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Platão e o mito da caverna

Autores:

Glawbber Boechat de Souza - 3 ºC


Marcelo Pinotti da Rocha
Stefanie Barretos Santos
Rafael Santana Soares – 3 ºC
Eder Safra Melin - 3ºC
Guilherme Orion – 3 ºC
Alexandre Ferreira Prodi – 3 ºC
Gislaine Ap. Lopes – 3 ºA

O Mito da Caverna

Por Guilherme Orion

Platão quis dizer que a realidade está dividida em duas partes: A primeira é o nosso
mundo irreal; cheio de idéias imperfeitas(forma, cor, leis). Todas cópias da matriz,
aquele mundo que domina todos de forma arrogante, usando os nossos sentidos(visão)
para nos enganar, nós estamos presos em um mundo sensível(porque nunca vemos,
ouvimos, cheiramos e andamos) mas não sabemos disso.

Já o outro é onde tem o sol que projeta a luz para o outro mundo, onde tem a
matriz das idéias perfeitas, a realidade, os objetos são 3D(profundidade, altura e
largura).

Os primeiros se parecem conosco, se analisarmos bem, veremos que o nosso


conhecimento é sombrio, sem plena certeza de nada, não sabemos quem somos de onde
viemos, se estamos sozinhos no universo, onde o universo acaba, muitos acreditam
naquilo que vê, sem contestar nada.

Já se fossemos soltos negaríamos isso e resistiríamos em acreditar no que


sobemos desde pequenos, já se nós fossemos obrigados a olhar para trás, nós teríamos
dois tipos de reações: as cadeias(violência física, material), e a ilusão(cadeia invisível
que aprisiona a mente). Nós provavelmente não agüentaríamos o choque e gostaríamos
de voltar para a caverna(mesmo sabendo que aquilo não é real), e ignoraríamos o que
vimos, achando que era só um sonho. Preferindo continuar a sua vida, olhando só as
sombras, sem sentir cheiros e ouvirmos nada, seguindo o cotidiano da vida.

Mas se nós estivermos com a mente aberta para novos conhecimentos, talvez
acreditássemos naquilo em que víamos, com um choque é claro. Seria tão bom como
desagradável, bem porque veríamos coisas novas(reais), sentiríamos novas sensações,
conhecer o infinito, e desagradável porque veríamos que tudo o que nós vivemos(não no
sentido próprio da palavra) até agora não era nada, era irreal, e veríamos que não sabem
de nada (como um bebê), teríamos que aprender tudo de forma certa (andar, ver, cheirar,
ouvir, se movimentar,...) desde o começo, aprendendo que algumas leis que nós
conhecíamos não eram reais e outras que não conhecíamos. Nós ao invés de Ter a
opinião teríamos o conceito, prazer por realização, corpos belos por beleza,
espontaneidade, teríamos a educação.

Enfim, veríamos o mundo da Matriz(superior), tiraríamos todas as nossas


dúvidas.

A Mídia tenta fazer com que nós fiquemos presos, no mundo irreal, querem que
nós acreditemos em tudo o que eles falam, tirando nós do mundo REAL.

