You are on page 1of 36

SlideShare Explorar Pesquisar Você

Carregar
Entrar
Cadastre-se

Pesquisar Enviar pesquisa

Início
Conheça mais

Cursos para palestrantes


Cursos de PowerPoint

do LinkedIn Learning

Pesquisar
O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere
suas preferências de anúncios quando desejar.
AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA 3.2.
Ação Os programas são compostos de ações, q...
AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA
4.2.1.1. Categoria Econômica da Despesa A despes...
AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA
4.2.1.4. Elemento de Despesa Tem por finalidade ...
AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA
elétrica, telefonia, água, imprensa oficial e ou...

AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA
SUPRIMENTO DE FUNDOS O regime de adiantamento, s...
AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA É
vedado o fracionamento de despesa ou do docume...
AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA Os
Restos a Pagar distinguem-se em Processados e...
AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA Conta
mantida pelo Tesouro Nacional no Banco Cen...

Próximos SlideShares
Carregando em…5
×
11 de 24

Resumao afo
7.893 visualizações

Compartilhar
Gostei
Baixar
...

Keila Souza
Seguir

Publicada em 27 de abr de 2015

resumao AFO

...
Publicada em: Economia e finanças

0 comentários
32 gostaram
Estatísticas
Notas

Full Name
Comment goes here.
12 hours ago Delete Reply Block
Are you sure you want to Yes No
Your message goes here

Compartilhe suas ideias…


Publicar

Seja o primeiro a comentar


MauroMarino4
Há 6 meses

Sarah Martins , Administração Estratégica


Há 9 meses

milenacastro38
Há 10 meses

Quinha Souza
Há 1 ano

marciliodemorais
Há 1 ano

Exibir mais
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
7.893
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
11
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1.062
Comentários
0
Gostaram
32
Incorporações 0
Nenhuma incorporação
Nenhuma nota no slide
Resumao afo

