Modulo Ia Introdução ao Java

UniverCidade - Prof. Ismael H F Santos

April 05

Prof. Ismael H. F. Santos - ismael@tecgraf.puc-rio.br

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Ementa
Modulo I - Introdução a Linguagem JAVA
Paradigma OO Características da linguagem Plataformas Java Introdução Prática Fundamentos da linguagem Interfaces e Classes Abstratas Classes parametrizadas (não é Generics !)

April 05

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Bibliografia
Linguagem de Programação JAVA
Ismael H. F. Santos, Apostila UniverCidade, 2002

The Java Tutorial: A practical guide for programmers
Tutorial on-line: http://java.sun.com/docs/books/tutorial

Java in a Nutshell
David Flanagan, O´Reilly & Associates

Just Java 2
Mark C. Chan, Steven W. Griffith e Anthony F. Iasi, Makron Books.

Java 1.2
Laura Lemay & Rogers Cadenhead, Editora Campos
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Livros
Core Java 2, Cay S. Horstmann, Gary Cornell Volume 1 (Fundamentos) Volume 2 (Características Avançadas) Java: Como Programar, Deitel & Deitel Thinking in Patterns with JAVA, Bruce Eckel Gratuito. http://www.mindview.net/Books/TIJ/

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POO-Java
Paradigma OO

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Paradigma OO
Paradigmas de Programação
Programação Procedural ou Imperativo Programação Funcional Programação Lógico Programação Orientada por Objetos

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até a floricultura e pede a José. F. Santos . liga para uma outra floricultura.ismael@tecgraf.Paradigma OO Cenário Exemplo “João deseja enviar flores para Maria mas ela mora em outra cidade.nomenclatura João precisa resolver um problema.” April 05 Prof. para que ele envie um bouquet de rosas ao endereço de Maria. O método utilizado por José pode estar oculto de João. José tem a responsabilidade de. e pede para que as flores sejam entregues.br 8 4 . April 05 Prof. Ismael H.br 7 Paradigma OO Colocação do Problema . da cidade de Maria. e lhe passa uma mensagem contendo sua requisição: enviar rosas para Maria.puc-rio.puc-rio. João vai. Ismael H. através de algum método. F. cumprir a requisição. o floricultor. então. Então. Santos . ele procura um agente. José. José.ismael@tecgraf. por sua vez.

puc-rio. para que a ação seja executada. Santos . Possuem um estado representado por informações internas.ismael@tecgraf. F.ismael@tecgraf. Ismael H.puc-rio. A mensagem carrega uma requisição. April 05 Prof. F. Se o agente receptor da mensagem a aceita. April 05 Prof. Santos .br 10 5 . Possuem a responsabilidade de executar um método que cumpra a requisição. isto é os argumentos. além de toda a informação necessária.br 9 Paradigma OO Objetos Estão preparados para cumprir um determinado conjunto de requisições. Recebem essas requisições através de mensagens. ele tem a responsabilidade de executar um método para cumprir a requisição. Ismael H.Paradigma OO Modelo OO Uma ação se inicia através do envio de uma mensagem para um agente (um objeto) responsável por essa ação.

Ismael H. A classe também determina que método será executado para cumprir uma requisição. F. Ismael H. April 05 Prof. Objetos são instâncias de classes.puc-rio. através de herança. Santos .ismael@tecgraf.br 11 Paradigma OO Classes O conjunto de requisições que um objeto pode cumprir é determinado pela sua classe.br 12 6 .puc-rio.Paradigma OO Objeto Atualizar Salário Salá Imprimir Dados Pessoais Imprimir Salário Salá Método José José Engenheiro R$ 1200. Classes podem ser compostas em hierarquias. Santos . F.00 Alterar Cargo Estado Alterar Dados Pessoais Imprimir Cargo April 05 Prof. A classe especifica que informações um objeto armazena internamente.ismael@tecgraf.

As operações da interface possibilitam o acesso aos objetos.br 14 7 . F.Paradigma OO Classe Atualizar Salario Imprimir Dados Pessoais Imprimir Salario Serviços Serviç Nome Cargo Salário Salá Alterar Cargo Atributos Alterar Dados Pessoais Imprimir Cargo April 05 Prof. F.br 13 Paradigma OO Encapsulamento As classes possuem uma parte invisível. que é a sua implementação. Ismael H.puc-rio. Santos .ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. Ismael H. e uma parte visível que é a sua interface.puc-rio. Santos . April 05 Prof.

F. April 05 Prof.puc-rio.ismael@tecgraf.br 16 8 .ismael@tecgraf.puc-rio. Santos .Hierarquia de Classes Mamíferos Humanos Floricultores José April 05 Prof. A definição de classes em termos de outras classes constitui uma hierarquia: superclasses (classes ancestrais ou bases) subclasses (classes derivadas) Recurso utilizado para especializar ou estender classes.Paradigma OO Herança Compartilhamento de atributos e serviços entre classes. Ismael H. F. Santos . Ismael H.br 15 Paradigma OO Herança .

F.Paradigma OO Herança Simples Objetos Materiais Animais Mamíferos Humanos Dentistas João April 05 Vegetais Rosas Rosas da Maria Floricultores José Prof. Ismael H. Santos .puc-rio. Ismael H. Santos .puc-rio.br 18 9 .br 17 Paradigma OO Herança Múltipla Veículo Veículo Aquático Veículo Terrestre Barco Veículo Anfíbio Carro April 05 Prof.ismael@tecgraf. F.ismael@tecgraf.

Santos .Salário Atualizar Salário Vendedor Recepcionista 20 April 05 Prof.puc-rio.ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. Ismael H.br 10 . F.br 19 Paradigma OO Polimorfismo Atualizar Dados Pessoais . F. Santos .Paradigma OO Polimorfismo Implica na redefinição de um método ou serviço da superclasse. Ismael H.puc-rio. Métodos com várias formas. implica em métodos com várias implementações. April 05 Prof.Endereço . pode haver métodos com diferentes implementações em uma hierarquia. Desta forma.Idade Atualizar Salário Empregado .Nome Pessoa .

Classes podem estender outras classes através de herança.ismael@tecgraf. Todo objeto é uma instância de uma classe.Paradigma OO . April 05 Prof.puc-rio. Santos .Sumário April 05 Prof.puc-rio. Ismael H.Sumário Agentes são objetos. Ações são executadas através da troca de mensagens entre objetos. Uma classe define uma interface e um comportamento.br 22 11 . Ismael H. F. F.ismael@tecgraf.br 21 Paradigma OO . Santos .

Ismael H. Santos .puc-rio.br 24 12 . F.ismael@tecgraf.Paradigma OO .br 23 Paradigma OO .Sumário April 05 Prof. Santos .Sumário April 05 Prof. Ismael H.ismael@tecgraf. F.puc-rio.

Ismael H.ismael@tecgraf.puc-rio.Paradigma OO .puc-rio.ismael@tecgraf.br 26 13 . Santos . F. Santos . Ismael H.br 25 Paradigma OO Por que OO ? Porque promove o desenvolvimento de software com qualidade Correção Robusto Extensibilidade Reusabilidade Compatibilidade April 05 Prof. F.Sumário April 05 Prof.

br 27 Características da Linguagem Java é uma Linguagem OO.0.0) Java segundo a Sun Microsystems Simples interpretada architecture-neutral multithreaded April 05 object-oriented robusta portável dinâmica Prof.POO-Java Características da Linguagem April 05 Prof. F. Santos .2 Java Development Kit (JDK) 1.br distribuída segura alta performance 28 14 .8 Java 2 Platform ( Java 2 SDK e JRE 1.puc-rio. 1. 5. Três grandes revisões: Java Development Kit (JDK) 1.puc-rio.ismael@tecgraf.1/1.4. Ismael H. Santos .ismael@tecgraf.3. 1. F.2.0/1. Ismael H. contendo uma coleção de APIs para o desenvolvimento de aplicações multiplataforma Java foi lançada pela Sun em 1995.1.

puc-rio. não trabalha com unions ou estruturas.awt => classes para gráficos.awt. Java só trabalha com referências ! April 05 Prof. caracter e boolean. janelas. Santos . Ismael H. não suporta templates. April 05 Prof. não suporta herança múltipla.net => classes para network computing java. Ismael H. não utiliza ponteiros.br 29 Características da Linguagem Orientada a Objeto Suporte completo a OOP.io => classes para input / output java. listas. java. F.ismael@tecgraf.peer => classes para interface GUI independente de plataforma java. com exceção dos tipos: numéricos. F.util => classes para tipos de dados úteis (arrays. etc) Diferentemente de C++.awt.awt. não permite sobrecarga de operadores.event => classes para tratamento de eventos na interface GUI java. GUI java.Características da Linguagem Simplicidade Poucos comandos.image => classes para processamento de imagens java. Santos . somente classes. texto. disponibilizadas em pacotes (packages).lang => classes para definição básica da linguagem (core language) java.puc-rio.ismael@tecgraf.applet => classes para implementação de Applets java. Define uma extensa biblioteca de classes. mecanismos de tratamento de exceção.br 30 15 .awt.swing => classes para interface GUI extensão do AWT java. ausência de goto (apesar de suportar break para label). a maioria dos tipos em Java são objetos. Vetores e strings são objetos.

o que permite a sua migração entre plataformas de maneira eficiente e segura. Suporta conexão através de sockets (socket class).net. Santos .ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. F. o que é feito pelo interpretador Java.br 31 Características da Linguagem Interpretada O compilador Java gera Bytecodes ao invés de código nativo de cada máquina.puc-rio. Ismael H. Java provê um formato de arquivo objeto neutro (independente de plataforma). April 05 Prof. Ismael H. Suporta vários níveis de conectividade através de classes presentes no java.br 32 16 .Características da Linguagem Distribuída Java suporta aplicações Cliente/Servidor por ser uma linguagem distribuída. Requer declaração explícita de métodos (idem ANSI-C). Para executar um programa Java é preciso se interpretar os Bytecodes. Santos . Um programa em Java pode rodar em qualquer plataforma que tenha o interpretador Java instalado e as bibliotecas de run-time.package.puc-rio. April 05 Prof. Não suporta ponteiros. eliminando assim a possibilidade de invasões de área e manipulação errônea com aritmética de ponteiros. F. Robusta Java é uma linguagem fortemente tipada (mais que C++). Através dos Bytecodes.

br 17 . Ismael H. Santos .ismael@tecgraf.br 33 JVM – Java Virtual Machine COMPILADOR JAVA (translator) (o mesmo para todas as plataformas) INTERPRETADOR JAVA (um para cada sistema diferente) JAVA BYTE CODE Windows 2K Macintosh April 05 Solaris Windows NT 34 Prof.Características da Linguagem Compilação e Interpretação no Java JVM = Interpretador + Run-time System April 05 Prof.puc-rio. Santos . F. Ismael H. F.ismael@tecgraf.puc-rio.

ismael@tecgraf. F. Ismael H.class ) April 05 SO Hardware Prof. Santos .Ciclo de vida de um programa em Java Ambiente de compilação Fonte Java (. Santos .Java API Métodos nativos Dynamic libraries Compilador Java Java Bytecodes movido localmente ou remotamente através de uma rede Java Interpretador Compilador JIT Java Virtual machine Sistema de Runtime Java Bytecode (.ismael@tecgraf.java) Ambiente de execução Class Loader Verificador de Bytecode Bibliotecas de Classes .br 35 JVM – Class Loader April 05 Prof.br 36 18 . F.puc-rio. Ismael H.puc-rio.

br 37 JSDK . Santos . F. F.br 38 19 .puc-rio. empacotador JAR. debugger.ismael@tecgraf. Ismael H. Demonstrações de uso das APIs. Ferramentas para desenvolvimento: compilador. A documentação é distribuída separadamente April 05 Prof. principalmente Applets.ismael@tecgraf.J2SDK – Java System Devel. interface gráfica com Swing e recursos de multimídia. Santos . etc.também distribuído separadamente: ambiente para execução de aplicações.puc-rio. Código-fonte das classes da API. gerador de documentação. Kit O JSDK (Java System Development Kit) é o ambiente padrão distribuído pela Sun para desenvolvimento de aplicações Java O JSDK consiste de JRE (Java Runtime Environment) . Ismael H.Ambiente de Desenvolvimento April 05 Prof.

