Motor de combustão interna

Júlio César Chaves Câmara jcamara@cimatec.fieb.org.br

Principais tipos de motores para mobilidade

• Motor de combustão interna; • Motor de combustão externa:
– Motor a Vapor

• Motor de reação.

Motores de combustão externa
• Motor a vapor – a combustão ocorre externamente ao motor para aquecer água da caldeira

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Locomotiva a vapor
• Pistão, biela e válvula

Locomotiva a vapor

Turbina a vapor
• Utilização naval, em termelétricas e indústrias; • Utiliza vapor superaquecido de caldeiras.

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Motor a reação
• Utilizado principalmente na aviação, navios e termelétricas.

Motor a reação

Motores ciclo Otto – 4 tempos

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Funcionamento motor Otto Motores ciclo Diesel Motores ciclo Diesel 4 .

5 .Motores 2 tempos Funcionamento do motor 2 tempos • Ao mesmo tempo em que aspira a mistura ar combustível para o cárter. o pistão inicia compressão Funcionamento do motor 2 tempos • A combustão provoca ligeira compressão na mistura admitida.

Funcionamento do motor 2 tempos Motores rotativos .Wankel 6 .Funcionamento do motor 2 tempos • Ao final da descida do pistão. uma janela de exaustão aberta ao mesmo tempo em que a mistura é transferida para a parte superior do cilindro.

componentes Wankel .Wankel – vista explodida Wankel .componentes 7 .

Wankel Motores em linha Motores em linha 8 .Motores rotativos .

Cilindros em V Cilindros em V Cilindros opostos (Boxer) 9 .

Funcionamento motor cilindros radiais Funcionamento motor cilindros radiais 10 .Cilindros radiais • Cilindros dispostos radialmente.

Motores em “L” Cilindros em “W” Conceitos básicos de motores 11 .

Potência • É o trabalho desenvolvido pelo motor. • É expresso em m. Curva de torque e potência 12 . • Usualmente expressa em Watts ou em CV (cavalo Vapor). Esses valores são fornecidos pelo fabricante ou aferidos em dinamômetro. é necessário consultar a curva de torque do motor. em uma determinada unidade de tempo.Torque • Resultado do produto da força atuante sobre o pistão pelo raio projetado do virabrequim. onde 1 CV = 736 Watts.kgf juntamente com a rotação em que foi medido. • Para verificar o torque em cada situação de rotação. • A potência máxima ocorre a determinada rotação pouco inferior a rotação máxima admitida pelo motor.

É encontrado dividindo-se a potência máxima do motor (em CV) pela cilindrada em litros. 13 .Dinamômetro Cilindrada do motor Potência específica • É um valor de referência para comparação entre a eficiência de motores.

cerca de 12:1. Taxa de compressão • O rendimento de um motor é proporcional à sua taxa de compressão. – Motores a Diesel em torno de 20:1. porém esta é limitada à capacidade do combustível resistir à compressão. Taxa de compressão • É calculada em função da relação entre o volume total (câmara de combustão + volume deslocado pelo pistão) e volume da câmara. 14 .Taxa de compressão • Especifica quantas vezes a mistura é comprimida durante a fase de compressão. – Motores à gasolina .entre 9:1 e 11:1. medida pela octanagem. – Motores à álcool e gás natural veicular (GNV) .

calor retirado através dos gases de escapamento. – 8% . 15 . Rendimento de um motor • Relação entre a potência mecânica fornecida pelo motor no eixo virabrequim e a que lhe é disponibilizada pelo combustível. N – Rotação do motor em rpm. Eficiência volumétrica Onde. • A relação entre o ar admitido e o volume deslocado pelos pistões é indicado como a eficiência volumétrica de um motor (ην %).Calor dissipado pelo sistema de arrefecimento. maior é a potência que pode ser fornecida por um mesmo motor na mesma rotação. Z – número de cilindros. Vh – Volume deslocado em cm3. Q – Quantidade de ar admitido em litros por minuto. Para um motor a gasolina: – 35% .Atritos internos decorrentes do funcionamento do motor. – 32% .Eficiência volumétrica • Quanto maior a quantidade de ar admitido.Energia mecânica efetivamente disponível no volante do motor. – 25% .

na prática. Sistema de ignição Sistema de ignição convencional 16 . queimar uma mistura ar combustível com relação entre 8:1 e 20:1 (Rica e pobre. respectivamente).Relação ar combustível • Um motor pode.

