UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA Biblioteca Central

Normas para Apresentação dos Trabalhos Técnico-Científicos da UFRR - baseadas nas normas da ABNT -

Boa Vista 2006

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA Biblioteca Central

Angela Maria Moreira Silva

Normas para Apresentação dos Trabalhos Técnico-Científicos da UFRR - baseadas nas normas da ABNT -

Boa Vista 2006

SUMÁRIO 1 2 3 3.1 3.2 4 4.1 4.2 4.2.1 4.2.2 4.3 4.3.1 4.3.2 4.3.3 4.3.4 4.3.5 4.3.6 4.3.7 4.3.8 4.3.9 4.3.10 4.3.11 5 5.1 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.2.4 5.3 5.3.1 5.3.2 APRESENTAÇÃO.................................................................................................... 5 DEFINIÇÕES............................................................................................................ 6 DOCUMENTOS ACESSÓRIOS AO TRABALHO CIENTÍFICO..................... 7 PROJETO DE PESQUISA ........................................................................................ 7 RELATÓRIO.............................................................................................................. 8 ESTRUTURA............................................................................................................ 9 FORMATAÇÃO DO TRABALHO........................................................................... 9 ELEMENTOS EXTERNOS....................................................................................... 9 Capa ........................................................................................................................... 9 Lombada.................................................................................................................... 10 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS .............................................................................. 10 Folha de Rosto........................................................................................................... 10 Errata......................................................................................................................... 10 Folha de Aprovação.................................................................................................. 11 Dedicatória................................................................................................................. 11 Agradecimentos......................................................................................................... 11 Epígrafe...................................................................................................................... 11 Resumo....................................................................................................................... 11 Resumo em Língua Estrangeira.............................................................................. 12 Lista de Ilustrações................................................................................................... 12 Lista de Abreviaturas, Siglas e Símbolos................................................................ 12 Sumário...................................................................................................................... 13 ELEMENTOS TEXTUAIS...................................................................................... 14 INTRODUÇÃO.......................................................................................................... 14 DESENVOLVIMENTO OU CORPO........................................................................ 14 Objetivos.................................................................................................................... 14 Materiais e Métodos.................................................................................................. 14 Resultados e Discussões............................................................................................ 15 Conclusões ou Considerações Finais....................................................................... 15 ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO..................................................................... 16 Citações...................................................................................................................... 16 Ilustrações.................................................................................................................. 16

.................................9 7....................................................... 19 REGRAS GERAIS......... 19 TIPOS DE CITAÇÕES ............................................. 25 REFERÊNCIAS.............................. 16 Gráficos................................................................8 7........... 27 Organizadores..................2 7.......... 17 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS.... 25 Notas de Rodapé................. 26 REGRAS GERAIS DE AUTORIA............................4 6............................................ 17 Referências............................1 7...............................1 5........1............................1 7 7.........2........................... 27 Autor Repetido ......1...................... 26 Dois Autores................1.... 24 NOTAS..................2 6..................1..........................................1......................................1................ 22 SISTEMAS DE CHAMADAS....... 24 Sistema Alfabético (autor-data).................................2 7....1.................................................................1.... 28 .............................................................. 17 Glossário...................................................4.........................................................................................................2........3 6.1 7...... 26 Autor Pessoal ........................2................ 16 Figuras........................................................... 27 ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS........................2.............. 28 7.................................................................2 5...........................2 5.......... 26 Um Autor.........................1 6.....................................................................................................3.....................2 6...............................................................................................2...................................1...4...........................................................................6 7.........................7 7.................3................. 21 Citação de Citação.......................................... ........................................................................................1...............................10 Orgãos Governamentais.......................2.......1. Instituições).........................2................. Adaptadores.........1............... Editores.........................3......................... 26 Pseudônimo..............................4 5...1.......... 17 Apêndices e Anexos......... 27 Autor Entidade Coletiva (Associações...............3 7.................. 26 Três Autores..5.................5 7.......................... 20 Citações Indiretas e Livres......................................................4 6....................................................................................................................... 20 Citações Diretas...................................3 6........................................................1 6.......3......................4.....................................1..... Literárias e Textuais...........1.................1 Tabelas e Quadros................................................................ etc.................................3 5................................................................. Compiladores..........1....................................1 5................2.4 7........ 26 Autor Desconhecido ............................................................................1 6............4.1 7................................................... 22 Sinais de Convenções......................... 26 Mais de Três Autores.... Empresas.......................................................................................... 28 Monografias Consideradas no Todo.........3 6 6.......1..1...... 17 CITAÇÕES E NOTAS................................................................................1.........1.......................................................................................1................................

......4 7....................... 29 7....2..2 7... 31 Trabalhos Apresentados em Eventos Científicos...........5.....................................................3 7........... 33 Documentos Jurídicos em Meio Eletrônico................1 7.....2.........3.................1............................................................................................................1........2.................................................12 Relatórios Oficiais..........3 Monografias no Todo em Meio Eletrônico ....1.............................. 29 7............1.....................................................................2.........2 7....................2..............2..............................1.......................... Deliberações e Sentenças das Cortes ou Tribunais.......................2..................................... 28 Atlas.........................2..............................1.........................................1 7..........................13 Relatórios Técnicos-Científicos ..3.................................................................................................................. 29 7...5.....10 Conferências e Congressos............... 34 ............... 28 Normas Técnicas.......................................................................................... 33 Periódicos Considerados no Todo.............2...................................................................2..................................................................... 32 Acórdãos............................2....................11 Workshop........................................3.......................4 7.......3....................................5........ 30 Bíblia em Parte..... 32 Portarias........5 7........2..................... 33 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS....2 7.5 7.2 7...........5........................................6 7..............7................................ 32 Constituições...................... 32 Leis e Decretos.............................................................. 30 Verbetes de Dicionários..............2..........2........... 33 Fascículos............. 32 Pareceres. 29 7...............3................................................2.1 7.........................................................................1 7.2...................................... 28 Dicionários......................2.......................................... 28 Patentes..................................4 7......................................................1........................................... 30 Monografias Consideradas em Parte ...8 7.......................1....2..5 7...............5...............................................1 7..................... Decisões......... Resoluções............2.3 7.................................. 30 7..............7 7..2.....1..........2...2...........................................1.................................................... Deliberações............................................................1..............................................................................................3....4 7............... 31 Documentos Jurídicos .........................................1.....6 7..............1.......2........3 7.................. 33 Coleções...........2..... 29 Dissertações e Teses........................................................3...............1................. 28 Bíblias.....................3 7.......9 Livros................................................. 30 Capítulos de Livros..........................1..................................................................................................2 7..........5 7........................................................2....................................... 28 Enciclopédias..........................2.....................................3. 29 Reuniões...................2......2..............................................1......... 30 Verbetes de Enciclopédias......................................................... 34 Fascículos com Título Próprio....... 31 Monografias Consideradas em Parte em Meio Eletrônico ......3.............3 7......................................................

......................4..........11 7....4 7..............7 7........ 40 Mensagem Recebida em Lista de Discussão.........3............15 7.......................................................... 38 Mapas e Globos..................1 7...........................2 7.................................. 35 Notas de Aulas...............................16 7........................4................................................................5 7..................................................... 38 Filmes e Vídeos...........................................3..........................................................4.5................... 34 Artigo de Revista...............3.................................... 35 Fac-símiles............. 34 Artigo de Jornal....................5 7..................................................................................4...............................3.............................................................1 7.....................................................................................................................................3 7..4................2 7....................................4...................................................4..10 7............................................3.........................................................14 7....... 39 Microfilmes.............3.......3.....................4...........4.........................................................................................4.............12 7....................... 36 Bulas (Remédios).................... 36 Convênios..................................................................4 7............4.........................6 7.... 42 ............ 40 E-Mail.............................. 39 Base de Dados em CD-ROM Consideradas no Todo..... 41 ANEXOS...........4.......................................................................................................................................................... 38 Microfichas.................9 7.................................. 39 Slides................................................ 39 OUTROS DOCUMENTOS ELETRÔNICOS....................3 7..............................5..4................................................. 35 Parte de Periódicos em Meio Eletrônico.................................................................4 7..4 7...........................................4........................17 7... 37 CD – Compact Discs......8 7............ 35 Trabalhos Não Publicados.......................................................3 7........ 40 Homepage.............. 35 OUTROS TIPOS DE DOCUMENTOS.........5....................................... 36 Atas de Reuniões.................... 34 Periódicos Considerados em Parte.... 38 Fotografias................................................................................................................................................................4............................................5.................................................................................................................................................... 36 Cartões Postais.......1 7..................................................................4.........................5................................................................................................................. 36 Discos............................ 37 Fitas Gravadas..........................................................................................................2 7...................................................2 7..............5 Periódicos Considerados no Todo em Meio Eletrônico.......7................................. 40 REFERÊNCIAS......................... 39 Base de Dados em CD-ROM Consideradas em Partes.4..............13 7............................................. 37 Entrevistas......

ABNT – NBR 6028:2003 – Resumo.5 1 APRESENTAÇÃO As Normas para Apresentação dos Trabalhos Técnico-Científicos da UFRR. aprovadas pela Resolução Nº 017/2006 CEPE. As datas das normas indicadas estavam em vigor no momento desta edição. foram: - ABNT – NBR 14724:2002 – Trabalhos Acadêmicos. ABNT – NBR 15287:2005 – Projeto de Pesquisa. Como toda norma está sujeita à revisão. este trabalho será modificado quando se fizer necessário. de 18 de dezembro de 2006. têm como objetivo orientar os alunos na formatação da sua produção científica. ABNT – NBR 10520:2002 – Citações de Documentos. As normas técnicas utilizadas para compor este documento. de acordo com as normas da ABNT. ABNT – NBR 6023:2002 – Referências. ABNT – NBR 10719:1989 – Relatórios Técnico-científicos.. . ABNT – NBR 6027:2002 – Sumário.

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2 DEFINIÇÕES De acordo com a ABNT e literatura especializada, as definições dos trabalhos técnicocientíficos são as seguintes: Tese – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor, ou similar. Dissertação – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento da literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção de títulos em cursos de mestrado. Monografias – trabalhos de pesquisa que visam discorrer sobre um tema específico, com suficiente valor técnico ou científico. É feito sob a orientação de um mestre ou doutor e são pré-requisitos para conclusão de cursos de especialização. Trabalhos acadêmicos – exigido para obtenção de créditos em alguma disciplina ou requisição para conclusão de cursos de graduação. Tem a finalidade de induzir o aprendizado metodológico e iniciação científica do aluno para futuros trabalhos de investigação.