Durante a execução a maquina virtual Java (JVM) executa um processo de verificação dos Bytecodes do programa para assegurar que a classe carregada a partir da rede não tenha sido adulterada (no caso de Applets).Compilação para Byte-code April 05 Prof. F. Ismael H. Verificação de Bytecodes Etapa que antecede a execução do código em classes carregadas através da rede Class Loader distingue classes locais (seguras) de classes remotas (potencialmente inseguras) April 05 Prof. Santos . F. Ismael H.ismael@tecgraf.br 40 20 .puc-rio. Santos .ismael@tecgraf.br 39 Bytecode Verifier Segurança Referências à memória são resolvidas pelo compilador e traduzidas durante a execução pelo interpretador.puc-rio.

Java define uma biblioteca gráfica padrão para GUI (java. Santos .puc-rio. objetos criados não são destruídos pelo programador A criação de objetos em Java consiste de: 1.Bytecode Verifier Verificação de Bytecodes (cont) Verificação garante Aderência ao formato de arquivo especificado [JVMS] Não-violação de políticas de acesso estabelecidas pela aplicação Não-violação da integridade do sistema Ausência de estouros de pilha Tipos de parâmetros corretamente especificados e ausência de conversões ilegais de tipos April 05 Prof. Santos . para um formato neutro (independente de plataforma). conforme já vimos. Inicializar o objeto (via construtor) 3. Alocar memória no heap para armazenar dados do objeto 2. ou seja.puc-rio. F. Ismael H.awt–Abstract Windowing Toolkit) de forma que a aplicação terá sempre o mesmo comportamento e aparência em qualquer plataforma Coleta de Lixo Memória alocada em Java não é liberada pelo programador. A primeira vantagem é a possibilidade de executar este programa em qualquer HW que suporte um JVM.ismael@tecgraf.br 41 Características da Linguagem Java Arquitetura Neutra Programas Java são compilados.ismael@tecgraf. Atribuir endereço de memória a uma variável (referência) April 05 Prof. F. Ismael H.br 42 21 . Além disso.

br 43 Características da Linguagem Java Coleta de Lixo (cont. Santos .) Quando um objeto não tem mais referências apontando para ele. O coletor de lixo irá liberar a memória na primeira oportunidade April 05 Prof. Santos . e a memória pode ser liberada. seus dados não mais podem ser usados. Ismael H.puc-rio.Características da Linguagem Java Coleta de Lixo (cont.ismael@tecgraf. Ismael H.) Mais de uma referência pode apontar para o mesmo objeto. F.ismael@tecgraf.puc-rio. conforme o exemplo abaixo: April 05 Prof. F.br 44 22 .

Por isso o tamanho dos tipos de dados de Java são definidos independentes de plataforma (veremos isso adiante) Dinâmica Java é mais dinâmica que C/C++.ismael@tecgraf. Ismael H. F. F.puc-rio. Santos .br 45 Características da Linguagem Java Java Applet April 05 Prof.puc-rio.Características da Linguagem Java Portabilidade Arquitetura Neutra é apenas uma parte do processo para se obter a portabilidade! Java se preocupa em não deixar nenhum aspecto da linguagem sendo dependente de implementação. Além disso Java apresenta suporte para a mobilidade de código via rede como é o caso de applets.ismael@tecgraf. Em Java descobrir o tipo de uma instância em tempo de execução é algo extremamente simples. Bibliotecas podem livremente somar novos métodos e instâncias de variáveis sem nenhum efeito em seus clientes.br 46 23 . Ismael H. April 05 Prof. Santos .

br 48 24 . Ismael H.lang define a classe Thread e inclui suporte a primitivas de sincronização de threads. Além disso. F. Hoare. Alem disso conversores de Java para C/C++ já estão disponíveis e podem ser usados nos casos onde a necessidade de performance seja crítica.puc-rio.ismael@tecgraf. Java é uma linguagem multithread. suportando múltiplas threads para a execução de várias tarefas em paralelo. Ismael H. Estas primitivas estão baseadas no modelo de monitor e variáveis de condição definidas por C.br 47 Características da Linguagem Java MultiThreaded Aplicações gráficas e distribuídas devem possibilitar a execução de várias tarefas de forma concorrente (Web Browser). O pacote java. Santos . Escrever código com múltiplas threads é extremamente difícil em C e/ou C++ já que estas linguagens não foram projetadas com este intuito. April 05 Prof. F. Santos . Mais recentemente a tecnologia HotSpot tem se mostrado bastante eficiente e já se consegue executar programas com performance semelhante a de programas em C ou ate mesmo Fortran.puc-rio.A.ismael@tecgraf. April 05 Prof. Threads em Java têm a capacidade de usar os recursos de sistemas com múltiplos processadores.Características da Linguagem Java Alta Performance Antigamente Java era aproximadamente 10 a 20 vezes mais lenta que o código gerado em C/C++. Atualmente após diversas pesquisas na area de compiladores com tecnologia JIT (Just In Time Compiler) já e’ possível a tradução de Bytecodes direto para código de máquina da CPU durante a execução.R.

F.puc-rio. Ismael H. Standard Edition (J2SE) Java 2 Plataform. Santos .br 50 25 . F. Ismael H.ismael@tecgraf. Enterprise Edition (J2EE) Java 2 Plataform.POO-Java Plataformas Java April 05 Prof. Micro Edition (J2ME) April 05 Prof.puc-rio.br 49 The Java Plataforms Java 2 Plataform. Santos .ismael@tecgraf.

ismael@tecgraf. F. Ismael H.Java 2 Plataform SE April 05 Prof. Santos .br 51 Global Enterprise April 05 Prof.puc-rio.br 52 26 .puc-rio. Santos . F. Ismael H.ismael@tecgraf.

Santos .puc-rio. Ismael H. Ismael H.puc-rio.Java Plataform EE April 05 Prof. Santos . F.ismael@tecgraf. suporte a transações distribuídas Segurança Disponibilidade Escalabilidade Suporte a distribuição da aplicações Integração de diversas aplicações Facilidades de administração April 05 Prof.br 54 27 .br 53 JEE Container Funções Concorrência na execução multi-usuarios Consistência. F.ismael@tecgraf.

O Ambiente JEE April 05 Prof.ismael@tecgraf. Santos .puc-rio. F. Ismael H.ismael@tecgraf. F.puc-rio.br 55 O Ambiente JEE April 05 Prof. Ismael H.br 56 28 . Santos .

Santos . Components O componente é o motorista Aplicação do cliente é mais facilmente codificada através do uso dos componentes disponibilizados pela plataforma April 05 Prof. realizando seu trabalho de forma transparente para o usuario.J2EE Containers x Components Containers O container é o carro Representa o suporte dado pela plataforma. F.puc-rio.ismael@tecgraf. Ismael H. Negócios e Persistência.puc-rio.br 57 O deployment da Aplicação April 05 Prof.br 58 29 . F.ismael@tecgraf. Santos . Ismael H. Se encarregam do gerenciamento da comunicação entre as camadas de Apresentação.

puc-rio.ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. Ismael H.Ciclo de Vida da Aplicação April 05 Prof. F.br 60 30 . F.puc-rio. Ismael H. Santos . Santos .br 59 Java 2 Plataforms ME April 05 Prof.

0 (Mobile Information Device Profile).ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. Sockets. JGP (JavaGame Profile) PP (Personal Profile). CLDC (Connected Device Configuration) Mínimo: 128 Kb ROM. sons FP (Foundation Profile). contem bibliotecas de classes para a criação de aplicações para uma categoria restrita de dispositivos MIDP 2.A especificação J2ME O J2ME e dividido em Configurações e Perfis Uma Configuração define uma plataforma Java para uma faixa de equipamentos. conexão de rede wireless com baixa taxa de transmissão e acesso intermitente. e com alta taxa de transmissão. CLDC (Connected Limited Device Configuration) Mínimo: 512 Kb ROM. Especifica uma JVM e uma API que podem ser portadas facilmente entre uma larga faixa de dispositivos. PDAP (PDA Profile) April 05 Prof. April 05 Prof. F. Datagramas). gráficos.br 62 31 .br 61 A especificação J2ME O J2ME Perfis O Perfil é o suplemento da configuração para dispositivos específicos.puc-rio. 32 Kb RAM. F. HTTPS. rede(HTTP. GUI restrita. tecnologia Push. define aspectos de seguranca. Santos . 256 Kb RAM e algum tipo de conexão. Ismael H. Ismael H. RS232.puc-rio. possivelmente persistente. Santos .

list = new List("Título".addCommand(propsCommand). props. textBox.lcdui. aboutCommand.SCREEN. private TextBox textBox. Command. "Hello World MIDlet Example . private Command exitCommand. Santos . /** * An example HelloWorldMIDlet shows the values of the system properties. private Alert alert. import javax. 2). Type. props.INFO).1.midlet.*.puc-rio. */ public HelloWorldMIDlet() { // Display display = Display. "Testing Alert . backCommand = new Command("Back".) // Sintax: Command("Name". April 05 Prof. F. Santos .java . // Form info props = new Form("System Properties"). Priority) exitCommand = new Command("Exit". Ismael H.0 03/03/05 */ package example. // Sintax: TextBox("Title".". null.addCommand(exitCommand). 1). import javax.".addCommand(backCommand). private StringBuffer propbuf = new StringBuffer(50).Exemplo J2ME .microedition. List. F..ismael@tecgraf. Validations) textBox = new TextBox("HelloWorldMIDlet".. private List list. /* * Construct a new HelloWorldMIDlet. aboutCommand = new Command("About".0). private boolean firstTime = true. Command. propsCommand.BACK. "Alert" }.addCommand(backCommand). } April 05 Prof.IMPLICIT.br 63 Exemplo J2ME (cont.EXIT. Command. 1). "System Properties".256. Command. "Initial text". // First Display shows List options String stringElements[] = { "About". */ public class HelloWorldMIDlet extends MIDlet implements CommandListener { private Display display.. list.microedition. props..getDisplay(this). null). 2). Ismael H.addCommand(exitCommand). textBox. // Alert Message alert = new Alert("Hello Alert". backCommand. stringElements.HelloWorldMIDlet /* * @(#)HelloWorldMIDlet.SCREEN. NrChars.ismael@tecgraf.*. private Form props.br 64 32 . textBox. AlertType.puc-rio.addCommand(aboutCommand). propsCommand = new Command("SysProps".addCommand(exitCommand).

props.) /** * Handle events */ public void commandAction(Command c. props.append(showProp("microedition.setCurrent(props).) /** * Show the value of the properties */ public void startApp() { Runtime runtime = Runtime. } else if ( list. Santos .Exemplo J2ME (cont. "Free Memory = " + free + "\n")).setCurrent(alert). F. props.br 66 33 .setCommandListener(this). Displayable s) { if ( c == exitCommand ) { destroyApp(false). firstTime = false.totalMemory().ismael@tecgraf. } else { display.configuration")). } else if ( c == aboutCommand ) { textBox.locale")).set(0. } else if ( c == propsCommand ) { props.ismael@tecgraf.append(showProp("microedition. display. props.puc-rio. F.getSelectedIndex() == 0 ) { textBox. if( firstTime ) { long total = runtime. display.setCommandListener(this). long free = runtime.platform")).setCurrent(textBox). props. props.freeMemory().append(showProp("microedition.append(showProp("microedition. Ismael H.setCommandListener(this).setCurrent(props). } else if ( c == backCommand ) { list.setCommandListener(this).setCurrent(list). display. } else { if ( list. props. } } April 05 Prof.append("Free Memory = " + free + "\n").setCurrent(list).setCommandListener(this).puc-rio.gc().br 65 Exemplo J2ME (cont. notifyDestroyed(). list. } } } April 05 Prof. Santos .getRuntime().setCurrent(textBox). Ismael H.encoding")). display.append("Total Memory = " + total + "\n"). runtime. new StringItem("".append(showProp("microedition.setCommandListener(this).profiles")). display. } else { props. display.getSelectedIndex() == 1 ) { props.

