UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS

FACULDADE DE ENGENHARIA - FAEN
CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO












ANALISE DA ESTRUTURA METALOGRAFICA DE FERRO-CARBONO



















DOURADOS/MS
NOVEMBRO/2010
2

AISSAR MURAD NETO















Relatório de Ciência e Tecnologia dos Materiais
Relatório elaborado por solicitação
da disciplina de Ciência e
Tecnologia dos Materiais.
Professora Dra. Maria Aparecida
Garcia Tomaselli Chuba Machado.











DOURADOS/MS
NOVEMBRO/2010
3

ÍNDICE

OBJETIVOS.............................................................................................(0 3)
INTRODUÇÃO TEÓRICA......................................................................(03)
PARTE EXPERIMENTAL......................................................................(05)
Materiais Utilizados........................................................................(0 5)
Procedimento Experimental........... ................................................(06)
RESULTADOS........................................................................................(07)
COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES.......................................................(08)
BIBLIOGRAFIA........................................................ ..............................(09)



















4

OBJETIVOS
y Observar a estrutura metalográfica da liga ferrosa (ferro-carbono);
y Relacionar as estruturas microscópicas e suas propriedades com a composição
química do material;
y Observar os cuidados tomados para a execução de um ensaio metalográfico.


INTRODUÇÃO TEÓRICA
Metalografia é o estudo da forma e estrutura dos materiais metálicos. A
metalografia é uma das formas mais importantes para garantir a qualidade dos materiais
no processo de fabricação e também para a realização de estudos na formação de novas
ligas de materiais. É uma pratica complexa, pois mesmos materiais podem apresentar
diferentes morfologias dependendo do processo de fabricação e da composição química
dos mesmos.
Seu processo varia com o tipo de amostra a ser analisada e são regidas por
normas como a ABNT NBR 15454:2007 e a ABNT NBR 13284:1995, mas basicamente
são constituídas das mesmas etapas: cortar, embutir, lixar, polir e atacar quimicamente
com ácido.
Na etapa de corte tem se a preocupação para não danificar o arranjo estrutural da
superfície da amostra com o calor causado pelo atrito do corte. Para isto é muito comum
a utilização do método de corte abrasivo lubrificado, que causa danos mínimos em
relação ao tempo de necessário para o corte. Dependendo do tipo de material a ser
seccionado são utilizados diferentes tipos de discos de corte. Para materiais ferrosos
geralmente são utilizados óxidos de alumínio, chamados de alumin (Al
2
O
3
), revestidos
com baquelite.
O embutimento é utilizado para proteger as amostras frágeis, além de facilitar o
manuseio de pequenas amostras. Elas podem ser de dois tipos: quentes ou frias. O
embutimento quente é necessário quando se tem um grande número de amostras para
prepará-las e necessita-se de um alto grau de padronização. O embutimento a frio é
aceitável para um grande número de materiais, mas não todos, e para amostras
individuais.
5

Na etapa de lixamento são removidas as camadas da superfície deformada pelo
processo de corte. Este processo deve ser feito com um fluido refrigerante, geralmente
água. O objetivo é obter uma superfície plana com mínimos dados possíveis que possam
ser removidos no processo de polimento.
A etapa de polimento serve para tirar às micro imperfeições deixadas pelos
processos de lixamento. É geralmente utilizada soluções coloidais de sílica ou alumina
para dar o acabamento final.
O ataque químico consiste em fazer com que a solução de ataque reaja com
determinados elementos da amostra para surgir um contraste do material. As regiões
que sofrerem o ataque ficarão mais baixas, do que as regiões que não sofrerem o efeito
do ácido. ³Através do microscópio as regiões mais altas conseguirão difratar a luz e
aparecerão claras na micrografia. As regiões mais baixas, por estarem encobertas
pelas demais, difratarão pouca luz, que será representado por regiões mais escuras´.
Após o ataque químico a amostra deve ser limpa, para remoção dos resíduos do
ácido através de lavagem em álcool ou acetona. Posteriormente deve-se seca a amostra
através de jato de ar quente.


PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
MATERIAIS UTILIZADOS
y Acetona;
y Água;
y Álcool;
y Algodão;
y Cano PVC;
y Dissecador;
y Guardanapo de papel;
y Lixa granuladas de 100, 280, 320 e 600;
y Lixadeira Manual;
y Luva de látex;
y Microscópio metalográfico (10x ± ocular / 60x ± objetiva);
y Chapa de Vidro;
6

y Placa Petri;
y Politriz (60 hz / 1000rpm);
y Resina Epóxi;
y Secador de Cabelo;
y Solução de Nital 2% (Ácido nítrico + Álcool);
y Suspensão de Alumina (1µ);
y Vergalhão de aço (amostra de material).


MÉTODO UTILIZADO
1. Cortou-se um vergalhão de aço transversalmente;
2. Pegou-se um cano de PVC, e passou-se vaselina em uma placa de vidro,
colocou-se a amostra no centro do cano;
3. Preparou-se resina epóxi e preencheu o cano de PVC com a amostra no
centro, esperou-se um dia para o endurecimento da resina;
4. Após o endurecimento, desmoldou a amostra de ferro-carbono;
5. Utilizou-se uma lixadeira manual com água corrente para refrigerar a
amostra e á lixou na seguinte ordem de granulometria 100, 280, 320 e
600 grãos;
6. Utilizou-se movimentos lineares, com rotação de 90º na troca de uma
lixa para outra, com o objetivo de sumir com outros planos formados;
7. Após o lixamento, lavou-se a amostra com água e acetona. Secou com
um secador elétrico e algodão. Guardou a mesma em um dissecador.
8. Após 5 dias, utilizou-se uma politriz na freqüência de 10 Hz com uma
solução de água e alumina 1ࣆ paia polii a amostiaǢ
9. Lavou-se a amostra com acetona e secou com um secador elétrico e
algodão.
10. Com uma placa de petri, despejou-se uma solução de Nital 2% (2% ácido
nítrico, 98% álcool) na mesma;
11. Imergiu-se a amostra de aço com a resina na solução de Nital por
aproximadamente 7 segundos;
7

12. Após a imersão, retirou-se a amostra da solução e lavou a mesma com
acetona;
13. Secou à mesma com um secador elétrico e algodão;
14. Usou-se um microscópio metalográfico para a visualização da amostra,
com regulagem na objetiva de 60X e na ocular de 10X.


RESULTADOS
A amostra G1 (figura 1a) foi utilizada como amostra de controle, e a amostra SG
(figura 1b) foi confeccionada para este trabalho.

Figura 1a: Amostra de controle (G1)
8


Figura 1b: Amostra confeccionada (SG)

Em comparação com a amostra de controle é possível verificar que a amostra SG
ficou dentro do padrão, que permitiu a visualização da estrutura metalográfica do
material.
O tempo de 7 segundos na solução ácida foi suficiente para dar o contraste
necessário na estrutura química do material.
Em SG é possível visualizar os veios de ferrita (ferro-Į e grafita livre) que
compõem o contorno dos grãos. A ferrita é uma solução sólida de carbono em ferro
cristalizado no sistema CCC.
Em pequenas quantidades é possível visualizar cementitas (pequenos grânulos
escuros), também denominadas carbonetos de ferro (Fe
3
C) com teor de carbono acima
de 6%, que dá cor característica.
Essas estruturas cristalinas em suas proporções e formas são obtidas durante o
processo de fabricação do material e do seu grau de impureza. O processo e o método
de fabricação influenciam na estrutura e arranjo químico de tal forma que é possível dar
9

novas características mecânicas ao mesmo material, apenas mudando o método de
fabricação.


CONCLUSÃO
Conclui-se que é necessário muito cuidado para a obtenção de uma amostra para
analise metolográfica, mas que todo este cuidado é recompensado pelas informações
que a analise pode dar sobre o material, tanto sobre o processo de fabricação, tanto
sobre a quantificação das características mecânicas ou outras. Percebe-se que, os
materiais podem se arranjarem de diversas maneiras, formando estruturais atômicas
diferentes com os mesmos elementos químicos (alotrópicos), que são indicadas pelas
formas e cores dos grãos diferenciados na analise metalográfica.