7 3 DOCUMENTOS ACESSÓRIOS AO TRABALHO CIENTÍFICO 3.1 PROJETO DE PESQUISA É o documento explicitador do planejamento da pesquisa, que por sua vez, é a primeira fase da pesquisa. Alguns dos seus elementos são diferenciados dos demais trabalhos científicos. São eles: a) elementos pré-textuais - capa, lombada, folha de rosto, lista de ilustracões, lista de tabelas, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, sumário; b) Introdução – apresenta as linhas gerais da pesquisa, esclarece os motivos da escolha do tema e justificativa. c) Objetivos – É a exposição das metas do trabalho, ou seja, diz onde se quer chegar e/ou quais os resultados que se pretende obter. Deve ser apresentado no verbo infinito e se necessário, deve-se colocar também objetivos específicos. d) Formulação do problema – é o enfoque central para a pesquisa, a partir do qual é direcionado todo o trabalho. É importante lembrar, que um bom trabalho científico é aquele cujos resultados apresentam soluções ou possíveis soluções para os problemas. f) Hipóteses – item opcional, são afirmações que serão testadas através da análise da evidência dos dados empíricos. A formulação do problema e das hipóteses subseqüentes constitui-se num processo simultâneo de retro-alimentação. Ou seja, a medida que surge a colocação de um problema, busca-se estabelecer uma hipótese norteadora para o mesmo. g) Referencial teórico – é a linha científica, filosófica, religiosa, política, ideológica, etc. de um autor, pesquisador e/ou estudioso. Neste tópico o pesquisador pode desenvolver também, a definição dos conceitos que nortearão seu trabalho. h) Metodologia – apresenta a modalidade da pesquisa, ou seja, se é uma pesquisa de campo, bibliográfica, instrumental, ou a junção de duas ou mais modalidades. Determina ainda os procedimentos de coleta e análise de dados, bem como a área física, se houver necessidade. i) Orçamento detalhado – deve-se detalhar todos os recursos materiais, humanos e financeiros que serão utilizados. j) Cronograma de execução – detalhar todas fases da pesquisa, em dias ou meses, até a sua entrega à Banca Examinadora. l) Elementos pós-textuais – referências, apêndices e anexos.

8 3.2 RELATÓRIO Relatam resultados finais ou parciais de estudos e experiências. São apresentados em caso de trabalhos técnico-científicos, visitas técnicas, viagens, estágios, pesquisa de campo, experimental e revisão bibliográfica. É elaborado para: a) descrever experiências, pesquisas, processos, métodos, análises; b) especificar materiais e ou equipamentos; c) instruir as operações de máquinas, equipamentos de laboratório e dispositivos; d) fazer o levantamento da produção; e) elaborar à análise econômica e orçamentária da pesquisa, com respectivo cronograma de execução; f) em caso de inventos é elaborado para fazer o registro das partes. A estrutura dos Relatórios segue os padrões de formatação básicos de outros documentos, a saber: a) elementos pré-textuais: capa, folha de rosto, apresentação, resumo, lista de símbolos, abreviaturas, ilustrações, sumário; b) texto: - introdução – apresentação e objetivos; - desenvolvimento – descrição das atividades e/ou pesquisa, avanços e dificuldades encontradas; - conclusões ou considerações finais; c) elementos pós-textuais: anexos, referências bibliográficas, ficha de identificação do relatório, lista de destinatário e formas de acesso ao relatório. Caso o relatório seja destinado a uma instituição específica, é necessário basear-se pelos formulários da mesma.

g) Indicativos de seção ou capítulos: os títulos das seções primárias. As referências no final do texto. 4. utilizando-se os recursos de negrito. em cada capa. A numeração é colocada. encontra-se no ANEXO A e B. A numeração da seção e seu título devem ser alinhados à esquerda e separados por um espaço de caractere.2. grifo. . de acordo com os parâmetros dessas normas. as notas. f) Paginação: todas as folhas do trabalho. 4. devem iniciar em folha distinta. devem ser digitados ou datilografados em espaço simples.5 de entrelinhas. a cobertura que reveste o trabalho. não são numerados e devem ser centralizados.1 FORMATAÇÃO DO TRABALHO a) b) c) d) Formato de apresentação : CD e Impresso em formato PDF. Espacejamento: 1. devem ser contada seqüencialmente. Papel branco. a especificação do respectivo volume. mas não numeradas. título. redondo. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por uma entrelinha dupla (um espaço duplo ou dois espaços simples).0 cm x 29.2 ELEMENTOS EXTERNOS 4. a 2 cm da borda superior ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha (ANEXO C). sumário. no canto superior direito da folha. a partir da primeira folha textual. nº de volumes (se houver mais de um. As citações longas.7 cm) Margens: margem esquerda e superior de 3 cm. nome do autor.9 4 ESTRUTURA A estrutura geral de um trabalho científico. subtítulo (se houver). na ordem em que devem ser dispostos os elementos. as referências e os resumos. tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para citações longas e notas de rodapé. caixa alta ou letras maiúsculas. a partir da folha de rosto. onde deve conter informações indispensáveis à sua identificação. local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. itálico. referências.1 Capa Elemento obrigatório. devem ser separadas em si por espaço duplo. ano da entrega (ANEXO D). margem direita e inferior de 2 cm. e) Fonte: Times New Roman ou Arial. por serem as principais divisões de um texto. deve constar. terciárias e quaternárias. Deve ser apresentada em capa dura ou brochura. resumos. é a proteção externa. tamanho A4 (21. As listas de ilustrações e outras listas. Destacam-se gradativamente os títulos das seções secundárias. na seguinte ordem: brasão e nome da instituição. apêndices e anexos.

1 Folha de Rosto É a folha que contém os elementos essenciais à identificação do trabalho (ANEXO F). seguidas das devidas correções. curso) e a instituição em que é apresentado.3 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 4. g) ano em algarismos arábicos. c) subtítulo. o objetivo: aprovação em disciplina. é um elemento obrigatório que reúne coladas. se houver. co-orientadores. onde ocorreram erros. o título e o número do volume (caso o trabalho tenha mais de um). as folhas de trabalho. em algarismos arábicos.2 Errata Elemento eventual. grau pretendido e outros. . precedido de dois pontos (:). contendo palavras que identifiquem o seu conteúdo e possibilitem a recuperação da informação. Apresenta-se quase sempre em papel avulso. f) local (cidade) da instituição na qual o trabalho deve ser apresentado.3. relacioná-los em ordem alfabética ou pelos critérios estabelecidos pelo grupo. para que não comprometa a avaliação final do mesmo (ANEXO H). 4. área e/ou disciplina. se houver. e) nota indicando: a natureza acadêmica do trabalho : grau. nome do(s) orientador(es) e. costuradas e grampeadas. Contém o nome do autor.2 Lombada Lombada ou dorso.3. b) título: claro e preciso. deve estar claramente subordinada ao título principal. no entanto. elaborada pelas bibliotecárias da Instituição (ANEXO G). sucessivamente: a) autor(es): quando houver mais de um. No verso da folha de rosto. é uma lista das folhas e linhas. deve ser colocada a ficha catalográfica. O aluno deve. acrescido no trabalho depois de finalizado. d) número do volume. 4. nome da unidade de ensino (departamento. deve apresentar as seguintes informações. ficar atento à revisão do trabalho e evitar a utilização desse recurso.10 4. Todos devem ser grafados longitudinalmente e legível do auto para o pé da lombada (ANEXO E). quando houver mais que um.2.

É apresentada em folha distinta. Portanto. o título e subtítulo. dissertações e teses. colocado após os agradecimentos. no qual o autor presta homenagem ou dedica o trabalho a alguém. A finalidade do resumo é difundir o mais amplamente possível as informações e permitir a quem lê.4 Dedicatória Elemento opcional. que faz menção à pessoas e/ou instituições das quais se recebeu apoio e que contribuiram de maneira relevante para o desenvolvimento do trabalho. a metodologia utilizada. onde não é necessário colocar o título: folha de aprovação. área de concentração.7 Resumo O resumo é um elemento obrigatório.6 Epígrafe Elemento opcional. Consta do termo de aprovação o autor.3.3. Os agradecimentos aparecem em folha distinta. objetivo. É colocada em folha distinta. 4. logo após o termo de aprovação (ANEXO J). após a dedicatória (ANEXO L). relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho (ANEXO M). deve-se . decidir sobre a conveniência de consultar o texto completo. 4. natureza. data de aprovação. Pode também figurar no início das partes principais do texto. onde o autor apresenta uma citação.3. A data de aprovação e assinaturas dos membros componentes da banca examinadora são colocadas após a aprovação do trabalho (ANEXO I). nome da instituição a que é submetido. 4.3. que ndica a natureza do problema estudado. seguida de indicação de autoria.5 Agradecimentos Elemento opcional.3 Folha de Aprovação Elemento obrigatório na apresentação de monografias. 4. titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem.11 4.3. nome. os resultados mais importantes e as principais conclusões.

Não deve ser confundido com índice. É constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos. Deve-se evitar o uso de citações bibliográficas. nomes geográficos. em alemão. é utilizado apenas um parágrafo na linha inicial. figuras.9 Lista de Ilustrações (tabelas. O resumo é denominado abstract. resumen. após dois espaços duplos. das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. seguido do título e da página onde se encontra. em um único parágrafo. devem vir em listas próprias (ANEXO R). deve-se apresentar o resumo em língua estrangeira. quadros e outros) Elementos opcionais. fotografias. o assunto tratado. (ANEXO O).3. é a relação seqüencial das ilustrações. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso e. 4. em espanhol.12 expressar na primeira frase do resumo.3. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. 4.3.11 Sumário É a enumeração das principais divisões ou partes componentes do trabalho (capítulos e suas subdivisões). em francês. palavras-chaves e/ou descritores. Devem também figurar em página distinta imediatamente após o resumo de língua vernácula. termos técnicos ou científicos. 4.10 Lista de Abreviaturas. riassunto. isto é. devendo aparecer na mesma ordem em que constar no trabalho. é a relação em ordem alfabética. Não deve ser confundido . e Zusammenfassung. Não deve ser confundido com o sumário (ANEXO N). em inglês. se muito numerosas. plantas. Em trabalhos reduzidos pode-se elaborar uma lista de ilustrações (ANEXO P. résumé. quando muito numerosas. lâminas. Siglas e Símbolos Elemento opcional. gráficos. em italiano.3. possui no mínimo 150 palavras e no máximo 500.8 Resumo em Língua Estrangeira Para fins de divulgação internacional. 4. autores. Logo abaixo. Q). e que aparece sempre no final do trabalho. com seu respectivo número. que é uma relação detalhada em ordem alfabética de assuntos. seguidas da respectiva paginação. coloca-se as palavras representativas do conteúdo do trabalho.

com o título SUMÁRIO no alto e centralizado. Se o trabalho for apresentado em mais de um volume. dos elementos textuais (dos capítulos. . .indicativo numérico. c) relacionando os títulos dos elementos pré-textuais. b) relacionando os títulos dos elementos pré-textuais. com exceção da dedicatória. seção ou parte deve apresentar os seguintes dados: . ligado ao título por uma linha pontilhada.13 também com resumo. em cada um deles deve constar o sumário completo do trabalho. que aparecem antes o sumário.título. após os resumos e as listas de ilustrações. É desnecessário em trabalhos pouco extensos ou pouco divididos. quando houver. seções ou partes de cada volume.número da folha inicial. sem indicativo de numeração. das seções ou das partes) e dos elementos pós-textuais com o mesmo padrão gráfico empregado no texto. . Deve se apresentar da seguinte forma: a) em folha distinta. que é a apresentação concisa do texto (ANEXO S). dos agradecimentos e da epígrafe. d) cada capítulo. especificando os capítulos.