) /** * Show a property.toString(). Santos .puc-rio. return propbuf.ismael@tecgraf. Ismael H.append("\""). Ismael H.append(" = ").append("<undefined>"). free any space we don't need right now.puc-rio.ismael@tecgraf.br 67 Tecnologia JavaCard Disponibiliza Java para “smart cards” JavaCard define um subset da linguagem Java e da Java Virtual Machine para executar em “smart cards” OOP para “smart cards” mais simples e poderosa do que programação em C Modelo Web browser de funcionamento Core and extensions JavaCard API JavaCard Runtime Environment (JCRE) April 05 Prof.getProperty(prop). propbuf.setLength(0).br 68 34 .append("\"").append(prop). } else { propbuf. } /** * Time to pause. */ String showProp(String prop) { String value = System. */ public void destroyApp(boolean unconditional) { } } April 05 Prof. F. F. propbuf. propbuf. propbuf.append(value). */ public void pauseApp() { } /** * Destroy must cleanup everything. } propbuf. if (value == null) { propbuf. Santos . propbuf.append("\n").Exemplo J2ME (cont.

ismael@tecgraf.puc-rio. F.ismael@tecgraf. Santos . F. Ismael H. Santos .puc-rio.Desenvolvendo aplicação JavaCard April 05 Prof.br 69 POO-Java Introdução Prática April 05 Prof.br 70 35 . Ismael H.

Applet Applet Exemplo – “AloMundoApplet.out.java” (case-sensitive) public class AloMundo { public static void main(String[] args){ System. F.applet.ismael@tecgraf.Graphics.Applet. } } Exercício .ismael@tecgraf.Questão 1 April 05 Prof.java” Applets são programas que podem ser executados em Browsers compatíveis com a linguagem Java import java. Ismael H. 25).br 72 36 .awt. import java. public class HelloWorld extends Applet { public void paint(Graphics g) { g.Questão 2 April 05 Prof. Ismael H.drawString("Hello world!". Santos .br 71 Introdução Prática .puc-rio. 50.println(“Alô Mundo!”). } } Exercício . Santos .Introdução Prática Programa Exemplo Crie o programa “AloMundo. F.puc-rio.

Ismael H.ismael@tecgraf.puc-rio.ismael@tecgraf.puc-rio. Santos .br 73 Class Loader e CLASSPATH April 05 Prof. Ismael H. Santos .Como Compilar April 05 Prof. F.br 74 37 . F.

puc-rio. Santos .ismael@tecgraf. F. Santos .Como Executar April 05 Prof.br 75 Outras ferramentas do JSDK April 05 Prof. Ismael H. Ismael H.ismael@tecgraf.br 76 38 . F.puc-rio.

ismael@tecgraf. Define a interface de acesso à estrutura. April 05 Prof. F.br 78 39 .puc-rio. F.ismael@tecgraf. Santos . Ismael H.POO-Java Fundamentos da Linguagem April 05 Prof.puc-rio. Ismael H. Não faz qualquer consideração com relação à implementação. Santos .br 77 Tipos Abstratos de Dados Modela uma estrutura de dados através de sua funcionalidade.

April 05 Prof. Ismael H. Santos .puc-rio.ismael@tecgraf. A classe deve prover todos os métodos definidos na interface do TAD. Ismael H. F. Um objeto dessa classe implementa uma instância do TAD. F.Exemplo de TAD: Pilha Funcionalidade: armazenagem LIFO Interface: boolean isEmpty() verifica se a pilha está vazia push(int n) empilha o número fornecido int pop() desempilha o número do topo e o retorna int top() retorna o número do topo April 05 Prof. Santos .br 80 40 .ismael@tecgraf.br 79 TAD × Classes Uma determinada implementação de um TAD pode ser realizada por meio de uma classe.puc-rio.

classes definem dados que suas instâncias conterão. F. } April 05 Prof.ismael@tecgraf.puc-rio.puc-rio..Atributos ou Métodos Como dito.ismael@tecgraf. a declaração de novas classes é feita através da construção class. y. Podemos criar uma classe Point para representar um ponto (omitindo sua implementação) da seguinte forma: class Point { . } April 05 Prof. Ismael H. F.br 82 41 . A classe Point precisa armazenar as coordenadas do ponto sendo representado de alguma forma. Santos .br 81 Fundamentos da Linguagem Campos . Santos .. Ismael H.Fundamentos da Linguagem Classes e Objetos Em Java. class Point { int x.

Santos . Santos . // p1 e p2 representam o ponto (2.br 83 Fundamentos da Linguagem Referências para Objetos Em Java. Point p1 = new Point().3) April 05 Prof.ismael@tecgraf.x = 2. April 05 Prof. p2. Point p2 = p1. Ismael H. Dessa forma.br 84 42 .ismael@tecgraf. Ismael H. uma nova instância (objeto) pode ser criada através do comando new. p2. nós sempre fazemos referência ao objeto. Podemos criar uma instância da classe Point da seguinte forma: Point p = new Point().y = 3.puc-rio. F.Fundamentos da Linguagem Instanciação ou Criação Uma vez definida uma classe. F. duas variáveis podem se referenciar ao mesmo ponto.puc-rio.

puc-rio. Ismael H.0) April 05 Prof. p1.ismael@tecgraf.2) Point p2 = new Point(). // p1 representa o ponto (1. April 05 Prof. uma classe deve definir os métodos que irá disponibilizar.x = 1.Fundamentos da Linguagem Acessando Campos Os campos de uma instância de Point podem ser manipulados diretamente. a sua interface. // e p2 o ponto (0.y = 0. p2. isto é.y = 2. Ismael H. por exemplo. Santos . prover um método para mover o ponto de um dado deslocamento. A classe Point pode. p1.puc-rio.x = 0. F.br 85 Fundamentos da Linguagem Métodos Além de atributos.ismael@tecgraf. Point p1 = new Point(). F. Santos .br 86 43 . p2.

Fundamentos da Linguagem
Declaração de Método
Para mover um ponto, precisamos saber quanto deslocar em x e em y. Esse método não tem um valor de retorno pois seu efeito é mudar o estado do objeto. class Point { int x, y; void move(int dx, int dy) { x += dx; y += dy; } }
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Fundamentos da Linguagem
Envio de Mensagens: Chamadas de Método
Em Java, o envio de uma mensagem é feito através de uma chamada de método com passagem de parâmetros. Por exemplo, a mensagem que dispara a ação de deslocar um ponto é a chamada de seu método move. p1.move(2,2); // p1 está deslocado de duas unidades // no sentido positivo, nos dois eixos.

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Fundamentos da Linguagem
this
Dentro de um método, o objeto pode precisar de sua própria referência. Em Java, a palavra reservada this significa essa referência ao próprio objeto. class Point { int x, y; void move(int dx, int dy) { this.x += dx; this.y += dy; } }
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Fundamentos da Linguagem
Inicializações
Em várias circunstâncias, é interessante inicializar um objeto. Por exemplo, poderíamos querer que todo ponto recém criado estivesse em (0,0). Esse tipo de inicialização se resume a determinar valores iniciais para os campos

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Fundamentos da Linguagem
Inicialização de Campos
Por exemplo, a classe Point poderia declarar: class Point { int x = 0; int y = 0; void move(int dx, int dy) { this.x += dx; this.y += dy; } }
April 05 Prof. Ismael H. F. Santos - ismael@tecgraf.puc-rio.br 91

Fundamentos da Linguagem
Construtores
Ao invés de criar pontos sempre em (0,0), poderíamos querer especificar a posição do ponto no momento de sua criação. O uso de construtores permite isso. Construtores são mais genéricos do que simples atribuições de valores iniciais aos campos: podem receber parâmetros e fazer um processamento qualquer.

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F.y = y.. int y) { this.0). } . Point(int x.puc-rio. Santos . Point // p1 Point // p2 p1 = new Point(1. int y = 0. this. é o ponto (0. devemos utilizá-lo no momento da instanciação.puc-rio. } April 05 Prof. F.ismael@tecgraf. Santos .0) April 05 Prof.Fundamentos da Linguagem Declaração de Construtores O construtor citado para a classe Point pode ser definido da seguinte forma: class Point { int x = 0. Ismael H.2) p2 = new Point(0.x = x. Ismael H.ismael@tecgraf.br 94 47 . é o ponto (1.br 93 Fundamentos da Linguagem Usando Construtores Como o construtor é um método de inicialização do objeto..2).

Ismael H. Destrutores são métodos que são chamados automaticamente quando um objeto deixa de existir. F.puc-rio. April 05 Prof.Fundamentos da Linguagem Construtor Padrão Quando não especificamos nenhum construtor. April 05 Prof. Para isso são utilizados os destrutores.br 96 48 . Em Java.br 95 Fundamentos da Linguagem Finalizações Pode ser necessário executar alguma ação antes que um objeto deixe de existir. implicitamente. Santos . vazio.puc-rio. Ismael H.ismael@tecgraf. Se declararmos algum construtor. F. a linguagem Java declara. Santos . esse construtor padrão não será mais declarado. um construtor padrão. que não recebe parâmetros. destrutores são chamados de finalizadores.ismael@tecgraf.

ismael@tecgraf. Ismael H. April 05 Prof. April 05 Prof.puc-rio. F.puc-rio.ismael@tecgraf. ele é automaticamente coletado (destruído). A esse processo chamamos “coleta de lixo”. Esse método deve efetuar qualquer procedimento de finalização que seja necessário antes da coleta do objeto. Santos . Nem todas as linguagens OO fazem coleta de lixo e. F.br 97 Fundamentos da Linguagem Finalizadores em Java Quando um objeto Java vai ser coletado. quando um objeto não é mais referenciado pelo programa. Ismael H. o programador deve destruir o objeto explicitamente. Santos . nesse caso. isto é.br 98 49 . ele tem seu método finalize chamado.Fundamentos da Linguagem Gerência de Memória – Garbage Collection Java possui uma gerência automática de memória.

br 99 Fundamentos da Linguagem Membros de Classe: Motivação Considere uma classe que precise atribuir identificadores unívocos para cada objeto. ao ser criado. membros compartilhados por todos os objetos da classe. de tal forma que cada objeto guarde o seu mas o próximo número a ser usado deve ser armazenado na classe. Cada objeto. O identificador pode ser um número gerado seqüencialmente. Ismael H.puc-rio. Tais membros são comumente chamados de ‘membros de classe’ (versus ‘de objetos’). F. April 05 Prof. Santos .puc-rio. April 05 Prof. F. ou seja.ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. o nome ‘membros estáticos’ usado em Java. recebe o seu identificador. Daí.Fundamentos da Linguagem Membros de Classe Classes podem declarar membros (campos e métodos) que sejam comuns a todas as instâncias. declaramos um membro de classe usando o qualificador static. Em Java.br 100 50 . Santos . Ismael H.

