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Microsoft Equation

Balança de Corrente 3.0

Rafael da Silva Pascoal, aluno de Física Experimental II, UNESP-FEG

Resumo —Este é um modelo para o Relatório de
experiências nas disciplinas Física Experimental ministradas
pelo professor Milton E. Kayama. Seu formato é o mesmo das
publicações técnico-científicas do Institute of Electrical and
Electronics Engineers - IEEE tendo sido adequado às normas
brasileiras definidas pela Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT e pelo Instituto Nacional de Metrologia,
Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO. Se estiver
usando alguma versão do Word use este documento como “
template”. Caso contrário use-o como um guia. No Word use
Arquivo->Abrir para abrir este documento e com Arquivo-
>Salvar, salve-o com o nome que desejar. Utilize o formato das
seções e sub-seções, altere os nomes se convier mas não altere as
fontes nem os espaçamentos.

I. EINTRODUÇÃO Fig. 1. A balança de corrente [1]
ste procedimento tem como objetivo a verificação da força
magnética em um circuito. Para tal é utilizado um dispositivo Como na experiência dl é tomado no sentido da corrente, o
chamado balança de corrente. Ao se adicionar uma massa à campo é perpendicular à corrente e considerado uniforme em
balança, esta retorna ao equilíbrio através da interação entre toda a extensão L do fio no interior do campo, temos:
a corrente que flui através de um fio e o campo magnético Fm = IBL (1)
presente. Através de medições da intensidade desta corrente é Olhando para o diagrama de forças (Fig. 2), a equação para
possível determinar a intensidade do campo magnético. o torque resultante no equilíbrio é:
Fm ( s + D ) − P ( s + x ) = 0 (2)
II.METODOLOGIA
A balança de corrente (Fig. 1) consiste de um braço com
articulações nas junções A e A’. Este braço é sustentado por
dois pilares e o conjunto é montado de modo a conduzir
corrente elétrica através de um dos pilares, passando pelo
braço e saindo através do outro pilar. No trecho do braço
paralelo ao eixo AA’ um ímã permanente produz um campo
magnético. Fig. 2. Diagrama de forças para o braço [3]
Denotando o campo do ímã por B e pendurando um peso P
no braço da balança, este se abaixa. Uma força magnética Sendo s a distância da referência (x=0) ao eixo AA’, D a
Fm é produzida pela interação entre a corrente I e o campo distância da referência ao extremo do braço, P a força
magnético e faz com que o braço retorne à posição de aplicada através da massa adicionada, dada por P=mg, onde
equilíbrio. g é a aceleração da gravidade.
A força magnética em um elemento de fio com corrente no A combinação das equações (1) e (2) retorna:
interior de um campo magnético é dada por [2]: mg mgs
I = x+ (3)
dF m = Idl × B BL ( s + D) BL ( s + D)
Sendo conhecidos m, D e L é possível determinar o campo B
colocando a massa em diversas posições x e medindo a
corrente necessária para estabelecer o equilíbrio. A
correlação entre as correntes e as posições da massa dar-se-á
de maneira linear. Ou seja, é possível estabelecer, em papel
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milimetrado, uma reta onde os parâmetros desconhecidos, s e
d, influirão sobre ambos os coeficientes linear e angular.
A montagem utilizada para as medições é composta de
uma fonte V, uma resistência variável, utilizada para ajustar
a corrente, e um amperímetro, conectados em série com a
balança (Fig. 3).

Fig. 3. Esquema da montagem utilizada.

III. RESULTADOS
Antes de ligar o circuito, são medidos: o comprimento do
Fig. 4. Aspecto da evolução da corrente em condição de equilíbrio para cada
ímã L=(2,90 ± 0,05) cm, a distância do extremo do braço à posição da massa.
referência D=(15,00 ± 0,05) cm, a massa a ser utilizada
m=0,2 g. A balança também é colocada na posição de
equilíbrio através de um contrapeso presente no eixo AA’.
Adicionando-se a massa, são medidas as correntes IV. DISCUSSÃO
necessárias para estabelecer o equilíbrio em várias posições.
Os resultados encontram-se na Tabela 1.