Sistema de ignição eletrônica Funcionamento do sistema DIS Sistema Twin Spark (2 velas / cilindro) 17 .

Ordem das centelhas no I-Dsi • Centelhas são lançadas defasadas.Dsi Honda i – Dsi Intelligent Dual & Sequential Ignition • Duas velas opostas diagonalmente para reduzir tempo para combustão completa. • Tempo de defasagem depende da carga e rpm do motor. 18 .Motor Honda i .

– Variações de carga. 19 . temperatura do ar e do próprio motor provocam alterações na combustão. – Ar admitido contém outros elementos além do oxigênio. com alimentação com misturas fora da razão estequiométrica. – Mistura ar combustível não é formada perfeitamente no interior da câmara de combustão.Processo de combustão em um motor Combustão normal Processo de combustão em um motor • A queima em motor real não é completa: – Tempo reduzido para a reação entre o combustível e o oxigênio do ar. rotação.

• Carbonização no motor.Problemas na queima • Detonação Detonação • Ocorre quando o aumento da pressão no interior da câmara provoca a geração de combustão em pontos diferentes. 20 . • Gera esforços desordenados no interior do cilindro. Causas da detonação • Combustível adulterado ou inadequado. • Taxa de compressão excessiva. • Temperatura do motor ou do ar muito elevada – superaquecimento. • Provoca ruídos metálicos – batida de pino. • Sistema de ignição desregulado. • Em longos períodos gera danos severos ao motor.

geralmente carbonização ou velas inadequadas. • Trata-se de combustão que ocorre antes da centelha da vela de ignição. Pré-ignição Pré-Ignição • Também denominada ignição de superfície.Causas da detonação • Uso de dispositivos de detecção de detonação. • Causada pela presença de ponto quente no interior da câmara. • Controle do ponto de ignição. 21 .

• Perda por radiação pelas paredes do motor corresponde a apenas 10% do total. Perda de calor para o fluido de arrefecimento • Corresponde a maior parte da perda do calor. 22 . • Vazamentos. • Perda de energia pela fricção.Perdas decorrentes do funcionamento do motor • Perda de calor para o fluido de arrefecimento. • Bombeamento e contrapressão no escapamento. • Combustão incompleta. • Demora na queima. Perda de calor para o escapamento • Parte do calor gerado na queima é perdido através dos gases de escape.

Alguns fabricantes utilizam um único anel de compressão. a propagação da frente de chama oriunda da vela de ignição demora de 40 a 60 graus do virabrequim para se propagar. Perdas por fricção Fricção nos pistões e anéis • Representam quase 50% do total do atrito. 23 .Demora na queima • Em um motor real.

em especial no que tange ao armazenamento e sistema de alimentação. um motor deve comprimir ao máximo a mistura.bastante resistente à compressão e que tem o número de octanas arbitrariamente igual a 100. no entanto. Como forma de mensurar essa resistência do combustível é medido o número de octanas do mesmo. é limitada à resistência do combustível à auto-ignição. gasosos e até mesmo sólidos. • Tipo de combustível influi não só em vários parâmetros do motor – como eficiência.Combustíveis • Os motores de combustão interna podem funcionar com variados tipos de combustíveis – líquidos. Derivados do petróleo Octanagem • • • • Para um máximo aproveitamento da energia do combustível. durabilidade e consumo – como influi em outras especificações do projeto do veículo. A octanagem de um combustível é um índice comparativo em relação a uma mistura padrão de dois hidrocarbonetos puros: – Iso-octano . 24 . Essa compressão. tem o número de octanas designado como 0. – Heptano – com reduzida resistência à detonação.

