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A BÍBLIA: O LIVRO PROIBIDO?

Rev. David Estrada.

Tradutor: Rev. João Ricardo Ferreira de França.

João de Valdés havia colocado em preciso e formoso

castelhano o livro dos Salmos, a Epistola de São Paulo aos Ro-

manos e a primeira carta aos Coríntios. Em 1543, Wittemberg,

Francisco de Ezinas traduziu o Novo Testamento. João Pérez de

Pineda, que havia sido reitor da Faculdade de Doutrina Cristã de

Sevilha, traduziu também o Novo Testamento e os Salmos

segundo Menédez e Pelayo: a melhor tradução que existe na

língua castelhana -. Em 1569 se publicou a versão completa da

Bíblia realizada por Casidoro de Reina tradução que aparecia

revisada por Cipriano de Valera em 1602-. Estas traduções da

Bíblia se converteram no alvo das proibições romanas*e em

motivos das iras piro romanas da Inquisição. Tão pouco se li-

vrou da queima a tradução da Bíblia Vulgata ao valeciano lemo-

sin dirigida por Bonifácio Ferrar religioso cartuxo e irmão do

santo milagreiro de 1478, e que foi destruída pela inquisição

em 1498. Do êxito desta política repressiva da pagina impressa

dão fé as numerosas fogueiras acendidas em Sevilla, Valladolid e

outras cidades, nas que se queimaram grande quantidade de Bí-

blias e livros reformados.

Durante quase três séculos a Espanha viveu em total ignorância

das Escrituras. A Bíblia chegou a ser um livro desconhecido.

Quando nos meados do século passado George Barrow, sob o

patrocínio da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, chega a

Espanha para distribuir a Bíblia, ao oferecer as Sagradas Escritu-

ras ao livreiro mais importante de Sevilla, este lhe esbravejou:

“Senhor, este livro não se conhece por estas terras; não se ven-

derá”.

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Continua

ATIVIDADE SEMANAL DA IGREJA DOMINGO – 09h:30m – Escola Dominical DOMINGO – 19:00h – Culto
ATIVIDADE SEMANAL DA IGREJA
DOMINGO – 09h:30m – Escola Dominical
DOMINGO – 19:00h – Culto Noturno
QUARTA – 19h:15m – Oração e Doutrina
Sábado – 16:00h – Oração do “Projeto Ana”
Aniversariante do Mês
“Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos cora-
ções sábios” (Sl 90.12).
12/05 JOVIANE NERIS DOS SANTOS PINTO
26/ 05 - Pastor João
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Dízimos e ofertas
“Devolva ao Senhor os dízimos e as ofertas para que haja mantimento
na casa do Senhor”
Motivos de oração
1. pelos enfermos de nossa congregação
2. por nossa cidade
3.
por nosso país.
4.
Pelas famílias de nossa congregação.
Uma publicação da Igreja Presbiteriana de Conceição do Coité —BA
Supervisão Final: Rev .João Ricardo Ferreira de França
Supervisão Final: Rev .João Ricardo Ferreira de França Fidelidade às Escrituras, Simplicidade no Culto, Santidade

Fidelidade às Escrituras, Simplicidade no Culto, Santidade na Vida

às Escrituras, Simplicidade no Culto, Santidade na Vida Fundada em 05 de Junho de 2006 Rua

Fundada em 05 de Junho de 2006

Rua João Mateus de Souza 319 a Açudinho

Shabbath Cristão, 12 de maio de 2019

ANO Iv- BOLETIM - 233

O PROBLEMA DO ANTIGO TESTAMENTO

 

Conselho da Igreja

Introdução: Agora nos cabe considerar a razão porque o Antigo Testamento é um problema para a igreja de hoje. Kaiser lembra-nos que em vez da igreja agradecer pela grande benção do

Antigo Testamento, vive questionando sobre sua utilidade e rejeitando-o.[1] Qual é a proble- ma do Antigo Testamento? Alguém já declarou:

Rev. João França

Presb. Luis Lima

Presb. José Adelino

Junta Diaconal

“O problema do Antigo Testamento, portanto,

é

não apenas um entre muitos. É o problema

Diác. Antônio Oliveira

principal da teologia.”[2] Ele assevera que o

Diác. Antônio Souza.

Antigo Testamento é o fundamental problema para seu estudo.

Congregação

Sandro Rocha

I - A QUESTÃO DO MITTE[3] NO ANTI- GO TESTAMENTO.