TABELA I
CORRENTES NECESSÁRIAS PARA ESTABELECER O EQUILÍBRIO
Posição x (cm) Corrente (mA) Incerteza (mA) equações citando a referência consultada. Caso o material
não seja disponível a todos, faça a dedução no Apêndice.
0 95 2,5
1 125 2,5
Guias de laboratório podem ser usados como referência
2 150 2,5 bibliográfica.
3 185 2,5 Na descrição da experiência não faça uma lista de
4 210 2,5
5 240 5,0
equipamentos; a descrição deve ser um texto contínuo e
6 250 5,0 ordenado. Não descreva uma parte para mais adiante retornar
7 300 5,0 a descrição desta mesma parte.
8 330 5,0
9 360 5,0
10 390 5,0
11 420 5,0 A. Resultados
12 450 5,0 Com a metodologia descrita, descreva o procedimento e os
13 460 10
14 500 10
resultados obtidos. Se possuir muitos dados de medição, não
escreva todos, mostre apenas alguns deles. Lembre-se que os
Como já mencionado, os dados podem ser dispostos em dados podem ser apresentados de modo compacto em um
um gráfico, produzindo uma reta. Marcando os pontos em gráfico.
papel milimetrado, é traçada uma reta média, sua aparência é
mostrada na Fig. 4. B. Discussão (ou Discussões)
Com os dados apresentados mostre a análise destes dados
e discuta os resultados. Não apresente um conjunto de
fórmulas com valores numéricos substituídos. Caso esteja
utilizando algum método particular como o Método dos
Mínimos Quadrados, apresente os valores finais dos
coeficientes. Se utilizar Propagação de Incertezas coloque
os detalhes dos cálculos no Apêndice. Quando a análise
envolver algum cálculo repetitivo não coloque todos eles.
Basta mostrar um.
Discuta os resultados ao longo de sua análise e no final tire
suas conclusões. Se o objetivo era obter o valor de alguma
grandeza enfatize este resultado na conclusão.
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C. Conclusão (ou Conclusões) Excel ou aplicativos similares. Através de “Copiar/Colar”
Uma seção final de conclusão não é obrigatória se este insira-o no modelo para figuras dado neste texto. Posicione
conteúdo estiver apresentado no final da Discussão. Não sua figura próximo ao local onde o mesmo é mencionado no
faça Copia/Cola de trechos do relatório no mesmo texto do Relatório.
relatório. Algumas regras para os gráficos: (1) procure utilizar nas
escalas números inteiros; (2) coloque as denominações dos
eixos com suas respectivas unidades. Por exemplo,
D. Apêndice
“Voltagem (kV)”. Pode ser também na forma “Voltagem ,
Coloque no Apêndice aquilo que não se enquadrou no kV” (uma vírgula separando a grandeza e a unidade).
texto do seu Relatório. Dedução de fórmulas, cálculos de Multiplicadores podem trazer confusão: escreva
valores numéricos de grandezas, tabela complementar de “Voltagem (kV)” ou “Voltagem (103 V).” Não escreva
dados são alguns exemplos. Crie quantas subseções de
“Voltagem (V) × 1000”
Apêndice quanto julgar necessário.
Se sua figura ou gráfico contém mais que uma curva ou
E.1 Uma subseção do Apêndice partes diferencie-os colocando letras como “(a)” e “(b)” e
Cada subseção do Apêndice deve ser completo e escrito de descreva-os na legenda da figura.
modo relacionado com o texto principal. Ao usar uma Se digitalizar imagens utilize resolução de 156 bpi ou
variável para representar uma grandeza física deve seguir a menor. Não produza arquivos enormes.
mesma notação contida do texto principal. Por exemplo, se As figuras devem ser acompanhadas de legendas
você define a letra “a” como a “ aceleração ” no texto colocadas abaixo das mesmas. A enumeração é Fig.1, Fig.2 e
principal, continue usando a mesma notação no seu apêndice. assim por diante e mencionadas da mesma forma no texto do
Se você criar uma subseção para mostrar as contas realizadas Relatório. A legenda deve conter mais informações além da
e se a mesma for repetitiva, mostre apenas uma e diga que mera citação do nome dos eixos.
como as outras são calculadas. Não escreva um conjunto de
C. Tabelas
equações com seus valores numéricos como se fosse seu
rascunho. Utilize a tabela modelo abaixo. A legenda da tabela
aparece na parte superior. Procure colocar os dados
estritamente necessários para não torná-la muito carregada e
V. EQUAÇÕES, FIGURAS E TABELAS de difícil leitura.

