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1
. . ——1
R e d a c c i ó n ,
Año XVII. Núm. 823

MUNDO GRÁnco
Adruin.i3traci6a
MIÉRCOLES y Talleras:
lOde Agosto d8l927 HermosUla, 57
CE3 CE]
ApartadodeCorreos571 REVISTA POPULAR ILUSTRADA Subscripcionea
y ^nuncioa:
Dirección telegráfica;
" 6 R A F I M U N " J O S É L . C A M P Ú A Puerta del Sol, 6 |
D I R E C T O R

DEL AMBIENTE Y DE LA VIDA m e d i o d e su aflicción, n o se a r r e p i e n t e d e h a b e r q u e u n a r e t a h i l a d e s e n t e n c i a s m á s ó m e n o s ge-


c o n s e g u i d o q u e su hijo lo a v e n t a j e y e x p e r i m e n - niales ó d e p o s t u l a d o s t e ó r i c o s .
LA VEJEZ HUMILLADA t a la satisfacción del deber cumplido. H e a q u í l a lección q u e se d e s p r e n d e d e l a s r e -
U N A m u y n o t a b l e escritora argentina, obser- Sin e m b a r g o , p o r e s c a s a q u e sea l a c u l t u r a d e flexiones d e Franfeluche, a u n q u e , en a p a r i e n c i a ,
v a d o r a s u t i l í s i m a , q u e s a b e p e n e t r a r en los m á s u n p a d r e y por extensa é intensa q u e parezca la se h a y a l i m i t a d o á p l a n t e a r el conflicto d r a m á -
h o n d o s m i s t e r i o s d e l a s a l m a s , y q u e f i r m a sus d e su sucesor, n o s i e m p r e la s u p e r i o r i d a d es t a n t co. | C ó m o p a r e c e q u e se n o s d e s g a r r a n las en-
t r a b a j o s c o n el s e u d ó n i m o d e Franfeluche, Ma- r e a l c o m o é s t e s u p o n e . N o t o d o es s a b e r en el t r a ñ a s p e n s a n d o q u e alguna vez hemos pod do
r í a L u i s a V a r g a s , d i s e r t a b a , c o n a c e n t o s en a p a - m u n d o , y h a y algo q u e c a r a c t e r i z a s i e m p r e ó en n u e s t r a v i d a a d o p t a r aires de superioridad
r i e n c i a s e r e n o s y sencillos, p e r o p r o f u n d a m e n t e d e b e c a r a c t e r i z a r á las a d v e r t e n c i a s p a t e r n a l e s : a n t e a q u e l l o s q u e , si n o n o s e n s e ñ a r o n el b i n o -
d r a m á t i c o s , e n u n o d e los ú l t i m o s n ú m e r o s d e el d e s i n t e r é s . U n h o m b r e h o n r a d o y fiel c u m p l i - m i o d e N e w t o n , l a G r a m á t i c a g r i e g a ó la Psico-
l a r e v i s t a A tldntica, a c e r c a d e la t r i s t e z a m e l a n - d o r d e los i m p e r a t i v o s e s p i r i t u a l e s , n u n c a p o d r á logía celular, n o s a d o c t r i n a r o n e n el c u l t o á los
cólica d e los p a d r e s , q u e , h a b i t u a d o s á g u i a r y ser p u e s t o en r i d í c u l o , p o r c a r e n t e q u e se h a l l e E t e r n o s P r i n c i p i o s d e v e r d a d , d e j u s t i c i a y be-
a d o c t r i n a r á s u s h i j o s y á ser o b e d e c i d o s ciega- de enseñanzas teóricas. Puede perfectamente lleza, f o r m a r o n n u e s t r o e n t e n d i m i e n t o y n o s die-