Sem Título

Por Alexandre Ferreira Prodi

O Mito da caverna nos leva a pensar em alguns pontos da nossa vida (da minha
especificamente). O próprio mito nos revela como nos distraímos com algumas coisas
tão banais e fúteis da vida, ou como no mito, as sombras em 2D, que não analisamos o
contexto e a beleza das coisas mais profundamente – ou o dono da sombra. Eles
ficavam admirando as sombras das pessoas, animais, objetos que passavam, mas não
viam como era este objeto realmente, não podiam ver como as pessoas e os animais
eram, sua cor, forma, aparência, só viam a sombra e não os donos das sombras. Mas
quando um deles resolveu conhecer o mundo fora da caverna e tentou acordar os outros
para a realidade, ele foi morto, porque achavam que somente aquilo, as sombras, eram a
realidade, somente aquilo mostravam “o fascinante show da vida”. No nosso hoje não é
diferente. Como na cômica estória de Maurício de Souza – As sombras da vida com
Piteco - o homem, o ser humano tem se voltado para a mídia, para as “fofocas”,
“novelas”, “filmes”, entre outras coisas, achando que aquilo que ele está vendo,
assistindo é a mais pura verdade, quando muitas vezes não é. Nada contra as noveleiras
ou fofoqueiras de plantão, mas o homem coloca um cabresto em si mesmo, dizendo que
somente o que a mídia faz ou mostra é o certo, quando muitas vezes tudo é programado
– como o “famoso” big brother, onde todas as pessoas são contratadas e possuem um
roteiro, mostrando como fulano ou beltrano devem atuar – ou a informação está errada –
as famosas fofocas de Leão Lobo – ou até mesmo filmes que nos contam uma realidade
totalmente diferente, fazendo com que a pessoa acredite, por exemplo, em magia,
duendes, fantasmas, entre outras coisas. A pessoa fica tão vidrada na TV, ou Rádio, ou
outro meio de comunicação qualquer, que não pára para observas a realidade a sua
volta, não abre os olhos para contemplar a vida. Uma pessoa assim só se movimenta, só
vive se for através da mídia, e não sai para analisar se aquilo que estão apresentando
para ela é verdade, se aconteceu realmente, como que foi, se existe mesmo aquilo que
foi falado...Não se interessa em descobrir a vida através de outros meios como em um
esporte, um bom livro, viagens, esportes radicais, um trabalho, ou até mesmo ir ao
parque próximo da sua casa – se é que ele sabe que existe um parque perto da sua casa.

Nossa vida não é um mar de rosas tudo fácil-fácil. Mas se quisermos que seja,
devemos batalhar por isso. Devemos aproveitar cada segundo como se fosse o último, e
não ficarmos somente na figura em @D, mas nos aprofundarmos nas formas e formatos
das coisas em 3D, ou seja, não ficar só nas coisas planas, mas nos aprofundarmos mais
nas coisas da vida, sabe os “porquês?” e aproveitar os momentos da vida como se fosse
o último, abrimos os olhos para a realidade e ver a vida como ela realmente é.

E para terminar, uma frase célebre:

“Conhece-te a ti mesmo...” ou és um simples vidrado na Mídia?

Do nosso colega Platão, com um toque do Xandão.

Fui...

Sem Título 2

Por Gislaine Ap. Lopes

É muito fácil relacionar uma coisa à outra, pois sobre o mito da caverna, você vê os
homens parados, admirando a parede, contemplando a vida. E isso também acontece
nos dias de hoje só que um pouco diferente.

Você vê pessoas que ficam o dia todo em casa vendo TV. Sendo que lá fora tem um
mundo todo te esperando para ser vivido. Só que nos casos de hoje a mídia é culpada
disso tudo. Eles incentivam as pessoas a ficarem o dia todo assistindo TV, em vez de
saírem e aproveitarem o dia.

As pessoas da mídia, não pensam nos que estão do outro lado vendo TV. Eles pensam
somente neles, no dinheiro no fim do mês,(está certo que todos precisam do dinheiro
para sobreviver) no ibope do programa.

E outra, a maioria dessas pessoas que ficam o dia todo vendo TV, não pensam em estar
saindo, se divertindo, vendo o que acontece no mundo. Pois, para eles basta ligar a TV,
que tudo está passando lá, todos os acontecimentos são registrados.

Outra coisa muito importante, também existe as pessoas que só utilizam computador,
internet. Estão ficando sedentárias, pois tudo agora pode ser feito pela internet, pelo
telefone, não é necessário sair de casa. Muitas pessoas hoje em dia não lêem, e não se
interessam nem um pouco. Muitas histórias de livros, depois de algum tempo passam no
cinema, e as pessoas pensam: “Por que eu vou perder meu tempo lendo, sendo que
daqui a algum tempo, vai estrear no cinema essa mesma história?”. As pessoas estão
perdendo a cultura. Não lêem mais, não saem, existem tantos lugares para serem
visitados: teatro, exposições, etc.
As pessoas estão esquecendo de se divertir, estão esquecendo do mundo lá fora.

Tudo que vão fazer está baseado no computador ou na televisão.