o índice antidetonante. Método pesquisa (RON) –motor em regime de plena carga e baixas rotações. são adicionados aditivos químicos: – – – – – – Antidetonantes. Para melhorar o rendimento térmico do motor. aumentar a durabilidade dos componentes mecânicos e corrigir eventuais deficiências do combustível. que é o utilizado no Brasil. Dispersantes. Método aviação – analisa o combustível de aviação considerando uma situação de velocidade de cruzeiro. sendo impostas condições mais severas. além de trabalhar a plena carga. – Alfa-metilo-naftalina – pouco inflamável. Método Supercarregado – analisa o combustível de aviação na situação de taxiamento até atingir a velocidade de cruzeiro.Métodos de medição da octanagem • • • • • • • Usa-se um motor específico (CFR -Cooperative Fuel Research). Método Cetano – utilizado para avaliação do combustível Diesel. a determinação do índice de cetano é feita por comparação com uma mistura padrão formada por dois hidrocarbonetos: – Cetano – Bastante inflamável. Inibidores de corrosão. • Da mesma forma que na octanagem. Índice de cetana • Utilizado basicamente para Diesel. Gasolina • A gasolina é obtida basicamente através do refino do petróleo. Anticongelantes. diminuir as emissões de poluentes. são utilizadas rotações elevadas. pouco resistente à compressão. Método motor (MON) – nesse caso. A média aritmética dos métodos pesquisa e Motor (RON e MON) dá origem a um novo índice. Anti-oxidantes. Corantes 25 .

O Brasil foi um dos pioneiros a eliminar esse aditivo da gasolina. • Presença de enxofre. • Baixo nível de ruído e vibrações do motor a gasolina moderno. – Gasolina Premium – possui octanagem maior (91).octanagem de 86 (média dos métodos RON/MON). A mistura é efetuada pelas companhias distribuidores. que são as responsáveis pela comercialização final do produto junto aos postos de serviço.Gasolina Brasileira • • • • • É única no mundo. Desde 1992 a gasolina comercializada no Brasil é isenta de chumbo tetra-etila. Desvantagens do motor a gasolina • Elevada emissão de poluentes. Também conhecida como gasohol. Vantagens do motor a gasolina • Bom poder calorífico da gasolina. é composta de 76% de gasolina e 24% de etanol (álcool etílico). – Gasolina aditivada – possui a mesma octanagem da gasolina comum. Atualmente são disponíveis três tipos básicos de gasolina: – Gasolina comum . 26 . determinando melhor desempenho.

clima e tecnologias para implantar um programa de energia renovável. permitindo a utilização de motores com taxas de compressão mais elevadas. uma vez que ela não participa como fonte de energia durante a queima. sendo que em 1979 o barril superou os 50 dólares. O País tinha toda infra-estrutura em terra. Desvantagens do Álcool Hidratado • Alta temperatura de vaporização – isso dificulta sua queima especialmente com o motor frio. diminuindo a nossa dependência do petróleo. o governo brasileiro lançou o Proálcool . • Presença de água – a água determina uma queda no rendimento térmico do combustível. • Baixo poder calorífico – determina um maior consumo de combustível em relação à gasolina.Programa Nacional do Álcool. Em 1973 ocorreu o primeiro estouro no preço internacional do petróleo. Vantagens do Álcool Hidratado • Melhor rendimento – o álcool é um combustível que resiste bem a compressão (octanagem alta em relação à gasolina). • Efeitos corrosivos.Programa Pró álcool • • • • • A crise do petróleo da década de 70 e seus elevados preços levaram o Brasil a desenvolver o projeto Proálcool. Na década de 70 estudos indicavam que em 1984 a demanda de petróleo mundial iria superar a oferta. Em 1975. • Menor poluição se comparado à gasolina e Diesel. • Viabilidade econômica vulnerável – o proprietário de um veículo a álcool deve ficar atento ao custo-benefício do uso do combustível. 27 . com elevação dos preços a níveis catastróficos.

