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ANATOMIA

 OS SISTEMAS GENITAIS
FEMININO E MASCULINO

 AS GESTANTES E OS RAIOS-X

Aluno: José Wellington de Oliveira


Curso: Radiologia
Turma: 1818
Escola: Destake
O Sistema Genital Feminino
O sistema genital feminino é constituído internamente por dois ovários, duas tubas
uterinas, ovidutos ou trompas de falópio e o útero. A vagina é um canal com abertura
para o exterior do corpo, comunicante com a vulva.

Os órgãos genitais femininos consistem de um grupo de órgãos externos. Os Órgãos


Internos estão no interior da pelve e consistem dos ovários, Tubas Uterinas ou ovidutos,
útero e Vagina.
Os Órgãos Externos são superficiais ao diafragma urogenital e acham-se abaixo do
arco púbico. Compreendem o Monte do Púbis, os Lábios Maiores e Menores do
pudendo, o clitóris, o Bulbo do vestíbulo e as Glândulas Vestibulares Maiores. Estas
estruturas formam a vulva ou pudendo feminino. As glândulas mamárias também são
consideradas parte do sistema genital feminino.
PUDENDO = VULVA: Fundamentalmente ele é representado por uma abertura fusiforme
de grande eixo antero-posterior , de bordas muito acidentadas, e situada no períneo,
imediatamente por trás da sínfise da pube.

A vulva, órgão externo da genitália, é formada por pequenos e grandes lábios (dobras
de tecido adiposo protegendo a abertura da vagina) e o clitóris, apêndice sensível, é
formado pela junção dos pequenos lábios na porção superior da vulva.

Principais Partes do Sistema Genital Feminino:


O Sistema Genital Feminino
 Ovários - Os ovários são as gônadas femininas. Eles são responsáveis pela
produção de hormônios femininos (estrógeno e progesterona), assim como
dos gametas femininos (ovócitos – não, não são os óvulos, os ovócitos que as mulheres
liberam somente se tornarão óvulos caso sejam fecundados).

 Tubas uterinas: As tubas uterinas, também chamadas de trompas de Falópio ou


ovidutos, ligam a região dos ovários até o útero. É dentro das tubas uterinas que ocorre
a fecundação. As tubas uterinas transportam o gameta feminino ou o embrião até
o útero. Dentro das tubas há um epitélio ciliado que, com seus batimentos, ajuda a
empurrar o embrião/óvulo até o útero.

 Útero: O útero é um órgão oco formado por tecido muscular liso. Em suas
paredes internas forma-se o endométrio – tecido altamente vascularizado que serve
para a fixação do embrião e, caso não haja fecundação, descama-se, caracterizando a
menstruação.

 Vagina: A vagina é um canal muscular que possui entre 6 e 10 cm de


comprimento. A vagina é o órgão copulador feminino, estrutura que recebe o pênis
durante a relação sexual. Além disso, a vagina serve de canal para a saída da
menstruação e do bebê no momento do parto normal ou natural.

 Vulva: A vulva é o conjunto de estruturas externas do sistema genital feminino. É


formada pelos grandes e pequenos lábios – estruturas que cobrem e protegem a
entrada da vagina.

 Mamas: As mamas também são consideradas partes do sistema genital


feminino uma vez que possuem importante função reprodutiva – a alimentação dos
bebês em seus primeiros meses de vida. As mamas são glândulas exócrinas que
produzem o leite, substância rica em gorduras e carboidratos.
O Sistema Genital Feminino

No organismo feminino, diferente do masculino, o sistema genital não compartilha


alguns órgãos com o sistema excretor, assim, na vulva também há um orifício para o
sistema excretor (urinário), a abertura da uretra.

