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Portos 2ª Avaliação

Sumário
1. Conceito (Slide 2) .................................................................... 3

2. Condições Mínimas (Slide 3) ................................................... 3

3. Elementos Caracterizadores (Slide 4) ...................................... 3

4. Evolução Navio x Porto (Slide 5) .............................................. 3

5. Logística Portuária (Slide 8) .................................................... 4

6. Hinterland e Foreland (Slide 9 e 12) ........................................ 4

6.1. Hinterland ..................................................................... 4

6.2. Foreland ........................................................................ 4

7. Obras Acostáveis - Portos ....................................................... 5

7.1. Conceitos (Slide 13)........................................................ 5

7.2. Local de Implantação (Slide 14) ...................................... 5

7.3. Tipos de Portos (Slide 15) ............................................... 5

7.4. Características Físicas (Slide 20) .................................... 6

7.5. Tipologia da Obra (Slide 22) ........................................... 6

7.6. Tipos de Cais (Slide 25 ao 39 – Ver fotos) ....................... 6

7.6.1. Cais Corrido Com paramento em aberto ou fechado ...... 6

7.6.2. Cais em Dolphins para Granéis Líquidos ....................... 7

7.6.3. Cais em Dolphins para Granéis Sólidos ......................... 7

7.6.4. Cais Vertical .................................................................. 7

7.6.5. Cais em Escada ............................................................. 8

7.6.6. Cais em Rampa Escalonada........................................... 8

7.6.7. Cais Flutuante ............................................................... 8

7.6.8. Cais Plataforma tipo Finger ........................................... 9

7.6.9. Trapiches, rampeamento, estacas .................................. 9


7.7. Caracterização Operacional (Slide 40) ............................ 9

7.7.1. Cais para Carga Geral ................................................... 9

7.7.2. Cais para granéis sólidos (Slide 41)................................ 9

7.7.3. Cais para granéis líquidos ........................................... 10

8. Layout Portuário (Slide 43) ................................................... 10

8.1.1. Dimensionamento do Canal de Acesso (Slide 46) ......... 10

8.1.2. Dimensionamento do fundo dos canais (Slide 47) ........ 11

8.1.3. Trecho em Curva (Slide 48) .......................................... 11

8.1.4. Consideração sobre a profundidade real do canal (Slide


49) 12

8.1.5. Dimensionamento da bacia de evolução (Slide 50) ....... 12

8.1.6. Dimensionamento do Berço de atracação (Slide 50) ..... 12

9. Obras de Abrigo (Slide 51) .................................................... 12

9.1. Conceito....................................................................... 12

9.2. Classificação das Obras ............................................... 13

9.2.1. Perfil ............................................................................ 13

9.2.2. Tipo Construtivo .......................................................... 13

9.2.3. Forma de Atuação ....................................................... 13

9.3. Blocos Artificiais (Slide 56) ........................................... 13

9.3.1. Critérios do tipo de obra (Slide 57) ............................... 14

9.3.2. Elementos de Cálculos de Molhes e Diques.................. 14

9.4. Fórmula para peso dos blocos de enrocamento ............ 15

9.5. Projeto de diques refletores .......................................... 16

9.6. Molhe contra ação das correntes .................................. 16

9.6.1. Condição limite do equilíbrio: ...................................... 16

9.6.2. Cálculo do peso e diâmetro: ......................................... 17


1. Conceito (Slide 2)
É uma obra acostável para as diversas operações que necessitam
realizar. Pode ser considerado como uma estação de transbordo.

2. Condições Mínimas (Slide 3)


Proporcionar: Abrigo contra ondas, profundidade, área de
manobra, fundo ou leito ideal para ancoragem, e canal de fácil acesso
aos navios.

Possuir: Meios fáceis para o embarque/desembarque de


passageiros, abastecimento e manutenções simples nas embarcações,
áreas protegidas para instalação de armazéns indústrias e outras
infraestruturas necessárias.

Localização: O porto deve ser construído em local que atenda


minimamente essas demandas, e possua acesso logístico viável para o
recebimento/despache das cargas que chegarem por água.

3. Elementos Caracterizadores (Slide 4)


 Retroporto: Área de terra. Armazéns e infraestruturas.
 Cais ou Doca: “Muralha” de conteção para acostagem de
embarcações.
 Berço: Local específico para carga e descarga de
embarcações.
 Molhe ou Dique: Obras contra os movimentos ondulatórios.
 Dolfins: Colunas para amarração (Ex.: Estacas)
 Equipamentos Portuários: Guindastes, empilhadeiras,
carretas, etc.