Diesel • Combustível originado do Petróleo. • A elevada compressão de trabalho dos motores Diesel aliada à lentidão do óleo combustível para queimar por completo. com conseqüente baixo consumo de combustível. • A compressão fica limitada ao quanto o combustível a suporta. 28 . essa característica é decorrente do elevado rendimento térmico. sendo quantificada pelo índice de cetanas do mesmo. • Baixo consumo de combustível – argumento maior dos defensores desse tipo de motor. torna o motor Diesel insuperável nesse item. Sistema de injeção de combustível complexo – atualmente a eletrônica está substituindo gradativamente o sistema mecânico composto por bomba injetora nos motores a Diesel. Desvantagens do Diesel • • • • • • Ruído e vibrações elevados – o Diesel é queimado pela compressão. Componentes e estrutura pesada. Maior emissão de alguns poluentes – a queima do Diesel resulta em emissões elevadas de hidrocarbonetos através da chamada Fuligem Diesel (a fumaça preta que sai pela descarga). queimam o combustível por compressão sem o uso de centelha elétrica. Partida a frio difícil em ambientes frios. • Os motores que operam no chamado ciclo Diesel. não é possível atingir elevadas rotações. o que faz com que a queima seja ruidosa. gera os problemas característicos dos motores Diesel Vantagens do Diesel • Confiabilidade e durabilidade – A robustez dos componentes aliada à ausência de sistema elétrico de ignição. o motor a Diesel pode operar em ambientes bastante úmidos. • Menor vulnerabilidade à água – por praticamente não possuir sistema elétrico. Faixa de rotações limitada – como a queima é lenta. proporciona aos motores um elevado rendimento térmico.

29 . • Durabilidade do motor – existem indícios não conclusivos. obriga a construção de gasodutos. • Autonomia limitada – o cilindro de gás não garante uma autonomia muito grande (geralmente cerca de 200 Km em uso normal). que o GNV não permite uma adequada refrigeração das válvulas e sedes. • É composto por uma mistura de hidrocarbonetos gasosos (metano em sua maioria). • A distância entre os pontos de extração e os pontos de consumo. Vantagens do GNV • Reduzido índice de emissões. • Adaptável a veículos a gasolina ou álcool. • Porta-malas – o cilindro ocupa um volume considerável do porta-malas.GNV – Gás Natural Veicular • Encontrado na natureza em reservatórios no subsolo. • Uso do gás necessita de kit de adaptação. • Redução na carbonização dos componentes do motor. aliado à dificuldade de transporte. • Veículo bi-combustível. o uso do gás natural está sendo difundido fortemente no Brasil. provocando redução na vida útil do cabeçote. Desvantagens do GNV • Reduzido poder calorífico do gás natural. • Menor custo do combustível.

por conter cerca de 22% de álcool. exigindo cerca de 13. • O PROCONVE – Programa Nacional Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – estabelece e controla limites máximos de emissões de gases. Corresponde ao oxigênio não utilizado durante a queima e os demais gases que compõe o ar atmosférico em reduzida quantidade. • Existem resíduos poluentes e não poluentes. possui poder calorífero ligeiramente menor. Combustão real • Gasolina não é pura.8 gramas de ar. Contribuindo de forma significativa com a elevação da temperatura global. • O álcool hidratado tem uma razão estequiométrica de 9:1. • Os Subprodutos resultantes de uma queima ideal da gasolina são o dióxido de carbono. – Dióxido de carbono (CO2) – compõe cerca de 18% dos gases eliminados.Queima ideal – razão estequiométrica • Para a gasolina pura são necessários cerca de 15 gramas de ar para cada grama de gasolina a fim de garantir uma queima sem resíduos de ar e hidrocarbonetos não queimados. Gases resultantes da combustão em um motor • Gases não poluentes – representam cerca de 99% dos gases emitidos – Nitrogênio – parte integrante do ar que respiramos. 30 . não participa como fonte de energia na queima – 71% – Vapor d’água – compõe cerca de 9% dos gases de escape. – Oxigênio e gases inertes – cerca de 1% dos gases do escapamento. água e Nitrogênio. devido à presença de oxigênio na composição desse combustível. • A Gasolina brasileira (gasohol).

são cancerígenos. Nocivos. não totalmente eliminado na produção da gasolina. ou queimado parcialmente.Gases resultantes da combustão em um motor • Gases poluentes – representam cerca de 1% dos gases emitidos – Monóxido de carbono – inodoro e incolor. o CO é extremamente tóxico. se transformam em ácidos. – Aldeídos (CHO) – são voláteis cancerígenos. – Compostos de enxofre – o enxofre. corresponde à maior parte dos gases nocivos (cerca de 18%). são uns dos responsáveis pela fumaça preta. combinado ao vapor d’água. são fatores responsáveis pela formação de chuva ácida. – Hidrocarbonetos – correspondem ao combustível não queimado. pode formar o ácido nítrico. – Óxidos de Nitrogênio – combinados ao vapor d’água. São gerados através da queima do álcool puro (etanol) ou do álcool anidro presente à gasolina Conversor catalítico Conversor catalítico 31 . – Partículas sólidas – especialmente vistos em motores Diesel. Também causam problemas à saúde. Além de formarem fuligem. pode.

