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GUIAS OU ENTIDADES (SE PREFERIR)

POR PAI ADRIANO DE EXU

CONTATOS: adrianoexu@gmail.com

http://adrianoexu.blogspot.com

BAIANOS

Baianos são uma linha de tr abalhador es de Umbanda


per tencentes à c hamada Linha das Almas, a mesma dos
Pr etos-V elhos / Pr etas- Velhas. Suas gir as são
encontr adas sobr etudo em São P aulo . A
cor respondência no Rio de J aneir o é com a linha dos
Malandr os, cujo maior r epr esentante é Zé P elintr a.

Sempr e com seu coco (mistur a de ca chaça e mel


colocada dentr o de um coco), a linha baiana está
sempr e dispos ta a ajudar os f ilhos de f é com seu s
conselhos e sua pr oteção . Esta linha costuma tr abalhar
cr uzada ( na dir eita e na esquer da), não incor por ando
ger almente nos tr abalhos de esquer da.
PONT O DE B AIANO:

Baiano é um po vo bom
Povo tr abalhador
Baiano é um po vo bom
Povo tr abalhador
Quem me xe com baiano
Me xe com Nosso S enhor
Quem me xe com baiano
Me xe com Nosso S enhor .

BOI ADEI ROS

Boiadeir o na Umbanda são entidades espiri tuais de


homens que tr abalha ram no campo na r udeza da
conduçao do gado , oper am nos ter rei ros com seu laço e
seu g rito car acteris tico ca ptur ando espírito s decaidos
e kiumbas que a tor mentam os consulente s,
encaminhando par a guias espi rituais de socor ros
destes ser es desencar nados.

PONT O CANT ADO DE BOIADEIR O:

Seu boiadeir o por aqui c ho veu


Cho veu que água r olou
Foi nessa água que seu boi nadou
Foi nessa água que seu boi nadou
Seu boiadeir o cadê sua boiada?
Sua boiada ficou em Belém
Cha péu de cour o ficou lá também
Cha péu de cour o ficou lá também.

CAB OC LOS (AS)

Os Ca boc los, na Umbanda, são entidades que se


apr esentam como indígenas e incor por am na Umbanda
de Ca boc lo . As entidades denominadas de Ca boc los ,
que a pr esentam- se nos ter reir os de Umbandae são
espíritos com um g rau espi ritual muito el evado .
Exis tem div er sa s linhas de a tuação que um ca boc lo
pode a pr esentar- se diante seu médium. Quando digo
linha, r efir o-me as essência s da hier ar quia de DEU S, os
Sa g rado s Orixás. S e muito e voluidos diante os ditames
de DEU S, em sua prática ef etiva da bene volência
Divina, podem, inc lusiv e, a tuar sob a outor ga de mais
de um Orixá Essêncial, ou seja, a pr esentando- se como
um Ca boc lo de Oxóssi, Ogum e Xangô ao mesmo tempo ,
atuante nas três vib rações, ou mais.
Na Umbanda v er dadeir a, a linha de Ca boc lo e a linha de
Pr eto V elho são as únicas fundamentalmente
ca pacitadas, diante seu g rau de e volução , a a pr esentar-
se como mentor es de um médium, ou seja, são as
únicas entidades que podem r esponder dir etamen te
ao (Orixá de Ca beça) de um médium, sem desequilibr ar a
vida disciplinar do médium, própriamente dito .
O que um Ca boc lo acessa, um Exú, mesmo Exú de Lei,
não acessa, de vido seu g rau de ascensão espiri tual.
Como em todas as linhas de Umbanda, os ca boc los são
hier ar quicamente or ganizados, e xistindo c hef es de
falange e subor dinado s. Os ca boc los são muito
esper tos e rápidos quando o assunto é doença e par a a
cur a com er va s conhecem muitos tipos de er va s e par a
que elas ser vem como de vem ser usadas e é uma gir a
que tr az muita bondade, paz ,tr anquilidade e
principalmente amor . Alguns nomes de ca boc los que
apr esentam- se na Umbanda, em linhas r espec tivas:
Oxóssi:
• Ca boc la J ur ema
• Ca boc la J acir a
• Ca boc lo T upinambá
• Ca boc lo Gir a Mundo
• Ca boc lo Ar r uda
• Ca boc lo das S ete Encr uzilhadas
• Ca boc lo P ena Br anca, V er de, v er melha, dour ada, etc.
• Ca boc lo Sete F le xas
• Ca boc lo Jibóia
• Ca boc lo Aguia Br anca
• Ca boc lo F lec ha Dour ada
• Ca boc lo Aymo ré
• Ca boc lo Sete Estr elas
• Ca boc lo R ompe Ma to
• Ca boc lo Tir a T eima
• Ca boc lo Lírio B ranco , V er de ou Azul
• Ca boc lo Cobr a Cor al
• Ca boc lo Ar ranca T oco
• Ca boc lo T reme T er ra
• Ca boc lo Név oa Ne g ra
• Ca boc lo Sultão das Ma ta s
• Ca boc lo V entania
• Ca boc lo Ma ta V ir gem
• Ca boc lo T upi
• Ca boc lo Ubir ajar a
• Ca boc lo R oxo
• Ca boc lo Gr ajaúna
• Ca boc lo Samambaia
• Ca boc lo J upir a
• Ca boc la J ussa ra
• Ca boc lo Ar aribóia
• Ca boc lo Ur uba tão
• Ca boc lo Gir a Mundo
• Ca boc lo Cipó
Ogum:
• Ca boc lo Ogum Iar a
• Ca boc lo Ogum Me gê
• Ca boc lo Ogum Ma tina ta
• Ca boc lo Ogum Sete Espadas
• Ca boc lo Ogum R ompe-Ma to
• Ca boc lo Ogum P anter a Ne g ra
• Ca boc lo Ogum Sete Ondas
• Ca boc lo Ogum Beir a Mar
• Ca boc lo Ogum Beir a Rio
• Ca boc lo Ogum de R onda
• Ca boc lo Ogum Lua
• Ca boc lo Ogum das Ma tas
• Ca boc lo Ogum de Lei
Xangô:
• Ca boc lo Sete P edr eir as
• Ca boc lo Xangô Kaô
• Ca boc lo P edr a R oxa
• Ca boc lo P edr a Pr eta, br anca, r oxa, etc
• Ca boc lo Sete Montanhas
• Ca boc lo Sete Cac hoeir as