I
m e n t e , se e n c u e n t r a n , al fin, s u p e r a d o s p o r ellos i g n o r a r q u i é n i n v e n t ó el t e l e s c o p i o y c ó m o se ron ejemplo de abnegación y de misericordia!
en c u l t u r a , en e x p e r i e n c i a y en v o l u n t a d , E s t e r e s u e l v e u n p r o b l e m a d e s u m a r q u e b r a d o s y dis- L o s a ñ o s h a n b l a n q u e a d o t a m b i é n n u e s t r a s sie-
s e n t i m i e n t o do i n f e r i o r i d a d q u e los a ñ o s , las c u r r i r con c l a r i d a d y j u s t e z a . T o d o s los d í a s v e - nes, y u n a a m a r g a e x p e r i e n c i a n o s h a c o n v e n c i d o
n u e v a s d i s c i p l i n a s científicas y la c o m p l e j i d a d d e m o s á s a b i o s m u y e m p i n g o r o t a d o s q u e sostie- d e q u e es m u y p o c o lo q u e los h o m b r e s p u e d e n
la v i d a m o d e r n a h a n h e c h o i n e v i t a b l e , es m u y n e n los m á s a b o r r e c i b l e s a b s u r d o s , u n a s v e c e s s a b e r y m u c h o lo q u e les es d a d o p r e s e n t i r , c u a n -
p e n o s o p a r a a q u e l l o s q u e fueron d i r e c t o r e s m e n t a - p o r o n n u b a c ó n e n f e r m i z a y o t r a s , q u e son l a s d o su a l m a se h a l l a a b i e r t a á t o d a s l a s o r i e n t a -
les y m o r a l e s y q u e h a n d e r e s i g n a r s e á ser con- m á s l a s t i m o s a s , p o r e g o í s t a c o n v e n i e n c i a . Si d e s - ciones s u b l i m e s . Y a n o m e n o s p r e c i a m o s a l p o -
t r a r i a d o s , t o d o lo a m o r o s a m e n t e q u e se q u i e r a , e n t r a ñ a m o s l a s l u c u b r a c i o n e s científicas d e l a m a - b r e viejecito q u e , a p o y a d o en su b á c u l o ó en el
p e r o con la i n í l e x i b i l i d a d d e la r a z ó n v i c t o r i o s a y o r p a r t e d e los m e m o r i s t a s , e n c o n t r a r e m o s q u e . r e n e g r i d o m a n g o d e su a z a d ó n , ni t a m p o c o á la
y t r i u n f a n t e . Los hijos saben y a m á s q u e ellos.Pa- m a d r e a l d e a n a , n o s h a b l a n d e cosas q u e n o h a
s a r o n los t i e m p o s e n q u e les p r e g u n t a b a n l a s co- estudiado y que nosotros creemos saber. Y a no
sas m á s e l e m e n t a l e s y e n q u e e r a n c o n s i d e r a d o s s o n r e i m o s a n t e las i n c o r r e c c i o n e s d e l e n g u a j e del
p o r ellos p o c o m e n o s q u e c o m o s e m i d i o s e s . A h o - a n c i a n o d e s t r i p a t e r r o n e s ó del v e t e r a n o m e n e s -
r a se d a n c u e n t a d e su r e z a g a m i e n t o , d e su a t r a - t r a l q u e , d e s p u é s d e m u c h o s a ñ o s d e sacrificios,
so, d e su a m o r á lo p a s a d o q u e y a n o h a d e v o l - v e á su hijo c o n q u i s t a r u n a c á t e d r a . N o s falta
v e r , Y , orgullosos, es c i e r t o , del a v a n c e d e sus a v e r i g u a r si l a d e s e m p e ñ a r á c o n a q u e l l a l e a l t a d ,
r e t o ñ o s , se s i e n t e n h u m i l l a d o s y n o p u e d e n disi- e s c r u p u l o s i d a d , i m p a r c i a l i d a d y d e v o c i ó n á lo
m u l a r , e n m e d i o d e sus m á s efusivos t r a n s p o r t e s A b s o l u t o c o n q u e su p a d r e ejerció su v u l g a r ofi-
de cariño, u n sentimiento de despecho. cio y c u m p l i ó en la v i d a s u s d e b e r e s d e p r o t e c -
tor, d e g u í a y d e c i u d a d a n o . S o l a m e n t e c u a n d o lo
Tiene razón la a d m i r a b l e cronista. N o son y a
v e a m o s a c a r i c i a r la f r e n t e c a n o s a d e su p r o g e n i -
los h i j o s d e d i c a d o s á e s t u d i o s especiales, s i n o
t o r , p r e s t a r l e el a p o y o d e su b r a z o y seguir los
t o d o s , a u n q u i e n e s n o f r e c u e n t a n las a u l a s , los
consejos q u e le dio c u a n d o n i ñ o , en el p e n s a -
q u e a c a b a n p o r convencerse de que sus progeni-
m i e n t o y e n la c o n d u c t a , lo d e c l a r a r e m o s m e r e -
t o r e s h a n q u e d a d o m u y a t r á s d e su é p o c a , y e s t o
cedor del título de enaltecedor d e u n apellido
n o d i s m i n u y e su a m o r e n t r a ñ a b l e , e n l a m a y o r í a
y de mejorador de u n a estirpe.
d e los casos, p e r o sí su r e s p e t o y su e s t i m a c i ó n
i n t e l e c t u a l . Y a n o p u e d e n o c u l t a r su l e g í t i m o
orgullo p o r haberlos excedido en saber y m u y ANTONIO ZOZAYA
r a r a v e z se d a n c u e n t a del d r a m a i n t e r i o r q u e
se d e s a r r o l l a en el c o r a z ó n d e los p o b r e s viejos,
d e s t i n a d o s p o r l a n a t u r a l e z a á ser g u í a s y c o n d e - C A N T A R E S
n a d o s p o r el a v a n c e social á ser t o r p e s y b a l b u - Te querré hasta que me muera,
cientes educandos. y te seguiré queriendo,
L a s infelices m.adres, s o b r e t o d o , n o se resig- p o r q u e t ú llenas mi a l m a
n a n á t a n dolorosa abdicación. F u e r o n precep- de un amor puro y eterno.
t o r a s s e v e r a s ; su p a p e l fué el d e c i n c e l a d o r a s d e
espíritus. Sus reprensiones, a u n e n d u l z a d a s p o r
¡Sálvala, Virgen bendita,
las m á s tiernas y amorosas caricias, revistieron
q u e si se: m u e r e , m e m u e r o ,
c i e r t o c a r á c t e r d o g m á t i c o : «Eso n o se h a c e asi,
DON BARTOLOMÉ SOLER p o r q u e s u v i d a es m i v i d a !
s i n o d e e s t e o t r o m o d o . » «Eres m u y t o r p e . » «Tal
h e c h o a c a e c i ó en t a l é p o c a y n o e n t a l o t r a . » Ilustre lifcrato, que acaba de obtener un nuevo triunfo con su
admirable novela «Germán Padl la', digna hermana de la titu-
«Es p r e c i s o a p l i c a r s e más,» O b i e n : «Es n e c e s a r i o lada «Marcón Yillarív que descjbríó su vigorosa personalidad Si la m u e r t e d e t u m a d r e
a p r e n d e r á vivir,» Y h e a q u í q u e p o c o á p o c o l o s literaria no te arrancó ni u n a lágrima,
p a p e l e s se i n v i e r t e n y son el h i j o ó l a h i j a q u i e - ¿á cj^uién p u e d e s q u e r e r t ú
nes reprenden á su vez y enseñan y corrigen con fatiguillas del a l m a ? . . .
d e f e c t o s y l l e g a n á p r o n u n c i a r e s t a s frases m o r -
t i f i c a n t e s : «Los v i e j o s n o s a b é i s d e e s t a s c o s a s . e n su f o n d o , h a y c a r e n c i a a b s o l u t a d e s e n t i d o
E s t á i s m u y a t r a s a d o s . P a r a s a b e r es p r e c i s o Ni u n a lágrima derrames,
c o m ú n y q u e son en ellas c o n s i d e r a d o s c o m o q u e j u n t o s t o í t o s los h o m b r e s
estudiar.» a x i o m a s e r r o r e s c r a s o s , d e q u e a c a s o d e p e n d e el ni u n a lagrimita valen.
T o d o s los l a b r a d o r e s ú o b r e r o s q u e , e n f u e r z a i n f o r t u n i o c o l e c t i v o . E n t r u e q u e , es m u y r a r o
d e d e s v e l o s y d e sacrificios, h a n c o n s e g u i d o d a r q u e , al h a b l a r con u n a g r i c u l t o r h u m i l d e , p e r o
á s u s h i j o s u n a c a r r e r a ó p r o c u r a r l e s , p o r lo m e - d e r e c t o j u i c i o , n o q u e d e m o s m a r a v i l l a d o s d e su N u n c a fué p e c a o el q u e r é ,
nos, u n a e d u c a c i ó n e s m e r a d a , c o n o c e n t a l e s i n t u i c i ó n y d e su c e r t e r a a d i v i n a c i ó n d e l a solu- q u e el q u e r é v i e n e d e l cielo
a m a r g u r a s . E l h i j o n o p u e d e m e n o s d e f r u n c i r el ción d e los p r o b l e m a s m á s a r d u o s . A n t e s d e p a un hombre y una mujé.
c e ñ o c a d a v e z q u e su p a d r e c o m e t e h a b l a n d o u n a m e n o s p r e c i a r , n o y a á los p a d r e s , s i n o á los q u e
f a l t a g r a m a t i c a l ó r e v e l a su c o n d i c i ó n h u m i l d e . n a d a tienen de c o m ú n con nosotros, venimos
N o h a b l e m o s d e los c a s o s e n q u e el h i j o p r o c u r a P i d e lo q u e q u i e r a s t ú ,
o b l i g a d o s á p e n s a r si t o d o en n o s o t r o s es f i r m e
n o a c o m p a ñ a r á su g e n i t o r e n t r e p e r s o n a s d e que clavaíto á ti voy,
s a b e r , si en n u e s t r a ciencia d e c a n t a d a n o h a y
c u l t u r a selecta, p a r a no tener que avergonzarse. c o m o e s t á C r i s t o en l a C r u .
algo d e l e z n a b l e y si, en s u m a , u n a c o n d u c t a lim-
N a d a d e ello se e s c a p a a l d e s d i c h a d o . P e r o en p i a y u n m o t i v o é t i c o i m p e r s o n a l n o v a l e n lo JOSÉ DOZ D E LA ROSA
I VEMTA
PARA HÉRHOSEAR
BUCARA BRAZOS Y HAMOS AQVA Visito DROGUERIAí
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(.MHJUUArJCIJOM