1. 1. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO


FERREIRA RREESSUUMMÃÃOO MMIINNIISSTTÉÉRRIIOO PPÚÚBBLLIICCOO DDAA
UUNNIIÃÃOO 1
2. 2. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS Princípios orçamentários são premissas, linhas
norteadoras a serem observadas na concepção e execução da lei orçamentária. Princípio da legalidade
Refere-se às limitações ao poder de tributar do Estado, visando a combater arbitrariedades. Desse modo,
todas as leis orçamentárias (PPA, LDO e LOA) são encaminhadas pelo Poder Executivo para discussão e
aprovação pelo Poder Legislativo. Princípio da anualidade/periodicidade O orçamento deve ter vigência
limitada a um exercício financeiro. Princípio da unidade/totalidade O orçamento deve ser uno, ou seja, deve
haver somente um orçamento para um exercício financeiro, com todas as receitas e despesas. Princípio da
universalidade O orçamento deve conter todas as receitas e despesas referentes aos Poderes da União, seus
fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta. Princípio da exclusividade/pureza A lei
orçamentária não poderá conter matéria estranha à previsão das receitas e à fixação das despesas. Exceção
se dá para as autorizações de créditos suplementares e operações de crédito, inclusive ARO. Princípio da
especificação/especialização/discriminação Veda as autorizações de despesas globais. As receitas e
despesas devem ser discriminadas, demonstrando a origem e a aplicação dos recursos. As exceções a esse
princípio orçamentário são os programas especiais de trabalho e a reserva de contingência (art. 5º, III da
LRF). Princípio da publicidade Zela pela garantia da transparência e total acesso a qualquer interessado às
informações necessárias ao exercício da fiscalização sobre a utilização dos recursos arrecadados dos
contribuintes. Princípio do equilíbrio Visa a assegurar que as despesas não serão superiores à previsão das
receitas. 2
3. 3. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA Princípio do orçamento bruto Estabelece que todas as receitas e despesas devem constar do
orçamento em seus valores brutos, sem qualquer tipo de dedução, de forma a permitir efetivo controle
financeiro do orçamento e universalidade. Princípio da não-afetação (não-vinculação) das receitas Dispõe
que nenhuma receita poderá ser reservada ou comprometida para atender a certos e determinados gastos.
Existem exceções! Princípio da programação Dispõe que o orçamento deve ter o conteúdo e a forma de
programação. Princípio da clareza Dispõe que o orçamento deve ser expresso de forma clara, ordenada e
completa, embora diga respeito ao caráter formal, tem grande importância para tornar o orçamento um
instrumento eficiente de governo e administração. CICLO ORÇAMENTÁRIO NO BRASIL O processo
de elaboração do orçamento público no Brasil obedece a um “ciclo” integrado ao planejamento de ações,
que, de acordo com a Constituição Federal de 1988, compreende o Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual - LOA. Ciclo orçamentário = processo orçamentário É
um processo contínuo, dinâmico e flexível, por meio do qual se elabora, aprova, executa, controla e avalia a
programação de gastos do setor público nos aspectos físico e financeiro. Corresponde ao período de tempo
em que se processam as atividades típicas do orçamento público, desde sua concepção até a apreciação
final. 3
4. 4. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA PLANO PLURIANUAL – PPA O Plano Plurianual – PPA é o instrumento de planejamento
estratégico das ações do Governo para um período de 4 anos. De acordo com o que dispõe o artigo 165, §
1º, da Constituição Federal, a lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as
diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. ... de forma regionalizada: o
planejamento da aplicação de recursos públicos para diminuir as desigualdades entre as regiões brasileiras.
... as diretrizes: princípios que nortearão a captação e o gasto público com vistas a alcançar os objetivos. ...
objetivos: discriminação dos resultados que se quer alcançar com a execução de ações governamentais. ...
metas: quantificação, física ou financeira, dos objetivos. ... as despesas de capital: despesas realizadas com o
propósito de formar e/ou adquirir um bem de capital. Abrangem, entre outras ações, o planejamento e a
execução de obras, a compra de instalações, equipamentos, material permanente. ... outras delas
decorrentes: despesas que ocorrem em decorrência das despesas de capital, tais como despesas de
manutenção. ... as relativas aos programas de duração continuada: despesa vinculadas a programas com
duração superior a um exercício financeiro. D..................diretrizes O..................objetivos
M..................metas 4
5. 5. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA MANDATO CHEFE DO PODER EXECUTIVO 1º ANO 2º ANO 3º ANO 4º ANO 1º
ANO DO MANDATO SEGUINTE VIGÊNCIA DO PPA 4º ANO DO PPA ANTERIOR 1º ANO 2º
ANO 3º ANO 4º ANO A não-coincidência entre a duração do PPA e o mandato do chefe do Poder
Executivo ocorre para que não haja descontinuidade de programas governamentais na transição de um
governo a outro. Programa O programa é o instrumento de organização da atuação governamental que
articula um conjunto de ações que concorrem para a concretização de um objetivo comum preestabelecido,
mensurado por indicadores instituídos no plano, visando a solução de um problema ou o atendimento de
determinada necessidade ou demanda da sociedade. Os Programas são classificados em quatro tipos: i)
Programas Finalísticos: dos quais resultam bens ou serviços ofertados diretamente à sociedade; ii)
Programas de Serviços ao Estado: dos quais resultam bens ou serviços ofertados diretamente ao Estado,
