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Material de Apoio

Redes de Computadores

Ementa:
CST TECNÓLOGOS E Enfoca o estudo das redes de computadores como
infraestrutura de comunicação para interligação de
BACHARELADO sistemas computacionais e compartilhamento de
recursos. Explora a articulação dos conceitos de redes
Disciplina: de computadores, desde a aplicação até o nível físico e
Redes de Computadores sua organização, culminando com o desenvolvimento
de aplicações

2019-1

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Bibliografia: A Bibliografia: B
Complementar:
Básica: Modelo OSI: Camada 2 a 7. Disponível em :
http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialosi/pagina_6.asp - Acesso em 17
KUROSE, J. F. ROSS, K. W. Redes de Computadores e a outubro 2017.
Internet - Uma Abordagem Top-Down. 6a edição. São Modelo TCP/IP – Definição camadas e funcionamento. Disponível em:
Paulo. Pearson Education no Brasil, 2013. http://infotecnews.com.br/modelo-tcpip/ - Acesso em 10 outubro 2017.
INMETRO Produção Intelectual. Disponível em:
YOUNG, Paul H. Técnicas de comunicação eletrônica. 5ª http://www.inmetro.gov.br/producaointelectual/obras_intelectuais/150_obr
aIntelectual.pdf Acesso em 08 outubro 2017.
edição. São Paulo. Pearson Hall, 2006.
Protocolos de comunicação em redes de computadores. Disponível em :
https://daniellacastelucci.wordpress.com/2011/04/08/protocolos-de-
TANENBAUM, A. S. WETHERALL, D. Redes de comunicacao-em-redes-de-computadores/ - acesso em 17 outubro 2017.
Computadores. 5a edição. São Paulo. Pearson Hall. 2011. Conceitos de redes. Disponível em :
http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialmplseb1/pagina_2.asp - Acesso
em 10 outubro 2017.
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INTRODUÇÃO - APRESENTAÇÃO: REDES DE COMPUTADORES:


Apresentação.
Visão das comunicações. Definições de redes de computadores e Internet.

Brainstorming:
Objetivos da aprendizagem:
 Identificar os meios de comunicação.  O que é Rede?
 As redes de computadores e as comunicações.  O que é uma Rede de Computadores?
 O que é a Internet?
 O que é Rede de Telecomunicações?
 O que são as comunicações de dados nas redes?

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REDES DE COMPUTADORES: REDES DE COMPUTADORES:


REDE DE COMPUTADORES…
Definições de redes de computadores e Internet. é um conjunto de dois ou mais computadores, equipamentos,
aparelhos ou dispositivos, interconectados por linhas de comunicação, para
troca de dados, compartilhamento de aplicações, recursos e outros
equipamentos.
“Conjunto de equipamentos interligados de maneira a trocarem
informações e compartilharem recursos, softwares e outros equipamentos”
(MARÇULA, pág.241).
INTERNET…
são redes de redes, mundial, pública, um conjunto de redes
interconectadas pela infraestrutura das telecomunicações, que utilizam
protocolos e fornecem serviços comuns de dados, voz e imagens.

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REDES DE COMPUTADORES: REDES DE COMPUTADORES:


INTRANET…
é uma rede corporativa privada que utiliza a infraestrutura os protocolos e Interligadas e conectadas mundialmente:
o ambiente da Internet sem entrar nela(Internet), para transferir dados
somente de uso interno e para funcionários com login e senha, de qualquer
lugar que tenha acesso a Internet.
EXTRANET…
é uma rede corporativa privada que utiliza a infraestrutura, os protocolos e
o ambiente da Internet sem entrar nela(Internet), para transferir dados para
outras empresas nas transações comerciais serviços a que ela permitir,
utilizando login e senha para estas empresas.
WEB…
(teia) é a parte Lógica e ativa da Internet, uma estrutura organizada no
ambiente HTTP, o conjunto mundial de todas as páginas (Homepages, Sites e
Portais), com uma URL (Universal Resourse Locator) ou seja o “www” das
empresas que publicam neste ambiente das redes interconectadas.
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REDES DE COMPUTADORES: REDES DE COMPUTADORES:


 Distâncias geográficas das redes:  Topologias das redes:
Redes locais conectam sistemas finais e podem ser chamadas de LAN (Local Area Network). De acordo
com a distância temos siglas que representam a distâncias que as redes podem ser chamadas.
Backbones As redes interconectadas fisicamente na periferia da Internet também
podem formar uma TOPOLOGIA FÍSICA de acordo com alguns nomes:
backbone
LAN
CAN
Backbone de Alta Velocidade
RAN
WAN

LAN
MAN

backbone
LAN
CAN

LAN
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REDES DE COMPUTADORES: REDES DE COMPUTADORES:


 Componentes de interligação das redes:
 Representação gráfica de Redes: PLACA DE REDE (NIC) – Dispositivo para conexão do computador (host)
Modem com a rede. O MAC Address está nesta peça.
REDE ONBOARD – Quando o computador já tem incorporado na placa
Ti principal (motherboard) uma saída RJ-45 de rede.
Hub
Switch TERMINAIS –Conectores BNC e T – Terminais para cabo coaxial.
RJ45 – Terminal para 4 pares trançados. UTP/STP. Crimpado.
LAN
TRANSCEPTOR (Mordentes) – Vampiros presos no cabo coaxial / serial
Dlink int. para interligar outros computadores no mesmo cabo – barramento.
WAN REPETIDOR – Dispositivo para corrigir sinal, regenerando e aumentando
Vendas São Paulo o sinal e reenviava novamente nas redes com mais de 100mts,UTP.
Router
HUB – CONCENTRADOR - Recebe o sinal e retransmite para todos os
micros que estiverem conectados a ele, como um Barramento.
(Broadcast). Tudo o que passa por ele, envia copia para todos conectados.
LAN SemFio HUB ATIVO – regenera o sinal para distâncias maiores.
HUB PASSIVO – só recebe e envia distribuindo o sinal como recebeu.
Tóquio-JP Internet Cabos BRIDGE – PONTE entre duas redes locais LANs pelo MAC, pode ser vista
como uma única rede.
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REDES DE COMPUTADORES: REDES DE COMPUTADORES:


