Antes de mais chama-se a atenção, ainda que desnecessária, para o "péssimo trabalho",não da Editora Diácria ou da Comissão de Heráldica,mas dos então
responsáveis da Junta de Freguesia de Loriga,na "elaboração do novo brasão da vila", pois são coisas diferentes. Como boa regra social deve lembrar-se que
qualquer acusação ou crítica, seja construtiva ou destrutiva, deve ser fundamentada com provas e não com acusações ou comentários de terceiros que muitas
vezes, para dissimularem os seus próprios erros, apontam o dedo indiscriminadamente.
Deste modo,fica aqui resumidamente explicado como foram realizados todos os estes processos e, especificamente, o que sucedeu no caso do brasão da vila
de Loriga.
Antes de mais devo esclarecer quais as entidades envolvidas nos Processos de Ordenação Heráldica das autarquias:
1- Executivo da Junta de Freguesia (JF) - que é quem assina todos os documentos referentes à Ordenação Heráldica e quem decide que maqueta pretende
enviar à CH, apesar do aconselhamento da Diácria e da CH no sentido de encaminhar a escolha para o brasão heraldicamente mais correcto.
2- Diácria - empresa comercial, que visa o lucro mas acima de tudo manter a sua reputação e o bom nome criado ao longo dos seus 9 anos de existência,
mantendo deste modo a sua carteira de clientes com mais de 2000 autarquias.
3- Comissão de Heráldica (CH) que é a entidade legalmente competente para a emissão de pareceres heráldicos para Autarquias Locais.Esta entidade sempre
sempre agiu de forma exemplar e sempre desejou a melhor solução para a vila de Loriga.
4- Desde o início do processo,no qual o Sr.António Conde assumiu grande protagonismo,tendo tido grande responsabilidade pela abertura do mesmo,que a
sua conduta foi exemplar na colaboração,especialmente com a CH,na procura da melhor solução para Loriga,como foi sempre o seu objectivo.Aliás,foi graças
ao Sr.Conde que foram conhecidos muitos dos pormenores da história e cultura de Loriga,essenciais para a construção do brasão da vila.
Infelizmente,os responsáveis da JF na época não agiram da mesma forma,e desde o início que encararam mal o processo,facto que se refletiu no resultado.
Quando os clientes da Diácria são contactados, é-lhes explicado como funciona o processo de legalização do brasão e quais os procedimentos da Diácria. Na
teoria, nenhuma autarquia necessitaria de ser apoiada por empresas como a Diácria, pois bastaria para ter um brasão enviar um cheque à CH que os seus
relatores analisariam a história, costumes e actividades económicas locais e emitiriam o Parecer. A Diácria faz essa mesma análise, na sua considerável
biblioteca e em conjunto com o executivo da JF ou com material por este fornecido. São enviadas maquetas ao cliente, juntamente com uma descrição de
simbologia. As maquetas são concebidas heraldicamente correctas, indo de encontro à identidade da Freguesia. A pedido da JF podem ser e são
frequentemente efectuadas alterações ou novas concepções. Após esta troca de maquetas é escolhida a maqueta que o executivo da JF pretende enviar à CH,
sendo preparado todo o processo pela Diácria que envia pessoalmente um dos seus colaboradores para mostrar o processo ao executivo, que o deve ler e
assinar, anexar o cheque para a CH e devolver à Diácria que faz a sua entrega em mão na CH. Os clientes são sempre informados que as maquetas são apenas
a título indicativo, como prevê a Lei.
Esta entidade, CH, vai avaliar o processo e decidir se o Parecer é emitido consoante a maqueta do processo ou se deve sofrer alterações, mesmo que a CH
não as justifique.
No caso específico de Loriga:
04.07.2002 - assinatura da NE para o processo de legalização da Ordenação Heráldica da Freguesia. Foi fornecida documentação, dois esboços que a JF
tinha em seu poder, a carta da CH com o respectivo esboço.
"Brasão" infelizmente usado pela JF
Esboço 2
Relativamente a esta documentação fornecida pela autarquia informamos o seguinte (transcrição de parte da carta enviada à JF)
juntamente com as primeiras maquetas:
1- Brasão usado pela Junta.
Não se encontra nada na História de Loriga que justifique a Cruz da Ordem de Avis ou a Cruz da Ordem de Cristo, representada erradamente no brasão
usado pela Freguesia (o desenho é da cruz antiga da ordem de Cristo). Além disso o brasão tem partições e desenhos paisagísticos, o que não é permitido por
Lei.
2- Brasão "esboço 2"
A estrela deve ser de 5 pontas para ter uma simbologia mais abrangente; a Loriga e a roda estão correctas e são símbolos fundamentais no brasão de Loriga
(como aliás sempre defendeu o autor do esboço); a cruz não faz sentido em nenhum brasão - a maioria dos portugueses é cristão, daí... o pelourinho que se
erguia na "Praça do Município em frente à cadeia..." já não existe e estará sempre representado no coronel de 4 torres aparentes. No listel não pode constar a
categoria da povoação "vila".Recorda-se que o autor apenas pretendeu dar uma sugestão "histórica" para o brasão da vila,e sabemos que tinha plena
consciência dos erros atrás referidos.Aliás,concordamos com o facto de a couraça (Lorica ou Loriga),a roda hidráulica e a estrela serem peças fundamentais
em qualquer proposta de brasão para Loriga.
3- Brasão de Bènard Guedes
Exceptuando as três torres,que no caso de Loriga devem ser quatro pelo facto de ser vila,este brasão está correcto..Também não concordamos com o
monte de três cômoros, já que entendemos que à localização geográfica da freguesia se ajustará melhor um monte de dois cômoros. Para Loriga, poder-se-iam
desenhar dezenas de propostas, tão ricas são a sua História, economia, lendas, património, gastronomia, colectividades, artesanato e gentes. (...)
Obs.. O Sr. Arq. José Bènard Guedes é o Secretário Geral da CHAAP, por isso, se tivessem aceite a sua proposta, o problema de Loriga provavelmente
estaria já resolvido.
15.07.2002-Após o estudo histórico-cultural relativo a Loriga e análise dos brasões que a JF tinha em seu poder, foram concebidas 2 maquetas e enviadas à
JF para apreciação.Estas sugestões,principalmente a do lado esquerdo,são as que mais se identificam com Loriga,podendo eventualmente sofrer alterações no
que respeita à cor de fundo e/ou cor ou posição das peças.A sugestão apresentada do lado direito ficaria melhor e mais completa se lhe fosse acrescentada a
roda hidráulica.
14.09.2002- Foi enviado pelo Sr. Afonso Machado mais uma proposta de brasão para Loriga com referências de páginas da Internet e referências
históricas.
-3-
31.07.2002- A pedido da JF foi feita uma nova maqueta com as alterações solicitadas.
10.09.2002- Novo pedido de alterações da JF, cujas maquetas foram nesta data enviadas.
10.01.2003- A pedido da JF foi preparado o processo a enviar à CH com a última maqueta de alterações que lhes havia sido enviado.
Este processo está na CH a aguardar a emissão do parecer. Apesar de heraldicamente estar correcto,o mesmo não é verdade quanto à identificação com
Loriga, a CH poderá entender fazer-lhe alguma(s) alteração.
-4-
A tomada de decisão relativamente à maqueta é da responsabilidade do executivo na altura, apesar do aconselhamento da Diácria no sentido de escolher uma
das maquetas inicialmente propostas,por serem as ideais para Loriga.
-5-
Assim, pode-se afirmar que a acusação de "péssimo trabalho" deve recaír exclusiamente sobre os então reponsáveis autárquicos da vila de Loriga,e no caso
da Editora Diácria apenas se justificaria pela falta de informação relativamente ao seu trabalho por parte das pessoas que, por falta de cultura e informação
sobre a sua própria terra,ou por outros motivos mesquinhos reprováveis,não concordarem com a proposta do brasão inicialmente apresentada.
Da mesma forma ninguém pode apontar o dedo à Comissão de Heráldica que sempre se esforçou pela procura da melhor solução,mesmo tendo por vêzes a
incompreenção de quem devia ter,mais do que ninguém essa preocupação.
Para concluir, pode-se afirmar o seguinte:
1- Dos cerca de 2200 clientes da Diácria, apenas na área de Heráldica Autárquica, poucos são aqueles que terão alguma queixa relativamente aos serviços
-6-
por prestados por essa editora. As poucas queixas existentes relacionam-se na maioria dos casos com a morosidade dos processos na CH e pelas alterações
que essa entidade exige, nem sempre representativas da localidade, mas heraldicamente correctas.Neste caso de Loriga,a Diácria a CH estavam de acordo
sobre o que era de facto melhor para a vila,mas infelizmente a JF preferiu uma solução inferior.
2- A CH é a entidade que emite os Pareceres, muitas vezes de forma morosa, mas cujos motivos apenas essa entidade poderá apresentar, embora alguns
sejam do nosso conhecimento.
3- Foram vários os clientes que a Diácria "perdeu" por recusar elaborar processos de Ordenação Heráldica com erros heráldicos notórios; acima de tudo
acredita-se que o bom nome e reputação conseguida ao longo destes 9 anos não poderá ser posto em causa por trabalhos mal elaborados apenas para "sacar"
o dinheiros aos clientes;
4- Algumas empresas deste sector o fizeram, ou seja, sacaram o dinheiro que a Diácria recusou receber por se negar a fazer a vontade dos menos
informados.Temos pena que não o tenha feito em relação ao caso de Loriga.
Pode-se apresentar ainda, exemplos concretos de casos em que foi elaborado o Processo heraldicamente correcto para enviar à CH, mas cuja simbologia seria
pobre e pouco representativa da localidade e que, com a mudança de executivo, pode-se apoiar uma alteração ao parecer entretanto emitido,e este será
inevitávelmente o caso de Loriga. De qualquer
modo salienta-se uma vez mais que a Diácria não se pode nunca e em caso algum sobrepor à vontade do executivo da JF,ainda que errado, e cremos que as
maquetas iniciais para Loriga e a do Sr. Arq. José Bènard Guedes são as mais adequadas a Loriga, pese embora melhor opinião.
A propósito ficam aqui duas possíveis variantes dessas propostas iniciais,sendo a proposta do lado esquerdo a que recolheu opiniões mais favoráveis.
Este caso do brasão da Vila de Loriga,tornou-se de facto um caso vergonhoso,principalmente para a autarquia local,pela forma como conduziu o processo e
pelo resultado final,facto que lamentamos profundamente!
A época da Páscoa é a melhor para o efeito mas qualquer época é boa para
denunciar os fariseus / beatos falsos, uma "raça" que infelizmente ainda não está
extinta e que seria novamente condenada por Jesus Cristo se Ele voltasse a encarnar,
e novamente conspirariam contra Ele para o matar. Se Jesus Cristo voltasse, seriam
os sacerdotes e os fariseus da atualidade, que dizem falar em Seu nome e em nome
do Seu Pai, a conspirarem novamente contra Ele, tal como aconteceu no Seu tempo.