por instituições criadas para este fim específico; iii) Programas de Gestão de Políticas Públicas: aqueles
destinados ao planejamento e à formulação de políticas setoriais, à coordenação, à avaliação e ao controle
dos demais programas sob a responsabilidade de determinado órgão; haverá um programa de Gestão de
Políticas Públicas em cada órgão; e iv) Programas de Apoio Administrativo: aqueles que contemplam as
despesas de natureza tipicamente 5
6. 6. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA administrativa, as quais, embora contribuam para a consecução dos objetivos dos outros
programas, neles não foram passíveis de apropriação. O programa é o módulo comum integrador entre o
plano e o orçamento. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - LDO A Lei de Diretrizes
Orçamentárias - LDO é instrumento de planejamento de curto prazo e tem como funções básicas: •
estabelecer as metas e prioridades da Administração Pública federal para o exercício financeiro seguinte; •
orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual - LOA; • alteração da legislação tributária; e • estabelecer
a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. Deve ser elaborada em harmonia com o
PPA e orientará a elaboração da Lei Orçamentária Anual - LOA. Estabelece as metas e prioridades da
Administração, incluindo as despesas de capital, para o exercício financeiro subseqüente. ... metas:
quantificação, física ou financeira, dos objetivos. ... prioridades: são os programas e ações constantes do
Anexo I da LDO, os quais terão precedência na alocação dos recursos no projeto e na Lei Orçamentária
Anual e na sua execução, não se constituindo, todavia, em limite à programação da despesa.
M..................metas P...................prioridades 6
7. 7. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA ... as despesas de capital: despesas realizadas com o propósito de formar e/ou adquirir um bem
de capital. Abrangem, entre outras ações, o planejamento e a execução de obras, a compra de instalações,
equipamentos, material permanente. ... para o exercício financeiro subseqüente: o exercício financeiro
compreende 1º de janeiro a 31 de dezembro. LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL - LOA A Lei
Orçamentária Anual - LOA discriminará os recursos orçamentários e financeiros para o atingimento das
metas e prioridades estabelecidas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e compreenderá: a) o
orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e
indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público (art. 165, § 5º, inciso I, da CF/88); b)
o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do
capital social com direito a voto (art. 165, § 5º, inciso II, da CF/88); e c) o orçamento da seguridade social,
abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os
fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público (art. 165, § 5º, inciso III, da CF/88). A LOA
deverá estar compatível com o PPA e a LDO. O projeto de lei orçamentária será acompanhado de
demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias,
remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia. Os orçamentos fiscal e de
investimento, compatibilizados com o plano plurianual, terão entre suas funções a de reduzir desigualdades
inter- regionais, segundo critério populacional. A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à
previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de
créditos suplementares e contratação de 7
8. 8. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei. Os recursos
que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem
despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou
suplementares, com prévia e específica autorização legislativa. Deverá estar compatível com o PPA e a
LDO. Discriminará os recursos orçamentários e financeiros para o atingimento das metas e prioridades da
LDO e compreenderá: - o orçamento fiscal; - o orçamento de investimento; e - o orçamento da seguridade
social. Os orçamentos fiscal e de investimento, compatibilizados com o PPA, têm entre suas funções a
redução das desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional. Não conterá dispositivo estranho à
previsão da receita e à fixação da despesa. Não é incluída nessa proibição de autorização de abertura de
créditos suplementares e operações de crédito, ainda que por antecipação de receita (ARO). 8
9. 9. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA PRAZOS PARA ENCAMINHAMENTO ORÇAMENTO-PROGRAMA Orçamento-
programa é um instrumento de planejamento da ação do governo, por meio da identificação dos seus
programas de trabalho, projetos e atividades, além do estabelecimento de objetivos e metas a serem
implementados, bem como a previsão dos custos relacionados. O programa é o módulo comum integrador
entre o plano e o orçamento. 9
10. 10. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA CRÉDITOS ADICIONAIS 1 - Créditos Suplementares = destinados a reforço de dotação
orçamentária. São autorizados por lei e abertos por decreto executivo. Dependem da existência de recursos
disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa. 2 - Créditos Especiais =
destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica. São autorizados por lei e
abertos por decreto executivo. Dependem da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e
será precedida de exposição justificativa. 3 - Créditos Extraordinários = destinados a despesas urgentes e
imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública. São abertos por decreto do
Poder Executivo, que deles dará imediato conhecimento ao Poder Legislativo (Lei nº 4.320/64). Na União,