Ismael H. Cada produto deve ter um código único de identificação.br 102 Um só campo! 51 .id = 0 // lápis. F.próximo_id = 1 Produto caneta = new Produto().próximo_id = 2 April 05 Prof.ismael@tecgraf.id = 1 // caneta. // Produto. } April 05 Prof.br 101 Fundamentos da Linguagem Membros de Classe: Análise do Exemplo // Considere que ainda não há nenhum produto. Produto() { id = próximo_id. // caneta. próximo_id++.próximo_id = 0 Produto lápis = new Produto(). F. Santos .puc-rio. class Produto { static int próximo_id = 0. // lápis. Santos .. } . int id. Ismael H.ismael@tecgraf.Fundamentos da Linguagem Membros de Classe: Um Exemplo Podemos criar uma classe que modele produtos que são produzidos em uma fábrica..puc-rio.

p2. sendo uma linguagem puramente orientada por objetos.x .br 104 52 .Fundamentos da Linguagem Membros de Classe: Acesso Direto Como os membros estáticos são da classe. não precisamos de um objeto para acessá-los: podemos fazê-lo diretamente sobre a classe.sqrt(dx*dx+dy*dy).próximo_id = 200.puc-rio. F.y. possui apenas declarações de classes: não é possível escrever código fora de uma classe. Math. Santos . April 05 Prof.p2.y .ismael@tecgraf. float dx = p1. Produto. // O próximo produto criado terá // id = 200.ismael@tecgraf. Exemplo1: calcular a distância entre dois pontos. Ismael H. float dy = p1. Exemplo2: observe na figura ao lado que a a variavel de classe y não esta presente em nenhum objeto ! April 05 Prof.x. F. Ismael H. Santos . float d = Math. que contém apenas métodos estáticos. Java.br 103 Fundamentos da Linguagem Membros de Classe Para prover uma biblioteca matemática. Java declara uma classe.puc-rio.

puc-rio. na verdade. Ou seja. o conceito de programa também está relacionado a classes: a execução de um programa é. não é necessário que haja uma instância para chamarmos um método estático. não faz sentido que o this exista dentro de um método estático. Dessa forma.br 106 53 .ismael@tecgraf. F.ismael@tecgraf. F. Santos . Ismael H.puc-rio. April 05 Prof. Executar uma classe significa executar seu método estático main. a execução de uma classe. April 05 Prof.br 105 Fundamentos da Linguagem Noção de Programa Uma vez que tudo o que se escreve em Java são declarações de classes. Santos . Para ser executado. Ismael H. o método main deve possuir uma assinatura bem determinada.Fundamentos da Linguagem this revisitado Vimos que um método estático pode ser chamado diretamente sobre a classe.

ismael@tecgraf.br 108 54 . F. Ismael H. Ismael H.puc-rio. Santos .java.puc-rio. seu método main deve possuir a seguinte assinatura: public static void main(String[] args) Estrutura de um Programa Java April 05 Prof.Questão 1 April 05 Prof. F.println(“Alô Mundo!”).java Usando o método main e um atributo estático da classe que modela o sistema. } } Uma classe deve ser declarada em um arquivo homônimo (case-sensitive) com extensão . Santos .out. podemos escrever nosso primeiro programa: public class AloMundo { public static void main(String[] args){ System.br 107 Fundamentos da Linguagem Programa Exemplo – AloMundo. Exercício .Fundamentos da Linguagem Executando uma Classe Para que a classe possa ser executada.ismael@tecgraf.

40 X 1038 1.0 0.79 X 10308 Maior Valor \uFFFF 127 32767 2147483647 263 .0 Tamanho 1 bit 16 bits 8 bits 16 bits 32 bits 64 bits 32 bits 64 bits Menor Valor \u0000 -128 -32768 -2147483648 -263 3. Santos . */ Comentários de documentação (javadoc) /** . F. Santos .puc-rio.94 X 10-324 April 05 Prof.br 109 Fundamentos da Linguagem Tipos Básicos ou Primitivos de Java Type boolean char byte short int long float double Conteúdo True ou False Unicode caracter Signed integer Signed integer Signed integer Signed integer IEEE75A floating point IEEE75A point floating Valor Default False \u0000 0 0 0 0 0. F.. Comentários em múltiplas linhas /* .puc-rio. Ismael H...ismael@tecgraf. Ismael H..40 X 10-45 4..ismael@tecgraf. */ April 05 Prof.1 1..br 110 55 .Fundamentos da Linguagem Léxico Suporte a Unicode Comentários em uma linha // .

br 112 56 . Ismael H. Por isso chamamos os tipos de dados de Java não primitivos de “Reference Data Types”.puc-rio. F.ismael@tecgraf. Ismael H. por isso.puc-rio. April 05 Prof.Fundamentos da Linguagem Formato dos Tipos de Dados April 05 Prof. F. Santos . são acessados pelo Java por “referência”. e. Santos .br 111 Fundamentos da Linguagem Tipos de Dados de Referência – Reference Data Types Todos os tipos não primitivos são tratados como objetos ou arrays.ismael@tecgraf.

b.String Apesar de String não ser um tipo primitivo.ismael@tecgraf.getLabel(). Strings são imutáveis ! String s1 = “Sou uma string".lang. //a refere-se a um objeto Button b=a.puc-rio.Fundamentos da Linguagem Exemplo Button a. System. // b refere-se ao mesmo objeto que a b.println(“i=“+i+“-“+“j=“+j).puc-rio. a=new Button(). sem o uso de new. Ismael H.out. //Exibe: i=3-j=2 April 05 Prof. Santos . pois pode ser construído diretamente.br 113 Fundamentos da Linguagem A classe String Strings são objetos da classe java. // s será igual a “Ok” Observe que isso não acontece quando utilizamos os tipos primitivos: int i = 3. String s = b. F. Santos . F. Ismael H. i = 2. ele pode ser visto como um. A forma normal de criação de objetos também é permitida para strings (embora raramente usada): String s2 = new String(“Também sou uma string").ismael@tecgraf.setLabel(“Ok”). April 05 Prof.br 114 57 . int j = i.

ismael@tecgraf. public public public public public public public boolean equalsIgnoreCase(String comparison) int indexOf(int character) int indexOf(int character. a expressão s1 == s2 testa se s1 e s2 são o mesmo objeto e não se eles contem os mesmos strings ! String principais métodos: public public public public char charAt(int index) int compareTo(String comparison) int compareTo(Object object) boolean endsWith(String suffix) April 05 Prof. F.concat(otherString).br 116 58 .) public String concat(String suffix) String result = someString. char newChar) April 05 Prof. F.Fundamentos da Linguagem A classe String (cont. Ismael H. Santos . Em Java. Ismael H. Santos .puc-rio. String result = s1 + s2.) O operador + pode ser utilizado para concatenar strings.puc-rio. int startIndex) int indexOf(String subString) int indexOf(String subString.br 115 Fundamentos da Linguagem String principais métodos (cont. int startIndex) int length() String replace(char oldChar.ismael@tecgraf.

ismael@tecgraf. Indexação de seus elementos começa por zero. Santos .length().toString()). Santos .br 118 59 . F.out.puc-rio.Fundamentos da Linguagem Exemplo public class StringsDemo { public static void main(String[] args) { String palindrome = “Niagara. } } April 05 Prof.charAt(i)). assim como a variáveis de seu tipo específico. Ismael H. System.append(palindrome. É necessária também a indicação do tamanho do array para a sua utilização. F.println(dest.ismael@tecgraf. Ismael H.br 117 Fundamentos da Linguagem Arrays Seu comprimento pode ser determinado pelo método length Pode ser associados a variáveis do tipo Object. Arrays podem ser passados para métodos. for (int i=len-1.puc-rio. StringBuffer dest = new StringBuffer(len). i >= 0. int len = palindrome. April 05 Prof. A declaração de um array de um determinado tipo é indicada pelo uso de [ ] para cada dimensão do array. O roar again". i--) dest.

int[] precos = new int[3].out.br 120 60 . // 2-dim Object[ ] matrixDeObjetos[ ]. i ++) { precos[i] = carros[i].getPreco(). Santos .puc-rio.Fundamentos da Linguagem Exemplos: Declaração de Arrays int[ ] arrayDeInts. Ismael H. 3. for (int i = 0. ++i ) System. { “Lucia”. 40000). F. carros[1] = new Carro(“Vectra”.println(“Preço: ” + precos[i]).br 119 Fundamentos da Linguagem O atributo length Carro[] carros = new Carro[3].ismael@tecgraf. “Joao”}. true }. Alocação de memória arrayDeInts = new int [7].println(“list[“+i+”]=“+list[i]). 20000).“Arthur”. carros[2] = new Carro(“Gol”. “Jose”. 5}. false.out. “Carol”} }. 2. String[][] nomes = { {“Maria”. // 1-dim char[ ][ ] matrixDeChars. i<list. April 05 Prof.ismael@tecgraf. Ismael H. 4. for( int i=0. F. April 05 Prof. // copia os precos System. true.length. Declaração e Alocação boolean[] answers = { true. Santos . // 2-dim UmaClasseX[ ] arrayDeUmaClasseX. } Outro exemplo: int[] list = {1. // array de 3 carros carros[0] = new Carro(“BMW”. 60000). i < carros.puc-rio. matrixDeChars = new char[3][4].length.

matrix "referência " 0 15 0 "elemento do tipo byte [ ] [ ] " 255 . . for ( int i = 0. { “background”. .br Fundamentos da Linguagem Arrays Multidimensionais – Exemplos String texto[][][][] = new String [5][3][][]. ++i ) { triangular[i] = new short [i + 1].puc-rio. 15 "elemento do tipo byte [ ]" April 05 "elemento do tipo byte inicializados com 0" 121 Prof. // é válida double temperatura[][][] = new double [100][][10] // não ! String parametros[ ][ ] = { { “foreground”. “block” }.length. Santos . F.ismael@tecgraf. “gray” }. Outro exemplo: short triangular[][] = new short [10][].br 122 61 . 0 . { “Mensagem”. “color”. for ( int j = 0. Ismael H. “String”. Santos . i < triangular. . ++j ) triangular[i][j] = i + j. j < i + 1.puc-rio.ismael@tecgraf. Ismael H. “color”. } April 05 Prof.Fundamentos da Linguagem Arrays Multidimensionais Array multidimensionais em Java são tratados como arrays de arrays exatamente como em C/C++ byte matrix[ ][ ] = new byte [256][16]. F. “Alô mamãe” } }. .

ismael@tecgraf. Santos . int capacityIncrement) Outros métodos: public public public public public public public public April 05 void setSize(int newSize) boolean removeElement(Object object) void removeElementAt(int index) void removeAllElements() boolean isEmpty() boolean contains(Object object) int capacity() int size() Prof.br 124 62 .br 123 Arrays April 05 Prof. public Vector() // Construtores public Vector(int initialCapacity) public Vector(int initialCapacity. Ismael H. Ismael H.puc-rio.ismael@tecgraf.puc-rio. F. Santos .Fundamentos da Linguagem Arrays são limitados pelo fato de não poderem variar de tamanho com o tempo => Vector array de tamanho variável. F.

puc-rio. Santos . Santos .puc-rio. F.ismael@tecgraf. (params) exp++ exp-++exp --exp +exp -exp ~exp !exp new (tipo)exp * / % + << >> >>> < > <= >= instanceof == != & ^ | && || ?: = += -= *= /= %= <<= >>= >>>= &= ^= |= April 05 Prof. Ismael H. Ismael H.br 126 63 .br 125 Fundamentos da Linguagem Lista de Operadores April 05 Prof.Fundamentos da Linguagem Operadores [] . F.ismael@tecgraf.

