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TÉCNOLOGO EM GESTÃO PÚBLICA

O TRANSPORTE NO BRASIL

PROJETO INTEGRADOR III

3º Semestre

FRANCISCA IRIS NORONHA DO NASCIMENTO

Taguatinga/DF
2019
O TRANSPORTE NO BRASIL

Este trabalho foi apresentado á


disciplina de Projeto Integrador III,
do curso de tecnólogo em Gestão
Pública, ministrada pelo professor
Jessé Ferreira de Lima

Taguatinga/DF
2019

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O TRANSPORTE NO BRASIL

RESUMO

Este artigo consiste na pesquisa, análise e levantamento da importância do


papel do transporte no Brasil. A realização da função social do trânsito passa
necessariamente pelo atendimento às demandas dos seus participantes por
acessibilidade, mobilidade e qualidade de vida. Mobilidade compreende a facilidade
de deslocamento das pessoas e bens na cidade em função das complexas
atividades nela desenvolvidas, constituindo um componente da qualidade de vida
aspirada por seus habitantes. O qual é um dos fatores mais importantes para
diversos contextos como transporte de pessoas, mercadorias, alcançar determinada
localização tanto para trabalho quanto para que um turista alcance a experiência de
visitar e referenciar para seus familiares, amigos e demais conhecidos. Numa
abordagem de sua relação histórica e atual, apresenta uma evolução, a qual possui
como símbolo principal os sistemas de transportes, o aéreo, que a cada dia com os
avanços tecnológicos oferecem aos seus passageiros maior conforto e viagens mais
curtas, tornando o processo de saída da zona de conforto do turista mais provável
para realização do passeio. Os transportes são forças indutoras no desenvolvimento
social, econômico e político, dependente não apenas da existência dos recursos
naturais e culturais, mas também de uma ação de planejamento e gestão, a qual é
preciso incorporar um conjunto de ações estruturadoras que para o aumento do
nível de atratividade e competitividade desses recursos, de forma a transformá-los,
em produtos turísticos.

Palavra-chave: transporte, aéreo, passageiro, mobilidade

ABSTRACT

This article consists of the research, analysis and survey of the importance of
the role of transport in Brazil. The accomplishment of the transit social function goes
necessarily through the fulfillment of its participants’ demands of accessibility,
mobility and quality of life. Mobility includes the ease of people and properties
movement in the city in terms of the complex activities carried out, composing a
component of the quality of life wanted by its residents.This is one of the most
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important factors in various contexts such as transporting people, goods, reaching a
certain location for work or for a tourist to experience the visit and refer to their
relatives, friends and other acquaintances. In an approach to its historical and current
relationship, it presents an evolution, which has as its main symbol the transport
systems, the aerial, that every day with technological advances offer its passengers
greater comfort and shorter journeys, making the process of exit the comfort zone of
the tourist most likely to carry out the tour. Transport is a driving force in social,
economic and political development, dependent not only on the existence of natural
and cultural resources, but also on a planning and management action, which must
incorporate a set of structuring actions that, in order to increase the level
attractiveness and competitiveness of these resources, in order to transform them
into tourist products.

Keyword: transport, air, passenger, merchandise, mobility

INTRODUÇÃO

O trabalho apresenta uma revisão bibliográfica sobre alguns aspectos


históricos da origem e evolução das cidades com isso Os transportes correspondem
ao conjunto de materiais e instrumentos técnicos utilizados no deslocamento de
pessoas e cargas de um lugar para o outro. No contexto do desenvolvimento dos
países e das sociedades, os meios de transporte são uns dos principais elementos
para garantir a infraestrutura, ou seja, o suporte material para que tal crescimento,
processo de globalização para evoluir e, ao final do século XX, consolidar-se no
mundo precisou da transformação e aprimoramento do setor de transportes. E isso
foi possível graças aos instrumentos técnicos dos diferentes tempos, a exemplo da
Revolução Industrial e da implementação do trem a vapor e dos grandes navios,
bem como da invenção do carro e sua popularização posterior. Mais tarde, a
invenção e a difusão do transporte aéreo deram uma nova dimensão à forma como
as pessoas, matérias-primas e mercadorias deslocam-se.