Todo El Mundo Se Divierte ¿SUFRE USTED^


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TEMAS EFl.WEROS FRIVOLIDADES El espectador aprendía sencilla y fácilmente


la manera elegante y hasta estética de arrancarle
Dictadura para el arte La truculencia en el «cine» de cuajo las entrañas á un semejante; de apode-
rarse bonitamente del dinero del prójimo; de es-
E L ministro de Instrucción Pública y Bellas DEMASIADO tarde ya, es decir, cuando las pe- calar muros y violentar cerrojos; de incendiar y
Artes de Italia ha definido recientemente en lículas truculentas han hecho infinitos estragos destruir y burlar sagazmente todas las leyes,
Venecia, á través de un discurso de propaganda, en la conciencia moral de la moderna generación, todas las persecuciones y todos los castigos. El
la política fascista en materia de a r t e . Ljiego de se ha decidido por los gobiernos de algunos paí- cine era, en una palabra, lo que hubiera podido
arengar á los artistas lia dicho: «Sobre todo, es ses la prohibición absoluta de las mencionadas denominarse «escuela perfecta del perfecto mal-
necesario imponer categóricamente un principio películas. hechor» .
de «italianismo»; el que copie el arte extranjero Durante mucho tiempo, esa maravillosa lám- Los periódicos nos han relatado muchas veces
es reo de lesa patria.» para de Aladino que es la pantalla cinematográ- las fechorías de algunos exaltados concurrentes
¡Justas palabras! Sensatas palabras que, sin fica nos prodigó todo género de escalofriantes al cine, adolescentes en su mayoría, los cuales
embargo, promoverán en las vanguardias de ar- escenas de horror, de bandidaje, de perversidad han tratado de imitar las audacias acrobáticas
tistas de toda Europa un considerable alboroto. y de crimen, en una especie de apoteósica glori- d e Richard Dix, las proezas de puro estilo nor-
¿Reo de lesa patria el pintor que copie al ex- ficación de todo lo punible, abominable, delic- teamericano del celebérrimo caballista Tom, ó
tranjero? ¿Reo de lesa patria el artista que, des- tivo y espeluznante. los desafueros en innumerables series del bizco
deñando la tradición indígena, vaya á buscar en y atlético Ben Turpin.
ambientes exóticos las fuentes de inspiración y Y la película, envilecida, aplebeyada, trucu-
los módulos, los cánones de la técnica?... Pues lenta, debiendo ser algo elevado, educativo, se-
sea: ¡al banquillo las vanguardias! Porque, en lecto, se convirtió en acicate y ejemplo de los
verdad, vanguardia y «snobismo» de imitar los más descamados dramas y de las más funestas
patrones extranjeros son una misma cosa. Refe- y corrompidas costumbres. Es inexplicable cómo
rido el caso á naciones que no sean Francia, el
patrón predilecto de I03 «snobs» es el francés.
La haya podido suceder esto. Desde su principio,
el cine, el esfuerzo de los explotadores de pelí-
Y en cuanto á Francia, como no sería «de van- hermosa novela culas, sólo debieron inspirarse en la finalidad
guardia» lo francés, el «snobismo» busca sus pedagógica, estética ó científica del «negocio».
fuentes en ej arte negro. De hacerlo así, cuánto bien hubiera podido re-
¡Italianizar el arte italiano! H e aquí el mag-
no empeño de la dictadura en materia artística.
A cualquiera que se halle preservado del tropel
"¡MI MARIDO!..." portarles á la sociedad y á la joven generación
esa actitud de los directores y empresarios cine-
matográficos.
de las vanguardias, parecerá razonable"y pru- del Mas ahora, al fin, parece que se cae en la cuen-
dente semejante programa. El cual, aplicado á t a del error que tanto daño h a producido ya.
España, sería el más alto servicio espiritual y de célebre escritor Las películas de robos, de crímenes, de incendios,
cultura que se pudiera pedir á los gobernantes. de «policías y ladrones» van á ser—en algunos
Una mocedad inteligente y sensitiva, que tiene
la vocación profunda del arte, está siendo enve-
"El Caballero Audaz" sitios lo han sido ya—terminantemente prohi-
bidas.
nenada por los tóxicos del francesismo más
demodé. Salvar á esos jóvenes de la influencia
tendrá el mismo éxito En España... ¿nos dará por imitar este
(ibello gesto» de los demás pueblos cultos de Amé-
vitanda de unos,cánones que ya no se llevan en
París habría de ser un fecundo designio del Po-
que tuvo rica y Europa? Tal vez que sí.
Pero antes será necesario que desfilen por la
der público. Mal trance es acudir á la fuerza
coactiva y aun á la simple tutela del Estado en
cosas del arte. X-'ero, ¡qué remedio!...
"LA VENENOSA" pantalla nacional todos los grandes bandidos,
picaros y malvados de nuestra Literatura y nues-
tra Historia. Y si no á la vista está. Y a hemos
Es lo que habrá pensado, ante la ola de «sno- Pedidos á iniciado la serie con Don Luis Candelas. Veremos
bismo» en que se debaten las vanguardias, el mi- con quién la terminaipos.
nistro de Instrucción Pública de Italia... Editorial «Renacimiento»
LUIS DE G A L I N S O G A JUAN DEL S A R T O
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•'«(iir