CI GA NOS (A S)
Os Espíritos Ciganos são também, uma linha de
tr abalhos espirituai s que busca seu espaço próprio ,
pela f orça que demonstr am em ter mos de caridade e
ser viço s a humanidade. Seus préstimo s são valiosas
contribuições no campo do bem-estar pes soal e social,
saúde, equilíbrio físico , mental e espi ritual, e tem seu
alicer ce em entidades conhecidas popular mente com
"encantadas".

Dentr o da Umbanda seus fundamentos são simples, não


possuindo as sentamentos ou f er ramentas par a
centr alização da f orça espiritual. S ão cultuado s em
ger al com ima gens bem simple s, com taças com vinho
ou com água, doces finos e fr utas solar es. T rabalham
também com as ener gias do Oriente, com cri stais,
incensos, pedr as ener géticas, com as cor es, com os
qua tr o sa g rado s elementos da na tur eza e se utilizam
exclusivamente de ma gia br anca na tur al, como banhos
e c hás ela bor ados e xclusivamente com er vas .

 ERÊS
Erê - é o inter mediário entr e a pessoa e seu Orixá, é o
aflor ar da criança que cada um guar da dentr o de si;
reside no ponto e xa to entr e a consciência da pes soa e
a inconsciência do orixá. É por meio do Erê que o Orixá
expr essa sua v ontade, que o no viço a pr ende as coisas
fundamentai s do candomblé, como as danças e os ritos
específicos de seu Orixá.

A pala vr a Eré v em do y or ubá, iré, que significa


"brincadeir a, div er timento". Daí a e xpr essão si ré que
significa “ faz er brincadeir as”. O Er e(não con fundir com
criança que em y or ubá é omodé ) a par ece
instantaneamente logo a pós o tr an se do orixá, ou seja,
o Er e é o inter mediário entr e o iniciado e o orixá.
Dur ante o ritual de iniciação , o Er e é de suma
impor tância pois, é o E re que muita s das v ez es tr ará as
várias mensa gens do orixá do r ecém-iniciado .

