APOSENTADORIA POR IDADE Conceito: substituidor de renda concedido ao seg. que atinge a idade prevista em lei.

Evento determinante: é a idade avançadaredução para o trabalhador rural e o garimpeiro (5 anos). artigos 48 a 51 da Lei 8.213/91 e artigos 51 a 55 do Decreto 3.048/99. Beneficiários: Todos os segurados têm direito a aposentadoria por idade. segurado urbano: 65 anos homem/60 anos mulher. trabalhador rural e garimpeiro: 60 anoshomem/55 anosmulher. Segurados enquadrados como trabalhador rural: O empregado rural (contratado pela pessoa física e jurídica que exerce uma atividade agrícola); O prestador de serviço rural (bóia-fria)=contribuinte individual; Trabalhador avulso rural; Segurado especial (até quatro módulos fiscais; não pode ter empregado permanente). o trabalhador rural: deve comprovar o efetivo exercício de atividade rural, ainda que de forma descontínua, no período imediatamente anterior ao requerimento do benefício por tempo igual ao nº de meses de contribuição correspondente a carência exigida para concessão do benefício. Carência: Regra permanente - filiados a partir de 25 /07/1991devem cumprir a carência de 180 contribuições mensais. Regra de transição –filiados até 24/07/991 devem cumprir a carência prevista na Tabela do art. 142 da lei 8.213/91. Segurados dispensados da carência:trabalhadores rurais mas devem comprovar o exercício de atividade rural e a renda mensal do benefício corresponderá a 1 (um) salário mínimo. Garimpeiro tem que cumprir a carência. Data de início do benefício: P/segurado empregado,inclusive doméstico: a partir da data do desligamento do empregoquando requerida até esta data; até 90 dias depois dela. A partir da data do requerimentoquando não houver desligamento do emprego;  for requerida em prazo superior a 90 dias da data de desligamento do emprego. demais segurados: será devida a partir da data do requerimento. Espécies: Voluntária: requerida pelo próprio segurado. Compulsória:requerida pela empresa. Exige cumprimento de carência e ter 70 anoshomem; 65 mulher. tem direito à indenização. Decorrente de transformação de aposentadoria por invalidez ou auxilio doença: quando o segurado atingiu a idade mínima e cumpriu a carência. RMI= 70% do SDB + de 1% ( a cada 12 contribuições) do SDB, não ultrapassando 100% do SDB. APOSENTADORIA ESPECIAL Conceito: substituidor de renda concedido ao seg. que tiver trab. Efetiv. exposto a condições especiais que prejudiquem sua saúde ou integridade física durante 15, 20 ou 25 anos. Evento determinante:trabalho efetiv. exposto a condições especiais prejudiciais a saúde ou integridade física do segurado por um período mínimo de tempo fixado em lei. Disciplina legal:arts. 57 e 58 da Lei 8213/91 e arts. 64 e 70 do decreto 3048/99. Beneficiários empregado O segurado trabalhador avulso Contribuinte individual, filiado a cooperativa de trabalho ou de produção. Requisitos para a concessão:

2. nos arts. converte apenas a minoritária. EVENTO DETERMINANTE: Comprovar e atingir o tempo de contribuição mínimo exigido em lei. 52 a 56 da Lei 8213/91. 3048/99 e na ECnº 20/98. Renda mensal inicial=100% do SDB. Seg. Modalidades e seus requisitos: proventos integrais: após 16/12/1998: .dispensados da carência:trabalhadores rurais mas devem comprovar o exercício de atividade rural e a renda mensal do benefício corresponderá a 1 (um) salário mínimo. Empregado = a própria empresa Trabalhador avulso. exigido em lei. Observar atividade preponderante. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO CONCEITO:substituidor de renda concedido ao seg. Se o empregado trabalhou até 31/12/02 – pode se utilizar do formulário antigo. Ou quando requerido por ele. 142 da lei 8.comprovar perante o INSS o tempo de trabalho permanente não ocasional.comprovar exposição aos agentes nocivos químicos.15 anos. Regra de transição –filiados até 24/07/991 devem cumprir a carência prevista na Tabela do art. 66 do dec.que cumprir o tempo de contrib. portuário = OGMO Quem emite o PPP Trabalhador avulso NÃO portuário = sindicato da categoria Cooperado = pela cooperativa de trabalho ou de produção Adicional à contribuição social: devia pela empresaincide sobre a renumeração dos empregadoscorresponde: 6% --25 anos  9% -. BENEFICIÁRIOS: Todos os segurados têm direito.20 anos 12% -. nem intermitente em condições especiais que prejudiquem sua saúde ou integridade física durante o período mínimo. na empresa entregue ao segurado na recisão do contrato de trab. até 90 dias depois dela. 56 à 63 do Dec. A partir da data do requerimentoquando não houver desligamento do emprego. demais segurados: será devida a partir da data do requerimento. 