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AULA 01

O fim do homem: dar glória a Deus, conhecê-Lo e amá-Lo


Compêndio do Catecismo

 1. Qual é o desígnio de Deus acerca do homem?

 Deus, infinitamente perfeito e bem-aventurado em si mesmo, num desígnio de pura bondade, criou livremente
o homem para o tornar participante da sua vida bem-aventurada. Na plenitude dos tempos, Deus Pai enviou o
seu Filho, como Redentor e Salvador dos homens caídos no pecado, convocando-os à sua Igreja e tornando-os
filhos adoptivos por obra do Espírito Santo e herdeiros da sua eterna bem - -aventurança.

Ser cristão: pertencer a uma família

 O baptismo é como um segundo nascimento, que nos introduz na família da Igreja.


 Temos de sentir o orgulho de pertencer à Igreja.
 A Igreja ensina-nos muitas coisas: as mais importantes, as únicas verdadeiramente importantes.

Ideias principais

1. Para que estamos na terra


 Os cristãos têm a sorte de o saber: Cristo o pregou e a Igreja no-lo ensina.
 Resposta às perguntas fundamentais:

 De onde venho.
 Quem sou.
 A onde vou.

2. De onde vimos

 Deus criou livremente o homem.


 Criou-o para que participe na sua vida bem-aventurada: na sua felicidade.
 Cada homem foi criado por Deus com a colaboração de seus pais: VIMOS DE DEUS.

3. Quem somos

 Deus está continuamente junto do homem: chama-o e ajuda-o a encontrá-Lo.


 Criados à imagem e semelhança de Deus.
 Filhos adoptivos de Deus pelo baptismo.
 SOU FILHO DE DEUS.

4. Até onde vamos

 Deus criou o homem para que O sirva livremente nesta vida e goze d’Ele depois, para sempre no céu.
 Até onde vão os cristãos? AO CÉU.
 Se não conseguimos esta meta, a nossa vida será um fracasso.

5. Para que existe o homem

 Eu existo para dar glória a Deus: para manifestar a Sua bondade e o Seu amor.
 Deus não tem outra razão para criar.
 O homem responde com amor ao amor de Deus: nisso consiste a sua felicidade.

6. Devemos conhecer a doutrina cristã

 Devemos conhecer os ensinamentos de Jesus Cristo, porque é:

 Nosso Deus.
 Nosso Mestre.
 Nosso Modelo.

 Os Seus ensinamentos mostram o caminho para conhecer e amar a Deus, ser felizes nesta vida e depois
eternamente na outra.

7. Partes principais da doutrina cristã

1. As verdades da nossa fé, no SÍMBOLO DA FÉ ou CREDO.


2. A celebração da fé, na LITURGIA e OS SACRAMENTOS.
3. Que quer Deus que façamos para ser felizes e tornar felizes os outros, na MORAL CRISTÃ nos
MANDAMENTOS.
4. O sentido e a importância da oração, na ORAÇÃO NA VIDA CRISTÃ.

Propósitos de vida cristã

Um propósito para avançar

 Pôr empenho em conhecer muito bem e praticar a doutrina cristã.


 Aparte de outros momentos do dia, fazer o sinal da cruz - o sinal do cristão - ao levantar-se e ao deitar-se.

AULA 02

Deus sai ao encontro do homem: a Revelação


Compêndio do Catecismo

 6. O que é que Deus revela ao homem?

 Deus revela-se ao homem, na sua bondade e sabedoria. Mediante acontecimentos e palavras, Deus revela-se a
Si mesmo e ao seu desígnio de benevolência, que Ele, desde a eternidade, preestabeleceu em Cristo a favor dos
homens. Tal desígnio consiste em fazer participar, pela graça do Espírito Santo, todos os homens na vida divina,
como seus filhos adoptivos no seu único Filho.

Introdução

 Nas Confissões, Santo Agostinho proclama:


 “Tu és grande, Senhor, e mui digno de louvor: grande é o Teu poder, e a Tua sabedoria não tem medida
(...). E o homem, pequena parte da Tua criação, quer louvar-Te. Tu mesmo o incitas a isso, fazendo
com que encontre as delícias no Teu louvor, porque nos fizeste, Senhor, para Ti, e o nosso coração está
inquieto até que descanse em Ti".

Ideias principais

1. O desejo de Deus no coração

 O desejo de Deus está inscrito no coração do homem.


 Deus atrai-o até Si e só n’Ele homem encontra a paz.
 O homem é um ser religioso.
 Em Deus nos movemos, existimos e somos (Actos 18, 28)

2. O esquecimento ou negação de Deus

 O homem pode esquecer-se de Deus ou inclusivamente recusá-Lo:


 Ignorância, rebelião contra o mal, afã de riquezas, mau exemplo, atitude de medo do pecador.
 Nenhum pretexto justifica o esquecimento ou a negação de Deus.

3. Pode-se conhecer a existência de Deus por meio da razão natural