Sus OJOS son bonitos


linda su dentadura, pero... su cabelle-
ra, lisa, raquítica y sin bailo, la afea
extraordinariamente. Es una lástima,
señorita, que por no cuidar el cabello
desmerezca tanto su belleza y no luzca
lo que debiera. No tiene usted perdón,

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Creadonea PUBUCITAS
LOS TRIUNFADORES
EL MAESTRO ALONSO O EL PASODOBLE
Perfil.—El homenaje de Granada.—Iba para es- un pasodoble que el público aprende en seguida...
tudiante de Medicina y^ acabó en músico mayor Y él mismo, el músico autor de tanta conocida
de banda militar.—Efi Madrid: el primer es- partitura, es también un pasodoble. Cordial, ver-
treno.—Lo popular, lo español.—l.a obra pre- boso, risueño, Alonso parece prolongar en sus
ferida, la de mds dinero, la de más trabajo.— maneras y en sus palabras ese ritmo alegre de
La labor próxima.—Una anécdota. su música. Es simpático y optimista, como sus
pasodobles. Estas dos cualidades—la simpatía,
E N todo gran triunfo de Paco Alonso hay, el optimismo—se dan con frecuencia en estos
como un resorte vibrante y seguro, un pasortoble domadores del triunfo. ¿Labran ellas el éxito, A
de España. Ritmos alegres, soleados, que saltan son consecuencia de él? Acaso una y otra cosa,
del teatro á la calle, y de la ciudad al campo; que en realidad... .
buscan, como una espada certera, el corazón de
la multitud.
Paco Alonso ha venido hace muy poco de
Otro músico podrá ser el chotis, y otro el dúo
Granada. El, su casa, rebosan de amor hacia esa
melóitico, y otro el bailable... Alonso es, sobre
tierra chica. En cuanto se entra en el hogar de!
todo, el pasodoble bravio, pinturero, certero y
músico, apenas pasada la puerta, una imagen
popular. I-os compases ágiles, apasionados, que
de la Virgen de las .\ngustias. Continuamente,
iiacen más vivo el paso y más optimista la san-
como el estribillo de esa canción de amor, es-
gre. I'asofloble: idea, deseo imperioso de mar-
tampas y cacharros granadinos.
char, de marchar alegremente. Marchar por el
placer puro, único, de marchar así: sonriente- —... Me ha emocionado verdaderamente el
mente, confiadamente. Caminar, con un paso homenaje de mi tierra. Des<le antes de llegar,
joven, sin saljcr de modo cierto el fin de aque- unos cuantos paisanos subieron al tren y llena-
dos pasos—¿la gloria?, ¿la muerte?, ¿el dolor?, ron el coche de claveles para mi mujer y mis chi-
cas. En la ciudad, desde que llegué, música, y
cohetes, y campanas, y aplausos... Un día, en
los toros—corrida de solemnidad, con Belmonte
en el cartel—, el público advierte mipresencia
y me hace una ovación detirante, como si y o
fuera el héroe de la fiesta. Cuando llegué se cantó
una Salve de gracias por haber arribado bien,
en la parroquia en que yo fui bautizado. Por las
mañanas, aristócratas granadinos iban á bus-
carme al hotel, ataviados á la andaluza sobre sus
caballos, para acompañarme en mis paseos por
la ciudad. ¿ Verdad que es bonito, y para llenarle
á uno de alegría? Y por las noches, á lo mejor, El aiaaatra FraadKo Alonao
me despertaban una guitarra y la voz de un can-
tador flamenco, que decfa, ingenuamente, pin- tuta sobre el atril, que rompía las partituras, y el
torescamente: desaguisado me costaba una reprimenda de mi
madre. Pero cuando esto era yo muy niño...
De la Torre de la Vela Estudiante <lel bachillerato, me pusieron á estu-
nos llega un eco divino. diar Música. Mis profesores fueron el maestro de
Dice vina Paco Alonso, capilla de la catedral y D. Antonio Segura.
el músico ^anadino... •Aquí hay un músico—había dicho éste á mi
padre—. Yo me comprometo á hacerlo.» Estudié
con verdadero entusiasmo, compuse algunas pie-
cecillas, y á los dieciocho años hice las oposicio-
—Yo no comencé muy pronto á estudiar mú- nes para la plaza de músico mayor de una ban-
sica—habla el autor de La linda tapada—, aun- da militar: la banda de obreros polvoristas del
que siempre tuve una enorme afición. Mi padre Eargue, dependiente del Cuerpo de Artillería.
quería que estudiara Medicina. Ya iba casi á Obtuve esa plaza, y en ella estuve algún tiempo.
acabar el grado de bachiller cuando un día vi Continué componiendo música. Kecuerdo un
Ua cariofo r(tnto del popular mtisico, coaado icnU tres afioi algo que destruyó en mi por completo aquella pasodoble que se llamaba Pólvora sin humo.
idea de mi padre de estudiar Medicina: asistí á Dirigí al mismo tiempo la «Filarmónica grana-
¿el triunfo?—. Los toreros de Kspaña salen á la una clase en el aula de disección, y el espectácu- dina», conjunto coral y orquestal que llegó á ser
plaza á los ritmos de un pasodoble. Los soldados lo del cadáver destrozado me llenó de horror. Mi muy notable. ITn año dirigí yo, con mi orquesta
de España van á la guerra—<leseo confuso de escasísima afición á la Medicina se borró del y mi banda, los conciertos del Corpus en el Pa-
risa y de llanto á la vez—con ese vino loco del todo. Crecía, en cambio, mi entusiasmo por la lacio de Carlos V. Había llegado, en fin, en Gra-
