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11/07/2019 Golfinho – Wikipédia, a enciclopédia livre

Golfinho
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Os golfinhos, delfins, peixes-botos, botos ou toninhas são
animais cetáceos pertencentes às famílias Delphinidae e Golfinhos
Platanistidae.[1] São perfeitamente adaptados para viver no
ambiente aquático, sendo que existem 37 espécies conhecidas de
golfinhos de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a
Delphinus delphis.

São nadadores exímios, às vezes saltando até cinco metros acima da


água. Podem nadar a uma velocidade de até 40 quilômetros por hora e
mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste
basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 20 a 35 anos e dão à luz
um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto Golfinhos-nariz-de-garrafa no Recife dos
entre eles, como com outros animais e humanos. Golfinhos, em Eilat.

Classificação científica
Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos
cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande Reino: Animalia
variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São Filo: Chordata
extremamente brincalhões, pois nenhum animal, excepto o homem, Classe: Mammalia
tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam Ordem: Cetacea
diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação Subordem: Odontoceti
e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou
Delphinidae
biossonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por Família: Gray, 1821
entre obstáculos ou para caçar suas presas.
Géneros
Ver texto

Índice
Etimologia
Predadores
Pesca de golfinhos
Alimentação
Ecolocalização
Comportamento social
Sono
Géneros e espécies
Ver também
Referências
Ligações externas

Etimologia

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"Golfinho" procede do grego delphís, através do termo latino delphinu, com influência de "golfo (alto-mar)".[2]
"Delfim" procede do grego delphín, através do termo latino delphine.[3] "Toninha" procede do termo latino tardio
thunnina.[4]

Predadores
Os predadores dos golfinhos são as orcas, os grandes tubarões e principalmente o
homem. Os pescadores de atuns, costumam procurar por golfinhos, que também
os caçam, ocasião em que ocorre uma protocoperação. O golfinho encontra o
cardume e os pescadores jogam as redes aprisionando os peixes e deixam os
Golfinhos e sua treinadora no
golfinhos se alimentarem para depois puxarem as redes. Desse modo, ambas as
Aquário do Zoológico de
espécies se beneficiam do alimento. Porém, muitas vezes, os golfinhos acabam se
Barcelona.
enroscando nas redes, podendo morrer.

O comprimento das redes, além do necessário, assim como a poluição, também aumentam a predação.[5]

Pesca de golfinhos
Em muitos locais do mundo, os golfinhos são pescados, sendo o Japão um dos principais países onde esta prática se
mantém, embora os animais "pescados" neste país sejam, muitas vezes, vendidos para outros países, principalmente
China e Estados Unidos.

O principal motivo desta pesca é para alimentação, como um substituído para a carne de baleia, quando estas
começaram a se tornar raras. Porém muitos golfinhos e orcas também são capturados para se tornarem "atrações" em
parques aquáticos como o SeaWorld por exemplo, sendo que muitos pescas são organizadas para este fim. Porém,
mesmo nestas pescas que procuram capturar animais vivos, muitos golfinhos acabam mortos ou feridos, devido às
técnicas usadas na captura. Além disso, os animais que não servem para se tornarem "atrações" nos parques, acabam
sacrificados para serem vendidos como carne de baleia. E mesmo os que "sobrevivem" à pesca, não estão garantidos,
pois muitos não se adaptam à vida em cativeiro e acabam adoecendo ou mesmo morrendo, além de que a maioria dos
parques marinhos não tem condições de suprir todas as necessidades destes animais.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos também demonstrou que a longevidade destes animais decai muito em
cativeiro. Para piorar a situação, a reprodução deles em cativeiro é quase impossível, o que torna, a pesca de golfinhos,
"indispensável".

Entre 700 e 1,3 mil toninhas morrem anualmente em redes de pesca no estado brasileiro do Rio Grande do Sul e no
Uruguai, segundo dados do Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande. Ameaçadas de extinção,
elas estão classificadas como vulneráveis na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e
dos Recursos Naturais).[5]

Alimentação
Os golfinhos são caçadores e alimentam-se principalmente de peixe. Muitos deles caçam em grupo e procuram os
grandes cardumes de peixes.