O Er e na v er dade é a inconsciência do no vo omon-orixá,


pois o Er e é o r esponsá vel por muita coisa e ritos
passados dur ante o período de r ec lusão . O Er e conhece
todas as pr eocupações do iy aw o ( filho), também, aí
chamado de omon-tú ou “criança-no va”. O
compor tamento do iniciado em estado de “Er e” é mais
in fluenciado por cer tos aspectos de sua per sonalidade,
que pelo caráter rígido e con vencional a tribuído a seu
orixá. A pós o ritual do orúk o, ou seja, nome de iy aw o
se gue-se um no vo ritual, ou o r ea pr endizado das coisas
chamado A panan.
EXU J OÃ O CA VEIR A

João Ca veir a é o nome de um e xú de Umbanda (entidade


espiritual) da Quimbanda e Umbanda br asilei ra. O sr .
João Ca veir a é o e xú r espon sáv el pelo encaminhamento
das almas (espirito s desencar nado s) que va gam nos
cemitérios.

É r epr esentado por um homem car re gando um crânio


humano . É o e xú que lembr a às almas suas condições
humanas. Nor malmente é associado ao por tão do
cemitério (calunga), mas sua ação dentr o do mundo das
almas vai mais além. S uas mani festaçõe s mediúnicas
são , na maioria das v ezes, violentas. É uma entidade
séria e de poucas pala vr as ( indo dir etamente ao
assunto). J oão Ca vei ra pode vir a tr avés da f alange do
Exu Ca vei ra, Exu Táta Ca veir a ou Omulú. E m cada uma
delas suas mani festaçõe s são di fer entes assim como
sua e volução .

Nem todos os E xús são violentos como diz a ma téria


abaix o. Na maioria deles são calmos e v em só par a
tr abalhar e ajudar a quem pr ecisa, isso se são da linha
br anca e de entidade de luz que tr abalham com a
caridade. Ao contrá rio tem casa s que utilizam eles
somente par a o mal, mas sempr e lemr ando que par a
cada mal que v c pedir 50% do pedido de maldade v olta
par a v c. Aqui se gue um pouco mais da histó ria de como
surigam os E xús. Abr aço par a todos.

Ca veir a é um e xu, ou seja, uma entidade que tr abalha


na Umbanda, a tr avés da incor por ação de médiuns.

Antes de ser uma entidade, T atá Ca vei ra viv eu na ter ra


física, assim como todo s nós. Acr edi tamos que nasceu
em 670 D .C ., e vi veu a té dez embr o de 698, no Egito , ou
de acor do com a própria entidade, "Na minha ter ra
sa g rada, na beir a do Gr ande Rio".

Seu nome er a Próculo , de origem R omana, dado em


homena gem ao c he fe da Guar da R omana naquela época.

Próculo vivia em uma aldeia, f azendo par te de uma


família bastan te humilde. Dur an te toda sua vida,
ba talhou par a cr esce r e acumular riquezas,
principalmente na f or ma de ca br as, camelos e ter ras.
Naquela época, par a ter uma mulher er a necessá rio
comprá-la do pai ou r esponsá vel, e esta er a a
motivação que le vou P róculo a ba talhar tanto pelo
cr escimento f inanceir o.

Próculo viv eu de f ato uma g rande paixão por uma moça


que f or a criada junto com ele desde pequen o, como uma
amiga. P orém, sua cautela o f ez acumular muita
riqueza, pois não queria cor rer o risco de v er seu
desejo de união r ecusado pelo pai da moça.

O destino pr e gou uma peça amar ga em Próculo , pois


seu ir mão de sangue, sa bendo da intenção que Próculo
tinha com r elação à moça, f oi peça c ha ve de uma
tr aição muito g rave. J ustamen te quando Próculo
conse guiu adquirir mais da metade da aldeia onde
viviam, es tando assim se gur o que ninguém poderia
ofer ecer maior quantia pela moça, f oi a punhalado pelas
costas pelo seu próprio ir mão , que compr ou-a hor as
antes. De f ato , a moça f oi compr ada na noite anterio rà
manhã que Próculo intenciona va concr etizar seu
pedido .
Ao sa ber do ocor rido , Próculo ficou e xtr emamente
ma goado com seu ir mão , porém o r espei tou pelo f ato
ser sangue do seu sangue. Seu ir mão , a pesar de mais
velho , er a muito in vejoso e não possuía nem metade da
riqueza que Próculo ha via acumulado . A aldeia de
Próculo er a rica e próspe ra, e isto tr azia muita in veja a
aldeias vizinhas. Cer to dia, uma aldeia próxima, muito
maior em ha bitante s, porém com menos riquezas, por
ser af astada do Rio Nilo , começou a ter sua a tenção
voltada par a a aldeia de Prócul o.