BIBLIOGRAFIA
CIENCIA DOS MATERIAIS MULTIMIDIA. Disponível em:
<http://www.cienciadosmateriais.org/index.php?acao=exibir&cap=13&top=114#>.
Acesso em: 13 novembro 2010.
ANÁLISE METALOGRÁFICA E TRATAMENTO QUÍMICO DE MATERIAIS
METÁLICOS FERROSOS. Disponível em:
<http://www.aaende.org.ar/sitio/biblioteca/material/PDF/COTE106.PDF>. Acesso em:
13 novembro 2010.
PREPARACAO DE AMOSTRAS METALOGRÁFICAS. Disponível em:
<http://bf.no.sapo.pt/cmi/PrepMetalograf-4.PDF>. Acesso em: 13 novembro 2010.


10

CARACTERIZAÇÃO METALOGRÁFICA DE UM AÇO AISI H13 POR MEIO
DE MATALOGRAFIA CONVENCIONAL E CONTRASTE POR
INTERFERENCIA DIFERENCIAL (DIC). Disponível em: <
http://www.metallum.com.br/17cbecimat/resumos/17Cbecimat-302-025.pdf>. Acesso
em: 13 novembro 2010.
METALOGRAFIA PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS. Disponível em: <
http://www.urisan.tche.br/~lemm/metalografia.pdf>. Acesso em: 13 novembro 2010.
CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS. Disponível em: <
http://adeir.webs.com/relatrios.htm>. Acesso em: 13 novembro 2010.
FERROS E AÇOS ± FERRO FUNDIDO. Disponível em: <
http://www.mspc.eng.br/ciemat/aco230.shtml>. Acesso em: 13 novembro 2010.
TERMINOLOGIA. Disponível em: < http://www.spectru.com.br/terminologia.pdf>.
Acesso em: 13 novembro 2010.
LIGAS: DIAGRAMA DE FASES. Disponível em:
<http://www.eletrica.ufpr.br/piazza/materiais/AdrianoAlmeida.pdf>. Acesso em: 13
novembro 2010.

AISSAR MURAD NETO Relatório de Ciência e Tecnologia dos Materiais Relatório elaborado por solicitação da disciplina de dos Ciência e Tecnologia Materiais. DOURADOS/MS NOVEMBRO/2010 2 . Professora Dra. Maria Aparecida Garcia Tomaselli Chuba Machado.

...........................................................(08) BIBLIOGRAFIA................................................................................................................... ............................................(0 5) Procedimento Experimental......................(09) 3 ...(0 6) RESULTADOS.......................................................ÍNDICE OBJETIVOS..........................................................................................................................................(05) Materiais Utilizados....................(0 3) INTRODUÇÃO TEÓRICA...(0 7) COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES....................(03) PARTE EXPERIMENTAL...................................................................................................................

revestidos com baquelite. Para isto é muito comum a utilização do método de corte abrasivo lubrificado. Dependendo do tipo de material a ser seccionado são utilizados diferentes tipos de discos de corte. e para amostras individuais. Na etapa de corte tem se a preocupação para não danificar o arranjo estrutural da superfície da amostra com o calor causado pelo atrito do corte. 4 . chamados de alumin (Al2 O3). Para materiais ferrosos geralmente são utilizados óxidos de alumínio. mas basicamente são constituídas das mesmas etapas: cortar. Seu processo varia com o tipo de amostra a ser analisada e são regidas por normas como a ABNT NBR 15454:2007 e a ABNT NBR 13284:1995 . polir e atacar quimicamente com ácido. A metalografia é uma das formas mais importantes para garantir a qualidade dos materiais no processo de fabricação e também para a realização de estudos na formação de novas ligas de materiais. embutir. Elas podem ser de dois tipos: quentes ou frias. além de facilitar o manuseio de pequenas amostras. mas não todos. O embutimento a frio é aceitável para um grande número de materiais. Observar os cuidados tomados para a execução de um ensaio metalográfico. O embutimento é utilizado para proteger as amostras frágeis. É uma pratica complexa. Relacionar as estruturas microscópicas e suas propriedades com a composição química do material. O embutimento quente é necessário quando se tem um grande número de amostras para prepará-las e necessita-se de um alto grau de padronização.OBJETIVOS y y Observar a estrutura metalográfica da liga ferrosa (ferro-carbono). pois mesmos materiais podem apresentar diferentes morfologias dependendo do processo de fabricação e da composição química dos mesmos. que causa danos mínimos em relação ao tempo de necessário para o corte. y INTRODUÇÃO TEÓRICA Metalografia é o estudo da forma e estrutura dos materiais metálicos. lixar.