Ecolocalização
O golfinho possui o extraordinário sentido da ecolocalização. Trata-se de um sistema acústico que lhe permite obter
informações sobre outros animais e o ambiente, pois consegue produzir sons de alta frequência ou ultrassônicos, na
faixa de 150 quilohertz, sob a forma de cliques ou estalidos. Esses sons são gerados pelo ar inspirado e expirado
através de um órgão existente no alto da cabeça, os sacos nasais ou aéreos. Os sons provavelmente são controlados,

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amplificados e enviados à frente através de


uma ampola cheia de óleo situada na nuca ou
testa, o Melão, que dirige as ondas sonoras
em feixe à frente, para o ambiente aquático.
Esse ambiente favorece muito esse sentido, Ilustração animada da
pois o som se propaga na água cinco vezes ecolocalização
mais rápido do que no ar. A frequência
desses estalidos é mais alta que a dos sons usados para comunicações e é diferente
Detalhes da anatomia –
para cada espécie.
Legenda: Verde: Ossos do
crânio, Azul: Espermacete ou
Quando o som atinge um objeto ou presa, parte é refletida de volta na forma de
Melão, Branco: Espiráculo
eco e é captado por um grande órgão adiposo ou tecido especial no seu maxilar
inferior ou mandíbula, sendo os sons transmitidos ao ouvido interno ou médio e
daí para o cérebro. Grande parte do cérebro está envolvida no processamento e na interpretação dessas informações
acústicas geradas pela ecolocalização.

Assim que o eco é recebido, o golfinho gera outro estalido. Quanto mais perto está do objeto que examina, mais rápido
é o eco e com mais frequência os estalidos são emitidos. O lapso temporal entre os estalidos permite, ao golfinho,
identificar a distância que o separa do objeto ou presa em movimento. Pela continuidade deste processo, o golfinho
consegue segui-los, sendo capaz de o fazer num ambiente com ruídos, de assobiar e ecoar ao mesmo tempo e de ecoar
diferentes objetos simultaneamente.

A ecolocalização dos golfinhos, além de permitir saber a distância do objeto e se o mesmo está em movimento ou não,
permite saber a textura, a densidade e o tamanho do objeto ou presa. Esses fatores tornam, a ecolocalização do
golfinho, muito superior a qualquer sonar eletrônico inventado pelo ser humano.

Comportamento social
Os golfinhos são mamíferos sociais. Um método historicamente utilizado para avaliar as relações sociais em animais
não humanos é calcular os coeficientes de associação entre os indivíduos. Estes índices de associação são baseados na
quantidade de tempo que dois golfinhos passam juntos contra aparte. Mas, estes valores podem não representar, com
precisão, a qualidade de uma relação entre dois indivíduos. A qualidade das relações sociais em animais
provavelmente será composta de várias dimensões diferentes, ou seja, o valor, compatibilidade e segurança.[6]

"Valor do relacionamento" refere-se a benefícios obtidos como resultado da relação


direta, medidas de compatibilidade, nível de tolerância que existe entre dois
indivíduos, natureza geral das interações sociais, medidas de segurança e
compatibilidade das interações de um par ao longo do tempo.[7] Quantificar os
contatos entre indivíduos de uma espécie em particular nas categorias de filiação
ou agonista, bem como examinar a resposta abordagem, pode ajudar a indicar as
dimensões de valor, compatibilidade e segurança[8]. Quando se trata de fazer
amigos, o comportamento homófilo[9] desempenha um papel central na formação de amizades com golfinhos. Os
golfinhos formam uma estreita amizade com outros golfinhos que têm um interesse comum.[10]

Padrão e métodos de Golfinho-de-fraser foram adaptados para um estudo mais abrangente do comportamento de
golfinhos e interações, focando no Golfinho-pintado-do-atlântico (Stenella frontalis) ao redor de Bimini, nas
Bahamas, e golfinhos-roazes (Tursiops truncatus) no Instituto Roatán para Ciências Marinhas, em Roatán, em
Honduras, para entender e caracterizar a qualidade das relações sociais entre os golfinhos. Muitos pesquisadores
concordam que os golfinhos são criaturas extremamente sociais e realmente dependem dessa interação para a caça,
acasalamento e defender-se e a seus respectivos grupos[11].

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Normalmente, os golfinhos vivem e viajam em grupos que variam entre 2-40 golfinhos. Mas os cientistas descobriram
grupos de golfinhos com várias centenas de membros. Estes grupos são chamados rebanhos ou escolas. Em alguns
casos, estes grupos maiores têm incluídos mais do que uma espécie, as quais parecem interagir bem juntos. As
espécies normalmente associadas neste grupo multiespécies são o golfinho-rotador e os golfinhos-pintados. Como os
hábitos alimentares dessas duas espécies são completamente opostos, elas são capazes de viajar juntos sem competir
por comida[12].