 Componentes de interligação das redes:  Topologia lógica das redes de computadores:
SWITCH – COMUTADOR – Gerencia e distribui os pacotes somente para o
micro do destino (domínio de colisão), só para o IP registrado do Os Softwares, Aplicativos e Arquivos utilizados entre os computadores,
computador na rede LAN conectado. (nº portas => 4-8-16-24-32-48) independentes da conexão física entre eles, podem estar centralizados em uma CPU
dedicada e ser chamada de Servidor.
GATEWAY – PORTÃO de ligação para redes diferentes/externas LAN/WAN.
Conversor(tradutor) de protocolos que fornece a interconexão básica do CLIENTE / SERVIDOR (Multiponto)
sistema e a tradução entre protocolos, abre sessões entre programas. Tipos de Servidores - CPU DEDICACA, que realizam serviços para outros micro;
ROTEADOR – COMUTADOR – Encaminhador de pacotes pela melhor Rota SERVIDOR DE APLICAÇÕES - Softwares
para rede destino externo solicitado.- Alta velocidade e são configurável. SERVIDOR DE ARQUIVOS
SERVIDOR DE BANCO DE DADOS
MODEM – Dispositivo que Modula e Demodula sinais, o processo de
SERVIDOR DE COMUNICAÇÃO – Fluxo de dados
conversão entre bits e sinais, do sinal Analógico para o Digital, é chamado
SERVIDOR DE CORREIO ELETÔNICO - eMail
de Modulação. Modem pci, Dsl, Adsl etc.
SERVIDOR DE GERENCIAMENTO
FIREWALL Combinação de hardware e software para implementar uma SERVIDOR DE IMPRESSÃO
política de segurança, controlando (Filtro de pacotes) no tráfego de uma SERVIDOR DE WEB
rede sendo a primeira linha de defesa contra ameaças externas,
reduzindo riscos de ataques internos. (MARÇULA, 2008 Pág.367) P2P – PEER TO PEER
PROXY - Procuração para os micros clientes e suas permissões, fazendo a TODOS PODEM ATUAR COMO SERVIDOR.
busca e armazenando no cache a solicitação auxiliando o firewall na NÃO TEM UMA CPU DEDICADA.
proteção da rede. IDEAL PARA PEQUENAS REDES.
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REDES DE COMPUTADORES: TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:


Simplex.
 Atividade prática:
Half Duplex.
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO Full Duplex.
1-Qual a função do Switch na LAN?
2-Defina o que é um Router de WAN?
3-Qual a diferença entre Hub e o Switch?
Objetivos da aprendizagem:
4-O que é um comutador na rede?
5-O é uma rede Cliente/servidor?  Identificar os meios de comunicação.
 Descrever os conceitos gerais dos modos e tipos
 ATIVIDADE DE FIXAÇÃO INDIVIDUAL: de transmissão numa redes de computadores.
1-Desenhar uma rede de computadores com 15 microcomputadores interligados.
2-Desenhar 2 redes de 2 empresas em endereços diferentes com total de 40 micros em 3 ou
mais departamentos.

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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:


Conversão de dados nas transmissões das redes Mensagem na Transmissão
Conversão de sinal
sinal digital – Onda quadrada (2 posições)
Transmissor - Mensagem – Meios – Protocolos - Receptor
sinal analógico – Onda senoidal (todas as posições)

Modulador e Demodulador = Modem

Analógico – Digital -
0 e 1 - + positivo – negativo pelo TRANSISTOR

Fonte: Tanenbaum, Steen, 2007, pág. 71.

Mensagem completa = Pilha (Divisão em camadas) de Protocolos – Camadas/Pacotes


Na Camada de Apresentação (6) - Mensagem
Na Camada de Transporte (4) - Datagramas
Na Camada de Enlace/Rede (2) – Quadros / Frames
Na Camada física (1) – Bits

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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:


 Simplex.
Encapsulamento Mensagem no TCP/IP
 Half Duplex.
 Full Duplex.

Comunicação de dados entre computadores.

Fonte: DANTAS, 2010, pág.184.

Mensagem completa = Pilha (Divisão em camadas) de Protocolos – Camadas/Pacotes


Na Camada de Apresentação (6) - Mensagem
Na Camada de Transporte (4) - Datagramas
Na Camada de Enlace/Rede (2) – Quadros / Frames Fonte: Disponível em : http://brasilescola.uol.com.br/informatica/comunicacao-dados.htm Acesso em 05 abr 2016.
Na Camada física (1) – Bits
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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:


Tipos de transmissões
Técnicas na Transmissão e Recepção

Sinal de Transmissão;
ASSÍNCRONO – sinal não constante, por partes, até terminar.
SÍNCRONO – sinal constante, transmissão inteira, completo.
Full Duplex - É a comunicação Duplex, a bidirecional, que transmite
Sentido do sinal;
simultaneamente os sinais na comunicação. SIMPLEX – único sentido.(unidirecional)
Half duplex - É a comunicação bidirecional que transmite apenas uma HALF DUPLEX – ou envia ou recebe alternadamente.
parte do sinal de cada vez alternando o sentido na comunicação. FULL DUPLEX – envia e recebe simultâneo.
Tipo Sinal SERIAL – Fila única de bits.
PARALELA - Vários fios. Várias filas.
Verifica destino p/encaminhar sinal;
BROADCAST – (Difusão) Todos os hosts ativos.
MULTICAST – Grupo na rede Lan - subnets.
UNICAST – Um Destino na rede Lan.

FMU Fonte: FRENZEL JR, 2013. Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1
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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: TIPOS DE COMUTAÇÃO:


Circuito, Circuitos virtuais.
 Atividade prática:
Mensagens.
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
Pacotes.
1-Qual a função da transmissão de dados Simplex?
2-Defina o que é uma transmissão na comunicação de dados Half Duplex. Células.
Objetivos da aprendizagem:
 Descrever os conceitos gerais dos principais
protocolos de comunicação.
 Identificar os meios de comunicação.

