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“A proposta do Cluster Marítimo do Rio de Janeiro

como Instrumento de Desenvolvimento Regional”

Rio de janeiro, em 17/05/2019


EIXOS ESTRATÉGICOS DE NEGÓCIOS

Programas
Estratégicos
da Marinha

Plataforma de
Economia do
Maritime sector developments in
the global markets

Exportações
SmartComp Research Report No 3, October 2013

Mar
da BID
www.EMGEPRON.gov.br The Smart Comp project is partly financed
1 by the Central Baltic INTERREG IV A
Programme 2007-2013.
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Maritime sector developments in
the global markets
SmartComp Research Report No 3, October 2013

The Smart Comp project is partly financed


1 by the Central Baltic INTERREG IV A
Programme 2007-2013.
MODELO DE DESENVOLVIMENTO

1) Descartar o intervencionismo estatal e ressaltar a parceria com agentes privados.

2) Estimular a capacidade de auto-organização do capital privado.

3) Cabe ao Poder Público colaborar com a auto-organização do capital privado no


sentido da eficiência microeconômica.

4) Compete ao Governo efetuar investimentos públicos que maximizem a auto-


organização produtiva.
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MODELO DE DESENVOLVIMENTO

O modelo tem sua lógica na “Economia da


Aglomeração Industrial”, a partir da formação de
Clusters ou Arranjos Produtivos Locais (APL).

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CONDIÇÕES PARA FORMAÇÃO DE CLUSTERS

1) Surgimento de um negócio-foco.

2) Geração de retornos de escala crescentes.

3) Estabelecimento de uma Estrutura de Governança.

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Maritim e sec tor developm ents in
the global markets
Sm a rt C o m p Re se arch Re port N o 3 , O ct o ber 20 1 3

The Sm art Com p pro ject i s pa rtly fi nance


1 d by the Ce ntral Baltic IN TER REG IV A
P ro gram me 2 00 7-201 3.

O “Cluster Marítimo
Europeu” como Referência
CLUSTER MARÍTIMO EUROPEU
Turismo
Costeiro
Miscelânea Transporte
Marítimo

Trabalhos
Portos
Marítimos

Turismo Setores do “Cluster Marítimo Equipamentos


Marítimo Marítimos
Europeu”

Marinha de
Recreação
Guerra

Serviços Construção
Marítimos Naval
Apoio
Offshore
added value in all the maritime sectors (all Areas) in the European Union and Norway.
VALOR AGREGADO POR SETOR DO CME
Figure 2 : Added value in the European maritime sectors (all Areas)
44 100
million

27 300
A dded value in

22 700
Marinha de Guerra
17 600
16 200 15 400

10 000 9 400
9 000
8 100

2 600 2 100 2 000


300

Coastal Shipping Seaports Marine Fisheries Navy Shipbuilding Offshore Maritime Recreational Cruise Maritime Inland Marine
tourism equipment supply services boating tourism works navigation aggregates

Source : Policy Research Corporation


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ALINHAMENTO ESTRATÉGICO

+
“A defesa do País é indissociável de seu desenvolvimento, na
medida em que depende das capacidades instaladas, ao mesmo
tempo em que contribui para o incremento das potencialidades
nacionais e para o aprimoramento de todos os recursos de que
dispõe o Estado brasileiro”.
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GOVERNANÇA

RELACIONAMENTO
INSTITUCIONAL CONHECIMENTO
FRENTES PARLAMENTARES MISTAS

1) INDÚSTRIA MARÍTIMA.

2) MARINHA MERCANTE.

3) AMAZÔNIA AZUL.