são abertos por medida provisória, devendo submetê-la de imediato ao Congresso Nacional (art. 167, §3º,
c/c (combinado com) art. 62 da CF/88). Os créditos extraordinários não dependem da existência de
recursos disponíveis para ocorrer a despesa, tampouco fase de autorização ao Legislativo. Os créditos
adicionais terão vigência adstrita ao exercício financeiro em que forem abertos, salvo expressa disposição
legal em contrário, quanto aos especiais e extraordinários, se o ato de autorização for promulgado nos
últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos 10
11. 11. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente.
RECEITA PÚBLICA 1. Natureza da Receita 1.1. Categoria Econômica da Receita 1. Receitas Correntes
2. Receitas de Capital 1.2. Origem Receitas Correntes TRIBUTA CON P A I S 1. Receita Tributária 2.
Receita de Contribuições 3. Receita Patrimonial 4. Receita Agropecuária 5. Receita Industrial 6. Receita de
Serviços 7. Transferências Correntes 9. Outras Receitas Correntes Transferências Correntes/de Capital
Outras Receitas Correntes/de Capital 11
12. 12. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA Receitas de Capital 1. Operações de Crédito OPERA ALI AMOR 2. Alienação de Bens 3.
Amortização de Empréstimos 4. Transferências de Capital 5. Outras Receitas de Capital 1.3. Espécie A
espécie constitui um maior detalhamento da origem. 1.4. Rubrica A rubrica é o nível que detalha a espécie
com maior precisão, especificando a origem dos recursos financeiros. 1.5. Alínea A alínea é o nível que
apresenta o nome da receita propriamente dita e que recebe o registro pela entrada de recursos financeiros.
1.6. Subalínea A subalínea constitui o nível mais analítico da receita, o qual recebe o registro de valor, pela
entrada do recurso financeiro, quando houver necessidade de maior detalhamento da alínea. 2. Dívida Ativa
A Dívida Ativa constitui-se em um conjunto de direitos ou créditos de várias naturezas, em favor da Fazenda
Pública, com prazos estabelecidos na legislação pertinente, vencidos e não pagos pelos devedores, por meio
de órgão ou unidade específica instituída para fins de cobrança na forma da lei. Assim, como regra geral, no
caso da União, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional – PGFN é responsável pela apuração da liquidez
e certeza dos créditos da União, tributários ou não, a serem inscritos em Dívida Ativa, e pela representação
legal da União. A Dívida Ativa inscrita goza da presunção de certeza e liquidez, e tem equivalência de prova
pré-constituída contra o devedor. 12
13. 13. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA Ocorre a certeza do crédito quando não há controvérsia sobre sua existência; e a liquidez,
quando é determinada a importância da prestação (quantum). DESPESA PÚBLICA 1.1. Programação
Qualitativa Classificação por Esfera, Classificação Institucional, Classificação Funcional e Estrutura
Programática: 13
14. 14. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA 1.2. Programação Quantitativa A programação física define quanto se pretende desenvolver do
produto, conforme a tabela a seguir: A programação financeira define o que adquirir, com quais recursos, de
acordo com a tabela a seguir: 14
15. 15. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA 2. Componentes da Programação Qualitativa – Programa de Trabalho 2.1. Classificação por
Esfera Orçamentária A esfera orçamentária tem por finalidade identificar se o orçamento é fiscal (F), da
seguridade social (S) ou de investimento das empresas estatais (I), conforme disposto no § 5º do art. 165 da
Constituição: • o orçamento fiscal; • o orçamento de investimento; e • o orçamento da seguridade social.
2.2. Classificação Institucional A classificação institucional reflete a estrutura organizacional e administrativa
governamental e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária. O
código da classificação institucional compõe-se de cinco dígitos, sendo os dois primeiros reservados à
identificação do órgão e os demais à unidade orçamentária. 1º / 2º dígitos: identificam o órgão orçamentário;
e 3º / 4º / 5º dígitos: identificam a unidade orçamentária. 2.3. Classificação Funcional da Despesa A
classificação funcional, por funções e subfunções, busca responder basicamente à indagação “em que” área
de ação governamental a despesa será realizada. Trata-se de uma classificação independente dos 15
16. 16. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA programas, e de aplicação comum e obrigatória, no âmbito dos Municípios, dos Estados, do
Distrito Federal e da União, o que permite a consolidação nacional dos gastos do setor público. 2.3.1.
Função A classificação funcional é representada por cinco dígitos. Os dois primeiros referem-se à função,
que pode ser traduzida como o maior nível de agregação das diversas áreas de atuação do setor público. A
função está relacionada com a missão institucional do órgão, por exemplo, cultura, educação, saúde, defesa,
que guarda relação com os respectivos Ministérios. 2.3.2. Subfunção A subfunção, indicada pelos três
últimos dígitos da classificação funcional, representa um nível de agregação imediatamente inferior à função e
deve evidenciar cada área da atuação governamental, por intermédio da agregação de determinado
subconjunto de despesas e identificação da natureza básica das ações que se aglutinam em torno das
funções. Na base do SIDOR, existem dois campos correspondentes à classificação funcional, quais sejam:
3. Estrutura Programática Toda ação do Governo está estruturada em programas orientados para a
realização dos objetivos estratégicos definidos para o período do Plano Plurianual – PPA, que é de quatro