podendo haver subseções. É composto pelos objetivos. É dividido em seções e capítulos ou somente capítulos. bem como um resumo dos objetivos.2 Materiais e Métodos Compreende a descrição concisa e completa da metodologia utilizada. Cada um dividido em capítulos próprios. Fornece os antecedentes que justificam o trabalho. descrevendo com detalhes a pesquisa e como foi desenvolvida. pode ser estruturado de maneira diversa geralmente consistindo em introdução. 5. 1846). discussões e conclusões. a descrição completa. . são descritas de acordo com a nomenclatura oficial. A denominação das espécies.2. métodos e procedimentos seguidos. resultados. Contudo.2 DESENVOLVIMENTO OU CORPO São as seções ou capítulos que compõem o conteúdo do trabalho. a fundamentação teórica. permitindo ao leitor compreender e interpretar os resultados. 5. focaliza o assunto a ser tratado e como foi elaborado. materiais e métodos.14 5 ELEMENTOS TEXTUAIS É a parte do trabalho em que o assunto é tratado e desenvolvido. Também deve ser apresentado no verbo infinito e se necessário. 5. desenvolvimento e conclusões. 5. assim como a reprodução do estudo e/ou utilização do método.2.1 Objetivos É um elemento essencial que se caracteriza como a ampliação dos objetivos apresentados no Projeto de Pesquisa. deve-se colocar também objetivos específicos. Exemplo: Concha (Chicoreus spectrum Reeve. Pela finalidade a que se destina. são as partes principais do texto. deve ser colocada somente na primeira vez em que a espécie é mencionada no texto. sendo direcionado para a conclusão final da pesquisa.1 INTRODUÇÃO Introdução é a seção do trabalho em que o assunto é apresentado como um todo. geral e específicos.

Os resultados obtidos na pesquisa são analisados. quadros. Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos utilizados para a condução da pesquisa e deve ser apresentada na seqüência cronológica em que o trabalho foi conduzido. Devem ser incluídas. na apresentação dos fatos (resultados). além da descrição do procedimento analítico usado. Na conclusão.15 (.. amostragem. bem como sobre o seu alcance. Devem ser incluídos tanto os resultados esperados como os não esperados. quando cabíveis. utilizando-se tabelas.) compreende o instrumental empregado e a descrição das técnicas adotadas. técnicas e equipamentos utilizados. generalizações e princípios básicos de comprovação experimental.4 Conclusões ou Considerações Finais É a síntese dos resultados do trabalho. sendo que. o autor deve apresentar os resultados mais importantes e sua contribuição ao tema. p. aos objetivos e/ou às hipóteses apresentadas. . O autor manifestará seu ponto de vista sobre os resultados obtidos. 5. são demonstradas as relações entre as causas e efeitos e o autor pode passar a deduções paralelas.2. que completam o texto. 5. Geralmente o termo é empregado pe las áreas humanísticas e afins. apresentando novas perspectivas para a continuidade da pesquisa. em registro de casos clínicos e cirúrgicos. 2000. Os valores obtidos são comparados com os de outros autores. Ao autor caberá esclarecer todas as limitações de seu experimento. devem ser ressaltadas. a critério do autor. Geralmente é utilizada pelas áreas biomédicas e afins (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. estabelecendo. Casuística e métodos é a denominação empregada quando o trabalho é baseado em pesquisa envolvendo seres humanos. Tem por finalidade recapitular sintéticamente os resultados da pesquisa elaborada.3 Resultados e Discussões Os resultados devem ser apresentados de forma objetiva. Esta denominação é geralmente utilizada pelas áreas tecnológicas e afins. As respostas que não corroborarem com fatos ocorridos em experimentos similares de outros autores. informações sobre o local da pesquisa. A interpretação analítica dos resultados deve ser fundamentada em fatos circunstanciados e à luz dos conhecimentos científicos. os positivos e os negativos. que tenham algum significado. sugerindo novas abordagens a serem consideradas em trabalhos semelhantes. 30). população estudada. os resultados podem ser agrupados e apresentados em sub-capítulos. Assim. dando subsídios para conclusões e resumo. exata.2. isto é. figuras e fotografias. cautelosamente. clara e lógica. avaliados e criticados pela sua exatidão..

apresentando resultados numéricos e valores comparativos. As tabelas são construídas utilizando-se dados obtidos pelo próprio pesquisador.16 5. devendo o título ser repetido na outra página acrescido da palavra continuação (ANEXO T). Completam o texto e devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.. recebendo um título claro e conciso.3.1 Citações Citação é a menção da informação extraída de outra fonte para esclarecer. b) o corpo estrutural das tabelas. que expressam as variações qualitativas e/ou quantitativas desse fenômeno.3 ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO 5. ilustrações etc. quadros etc. 5.. 5. Não se deve fechar lateralmente as tabelas e nem mesmo colocar traços horizontais separando os dados numéricos.3. . Quando houver quadro e figura.2 Ilustrações As ilustrações compreendem as tabelas e as figuras. sem fechamento na parte inferior. e o título que o identifica. devem ser continuados na página seguinte.1 Tabelas É o conjunto de dados associados a um fenômeno. quadros.3. Têm a finalidade de sintetizar dados. São encabeçados pela palavra que os designa e numerados consecutivamente com algarismos arábicos em todo o trabalho. indica-se tabela. No cabeçalho de cada coluna. Os tipos de citações e seus procedimentos de uso encontram-se na Seção 6.2. As ilustrações devem aparecer o mais perto possível do lugar em que são mencionadas e destacadas do texto por espaçamentos. ambos recebem a denominação de figura. Cada ilustração deve ter um título e um número. indica-se o seu conteúdo e pode-se fazer uso de notas de rodapé quando necessário. não se usando plural para mais de uma. c) texto imediatamente subseqüente respectivo a cada um. ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. Recomenda-se deixar dois espaços duplos entre: a) o texto que antecede tabelas. Ao fazer referência à tabela no texto. dispostos em uma determinada ordem de classificação. Se não couberem em uma página.

A numeração das figuras é feita com algarismos arábicos.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS 5. com a mesma pontuação de uma frase comum.2 Glossário Elemento opcional.2. como IBGE. Todos os documentos citados ou não citados no trabalho. quadros. O título deve ser explicativo e constar abaixo da ilustração. gráficos e outros. elaborado em ordem alfabética. evitando-se a continuação da legenda em página seguinte à da ilustração. mesmo quando se fizer referência a mais de uma figura. Informações completas sobre Referências. Sua indicação pode integrar o texto ou localizar-se no final da frase entre parênteses. com o objetivo de esclarecer o leitor sobre o significado dos termos empregados no trabalho. A legenda aparece logo após o título.4. Abaixo da legenda deve aparecer a fonte de onde foi retirada a figura (autor.17 5. É a relação de palavras ou expressões de uso restrito ou sentido obscuro. acompanhada das respectivas definições. . em seqüência própria. O título é precedido da palavra figura acompanhado do respectivo número. livros. 5. na margem esquerda. A abreviatura é usada somente no singular. precedido da palavra figura com o respectivo número. revistas e outros.1 Referências Referência é o conjunto padronizado de elementos que permitem a identificação dos documentos. em todo e em parte. Os quadros são elaborados tendo por base dados obtidos de outras fontes. independente da numeração progressiva ou das páginas da publicação. as orientações para inserção de gráficos seguem o que foi descrito para figuras.2. data). fotografias. consultados e mencionados pelo autor na elaboração do trabalho. estando a referência bibliográfica completa presente na listagem final (ANEXO U). ver Seção 7. desenhos. devem obrigatoriamente figurar na lista de referências. 5.3 Gráficos Basicamente.3. organogramas. 5.4.3. sendo da mesma forma a citação no texto. fluxogramas.2 Figuras Considera-se figuras os mapas.

18 5.3 Apêndices e Anexos Apêndices e anexos são materiais complementares e opcionais ao texto. que só devem ser incluídos quando forem imprescindíveis à compreensão deste. cronogramas e outros.. gráficos..Avaliação numérica das células inflamatórias totais aos quatro dias de evolução APÊNDICE B.. entrevistas. Apêndices são documentos autônomos elaborados pelo próprio autor. a fim de completar sua argumentação. os mesmos devem figurar em capítulos distintos e sucessivamente. São identificados através de letras maiúsculas consecutivas e respectivos títulos.4. organogramas.Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração. fluxogramas. questionários.) ANEXO B – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração – Grupo de controle II (Temperatura. sem prejuízo da unidade do trabalho. Ex: APÊNDICE A.. . serve de fundamentação. formulários. ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração – Grupo de controle I (Temperatura. mapas. Referem-se a todo material suplementar como tabelas. Caso o autor opte por colocar os dois recursos.). desenhos. comprovação e ilustração. Anexos são informações não elaboradas pelo autor.

p..) (ASSIS.. Califórnia.. devem ser em letras maiúsculas. e grande sol. sendo tomadas como um grupo relevante para estudos evolutivos (LACHANCE. 583).1 REGRAS GERAIS As chamadas pelo sobrenome do autor.. 1949). Exemplos: A produção de lítio começa em Searles Lake. 6. Este(s) deve(m) seguir data. “Apesar das aparências. nas citações diretas. que o regente sancionou (. tais como apostilas e anotações de aula. Exemplos: As leveduras têm sido o tema central de diferentes trabalhos. naquele domingo de 1888. de A Semana “Houve Sol. Este(s) deve(m) seguir a data. separado(s) por vírgula. pela instituição responsável ou pelo título incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e. 1977).)” (DERRIDA. separado(s) por vírgula e precedido(s) pelo termo. .) relação da série São Roque com os granitos porfiróides pequenos é muito clara”. v. p. Meyer parte de uma paisagem da crônica de “14 de maio”.. a desconstrução do logocentrismo não é uma psicanálise da filosofia (. rotineiros ou de domínio público. Oliveira e Leonardos (1943. 293). que reproduzem de forma resumida os documentos originais.19 6 CITAÇÕES E NOTAS Citação é a menção de informação extraída de outra fonte para esclarecer. ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. quando estiverem entre parênteses. 146) dizem que a “ (. o(s) volumes(s). Especificar no texto e de forma abreviada. Devem ser evitadas citações referentes a assuntos amplamente divulgados. bem como citações provenientes de publicações de natureza didática. tomo(s) ou seção(ões) da fonte consulta. em 1928 (MUNFORD. A ironia seria assim uma forma implícita de heterogeneidade mostrada. conforme a classificação proposta por Authier-Reiriz (1982). em que Senado votou a lei. que o(s) caracteriza.3. a(s) página(s). 1967. p. 1994..