Eu acho que a TV deveria investir mais na cultura, incentivar as pessoas a saírem, a


fazerem esses programas culturais. Pois, a TV tem tanto poder em

relação as pessoas.

Comentário relacionado

Por Glawbber Boechat de Souza

Platão morreu, mas sua ideologia não, podemos não ser aprisionados numa corrente e
numa caverna, mas estamos de certa maneira aprisionados a globalização. Através da
mídia é que isso acontece mundialmente, pois não importando a condição financeira
todo lar por mais simples que seja pode até faltar geladeira, mas estará usufluindo de
um aparelho de televisão(comprovado em pesquisa popular). Qualquer família no
mundo inteiro estará sendo influenciada pela televisão através de notícias manipuladas,
filmes (indiretamente), propagandas, etc.

Como exemplo, durante a Guerra Fria, onde o poder capitalista elaborava filmes e falsas
reportagens condenando o socialismo, fazendo-nos acreditar que eles eram bandidos,
manipulando nossas mentes, como no filme “RAMBO”. Quem nunca acreditou que o
Rambo era um justiceiro e que os soviéticos é que eram perversos?

Milhares de pessoas atualmente estão aprisionadas à mídia, pois dependem dela para se
sentirem informadas (informações às vezes

falsas ou manipuladas para o agrado geral), e até sonhar com o fictício mundo da glória.

Não importa onde vivemos e como vivemos, nosso hábitos estarão de certo modo sendo
manipulados como prisioneiros em correntes. A televisão nos induz a crer que
precisamos dela (de certa maneira sim mas não tanto), que seus produtos publicitários
sejam necessários e que devemos imitar nosso ídolos gerando moda e mais uma vez a
favor da mídia.

A única saída que nos resta é acordar para a vida, despertar de um mundo materialista
que só tende a nos consumir diariamente, enfraquecendo nossas mentes e tornando-as
cada vez mais dependentes.

Sem Título 3

Por Marcelo Pinotti da Rocha


Ao longo da evolução humana, muitas teorias surgiram para expressar a coexistência
entre o ser e o pensar, teorias que também visavam a origem humana, e que deixavam
de lado a idéia mitológica e religiosa sobre a nossa criação. Entre essas teorias destaca-
se a de Platão, que para melhor exibi-la criou o mito da caverna. Este mito retrata bem o
pensamento platônico, mas também pode ser interpretado fora destes conceitos
filosóficos específicos, o que muda totalmente sua abrangência e significado. Dentro do
universo platônico o mito da caverna estabelece a relação entre o nosso mundo e o
mundo da s idéias, classificando nossa realidade como apenas uma sombra fosca do
mundo real, que seria formado por idéias concretas e imutáveis, das quais nós seriamos
apenas cópias imperfeitas. Fora desse pensamento, o mito da caverna pode ser
interpretado como uma crítica ao próprio ser, que não busca a verdade, e que em uma
ingenuidade falsificada, aceita o que lhe é dito, já que isso é mais cômodo e lhe poupa o
trabalho de investigar, refletir, questionar e com isso comprovar os fatos. Pode também
ser interpretado como demonstração da sutil relação entre a selvageria, a ignorância e a
crença, já que o homem, desde os tempos primordiais e em um primeiro momento,
ataca e repudia tudo o que lhe é estranho ou diferente, com medo de uma mudança que
lhe cause prejuízo ou dano, para depois refletir e analisar os acontecimentos. Fatos bem
comprovados na nossa história, principalmente na época medieval e feudal, na qual por
exemplo, a Igreja perseguiu os pagãos, pessoas que não seguiam os dogmas do
catolicismo, por não poder compreender e aceitar o fato de existirem pessoas com
pensamentos e comportamentos diferentes da maioria. Essa pequena passagem da nossa
história comprova que, em um primeiro instante, o impulso do homem é manter-se
indiferente a novas práticas, desde que estas não firam suas opiniões ou tentem mudar
sua realidade. Podemos assim dizer que, a violência é um dos frutos da ignorância e que
a ignorância ocorre, entre outros motivos, pela aceitação de crenças muitas vezes
ultrapassadas e que por não corresponderem à verdade absoluta ou parcial, acabam por
prejudicar o ser que nelas se apoia. Tomando essa definição como certa, podemos citar
hoje, como crenças parcialmente prejudiciais, e que, entre outras coisas, induzem as
pessoas ao consumismo desnecessário, passando-lhes idéias e modos de pensar errados
baseados em idéias fúteis e egoístas( como por exemplo, a famosa frase: “ser é Ter”),
que incentivam uma espécie de competição entre as pessoas, para definir quem é
melhor, ou quem pode ser melhor. Tempos como exemplo atuais disto a televisão, a
internet e a maioria dos meios de comunicação, que não se importam com a realidade,
mas sim com as vendas.

