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ESCOL A SECUN DÁRIA AL F REDO D A SILVA CU RSO PROFISS IONAL DE E

ESCOL A SECUN DÁRIA AL FREDO D A SILVA

CU RSO PROFISS IONAL DE E LECTRÓNICA , AUTOMAÇ ÃO E COMA NDO

DISC IPLINA: TECN OLOGIAS APL ICADAS / FIC HA DE TRABA LHO Nº 1 / SE TEMBRO DE 2008

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O RGANIZ AÇÃO IN DUSTRIA L E PRO FISSION AL

Ram os da Ind ústria Ele ctrotécni ca e Elec t rónica:

Elect rotecnia

Produção ou Geração , Transport e ou Transm issão e Distr ibuição de E nergia eléct rica;

Motores Eléctricos;

Instalaçõ es Eléctricas . Elect rónica

Electróni ca analógica ;

Electróni ca digital;

Electróni ca de Potên cia (também conhecida c omo electró nica industr ial);

Máquina s e equipam entos electr ónicos;

Sistemas de medição e controle e lectrónico. Cont rolo e Auto mação Telec omunicaçõ es

Telefone s; Computa dores.

Auto mação e C ontrolo

Tem como objec tivo desenv olver contro ladores que automatize m e melhore m o desem penho de si stemas, tais como máqu inas, proces sos, produt os, serviços para trabalh arem de m aneira autoregulada e a utogerida, com a míni ma intervenç ão humana. Esse objectivo alc ançase rea lizando, par a cada caso, o projecto d e automaçã o. Prim eiro, identif icando o si stema que se deseja automatizar ou control ar, e mode lando mate maticament e este siste ma. Segu ndo, constr uindo o co ntrolador d este sistem a, definind o as acções de contro lo, os sens ores, os actu adores. Est e controlado r poderá se r mecânico, electroele ctrónico, sof tware ou el ectropneu mático. Nest e passo alé m de constr uir o contr olador é nec essário defi nir os sens ores e os act uadores do sistema. O pr ojecto é de pois implem entado na prática, em utilizações como contr olo de proc essos indus triais, manu factura, co ntrolo de se rvomecanis mo (robots e manipulad ores), auto mação de s erviços (pre dial, bancár io, hospitala r), controle embebido (metro, avi ões, foguet ões) e outro s.

Org anização Geral da I ndústria Eléctrica

É for mada por u ma série de e tapas em se quência:

Indústria Extractiva Respons ável por ar ranjar a m atériaprima para fabri car o material que pretend emos; Indústria Transforma dora – Tran sforma a ma tériaprima em materia is prontos a usar; Indústria e Fabrico / Montage m de Apare lhagem – Através da ligação de vários materiais , e obedec endo a proj ectos e des enhos ante riormente d esenvolvido s, são construíd os os apare lhos e recep tores eléctri cos; Montage m de Insta lações – A partir dos aparelhos e receptor es formamse os circuitos eléctricos e electrónicos , interligand oos de uma forma prédefinida; Manuten ção e Ver ificação – Garantir, ao longo do tempo, qu e as instal ações montada s funcione m nas mel hores condi ções e de acordo co m as Nor as e Regulam entos em vig or;

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ESCOL A SECUN DÁRIA AL FREDO D A SILVA

CU RSO PROFISS IONAL DE E LECTRÓNICA , AUTOMAÇ ÃO E COMA NDO

DISC IPLINA: TECN OLOGIAS APL ICADAS / FIC HA DE TRABA LHO Nº 1 / SE TEMBRO DE 2008

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Comercia lização En tre quaisqu er das etap as anteriorm ente referi das existe se mpre uma fase de comerci alização.

Qual quer média ou grande empresa q ue participa em uma o u mais das etapas refe ridas, poss ui os seguint es sectores/ departamen tos:

Gabi netes de Pro jecto; Gabin etes de Des enho; Zona Fabril; Gabin etes de Apo io (Contabil idade, Vend as, Compras , Recursos H umanos, Co ntrolo de Q ualidade, etc .)

Carr eiras Pro fissionais

Engenhe iro electrot écnico In vestiga ass untos relaci onados com a Electrici dade; estabele ce planos e projectos, parece res sobre i nstalações e equipam entos; supervisi ona a const rução, mon tagem, func ionamento, manutençã o e reparaç ão de materiais e instala ções. Exist em depois ramos es pecíficos (T elecomunic ações, Computa dores, Elect rónica, Aut omação e Comando) c ada uma d elas com as suas funções próprias; Montado r de Linhas Eléctricas Instala, repa ra e vigia lin has ou cabo s eléctricos; Controla dor de Fabri cação de Ap arelhagem Eléctrica e E lectrónica – Controla e ensaia os apare lhos para ga rantir que está tudo d e acordo co m as Norm as de qualid ade e outras; Fiscal d e Instalaçõ es Eléctrica s – Inspec ciona insta lações eléc tricas, nov as ou modifica das, de form a a verificar do seu acor do com as N ormas em v igor; Montado r Electricist a Monta. Ajusta, cons erva e repa ra diversos tipos de circ uitos, máquina s e aparelha gem eléctric a, na fábrica , oficina ou lugar de utili zação;

Reparad or de Recep tores de d io e Televis ão;

Desenha dor Projecti sta Electroté cnico;

Técnico d e Instalaçõ es Eléctricas ;

Técnico d e Electrónic a;

Técnico d e Automaç ão e Coman do;

Electricis ta de Autom óveis, de T eatros, de E stúdios, de Minas, de C entrais Eléc tricas, Aferidore s de Contad ores, Bobin adores, etc., etc., etc.