Assim como os humanos, os golfinhos encontram-se entre as inúmeras[13] espécies que mantêm relações sexuais por
prazer e não para procriação.[14][15][16]

Sono
Os golfinhos, por serem mamíferos e apresentarem respiração pulmonar, devem, constantemente, realizar a hematose
a partir do oxigênio presente na atmosfera. Tal fato obriga os golfinhos e muitos outros animais aquáticos dotados de
respiração pulmonar a subirem constantemente à superfície. Uma das consequências desta condição é o sono baseado
no princípio da alternação dos hemisférios cerebrais no qual somente um hemisfério cerebral torna-se inconsciente
enquanto o outro hemisfério permanece consciente, capacitando a obtenção do oxigênio da superfície.

Géneros e espécies
Nota: Alguns membros da família dos
golfinhos são designados popularmente como
baleia ou boto; por outro lado, há golfinhos
que não pertencem à família Delphinidae,
como por exemplo o golfinho-do-ganges.

Cephalorhynchus
Delfim-comum (Delphinus
Golfinho-de-Hector Golfinho-de-commerson, Cephalorhynchus delphis)
(Cephalorhynchus hectori) commersonii
Golfinho-chileno, Cephalorhynchus eutropia
Golfinho-de-heaviside, Cephalorhynchus
heavisidii
Golfinho-de-hector, Cephalorhynchus hectori
Globicephala

Baleia-piloto-de-peitorais-longas,
Globicephala melas
Baleia-piloto-de-peitorais-curtas,
Globicephala macrorhynchus
Golfinho-nariz-de-garrafa Golfinho-pintado-pantropical
(Tursiops truncatus) Grampus (Stenella attenuata)
Golfinho-de-risso, Grampus griseu
Steno

Golfinho-de-dentes-rugosos, Steno bredanensis


Sousa

Golfinho-corcunda-do-atlântico, Sousa teuszii


Golfinho-corcunda-do-índico, Sousa plumbea
Golfinho-corcunda-indopacífico, Sousa chinensis
Golfinho-do-crepúsculo
Sotalia (Lagenorhynchus obscurus)
Boto-cinza, Sotalia guianensis
Tucuxi, Sotalia fluviatilis [17]
Tursiops

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Golfinho-roaz ou Golfinho-nariz-de-garrafa, Tursiops truncatus


Golfinho-flíper-comum, Tursiops aduncus
Stenella

Golfinho-pintado-pantropical, Stenella attenuata


Golfinho-pintado-do-atlântico, Stenella frontalis
Orca (Orcinus orca)
Golfinho-rotador, Stenella longirostris
Golfinho-clímene, Stenella clymene
Golfinho-listrado, Stenella coeruleoalba
Delphinus

Delfim-comum ou Golfinho-comum-de-bico-curto, Delphinus delphis


Golfinho-comum-de-bico-longo, Delphinus capensis
Golfinho-comum-de-bico-muito-longo, Delphinus tropicalis
Orcinus

Orca ou Baleia-assassina, Orcinus orca


Lagenorhynchus

Golfinho-de-bico-branco, Lagenorhynchus albirostris


Golfinho-de-laterais-brancas-do-atlântico, Lagenorhynchus acutus
Golfinho-de-laterais-brancas-do-pacífico, Lagenorhynchus obliquidens
Golfinho-do-crepúsculo, Lagenorhynchus obscurus
Golfinho-de-peale, Lagenorhynchus australis
Golfinho-ampulheta, Lagenorhynchus cruciger

