. Montantes totais gastos pelo emissor no desenvolvimento de novos produtos ou serviços
Sendo a Emissora uma holding, não há novos produtos e serviços no plano de negócios da Itaúsa.

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10.9 - Outros fatores com influência relevante

Todos os fatores que influenciam de maneira relevante o desempenho da Itaúsa foram comentados nos
demais itens desta seção.

Contudo, cabe comentar que, em 10.01.2014, a Itautec comunicou ao mercado que formalizou e concluiu
com a Oki Electric Industry Co. Ltd. (Oki) a parceria estratégica nos segmentos de Automações e Serviços
Tecnológicos, tendo a Oki adquirido 70% (setenta por cento) das participações que a Itautec S.A. e a Itautec
Participações e Comércio S.A. detinham na empresa nomeada “BR Indústria e Comércio de Produtos e
Tecnologia em Automação S.A.” (atual “Oki Brasil”).

Em 14.01.2014, a Assembleia Geral dos Acionistas da Itautec deliberou sobre a mudança do objeto
social da Itautec, passando o Artigo 2º do Estatuto Social a ter a seguinte redação:

“Art. 2º - OBJETO - A sociedade tem por objeto participar do capital de outras sociedades no
País e no exterior, em especial naquelas que atuam na fabricação e comercialização de equipamentos
de automações bancária e comercial e na prestação de serviços.
2.1. Disposição Transitória – Em face de Fato Relevante divulgado em 15.05.2013, a unidade de
computação da sociedade será paulatinamente desativada, sem qualquer prejuízo ao cumprimento
integral de todos os contratos e obrigações de fornecimento, manutenção e garantia dos equipamentos
da marca Itautec/InfoWay, bem como o atendimento ao consumidor e os serviços associados a essa
manutenção. Em decorrência, a sociedade poderá transitoriamente comercializar, licenciar, alugar e
importar máquinas e equipamentos de informática, componentes, subconjuntos, acessórios,
complementos, materiais de consumo e softwares, bem como prestar serviços de instalação, assistência
técnica presencial ou remota e manutenção dos produtos por ela comercializados.”.

Em reunião de 25.02.2015, o Conselho de Administração aprovou a intenção da Itautec em exercer a put


option (opção de venda) dos 30% de participação que possui na Oki Brasil Indústria e Comércio de Produtos e
Tecnologia em Automação S.A. (“Oki Brasil”), a ocorrer em janeiro de 2017, conforme previsto no Acordo de
Acionistas. Desta forma, a partir de fevereiro de 2015 o investimento da Itautec no capital social da Oki Brasil
passou a ser classificado contabilmente como “Ativo Não Circulante Mantido para Venda”.

Durante o ano de 2015, a Itautec praticamente realizou o estoque remanescente destinado à venda.

Em 26.02.2016, as partes aditaram o Acordo de Acionistas de modo que a Itautec subscreveu 1.717.650
novas ações em aumento de capital da Oki Brasil, passando a deter 2.481.390 ações (16,227865949% do capital
da Oki Brasil). Posteriormente, em reunião de 31.03.2016, o Conselho de Administração da Itautec aprovou a
intenção de exercer também a opção de venda dessas 1.717.650 novas ações da Oki Brasil (additional put
option), a ocorrer em janeiro de 2020, conforme previsto no Aditamento ao Acordo de Acionistas.

Em 11.01.2017 a Itautec exerceu a opção de venda (put option) das 763.740 ações da Oki Brasil pelo
montante de R$ 53.350 mil, recebidos da Oki nesta data; em consequência, Itautec passou a deter 1.717.650
ações (11,23313706% do capital da Oki Brasil).

A Itautec continua honrando os contratos de garantia e manutenção de equipamentos relativos à marca


Itautec/Infoway, não acarretando qualquer inconveniente a seus Clientes.

Cabe comentar, ainda, que a Itaúsa informou em 27.12.2016 que sua controlada Elekeiroz comunicou
ao mercado que faria o reconhecimento de redução no valor contábil de determinados ativos (impairment), bem
como a realização de outros ajustes contábeis na elaboração das suas demonstrações contábeis do exercício
de 2016. Tal reconhecimento impactou negativamente o resultado e o patrimônio líquido individuais da Itaúsa do
último trimestre de 2016 em R$ 267 milhões.

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11.1 - Projeções divulgadas e premissas

a) Objeto da projeção

Não há.

b) Período projetado e o prazo de validade da projeção

Não há.

c) Premissas da projeção, com a indicação de quais podem ser influenciadas pela administração do
emissor e quais escapam ao seu controle

Não há.

d) Valores dos indicadores que são objeto da previsão

Não há.

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11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas

a) Informar quais estão sendo substituídas por novas projeções incluídas no formulário e quais delas
estão sendo repetidas no formulário

Não há.

b) Quanto às projeções relativas a períodos já transcorridos, comparar os dados projetados com o efetivo
desempenho dos indicadores, indicando com clareza as razões que levaram a desvios nas projeções

Não há.

c) Quanto às projeções relativas a períodos ainda em curso, informar se as projeções permanecem


válidas na data de entrega do formulário e, quando for o caso, explicar por que elas foram abandonadas
ou substituídas

Não há.

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12.1 - Descrição da estrutura administrativa

a) Atribuições do conselho de administração e dos órgãos e comitês permanentes que se reportam ao


conselho de administração, indicando:

(i) se possuem regimento interno próprio, informando, em caso positivo, órgão responsável pela
aprovação, data da aprovação e, caso o emissor divulgue esses regimentos, locais na rede mundial de
computadores onde esses documentos podem ser consultados

a.i.1) Conselho de Administração

O Conselho de Administração, com atuação colegiada, é órgão obrigatório da companhia aberta. A ele
compete:
i. Fixar a orientação geral dos negócios da Emissora;
i i. Eleger e destituir os Diretores da Emissora e fixar-lhes as atribuições, observando o estatuto social;
i i i. Fiscalizar a gestão dos Diretores, examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da Emissora, solicitar
informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração e quaisquer outros atos;
i v. Convocar a Assembleia Geral, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias à data de sua realização,
contado esse prazo a partir da publicação da primeira convocação;
v. Manifestar-se sobre o Relatório da Administração e as Contas da Diretoria;
v i. Escolher e destituir os auditores independentes;
v i i. Deliberar sobre a instituição de comitês para tratar de assuntos específicos no âmbito do Conselho de
Administração;
v i i i. Determinar a distribuição de dividendos, observando o estatuto da Emissora, "ad referendum" da
Assembleia Geral;
ix . Deliberar sobre o pagamento de juros sobre o capital próprio, observando o estatuto da Emissora, “ad
referendum” da Assembleia Geral;
x. Deliberar sobre a conversão de ações ordinárias em preferenciais, nos termos do estatuto da Emissora.
x i. Deliberar sobre a emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, e emissão de ações ou
debêntures conversíveis em ações, dentro do limite do capital autorizado, observando o estatuto da
Emissora;
x i i. Dar parecer em relação a qualquer oferta pública de aquisição de ações (OPA) que tenha por objeto
ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da sociedade, o qual
deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual
aceitação da OPA e sobre o valor econômico julgado adequado da Emissora; e
x i i i. Avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar
quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência.

O Conselho de Administração será composto por pessoas naturais, acionistas ou não, eleitos pela
Assembleia Geral, e terá 1 (um) Presidente e de 1 (um) a 3 (três) Vice-Presidentes escolhidos pelos Conselheiros
entre os seus pares.

O Conselho de Administração terá no mínimo 3 (três) e no máximo 12 (doze) membros efetivos. Dentro
desses limites, caberá à Assembleia Geral que processar a eleição do Conselho de Administração fixar
preliminarmente o número de Conselheiros que comporão esse colegiado durante cada mandato. Na mesma
Assembleia Geral serão eleitos: (i) 1 (um) membro suplente para o Conselheiro representante dos acionistas
minoritários, se eleito; (ii) 1 (um) membro suplente para o Conselheiro representante dos acionistas
preferencialistas, se eleito; e, (iii) 2 (dois) membros suplentes para os Conselheiros eleitos pelos acionistas
controladores, que, a critério do Conselho de Administração, poderão ser convocados para substituir membro
efetivo ausente.

O mandato dos membros do Conselho de Administração é de 1 (um) ano, a contar da data da Assembleia
que os eleger, prorrogando-se, no entanto, até a posse de seus substitutos.
Por fim, informamos que o Conselho de Administração possui regimento interno próprio aprovado em
Reunião do Conselho de Administração de 08.08.2011. A íntegra desse regimento se encontra disponível para
consulta no website de relações da Companhia (http://www.itausa.com.br/pt/governanca-corporativa/regimento-
do-conselho-de-administracao).

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12.1 - Descrição da estrutura administrativa

a.i.2) Órgãos e Comitês que se reportam ao Conselho

a.i.2.1) Comitê de Divulgação e Negociação

Este Comitê é oriundo da unificação, em 2006, de nossos comitês de divulgação e de negociação criados
em julho de 2002, com função primordial de administrar nossas políticas de divulgação e negociação. Em
dezembro de 2011, com a aprovação do Código de Ética da Emissora, referido comitê passou a denominar-se
Comitê de Ética, Divulgação e Negociação. A partir de agosto de 2017, referido Comitê passou a denominar-se
Comitê de Divulgação e Negociação face a instituição da Comissão de Pessoas e Ética no âmbito da Diretoria
da Emissora em reunião da Diretoria de 19.04.2017.

Cabe a esse Comitê:


i. Aconselhar o Diretor de Relações com Investidores;
i i. Avaliar permanentemente as diretrizes e os procedimentos que deverão ser observados na
divulgação de ato ou fato relevante e na manutenção do sigilo de tais informações, a sua atualidade
e propor as alterações pertinentes;
i i i. Deliberar sobre dúvidas de interpretação do seu texto;
i v. Determinar as ações necessárias para a sua divulgação e disseminação, inclusive aos funcionários
da Emissora;
v. Revisar e aprovar, com a participação de pelo menos dois membros desse Comitê, sendo um deles
necessariamente o Diretor de Relações com Investidores, as informações divulgadas ao mercado,
antes de serem publicadas;
v i. Regular as adesões;
v i i. Apurar e decidir casos de violação;
v i i i. Tomar conhecimento dos questionamentos oficiais dos órgãos reguladores e auto reguladores e das
respectivas respostas; e
ix . Propor solução para casos omissos e excepcionais.

Além do Diretor de Relações com Investidores, o Comitê de Divulgação e Negociação será composto
por 2 (duas) a 10 (dez) pessoas indicadas anualmente pelo Conselho de Administração entre os membros desse
próprio Conselho e da Diretoria da Emissora e de suas subsidiárias, e reunir-se-á sempre que convocado pelo
Diretor de Relações com Investidores.

O Comitê de Divulgação e Negociação não possui regimento interno próprio.

a.ii) se o emissor possui comitê de auditoria estatutário, informando, caso positivo, suas principais
atribuições, forma de funcionamento e se o mesmo atende aos requisitos da regulamentação emitida
pela CVM a respeito do assunto

A Companhia não possui Comitê de Auditoria Estatutário, entretanto, possui Conselho Fiscal instalado
desde 1995.

a.iii) de que forma o conselho de administração avalia o trabalho da auditoria independente, indicando
se o emissor possui uma política de contratação de serviços de extra-auditoria com o auditor
independente, e informando o órgão responsável pela aprovação da política, data da aprovação e, caso
o emissor divulgue a política, locais na rede mundial de computadores onde o documento pode ser
consultado

A Companhia contrata anualmente serviços de auditoria externa, respeitando três premissas essenciais:
conteúdo técnico, independência e rotatividade. O escopo dos serviços da auditoria externa abrange: (i) a revisão
das informações contábeis trimestrais, (ii) a auditoria das demonstrações contábeis, e (iii) a auditoria dos
controles internos. O resultado dos trabalhos é reportado pela auditoria externa ao Conselho Fiscal e ao Conselho
de Administração da Itaúsa.

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12.1 - Descrição da estrutura administrativa

Cabe ao Conselho de Administração opinar sobre a contratação e a destituição da empresa responsável pela
auditoria externa, supervisionar a qualidade dos serviços prestados, avaliar a sua independência e registrar
eventuais divergências entre a administração e os auditores. A contratação e destituição da empresa responsável
pela auditoria externa devem ser comunicadas ao Conselho Fiscal da Companhia.

A contratação da mesma empresa de auditoria externa independente para a prestação de outros serviços que
não sejam de auditoria das demonstrações contábeis deve ser analisada e aprovada previamente pela área de
Compliance e Riscos Corporativos da Itaúsa, de forma a garantir a objetividade e independência requerida do
auditor externo independente.

A Companhia conta com uma Política de Contratação de Auditor Independente, aprovada pelo Conselho de
Administração em reunião de 14.05.2018.

b) em relação aos membros da Diretoria estatutária, suas atribuições e poderes individuais, indicando se
a diretoria possui regimento interno próprio, e informando, em caso positivo, órgão responsável pela
aprovação, data da aprovação e, caso o emissor divulgue o regimento, locais na rede mundial de
computadores onde o documento pode ser consultado

b.1) Diretoria

A administração e representação da Emissora compete à Diretoria, eleita pelo Conselho de


Administração, no prazo de até 10 (dez) dias úteis contados da data da Assembleia Geral que eleger esse
Conselho.

Compete à Diretoria deliberar sobre (i) alienação e oneração de bens, inclusive os integrantes do ativo
permanente, podendo transigir e renunciar direitos, em operações individuais ou em conjunto, considerando o
prazo de 12 (doze) meses, com valores inferiores a 2% (dois por cento) do patrimônio líquido apurado na última
demonstração contábil aprovada pela Assembleia Geral de Acionistas; (ii) prestação de garantias a obrigações
de terceiros; e (iii) emissão de notas promissórias e títulos no Brasil e/ou no exterior, nos termos da legislação
vigente.

Sem prejuízo da competência acima, a representação da ITAÚSA far-se-á por dois diretores quaisquer,
em conjunto, que terão poderes para: (i) assumir obrigações ou exercer direitos em qualquer ato, contrato ou
documento que acarrete responsabilidade para a sociedade, inclusive na concessão de fianças, avais e
quaisquer outras garantias; e (ii) constituir procuradores que, excetuados os mandatos “ad judicia”, terão prazo
de validade não superior a um ano.

A Companhia também poderá ser representada: (i) conjuntamente, por um diretor e um procurador ou
por dois procuradores, com os poderes que forem definidos no instrumento de mandato; (ii) isoladamente, por
um diretor ou procurador nos atos que não impliquem assunção de obrigações ou renúncia de direitos, perante
qualquer órgão da administração pública, direta ou indireta, ou em assembleias gerais, reuniões de acionistas
ou cotistas de empresas ou fundos de investimento de que a sociedade participe; e (iii) em juízo, por procuradores
com os poderes e modo de atuação (conjunta ou isoladamente) definidos no instrumento de mandato.

A Diretoria terá de 3 (três) a 7 (sete) membros, compreendendo os cargos de Diretor Presidente, Diretor
Geral, Diretor Vice-Presidente e Diretor Executivo, conforme seja fixado pelo Conselho de Administração ao
prover esses cargos.

Os diretores exercerão os mandatos pelo prazo de 1 (um) ano, podendo ser reeleitos, e permanecerão
nos cargos até a posse dos substitutos.

Compete ao Diretor Presidente convocar e presidir as reuniões da Diretoria, coordenando a ação desta.

Ao Diretor Geral compete estruturar e dirigir todos os serviços da sociedade e estabelecer normas
internas e operacionais, de acordo com as diretrizes traçadas pelo Conselho de Administração.

Compete aos Diretores Vice-Presidentes e aos Diretores Executivos colaborar com o Diretor Presidente
e com o Diretor Geral na gestão dos negócios e direção dos serviços sociais.

A Diretoria não possui regimento interno próprio.

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12.1 - Descrição da estrutura administrativa

b.2) Comissões de Assessoramento à Diretoria

A Diretoria da Emissora conta com a assessoria de 4 (quatro) Comissões não estatutárias, compostas
por administradores da Companhia e de suas Controladas, Membros Externos e Especialistas: (i) Comissão de
Finanças; (ii) Comissão de Investimentos; (iii) Comissão de Pessoas e Ética; e (iv) Comissão de Sustentabilidade
e Riscos, desde abril de 2017.

Os membros designados para essas Comissões exercerão mandatos de 1 (um) ano, podendo ser
renovados, e permanecerão nos cargos até a primeira reunião da Diretoria que vier a ser eleita.

Essas Comissões não possuem regimentos internos próprios.

c) data de instalação do Conselho Fiscal, se este não for permanente, informando se possui regimento
interno próprio, e indicando, em caso positivo, data da sua aprovação pelo conselho fiscal e, caso o
emissor divulgue o regimento, locais na rede mundial de computadores onde o documento pode ser
consultado:

A Emissora possui um Conselho Fiscal de funcionamento permanente instalado desde abril de 2018,
composto de 5 (cinco) membros efetivos e igual número de suplentes, tendo sido instalado de modo não
permanente ininterruptamente de 1995 a 2017.