2. ao seu lado. de até cinco linhas. Então. Habita a região celeste e para chegar a ele. O marinau não consegue ingerí-la. A citação no texto deve ser transcrita entre aspas duplas.1 Citações Diretas. Utiliza-se recuo de 4 cm da margem esquerda. 1983. sem as aspas. com mais de cinco linhas. mas como um meio para obtenção de metas mais amplas de desenvolvimento das comunidades rurais. Literais ou Textuais São transcrições literais e extraídas do texto consultado. o marinau sobe pela “escada do Jabuti” (nome dado à via láctea) dissociando o físico do espírito com o uso do tabaco. por exemplo não é facilmente acessível. p. terminando na margem direita do trabalho. com a continuação do tempo. Exemplo: “A industrialização rural não deve ser considerada como um objetivo final. Além desse intercâmbio com o mundo dos mortos. No caso de citação longa. Há dificuldades várias a vencer antes da consulta. p. o urubú-rei dá-lhe a beber uma cuia de caxiri (bebida fermentada) de cadáver. foram trancados de vez os noviciados (. muitos deles ficaram com um ou dois religiosos e em geral de idade avançada. com o corpo da letra menor que o texto. um outro urubu-espírito toma-a em seu lugar. a ponto de. Esta bebida é intragável para os vivos. que vem incorporada ao parágrafo. os pajés tinham ainda o poder de estabelecer contato com os animais: O urubu-rei. à ortografia e à pontuação original. fazendo-se uso de reticências entre parênteses.” (LEITE. respeitando-se todas as características formais em relação à redação. “por simples aviso de 19 de maio de 1855 do Ministério da Justiça. 21).) e os conventos começaram a se despovoar. 1979. o trecho é transcrito em parágrafo distinto..2 TIPOS DE CITAÇÕES 6. ao final do trecho. indicar o nome da fonte de onde foi extraída a citação. Deve-se colocar o nome do(s) autor(s). 105). o urubu-rei consente em ser consultado pelo médico-feiticeiro (MUSSOLINI. Enganado. Conforme se lê em Luna (1947.20 6. Parte do trecho transcrito pode ser omitido.. no caso de citação textual curta. p. Diz-se que antes de atender ao pajé.” . 56). devendo-se. a data e a página de forma abreviada.

conforme descrito em Santos e Clos (1994). nem de páginas. a análise que fazemos delas depende do nosso sistema de valores. GARCIA. Os problemas do cotidiano das empresas e a procura de soluções contidas em tecnologia habituais. Porém. 1999). Não necessita de aspas. Citação de uma obra com dois ou três autores. poucos justificam esta terminologia em seus ensaios. sem que haja transcrição literal das palavras do autor consultado. apenas a data é incluída entre parênteses. entre parênteses. 1981. em caixa alta.21 6.2. SANTOS. a entrada deve ser feita pela primeira palavra do título. debates que foram numerosos e ricos.” (et alli). Quando o nome autor citado ou título da obra citada estiver incluída na sentença. 1980). enfim. mesmo registradas na íntegra. seguida de reticências e data. sobre a adequação da poligarquia pluralista ou das variantes do corporativismo frente à realidade brasileira. todos são citados por ordem cronológica. representam cerca de 70% das consultas recebidas ao longo da existência do DT/USP (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Citação de uma obra com mais de três autores. do nosso referencial teórico (CHIANCA. Quando não houver condições de identificar a obra. indica-se o sobrenome do primeiro. DURHAM. separados por ponto e vírgula. 1997).. Apesar de livre. há relato de uma experiência bem-sucedida com a geração de produção científica a partir do ensino de metodologia da pesquisa. optou-se aqui por um modelo que se aproxima bastante desta dissertação (O’DONNEL et al. No caso brasileiro. 1996). 1993. . Embora muitos autores se refiram à universidade e ao conjunto das universidades como sistema (SCHWARTZMAN. aquelas amplamente dominadas e que não exigem novas pesquisas. seguido da expressão latina “et al. Ao invés de se embrenhar no emaranhado das discussões e dos debates.2 Citações Indiretas ou Livres É a reprodução de algumas idéias. deve ser fiel ao sentido do texto original. 1999). Sei que quando ouvimos e transcrevemos entrevistas. já tem verificado um grau inaceitável de repetitividade e de concordância na forma de registro bibliográfico (SOUZA.

prevê-se a instalação.. Siegel (1984 apud MORGAN JUNIOR. Usa-se a expressão latina “apud” ou sua tradução em português. literais ou textuais. caso não haja autor do artigo e/ou matéria.. Para este autor. procura ‘ir às coisas nelas mesmas’. logo após o parto ou algumas horas depois. 6.usadas para transcrição de citações diretas. As publicações periódicas são citadas pelo título.3 Citação de Citação É a menção a um texto do qual se tomou conhecimento apenas por citação em outro trabalho. “a atitude fenomenológica procura ‘mostrar’ a experiência vivida que temos do real. 1996). pensamento crítico está para a educação como a racionalidade está para a filosofia. Participar de licitações ritualísticas apenas confirma a regra da oligopolização.2. com exceção da total impossibilidade de acesso ao documento original.22 Desse modo. É um recurso que deve ser evitado. em cada estado. “O sistema consiste em colocar o recém-nascido no berço. 1995) define pensamento crítico como sendo apropriadamente movido por razões. Faz-se a referência completa dessa fonte consultada. tem como função essencial contribuir para a formulação de políticas acadêmicas e financeiras para as instituições de ensino superior públicas (PROPOSTA.” . seguido de data e página(s) correspondente(s). 1994). ao lado da mãe.2. pois aquelas não são necessariamente empecilhos para se tornar um fornecedor privilegiado (VEJA. p. b) aspas simples ' ' – usadas quando a citação já contém expressões ou palavras entre aspas duplas: Descreve ainda Capalbo (1983) que. 6. representem os diferentes segmentos da sociedade na qual a instituição se infere. na sua composição. na lista de bibliografias.4 Sinais e Convenções São recursos utilizados para indicar características na citação: a) aspas duplas " " . seguida da indicação da fonte secundária efetivamente consultada. 1992. “citado por”.. buscando traze-las para a ordem da significação. 29 jun. como no caso de documentos muito antigos ou com barreira lingüística. de Conselhos Sociais que. durante a estada de ambos na maternidade” (HANURARI apud GUARAGNA. 201).

L.. Antônio nas suas excursões. h) Parênteses (. o horizonte da polivalência (grifo do autor) dos trabalhadores está sendo colocado pela aplicação das tecnologias emergentes e tem sido interpretado como o novo em matéria de qualificação (1992). e) parênteses (sic) – indica incorreções e incoerências: “D.23 c) asteriscos * . anotações de aulas). p. d) parênteses ( ) – indica acréscimos ou explicações necessárias à compreensão do texto: Em decorrência. j) parênteses (informação verbal) – indica informação de dados obtidos através de informação oral (palestras.) é o fazer quem determina através da sua prática a evolução e/ou adaptação. guiava-o aos lugares onde havia (sic) terrenos auríferos ou pedras preciosas” (ALENCAR.indica chamadas para nota de rodapé em comunicações pessoais: A INSTITUIÇÃO DO ESTÁGIO: UMA REFLEXÃO SOBRE OS ANALISADORES William Siqueira Peres* No rodapé ______________ * Professor do Departamento de Psicologia Clínica da F.)” (NBR 6023. 23). como aponta Little (1998): (eles) advogam uma reforma democrática radical. Deve-se registrar. ajudava-o com a sua experiência.) i) grifo _____ . p.. debates. de antigos conceitos no ato de assistir (.. (?) foi usado nos exemplos (. 2).. em discurso proferido em 25 de agosto de 1967. – Unesp-Assis...usado para destacar a citação.) – indica omissão das palavras ou de parte do texto citado: (. Não podem ser mencionadas em listas de referências. g) parênteses (?) – suscita dúvida ao texto citado: “Para enfatizar a importância da coexistência. alertava que a Universidade deveria saber que a plenitude da vida se alcança com o desejo de um futuro. (informação verbal) . 1983. 34). C. comunicações.. a expressão (grifo nosso) ou (grifo do autor): Como nos chama atenção Lucília Machado. imediatamente após o trecho grifado.. 1989. endossando uma visão de democracia e de pluralismo que não se coaduna com idéia de indivíduos e grupos segmentos definindo o que melhor lhes convém. por ocasião do encerramento das comemorações do Dia do Soldado. somente em nota de rodapé: Flávio Suplicy de LACERDA. p. 1971. f) parênteses (!) – indica ênfase à citação: “Citar um autor do qual se utilizou uma idéia ou uma informação é pagar uma dívida”(!) (ECO.

1998) entre outras causas. L. a dialética acredita que a contradição mora dentro da realidade (informação verbal)² . pessimismo crônico: máscara para o ócio ou patologia. No rodapé: ____________ ² Comunicação pessoal do autor (24 de julho de 1998). organizada alfabeticamente. entre parênteses. 6.1 Sistema Alfabético (autor-data) Neste sistema. o qual deve ser mantido em todo o trabalho. por serem elas pertencentes ao maior contingente de pessoal dentro da profissão. executada por auxiliares e técnicos de enfermagem (WALDOW. via de regra. Quando a menção ao nome do autor está incluída no texto. Melo (1987) e Macedo(1990) apresentam várias metodologias (. O indivíduo e a organização. 6. Nas citações diretas. Brunetti (1983). o sobrenome do(s) autor(es) é mencionando em letras maiúsculas.3 SISTEMAS DE CHAMADAS As citações devem ser indicadas no texto por um sistema pré-estabelecido. o mesmo é escrito normalmente com a data de publicação entre parênteses. todo o comportamento humano decorre da concepção que nós temos da realidade¹.24 Para DEMO(1998). Deve-se garantir que a referência completa do documento figure em lista final do trabalho. No rodapé: ____________ ¹ CANEPARO. k) parênteses (em fase de elaboração) – indica que o trabalho citado está em fase de elaboração. após a citação. Pode-se ainda. deve-se acrescentar a página de forma abreviada.. L.3. usar os termo (no prelo) ou (em fase de prépublicação): Segundo CANEPARO (em fase de elaboração). . O “fazer” em enfermagem é.).. seguida de vírgula. da data de publicação.

b) fazer certas considerações suplementares ou marginais que não caberiam no texto sem quebrar a seqüência lógica. Podem ser empregadas para indicar fontes bibliográficas. c) remeter o leitor a outras partes do trabalho. não publicados. 6.4. a ser apresentada à Escola de Enfermagem Ana Néri. especialmente trabalhos não publicados ou comunicações pessoais considerados importantes pelo autor. pela descentralização e democratização da administração municipal.4 NOTAS As notas são utilizadas quando o autor sente necessidade de fazer esclarecimentos ou considerações suplementares importantes. iniciado na margem esquerda. não incluídos na lista de referências. Exemplos: Decorre daí que na visão dos depoentes. . Universidade Federal do Rio de Janeiro. com espaço simples de entrelinhas e cada nota iniciando nova linha. nome da instituição e endereço. como: . 2000. Tese de Doutorado em Enfermagem. Paulo Vaccari.1 Notas de Rodapé São anotações colocadas preferencialmente ao pé da página e separadas do texto por um traço horizontal de 3 cm aproximadamente. ainda não publicados.trabalhos apresentados em eventos. As notas de rodapé são explicativas e têm as seguintes finalidades: a) referir o autor. . graciosa e perene.25 6.trabalhos em elaboração. pela possibilidade de oferecer às(aos) recém graduados(os) a oportunidade de se habilitarem melhor para o desempenho de suas atividades profissionais. Arte da enfermagem: efêmera. Devem ser grafados em letra menor que a do texto.³² No rodapé: _____________ ³² VACCAVO. informações obtidas por meio de canais informais. a Residência se configura como um Programa que deve ter continuidade. trabalhos não publicados ou documentos de divulgação restrita.informações obtidas através de canais informais.” 5 No rodapé: _____________ 5 Trecho tirado do folheto da campanha eleitoral do candidato Jorge Roberto Silveira à prefeitura de Niterói. a outras obras ou fontes. sendo assim chamadas de notas bibliográficas. . assegurando uma proposta pedagógica que permita o desenvolvimento da profissão como uma prática “viva” e social. Vale considerar aqui o seguinte lema de campanha do candidato vencedor: “por um governo participativo.