É preciso denunciar os fariseus, que fingem uma fé que não têm nem praticam, mas
que manipulam a fé alheia apenas para colherem benefícios pessoais, e Loriga e a
imagem desta vila já foram muito prejudicadas pelos fariseus, e não apenas na
questão da heráldica.
O brasão aprovado em 2002 foi uma estratégia grosseira, hipócrita e farisaica de
ganhar a simpatia e a aprovação dos loriguenses através da manipulação da sua fé,
nada mais condenável sendo revelador do carácter rasteiro de quem usou esta
estratégia. A estratégia populista, uma mistura de xico espertismo com o mais rasca
e saloio provincianismo: Obter ganhos lambendo as botas do pároco local e de quem
lhe está mais próximo, como uma forma de conquistar a freguesia/paróquia,
pensando que depois de isso feito o que consideram ser a carneirada acéfala, leia-se
a maioria dos naturais da terrinha, irá sempre atrás ainda que não esteja de acordo!!
O problema com que os fariseus não contaram é que havia pelo menos um
Loriguense, que tem fé mas que sempre pensou por si, que coloca Loriga em
primeiro lugar, e que nunca teve feitio para participar em carneiradas; Esse
Loriguense fez-lhes a vida negra e portanto como consequência, para bem de Loriga
lá se foi o Brasão de Vale da Cruz com os porcos!!! Como consequência o Loriguense
é odiado pelos fariseus e pela respetiva carneirada acéfala voluntária (que tem
prazer em sê-lo)… Entretanto e no meio de tudo isso a imagem e os interesses de
Loriga não tinham, nunca tiveram nem têm qualquer importância para estes fariseus,
que usaram a mesma estratégia em 2018!!!!...
Em 2002 o Zeca Maria e acólitos e lacaios não gostaram da ideia de o brasão ter uma
Loriga e decidiram substituí-la por uma cruz, tal como não gostaram da roda
hidráulica que simplesmente eliminaram. Só quem está literalmente cagando para a
história de Loriga e despreza o nome da sua terra é que não quer a couraça, origem
do nome da vila, nem a roda hidráulica, que simboliza a centenária indústria
loriguense.
Aliás, o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios têm vergonha do nome da sua terra
e por isso não quiseram a couraça no brasão de Loriga, nem em 2002 nem em 2018.
Comentário feito na época pelo Senhor António Conde a propósito desta vergonha e
da forma de atuação dos defensores da ilegal aberração heráldica, incluíndo o Zeca
Maria e os seus apoiantes:
brasão há mais de quinze anos, e acusaram-me de querer mal a Loriga e só dizer mal
da terra. São tão estúpidos que até se deram ao luxo de tratar com desdém o então
presidente da Comissão de Heráldica da AAP, com o qual eu estava em contacto, e
apesar de ele se ter dado ao trabalho de ir a Loriga explicar o que estava em causa.
Depois afinal eu tinha razão, embora nunca o tivessem reconhecido publicamente, e
a Junta de Freguesia de Loriga tratou de arranjar outro brasão, mas meteram os pés
pelas mãos e arranjaram um que não representa Loriga e que eu rapidamente ajudei
a "liquidar", e também por causa disso há quem me odeie e me calunie. É um brasão
ridículo cuja simbologia serve para representar qualquer localidade serrana habitada
por cristãos, e que eu saiba as outras localidades além de Loriga não são habitadas
por ereges nem por infieis. Esta gente nem é capaz de respeitar a rica identidade
histórica de Loriga nem a sua história plurimilenar, mas é normal tendo em conta o
que dizem por aí alguns pseudodoutores e pseudohistoriadores "loriguenses".
Curiosamente, actualmente até têm vergonha de mostrarem esse brasão alternativo
que desejaram, ao ponto de muitos loriguenses nem sequer o conhecerem ! E já
alguém lhes perguntou qual o motivo porque arranjaram um brasão novo, sendo a
tal ilustração um “brasão” tão bom e legal ???!! Os que defendem o indefensável, ou
seja essa ilustração que nunca foi nem jamais poderá ser o brasão da vila, já
perguntaram aos seus mentores qual o motivo que os levou a quererem substituír
esse "brasão" ???!! Já alguém lhes perguntou porque escondem o brasão que
arranjaram para substituír o pseudobrasão que dizem defender ???!! Já alguém lhes
perguntou porque não reconhecem publicamente o esterco que fizeram, antes
enveredando por uma fuga em frente durante a qual pisam a imagem de Loriga e dos
loriguenses ???!! Tudo se resume a estupidez, infantilidade, incompetência e
irresponsabilidade de quem acha que a imagem de uma vila e dos seus naturais são
coisas menores comparadas com os seu egos e com as suas idiotíces !!! Se fosse
apenas um questão de gosto e de opinião eu nem sequer tinha levantado a questão
do brasão, até porque também já estava habituado a ver aquela imagem que nada
tem de heráldica. O problema é exactamente a questão legal e de representatividade
associada à imagem de uma vila e à honra dos seus naturais e eu, ao contrário dos
loriguenses que defendem essa ilustração, jamais aceitarei a ideia de a minha terra
não ter símbolos heráldicos nem ter uma bandeira para hastear na sede da Junta de
Freguesia ou de qualquer outra instituição loriguense !!! Eu, ao contrário desses
outros loriguenses, tenho orgulho da minha terra e da sua história, e jamais aceitarei
que a sua imagem seja sacrificada aos interesses, caprichos e egos de idiotas !!!
António Conde disse: "Nunca dependi de ninguém em Loriga para qualquer fonte de
rendimento e ou emprego, aliás sempre trabalhei fora de Loriga, mesmo quando
ainda residia na minha terra. Ao contrário das bestas que invocam Loriga apenas
para se autopromoverem, eu nunca coloquei os meus interesses á frente dos
interesses e da imagem da minha terra natal, nunca critiquei o que está mal sem
apresentar soluções e não tenho vergonha do nome da minha terra. Ao contrário
desses toscos tudo o que fiz e continuo a fazer por Loriga é apenas por amor á minha
terra natal. Informo os toscos lacaios do Zeca Maria que não tenho medo de ir a
Loriga, que se quiser destruír a minha obra e a minha pesquisa sobre a história de
Loriga não preciso de sugestões sobre como, quando e onde posso fazê-lo, e que
jamais me calarão!!!"
Em 2018 o Zeca Maria e acólitos não quiseram nem a couraça nem a estrela, e mais
uma vez tal como em 2002 lá voltaram os argumentos estúpidos para justificar o
injustificável; dizem eles agora que Loriga já é uma estrela portanto não precisa de
ter uma estrela no brasão. Muita coisa justifica a presença de uma estrela no brasão
de Loriga, começando pela localização e pela heráldica antiga da vila. A um outro
nível é a mesma coisa que dizer que o brasão de Portugal não precisa da esfera
armilar porque toda a gente sabe que os portugueses foram um povo de
descobridores!! A mesma lógica aplica-se á existência de uma couraça no brasão de
Loriga, apesar de muitos ainda não saberem que Loriga é uma couraça, que a palavra
deriva do latim Lorica com exatamente o mesmo significado, e que é um nome
antigo, histórico e único em Portugal. Aliás, o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios
têm vergonha do nome da sua terra e por isso não quiseram a couraça no brasão de
Loriga, nem em 2002 nem em 2018. Esta gente ignorante não sabe o que é a
heráldica, nem qual é a sua função, nada surpreendente tratando-se de gente que
defende fanaticamente e inutilmente a ilegal aberração heráldica, uma ilustração
que estupidamente desenharam e que adotaram como “brasão” de Loriga!!
Em 2017 entrou em cena o retardatário pseudohistoriador Brito Doutor de Albarda
e, ao contrário do que ele diz, sempre defendeu a ilegal aberração heráldica, e fê-lo
sempre por motivos familiares, por ignorância, apesar de ter literalmente passeado
os livros numa instituição de ensino superior, e por pura hipocrisia. Ele faz parte do
restrito grupo de “licenciados” de Loriga que têm estado do lado errado, defendendo
a ilegal aberração heráldica, entre outras coisas, prejudicando portanto a imagem da
sua terra e envergonhando as instituições de ensino superior que supostamente
frequentaram. Ao contrário do que mentirosamente divulga por aí, o
pseudohistoriador Brito Doutor de Albarda apenas apareceu recentemente (2017)
para intervir nesta matéria e para ajudar o seu amigo Zeca Maria, e como seria de
esperar fez merda!! E não foi surpreendente ter feito merda porque não foi apenas
nesta questão da heráldica que fez merda, mas também na sua idiota, distorcida e
muito limitada visão da história de Loriga que o seu amigo Zeca Maria ajudou a
divulgar!! É que o Brito Doutor de Albarda não fez, é e foi incapaz de fazer o longo,
sinuoso e dispendioso “caminho das pedras” para pesquisar a história de Loriga,
limitando-se a relatar óbvias ideias feitas e a transcrever idiotices, como é o caso da
Loriga provisória do Chão do Soito. Dedica-se a subestimar e a menorizar a história
da sua terra, insultando quem sabe muito mais e divulgou muito mais do que ele. A
propósito convém referir que este Brito Doutor de Albarda desdenhou, desvalorizou
e insultou António Conde para em seguida hipocritamente convidar este grande
Loriguense para uma feira de vaidades, erradamente chamada palestra, na qual este
Brito Doutor de Albarda era o protagonista. Óbviamente, e como seria de esperar,
António Conde respondeu com desprezo silencioso porque este grande Loriguense
odeia hipocrisia e falta de caráter!! Seria de esperar mais de alguém que
supostamente frequentou o ensino superior e que gosta de exibir o título de doutor,
e como o Zeca Maria nunca valorizou a história de Loriga e tem vergonha do nome
da sua terra, como se tem visto entre outras coisas pela merda que fez em relação ao
brasão, “juntou-se a fome com a vontade de comer”. Ao ver-se ultrapassado por
António Conde em toda a linha decidiu finalmente aparecer, tarde e a más horas e,
sem surpresa, para fazer merda!! Por vontade do Brito Doutor de Albarda a ilegal
aberração heráldica continuaria inutilmente a ser imposta como o “brasão” de
Loriga, mas a luta de António Conde tornou a situação insustentável e intolerável e
estragou-lhe os planos, não apenas a ele, mas também ao seu amigo Zeca Maria, ao
Pina Tosco Fariseu Alemão, e a outros toscos!! Digamos que foram ultrapassados
pelos acontecimentos, no entanto, e para mal da imagem da vila de Loriga e dos
loriguenses, a acção negativa destes pseudoloriguenses fez com que fosse criada
uma polémica á volta da heráldica, e que essa polémica se arraste há décadas!!!