No limiar da vagina com a vulva, situa-se o hímen, uma extensão de tecido epitelial
proveniente da vagina, formando uma membrana que depois de rompida com a
primeira relação sexual, indica a situação deflorável do organismo feminino (aspecto,
puramente social).
O Sistema Genital Feminino
O sistema reprodutor feminino produz os gametas, chamados popularmente de
óvulos, e também alguns hormônios que regulam o surgimento de características
secundárias e o ciclo menstrual.
Assim como nos homens, o sistema genital feminino somente completa o seu
desenvolvimento na puberdade, onde os hormônios sexuais passarão a ser produzidos
em maior quantidade e estimularão as características sexuais femininas.
Ovários - os ovários são as gônadas femininas. Eles são responsáveis pela produção
de hormônios femininos (estrógeno e progesterona), assim como
dos gametas femininos (ovócitos – não, não são os óvulos, os ovócitos que as mulheres
liberam somente se tornarão óvulos caso sejam fecundados).
Tubas uterinas: As tubas uterinas, também chamadas de trompas de Falópio ou
ovidutos, ligam a região dos ovários até o útero. É dentro das tubas uterinas que ocorre
a fecundação. As tubas uterinas transportam o gameta feminino ou o embrião até
o útero. Dentro das tubas há um epitélio ciliado que, com seus batimentos, ajuda a
empurrar o embrião/óvulo até o útero.
Útero: O útero é um órgão oco formado por tecido muscular liso. Em suas paredes
internas forma-se o endométrio – tecido altamente vascularizado que serve para a
fixação do embrião e, caso não haja fecundação, descama-se, caracterizando a
menstruação.
Vagina: A vagina é um canal muscular que possui entre 6 e 10 cm de comprimento.
A vagina é o órgão copulador feminino, estrutura que recebe o pênis durante a relação
sexual. Além disso, a vagina serve de canal para a saída da menstruação e do bebê no
momento do parto normal ou natural.
Vulva: A vulva é o conjunto de estruturas externas do sistema genital feminino. É
formada pelos grandes e pequenos lábios – estruturas que cobrem e protegem a
entrada da vagina.
Mamas: As mamas também são consideradas partes do sistema genital feminino uma
vez que possuem importante função reprodutiva – a alimentação dos bebês em seus
primeiros meses de vida. As mamas são glândulas exócrinas que produzem o leite,
substância rica em gorduras e carboidratos.

BIBLIOGRAFIA:
Blog do Enem, Biologia – Sistema Genital Feminino. Disponível em: <
https://blogdoenem.com.br/biologia-sistema-genital-feminino/>. Acesso em 01 de abril de 2019.

Mundo Educação – Aparelho Reprodutor Feminino. Disponível em:


<https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/aparelho-reprodutor-feminino.htm>. Acesso em 01
de abril de 2019.
O Sistema Genital Feminino
Aula de Anatomia – Sistema Genital Feminino. Disponível em:
<https://www.auladeanatomia.com/novosite/sistemas/sistema-genital/sistema-genital-feminino/>.
Acesso em 01 de abril de 2019.
O SISTEMA GENITAL MASCULINO

O sistema genital masculino é composto pela bolsa escrotal, testículos, vias espermáticas
(epidídimo, ducto deferente e uretra), glândulas sexuais acessórias (glândulas seminais,
próstata e glândulas bulbouretrais) e pênis.
O testículo é a gônada masculina. Ele se apresenta de forma oval, ligeiramente achatado.
Produz esperma e secreta hormônios sexuais, graças aos túbulos seminíferos.

O escroto, ou bolsa testicular, está situado no períneo, atrás do pênis e é ele que aloja o
testículo.

O epidídimo fica na região posterior do testículo. É o local onde os espermatozoides estão


armazenados e é nele que ocorre a maturação destes.

O ducto deferente permite com que os espermatozoides sejam direcionados do epidídimo


à uretra.