4. Evolução Navio x Porto (Slide 5)


A evolução do porto ocorre após a dos navios (pequeno atraso). Os
portos no Brasil geraram cidades no entorno. Então, com o crescimento
dessas cidades, surge a necessidade do aumento do fluxo de
mercadorias, o que aumenta o porte dos navios. Os navios no início do
século XX eram cargueiros, ou seja, trabalhavam com carga geral.
Precisavam de águas protegidas, por isso os portos eram construído em
Estuários. Eles sofrem efeitos das marés, assoreamento e sofrem da
influência da barra na entrada.

Com o aumento do porte, geram-se restrições de largura (maior boca,


limite de entrada nos canais de acesso) e comprimento (maior LPP
causa dificuldade de manobras e transposição de eclusas).

5. Logística Portuária (Slide 8)


O porto depende da intermodalidade, ou seja, ele precisa da
integração com o transporte terrestre ou uma ligação com hidrovias. A
restrição de chegada de carga por rodovia ou ferrovia (ou despacho de
carga) restringe o tamanho e capacidade do porto.

Principais itens para dimensionamento do porto:

 Veículos (Aquáticos e Terrestres)


 Tipo de carga
 Modais de acesso
 Fluxo de carga
 Equipamentos de carga e descarga
 Armazenagem

6. Hinterland e Foreland (Slide 9 e 12)


6.1. Hinterland
Em geografia urbana, hinterland corresponde a uma área
geográfica (que pode se tratar de um município ou um conjunto de
municípios) servida por um porto e a este conectada por uma rede de
transportes, através da qual recebe e envia mercadorias ou passageiros
(do porto ou para o porto).

Pode ser dividido em macro regional quando ocorre superposição


de áreas de influência ou micro regional quando a área é bem definida.

6.2. Foreland
A influência geo-econoômica externa ao porto, ou seja, afastada da
terra. É dimensionada considerando quais portos se comunicam com o
porto original, ou seja, utilizada a navegação de longo curso e
cabotagem.

7. Obras Acostáveis - Portos


7.1. Conceitos (Slide 13)
O principal objetivo é possibilitar o embarque e desembarque de
carga entre navio e porto. Antigamente eram apropriadas para pequena
quantidade de carga e pequenas embarcações. Atualmente, as
embarcações cresceram e a especialização de carga também, o que
amplia a necessidade dos portos.

Além disso, a vida útil dos portos é muito maior que a vida útil
das embarcações. Os portos devem ser projetados prevendo a passagem
de 4 a 5 gerações diferentes de embarcações.

7.2. Local de Implantação (Slide 14)


Para definir o local ideal de implantação, deve-se verificar:

 Penetração da malha terrestre (rodoviária e ferroviária


 Condições de Abrigo (já abrigado ou quais obras)
 Idealmente, numa enseada abrigada, com grande
profundidade.
 Obras adicionais para contenção de ondas (molhes, quebra-
mares) e aumentar profundidade (dragagem).
 Em casos impossibilitados, se utilizam obras em mar
aberto.

7.3. Tipos de Portos (Slide 15)


 Internos: Localizados em águas naturalmente abrigadas
como bacias, estuários, angras. Possuem baixa
profundidade, efeito de marés e sofrem assoreamento.
 Externos: Áreas desabrigadas, porém, aderentes a costa.
Devido ao aumento do porte das embarcações, utiliza-se
este modelo devido ao grande calado. Necessita de Molhes e
quebra-mares.
 Off-Shore: Estão localizados ao largo da costa (não
aderentes a mesma). Podem ser ligados ou não a terra.

7.4. Características Físicas (Slide 20)


Elas devem suportar os esforços da atracação de uma
embarcação. Funciona como arrimo (segurar) do terrapleno onde
operam os equipamentos portuários.

7.5. Tipologia da Obra (Slide 22)


Em geral, podem-se definir o porto pelo tipos de carga: carga
geral, granéis sólidos e líquidos. Ou então pelo tipo de sistema de
carga/descarga como portos de containers e para embarcações ro-ro.