anos. 3.1. Programa O programa é o instrumento de organização da atuação governamental que articula um
conjunto de ações que concorrem para a concretização de um objetivo comum preestabelecido, mensurado
por indicadores instituídos no plano, visando a solução de um problema ou o atendimento de determinada
necessidade ou demanda da sociedade. 16
17. 17. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA 3.2. Ação Os programas são compostos de ações, que, conforme suas características, podem
ser classificadas como atividades, projetos ou operações especiais. Atividade É um instrumento de
programação utilizado para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações que
se realizam de modo contínuo e permanente, das quais resulta um produto ou serviço necessário à
manutenção da ação de Governo. Projeto É um instrumento de programação utilizado para alcançar o
objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um
produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação de Governo. Exemplo: “Implantação
da rede nacional de bancos de leite humano”. Operação Especial Enquadram-se nessa classificação as
despesas que não contribuem para a manutenção, a expansão ou o aperfeiçoamento das ações de Governo,
das quais não resulta um produto e não gera contra prestação direta em bens ou serviços. 4.2.1. Natureza
de Despesa A classificação por natureza de despesa informa a categoria econômica, o grupo a que
pertence, a modalidade de aplicação e o elemento. Na base do SIDOR o campo que se refere à natureza de
despesa contém um código composto por seis algarismos: 1º dígito: categoria econômica da despesa; 2º
dígito: grupo de natureza de despesa; e 3º /4º dígitos: modalidade de aplicação; e 5º /6º dígitos: elemento de
despesa. 17
18. 18. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA 4.2.1.1. Categoria Econômica da Despesa A despesa, assim como a receita, é classificada em
duas categorias econômicas, com os seguintes códigos: (3) - Despesas Correntes: classificam-se nessa
categoria todas as despesas que não contribuem, diretamente, para a formação ou aquisição de um bem de
capital; 3.x.yy.zz (4)- Despesas de Capital: classificam-se nessa categoria aquelas despesas que contribuem,
diretamente, para a formação ou aquisição de um bem de capital. 4.x.yy.zz 4.2.1.2. Grupo de Natureza da
Despesa É um agregador de elementos de despesa com as mesmas características quanto ao objeto de
gasto, conforme discriminado a seguir: w.1.yy.zz w.3.yy.zz w.4.yy.zz w.5.yy.zz 1 - Pessoal e Encargos
Sociais; 2 - Juros e Encargos da Dívida; 3 - Outras Despesas Correntes; 4 - Investimentos; 5 - Inversões
Financeiras; 6 - Amortização da Dívida; e 9 - Reserva de Contingência. 4.2.1.3. Modalidade de Aplicação
A modalidade de aplicação destina-se a indicar se os recursos serão aplicados mediante transferência
financeira, inclusive a decorrente de descentralização orçamentária para outras esferas de Governo, seus
órgãos ou entidades, ou diretamente para entidades privadas sem fins lucrativos e outras instituições; ou,
então, diretamente pela unidade detentora do crédito orçamentário, ou por outro órgão ou entidade no
âmbito do mesmo nível de Governo. w.x.30.zz w.x.90.zz 18
19. 19. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA 4.2.1.4. Elemento de Despesa Tem por finalidade identificar os objetos de gasto, tais como
vencimentos e vantagens fixas, juros, diárias, material de consumo, serviços de terceiros prestados sob
qualquer forma, subvenções sociais, obras e instalações, equipamentos e material permanente, auxílios,
amortização e outros que a administração pública utiliza para a consecução de seus fins. w.x.yy.01
w.x.yy.14 w.x.yy.30 w.x.yy.52 w.x.yy.61 ESTÁGIOS DA DESPESA Estágios da despesa são etapas que
devem ser observadas na realização da despesa pública. São estágios da despesa pública o empenho, a
liquidação e o pagamento. O empenho é o primeiro estágio da despesa pública. É ato emanado de
autoridade competente que cria, para o Estado, obrigação de pagamento pendente, ou não, de implemento
de condição. É a garantia de que existe o crédito necessário para a liquidação de um compromisso
assumido. O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos. É vedada a
realização de despesa sem prévio empenho. Modalidades de Empenho 1) Empenho ordinário: é o
correspondente à despesa com montante perfeitamente conhecido, cujo pagamento deva ser efetuado de
uma só vez, após sua regular liquidação. 2) Empenho estimativo: é utilizado nos casos cujo montante da
despesa não se possa determinar, podendo o pagamento ser efetuado uma única vez ou parceladamente.
Por essa razão, estima-se um valor e se estabelece um cronograma de pagamento. Os empenhos estimativos
normalmente são aqueles utilizados para despesas tais como: energia 19
20. 20. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA elétrica, telefonia, água, imprensa oficial e outras para as quais não se possa definir o valor
exato da fatura. 3) Empenho global: é o utilizado para atender despesas contratuais e outras, sujeitas a
parcelamento, cujo valor exato possa ser determinado. Exemplos: aluguéis, prestação de serviços por
terceiros etc. A diferença entre o empenho estimativo e o global é que o estimativo permite o reforço já o
global não, tendo em vista que no empenho global já se sabe o valor total da despesa enquanto que no
estimativo não. A liquidação é o segundo estágio da despesa pública. É o procedimento realizado sob a
supervisão e responsabilidade do ordenador de despesas para verificar o direito adquirido pelo credor, ou
seja, que a despesa foi regularmente empenhada e que a entrega do bem ou serviço foi realizada de maneira