70 do dec.Comprovação da efetiva exposição por meio do PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário (formulário) para quemm trabalhou exposto a partir de 01/01/03 não necessita de laudofeito individualmente é hidtórico laboral do trab. Conversão de tempo de serviço: 1. especial p/ especial: aplica-se a do art.inclusive doméstico: a partir da data do desligamento do empregoquando requerida até esta data. EXCETO o segurado especial quando não contribui facultativamente para a previdência social. O laudo é feito pela empresa. 2. Data de início do benefício Data de início do benefício: P/segurado empregado.filiados a partir de 25 /07/1991devem cumprir a carência de 180 contribuições mensais. físicos biológicos ou associação de agentes prejudiciais a saúde ou integridade física pelo período equivalente ao exigido 3. especial p/comum: tabela do art. DISCIPLINA LEGAL:art. mín. Cancelamento do benefício quando o segurado retorna da atividade especial Carência: Regra permanente .3048/99. 3048/99. Garimpeiro tem que cumprir a carência.  for requerida em prazo superior a 90 dias da data de desligamento do emprego.213/91.1.

Carência: Regra permanente . A partir da data do requerimentoquando não houver desligamento do emprego. EVENTO DETERMINANTE: Ocorrência do parto (23º sem. Segurados dispensados da carência:trabalhadores rurais mas devem comprovar o exercício de atividade rural e a renda mensal do benefício corresponderá a 1 (um) salário mínimo.213/91.1) 35 anos de contribuição homem/ 30 anos de contribuição mulher. DISCIPLINA LEGAL: art.mater. 2) tempo de contr. adoção ou guarda judicial de mais de uma criança  único salário maternidade (criança de menor idade). à seg.: 30 anos homem/ 25 anos mulher. 93 a 103 do Decreto 3048/99. mín.filiados a partir de 25 /07/1991devem cumprir a carência de 180 contribuições mensais. ou para a seg. da adoção ou da obtenção de guarda judicial para fins de adoção. Conceito de salário-de-beneficio aplicado aposentadoria por tempo de contribuição: o salário-de-benefício corresponde à média aritmética simples dos maiores salários-de-contribuição correspondentes a 80% de todo o período contributivo. até 90 dias depois dela. que adotar ou obtiver a guarda judicial para fins de adoção. 71 a 73 da lei 8213 /91 e nos art. demais segurados: será devida a partir da data do requerimento. Regra de transição –filiados até 24/07/991 devem cumprir a carência prevista na Tabela do art. RMI= proventos integrais : RMI= 100% do SDB. Professor exclusivo magistério 30 anos professor/25 anos profesora proventos proporcionais: até 16/2/1998--requisitos cumulativos: 1) 53 anos  homem e 48 anos  mulher. Garimpeiro tem que cumprir a carência. REQUISITOS: a) qualidade de segurada na data do parto. Data de início do benefício: P/segurado empregado. 3) Cumprir pedágio (peródo adicional= 40% do tempo que em 16/12/98 faltava para atingir o tempo de contribuição mínimo exigido.relativo a cada emprego.inclusive doméstico: a partir da data do desligamento do empregoquando requerida até esta data. SALÁRIO MATERNIDADE: CONCEITO: substituidor de renda conce. proventos proporcionais: 70% do SDB + 5% x (cada ano q supere a o tempo de contribuição mínimo) do SDB. em razão do parto. da adoção ou da obtenção de guarda judicial. certidão de nascimento do filho atestado médico no caso de aborto ./6º mês). afastamento da ativ.  for requerida em prazo superior a 90 dias da data de desligamento do emprego. até o limite de 100% do salário de benefício. O professor não tem direito à proventos proporcionais. O FATOR PREVIDENCIÁRIO F=Tc x a x [1+id+ (Tc x a)] Es 100 O fator previdenciário é de aplicação obrigatória para a aposentadoria por tempo de contribuição e de aplicação facultativa (desde que mais vantajoso para o segurado) para a aposentadoria por idade. multiplicado pelo fator previdenciário. 142 da lei 8. empregos concomitantes: faz jus ao sal. BENEFICIÁRIAS: Todas as seguradas têm direito (facultativa também). gestante durante o per.