O Conselho Fiscal possui regimento interno próprio aprovado pelo Conselho Fiscal em reunião de
09.05.1995 e alterado em reuniões do Conselho Fiscal de 12.05.2003 e 05.05.2006. A íntegra do referido
regimento se encontra disponível para consulta no website de relações com investidores da Companhia
(http://www.itausa.com.br/pt/governanca-corporativa/regimento-do-conselho-fiscal).

d) se há mecanismos de avaliação de desempenho do conselho de administração e de cada órgão ou


comitê que se reporta ao conselho de administração, informando, em caso positivo: (i) a periodicidade
da avaliação e sua abrangência, indicando se a avaliação é feita somente em relação ao órgão ou se inclui
também a avaliação individual de seus membros; (ii) metodologia adotada e os principais critérios
utilizados na avaliação; (iii) como os resultados da avaliação são utilizados pelo emissor para aprimorar
o funcionamento deste órgão; e (iv) se foram contratados serviços de consultoria ou assessoria externos:

A Companhia não possui mecanismos de avaliação de desempenho do Conselho de Administração e do


Comitê de Divulgação e Negociação, porém em observância às melhores práticas de governança corporativa, o
processo de recondução dos administradores leva em consideração o seu bom desempenho durante o período
e a assiduidade e participação nas reuniões durante o mandato anterior, assim como sua experiência e nível de
independência.

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12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais

a) Prazos de convocação

Desde o exercício social de 2014, a Emissora adota prática diferenciada quanto aos prazos de
convocação de suas Assembleias Gerais (30 dias de antecedência), em relação aos previstos na Legislação
Societária (15 dias de antecedência).

b) Competências

A assembleia geral tem as competências que lhe são atribuídas pela Lei das Sociedades por Ações. De
acordo com o art. 122 da Lei das Sociedades por Ações compete à Assembleia Geral: alterar o Estatuto Social;
nomear, eleger ou destituir os membros do Conselho de Administração; nomear os membros do conselho fiscal;
deliberar sobre as demonstrações contábeis e a distribuição e aplicação dos lucros; deliberar sobre o relatório
da administração e as contas da diretoria; fixar a remuneração global e anual dos membros do Conselho de
Administração e da Diretoria; alterar o capital social, ressalvada a competência atribuída ao Conselho de
Administração de alteração do capital social até o limite do capital autorizado, independentemente de reforma
estatutária; deliberar sobre a retenção de lucros ou a constituição de reservas.

c) Endereços (físico ou eletrônico) nos quais os documentos relativos à assembleia geral estarão à
disposição dos acionistas para análise

Os documentos a serem analisados nas assembleias gerais encontram-se à disposição dos acionistas
no Escritório Administrativo da Emissora, localizado em São Paulo (SP), na Av. Paulista, 1938, 19º andar Bela
Vista, CEP 01310-200, bem como no site de relações com investidores da Emissora (www.itausa.com.br).

Os acionistas também podem solicitar cópia de referidos documentos pelo e-mail


relacoes.investidores@itausa.com.br, ou ainda consultar tais documentos no site da Comissão de Valores
Mobiliários ou da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (“B3”).

d) Identificação e administração de conflitos de interesses

De acordo com os parágrafos 1º, 2º e 4º do art. 115 da Lei das Sociedades por Ações, os acionistas não
poderão votar em assembleias que deliberem sobre laudo de avaliação de bens que concorreram para formação
de capital, aprovação de suas contas como administradores ou qualquer outra deliberação que possa beneficiá-
los, sob pena de: (i) a deliberação ser anulada; (ii) responder por danos causados; e (iii) serem obrigados a
transferir à Companhia as vantagens auferidas.

Durante a realização da Assembleia Geral, assim como ocorre nas reuniões dos órgãos de administração
e fiscalização da Companhia, os Acionistas presentes deverão manifestar-se em razão da existência de eventual
situação de conflito de interesses ou interesse particular em quaisquer matérias em discussão ou deliberação,
nas quais sua independência venha a ser comprometida. Também deverá manifestar-se qualquer Acionista
presente que tenha conhecimento de situação conflituosa em relação a outro Acionista e a matéria objeto da
deliberação. Quando manifestado o conflito de interesse, o Acionista conflitado deverá abster-se na deliberação
em relação àquele assunto. Caso o Acionista conflitado se recuse de abster-se das deliberações, o presidente
da Assembleia Geral deverá determinar a anulação dos votos conflitados proferidos, ainda que posteriormente
ao conclave.

e) Solicitação de procurações pela administração para o exercício do direito de voto

A Companhia não possui regras, políticas ou práticas para solicitação de procurações pela administração
para o exercício do direito de voto nas Assembleias Gerais.

f) Formalidades necessárias para aceitação de procurações outorgadas por acionistas, indicando se o


emissor exige ou dispensa reconhecimento de firma, notarização, consularização e tradução
juramentada e se o emissor admite procurações outorgadas por acionistas por meio eletrônico

Os acionistas, seus representantes legais ou procuradores, poderão participar da Assembleia munidos


de documento de identidade, comprovação de poderes, consoante Artigo 126 da Lei 6.404/76.
Para auxiliar os acionistas, a Companhia tem disponibilizado modelo de procuração no Manual de suas
Assembleias e, alternativamente, também tem disponibilizado procuradores aptos para representá-los nas
Assembleias, os quais votarão em estrita consonância com a orientação de voto apresentada pelo acionista.

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12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais

A Emissora solicita que documentos produzidos no exterior sejam consularizados ou apostilados e


acompanhados da respectiva tradução juramentada. O representante do Acionista Pessoa Jurídica não precisará
ser Acionista, administrador da Companhia ou advogado.

a) Pessoas Jurídicas no Brasil: cópia autenticada do contrato/estatuto social da pessoa jurídica


representada, comprovante de eleição dos administradores e a correspondente procuração, com
firma reconhecida em cartório;

b) Pessoas Físicas no Brasil: procuração com firma reconhecida em cartório.

De modo a dar celeridade aos trabalhos da Assembleia Geral, a Companhia sugere que os acionistas
representados por procuradores enviem, com antecedência mínima de 48 horas, cópia dos documentos acima
requeridos por correio ou portador para:
 Gerência de Relações com Investidores, na Avenida Paulista, 1938, 19º andar, Bela Vista, São Paulo
(SP), CEP 01310-200, ou
 Para o e-mail relacoes.investidores@itausa.com.br
A Emissora ainda não possui um sistema de aceitação de procuração por meio eletrônico.

g) Formalidades necessárias para aceitação de boletim de voto a distância, quando enviados diretamente
à companhia, indicando se o emissor exige ou dispensa reconhecimento de firma, notarização e
consularização

O Acionista deve enviar a via física do Boletim de Voto a Distância para o endereço postal da Companhia,
abaixo indicado, em até 7 dias antes da data da Assembleia Geral, devidamente preenchido, assinado e com
firma reconhecida, acompanhado de cópia autenticada dos seguintes documentos:
(i) Pessoas Físicas: documento de identidade do acionista ou de seu representante legal (neste caso,
acompanhado da comprovação de poderes);
(ii) Pessoas Jurídicas: documentos societários que comprovem a representação legal do acionista e
documento de identidade do representante;
(iii) Fundo de Investimento: documentos indicados no inciso anterior e regulamento do fundo.

Para documentos produzidos no exterior é necessária a tradução juramentada e consularizada.

Para facilitar os trabalhos da Assembleia, o acionista pode enviar as vias digitalizadas dos documentos
acima exigidos para o endereço eletrônico relacoes.investidores@itausa.com.br, sendo que, nesse caso,
também será necessário o envio da via original do boletim de voto e da cópia autenticada dos demais
documentos até 07 (sete) dias antes da Assembleia Geral para o endereço postal da Companhia, abaixo
indicado:

ITAÚSA – INVESTIMENTOS ITAÚ S.A.


Gerência de Relações com Investidores
Avenida Paulista, 1938, 19º andar – Bela Vista – São Paulo / SP – CEP 01310-200

Uma vez recebidos os documentos acima referidos, a Companhia avisará ao Acionista acerca de seu
recebimento e de sua aceitação, nos termos da Instrução CVM 481/09.
Caso o boletim de voto encaminhado à Companhia não esteja integralmente preenchido ou não venha
acompanhado dos documentos comprobatórios acima descritos, ele será desconsiderado e tal informação será
enviada ao acionista por meio do endereço eletrônico indicado no boletim de voto.
Os Acionistas com ações custodiadas em mais de uma instituição deverão enviar a instrução de voto
para apenas uma instituição e o voto será sempre considerado pela quantidade total de ações do Acionista.
Durante o prazo de votação, o acionista poderá alterar suas instruções de voto quantas vezes entender
necessário, de modo que será considerada no mapa de votação da Companhia a última instrução de voto
apresentada.
Uma vez encerrado o prazo de votação, o acionista não poderá alterar as instruções de voto já enviadas.
Caso o acionista julgue que a alteração seja necessária, ele deverá participar pessoalmente da Assembleia,
portando os documentos exigidos pela Companhia, e solicitar que as instruções de voto enviadas via boletim
sejam desconsideradas.

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12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais


Ressalvada a exceção prevista na Instrução CVM 481/09, caso haja divergência entre eventual boletim
de voto à distância recebido diretamente pela Companhia e a instrução de voto contida no mapa consolidado de
votação enviado pela B3 com relação a um mesmo número de inscrição no CPF ou CNPJ, a instrução de voto
contida no mapa de votação prevalecerá, devendo o boletim recebido diretamente pela Companhia ser
desconsiderado.

h) Se a companhia disponibiliza sistema eletrônico de recebimento de boletim de voto a distância ou de


participação a distância

A Emissora não disponibiliza sistema eletrônico de recebimento de boletim de voto a distância ou de


participação a distância.

i) Instruções para que acionista ou grupo de acionistas inclua propostas de deliberação, chapas ou
candidatos a membros do conselho de administração e do conselho fiscal no boletim de voto a distância

Conforme previsto no art. 21-L da Instrução CVM nº 481/09, acionistas que representem os percentuais
mínimos estabelecidos nos Anexos 21-L-I e 21-L-II da Instrução CVM nº 481/09 poderão solicitar,
respectivamente, a inclusão no boletim de voto a distância de (i) candidatos ao conselho de administração e ao
conselho fiscal da companhia, sempre que convocada assembleia geral para sua eleição sujeita ao procedimento
de voto a distância, conforme §1º do art. 21-A, ou (ii) propostas de deliberação para as assembleias gerais
ordinárias da Companhia.

As solicitações de inclusão de candidatos ao conselho de administração e ao conselho fiscal da


companhia no boletim de voto a distância, observarão os seguintes prazos:

(i) na hipótese de assembleia geral ordinária, entre o primeiro dia útil do exercício social em que se
realizará a assembleia geral ordinária e até 25 (vinte e cinco) dias antes da data prevista para sua realização,
conforme divulgada no Calendário de Eventos Corporativos da Companhia; ou

(ii) na hipótese de assembleia geral extraordinária, entre o primeiro dia útil após a ocorrência de evento
que justifique a convocação da referida assembleia geral para eleição de membros do conselho de administração
e do conselho fiscal e até 25 (vinte e cinco) dias antes da data prevista para sua realização, hipótese em que a
administração da Companhia, até 7 (sete) dias úteis após a ocorrência de evento que justifique a convocação da
assembleia geral, comunicará ao mercado a data de realização da respectiva assembleia geral, ainda que em
caráter provisório, bem como o prazo para a inclusão de candidatos no boletim de voto a distância; e

Para inclusão de propostas de deliberação por ocasião da assembleia geral ordinária, entre o primeiro
dia útil do exercício social em que se realizará a assembleia geral ordinária e até 45 (quarenta e cinco) dias antes
da data prevista para sua realização, conforme divulgada no Calendário de Eventos Corporativos da Companhia.

Toda e qualquer solicitação de inclusão de propostas de candidatos no boletim de voto a distância,


conforme descritas acima, deverão observar os requisitos legais aplicáveis, bem como o disposto nos Arts. 21-L
e 21-M da Instrução CVM nº 481/09 e deverão ser enviadas ao endereço eletrônico:
relacoes.investidores@itausa.com.br, e no endereço postal da Companhia, abaixo indicado:

ITAÚSA – INVESTIMENTOS ITAÚ S.A.


Gerência de Relações com Investidores
Avenida Paulista, 1938, 19º andar – Bela Vista – São Paulo / SP – CEP 01310-200

Os acionistas podem enviar sugestões, críticas ou dúvidas diretamente ao Conselho de Administração


por meio do link “Fale com RI” no site de Relações com Investidores da Itaúsa (http://www.itausa.com.br/pt/fale-
com-ri). No campo comentário, deve iniciar informando tratar-se de “Recomendações para o Conselho de
Administração para Assembleia Geral”.

Além disso e para fins do Boletim de Voto à Distância, a Itaúsa disponibiliza em seu site o email
relacoes.investidores@itausa.com.br aos acionistas para que possam:
a) indicar candidatos aos Conselhos de Administração e Fiscal;
b) fazer recomendações para eventual inclusão na pauta da Assembleia; e,
c) enviar perguntas à Diretoria sobre as matérias que serão apreciadas nessa Assembleia.

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12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais

j) Se a companhia disponibiliza fóruns e páginas na rede mundial de computadores destinados a receber


e compartilhar comentários dos acionistas sobre as pautas das assembleias

A Emissora não disponibiliza fóruns e páginas na rede mundial de computadores destinados a receber
e compartilhar comentários dos acionistas sobre as pautas das assembleias.

Contudo, a Companhia mantém uma área de relações com investidores dedicada ao esclarecimento de
dúvidas dos seus acionistas e mercado em geral, inclusive de questões relacionadas às assembleias. O contato
pode ser feito pelo email relacoes.investidores@itausa.com.br ou pelo link “Fale com RI” no site de Relações
com Investidores da Itaúsa (http://www.itausa.com.br/pt/fale-com-ri).

k) Outras informações necessárias à participação a distância e ao exercício do direito de voto a distância

Alternativamente às formalidades informadas no item “g” acima, os Acionistas poderão participar a


distância e exercer o seu direito de voto, ainda, por uma das alterativas abaixo descritas:

a. Envio do boletim pelo Acionista ao agente custodiante


Neste caso, o Acionista detentor de ações depositadas na B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão deve transmitir
a instrução de voto ao seu agente custodiante, devendo ser observados os prazos, procedimentos
estabelecidos e documentos exigidos pelo respectivo custodiante.

b. Envio do boletim pelo Acionista ao agente escriturador da Companhia (Itaú Corretora de Valores S.A.)
Neste caso, o Itaú disponibiliza um site para que o Acionista exerça o direito de voto a distância. Para
votar pelo site é necessário realizar um cadastro e possuir um certificado digital (informações adicionais
http://www.itau.com.br/securitiesservices/assembleiadigital/).

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12.3 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração

a) Número de reuniões realizadas no último exercício social, discriminando entre número de reuniões
ordinárias e extraordinárias

Em 2017, o Conselho de Administração se reuniu 12 vezes, sendo 5 reuniões ordinárias e 7 reuniões


extraordinárias.

O Estatuto Social da Companhia, conforme reformulado e aprovado na Assembleia Geral Extraordinária


e Ordinária de 12.04.2018, estabelece que o Conselho de Administração reunir-se-á ordinariamente 6 (seis)
vezes ao ano, e extraordinariamente, sempre que necessário.

b) Se existirem, as disposições do acordo de acionistas que estabeleçam restrição ou vinculação ao


exercício do direito de voto de membros do conselho

Acordo de Acionistas da Itaúsa (“Acordo de Acionistas Itaúsa”): não há previsão nesse sentido.

Acordo de Acionistas da Companhia ESA (“ESA”) (“Acordo de Acionistas ESA”): determinadas matérias
relativas aos principais pontos estratégicos da Itaúsa devem ser previamente definidas pela reunião de acionistas
controladores da Itaúsa (família Villela e família Setubal). O Acordo de Acionistas ESA prevê que os membros
do Conselho de Administração da Itaúsa indicados por seus controladores deverão votar, com relação a estes
pontos estratégicos, de modo uniforme e de acordo com a deliberação tomada na reunião de acionistas
controladores da Itaúsa.

Acordo de Acionistas da Companhia ESA e da Fundação Antonio e Helena Zerrenner Instituição Nacional
de Beneficência (“Acordo de Acionistas ESA/FAHZ”): não há previsão nesse sentido.

c) Regras de identificação e administração de conflitos de interesses

Os membros do Conselho de Administração não poderão participar de deliberações relativas a assuntos


com relação aos quais seus interesses sejam conflitantes com os da Emissora. Além disso, por ser uma
sociedade holding, a Emissora participa do controle de diversas sociedades operacionais, as quais possuem
regras próprias de identificação e administração de conflitos de interesses.