Uma guer ra te ve início . A aldeia de Próculo f oi i nvadida


repentinamente, e pe gou todo s os ha bitan tes de
sur pr esa. Estando em inf erioridade numérica, f or am
todos mor to s, r estando somente 49 pessoas.

Estes 49 sobr eviv entes, r evoltados, se unir am e


par tir am par a a vingança, in vadindo a aldeia inimiga,
onde esta vam mulher es e crianças. Muitas pessoas
inocentes f or am mor ta s neste a to de r aiva e ódi o. No
entanto , de vido à inf erioridade numérica, logo todos
for am cer cados e ca ptu rados.

Próculo , assim como seus companheir os, f oi queimado


viv o. No entanto , a dor maior que Próculo sentiu "não
foi a do f ogo , mas a do cor ação", pela t raição que
sofr eu do próprio ir mão , que a gor a queima va ao seu
lado .

Esta f oi a origem dos 49 e xus da linha de Ca vei ra,


constituída por todos os homens e mulher es que
naquele dia desencar nar am.

Entr e os e xus da linha de Ca vei ra, e xistem: T atá


Ca veir a, J oão Ca veir a, Ca vei rinha, R osa Ca veir a, Dr .
Ca veir a ( 7 Ca vei ras), Que br a-Osso , entr e muitos outr os.
Por motiv o de r espeito , não será indicado aqui qual e xu
da linha de Ca veir a f oi o ir mão de T atá enquanto vi vo.
Como entidade, o Chef e-de-f alange T atá Ca veir a é muito
incompr eendido , e tem poucos ca valos. São r ar os os
médiuns que o incor por am, pois tem f ama de br avo e
rabugento . No entanto , div er sos médiuns incor por am
exus de sua f alange.

Tatá é brincalhão , ao mesmo tempo sério e auster o.


Quando f ala algo , o f az com fir meza e nunca na dúvida.
Tem temper amen to inconstante, se a pr esen tando or a
ale g re, or a ner voso , or a calmo , or a a pr essado , por isso
é dado por muitos como louco .

No entanto , T atá Ca veir a é e xtr emamente leal e amigo ,


sendo a té um pouco ciumento . Fidelidade é uma de
suas car ac terística s mais mar cantes, por isso mesmo
Tatá não per doa tr aição e valoriza muito a amizade
ver dadeir a. Consider a a pior das tr aiçõe s a tr aição de
um amigo .

Em muita s liter atu ras é criticado , e são as poucas as


pessoas que têm a opor tunidade de conhecer a f undo
Tatá Che fe-de-f alange. O ca valo demor a a adquirir
con fiança e intimidade com este e xu, pois é posto a
pr ova o tempo todo .

No entanto , uma v ez amigo de T atá Ca veir a, tem-se um


amigo par a o r esto da vida. Nesta e em outr as
evoluções.

EXU T RA NC A- RUAS

Tranca r uas ou tr anca r uas das almas, é um e xu de


Umbanda r esponsáv el pela limpeza astr al dos caminhos
do mundo .

Exú T ranca-R uas - ( Tar chimac he) - g randioso E xú. T odo


ter reir o de verá solicitar seus valor osos tr abalhos antes
de começar as seçõe s. Sendo solicitado , guar dará as
por teir as dos ter rei ros com sua f alange, contr a os
Quiumbas (Espíritos Obcesor es). Guar dião dos r ecintos
onde se pr atica a Alta Ma gia, como na Umbanda.
De vemos saudar a este Gr ande Exú. É conhecido
também como tr anca R ua das Almas e T ranca R uas de
Embaé.

EXU V EL UDO

Este Exu, v em das costa s orientai s da África, er a


swahili (ne g ro ar abizado). Usa um turbante na ca beça,
e lindos tecidos de v eludo tr azidos de oriente, que lhe
valer am o a pelido na Kimbanda de "v eludo" Dado a sua
for ma luxuosa de se v es tir , no estilo muçulmano ,
muitos que vi ram seu tipo de a pr esentação a tr avés da
mediunidade, o con fundir am com um cigano e o
associar am com os mesmos. Isto não significa que não
tr abalhe com os ciganos, ao contrário , tem inc lusiv e
uma passa gem ou caminho que se a pr esenta como um.

