You are on page 1of 6

MECÂNICA DOS SOLOS – AV1 (ATÉ A AULA 6)

- Virtualmente toda estrutura é suportada por solo ou rocha. Aquelas que não são ou flutuam, ou voam ou caem.
(Handy, R. L. 1995)

- Objetivo da Mecânica dos solos: Estudar as propriedades físicas e mecânicas dos solos e suas aplicações em obras
de Engenharia Civil, quer como material, quer como suporte.

- SOLOS: Material Heterogêneo e Trifásico (ar, água e sólidos); Comportamento não Linear – Curva de tensão
deformação não é uma reta; Anisotrópico – Propriedades mudam de acordo com a direção considerada; Material
conservativo – Guarda o que lhe aconteceu em sua memória, o que influência seu comportamento.

- Definição de solos: Vargas (1977) define solo como todo material da crosta terrestre que não oferece resistência
intransponível à escavação mecânica, podendo ser escavado através de pá, picareta, escavadeira, etc, sem a
necessidade de explosivos, que que perde totalmente a resistência quando em contato prolongado com a água.

 Para a Geologia: Produto do intemperismo físico e químicos das rochas.


 Para a eng. Civil: Material escavável que perde a sua resistência em contato com a água.
 Para a agronomia: Terra arável, possuidora de vida microbiana.

- Conceiro físico de solo: Meio poroso, não rígido, trifásico, formado de partículas que possuem complexidade de
forma, tamanho e estrutura. Algumas partículas finitamente divididas de maneira a apresentar uma grande área
superficial.

- Textura do solo: Raramente o solo é constituído de uma só fração granulométrica, daí a necessidade de classes de
textura para definir as diferentes combinações de areia, silte e argila.

 Argila – até 0,005mm


 Silte – de 0,005 a 0,05mm
 Areia fina – de 0,05 a 0,15mm
 Areia média – de 0,15 a 0,84mm
 Areia grossa – de 0,84 a 4,8mm
 Pedregulho – de 4,8 a 16mm
 Cascalho – 20 a 2mm
 Calhau – 200 a 20mm
 Matacão - > 200mm

- Cada solo é constituído de diferentes proporções de areia, silte e argila, conferindo ao mesmo tempo uma textura
mais arenosa, mais argilosa, mais siltosa ou com proporções similares das três frações. A porcentagem de ocorrência
de cada fração na mistura determina a chamada classe textural do solo ou textura do solo: Triângulo textural.

1
- Densidade do solo: É a relação existente entre a Densidade Real (Dr) massa de uma amostra de solo e o volume
ocupado pelas suas partículas sólidas. A Densidade real ou peso específico das partículas do solo (varia de 2,60 a 2,75
g.cm-3).

- Porosidade do solo: Pode ser definida como sendo o volume de vazios ou ainda o espaço do solo não Porosidade
ocupado pela matriz (conjunto dos componentes orgânicos e inorgânicos). A porosidade também pode ser
considerada como um índice do volume relativo dos poros existentes no solo, ou seja, é uma medida de seus
intertícios. Geralmente é apresentada na forma de percentagem do solo que não se encontra ocupada com os
componentes sólidos.

- Origem e formação dos solos: Decomposição da crosta terrestre. Os agentes da decomposição são físicos e químicos
(Variações de temperatura, Congelamento e Presença da fauna e flora).

- Intemperismo: É a desintegração e decomposição das rochas e minerais; A resistência de cada tipo de rocha é um
fator que influência na velocidade do intemperismo; O intemperismo difere da erosão por ser um fenômeno de
alteração das rochas, executado por agentes essencialmente imóveis, enquanto a erosão é a remoção e transporte
dos materiais por meio de agentes móveis (água, vento).

- Agentes do Intemperismo: FÍSICO = temperatura e força. QUÍMICO = água e temperatura (hidrólise, oxidação,
dissolução). BIOLÓGICO = seres vivos.