7.6. Tipos de Cais (Slide 25 ao 39 – Ver fotos)


7.6.1. Cais Corrido Com paramento em aberto ou fechado
7.6.2. Cais em Dolphins para Granéis Líquidos

7.6.3. Cais em Dolphins para Granéis Sólidos

7.6.4. Cais Vertical


Similar ao porto de Belém. O arranjo dos armazéns é paralelo, no
sentido do comprimento da embarcação.
7.6.5. Cais em Escada
Degraus para compensar o desnível da maré ou do rio.

7.6.6. Cais em Rampa Escalonada


Similar ao superior, porém com rampas. Necessita de maior
comprimento de caís.

7.6.7. Cais Flutuante


Para grandes desníveis de maré, instala-se cais flutuantes, que
variarão a altura com a maré, e uma rampa fixa para embarque de
pessoas e carga geral.
7.6.8. Cais Plataforma tipo Finger
Atracar múltiplas embarcações de diferentes tamanhos

7.6.9. Trapiches, rampeamento, estacas


Para obras rápidas e embarcações de pequeno porte.

7.7. Caracterização Operacional (Slide 40)


7.7.1. Cais para Carga Geral
Destinados a um modelo de carga mista, não unitária (ou seja,
não é acomodada dentro de contêineres). Modelo de transporte para
pequena escala (em populações ribeirinhas), muito utilizado
antigamente.

7.7.2. Cais para granéis sólidos (Slide 41)


 Minérios, fertilizantes, grãos.

Requere, em terra, áreas planas com boa capacidade de


suporte e longe dos centros urbanos devido a vazão de carga
por terra e a emissão de poeira (farelo) de grãos.

No mar, já necessita de profundidades médias (até


aproximadamente 14m) com boas condições de acesso do
canal.
Precisa de acesso ferroviário ou rodoviário e métodos de
armazenagem adequados. Além disso, em terra necessita de
moegas, correias transportadorase stackers. Em mar necessita
de shiploaders, caçambas, sugadores, etc.

7.7.3. Cais para granéis líquidos


 Sucos, petróleo derivados.

Não descrito no material de referência cedido pelo professor,


porém necessitam de condições similares aos de granéis
sólidos, com adição de maior controle sanitário para sucos, e
maiores controles de temperatura e segurança para petróleo e
derivados.

8. Layout Portuário (Slide 43)


No layout portuário, um dos itens mais importantes é a integração
entre as duas diferentes áreas, terrestre e aquático.

Para dimensionar o layout aquático, os principais itens são:

 Canal de Acesso
 Ante-Porto
 Porto, bacia de evolução e acostagem

8.1.1. Dimensionamento do Canal de Acesso (Slide 46)


𝑉 = 1,6 𝑥 𝐵

𝑒 > 1,6 𝑥 𝐵

𝑡 = (1 𝑎 1,3)𝑥 𝐵

𝑉 = 𝐿𝑎𝑟𝑔𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑎 𝑓𝑎𝑖𝑥𝑎
𝑒 = 𝐸𝑛𝑡𝑟𝑒𝑣𝑖𝑎𝑠

𝑡 = 𝐷𝑖𝑠𝑡â𝑛𝑐𝑖𝑎 𝑎𝑜 𝑝é 𝑑𝑜𝑠 𝑡𝑎𝑙𝑢𝑑𝑒𝑠 𝑙𝑎𝑡𝑒𝑟𝑎𝑖𝑠 𝑑𝑜 𝑐𝑎𝑛𝑎𝑙

𝐵 = 𝐵𝑜𝑐𝑎 𝑑𝑎 𝑒𝑚𝑏𝑎𝑟𝑐𝑎çã𝑜 𝑡𝑖𝑝𝑜

8.1.2. Dimensionamento do fundo dos canais (Slide 47)


 De acordo com a Pianc:

𝑇 = (6 𝑎 7) 𝑥 𝐵 − 𝑂𝑐𝑜𝑟𝑟𝑒 𝑐𝑟𝑢𝑧𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒 𝑁𝑎𝑣𝑖𝑜𝑠

𝑇 = (3 𝑎 4) 𝑥 𝐵 − 𝑆𝑒𝑚 𝑐𝑟𝑢𝑧𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒 𝑁𝑎𝑣𝑖𝑜𝑠

 De acordo com a NBR 13246/1995:


𝑇 = (6,8 𝑎 7,4) 𝑥 𝐵 − 𝑂𝑐𝑜𝑟𝑟𝑒 𝑐𝑟𝑢𝑧𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒 𝑁𝑎𝑣𝑖𝑜𝑠
𝑇 = (3,6 𝑎 4,2) 𝑥 𝐵 − 𝑆𝑒𝑚 𝑐𝑟𝑢𝑧𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒 𝑁𝑎𝑣𝑖𝑜𝑠