Ismael H. Santos .ismael@tecgraf.br 127 Fundamentos da Linguagem Lista de Caracteres April 05 Prof.puc-rio.ismael@tecgraf.Fundamentos da Linguagem Tabela de Precedência April 05 Prof. Santos . Ismael H.br 128 64 . F.puc-rio. F.

assim conversões em expressões podem ser: automáticas: implícita ou por promoção (conversão p/ tipo mais geral) explícitas (coerção ou type-cast) Exemplos: byte b = 10. int i.0F.ismael@tecgraf. operadores e parentesis x * ( y .br 129 Fundamentos da Linguagem Conversões em expressões Java utiliza tipagem forte. pois não existem ponteiros como em C/C++ *(mat + lin*tam_linha+col)=0 // Não em Java mat[lin][col]=0 // Ok April 05 Prof. Ismael H.(a + b) >> 5 ) & m[i].Fundamentos da Linguagem Expressões Formadas por dados. F.k * f(4) Não existe aritmética de ponteiros.puc-rio.ismael@tecgraf. Ismael H.br 130 65 . // Conversão automática (implícita) float f = 0. F. Santos . April 05 Prof.puc-rio. Santos .

Santos .) b = i.3. Ismael H.br 131 Conversão de Tipos Primitivos April 05 Prof. F. // Estas instruções apresentam problema ? April 05 Prof. f = b. // explícita (coerção) por métodos f = i.ismael@tecgraf. Ismael H.toString().br 132 66 . Explicit cast needed to convert int” double d = 12 + 9L + 12. // promoção para double dos numeros b = (byte)i.ismael@tecgraf. F. // explícita (coerção) ou “type cast” s = i.Fundamentos da Linguagem Exemplos (cont.puc-rio. Santos . // O Compilador vai indicar o erro: “Imcompatible // type for=.puc-rio.

ismael@tecgraf. Santos . F.br 133 Operadores de Coerção April 05 Prof. F.puc-rio. Ismael H.ismael@tecgraf. Ismael H. Santos .puc-rio.br 134 67 .Conversão de Tipos Referência April 05 Prof.

porém.puc-rio. é palavra-reservada. break.br 136 68 . switch-case Desvios (somente em estruturas de repetição): continue. do-while Seleção: if-else. Santos .ismael@tecgraf.puc-rio. return e rótulos Não existe comando goto goto. while. April 05 Prof.ismael@tecgraf. Ismael H.br 135 Fundamentos da Linguagem Controle de Fluxo de execução O controle do fluxo da execução em Java utiliza os mesmos comandos existentes em outras linguagens Repetição: for. F. Ismael H.Promoção April 05 Prof. F. Santos .

br 137 Fundamentos da Linguagem if-else if( a>0 && b>0 ) m = média(a. else { errno = -1. Santos . F.Fundamentos da Linguagem Comandos Comando expressão de atribuição formas pré-fixadas ou pós-fixadas de ++ e -chamada de métodos criação de objetos comandos de controle de fluxo bloco Bloco = { <lista de comandos> } April 05 Prof.br 138 69 . F. Ismael H.puc-rio. b).ismael@tecgraf. m = 0. Santos .puc-rio. Ismael H.ismael@tecgraf. } April 05 Prof.

break.. do { System.puc-rio. Ismael H.out. Ismael H.br 140 70 ..br 139 Fundamentos da Linguagem while int i = 0.puc-rio... } while( ++i<10). case 0: .. //Que números serão impressos? //E se trocarmos por i++<10 April 05 Prof.ismael@tecgraf. } April 05 Prof. F.. break. default: . F.println(i).ismael@tecgraf.Fundamentos da Linguagem switch-case-default switch( i=f() ) { case -1: .out. Santos .println(i). Santos . while( ++i<10 ) { System. } //Que números serão impressos? //E se trocarmos por i++<10 do while int i = 0.

puc-rio.out. int b) { return (a+b)/2. Santos . //Que números serão impressos? //E se trocarmos por i++ return int média(int a.puc-rio.br 142 71 .println(i). System. } April 05 Prof. } //Que números serão impressos? //E se trocarmos por i++ April 05 Prof. Ismael H.out. Santos .ismael@tecgraf. while ( true ) { if (++i%2 == 1) continue. System. Ismael H.Fundamentos da Linguagem for for(int i=0.br 141 Fundamentos da Linguagem break int i = 0. F. } //Que números serão impressos? //E se trocarmos por i++ continue int i = 0. while( true ) { if (++i==10) break. ++i) System.ismael@tecgraf. i<10.out.println(i).println(i). F.

puc-rio.br 144 // Define Classe // Atributo // Atributo // Método 72 . .br 143 Fundamentos da Linguagem Classes Classes definem modelos de objetos Objetos = Dados + Código class Empregado { String nome. Exercícios . F.. Santos . i<10. Santos .ismael@tecgraf. Ismael H. } } April 05 Prof.ismael@tecgraf.. Ismael H.Questão 3 April 05 Prof. int h_total..Fundamentos da Linguagem break para Label início: for (int i=0. j<10.. } . j++) { if (v[i][j] < 0) break início. i++) for (int j=0. void Trabalha (int h) { h_total += h.puc-rio. F.

Santos . F.ismael@tecgraf.Fundamentos da Linguagem Escopo de definições April 05 Prof. static { // Bloco inicialização de classe for (int i=0. ++i) data[i] = i.ismael@tecgraf.puc-rio. F. i<1000. // Inicialização de atributo static int data[1000]. Ismael H. Ismael H. } } April 05 Prof. Santos .br 146 73 .puc-rio.br 145 Fundamentos da Linguagem Inicialização de Classes Bloco de inicialização de classe identificado pela palavra reservada static Atributos podem ter atribuição default class Nome { String Nome = "".

puc-rio. Roberto.br 147 Fundamentos da Linguagem Acessando Atributos e Métodos Operador de acesso aos membros de um objeto ( .ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. } // Define classe Empregado Roberto..Fundamentos da Linguagem Objetos Instâncias de classes class Empregado { . Ismael H. // Atributo // Método Inicialização de Objetos Inicialização de objeto é realizada pelo método construtor da classe O construtor é invocado automaticamente quando o comando new é executado O construtor é um método que não possui identificação de valor de retorno e possui o mesmo nome que a classe April 05 Prof.h_total = 0.br 148 74 . Santos . F. F. Ismael H. Santos . // Instancia objeto Quando o objeto é declarado este recebe o valor nulo (null) Após new o objeto é efetivamente criado em memória (heap) usando o construtor da classe April 05 Prof.Trabalha(8). ) Roberto..puc-rio. // Declara objeto Roberto = new Empregado.

Ônibus o.ismael@tecgraf.. Santos . Santos . } } . F. Ismael H.Construtores April 05 Prof.puc-rio. Ônibus(int LotaçãoMáxima) { lotação = LotaçãoMáxima.puc-rio.ismael@tecgraf. // Instancia objeto ou Ônibus o2 = new Ônibus(40). April 05 Prof. Ismael H.br 149 Fundamentos da Linguagem Inicialização de Objetos class Ônibus { int lotação. // Declara objeto o = new Ônibus(32).br 150 75 .. F.

finalize().ismael@tecgraf. armazenados internamente em um array cujo tamanho máximo é dado no momento de sua criação. por isso é melhor usar o código dentro de um bloco try { … } catch( … ) { …. Ismael H. Ismael H. Obs: finalize() não tem garantia de funcionar quando desejado. } } April 05 Prof.br 152 76 . class Stack { int top_index. F. Santos . Santos ..Métodos int top() { return data[top_index]. } // <. } void push(int n) { data[++top_index] = n.Construtor data = new int[size]. top_index = -1. F.Fundamentos da Linguagem Destruição de Objetos O destrutor de um objeto é invocado pelo coletor de lixo quando este precisa desfazer-se do objeto para liberar memória.br 151 Fundamentos da Linguagem Exemplo Classe Pilha Classe pilha de números inteiros.puc-rio. Não se pode dizer quando o destrutor será invocado O destrutor é um método especial da classe que não retorna valor (void). // <. } } O método finalize() também pode ser executado explicitamente se desejado: meuÔnibus. } int pop() { return data[top_index--]. int[] data. } April 05 Prof. possui o nome de finalize e não possui parâmetros class Ônibus { void finalize() { ProFerroVelho(). } finally { ….ismael@tecgraf.puc-rio. } boolean isEmpty() { return (top_index < 0).Variáveis Stack(int size) { // <.

puc-rio.println( s.push(10). F. System.println(s.out. System.br 153 Fundamentos da Linguagem Encapsulamento Na classe Stack implementada. para 2 números. s.isEmpty() ).isEmpty()). // true! April 05 Prof. por falta de controle de acesso.isEmpty()). Stack s = new Stack(10). é possível forçar situações nas quais a pilha não se comporta como desejado.br 154 77 .ismael@tecgraf.println(s. // Pilha s. Ismael H.pop()). System.push(s.Fundamentos da Linguagem Uso da classe Pilha declarada Stack s = new Stack(2).pop()+s.out.top()).push(6). System.println(s. Santos .pop(). F. // 30 // false // true April 05 Prof.out. Ismael H. porém.ismael@tecgraf. s.out. nós encapsulamos a definição de pilha que desejávamos. s. s. s. Santos .push(20).top_index = -1.puc-rio.

Ismael H. Exemplo . } void push(int n) { data[++top_index] = n. } } April 05 Prof.br 155 Fundamentos da Linguagem Redefinindo a Classe Stack class Stack { private int[] data.ismael@tecgraf. } int pop() { return data[top_index--]. No mínimo.Calculadora Polonesa Stack(int size) { data = new int[size]. Ismael H. } boolean isEmpty() { return (top_index < 0). Santos .puc-rio.ismael@tecgraf. devemos poder fazer diferença entre o que é público e o que é privado. Santos . April 05 Prof. Membros públicos podem ser acessados indiscriminadamente.br 156 78 .Fundamentos da Linguagem Encapsulamento .Controle de Acesso As linguagens OO disponibilizam formas de controlar o acesso aos membros de uma classe. F. F.puc-rio. } int top() { return data[top_index]. top_index = -1. enquanto os privados só podem ser acessados pela própria classe. private int top_index.