Nesse sentido, o Regimento Interno do Conselho de Administração dispõe que todo Conselheiro deve
abster-se, salvo mediante aprovação prévia e específica do Conselho, de intervir, isoladamente ou em conjunto
com terceiro, (a) em quaisquer negócios com a Companhia, suas controladas e coligadas, ou com seu acionista
controlador, e (b) em quaisquer negócios entre a Companhia e (b.1) sociedades controladas ou coligadas, ou
(b.2) sociedades de cujo controle participem os administradores ou o acionista controlador, ou (b.3) outras
sociedades que, com qualquer dessas pessoas, integrem o mesmo grupo de fato ou de direito; (iv) declarar,
previamente à deliberação, que, por qualquer motivo, tem interesse particular ou conflitante com o da Companhia
quanto a determinada matéria submetida à sua apreciação, abstendo-se de sua discussão e voto.

d) Se o emissor possui política de indicação e de preenchimento de cargos do conselho de administração


formalmente aprovada, informando, em caso positivo:
i. órgão responsável pela aprovação da política, data da aprovação e, caso o emissor divulgue a política, locais
na rede mundial de computadores onde o documento pode ser consultado
A Política de Indicação dos Membros do Conselho de Administração da Companhia foi aprovada em
14.5.2018 pelo Conselho de Administração (“Política de Indicação”). O documento encontra-se disponível no
website da Itaúsa (www.itausa.com.br).
ii. principais características da política, incluindo regras relativas ao processo de indicação dos membros do
conselho de administração, à composição do órgão e à seleção de seus membros

A Política de Indicação prevê que deverão ser indicados para o Conselho de Administração da
Companhia profissionais altamente qualificados, com notável experiência (técnica, profissional, acadêmica) e
alinhados aos valores e à cultura da Companhia, além dos aspectos éticos e comportamentais previstos no

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12.3 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração


Código de Conduta da Itaúsa. É recomendável que o Conselho de Administração tenha em sua composição
profissionais com experiência em temas diversificados.
O processo de indicação também deverá considerar, dentre outros critérios: reputação ilibada,
disponibilidade de tempo para o exercício da função, complementaridade de competências e, sempre que
possível, diversidade, para permitir que a Companhia se beneficie da pluralidade de argumentos e de um
processo de tomada de decisão com maior qualidade e segurança.
Ademais, a indicação de membros ao Conselho de Administração também deverá obedecer aos
requisitos previstos na Lei das Sociedades por Ações, na regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários,
incluindo na Instrução CVM nº 367, de 29 de maio de 2002, e no Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de
1940, conforme alterado (Código Penal).
A proposta de reeleição dos membros do Conselho de Administração deverá levar em consideração o
seu bom desempenho durante o período, sua experiência e a assiduidade nas reuniões durante o mandato
anterior.
Caberá à Diretoria de Assuntos Corporativos da Companhia verificar se a nomeação de membros do
Conselho de Administração está em conformidade com o disposto na Política de Indicação.
Em relação ao processo de indicação dos membros do Conselho de Administração, a Política de
Indicação prevê que, de acordo com o art. 141 da Lei das Sociedades por Ações e as Instruções CVM 165/91 e
282/98, na eleição dos conselheiros da Companhia é facultado aos acionistas que representem, no mínimo, 5%
do capital votante, esteja ou não previsto no estatuto, requerer a adoção do processo de voto múltiplo, atribuindo-
se a cada ação tantos votos quantos sejam os membros do conselho, e reconhecido ao acionista o direito de
cumular os votos num só candidato ou distribuí-los entre vários.
Além do processo de voto múltiplo acima mencionado, o parágrafo 4º do artigo 141 da Lei das
Sociedades por Ações prevê que terão direito de eleger e destituir um membro e seu suplente do Conselho de
Administração, em votação em separado, excluído o acionista controlador, a maioria dos titulares,
respectivamente: (i) de ações de emissão da companhia com direito a voto, que representem, pelo menos, 15%
do total das ações com direito a voto; e (ii) de ações preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito de
emissão da companhia, que representem, no mínimo, 10% do capital social, que não houverem exercido o direito
previsto no estatuto, em conformidade com o art. 18 da Lei das Sociedades por Ações.
Por fim, caso seja verificado que nem os titulares de ações com direito a voto e nem os titulares de ações
preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito perfizeram, respectivamente, o quórum exigido nos incisos
I e II do parágrafo 4º do art. 141, a eles será facultado agregar suas ações para elegerem em conjunto um
membro e seu suplente para o Conselho de Administração, observando-se, nessa hipótese, o quórum exigido
pelo inciso II do parágrafo 4º do art. 141.
Em qualquer caso, o acionista que desejar indicar candidatos ao Conselho de Administração poderá
notificar a Companhia por escrito informando o nome completo e qualificação dos candidatos em até 25 dias
antes da realização da assembleia geral que elegerá o novo Conselho de Administração. Após essa data, as
indicações somente poderão ser realizadas na própria assembleia.

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.4 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de


arbitragem

Não existe cláusula compromissória inserida no estatuto para a resolução dos conflitos entre acionistas
e entre estes e a Emissora por meio de arbitragem

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.5/6 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal

Nome Data de nascimento Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato Número de Mandatos
Consecutivos
CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador Percentual de participação
nas reuniões
Outros cargos e funções exercidas no emissor Descrição de outro cargo / função
Roberto Egydio Setubal 13/10/1954 Pertence apenas à Diretoria 16/04/2018 Anual 24
007.738.228-52 Engenheiro de 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente 23/04/2018 Não 0.00%
Produção
Não há.
Alfredo Egydio Arruda Villela Filho 18/11/1969 Pertence apenas à Diretoria 16/04/2018 Anual 1
066.530.838-88 Engenheiro Mecânico 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente 23/04/2018 Não 0.00%
Não há.
Henri Penchas 03/02/1946 Pertence apenas ao Conselho de Administração 12/04/2018 Anual 3
061.738.378-20 Engenheiro Mecânico 20 - Presidente do Conselho de Administração 16/04/2018 Sim 100.00%
Membro do Comitê de Divulgação e Negociação
Paulo Setubal Neto 12/04/1949 Pertence apenas ao Conselho de Administração 12/04/2018 Anual 19
638.097.888-72 Engenheiro Industrial 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 16/04/2018 Sim 83.00%
Não há
Ricardo Egydio Setubal 22/04/1962 Pertence apenas ao Conselho de Administração 12/04/2018 Anual 9
033.033.518-99 Administrador de 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/04/2018 Sim 17.00%
Empresas
Membro do Comitê de Divulgação e Negociação
Ricardo Villela Marino 28/01/1974 Pertence apenas ao Conselho de Administração 12/04/2018 Anual 8
252.398.288-90 Engenheiro Mecânico 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/04/2018 Sim 8.00%
Não há
Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela 25/10/1973 Pertence apenas ao Conselho de Administração 12/04/2018 Anual 1
066.530.828-06 Pedagoga 21 - Vice Presidente Cons. de Administração 16/04/2018 Sim 100.00%
Não há.
Victório Carlos De Marchi 13/11/1938 Pertence apenas ao Conselho de Administração 12/04/2018 Anual 1
008.600.938-91 Economista e 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 16/04/2018 Não 100.00%
Advogado
Não há.
Silvio José Morais 19/03/1963 Pertence apenas ao Conselho de Administração 12/04/2018 Anual 1

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.5/6 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal

Nome Data de nascimento Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato Número de Mandatos
Consecutivos
CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador Percentual de participação
nas reuniões
Outros cargos e funções exercidas no emissor Descrição de outro cargo / função
450.379.909-63 Administrador de 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/04/2018 Não 0.00%
Empresas
Não há.
Alfredo Egydio Setubal 01/09/1958 Pertence à Diretoria e ao Conselho de Administração 12/04/2018 Anual 10
014.414.218-07 Administrador de 31 - Vice Pres. C.A. e Diretor Presidente 16/04/2018 Sim 100.00%
Empresas
Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Divulgação e
Negociação
Rodolfo Villela Marino 14/11/1975 Pertence à Diretoria e ao Conselho de Administração 12/04/2018 Anual 7
271.943.018-81 Administrador de 34 - Conselheiro(Efetivo) e Dir. Vice Pres. 16/04/2018 Sim 92.00%
Empresas
Membro do Comitê de Divulgação e Negociação
José Maria Rabelo 03/08/1955 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 2
232.814.566-34 Advogado 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas 11/05/2018 Não 100.00%
Não há.
Isaac Berensztejn 23/05/1954 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 2
332.872.367-68 Engenheiro de 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas 11/05/2018 Não 0.00%
Produção
Não há.
Flavio César Maia Luz 27/07/1951 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 4
636.622.138-34 Engenheiro Civil 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador 11/05/2018 Sim 100.00%
Não há
Paulo Ricardo Moraes Amaral 24/02/1942 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 23
008.036.428-49 Engenheiro Mecânico 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador 11/05/2018 Sim 100.00%
Industrial
Não há
Tereza Cristina Grossi Togni 25/01/1949 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 7

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.5/6 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal

Nome Data de nascimento Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato Número de Mandatos
Consecutivos
CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador Percentual de participação
nas reuniões
Outros cargos e funções exercidas no emissor Descrição de outro cargo / função
163.170.686-15 Administradora de 40 - Pres. C.F.Eleito p/Controlador 11/05/2018 Sim 100.00%
Empresas e Bacharel
em Ciências
Contábeis
Não há
Felício Cintra do Prado Júnior 13/07/1954 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 4
898.043.258-53 Engenheiro de 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador 11/05/2018 Sim 0.00%
Produção
Não há
João Costa 10/08/1950 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 9
476.511.728-68 Economista 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador 11/05/2018 Sim 0.00%
Não há.
Carlos Eduardo de Mori Luporini 06/05/1948 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 0
369.558.688-53 Administrador de 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador 11/05/2018 Sim 0.00%
Empresas
Não há.
Guilherme Tadeu Pereira Júnior 10/12/1979 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 0
286.131.968-29 Administrador 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas 11/05/2018 Não 0.00%
Não há.
Pedro Soares Melo 31/01/1953 Conselho Fiscal 12/04/2018 Anual 0
533.109.268-34 Administrador de 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas 11/05/2018 Não 0.00%
Empresas
Não há.
Experiência profissional / Declaração de eventuais condenações / Critérios de Independência
Roberto Egydio Setubal - 007.738.228-52

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos


IItaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Diretor Vice-Presidente desde maio de 1994; Presidente do Comitê de Políticas Contábeis de agosto de 2008 a abril de 2011.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor


Itaú Unibanco Holding S.A.: Copresidente do Conselho de Administração desde abril de 2017; Vice-Presidente do Conselho de Administração (conselheiro executivo) de março de 2003 a abril de 2017 e Diretor
Presidente de novembro de 1995 a abril de 2017; Presidente do Conselho Consultivo Internacional de março de 2003 a abril de 2009; membro dos Comitês de Estratégia e de Pessoas desde agosto de 2009, de
Gestão de Risco e Capital desde junho de 2008, de Nomeação e Remuneração de maio de 2006 a abril de 2009 e de Políticas Contábeis de maio de 2008 a abril de 2009.
Setor de atuação: Holding financeira.

Itaú Unibanco S.A.: Diretor Presidente de abril de 1994 a março de 2015; Diretor Geral de julho de 1990 a abril de 1994; membro do Conselho de Administração de maio de 1991 a março de 2003.
Setor de atuação:: Banco múltiplo, com carteira comercial.

Banco Itaú BBA S.A.:Presidente do Conselho de Administração de novembro de 2004 a abril de 2015.
Setor de atuação: Banco múltiplo, com carteira de investimento.

Unibanco – União de Bancos Brasileiros S.A.: Diretor Presidente de novembro de 2008 a abril de 2011.
Setor de atuação: banco múltiplo, com carteira comercial.

Itauseg Participações S.A.: Presidente do Conselho de Administração de julho de 2005 a abril 2013; Diretor Presidente de março de 2005 a julho de 2008.
Setor de atuação: Holding.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor


•Presidente da Federação Nacional de Bancos - FENABAN e da Federação Brasileira das Associações de Bancos – FEBRABAN de abril de 1997 a março de 2001;
•Presidente do Conselho Consultivo da Federação Brasileira das Associações de Bancos – FEBRABAN de outubro de 2008 a março de 2017;
•Membro do Conselho do International Monetary Conference desde 1994;
•Membro do International Advisory Committee do Federal Reserve Bank of New York, desde 2002;
•Membro da Trilateral Commission e do Conselho Internacional da NYSE desde abril de 2000;
•Membro do China Development Forum desde 2010;
•Co-Chair do WEF 2015 (World Economic Forum) desde 2015;
•Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República (CDES), desde novembro de 2016.

Formação Acadêmica: Formado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, em 1977, e Master of Science Engineering pela Stanford University, em 1979.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. condenação criminal - não; ii. condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas - não; iii.
condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer: não.
Alfredo Egydio Arruda Villela Filho - 066.530.838-88

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Principais experiências profissionais durante os últimos 5 anos:


Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.:
Diretor Vice-Presidente desde fevereiro de 2018; Membro do Conselho de Administração de agosto de 1995 até abril de 2017, tendo sido Presidente de maio de 2015 até abril de 2017 e Vice-Presidente de maio de
2011 a maio de 2015; Diretor Presidente de setembro de 2009 a maio de 2015; Presidente do Comitê de Ética, Divulgação e Negociação de abril de 2005 a maio de 2015; Presidente do Comitê de Políticas de
Investimento e Membro do Comitê de Políticas Contábeis de agosto de 2008 a abril de 2011.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itaú Unibanco Holding S.A.:
Vice-Presidente do Conselho de Administração de março de 2003 a abril de 2017; Membro dos Comitês de Divulgação e Negociação de maio de 2005 a julho de 2015, de Nomeação e Governança Corporativa de
junho de 2009 a abril 2017, de Remuneração de fevereiro de 2011 a maio de 2017 e de Políticas Contábeis de maio de 2008 a abril de 2009.

Duratex S.A.:
Membro do Conselho de Administração desde 1996 e Vice-Presidente desde agosto de 2008 e Membro do Comitê de Pessoas, Governança e Nomeação desde novembro de 2009 e do Comitê de TI e Inovação
Digital desde maio de 2017.

Elekeiroz S.A.:
Membro do Conselho de Administração de abril de 2004 a abril de 2010, tendo sido Presidente de abril de 2009 a novembro de 2009; Vice-Presidente de abril de 2004 a abril de 2009 e de novembro de 2009 a abril
de 2010.

Itautec S.A. – Grupo Itautec:


Membro do Conselho de Administração de abril de 1997 a abril de 2016, tendo sido Presidente de abril de 2009 a janeiro de 2010 e Vice-Presidente de abril de 1997 a abril de 2009 e de janeiro de 2010 a abril de
2016.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


Instituto Alana: Diretor desde fevereiro de 1992.
Formação Acadêmica: Engenheiro Mecânico, formado pela Escola de Engenharia Mauá do Instituto Mauá de Tecnologia, em 1992 e Pós-graduado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas.
Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não.
Henri Penchas - 061.738.378-20

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa - Investimentos Itaú S.A. (Conselheiro não Executivo): Presidente do Conselho de Administração desde abril de 2017 e Membro do Conselho de Administração desde maio de 2015; Diretor Vice-Presidente de
abril de 2009 a maio de 2015, Diretor de Relações com Investidores de 2009 a maio de 2015 e de 1995 a abril de 2008, Diretor Executivo de dezembro de 1984 a abril de 2008, Membro do Comitê de Divulgação e
Negociação desde abril de 2005 e dos Comitês de Políticas de Investimento e de Políticas Contábeis de agosto de 2008 a maio de 2011, Coordenador da Comissão de Finanças e Membro das Comissões de
Investimentos, de Pessoas e Ética, e de Sustentabilidade e Riscos desde abril de 2017.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Alpargatas S.A.: Coordenador do Comitê de Finanças desde outubro de 2017.
Setor de atuação: têxtil e vestuário.

Duratex S.A.: Membro Titular do Conselho de Administração e do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos de abril de 2013 a abril de 2016, Membro do Comitê de Divulgação e Negociação de novembro
de 2009 a abri de 2016, Diretor Presidente de agosto de 2009 a abril de 2013 e Diretor Geral de abril a agosto de 2009.
Setor de atuação: Construção Civil, Material de Construção e Decoração.

Elekeiroz S.A.: Membro do Conselho de Administração de abril de 2013 a junho de 2018, dos Comitês de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos, de Pessoas e Governança e de Divulgação de junho de 2013 a
junho de 2018 e do Comitê de Estratégia e Inovação de abril de 2015 a abril de 2018.
Setor de atuação: indústria de transformação – fabricação de produtos químicos.

