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Primeiro capítulo: A existência.

Introdução

§§1-2: Análise da proposição da existência (Satz der Existenz): tudo o que é,


existe.

§3: Discussão da estrutura silogística da prova ontológica da existência de Deus e


da critica de Kant. O discurso teológico não ocorre para fundamentar o discurso
lógico, e sim para oferecer o exemplo paradigmático de como a metafísica pré-
crítica moderna falhou em conceber a relação entre essência e existência. Hegel
assinala que a natureza do silogismo e do ‘provar’ (beweisen), enquanto
conhecimento mediado, pertencem propriamente à Doutrina do Conceito (1816).

§4: Crítica das provas da existência de Deus (prova ontológica e prova


cosmológica): elas não conhecem a forma verdadeira da mediação da essência
com a existência.

§5: Crítica da posição de Jacobi (o conhecimento da existência como questão de


“fé”, no sentido prático-cognitivo de uma certeza exclusivamente imediata) por
meio da discussão do papel (tanto negativo como positivo) do fundamento
enquanto “mediação desaparecida”.

§6: Apresentação da concepção hegeliana da existência: a existência não é um


predicado, ou seja, uma determinação (interna ou acidental) da essência, mas
sua “exteriorização absoluta”. A existência é, simultaneamente, negação e
posição do fundamento.

§7: Transição da existência ao existente, isto é, a “coisa” (Ding).

A. A coisa e suas propriedades


Introdução

§1: Diferença entre algo existente (existierendes Etwas) e algo que é (seiendes
Etwas).

§2: Distinção entre existência e existente.

a. Coisa em si e existência

1. (§§1-2) A coisa em si

§1: Separação da existência em duas existências: a coisa em si (existência


essencial da coisa) e existência externa (existência inessencial da coisa).

§2: A coisa em si não é o fundamento da existência externa, mas apenas sua base,
quer dizer, uma subestrutura que permanece indiferente frente à exterioridade.

2. (§§3-5) A existência externa

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§3: (i) a exterioridade como “reflexo” da coisa, considerada como isolada.

§4: identidade dialética de coisa em si e existência externa: a exterioridade ganha


uma identidade essencial ou uma reflexão dentro de si por meio do seu contraste
com a coisa em si: o outro da coisa em si é uma outra coisa em si.

§5: (ii) a exterioridade como pluralidade de diversas coisas em si.

3. (§6) União da coisa em si e da existência externa: relação recíproca das coisas


em si e redução a uma coisa em si com propriedades.