Stack s = new Stack(10). As versões devem.push(6).br 158 79 . Santos .puc-rio. Sobrecarregar um método significa prover mais de uma versão de um mesmo método.ismael@tecgraf. April 05 Prof. s. s.isEmpty()). F. April 05 Prof. // ERRO! na compilação System.Fundamentos da Linguagem Exemplo de Controle de Acesso Com a nova implementação da pilha.br 157 Fundamentos da Linguagem Sobrecarga (Overload) Um recurso usual em programação OO é o uso de sobrecarga de métodos. o exemplo anterior não pode mais ser feito pois teremos um erro de compilação. F. necessariamente.top_index = -1.println(s.puc-rio. Ismael H.ismael@tecgraf. Ismael H. Santos .out. possuir algo que as diferencie: tipo e/ou número de parâmetros ou tipo do valor de retorno.

Nós podemos voltar a ter esse construtor usando sobrecarga. class Point { int x = 0.//p2 está em (1. Valores são passados em tipos primitivos Referências são passadas em objetos Há promoção de tipos de acordo com as regras de conversão de primitivos e objetos Em casos onde a conversão direta não é permitida.y = y.br 159 Fundamentos da Linguagem Sobrecarga de Construtores Como dito anteriormente. Point() {} Point(int x. é preciso usar operadores de coerção (cast) April 05 Prof. this.2) April 05 Prof.ismael@tecgraf.0) Point p2 = new Point(1.ismael@tecgraf. seus parâmetros são passados da mesma forma que em uma atribuição.0). Santos . int y = 0. //p1 está em (0. } } Agora no momento da criação do objeto podemos escolher qual construtor usar Point p1 = new Point().puc-rio.Fundamentos da Linguagem Sobrecarga (Overload) Na chamada de um método.puc-rio.2). perdemos o construtor padrão que. ao criarmos o construtor da classe Point para inicializar o ponto em uma dada posição. Ismael H. int y) { this. F. F.br 160 80 . não fazendo nada. Ismael H. Santos .x = x. deixava o ponto na posição (0.

puc-rio. y. int y) { this...Chama construtor com parametros } Point(int x. F. } .). } April 05 Prof. April 05 Prof.0). this. Santos . passando zero para ambas. Isso é um encadeamento de construtores.Encadeamento de Construtores Uma solução melhor para o exemplo dos dois construtores seria o construtor vazio chamar o construtor que espera suas coordenadas. Ismael H.y = y.. F.br 161 Fundamentos da Linguagem Encadeamento de Construtores class Point { int x. Ismael H. Point() { this(0. Santos .ismael@tecgraf.puc-rio.. Java suporta isso através da construção this(.x = x.ismael@tecgraf. A única limitação é que essa chamada seja a primeira linha do construtor.br 162 81 . // <.

br 164 82 . devemos manter a semântica: não é um bom projeto termos um método sobrecarregado cujas versões fazem coisas completamente diferentes. // a = 10. Ismael H. A classe Math possui vários métodos sobrecarregados.ismael@tecgraf. Santos .ismael@tecgraf. F.abs(-10).puc-rio.br 163 Sobrecarga de Métodos Pode ser feita da mesma maneira que fizemos com os construtores. Quando sobrecarregamos um método. double b = Math. Note que a semântica das várias versões são compatíveis. int a = Math. Ismael H.3. // b = 2.Exemplo April 05 Prof.3). April 05 Prof.abs(-2. Santos .puc-rio. F.

) April 05 Prof. Santos . classes podem ser compostas em hierarquias. através do uso de herança.br 165 Fundamentos da Linguagem Herança Como vimos anteriormente.br 166 83 . Santos . Ismael H. Ismael H. ou os dois. F.ismael@tecgraf. Quando uma classe herda de outra.Sobrecarga de Métodos (cont.puc-rio. Herança implica tanto herança de interface quanto herança de código.ismael@tecgraf.puc-rio. diz-se que ela a estende ou a especializa. F. April 05 Prof.

br 168 84 . diz-se que A é a subclasse e estende B. Uma classe Java estende apenas uma outra classe a essa restrição damos o nome de herança simples. Ismael H.ismael@tecgraf. a superclasse. April 05 Prof.puc-rio. usamos a palavra reservada extends.Fundamentos da Linguagem Herança de Interface x Herança de Código Herança de interface significa que a classe que herda recebe todos os métodos declarados pela superclasse que não sejam privados.br 167 Fundamentos da Linguagem Herança em Java Quando uma classe A herda de B. F.puc-rio.ismael@tecgraf. F. Santos . os campos que não sejam privados também são herdados. Além disso. Santos . Para criar uma sub-classe. April 05 Prof. Ismael H. Herança de código significa que as implementações desses métodos também são herdadas.

puc-rio.Abastece(). } .. F. color = c. F.puc-rio. Ismael H. Ismael H.. Afinal. public class Pixel extends Point { int color.br 170 85 . v[16] = new Bicicleta. Veículo v[100].ismael@tecgraf. } } April 05 Prof. int c) { super(x. public Pixel(int x. // array heterogêneo . v[15] = new Ônibus(100)..Abastece-Polimorfismo April 05 Prof.ismael@tecgraf. // Ônibus. y). Santos . um Pixel é um ponto colorido.. v[15]. int y.. Santos .Fundamentos da Linguagem Herança Java somente suporta herança simples para a especialização de classes class Ônibus extends Veículo { .br 169 Fundamentos da Linguagem Exemplo de Herança Podemos criar uma classe que represente um pixel a partir da classe Point..

puc-rio. Pixel passa a ter tanto os campos quanto os métodos (com suas implementações) de Point.ismael@tecgraf. Se nós não chamássemos o construtor da superclasse explicitamente. Isso é necessário pois Pixel é uma extensão de Point. usando. a linguagem Java faria uma chamada ao construtor padrão da superclasse automaticamente. Ismael H. ela deve inicializar sua parte Point antes de inicializar sua parte estendida. Santos . para isso.0). Santos . Ou seja. F.br 172 86 .2) April 05 Prof. Pixel px = new Pixel(1. //Pixel de cor 0 px.move(1. F.ismael@tecgraf.Fundamentos da Linguagem Herança de Código A classe Pixel herda a interface e o código da classe Point. // Agora px está em (2. ou seja.br 171 Fundamentos da Linguagem super Note que a primeira coisa que o construtor de Pixel faz é chamar o construtor de Point. Ismael H. a palavra reservada super.2.0). April 05 Prof.puc-rio.

br // Acessando B // Acessando A 173 Fundamentos da Linguagem super Na implementação de um construtor. F. } } class A { void f() { .. } } April 05 Prof. } } class C extends B { void f() { super.f(). ou B.f(). } } class B extends A { void f() { ..ismael@tecgraf. Santos . ou A. Ismael H.puc-rio.f().. Ismael H.Bate(). super...puc-rio.. Santos .f(). if (CargaInflamável()) Explode(). é possível chamar construtor da classe-base usando também a palavra reservada super class Ônibus extends Veículo { Ônibus(int LotaçãoMáxima) { super(LotaçãoMáxima).super. . F.Fundamentos da Linguagem super Usa-se a palavra reservada super para referenciar a classe-pai em uma hierarquia de classes Java class CaminhãoTanque extends Veículo { void Bate() { super. } } April 05 Prof.br 174 87 .ismael@tecgraf.

Santos . Ismael H.super() April 05 Prof.puc-rio. F.puc-rio.br 175 super() e this() April 05 Prof.ismael@tecgraf.br 176 88 . F. Ismael H.ismael@tecgraf. Santos .

April 05 Prof. a classe Object define um método chamado toString que retorna um texto descritivo do objeto. Ismael H. não existe uma superclasse comum a todas as classes. isto é. Floresta significa que pode haver diversas árvores de hierarquia que não se relacionam.puc-rio.puc-rio. Uma das vantagens de termos uma superclasse comum.ismael@tecgraf. como já dito. April 05 Prof. F. Quando não declaramos que uma classe estende outra. existe uma superclasse comum a todas as classes. Árvore significa que uma única hierarquia compreende todas as classes existentes. F. Um outro exemplo é o método finalize usado na destruição de um objeto.ismael@tecgraf. Santos .br 178 89 . ela implicitamente estende Object. Ismael H.br 177 Fundamentos da Linguagem Modelo de Classes de Java Em Java a classe Object é a raiz da hierarquia de classes à qual todas as classes existentes pertencem.Árvore × Floresta As linguagens OO podem adotar um modelo de hierarquia em árvore ou em floresta. Santos . é termos uma funcionalidade comum a todos os objetos: Por exemplo. isto é.

Ou as duas coisas podem acontecer simultaneamente. ampliando sua interface. Uma classe pode herdar de outra para estendê-la declarando novos métodos e. sem ampliar sua interface. Santos . F.br 180 90 . Ismael H.ismael@tecgraf.Fundamentos da Linguagem Especialização × Extensão Uma classe pode herdar de outra para especializá-la redefinindo métodos.puc-rio. F. dessa forma. Exercícios .br 179 Polimorfismo April 05 Prof. Ismael H. Santos .ismael@tecgraf.puc-rio.Questão 4 April 05 Prof.

Isso implica que.// ERRO!. Pixel. Ismael H. Santos . podemos usar uma versão mais especializada dele. Ao estendermos ou especializarmos uma classe.2.ismael@tecgraf. //ERRO! ponto não é pixel. F.0). //OK! pixel é ponto. Ismael H.puc-rio. // um array de pontos Point().Fundamentos da Linguagem Polimorfismo Polimorfismo é a capacidade de um objeto tomar diversas formas.0). além de outras coisas. o contrário não é verdade: não podemos usar um ponto quando precisamos de um pixel. A sub-classe de Point. ou seja.puc-rio. Esse fato pode ser bem entendido analisando-se a árvore de hierarquia de classes. Point[] pontos = pontos[0] = new pontos[1] = new pontos[2] = new April 05 new Point[5].br Fundamentos da Linguagem Note que um Pixel pode ser usado sempre que se necessita um ponto. sempre que precisarmos de um ponto. Pixel px = new Point(0.br 182 91 . April 05 Prof. Porém. Point pt = new Pixel(0. podemos usar um Pixel em seu lugar. não perdemos compatibilidade com a superclasse. F. é um ponto. Santos . Conclusão: Polimorfismo é o nome formal para o fato de que quando precisamos de um objeto de determinado tipo.1).ismael@tecgraf. Pixel(1. é compatível com ela. um Pixel. A capacidade polimórfica decorre diretamente do mecanismo de herança. não é um ponto 181 Prof. // OK! um pixel é um ponto String(“Alo”).0.