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TIPOS DE COMUTAÇÃO: TIPOS DE COMUTAÇÃO:


Comutação no Canais
 Comutadores:
POR CIRCUITO – Linha privada direta ou linha discada – Os dados tem o
mesmo caminho físico fixo ou temporário e não compartilhado. Circuito
virtual, caminho fixo garantindo a entrega – circuito dedicado.
COMUTADORES (ROTEADORES) POR PACOTE – Forma mais usada para transmissão em Redes WAN
compartilhadas. Mensagem dividida em pedaços ou pacotes menores de
COMUTAÇÃO DE PACOTES 128 bytes e podem seguir caminhos diferentes na rede, mas no destino são
reagrupados na ordem que foram enviados.
COMUTADORES DE CAMADA DE ENLACE (SWITCHES) POR MENSAGEM – Não tem circuito dedicado – Dados enviados por
STORE-AND-FORWARD – Transmissão Armazena-e-reenvia. (Buffer). caminhos disponíveis no momento da transmissão. O Correio, não garante
ordem de entrega.
COMUTAÇÃO DE CIRCUÍTOS POR CÉLULAS – Pacotes pequenos como Células, utilizado pela tecnologia
das Redes ATM = Pacotes de 53 bytes (áudio, vídeo, dados).
A integridade dos dados independem do meio utilizado.
MULTIPLEXAÇÃO EM REDES DE COMUTAÇÃO DE CIRCUÍTOS. O programa carregado na cpu agregado as interfaces de comunicação, garante a chegada de um dado a outro ponto
como foi transmitido.
O controle feito nas pontas dos pacotes – CRC do início ao fim garante conteúdo do bloco de bits.
Os protocolos sincronizam as duas pontas, detectam erros no meio da transmissão e retransmite, recupera os erros,
controla o fluxo de informações e
Supera os problemas.

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TIPOS DE COMUTAÇÃO: TIPOS DE COMUTAÇÃO:


Transmissão por Pacotes
Transmissão por Circuito

Fonte: uniaogeek (2018).

Fonte: MORAES 2010, P.147.

Fonte: SILVA, pág.97.

Fonte: MORAES 2010, p.145-6.


Fonte: MORAES 2010, p.146.
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TIPOS DE COMUTAÇÃO: TIPOS DE COMUTAÇÃO:


Transmissão por Mensagem Transmissão por Células
Garante a entrega da mensagem inteira,
independente do caminho ou tempo gasto.
Ex: Correio

Redes
ATM

Fonte: MORAES 2010, p.145-6.

Fonte: SILVA, pág.97.

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TIPOS DE COMUTAÇÃO: TIPOS DE COMUTAÇÃO:


Necessidade de Modulação nas comunicação  Modulação e Multiplexação:

Modulação quando se incorpora um sinal que contém informação em um


outro sinal utilizado para transmissão. Torna o sinal mais compatível com o
meio. O contrário é extrair o sinal e se chama Demodulação.
Multiplexação permite que mais de um sinal seja transmitido
simultaneamente em um único meio de comunicação eletrônica.

Fonte: MORAES 2010, p.28. SOUSA 2010, p.22

FONTE: Slideplayer 2018


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TIPOS DE COMUTAÇÃO: TIPOS DE COMUTAÇÃO:


Interconexão - Longas Distancias
Backbone – Linha privada – Os dados tem o mesmo caminho cabos fixo e não compartilhado. Todos  Atividade prática:
conectados tem as mesmas informações e mesma velocidade no mesmo cabo. (Tipos; Seqüencial,
Colapsado, distribuído).  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
Canais – Fibra ótica Caminhos. Redes externas de cabos em fibra ótica de alta velocidade,
interligando backbones.. 1-Qual a função comutação por Mensagens?
Elos – Satélites (Repetidores)
2-Defina o que é uma comutação por circuitos virtuais?
-GEO -Geossíncronos (Geostationary Earth Orbit ) 36.000 quilômetros – órbita elevada da Terra.(na
linha do Equador) 3-Qual a diferença de modulação e multiplexação?
-LEO – Low Earth Orbit) 320 a 645 quilômetros. 4-O que é Canal nas comunicações das redes?
-Arrays de Satélites 5-O é a pacote na comunicação de dados?
Tipos de transmissões: Ponto-a-Ponto / MultiPonto / Sky Frames / MultiPonto MultiPonto
Elos – Rádio – Torres de Caminhos em Ondas de Rádio. Micro Ondas – Torres Wimax.

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ENTIDADES PADRONIZADORAS: ENTIDADES PADRONIZADORAS:


ITU-T, IEC. ITU-T, IEC.
ISO, ABNT. ISO, ABNT.
IEFT, IANA, IEFT, IANA.
ANSI, IEEE. ANSI, IEEE.
 www.itu.int
Objetivos da aprendizagem:  www.iec.ch
 www.iso.org
 Identificar as entidades de padronização.  www.abnt.org

 Conhecer padrões utilizados nas redes. www.ietf.org
 www.iana.org
 www.ansi.org
 www.ieee.org

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ENTIDADES PADRONIZADORAS: ENTIDADES PADRONIZADORAS:


Protocolos da Internet: IETF Famílias e Padrões
(Internet Engineering Task Force) ETHERNET - 802.3 - Éter luminoso – radiação eletromagnética (propagação no espaço - vácuo)
RFC (Request for Comments), denominação dos documentos padronizados da IETF – Pedidos 10 MEGABIT ETHERNET (Velocidade 10mb/s)
de comentários técnicos e detalhados. O que cada um dos protocolos faz. Existem mais de 10Base2 – thinnet (fino) 185mts
3500 RFCs. 10Base5 – thicknet (grosso) 500mts
10BaseT – par trançado UTP – 100mts
Algumas – RFC 10Base36 – ambiente TV 10mb 3,6 km
Padrões