DISCIPLINA LEGAL: arts. Matern. aborto não criminoso 02 semanas de sal. no caso de segurado empregado ou ao sindicato ou órgão gestor de mão de obra (OGMO). DATA DE INICIO DO BENEFÍCIO: p/ gestante: 28 dias antes do parto (com término 91 dias depois). A previdência só paga quando for aposentado. contribuinte individual ou facultativa 10 contribuições mensais. EXTINÇÃO: 1-decurso do período legal de sua concessão  2. . 30 dias: + 4 anos até 8 anos. da sentença de adoção ou 2. bem como aos aposentados que se enquadrem nas condições estabelecidas em lei na proporção do respectivo número de filhos ou equiparados menores de 14 anos de idade ou inválidos. CARÊNCIA: segurada empregada. termo judicial de guarda. segurada especial dispensada do cumprimento de carência (tem q. ainda que de forma descontínua nos 10 meses imediatamente anteriores ao do inicio do benefício. p/ adoção ou guarda judicial: 1. DURAÇÃO DO BENEFICIO: gestante  120 dias (28+91) prorrogável por 02 semanas mediante atestado médico específico. Também tem direito ao salário família os aposentados. mas quem paga é a empresa para o empregado ou o sindicato ou OGMO quando for trabalhador avulso. Parto antecipado. demais seguradas= não inferior a 1 sál. EVENTO DETERMINANTE:é ter filho ou equiparado (enteado e menor tutelado) menor de 14 anos de idade ou inválido. se o empregado estiver desempregado ele não tem direito ao salário-família. óbito da segurada. Para adotante ou guardiã: 120 dias: até 1ano de idade. comprovar o exercício de atividade rural. Mater / Natimorto 120 dias de sal. empregada doméstica= valor de seu último salário de contribuição. SALÁRIO FAMÍLIA: CONCEITO: natureza indenizatória pago mensalmente ao segurado empregado ou trabalhador avulso de baixa renda. segurada especial= um salário mínimo. contribuinte individual e facultativa = 1/12 avos da soma dos 12 últimos salários de contribuição apurados em período não superior a 15 meses.30 (baixa renda). BENEFICIÁRIOS:segurado empregado e o trabalhador avulso que tenham filho ou equiparado de até 14 anos de idade.atestado de óbito no caso de natimorto certidão de nascimento da criança ou termo de (conste o nome da segurada adotante ou guardiã). 81 a 92 do Decreto 3048/99. 1) salário-família é um beneficio previdenciário. no caso de trabalhador avulso. trabalhadora avulsa e empregada doméstica NÃO exige carência. INACUMULABILIDADE COM AUXÍLIO DOENÇA:será suspenso. ou inválido. REQUISITOS PARA A CONCESSÃO: certidão de nascimento do filho ou equiparado menor de 14 anos de idade ou inválido à empresa. Quando o pai e a mãe são segurados empregados ou trabalhadores avulsos ambos tem direito ao salário família. sendo substituído pelo salário maternidade. Min. cujo salário de contribuição a partir de 1º de janeiro de 2010 seja igual ou inferior a R$ 798. 65 a 70 da Lei 8213/91 e arts. RENDA MENSAL INICIAL:empregadas e trabalhadoras avulsas = ao valor de sua remuneração integral (não há teto). 60 dias: + 1 ano e até 4 anos. o período de carência p/ será reduzido em número de contribuições equivalentes aos números de meses em que o parto foi antecipado.