As necessidades sociais e econômicas das pessoas requerem seu


deslocamento no espaço, que pode ser feito a pé ou por meio de veículos de
transporte motorizados ou não motorizados. Em economias em desenvolvimento,
como o Brasil, as pessoas que moram nas cidades realizam, em média, dois
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deslocamentos por dia (média entre as que se deslocam e as que não se deslocam),
valor correspondente à metade dos deslocamentos de pessoas em países
desenvolvidos.

Com o grande crescimento de compras de automóveis particulares, A redução


do uso de automóveis em grandes cidades envolve mudanças de caráter
comportamental individual e coletivo, além de transformações na infraestrutura
urbana existente. Para se operarem estas mudanças, é necessário o envolvimento
das esferas municipal e federal do governo, além da participação da população. Na
esfera federal, o governo deve desacelerar os incentivos financeiros às compras de
veículos novos.

ORIGEM DO TRANSPORTE

Segundo Marconi & Presotto (1986), o primeiro vestígio de transporte aparece no


Mesolítico Escandinavo, com um tipo de canoa. No Neolítico, as provas referem-se
apenas aos transportes aquáticos: canoas e pirogas. A Idade do Cobre apresenta
além de barcos maiores, alguns tipos de transportes terrestres. De início o homem
utilizou troncos, cabaças e peles cozidas e infladas para flutuar ou sustentar-se
sobre as águas: o material varia entre troncos de árvore, bambu, junco, hastes de
papiros, folhas de palmeira, cascas de árvore, cortiça e couro. Surgiram
embarcações ligadas ao tipo de atividade econômica, ao material disponível e à
predileção da cultura. No início simples, depois, envolvendo técnicas cada vez mais
complicadas, especialmente as relativas à navegação de alto mar, que requerem
conhecimentos sobre ventos, astros e instrumentos específicos (Marconi & Presotto,
1986).
No entanto, o meio de locomoção mais antigo e rudimentar é o próprio ato de
caminhar. Utilizando sua própria força matriz (corpo), o homem vencia longas
distâncias carregando seus bens e artefatos sobre os ombros ou arrastando-os. A
princípio, o homem se locomovia a pé e descalço. No entanto, sua capacidade
inventiva o levou a criar artefatos para proteção dos pés (sandália, bota, raquete de
neve, esqui).
O primeiro tipo de transporte terrestre utilizado pelo homem parece ser sido o trenó.
Originou-se de tronco de árvore em forma de barco, de prancha, tobogã e patins
sobre rodas. Segundo Marconi & Presotto (1986), os primeiros vestígios apareceram
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no Mesolítico da Finlândia e também nas planícies do Oriente próximo, por volta de
4.000 a.C.
Com a domesticação dos animais, tais como cão, cavalo, rena, burro, camelo, boi,
búfalo, elefante, lhama, etc, o transporte terrestre cresceu pois o homem percebeu
que poderia usar a força animal para sua locomoção e o transporte de carga.
Os travois foi outro tipo de transporte terrestre encontrado entre os índios da
América do Norte e no Velho mundo, da China à Escandinávia e às Ilhas Britânicas.
Puxadas por cães ou por cavalos e nas traseiras duas vigas ou traves entre as varas
para embarcar a carga.
O grande avanço para os transportes terrestres aconteceu com a invenção da roda
na Mesopotâmia, antes de 3000 a.C., talvez derivada do rolete (Marconi & Presotto,
1986). De início sólida, pesada e rudimentar, a roda foi aplicada em carros
tracionados por animais de grande porte. Com a introdução de usos e raias,
ganharam maior velocidade e desempenho.