Tem muitos conhecimentos sobr e f eitiços que se f az em


utilizando panos, tigelas, a gulhas, pembas e outr os
ing redientes. Abr e os caminhos e limpa tr abalhos
ne ga tiv os f eitos nos cemitérios. Gosta de um bom
whisk y e g rosso s c har utos.

Alguns de seu s caminhos são:

Exu V eludo da Meia Noite

Exu V eludo Cigano

Exu V eludo 7 E ncr uzilhadas

Exu V eludo Menino (V eludinho)

Exu V eludo dos 7 Cr uz eir os

Exu V eludo das Almas

Exu V eludo dos In fer nos

Exu V eludo da Kalunga

Exu V eludo da Pr aia

Exu V eludo do Oriente

Exu V eludo S iga tana

Exu V eludo do Lix o

MARIA MULA MBO


Entidade bastante conhecida nos cultos afr o-br asilei ros
é uma P omba-Gir a que em sua última vida ter rena,
mor reu na mais completa miséria ma terial, o que lhe
valeu a alcunha de Mulambo , pelo estado das r oupas
que tr aja va.

Na umbanda, a P omba Gir a Maria Mulambo r esponde na


linha de Ox ossi. O ter mo Mulambo , por ser pejor ativ o,
não e videncia a na tur eza do tr abalho da P omba-Gir a
Maria Mulambo . Não podemos aqui minimizar a a tuação
desta entidade de finindo unicamente uma a tuação à
sua na tur eza. A entidade P omba-Gir a de um modo ger al
é muito mal decifr ada, ou seja, pouquís simo conhecida
por muitos cultos par alelos a Umbanda e inc lusiv e por
muitos sacer do tes da própria Umbanda Sa g rada.

ORAÇ ÃO P ARA MARIA MULAMBO:

SAL VE P OMB A-GIRA MARIA MUL AMBO!. Atrás d. m v c, l


vai ir d. r astr o, a paix onado e manso . P eço isso aos
poder es das três malhas pr etas que vigiam São
Cipriano . P asse essa mensa gem par a sete altar es
di fer ente s e r apidamente terás uma sur pr esa. S alv e
Pomba Gir a Ar repiada! Diz endo as sim: Conheço a tua
força e o teu poder , te peço que me a tenda o se guinte
pedido: que l não coma, não dur ma se não esti ver ao
lado d. m. Que seu cor po queime d. desejo por mim. Que
seu desejo por mim o deix e ce go par a outr as pessoas.
Que nenhuma outr a pes soa consiga f azer com que v c l
sinta pr az er, somente eu m ter ei es se poder . Que ele
deix e d. v ez todas as outr as pessoas e assuma par a
todos o que sente por mim, m. Af aste dele qualquer
pessoa que tenha i nveja d. nós. Que ele me pr ocur e a
todo instante, HOJE, A GORA, desejando estar ao seu
lado . E , que sempr e que tenha a minha ima gem em seu
pensamento em todos os momentos. A GORA, COM QUEM
EST IVER, ONDE E ST IVER E LE IRÁ P ARA R POR QUE O seu
PENSAMENT O E STÁ EM MIM m. E ao se deitar , ao
acor dar , que tenha sonho s comigo , m, f az endo assim
com que ME ame a cada dia mais. Que ele sinta pr az er
somente por ouvir a MINHA v o z. F aça ele sen tir por m.
um desejo f or a do nor mal como nunca sentiu por outr a
pessoa e nunca sen tirá. Ag radeço por esta r tr abalhando
a meu f avor. V ou divulgar SEU nome em tr oca deste
pedido , D . TRAZE-L O HOJE E S EMPRE par a m. Obrigada.

MARIA PADIL HA

Maria P adilha é uma entidade também conhecida como


Dona Maria P adilha, na Umbanda e Candomblé ela é
consider ada a Rainha das P omba Gir as. Ela é um Exú
feminino , assim como Maria Mulambo é uma das mais
respeitadas. r ainha do amor .