O historiador António Conde disse, e citamos: “Não basta um brasão estar conforme
as regras da heráldica, é fundamental que seja representativo e bonito, e não é raro
haver localidades com grande riqueza histórica que têm um brasão muito pobrezinho
porque a Comissão de Heráldica não é obrigada a saber todos os pormenores da
história das localidades, alguém tem que os informar. É principalmente das
autarquias a responsabilidade de valorizar o que diferencia as respetivas localidades,
e fazer com que isso fique nos respetivos brasões, e em Loriga existe uma extrema
incompetência do Zeca Maria e de quem o rodeia, isso ficou provado em 2002 e em
2018, e para esta gente o que é preciso é despachar o assunto da heráldica, e
qualquer brasão serve desde que fique resolvido!! Se o brasão de 2002 servia para
qualquer localidade serrana habitada por cristãos, o de 2018 serve para todas as
localidades onde historicamente existiu ou ainda existe indústria, desde Loriga até á
Covilhã, passando por Gouveia, Manteigas, etc. E no caso do brasão que o Zeca
Maria arranjou em 2018, até podemos alargar a abrangência porque esse brasão
nem sequer aponta para uma localidade que está situada na Serra da Estrela! Em
todas essas localidades serranas a indústria andou sempre a par com a agricultura na
qual o milho e o centeio eram reis, portanto são iguais a Loriga em tudo o que o Zeca
Maria quis no brasão de Loriga em 2018!!! Pelo menos em 2018 deram-me razão e
colocaram a roda, mas não foi o suficiente para evitar que o resultado seja ridículo.
Se o Zeca Maria e quem o rodeia não fossem extremamente incompetentes e
ignorantes, tanto em 2002 como em 2018 teriam procurado colocar no brasão de
Loriga pelo menos uma das muitas coisas que diferenciam esta vila das restantes
localidades, não apenas da Serra da Estrela mas até de Portugal!!! Mas como são
literalmente BURROS, não fizeram isso em 2002 nem em 2018, porque para eles se
até uma ilustração que nada tem de heráldica teimosamente podia ser o brasão da
vila, qualquer porcaria pode ser o brasão de Loriga, que o que é preciso é despachar
o problema!!! Nos brasões que eu desenhei, e que têm a aprovação garantida pela
Comissão de Heráldica, procurei destacar uma das muitas coisas que diferenciam
Loriga de todas as localidades de Portugal; o seu nome. Um nome antigo, histórico,
milenar, único em Portugal, uma forte marca identitária e a Comissão de Heráldica
concordou e concorda comigo, mas em 2002 o Zeca Maria preferiu uma cruz em vez
de uma Loriga, para hipocritamente agradar aos "beatos" e "beatas" da vila, em vez
de pensar na imagem da sua terra que entretanto prejudicou com a sua teimosia!!
Teimosia, irresponsabilidade, incompetência, desprezo pela imagem de Loriga, como
aliás voltaram a fazer-se notar em 2018, com um resultado que só podia ser ridículo!!
Ao contrário do Zeca Maria e de quem o rodeia, eu não coloco nem nunca coloquei
os meus interesses nem as motivações pessoais á frente dos interesses e da imagem
de Loriga, e nesta matéria apenas quero que a minha querida terra natal tenha
heráldica bonita, representativa e que destaque o que diferencia esta bela e histórica
vila das outras localidades de Portugal!! Como se tem visto, comprovado pelos
ridículos resultados de 2002 e 2018 e pela forma como defendem a ilustração que
nunca foi brasão, o Zeca Maria e quem o rodeia nunca valorizaram a heráldica e
consequentemente a imagem de Loriga, mas tal como em tudo o resto eu exijo que a
minha terra tenha o melhor, e não me contento com qualquer porcaria!!!" - Fim de
citação.
Uma versão corrigida do brasão aprovado pelo Zeca Maria e acólitos em 2018, o qual
apenas seria minimamente aceitável com a estrela, assim ficaria melhor, tal com
defende António Conde.
“Não basta um brasão estar conforme as regras da heráldica, é fundamental que seja
representativo e bonito, e não é raro haver localidades com grande riqueza histórica
que têm um brasão muito pobrezinho devido á incompetência dos respectivos
autarcas porque a Comissão de Heráldica não é obrigada a saber todos os
pormenores da história das localidades, alguém tem que os informar. É
principalmente das autarquias a responsabilidade de valorizar o que diferencia as
respetivas localidades, e fazer com que isso fique nos respetivos brasões, e em Loriga
existe uma extrema incompetência do Zeca Maria e de quem o rodeia, agravada pela
má vontade em resolver o problema, e isso ficou provado em 2002 e em 2018. Para
esta gente que com má vontade finalmente, e depois de terem prejudicado a
imagem de Loriga, decidiram resolver o problema, o que é preciso é despachar o
assunto da heráldica, e qualquer brasão serve desde que fique resolvido!! Se o
brasão de 2002 ridicularizava a imagem de Loriga e servia para qualquer localidade
serrana habitada por cristãos, o brasão de 2018 serve para todas as localidades onde
historicamente existiu ou ainda existe indústria, desde Loriga até á Covilhã, passando
por Gouveia, Manteigas, etc. E no caso do brasão que o Zeca Maria arranjou em
2018, até podemos alargar a abrangência para outras localidades fora da região
porque esse brasão nem sequer aponta para uma localidade que está situada na
Serra da Estrela! Em todas essas localidades serranas a indústria andou sempre a par
com a agricultura na qual o milho e o centeio eram reis, portanto são iguais a Loriga
em tudo o que o Zeca Maria e quem o rodeia quiseram no brasão que arranjaram em
2018!!! Pelo menos em 2018 deram-me razão e colocaram a roda que não quiseram
em 2002, mas não foi o suficiente para evitar que o resultado seja ridículo. Se o Zeca
Maria e quem o rodeia não fossem extremamente incompetentes e ignorantes,
tanto em 2002 como em 2018, teriam procurado colocar no brasão de Loriga pelo
menos uma das muitas coisas que diferenciam esta vila das restantes localidades,
não apenas da Serra da Estrela mas até de Portugal!!! Mas como são literalmente
BURROS e não têm como prioritária a imagem de Loriga, não fizeram isso em 2002
nem em 2018, porque para eles se até uma ilustração que nada tem de heráldica
teimosamente podia, pode e tem que ser o brasão da vila, doa a quem doer (uma
imposição inútil), qualquer porcaria pode ser o brasão de Loriga!!! Nos brasões que
eu desenhei, e que têm a aprovação garantida pela Comissão de Heráldica, procurei
destacar uma das muitas coisas que diferenciam Loriga de todas as localidades de
Portugal; o seu nome. Um nome antigo, histórico, milenar, único em Portugal, uma
forte marca identitária e a Comissão de Heráldica concordou e concorda comigo, mas
em 2002 o Zeca Maria preferiu uma cruz em vez de uma Loriga, para hipocritamente
agradar aos "beatos" e "beatas" da vila, prejudicando a imagem da sua terra com a
sua teimosia!! Teimosia, irresponsabilidade, incompetência, desprezo pela imagem
de Loriga, como aliás voltaram a fazer-se notar em 2018, com um resultado que só
podia ser ridículo!! Ao contrário do Zeca Maria e de quem o rodeia, eu não coloco
nem nunca coloquei os meus interesses nem as motivações pessoais á frente dos
interesses e da imagem de Loriga, e nesta matéria apenas quero que a minha querida
terra natal tenha heráldica bonita, representativa e que destaque o que diferencia
esta bela e histórica vila das outras localidades de Portugal!! Como se tem visto,
comprovado pelos ridículos resultados de 2002 e 2018 e pela forma como
defenderam e defendem inutilmente a ilustração que nunca foi brasão, o Zeca Maria
e quem o rodeia nunca valorizaram a heráldica e consequentemente a imagem de
Loriga, mas tal como em tudo o resto eu exijo que a minha terra tenha o melhor, e
não me contento com qualquer porcaria!!!" - Fim de citação.
Unhais da Serra e Loriga, duas vilas serranas vizinhas, que têm em comum terem
sido pólos da indústria têxtil. No caso de Loriga a história, inclusive da indústria, é
muito mais antiga do que em Unhais da Serra. Existe uma outra diferença entre as
duas vilas, como se vê pelo brasão bem elaborado de Unhais da Serra, esta vila teve
a sorte de nunca ter um tosco Zeca Maria á frente da autarquia, ao contrário do que
aconteceu em Loriga. Em Unhais da Serra havia um autarca competente, em Loriga
havia um tosco Zeca Maria que arranjou um brasão de Vale da Cruz.
Tal como em 2002 o Zeca Maria fez merda outra vez, e agora teve a ajuda do
pseudohistoriador Doutor de Albarda!! A manter-se esta seria a versão final deste
brasão, o qual só teria alguma hipótese de ser definitivo se levasse uma estrela entre
as espigas, ou em alternativa estas ficassem uma de cada lado da roda hidráulica,
ficando apenas a estrela no topo. Tal como sempre foi defendido por António Conde,
a estrela é uma das peças fundamentais no brasão de Loriga, assim como a roda
hidráulica, este brasão até fica mais bonito com a estrela e a esmagadora maioria
dos loriguenses concorda com ele, mas tal como em 2002 o Zeca Maria desprezou a
imagem de Loriga. O antigo brasão de Loriga tinha uma estrela, Loriga fica no
coração da Serra da Estrela, é uma estrela e a estrela da serra, até a Nossa Senhora
da Guia, padroeira dos emigrantes de Loriga, tem uma estrela na mão e até a ilegal
aberração heráldica tem uma estrela, etc. Loriga tem bandeira, e com as cores
sempre defendidas por António Conde.
Versão corrigida do brasão aprovado pelo Zeca Maria e acólitos em 2018, apenas
teria alguma hipótese de ser definitivo com a estrela. Assim ficaria melhor, apesar de
a solução ideal, tal como defende António Conde, ser a colocação das espigas uma de
cada lado da roda, e ficaria ainda melhor com a estrela de ouro. No entanto o brasão
desenhado por António Conde no século passado continua a ser o melhor brasão
para a vila de Loriga.
Opinião de António Conde sobre os símbolos heráldicos antes de estarem em
discussão na Assembleia de Freguesia de Loriga em 2018:
No entanto vejo com satisfação que houve uma grande evolução e desta vez deram-
me razão e lembraram-se da roda hidráulica, outra peça fundamental no brasão de
Loriga, e concordaram com as cores que sugeri para a bandeira, mas mais uma vez
fizeram porcaria porque não quiseram a estrela, outra peça que tem que estar no
brasão da vila!! Tratando-se do mesmo presidente de junta responsável por toda a
polémica em volta da heráldica seria surpreendente se agora corresse tudo com
perfeição.