Ver também
Lista de cetáceos por população
Uso de ferramentas por animais

Referências
1. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1
296, 1 688.
2. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p.
856.
3. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p.
531.
4. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1
688.
5. Redes de pesca matam entre 700 e 1,3 mil toninhas ao ano (http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/2010031
5/not_imp524316,0.php) - O Estado de S.Paulo, 15 de março de 2010 (visitado em 15-3-2010)
6. First record of Fraser’s dolphin Lagenodelphis hosei for the Dutch Caribbean (http://www.dcbd.nl/sites/www.dcbd.
nl/files/documents/witte%2520et%2520al%25202012.pdf%7C) por Richard H. Witte1 et al publicado na Marine
Biodiversity Records, pg. 1 a 4. Ed. Marine Biological Association of the United Kingdom de 2012
(doi:10.1017/S1755267212000279; Vol. 5; e46)
7. Fraser & Bugnyar, 2010
8. Scientists reveal dolphins' diplomatic social behaviour (http://phys.org/news196959293.html%7C) por Bruno Diaz
em 28-jun-2010
9. Ferguson, Niall (August 15, 2017). «The False Prophecy of Hyperconnection» (https://www.foreignaffairs.com/arti
cles/2017-08-15/false-prophecy-hyperconnection). Foreign Affairs. Consultado em October 1, 2017. "Ao mesmo
tempo, pássaros de uma pena voam juntos. Por causa do fenômeno conhecido como “homofilia”, ou atração por
similaridade, as redes sociais tendem a formar grupos de nódulos com propriedades ou atitudes semelhantes."
Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
10. Dolphins form friendships through shared interests just like us - When it comes to making friends, it appears dolphins are
just like us and form close friendships with other dolphins that have a common interest. (https://www.techexplorist.com/dolphins
-friendships-through-shared-interests-just-like-us/24013/) por Amit Malewar (2019) (em inglês)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Golfinho 5/6
11/07/2019 Golfinho – Wikipédia, a enciclopédia livre

11. DOLPHIN SOCIAL STRUCTURE (http://www.dolphins-world.com/dolphin-social-structure/%7C)


12. Dusky dolphin (Lagenorhynchus obscurus) feeding tactics and multi-species associations (http://www.researchgat
e.net/publication/228676119_Dusky_dolphin_(Lagenorhynchus_obscurus)_feeding_tactics_and_multi-species_as
sociations%7C) por Robin L. Vaughn et al no Jornal "New Zealand Journal of Marine and Freshwater Research"
(N Z J MAR FRESHWATER RES 01/2007; 41(4). DOI: 10.1080/00288330709509929)
13. Animais têm prazer no sexo (http://www.istoe.com.br/reportagens/23129_ANIMAIS+TEM+PRAZER+NO+SEXO).
"Isto É", Edição n. 1912 de 14 de junho de 2006. Endereço eletrônico acessado em 28-11-2015:
http://www.istoe.com.br/reportagens/23129_ANIMAIS+TEM+PRAZER+NO+SEXO
14. Não somos a única espécie que faz sexo por prazer (http://super.abril.com.br/ciencia/nao-somos-a-unica-especie-
que-faz-sexo-por-prazer)
15. 6 fatos assustadores sobre golfinhos (http://hypescience.com/6-fatos-assustadores-sobre-golfinhos/)
16. Sexy Beasts and Devoted Mums: Narrating Nature through Dolphin Tourism (em inglês) (http://epn.sagepub.com/
content/40/5/1219.abstract?id=a38424)
17. «dx.doi.org/10.1644/1545-1542(2002)083%3C0125:SSASDI%3E2.0.CO;2» (http://dx.doi.org/10.1644/1545-1542
(2002)083%3C0125:SSASDI%3E2.0.CO;2). doi:10.1644/1545-1542(2002)083%3C0125:ssasdi%3E2.0.co;2 (http
s://dx.doi.org/10.1644%2F1545-1542%282002%29083%253C0125%3Assasdi%253E2.0.co%3B2)

Ligações externas
"O Mundo dos Golfinhos" - Página pessoal com Informação e Fotografias dos Golfinhos. (http://golfinhos.paginas.
sapo.pt)
"golfinhos.net" - Toda a informação sobre golfinhos. (http://golfinhos.net)
The Bottlenose Dolphin Research Institute BDRI: Dolphins, Education and Research (http://www.thebdri.com)
"Golfinhos do Litoral Gaúcho" - Projetos, Pesquisas e Informações (http://tursiops.br.googlepages.com)
Uma baleia consegue viver em água doce? (http://ciencia.hsw.uol.com.br/baleia-agua-doce.htm) (em português)
no ComoTudoFunciona.
Sobre a pesca de golfinhos (http://www.wspabrasil.org/latestnews/2008/Dia-do-Golfinho.aspx)
Danos que a vida em tanques causam à golfinhos e orcas (http://borntobewild.no.sapo.pt/parquesaquaticos.htm)
Golfinhos de Portugal (http://naturdata.com/taxa/Animalia/Chordata/Mammalia/Cetacea/Delphinidae)
http://www.botos.org/ - Projeto científico de conservação de golfinhos de rio na Amazônia, Brasil, da Universidade
Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Estudo da ecologia e conservação de golfinhos de rio e das matanças
desenfreadas de golfinhos para uso da sua carne e órgãos como isca de um peixe omnívoro chamado
piracatinga (Calophysus macropterus) e confecção de afrodisíacos.

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