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL MATERIAIS UTILIZADOS y y y y y y y y y y y y Acetona. 320 e 600. Chapa de Vidro. Microscópio metalográfico (10x ± ocular / 60x ± objetiva). 280. As regiões que sofrerem o ataque ficarão mais baixas. Álcool. Após o ataque químico a amostra deve ser limpa. 5 . Algodão. geralmente água. O objetivo é obter uma superfície plana com mínimos dados possíveis que possam ser removidos no processo de polimento. ³Através do microscópio as regiões mais altas conseguirão difratar a luz e aparecerão claras na micrografia. Posteriormente deve-se seca a amostra através de jato de ar quente. É geralmente utilizada soluções coloidais de sílica ou alumina para dar o acabamento final. Lixadeira Manual. O ataque químico consiste em fazer com que a solução de ataque reaja com determinados elementos da amostra para surgir um contraste do material. difratarão pouca luz. A etapa de polimento serve para tirar às micro imperfeições deixadas pelos processos de lixamento.Na etapa de lixamento são removidas as camadas da superfície deformada pelo processo de corte. As regiões mais baixas. por estarem encobertas pelas demais. Dissecador. para remoção dos resíduos do ácido através de lavagem em álcool ou acetona. Lixa granuladas de 100. Cano PVC. do que as regiões que não sofrerem o efeito do ácido. que será representado por regiões mais escuras´. Luva de látex. Este processo deve ser feito com um fluido refrigerante. Água. Guardanapo de papel.

Politriz (60 hz / 1000rpm). Suspensão de Alumina (1µ). 5. Secou com um secador elétrico e algodão. 4. utilizou-se uma politriz na freqüência de 10 Hz com uma solução de água e alumina 1 ’ƒ”ƒ’‘Ž‹”ƒƒ‘•–”ƒ 9.y y y y y y y Placa Petri. Cortou-se um vergalhão de aço transversalmente. Após 5 dias. 320 e 600 grãos. 10. Utilizou-se movimentos lineares. lavou-se a amostra com água e acetona. Utilizou-se uma lixadeira manual com água corrente para refrigerar a amostra e á lixou na seguinte ordem de granulometria 100. 6. com rotação de 90º na troca de uma lixa para outra. Resina Epóxi. Com uma placa de petri. 7. Vergalhão de aço (amostra de material). despejou-se uma solução de Nital 2% (2% ácido nítrico. Secador de Cabelo. 6 . 280. Imergiu-se a amostra de aço com a resina na solução de Nital por aproximadamente 7 segundos. Guardou a mesma em um dissecador. 8. Lavou-se a amostra com acetona e secou com um secador elétrico e algodão. Solução de Nital 2% (Ácido nítrico + Álcool). Após o endurecimento. 11. com o objetivo de sumir com outros planos formados. colocou-se a amostra no centro do cano. Pegou-se um cano de PVC. Após o lixamento. Preparou-se resina epóxi e preencheu o cano de PVC com a amostra no centro. 98% álcool) na mesma. esperou-se um dia para o endurecimento da resina. 3. MÉTODO UTILIZADO 1. 2. desmoldou a amostra de ferro-carbono. e passou-se vaselina em uma placa de vidro.