200. BENEFICIÁRIOS: Os dependentes de todos os segurados têm direito à pensão por morte. HIPÓTESES DE EXTINÇÃO DO SALÁRIO FAMÍLIA: Constituem hipóteses de extinção do salário família: 1) A morte do filho ou equiparado a contar do mês seguinte ao do óbito. A pensão por morte presumida é sempre provisória. > quando o filho é menor é a mãe que cuida do dinheiro do filho porque ela é a sua representante legal. A morte presumida é a decorrente de ausência. 105 a 115 do Decreto 3.00  este valor será rateado entre os 3  cada receberá R$ 400.26. I da Lei 8213/91.12. ou desaparecimento do segurado. A morte pode ser real ou presumida. catástrofe ou desastre e que o segurado encontrava-se neste local.24 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 531. RENDA MENSAL INICIAL: O salário família é pago em cotas. .213/91 e nos art. O valor da cota do salário família por filho ou equiparado de até 14 anos de idade ou inválido. 201. Não há limite máximo para o número de cotas.12 e igual ou inferior a R$ 798. O prazo para declarar ausente é de 6 meses para fins de concessão de pensão por morte. o segurado deverá apresentar a cada ano o atestado de vacinação obrigatória até que o filho ou equiparado complete 06 anos de idade e a cada 06 meses o comprovante de freqüência semestral à escola do filho. CARÊNCIA: O salário família não exige carência. DISCIPLINA LEGAL: A pensão por morte está disciplinada nos art. a partir de 1º de janeiro de 2010 é de: IR$ 27. A morte real é a comprovada por meio de atestado de óbito.048/99. o juiz declarará a sua ausência. Se o segurado não aparecer em 6 meses. §2º da CF. sendo uma cota para cada filho.Após a concessão do salário família. IIR$ 19. EVENTO DETERMINANTE: O evento determinante para a concessão da pensão por morte é a morte do segurado.19 para o segurado com remuneração mensal superior a R$ 531.30. Ex: segurado morre e deixa mulher e 2 filhos  a pensão é fixada em R$ 1. 74 a 79 da Lei 8. PENSÃO POR MORTE CONCEITO: A pensão por morte pode ser conceituada como o benefício substituidor de renda concedido ao conjunto dos dependentes do segurado em razão do seu falecimento. 2) O filho ou equiparado completar 14 anos de idade. ou da documentação relativa ao equiparado. DATA DE INICIO DO BENEFÍCIO: O salário família será pago ao segurado a partir da apresentação da certidão de nascimento do filho. 3) A cessação da invalidez do filho ou equiparado inválido. O desaparecimento não exige ação judicial. 4) O desemprego do segurado. a partir dos 07 anos de idade. não se aplicando o disposto no art. A pensão por morte havendo mais de um pensionista será rateada entre todos em partes iguais. Só precisa os dependentes provar o acidente. Como o salário família possui natureza indenizatória sua renda mensal pode ser inferior a um salário mínimo. salvo se inválido a contar do mês seguinte ao da data do aniversário. conforme art.00. Já na ausência é necessário o ajuizamento de uma ação para que seja declarada a ausência. a contar do mês seguinte ao da cessação da incapacidade.