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Navios de Apoio Dutos Submarinos (Piperlines)
Armadores Ship Brokers Seguradoras Dragagem
Exploração (Petróleo, Construção e Reparo
Pesquisa e Importadores e Bancos e Gás e Minérios) de Plataformas
Desenvolvimento Exportadores Financiadores
Obras Civis (Construção
Indústria e Artesanal
e Ampliação de Portos,
Terminais e Marinas)
Embarcações e Equipamentos
Agência de Advocacia Cluster Offshore
Justiça
(Direito Marítimo) OGMO Operadores
Saúde Portuários (Logística)
Meio Portos
Praticagem

Ambiente CLUSTER Guarda


Agências de Navegação
Administração
Portuária
Cluster Turístico Defesa MARÍTIMO
Costeiro Longo Curso
Economia
BRASILEIRO Fluvial
RJ Petroquímico Minas e Cabotagem
Construção e Energia Esporte &
Reparação Naval Recreio Controle
Mercante
Náuticos
SP Estaleiros Marinas

RS
Marinha do Brasil Navios e Embarcações de Apoio
BA Autoridade Marítima e EPM
Peças , Equipamentos e
Estaleiros, Bases
e Arsenais Equipagens
Geração de Energia e (Fornecimento e Reparo)
Projeto
Novas Fontes Renováveis Integração de Sistemas
CLUSTER TECNOLÓGICO
NAVAL DE DEFESA Combustíveis,
Graxas,
Equipamentos,
Navipeças e
Lubrificantes, Sobressalentes,
Tintas e Vernizes Equipagens e Material
Fabricação de de CAV, Salvatagem e
Armas, Munição e Marinharia Insumos Básicos
Desmilitarização (Siderurgia, Metalurgia,
Borracha, Madeira,
Plásticos, etc.)
Operadores
Logísticos e Serviços
de Apoio Marítimo

CLUSTER
TECNOLÓGICO Pesquisa, Ciência,
Tecnologia e
Inovação

Embarcações Miúdas
(Operativas e de Apoio)
NAVAL DE DEFESA

Infraestrutura para Serviços Financeiros e


Construção, Jurídicos Especializados
Projeto de Projetos de Integração
Modernização, Meios Navais de Sistemas Navais
Manutenção e
Reparação
ESTRUTURA DE GOVERNANÇA DO CLUSTER MARÍTIMO DO RJ
CONSELHO POLÍTICO-ESTRATÉGICO
✓ Governo do Estado do RJ *
✓ SEPROD-MD
✓ Marinha do Brasil *
✓ Comunidade Marítima
✓ FIRJAN
✓ BNDES
✓ FMM
COMITÊ OPERACIONAL ✓ IPEA
Cuja composição ✓ Autoridades Ambientais
dependerá da natureza de ✓ IBP
cada subcluster formado ✓ CNI
✓ CEPE-EGN
Sugestão no caso do CTND: Governo do Estado; Prefeituras do Rio ✓ SEBRAE
* *
e Itaguaí; EMGEPRON ; ICN ; NUCLEP; FEMAR; AMAZUL;
CTMRJ; COPPE-UFRJ; SIMDE; ABIMAQ; SINAVAL; FIRJAN;
Associação Comercial do RJ; SEBRAE; e ABIMDE.
(*) COORDENAÇÃO
ATUAÇÃO DA ESTRUTURA DE GOVERNANÇA

1) Incutir na sociedade brasileira a conscientização da necessidade da mentalidade marítima


para o desenvolvimento e a soberania do País.
2) Buscar sensibilizar o Poder Político quanto à “Vontade Política” para o desenvolvimento do
Poder Marítimo por meio da Economia do Mar.
3) Formular políticas públicas, como as específica destinada à Marinha Mercante e à Amazônia
Azul, e propor ações estratégicas para o desenvolvimento da Economia do Mar, de acordo
com as visões estabelecidas nas justificativas das três frentes parlamentares mistas.
4) Propor instrumentos de incentivo (econômico-financeiro, creditício, tecnológico, fiscal,
mercadológico e garantidor) ao desenvolvimento da Economia do Mar, conforme as visões
estabelecidas nas justificativas das três frentes parlamentares mistas.

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ATUAÇÃO DA ESTRUTURA DE GOVERNANÇA

5) Agir no sentido da mobilização de agentes econômicos para a organização geográfica da


economia sob a orientação dos “Clusters”.
6) Apoiar iniciativas que visem a pesquisa, o desenvolvimento, a inovação, a capacitação e o
treinamento de pessoal para a Economia do Mar.
7) Buscar a permanente participação do ambiente acadêmico nas discussões e formulações
relativas ao desenvolvimento do Poder Marítimo e, consequentemente, da Economia do Mar.

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OBRIGADO !