DESENVOLVIMENTO DO TRANSPORTE

Trânsito é um conceito que permite definições consensuais. O conceito


elaborado por Meirelles e Arrudão (1966, citados por Rozestraten, 1988, p.3) propõe
por trânsito “o deslocamento de pessoas ou coisas pelas vias de circulação, distinto
de tráfego, que seria o mesmo trânsito, mas em missão de transporte”. Trata-se de
um “conjunto de deslocamentos de pessoas e veículos nas vias públicas, dentro de
um sistema convencional de normas, que tem por fim assegurar a integridade de
seus participantes” (Rozestraten, 1988, p.4). Sua definição formal, de acordo com o
Código de Trânsito Brasileiro – CTB, Lei nº. 9.503, de 23 de setembro de 1997,
Artigo 1º, § 2º, é a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou
em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e
operações de carga ou descarga (Rizzardo, 2004). Outra definição considera o
trânsito como um “conjunto de todos os deslocamentos diários, feitos pelas calçadas
e vias da cidade, e que aparece na rua na forma da movimentação geral de
pedestres e veículos” (Vasconcelos, 1985, p.11). Há que atentar para o fato de que
os deslocamentos no trânsito (viagens) estão diretamente ligados às características
socioeconômicas da população (idade, trabalho, renda e local de moradia), assim
sendo, não podemos considerá-lo de forma descontextualizada.

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A origem do transporte tem várias suposições. Parece ter surgido a partir da
necessidade humana de facilitar seu trabalho físico, sobre tudo, no transporte de
cargas, progredindo para a locomoção de seres humanos com o passar do tempo
(PAOLILLO, 2002).

Segundo La Torre (2002, p. 02), o conceito de transporte é:

[...] concebido como uma máquina uma carruagem, uma embarcação


ou liteira, que serve para transportar pessoas ou objetos de uma parte
para outra. Os cientistas calculam que o homem apareceu na terra a
cerca de 600 mil anos, porém, os meios de locomoção velozes, como o
barco, o carro, o trem e o avião, surgiram em anos recentes, e a função
principal é a integração de todos os elementos que traz como
consequência a ampliação do macro econômico, social e político em
que se desenvolve a atividade humana.

TIPOS DE TRANSPORTES

Os meios de transportes que permitem o acesso a um ponto de destino


podem ser aquáticos (marítimo, fluvial ou lacustre), aéreos (presta serviços
regulares, fretados, aluguel de pequenos aviões, aviões particulares e helicópteros)
e terrestres (trens, ônibus, carros, trailers, motos, bicicletas).

As novas tecnologias significaram um encolhimento do planeta, com tempos


de viagens menores, redução dos custos e aumento de capacidade. As
transformações com o resultado da globalização do setor recreacional, apoiada por
meio de transportes e de comunicação de alta performance, tornaram as sociedades
menos dependentes de recursos naturais e das limitações de distância e tempo
(PAGE, 2001).

O motivo pelo qual, as empresas de transportes de passageiros, se


denominam indústria de viagens, ao invés de indústria do turismo, é pelo fato de que
nem todos os que fazem uso dos serviços oferecidos por estas empresas são
turistas, trata-se de um serviço de uso público, aos quais todos os tipos de viajantes
recorrem (ACERENZA, 2002).

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Não distinguir o transporte público do privado estabelece severas
dificuldades. O transporte público é um dos elementos mais poderosos na economia
de qualquer país. É preciso contar com extensos sistemas de comunicação,
completos, rápidos, precisos e perfeitamente articulados, de forma que a população
e as mercadorias possam transladar-se por todo o território sem nenhum obstáculo e
a preços acessíveis, praticamente, em termos oficiais, a única preocupação em
relação ao transporte público, se limita à eficiência, entretanto, este termo na sua
mais ampla acepção. O transporte turístico, a diferença de outros serviços turísticos,
é o elemento ou recurso que forma a base da distribuição geográfica que obedece
aos movimentos turísticos, que pode ser turismo receptivo, emissor ou interno,
também, não somente se considera a eficácia, mas também muitos outros fatores,
como os de acesso a lugares de atração (que podem coincidir ou não com centros
de importância estratégica ou econômica); a comodidade do serviço, os horários
convenientes, o complemento dos serviços fundamentais (avião, trem ou ônibus),
com outros secundários que permitem transportar turistas sem perda de tempo até
seu destino final (hotel, estação, balneário, etc.).