O mito da caverna de Platão e a mídia

Por Stefanie Barretos Santos


Nós ainda vivemos como no mito da caverna de Platão. Para nós a realidade é uma
sombra e nada mais que isso.

Os meios de comunicação nos fazem viver na sombra ao invés de nos dar informação,
nos fazem ouvir e ver somente o que gostamos, o governo não se preocupa com a
cultura, não temos programas culturais nos meios de comunicação, ligamos a televisão e
vemos novelas e enlatados fabricados com enredo que incutem nas nossas cabeça
propaganda e cultura de outros estados e países, histórias irreais, cada capítulo torna-se
conversa nos dias seguintes, com isso mostrando que o povo não tem um assunto, mas,
sim novela para conversar.

As rádios são um absurdo, só tocam as músicas comerciais, músicas que não


acrescentam nada, tenho observado que nos programas de massa as propagandas são de
remédios, como a maioria do povo não tem condição de consultar um médico,
acreditam nas propagandas e as contra-indicações passam rapidinho no canto da tela de
TV sem dar tempo até para ler e na rádio então nem se fala.

Nos outdoors apelos incríveis com mulheres lindas forçando propaganda de tudo quanto
é consumível.

Temos que engolir propaganda política mentirosa, políticos mentirosos tentando


angariar votos através da mídia, infelizmente o governo não investe em livros, isso os
torna muito caros, impossibilitando a leitura para maior parte da população.

É pela mídia que recebemos informações acrescentando nossos valores morais, numa
sociedade toda ela determinada e influenciada. Pensadores afirmam que a mídia forma o
quarto poder de um Estado Democrático constituído sob a égide do princípio de
separação de poderes idealizados por Charles Secondat Montesquieu (1689-1755).

Para Neumann (19912, p.16), “a televisão é como uma arma de controle da classe”
trabalhadora, e também o veículo de maior influência sobre a consciência dos
indivíduos. Seja dialogando, escutando rádio, vendo televisão, lendo jornal ou revista,
recebemos não somente informações, mas uma bagagem formativa que nos faz homens
livres e escravos. Portanto, o ato de informar está ligado à finalidade sócio-moral
(Neumann, 1991, p.13). Nos passamos muito tempo à frente de uma TV e o que
aprendemos, o que nós tiramos de proveito em tudo isso, precisamos pensar, analisar e
separar afim de que saiamos da escuridão da caverna.

Sem Título 4

Por Rafael Santana Soares

Platão foi um grande filósofo, o mito da caverna é muito interessante porque reune as
condições psicológicas do ser humano. Podemos observar que a história fala que havia
homens aprisionados em uma caverna, e esses homens nunca tinham visto o mundo em
sua forma natural eles apenas vinham sombras(a cor cinza da vida).

Conta Platão, que um desses homens conseguiu escapar das correntes onde era
aprisionado, este homem que escapou foi o único que conseguiu ver a realidade, por
isso também queria levar esta realidade para os outros homens que estavam
aprisionados dentro da caverna, mas como os outros homens acreditavam que a
verdadeira realidade era aquela ali das sombras, não acreditaram no que aquele homem
que dizia conhecer a verdadeira realidade estava dizendo, por isso pegaram aquele
homem e o mataram.