Esta heráldica desenhada por António Conde no século passado, e aprovada pelas
autoridades competentes, continua a ser a melhor para esta vila, e o melhor brasão
de Loriga. Este é o brasão de Loriga pelo menos até, e se aparecer, outro que seja
mais bonito e mais representativo, portanto que seja uma melhor alternativa.
Bandeira.
Estandarte.
Selo branco.
Heráldica de Loriga.
Emblema base dos Bombeiros Voluntários de Loriga
Estas são as principais propostas de brasão elaboradas por António Conde no século
passado e com aprovação garantida pela Comissão de Heráldica da AAP, apenas
diferindo na cor das peças. Todos os brasões desenhados por António Conde tiveram
e têm a aprovação das autoridades competentes, e só motivações mesquinhas, da
parte do Zeca Maria e lacaios apoiantes, completamente estranhas á imagem e aos
interesses de Loriga impediram, em 2002 e em 2018, o encerramento definitivo da
questão do brasão de Loriga, e fizeram com que a imagem desta vila seja prejudicada
há décadas. O brasão do lado direito é o que tem sido mais amplamente divulgado, é
muito conhecido, tem muita aceitação e já é considerado o brasão da vila de Loriga.
De sublinhar que uma das muitas capacidades do Senhor António Conde é o desenho
e a pintura as quais, aliadas aos seus conhecimentos de heráldica portuguesa e de
história, incluindo a de Loriga, e através da sua grande capacidade de iniciativa,
fazem com que este grande Loriguense esteja envolvido desde o início no processo
de regularização da heráldica da sua querida terra natal (clique aqui para saber
mais).
Esta heráldica desenhada por António Conde no século passado, e aprovada pelas
autoridades competentes, continua a ser a melhor para esta vila, e o melhor brasão
de Loriga. Este é o brasão de Loriga, pelo menos até e se aparecer outro que seja
mais bonito e mais representativo, portanto que seja uma melhor alternativa.
Homenagem a um grande Loriguense
O Senhor António Conde, de uma forma discreta, já que a promoção pessoal
nunca foi o seu objectivo, tem dedicado grande parte do seu tempo ao estudo e
investigação da história, à defesa do património e do desenvolvimento, e à
divulgação da vila de Loriga. Uma pequena parte do resultado do seu estudo sobre
a história da vila de Loriga
foi já publicada no jornal Garganta de Loriga e em outra imprensa local, regional,
nacional e internacional. Essa pequena parte da sua pesquisa está disponível em
inúmeros sites e outras publicações sobre Loriga ( com ou sem referências ao seu
nome ), de diversos
autores, e é conhecida dos loriguenses. Estão também disponíveis, nos mais
diversos sites ( a Wikipédia é um deles ) e outras publicações, extractos de alguns
dos seus artigos publicados ( com ou sem referências ao seu nome ).
A propósito de Wikipédia, o Sr. Conde é o autor dos artigos sobre Loriga, em
português e em inglês, existentes naquela “enciclopédia” online, artigos
entretanto vandalizados para, entre outras coisas, introduzirem uma ilegal
aberração heráldica, que nunca foi,
não é nem jamais poderá ser o brasão de Loriga, e tentarem apagar o rasto do
autor dos artigos, António Conde, por ele se opor a essa ilegalidade. São também
conhecidas, e tendo em vista exclusivamente os objectivos referidos, as suas
sempre assumidas iniciativas, nos poderes públicos, entidades oficiais, imprensa
regional e nacional, e
estações de televisão portuguesas e estrangeiras. É um Loriguense sempre atento
a tudo que se passa na sua querida terra-natal, à qual o prendem fortes raízes. O
seu trabalho tem sido de grande importância para a resolução dos principais
problemas da vila de
Loriga, para o conhecimento da sua história, e para a sua divulgação, dentro e fora
de Portugal. O seu trabalho foi, e tem sido fundamental, para tirar Loriga da
sombra em que esteve mergulhada, dando-a a conhecer a Portugal e a todo o
mundo. A propósito dos principais problemas da vila, destaca-se, por exemplo, a
sua decisiva intervenção em casos ( alguns infelizmente ainda não concluídos ) tais
como: Conclusão da EN 338 ( conhecida localmente por Estrada de S.Bento ),
construção do novo edifício da
Escola C+S de Loriga, reparação da EN 231, construção do quartel dos Bombeiros
Voluntários de Loriga, classificação do património histórico, ordenamento e
legalização dos símbolos heráldicos da vila, etc.
O Senhor António Conde não se tem preocupado apenas com a vila, mas também
com a Região de Loriga, ou seja, com as outras seis freguesias cujas àreas
pertenciam ao antigo Município de Loriga. É uma região com uma identidade
própria, a preservar e a desenvolver, e que ele tem defendido e divulgado como
tal. Aliás, o Senhor António Conde é um homem de grande cultura, com um QI
acima da média ( superior a 147 )
que lhe é reconhecido desde o ensino básico, e com grandes e diversificadas
capacidades, e como tal o trabalho pela sua terra natal e pela sua região, é apenas
uma parte dos seus interesses e actividades. Há mais de vinte e cinco anos que o
Sr. António Conde tem feito uma pesquisa minuciosa sobre a história antiga da
vila de Loriga, percorrendo arquivos e recolhendo dados e documentos preciosos
que compilou numa obra a que chamou História Concisa da vila de Loriga – Das
origens à extinção do município. No entanto
a sua pesquisa tem continuado, acumulando mais dados e documentos sobre a
história da vila de Loriga.
————————————————————————————————
——
( In blog Dizer Bem, artigo escrito por: Jorge Andrade em 20 de Julho de 2006.
10:49 PM )
————————————————————————————————
“Loriga a concelho
Loriga, vila e sede de concelho desde o século XII, pagou caro pelo apoio dado aos
“absolutistas” contra os “liberais”. Numa época em que a consciência democrática
era inexistente, havia retaliações para quem tinha ideias diferentes das de quem
detinha o poder. Em tais circunstâncias, há sempre quem queira beneficiar do mal
alheio
e, para tal, ajude a provocar a precipitação dos acontecimentos. O concelho de
Loriga foi extinto pela vingança politica e pelos interesses expansionistas de quem
beneficiou com o facto. Uma completa injustiça! Passados cento e quarenta e dois
anos, a vila e
a Região de Loriga, continuam “a cumprir a pena à qual foram condenadas”, como
se estivessem a pagar juros. De vez em quando, como acontece actualmente, a
”pena” é aliviada e surge algum progresso mas, a história diz-nos que esta é uma
situação
rara. A realidade local confirma-o. O concelho de Loriga, incluía mais de trinta
povoações, entre freguesias e suas anexas, e algumas estão agora a quarenta
quilómetros da actual sede de município. A vila de Loriga está a vinte quilómetros.
Se o concelho de Loriga não for restaurado a curto prazo, daqui a poucas décadas
a região estará repleta de aldeias fantasmas, e a vila de Loriga estará pouco
melhor. Fala-se muito no caso de Vizela mas, o caso de Loriga é mais grave,
embora não seja tão mediatizado, e é de resolução mais urgente. Não se fala de
um Movimento para a Restauração do Concelho de Loriga, nos jornais, nas rádios
nem nas televisões mas, em nome de toda a lógica administrativa,
democrática e politica, o problema tem que ser resolvido. Só assim a região de
Loriga terá futuro.
António Conde”
( In jornal Correio da Manhã, de 28 de Agosto de 1997 )
Já tinha lido há algum tempo no Correio da Manhã, este artigo de António Conde,
nosso conterrâneo e colaborador deste jornal, acerca da extinção do concelho de
Loriga, causas e consequências. O texto, que eu, com a devida vénia, transcrevo
para “este espaço”,
está à vossa disposição na internet, na “Home Page” da vila de Loriga, e em
http://www.terravista.pt/Meco/1087. E foi daí que o tirei. Como adenda, aproveito
para juntar alguns números, resultantes das últimas eleicões autárquicas, para
assim se compreender melhor o artigo.
Assim:
O concelho de Seia, com uma àrea de 448km2, é o 6º maior do Distrito da Guarda (
que tem 14 ). Com 29 freguesias e uma população de 29990 habitantes e 26683
eleitores. É o mais populoso, logo a seguir à Guarda! Em termos de comparação,
temos Sabugal com 40 freguesias e dezenas de anexas, numa àrea de 827 km2
para 16320 habitantes. O concelho de Manteigas é o mais pequeno do Distrito da
Guarda, com uma àrea de 112 km2, 3 freguesias e 3758 eleitores. Agrupando as
localidades desde o rio Alva, excluíndo Lapa e Vila Cova, até às Pedras
Lavradas,temos: Valezim, Sazes, Sandomil, Cabeça, Alvoco, Teixeira, e Vide. A
estas freguesias há ainda a acrescentar as anexas, que só Vide tem 28! Este
conjunto de freguesias que formariam o concelho de Loriga, somam entre si um
número de eleitores superior a 6500, o que nos colocaria à frente de 78 municípios
com uma população e número de eleitores mais pequena que a nossa! Como disse,
ficam aqui dados concretos para a discussão, agora que se fala tanto em novos
concelhos, descentralização e regionalização… Vamos a isso!?”
A divulgação de Loriga e da sua história, que ele pesquisou como ninguém, tem
estado sempre na agenda do senhor António Conde.
O senhor António Conde desenvolveu e tem desenvolvido um enorme e meritório
trabalho no sentido do desenvolvimento e divulgação da sua terra, incluíndo a
concretização das grandes obras realizadas em Loriga. Esse trabalho está
fortemente
documentado, sendo que uma pequena parte dessa extensa documentação (
cópias ) foi enviada á ANALOR, tendo sido alvo de grandes elogios públicos no
jornal Garganta de Loriga, numa época em que o senhor António Conde era
colaborador do referido jornal.
O senhor António Conde desenvolveu e tem desenvolvido um enorme e meritório
trabalho no sentido do desenvolvimento e divulgação da sua terra, incluíndo a
concretização das grandes obras realizadas em Loriga. Foi o senhor António
Conde que tornou conhecido e famoso o “barracão de madeira sede dos
BOMBEIROS
VOLUNTÁRIOS DE LORIGA”, e que chegou a ser alvo de anedotas pelos
Parodiantes de Lisboa. Uma das estratégias do Senhor Conde era ridicularizar a
inação das entidades competentes, começando pela Câmara Municipal de Seia, e
resultou com a transferência da sede dos bombeiros para o edificio destinado ao
mercado da vila. Mas a luta do senhor António Conde continuou e só terminou
quando foi concretizado o seu objetivo, a construção de um quartel. Além do
quartel dos Bombeiros de Loriga, o senhor António Conde envolveu-se também
decisivamente nos casos da Estrada de São Bento ( EN 338 ), da nova Escola C+S (
EB3 Reis Leitão ), da reparação da EN 231, na regularização e legalização da
heráldica da vila, etc, etc. Esse trabalho está fortemente documentado, sendo que
uma pequena parte dessa extensa documentação ( cópias ) foi enviada á
ANALOR, tendo sido alvo de grandes elogios públicos no jornal Garganta de
Loriga, numa época em que o senhor António Conde era colaborador do referido
jornal. A divulgação de Loriga e da sua história, que ele pesquisou como ninguém,
tem estado
sempre na agenda do senhor António Conde.