pasodoble en sus corazones y en sus gargantas, Música. Mi madre tocaba el piano, y por casa nada al máximo á que allí se había podido llegar
«líanderita», ¿recordáis?... A sus compases des- había partituras ante las que yo, cuando muy en mi profesión. Necesitaba «mayor espacio para
filaron por las calles de España, en su ruta hacia pequeño, me colocaba en plan de director de or- mis hazañas». Y vine á Madrid. Tenía seiscien-
Marruecos, muchos soldados, en las horas que questa. A los seis, á los ocho años, recordando lo tas pesetas ahorradas y veinticinco años esca-
siguieron á la hora roja de 1921 Después, el pa- visto en teatros y en bandas, yo, con un palo, .los. «Y una sed de ilusiones infinita»...
sodoble de los quintos, de La Hejarana. Última- simulaba dirigir la orquesta ante aquellos pape-
mente, el de La Calesera... Totlo gran éxito de les de música. Yo mismo cantaba, claro... Mu-
Alonso es, sobre los otros números musicales, chas veces golpeaba con tanta fuerza con la ba-
—¿Había estrenado usted algo de teatro en
Granada?
—Sí. Mi primera obra fué La niña Je los can-
tares ; debe de hacer de ello, poco más ó menos,
veinte años.
—-¿Qué tal se le presentaron el ambiente y la
lucha en Madrid?
—Mal. f^uché mucho. Supe de desdenes, de
indiferencias, de groserías incluso. Mi espíritu
de provinciano tenía de las cosas una visión muy
distinta de la real. Yo venía alucinado por el
prestigio de algunos músicos, ¡y si viera ustetl
luego, al conocerles, con sus mezquindades y sus
egoísmos, mi desencanto! Tertulia hubo á la
que, al llegar yo, quedó sin respuesta mi salu-
do... Mi ilusión era el teatro, y esa vida íntima
del teatro, que el público no conoce, ¡deja tanto
que desear!... No desmayé, sin embargo, porque
tí nucilra Alouo, director de no* band* mlliUr ea Grauda, i loa dicdocho afioi yo siempre he sido optimista. Al año de están-
cía en Madrid conseguí estrenar mi primera qnise consultar con el insigne Emilio Serrano,
obra: Armas al hombro, en colaboración con To- mi colaborador en esa obra, nna cosa. Para ese
Tteffo&a^ en Martin. Gustó; pero aquello no me número tenía dos motivos musicales: uno mío,
resolvía nada. ¡Cobraba un duro por represen- original, y otro que, recogido del pueblo, pedia
tación! servirme de documentación. «Tengo dos temas,
—¿Cuál fué su primer estreno de importan- D . Emilio—dije á Serrano—. Uno mío y otro
cia? popular. Óigalos usted, ¿ ver cuál le parece me-
—Música, luz y alegría, en Novedades. Ha- jor.» Me puse al piano, y los toqué. «El primero,
bía continuado estrenando algunas cosas, en desde luego—me dijo D. Emilio—. Se ve el ad-
colaboración todavía, en este teatro y en Mar- mirable sabor popular, inconfundible...» Mi ale-
tin. Aquel fué mi primer éxito de importancia, gría fué inmensa. El número que el gran mú-
sólo y o como autor de la música. Los éxitos de sico creía popular era el mío... Vea...
después son conocidos y recientes: Las corsarias. Alonso se acerca al piano y rápidamente evo-
La linda tapada. La bejarana. La perfecta casa- ca los dos temas musicales. En seguida, vuelto
da^ La calesera... hacia mí, reanuda la charla:
—Lo popular, lo español. Este ha sido siem-
pre mi camino. Este será, aunque á veces me
aparte un poco y vaya al sendero exótico de la
—1.-0 que y o busco en mi miisica—me dice revista. Lo mío es lo otro, aquello... Granada, An-
ahora Alonso—es acertar á dar el tema popular, dalucía, en Curro el de Lora; Salamanca, en La
el motivo que recoja expresiones del alma del bejarana; Madrid, en cierto modo, en La cale-
pueblo. Pero entendiendo por popular no la sera... Lo espafiol del siglo x v i i en La linda ta-
simple transcripción de lo qué el pueblo canta, pada... Eso, hasta hoy... MaAana, Murcia, en
sino lo original que puede confundirse—por sa- La parranda; Segovia, en La garduña...
bor, por asimilación, por espíritu—con eso que
canta el pueblo. Temas populares, pero origina-
les, propios. Esa es mi ambición y ese mi orgu-
llo. Fusión íntima, profunda, del compositor y
del pueblo para que las notas, al ser populares, —¿Su obra preferida?
no dejen de ser propias. «Esto es popular», se —Curro el de Lora. Su éxito de público no fué,
dice ante niimeros míos. Sí; pero no se podrá de- sin embargo, el que y o esperaba. Voy á conver-
cir que esa popularidad ha sido recogida ó arran- tirla en ópera. Tengo la esperanza de que en-
cada de este ó aquel sitio. Es popular por com- tonces la gente se fije más en ella.
penetración de mi sentimiento con el espíritu —¿La que más dinero le ha dado?
del pueblo... Una vez, cuando estaba escribien- —La calesera, á pesar del relativamente poco
do La bejarana—el número de La charrada—, tiempo que lleva de vida. Un gran éxito de pú-
blico fué también Las corsarias, de la que se
han dado en Madrid más de mil representacio-
nes (sólo en Martin novecientas). Pero tenía un
acto, y fué representada sin tarifas especiales...
—¿La que más le costó hacer?
—Curro el de Lora. Trabajé en ella un afSo. Esa
obra es mi alma y mi tierra...