b) a emancipação ou completar a idade de 21 anos para o filho.213/91. a parte de R$ 1. 77. desde que este estivesse cumprido todos os requisitos exigidos para a concessão de aposentadoria segundo a legislação em vigor à época. a pensão extinguir-se-á. CARÊNCIA: A pensão por morte não exige carência para a sua concessão. da Lei 8. no caso de ausência.000.00 se extinguirá. ou irmão.000. somente produzirá efeito a contar da data da habilitação (HABILITAÇÃO TARDIA). O Art. A concessão da pensão por morte não será protelada pela falta de habilitação de outro possível dependente e qualquer habilitação posterior que importe em exclusão ou inclusão de dependente. > o fato de um terceiro ser dependente da pensionista este não receberá a pensão. §2º. • alínea d: da data do desaparecimento. A pensão não é repassada. de ambos os sexos. a pessoa a ele equiparada. Continuação do ex.213/91 dispõe que reverterá em favor dos demais dependentes a parte daquele cujo direito da pensão cessar.00 e outro filho também. da Lei 8. d) o reaparecimento do segurado na hipótese de pensão concedida por morte presumida. DATA DE INÍCIO DO BENEFÍCIO A pensão por morte será devida ao conjunto de dependentes do segurado que falecer. salvo se for inválido. c) a cessação da invalidez para o pensionista inválido. RENDA MENSAL INICIAL: A renda mensal inicial da pensão por morte corresponderá ao valor da aposentadoria que o segurado recebia na data de seu falecimento. REQUISITOS PARA CONCESSÃO: A concessão da pensão por morte exige que o segurado possua tal qualidade jurídica na data de sua morte. se requerida até 30 dias desta data. Ou seja.213/91 estabelece que com a extinção da parte do último pensionista. > esta é a única hipótese em que se concede pensão por morte sem ter a qualidade de segurado. ele (segurado) já tinha direito de estar aposentado. Se o segurado não recebia a aposentadoria ainda. a mulher receberá R$ 600. Ex: aposentado recebia R$ 1. §1º. acima: um dos filhos completa 21 anos  os R$ 400. conforme art. HIPÓTESES DE EXTINÇÃO: Constituem hipóteses de extinção da pensão por morte: a) a morte do pensionista. • alínea c: da decisão judicial. aposentado ou não a contar da data: • alínea a: do óbito. a renda mensal inicial da pensão por morte corresponderá ao valor da aposentadoria por invalidez à que faria jus o segurado (100% do salário de benefício). 26. quando a mulher (mãe) falecer. 77. I. qdo requerida após 30 dias do óbito ou do desaparecimento. sendo esta natural ou presumida. . quando requerida até 30 dias depois deste.200.00.00  morre  a pensão por morte também será de R$ 1.O Art. ou seja. A pensão por morte poderá ser concedida ao dependente do segurado que não ostentava tal qualidade jurídica na data de sua morte. da Lei 8. • alínea b: do requerimento.00 que ele recebia de pensão será revertido para os outros dependentes  assim. > não existe pensão de pensão.

SUBMISSÃO OBRIGATÓRIA DO PENSIONISTA INVÁLIDO A EXAMES PERIÓDICOS O Art. 116 a 119. inclusive aposentadoria. sendo admissível em qualquer tipo de prisão (prisão provisória. prisão civil etc.213/91 e nos arts. Conceito Auxílio-reclusão é o benefício substituidor de renda concedido ao conjunto de dependentes do segurado de baixa-renda recolhido à prisão que não receba remuneração de empresa nem esteja no gozo de auxílio-doença ou aposentadoria. > se o segurado recebe auxílio-doença ou aposentadoria. Exige apenas que a mesma seja cumprida em regime fechado ou semi-aberto. da EC n. ou por mais de um filho. A parte da pensão cabente a um pensionista cujo o direito da percepção da mesma extinguir-se. Obs. Esta limitação é muito criticada porque sendo o segurado de baixa-renda ou não. Ex: mulher que já recebe pensão se casa novamente e fica viúva mais uma vez  ela não pode cumular pensões (a que já recebia com a pensão por morte do segundo marido)  tem que escolher uma. exceto o cirúrgico e a transfusão de sangue que são facultativos. > antigamente. 201. . salvo se tiver havido má-fé. contudo. se no caso de prisão civil o benefício é devido. importante: o auxílio-reclusão é devido quanto o segurado de baixa-renda é recolhido a prisão. IV. a sua família fica desprotegida do mesmo jeito. estando seus dependentes desobrigados da reposição dos valores recebidos. O recolhimento à prisão não exige que a mesma seja decorrente de sentença penal condenatória transitada em julgada. O casamento da viúva do segurado não constitui hipótese de extinção da pensão por morte. 