Itautec S.A. – Grupo Itautec: Membro do Conselho de Administração e do Comitê de Divulgação desde abril de 2013, tendo sido Diretor Presidente de abril de 2013 a abril de 2014, Membro do Comitê de Auditoria e
de Gestão de Riscos, do Comitê de Estratégia, do Comitê de Pessoas e Governança de abril de 2014 a janeiro de 2015.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Itaú Unibanco Holding S.A.: Membro do Conselho de Administração de março de 2003 a abril de 2016, Membro dos Comitês de Estratégia e de Nomeação e Governança Corporativa de junho de 2009 a abril de
2016, Membro do Conselho Consultivo Internacional de março de 2003 a abril de 2009, Membro do Comitê de Divulgação e Negociação de maio de 2005 a abril de 2009, Vice-Presidente Sênior de março de 2003 a
maio de 2008, Membro dos Comitês de Gestão de Riscos e de Capital e de Políticas Contábeis de maio de 2008 a abril de 2009.
Setor de atuação: holding.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•Fundação José Luiz Setubal: Membro do Conselho de Administração desde outubro de 2005;
•Instituto Alana: Conselheiro Fiscal desde abril de 2002;
•Instituto Itaú Cultural: Membro do Conselho de Administração desde fevereiro de 1987.
• HIG Brasil Ass. de Invest. Ltda.: Membro do Conselho Consultivo desde abril de 2015.
• Nova Transportadora do Sudeste S.A – NTS: Membro do Conselho de Administração da desde abril de 2017.

Formação Acadêmica: Engenheiro Mecânico, formado pela Universidade Mackenzie em 1968, e pós-graduado em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não.
Paulo Setubal Neto - 638.097.888-72

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. (Conselheiro não Executivo): Membro do Conselho de Administração desde 1999; Diretor Vice-Presidente Executivo entre 1991 e 1999; Diretor Executivo entre 1987 e 1991; Membro
do Comitê de Divulgação e Negociação de abril de 2005 a abril de 2009.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Duratex S.A.: Membro do Conselho de Administração de dezembro de 1990 a abril de 2015; Vice-Presidente de abril de 2001 a abril de 2009; Diretor Presidente de janeiro de 1991 a abril de 2009.
Setor de atuação: construção civil, material de construção e decoração.

Elekeiroz S.A.: Membro Suplente do Conselho de Administração de 1986 a abril de 2015; Diretor Presidente de março de 1993 a abril de 2009.

Setor de atuação: indústria de transformação – fabricação de produtos químicos.

Itautec S.A. – Grupo Itautec: Membro Suplente do Conselho de Administração de 1997 a abril de 2015; Diretor Presidente de 1997 a abril de 2009.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•Fundação Tide Azevedo Setubal: Membro do Conselho Fiscal.

Formação Acadêmica: Engenheiro Industrial – modalidade elétrica, opção eletrônica, pela Faculdade de Engenharia Industrial, em 1971, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Mestrado em Finanças
pela Faculdade Getúlio Vargas, em 1974.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não
Ricardo Egydio Setubal - 033.033.518-99

PÁGINA: 196 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa - Investimentos Itaú S.A. (Conselheiro não Executivo): Membro Suplente do Conselho de Administração desde abril de 2009; Membro do Comitê de Divulgação e Negociação desde maio de 2009 e do Comitê
de Políticas de Investimento de agosto de 2008 a maio de 2010, Coordenador da Comissão de Sustentabilidade e Riscos e Membro das Comissões de Finanças, de Investimentos, e de Pessoas e Ética desde abril
de 2017.
Setor de Atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Duratex S.A.: Membro do Conselho de Administração desde abril de 2008, tendo sido Vice-Presidente de abril de 2009 a abril de 2017, Membro do Comitê de Pessoas, Governança e Nomeação e do Comitê de
Auditoria e de Gerenciamento de Riscos desde novembro de 2009, Membro do Comitê de Sustentabilidade desde abril de 2018, Membro do Comitê de Divulgação e Negociação desde abril de 2018, tendo sido
também de abril de 2016 a maio de 2017, de abril de 2014 a abril de 2015, de abril de 2012 a abril de 2013 e de março de 2010 a maio de 2011.
Setor de atuação: construção civil, material para construção e decoração.

Elekeiroz S.A.: Membro Efetivo do Conselho de Administração de abril de 2011 a junho de 2018, tendo sido Suplente de abril de 2009 a abril 2011; Membro do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos de
junho de 2013 a junho de 2018, de Estratégia e Inovação de dezembro de 2010 a abril de 2018, de Pessoas e Governança de dezembro de 2010 a junho de 2013; e Vice-Presidente Executivo do Comitê de
Sustentabilidade Ambiental, Social e Cultural de outubro de 2007 a abril de 2009.
Setor de atuação: indústria de transformação – fabricação de produtos químicos.

Itautec S.A. – Grupo Itautec: Membro do Conselho de Administração, sendo Presidente desde fevereiro de 2010, tendo sido Conselheiro Suplente de abril de 2009 a janeiro de 2010 e Efetivo de abril de 1999 a abril
de 2008; Membro do Comitê de Divulgação desde setembro de 2010, Diretor Vice-Presidente Executivo de abril de 1999 a janeiro de 2010; Membro do Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos, do Comitê de
Estratégia e do Comitê de Pessoas e Governança de setembro de 2010 a janeiro de 2015.
Setor de atuação: holding de instituição não financeira.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor:


•Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC: Presidente do Conselho de Administração desde março de 2018 e Membro desde março de 2014, tendo sido Vice-Presidente de março de 2016 a março de
2018.

Formação Acadêmica: Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), em 1988, Administrador de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, em 1984 e especializado (PMD 69) pela Harvard University,
em 1995.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não
Ricardo Villela Marino - 252.398.288-90

PÁGINA: 197 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos 5 anos:


Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: (Conselheiro não Executivo): Membro Suplente do Conselho de Administração desde abril de 2011 e Membro do Comitê de Políticas de Investimento de agosto de 2008 a abril de
2011.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itaú Unibanco Holding S.A.: Membro do Conselho de Administração desde abril de 2008 e dos Comitês de Pessoas desde junho de 2009 e de Gestão de Riscos e Capital de maio de 2008 a abril de 2009.
Setor de atuação: holding.

Itaú Unibanco S.A.: Diretor Vice-Presidente desde abril de 2010, Diretor Executivo de setembro de 2006 a abril de 2010, Diretor Gerente Sênior de abril de 2005 a agosto de 2006 e Diretor Gerente de abril de 2004 a
abril de 2005.
Setor de atuação: banco múltiplo, com carteira comercial.

Duratex S.A.: (Conselheiro não Executivo) - Membro Suplente do Conselho de Administração de abril de 2009 a abril 2018.
Setor de atuação: construção civil, material para construção e decoração.

Itautec S.A. – Grupo Itautec: Membro Suplente do Conselho de Administração desde abril de 2009.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Elekeiroz S.A.: Membro Suplente do Conselho de Administração de abril de 2009 a junho de 2018.
Setor de atuação: indústria de transformação – fabricação de produtos químicos.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedade ou organizações do terceiro setor:


•Federación Latino Americana de Bancos - FELABAN: Presidente desde novembro de 2008;
•Instituto PDR: Fundador do Instituto;
•Comunitas: Chairman Executivo;
•MIT Sloan Latam: Chairman.

Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Mecânica formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, em 1996 e Mestre em Administração de Empresas, pela Universidade de Administração de
Empresas – MIT Sloan – Cambridge, EUA, em 2000.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela - 066.530.828-06

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: (Conselheiro não Executivo) - Vice Presidente do Conselho de Administração desde abril de 2017 e Membro da Comissão de Finanças desde maio de 2017.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:

Itaú Unibanco Holding S.A.: Membro do Conselho de Administração desde abril de 2018.
Setor de atuação: holding.

Duratex S.A.: (Conselheiro não Executivo) - Membro Suplente do Conselho de Administração desde abril de 2018 e Membro do Comitê de Sustentabilidade de abril de 2015 a maio de 2018.
Setor de atuação: Construção Civil, Material para Construção e Decoração.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor


•Instituto Alana: Diretora Presidente desde abril de 2002;
• Alana Foundation: Presidente Fundadora desde abril de 2012;
•Itaú Cultural: Membro do Conselho de Administração desde 1995 e Membro da Diretoria Executiva desde fevereiro de 2017;
•Itaú Social: Membro do Grupo Orientador desde fevereiro de 2017;
•Commercial Free Childhood (CCFC): Membro do Conselho Consultivo desde dezembro de 2015;
•Instituto Akatu: Membro do Conselho Consultivo desde junho de 2013;
•Conectas: Membro do Conselho Consultivo desde 2003;
•Instituto Brincante: Membro do Conselho Consultivo desde 2001;
•Ashoka: Fellow Ashoka desde fevereiro de 2010.

Formação Acadêmica: Graduada em Pedagogia com habilitação em Administração Escolar (1996) e Mestre em Psicologia da Educação (2003) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).Pós-
Graduação em Administração no Terceiro Setor pela FGV - Fundação Getúlio Vargas.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii - Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas -Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Victório Carlos De Marchi - 008.600.938-91

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos


Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: (Conselheiro não Executivo) – Membro Efetivo do Conselho de Administração desde fevereiro de 2018.
Setor de atuação: holding.

Empresas controladas por acionista do emissor que detenha participação, direta ou indireta, igual ou superior a 5% de uma mesma classe ou espécie de valor mobiliário do emissor:
AMBEV S.A.: Copresidente do Conselho de Administração desde julho de 1999; Presidente dos Comitês de Operações, Finanças e Remuneração e de Compliance Concorrencial e de Partes Relacionadas.
Setor de atuação: fabricação, distribuição e comercialização de cerveja, refrigerantes e outros produtos não alcoólicos.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


• Fundação Antonio e Helena Zerrenner Instituição Nacional de Beneficência – Membro do Conselho de Administração desde 1985 e Diretor Executivo desde 2006;
• Fundação Getúlio Vargas – FGV: Membro do Conselho Curador de abril de 2012 a janeiro de 2018;
• Instituto Ambev de Previdência Privada – IAPP: Presidente do Conselho Deliberativo desde maio de 2006;
• Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial – IEDI: Membro do Conselho desde 2004;
• Conselho de Empresários da América Latina – CEAL: Membro representante do Brasil desde outubro de 1994;
• FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo: Membro do Conselho de Estudos Econômicos desde novembro de 1992 e Membro do Conselho Estratégico desde fevereiro de 2008;
• ALAFACE - Associação Latino Americana de Fabricantes de Cervejas – Cerveceros Latinoamericanos: Membro do Comitê Executivo desde 2002, tendo sido Presidente do Conselho Executivo de 2015 a 2016;
• Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial – ETCO: Presidente do Conselho de Administração desde dezembro de 2012 e Membro do Conselho de Administração desde 2003;
• CISA – Centro de Informações sobre saúde e álcool: Presidente do Conselho Deliberativo desde 2005;
• CERVBRASIL – Associação Brasileira de Indústria da Cerveja: Diretor Vice-presidente desde 2014, tendo sido Presidente entre 2012 e 2014.

Formação Acadêmica: Graduado em Economia pela Faculdade de Economia, Finanças e Administração de São Paulo, e Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo. Possui certificado
com ênfase em Administração, conferido pelo ICSS – Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não.
Silvio José Morais - 450.379.909-63
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: (Conselheiro não Executivo) – Membro Suplente do Conselho de Administração desde fevereiro de 2018.
Setor de atuação: holding.

Empresas controladas por acionista do emissor que detenha participação, direta ou indireta, igual ou superior a 5% de uma mesma classe ou espécie de valor mobiliário do emissor:
AMBEV S.A.: Diretor de Controladoria desde junho de 1998, tendo exercido diferentes funções nos últimos 28 anos.
Setor de atuação: fabricação, distribuição e comercialização de cerveja, refrigerantes e outros produtos não alcoólicos.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor

• Fundação Antonio e Helena Zerrenner Instituição Nacional de Beneficência – Membro do Conselho de Administração desde janeiro de 2018, tendo sido Membro do Conselho Consultivo entre 2006 e 2017;

• Cerveceria Nacional Dominicana S.A.: Membro do Conselho Fiscal desde 2013;

• Instituto Ambev de Previdência Privada: Diretor desde 2008.

Formação Acadêmica: Bacharel em Administração de Empresas pela FACE-PR, com especialização em Finanças pela FAE Business School, com MBA Executivo pela PUC/ISAD-PR e com MBA Controladoria pela
FIPECAFI/USP.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não
.
Alfredo Egydio Setubal - 014.414.218-07

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: (Conselheiro Executivo) - Diretor Presidente e Diretor de Relações com Investidores desde maio de 2015, Vice-Presidente do Conselho de Administração desde setembro de 2008;
Coordenador do Comitê de Divulgação e Negociação desde maio de 2015 e Membro desde maio de 2009 e do Comitê de Políticas de Investimento de agosto de 2008 a abril de 2011, Coordenador da Comissão de
Investimentos e Membro das Comissões de Finanças, de Pessoas e Ética, e de Sustentabilidade e Riscos desde abril de 2017.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itaú Unibanco Holding S.A.: Membro do Conselho de Administração desde junho de 2007; Diretor Vice-Presidente e Diretor de Relações com Investidores de março de 2003 a fevereiro de 2015; Membro do Comitê
de Divulgação e Negociação desde novembro de 2008, sendo Presidente de novembro de 2008 a fevereiro de 2015; Membro dos Comitês de Nomeação e Governança Corporativa desde agosto de 2009 e de
Políticas Contábeis de maio de 2008 a abril de 2009; Membro do Comitê de Pessoas e do Comitê de Gestão de Risco e de Capital desde abril de 2015. Setor de atuação: holding financeira.

Investimentos Bemge S.A.: Presidente do Conselho de Administração de abril de 2008 a abril de 2013.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Itaú Unibanco S.A.: Diretor Vice-Presidente de abril de 1996 a março de 2015; Diretor de Relações com Investidores de 1995 a 2003; Diretor Executivo de maio de 1993 a junho de 1996; Diretor Gerente de 1988 a
1993.
Setor de atuação: banco múltiplo, com carteira comercial.

Alpargatas S.A.: Membro do Conselho de Administração desde setembro de 2017 e do Comitê de Estratégia desde outubro de 2017.
Setor de atuação: têxtil e vestuário.

Duratex S.A: Copresidente do Conselho de Administração desde abril de 2017 e Membro do Conselho de Administração desde abril de 2015 e Membro do Comitê de Pessoas, Governança e Nomeação desde julho
de 2015.
Setor de atuação: Construção Civil, Material para Construção e Decoração.

Elekeiroz S.A.: Membro Suplente do Conselho de Administração de abril de 2015 a junho de 2018.
Setor de Atuação: indústria de transformação - fabricação de produtos químicos.

Itautec S.A. - Grupo Itautec: Membro Suplente do Conselho de Administração desde abril de 2015.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•Fundação Tide Azevedo Setubal: Membro do Conselho Fiscal
•Associação Nacional dos Bancos de Investimentos – ANBID: Vice-Presidente de 1994 a agosto de 2003 e Presidente de agosto de 2003 a agosto de 2008;
•Associação Brasileira das Companhias Abertas – ABRASCA: Membro do Conselho Diretor desde 1999;
•Instituto Brasileiro de Relações com Investidores – IBRI: Presidente do Conselho de Administração de 1999 a 2009 e Membro do Comitê Superior de Orientação, Nominação e Ética desde 2009;
•Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM: Diretor Financeiro desde 1992;
•MASP: Vice-Presidente do Conselho de Deliberativo desde setembro de 2014;
•Fundação Bienal de São Paulo: Vice-Presidente do Conselho de Administração desde junho de 2009.

Formação Acadêmica: graduado em 1980 e pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, com curso de especialização no INSEAD (França).

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não
Rodolfo Villela Marino - 271.943.018-81

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. (Conselheiro Executivo): Diretor Vice-Presidente desde maio de 2015 e Membro Efetivo do Conselho de Administração desde abril de 2011, tendo sido Suplente de abril de 2009 a
abril de 2011; Membro do Comitê de Divulgação e Negociação desde maio de 2009 e de Políticas de Investimento de agosto de 2008 a maio de 2011, tendo sido Coordenador de maio de 2010 a maio de 2011,
Coordenador da Comissão de Pessoas e Ética e Membro das Comissões de Finanças, de Investimentos, e de Sustentabilidade e Riscos desde abril de 2017.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Alpargatas S.A.: Membro do Conselho de Administração desde setembro de 2017 e Membro dos Comitês de Estratégia e de Gente desde outubro de 2017.
Setor de atuação: têxtil e vestuário.