O ducto ejaculatório é a união do ducto deferente com o ducto da glândula vesiculosa,


que será explicada mais adiante.
A uretra se localiza no interior do pênis e é responsável pela eliminação de urina e pela
condução do sêmen ao exterior.
O SISTEMA GENITAL MASCULINO

A bolsa escrotal, um órgão par, também conhecido como escroto ou saco escrotal, é uma
bolsa de pele que se localiza abaixo do pênis. No interior dessa bolsa encontramos
as gônadas masculinas, mais conhecidas como testículos. Nos testículos podemos
encontrar milhares de tubos enovelados chamados de túbulos seminíferos, onde os
espermatozoides são produzidos por meio da espermatogênese. Nos túbulos seminíferos,
os espermatozoides são nutridos pelas células de Sertoli.
A bolsa escrotal, além de proteger os testículos, tem a função de manter a temperatura
deles em torno de um grau abaixo da temperatura corporal, fundamental para que ocorra
a produção dos espermatozoides.
Depois de formados, os espermatozoides saem dos túbulos seminíferos e são encaminhados
para os ductos eferentes, de onde seguirão para os epidídimos. Nos epidídimos, os
espermatozoides ganharão mobilidade e serão encaminhados para os ductos deferentes,
antigamente chamados de canais deferentes.

Os ductos deferentes são dois tubos que saem um de cada testículo e passam pelo abdome,
contornando a bexiga até fundirem-se ao ducto das glândulas seminais, compondo o ducto
ejaculatório, que desemboca na uretra. Todos os espermatozoides produzidos ficam
armazenados no epidídimo e nos ductos deferentes até serem eliminados na ejaculação.

As glândulas seminais, também chamadas de vesículas seminais, são encontradas atrás da


bexiga e acima da próstata. Elas produzem um líquido alcalino que é lançado no ducto
ejaculador e tem a função de nutrir os espermatozoides durante sua viagem em direção ao
óvulo. Por ser de natureza alcalina, esse líquido neutraliza o ambiente ácido da uretra
masculina e do trato genital feminino, tornando esse ambiente ideal para os
espermatozoides. Esse líquido produzido por essas glândulas compõe cerca de 60% do
volume total do esperma, também chamado de sêmen.

A próstata tem aproximadamente 4 cm de diâmetro e se localiza abaixo da bexiga urinária.


Ela produz uma secreção, nutritiva para os espermatozoides, que constitui entre 15 e 30%
do esperma.

Localizadas abaixo da próstata encontramos as glândulas bulbouretrais, também


conhecidas como glândulas de Cowper. Durante a excitação sexual, essas glândulas
produzem um líquido alcalino que é lançado na uretra com a função de limpá-la, para que
haja diminuição de espermatozoides danificados durante a ejaculação.

A uretra é um canal que passa por dentro do pênis e é comum aos sistemas urinário e
genital, ou seja, por esse canal são conduzidos o esperma e a urina.
O SISTEMA GENITAL MASCULINO
O pênis é o órgão copulador masculino. Ele possui tecidos esponjosos ricos em vasos
sanguíneos: os corpos cavernosos do pênis e o corpo esponjoso do pênis. Os corpos
cavernosos do pênis são formados por tecido erétil que se enchem de sangue durante a
excitação sexual, fazendo com que ocorra a ereção do pênis, tornando possível o ato sexual.

Na extremidade do pênis encontramos a glande, que é protegida pelo prepúcio, que deve
ser sempre higienizado para eliminar as secreções de células epiteliais que se acumulam e
causam mau cheiro. Há casos em que a glande não consegue ser exposta por causa do
estreitamento do prepúcio. Quando isso acontece, dizemos que o indivíduo está com
fimose. Nesses casos, o prepúcio deve ser removido cirurgicamente por meio da circuncisão.

Quando o homem atinge o clímax sexual, o esperma é expulso do corpo através da uretra
em um processo chamado de ejaculação. Em cada ejaculação o homem expulsa cerca de
3mL a 4mL de esperma, que contém de 300 a 500 milhões de espermatozoides.