3. da Lei 8.048/99. 101 da Lei 8. Obs: precisa apenas comprovar dependência econômica perante o filho. da Lei 8. INACUMULABILIDADE COM OUTRA PENSÃO DEIXADA POR FALECIMENTO DE CÔNJUGE OU COMPANHEIRO O Art. > há uma divergência na doutrina em relação a prisão civil. do Decreto 3. Não há proibição de cumular pensão deixada por falecimento de cônjuge ou companheiro e filho. Não há proibição de cumular também pensão por morte com qualquer outro benefício.). 13. isto é. 2. AUXILIO RECLUSÃO 1. fica esvaziada a discussão porque a própria autarquia entende que o benefício é devido nos casos de prisão civil. a lei previa que perdia. no Art. 124.Na hipótese de reaparecimento do segurado. > se o segurado não for considerado de baixa-renda.213/91 estabelece que o pensionista inválido está obrigado sob pena de suspensão do benefício a submeter-se a exame médico a cargo da previdência social. 80 e Parágrafo único.213/91 veda a percepção cumulativa de mais de uma pensão deixada por falecimento de cônjuge ou companheiro. Evento determinante O evento determinante para a concessão do auxílio-reclusão é o recolhimento do segurado à prisão para cumprimento da pena em regime fechado ou semi-aberto. Disciplina legal O auxílio-reclusão está disciplinado no Art. 20/98. os seus dependentes não receberão o auxílio-reclusão. > baixa-renda: foi incluído pela EC n. da CF. o pagamento da pensão cessará imediatamente. processo de reabilitação profissional por ela prescrito e custeado e tratamento dispensado gratuitamente. ressalvado o direito de opção pela mais vantajosa. Para que o auxílio-reclusão seja concedido não pode haver nenhuma outra renda. o auxílio-reclusão não é concedido. prisão preventiva. 20/98 e no art. reverterá o valor da mesma em favor das demais. VI.

É considerado como segurado de baixa-renda aquele cujo último salário de contribuição auferido anteriormente a sua prisão a partir de 1º de janeiro de 2010 seja igual ou inferior a R$ 798. > se o segurado morrer. os dependentes recebem pensão por morte independentemente de estarem recebendo ou não o auxílio-reclusão. as condições estabelecidas na pensão por morte. Carência O auxílio-reclusão não exige carência para a sua concessão.30. 7. tem que requerer uma certidão do tempo que ele ficou na Delegacia. Centro de Detenção. Falecimento do segurado na prisão Caso o segurado faleça durante o período em que estiver preso. titularizado ou não o auxílio-reclusão. mas o STF já pacificou o entendimento que esta renda é do segurado. 4. 5. Data de início do benefício O auxílio-reclusão tem início na data do efetivo recolhimento do segurado a prisão se requerido até 30 dias depois desta ou na data do requerimento se requerido em prazo superior a 30 dias. Requisitos para concessão A concessão do auxílio-reclusão exige que o segurado possua tal qualidade jurídica na data de seu recolhimento a prisão. Beneficiários Os dependentes de todos os segurados de baixa-renda recolhidos a prisão têm direito ao auxílio-reclusão. Nesta hipótese. será concedida pensão por morte em favor de seus dependentes. o benefício é suspenso. > este atestado é exigido porque pode acontecer do preso fugir.> aplica-se subsidiariamente ao auxílio-reclusão. Quando o segurado foge. facultativo). 6. > a certidão pode ser emitida pela Delegacia. Penitenciária. > este é o valor máximo que o segurado pode receber para ser considerado de baixarenda. Se o segurado ficou 2 dias na Delegacia e depois foi transferido para a Penitenciária. Tem que ser segurado. O requerimento do auxílio-reclusão deve ser instruído com a certidão do efetivo recolhimento do segurado a prisão firmada pela autoridade competente. > o benefício será devido a partir da data da 1ª prisão. 9. > se o atestado também não for apresentado. > surgiu uma corrente defendendo que esta renda era a do dependente. Renda mensal inicial A renda mensal inicial do auxílio-reclusão corresponderá ao valor da aposentadoria por invalidez a que terá direito o segurado. > qualquer segurado (avulso. a renda mensal inicial do benefício será apurada da seguinte forma: . firmado pela autoridade competente. 8. O auxílio-reclusão será mantido enquanto o segurado permanecer preso. > a finalidade da certidão é comprovar desde quando o segurado está preso. o benefício é suspenso. Para que o benefício seja mantido é necessário que o dependente apresente a cada 3 meses atestado de que o segurado continua preso. individual.