ORAÇ ÃO DE MA RIA P ADILHA:

SAL VE P OMB A-GIRA, MARIA P ADILHA, RAINHA D AS 7


ENC RUZ ILHAD AS, F AZ EI QUE AM FIQU E P ARA S EMPRE
COMIGO , POMB A-GIRA TRAZ EI-ME AM PAR A MIM, ASSIM
COMO O GAL O CANT A, O B URR O RINCHA, O S INO T OCA,
A CA BRA BERRA, AS SIM TU , AM HÁS DE AND AR ATR ÁS
DE MIM, ASS IM COMO O SOL AP ARECE, A CHU VA C AI,
FAZEI S ER DO MIN ADO POR MIM, PRESO DEB AIX O DO
MEU P É ES QUERDO .
AM COM DOIS OLHO S TE VEJO , COM TRÊ S EU TE
PR ENDO COM MEU ANJO D A GU ARD A PEÇO QUE O AM
ANDE A TRÁS DE MIM, COMO UMA COBRA RASTE JANTE,
QU E ME AME L OUCAMENT E, QUE SÓ S INT A DES EJOS
POR MIM, QUE N AO CONS IGA OLHAR COM OLHOS DE
DE SEJO P ARA N ENHUMA OUTRA MULHER QUE NÃO
SEJ A EU . QUE A TEND A T OD AS AS MINHAS V ONT ADES,
QU E NUNC A ME F AÇA S OFRER, QU E DU RMA E A CO RDE
PENSANDO EM MIM E QUE S EMPRE ME TE NHA EM S EU
PENSAMENT O, QU E N AO CONSIGA VIVER S EM MIM, QUE
SEUS P ENSAMENT OS E DES EJOS S EJ AM S EMPRE
VOL TADOS P ARA MIM, QUE EL E SEJ A CA RINHO SO ,
ROMANTICO COMIGO , QUE ASS IM S EJ A. PEL O P ODER
DE SA O CI PRIANO , AS SIM SE JAM. AM V AI VIR A TRÁS DE
MIM, RASTEJ ANDO , HUMILDE E MANSO , P ARA QUE
POSSAMOS TER BOM CONVIVIO E ASSIM S ERMOS
FELIZ ES. PEÇO A SA O CIPRIANO QUE
AM ME PR OCURE HOJ E AIND A. P EÇO IS TO A O PODER
DAS TRÊ S ALM AS PRE TAS QUE VIG IAM SA O CI PRIANO ,
AS SIM SEJ A. QUE O AM ME ASSUMA DE VEZ, QUE O S
INIMIGOS N AO NO S VEJ AM, ASS IM SEJ A. Ó MARIA
PADILHA, MINHA RAINHA, ATENDEI O MEU P EDIDO"...

QU ANDO A CAB AR DE LER PUBLIQU E ES TA ORA CA O,


RAPID AMENTE T ERÁS UMA S URPRESA.
OBRIGADO MINHA RAINHA E U SE I QUE V OCÊS SÃO
PODER OSAS.

MARI NH EIR OS
Marinheir o na Umbanda são entidades ger almente
associada aos mar ujos, que em vida empr eendiam
via gens pelos mar es, enfr entando toda sor te de
in for túnio s.

Ótimos guias par a desmanc he de f eitiçaria, os


marinheir os tr az em com seu jeito ale g re a disper são de
fluidos oriundos do baix o ast ral, be bericando sua
cer veja, r um ou ca chaça a pesa r de seu modo
cambaleante, estão mantendo o equilibrio encimando
ondas vibr ató rias densas que emanam de entidades
malé fica, t ratando todos guias e consulente s de mano ,
sao entidades ir manadas no auxilio mútuo ao próximo .

PONT O DE MARINHEIR O:

Na vio Ne g reir o no f undo do mar


Na vio Ne g reir o no f undo do mar
Cor rente s pesadas ar rastando na ar eia
A ne g ra escr ava se pos a cantar
A ne g ra escr ava se pos a cantar
Sar avá minha Mãe Iemanjá
Sar avá minha Mãe Iemanjá
Vir ou a caçamba pr o fundo do mar
Vir ou a caçamba pr o fundo do mar
Quem me salv ou f oi mãe Iemanjá
Quem me salv ou f oi mãe Iemanjá .
PRET OS -VEL HO S (AS)

Pr eto-v elho na Umbanda, são espí ritos de v elhos


africano s que viv er am nas senzalas, majoritariamente
como escr avos que mor rer am no tr onco ou de v elhice, e
que ador am contar as história s do tempo do ca tiv eir o.
Sábios, ter nos e pacientes, dão o amor , a fé e a
esper ança aos "seus filhos".