- Classificação Genética dos Solos:

SOLOS RESIDUAIS = São solos que permanecem no local de decomposição da rocha que lhe deu origem. Para sua
ocorrência é necessário que a velocidade de remoção do solo seja menor que a velocidade de decomposição da rocha.
A rocha alterada é sobreposta pelo saprolito com grande concentração de material arenoso.

SOLOS TRANSPORTADOS = Os solos sedimentares ou transportados são aqueles que foram levados de seu local de
origem por algum agente de transporte e lá depositados. As características dos solos sedimentares são dados pelo seu
agente de transporte. Os agentes de transporte são: - Vento (solos eólicos); - Água (solos aluvionares); - Água dos
Mares (Solos Marinhos) - Água dos Rios (Solos Fluviais) - Água das Chuvas (Solos Pluviais) - Geleiras (Solos Glaciais); -
Gravidade (Solos Coluvionares).

EÓLICO = Transporte pelo vento. Devido ao atrito os grãos dos solos transportados possuem forma arredondada. A
ação do vento se restringe ao caso das areias e dos siltes.

ALUVIONARES = O agente de transporte é a água, os solos sedimentares. A sua textura depende da velocidade de
transporte da água. podem ser classificados como de origem PLUVIAL, FLUVIAL ou DELTAICO. CARACTERÍSTICAS: -
Grãos de diversos tamanhos; - Mais grossos que os eólicos; - Sem coesão.

GLACIAIS = Formados pelas geleiras(região temperada), o material resultante do degelo escorre de pontos + elevados
para áreas + baixas (rochas, solo) e Bastante heterogêneos (grandes blocos de rocha a material de granulação fina).

COLUVIONARES = Formados pela ação da gravidade. Grande variedade de tamanhos. Dentre os solos podemos
destacar o TALUS, que é solo formado pelo deslizamento de solo do topo das encostas.

ORGÂNICO = Impregnação do solo por sedimentos orgânicos preexistentes, em geral misturados de restos de animais
e vegetais. Cor escura e cheiro forte. As TURFAS são solos que incorporam florestas soterradas em estado avançado
de decomposição. Não se aplicam as teorias da mecânica dos solos.

- Estrutura dos Solos: Traçar a curva Granulométrica através do ensaio das peneiras. ARGILA = 0,002mm, SILTE =
0,06mm, AREIA = 2,0mm, PEDREGULHO = 60mm.

 O solo pode ser: Granular, Placas, Colunar, Prismática e Bloco.

- CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS: Sistemas de classificação de solos ajudam a organizar ideias e orientar o planejamento
das investigações!

2
Pela origem → solos residuais e solos transportados (aluviais, coluviais...)

Pela sua evolução pedogenética → classificação pedológica dos solos.

Por características peculiares → presença de MO, estrutura,...

Pelo tipo e comportamento das partículas constituintes → sistemas de classificação baseado em propriedades e
índices (mais empregados na engenharia) – granulometria e limites de Atterberg.

- CLASSIFICAÇÃO PEDOLÓGICA: O novo Sistema Brasileiro de Classificação de Solos é estruturado com base em
características de gênese do solo e propriedades pedogenéticas que imprimem marcas distintas em cada tipo de solo
conhecido.

P – ARGISSOLOS, C – CAMBISSOLOS, M- CHERNOSSOLOS, E – ESPODOSSOLOS, G – GLEISSOLOS, L – LATOSSOLOS, T –


LUVISSOLOS, R – NEOSSOLOS, N – NITOSSOLOS, O – ORGANOSSOLOS, S – PLANOSSOLOS, F – PLINTOSSOLOS, V –
VERTISSOLOS.

- Os solos são classificados pela fração granulométrica dominante e subdominante: argila arenosa, areia siltosa, silte
argiloso...Representado por duas letras: SW, CH, CL...

SISTEMA UNIFICADO DE CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS (SUCS)

1ª: Principal Tipo: G= pedregulho, S= areia, M= silte, C= argila, O= orgânico.

2ª: Dados Complementares: W= bem graduado, P= mal graduado, H= alta compressibilidade, L= baixa
compressibilidade, Pt= turfa.

Verificar o % de finos (<0,075mm) presente no solo: • Menor que 50%: Solo Granular (G ou S); • Maior que 50%: Solo
Fino (M, C ou O).