BIBLIOGRAFIA:
Cola da Web, Biologia – Sistema Genital Masculino. Disponível em:
https://www.coladaweb.com/biologia/corpo-humano/sistema-genital-masculino/>. Acesso em 01 de abril
de 2019.

Brasil Escola – Aparelho Reprodutor Masculino. Disponível em: <


https://brasilescola.uol.com.br/biologia/aparelho-reprodutor-masculino.htm>. Acesso em 01 de abril de
2019.

Mundo Educação – Sistema Genital Feminino. Disponível em:


<https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/sistema-genital-masculino.htm/>. Acesso em 01 de abril
de 2019.
A GESTANTE E O RAIO-X

Gestantes podem fazer exames Raios-X? Sim, exames de raios X, quando necessários,
poderão ser feitos na gravidez.
A maioria das radiografias com finalidade diagnóstica (no dentista, por exemplo) não
expõe o feto a níveis elevados de radiação para que haja consequências negativas.
Em algumas situações os exames de raios X podem ser substituídos por
ultrassonografia ou ressonância nuclear magnética. Estes métodos de diagnóstico são
considerados inócuos para o feto e para a mãe. Entretanto em algumas situações
apenas o exame de raios X poderá auxiliar o seu médico no diagnóstico.

Embora tenha sido apontado que a exposição fetal a mais de 10 rads (unidade que
mede a radiação absorvida pelo corpo) aumente os riscos de dificuldades de
aprendizado e anomalias de visão, não há com o que se alarmar. É raro que
radiografais diagnósticas excedam os 5 rads.

A quantidade de radiação que um bebê recebe quando a mãe faz um raio X no


dentista, por exemplo, é de apenas 0,01 milirad. Um rad equivale a 1.000 milirads,
então alguém teria que fazer 100 mil radiografias dentárias para que o bebê fosse
exposto a 1 rad.

Estima-se que uma radiografia do tórax exponha o feto a 60 milirads e uma


tomografia a 800 milirads. Para se ter uma ideia, durante os nove meses de gestação,
um bebê é geralmente exposto a cerca de 100 milirads de radiação natural do Sol e
da Terra.
A GESTANTE E O RAIO-X

A maioria dos exames de raio X não expõe os órgãos reprodutores à radiação. A


exceção é o raio X para a região abdominal, que deixa sua barriga -- e o bebê --
expostos. Ainda assim, a quantidade comum de radiação em um exame diagnóstico
não representa um risco.

Em se falando de gravidez, no entanto, a conduta dos médicos costuma ser a de


adotar sempre o grau máximo de cautela.

Por isso, embora os riscos ligados a radiografias diagnósticas sejam baixos, os


especialistas recomendam que as gestantes adiem mesmo assim exames que não
sejam urgentes para depois do parto.
Nos casos em que a mulher não sabia que estava grávida e fez um raio X, o exame
também não é perigoso, mesmo no início da gestação quando o embrião está se
desenvolvendo.

No entanto, é recomendado que, assim que descubra a gravidez, a mulher informe ao


obstetra sobre a quantidade de exames que fez, para que seja calculado o valor de
radiação já absorvido, evitando que durante o restante da gravidez receba mais do
que 5 rads.

A TÉCNICA DE RADIOLOGIA GESTANTE


Durante a gestação o cuidado com a saúde de mãe e filho deve ser redobrado. Exames
e procedimentos considerados tão normais e rotineiros durante a vida devem ser
A GESTANTE E O RAIO-X

questionados ao obstetra para constatação de risco a saúde e desenvolvimento do


feto. Por isso se é possível adiar a realização do exame, melhor fazer.

Já para as gravidas que trabalham em um setor com forte radiação, o indicado é que
seja conversado com seus superiores para procurar outra alternativa dentro do
ambiente para que este risco não seja corrido.

A Legislação vigente em nosso país, garante os seguintes direitos as profissionais da


radiologia gestantes:

Mudança de função ao modo de não receber dose superior de 2 mSv na


superfície do abdome durante o período de gestação, função esta que
deverá ser com o mesmo nível de formação.

