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or esta razão, a FENPROF reclama que:

1) De imediato, se aplique uma subida de escalão, com efeitos a 1/1/2018, a todos os colegas que
obtiveram a condição de subida obrigatória consagrada nos estatutos das carreiras docentes: obtenção
da menção máxima durante 6 anos sucessivos, por aplicação dos regulamentos das suas instituições.

2) De imediato se aplique também uma mudança de escalão, com efeitos a 1/1/2018, a todos os colegas,
docentes ou investigadores, que não cumprindo a condição anterior, tenham sido ou não avaliados, e não
se encontrando já no último escalão da sua categoria (ou escala indiciária), contem 10 ou mais anos de
serviço, desde a última alteração de posicionamento remuneratório, o que significa que dispõem dos 10
pontos exigidos pela lei geral para subirem de escalão.

3) De seguida, se realize o trabalho, mais ou menos demorado, necessário à identificação dos colegas
que terão direito a uma subida suplementar de mais um, ou de mais dois escalões, com efeitos a
1/1/2018. As diferentes situações em que tal poderá ocorrer são:

a) Casos de colegas não avaliados que solicitem avaliação por ponderação curricular relativa aos anos
em que lhes foi atribuído, administrativamente, um ponto por ano;

Nota: Nestes casos, o máximo por ano a que poderão almejar é de 3 pontos, o que poderá fazer subir o
número de pontos alcançados a 20 (subida de um escalão suplementar) ou a 30 (subida de 2 escalões
suplementares). Note-se que, quanto às menções da avaliação por ponderação curricular, aplicam-se as
quotas da lei geral (máximos de 5% de excelente e de 25% de muito bom ou excelente).

b) Casos de colegas avaliados que, por aplicação das quotas da lei geral sobre os resultados das
avaliações baseadas nos regulamentos, venham a obter mais de 20 ou mais de 30 pontos, tal como nos
casos anteriores;

c) Casos de colegas que não lhes tendo sido aplicada a lei geral, como deveria ter sido, respeitante aos
períodos de 2004 a 2007 e de 2008 e 2009, já reúnam ou venham a reunir, 10 ou mais pontos em
resultado da avaliação por ponderação curricular solicitada relativa a esses anos.

Nota: Nestes casos, a subida de escalão relativa a estes períodos terá efeitos a partir de 1/1/2008, se os
10 pontos tiverem sido alcançados na avaliação do período de 2004 a 2007, ou apenas a partir de
1/1/2009, ou 1/1/2010, se aquela condição tiver sido alcançada apenas após a avaliação de 2008 ou de
2009, respectivamente.

As questões colocadas pelas mudanças de escalão resultantes de concursos ou da obtenção da


agregação sã

O estudo decorreu entre abril de 2006 e novembro de 2007 e foi um estudo


epidemiológico transversal, de uma amostra representativa dos adultos residentes em
Portugal continental e ilhas seguidos nos Cuidados de Saúde Primários, para
caracterização dos fatores de risco cardiovasculares e em particular de síndrome
metabólica. Participaram no estudo 719 médicos de família, segundo distribuição
estratificada e proporcional por distrito e região, representativa de cada uma das 5
NUTEs II (Nomenclatura de Unidades Territoriais para Estudos Estatísticos) de
Portugal continental (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve) e das
regiões autónomas da Madeira e Açores, tendo sido avaliados 16.856 indivíduos.
A divulgação dos resultados do estudo foi realizada em diversas reuniões científicas
nacionais e internacionais e os seus principais resultados foram também publicados:
OBJECTIVOS
Promover a investigação na área do risco cardiovascular global, nas suas diversas
vertentes:

Factores de risco clássicos (hipertensão arterial, dislipidemias, obesidade, tabagismo);

Equivalentes de risco (diabetes, síndrome metabólica, doença arterial periférica) e


factores de risco emergentes;

Agregação dos factores de risco múltiplos numa perspectiva unificadora;

Interacção com entidades como a síndrome obstrutiva da apneia do sono, a doença


cerebrovascular, a doença vascular periférica, as trombofilias;

Prevenção primária, secundária e terciária;

Impacte da revascularização no Risco Cardiovascular;

Divulgação de temas técnicos e científicos relacionados com o Risco Cardiovascular,


junto da comunidade científica médica e dos investigadores das ciências básicas;