.
Esta é a proposta de bandeira da vila de Loriga elaborada por António Conde no
século passado e que, tal como os brasões, teve e tem a aprovação das autoridades
competentes.
Brasão de Loriga, desenhado pelo historiador António Conde, e considerado o ideal
para esta vila por quem sabe a história desta vila e percebe de heráldica autárquica
portuguesa.
-Brasão: Escudo azul, couraça (Lorica/Loriga) vermelha ornada de prata ladeada por
duas rodas hidráulicas de negro em fundo de prata, e em chefe uma estrela de ouro;
em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta,
carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres.
Listel de prata com a legenda a negro "LORIGA".
Este é o brasão da vila de Loriga.
Esta heráldica desenhada por António Conde no século passado, e aprovada pelas
autoridades competentes, continua a ser a melhor para esta vila, e o melhor brasão
de Loriga. Este é o brasão de Loriga, pelo menos até e se aparecer outro que seja
mais bonito e mais representativo, portanto que seja uma melhor alternativa.
Este anedótico brasão de Vale da Cuz foi aprovado pela Assembleia de Freguesia de
Loriga, leia-se Zeca Maria e lacaios acólitos, em 27-12-2002. Onde está agora???!! Na
época não quiseram a roda e quiseram substituir a couraça por uma cruz, em 2018 o
Zeca Maria e lacaios fizeram porcaria novamente ao aprovarem um brasão que não
honra esta vila porque é incompleto e inestético, e por isso terá o mesmo destino!!
Quem defende a ilegal aberração heráldica não valoriza a heráldica portanto não
tem capacidade para elaborar um brasão que seja representativo e bonito!! Aliás até
disseram, e um deles até escreveu, que o brasão de Loriga até podia ter o calhau da
praia fluvial que não havia problema!! A legitimidade decisória desaparece quando a
imagem de Loriga é prejudicada, e Loriga não precisa de carneirada acéfala mas sim
de loriguenses esclarecidos e de ação!!!
Comentário feito há mais de dez anos pelo Senhor António Conde a propósito desta
vergonha e da forma de atuação dos defensores da ilegal aberração heráldica,
incluíndo o Zeca Maria e os seus apoiantes:
A conclusão óbvia, até pela sua atuação habitual, é de que o que move esta
escumalha na sua inútil luta pela manutenção da ilegal aberração heráldica, nunca
foi Loriga nem qualquer brasão, mas apenas a inveja, o mau caráter e uma psicótica
sede de protagonismo!! Por outro lado, e para o mal desta bela e histórica vila, este
brasão reflete fielmente o nivel de quem é responsável pela sua escolha e é também
responsável pela vergonhosa marginalidade que tem envolvido toda esta questão!!
Para esta escumalha farisaica, que tem vergonha do nome da sua terra e está
literalmente cagando para a imagem de Loriga e dos seus conterrâneos, estaria tudo
bem e apoiariam ainda que o seu dono Zeca Maria e os restantes seus amigos lacaios
do dito aprovassem um brasão com o calhau da praia fluvial ou até com um cagalhão
fumegante.
O brasão aprovado pela autarquia liderada, tal como em 2018, pelo Zeca Maria é
apropriado para uma qualquer imaginária localidade chamada Cruz que nada tem a
ver com a vila de Loriga, e por isso foi chumbado por pela Comissão de Heráldica da
AAP, a autoridade legalmente competente, e com a preciosa ajuda de António
Conde. Para a aprovação deste anedótico brasão estiveram apenas envolvidas
motivações politicas populistas de conveniência, sob uma falsa capa de inexistente
religiosidade, ou dito de outra forma, este brasão foi aprovado para agradar apenas
ao suposto "público religioso" de Loriga, uma hipócrita e farisaica jogada politica do
Zeca Maria, repetida em 2018 ao recusar novamente a couraça no brasão. Quando se
elabora e ou aprova o brasão de uma localidade é necessário ter em conta a
identidade e a história da mesma, sendo necessário para isso saber a história da
terra e saber as regras históricas da heráldica portuguesa, sendo que quem desenhou
a referida ilegal aberração que nunca foi brasão, que a escumalha farisaica teima
inutilmente em usar e em impor, não percebia nada do que está em causa. E como as
motivações usadas pelo Zeca Maria e os seus lacaios autarcas loriguenses para
aprovar o brasão da vila foram as erradas o resultado só podia ser desastroso. Para
além de absolutamente nada justificar a presença de uma cruz no brasão de Loriga, o
brasão aprovado pelo Zeca Maria e os seus lacaios na autarquia em 2002 está
desprovido do que de mais importante tem que estar incluído, e no caso desta vila é
muito óbvio.
Os outros dois brasões são anedóticas sugestões para quem acha que a heráldica não
tem importância nenhuma e que o brasão de Loriga até pode ter o proeminente
"calhau" que está na praia fluvial. Esta foi a brilhante conclusão a que chegaram os
autores e apoiantes desta vergonha, depois da porcaria feita, e também passaram a
dizer que a heráldica não faz falta nenhuma a Loriga "nem cria empregos na vila",
mas é um assunto suficientemente importante para desde o início virem a insultar e
a caluniar quem sempre teve razão. A outra sugestão é para os idiotas ignorantes,
incluindo o Brito Doutor de Albarda, que sustentam a teoria estúpida segundo a qual
Loriga nasceu e ou "passou" por um local chamado Chão do Soito.
O nome Cruz é uma paródia ao desabafo de apoiantes do brasão aprovado pelos
autarcas, e que disseram ser vergonhoso referir ou representar uma Lorica/Loriga
porque, cita-se, "os romanos mataram Cristo". Esta opinião, que tal como a ideia do
calhau da praia fluvial, chegou a ser escrita num espaço para comentários no jornal
Porta da Estrela online, faz tirar a óbvia conclusão de que esta gente tem vergonha
do nome da sua terra, já que Lorica é o mesmo que Loriga, nome do qual têm
vergonha e que para essa gente o nome ideal da vila seria Cruz ou Vale da Cruz, até
para condizer com o brasão que escolheram. Cada declaração e ou ação da parte dos
responsáveis por esta vergonha só contribui para os deixar cada vez mais mal vistos,
expondo o seu mau caráter, a sua inveja por quem tem a capacidade de fazer, o seu
desprezo pela imagem de Loriga e dos loriguenses, e a sua ignorância.
António Conde disse: "Nunca dependi de ninguém em Loriga para qualquer fonte de
rendimento e ou emprego, aliás sempre trabalhei fora de Loriga, mesmo quando
ainda residia na minha terra. Ao contrário das bestas que invocam Loriga apenas
para se autopromoverem, eu nunca coloquei os meus interesses á frente dos
interesses e da imagem da minha terra natal, nunca critiquei o que está mal sem
apresentar soluções e não tenho vergonha do nome da minha terra. Ao contrário
desses toscos tudo o que fiz e continuo a fazer por Loriga é apenas por amor á minha
terra natal. Informo os toscos lacaios do Zeca Maria que não tenho medo de ir a
Loriga, que se quiser destruír a minha obra e a minha pesquisa sobre a história de
Loriga não preciso de sugestões sobre como, quando e onde posso fazê-lo, e que
jamais me calarão!!!"
A escumalha invejosa farisaica loriguense, capangas e lacaios do Zeca Maria, têm
vergonha do nome da sua terra e acham que qualquer merda serve para brasão de
Loriga. Aliás foi o Zeca Maria que criou este e outros vergonhosos casos que
arrasaram e continuam a arrasar a imagem de Loriga, a imagem dos loriguenses e a
imagem da autarquia desta vila. Para essa gentalha invejosa farisaica, que preferia
que a vila se chamasse Cruz ou Vale da Cruz, com um brasão a condizer, até uma
ilustração que nunca foi nem podia ser brasão, tinha que ser o brasão de Loriga,
doesse a quem doesse, continuam a pensar o mesmo, insultavam e caluniavam
quem dissesse o contrário e continuam a fazê-lo. Como acham que qualquer merda
serve para brasão de Loriga, o brasão até pode ter um cagalhão fumegante no meio
que não há problema, desde que tenha sido idealizado pelo Zeca Maria, ou por um
dos seus amigos e lacaios, e se for o caso até a ilegal aberração heráldica que tanto
defendem pode ser substituída que não há problema. ..
E a propósito da famigerada e vergonhosa, para Loriga e para os loriguenses, questão
do brasão, que motiva de forma negativa esta escumalha farisaica na sua inútil e suja
luta pela ilegal aberração heráldica, ficam aqui mais algumas informações.
Esta vergonhosa questão contaminou de tal forma a imagem da Wikipédia que esta
decidiu finalmente agir em 2017 através de um editor mais responsável, e a ilegal
aberração heráldica foi removida do artigo sobre Loriga criado por António Conde.
Trata-se realmente de uma ilegal aberração heráldica porque, segundo as regras
históricas da heráldica portuguesa que têm força de lei, aquela ilustração nada vale
como brasão. Os “editores” responsáveis por esta vergonha foram ameaçados de
bloqueio caso voltassem a colocar o pseudobrasão no artigo. Depois de muitos
insultos, calúnias e até ameaças, inclusive colocados em comentários na própria
Wikipédia, a ilegal aberração heráldica foi portanto retirada do artigo, faltando
limpar a restante porcaria introduzida no artigo e recolocar nas fontes os links que
apontavam para o seu autor. Insultos e calúnias em pseudoanonimato que
apareceram noutros sites, como foi o caso do “Terras de Portugal – Memória
Portuguesa” onde foi publicado um texto baseado no artigo sobre Loriga criado por
António Conde na Wikipédia, que foi depois também reproduzido no site da Junta de
Freguesia de Loriga, onde sem surpresa não foi mencionado o seu autor.
Esta escumalha que tem prejudicado Loriga, a imagem desta vila e a imagem dos
loriguenses, pensava que os insultos, a difamação e os outros tipos de ataque iriam
fazer calar o senhor António Conde mas enganaram-se redondamente porque este
grande Loriguense defende sempre a sua querida terra natal, nunca se cala quando
tem razão, e ele não está sozinho!! Aliás, a diferença entre os grandes Loriguenses e
a escumalha que luta inutilmente para manter insustentáveis e ou ilegais situações
que só prejudicam Loriga, a imagem desta vila e a imagem dos loriguenses, é que os
grandes Loriguenses defendem sempre a sua terra, inclusive e se necessário contra
esta escumalha que a prejudica.