Duratex S.A.: Membro do Conselho de Administração desde abril de 2008 e Membro Titular desde agosto de 2009, Membro do Comitê de Pessoas, Governança e Nomeação desde abril de 2018 e de novembro de
2009 a maio de 2017, Membro do Comitê de Sustentabilidade e do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos desde novembro de 2009, Membro do Comitê de Divulgação e Negociação de maio de 2017 a
abril de 2018, tendo sido ainda desse mesmo comitê de abril de 2015 a abril de 2016, de abril de 2013 a abril de 2014, de maio de 2011 a abril de 2012 e de novembro de 2009 a abril de 2010.
Setor de atuação: Construção Civil, Material para Construção e Decoração.

Elekeiroz S.A.: Membro do Conselho de Administração de abr/08 a jun/18, sendo Presidente de abr/10 a jun/18; Membro dos Comitês de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos, de Estratégia e Inovação, e de
Pessoas e Governança de dez/10 a abr/18, este último como Coordenador, e Membro do Comitê de Divulgação de dez/10 a jun/18 .
Setor de atuação: indústria de transformação – fabricação de produtos químicos.

Itautec S.A.: Vice-Presidente do Conselho de Administração desde mai/17 e Membro desde abr/08, Membro do Comitê de Pessoas e Governança de abr/12 a jan/15, do Comitê de Estratégia de set/10 a jan/15 e do
Comitê de Auditoria e de Gestão de Riscos de set/10 a abr/12.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•Sociedade Cultura Artística: Diretor Executivo desde jun/14;
•Inst. Itaú Cultural: Membro do Conselho de Administração desde abr/09;
•Inst. PDR: Membro do Conselho Consultivo e Fiscal de jun/09 a jun/11;
•São Paulo Cia. de Dança: Presidente do Conselho Fiscal de jun/09 a jun/11, Membro do Conselho de Adm. desde jun/11 e Presidente do Conselho de Administração desde jun/17;
•Young Presidents Organization-YPO/WPO: Membro desde dez/11;
•IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – Membro de ago/2000;
•Fundação Itaú Social: Membro do Conselho de Administração desde mai/09;
•IEDI - Instituto para Estudos do Desenvolvimento Industrial: Vice Presidente do C.A. desde ago/15;
•ABRASCA: Membro do Conselho Diretor desde abr/17.
•Todos pela Educação: Membro do Conselho de Governança desde abr/17.
•Inst. Yandeh: Membro do Conselho Fiscal desde ago/17.
•IBÁ - Industria Brasileira de Árvores: Membro do Conselho Consultivo desde dez/17;
•Inst. Unibanco Membro do C.A. desde abr/14.

Formação Acadêmica: Administrador de Empresas formado pela FGV. Mestre em Estudos do Desenvolvimento e em Economia e Filosofia pela LSE – London School of Economics and Political Science.Descrição de
qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i.Qualquer condenação criminal - Não; ii.Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas - Não;
iii.Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não
José Maria Rabelo - 232.814.566-34

PÁGINA: 202 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Membro Efetivo do Conselho Fiscal desde abril de 2016.
Setor de atuação: holding.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•CNPC – Conselho Nacional de Previdência Complementar: Membro Titular de março de 2011 a junho de 2014;
•COREMEC – Comitê de Regulação e Fiscalização de Mer. Financ. Capitais, Seguros, Previdência e Capitalização: Membro Titular de março de 2011 a junho de 2014;
•Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. – TAESA: Membro do Conselho de Administração desde maio de 2014; Membro Titular do Conselho Fiscal de fevereiro de 2011 a abril de 2014;
•PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar: Presidente da Diretoria Colegiada e Diretor Superintendente de março de 2011 a junho de 2014;
•CONEF – Comitê Nacional de Educação Financeira: Membro Titular de março de 2011 a junho de 2014.

Formação Acadêmica: Advogado formado pela UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais em 1981 e MBA em Administração pela mesma faculdade em 1995.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Isaac Berensztejn - 332.872.367-68
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal desde abril de 2016.
Setor de atuação: holding.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor


•IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa: Membro desde agosto de 2015;
•Star One: Membro do Conselho de Administração de abril de 2004 a dezembro de 2014, Diretor Financeiro de janeiro de 2001 a janeiro de 2003;
•Claro: Diretor Financeiro de janeiro de 2012 a janeiro de 2015 e Membro do Conselho de Administração de janeiro de 2014 a dezembro de 2015;
•NET: Membro do Conselho de Administração de janeiro de 2005 a dezembro de 2014;
•Embratel: Diretor Financeiro de janeiro de 2006 a dezembro de 2014;
•Level 3: Diretor Financeiro desde janeiro de 2016.

Formação Acadêmica: Engenheiro formado pela PUC-Rio em 1973, Mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ em 1979 e MBA em Administração pela COPPEAD em 1987.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Flavio César Maia Luz - 636.622.138-34

PÁGINA: 203 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos


Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Membro Efetivo do Conselho Fiscal desde abril de 2014.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Duratex S.A.: Presidente do Conselho Fiscal desde maio de 2018 e Membro Efetivo desde abril de 2018.
Setor de atuação: Construção Civil, Material de Construção e Decoração.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•Ultrapar Participações S.A.: Presidente do Conselho Fiscal desde 2005;
• Marcopolo S.A.: Membro do Conselho de Administração desde 2016 e Membro do Comitê de RH e Ética;
•CTEEP – Cia. de Transmissão de Energia Elétrica Paulista: Membro do Conselho Fiscal de 2012 a 2016;
•Senior Solution S.A.: Membro do Conselho de Administração desde 2012;
•Doing Business Consultoria Empresarial Ltda.: Sócio-Diretor desde 2010;
•SER Educacional S.A.: Membro do Conselho de Administração desde 2010, Membro do Comitê de Finanças.

Formação Acadêmica: Graduado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP – Universidade de São Paulo (1973), com cursos de pós-graduação em Administração e Economia Aplicada pela FGV –
Fundação Getúlio Vargas (1978 e 1981, respectivamente), bem como cursos de especialização em Finanças Corporativas pela Harvard Business School (1986), em Estratégia Mercadológica pela Stanford University
(1990), em Técnicas de Negociação pela California University (2004) e em Fusões e Aquisições pela Wharton Business School (2007), e certificado como Conselheiro pelo IBGC.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não
Paulo Ricardo Moraes Amaral - 008.036.428-49
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Membro Efetivo do Conselho Fiscal desde abril de 2006; Suplente de abril de 1995 a abril de 2006.
Setor de atuação: holding.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•PMV Consultoria Empresarial: Diretor Geral e Sócio desde 1993.

Formação Acadêmica: Engenharia Mecânica Industrial pela Faculdade de Engenharia Industrial - FEI, São Paulo, em 1965; pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, São Paulo,
em 1970; e Stanford Executive Program pela Stanford Graduate School of Business, California, USA, em 1974; cursos semestrais de especialização em Finanças e em Comércio Exterior na FGV, em 1976.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Tereza Cristina Grossi Togni - 163.170.686-15

PÁGINA: 204 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Presidente do Conselho Fiscal desde maio de 2011.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itautec S.A. – Grupo Itautec Coordenadora do Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos de setembro de 2010 a fevereiro de 2015 e do Comitê de Divulgação de maio de 2011 a janeiro de 2015.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Duratex S.A.: Presidente do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos desde abril de 2012 e Especialista desde junho de 2012.
Setor de atuação: Construção Civil, Material de Construção e Decoração.

Itaú Unibanco Holding S.A.: Membro do Conselho de Administração de fevereiro de 2004 a novembro de 2008; Membro dos Comitês de Auditoria de julho de 2004 a maio de 2010, de Divulgação e Negociação de
maio de 2005 a maio de 2010 e de Políticas Contábeis de maio de 2008 a abril de 2009.
Setor de atuação: holding financeira.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão: Membro do Comitê de Auditoria desde maio de 2009, tendo sido Coordenadora de maio de 2012 a abril de 2013. Setor de atuação: administração dos mercados organizados de
títulos, valores mobiliários e contratos de derivativos.
• Terra Santa Agro S.A.: Membro Efetivo do Conselho Fiscal desde maio de 2018.

Formação Acadêmica: Bacharel em Administração de Empresas e Ciências Contábeis pela Universidade Católica de Minas Gerais em 1977 e especializações na Suíça e nos Estados Unidos.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Felício Cintra do Prado Júnior - 898.043.258-53
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal desde abril de 2014.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Duratex S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal desde abril de 2018.
Setor de atuação: Construção Civil, Material de Construção e Decoração.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor:


•Implamed Ltda: Membro do Comitê Financeiro e da Diretoria desde 2014;
•Tecsis Tecnologia e Sistemas S.A: Consultor atuando como membro da Diretoria de agosto de 2012 a maio de 2013;
•Usina Açucareira Ester S.A.: Diretor Superintendente e Membro do Conselho de Administração, de 2002 a 2012;
• Bandeirante Energia: Diretor Financeiro e Administrativo de 2000 a 2001;
•Fundação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas: Membro (2013).

Formação Acadêmica: Graduado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP – Universidade de São Paulo, com pós-graduação em Administração de Empresas pela CEAG – Fundação Getúlio
Vargas, com cursos de especialização em Advanced Management Program pelo INSEAD (França / 1989), em Strategic Human Resource Management pela Harvard Business School (EUA / 1992) e em Capital
Markets Investing pelo Citibank Global Asset Management (França / 1994).

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas
- Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
João Costa - 476.511.728-68

PÁGINA: 205 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal desde abril de 2009.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itaú Unibanco Holding S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal desde maio de 2009.
Setor de atuação: holding financeira.

Alpargatas S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal de novembro de 2017 a abril de 2018.
Setor de atuação: textil e vestuário.

Duratex S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal desde abril de 2018.


Setor de atuação: Construção Civil, Material de Construção e Decoração.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor - Não há.

Formação Acadêmica: Economista formado pela Faculdade de Economia São Luiz – São Paulo, com extensão em Administração de Empresas pela FEA/USP; e Management Program for Executives – University of
Pittsburgh.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Carlos Eduardo de Mori Luporini - 369.558.688-53
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal desde abril de 2018.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Duratex S.A.: Membro Efetivo do Conselho Fiscal desde abril de 2018.
Setor de atuação: Construção Civil, Material de Construção e Decoração.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor:


• Terra Brasis Resseguros (Grupo Brasil Plural): Membro do Conselho de Administração de 2010 a 2015, tendo sido Diretor de Finanças e Operações de 2010 a 2014,
• FEAUSP: Professor Doutor na área de Finanças de 1988 a 2017,
• FIA: Coordenador dos Cursos de Aperfeiçoamento em Seguros e Previdência e do Projeto Social FIA de Gestão Empresarial.

Formação Acadêmica: Administrador de Empresas formado pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP) em 1973, Mestrado em Administração de Empresas e Doutorado em
Adminstração de Empresas pela mesma universidade em 1982 e 1994, respectivamente.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas
- Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Guilherme Tadeu Pereira Júnior - 286.131.968-29

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Membro Efetivo do Conselho Fiscal desde abril de 2018.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Duratex S.A.: Membro Efetivo do Conselho Fiscal desde abril de 2018.
Setor de atuação: Construção Civil, Material de Construção e Decoração.

Alpargatas S.A.: Membro Efetivo do Conselho Fiscal de novembro de 2017 a abril de 2018.
Setor de atuação: têxtil e vestuário.

Itautec S.A. – Grupo Itautec: Vice-Presidente Administrativo e Financeiro (CFO) e Diretor de Relação com Investidores de abril de 2013 a abril de 2015, Diretor Executivo Administrativo e Financeiro (CFO) de março
de 2012 a março de 2013, e Diretor de Controladoria Corporativa de junho de 2010 a fevereiro de 2012.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor:


• Minuto Corretora de Seguros S.A.: Diretor Administrativo e Financeiro (CFO) desde agosto de 2017;
• Consultor Financeiro nas áreas de planejamento financeiro e de controles internos em empresas no Brasil e EUA de agosto de 2015 a julho de 2017.

Formação Acadêmica: Graduado em Administração Pública formado pela Unisul em 2008, MBA em Finanças com ênfase em Controladoria e Auditoria pela FGV em 2011 e cursos de Especialização em Negócios
realizados na Holanda.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não
Pedro Soares Melo - 533.109.268-34
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal desde abril de 2018.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Duratex S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal desde abril de 2018.
Setor de atuação: Construção Civil, Material de Construção e Decoração.

Alpargatas S.A.: Membro Suplente do Conselho Fiscal de novembro de 2017 a abril de 2018.
Setor de atuação: têxtil e vestuário.

Itaú Unibanco S.A: Gerente Geral na Área de Controle Econômico – ACE de outubro de 1972 a janeiro de 2009, tendo sido Consultor Técnico de janeiro de 2009 a março de 2011.
Setor de atuação: banco múltiplo, com carteira comercial.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor: não há.

Formação Acadêmica: Bacharel em Administração de Empresas pela Faculdade de Administração e Ciências Econômicas Santana e Bacharel em Ciências Econômicas pela Faculdade de Economia, Finanças e
Administração de São Paulo.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.7/8 - Composição dos comitês

Nome Tipo comitê Cargo ocupado Profissão Data eleição Prazo mandato Percentual de
participação nas
reuniões
CPF Descrição outros comitês Descrição outros cargos ocupados Data de Data posse Número de Mandatos
nascimento Consecutivos
Outros cargos/funções exercidas no emissor
Alfredo Egydio Setubal Outros Comitês Presidente do Comitê Administrador de 16/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
014.414.218-07 Comitê de Divulgação e 01/09/1958 23/04/2018 9
Negociação
Vice-Presidente do Conselho da Administração, Diretor Presidente e de Relações com Investidores
Alfredo Egydio Setubal Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
014.414.218-07 Comissão de Finanças 01/09/1958 26/04/2018 1
Vice-Presidente do Conselho de Administração, Diretor Presidente e de Relações com Investidores.
Alfredo Egydio Setubal Outros Comitês Outros Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
014.414.218-07 Comissão de Investimentos Coordenador 01/09/1958 26/04/2018 1
Vice-Presidente do Conselho de Administração, Diretor Presidente e de Relações com Investidores.
Alfredo Egydio Setubal Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
014.414.218-07 Comissão de Pessoas e Ética 01/09/1958 26/04/2018 1
Vice-Presidente do Conselho de Administração e Diretor Presidente e de Relações com Investidores.
Alfredo Egydio Setubal Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
014.414.218-07 Comissão de Sustentabilidade e 01/09/1958 26/04/2018 1
Riscos
Vice-Presidente do Conselho de Administração, Diretor Presidente e de Relações com Investidores.
Bruno Salem Brasil Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 15/10/2018 1 ano 100.00%
Empresas
295.316.238-05 Comissão de Finanças 30/05/1981 15/10/2018 0

Carlos Roberto Zanelato Outros Comitês Outros Bacharel em Direito 16/04/2018 Anual 100.00%
638.101.908-53 Comitê de Divulgação e Não há. 13/11/1953 23/04/2018 1
Negociação

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.7/8 - Composição dos comitês

Nome Tipo comitê Cargo ocupado Profissão Data eleição Prazo mandato Percentual de
participação nas
reuniões
CPF Descrição outros comitês Descrição outros cargos ocupados Data de Data posse Número de Mandatos
nascimento Consecutivos
Outros cargos/funções exercidas no emissor
Carlos Roberto Zanelato Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Bacharel em Direito 26/04/2018 Anual 100.00%
638.101.908-53 Comissão de Finanças 13/11/1953 26/04/2018 1
Não há.
Carlos Roberto Zanelato Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Bacharel em Direito 26/04/2018 Anual 100.00%
638.101.908-53 Comissão de Sustentabilidade e 13/11/1953 26/04/2018 1
Riscos
Não há.
Claudia Meirelles Carvalho Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Psicóloga 26/04/2018 Anual 0.00%
115.659.138-41 Comissão de Pessoas e Ética 22/07/1967 26/04/2018 0
Não há.
Fabricia Rigon Loja Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Médica Veterinária 15/10/2018 Anual 100.00%
011.801.847-77 Comissão de Sustentabilidade e 07/03/1971 15/10/2018 0
Riscos

Flavia Camanho Camparini Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Psicologa 26/04/2018 Anual 100.00%
259.560.468-64 Comissão de Pessoas e Ética 20/05/1976 26/04/2018 1
Não há.
Frederico de Souza Queiroz Pascowitch Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
310.154.298-74 Comissão de Investimentos 30/05/1983 26/04/2018 1
Não há.
Frederico de Souza Queiroz Pascowitch Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
310.154.298-74 Comissão de Sustentabilidade e 30/05/1983 26/04/2018 1
Riscos
Não há.
Henri Penchas Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Engenheiro 16/04/2018 Anual 100.00%
Mecânico

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.7/8 - Composição dos comitês