D10 = É o ponto característico da curva granulométrica para medir a finura do solo, que corresponde ao ponto de 10%,
tal que 10% das partículas do solo possuem diâmetro inferiores a ele. Diâmetro efetivo (mm) - o solo tem 10% em
peso de partículas com dimensões inferiores a D10 (parâmetro correlacionável com o coeficiente de permeabilidade
dos solos)

D30 = Dá uma ideia da distribuição do tamanho das partículas do solo; valores próximos de um indicam curva
granulométrica quase vertical, com os diâmetros variando em um intervalo pequeno, enquanto que, para valores
maiores a curva granulométrica irá se abatendo e aumentando o intervalo de variação dos diâmetros. Da mesma
foram que foi definido D10, define-se D30 e D60.

D60 = A representação da curva granulométrica em papel semilogaritmo apresenta vantagens, pois os solos com Cu,
aproximadamente iguais, serão representados por curvas paralelas.

 CU = D60/D10 : Coeficiente de Uniformidade - dá indicação sobre da variedade de dimensões que as partículas


de um dado solo possuem: Cu < 5 = Uniformes Cu > 15 = Desuniformes Cu entre 5 e 15 = Medianamente
Uniformes;
 CC = (D30)²/D10*D60 : Coeficiente de Curvatura - dá indicação sobre a forma da curva granulométrica entre
D60 e D10. Se entre estes diâmetros a curva tiver uma evolução suave, CC estará compreendido entre 1 e 3 e
o solo será bem graduado;
 CC<1 – A curva tende a ser descontínua, há falta de grãos com um certo diâmetro;
 CC>3 – A curva tende a ser muito uniforme na parte central;
 1<CC<3 – A curva suave.

- Característica complementar dos solos finos: COMPRESSIBILIDADE.

• Quanto maior o wL (Limite de Liquidez) mais compressível o solo;

• A linha B delimita esse comportamento. wL> 50% alta compressibilidade (H); wL < 50% baixa compressibilidade (L).

3
• Se a fração fina é predominante → classificação em f (índice de consistência) e não da % das frações granulométricas
silte ou argila.

- CARTA DE PLASTICIDADE: CL: argila de baixa plasticidade; CH: argila de alta plasticidade; ML: Silte de baixa
plasticidade; MH: Silte de alta plasticidade.

- Para a classificação pela SUCS é necessário:

• Porcentagem de pedregulho – a fração que passa pela #76,2mm e é retida na #4,75mm (N° 4);

• Porcentagem de areia – a fração que passa na #4,75mm e é retida na #0,075 (N° 200);

• Porcentagem de silte e argila – a fração mais fina que a #0,075mm;

• Coeficiente de uniformidade (Cu) e coeficiente de curvatura (Cc);

• Limite de liquidez e Índice de Plasticidade da fração do solo que passa na # 4,75mm.

- CLASSIFICAÇÃO GENÉTICA DOS SOLOS: Quanto a origem dos solos pode-se classifica em dois grandes grupos:

• Solos residuais - Encontram-se no próprio local que se formaram. Solos residual jovem (saprolítico), solo residual
maduro, rocha alterada. (-solo residual maduro Superficial ou sotoposto a um horizonte “poroso” ou “húmico”, e que
perdeu toda a estrutura original da rocha-mãe. -solo saprolítico (residual jovem ou solo de alteração de rocha) Solo
que mantém que a estrutura original da rocha-mater, mas perdeu a consistência / resistência de rocha. -rocha alterada
Horizontes com fraturas e regiões de menor resistência, existem grandes blocos de rocha original).

• Solos transportados - São aqueles que foram levados ao seu atual local por algum agente de transporte. Solo
coluvionar, solo aluvionar, solos eólicos, drifts. (-Solo coluvionar Solos formados por ação da gravidade. -Solo aluvionar
Solos resultantes do carreamento pela água fluvial. -Solo eólico Solos transportados pelo vento. -Drifts Solos
transportados por geleiras).