Após retorno da licença-maternidade, garantido o mesmo cargo.

Não haver redução do salário durante mudança de função.

Licença-maternidade de 120 dias, podendo ser prorrogado por mais quatro


semanas.

Não ser demitida sem justa causa.

Faz-se notar as seguintes normas e resoluções:


 Portaria ANVISA n.º 453/1998 - Diretrizes de Proteção Radiológica em Radiodiagnóstico
Médico e Odontológico:

b) Para mulheres grávidas devem ser observados os seguintes requisitos adicionais,


de modo a proteger o embrião ou feto:
(I) a gravidez deve ser notificada ao titular do serviço tão logo seja constatada;
(II) as condições de trabalho devem ser revistas para garantir que a dose na
superfície do abdômen não exceda 2 mSv durante todo o período restante da
gravidez, tornando pouco provável que a dose adicional no embrião ou feto exceda
cerca de 1 mSv neste período.

A Portaria 453/98 diz que assim que a profissional confirmar a gravidez deve notificar
o supervisor do serviço, este deve realocar a profissional em função em que as
condições de trabalho não haja exposição de dose de radiação superior a 2 mSv na
superfície do abdome durante o período da gravidez, de modo a que o feto ou
embrião não receba dose superior a 1 mSv neste período.

 Norma Regulamentadora 32 (NR32):

Item 32.4.4. Toda trabalhadora com gravidez confirmada deve ser afastada das
atividades com radiações ionizantes, devendo ser remanejada para atividade
A GESTANTE E O RAIO-X

compatível com seu nível de formação.

A NR32 diz que a profissional deve ser afastada das atividades que envolvam
exposição às radiações ionizantes, porém o cargo remanejado deve ser compatível a
sua formação, não podendo ter rebaixamento de função.

Destaca-se ainda a Portaria nº 453, de 1 de junho de 1998, do Ministério da Saúde,


que trata das diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e
odontológico, dispõe sobre o uso dos raios x diagnósticos em todo o território
nacional e dá outras providências, não prevê o afastamento compulsório da
empregada gestante.

Nesse sentido, a gestante pode, em tese, trabalhar normalmente, desde que se


observe o disposto no item 2.13 da mencionada Portaria:

b) Para mulheres grávidas, devem ser observados os seguintes requisitos adicionais,


de modo a proteger o embrião ou feto:

(i) a gravidez deve ser notificada ao titular do serviço tão logo seja constatada;

(ii) as condições de trabalho devem ser revistas para garantir que a dose na superfície
do abdome não exceda 2 mSv durante todo o período restante da gravidez, tornando
pouco provável que a dose adicional no embrião ou feto exceda cerca de 1 mSv neste
período.

BIBLIOGRAFIA:
Conselho Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Disponível em: <https://cbr.org.br/clinicas-de-
radiologia-empregadas-gestantes/>. Acesso em 01 de abril de 2019.

Radiologia, Blog. Disponível em: < http://radiologia.blog.br/mercado-de-trabalho/fiquei-gravida-e-agora>.


Acesso em 01 de abril de 2019.

Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia. Disponível em: <http://conter.gov.br/site/noticia/nao-se-


discute/>. Acesso em 01 de abril de 2019.

Tua Saúde – Perigo do Raio-X na Gravidez. Disponível em: < https://www.tuasaude.com/perigo-do-raio-x-na-


gravidez/Acesso em 01 de abril de 2019.

Fetal Med – Fiz Um Raio-X grávida e agora? Disponível em: < https://www.fetalmed.net/fiz-um-raio-x-gravida-
e-agora/> Acesso em 01 de abril de 2019.

Brasil Babycenter – Grávida pode fazer radiografias? Disponível em: <


https://brasil.babycenter.com/x2400205/gr%C3%A1vida-pode-fazer-radiografias/> Acesso em 01 de abril de
2019.