Estes são alguns exemplos dos cartazes e documentos falsificados pela escumalha
invejosa farisaica, nos quais substituiram o brasão aprovado para Loriga pelas
autoridades competentes, pela ilegal aberração heráldica que dizem defender e que
inutilmente querem impor. É uma atitude recorrente, e a RTP e a Câmara Municipal
de Seia estão entre as entidades que não escaparam á raiva canina desta escumalha,
por terem emitido cartazes e outros documentos onde colocaram a heráldica de
Loriga aprovada pelas autoridades competentes.
Estes são alguns dos cartazes usados na campanha eleitoral para as eleições
autarquicas de 2017, nos quais se pode ver o brasão aprovado para a vila de Loriga
pelas autoridades competentes. Estes cartazes provocaram a ira e a raiva da invejosa
escumalha farisaica “loriguense”. Estes cartazes, e o cheiro da previsível vitória do
Zeca Maria nessas eleições, motivaram o já referido texto insultuoso contra o senhor
António Conde, que o Tosco Invejoso Fariseu Alemão Adelino Pina e lacaio do Zeca
Maria publicou no site que erradamente lhe foi atribuído, uma prática antiga, feita
inclusive com uso de pseudónimos, e que entretanto foi repetida. As motivações e as
ligações são óbvias confirmadas pela forma, pela data, pelo conteúdo e pela
oportunidade, que demonstram também a extrema falta de caráter desta gentalha!!
From: *************
A esmagadora maioria dos loriguenses, e não só, concorda com António Conde e
prefere o brasão com uma estrela porque fica mais bonito e mais completo com a
estrela. O brasão histórico de Loriga tinha uma estrela, Loriga fica no centro da Serra
da Estrela, é uma estrela, é a estrela da serra, até a ilegal aberração heráldica tem
uma estrela e até a Nossa Senhora da Guia tem uma estrela na mão, etc. Porque
diabo não queres uma estrela no brasão??!!
Estes teus apoiantes, tal como a maioria dos loriguenses, também não gostaram do
brasão que arranjaste em 2002, mas a diferença entre estes teus apoiantes e António
Conde é que eles são incompetentes, ignorantes, cobardes e hipócritas, por isso
lambem-te as botas em vez de te dizerem o que pensam e se oporem, optando em
vez disso por criticar por detrás. Mas vozes de burros nunca chegaram ao céu.
_____________________________________________________________________
Outras notas relevantes: Deram razão ao historiador António Conde em relação á
roda hidráulica e ás cores da bandeira mas não quiseram nem a couraça nem a
estrela, e quanto ás opções escusam de desculpar-se com pareceres da Comissão de
Heráldica da AAP porque isso é conversa para burros e para ignorantes que não
percebem nada do assunto!!! O brasão não tem uma estrela nem uma couraça
porque não quiseram, e se em relação á couraça já era esperado, ou não fosse o Zeca
Maria o presidente da junta que tem vergonha do nome da sua terra, não quiseram a
estrela também por estupidez e por mesquinhez! Tal como a roda hidráulica a estrela
é uma das peças fundamentais no brasão da vila e em termos estéticos o brasão até
fica melhor com ela! Confirma-se que o retardatário Brito Doutor de Albarda
continua a fazer merda e a não honrar o estabelecimento de ensino superior que
supostamente frequentou!!
O Brito Doutor de Albarda, o Fariseu Alemão Pina e outros toscos, não têm qualquer
credibilidade ao virem defender o processo do brasão de 2018, até porque são os
mesmos que sempre defenderam fanaticamente a ilegal aberração heráldica e que
hipocritamente em 2002 não fizeram a ponta de um corno para impedir que o Zeca
Maria prejudicasse a imagem de Loriga e quisesse substituir a sua querida ilegal
aberração heráldica que sempre defenderam. Mesmo que o Zeca Maria e lacaios
apoiantes da Assembleia de Freguesia defendessem a existência de um cagalhão
fumegante no centro do brasão, estaria tudo bem para eles e diriam sempre que
tudo tinha sido feito de forma exemplar, porque para eles a prioridade nunca foi
Loriga. Em 2018 deram razão ao historiador António Conde em relação á roda
hidráulica e ás cores da bandeira mas não quiseram nem a couraça nem a estrela, e
quanto ás opções escusam de desculpar-se com pareceres da Comissão de Heráldica
da AAP porque isso é conversa para ignorantes que não percebem nada do assunto,
e mais uma vez estão a insultar as autoridades competentes!!!
A escumalha invejosa farisaica loriguense e de lacaios do Zeca Maria, que tanto têm
prejudicado a imagem de Loriga, tem estado em destaque há décadas, e a esta já
referida Escumalha dos Toscos Incultos Invejosos Fariseus só interessa publidade e a
promoção pessoal, a sua única motivação, e que é feita á custa dos interesses e da
imagem de Loriga!!!
Contra a escumalha e a gentalha que
prejudica Loriga, a imagem desta vila e a
imagem dos loriguenses!
Sempre que os energúmenos se sentem mais encorajados e “legitimados” pela habitual
e óbvia “tutela”, torna-se mais urgente denunciar ainda com mais veemência, e se
necessário com mais brutalidade, todas as situações e todos quantos têm contribuído
para denegrirem Loriga e os loriguenses, inclusive ao contribuirem ativamente para a
perpetuação de ilegalidades e de marginalidades que só têm prejudicado Loriga, a
imagem desta bela e histórica vila serrana e de todos quantos aqui nasceram!! Estes
montes de merda fingem gostar da sua terra ao mesmo tempo que prejudicam a
imagem de Loriga e a imagem dos seus conterrâneos, porque na realidade estão
cagando para esta vila e apenas procuram notoriedade e promoção pessoal, caso
contrário agiriam de outra forma!!!
É escumalha e é gentalha quem prejudica Loriga, quem prejudica a imagem desta vila,
e quem prejudica a imagem de quem nela nasceu!!!
A escumalha invejosa farisaica loriguense, capangas e lacaios do Zeca Maria, têm vergonha
do nome da sua terra e acham que qualquer merda serve para brasão de Loriga. Aliás foi o
Zeca Maria que criou este e outros vergonhosos casos que arrasaram e continuam a arrasar
a imagem de Loriga, a imagem dos loriguenses e a imagem da autarquia desta vila. Para essa
gentalha invejosa farisaica, que preferia que a vila se chamasse Cruz ou Vale da Cruz, com
um brasão a condizer, até uma ilustração que nunca foi nem podia ser brasão, tinha que ser
o brasão de Loriga, doesse a quem doesse, continuam a pensar o mesmo, insultavam e
caluniavam quem dissesse o contrário e continuam a fazê-lo. Como acham que qualquer
merda serve para brasão de Loriga, o brasão até pode ter um cagalhão fumegante no meio
que não há problema, desde que tenha sido idealizado pelo Zeca Maria, ou por um dos seus
amigos e lacaios, e se for o caso até a ilegal aberração heráldica que tanto defendem pode
ser substituída que não há problema. ..
Esta escumalha que tem prejudicado Loriga, a imagem desta vila e a imagem dos
loriguenses, pensava que os insultos, a difamação, as ameaças e os outros tipos de ataque
iriam fazer calar o senhor António Conde mas enganaram-se redondamente porque este
grande Loriguense defende sempre a sua querida terra natal, nunca se cala quando tem
razão, e ele não está sozinho!! Aliás, a diferença entre os grandes Loriguenses e a escumalha
que luta inutilmente para manter insustentáveis e ou ilegais situações que só prejudicam
Loriga, a imagem desta vila e a imagem dos loriguenses, é que os grandes Loriguenses
defendem sempre a sua terra, inclusive e se necessário contra esta escumalha que a
prejudica.
A escumalha invejosa farisaica loriguense, capangas e lacaios do Zeca Maria, têm vergonha
do nome da sua terra e acham que qualquer merda serve para brasão de Loriga. Aliás foi o
Zeca Maria que criou este e outros vergonhosos casos que arrasaram e continuam a arrasar
a imagem de Loriga, a imagem dos loriguenses e a imagem da autarquia desta vila. Para essa
gentalha invejosa farisaica, que preferia que a vila se chamasse Cruz ou Vale da Cruz, com
um brasão a condizer, até uma ilustração que nunca foi nem podia ser brasão, tinha que ser
o brasão de Loriga, doesse a quem doesse, continuam a pensar o mesmo, insultavam e
caluniavam quem dissesse o contrário e continuam a fazê-lo. Como acham que qualquer
merda serve para brasão de Loriga, o brasão até pode ter um cagalhão fumegante no meio
que não há problema, desde que tenha sido idealizado pelo Zeca Maria, ou por um dos seus
amigos e lacaios, e se for o caso até a ilegal aberração heráldica que tanto defendem pode
ser substituída que não há problema. ..