- CLASSIFICAÇÃO MCT Miniatura, Compactado, Tropical:

SOLO LATERÍTICO = Solo superficial, típicos de partes bem drenadas das regiões tropicais úmidas; Solo residual ou não,
intemperizado em condições tropicais, rico em minerais de argila. Compõe a camada superficial chamada de horizonte
laterítico; Predomínio de caulinita e elevado teor de óxidos e hidróxidos de ferro e alumínio; Estes últimos
normalmente fazem o recobrimento ou ligações entre os argilominerais e presença de quartzo, que é resistente a
intemperização; Quando compactado apresentam: elevada resistência, baixa permeabilidade e baixa
deformabilidade.

SOLO SAPROLÍTICO = Resulta da decomposição ou desagregação in situ da rocha mantendo ainda, de maneira nítida,
a estrutura da rocha que lhe deu origem; Geralmente corresponde a camada mais profunda do perfil do solo tropical;
Podem predominar outros argilominerais como a ilita e montmorilonita e minerais primários na zona menos
intemperizada; Importante!!!!! Os argilominerais nestes solos não se encontram recobertos por óxidos e hidróxidos
de ferro e de alumínio.

MÉTODOS DE AQUISIÇÃO DE INFORMAÇÃO:

Método da Frigideira: Não científico, contudo, muito utilizado em obras que exigem manutenção constante do índice
de umidade.

Método direto (Estufa): O mais confiável. Consiste em tomar 10g de solo úmido em uma capsula de alumínio e levar
a estufa à 60° C por 24h. Depois pesa...

Determinação da Umidade pelo Método Speedy: A determinação do teor de umidade dos solos e agregados com a
utilização do aparelho Speedy tem base na reação química da água existente em uma amostra de solo com o
carbureto de cálcio em um ambiente confinado. O gás acetileno ao expandir-se gera pressão proporcional à
quantidade de água existente na amostra. A leitura dessa pressão em um manômetro permite a avaliação da
quantidade de água em uma amostra de solo em consequência do seu teor de umidade.
4
Ensaio de Casagrande: Consiste na determinação da capacidade máxima de absorção de água de um solo sem que ele
mude seu estado de consistência. (n° de golpes x umidade)

- Umidade do solo: A aferição do volume de água que está contido numa porção de solo é de extrema importância
por diversos motivos, como o fato da umidade mudar o estado de consistência de partículas sólidas. Quando o solo é
impregado com volumes excessivos de água, os aspectos hidrodinâmicos fazem as partículas entrarem em dispersão,
o contrário do que entende-se por ideal. Não somente permanência, mas a circulação de água em solos argilosos causa
dissolução da matéria sólida, aumentando consequentemente o índice de vazios e diminuindo a resistência sob
tensões compressivas e cisalhantes.

- Compactação de Solos: A compactação de um solo consiste basicamente em se reduzir seus vazios com o auxílio de
processos mecânicos.

- Adensamento de solo: Diminuição dos seus vazios com o tempo, devido a saída da água do seu interior. Devido a
sua heterogeneidade, grau de saturação, umidade, fração mineral predominante, o solo apresenta vários tipos de
deformação quando solicitado e, cada tipo, exige uma metodologia própria para a sua avaliação.

Adensamento - expulsão da água


Compactação - expulsão do ar

Efeitos principais da compactação: aumento da resistência do solo, redução da sua compressibilidade e


permeabilidade.
O índice de vazios final do solo é função do tipo e estado do solo original e da energia empregada na sua compactação.

Os seguintes fatores são representativos na execução de um trabalho de compactação: tipo de solo, teor de umidade
do solo, energia de compactação (determinada pelo tipo de compactador), espessura da camada compactada.

Características que são alteradas durante a compactação: diminuição da permeabilidade, aumento da resistência
(capacidade de suporte), diminuição da compressibilidade do material, diminuição da absorção de água.

Compactação dinâmica (por impacto) - compactação se dá pela queda do soquete.

• Compactação estática - compactação se dá pela colocação de um peso sobre a amostra.