RFC - 768 – UDP – User Datagram Protocol. FOIRL (Fiber Optic Inter-Repeater Line)
10BaseF – fibra óptica – 1 km
RFC - 791 – IPv4 – Internet Protocol ver.4 10BaseFL – Fiber Link – 2 km
RFC - 793 – TCP – Transmission Control Protocol. 10BaseFB – Fiber Backbone – alta velocidade - 2 km
10BaseFP – Fiber Passive – estrela – 2 km
RFC - 854 – Telnet - Acesso a terminal Remoto. FAST ETHERNET (Velocidade 100mb/s) Fonte: KUROSE,2009, Pág.343
RFC - 959 – FTP - Transferência de Arquivos. 100BaseT – par trançado 100mbps
RFC - 1661 – PPP - Protocolo de enlace ponto-a-ponto. 100BaseT2 – Cat.3 - UTP
Padrões

100BaseT4 – 4 pares - Cat3-4-5 - STP


RFC - 1889 – RTP - Protocolo de tempo real. 100BaseFX – Fibra Óptica
RFC - 2131 – DHCP – Obter IP automaticamente. 100BaseVG - Anylan
GIGABIT ETHERNET (Velocidade 1000mb/s)
RFC - 2372 – IPv6 – Internet Protocol ver.6 1000BaseT – UTP Cat.5
Padrões

RFC - 2616 – WEB – HTTP formato das mensagens. 1000BaseCX – STP – blindado
RFC - 2663 – NAT - Tradução de endereços de rede. 1000BaseLX – Fibra Óptica – 1300mts.
1000BaseSX – Fibra Óptica – 850mts. 1 GbE
RFC - 2821 – SMTP - Correio Eletrônico. 10 GIGABIT ETHERNET (Velocidade 10.000mb/s)
RFC - 3220 – IP Móvel – Protocolo Móvel da Internet. 10GBaseSR – Fibra Óptica 2000mhz
Padrões

10GBaseLX4 – 10km monomodal 10 GbE


RFC - 3376 – IGMP – Internet Group Management Protocol v.3 10GBaseLR – 10 km 40 GbE
10GBaseER – 40 km monomodal
RJ-45 Registered Jack BNC Bayonet Nut Connector
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ENTIDADES PADRONIZADORAS: ENTIDADES PADRONIZADORAS:


Padrões TERMINAIS DE CABOS Padrões de Arquiteturas de redes
Várias técnicas: Objetivo aumentar a velocidade e garantir o acesso à rede.

Fonte: http://telephony.weebly.com/uploads/1/3/7/7/13779706/1350637173.png (2017).

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ENTIDADES PADRONIZADORAS: ENTIDADES PADRONIZADORAS:


CATEGORIAS – CAT CATEGORIAS – NORMAS
CATEGORIAS (níveis) de isolação/proteção dos cabos utilizados nas
redes, para diminuir interferências externas nas transmissões das frequências
nos cabos.

CAT-1 – Sem desempenho (rede elétrica/alarmes/) 1mb/s – 1mhz.


CAT-2 – Cabeamento Telefônico - Voz / Token-Ring - 4mb/s - 4mhz.
CAT-3 – nível baixo de rede 10mbps máx. 10mb/s - 16mhz.
CAT-4 – Token-Ring e Ethernet 10baseT máx. 16mb/s – 20mhz.
CAT-5 – UTP - Ethernet 100baseTx – 100mb/s máx. 155mhz.
CAT-5e- UTP - 100mb/s - 125mhz. 1000BaseT - Fibra 1GB.
CAT-6 – UTP/STP - 200mb/s – 250mhz. em ATM 622mb/s - Fibra 2GB.
CAT-6a – UTP(augmented-ampliado)/STP 200mb/s 10GBaseT - Fibra 500mhz.
CAT-7 – STP – 600mb/s – 10GBaseT e Fibra Óptica.
F - S/FTP - 600mhz S/UTP - 10GBaseTx CCTV Screened (selecionado) Fonte: http://intrasis.unb.br/wikisis/index.php/tutorial/73-categorias-de-cabos-de-par-trancado (2017).
Fa - S/FTP - 1000mhz S/STP – 10GBaseTx CATV Sheath (bainha pvc)

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ENTIDADES PADRONIZADORAS: MEIOS DE ACESSO:


GUIADOS (Wired).
 Atividade prática:
NÃO GUIADOS (Wireless).
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a função da ISO?
2-Defina o que é uma ENTIDADE PADRONIZADORA.
3-Qual a diferença da ISO e da ABNT? Objetivos da aprendizagem:
4-O que é IEEE 802.3?
5-O é T-568-A?
 Identificar os meios de comunicação utilizados.
 Descrever os meios guiados utilizados.
 Descrever os meios não guiados utilizados.

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MEIOS DE ACESSO: MEIOS DE ACESSO:


 Acessos das redes:  Meios físicos GUIADOS das redes cabeadas:
Conectando Sistemas finais ao roteador de borda para a periferia da  Cabo Coaxial
Internet. Cabo de antena
 Par de fios de cobre trançados
Doméstico (residências): DSL, Cabo, FTTH, Discado e Satélite. UTP (Unshielded Twisted Pair) – Sem Blindagem. CAT-5
DSL – Linha Digital de Assinante.
Cabo – Linha da Net.
FTTH – Fiber To The Home.
STP (Shielded Twisted Pair) – Com Blindagem. CAT-6
Empresas (e na residência): Ethernet e Wi-Fi.
Ethernet (Wired) - Rede com fio (cabos).
Cabos (Coaxial, Par Trançado, Fibra Óptica)  Fibras Ópticas Monomodal e Multimodal.
Wi-Fi (Wireless Fidelity) – Redes sem fio.

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MEIOS DE ACESSO: MEIOS DE ACESSO:


Sem fio – Distancias x Megabits
 Meios físicos NÃO GUIADOS das redes sem fio:
 Ondas de rádios: Canais de rádio - Terrestre e Satélite. Figura 8: Ondas mb/s/ Transmissão x Distâncias

 Micro-ondas: (Wi-fi, Bluetooth, Zig-Bee, Sigfox, Wimax, 3G - LTE - GSM).


 Luz: Infravermelho IR, Laser. (aparelhos e fibra ótica).

GRÁFICO DE PADRÕES DAS REDES SEM FIO (Wireless)

Fonte: DANTAS, Mario. 2010, pág.383

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MEIOS DE ACESSO: MEIOS DE ACESSO:


 GUIADOS.
 NÃO GUIADOS.  Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a vantagem de uma acesso não guiado?
2-Defina o que é uma rede guiada.
3-Quais os três meios guiados utilizados nas redes de comunicação?
4-O que é fibra óptica monomodal ?
5-O é UTP e STP?