satisfatória, tendo por base os títulos e os documentos comprobatórios da despesa. Essa verificação tem por
fim apurar: a) a origem e o objeto do que se deve pagar; b) a importância exata a pagar; e c) a quem se
deve pagar a importância, para extinguir a obrigação. O pagamento é o último estágio da despesa pública. É
quando se efetiva o pagamento ao ente responsável pela prestação do serviço ou fornecimento do bem,
recebendo a devida quitação. Caracteriza-se pela emissão do cheque ou ordem bancária em favor do
credor, facultado o emprego de suprimento de fundos, em casos excepcionais. O pagamento da despesa só
será efetuado quando ordenado após sua regular liquidação. CRIA OBRIGAÇÃO EMPENHO
RECONHECIMENTO DO DIREITO LÍQUIDO E CERTO LIQUIDAÇÃO PAGAMENTO
PAGAMENTO 20
21. 21. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA SUPRIMENTO DE FUNDOS O regime de adiantamento, suprimento de fundos, é aplicável
aos casos de despesas expressamente definidas em lei com a finalidade de realizar despesas que pela
excepcionalidade, a critério do Ordenador de Despesa e sob sua inteira responsabilidade, não possam
subordinar-se ao processo normal de aplicação, nos seguintes casos: • para atender despesas eventuais,
inclusive em viagem e com serviços especiais, que exijam pronto pagamento em espécie; • quando a despesa
deva ser feita em caráter sigiloso, conforme se classificar em regulamento; e para atender despesas de
pequeno vulto, assim entendidas aquelas cujo valor, em cada caso, não ultrapassar limite estabelecido em
Portaria do Ministro da Fazenda. Limite máximo para concessão de SF CARTÃO DE PAGAMENTO
CONTA-CORRENTE Limite de concessão Obras e serviços de engenharia R$ 15.000,00 R$ 7.500,00
Compras e serviços R$ 8.000,00 R$ 4.000,00 Limite de despesa por NF Obras e serviços de engenharia
R$ 1.500,00 R$ 375,00 Compras e serviços R$ 800,00 R$ 200,00 21
22. 22. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA É vedado o fracionamento de despesa ou do documento comprobatório, para adequação dos
valores constantes dos limites máximos para realização de despesa de pequeno vulto em cada NOTA
FISCAL/FATURA/RECIBO/CUPOM FISCAL. O valor do Suprimento de Fundos inclui os valores
referentes às Obrigações Tributárias e de Contribuições, não podendo em hipótese alguma ultrapassar os
limites estabelecidos quando se tratar de despesas de pequeno vulto. Excepcionalmente, a critério da
autoridade de nível ministerial, desde que caracterizada a necessidade em despacho fundamentado, poderão
ser concedidos suprimentos de fundos em valores superiores aos fixados como limites máximos. Ao servidor
responsável por dois suprimentos é vedada a concessão de SF; O servidor que tenha a seu cargo a guarda
ou utilização do material a adquirir, como, por exemplo, o responsável pelo almoxarifado, não poderá ser
suprido, salvo quando não houver outro servidor que possa sê-lo; Ao servidor declarado em alcance.
Significa o servidor que não prestou contas no prazo legal ou que teve suas contas recusadas ou impugnadas
em virtude de prática de ato ilegal. A concessão de suprimento de fundos deverá respeitar os estágios da
despesa pública: empenho, liquidação e pagamento. É vedada a aquisição de material permanente por
suprimento de fundos. RESTOS A PAGAR Os restos a pagar constituem compromissos financeiros
exigíveis que compõem a dívida flutuante e podem ser caracterizados como as despesas empenhadas, mas
não pagas até o dia 31 de dezembro de cada exercício financeiro. 22
23. 23. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA Os Restos a Pagar distinguem-se em Processados e Não-Processados Restos a Pagar
Processados são as despesas legalmente empenhadas cujo objeto do empenho já foi recebido, ou seja,
aquelas cujo segundo estágio da despesa (liquidação) já ocorreu, caracterizando-se como os compromisso
do Poder Público de efetuar os pagamento aos fornecedores. Restos a Pagar Não-Processados são as
despesas legalmente empenhadas que não foram liquidadas e nem pagas até 31 de dezembro do mesmo
exercício, ou seja, verifica que não ocorreu o recebimento de bens e serviços no exercício de emissão do
empenho. DESPESAS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES (DEA) São as despesas relativas a exercícios
encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio, com dotação suficiente para
atendê-las, mas que não se tenham processado na época própria, bem como os restos a pagar com
prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício
correspondente. Poderão ser pagos, à conta de dotação específica consignada no orçamento, discriminada
por elemento, obedecida, sempre que possível, a ordem cronológica. CONTA ÚNICA DO TESOURO
NACIONAL A criação de uma conta única teve o seu início com o advento da Lei nº 4.320/64, em seu
artigo 56. Art. 56. O recolhimento de todas as receitas far-se-á em estrita observância ao princípio da
unidade de tesouraria, vedada qualquer fragmentação para criação de caixas especiais. 23
24. 24. AFO PROF. GUSTAVO BICALHO FERREIRA RESUMÃO Prof. GUSTAVO BICALHO
FERREIRA Conta mantida pelo Tesouro Nacional no Banco Central do Brasil e movimentada com
concurso do Banco do Brasil ou por agentes financeiros credenciados. Tem por finalidade centralizar todas
as disponibilidades de caixa da União que se achem à disposição das unidades gestoras do Sistema
Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI). LICITAÇÕES: MODALIDADE
DISPENSA E INEXIGIBILIDADE • Licitação DISPENSADA: a lei desobriga expressamente a
Administração do dever de licitar. Licitação DISPENSÁVEL: embora possível, não é obrigatória, porém a
lei determina quais as hipóteses. INEXIGIBILIDADE de licitação: é impossível pela inviabilidade de
competição. 24