com regulagem na objetiva de 60X e na ocular de 10X. RESULTADOS A amostra G1 (figura 1a) foi utilizada como amostra de controle. e a amostra SG (figura 1b) foi confeccionada para este trabalho. 13. Após a imersão. Figura 1a: Amostra de controle (G1) 7 . 14. Secou à mesma com um secador elétrico e algodão. retirou-se a amostra da solução e lavou a mesma com acetona. Usou-se um microscópio metalográfico para a visualização da amostra.12.

também denominadas carbonetos de ferro (Fe3C) com teor de carbono acima de 6%. O tempo de 7 segundos na solução ácida foi suficiente para dar o contraste necessário na estrutura química do material. Essas estruturas cristalinas em suas proporções e formas são obtidas durante o processo de fabricação do material e do seu grau de impureza. que dá cor característica. que permitiu a visualização da estrutura metalográfica do material. O processo e o método de fabricação influenciam na estrutura e arranjo químico de tal forma que é possível dar 8 e grafita livre) que compõem o contorno dos grãos. A ferrita é uma solução sólida de carbono em ferro . Em SG é possível visualizar os veios de ferrita (ferrocristalizado no sistema CCC. Em pequenas quantidades é possível visualizar cementitas (pequenos grânulos escuros).Figura 1b: Amostra confeccionada (SG) Em comparação com a amostra de controle é possível verificar que a amostra SG ficou dentro do padrão.

BIBLIOGRAFIA CIENCIA DOS MATERIAIS MULTIMIDIA.PDF>.php?acao=exibir&cap=13&top=114#>. formas e cores dos grãos diferenciados na analise metalográfica. tanto sobre a quantificação das características mecânicas ou outras.aaende. Acesso em: 13 novembro 2010. Acesso em: <http://bf.ar/sitio/biblioteca/material/PDF/COTE106.pt/cmi/PrepMetalograf-4. Acesso em: 13 novembro 2010. tanto sobre o processo de fabricação. os materiais podem se arranjarem de diversas maneiras. Percebe-se que.org/index. 9 .sapo. mas que todo este cuidado é recompensado pelas informações que a analise pode dar sobre o material. Disponível em: FERROSOS. PREPARACAO DE AMOSTRAS METALOGRÁFICAS.no. ANÁLISE METALOGRÁFICA E TRATAMENTO QUÍMICO DE MATERIAIS METÁLICOS 13 novembro 2010. Disponível em: <http://www.org. Disponível em: <http://www.PDF>. CONCLUSÃO Conclui-se que é necessário muito cuidado para a obtenção de uma amostra para analise metolográfica. formando estruturais atômicas diferentes com os mesmos elementos químicos (alotrópicos) que são indicadas pelas . apenas mudando o método de fabricação.novas características mecânicas ao mesmo material.cienciadosmateriais.

br/piazza/materiais/AdrianoAlmeida.com. Acesso em: 13 novembro 2010. Disponível em: < http://adeir.pdf>. FERROS E AÇOS ± FERRO FUNDIDO. Disponível em: < http://www.metallum.br/17cbecimat/resumos/17Cbecimat-302-025. Disponível em: <http://www.tche. Acesso em: 13 novembro 2010. CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS.br/~lemm/metalografia. Acesso em: 13 novembro 2010. Disponível em: < DIFERENCIAL http://www.ufpr. Disponível em: < http://www. METALOGRAFIA PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS. LIGAS: DIAGRAMA DE FASES.urisan.mspc. Acesso em: 13 novembro 2010.com.shtml>.CARACTERIZAÇÃO METALOGRÁFICA DE UM AÇO AISI H13 POR MEIO DE MATALOGRAFIA CONVENCIONAL (DIC). Acesso em: 13 novembro 2010.pdf>.br/ciemat/aco230.pdf>. E CONTRASTE Disponível em: POR < Acesso INTERFERENCIA em: 13 novembro 2010. http://www.eng.com/relatrios.eletrica.pdf>. TERMINOLOGIA. 10 .htm>.br/terminologia.webs.spectru.