Fonte: Kurose, (2013, p.2).

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: CABEAMENTO ESTRUTURADO:


CONCEITOS. CABEAMENTO ESTRUTURADO: NORMA 14.565:
NORMAS. O começo: Em 1980/1990 onde as tecnologias de redes e de telecomunicações precisavam
garantir seus serviços, começam a padronizar os sistemas próprios de cabeamento.
O Cabeamento estruturado: É onde a disposição de cabos se integram com os dados e voz, e já
Objetivos da aprendizagem: tem tudo planejado para todos os pontos possível na rede.

 Identificar conceitos de um cabeamento


estruturado.
 Descrição, conceitos e normas.

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Material de Apoio

CABEAMENTO ESTRUTURADO: CABEAMENTO ESTRUTURADO:


EIA/TIA 607: É a norma que contem especificações de aterramento e links dos sistemas de cabeamento
estruturado. Deve conter sempre em uma rede estruturada para a proteção e garantia do bom funcionamento
planejado.
CABEAMENTO ESTRUTURADO: NORMA 14.565

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: CABEAMENTO ESTRUTURADO:


CABEAMENTO ESTRUTURADO: componentes 14.565
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a finalidade de uma rede estruturada?
2-Defina o que é uma comunicação vertical no cabeamento estruturado?
3-Qual a diferença de rede estruturada e não estruturada?
4-O que é SEQ numa rede de cabeamento estruturado?
5-O é a norma 607 em uma rede de cabeamento estruturado?

FONTE: http://www.dritec.com.br/cabeamento-estruturado.html (2018).

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MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP: MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:


Modelo de referência OSI. Modelo de referência e os protocolos
Arquitetura TCP/IP. Protocolos:
Os pacotes comutados e roteados pelas redes de ISPs oferecem vários
Objetivos da aprendizagem: tipos de acesso à rede executam os PROTOCOLOS que controlam o envio
e o recebimento dos dados e informações.

 Analisar os tipos de protocolos necessários para


atender à necessidade das comunicações de
uma rede e/ou negócio.
 Identificar cada protocolo com suas aplicações.
 Distinguir os tipos de serviços de cada protocolo.
 Comparações entre camadas.

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Material de Apoio

MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP: MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:


MODELO OSI – Modelo de referência criado para padronizar as regras da comunicação de dados entre

Camadas de Protocolo e seus modelos de duas ou mais entidades diferentes, com hardwares e softwares diferentes nas redes.

Modelo OSI TCP/IP


serviços. Função-Conteúdos
Inferface com usuário Softwa-
similar a

Camada 7 APLICAÇÃO res Aplicações. HTTP-TELNET


Livro Autor
Brainstorming: Converte Formato dados ASCII
Camada 6 APRESENTAÇÃO Tradutor APLICAÇÃO
 Protocolo? Compacta, Criptografia TIFF GIF

 Serviços? Camada 5 SESSÃO


Gerencia a comunicação troca
Secretária
de informação após conexão.
 Arquitetura de camadas
Gerencia a conexão – origem
Camada 4 TRANSPORTE destino Fim-a-Fim . TCP-UDP
Assistente TRANSPORTE
Gerencia o roteamento pacotes INTERNET
Camada 3 REDE encaminha IP a rede. Roteador
Office-boy

Controla fluxo - camada física e


Camada 2 ENLACE destino MAC – Switch/Bridge
Correio
REDE
Comunicação elétricas - formas
Camada 1 FÍSICA Traduz Bits Cabos Modem HUB
Carteiro
Fonte: Kurose, (2013 p.35).
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MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP: MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:


Protocolos e a Padronização:
 Atividade prática:
OSI Camadas TCP-IP
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a principal função do modelo OSI?
2-Defina o que é uma camada no modelo OSI.
3-Qual a diferença entre o Modelo OSI e o TCP/IP?

Fonte: SOUSA, 2010, pág.107.

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:


Apresentação. Camadas do Modelo de referência OSI e
Sessão. Arquitetura TCP/IP.
Objetivos da aprendizagem: Tópicos P2P – FTP - SMTP:
 Comunicação entre processos de uma aplicação.
 Analisar os tipos de protocolos necessários para
 Arquitetura Cliente-Servidor, P2P ou Híbrida.
atender à necessidade das comunicações de
 Interface entre o processo e o socket nas aplicações.
uma rede e/ou negócio.
 Serviços de transporte providos (TCP-UDP).
 Identificar cada protocolo com suas aplicações.
 Descrever o formato da mensagem FTP.
 Distinguir os tipos de serviços de cada protocolo.
 Identificar os protocolos envolvidos com mensagens
eletrônicas: SMTP, POP e IMAP.
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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:


Camadas do Modelo de referência OSI e o Camadas do Modelo de referência OSI e o FTP.
FTP-SMTP-POP-IMAP.
Objetivos da aprendizagem: Serviços de FTP:
 Apresentar o FTP.  Protocolo FTP.
 Descrever o formato da mensagem FTP.
 Identificar os protocolos envolvidos com
mensagens eletrônicas: SMTP, POP e IMAP.
 Distinguir entre os protocolos de mensagens
eletrônicas. Fonte: Kurose, (2013).

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:


Apresentação das camadas do Modelo de Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
referência OSI e o SMTP, POP e IMAP. de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
Serviços de eMail: Tópicos HTTP:
 Protocolo SMTP.  Descrever o HTTP.
 Protocolo POP3.  Conceituar conexões HTTP persistentes e não
 Protocolo IMAP. persistentes.
 MIME.  Apresentar o formato de mensagem de requisição e
resposta HTTP.
 Mostrar o funcionamento dos cookies.
Fonte: Kurose, (2013).