Eficiência do conversor catalítico Principais reações químicas no conversor catalítico Componentes do motor de combustão interna 32 .

Camisas removíveis 33 .Bloco do motor Bloco de cilindros • Os cilindros são usinados diretamente em um bloco de alumínio ou ferro fundido.

Conjunto móvel e volante do motor 34 .Bloco de Motor naval Cárter • Responsável pelo armazenamento do óleo.

Pistão e Biela Biela e virabrequim de motocicleta Mancais do virabrequim 35 .

Lubrificação dos mancais Colocação dos casquilhos em motor naval Folga axial – mancal de encosto 36 .

Lubrificação Lubrificação Sistema de arrefecimento a ar 37 .

Motor VW refrigerado a ar Sistema de arrefecimento líquido Sistema de arrefecimento líquido 38 .

Cabeçote Sistema de distribuição Disposição e posição do comando de válvulas • OHV – Over head Valve (válvulas no cabeçote) – O comando de válvulas fica instalado no bloco do motor. Um conjunto de varetas e balancins aciona as válvulas. 39 .

OHC Over Head Camshaft (Comando de válvulas no cabeçote) • O comando de válvulas fica no cabeçote e aciona as válvulas – Indiretamente com o uso de balancins convencionais ou roletados. sendo que um aciona as válvulas de admissão e outro as de escapamento.OHC Over Head Camshaft (Comando de válvulas no cabeçote) • O comando de válvulas fica no cabeçote e aciona as válvulas – Diretamente por intermédio de tuchos mecânicos ou hidráulicos. DOHC Double Over Head Camshaft (Duplo Comando de válvulas no cabeçote) • Existem dois comandos de válvulas no cabeçote. 40 .

Mecanismos de acionamento de válvulas Balancins roletados • Aumento durabilidade e diminui perdas por atrito e ruído Balancins roletados 41 .

Polia do comando de um motor naval Cabeçote com 2 Válvulas por cilindro Cabeçote 16 Válvulas 42 .

8 Flex 43 .Cabeçote 16 Válvulas Diagrama de válvulas GM Corsa 1.

Sistema de admissão de ar Válvula borboleta Tamanho do coletor x eficiência volumétrica 44 .

Coletor variável Coletor variável Sistema de escapamento 45 .

Silencioso Motores sobrealimentados Turbo compressores 46 .

Controle da sobrepressão Funcionamento do turbocompressor Controle eletrônico da sobrepressão 47 .

VGT 48 . – Melhor enchimento dos cilindros.Controle eletrônico da sobrepressão Turbo de geometria variável . • Promovem uma modificação da incidência dos gases nas pás da turbina modificando rotação da mesma. – Maior pressão em baixos regimes. – Redução das emissões.VGT • Variação da geometria da turbina é realizada por um conjunto de palhetas.

• Sistema garante sobrepressão desde rotações baixas. • Em altas rotações sistema tem rendimento reduzido.VGT em ação Supercharger • Uma polia ligada ao motor aciona o compressor. Supercharger 49 . • Compressor utiliza energia do motor para ser acionado.

Supercharger

Supercharger

Supercharger
Filtro de Ar Coletor de Admissão Corpo de Borboletas com By-pass Integrado

Supercharger

Motor
Ressonador

Intercooler

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Supercharger
• FORD Fiesta e Ecosport supercharger

Ford ROCAM Supercharger

Ford ROCAM Supercharger

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Ford ROCAM Supercharger

Volkswagem Twincharger
• Sistema utilizado no GOLF 1.4 Europeu; • Combina um turbo compressor e um compressor acionado por correia;
– Baixas rotações – supercharger garante sobrepressão; – Rotações intermediárias – turbo + supercharger fornecem sobressão; – Altas rotações – supercharger é desconectado através de embreagem eletromagnética.

