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eC \ ISSN 1415-5400 x~ twccRIM Instituto Brasileiro de Cigncias Criminais Revista Brasileira de CIENCIAS CRIMINAIS 65 margo-abril de 2007 EDITORA Te REVISTA DOS TRIBUNAIS / 2. Processo Penal Provae sucedaneos de prova no processo penal brasileiro Antonio Magalhies Gomes Filho rofesice Titular de Proceso Penal da USP Gustavo Henrique Righi Ivahy Badaro Profesor Doator de Proceso Penal da USP. do co-réu; 4.3 Da testemunha de “ouvie dizer’; 4.4 Do reconhecimento fotogrifico; 4.5 Do apontamento do acusado~ 5. Dos elementos de informacio produzidos na fase de inves- tigagio preliminar ~6, Das provas produzidas na fase intermedidtia do processo 7. Do valor dos elementos de informagao produzidos na fase da investigasio preliminat ~ 8, Da prova por videoconferéncia~ 9. Das testemunhas “sem rosto”~ 10. Bibliografia, _ Resumo:O presente textoanalsaadistinglo doutrindriaentreprovaesucedneo de prova. Hépreocupagio em distinguir osmeios de provas tipicos, paraos quaissio _previstos um procedimento probatétio, dos meios de provas atipicos, sja porque ro previsto pelo legislador, seja porque, embora nominados em lei, nfo hi 1, Relaséviobraieio paras XX Joradas Ibero americana de Dit Procesual Milage, Espanha, 2006). Processo Penel 175 Q ‘Antonio Magalhdes Gomes Filho e Gustavo Henrique Righi Ivahy Bedaré previsio de procedimento probatétio espectfico, O texto também analisa as hipé~ ‘esesem que, buscando superar Sbices e vedagdes probatérias, se procura substituir ‘um meio de prova ipico por outro meio de prova tipico,bem como as situagées em , «que se alterao tito probatério e se procurajustificar a produsio de tal provairsitual, consideranclo-a,equivocadamente, uma prove atipica. A distingfo entre elementos de informasio colhidos durante a fase de investgasio prévia,e meios de prova,que