 Identificar os caches web e relacioná-los com a


mensagem GET condition.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:


Aplicações na camada de Aplicação do Modelo Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
de referência OSI e Arquitetura TCP/IP. de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
Tópicos WEB - HTTP:  Definição e Funcionamento: DNS (Domain Name System, 1984). São os
Acessos as páginas publicadas na Web: O WWW (world wide web, 1990) é servidores de domínio que traduzem os endereços compostos por URLs
uma teia, é a base onde um sistema de hipertexto faz a comunicação de dados reais, os IPs. O formato uniforme de localizar os recursos na internet URL
através da Internet. É a parte lógica da Internet. A URL (Uniform Resourse são compostos por palavras que são traduzidas para endereços IPs
Locator) é o localizador de recursos informático referente a um endereço na numéricos utilizando nos DNS na Internet. Qualquer arquivo que estiver
Internet, em uma Intranet onde o protocolo de funcionalidade é o HiperText disponível na internet tem um URL único e real. Os browsers (softwares
Transfer Protocol. navegadores) utilizam URL para acessar os arquivos em servidores
Protocolo HTTP: Habilita a comunicação entre o navegador (Browser) e o disponíveis e ativos na web
servidor de páginas da internet (Web). Trabalha sobre o TCP na porta 80. Em
1999 foi publicado a RFC 2616 e, que sofreu constantes atualizações até agora.

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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:


Aplicações na camada de Aplicação do Modelo Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
de referência OSI e Arquitetura TCP/IP. de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
Servidores raiz: É a forma estabelecida na utilização de URL os IPs por qualquer
Aplicações P2P: Peer-to-peer (par-a-par ou ponto-a-ponto) são aplicações
usuário que fizer o registro de uso do sistema. A Raiz é o nome da instituição
servidoras de Web que não tem uma infraestrutura centralizada. Já os email e
do cadastro na rede. Isto possibilita com que a cadastrada possa criar
DNS utilizam arquitetura cliente-servidor que estão sempre ligados e
subgrupos dentro da empresa, estabelecendo hierarquicamente o domínio
centralizados. No caso de aplicações P2P a dependência é mínima de outra
daquele registro no DNS.
estação onde os pares não pertencem a um provedor/servidor. Se conectam
Exemplos de tipos de domínios existentes:
intermitentemente (Bit Torrent distribuição de arquivos e o DHT distributed
Hash Table).

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE:


TCP.
 Atividade prática: UDP.
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO Objetivos da aprendizagem:
1-O que é a Camada de Aplicação?
2-Como funciona os serviços desta camada?
3-Qual é a função do FTP e porque está na camada de aplicação?
 Definição e funcionamento.
4-Qual á e função do SMTP e do POP3?  Analisar os tipos de protocolos necessários para
5-Quais outras aplicações que funcionam na camada de aplicação?
atender à necessidade das comunicações de
uma rede e/ou negócio.
 Identificar cada protocolo com suas aplicações.
 Distinguir os tipos de serviços de cada protocolo.

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE: PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE:


Formato TCP. Formato UDP.
Formatos do segmento TCP: Responsável por estabelecer e finalizar a conexão
e a transferência de dados entre duas máquinas na rede, fim-a-fim,
independente da aplicação utilizada. O TCP oferece confiabilidade. Controle de Formatos do segmento UDP: O User Datagram Protocol também é fim-a-fim,
fluxo e de congestionamento e a confirmação de recebimento. mas sem conexão. É orientado à mensagem individuais, independente dos
É utilizado em redes locais como em redes de longa distância. Os pacotes sistemas. Não é confiável. Especifica o número da porta do aplicativo
podem seguir por caminhos diferentes, fragmentados. Orientado à conexão transmissor e o número da porta do aplicativo de destino.
solicitando primeiro a conexão com o destino. Garantindo a entrega O formato do UDP é assim:
exatamente como foi enviado, sem perdas. Comunicação Full Duplex enquanto
é transferido até o desligamento.
O formato do TCP é assim:

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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE: PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:


Endereçamento IP.
 Atividade prática:
Classes, mascaras default.
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a função do protocolo TCP? Quebra de sub-rede classe C
2-Defina o que é uma comunicação fim-a-fim.
3-Qual a diferença do TCP e UDP?
4-O que é confiabilidade, conexão e controle fluxo na transmissão?
Objetivos da aprendizagem:
5-O são as portas na transmissão de dados?
 Definição e funcionamento.
 Endereços IPv4
 Identificar classes, mascaras.
 Endereços públicos e privados.
 Sub-rede classe C.

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:


Pacotes (Quadro/Frames/Campos) Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
ETHERNET de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
Preâmbulo/Início do Endereço MAC de Endereço MAC de Tipo Frame Dados a serem transmitidos FCS (CRC) Controle
Frame CSMA/CD destino Origem Dados e CRC Da camada superior de erros
8 bytes 6 bytes 6 bytes 2 bytes 64 a 1518 bytes 4 bytes Princípios e Formato: O Internet Protocol – IP versão 4 é como um rótulo
numérico que cada dispositivo tem na rede da Internet chamada de
TCP TCP/IP.
Porta de Porta de Número de Confirmação de Tam.Header Tam.Janela CRC Indicador Opções Dados
Origem
2 bytes
Destino
2 bytes
Seqüência
4 bytes
recebimento
4 bytes
bits de código
2 bytes
recebimento
2 bytes
Contl. erros
2 bytes
Urgência
2 bytes
Testes/err
4 bytes
variável
Cam.sup.
O formato do IP é assim:

UDP
Porta de Porta de Tamanho do CRC Dados
Origem Destino Pacote UDP+CRC+Dados Controle de erros Variável
2 bytes 2 bytes 2 bytes 2 bytes Camada superior •Características do Datagrama:
00000000.00000000.00000000.00000000 = 32 bits
IP 11111111.11111111.11111111.11111111 = 232
Tipo Tamanho Iden- Contl. Controle Ident. CRC End.IP End.IP Opções Dados 4 octetos binários = 32 bits = 232 => 4.294.967.296 bilhões de IPs.
Versão Datagrama Tificação Fragment. Tempo/vida Prot.Sup. Cont.erros Origem Destino Segur. IP variável 256 x 256 x 256 x 256
2 bytes 2 bytes 2 bytes 2 bytes 1 byte 1 byte 2 bytes 4 bytes 4 bytes 4 bytes Cam.sup. Não configura automaticamente.
Não tem criptografia.
Fonte: SOUSA, 2010, Pág.140.142 e 145.
Não tem QoS.