1.1. observar a padronização neste procedimento. 714 p. 288 p. 1994. organizada em ordem alfabética. E. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária.1 REGRAS GERAIS DE AUTORIA 7. usando espaço simples entre as linhas e espaço duplo para separá-las.1 Autor Pessoal Indicar o sobrenome. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido: DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.. Deve-se contudo. WILTON. B.26 7 REFERÊNCIAS As referências bibliográficas vêm em lista após o texto. em caixa alta.1. 1994. ed. LOPES. 6.2 Dois Autores SÓDERSTEN.1. antecedendo os anexos. Pascal . Reengenharia mental: reeducação de hábitos e programação de metas. O prenome pode ser completo ou abreviado.5 Autor desconhecido Em caso de autoria desconhecida a entrada é feita pelo título. G. 7. 7. Peter Norton: a bíblia do programador. R. V... AITKEN.1. 7. 3.1. MOREIRA. 1996. Florianópolis: Insular.1. As referências devem ser digitadas. ROY. 7. A. separados entre si por ponto e vírgula. . 640 p. seguido do prenome.1. 7. 1997. ou seja. São Paulo: Frase. London: MacMillan.4 Mais de Três Autores Quando houver mais de três autores. Peter . M. se uma referência for feita de forma completa todas as outras devem ser completas. Robert. Edwin.1.1. sendo a primeira palavra deste em letras maiúsculas. V.1.3 Três Autores NORTON. ed.1 Um Autor SCHÜTZ. 7. 104 p. M. seguidos de espaço. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro.. Rio de Janeiro: Campus. GEOFREY. indicar todos: BRITO. International economics. 1993.

]. vinculada a um órgão maior.1. 19. Anuário astronômico. considerando a subordinação hierárquica. São Paulo: Cultrix. devese adotar as mesmas regras para autoria.1. 7. 300p. BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). coordenador. Rio de Janeiro: Divisão de Publicações. Classificação Nacional e patentes. seguido das abreviaturas correspondentes entre parênteses. São Paulo. 7. a entrada é feita diretamente pelo seu nome. ed. O conto brasileiro contemporâneo. etc.27 7. Informações pesquisas e pesquisadores em Enfermagem. é facultativo substituir o nome do autor das referencias subseqüentes por um traço equivalente a seis espaços. Quando houver mais de um organizador ou compilador. 124 p. Bibliografia do folclore brasileiro. Adaptadores. 1978. v. Bibliografia Vicentina. por extenso.8 Organizadores.9 Autor Entidade Coletiva (Associações. 7. 1942. 279 p. usar a área geográfica. . local.) Obras de cunho administrativo ou legal de entidades independentes. 1931. 1976. ______. Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. Rio de Janeiro: Nova Aguilar.1.1. Debates pedagógicos. Obra completa: volume único. ed. 3. Centro de Estudos em Enfermagem. 3. São Paulo.). 1916. em caixa alta. Poesias completas. Instituições. desde que seja a forma adotada pelo autor: ATHAYDE. (ítens: 5. Rio de Janeiro: Schmidt. INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL (Brasil). 1971. este deve ser adotado na referência. 1979. a entrada da obra é feita pelo sobrenome. 293p. entrar diretamente pelo nome da entidade. etc.9. Quando a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador. BIBLIOTECA NACIONAL (Lisboa). 3. Rio de Janeiro. ed. Compiladores. quando houver: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.1 a 5.1. A (Org. Editores. 1988. Castro.5) BOSI.n. 230p. Instituto Astronômico e Geográfico. editor.. Empresas. Nota: Quando a entidade. tem uma denominação específica que a identifica.6 Pseudônimo No caso da obra publicada sob pseudônimo.1. Nomes homônimos. Rio de Janeiro: Ediouro. Lisboa: [s.ed.7 Autor Repetido Quando se referencia várias obras do mesmo autor. 1995. ALVES.1.1.

175 p.2. 5v. Rio de Janeiro: Delta.2. 24 p. Petrópolis: Vozes. 7.1.2. Bíblia sagrada. . 1986. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa.3 Atlas MOURÃO. estado ou município). A. Português.1. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica.1. ed. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo.2.1 Livros DINA.1. 30 v. A fábrica automática e a organização do trabalho.1 Monografias Consideradas no Todo AUTOR.5 Bíblias BÍBLIA. Local de Publicação: Editor .28 7. R. Rio de Janeiro. ed.10 Órgãos Governamentais Quando se tratar de órgãos governamentais da administração (Ministérios. R. Resumos: NB-88. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional.1. Brasília: SEFOR. C. 3. 1980. 1987.ed. ano de publicação. 7. considerando a subordinação hierárquica. 7. 7. 3 p. 2. 7. 5. Chicago: Encyclopaedia Britannica.2.2. 1984.1. Secretarias e outros) entrar pelo nome geográfico em caixa alta (país. Atlas celeste. 7.4 Enciclopédias THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Edição Ecumênica. de F. 1995.2 ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS 7. 1987. Petrópolis: Vozes.2. 7. 1980. Número da edição. quando houver. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado.1. Ministério do Trabalho. Título da obra. BRASIL.1.2 Dicionários AULETE.6 Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

2. Mimeografado. 1986.. Departamento de Pesquisa Científica e Tecnológica. 7. 7.9 Reuniões ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW.17.l.]: OAB.227p.1. M. .8 Dissertações e Teses RODRIGUES.2. 11. Dispositivo numa usina de fundição de lingotes para o avanço do lingote fundido. 1967. 7. Revista da Propriedade Industrial. Anais…[s. 1980. Belém. 1989. Rio de Janeiro. Relatório.29 7.2. Proceedings.. Bertrand Reymont. 1980. São Paulo. Belo Horizonte. Nota: Quando se tratar de mais de um evento. USP.Washington: ASIL.1. realizados simultâneamente. p. Washington. 2 abr. deve-se seguir as mesmas regras aplicadas a autores pessoais.1. 65.1.2. Relatório.11 Workshop WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO. 25 nov.12 Relatórios oficiais COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. Qualidade de vida no trabalho. 39 p.7 Patentes ALFRED WERTLI AG.10 Conferências e Congressos CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL.2. Rio de Janeiro. Int CI3B22 D29/00. Dissertação (Mestrado em Administração) . 924p.1.527.2. [1986?]. 7. 1967.Den. V. Universidade Federal de Minas Gerais. 180f. 7.PI 8002090. n. 1. Anais… São Paulo: ICRS. 1995. 1995.Faculdade de Ciências Econômicas.1. 1972.

2.]: Virtual Books.TT/PCC/01 ). (Série Texto Técnico. Castro.3. Número da edição. 2000. 38p. E. p.2 Verbetes de Enciclopédias MIRANDA. Termo In: Autor da obra. Número ou volume.30 7.com. Navio negreiro. Direito. Ciência Política.). 1998. [S.htm>.3. de. Ano de publicação. BUTTOMORE.. v. D. 5 CD.2 Monografias Consideradas no Todo em Meio Eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para os documentos monográficos no todo..2. 1991. S. KOOGAN.2. Título da parte. . B. In: OUTHWAITE.2. Rio de Janeiro: Zahar.. 7. l. p. Enciclopédia e dicionário digital 98. 807-813. L. MELHADO.2. J. 7. 7. Dicionário do pensamento social do século XX. Título da obra.br/virtualbooks/freebooks/port/Lport2/navionegreiro.terra. ALVES. U. Tom. São Paulo.3. André. Curso de médicos do trabalho. 2002. In: FUNDACENTRO. São Paulo: EPUSP. Antonio (Ed. 1996. São Paulo: Verbo.1. 1974. William. Regulamento. 7. São Paulo: Delta.Subsídios para a avaliação do custo de mão-de-obra na construção civil. HOUAISS. 5. páginas inicial-final da parte e/ou isoladas.3. Budismo.3 Monografias Consideradas em Parte AUTOR da parte. In: POLIS Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado: Antropologia. Direção geral de André Koogan Breikman. Local de Publicação: Editor . Acesso em: 10 jan. Fadiga. P. v. p. 1987. Estadão.13 Relatórios Técnico-científicos SOUZA. 7. Disponível em: http://www.3 Verbetes de Dicionários HALLISEY. C.266-278. Economia.2.47-49.1 Capítulos de Livros NOGUEIRA. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico.

T 7. . 348p. A. Formas alternativas de estruturação do Poder Judiciário. Anais…São Paulo: IMCS. PRADO. Disponível em:<http://www. Bíblia. Notas (se houver). [1986?]. Páginas inicial e final da parte. In: ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW. ano. Cidade onde se realizou o Congresso. 654 p. 1999. Total de páginas ou volumes. In: WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO. 1999. A. Páginas inicial e final do trabalho. São Paulo. p.. A H. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD. Data de publicação. 13.bdt. 1995. CD-Rom 9. Proceedings… Washington: Society of International Law. Língua. Acesso em: 8 mar. São Paulo. 207-208. Belo Horizonte.4 Monografias Consideradas em Parte em Meio Eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para as partes de monografias. 924p. 1967. [S. Português.2. ORTIZ. c1998.1. Rio de Janeiro: Encyclopedia Britânnica. n. Local de publicação: Editora. JÓ.br/sma/entendendo/atual. Secretaria do Meio Ambiente. p. p. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. 1986. SÃO PAULO (Estado). M. 1995. A. In: Bíblia sagrada.]: OAB. Tradução ou versão. Local: Editora.]: Planeta De Agostini. Título do trabalho.5 Trabalhos apresentados em eventos científicos AUTOR. 6-12. L.31 7. Washington. Belém.In: CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. A. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. Edição Ecumênica. 389-412. 1989. v. FRALEIGH.2.3.2. MORFOLOGIA dos artrópodes. The Algerian of independence. USP. 61. 1. In: NOME DO CONGRESSO. Anais… [s. . Interpolação de imagens médicas. Título (Anais ou Proceedings ou Resumos…). 1967. V. 1989.3.org. 500p. In: _____.4 Bíblia em parte Título da parte. 455-468. M. Anais… Belo Horizonte: ANPAD. 1980. p. data de publicação. 11. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos. Entendendo o meio ambiente.2. 7. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho.l. htm>. In: Título. RODRIGUES. l.