𝑂𝑏𝑠. : 𝑂𝑠 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑚í𝑛𝑖𝑚𝑜𝑠 𝑠𝑒 𝑟𝑒𝑓𝑒𝑟𝑒𝑚 𝑎 𝑡𝑎𝑙𝑢𝑑𝑒𝑠 𝑖𝑛𝑐𝑙𝑖𝑛𝑎𝑑𝑜𝑠


𝑒 𝑜𝑠 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑚á𝑥𝑖𝑚𝑜𝑠 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑡𝑎𝑙𝑢𝑑𝑒𝑠 𝑖𝑛𝑐𝑙𝑖𝑛𝑎𝑑𝑜𝑠

8.1.3. Trecho em Curva (Slide 48)


𝐿2
𝑆=
8𝑥𝑅

𝑆 = 𝑆𝑜𝑏𝑟𝑒𝑙𝑎𝑟𝑔𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑜 𝐶𝑎𝑛𝑎𝑙

𝐿 = 𝐶𝑜𝑚𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑎 𝑒𝑚𝑏𝑎𝑟𝑐𝑎çã𝑜 𝑡𝑖𝑝𝑜

𝑅 = 𝑅𝑎𝑖𝑜 𝑑𝑜 𝑒𝑖𝑥𝑜 𝑑𝑜 𝑐𝑎𝑛𝑎𝑙


8.1.4. Consideração sobre a profundidade real do canal (Slide 49)

8.1.5. Dimensionamento da bacia de evolução (Slide 50)


𝑅 = (2,75 𝑎 5) 𝑥 𝐿

𝑅 = 𝑅𝑎𝑖𝑜 𝑑𝑒 𝑒𝑣𝑜𝑙𝑢çã𝑜

𝐿 = 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑜 𝑛𝑎𝑣𝑖𝑜

8.1.6. Dimensionamento do Berço de atracação (Slide 50)


Função do navio, pesquisa operacional, simulação por teoria das
filas, quantidade de carga e produtividade e devem estar próximos da
curva de mesma profundidade.

9. Obras de Abrigo (Slide 51)


9.1. Conceito
São construídas no mar, longe dos portos. Servem para diminuir a
influência de ondas no local de atracação e desatracação e facilitar o
carregamento e descarregamento.
As principais variáveis são a direção da onda máxima, a
configuração do litoral e a dimensão da área que deve ser abrigada.

9.2. Classificação das Obras


Possuem 3 sistemas de classificações distintos:

9.2.1. Perfil
 Paramento Vertical são de concreto e refletivas.

 Paramento Inclinado são de enrocamento e do tipo quebra


ondas.
 Mistas tem a parte inferior de enrocamento (inclinada) e a
parte superior de concreto (vertical)

9.2.2. Tipo Construtivo


 Concreto
 Enrocamento (natural ou artificial)
 Mistas

9.2.3. Forma de Atuação


 Refletiva: Reflete as ondas de volta ao mar ou rio, gerando
uma contra onda para balancear a energia.
 Quebra-Ondas: Com a diminuição de profundidade, fazem
com que as ondas quebrem devido ao atrito com o fundo.
 Mista

9.3. Blocos Artificiais (Slide 56)


São blocos desenvolvidos para realizar um enrocamento artificial,
diminuindo a força da corrente. Ou seja, são feitos para possuindo
determinado peso, não serem arrastados. Os mais comuns são os
TETRÁPODES (franceses) e os DOLOS (Sul Africanos).
9.3.1. Critérios do tipo de obra (Slide 57)
 Técnicos:
o Com recalques diferenciais, obras refletivas.
o Tal que 𝑝 > 2 𝑥 𝐻, onde p é a profundidade e H a
altura de onda considerada.
 Econômicos:
o Obras refletivas, devido ao menor perfil, são mais
econômicas.
o Normalmente, avaria em obras refletivas representam
perda total da estrutura.
 Construtivos:
o Distância das obras do enrocamento
o Condições de mar durante a construção