El maestro Alonso prepara para la próxima


temporada las siguientes obras: La parranda,
con letra de Ardavin; La garduña, de González ^
del Castillo y Martínez Román; un sainete de
Arniches; una revista para Romea, (seguramente
el primer estreno de la nueva temporada) y otra
para Eslava...
Paco Alonso trabaja, habitualmente, por las
mañanas é instrumenta por las noches, á las dos,
á las tres de la madrugada. Aunque á veces |
—cuando La calesera ocurrió esto—haya de tra-1
bajar precipitadamente, sin método, sin reposo f
Trabaja con gran facilidad. Compone general-1'
mente ante la mesa, y á veces se ayuda, claro,
del piano. «El piano—me ha dicho—es para mí
como la fotografía para el pintor.»

Una anécdota del maestro .\lonso. Era aún


un chico, en Granada, y fué á un pueblo—«de
cuyo nombre no quiere acordarse»—cuya ban-
da de música era realmente lamentable. El mu-
chacho estaba indignado. Su naciente entusias-
mo musical padecía con aquellos atentados á la
armonía y al buen gusto. Quiso castigar, lleno
de joven fiereza vengadora, aquel atropello lí-
rico... Un día de concierto en la plaza del pue-
blo, desparramó junto á los músicos unos polvos
de pica-pica. El efecto no se hizo esperar. A luí
pocos instantes, el clarinete—la orquesta era
toda de instrumentos de viento—dejaba de to-
car, acuciado el músico por un imperioso dcseoi
de estornudar. En seguida el trombón... V así,
todos. El director continuaba dirigiendo con una
mano mientras con la otra sostenía el pafluelo
que había de acercar continuamente á la nariz.
Pero se iba quedando sin músicos. A la pieza
interpretada sustituía un divertido concierto de
estornudos. Hasta que sólo quedó tocando e l
del bombo, compatibles sus estornudos con los]
golpes sobre el parche...
Paco AlonM coa Us tres oi«u fOTU dt 4M se skate mi% uUsfcdio: Dos otiu* •j aa ddco qnc coca» solo anos día*..
JOSÉ M O K T E R O ALONSO
(Fob. CaaiptU)
La moda exije ir siempre
bien peinado

Cualquiera que sea el deporte favorito, hombres y muje- La juventud moderna usa S t a c o m b para acostumbrar
res deben tener en cuenta s u apariencia personal. el cabello m á s rebelde a que permanezca peinado e n la
forma que se desea.
Q u e el ejercicio y la e x p o s i c i ó n al aire libre n o le ocasiO'
nen la mortificación de mostrar el cabello o p a c o y desor- Prueba lo fácil que es peinarse con S t a c o m b en forma
d e n a d o , c u a n d o p u e d e n conservarlo l u s t r o s o y bien de crema o líquido. S e vende en t u b o s , p o m o s y frascos
peinado t o d o el .'v en las perfunmerías, farmacias y droguerías.

^ 1 ^ ^ ^ ^ juo.WLiHr.orK.

MANTIENE PEINADO EL CABELLO

NUBSTOA ACCIÓN EN MARBUeCOS La prensa francesa, primero, y ahora el libro, obtenida por el esfuerzo colectivo de dos nacio-
al cantar los triunfos de ambos ejércitos en el nes amigas.»
La victoria francoespañola norte africano, ensalzan fervorosamente las glo- Advierte el publicista en su simpática obra
enelRil rias y virtudes de nuestras tropas, y ponen de
relieve, con la magnitud grandiosa de nuestro
que el Mariscal había predicho la victoria en
carta al ministro de" la Guerra francés, diciéndo-
RECONOCEN los Iranceses la grandiosa magni- esfuerzo, la intensidad admirable y admirada de le, como así sucedió, que la solución completa
tud de nuestro esfuerzo bélico en tierras de Ma- la labor llevada á feliz término por los españoles del problema rifeño dependía estrechamente de
rruecos, y no se recatan para advertir que fué en los páramos rifeños y en las montañas yeba- la colaboración de Francia con el Ejército es-
oportuna y altamente beneficiosa para su causa lenses. pañol.
la activa y eficaz colaboración de ambas nacio- Recientemente se ha publicado en París un AURELIO MATILLA
nes, hasta aquel momento disociadas eñ proble- libro del teniente coronel Laure, que perteneció
al Estado Mayor del Mariscal Pétain, en el que,
ma que la práctica ha demostrado cumplidamen-
te no tenia otra solución que la fusión sincera de tras recoger con cronológico método la historia Una lágrima y tm b e s o . . .
las mutuas aspiraciones. documentada de las relaciones francoespañolas,
tanto en su aspecto diplomático y político como Ibas a entrar en la perfumería
Las exageraciones partidistas, plenas de un a cuya puerta habia
fanatismo político egolátrico, de los colonistas en el desarrollo potente de su decisión marcial,
entona un himno de sentida admiración al es- un niño bello como un querubín;
franceses, no sólo aislaba tenazmente de todo y aunque apenas al pronto hiciste caso...
iaflnjo ó relación cuanto concernía á la goberna- fuerzo tenaz de nuestro ejército, y muy especial-
mente al bien peparado y mejor ejecutado des- al quitarle del paso
ción y sumisión de las zonas asignadas en el sonrieron tus labios de carmín.
norte de África al Protectorado francés, en todos embarque en Alhucemas. El teniente ccaronel
sus diversos aspectos, incluso en el militar, sino Laure relata sucintamente el glorioso episodio
que, so pretexto de amplia neutralidad, las po- con emoción admirativa, y de su pluma brota el Cuando saliste vi que de tus ojos
blaciones francesas eran focos de laluorismo in- elogio merecido de que nuestro Ejército y nues- hasta tus labios rojos,
surgente, donde se congregaban con cínico des- tra Marina perpetuaron en este hecho sns tradi- la pintura una lágriina rasgó.
caro los titulados cabecillas de la rebeldía, y don-- ciones de bravura. y que tomando al niño enternecida
de se aprovisionaban los ensoberbecidos jarque- En todo el libro del cnito jefe francés se hace el beso que en tu vida
ftos de cuanto les era preciso para la pertinaz justicia al Ejército de España, y, subrayando la más puro prodigaste resonó.
contumacia de su rebeldía. opinión de su ilustre general, el Mariscal Pétain,
En momentos difíciles 'para nuestros vecinos, pregona las excelencias de la colaboración fran- ¿Qué. <lí, te sugirió la criatnra
un caudillo de sumo prestigio y clara visión de coespañola. «La salvación de Marruecos, hoy rea- que la triste pintura
las cosas imprimió á la política marroquí de la lizada—dice el teniente coronel Laure—ha sido de tu rostro te hizo desmentir...?
República un nuevo rumbo, que la pernñtió con- ¿Acaso alguna historia de tormento,
juncionar sus afanes con los nuestros; hacer sin- • • ó, solo el sentimiento
cera fusión de los comunes ideales de ambos pue- que un almita de armiño hace sentir?
blos hermanos; y como ésa era también, para
nosotros, la concreta opinión del Mando, se hizo Yo, sin meterme á ahondar en el suceso
el milagro del enlace espiritual y material de los que te dictara el beso,
dos países, y el éxito coronó la empresa con una é hizo verter la lágrima sublime...
rotundidez, que hasta los que en otros días fue- pensé con emoción en lo mas vivo:
ron aisladores por sistema, hoy se suman con en- Es Dios tan compasivo,
tusiasmo á la feliz idea de la colaboración franco- que esa lágrima sola, la redime.
española, y á ella atribuyen la consecución de la
victoria. HERMENEGILDO MARTIN
La góndola conducizndo las reliquias de San Francisco, navegando por el Gran Canal en la solemne procesión conmemorativa del séptimo
centenario de San Francisco (Fot. Agencia Grif ;.,)
Tragedias de la aviación: Un hidroplano cae al piar en Barcelona y mueren sus dos tripulantes