BRASIL. BRASIL.4 Portarias. 9273.2. Legislação Federal e Marginália. n.5. (entidade coletiva responsável pelo documento).2. de 29 de dezembro de 1982. Constituição (data de promulgação).. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Portaria n. e data (dia.994. 1. 1990. de 4 de janeiro de 1984. de 3 de maio de 1996. ESTADO ou MUNICÍPIO. Do parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias. São Paulo.742-743. Dados da publicação que publicou a lei ou decreto. Dados da Publicação que publicou.271. p. Legislação Federal e Marginalia. Trim.2.. número e data (dia.3-4. Ementa (quando houver). 48.2. maio/jun. BRASIL./abr. data (dia. Constituição (1988). jan. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos . Secretaria da Receita Federal. 7.Secretaria da Receita Federal.ed. . mar.3 Pareceres AUTOR (Pessoa física ou Instituição responsável pelo documento). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. BRASIL.2 Leis e Decretos PAÍS. Tipo. Título.5. de 21 de março de 1996. Número de páginas ou volumes. p.5.São Paulo. 168 p. n. Lei n.5 Documentos Jurídicos 7. n. Decreto n./mar. p. 1.5. Legislação Federal e Marginália.ECT do sistema de arrecadação. 60. de 23 de março de 1984..1996../mar. 2. Dados da publicação que publicou o parecer.32 7. cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do Decreto-lei n. Parecer normativo. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência.1 Constituições PAÍS.2. 89. Ementa. 4. Resoluções e Deliberações AUTOR.1260. 1984. Relator: Ernani Garcia dos Santos. Legislação Federal e marginália BRASIL. p. Trim. mês e ano) do parecer. 6. v. Notas. 12. mês e ano). 3. 1984. .. São Paulo. mês e ano). ESTADO ou MUNICÍPIO. Ano de publicação. Lei ou Decreto . São Paulo. trim. Torna obrigatório a inclusâo de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. jan. trim. Ementa. 7. Tipo de documento.1. (Série Legislação Brasileira). 521-522. 7. Organização do texto: Juarez de Oliveira. v. Local: Editor. 1996. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional. São Paulo: Saraiva.

5. ISSN (Quando houver). Legislação Federal e Marginália.2. de 7 de dezembro de 1999. 7.1 Coleções TITULO DO PERIÓDICO. São Paulo. p. 20 nov. Superior Tribunal de Justiça. Ementa (quando houver). Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Decisões. 1990. em razão de idade. v.). ano dohy5 primeiro e último volume. do recurso (apelação.5 Acórdãos./mar.148. Nome da Corte ou Tribunal.1 Periódicos Considerados no Todo 7. habeas-corpus. jan. Periodicidade. efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu Conselho Federal.html. DJ. precedida da palavra (acórdão ou decisão ou sentença) Dados da publicação que o publicou. 1999. Trim. inscrição em concurso para cargo público. 5. Disponível em: http://www.truenetm. ademais. Local de publicação (cidade) : Editora. etc. n.3 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS 7. Disponível em: http://www. Lei nº 9. de 1984. pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém.com. São Paulo. Partes litigantes. 75-RJ. quando houver. .33 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. de 2 de março de 1984.2.br/ jurisnet/ sumus STF.887. Acórdão em ação rescisória n. Inexistência. Resolução n. 8 dez. 1989. Ação rescisória julgada improcedente.asp?id=LEI%209887.3. Acesso em: 29 nov. 7. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. permanecendo subsistentes ou outros aspectos não impugnados pelo autor. Acesso em: 22 dez. Ação de consignação em pagamento não decidiu sobre domínio e não poderia fazê-lo. Ocorrência. Data. 1998. jan. 1. Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida. Supremo Tribunal Federal. DF. Tipo e n. Relator: Ministro Barros Monteiro. BRASIL.1.6 Documentos Jurídicos em Meio Eletrônico BRASIL.2.br/mp_leis/ leis_texto. Brasília. Coisa julgada. Diário Oficial [da ] República Federativa do Brasil. BRASIL. Súmula nº 14. Deliberações e Sentenças das Cortes ou Tribunais AUTOR (entidade coletiva responsável pelo documento).7-14. embargo. 1. Altera a legislação tributária federal. Nome do relator precedido da palavra "Relator". 7.425-426. Voto vencedor e vencido. mandado de segurança. p.gov. de imprecisão na identificação e localização do imóvel objeto da demanda.3.in. Não é admissível por ato administrativo. Ação Rescisória que ataca apenas um dos fundamentos do julgado rescindendo. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência.. 1999. Aprova as instruções para escolha dos delegadoseleitores . restringir.

1989-1997. VIRTUAL JOURNAL OF ORTHODONTICS. volume.1.3.1 Artigo de Revista AUTOR DO ARTIGO. v./dez. jan. mês e ano. ESPOSITO. Páginas inicial-final. 1997. out. et al. Repercussões da fadiga psíquica no trabalho e na empresa. 1997. . São Paulo. 2003. 1998.8. n. São Paulo: Editora Abril. número. Título do artigo. n. Balanço anual 1997. 7. 1979. .2.2 Periódicos Consideradas no Todo em Meio Eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para os periódicos no todo. jul. 1999. Disponível em:http://vjco. Acesso em: 16 jun.3 Fascículos com Título Próprio TÍTULO DO PERIÓDICO. Revista Brasileira de saúde ocupacional. Local de publicação (cidade) : Editora.21.3. 7. EXAME.it/o24/mip.34 TRANSINFORMAÇÃO. número.3. VEJA. (abreviado ou não) Local de Publicação. I. Melhores e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil.1. 1 CD Rom. Firenze: VJCO. Campinas : PUCCAMP. v. Número do Fascículo. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico. p. n. São Paulo. Titulo do fascículo.1.32. 7. Título da Revista.3. Local de publicação (cidade) : Editora.3.2 Fascículos TÍTULO DO PERIÓDICO. n. ISSN: 0103-3786 7. São Paulo. REVISTA DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA.37-45. Quadrimestral. São Paulo: Editora Abril.html. volume. mês e ano. mês e ano.31. Notas GAZETA MERCANTIL. Suplemento. 1996.3. Número do Volume.3 Periódicos Consideradas em Parte 7. Suplemento.

1998.3. páginas inicial e final do artigo.2 Artigo de Jornal AUTOR DO ARTIGO. Rio de Janeiro. htm>. 1981.4 OUTROS TIPOS DE DOCUMENTO 7. 19 set. p. 1995. acrescidos das informações relativas à descrição física do meio eletrônico. U. SILVA. da C. 17 mar. mês e ano.4. 17 ago. 5-30 de set. p.providafamília. Pena de morte para o nasciturno. Evocações. Nota: Os meses devem ser abreviados de acordo com o idioma da publicação. KNAPP. 26 f. de. São Paulo. 7.7.4 Partes de Periódicos em Meio Eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para os artigos de periódicos. 7. Ives Gandra da. caderno ou parte. O ideal é procurar fontes científicas e oficiais do professor e/ou palestrante. Acesso em: 19 set. Separação de isótopos de urânio conforme o processo Nozzle: curso introdutório. 1986. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura. Disponível em: <http://www. W. Edição fac-similar. dia.2. Título do Jornal. Quando não houver seção. Notas de Aula. palestras e reuniões. Belo Horizonte. Caderno de esporte. P.Judô: Educação física e moral. inverno 1994. pois os mesmos não figuram como fontes fidedignas. SUA safra. seção ou suplemento e.4. seu dinheiro. de 1977. O Estado de Minas. . LOPES. 404 p.2 Notas de Aulas Nota: deve-se evitar as citações de anotações de aula.35 7.1 Fac-símiles SOUZA. Local de Publicação. A queda do cometa. VIEIRA. Marcelo. Folha de São Paulo. 1 CD-ROM. Cássio Leite. 1998. Número ou Título do Caderno. O Estado de São Paulo. Neo Interativa. 7.3. OLIVEIRA.3. Título do artigo. São Paulo. J.org/pena_morte_nasciturno. 9. a paginação do artigo precede a data. n.

Florianópolis.UFSC. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Central. São Paulo: Mercador. J. Título.4. 7. inicial-final. o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia . Termo de compromisso que entre si celebram o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .36 7..6 Cartões Postais TÍTULO. ano de fabricação. por intermédio de sua unidade de pesquisa. [198-]. Livro 50. Local: Editora.5 Bulas ( remédios) TÍTULO da medicação. 100 p. Local: Laboratório. Nota: A entrada é feita pelo nome da instituição que figura em primeiro lugar no documento. B. Livro n. PEREIRA.4.4. LOCAL. Título e data. E.7 Convênios NOME DA PRIMERA INSTITUIÇÃO. . Ata da reunião realizada no dia 4 de julho de 1997. local. CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO CNPQ.4. Trabalho não publicado. Bula de remédio. 7. 7. p. 1. C. [ 199?]. Uberlândia. . 1 cartão postal: color.4. NOVALGINA: dipirona sódica.CNPQ.IBICT e a Universidade Federa de Santa Catarina . 1996. Linguagem Forth. 7.4 Atas de Reuniões NOME DA ORGANIZAÇÃO. Bula de remédio. Responsável técnico (se houver).Brasília. A. ano. O local é designativo da cidade onde está sendo executado o convênio. São Paulo: Hoechst. da M.3 Trabalhos Não Publicados ALVES. Número de unidades físicas: indicação de cor. p. data. BRASIL turístico: Anoitecer sobre o Congresso Nacional .