A. Equações
Para apresentar uma equação utilize o Editor de Equações VI. VALORES NUMÉRICOS
do Word. Geralmente ele não se encontra disponível nos sub-
menus na janela do Word. Mas encontra-se instalado. Para A. Representação de valores de grandeza
acessá-lo vá para C:\Arquivos de programas\Arquivos A forma geral para representar o valor numérico com sua
Comuns\Microsoft Shared\Equation e encontre o programa unidade é deixar um ou mais espaços em branco entre o
EQNEDT32.EXE. Clique duas vezes sobre o programa para número e a unidade. Ex.: 20 m/s e não 20m/s. Para um valor
ativa-lo. Aparecerá a janela do Editor de Equação. No seu com sua incerteza: (4,7 ± 0,3) kΩ ou 4,7 ± 0,3 kΩ.
menu vá Exibir -> Barra de ferramentas. Aparecerá uma B. Sistema de unidades
pequena janela com as ferramentas que você pode usar para
Use preferencialmente o SI (MKS). Pode usar o CGS mas
escrever sua equação. Depois com “Copiar/Colar” insira a
como unidade secundária.
equação no texto do relatório. Exemplo:
No SI a unidade de corrente elétrica é ampere (símbolo
“ ...... o período T da oscilação é:
A), da voltagem é volt (símbolo V), da massa é quilograma
(símbolo kg) e do tempo é segundo (símbolo s). Em unidades
L compostas use um ponto para separar as unidades, como por
T = 2π (3) no exemplo “A·m 2.”
g
onde L é o comprimento da linha do pêndulo e g a C. Alguns lembretes
aceleração da gravidade. ” Existem regras para a escrita técnica. Para conhecer mais
Certifique-se que todos os símbolos em sua equação foram visite http://www.inmetro.gov.br/ e acesse as opções
definidos anteriormente ou defina-os logo após ela aparecer Unidades Legais de Medidas e Sistema Internacional de
como no exemplo acima. Ao mencionar uma equação Unidades (SI) - Resumo. Apresentamos a seguir algumas
contida no relatório refira-se ao mesmo como “equação (3)” encontradas neste portal:
ou “Eq.(3) ” ou simplesmente “ (3)”. - apresente os números com o devido número de
Todos os símbolos da equação ou que represente uma algarismos representativos. Por exemplo, “ 2,0 metros ” é
grandeza física deve estar com letras em itálico. Exemplo: diferente de “2 metros”, embora na forma discursiva sejam
“corrente i” e não “corrente i”. iguais.
- símbolos de grandezas em itálicos. Ex. aceleração “a” e
B. Figuras
não aceleração “a”.
Os gráficos podem ser criados em programas como o - símbolos de unidades em tipo romano (vertical). Ex. 5
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m/s e não 5 m/s. <http://www.metaltec.com.br/usinagem/tornos.html> Acesso
- unidades em extenso admitem plural mas o símbolo não. em: 13 ago. 2008.
Ex.: duzentos (e não duzentas) gramas, “200 g” e não “200
gs”.
A. Abreviações
- a unidade de tempo é segundo cujo símbolo é “s”
(minúsculo). Defina as abreviações na primeira vez que eles aparecem
- as unidades são escritas em minúsculo, exceto “grau no texto mesmo que tenham sido definidas no Resumo. Evite
Celsius”. Ex. “volt” e não “Volt”. o uso de abreviações no Título do trabalho.
- cuidado no uso correto de hora, minuto e segundo. Ex. 4
h 17 min 4 s e não 4:17h ou ainda 4h 17' 4''.
- use “cm 3” e não “cc.”; APÊNDICE
- indique dimensões como “0,1 cm × 0,2 cm” e não “0,1 A - Título da subseção
× 0,2 cm2.” Está colocado aqui apenas para ser usado como
- o símbolo de “segundo” é “s” (minúsculo) e segundos “template”.
(plural) também é “s” e não segs; Ao citá-los no texto do Relatório use por exemplo na