• Compactação por amassamento - seria a mais favorável, pois representa com mais fidelidade o rolo pé de carneiro
(solos argilosos).

• Compactação por vibração - utilizados para solos pedregulhosos.

CONTROLE DE COMPACTAÇÃO NO CAMPO: Compactação no campo através de: rolo pé de, rolo liso, rolo de pneu,
Solos granulares - rolo liso ( vibratório), Solos argilosos - rolo pé de carneiro.

Compressão (ou expansão): É o processo pelo qual uma massa de solo, sob a ação de cargas, varia de volume
(“deforma”) mantendo sua forma. Os processos de compressão podem ocorrer por compactação (redução de volume
devido ao ar contido nos vazios do solo) e pelo adensamento (redução do volume de água contido nos vazios do solo).

Adensamento: A deformação na maioria dos solos, mesmo sob pequenas cargas, é bem maior que a dos materiais
estruturais (aço, concreto), podendo ser produzida imediatamente ou ao longo do tempo. O ensaio de adensamento
é particularmente importante para argilas e solos problemáticos (colapsíveis ou expansivos).

- Relações de atributos: Relação Porosidade x Permeabilidade = > Porosidade - > Permeabilidade (se os poros forem
interligados). Relação com Resistência = > Porosidade - < Resistência à compressão.

- Deformabilidade: É a propriedade do material se deformar quando submetido a um carregamento.

• Corpo elástico: Quando descarregado, volta a posição original. • Corpo plástico: Não volta a posição original.

5
- Resistência à compressão: É obtida em laboratório por meio de ensaios de compressão simples em corpos de prova
cilíndricos (relação entre altura/diâmetro > 2) ou cúbicos.

- Resistência ao choque: É a resistência que uma rocha oferece ao impacto de um peso que cai de uma certa altura.
A resistência ao choque tem importância quando a rocha for usada para pavimentação de estradas e aeroportos.

- Resistência ao Desgaste: Resistência ao desgaste por atrito mútuo: É a resistência que a rocha apresenta, sob a forma
de agregado (Pedra Britada), quando submetida a atrito mútuo de seus fragmentos. Conforme o tipo de máquina
empregada para sua determinação, a resistência ao desgaste recebe o nome de: resistência ao desgaste Los Angeles,
Deval, etc. Resistência ao desgaste por abrasão (desgaste das superfícies das rochas):Tem importância especial quando
a rocha for empregada sob forma de pavimento (paralelepípedos). Se a resistência à abrasão for baixa, em pouco
tempo terá suas superficies lisas, o que a torna inconveniente (escorregadia, perigosa ao tráfego).

- Resistência ao Cisalhamento: É a máxima pressão de cisalhamento que o solo pode suportar sem sofrer ruptura, ou
a tensão de cisalhamento do solo no plano em que a ruptura ocorre no momento da ruptura.

Forma Brusca: Material se desintegra quando atingida certa tensão ou deformação.

Forma Plástica: Vai se deformando indefinidamente sob uma tensão constante.

Material Dúctil: Efeito barril.

Material Frágil: Ruptura a 45°.


GRANULOMETRIA - ESTACIO - MECANICA DE SOLOS
ABERTURA (ABNT) ABERTURA (mm) MASSA RETIDA (g) FRAÇÃO RETIDA (DX) PORCENTAEM RETIDA (DX%) FRAÇÃO PASSANTE (X) PORCENTAGEM PASSANTE (X%)
4 4,76 33,75 0,07 7 0,9325 93
8 2,38 133,11 0,27 27 0,6663 67
16 1,19 207,48 0,41 41 0,2513 25
30 0,59 40,93 0,08 8 0,1695 17
40 0,42 35,08 0,07 7 0,0993 10
50 0,29 32,37 0,06 6 0,0346 3
100 0,14 13,94 0,03 3 0,0067 1
200 0,074 0 0,00 0 0,0067 1
Base 0 3,34 0,01 1 0,0000 0
MASSA TOTAL (g) → 500 1

100

90

80

70
Material Passante (%)

60

50

40

30

20

10

0
0,01 0,1 1 10 100
Abertura da Peneira (mm)