Nome Tipo comitê Cargo ocupado Profissão Data eleição Prazo mandato Percentual de
participação nas
reuniões
CPF Descrição outros comitês Descrição outros cargos ocupados Data de Data posse Número de Mandatos
nascimento Consecutivos
Outros cargos/funções exercidas no emissor
061.738.378-20 Comitê de Divulgação e 03/02/1946 23/04/2018 13
Negociação
Presidente do Conselho de Administração
Henri Penchas Outros Comitês Outros Engenheiro 26/04/2018 Anual 100.00%
Mecânico
061.738.378-20 Comissão de Finanças Coordenador 03/02/1946 26/04/2018 1
Presidente do Conselho de Administração.
Henri Penchas Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Engenheiro 26/04/2018 Anual 100.00%
Mecânico
061.738.378-20 Comissão de Investimentos 03/02/1946 26/04/2018 1
Presidente do Conselho de Administração.
Henri Penchas Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Engenheiro 26/04/2018 Anual 100.00%
Mecânico
061.738.378-20 Comissão de Pessoas e Ética 03/02/1946 26/04/2018 1
Presidente do Conselho de Administração.
Henri Penchas Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Engenheiro 26/04/2018 Anual 100.00%
Mecânico
061.738.378-20 Comissão de Sustentabilidade e 03/02/1946 26/04/2018 1
Riscos
Presidente do Conselho de Administração.
Maria Fernanda Ribas Caramuru Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Advogada 16/04/2018 Anual 100.00%
070.336.018-32 Comitê de Divulgação e 10/07/1971 23/04/2018 1
Negociação
Não há.
Maria Fernanda Ribas Caramuru Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Advogada 26/04/2018 Anual 100.00%
070.336.018-32 Comissão de Sustentabilidade e 10/07/1971 26/04/2018 1
Riscos
Não há.
Priscila Grecco Toledo Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Contadora 26/04/2018 Anual 100.00%
266.268.838-60 Comissão de Finanças 18/09/1979 26/04/2018 1

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.7/8 - Composição dos comitês

Nome Tipo comitê Cargo ocupado Profissão Data eleição Prazo mandato Percentual de
participação nas
reuniões
CPF Descrição outros comitês Descrição outros cargos ocupados Data de Data posse Número de Mandatos
nascimento Consecutivos
Outros cargos/funções exercidas no emissor
Não há.
Priscila Grecco Toledo Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Contadora 26/04/2018 Anual 100.00%
266.268.838-60 Comissão de Investimentos 18/09/1979 26/04/2018 1
Não há.
Priscila Grecco Toledo Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Contadora 26/04/2018 Anual 100.00%
266.268.838-60 Comissão de Sustentabilidade e 18/09/1979 26/04/2018 1
Riscos
Não há.
Priscila Grecco Toledo Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Contadora 16/04/2018 Anual 100.00%
266.268.838-60 Comitê de Divulgação e 18/09/1979 23/04/2018 1
Negociação
Não há.
Ricardo Egydio Setubal Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 16/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
033.033.518-99 Comitê de Divulgação e 22/04/1962 23/04/2018 9
Negociação
Membro Suplente do Conselho de Administração.
Ricardo Egydio Setubal Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
033.033.518-99 Comissão de Finanças 22/04/1962 26/04/2018 1
Membro Suplente do Conselho de Administração.
Ricardo Egydio Setubal Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
033.033.518-99 Comissão de Investimentos 22/04/1962 26/04/2018 1
Membro Suplente do Conselho de Administração.
Ricardo Egydio Setubal Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
033.033.518-99 Comissão de Pessoas e Ética 22/04/1962 26/04/2018 1
Membro Suplente do Conselho de Administração.

PÁGINA: 211 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.7/8 - Composição dos comitês

Nome Tipo comitê Cargo ocupado Profissão Data eleição Prazo mandato Percentual de
participação nas
reuniões
CPF Descrição outros comitês Descrição outros cargos ocupados Data de Data posse Número de Mandatos
nascimento Consecutivos
Outros cargos/funções exercidas no emissor
Ricardo Egydio Setubal Outros Comitês Outros Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
033.033.518-99 Comissão de Sustentabilidade e Coordenador 22/04/1962 26/04/2018 1
Riscos
Membro Suplente do Conselho de Administração.
Rodolfo Villela Marino Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 16/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
271.943.018-81 Comitê de Divulgação e 14/11/1975 23/04/2018 9
Negociação
Membro Efetivo do Conselho de Administração e Diretor Vice-Presidente.
Rodolfo Villela Marino Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Adminstrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
271.943.018-81 Comissão de Finanças 14/11/1975 26/04/2018 1
Membro Efetivo do Conselho de Administração e Diretor Vice-Presidente.
Rodolfo Villela Marino Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
271.943.018-81 Comissão de Investimentos 14/11/1975 26/04/2018 1
Membro Efetivo do Conselho de Administração e Diretor Vice-Presidente.
Rodolfo Villela Marino Outros Comitês Outros Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
271.943.018-81 Comissão de Pessoas e Ética Coordenador 14/11/1975 26/04/2018 1
Membro Efetivo do Conselho de Adminstração e Diretor Vice-Presidente.
Rodolfo Villela Marino Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Administrador de 26/04/2018 Anual 100.00%
Empresas
271.943.018-81 Comissão de Sustentabilidade e 14/11/1975 26/04/2018 1
Riscos
Membro Efetivo do Conselho de Administração e Diretor Vice-Presidente.
Sandra Oliveira Ramos Medeiros Outros Comitês Membro do Comitê (Efetivo) Contadora 15/10/2018 1 ano 100.00%
173.178.568-27 Comissão de Finanças 15/02/1975 15/10/2018 0

PÁGINA: 212 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência profissional / Declaração de eventuais condenações / Critérios de Independência


Alfredo Egydio Setubal - 014.414.218-07
Alfredo Egydio Setubal - 014.414.218-07
Alfredo Egydio Setubal - 014.414.218-07
Alfredo Egydio Setubal - 014.414.218-07

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Alfredo Egydio Setubal - 014.414.218-07


Experiência profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa – Investimentos Itaú S.A.: (Conselheiro Executivo) - Diretor Presidente e Diretor de Relações com Investidores desde maio de 2015, Vice-Presidente do Conselho de Administração desde setembro de 2008;
Coordenador do Comitê de Divulgação e Negociação desde maio de 2015 e Membro desde maio de 2009 e do Comitê de Políticas de Investimento de agosto de 2008 a abril de 2011, Coordenador da Comissão de
Investimentos e Membro das Comissões de Finanças, de Pessoas e Ética, e de Sustentabilidade e Riscos desde abril de 2017.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itaú Unibanco Holding S.A.: Membro do Conselho de Administração desde junho de 2007; Diretor Vice-Presidente e Diretor de Relações com Investidores de março de 2003 a fevereiro de 2015; Membro do Comitê
de Divulgação e Negociação desde novembro de 2008, sendo Presidente de novembro de 2008 a fevereiro de 2015; Membro dos Comitês de Nomeação e Governança Corporativa desde agosto de 2009 e de
Políticas Contábeis de maio de 2008 a abril de 2009; Membro do Comitê de Pessoas e do Comitê de Gestão de Risco e de Capital desde abril de 2015. Setor de atuação: holding financeira.

Investimentos Bemge S.A.: Presidente do Conselho de Administração de abril de 2008 a abril de 2013.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Itaú Unibanco S.A.: Diretor Vice-Presidente de abril de 1996 a março de 2015; Diretor de Relações com Investidores de 1995 a 2003; Diretor Executivo de maio de 1993 a junho de 1996; Diretor Gerente de 1988 a
1993.
Setor de atuação: banco múltiplo, com carteira comercial.

Alpargatas S.A.: Membro do Conselho de Administração desde setembro de 2017 e do Comitê de Estratégia desde outubro de 2017.
Setor de atuação: têxtil e vestuário.

Duratex S.A: Copresidente do Conselho de Administração desde abril de 2017 e Membro do Conselho de Administração desde abril de 2015 e Membro do Comitê de Pessoas, Governança e Nomeação desde julho
de 2015.
Setor de atuação: Construção Civil, Material para Construção e Decoração.

Elekeiroz S.A.: Membro Suplente do Conselho de Administração de abril de 2015 a junho de 2018.
Setor de Atuação: indústria de transformação - fabricação de produtos químicos.

Itautec S.A. - Grupo Itautec: Membro Suplente do Conselho de Administração desde abril de 2015.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•Fundação Tide Azevedo Setubal: Membro do Conselho Fiscal
•Associação Nacional dos Bancos de Investimentos – ANBID: Vice-Presidente de 1994 a agosto de 2003 e Presidente de agosto de 2003 a agosto de 2008;
• Associação Brasileira das Companhias Abertas – ABRASCA: Membro do Conselho Diretor desde 1999;
•Instituto Brasileiro de Relações com Investidores – IBRI: Presidente do Conselho de Administração de 1999 a 2009 e Membro do Comitê Superior de Orientação, Nominação e Ética desde 2009;
•Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM: Diretor Financeiro desde 1992;
•MASP: Vice-Presidente do Conselho de Deliberativo desde setembro de 2014;
•Fundação Bienal de São Paulo: Vice-Presidente do Conselho de Administração desde junho de 2009.

Formação Acadêmica: graduado em 1980 e pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, com curso de especialização no INSEAD (França).

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não
Bruno Salem Brasil - 295.316.238-05

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Gerente de Controladoria e de Relações com Investidores desde Julho/2018.

Carreira de 20 anos desenvolvida em finanças corporativas de companhias multinacionais e brasileiras. Atuou em funções de controller corporativo, planejamento financeiro, business controller, relações com
investidores e governança corporativa. Foi também secretário de Comissão de Finanças de companhia listada. É atualmente Conselheiro do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) e membro do
Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).

Formação Acadêmica: Graduado Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, realizou pós graduações em Liderança e Gestão pela Fundação Getúlio Fargas (FGV) e Insper e
possui MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Possui certificação CPRI2 (IBRI).

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Carlos Roberto Zanelato - 638.101.908-53
Carlos Roberto Zanelato - 638.101.908-53
Carlos Roberto Zanelato - 638.101.908-53
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Membro do Comitê de Divulgação e Negociação e das Comissões de Finanças e de Sustentabilidade e Riscos desde abril de 2017.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itaúsa Empreendimentos S.A.: Diretor Gerente de Assuntos Corporativos desde dezembro de 2010.
Setor de atuação: consultoria em gestão empresarial.

Itaú Unibanco S.A.: Superintendente de Assuntos Corporativos de março de 2003 a novembro de 2010.
Setor de atuação: holding.

Itautec S.A. – Grupo Itautec: Diretor desde setembro de 2016.


Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Fundação Itaúsa Industrial: Membro do Conselho Deliberativo desde setembro de 2013.


Setor de atuação: entidade privada de previdência complementar.

Formação Acadêmica: Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1984) e em Matemática pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Oswaldo Cruz (1976).

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Claudia Meirelles Carvalho - 115.659.138-41

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:


Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Membro da Comissão de Pessoas e Ética desde abril de 2018.
Setor de Atuação: Holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itaúsa Empreendimentos S.A.: Gerente de Recursos Humanos desde abril de 2018.
Setor de Atuação: atividades de consultoria em gestão empresarial.

Cargos em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


Adidas do Brasil: Diretora Senior de Recursos Humanos para o Brasil de maio de 2014 a março de 2017; IMS Health: Diretora de Recursos Humanos para a América Latina de agosto de 2012 a setembro de 2013;
TozziniFreire Advogados: Diretora de Desenvolvimento Humano e Organizacional de fevereiro de 2005 a julho de 2012.

Com mais de 28 anos de experiência em Recursos Humanos, possui Visão generalista em Recursos Humanos, abrangendo planejamento estratégico, cultura e mudança organizacional, programas de
desenvolvimento e avaliação de talentos, planos de sucessão e carreira, estratégias de comunicação interna, qualidade de vida e atendimento ao cliente, em empresas de Serviços Profissionais, Farmacêuticas,
Varejo e Bens de Consumo.

Formação Acadêmica: Psicóloga formada pela Faculdades Metropolitanas Unidas em 1990, com Especialização em Psicodrama Aplicado em 1998 pela ABPS e com Certificate of Special Studies in Administration
and Management pela Harvard University em 1999 (EUA).

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não
Fabricia Rigon Loja - 011.801.847-77
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Gerente de Compliance e Riscos Corporativos na Itaúsa desde 01.10.2018 e membro da Comissão de Sustentabilidade e Riscos desde outubro de 2018.

Sólida carreira no gerenciamento de áreas de controles internos e compliance, atuando na gestão e mitigação de riscos e prevenção a lavagem de Dinheiro, em empresas Nacionais e Multinacionais , sustentada
pela forte visão de negócios, capacidade de liderança de times de alta performance e trabalho em equipe.
Formação Acadêmica: Graduada em Medicina Veterinária pela UFF (Universidade Federal Fluminense) em 1994, pós graduação em Marketing na FGV em 2009 e pós graduação em Governança, Riscos e
Compliance com conclusão prevista para julho/2019.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Flavia Camanho Camparini - 259.560.468-64
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Membro da Comissão de Pessoas e Ética desde abril de 2017.
Setor de Atuação: Holding.

Mais de 20 anos de experiência na área de Recursos Humanos, atuando fortemente na estruturação e implementação do modelo de Business Partner de RH, em empresas como Johnson&Johnson Brasil, Banco
Real ABN Amro, Grupo Pão de Açúcar. Diretora do Family Office da Família ESA, Villela e Setubal. É Membro dos Comitês de Pessoas e Governança da Smiles, Duratex e Elekeiroz e proprietária da Awareness
Consultoria.

Formação Acadêmica: Graduada em Psicologia pela Universidade Mackenzie, pós graduação em Administração de Empresas pela FAAP, MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral e módulo internacional pela
University of British Columbia e Master in Change Management pela University of Colorado.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Frederico de Souza Queiroz Pascowitch - 310.154.298-74

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Frederico de Souza Queiroz Pascowitch - 310.154.298-74


Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Membro das Comissões de Investimentos e de Sustentabilidade e Riscos desde abril de 2017, tendo sido Consultor de Investimentos de fevereiro de 2016 a abril de 2017.
Setor de Atuação: Holding

. Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itaúsa Empreendimentos S.A.: Diretor Gerente desde maio de 2017.
Setor de Atuação: atividades de consultoria em gestão empresarial
.
Cargos em outras sociedade ou em organizações do terceiro setor
Gávea Investimentos: Sócio de 2008 a 2015: membro do conselho de administração da Energisa, membro do conselho de administração da Cell Site Solutuions, acompanhamento de diversos ativos do portfolio
como: Unidas, Azul Linhas Aéreas, Paschoalotto, Time for Fun, Arcos Dorados, entre outras.
Setor de Atuação: administração de recursos

Formação Acadêmica: Graduação em Administração de Empresas em 2005 pela Insper.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Henri Penchas - 061.738.378-20
Henri Penchas - 061.738.378-20
Henri Penchas - 061.738.378-20
Henri Penchas - 061.738.378-20

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Henri Penchas - 061.738.378-20


Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A. (Conselheiro não Executivo): Presidente do Conselho de Administração desde abril de 2017 e Membro do Conselho de Administração desde maio de 2015; Diretor Vice-Presidente
de abril de 2009 a maio de 2015, Diretor de Relações com Investidores de 2009 a maio de 2015 e de 1995 a abril de 2008, Diretor Executivo de dezembro de 1984 a abril de 2008, Membro do Comitê de Divulgação
e Negociação desde abril de 2005 e dos Comitês de Políticas de Investimento e de Políticas Contábeis de agosto de 2008 a maio de 2011, Coordenador da Comissão de Finanças e Membro das Comissões de
Investimentos, de Pessoas e Ética, e de Sustentabilidade e Riscos desde abril de 2017.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Alpargatas S.A.: Coordenador do Comitê de Finanças desde outubro de 2017.
Setor de atuação: têxtil e vestuário.

Duratex S.A.: Membro Titular do Conselho de Administração e do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos de abril de 2013 a abril de 2016, Membro do Comitê de Divulgação e Negociação de novembro
de 2009 a abri de 2016, Diretor Presidente de agosto de 2009 a abril de 2013 e Diretor Geral de abril a agosto de 2009.
Setor de atuação: Construção Civil, Material de Construção e Decoração.

Elekeiroz S.A.: Membro do Conselho de Administração de abril de 2013 a junho de 2018, dos Comitês de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos, de Pessoas e Governança e de Divulgação de junho de 2013 a
junho de 2018 e do Comitê de Estratégia e Inovação de abril de 2015 a abril de 2018.
Setor de atuação: indústria de transformação – fabricação de produtos químicos.