El hidroavión que tripulaban el teniente de navio D. Guillermo Llera y el mecánico


Juan Raja, y que haciendo prácticas cayó en barrena al mar, causando la muerte á sus
dDs tripulantes
E l d í a 3 d e l a c t u a l , c u a n d o r e g r e s a b a de p r á c t i c a s u n a e s c u a -
d r i l l a d e h i d r o a v i o n e s d e la A e r o n á u t i c a N a v a l , d e B a r c e l o n a , u n o
d é l o s a p a r a t o s q u e t r i p u l a b a n el t e n i e n t e de n a v i o D . G u i l l e r m o
L l e r a y el c a b o d e m e c á n i c o s D . J u a n R a j a H e r n á n d e z , p o r u n a
c a u s a d e s c o n o c i d a s e d e s p l o m ó , c a y e n d o en b a r r e n a a l m a r d e s d o
u n a a l t u r a d e 400 m e t r o s , á l a a l t u r a d e l m u e l l e del M o r r o t .
A p e s a r d e l a r a p i d e z c o n q u e a c u d i e r o n á s a l v a r á los t r i p u l a n -
t e s u n o s m a r i n e r o s d e l «Río d e l a P l a t a . ) , sólo l o g r a r o n e x t r a e r el
JUAN RAJA HERNÁNDEZ c u e r p o , y a s i n v i d a , d e l t e n i e n t e L l e r a , n o p u d i e n d o e n c o n t r a r e'
Cabo de mecánicos, que acompañaba al tenien-
tí Llera en el avión, y que pereció en el acci- del mecánico. Estado en que quedó el aparato que piloteaba el tenientede navio Sr. Llera, y en el qre iba el mecánico Juan Raja, dcspuís del accidente que costó la vida á ambcs,
Don Guillermo Llera, teniente de navio, que ha muerto zn
dente, no habiendo sido hallado su cadáv.r L a d e s g r a c i a c a u s ó la d o l o r o s a i m p r e s i ó n q u e es d e s u p o n e r . el accidente de aviación ocurrido en el puerto de Barcelona al ser extraído del mar

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l a s autoridades de Barcelona en el entierro d:I teniente de navio Sr. Llera, que maríó en el accidente de aviación ocurrido en e' Fuerzas de Marina conduciendo á tierra el féretro en qxe descansa» ¡os restos del teniente de navio Sr. Ller,, para ser trasladados al El féretro del tíiiunto teniente ce navio Sr. Llera f^f^í,\^^S^^^\^¿';j7/";,^¡;°Í3N"|''°;,fl°;'^^ '"^ '"•••'^""^° P " ^' " P ^ " ^ " ^ P^"^"'
puerto el día 3 del actual r^mptiforío "l.^vo
Cemcnterí*' ^ro s. meneiuj - H r

.'•i:
I o i ELrtWDE LA REVOLUCIÓN DE NICARAGUA I O I

] EJ gen'ral Para;ón, tino de los que más se distinguieron en la revolución de Nicara-


gua, des 1 liándose del gcnerjí Moneada, candidatJ á Ii Presidencia de la República,al
qu; se debe h paz, per virtud de las negociaciones entabladas con eí enviado del pre-
"'•• tidcnte de lós Estados Unidos, Mí, Stimson
Los generales EscaraíIIa y la Cerda saliendo de la catedral con el pueblo, después de asistir al
(Fots. A. Guín5) Tedeum que se celebró por el feliz término de la revolución
Detalles del entierro del Rey de Rumania y de la proclainación de su heredero

El nuevo Rey Mígtel llevado de la mano por la Reina María, á su llegada á la La Reina viuda, con su hija la Reina de Yugoeslavia, llorando en una ventana del castillo de Sínaía,
Cámara de Diputados, donde el Consejo de Regencia prestó juramento y quedó viendo salir el féretro del Rey Fernando
proclamado jefe del Estado el niño, bajo la tutela de los consejeros, hasta (Fots. Agencia Gráfica)
la mayoría de edad

La preííienda del cortejo que acompañó el cadáver del Rey Fernando á su salida del castillo de Sínaía. De izquierda á derecha: c! Patriarca Mirón
Chrístea, y el Príncipe Nicolás y la Princesa Ileana, hijos del fallecido Monarca
VARIAS INTERESANTES NOTAS Dfli LA ACTUALIDAD EN PROVINCIAS

Cartagena. -Jefes, oficiales y gaardias marinas del buque escuela portigués <'Vasco de Gam^s q-te se encuenr a m Pa.encía.— Juan Mauríere, el bravo domador de fieras del Zoo Circus, que actuando en dicha población fué acometi-
aicüo puerto, qie rindieron ha-iores ante eí monameato á loj héroes áz áantiigo .e Cuba y Cavite (Fot. Izqji;rdo) do por un tigre de Ee.-.ga.a, que le ocasionó gravísi.r.as he:idas, á consecuencia de las cuales ha fallecido