- não misture nome e símbolo de unidades: use “kg/m 2” ou forma “ Apêndice A” ou “...cuja dedução encontra-se no
“quilograma por metro quadrado” e não “quilograma/m 2 ”; TABELA I
- ao expressar uma intervalo de valores escreva “7 a 9” ou UNIDADES PARA PROPRIEDADES MAGNÉTICAS
“7-9” e não “7~9.” Conversão de Gaussiano e
Simbolo Quantidade
CGS EMU para SI a
Φ fluxo magnético 1 Mx → 10−8 Wb = 10−8 V·s
µ permeabilidade 1 → 4π × 10−7 H/m
VII. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS = 4π × 10−7 Wb/(A·m)
w, W densidade de energia 1 erg/cm3 → 10−1 J/m3
No texto do relatório coloque as referências entre Linhas verticais são opcionais nas tabelas.
colchetes, na forma, [1]. Em sentenças coloque apenas o
a
Unidades gaussinas são as mesmas que cgs emu para magnetostática; Mx
= maxwell, G = gauss, Oe = oersted; Wb = weber, V = volt, s = segundo, T =
número da referência, como em [3]. Não use “Ref. [3]” ou tesla, m = metro, A = ampere, J = joule, kg = quilograma, H = henry.
“referência [3]”.
Ao escrever o nome use sequencia de sobrenome e o
prenome, todos em maiúsculo, com uma vírgula separando as
duas partes. O prenome pode ser em extenso ou as iniciais. Apêndice A.”
Use o mesmo padrão no seu texto. Ex.: “Pedro Alvares
Cabral ” fica “CABRAL, P.A.”. Se tiver até três autores: “ B- Título da subseção
Maria José Arimatéia, João Mello e Silvana Moraes” fica Ao mostrar algum cálculo matemático faça na forma
“ARIMATÉIA, M.J., MELLO, J. e MORAES, S.”. Se tiver “P=mg=(10,0)(9,8)=98,0 N”. Isto deixa claro que m=10,0 kg
mais que três autores use o primeiro nome acrescido de “et e g=9,8 m/s2. Não esqueça as unidades ao dar um valor
al. ”, como “SILVA, J.F. et al.”. numérico.
As normas para a escrita das referências bibliográficas são
definidas pela ABNT-6023. Ela podem ser encontrada em REFERÊNCIAS
http://www.cdcc.usp.br/cda/sessao-astronomia/sessao-
astronomia-padrao/referencia-bibliografica-ufrgs.htm. A [1] Silva, J.. Plantio de Árvores Frutíferas. São Paulo: Papirus, 2003
seguir dispomos as mais usadas que são para livros, artigos e [2] MORAES, R.C., Aprendizagem na Adolecência. Educação Brasileira,
Brasília, v. 2, n. 5, p. 135-142, maio/ago. 1999.
documento eletrônico.
Para livros: SOBRENOME, Prenome( iniciais ou
completo). Título: subtítulo. Nota de tradução.* Edição.**
Local: Editora, ano de publicação. nº de pág. (opcional)
(Série) (opcional). Ex.: SILVA, J.. Plantio de Árvores
Frutíferas. São Paulo: Papirus, 2003.
Para artigo de revista: SOBRENOME, Prenome( iniciais ou
completo). Título: subtítulo do artigo. Título do periódico,
local, volume, fascículo, página inicial e final, mês e ano.
Ex. : MORAES, R.C., Aprendizagem na Adolecência.
Educação Brasileira, Brasília, v. 2, n. 5, p. 135-142,
maio/ago. 1999.
Para documento eletrônico: SOBRENOME,
Prenome( iniciais ou completo). Título. Edição. Local: ano.
Nº de pág. ou vol. (Série) (se houver) Disponível em:
<http://...> Acesso em: dia mês (abreviado) ano. Ex. :
MOTA, L. A.. Usinagem de Materiais Ferrosos, Volta
Redonda:1985. Disponível em:
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Fig. 1. Variação da resistência em função do tempo: (a) filme de carbono e
(b) fio de tungstênio. Note que “Fig.” é abreviado. Existe um espaço em
branco antes do número da figura e depois dele, dois espaços. É
recomendado explicar o significado da figura na legenda.