Intérprete). Número do disco. . 104.4. São Paulo.4. E. estéreo. Título. Direção artística ( se houver). C. entrar pelo título. 1990. 7. microssulco. Parte integrante da revista Caras. L.) : 33 1/3 rpm. proceder como em documentos considerados em parte. COBOS. Veja. sulco ou digital. n. 1 disco ( 38 min) : 33 1/3 rpm. DENVER. GCH 2404.Compact discs Nota: A referência de discos compactos (compact discs) difere do disco comum apenas pela indicação de compacto e pela forma de gravação. Local : Gravadora. Executor. a indicação deve ser feita pela abreviatura L. NOME DO ENTREVISTADO.8 Discos AUTOR ( Compositor. Nota de entrevista MELLO. JÓIAS da música. estéreo. 1 disco compact ( 60 + min. Os Clássicos dos clássicos. p 9-11.): 33 1/3rpm. Manaus: Videolar Amazônica: [ 199?]. The Grea test Classical Hits . 1998. 670.1.9 CD .) : digital. 7. de. estéreo.37 7. Poems. Para referenciar entrevistas gravadas. microssulcos. faz-se descrição física de acordo com o suporte adotado.10 Entrevistas Nota: A entrada para entrevista é dada pelo nome do entrevistado. A. 1 disco compacto ( 47 min. v.. 4 set. J. número de canais sonoros. L.): digital. Prayers & Promises. São Paulo: movie Play: 1993. Suíte 1700: con The Royal Philharmoníc Orchestra. 1974. O passado no presente. Van B. 188163/1-467603.4049. Em caso de coletânea. TRACY CHAPMAN. Rio de Janeiro: Sony Music. Beethoven: com Pastoral Emporor Moonlight sonata. Título. LUDWIG. estéreo. Quando o entrevistador tem maior destaque. Referência da publicação. microssulco. entrar por este. 1 disco ( 15 min. São Paulo: RCA Records. 1528. número de rotações por minuto. Nota: Caso seja referenciado apenas 1 lado do disco. 1988. logo após a data.4. São Paulo: Elektra. 1 disco ( 45 min. Para entrevistas publicadas em periódicos. estéreo. .4170-A. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima. DL: M-23206-94.

Eubanks. seguido do título e da indicação do nome do fotógrafo. Número de unidades físicas: indicação de cor. Tratando-se de um conjunto de fotografias com suporte físico próprio como. quando existir. 1 mapa: 78 x 57 cm. 1 Videocassete (130 min. 17. o diâmetro do globo em centímetros. 1 álbum (28 fot. son. Roteirista e outros). Departamento Estadual de Geografia e Cartografia. substituíndo o número de unidades físicas pela designação globo e indicando. PEDESTRIANT reconstruction. por exemplo. precedido da abreviatura fot. Nota: Ao indicar as dimensões do mapa. Autor e indicação de responsabilidade relevantes (Diretor. SANTA CATARINA. Número de unidades físicas: indicação de cor. ano.12 Filmes e Vídeos TÍTULO. Didático. Produção de Jerry J. 1990. na dimensão. NTSC.14 Mapas e Globos AUTOR.. Escala: 1:800:000 . Título. transcreve-se primeiro a altura. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora.4.4. Realizador. Escala. data. 7. Local: Editora.5 x 13 cm. Legendado. notas especiais.) : estéreo. ano. Título. (90 min. São Paulo: Polygran.4.): color. 1997. Ntsc. 1 cassete son. 1986. Sem narrativa. 1958. dimensões. [Florianópolis]. Mapa geral do Estado de Santa Catarina. de unidades. sonoro ou nudo. Esta informação deve preceder o número de fotos. Intérprete ).. color. Nota: A fotografia de obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original.): VHS. Tucson: Lawuers & Judges Publishing. 7. PANTANAL. 1 videocassete (40min. legendas ou de gravação. Port. son. O NOME da rosa.. Pablo. color. 1994. Produtor. Local: Produtora e distribuidora. Ano. se houver. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. KELLO. Número e tipo de fitas (duração): tipo de gravação Título de série.11 Fitas Gravadas AUTOR (Compositor. Produção de Jean-Jaques Annaud. um álbum.38 7.4. Referenciar globos como mapas.): VHS. Coordenação (se houver). 7. Local: Gravadora. duração em minutos. altura x largura. Descrição física com detalhes de n.13 Fotografias AUTOR (Fotógrafo ou nome do estúdio) Título. Série.

Rio de Janeiro: Sonoro-Vídeo. 27. data. n. Acompanha texto. 1 bobina de microfilme. A MODERNA arquitetura de Brasília.4. 95 min.16 Microfilmes Nota: Referenciar como a publicação original. audiocassete. mencionando-se ao final. [197?].5 OUTROS DOCUMENTOS ELETRÔNICOS 7. Título. precedida de dois pontos.1 Base de Dados em Cd-Rom Consideradas no todo AUTOR. o número de microfichas e redução. v. 35 m. color. Tese(Doutorado em voz) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. 1973. color.4. Notas. O ESTADO.15 Microfichas Nota: referenciar como a publicação original.17 Slides (diapositivos) AUTOR. . INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA . seguida da indicação de unidades físicas e da largura em milímetros.. 1941. Mauro. SPINELLI.5. M. de. 8283-8431. Brasília: IBICT. Bases de dados em Ciência e Tecnologia. Número de slides: indicação de cor. ano. Viver ou morrer. 1996. H. São Paulo. 30 slides. Local: Produtor. jul. Título. dimensões em cm. 1 CD-ROM.IBICT.4. usar a abreviatura neg. 7. 7. 3 microfichas. Tipo de suporte./dez. 10 slides. Washington: Pan American Development Foundation. Florianópolis. Sendo em negativo. AMORIM. [197?]. quando houver. 7.39 7. Local: Editora. após o número de unidades físicas. Estudo da motricidade articulatória e da memória auditiva em distúrbios específicos de desenvolvimento da fala.

<Endereço> . Disponível em: <http://www. Re ( Replay) deve preceder o título. M.bu. Acesso em: 19 maio 1998. In: AUTOR DO TODO. Biblioteca Universitária. Notas. Toefl on line: Test of english as a foreign language. 7.com. Apresenta endereços de Universidades nacionais e estrangeiras.5. 1 CD-ROM. Título do todo. a entrada dar-se-á pelo nome da mensagem original ou do autor da mensagem. A. Disponível em:. Nota: Caso trate-se de resposta de terceiros. ETSnet. Catálogos de Universidades.br>.com. Mensagem disponível em: <endereço da lista> Acesso em: data. 7. Brasília: IBICT.. Disponível em: Evangelicos-l@summer. Nome da lista . Assunto da mensagem (mensagem pessoal). Título (Assunto). Acesso em : 22 maio 1998. apresenta.reposta. Informações complementares (Coordenação. Acesso em: data. separados por ponto e vírgula.. quando houver. dia mês e ano.2 Base de Dados em Cd-Rom Consideradas em Partes AUTOR DA PARTE.5 Homepage AUTOR. Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento. data. de F. Quando tratar de mensagem .org>. PEIXOTO. TOEFL brienfieng number (mensagem pessoal).)..3 E-mail AUTOR DA MENSAGEM.4 Mensagem Recebida em Lista de Discussão AUTOR da mensagem. BRAGA. Tipo de suporte.5. desenvolvida por. 7. Local: Editora. Base de dados em Ciência e Tecnologia. Nota: As informações devem ser retiradas. poderá ser acrescentado o demais destinatário após o primeiro. Deus não se agradou dele e de sua oferta. Título da parte.5.br. Mensagem recebida por <educatorinfo@gets. Evangélicos. 1996.5.. Título.40 7. .toefl. etc. Disponível em: <http://www. Acesso em: 19 maio 1998. MARINO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. do cabeçalho da mensagem recebida.ufsc. Função citação como fator de recuperação de uma rede de assunto. sempre que possível. Quando o e-mail for cópia. In: IBICT. Serviço de Referência.. M. H.. V.org> em 12 maio 1998.

Rio de Janeiro. 2002. Guia para apresentação de trabalhos acadêmicos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2002. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de documento escrito: apresentação. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2004. NBR 10719: informação e documentação: apresentação de relatórios técnicos-científicos: apresentação . ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. monografias e trabalhos acadêmicos. . UFPR. CRUZ. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação . Curitiba : Ed. dissertações e teses. PR : Dental Press. Maringá. Rio de Janeiro. 2000. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.41 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2003. 2005. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Teses. Anamaria da Costa. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação . ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2002. NBR 12225: informação e documentação: lombada: apresentação . Sistema de Bibliotecas. 1989. CURTY. 2003. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação . Rio de Janeiro. Marlene Gonçalves. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração . Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. dissertações. 2001. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação . 2003. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação . ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

42 ANEXOS .

Relatórios e Projetos de Pesquisa Elementos pós-textuais CAPA  ANEXOS REFERÊNCIAS Elementos textuais TEXTO  SUMÁRIO  GLOSSÁRIO FOLHA DE ROSTO CAPA Folhas contadas e numeradas Elementos Pré-textuais. Folhas contadas mas não numeradas Elementos condicionado à necessidade .43 ANEXO A – Estrutura de Trabalhos de Conclusão de Disciplinas.

Dissertações e Teses CAPA Elementos pós-textuais ANEXO(S) APÊNDICE(S) GLOSSÁRIO REFERÊNCIAS CONCLUSÃO TEXTOS INTRODUÇÃO Elementos textuais Elementos Pré-textuais.44 ANEXO B – Estrutura de Monografias. Folhas contadas mas não numeradas SUMÁRIO LISTA DE SIMBOLOS LISTA DE ABREVIATURAS LISTA DE TABELAS ABSTRACT RESUMO EPÍGRAFE AGRADECIMENTOS DEDICATÓRIA TERMO DE APROVAÇÃO Folhas contadas e numeradas ERRATA FOLHA DE ROSTO CAPA Elementos Opcionais Elementos condicionado à necessidade .

45 ANEXO C: Formato e Margens Margem superior: 3 cm Margem esquerda: 3 cm Margem direita: 2 cm Margem inferior: 2 cm .

flavicarpa Deg.46 ANEXO D – Modelo de Capa UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM RECURSOS NATURAIS LANA PATRÍCIA UCHÔA NATTRODT QUEBRA DE DORMÊNCIA IN VITRO DE SEMENTES DE Passiflora Edulis f. Boa Vista 2004 .

47 ANEXO E – MODELO DE LOMBADA José Walter de Araújo Ferreira O Quinto Postulado de Euclides segundo a geometria projetiva .

Folha de Rosto TEREZINHA GONÇALVES DE CARVALHO A LEITURA EM SALA DE AULA: Escola Estadual Monteiro Lobato Monografia apresentada como prérequisito para conclusão do Curso de Especialização em Ensino e Aprendizagem em Línguas e Literatura.48 ANEXO F . Maria Odileiz Sousa Cruz Boa Vista 2005 . Orientadora: Profa. MSc.

Dra. 2. 3.1 .Zootecnia. 2005.636. Gardênia Holanda Cabral.Cabral. ITítulo. 4 – Roraima. II. Monografia (Especialização) – Curso de Especialização em Recursos Naturais. Gardênia Holanda.Eqüinos.Equoterapia. Marialva da Conceição Avaliação dos eqüinos e praticantes de equoterapia do Centro de Equoterapia do Estado de Roraima/ Marialva da Conceição Araújo.49 ANEXO G – MODELO DE FICHA CATOLOGRÁFICA Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação (CIP) A663a Araújo. CDU. 1. Boa Vista. Universidade Federal de Roraima. Orientadora: Profa.