VilUfranca (Córdoba),—-La señera doña Remedio Rivera y la seííorita Aníta Pa-


Cartagena. Marineros de' bjq:,e escuela portugués ^-Vasco de Gama» depos:- A'haxa ce /.r3;;Jn. - MomentD de ía salida d2 la ••Esuadrilla patínesca del Ebro ,c3.Tpuesta por periodistas arago- ' Granada.—D, José Maldonac'o Yalvcrde, ilustrado sacerdote, que ha síc'o nombrado Capellán Real ce Toledo, ro- l:rrares, madrinas de las banderas del Somatén y de la Guardia Civil, que les
lando una corona c i c! monunie itj á los héroei. de íianliago de Cuba y Cayit;, ue¿es que se proponen venir á Madrid en ese original y n da cómodo medio de locomoción deado de las personalidades f.ranadinas que le obsequiaron con un banquete en celebración de dicho nombramiento
{ir^t. Guevara) íueron regaladas por la ciudad, en el acto de la bendición (Fot, Torres)
con motivo .e su estancia en el citada puerto espadol (Fot. San-Chito) (Fot- Podero)

Víllaíranca de Uria.—'U;i:o baile de oüantancios», que data de tiempo inmemorial, y en el que


fiestas ti adicionales de aquella pintcresca población, que tanañejas^ y tipícas costumbres conserva ' to-nan parte todos los casados durante el añ3
Alícante.-Aspccto que ofr¿cía la estación del f rrocarril de Madrid, Zaragoza y Alicante, ala Vii:afr:ncj de Orla fGui dí:oj). -'Au::eskj« infantil 4ue se celebra anualmente con motivo d^ la', íjos populares (F^^- A^-niesto)
llegada dil primer tren b:tij j de la temporada a:taal (Fot. C'av20 ' para sus f^go'
Inauguración del monumento al general Mitre, en Buenos Aires, conmemorando la fecha del 9 de Julio

El Presidente de la República Argentina, Dr. Alvear, en el momento dedescutrir Las tropas nacionales desfilando por la Avenida Alvear, frente al monumento
el monumento erigido en memoria del general Mitre al general Mitre, después de su inauguración

S*»'-%it

La inauguración del monumento erigido en la capital de la Argentina en memoria del general Mitre. El público contemplando
la estatua recién inaugurada en las fiestas conmemorativas del 9 de Julio

La Escuela Militar de la República del Paraguay desfilando ante el monumento, cespuÉs La Escuela Militar de la República del Uruguay, cuyos cadetes desfilaron c^n el uniforme
del acto de la inauguración de 1830

La Escuela Militar de la Renública de Solivia desfilando ante el monumento La tribuna oficial ocupada por el Presidente de la República Argentina, sus ministros y el cuerpo diplomático, durante el dasfik La Escuela Mi.'itar de la República de Chile desfilando ante el monumento
de las tropas que asistieron á la inauguración del momumento (F_t3. R. Leo .)
® I LA BATALLA DE FLORES DE VALENCIA 1

«Taza de China», que obtuvo el premio extraordinario ('Guerrero chino», presentado por el Ateneo Mercantil, íFaroI japonés», que obtuvo el tercer premio
del Barón tíc Cortes fuera de concurso en el concurso

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r. -r^M ,|Í
• 1' 1# 1 AJHBSBIÍCHR
Wá VRKB!

«Langosta», presentada por el Comité Hotelero, que obtuvo el primer premio de S. M. el R:y <'Bo'so de síñora , que obtuvo el segundo premio en el concurso de carrozas

•Águila real», presentada por la Comisión de Festejos, fuera de concurso •China de fiestai, que obtuvo el cuarto premio en el concurso dz carrozas de la Batalla
(Fots. Desfi.is Y Vidal) de F.ores
Sin tocarlas apenas
puede usted lavar las
prendas finas --medias,
mantillas, encajes,
guantes, etc , usando

KOPOS
Se lavan en reposo,
sin r e s t r e g a r l a s ni
retorcerlas, sumergién-
dolas s e n c i l l a m e n t e
en la copiosa espuma
que forma este Jabón
• ¡Da gusto lavar con en escarnas.

J a b ó n La Cibeles! K O P O S representa
una economía y una
c o m o d i d a d en el
hogar. No deje usted
¡Cuánta espuma hace! de comprar hoy un
¡Qué s u a v e m e n t e y paquete y lo adoptará.
qué p r o n t o lava!
No cansa.
N o agrieta las manos,
os pastillas d u r a n lo
e tres de otros iabones.

PRECIOS PARA ESPAÑA


Blanco, ^^^^^^P^ Crema,
envuelto, sin envolver. Paquete grande. U N A peseta;
paquete pequeño. 0 , 5 0
0,95 0,75 en t o d a E s p a ñ a .
El impuesto de Consumos a cargo del comprador.
PERFUMERÍA G A L
G A L . - - M A D R I D MADRID
Aspecto del campo de «tennis» durante el partido de campeonato en que tomaron parte las Infantas doña Cristina y doña Beatriz.—La Infanta Bsatriz
en una interesante jugada.—El Infante don Jaime.—La Infanta doña Cristina en un saque de pelota.—La Infanta doña Cristina y su contrincante
señorita de Pomfao.— La Infanta doña Beatriz estrechando la mano á la señorita López Doriga, después de haberle ganado el partido
(Fots. Del Río)
niPOFOSFITOS SALUD
0 El accidente ferroviario de Bilbao 0

Boquete q-je abrícro:i en el muro de '.a estad3n de Bilbao los siete vagones desprendidos Furgones y tanques, que rompiendo el muro de la estación de Bilbao, al ííegar á gran velo-
dj un tren de mercancías, y que por efecto d¿ la pendiente retrocedieron á una velocidad cidad, desprendidos de un tren de mercancías en Dos Caminos, cyeron á la calle, causando
extraordinaria grandes destrozos

Algunos de los vagones y tanques que desprendidos del tren de mercancías en Dos Caminos, llegaron á la estación de Bilbao, rompiendo el mahcón,
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servidor, N. N.»
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