Quando o historiador António Conde escrevia no jornal Garganta de Loriga sobre a história e
as origens desta vila, a muito antiga tradição de ter sido berço de Viriato, e sugeriu um
evento que comemorasse tudo isso, eis que surgiram as reações de chacota dos toscos
invejosos ignorantes. Quando ele escrevia sobre as origens lusitanas, sobre Loriga vila
lusitana e sobre Viriato, lá vinham os pseudohistoriadores Brito Doutor de Albarda, o Jaquim
Gaiteiro, e outros burros invejosos tais como o Pinto Azeiteiro, que dizem ter passado pelo
ensino superior, e outros toscos ignorantes invejosos, com os comentários depreciativos. E
tal como sempre foi defendido por António Conde eis que finalmente surgiu o evento Loriga
Vila Lusitana, e os mesmos que por inveja, ignorância e mau caráter, tentaram ridicularizar
António Conde, é vê-los hipocritamente agora a exibirem-se neste evento, com destaque
para o Jaquim Gaiteiro e o Brito Doutor de Albarda, como se fossem os ideólogos, os
mentores e os donos do evento!! É sempre bom que as pessoas evoluam e aprendam, mas
ficam mal vistas quando não reconhecem que estiveram erradas, que as pessoas que
criticaram tinham razão, e quando agora tentam apropriar-se de ideias, que outrora
criticaram e acharam ridículas, como se agora fosse suas. António Conde, em tudo o que tem
feito por Loriga, nunca procurou nem quis homenagens nem honrarias, mas apesar disso
merece pelo menos que os loriguenses reconheçam o seu mérito. Aliás, António Conde é um
homem de ação e não de exibição, sempre detestou feiras de vaidades, e mesmo quando era
colaborador do jornal Garganta de Loriga, nunca andou a exibir-se pelos corredores e
eventos da ANALOR, apesar de muitas vezes ter passado e continuar a passar por Sacavém. E
como o grande loriguense António Conde odeia hipocrisia, nunca se preocupou com o que
pensam dele nem nunca viveu em função disso, e apenas se preocupa com a sua consciência,
só disponibilizará a sua obra sobre a história de Loriga (fruto de décadas de pesquisa),
quando existirem as condições minimas para ser valorizada, caso contrário, e fazendo uma
citação biblica, seria como dar pérolas a porcos. Não é por acaso que ele já teve a oferta de
várias editoras para a publicação da sua obra e ele declinou educadamente o convite
(entretanto podem ler-se por aí alguns dados sobre a história de Loriga por
ele disponibilizados). É sempre bom que a gente evolua, aprenda e acabe por dar razão a
quem está á frente, a pessoas como António Conde, mas alguns “loriguenses”, começando
por alguns que têm passado pela autarquia, como é o caso do Zeca Maria, ainda não
atingiram o patamar do reconhecimento, valorização e defesa plena da história e do
património de Loriga, e a prova disso é o facto de ainda terem vergonha do nome da sua
terra e das suas origens e por isso não querem ver a couraça no brasão da vila. A propósito
recorda-se a reação histérica do Pinto Azeiteiro, do Brito Doutor de Albarda, do Pina Fariseu
Alemão, do Tosco Amaro e outros BURROS invejosos, quando António Conde escreveu sobre
a origem do nome da vila e do gentílico que lhe está associado. Aqui del rei, dizer loricense é
um insulto, é como chamar filho da puta a alguém de Loriga, o Pinto Azeiteiro e os outros
BURROS foram ainda mais longe, e se é um insulto alguém dizer que Loriga deriva de Lorica e
o nome da vila é nome de couraça, também consideraram insultuoso dizer que Viriato
nasceu em Loriga, exijo uma certidão de nascimento, vociferou o Pinto Azereiro (algo que
nunca preocupou os naturais de Viseu nem de Folgosinho, por exemplo, que ao contrário
destes “loriguenses” têm orgulho da tradição que os liga a Viriato)!! Além de sentir vergonha
da possibilidade de ser conterrâneo de Viriato, o Pinto Azeiteiro também se sentiu insultado
por António Conde ter escrito que Sâo Ginês/Genês, que dá o nome ao seu querido bairro, é
um santo que nunca existiu, e que esse nome é uma invenção dos loriguenses para designar
São Gens, este sim é um santo que existiu mesmo e a sua capela, situada nesse bairro e que
deu o nome ao mesmo, é hoje dedicada a Nossa Senhora do Carmo. Sim as pessoas evoluem
e mais tarde ou mais cedo acabam por ter que dar razão a quem a tem e os BURROS,
incluíndo os referidos, foram obrigados a dar razão a António Conde, e não conseguiram
calá-lo nem com insultos nem com ameaças, porque este grande Loriguense nunca se cala
quando tem razão, e foram obrigados a desistir da ilegal aberração heráldica que durante
décadas andaram inutilmente a tentar impor, prejudicando a imagem de Loriga e a imagem
dos loriguenses. Insultaram, caluniaram e ameaçaram António Conde simplesmente porque
ele defende a imagem da sua terra e a imagem dos seus conterrâneos, algo que nunca
preocupou essa referida escumalha, mas este grande Loriguense não desistiu e tiveram que
mandar para o lixo a ilegal aberração heráldica que tanto defendiam. A escumalha
loriguense sabia e sabe que António Conde sempre teve razão em tudo o que sempre
defendeu em relação á heráldica, mas para estes pseudoloriguenses os interesses e a
imagem de Loriga nunca foram prioridade. Sim as pessoas evoluem, e mais tarde ou mais
cedo acabam por dar razão a quem a tem, e o Zeca Maria, o pseudohistoriador Doutor de
Albarda Brito, e os outros BURROS, talvez um dia deixem de ter vergonha do nome da sua
terra, nunca deixando de recordar que esta gente tem o hábito de colocar os interesses e
motivaçoes pessoais e mesquinhas á frente dos interesses e da imagem de Loriga. A este
propósito convém lembrar que o Zeca Maria nunca esqueceu nem perdoou as criticas sobre
o rumo de Loriga, colocadas por António Conde em artigos que escrevia no jornal Garganta
de Loriga e noutros jornais regionais e nacionais, enquanto pugnava junto das autoridades
politicas e administrativas pela resolução dos problemas da sua terra, nem também a
intervenção deste grande Loriguense na vergonhosa questão da heráldica, incluíndo a sua
decisiva intervenção no chumbo do anedótico brasão de Vale da Cruz ( clique e veja aqui a
Página dedicada à vila de Vale da Cruz, Serra da Estrela:
http://www.facebook.com/CRUZ.SERRA.DA.ESTRELA/ ) . Tal como em tudo o resto
confirma-se que António Conde tinha e tem razão, veja-se a atual situação de Loriga, que
perdeu mais de metade da população desde que este grande Loriguense saíu da sua terra, e
veja-se a vergonhosa saga da heráldica também criada pelo tosco Zeca Maria, que muito
prejudicou e prejudica a imagem desta bela e histórica vila!!!
A escumalha invejosa farisaica loriguense, capangas e lacaios do Zeca Maria, têm
vergonha do nome da sua terra e acham que qualquer merda serve para brasão de
Loriga. Aliás foi o Zeca Maria que criou este e outros vergonhosos casos que
arrasaram e continuam a arrasar a imagem de Loriga, a imagem dos loriguenses e a
imagem da autarquia desta vila. Para essa gentalha invejosa farisaica, que preferia
que a vila se chamasse Cruz ou Vale da Cruz, com um brasão a condizer, até uma
ilustração que nunca foi nem podia ser brasão, tinha que ser o brasão de Loriga,
doesse a quem doesse, continuam a pensar o mesmo, insultavam e caluniavam
quem dissesse o contrário e continuam a fazê-lo. Como acham que qualquer merda
serve para brasão de Loriga, o brasão até pode ter um cagalhão fumegante no meio
que não há problema, desde que tenha sido idealizado pelo Zeca Maria, ou por um
dos seus amigos e lacaios, e se for o caso até a ilegal aberração heráldica que tanto
defendem pode ser substituída que não há problema. ..
Contra a escumalha e a gentalha que
prejudica Loriga, a imagem desta vila e a
imagem dos loriguenses!
Sempre que os energúmenos se sentem mais encorajados e “legitimados” pela habitual
e óbvia “tutela”, torna-se mais urgente denunciar ainda com mais veemência, e se
necessário com mais brutalidade, todas as situações e todos quantos têm contribuído
para denegrirem Loriga e os loriguenses, inclusive ao contribuirem ativamente para a
perpetuação de ilegalidades e de marginalidades que só têm prejudicado Loriga, a
imagem desta bela e histórica vila serrana e de todos quantos aqui nasceram!! Estes
montes de merda fingem gostar da sua terra ao mesmo tempo que prejudicam a
imagem de Loriga e a imagem dos seus conterrâneos, porque na realidade estão
cagando para esta vila e apenas procuram notoriedade e promoção pessoal, caso
contrário agiriam de outra forma!!!
É escumalha e é gentalha quem prejudica Loriga, quem prejudica a imagem desta vila,
e quem prejudica a imagem de quem nela nasceu!!!
A escumalha invejosa farisaica loriguense, capangas e lacaios do Zeca Maria, têm vergonha
do nome da sua terra e acham que qualquer merda serve para brasão de Loriga. Aliás foi o
Zeca Maria que criou este e outros vergonhosos casos que arrasaram e continuam a arrasar
a imagem de Loriga, a imagem dos loriguenses e a imagem da autarquia desta vila. Para essa
gentalha invejosa farisaica, que preferia que a vila se chamasse Cruz ou Vale da Cruz, com
um brasão a condizer, até uma ilustração que nunca foi nem podia ser brasão, tinha que ser
o brasão de Loriga, doesse a quem doesse, continuam a pensar o mesmo, insultavam e
caluniavam quem dissesse o contrário e continuam a fazê-lo. Como acham que qualquer
merda serve para brasão de Loriga, o brasão até pode ter um cagalhão fumegante no meio
que não há problema, desde que tenha sido idealizado pelo Zeca Maria, ou por um dos seus
amigos e lacaios, e se for o caso até a ilegal aberração heráldica que tanto defendem pode
ser substituída que não há problema. ..
Depois de uma verdadeira campanha de difamação e de desinformação contra quem se
pronunciou contra a ilegalidade e irregularidade da ilegal aberração heráldica usada
formalmente pela autarquia, e quando já não podiam esconder a verdade, os autarcas então
liderados pelo Zeca Maria aprovaram este brasão em 2002, brasão este que foi chumbado
pelas autoridades competentes por não representar a vila de Loriga. Onde estavam os toscos
incultos invejosos fariseus, quando o Zeca Maria e acólitos quiseram substituir por esta
chumbada anedota de Vale da Cruz a ilegal aberração heráldica que eles inutilmente
defendem e querem impor ???!! Caíu a máscara aos toscos incultos invejosos fariseus,
incluindo o Adelino Manuel Martins de Pina, os quais dizem defender a ilegal aberração
heráldica formalmente usada pela autarquia mas que nunca sequer se pronunciaram quando
quiseram substituí-la por este anedótico e chumbado brasão, que ficou conhecido por
“brasão de Vale da Cruz”.
Inicialmente, quem disse que a aberração heráldica usada formalmente pela autarquia é
ilegal e não representativa, e coerentemente apresentou alternativas que estão aprovadas,
foram e têm sido convenientemente apresentados como inimigos de Loriga, mentirosos,
vigaristas, e outras coisas piores, e nem os membros das autoridades competentes
escaparam aos rótulos. Após esta atuação irresponsável e completamente reprovável, os
responsáveis por esta vergonha encetaram uma fuga em frente, continuando a usar a ilegal
aberração heráldica, indiferentes ás leis e á prejudicada imagem da sua terra,
convenientemente passaram a dizer que a heráldica não faz falta nenhuma, nem “cria
empregos” na vila, e Loriga até pode passar sem bandeira e sem brasão. A escolha deste
brasão anedótico arrasou ainda mais a imagem de Loriga e dos loriguenses, nada que tivesse
preocupado a escumalha farisaica.
A conclusão óbvia, até pela sua atuação habitual, é de que o que move esta escumalha na
sua inútil luta pela manutenção da ilegal aberração heráldica, nunca foi Loriga nem qualquer
brasão, mas apenas a inveja, o mau caráter e uma psicótica sede de protagonismo!! Por
outro lado, e para o mal desta bela e histórica vila, este brasão reflete fielmente o nivel de
quem é responsável pela sua escolha e é também responsável pela vergonhosa
marginalidade que tem envolvido toda esta questão!!
O brasão aprovado pela autarquia então liderada pelo Zeca Maria é apropriado para uma
qualquer imaginária localidade chamada Cruz que nada tem a ver com a vila de Loriga, e por
isso foi chumbado pela Comissão de Heráldica da AAP, a autoridade legalmente competente.