Recomendadas

Office 365 esencial: Implementación Espanhol


Curso on-line - LinkedIn Learning
Formación de portavoces Espanhol
Curso on-line - LinkedIn Learning

Comunicación y prensa. Trucos semanales Espanhol


Curso on-line - LinkedIn Learning
Resumo de AFO para Concurso TCM-RJ 2016
Estratégia Concursos

The AI Rush
Jean-Baptiste Dumont

AI and Machine Learning Demystified by Carol Smith at Midwest UX 2017


Carol Smith

10 facts about jobs in the future


Pew Research Center's Internet & American Life Project

Harry Surden - Artificial Intelligence and Law Overview


Harry Surden

Inside Google's Numbers in 2017


Rand Fishkin

Pinot: Realtime Distributed OLAP datastore


Kishore Gopalakrishna

English
Español
Português
Français
Deutsch

Sobre nós
Desenvolvedores e API
Blog
Termos
Privacidade
Direitos Autorais
Suporte

LinkedIn Corporation © 2019

Compartilhar painel de recortes

Facebook
Twitter
LinkedIn

Link

Painéis de recortes públicos que contêm este slide

Nenhum painel de recortes público que contém este slide

Selecionar outro painel de recortes

Parece que você já adicionou este slide ao painel


Pesquisar painel de recortes

Criar painel de recortes

Você recortou seu primeiro slide!

Recortar slides é uma maneira fácil de colecionar slides importantes para acessar mais tarde. Agora, personalize o
nome do seu painel de recortes.

Nome* Os melhores slides


Descrição Adicione uma breve descrição para o painel de recortes.
Visibilidade
Outras pessoas podem visualizar meu painel de recortes
Cancelar Salvar
Compartilhar document