Téc nico de A utomação e Coman do

Defin ição

O cnico de Ele ctrónica, Au tomação e C omando é o profissiona l qualificado que, no re speito

pelas normas de higiene e segurança e regulamen tos específ icos, desem penha taref as de carác ter técnico, relacionad as com a i nstalação, manutenção , reparação e adaptaç ão de siste mas eléctric os, electróni cos, pneumá ticos e hidr áulicos de au tomação in dustrial.

Activ idades fund amentais a desempenh ar por este t écnico:

Seleccion ar criterios amente com ponentes, materiais e equipament os com bas e nas suas car acterísticas tecnológica s e de ac ordo com as normas e regulam entos existente s; Interpret ar e utiliza r correctam ente manua is, esquem as e outra literatura t écnica fornecida pelos fabri cantes de eq uipamento eléctrico/ele ctrónico e d igitais; Efectuar operações de correcçã o, ajuste e manutençã o segundo as instruçõ es do fabricant e; Analisar e interpreta r anomalia s de funcio namento e formular hi pótese de c ausas provávei s;

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Aplicar e respeitar as normas e regulame ntos relacio nados com a actividad e que
desenvol ve;
Aplicar e respeitar a s normas d e protecção do ambien te e de pre venção, higi ene e
seguranç a no trabalh o;
Interpret ar e reparar pequenas i nstalações d e baixa tens ão de alime ntação, com ando,
sinalizaçã o e protecç ão;
Colabora r/orientar e quipas de m anutenção;
Proceder à montage m, manuten ção e repara ção de auto matismos in dustriais,
Projectar e realizar protótipos de módu los electró nicos de p equena e média
complexi dade e proc eder à respe ctiva monta gem, teste e ajuste;
Instalar e programar módulos ele ctrónicos de controlo;
Projectar , instalar e operar siste mas de aut omação por autómatos programáv eis de
pequena e média co mplexidade;
Program ar algoritmo s de control o para autó matos progra máveis;
Executar o plano d e manuten ção, realiza ndo mediç ões periódi cas, substit uindo
compone ntes, proce dendo a ajus tes e a calib rações;
Instalar, cablar e ens aiar máquin as eléctricas;
Proceder à montag em, manute nção e re paração de equipamen tos pneumá ticos,
electro‐p neumáticos e óleo‐hidrá ulicos;
• Elaborar esquemas eléctricos, electrónicos , pneumáti cos e hidrá ulicos, utili zando
software específico.

Nor mas e Re gulament os

Desti namse a ga rantir a qua lidade, segu rança e efic iência do m aterial saído de cada fáb rica e das i nstalações e m geral. As N ormas Portu guesas (NP) emanam d o organismo responsáve l pela Norm alização no nosso país – a Direcção Geral de Qu alidade (DG Q). As n ormas intern acionais em anam da C EI (Comissão Electrotécn ica Internac ional), send o que exist e ainda o CE NELEC (Com issão Europ eia de Norm alização Elec trotécnica). Além destas nor mas relativa s ao fabrico dos materi ais, cada pa ís tem aind a regulamen tação para a Instalação e a Utilizaçã o da Energi a Eléctrica. Assim , em Port ugal temos os seguinte s regulame ntos, que t odas as in stalações tê m de pross eguir:

Regulam ento de Seg urança de In stalações de Utilização d e Energia El éctrica (RSIU EE);

Regulam ento de Seg urança de In stalações Co lectivas de E difícios e En tradas (RSIC EE). Para além de out ros mais esp ecíficos des tinados à Pr odução e Di stribuição d e Energia Elé ctrica em A lta Tensão.

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Que stões:

  • Ind ique os ram os das indú strias Electro técnicas e E lectrónicas que conhece

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  • Ex p lique, por p alavras sua s, qual o obj ecto de cad a um deles, i sto é, de qu e tratam ca da um

dess es ramos.

 

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3.

Ex plique, por p alavras suas , o que ente nde por Aut omação e C omando.

 

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4.
4.

Co mo se concr etiza na prá tica o object ivo da Auto mação e Com ando?

 

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5.

Qu ais os passo s a desenvo lver num pro jecto concr eto de Auto mação e Com mando?

 
 

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6.

Ind ique três ex emplos de u tilização de projectos d e Automaçã o e Comand o na vida prá tica.

 

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7.

Qu ais as etapa s da organiz ação da indú stria eléctri ca?

 
 

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9.

Di ga, por palav ras suas, o q ue entende por técnico de Automaç ão e Coman do. __________

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  • D as activida des possívei s de um téc nico de Au tomação e comando in dique as trê s que

 

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  • D as actividad es possíveis de um técni co de Autom ação e com ando indiqu e as três qu e mais

gosta ria de desen volver na su a actividade profissiona l futura e po rquê. __________

 

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  • D as activida d es possívei s de um téc nico de Au tomação e comando in dique as qu e não

 

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  • Q uais as en tidades que conhece q ue são resp onsáveis pe las Normas e Regulam entos

respe itantes à el ectrotecnia q ue devemo s respeitar n o nosso país . __________

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  • Acha impor t ante a exi stência de um Regula mento de S egurança d e Instalaçõ es de

 

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  • N a sua óptic a pessoal q uais são as v antagens q ue advêm d a Normaliza ção dos pro dutos

 

fabri cados?

 

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