São entidade s desencar nadas que tiv er am pela sua


idade a vançada, o poder e o se g redo de viv er
longamente a tr aves da sua sa bedo ria, a pesar da r udeza
do ca tiv eir o demonst ram fé par a supor tar as amar gur as
da vida, consequentemente são espiri tos guias de
ele vada sa bedoria, tr az endo esper ança e quietude aos
anseios da consulencia que os pr ocur am par a amenizar
suas dor es, ligados a vibr ação de omulu, são
mandingueir os poder oso s, com seu olhar pr escutador
sentado em seu banquinho , f umando seu ca chimbo ,
ben zendo com seu r amo de ar r uda,r ezando com seu
terço e asper gindo sua água fluidificada, demandam
contr a o baix o ast ral e suas ba for ada s são par a limpeza
e har monização das vibr açõe s de seus mediuns e de
consulentes.Mui tas v ezes se utilizam de outr os
benzimentos, como os utilizados pelo P ai J osé de
Angola, que se utiliza de um pr epar ado de "guiné"
(pedaços de caule em in fusão com cac haça ) que coloca
nas mãos dos consulentes e solicita que os mesmos
passem na te sta e nuca, enquanto f az em os seus
pedidos mentalmente; utiliza-se tambem de vinho
mosca tel, com o que constan temente brinda com seus
"filhos" em nome da vitória que está por vir .

São os Mestr es da sa bedoria e da humildade. Atr avés


de suas vá rias e xperiências, em inúmer as vidas,
entender am que somente o Amor constrói e une a
todos, que a ma téria nos per mite e xistir e viv encia r
fatos e sensações, mas que a mesma não e xiste por sí
só, nós é que a criamo s par a esta s e xperiências, e que
a r ealidade é o espírito . Com humildade, a pesar de
imensa sa bedoria, nos auxiliam nesta busca, com
conselhos e vib rações de amor incondicional. T ambém
são Mest res dos elementos da na tur eza, a qual utilizam
em seus benzimentos.

SAL VE A LINHA D AS ALM AS!

ZÉ P ELIN TRA
Zé P elintr a é um espirito desencarnado a muitas décadas, que
teve a missão do plano espiritual de trabalhar para a prática da
caridade e para o progresso da humanidade. Seu Zé, desenvolve
seus trabalhos espirituais dentro da ritualística umbandista e
também no Catimbó Nordestino.

Zé P elintr a, surgiu na Umbanda, primeiramente nas giras de


Exú, firmando seu ponto e seu reinado como Exú Zé Pelintra.
Mais tarde, passou a integrar também a linha dos baianos, em
homenagem as suas manifestações no Catimbó do Nordeste
Brasileiro.

Existem diferenças entre Umbanda e Catimbó.

A Umbanda é uma religião Brasileira, possui um pouco de


Catolicismo, Espiritismo, Pajelança e culto aos Orixás. Tem
manifestaçoes de pretos velhos, caboclos, baianos,
marinheiros, boiadeiros e exús.

O catimbó é um culto regional do Nordeste, onde existem


manifestações de espiritos que viveram principalmente naquela
região do Brasil, e que são chamados de Mestres
Catimbozeiros. Seu Zé Pelintra, assim como outros guias que
trabalham no Catimbó, trabalham também na umbanda. Em
alguns lugares, sobretudo S. Paulo, manifesta-se como Baiano.
No Rio de Janeiro é cultuado como Exu e por vezes Malandro.

No Catimbó ele é Mes tr e, e por ser uma entidade diferente das


que são cultuadas na umbanda, ele não trabalha numa linha
específica, porém, sua participação mais ativa seria na gira de
baianos, exus e, em raros casos, pretos velhos. Seu Zé pode
aparecer, portanto, em qualquer linha de gira, desde que seu
trabalho seja realmente necessário.

Apesar de ser um espírito "boêmio", "malandro" e brincalhão,


este ente de luz, trabalha com seriedade e mesmo com a fama
que possui, de beberrão, não é bem assim que as coisas
funcionam. Seu Zé, exige muito de seus médiuns, por seriedade,
responsabilidade e outras virtudes e é o primeiro guia que se
afasta do médium quando este não segue seus conselhos e não
adota a boa moral e conduta pregada por ele, ou seja, um
"cavalo de Seu Zé", deve ser honesto, trabalhar com firmeza
para o bem, para a caridade, não pode ser adúltero, beberrão,
pois ele não admite isso de seu médium.