9.3.2. Elementos de Cálculos de Molhes e Diques


 Para quebra mar ou molhe, a angulação deve ser mantida
entre 1:1,5 a 1:3. Quanto mais acentuado, menos custo de
material. O topo não deve ser coberto por ondas.
 Para refletor ou dique, no momento que as ondas são
refletivas elas geram ondas estacionárias chamadas clapoti.
A estrutura deve ser dimensionada de forma a ser
compatível com a do clapoti, que tem o dobro da altura da
onda incidente.
9.4. Fórmula para peso dos blocos de enrocamento

𝑃 = 𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑚í𝑛𝑖𝑚𝑜 𝑑𝑜 𝑏𝑙𝑜𝑐𝑜

𝐾𝑑 = 𝐶𝑜𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑒 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑜𝑠 𝑏𝑙𝑜𝑐𝑜𝑠

𝐻 = 𝐴𝑙𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑒 𝑜𝑛𝑑𝑎

𝑦
𝑑𝑟 = 𝑑𝑒𝑛𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑜 𝑒𝑛𝑟𝑜𝑐𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑒𝑚 𝑟𝑒𝑙𝑎çã𝑜 𝑎 𝑑𝑒𝑛𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑎 á𝑔𝑢𝑎
𝑦𝑎

𝛼 = Ã𝑛𝑔𝑢𝑙𝑜 𝑑𝑜 𝑡𝑎𝑙𝑢𝑑𝑒

Para enrocamento natural kd = 0,0148. Para artificial kd =


0,0187. Pode aproximar para 0,015 e 0,019.

Espessura da Camada blocos naturais:

3 𝑃
𝑒 =3𝑥 √
𝑦

Espessura da Camada blocos artificiais:

3 𝑃
𝑒 =2𝑥 √
𝑦
9.5. Projeto de diques refletores
Profundidade mínima do fundo:

𝐻1 > 4𝑎, 𝑜𝑛𝑑𝑒 𝑎 = 𝑎𝑚𝑝𝑙𝑖𝑡𝑢𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝑜𝑛𝑑𝑎

Profundidade mínima acima do nível de enrocamento na base:

𝐻2 > 3𝑎

Elevação da crista acima do nível máximo de água:

𝐻3 > 𝐶𝑟𝑖𝑠𝑡𝑎 𝑚á𝑥𝑖𝑚𝑎 𝑑𝑎 𝑜𝑛𝑑𝑎, 𝑒𝑚 𝑔𝑒𝑟𝑎𝑙 2 𝑥 𝐻𝑜𝑛𝑑𝑎

9.6. Molhe contra ação das correntes


Diferente do acima, ele é feito para que as pedras não sofram
arrasto.

9.6.1. Condição limite do equilíbrio:


𝐹 − 𝜇 𝑥 𝑃𝑠 = 0

𝐹 = 𝑓𝑜𝑟ç𝑎 𝑑𝑎 𝑐𝑜𝑟𝑟𝑒𝑛𝑡𝑒

𝜇 = 𝑐𝑜𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑒 𝑎𝑡𝑟𝑖𝑡𝑜 𝑒𝑠𝑡á𝑡𝑖𝑐𝑜

𝑃𝑠 = 𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑑𝑜 𝑏𝑙𝑜𝑐𝑜
9.6.2. Cálculo do peso e diâmetro:
 Diâmetro do bloco:

𝑉𝑚2
𝐷𝑟 =
𝜆
𝐾 𝑥 2𝑔 𝑥 (𝜆 𝑟 − 1)
𝑎

𝑉𝑚 = 𝑣𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑚é𝑑𝑖𝑎 𝑑𝑎 𝑐𝑜𝑟𝑟𝑒𝑛𝑡𝑒𝑧𝑎 (𝑚/𝑠)

𝑘 = 1,35 𝑟𝑜𝑐ℎ𝑎 𝑡𝑟𝑖𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟 𝑒 0,69 𝑟𝑜𝑐ℎ𝑎 𝑎𝑐𝑒𝑛𝑡𝑢𝑎𝑑𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑎𝑙𝑜𝑛𝑔𝑎𝑑𝑜

𝜆 = 𝑑𝑒𝑛𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑟𝑜𝑐ℎ𝑎𝑠/á𝑔𝑢𝑎 (𝑡𝑓/𝑚³)

 Peso do bloco:

𝜋
𝑃 = 𝜆𝑟 𝑥 𝑥 𝐷𝑟3
6

𝑃 = 𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑚í𝑛𝑖𝑚𝑜 𝑑𝑜 𝑏𝑙𝑜𝑐𝑜 (𝑡𝑓 )