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:


 Protocolo IP v4  Protocolo IP v4
Endereçamentos de Classes Públicas Divisão de Classes Públicas

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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:


 Protocolo IP v4  Protocolo IP v4
Mascaras: Endereços Privados e Reservados comuns (existem outros):

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:


 Protocolo IP v6  Protocolo IP v6
Internet Protocol versão 6: IPv6. Descrita em 1994 na RFC 1752. – Inicia Formato do IPv6:
em 2012, cria opções de quantidade de IPs na internet equivalente a 2128
cerca de 340 undecilhões ou 3,4x1038 sextilhões de combinações
diferentes. Implantação gradativa, funcionando junto com o IPv4.

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:


Protocolos de Roteamento - Internet Definição e Tipos de Roteamento
ROTEAMENTO – Um processo que acontece em cada nó (router) na rede WAN, onde o
PROTOCOLOS DE ROTEAMENTO – Utilizado para troca de informações entre pacote recebido é analisado e depois da análise é definido o caminho que o pacote
computadores (sistemas autônomos*) permitindo que montem e mantenham as suas deve seguir até alcançar o destino. Cada nó (router) por onde o pacote passa é
tabelas de roteamentos. responsável pela escolha do menor ou melhor caminho para trafegar. Esta análise é
feita com base em; Tempo de resposta dos links, mudança de estados dos links,
BGP (Border Gateway Protocol) – Protocolo de Roteamento de Gateway Externo. priorização do pacote, entre outras.
ICMP (Internet Control Message Protocol) – Protocolo de Controle de Mensagem de
Internet. (Este protocolo é utilizado pelo comando ping.) CENTRALIZADO – Onde um Roteador de Alta Velocidade calcula as melhores rotas e
distribui para os outros Roteadores da rede.
RIP (Routing Information Protocol) – Protocolo de Informação de Roteamento.
ISOLADO – Cada Roteador analisa seus links e toma uma decisão isolada de
OSPF (Open Shortest Path First) – Protocolo de Roteamento de Gateway Interno. roteamento.
EIGRP (Enhanced Interior Gateway Routing Protocol) – Protocolo de Roteamento de DISTRIBUÍDO – Os roteadores se comunicam entre si, trocam informações sobre os
Gateway Interno Aprimorado. links e o tráfego na rede e criam outra tabela de roteamento.

*Sistema autônomo – Uma rede operada por uma organização utilizando seu próprio HIERÁRQUICO – Somente necessário quando a rede é muito grande e a tabela de
protocolo de roteamento interno, ex.IBM, AT&T ou qualquer outra organização na roteamento fica extensa. Nessa solução o roteamento é dividido por áreas conhecidas
Internet que é uma rede de redes de sistemas autônomos. (FitzGerald, 2005, pág. 127) como domínios, e em cada área um roteador faz a interface com outras áreas utilizam o
protocolo de roteamento BGP. (Moraes., 2010, pág. 133).

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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:


Tabela - Roteamento configuração manual: Gráfico - Roteamento configuração manual:

Configuração do Roteador – R1 Configuração do Roteador – R2 Configuração do Roteador – R3


Interfaces Ethernet E0 e Serial0 Interfaces Ethernet E0 e Serial0 Interfaces Ethernet E0 e Serial0 Tabela de Rotas – R1 Tabela de Rotas – R2 Tabela de Rotas – R3
>enable >enable >enable
#configure terminal #configure terminal #configure terminal
#hostname R1 #hostname R2 #hostname R3 Rede Interface Rede Interface Rede Interface
#interface ethernet0 192.168.0.2 255.255.0.0 #interface ethernet0 172.16.0.1 255.240.0.0 #interface ethernet0 10.0.0.1 255.0.0.0
#no shutdown #no shutdown #no shutdown 10.0.0.0/8 2 10.0.0.0/8 0 20.0.0.0/8 0
#interface serial0 #interface serial0
#ip address 192.168.8.2 255.255.252.0 #ip address 192.168.8.1 255.255.252.0 #interface serial0 20.0.0.0/8 0 20.0.0.0/8 2 30.0.0.0/8 2
#clock rate 64000 #ip address 192.168.4.2 255.255.252.0 Default 0 Default 1 Default 1
#no shutdown #no shutdown #no shutdown
#show ip route #show ip route Fonte: Simulado FMU, ENADE, outubro 2010,
#show ip route
Fonte: SOUSA, 2010, Pág.256,257.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:


Quadros Mac Address.
 Atividade prática:
Protocolos ARP - NAT.
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO Protocolo DHCP.
1-Qual a função do IP privado/reservado?
2-Defina o que é classe de IP privada exemplificar?
Objetivos da aprendizagem:
3-Qual a diferença de IPv4 e IPv6?
4-O que é máscara de IP?
5-O é divisão por sub-rede de IP?
 Analisar os tipos de protocolos necessários para
atender à necessidade das comunicações de uma
rede ou negócio.
 Identificar os protocolos com suas aplicações.
 Identificar os tipos de serviços de cada protocolo.
 Identificar os tipos de endereços: lógico e físico.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:


 Tradução de endereços NAT fragmentação.
Network Address Translation: NAT 1990. Protocolo que traduz endereço
válido Wan com o IP reservado de uma Lan, ou vice-versa no roteador.
Cria uma tabela interna do IP reservado com a solicitação do IP externo,
quando o retorno de dados solicitados ocorrer, pela tabela saberá que IP
solicitou.
Funcionamento:

FONTE: http://microchipdeveloper.com/tcpip:nat-translation-table 2018.


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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:


 Aplicações ARP – RARP - DHCP.  Aplicações ARP – RARP - DHCP.
Funcionamento do enlace: Conectando a parte física com a parte lógica dos
dispositivos nas redes e na Internet. Protocolo RARP: Reverse Address Resolution Protocol - Protocolo que resolve
•Endereço físico dos dispositivos na rede: o inverso do ARP. Onde Informa o MAC e qual IP está relacionado.
Protocolo DHCP: Dynamic Host Configuration Protocol – Configura e gera
automaticamente os endereços lógicos de IP na rede. Um software servidor e
os clientes. Tipos; Manual, Automático e Dinâmico.

