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EXPERIMENTO 9: Transitórios em circuito RLC

Anthony Louis Azevedo

André Menezes Mello e Silva

Eduardo Rafael Nones

Hugo Ferrari Pegoretti

BLU3402-04754 - Circuitos Elétricos p/Controle e Automação

PROF: Dra. Janaina Gonçalves Guimarães

09 de maio de 2017

BLUMENAU – SC
1) Objetivo:

Analisar a resposta (em regime transitório) de um circuito RLC em série com


sua resistência variável (obtendo-se amortecimentos críticos, supercrítico e
subamortecimento). A análise será feita com o auxílio de um osciloscópio.

2) Material utilizado:

● Gerador de sinais;
● Osciloscópio;
● Potenciômetro;
● Capacitor de 100 nF;
● Indutor de 1mF;
● Cabos e fios;
● Protoboard;

Pré-relatório:

3) Procedimento experimental:

Foi montado o circuito da figura e ajustada a tensão no gerador de sinais para uma
onda quadrada de 1V de amplitude.
4) Resultados Experimentais:

a) R=1,85k Ω - Amortecimento Supercrítico

b) R= 210 Ω - Amortecimento Crítico


c) R= 12,9 Ω - Subamortecimento

5) Análise de dados:

Pré-relatório:

R= 1,85kΩ

R= 210Ω
R=13Ω

a) Comparamos os dados obtidos no osciloscópio com os gráficos obtidos na


simulação e percebemos que:

No sistema com amortecimento supercrítico: A resistência extra na resposta do


circuito fica agradável, devido a diminuição da resistência total.

No Sistema com amortecimento crítico: Não ocorre sobressinal na simulação nem


no sinal do osciloscópio. A resistência altera apenas o tempo de acomodação.

No sistema subamortecido: É possível observar uma diferença entre o sobressinal


do gráfico simulado e do gráfico do osciloscópio.Isso ocorre devido pois os cabos e
fios tem uma resistência e o indutor tem uma parcela real de impedância.

b) Quando variamos a resistência do circuito ela força um comportamento


característico com as raízes desses sistemas diferentes, estes, que terão seus
decaimentos diretamente influenciados pelas raízes e pelos valores de resistência.

Se R for inferior igual a 210 Ω obtemos raízes reais e de estabilização


extremamente rápidas, ao ser muito superior a 210 Ω as raízes tem estabilização
mais lenta nitidamente apresentado pelo osciloscópio, e ao termos a resistência
inferior a 210 Ω obtemos raízes imaginárias complexas, fazendo a resposta ser
oscilante até sua estabilidade ser alcançada.
6) Conclusão:

A variação da R em circuito RLC e sua resposta transitória casou com a


teoria vista em sala e com os conceitos abordados anteriormente sobre raízes e
decaimentos de resposta do sistema. Os resultados obtidos foram parecidos com os
esperados de acordo com o pré relatório com poucas diferenças.

Pode-se utilizar isso em favor da engenharia ao tentar controlar e estabilizar


sistemas de acordo com necessidades temporais, de tensão, corrente etc; visto que
a resposta a sistemas comuns a este são conhecidas e comparadas em diversas
áreas como pêndulos, molas etc.