Itautec S.A. – Grupo Itautec: Membro do Conselho de Administração e do Comitê de Divulgação desde abril de 2013, tendo sido Diretor Presidente de abril de 2013 a abril de 2014, Membro do Comitê de Auditoria e
de Gestão de Riscos, do Comitê de Estratégia, do Comitê de Pessoas e Governança de abril de 2014 a janeiro de 2015.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Itaú Unibanco Holding S.A.: Membro do Conselho de Administração de março de 2003 a abril de 2016, Membro dos Comitês de Estratégia e de Nomeação e Governança Corporativa de junho de 2009 a abril de
2016, Membro do Conselho Consultivo Internacional de março de 2003 a abril de 2009, Membro do Comitê de Divulgação e Negociação de maio de 2005 a abril de 2009, Vice-Presidente Sênior de março de 2003 a
maio de 2008, Membro dos Comitês de Gestão de Riscos e de Capital e de Políticas Contábeis de maio de 2008 a abril de 2009.
Setor de atuação: holding.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•Fundação José Luiz Setubal: Membro do Conselho de Administração desde outubro de 2005;
•Instituto Alana: Conselheiro Fiscal desde abril de 2002;
•Instituto Itaú Cultural: Membro do Conselho de Administração desde fevereiro de 1987.
• HIG Brasil Ass. de Invest. Ltda.: Membro do Conselho Consultivo desde abril de 2015.
• Nova Transportadora do Sudeste S.A – NTS: Membro do Conselho de Administração da desde abril de 2017.

Formação Acadêmica: Engenheiro Mecânico, formado pela Universidade Mackenzie em 1968, e pós-graduado em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não.
Maria Fernanda Ribas Caramuru - 070.336.018-32

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Maria Fernanda Ribas Caramuru - 070.336.018-32


Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Membro do Comitê de Divulgação e Negociação e da Comissão de Sustentatibilidade e Riscos desde abril de 2017.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itaúsa Empreendimentos S.A.: Diretora Gerente desde setembro de 2016, tendo sido de agosto de 2013 a agosto de 2016, advogada consultora para assessoria à área de novos negócios e em todas as demais
questões jurídicas envolvendo a companhia ou questões jurídicas de suas controladas da área industrial que tivessem relevância para a companhia, função que continuará a desempenhar na companhia,
juntamente com questões relacionadas a compliance e riscos corporativos.
Setor de atuação: consultoria em gestão empresarial.

Itaú Unibanco S.A.: Advogada de outubro de 2000 a julho de 2013, atuou na assessoria jurídica em direito contratual e societário, especialmente em contratos e questões societárias relacionados a fusões e
aquisições, parcerias estratégicas, restruturações societárias, entre outras.
Setor de atuação: holding.

Itautec S.A. – Grupo Itautec: Diretora desde setembro de 2016.


Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Formação Acadêmica: Graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) em 1996, com Especialização em Direito Empresarial pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
(PUC-SP) (1999-2000), LL.M. (Master of Laws) pela Columbia University School of Law (New York, NY) em 2004 e MBA pela Columbia University Business School (New York, NY) (2008-2009).

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Priscila Grecco Toledo - 266.268.838-60
Priscila Grecco Toledo - 266.268.838-60
Priscila Grecco Toledo - 266.268.838-60
Priscila Grecco Toledo - 266.268.838-60
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Membro do Comitê de Divulgação e de Negociação e das Comissões de Finanças, de Investimentos e de Sustentabilidade e Riscos desde abril de 2017.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Itautec S.A. – Grupo Itautec: Diretora, Diretoria de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Divulgação desde abril de 2017.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Itaúsa Empreendimentos S.A.: Diretora desde outubro de 2013. Setor de atuação: consultoria em gestão empresarial;

Elekeiroz S.A.: Membro do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos de junho de 2013 a junho de 2018.Setor de atuação: indústria de transformação – fabricação de produtos químicos.

Possui mais de 15 anos de experiência nas áreas de Finanças, Auditoria e Fusões & Aquisições atuando em empresas de grande porte, tais como, General Motors do Brasil Ltda., Revlon Bozzano, Banco Citibank
S.A., KPMG Auditores Independentes e Itaú Unibanco Holding Financeira S.A. Atuou como Superintendente de Fusões e Aquisições no Itaú Unibanco Holding Financeira S.A. de dez/2003 a mai/2013.

Formação acadêmica: Bacharel em Ciências Contábeis pela PUC-SP, com MBA em Gestão Financeira e Riscos pela FIPECAFI/USP, pós-graduação em Business Economics pela FGV, especialização para
executivos em Harvard Business School (Program for Leadership Levelopment) e detentora do Executive Certificate in Management and Leadership pelo MIT Sloan School of Management.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.
Ricardo Egydio Setubal - 033.033.518-99
Ricardo Egydio Setubal - 033.033.518-99

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Ricardo Egydio Setubal - 033.033.518-99


Ricardo Egydio Setubal - 033.033.518-99
Ricardo Egydio Setubal - 033.033.518-99
Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A. (Conselheiro não Executivo): Membro Suplente do Conselho de Administração desde abril de 2009; Membro do Comitê de Divulgação e Negociação desde maio de 2009 e do Comitê
de Políticas de Investimento de agosto de 2008 a maio de 2010, Coordenador da Comissão de Sustentabilidade e Riscos e Membro das Comissões de Finanças, de Investimentos, e de Pessoas e Ética desde abril
de 2017.
Setor de Atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Duratex S.A.: Membro do Conselho de Administração desde abril de 2008, tendo sido Vice-Presidente de abril de 2009 a abril de 2017, Membro do Comitê de Pessoas, Governança e Nomeação e do Comitê de
Auditoria e de Gerenciamento de Riscos desde novembro de 2009, Membro do Comitê de Sustentabilidade desde abril de 2018, Membro do Comitê de Divulgação e Negociação desde abril de 2018, tendo sido
também de abril de 2016 a maio de 2017, de abril de 2014 a abril de 2015, de abril de 2012 a abril de 2013 e de março de 2010 a maio de 2011.
Setor de atuação: construção civil, material para construção e decoração.

Elekeiroz S.A.: Membro Efetivo do Conselho de Administração de abril de 2011 a junho de 2018, tendo sido Suplente de abril de 2009 a abril 2011; Membro do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos de
junho de 2013 a junho de 2018, de Estratégia e Inovação de dezembro de 2010 a abril de 2018, de Pessoas e Governança de dezembro de 2010 a junho de 2013; e Vice-Presidente Executivo do Comitê de
Sustentabilidade Ambiental, Social e Cultural de outubro de 2007 a abril de 2009.
Setor de atuação: indústria de transformação – fabricação de produtos químicos.

Itautec S.A. – Grupo Itautec: Membro do Conselho de Administração, sendo Presidente desde fevereiro de 2010, tendo sido Conselheiro Suplente de abril de 2009 a janeiro de 2010 e Efetivo de abril de 1999 a abril
de 2008; Membro do Comitê de Divulgação desde setembro de 2010, Diretor Vice-Presidente Executivo de abril de 1999 a janeiro de 2010; Membro do Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos, do Comitê de
Estratégia e do Comitê de Pessoas e Governança de setembro de 2010 a janeiro de 2015.
Setor de atuação: holding de instituição não financeira.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor:


•Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC: Presidente do Conselho de Administração desde março de 2018 e Membro desde março de 2014, tendo sido Vice-Presidente de março de 2016 a março de
2018.

Formação Acadêmica: Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), em 1988, Administrador de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, em 1984 e especializado (PMD 69) pela Harvard University,
em 1995.

Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer – Não
Rodolfo Villela Marino - 271.943.018-81
Rodolfo Villela Marino - 271.943.018-81
Rodolfo Villela Marino - 271.943.018-81
Rodolfo Villela Marino - 271.943.018-81

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

Rodolfo Villela Marino - 271.943.018-81


Experiência Profissional durante os últimos cinco anos:
Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. (Conselheiro Executivo): Diretor Vice-Presidente desde maio de 2015 e Membro Efetivo do Conselho de Administração desde abril de 2011, tendo sido Suplente de abril de 2009 a
abril de 2011; Membro do Comitê de Divulgação e Negociação desde maio de 2009 e de Políticas de Investimento de agosto de 2008 a maio de 2011, tendo sido Coordenador de maio de 2010 a maio de 2011,
Coordenador da Comissão de Pessoas e Ética e Membro das Comissões de Finanças, de Investimentos, e de Sustentabilidade e Riscos desde abril de 2017.
Setor de atuação: holding.

Empresas que integram o grupo econômico do emissor:


Alpargatas S.A.: Membro do Conselho de Administração desde setembro de 2017 e Membro dos Comitês de Estratégia e de Gente desde outubro de 2017.
Setor de atuação: têxtil e vestuário.

Duratex S.A.: Membro do Conselho de Administração desde abril de 2008 e Membro Titular desde agosto de 2009, Membro do Comitê de Pessoas, Governança e Nomeação desde abril de 2018 e de novembro de
2009 a maio de 2017, Membro do Comitê de Sustentabilidade e do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos desde novembro de 2009, Membro do Comitê de Divulgação e Negociação de maio de 2017 a
abril de 2018, tendo sido ainda desse mesmo comitê de abr/15 a abr/16, de abr/13 a abr/14, de mai/11 a abr/12 e de nov/09 a abr/10.
Setor de atuação: Construção Civil, Material para Construção e Decoração.

Elekeiroz S.A.: Membro do Conselho de Administração de abr/08 a jun/18, sendo Presidente de abr/10 a jun/18; Membro dos Comitês de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos, de Estratégia e Inovação, e de
Pessoas e Governança de dez/10 a abr/18, este último como Coordenador, e Membro do Comitê de Divulgação de dez/10 a jun/18 .
Setor de atuação: indústria de transformação – fabricação de produtos químicos.

Itautec S.A.: Vice-Presidente do Conselho de Administração desde mai/17 e Membro desde abr/08, Membro do Comitê de Pessoas e Governança de abr/12 a jan/15, do Comitê de Estratégia de set/10 a jan/15 e do
Comitê de Auditoria e de Gestão de Riscos de set/10 a abr/12.
Setor de atuação: holding de instituições não-financeiras.

Cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou em organizações do terceiro setor:


•Sociedade Cultura Artística: Diretor Executivo desde jun/14;
•Inst. Itaú Cultural: Membro do Conselho de Administração desde abr/09;
•Inst. PDR: Membro do Conselho Consultivo e Fiscal de jun/09 a jun/11;
•São Paulo Cia. de Dança: Presidente do Conselho Fiscal de jun/09 a jun/11, Membro do Conselho de Adm. desde jun/11 e Presidente do Conselho de Administração desde jun/17;
•Young Presidents Organization-YPO/WPO: Membro desde dez/11;
•IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – Membro de ago/2000;
•Fundação Itaú Social: Membro do Conselho de Administração desde mai/09;
•IEDI - Instituto para Estudos do Desenvolvimento Industrial: Vice Presidente do C.A. desde ago/15;
•ABRASCA: Membro do Conselho Diretor desde abr/17.
•Todos pela Educação: Membro do Conselho de Governança desde abr/17.
•Inst. Yandeh: Membro do Conselho Fiscal desde ago/17.
•IBÁ - Industria Brasileira de Árvores: Membro do Conselho Consultivo desde dez/17;
•Inst. Unibanco Membro do C.A. desde abr/14.

Formação Acadêmica: Administrador de Empresas formado pela FGV. Mestre em Estudos do Desenvolvimento e em Economia e Filosofia pela LSE – London School of Economics and Political Science.Descrição
de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i.Qualquer condenação criminal - Não; ii.Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas - Não;
iii.Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não
Sandra Oliveira Ramos Medeiros - 173.178.568-27
Itaúsa - Investimentos Itaú S.A.: Responsável pela área contábil e tesouraria desde 10/2018; Itautec S.A.: Gerente de controladoria desde 11/2013, sendo responsável pela área contábil, financeira e fiscal; Membro
do Conselho Fiscal da Fundação Itaúsa desde 06/2018.
Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. Qualquer condenação criminal - Não; ii. Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas
aplicadas - Não; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer - Não.

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a
administradores do emissor, controladas e controladores
Justificativa para o não preenchimento do quadro:
Para melhor entendimento, as informações requeridas neste item encontram-se disponíveis no item 12.12.

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e


controladas, controladores e outros
Justificativa para o não preenchimento do quadro:
Para melhor entendimento, as informações requeridas neste item encontram-se disponíveis no item 12.12.

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.11 - Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas


suportadas pelos administradores

A Emissora mantém vigente seguro de responsabilidade civil de administradores (D&O), que tem por objeto garantir aos
administradores da Emissora e de suas subsidiárias não financeiras, nos termos da apólice, o pagamento ou reembolso de
despesas caso o patrimônio pessoal dos administradores seja atingido em decorrência de processos judiciais,
administrativos ou arbitrais, incluído, mas não limitado, àqueles de natureza cível, trabalhista, tributária, consumerista ou
previdenciária, em função de sua responsabilidade pessoal, solidária ou subsidiária ou devido à desconsideração da
personalidade jurídica, relacionados às atividades da Emissora, bem como em decorrência de qualquer reivindicação escrita
ou processo judicial cível, administrativo, regulatório ou arbitral, imputando descumprimento de leis ou normativos federais,
estaduais e/ou municipais, ou normas estrangeiras, reguladoras de valores mobiliários. Referida apólice exclui de cobertura
a prática de: (a) atos que assegurem ao administrador a obtenção de lucro ou vantagem pessoal à qual ele legalmente não
tenha direito; e (ii) atos dolosos ou culpa grave equiparável ao dolo praticados por administrador ou por qualquer terceiro
em benefício desse administrador.

A atual apólice prevê como limite de cobertura o valor de R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais), sujeito a sublimites
e franquias para cada cobertura contratada.

Em 2018, o valor negociado do prêmio do seguro de responsabilidade civil dos administradores, com vigência da apólice de
22.05.18 a 22.05.19, foi R$ 184 mil, incluído o IOF.

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Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.12 - Outras informações relevantes

I. Informações adicionais dos Itens 12.1: Descrever a estrutura administrativa da Emissora, conforme
estabelecido no seu estatuto social e regimento interno.

Os conselheiros fiscais no exercício de 2017 estiveram presentes em 2 reuniões do Conselho de


Administração, sendo que numa delas também estiveram presentes os diretores da Emissora.

Em 2018, estão previstas 2 reuniões do Conselho de Administração, com participação dos conselheiros
fiscais, e também dos diretores da Emissora.

II. Informações adicionais dos Itens 12.5 / 6: Composição e experiência profissional da administração e
do conselho fiscal

Pessoas Expostas Politicamente


Não existem membros do Conselho de Administração, da Diretoria e dos Comitês considerados pessoas
expostas politicamente.

Todos os membros do Conselho de Administração informaram no item “12.5 / 6” a lista dos cargos que
ocupam no Conselho de Administração, Conselho Fiscal, Comitês e Órgãos Executivos de outras sociedades ou
entidades.

Número de reuniões realizadas


Nome
desde a posse(*).
Alfredo Egydio Setubal 12
Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela 12
Henri Penchas 12
Paulo Setubal Neto 12
Ricardo Egydio Setubal 12
Ricardo Villela Marino 12
Rodolfo Villela Marino 12
Flavio César Maia Luz 6
Paulo Ricardo Moraes Amaral 6
Tereza Cristina Grossi Togni 6
Felício Cintra do Prado Junior 6
João Costa 6
José Maria Rabelo 6
Isaac Berensztejn 6
Victório Carlos De Marchi 3
Silvio José Morais 3
(*) Número de reuniões desde a data da posse dos membros em 2017 até 12.03.2018.

III. Informações adicionais dos Itens 12.7 / 8: Composição do Comitê de Divulgação e Negociação

Número de reuniões realizadas


Nome
desde a posse(*).
Alfredo Egydio Setubal 5
Henri Penchas 5
Ricardo Egydio Setubal 5
Rodolfo Villela Marino 5
(*) Número de reuniões realizadas desde a data da posse dos membros em 2017 até 12.03.2018.