Não houve a concessão prévia de auxílio-reclusão. acrescida com o livramento do segurado. isto é. “A” é morto na prisão  este período de 01/02/00 a 01/08/10 será recalculado para poder saber qual o valor da pensão por morte  pensão por morte: RMI = 100% do SDB > RMI = R$ 770. o auxílio-reclusão será automaticamente convertido em pensão por morte. Houve a concessão prévia de auxílio-reclusão co recolhimento de contribuições do preso como segurado contribuinte individual ou facultativo.00.3. Nesta hipótese. o auxílio-reclusão será automaticamente convertido em pensão por morte. desde que ainda esteja mantida a qualidade de segurado. Ex: “A” começa a trabalhar em 01/02/00  em 10/10/08 é preso  o período de 01/02/00 a 10/10/08 é calculado para saber qual o valor do auxílio-reclusão  auxílioreclusão: RMI = 100% do SDB > RMI = R$ 700. o segurado está preso e opta por recolher para o RGPS como contribuinte individual (ex: faz artesanato na cadeia) ou facultativo. se for mais vantajosa. Nesta hipótese haverá concessão por pensão por morte diretamente aos dependentes do segurado. porém sua renda mensal será recalculada mediante a apuração de novo salário de benefício com base no novo tempo de contribuição e computo dos salários de contribuição correspondentes ao período em que esteve preso facultada a opção pelo valor da renda mensal do auxílio-reclusão que vinha sendo paga. . 2) a não apresentação pelo dependente de atestado trimestral firmado pela autoridade competente para comprovação de que o segurado continua detido ou recluso. por esta razão. os dependentes continuariam a receber o valor do auxílio-reclusão. > se o valor da pensão por morte fosse inferior ao auxílio-reclusão. Houve a concessão prévia de auxílio-reclusão. Caso o segurado já não mais possua tal qualidade jurídica na data de sua recaptura. Na hipótese de fuga do segurado. 9. Nesta hipótese. 9. “A” se filia novamente ao RGPS e começa a contribuir como contribuinte facultativo  no dia 01/08/10. a soltura do segurado.1. Hipóteses de suspensão Constitui hipóteses de suspensão: 1) a fuga do segurado. o beneficio não terá o seu pagamento restabelecido. o benefício será suspenso. > nesta hipótese. > a pensão por morte é concedida com o mesmo valor do auxílio-reclusão. o benefício terá o seu pagamento restabelecido a contar da data em que esta ocorrer.9.2. 3) a progressão do regime para cumprimento da pena em regime aberto e o livramento condicional.00  sentença: pena de 8 anos de reclusão  “A” sabe que se não contribuir perderá o benefício. 11. Se houver a recaptura do segurado. Hipóteses de extinção As hipóteses de extinção são todas aquelas já referidas como causa de extinção da pensão por morte. 10.

os seus dependentes não tem direito ao auxílio-reclusão.1: segurado fica foragido por 6 meses  durante este período. os seus dependentes não recebem o auxílio-reclusão.2: segurado fica foragido por mais de 1 ano  como ele extrapolou o período de graça (12 meses). .Se o segurado exercer atividade remunerada durante o período de fuga. Ex. esta será considerada para fins de manutenção da qualidade de segurado. Ex.