br 184 92 .. Ismael H.0) April 05 Prof.out.ismael@tecgraf. F. } } Com essa modificação.ismael@tecgraf. tanto a classe Point quanto a classe Pixel agora possuem um método que imprime o ponto representado. Animais. public void print() { System.. Ismael H.. F.println(“Point (”+x+“.puc-rio. 183 Floricultores José Prof. Podemos voltar ao exemplo do array de pontos e imprimir as posições preenchidas.puc-rio. // pixel em (0.”+y+“)”).0) Pixel px = new Pixel(0. Point pt = new Point().0).Uso do Polimorfismo Objetos Materiais Animais Mamíferos Humanos Dentistas João April 05 Vegetais Rosas Rosas da Maria Jose e Joao são ambos objetos das classes Humanos.. Santos . // ponto em (0. Mamiferos.br Fundamentos da Linguagem Exemplo public class Point { ..0. Santos .

ismael@tecgraf.0)” px.0)” pontos[1].puc-rio..0. a implementação desse método não é boa para um Pixel pois a cor não é impressa. April 05 Prof.Fundamentos da Linguagem pt.0) (0.print().0.0)” Voltemos ao exemplo do Array de pontos. public class Pixel extends Point { .br 185 Fundamentos da Linguagem Point pt = new Point().print() .0) pixel em (0. a classe Pixel agora possui um método que imprime o pixel de forma correta.” + color+“)”).print(). // pt. // Pixel px = new Pixel(0.0)” (0. // Imprime: “Ponto (0. Ismael H.” +y+ “.puc-rio.print().2. Para resolver o problema fazemos a classe Pixel redefinir o método print de forma adequada. // Imprime: “Pixel (1. Santos . pontos[1] = new Pixel(1.0)” April 05 Prof. F. pontos[0].0).. Santos .0)” Porém.ismael@tecgraf. public void print() { System. // Imprime: “Ponto px. // Imprime: “Pixel ponto em (0. } } Com essa nova modificação. F.0).br 186 93 . // Imprime: “Ponto (0.2. Point[] pontos = new Point[5]. // Imprime: “Ponto (0.println(“Pixel(”+x+ “. pontos[0] = new Point().out.print().print(). Ismael H.

println("Veiculo. } public void adjust() { System.print("Veiculo "). } public void manter(Veiculo v) { v. for (int i=0.br 187 Fundamentos da Linguagem public class Oficina { Random r = new Random(). int code = r.println("Bicicleta.puc-rio.println("Automovel. public Veiculo proximo() { Veiculo v.out. v.println("Automovel. Ismael H.cleanup().cleanup"). F.ismael@tecgraf. } } class Bicicleta extends Veiculo { public Bicicleta() { System.out. if (code%2 == 0) v = new Automovel().println("Veiculo.out.proximo(). } } April 05 Prof.cleanup").checkList").checkList"). } public void checkList(){ System.nextInt().println("Automovel.adjust().checkList().println("Automovel"). } public void adjust() { System.adjust").br 188 94 . Veiculo v.out.manter(v). ++i) { v = o.out. } public void cleanup() { System. o. i<4.out.adjust"). return v.Fundamentos da Linguagem Polimorfismo – outro exemplo class Veiculo { public Veiculo() { System. Santos . } public void cleanup() { System.out. Santos . } } class Automovel extends Veiculo { public Automovel() { System. } public void checkList(){System. Ismael H.println("Bicicleta"). } public void checkList() { System.out.out.println("Bicicleta.println("Bicicleta.cleanup").checkList").ismael@tecgraf. } public void adjust() { System.out. else v = new Bicicleta(). F.adjust"). // polimorfismo ! } } Diga o que será impresso ! } April 05 Prof.println("Veiculo.puc-rio. } public static void main(String[] args) { Oficina o = new Oficina(). v.out.out. } public void cleanup() { System.

Santos .puc-rio.br 190 95 . Santos .ismael@tecgraf. F.br 189 Polimorfismo => Código extensível April 05 Prof.Outro exemplo . Ismael H. Ismael H.puc-rio.ismael@tecgraf. F.Polimorfismo April 05 Prof.

Ismael H. o ideal é que. ao invés de em tempo de compilação. pois as linguagens OO usam um recurso chamado late binding. Voltando ao exemplo do array de pontos. a resolução do método acontecerá em tempo de execução.ismael@tecgraf. Ou seja. que permite o adiamento da resolução de um método até o momento no qual ele deve ser efetivamente chamado.br 192 96 . F. F.Interface x Implementação April 05 Prof. Santos . April 05 Prof. o método utilizado será o definido pela classe real do objeto. agora que cada classe possui sua própria codificação para o método print. Ismael H. ao corrermos o array imprimindo os pontos. as versões corretas dos métodos fossem usadas.ismael@tecgraf.br 191 Fundamentos da Linguagem Late Binding ( Ligação tardia ) As linguagens OO possuem um recurso chamado late binding. No momento da chamada. Santos .puc-rio.puc-rio. Isso realmente acontece.

0).2. pontos[1] = new Pixel(1. Ismael H. Santos .br 193 Late Binding na prática Late Binding (cont. pode ser ligada.puc-rio. a vários objetos diferentes (a referência é dita polimórfica ) April 05 Prof.) O objeto chamado pode ser da mesma classe ou de uma subclasse da referência (TODA a interface está implementada no objeto !).ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. // Imprime: “Pixel (1. F.puc-rio. pontos[0].0)” Suporte ao polimorfismo depende do suporte à ligação tardia (late binding) de chamadas de função A referência (interface) é conhecida em tempo de compilação mas o objeto a que ela aponta (implementação) não é. F. // Imprime: “Point (0. Ismael H.0)” pontos[1].print(). agora temos: Point[] pontos = new Point[5].print(). April 05 Prof.br 194 97 .2. pontos[0] = new Point(). Uma única referência.Late Binding na prática Graças a esse recurso. durante a execução. Santos .

puc-rio. April 05 Prof.Fundamentos da Linguagem Late Binding x Eficiência O uso de late binding implica em perda no desempenho dos programas visto que a cada chamada de método um processamento adicional deve ser feito.br 196 98 . devido ao uso da indereção causada pelo mecanismo de implementação do late-binding (tabelas virtuais). Ismael H. F. ou seja. F. Esse fato levou várias linguagens OO a permitir a construção de métodos constantes (chamados métodos finais em Java). Santos . Santos .br 195 Late Binding => suporte Polimorfismo April 05 Prof.ismael@tecgraf. Ismael H. métodos cujas implementações não podem ser redefinidas nas sub-classes.puc-rio.ismael@tecgraf.

Late x Early Binding

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Outro exemplo - Polimorfismo

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Alguns comentários

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ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. enquanto tipos específicos (abaixo. tenha seu valor fixo. Tipos genéricos (acima.Fundamentos da Linguagem Atributos Constantes Java permite declarar um campo ou uma variável local que.. para fazer a conversão de volta ao tipo mais especializado. na hierarquia) sempre podem receber objetos de suas subclasses: upcasting. teremos que fazê-lo explicitamente.. Isto serve para evitar que também a classe seja estendida. public final class B { April 05 ... F. } // constantes ! Métodos e Classes Constantes em Java public class A { public final int f() { . uma vez inicializada. Ismael H. Para isso utilizamos o modificador final. } 203 Prof. class A { final int ERR_COD1 = -1. na hierarquia) não podem receber explícitamente seus objetos que foram declarados como referências de suas superclasses: downcasting.br 204 102 . }} Uma classe inteira pode ser definida final. Ismael H. Santos . .puc-rio. A conversão explícita de um objeto de um tipo para outro é chamada type casting. Por isso.puc-rio. F. final int ERR_COD2 = -2. April 05 Prof. Santos ...br Fundamentos da Linguagem Conversão de Tipo – Type Casting Podemos usar uma versão mais especializada quando precisamos de um objeto de certo tipo mas o contrário não é verdade.

// Erro execução: ClassCastException. // OK – upcasting.1). } Exercícios .br 206 103 .0).puc-rio. 0). Santos .. April 05 Prof. Ismael H.0..puc-rio. F. downcasting invalido! Pixel px =(Pixel)pt2. pixel é ponto ! Pixel px = (Pixel)pt1. erro execução ClassCastExcetion! Point pt=new Point(). // OK – downcasting valido! Point pt2 = new Point(0. Pixel px=(Pixel)pt.. assim como o late binding.ismael@tecgraf. o type casting e instanceof só podem ser resolvidos em tempo de execução: só quando o programa estiver rodando é possível saber o valor que uma dada variável terá e. // ERRO compilação: falta type-cast explicíto. ..Fundamentos da Linguagem Conversão de Tipo – Type Casting (cont) Point pt1 = new Pixel(0. pq ? pt = new Pixel(0.Questão 5 Note que. April 05 Prof. Ismael H.// Compila. Pixel px= pt2. Santos . // ERRO não compila. F. px = pt. assim.ismael@tecgraf.0. decidir se a conversão é válida ou não.br 205 Fundamentos da Linguagem Para evitar a exceção deveríamos fazer o seguinte: if (pt instanceof Pixel) { Pixel px = (Pixel)pt.

br 208 104 . Ismael H. Santos .Inicialização de instâncias April 05 Prof. Santos .br 207 Exemplo (1) .puc-rio. Ismael H.ismael@tecgraf.ismael@tecgraf.Herança April 05 Prof.puc-rio. F. F.

Exemplo 2 .ismael@tecgraf.br 209 Exemplo 3 . Ismael H.Herança April 05 Prof. F.Herança April 05 Prof.ismael@tecgraf. Ismael H.br 210 105 .puc-rio. Santos . Santos .puc-rio. F.

puc-rio. F.puc-rio.Resultado de new Notebook() April 05 Prof.ismael@tecgraf. Ismael H. Santos . Ismael H. F.ismael@tecgraf. Santos .br 211 Analise da execução April 05 Prof.br 212 106 .

Analise da execução

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Como evitar o problema ?
Evite chamar métodos locais dentro de construtores Construtor (qq um da hierarquia) sempre usa a versão sobreposta do método (late-binding) Isto pode trazer resultados inesperados se alguém estender a sua classe com uma nova implementação do método que: Dependa de variáveis da classe estendida Chame métodos em objetos que ainda serão criados provocando NullPointerException Dependa de outros métodos sobrecarregados Use apenas métodos finais em construtores Estes métodos não podem ser sobrecarregados nas subclasses
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Inicialização estática

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Uma classe desse tipo não deve poder ser instanciada pois sua funcionalidade está incompleta. F. ou seja.puc-rio. F. Java utiliza o modificador abstract para declarar uma classe abstrata.br 219 Interfaces e Classes Abstratas Classes Abstratas Ao criarmos uma classe para ser estendida. Santos . April 05 Prof. Tal classe é dita abstrata.ismael@tecgraf. Ismael H. às vezes codificamos vários métodos usando um método para o qual não sabemos dar uma implementação.br 220 110 . Santos . Métodos também podem ser declarados abstratos para que suas implementações fiquem adiadas para as subclasses.POO-Java Interfaces e Classes Abstratas April 05 Prof.ismael@tecgraf. Ismael H. um método que só sub-classes saberão implementar.puc-rio.

y<b.width && p..ismael@tecgraf. objConcreto = new Ônibus(). Santos . } . objAbstrato = new Veículo(). public boolean contains(Point p) { BBox b = getBBox().height). } } ..x<b.x && p.puc-rio.puc-rio.x+b. Santos . } class Ônibus extends Veículo { void Abastece() { EncheTanqueComDiesel().. F.br 222 111 .br 221 Interfaces e Classes Abstratas Classes Abstratas em Java public abstract class Drawing { public abstract void draw(). Ismael H. Ismael H.y>=b.. public abstract BBox getBBox(). } April 05 Prof.y && p.Interfaces e Classes Abstratas Classes Abstratas em Java abstract class Veículo { abstract void Abastece(). return (p.y+b. F.ismael@tecgraf. // Erro // Ok April 05 Prof.x>=b.

ismael@tecgraf.. Ismael H. April 05 Prof. } } April 05 Prof. Ismael H. Santos . F. void desenhar() { .puc-rio.. Santos . } } public class Quadrado extends FiguraGeometrica { .Interfaces e Classes Abstratas Seja uma classe abstrata. FiguraGeometrica.br 224 112 .. devem fornecer implementação para o método abstrato herdado de FiguraGeometrica.. Em FiguraGeometrica: abstract void desenhar().br 223 Interfaces e Classes Abstratas public abstract class FiguraGeometrica { .. As classes Círculo e Quadrado.. } public class Circulo extends FiguraGeometrica { . abstract void desenhar().puc-rio. void desenhar() { ... F.ismael@tecgraf... para serem concretas.