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12.12 - Outras informações relevantes


IV. Informações adicionais dos Itens 12.7 / 8: Composição das Comissões de Assessoramento
à Diretoria da Companhia

Número de reuniões realizadas


Comissões de Assessoramento à Diretoria
desde a posse(*).
Comissão de Finanças 4
Comissão de Investimentos 8
Comissão de Pessoas e Ética 9
Comissão de Sustentabilidade e Riscos 9
(*) Número de reuniões realizadas desde a data da posse dos membros em 2017 até 12.03.2018

V. Informações do Item 12.9: Informar a existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até
o segundo grau:

Controladas Controladora
Iupar Itaúsa Participação
Itaú Unibanco
Nome CPF Alpargatas S.A. Duratex S.A. Itautec S.A Itaú Unibanco Empreendimentos Companhia Esa no Grupo de
Holding S.A.
Participações S.A. S.A. Controle
CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ
61.079.117/0001-05 97.837.181/0001-47 60.872.504/0001-23 54.526.082/0001-31 04.676.564/0001-08 51.713.907/0001-39 52.117.397/0001-08
Bloco VILLELA
1) Maria de Lourdes Egydio Villela ...........................................
007.446.978-91 -o- -o- -o- -o- -o- Conselheira -o- sim
Filhos:
Ricardo Villela Marino (*) ........................................................
252.398.288-90 -o- -o- Conselheiro Conselheiro Suplente Diretor -o- Diretor Presidente sim
Rodolfo Villela Marino (*) .............................................................
271.943.018-81 Conselheiro Titular Conselheiro Titular -o- Vice-Presidente do CA Conselheiro Suplente Diretor Vice-Presidente Diretor Executivo "B" sim
Irmãos:
2) Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (*) .......................................................................
066.530.838-88 -o- Vice-Presidente do CA -o- -o- Conselheiro Efetivo Presidente do CA -o- sim
3) Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela (*) ...................................................................
066.530.828-06 -o- Conselheira Suplente Conselheira -o- -o- -o- Diretora Vice-Presidente sim
Bloco SETUBAL
Irmãos:
1) Alfredo Egydio Setubal (*) .............................................................
014.414.218-07 Conselheiro Titular Copresidente do CA Conselheiro Conselheiro Suplente Presidente do CA Diretor Presidente -o- sim
Filhos:
Alfredo Egydio Nugent Setubal........................................................
407.919.708-09 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Marina Nugent Setubal .....................................................................
384.422.518-80 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
2) José Luiz Egydio Setubal .............................................................
011.785.508-18 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Filhos:
Beatriz de Mattos Setubal ..........................................
316.394.318-70 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Gabriel de Mattos Setubal .......................................
348.338.808-73 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Olavo Egydio Mutarelli Setubal............ 394.635.348-73 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
3) Maria Alice Setubal ...................................................................
570.405.408-00 -o- Conselheira Suplente -o- -o- -o- -o- sim
Filhos: -o-
Fernando Setubal Souza e Silva ................................
311.798.878-59 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Guilherme Setubal Souza e Silva ...............................
269.253.728-92 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Tide Setubal Souza e Silva Nogueira...................................................
296.682.978-81 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
4) Olavo Egydio Setubal Júnior ................................................................
006.447.048-29 -o- -o- -o- Conselheiro Efetivo -o- Conselheiro -o- sim
Filhos:
Bruno Rizzo Setubal ...........................................................
299.133.368-56 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Camila Setubal Lenz Cesar............................................................
350.572.098-41 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Luiza Rizzo Setubal .................................................................
323.461.948-40 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
5) Paulo Setubal Neto (*) ..................................................................................
638.097.888-72 -o- -o- -o- -o- -o- Conselheiro -o- sim
Filhos:
Carolina Marinho Lutz Setubal ...................................
077.540.228-18 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Júlia Guidon Setubal Winandy........................... 336.694.358-08 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Paulo Egydio Setubal ............................................
336.694.318-10 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
6) Ricardo Egydio Setubal (*) ......................................................................................
033.033.518-99 -o- Conselheiro Titular -o- Presidente do CA Suplente Presid. do CA Diretor Vice-Presidente Diretor Executivo "A" sim
Filhos:
Marcelo Ribeiro do Valle Setubal............ 230.936.378-21 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Patrícia Ribeiro do Valle Setubal............. 230.936.328-62 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Rodrigo Ribeiro do Valle Setubal............. 230.936.298-02 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
7) Roberto Egydio Setubal (*) ........................................................................................
007.738.228-52 -o- -o- Copresidente do CA -o- Diretor -o- Diretor Presidente sim
Filhas:
Mariana Lucas Setubal ......................................................................
227.809.998-10 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Paula Lucas Setubal............................... 295.243.528-69 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
(*) atuais administradores da Companhia eleitos na AGE/O de 12.04.2018 e na RCA de 16.04.2018

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12.12 - Outras informações relevantes


VI. Informações do Item 12.10: Informar sobre relações de subordinação, prestação de serviço ou
controle mantidas, nos 3 últimos exercícios sociais, entre administradores do emissor – a) Sociedade
controlada, direta ou indiretamente, pelo emissor com exceção daquelas em que o emissor detenha, direta
ou indiretamente, a totalidade do capital social; b) Controlador direto ou indireto do emissor

Em 2017:
Controladas Controladora
Itaúsa
Iupar Participação
Itaú Unibanco Empreendimentos
Nome CPF Alpargatas S.A. Duratex S.A. Elekeiroz S.A.
Holding S.A.
Itautec S.A Itaú Unibanco
S.A.
Companhia Esa no Grupo de
Participações S.A. Controle
CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ
61.079.117/0001-05 97.837.181/0001-47 13.788.120/0001-47 60.872.504/0001-23 54.526.082/0001-31 04.676.564/0001-08 51.713.907/0001-39 52.117.397/0001-08

Relação de Controle
Bloco VILLELA
1) Maria de Lourdes Egydio Villela ...........................................
007.446.978-91 -o- -o- -o- -o- -o- -o- Conselheira -o- sim
Filhos:
Ricardo Villela Marino (*) ........................................................
252.398.288-90 -o- Conselheiro Suplente Conselheiro Suplente Conselheiro Conselheiro Suplente Diretor -o- Diretor Presidente sim
Rodolfo Villela Marino (*) .............................................................
271.943.018-81 Conselheiro Efetivo Conselheiro Titular Presidente do CA -o- Conselheiro Efetivo Conselheiro Suplente Diretor Vice-Presidente -o- sim
Irmãos:
2) Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (*) .......................................................................
066.530.838-88 -o- Vice-Presidente do CA -o- Vice-Presidente do CA Vice-Presidente do CA Conselheiro Efetivo Presidente do CA -o- sim
3) Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela (*) ....................................................................
066.530.828-06 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- Diretora Executiva "A" sim
Bloco SETUBAL
Irmãos:
1) Alfredo Egydio Setubal (*) .............................................................
014.414.218-07 Conselheiro Efetivo Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Conselheiro Suplente Diretor Presidente Diretor Presidente Diretor Vice-Presidente sim
Filhos:
Alfredo Egydio Nugent Setubal........................................................
407.919.708-09 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Marina Nugent Setubal .....................................................................
384.422.518-80 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
2) José Luiz Egydio Setubal .............................................................
011.785.508-18 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Filhos:
Beatriz de Mattos Setubal ..........................................
316.394.318-70 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Gabriel de Mattos Setubal .......................................
348.338.808-73 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Olavo Egydio Mutarelli Setubal............ 394.635.348-73 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
3) Maria Alice Setubal ...................................................................
570.405.408-00 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Filhos: -o-
Fernando Setubal Souza e Silva ................................311.798.878-59 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Guilherme Setubal Souza e Silva ...............................269.253.728-92 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Tide Setubal Souza e Silva Nogueira...................................................
296.682.978-81 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
4) Olavo Egydio Setubal Júnior ................................................................
006.447.048-29 -o- Conselheiro Suplente Vice-Presidente do CA -o- Conselheiro Efetivo -o- Conselheiro -o- sim
Filhos:
Bruno Rizzo Setubal ...........................................................
299.133.368-56 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Camila Setubal Lenz Cesar............................................................
350.572.098-41 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Luiza Rizzo Setubal .................................................................
323.461.948-40 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
5) Paulo Setubal Neto (*) ..................................................................................
638.097.888-72 -o- -o- -o- -o- -o- -o- Conselheiro -o- sim
Filhos:
Carolina Marinho Lutz Setubal ...................................
077.540.228-18 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Júlia Guidon Setubal Winandy...............................................
336.694.358-08 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Paulo Egydio Setubal ............................................
336.694.318-10 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
6) Ricardo Egydio Setubal (*) ......................................................................................
033.033.518-99 -o- Vice-Presidente do CA Conselheiro Efetivo -o- Presidente do CA VPresid. Suplente do CA Diretor Vice-Presidente -o- sim
Filhos:
Marcelo Ribeiro do Valle Setubal............ 230.936.378-21 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Patrícia Ribeiro do Valle Setubal............. 230.936.328-62 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Rodrigo Ribeiro do Valle Setubal............. 230.936.298-02 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
7) Roberto Egydio Setubal (*) ........................................................................................
007.738.228-52 -o- -o- -o- Copresidente do CA -o- Diretor -o- Diretor Executivo "B" sim
Filhas:
Mariana Lucas Setubal ......................................................................
227.809.998-10 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Paula Lucas Setubal............................... 295.243.528-69 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Relação de Subordinação

1) Henri Penchas (*) ........................................................................................


061.738.378-20 -o- -o- Conselheiro Efetivo -o- Conselheiro Efetivo -o- Diretor Executivo -o- não

(*) atuais administradores da Companhia eleitos na AGE/O de 12.04.2018 e na RCA de 16.04.2018

PÁGINA: 227 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.12 - Outras informações relevantes


Em 2016:
Controladas Controladora
Itaúsa
Iupar Participação
Itaú Unibanco Empreendimentos
Nome CPF Duratex S.A. Elekeiroz S.A. Itautec S.A Itaú Unibanco Companhia Esa no Grupo de
Holding S.A. S.A.
Participações S.A. Controle
CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ
97.837.181/0001-47 13.788.120/0001-47 60.872.504/0001-23 54.526.082/0001-31 04.676.564/0001-08 51.713.907/0001-39 52.117.397/0001-08

Relação de Controle
Bloco VILLELA
1) Maria de Lourdes Egydio Villela ...........................................
007.446.978-91 -o- -o- -o- -o- -o- Conselheira -o- sim
Filhos:
Ricardo Villela Marino (*) ........................................................
252.398.288-90 Conselheiro Suplente Conselheiro Suplente Conselheiro Conselheiro Suplente Diretor -o- -o- sim
Rodolfo Villela Marino (*) .............................................................
271.943.018-81 Conselheiro Titular Presidente do CA -o- Conselheiro Efetivo Conselheiro Suplente Diretor Vice-Presidente Diretor Vice-Presidente sim
Irmãos:
2) Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (*) .......................................................................
066.530.838-88 Vice-Presidente do CA -o- Vice-Presidente do CA Vice-Presidente do CA Conselheiro Efetivo Presidente do CA Diretor Executivo "B" sim
3) Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela (*) ....................................................................
066.530.828-06 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Bloco SETUBAL
Irmãos:
1) Alfredo Egydio Setubal (*) .............................................................
014.414.218-07 Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Conselheiro Suplente Diretor Presidente Diretor Presidente Diretor Presidente sim
Filhos:
Alfredo Egydio Nugent Setubal........................................................
407.919.708-09 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Marina Nugent Setubal .....................................................................
384.422.518-80 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
2) José Luiz Egydio Setubal .............................................................
011.785.508-18 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Filhos:
Beatriz de Mattos Setubal ..........................................
316.394.318-70 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Gabriel de Mattos Setubal .......................................
348.338.808-73 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Olavo Egydio Mutarelli Setubal............ 394.635.348-73 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
3) Maria Alice Setubal ...................................................................
570.405.408-00 -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Filhos: -o-
Fernando Setubal Souza e Silva ................................311.798.878-59 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Guilherme Setubal Souza e Silva ...............................269.253.728-92 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Tide Setubal Souza e Silva Nogueira...................................................
296.682.978-81 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
4) Olavo Egydio Setubal Júnior ................................................................
006.447.048-29 Conselheiro Suplente Vice-Presidente do CA -o- Conselheiro Efetivo -o- Conselheiro -o- sim
Filhos:
Bruno Rizzo Setubal ...........................................................
299.133.368-56 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Camila Setubal Lenz Cesar............................................................
350.572.098-41 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Luiza Rizzo Setubal .................................................................
323.461.948-40 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
5) Paulo Setubal Neto (*) ..................................................................................
638.097.888-72 -o- -o- -o- -o- -o- Conselheiro -o- sim
Filhos:
Carolina Marinho Lutz Setubal ...................................
077.540.228-18 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Júlia Guidon Setubal Winandy...............................................
336.694.358-08 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Paulo Egydio Setubal ............................................
336.694.318-10 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
6) Ricardo Egydio Setubal (*) ......................................................................................
033.033.518-99 Vice-Presidente do CA Conselheiro Efetivo -o- Presidente do CA VPresid. Suplente do CA Diretor Vice-Presidente -o- sim
Filhos:
Marcelo Ribeiro do Valle Setubal............ 230.936.378-21 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Patrícia Ribeiro do Valle Setubal............. 230.936.328-62 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Rodrigo Ribeiro do Valle Setubal............. 230.936.298-02 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
7) Roberto Egydio Setubal (*) ........................................................................................
007.738.228-52 -o- -o- Vice-Presidente do CA -o- Diretor -o- Diretor Executivo "A" sim
Filhas: e Diretor Presidente

Mariana Lucas Setubal ......................................................................


227.809.998-10 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Paula Lucas Setubal............................... 295.243.528-69 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Relação de Subordinação

1) Henri Penchas (*) ........................................................................................


061.738.378-20 -o- Conselheiro Efetivo -o- Conselheiro Efetivo -o- Diretor Executivo -o- não

(*) atuais administradores da Companhia eleitos na AGE/O de 12.04.2018 e na RCA de 16.04.2018

PÁGINA: 228 de 360


Formulário de Referência - 2018 - ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. Versão : 4

12.12 - Outras informações relevantes


Em 2015:
Controladas Controladora
Itaúsa
Iupar Participação
Itaú Unibanco Empreendimentos
Nome CPF Duratex S.A. Elekeiroz S.A. Itautec S.A Itaú Unibanco Companhia Esa no Grupo de
Holding S.A. S.A.
Participações S.A. Controle
CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ
97.837.181/0001-47 13.788.120/0001-47 60.872.504/0001-23 54.526.082/0001-31 04.676.564/0001-08 51.713.907/0001-39 52.117.397/0001-08

Relação de Controle
Bloco VILLELA
1) Maria de Lourdes Egydio Villela ...........................................
007.446.978-91 -o- -o- -o- -o- -o- Conselheira -o- sim
Filhos:
Ricardo Villela Marino (*) ........................................................
252.398.288-90 Conselheiro Suplente Conselheiro Suplente Conselheiro Conselheiro Suplente Diretor -o- -o- sim
Rodolfo Villela Marino (*) .............................................................
271.943.018-81 Conselheiro Titular Presidente do CA -o- Conselheiro Efetivo Conselheiro Suplente Diretor Vice-Presidente Diretor Executivo "A" sim
Irmãos:
2) Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (*) .......................................................................
066.530.838-88 Vice-Presidente do CA -o- Vice-Presidente do CA Vice-Presidente do CA Conselheiro Efetivo Presidente do CA Diretor Presidente sim
3) Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela (*) ....................................................................
066.530.828-06 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Bloco SETUBAL
Irmãos:
1) Alfredo Egydio Setubal (*) .............................................................
014.414.218-07 Conselheiro Titular Conselheiro Suplente Conselheiro Conselheiro Suplente Diretor Presidente Diretor Presidente Diretor Executivo "B" sim
Filhos:
Alfredo Egydio Nugent Setubal........................................................
407.919.708-09 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Marina Nugent Setubal .....................................................................
384.422.518-80 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
2) José Luiz Egydio Setubal .............................................................
011.785.508-18 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Filhos:
Beatriz de Mattos Setubal ..........................................
316.394.318-70 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Gabriel de Mattos Setubal .......................................
348.338.808-73 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Olavo Egydio Mutarelli Setubal............ 394.635.348-73 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
3) Maria Alice Setubal ...................................................................
570.405.408-00 -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Filhos: -o-
Fernando Setubal Souza e Silva ................................311.798.878-59 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Guilherme Setubal Souza e Silva ...............................269.253.728-92 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Tide Setubal Souza e Silva Nogueira...................................................
296.682.978-81 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
4) Olavo Egydio Setubal Júnior ................................................................
006.447.048-29 Conselheiro Suplente Vice-Presidente do CA -o- Conselheiro Efetivo -o- Conselheiro -o- sim
Filhos:
Bruno Rizzo Setubal ...........................................................
299.133.368-56 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Camila Setubal Lenz Cesar............................................................
350.572.098-41 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Luiza Rizzo Setubal .................................................................
323.461.948-40 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
5) Paulo Setubal Neto (*) ..................................................................................
638.097.888-72 -o- -o- -o- -o- -o- Conselheiro -o- sim
Filhos:
Carolina Marinho Lutz Setubal ...................................
077.540.228-18 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Júlia Guidon Setubal ...............................................
336.694.358-08 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Paulo Egydio Setubal ............................................
336.694.318-10 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
6) Ricardo Egydio Setubal (*) ......................................................................................
033.033.518-99 Vice-Presidente do CA Conselheiro Efetivo -o- Presidente do CA VPresid. Suplente do CA Diretor Vice-Presidente -o- sim
Filhos:
Marcelo Ribeiro do Valle Setubal............ 230.936.378-21 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Patrícia Ribeiro do Valle Setubal............. 230.936.328-62 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
Rodrigo Ribeiro do Valle Setubal............. 230.936.298-02 -o- -o- -o- -o- -o- -o- -o- sim
7) Roberto Egydio Setubal (*) ........................................................................................
007.738.228-52 -o- -o- Vice-Presidente do CA -o- Diretor -o- Diretor Vice-Presidente sim
Filhas: e Diretor Presidente

Mariana Lucas Setubal ......................................................................


227.809.998-10