•Protocolo ARP: Address Resolution Protocol – Protocolo que resolve o IP lógico


com qual MAC faz o enlace. Cria uma lista com IP e o MAC. Consultas c: arp –a

FONTE: https://whatismyipaddress.com/dhcp 2018.


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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:


Definição Eficiência 35%

SWITCHING – Um domínio de colisão distinto e de funcionamento simples nas Lan. O


switch cria e mantém (enquanto está ligado) uma tabela de diversos endereços MAC
das estações ligadas a determinada porta, quando chega um frame, examina o
endereço MAC de destino do frame e verifica na tabela a porta destino e simplesmente
COMUTA o frame para a porta destino.
Toda vez que o Switch é ligado pela primeira vez na rede ele não sabe os MAC e as
portas, então quando um frame localiza um destino a estação responde a porta fica
armazenada na tabela de MACs, e da próxima vez encaminhara direto para a porta do
destinatário.
O Switch é como uma bridge multiportas que regenera o sinal por N portas que existir
no dispositivo, geralmente fixas em 12, 24 ou 48.
Portas Uplink, em geral são para conectar aos servidores ou em switches de backbone,
utiliza uma tecnologia de maior velocidade não criando gargalos na transmissão.
Congestionamento da Rede – Quando muitos usuários são colocados, sem controle, na
rede que usa Hub, gera maior competição pelo acesso ao meio, que cria excessivas
colisões e degradação na performance da rede, isso é o congestionamento da rede.
Fonte: MORAES, 2010, Pág.101.

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:


Colisão VLans
SWITCHING – Nas redes o Ethernet puro, onde as estações “escutam” o barramento e VLANs – São redes locais independentes com domínios de broadcast separados para
transmitem apenas quando não há presença de sinal, o barramento livre. Existe um conexão das suas estações. São redes virtuais, logicamente conectadas, podendo ser
determinado instante em que duas estações ao mesmo tempo escutaram que o criadas em um único switch ou entre vários switches. Cada VLAN possui uma tabela
barramento estava livre e tentam transmitir, neste momento ocorre a COLISÃO com a relação dos computadores que fazem parte dela com os endereços das portas
literalmente dos dados. Quando isso ocorre é enviado um sinal para aguardar e tentar para chegar a estes computadores.
novamente um determinado tempo depois, podendo tentar até 10 vezes e depois
abortar a tentativa.(algoritmo de backoff)
Recomenda-se uma taxa de 10% de colisões aceitáveis numa rede, mais que isso já
apresenta problemas. (quantidades de estações e tamanho da rede).

Com taxas baixas de utilização das redes, o Hub apresenta uma performance melhor
que um Switch, a um custo menor, mas nem sempre a troca de um Hub por um Switch
pode ser a solução.

Lembrar sempre os números mágicos de taxa máxima de utilização de 35% e de colisão


Fonte: SOUSA, 2010, Pág.194/198.
de 10%, segundo Moraes, página 103.
Fonte: MORAES, 2010, Pág.116.

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Redes de Computadores - 2019-1 17


Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:


Tipos VLans Vantagens das VLans
VLAN por PORTA: Critério tradicional por switches camada 2 comuns.
Aumento da performance: Diminui a tempestade de broadcast no tempo de resposta.
VLAN por MAC Address: Baseado no endereço MAC da estação, independente do local
Facilidade de gerenciamento: Simplificado, rápido, claro, prático e eficiente através da
físico que estiver a estação será conectada á Vlan que participa.(usuário de Notebook).
plataforma de gerenciamento.
VLAN por endereço IP: Verifica o endereço origem da máquina conectada e faz a
ligação na Vlan correspondente. Topologia de rede independente: Rede lógica independente da topologia física,
flexibilidade para modificação da rede.
VLAN por Autenticação: Quando o usuário conecta á rede solicita uma autenticação e
de acordo com esta autenticação do usuário é detectada a Vlan determinada. Aumento da Segurança: Separando as redes e os usuários.
“Não trate o SWITCH como um HUB, explore as tremendas facilidades que esta tecnologia oferece para melhorar o Desempenho da Rede”
Moraes, 2010, página 121.

Fonte: SOUSA, 2010, Pág.206. Fonte: SOUSA, 2010, Pág.210.

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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:


 Formato ETHERNET e CSMA/CD.  Formato e funcionamento.
Formato: A Ethernet é uma arquitetura de interconexão das redes
•CSMA/CD: Acesso múltiplo com verificação de ondas com detecção de
cabeadas locais (LAN) com envio de pacotes da origem ao destino através
colisão. (Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection).
dos meios físicos com acesso ao meio (MAC).

FONTE: https://faqinformatica.com/redes-ethernet/ (2018).

FONTE: https://faqinformatica.com/redes-ethernet/ 2018.


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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:


Meios físicos: Recursos utilizados para as conexões e transmissões de dados  Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO

1-Qual a função do Mac Address?


2-Defina o que é Ethernet.
3-Qual a diferença de endereço lógico e físico no mesmo computador?
4-O que é DHCP e o que ele faz?
5-O que faz o protocolo ARP?

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Material de Apoio

SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE: SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:


Cisco Packet Tracer.  Cisco Packet Tracer.

Objetivos da aprendizagem:

 Simulação de rede compartilhada.


 Simulação de rede comutada.
 Simulação de rede roteamento estático.
 Simulação de rede roteamento dinâmico.
 Simulação de redes matriz e filiais.

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SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE: SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:


 Cisco Packet Tracer.  Cisco Packet Tracer.

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SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE: SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:


 Cisco Packet Tracer.
 Atividade prática (laboratório):
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Como fazer com que os micro de uma rede se comuniquem no software de simulação?
2-Defina o que é rede compartilhada com redundância de acessos.
3-O que é um roteamento estático?
4-Como configurar manualmente os IPs?
5-O é uma VPN nas transmissões de dados nas redes de computadores?

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Material de Apoio

Siglas e Abreviações

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