Volkswagem Twincharger

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Sistema de alimentação Injeção Diesel Sistema Common rail 53 .

Sistema Common rail GNV – Gás natural veicular Controle eletrônico de motores 54 .

Temperatura do motor • Com o motor frio. – Alterações na composição do combustível.Tempo de Injeção • Tempo em que o injetor permanece energizado. – Pequena carbonização. Autoadaptação • Sistema tem a capacidade de memorizar pequenos desvios: – Envelhecimento dos componentes do motor. o tempo de injeção é maior 55 .

• Estratégia de dash pot. – Velocidade de acionamento do acelerador. A condição é estabelecida sob as seguintes condições: – Rotação acima de um mínimo setado (aprox. Desaceleração • Manutenção da mistura próximo da razão estequiométrica. Freio Motor • Ocorre o corte praticamente total da injeção (cut off).Aceleração • Central de comando estabelece enriquecimento da mistura transitório. para conter emissões. – Velocidade do veículo acima de um valor mínimo. avaliando: – Abertura da borboleta de aceleração. – Motor em temperatura operacional. • Manutenção de uma boa dirigibilidade – evitar trancos. 56 . – Borboleta do acelerador fechada. – Alterações na vazão de ar admitida e na rotação do motor. 1500 rpm).

– Velocidade do veículo. – Temperatura do motor. Sistema não considera informações do sensor de oxigênio. • Injeção restabelecida quando motor atingir rotação não crítica. – Tensão da bateria. Proteção contra rotações excessivas • Corte dos injetores. Controle da marcha lenta • O sistema controla a rotação mínima do motor. – Cargas de acessórios. Mistura fora da razão estequiométrica. 57 .Plena carga • • • • Mistura é enriquecida para permitir potência máxima. • Estratégia não impede rotações excesivas durante reduções inadequadas. – Funcionamento do câmbio automático. • Alguns modelos possuem rotação de corte diferenciada quando câmbio está em neutro. Mistura deve ser controlada para não superaquecer o catalisador.

– Queda na tensão da bateria. – Borboleta totalmente aberta. • Purga dos vapores de combustível. • Tempo base de injeção é corrigido para adaptar-se a densidades de ar diferentes. • Recirculação dos gases de escapamento – redução do índice de NOx. Interface com sistema de climatização • Controle da rotação de marcha lenta.Correção barométrica • Sensor de pressão absoluta do coletor me de valor da pressão atmosférica: – Motor parado. Controle de emissões • Uso do sensor de oxigênio para avaliar a condição da mistura ar combustível. – Superaquecimento. 58 . • Acionamento do compressor do sistema: – Solicitação de potência.

Integração com o câmbio automático Auto diagnose • Sistema avalia e desconsidera dados inconsistentes. 59 . • Estratégia de recomposição de sinais.Imobilizador do motor • Comunicação com chave codificada. • Corte da injeção e ignição. • Luz de alerta de falha. • Comunicação com equipamentos de diagnóstico. • Comunicação com sistema de alarme.

Atuadores.Composição do sistema • • • • • Sistema de combustível. Sistema de ignição. Sistema de alimentação do ar. Sistema de Injeção de combustível Sistema multiponto 60 . Sensores.

Sistema de combustível Eletroinjetor de combustível Borboleta com acionamento elétrico – drive by wire 61 .

Medição da quantidade de ar admitida – película aquecida Sensor de rotação e referência Controle de emissões 62 .

Sensor de oxigênio .Sonda lambda Funcionamento do sensor de oxigênio Circuito fechado de controle da mistura 63 .

Recirculação de gases do cárter Circuito de recuperação dos vapores de combustível Circuito do canister 64 .

Recirculação dos gases do cárter .EGR 1 – Válvula EGR 2 – Gás expelido 3 – Ar admitido 4 – Passagem TBI ou Carburador calibrado Recuperação dos gases com controle eletrônico Obrigado! Júlio César Chaves Câmara 65 .