Esta fábula de Platão, ele elaborou para que as pessoas pudessem perceber que há
muitas coisas que nós acreditamos em função do nosso modo de pensar. Como nós
vimos na historinha em quadrinhos do Piteco, elaborada pelo Maurício de Souza, feita
com base no mito da caverna, no final da historinha em quadrinhos o autor, Maurício de
Souza mostra uma espécie de comparação entre aqueles tempos remotos e hoje, ele
mostra alguns homens observando uma televisão. No meu ponto de vista, eu acho que
Platão queria nos mostrar que do mesmo modo que aqueles homens primitivos se
encantavam assistindo aquelas sombra e achavam que a vida deles fosse apenas isso e
nada mais, Maurício de Souza retrata que os tempos de hoje estão se tornando
semelhante ao mito da caverna, porque do memso modo que aqueles homens primitivos
ficavam obcecados por aquelas sombras, os homens de hoje em dia estão se tornando
obcecados por televisão. A mídia está trazendo danos à saúde da população de hoje, por
causa da televisão o índice de obesidade aumentou muito, já que as crianças, jovens e
até mesmo adultos passam mais tempo diante de uma televisão do que cumprindo com
suas obrigações. As crianças de hoje em dia estão se tornando mais agressivas por causa
dos filmes, desenhos e seriados. As novelas levam o sexo para as pessoas de qualquer
idade por isso o índice de natalidade aumentou tanto, as pessoas estão fazendo filhos
cada vez mais cedo. Muitas crianças nunca tiveram um contato maior com a natureza e
nem com alguns animais porque a televisão mostra essa natureza e esses animais de
forma comum, isso traz uma realidade inexistente a essas crianças, tirando assim a
curiosidade delas.

A mídia está mostrando para as crianças o mundo mais difícil, aquele mundo onde tudo
que aprendemos é o correto, onde não existe batalha, sofrimento onde as guerras são
simples soldados que utilizam suas armas para vencer o inimigo, a novela que mostra a
moça de família que era apaixonada pelo rapaz perder sua virgindade ao descobrir que
ele traiu, a pegadinha onde mostra o humorista chutar o mendigo que dorme com frio no
banco da praça, o filme que mostra o mocinho arrancar o cabeça do antagonista com
uma espada de samurai. Essa é a nossa mídia que nos traz uma visão totalmente
diferente do mundo, “o melhor mundo, aquele em que não precisa pensar.”
Comentário

Por Eder Safra Melin

Na minha opinião, nós ainda estamos dentro da caverna só mudamos o foco de visão e o
meio utilizado, ao invés de contemplar imagens locais, agora expandimos para o
mundo, através da televisão e de todos os meios de comunicações existentes.

E cada vez mais estamos nos tornando hipócritas, pois sabemos que estamos agindo de
forma errônea, mas persistimos no erro, pois é mais fácil sermos espectadores do que
agirmos.

O homem das cavernas não era dotado de nenhum conhecimento, seu objetivo era caçar
para comer obedecendo a lei do mais forte, viviam em tribos e assim um defendia o
outro, ou seja, a lei da sobrevivência.

Hoje, nas grandes metrópoles encontramos tudo industrializado, porém precisamos


enfrentar a batalha de como conseguir dinheiro para nos mantermos, não deixa de ser
também a Lei da Sobrevivência, só que cada um por si.

Hoje, o desenvolvimento é tamanho que passamos horas e horas em frente de máquinas


(computadores) conversando cm pessoas do mundo todo em vários idiomas, porém não
exercitando o contato físico, com isso geramos dificuldades em relacionamentos, ou
seja, as pessoas estão cada vez mais sozinhas e dependentes da tecnologia.

Como mudar isso?

A mídia hoje é tão forte no mundo globalizado, que as pessoas agem por impulso, são
subliminarmente condicionadas para determinados comportamentos e acabam se
esquecendo que são gente, com sentimentos, com sensações, emoções e que além deles
existe uma vida lá fora (da caverna) que merece ser vivida.

Como sugestão para mudanças seria a divulgação em massa, através de meios de


comunicação, de mensagens que estimulasse a população a reverter esse processo,
através do diálogo interpessoal, começando nas escolas, empresas, assim humanizando
seus pensamentos, e reformulando seus ideais.

Porém, esse não é um problema de simples solução, requererá muito empenho de


governos, líderes, estudiosos e o mais importante boa vontade da população, que
deveria esquecer um pouco o materialismo e vier o presente da vida, sentimentos como
amizade, amor e respeito.