TRANSPORTE INDIVIDUAL, PLANEJAMENTO E URBANIZAÇÃO

Sinônimo de conforto, privacidade, prestígio e status social, o automóvel, visto


enquanto um dos principais, senão o principal bem de consumo associado a um
eventual (e desejado) incremento no padrão de vida de uma grande parcela da
população brasileira, passou a ganhar, cada vez mais numerosamente, as ruas e
estradas do país, exigindo das cidades a adoção de novos padrões de
adaptabilidade a tal (r)evolução automobilística. Esse aumento na circulação de
automóveis também se explica pela elevação do poder de compra de estratos
populacionais socialmente emergentes e pelo próprio processo de urbanização, uma
vez que, ao promover a extensão das cidades, resulta num aumento das distâncias
e na consequente necessidade de formas mais eficazes de deslocamento intra-
urbano. Com isso, torna-se relevante o papel desempenhado pelas políticas
públicas, sintonizadas (ou não) com modelos de 5 planejamento integrado,
frequentemente priorizando reestruturações urbanas direcionadas para privilegiar o
transporte particular, em detrimento do transporte coletivo (VASCONCELLOS, 2000).
Nesse sentido, a consolidação do rodoviarismo, estimulada por autoridades

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governamentais e pela sanha do capital privado, além de produzir uma
(re)organização do espaço viário das cidades para garantir condições “adequadas”
de circulação para os automóveis, paradoxalmente trouxe prejuízos à circulação de
ônibus, componente decisivo do modo de transporte coletivo urbano. Se antes já se
promovia o alargamento e a abertura de vias públicas, a partir da década de 50,
impunha-se, ao lado da cultura automobilística, um processo de subutilização e/ou
extinção de modalidades ferroviárias de transporte intra-urbano de passageiros,
como os bondes elétricos e os trens de subúrbio. A favor do transporte automotivo
difundia-se a crença na agilidade e flexibilidade de percursos, somada às pressões
dos empresários ligados ao setor. A esse respeito, Josef BARAT argumenta:

“Os ônibus que são grandes consumidores do espaço viário urbano


– tanto para efeito de circulação, quanto de estacionamento em
pontos terminais – passaram a sofrer uma intensa competição, por
parte de automóveis privados e táxis, pela utilização da
infraestrutura viária. Tal competição foi resultado natural da afluência
de automóveis e táxis às vias urbanas, nas quais os ônibus não
dispunham, via de regra, de direitos preferenciais de passagem”
(BARAT, 1979: p. 188-189).

É bem verdade que esse inegável desvio de tráfego em favor do automóvel


viria a fortalecer o desenvolvimento da indústria automobilística nacional, mas a
custa de efeitos perversos, ainda que (quase) imperceptíveis num primeiro
momento, quando iniciava-se um prolongado culto ao transporte individual. Além da
elevação dos níveis de poluição, que impacta negativamente sobre a qualidade de
vida urbana, a proliferação indiscriminada dos automóveis colabora com a
propagação de deseconomias urbanas, seja pela geração de congestionamentos (e
aumento do consumo de combustíveis), seja pelo tempo perdido no trânsito,
excessiva utilização do solo, aumento do risco de acidentes e gradativa deterioração
dos transportes públicos coletivos

A IMPORTÂNCIA DO TRANSPORTE NO FENÔMENO TURISMO

Segundo La Torre (2002, p. 08), há seis fatores de medição no transporte:


comodidade, agilidade (de movimento), alcance, preço, rapidez e segurança. É clara

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a relação entre o fenômeno turismo e os transportes. Qualquer viajante, seja turista
ou não, utiliza um ou mais meios de transportes no decorrer da sua viagem. Sendo
um dos componentes essenciais das viagens e do turismo, o transporte é
responsável pelo deslocamento dos viajantes dos núcleos emissores para os
receptores e vice-versa, bem como pelo deslocamento dentro destes últimos.
Representam, assim, a acessibilidade, ou seja, tornam os destinos turísticos e suas
expectativas atrações acessíveis ao viajante, ao mesmo tempo exercem um papel
facilitador. Sendo fundamental para o desenvolvimento de qualquer destino turístico.
A evolução do transporte propiciou maior conforto e comodidade no turismo,
possibilitando viagens para lugares cada vez mais distantes e em menos tempo.
Fica claro, assim, que as conquistas na qualidade e na quantidade os transportes
estimulam o turismo, aquecendo a demanda e contribuindo também para o
desenvolvimento.