Interfaces e Classes Abstratas Classes ContaCorrente e ContaPoupança herdam os métodos concretos creditar e debitar. Ismael H.br 225 Classes Abstratas April 05 Prof. Ismael H.br 226 113 . e implementam o método abstrato aplicarJuros. F. F. Santos .ismael@tecgraf.puc-rio.ismael@tecgraf.puc-rio. April 05 Prof. Santos .

puc-rio.br 228 114 .ismael@tecgraf.br 227 Template Method . F.ismael@tecgraf. Santos .puc-rio. Santos .implementação April 05 Prof. F. Ismael H. Ismael H.Template Method Design Pattern April 05 Prof.

F. Santos .br 230 115 .Upcasting April 05 Prof. Santos .puc-rio. F.puc-rio.ismael@tecgraf. Ismael H. Ismael H.ismael@tecgraf.br 229 Downcasting April 05 Prof.

Upcasting e Downcasting April 05 Prof. F. F.ismael@tecgraf.ismael@tecgraf.br 231 ClassCastException April 05 Prof.puc-rio. Ismael H.br 232 116 . Santos . Ismael H.puc-rio. Santos .

Ismael H.puc-rio. Santos .ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. Santos .puc-rio.br 233 Ampliação da Referência April 05 Prof.br 234 117 .Herança Pura x Extensão April 05 Prof. F. F. Ismael H.

a herança de código não é utilizada. F. Em muitos casos.ismael@tecgraf. F. C D April 05 Prof. Ismael H. Herança múltipla não é suportada por todas as linguagens OO. Ismael H. Existe também a chamada herança múltipla onde uma classe pode herdar de várias classes.ismael@tecgraf. Santos . na verdade. quando projetamos uma hierarquia de classes usando herança múltipla.puc-rio. estamos.Herança Múltipla Herança: Simples × Múltipla O tipo de herança que usamos até agora é chamado de herança simples pois cada classe herda de apenas uma outra. Santos .br 235 Herança Múltipla (cont) Problemas de Herança Múltipla O problema de herdar duas vezes de uma mesma classe vem do fato de existir uma herança de código. April 05 Prof.puc-rio. pois apresenta um problema quando construímos hierarquias de classes onde uma classe herda duas ou mais vezes de uma mesma superclasse. torna-se um caso comum. A Inúmeras vezes. O que.br 236 118 . querendo B declarar que a classe é compatível com as classes herdadas. na prática.

usamos a palavra implements. Ismael H.puc-rio. uma classe estende uma outra classe e implementa zero ou mais interfaces. mas implementa o conceito de interface.Herança Múltipla em C++ April 05 Prof. Para implementar uma interface em uma classe. Java não permite herança múltipla com herança de código.br 238 119 . April 05 Prof.ismael@tecgraf. Ismael H.br 237 Interfaces em Java Interfaces Algumas linguagens OO incorporam o conceito de duas classes serem compatíveis através do uso de compatibilidade estrutural ou da implementação explícita do conceito de interface. Santos . Em Java. F.puc-rio. É possível herdar múltiplas interfaces. F.ismael@tecgraf. Santos .

Ismael H. Santos . F.ismael@tecgraf.. } .br 240 120 .puc-rio.br 239 Interfaces e Classes Abstratas Exemplo interface Pessoa { void Come(int Kg).ismael@tecgraf.. Ismael H.puc-rio. Corredor. April 05 Prof. } interface Corredor extends Pessoa{ void Corre(int Km). } interface Nadador extends Pessoa { void Nada(int Km). F.Interfaces em Java (cont) April 05 Prof..} interface Ciclista extends Pessoa { void Pedala(int Km). class Triatleta extends Atleta implements Ciclista. Santos . Nadador ..

ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. } <<interface>> Comparable int compareTo(Object o) April 05 Prof. Santos . //static final ! void draw().1425926.Interfaces e Classes Abstratas <<interface>> Shape draw() resize() public interface Shape { double PI = 3. Ismael H.puc-rio.lang: public interface Comparable { public int compareTo( Object other ). void resize(). F. Santos . compareTo deve retornar inteiro < 0 se o objeto remetente é “menor” que o parâmetro. Ismael H. F. inteiro > 0 se o objeto remetente é maior que o parâmetro. } public class Circle implements Shape { public void draw() { /* draw a circle */ } public void resize() { /* draw a circle */ } } Rectangle draw() resize() public class Rectangle implements Shape { public void draw() { /* draw a rectangle */ } public void resize() { /* draw a rectangle */ } } Circle draw() resize() April 05 Prof.br 242 121 . Muitas classes da biblioteca Java implementam essa interface. Definida no package java.puc-rio.br 241 Interfaces e Classes Abstratas Comparable é uma interface pré-definida em Java. 0 se eles são iguais.

} temp = list[i]. int small. } } April 05 Prof.. Santos . list[small] = list[i]. Santos . list[i] = list[small]. F.br 243 Polimorfismo novamente public static SelSort(Comparable[] list) { Comparable temp.Implementando uma interface public class Card implements Comparable { . for(int i = 0.1. i++) { small = i.ismael@tecgraf. j++) { if( list[j]. return myValue . public int compareTo(Object otherObject) { Card other = (Card)otherObject.other.myValue. Ismael H. Ismael H.compareTo(list[small]) < 0) small = j..puc-rio. i < list.length .br 244 122 .length.ismael@tecgraf.puc-rio. } } April 05 Prof. j < list. F. for(int j = i + 1.

Ismael H. estáticos e constantes. public abstract void push(int n). int top(). public abstract int pop(). } April 05 Prof. Santos . public abstract int top(). Como esses qualificadores são fixos. poderíamos ter criado uma interface que definisse o TAD e uma ou mais classes que a implementassem.Interfaces e Classes Abstratas Exemplo de Interface Ao implementarmos o TAD Pilha. int pop(). interface StackInterf { public abstract boolean isEmpty(). top_index.puc-rio.br 246 123 . Ismael H. interface StackInterf { boolean isEmpty(). ………………. F.puc-rio. seus métodos devem ser públicos e abstratos. } class StackImpl implements StackInterf { int data[]. Santos .ismael@tecgraf. não precisamos declará-los (note o exemplo anterior). F.ismael@tecgraf.br 245 Interfaces e Classes Abstratas Membros de Interfaces Uma vez que uma interface não possui implementação. temos que: seus campos devem ser públicos. void push(int n). } April 05 Prof.

} } April 05 Prof. Santos ..puc-rio. } int top() { return data[top_index]. Ismael H. April 05 Prof.br 247 Interfaces e Classes Abstratas Limites da Herança O mecanismo de herança que analisamos não resolve alguns problemas. poderia ser útil ter uma pilha de inteiros e uma outra de objetos Point. Santos . Ismael H. } void push(int n) { data[++top_index] = n. Por exemplo.ismael@tecgraf.puc-rio. F.br 248 124 . Stack(int size) { data = new int[size]. private int top_index. top_index = -1. } boolean isEmpty() { return (top_index < 0). Podemos criar pilhas específicas mas não podemos criar todas as possíveis. } int pop() { return data[top_index--].. F.Interfaces e Classes Abstratas Pilha revisitada class StackImpl implements StackInterf { private int[] data.ismael@tecgraf. Considere o TAD Pilha que implementamos: Ele define uma pilha de números inteiros mas isso não devia ser (e não é) necessário.

F.puc-rio. Ismael H.Interfaces e Classes Abstratas Resumindo Interfaces Não são classes Oferece compatibilidade de tipos de objetos Comparable x.puc-rio. Santos . Ismael H.br 250 125 .br 249 Herança Múltipla de Interfaces April 05 Prof. Santos . // Comparable é uma interface x = new Pessoa(). F.ismael@tecgraf. // Pessoa implementa Comparable Permite o uso de instanceof if (x instanceof Comparable) {…} Uma interface pode estender outra public interface Compativel extends Comparable { … } April 05 Prof.ismael@tecgraf.

puc-rio. Ismael H.ismael@tecgraf.br 251 Exemplo – Herança Interfaces (cont. Santos . F.) April 05 Prof. F.puc-rio. Ismael H.br 252 126 .ismael@tecgraf.Exemplo – Herança Interfaces April 05 Prof. Santos .

ismael@tecgraf.br 254 127 . Santos .Exemplo – Herança Interfaces (cont.puc-rio.) April 05 Prof. Santos . F. Ismael H.br 253 Conclusão April 05 Prof.ismael@tecgraf. F.puc-rio. Ismael H.

No caso da pilha. April 05 Prof.br 256 128 . Ismael H. por exemplo.ismael@tecgraf. F. Santos . Várias linguagens OO suportam parametrização de tipos. Santos .puc-rio.ismael@tecgraf.puc-rio. Ismael H.POO-Java Classes Parametrizadas April 05 Prof. Parametrizar um tipo significa passar o tipo a ser usada em alguma operação como um parâmetro. poderíamos passar o tipo dos elementos que pilha deveria conter como um parâmetro do construtor. F.br 255 Classes Parametrizadas Herança × Parametrização Uma alternativa a criar novas classes para cada diferente tipo de pilha que iremos usar é parametrizar a própria classe que implementa a pilha.

ate J2SE 5. Santos . e.puc-rio. Para simularmos parametrização em Java podemos consultar as informações de tipo em tempo de execução através do comando instance of April 05 Prof. mantém as informações de tipo em tempo de execução. } April 05 Prof.0. Object pop(). além disso. com uma superclasse comum a todas as classes.br 258 Exercícios – Questão 6 129 . F.Classes Parametrizadas Parametrização em Java Java não provê suporte direto à construção de classes parametrizadas. Ismael H. Santos .3). interface StackInterf { boolean isEmpty(). // pt contém um ponto boolean b = pt instanceof Pixel. // b = false pt = new Pixel(1.puc-rio. F. // pt contém um pixel b = pt instanceof Pixel. podemos simular um TAD paramétrico usando type-casting. void push(Object obj). Ismael H. Como Java adota o modelo de hierarquia em árvore.2. Object top().br 257 Classes Parametrizadas Point pt = new Point().ismael@tecgraf.ismael@tecgraf. // b = true Podemos então mudar a definição do nosso TAD para especificar pilhas de objetos genéricos.

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