15 26 35 46 Linha 23 18 12 27 Onde se lê frustação própio revindicar caiu um tombo Leia-se: frustração próprio reivindicar levou um tombo .50 ANEXO H – MODELO DE ERRATA ERRATA Pág.

Moisés Mourão Jr.51 ANEXO I – MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO DORENILDA DA SILVA CARDOSO LEVANTAMENTO DAS ESPÉCIES CULTIVADAS EM PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO INCRA DO ESTADO DE RORAIMA Monografia apresentada como pré-requisito para conclusão do Curso de Especialização em Recursos Naturais da Universidade Federal de Roraima. MSc. defendida em 21 de novembro de 2004 e avaliada pela seguinte banca examinadora: ______________________________________________ Prof.UFRR . Haron Abrahim Magalhães Xaud Embrapa Roraima _________________________________________________ Prof. José Beethoven Barbosa Curso de Agronomia . Orientador / Embrapa Roraima ______________________________________________ Ms. Dr.

52 ANEXO J – MODELO DE DEDICATÓRIA Às raízes. painho e mainha. Antonio Freitas de Oliveira e Maria Auta Silveira de Oliveira. pelo amparo e exemplo diário de luta e fé na vida. .

parasólido. Somos paraponto. velho companheiro de sonhos. seríamos quanto nada ponto. Se o universo acabasse hoje. paralinha. parasuperfície.53 ANEXO L – MODELO DE AGRADECIMENTOS AGRADECIMENTOS Ao Instituto Nacional de Pesquisas as Amazônia-INPA. Ao Professor Manuel Soares Sarmento Filho. . que contribuiu para a realização e divulgação deste trabalho.

54 ANEXO M – MODELO DE EPÍGRAFE Citar um autor do qual se utilizou uma idéia ou uma informação é pagar uma dívida. (Umberto Eco) .

. o processo de extração foi realizado usando uma cafeteira elétrica. sendo 2.041 fêmeas. emergiram 5. evaporado o solvente. As espécies de plantas Antonia ovata e Derris amazônica foram coletadas na mesma área. Em seguida. Palavras-chaves: Medicina. 200 mg/ml. Os extratos foram preparados com material seco em temperatura ambiente à sombra. amazônica: até 83.750 machos e 3. longipalpis foram realizadas observações relativas a biologia desta espécie com ênfase para produtividade. Roraima.3%.A.). Os insetos (180) utilizados no controle tiveram uma mortalidade de até 10%. o extrato foi filtrado. Esses indivíduos possibilitaram a realização dos testes com extratos vegetais. um dos principais focos da leishmaniose visceral no Estado de Roraima. 250 mg/ml). Infectologia. Na colônia de L. Em 48 horas a mortalidade de acordo com o extrato empregado foi a seguinte: (i) A. Estes foram realizados em sala climatizada (temp. ovata: até 56. O solvente utilizado foi água. os quais foram impregnados com diferentes diluições dos extratos. Do total de 10.791 insetos adultos. Índios. Após o início da exposição foram observadas as taxas de mortalidade por um período de até 72 horas. No período de 72 horas a percentagem de insetos mortos foi de: (i) A. 75 – 85% U. sendo utilizadas 300 gramas de cada planta em 5 litros de água.6%.2% (F3) e 90.55 ANEXO N – MODELO DE RESUMO RESUMO Uma colônia fechada de Lutzomyia longipalpis foi estabelecida com material Coletado na Área Indígena Raposa – Serra do Sol. utilizando Antonia ovata (folhas) e Derris amazônica (raízes). e pesado o resíduo para o uso nos bioensaios.3%(F2). ovata: até 70% (ii) D. A avaliação da ação dos extratos sobre os insetos foi feita colocando os insetos adultos com idade de 2 – 8 dias em vidros contendo papéis de filtro. 25 – 27°C. amazônica: até 70%.088 ovos postos. utilando água como solvente (150 mg/ml. Durante cinco gerações a colônia obteve um rendimento das fêmeas que fizeram repasto e efetuaram desova num percentual entre 64. Doenças tropicais.R. (ii): D.

using an eletric coffee-maker. Indians. From the total of 10. with emphasis on productivity.041 females. one of the main foci of visceral leishmaniasis in the state of Roraima. The plant species Antonia ovata and Derris amazonica were collected in the same area. respectively. Some of these insects were used in tests of plant extracts. During five generations the colony had a yield of between 64. At 48 hours the mortality was up to 56. and up to 70% for D.3%. Infectology.6% on extracts of A. Roraima.56 ANEXO O – MODELO DE RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA ABSTRACT A closed colony of L. At 48 hours of exposure. Observations were made on the biology of the colony of Lutzomyia longipalpis. and the solid extract weighed for use in the bioassays with extracts at dilutions of 150. 300 g. 5. amazonica.750 males and 3. . Maximum control mortality was 10%. longipalpis was established with material collected in the Indian area of Raposa-Serra do sol.3%(F2) of females that fed and oviposited.2%(F3) and 90. The extracts were prepared from leaves of A. 200 and 250 mg dry extract per ml of water. Diseases tropicals. Mortality was record during 72 hours of exposure. ovata (leaves) and roots of D.088 eggs laid. of the dry material was processed in 5l. At 72 hours the percentage of dead insects was up to 70% and up to 83. 2. ovata. Key-words: Medicine. The infusion were filtered and evaporated. of water for each species. amazonica dried in the shade at ambient temperature.791 adult insects were obtained.

...... 1999...Vista parcial de casas do Projeto Passarão.......................... Roraima...... coberta com Palha de buriti.......................................Palmeira inajá Maximiliana maripa no Projeto de Assentamento Rorainópolis..31 .... 30 .......... 2001. 32 ......... 2001............. Roraima.............. 31 ....Casa de adobe da Comunidade da Ilha.... 1999.... 2001.............................. Roraima..Vista parcial de uma rua central do Projeto de Assentamento Rorainópolis......... 32 FIGURA 5 FIGURA 6 FIGURA 7 ...............Família de moradores da Comunidade da Ilha........ coberta com palha de Buriti Mauritia flexuosa (Linn)..................Família de moradores da área rural do Projeto de Assentamento Rorainópolis.... 29 .Mapa com as localidades nas quais foram realizadas coletas De triatomínios e amostras de sangue. no fundo pode Ser visto a construção de uma casa de adobe............................ Roraima............. 30 ..................................................................................57 ANEXO P – MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 FIGURA 2 FIGURA 3 FIGURA 4 .....

..................Produtos não-chave do Brasil com fortes encadeamentos horizontais da produção............................. 66 TABELA 6 ........Produtos-chave do Brasil no encadeamento da produção.................................................................. 65 TABELA 5 .58 ANEXO Q – MODELO DE LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS TABELA 1 .................................................... 1990... 63 TABELA 3 ..... 1980 e 1990....... 66 .............Produtos do Brasil com baixos encadeamentos verticais e horizontais da produção..................... 1980............................................................. 1980..........Produtos não-chave do Brasil com fortes encadeamentos verticais da produção............... 64 TABELA 4 .. 1985 a 1990.............. 1980............. 68 TABELA 8 ....................... 1990........................... 68 TABELA 7 ....... 71 TABELA 10 ................................... 1980........... 70 TABELA 9 ..............Exportação de produtos agrícolas e sua participação nas exportações do Brasil......................Produtos-chave do Brasil no encadeamento na produção................................................................ 47 TABELA 2 .Produtos-chave do Brasil no encadeamento da produção.... 1980...................Produtos não-chave do Brasil com fortes encadeamentos horizontais da produção................................Produtos não-chave do Brasil com fortes encadeamentos verticais da produção..... 1990....................... 1980........Produtos do Brasil com baixos encadeamentos verticais e horizontais da produção.....................

C3 Constantes de integração dx1. G Módulo de elasticidade transversal do material h Espessura da placa .59 ANEXO R – MODELO DE LISTA DE SÍMBOLOS LISTA DE VARIÁVEIS UTILIZADAS a Comprimento da placa b Largura da placa C1. D3 Valores constantes D Resistência a flexão de placas E Módulo de elasticidade do material ou constante de Young. dx2. dx3 Elemento infinitesimal na direção dos eixos 0x1. C2. D2. 0x2 e 0x3 respectivamente D1.

....................................2......13 Desenvolvimento de Metodologias para Caracterizações Químicas de Madeira (Moderna e/ou Fossilizada) e suas Implicações com Outras Ciências............................................................................1 Preparo de amostra para análise paleobotânica.................................................2.......................................................23 3......26 3............. .........................9 REVISÃO DE LITERATURA...13 2............................2......................3 Preparo de amostra para análise química por ativação neutrônica instrumental.........3 Metodologia de Análise.................................. ........................................... Geológicas e Paleográficas...................60 ANEXO S – MODELO DE SUMÁRIO SUMÁRIO 1 2 2..........2 Preparo de amostra para microscopia eletrônica de varredura......3 Desenvolvimento de Metodologias para Caracterizações Físicas de Madeiras (Moderna e/ou Fossilizada) e suas Implicações com Outras Ciências..............................4.....1.....................................................................................................76 ...........................................................................2.................................2............................................2.................25 3............................1 2...............................64 APÊNDICE..4......4..........................................................................................26 3...........22 3...............................21 3....................11 Estudos Paleobotânicos de Coníferas (Moderna e/ou Fossilizada) e seus Métodos de Análises Estudos Paleobotânicos da Amazônia..........23 3........................22 3............61 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................17 3..................................................1 Materiais.......................................................................25 3..............................................2 INTRODUÇÃO.........................2 Preparação de Amostras.................................1 Digestão de fóssil arbóreo via úmida em bloco digestor ................1 Área de Estudo e suas Características Geográficas................30 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO.............4........2.......2.....4 Preparo de amostra para análise isotópica por espectrometria de massas.......1......................................................... 16 3.3 Procedimento.............................1.............................15 3 MATERIAIS E MÉTODOS................................................................................................2 Reagentes......................37 5 CONCLUSÕES.......................

5 61.5 40.9 13.7 29.9 53.4 44.8 72.7 23.61 ANEXO T – MODELO DE TABELA Tabela 4 – Distribuição dos pacientes que ficaram em respirador e foram à óbito ao longo dos anos estudados na UTI Pediátrica do HSLPUC.0 23.1 70.9 46. Ano 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 Total Pacientes que foram à ventilação mecânica 24 43 61 67 94 91 108 101 127 127 121 111 177 146 169 169 78 1814 % de pacientes que foram à óbito 70.5 26.2 56.4 54.1 29.7 58. .5 - Fonte: UTIP HSL PUCRS. 1978 a 1994.

62 ANEXO U – MODELO DE FIGURA P u θ 0 v Q Figura 4 – Aplicação da Lei dos co-senos ao triângulo POQ .

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