Para a aprovação deste anedótico brasão estiveram apenas envolvidas motivações politicas
populistas de conveniência, sob uma falsa capa de inexistente religiosidade, ou dito de outra
forma, este brasão foi aprovado para agradar apenas a um suposto "público religioso".
Quando se elabora e ou aprova o brasão de uma localidade é necessário ter em conta a
identidade e a história da mesma, sendo necessário para isso saber a história da terra e
saber as regras históricas da heráldica portuguesa, sendo que quem desenhou a referida
ilegal aberração, que a escumalha farisaica teima inutilmente em usar e em impor, não
percebia nada do que está em causa. E como as motivações usadas pelos então autarcas
loriguenses para aprovar o brasão da vila foram as erradas o resultado só podia ser
desastroso. Para além de absolutamente nada justificar a presença de uma cruz no brasão de
Loriga, o brasão aprovado pela autarquia em 2002 está desprovido do que de mais
importante tem que estar incluído, e no caso desta vila é muito óbvio.
Os outros dois brasões são anedóticas sugestões para quem acha que a heráldica não tem
importância nenhuma e que o brasão de Loriga até pode ter o proeminente "calhau" que
está na praia fluvial. Esta foi a brilhante conclusão a que chegaram os autores e apoiantes
desta vergonha, depois da porcaria feita, e também passaram a dizer que a heráldica não faz
falta nenhuma a Loriga "nem cria empregos na vila", mas é um assunto suficientemente
importante para desde o início virem a insultar e a caluniar quem sempre teve razão. A outra
sugestão é para os idiotas ignorantes que sustentam a teoria estúpida segundo a qual Loriga
nasceu e ou "passou" por um local chamado Chão do Soito.
O nome Cruz é uma paródia ao desabafo de apoiantes do brasão aprovado pelos autarcas, e
que disseram ser vergonhoso referir ou representar uma Lorica porque, cita-se, "os romanos
mataram Cristo". Esta opinião, que tal como a ideia do calhau da praia fluvial, chegou a ser
escrita num espaço para comentários no jornal Porta da Estrela online, faz tirar a óbvia
conclusão de que esta gente tem vergonha do nome da sua terra, já que Lorica é o mesmo
que Loriga, e que para essa gente o nome ideal da vila seria Cruz ou Vale da Cruz, até para
condizer com o brasão que escolheram. Cada declaração e ou ação da parte dos
responsáveis por esta vergonha só contribui para os deixar cada vez mais mal vistos,
expondo o seu mau caráter, a sua inveja por quem tem a capacidade de fazer, o seu
desprezo pela imagem de Loriga e dos loriguenses, e a sua ignorância.
A ignorância, só por si, já é prejudicial em qualquer circunstância, e se ainda por cima estiver
misturada com outros fatores negativos o resultado só pode ser desastroso. Mais grave é
quando, depois de existir a consciência do erro, nele se continua a insistir apenas por
motivos mesquinhos, e desprezando propositadamente as consequências para a imagem da
vila de Loriga e para a imagem dos loriguenses.
Estes são alguns exemplos dos cartazes e documentos falsificados pela escumalha invejosa
farisaica, de nome Adelino Manuel Martins de Pina, nos quais substituiu o brasão aprovado
para Loriga pelas autoridades competentes, pela ilegal aberração heráldica que diz defender
e que inutilmente quer impor. É uma atitude recorrente, e a RTP e a Câmara Municipal de
Seia estão entre as entidades que não escaparam á raiva canina desta escumalha, por terem
emitido cartazes e outros documentos onde colocaram a heráldica de Loriga aprovada pelas
autoridades competentes.
Estes são alguns dos cartazes usados na campanha eleitoral para as eleições autarquicas de
2017, nos quais se pode ver o brasão aprovado para a vila de Loriga pelas autoridades
competentes. Estes cartazes provocaram a ira e a raiva da invejosa escumalha farisaica
“loriguense”, na qual se inclui o Adelino Manuel Martins de Pina. Estes cartazes, e o cheiro
da previsível vitória do Zeca Maria nessas eleições, motivaram o já referido texto insultuoso
contra o senhor António Conde, que o tosco invejoso fariseu Adelino Pina publicou no site
que erradamente lhe foi atribuído, uma prática antiga, feita inclusive com uso de
pseudónimos, e que entretanto foi repetida. As motivações e as ligações são óbvias, e a
forma, o conteúdo e a oportunidade demonstram a extrema falta de caráter desta
gentalha!!
A escumalha invejosa farisaica loriguense, capangas e lacaios do Zeca Maria, têm vergonha
do nome da sua terra e acham que qualquer merda serve para brasão de Loriga. Aliás foi o
Zeca Maria que criou este e outros vergonhosos casos que arrasaram e continuam a arrasar
a imagem de Loriga, a imagem dos loriguenses e a imagem da autarquia desta vila. Para essa
gentalha invejosa farisaica, que preferia que a vila se chamasse Cruz ou Vale da Cruz, com
um brasão a condizer, até uma ilustração que nunca foi nem podia ser brasão, tinha que ser
o brasão de Loriga, doesse a quem doesse, continuam a pensar o mesmo, insultavam e
caluniavam quem dissesse o contrário e continuam a fazê-lo. Como acham que qualquer
merda serve para brasão de Loriga, o brasão até pode ter um cagalhão fumegante no meio
que não há problema, desde que tenha sido idealizado pelo Zeca Maria, ou por um dos seus
amigos e lacaios, e se for o caso até a ilegal aberração heráldica que tanto defendem pode
ser substituída que não há problema. ..
Infelizmente é triste constatar que até alguns poucos loriguenses, que supostamente
frequentaram o ensino superior, são cúmplices desta e de outras vergonhosas situações por
convicção e por pura hipocrisia. Esses loriguenses que supostamente frequentaram o ensino
superior tinham a obrigação de serem mais esclarecidos, mais cultos, mais educados e de
darem o exemplo, no entanto e pelo contrário têm sido cúmplices desta e de outras
vergonhas contribuíndo portanto para denegrir a imagem de Loriga e a imagem dos seus
conterrâneos!! O termo “supostamente” é aplicado de forma certeira e propositada, até
porque este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que esses loriguenses se
envolveram de forma negativa, portanto não honraram os estabelecimentos de ensino que
supostamente frequentaram nem as habilitações que dizem ter.
Como tem acontecido desde sempre, os responsáveis por esta vergonha continuam a sua
suja luta pela ilegal aberração heráldica que querem inutilmente manter e impor, inspirados
pelo exemplo dado pelos autarcas, intoxicando a opinião pública dos loriguenses, e não só,
contra quem sempre teve razão e aproveitando-se da falta de informação, mas essa
estratégia está a esgotar-se porque foram desmascarados. Este caso da heráldica é apenas o
mais conhecido e vergonhoso exemplo de uma forma de atuação que muito tem prejudicado
Loriga e a imagem dos loriguenses, tanto dos que residem na vila como dos que residem fora
da sua terra.
Este caso transformou Loriga e os loriguenses num singular, vergonhoso e desonroso alvo de
chacota em Portugal, facto que não preocupa a escumalha responsável por esta vergonha!!
A escumalha invejosa farisaica loriguense, capangas e lacaios do Zeca Maria, têm vergonha
do nome da sua terra e acham que qualquer merda serve para brasão de Loriga. Aliás foi o
Zeca Maria que criou este e outros vergonhosos casos que arrasaram e continuam a arrasar
a imagem de Loriga, a imagem dos loriguenses e a imagem da autarquia desta vila. Para essa
gentalha invejosa farisaica, que preferia que a vila se chamasse Cruz ou Vale da Cruz, com
um brasão a condizer, até uma ilustração que nunca foi nem podia ser brasão, tinha que ser
o brasão de Loriga, doesse a quem doesse, continuam a pensar o mesmo, insultavam e
caluniavam quem dissesse o contrário e continuam a fazê-lo. Como acham que qualquer
merda serve para brasão de Loriga, o brasão até pode ter um cagalhão fumegante no meio
que não há problema, desde que tenha sido idealizado pelo Zeca Maria, ou por um dos seus
amigos e lacaios, e se for o caso até a ilegal aberração heráldica que tanto defendem pode
ser substituída que não há problema. ..
Heráldica oficial de Loriga – Brasão
oficial de Loriga
Estas são as principais propostas de brasão elaboradas por António Conde no século
passado e com aprovação garantida pela Comissão de Heráldica da AAP, apenas
diferindo na cor das peças. Todos os brasões que foram desenhados ou inspirados
por António Conde são considerados a heráldica ideal para esta vila, tiveram e têm a
aprovação das autoridades competentes, e só motivações mesquinhas e pessoais, da
parte do Zeca Maria e lacaios apoiantes, completamente estranhas á imagem e aos
interesses de Loriga (que muito têm prejudicado), os impedem de aceitar a
realidade. Em 2002 e em 2018 prejudicaram ainda mais a imagem desta vila,
lançando mais achas para a fogueira da polémica em volta da questão do brasão de
Loriga, que criaram e têm alimentado há dezenas de anos. Incapazes de colocar os
superiores interesses de Loriga acima dos interesses e das motivações mesquinhas
pessoais, fizeram com que a imagem desta vila seja prejudicada há décadas. O
brasão do lado direito é o que tem sido mais amplamente divulgado, é muito
conhecido, tem muita aceitação e já é considerado o brasão da vila de Loriga. De
sublinhar que uma das muitas capacidades do Senhor António Conde é o desenho e a
pintura as quais, aliadas aos seus conhecimentos de heráldica portuguesa e de
história, incluindo a de Loriga, e através da sua grande capacidade de iniciativa,
fazem com que este grande Loriguense esteja envolvido desde o início no processo
de regularização da heráldica da sua querida terra natal (clique aqui para saber
mais). Explicado previamente e muito resumidamente o contexto em volta da
questão do brasão, segue-se a descrição da
Bandeira de Loriga
Esta é a proposta de bandeira da vila de Loriga elaborada por António Conde no
século passado e que, tal como os brasões que ele desenhou, teve e tem a aprovação
das autoridades competentes.
Brasão de Loriga
Brasão de Loriga, desenhado pelo historiador António Conde, e considerado o ideal
para esta vila por quem sabe a história desta vila e percebe de heráldica autárquica
portuguesa.
Esta heráldica desenhada por António Conde no século passado, e aprovada pelas
autoridades competentes, é e continua a ser a melhor para esta vila, e o melhor
brasão de Loriga. Este é e continua a ser o brasão de Loriga e essa realidade só
terminará se aparecer outro que seja mais bonito e mais representativo, portanto
que seja uma melhor alternativa.
Bandeira
Estandarte
Selo branco
Clique nos links inseridos no texto e nas imagens, e ou aqui para saber mais sobre a
vila de Loriga e sobre o processo do Brasão e da Heráldica desta vila, e assim ficar
com mais informação.
Much more than documents.
Discover everything Scribd has to offer, including books and audiobooks from major publishers.
Cancel anytime.