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O TRATAMENTO PSICOPEDAGÓGICO

Acerca do tratamento psicopedagógico, Fernandez (1987) os divide como:


1. sintomático;
2. situacional
3. operativo.
No entanto, sugere técnicas embasadas em objetivos para uma
intervenção, garantindo o seu cumprimento como um todo.

O diagnóstico, nada mais é do que uma relação entre o aprendente


(aluno) e o ensinante (professor) ou instituição escolar, que permite o acesso à
relação do sujeito com o conhecimento, face aos aspectos corporais, intelectuais
e afetivos.

Fernandez por sua vez, propõe um olhar clínico para os problemas de


aprendizagem, revelado sobre a atitude que se resume em escutar e traduzir o
material trazido pelo cliente.

Macedo (1992) apresenta o uso de jogos de regras com um propósito


psicopedagógico, pois estes apresentam uma situação-problema, um resultado e
um conjunto de regras que determinam os limites dentro dos quais a situação-
problema e os resultados serão considerados. O autor detalha que “os jogos
permitem à criança produzir e compreender situações no binômio “réussir” e
“comprendre”, de Piaget”.

Atualmente podem ser entendidas como intervenções


psicopedagógicas:
1. Estratégias que visam à recuperação, por parte das crianças, os
conteúdos escolares avaliados como deficitários;

2. procedimentos de orientação de estudos (organização, disciplina, etc.);

3. atividades como brincadeiras, jogos de regras e dramatizações


realizadas na escola e fora dela, com o objetivo de promover a plena expressão
dos afetos e o desenvolvimento da personalidade de crianças com e sem
dificuldades de aprendizagem;

4. atendimentos em consultório de crianças com dificuldades de


aprendizagem na escola (encaminhamentos feitos pela própria escola); e

5. pesquisa de instrumentos que podem ser utilizados para auxiliar o


processo de aprendizagem de crianças, bem como o seu desenvolvimento, no
que se refere à inteligência e afetividade.

Nesta condição, têm-se uma ideia conjuntural sobre o papel do profissional,


partindo da premissa de afirmação, sabendo-se que a intervenção advém da
necessidade imperiosa na resolução de problemas e, principalmente, na
construção de um diagnóstico preciso.