Heldade Pinto

Presb. Joaquim

Diante de vários problemas no estudo do Anti- go Testamento há, entretanto, um que é funda- mental é a questão do mitte. Será que existe um tema que integre toda a revelação veterotes- tamentária? Há diversas propostas. O problema pode ser colocado da seguinte forma: “existe na fé veterotestamentária um núcleo central, do qual tudo parte e em torno ao qual tudo se mo- ve?”[4] Qual é a grande ideia que governa o Antigo Testamento? Esta pergunta é feita por cada estudioso que se aproxima do Antigo Tes- tamento. Assim, ele precisa buscar o telos (propósito, tema) do Antigo Testamento para entender toda a revelação de Deus. Para Von

Rad o “objeto da teologia veterotestamentária é

Programação:

Domingo: 9h 30min

Culto Solene

Escola Dominical

Domingo: 19h

Culto Solene

Quarta-feira: 19h

Oração e Doutrina

o

conjunto dos testemunhos da ação de Deus na

história tanto de acontecimentos que precede- ram cronologicamente os testemunhos, como no Hexateuco, como acontecimentos posterio- res, como no caso dos profetas."[5]

www.ipbderiachao.blgospot.com.br

2

www.ipbderiachao.blogspot.com.br

4

O problema da abordagem de Von Rad é que ele faz a distinção

entre a fé e os eventos históricos; assim, torna-se vazio o con- ceito de um centro unificador na Teologia Bíblica conforme proposta por ele; Kaiser nos alerta para o seguinte:

Depois de um quarto de século, porém, Gerhard von Rad veio completar quase um círculo completo e adotou a própria posição que merecera original- mente a repressão de Eichrodt. Ao separar a intenção ‘querigmática’, ou propósitos homiléticos, dos vários escritores do A.T dos fatos da história de Israel, Von Rad não somente negou qualquer fundamento genuíno para a confissão da fé que Israel tinha em Javé, como também mudou o objeto do estudo teológico de uma focalização sobre a Palavra de Deus e Sua obra, para os conceitos religiosos do povo de Deus. Para von Rad não havia a necessidade de fundamentar o querigma da crença em qualquer realidade objetiva, ou qualquer história como evento. A Bíblia não é tanto a fonte da

fé dos homens do A.T como uma expressão da sua fé [

ão dele, cada época histórica tinha uma teologia sem igual a ela, com tensões

conforme a opini-

]

internas, diversidade e contradições à teologia das demais épocas do A.T. De fato, não havia, para ele, nenhuma síntese na mente dos autores bíblicos ou nos textos, mas apenas a possibilidade de uma ‘tendência para a unifi- cação’. O historicismo voltara! O A.T não possuía qualquer eixo central ou continuidade de um plano divino; pelo contrário, continua uma narrativa de como o povo lia religiosamente a sua própria história, sua tentativa de tornar reais e apresentar eventos e narrativas mais antigos.[6]

A resposta de Kaiser a Von Rad é verdadeira e legítima, pois, se

abordarmos o texto dentro desta perspectiva não poderemos ter um centro unificador. E não existe uma Teologia Bíblica, mas várias formas confessionais, a fé não tem elementos históricos

dentro deste esquema.

Continua

Culto 9:30hs Domingo de manhã

I SENHOR, A TI ADORAMOS

# L - Leitura Bíblica: Salmos 15

# L– oração de Adoração

# Novo Cântico: 03 - A Igreja em Adoração

II SENHOR, A TI CONFESSAMOS

*- Leitura para contrição: Lucas 5.1-10

*- Oração Silenciosa [a igreja em silêncio Confessante]

L- Confissão de pecados [audível]: Confissão e Gratidão pelo per-

dão. * Novo Cântico: 42 - O grande amor de Deus

III SENHOR, A TI LOUVAMOS #; L - Leitura Bíblica Alternada : Atos 1. #. - Oração de louvor a Deus.

# Louvores a Deus.

IV SENHOR, TU QUE FALAS A TUA IGREJA

ESTUDO DA PALAVRA

# Oração final

{Santa Ceia}

Obs: Existe uma legenda para a Liturgia logo acima, observem ela para que o culto seja feito como ordem. P.e. o L = Liturgo; # Indica a congregação em pé etc

Liturgia do Culto Vespertino

18:30h.

[ L - Liturgo; # Congregação em Pé; C - Con- gregação; * A igreja senta - se]

I SENHOR, A TI ADORAMOS

# L - LEITURA BÍBLICA ALTERNADA :

Gênesis 2 # L– oração de Adoração

#

Novo Cântico 18 - Deus dos Antigos

II

SENHOR, A TI CONFESSAMOS

* - Leitura para contrição:

1ª João 1.5-9

*- Oração Silenciosa [a igreja em silêncio Confessante]

L- Confissão de pecados [audível].

Novo Cântico 74—Sinceridade

III SENHOR, A TI LOUVAMOS

#; L - LEITURA BÍBLICA ALTERNADA:

1ª Coríntios 3.10-22

# Oração de louvor a Deus.

# Entoação de louvores a Deus (Durante o último cântico a Igreja entregará seus dízimos e ofertas ao Senhor).

#

Oração de Gratidão pelo Ofertório.

IV

SENHOR, TU QUE FALAS A TUA IGREJA

Leitura do texto que será pregado

Exposição da Palavra:

V DOXOLOGIA

Oração final