O transporte fornece a ligação fundamental entre as áreas de destino e as de


origens e facilita a circulação de pessoas em férias, viajantes de negócios, visitas à
amigos e parentes e aqueles que o usufruem para turismo educacional e de saúde,
o transporte também é um elemento chave da experiência turística, parte integrante
da indústria do turismo (PAGE, 2001). Também se desenvolveram novas
modalidades de transportes, como é o caso dos voos charter (voos fretados) para
entender as necessidades do mercado turístico. O turismo, também conhecido como
“exportador invisível”, tem crescido muito em todo mundo e contribuindo para a
geração de empregos receitas e impostos, além de ser uma atividade econômica
que não requer altos investimentos para ser explorada. O Brasil pelo território e
geografia tem um enorme potencial a ser desenvolvido e em muitas localidades
pode-se dizer, este é o único meio realmente de levar o desenvolvimento para estas
regiões. Com a interação econômica entre os aeroportos e suas áreas de
influências, tem se uma verdadeira simbiose. Enquanto os aeroportos se beneficiam
de uma maior movimentação de bens e pessoas em suas dependências.

CONCLUSÃO

A força animal e a descoberta do fogo, e também invenção da roda, os meios


de transporte de forma geral como os turísticos, passageiros e cargas têm grande
importância de caráter econômico, social e político. Transportar envolve transladar,
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mudar de lugar, levar ou trazer; por isso o transporte constitui uma operação
necessária e, ao mesmo tempo, uniforme, já que não existe nenhum outro ato nosso
que não envolva na sua elaboração, ou na sua realização, o translado de pessoas
de objetos e de ideias. Desde que o homem começou a transportar, progrediu no
aspecto econômico, pois relacionou sua própria economia, ou a de seu grupo social,
com outras economias. Os progressos obtidos no transporte têm propiciado a
produção de riqueza, pois, de alguma forma, favorecem a divisão regional do
trabalho, estipulando a formação de grandes empresas e incentivando de forma
marcante o processo de produção de bens. As pessoas viajam por negócios, prazer
ou diversão independentemente que transporte seja de carro, moto, ônibus, avião ou
barco; Devido ao moderno desenvolvimento dos transportes, os centros comerciais
e indústrias dos países podem estar localizados, longe das costas ou das vias
fluviais; por isso muitas cidades novas incrementaram de forma considerável a sua
população. O transporte deve ser econômico e estar ao alcance de todos os
usuários, razão pela qual o estado se ocupa em vigiar e garantir os preços fixando
as correspondentes tarifas. Dependendo das circunstancias, um país pode ser
basicamente turístico, comercial, agrícola ou industrial e, sempre que exista
mercado suficiente, tem a possibilidade de concentrar suas ações sobre
determinadas atividades turísticas. Quando as cidades estão bem interligadas, as
atividades da população se desenvolverão normalmente; um sistema de transporte
inadequado ou uma interrupção no seu funcionamento afetara a vida da própria
metrópole, a existência das grandes cidades em múltiplos países é um fenômeno
estreitamente vinculado com o progresso dos transportes. Dos transportes atuais, o
aéreo vem ganhando grande destaque, pois viabiliza o transladar de pessoas, bens
e cargas - razão inicial do transporte, pela velocidade de sua execução ser muito
menor do que se comparada os fluviais ou terrestres.

REFERÊNCIAS

LA TORRE, Francisco. Sistemas de Transportes Turístico. São Paulo: Roca.


Tradução: Cláudia Bruno Galvãn, 2002.

PAGE, Stephen. Transporte e turismo. trad. Roberto Cataldo Costa – Porto Alegre:
Bookman, 2001.

11
ACERENZA, Miguel Angel. Administração do turismo: conceituação e organização.
trad. Graciela Rabuske Hendges.São Paulo: EDUSC, 2002.

Rozestraten, R. J. A. (1988). Psicologia do trânsito: conceitos e processos básicos.


São Paulo: EPU. Rozestraten, R. J. A. (2003). Ambiente, trânsito e psicologia. In M.
H. Hoffmann, R. M Cruz, & J. C. Alchieri (Orgs.), Comportamento humano no trânsito
(pp. 31-46). São Paulo: Casa do Psicólogo.

Rizzardo, A. (2004). Comentários ao código de trânsito brasileiro (5ª ed. rev. atual.
ampl.). São Paulo: Revista dos Tribunais.

VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara. A cidade e o transporte. In: ASSOCIAÇÃO


NACIONAL DE TRANSPORTES PÚBLICOS - ANTP. Documentos Setoriais ANTP: O
Transporte Clandestino no Brasil. nº 1, São Paulo, 2000, p. 09-21.

Vasconcelos, E. A. (2001). Transporte urbano, espaço e equidade: análise das


políticas públicas. São Paulo: Annablume. Vasconcelos, E. A. (1985). O que é o
trânsito. São Paulo: Brasiliense.

PAOLILLO, André Milton; REJOWSKI, Mirian. Transportes. 2002, 2ª Edição. São


Paulo.
Coleção ABC do Turismo.

BARAT, Josef. Evolução dos transportes no Brasil. Rio de Janeiro: Fundação IBGE,
1978.
Marconi, M.A. & Presotto, Z.M.N (1986) Antropologia: uma introdução. 3a. ed. São
Paulo. Atlas

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ANEXO II – A

FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO DE ORIENTADOR

Eu, Francisca Iris Noronha do Nascimento regulamente matriculado no


Curso de Tecnologia em Gestão Pública da Faculdade Cerrado, matricula n°
GP2018183, solicito ser orientado no meu Projeto Integrador III, pelo professor
Jessé Ferreira de Lima.

Na impossibilidade de dispor da orientação acima referida, indicaria o (a)


professor (a): Dr° Idurval Perna Rocha, vinculado (a) a Faculdade Cerrado e
portador (a) do título de Doutorado.

TEMA/PROBLEMA:

Projeto Integrador III: O TRASPORTE NO BRASIL

Taguatinga-DF, 06 de junho de 2019

Assinatura do Orientador

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Anexo II - B

FORMULARIO DE INSCRIÇAO DO ORIENTADO NO PROJETO INTEGRADOR

(Encaminhamento do Projeto de pesquisa)

Aluno: Francisca Iris Noronha do Nascimento Matricula: GP2018183

Endereço: QNP 16 Conj. Z casa 21 Setor Sul – Ceilândia/DF

Email: irisnoronha1805@gmail.com Fone:( 61 ) 9 8618.9958

Tema/Problema.
Proposto: O Transporte no Brasil

Professor Orientador: Jessé Ferreira de Lima


Vinculação Institucional: Faculdade Cerrado.
Curso/Departamento: Tecnólogo em gestão Pública

Titulação:
Especialista Em: ( x ) Docência do Ensino Superior.

Taguatinga-DF, 06 de junho de 2019.

Francisca Iris Noronha do Nascimento


Assinatura do Aluno

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Anexo II – C

TERMO DE COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO

DECLARO, para os devidos fins, que assunto o compromisso de orientar o projeto

integrador I, II, III ou IV do aluno (a) Francisca Iris Noronha do Nascimento

GP2018183, matriculado regularmente no Curso Tecnologia em Gestão Pública da

Faculdade CERRADO, cujo provável tema/será O Transporte no Brasil.

Anexos ao presente Termo de Compromisso constam: Projeto a ser


desenvolvido pelo orientado e Formulário de Inscrição do Orientado do PI.
Para maior clareza e verdade, dato e firmo o presente compromisso de
orientação.

Taguatinga-DF, 06 de junho de 2019.

Jessé Ferreira de Lima


Professor Orientador

Anexo II – D

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Curso de Tecnologia em Gestão Publica

ATA DE APROVAÇAO

Projeto integrador de autoria de Francisca Iris Noronha do Nascimento, intitulada


O Transporte no Brasil, apresentado com requisito parcial para obtenção de
certificado do modulo 16 de Projeto Integrador III da Faculdade Cerrado de ano
2019.

Defendida e aprovada pela banca examinadora abaixo assinada:

Taguatinga-DF, 06 de junho de 2019

--------------------------------------------------
Profe: Jessé Ferreira de Lima
Faculdade Cerrado
Orientador

-------------------------------------------------
Profe: Dra Gabriela Leal
Curso Faculdade Cerrado
Avaliador

----------------------------------------------
Profe: Dr. Idurval Perna da Rocha
Curso Faculdade Cerrado
Avaliador

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