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Quando eu trabalhei com Thomas More eu precisei visualizar o texto de forma que tivesse noção da sequencia do pensamento moreano

. Por isso é que usei este texto a seguir onde o livro se encontra resumido em 15 páginas. Falta revisar mas para quem quer um texto para pesquisa e estudo depois arruma melhor. Grato se este trabalho foi útil. Mk

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The Internet Wiretap edition of

UTOPIA, by SIR THOMAS MORE
(Written in 1516.) From Ideal Commonwealths, P.F. Collier & Son, New York. (c)1901 The Colonial Press, expired. Prepared by Kirk Crady kcrady@polaris.cv.nrao.edu from scanner output provided by Internet Wiretap. This book is in the public domain, released July 1993. A escolha para trabalhar especificamente com esta edição decorre do fato de que este texto se encontra em domínio publico desde 1993. Na ilha Utopia tudo se encontra em domínio público, por este motivo achei de todas as Utopias, esta a mais utópica. Existem outras traduções do Latim para o Inglês que merecem destaque. Publicados pela Universidade de Cambridge e de Yale, as duas traduções com seus comentários são considerados o que existe de mais completo no assunto. Outra excelente tradução foi do Latim para o Francês cujo autor foi Prevost.

LIVRO I

(001-024) – O personagem More inicia explicando as circunstancias que o fizeram chegar em Antwerp. (025-040) – Apresenta o personagem Peter Giles que muito estima. (041-086) – Narra o encontro com o Peter Giles e a conseqüente apresentação do Rafael, Hythloday que estava na sua companhia. (087-153) – Rafael conta sobre a amizade que fez com a população nativa de uma lugar onde escolhera ficar junto com alguns companheiros após a partida dos demais.

decide voltar para a sua terra natal e descreve em linhas gerais o seu regresso a Portugal. Diante disso Rafael se sente na liberdade de comentar de que a severidade da punição fazia com que quem não tivesse o que perder se tornaria mais violento. e se tivesse que receber seria muito mais dos bajuladores do que dos mais coerentes. (289 -322) – Afirma-se de que existem muitos trabalhos manuais oferecidos para aqueles que queiram trabalhar para que um homem não necessitasse recorrer ao crime. Quem se destacasse certamente se tornaria alvo da mediocridade alheia. (177-190) – Questionado se ele não seria mais feliz a serviço de um Rei.Alguns destes. existe sempre a tentação de declarar guerra só para manter os seus soldados de prontidão. já que soldados só servem para a guerra. (240-266) – Rafael conta um episódio que ocorreu na Inglaterra e apresenta o Cardinal John Morton (267-288) – Conta um episódio em que Rafael jantava junto com o Cardinal John Morton quando um advogado presente defendeu a pratica vigente de condenar ladrões a pena de morte. A seguir foi destacado o caso dos veteranos de guerra e de conflitos. (154-176) – Graças ao conhecimento adquirido pelas suas viagens. Comenta também sobre os nobres e seus ascetas que nunca aprenderam uma profissão e que ao perderem seus privilégios engrossam as fileiras daqueles que ou não sabem trabalhar ou nunca trabalharam na vida antes para querer trabalhar agora. e os mais velhos que não conseguem mais aprender algo novo. Soldados desocupados são perigosos manter juntos em paz e devem estar sempre ocupados . Ao que ele responde que prefere a sua liberdade e que existem muitos que aspiram esta proximidade com o monarca para ele querer ficar no meio. preferem aumentar seus reinos do que governar os que possuem bem. A maioria inclusive não acredita precisar de conselho. (191-239) – Levantou-se a questão de quanto bem se poderia fazer assumindo um cargo destes pois as boas ações decorrentes de boas recomendações fluem do monarca para todas as regiões do seu reino. visto que já sendo condenado a morte não pouparia a vida da sua vitima de roubo. foi sugerido o quanto Rafael podia ser de utilidade trabalhando junto com o Rei pois seria de grande valia inclusive para os seus amigos. Ao que rebate afirmando que os príncipes estão sempre mais propensos a guerra do que a paz. entre eles o Rafael. Ao que responde que os amigos já receberam o que lhes eram pertinentes. (323-370) – Discute-se sobre o risco de manter um exercito permanente. que se tornam incapazes. justamente para que o Rafael não tivesse que se submeter a isso.

Expulsos das suas terras ou se tornam vagabundos. ele se torna mais cruel. compram barato e vendem caro. onde o dinheiro corre frouxo e se é obrigado a roubar para se suprir do que perdeu. Sugere-se inverter a tendência. Com a redução da área agrária o preço do milho aumenta (406-435) – Com o aumento do preço da lã. São um povo feliz. Os ricos apenas engordam o gado. (436-462) – Comenta-se com o luxo e vaidade excessivo nas famílias de posse. incluindo a sua mão de obra reduzida. O Rafael conta sobre um povo chamado de Polylerits que viviam na Pérsia. . ladrões ou pedintes. sem serem famosos ou eminentes. se não tivesse bens para cobrir a despesa. Ninguém cria gado devido ao seu custo.. Descreve seu comportamento (599-627) – Buscava-se a transformação do homem através do serviço a comunidade. Quem fosse encontrado culpado de roubo devolvia para o dono. A cada ano alguns ganhavam a sua liberdade de volta por merecimento. Assim graças a uns poucos avarentos a grande maioria sofre passando ou a mendigar ou a roubar. Pagavam tributo ao Rei da Pérsia mas no mais eram independentes. (463-486) – O advogado estava para responder quando o cardinal interrompe (475) e pergunta o Rafael como seria uma outra forma de punir a criminalidade. faziam serviços públicos ate pagar a conta. Sanar o problema ante de criar ladrões. Viviam dentro de um vale cercado de montanhas. Mesmo pela lei Mosaica (511) quem roubava era multado e não mortos. Como não podem roubar são requisitados como guias. Diante dos custos inferiores para a criação de ovelhas. bares ou locais de apostas. preguiçoso apanhava. (527-598) – Os Romanos condenavam os grandes crimes as minas em correntes. como também todos os lugares inapropriados sejam prostíbulos. Mostra-se a necessidade de ser honesto. mas que agora “devoram” homens e despovoam vilarejos e cidades. criando mais emprego agrário e regulando a criação extensiva. os pastos estão invadindo e expulsando onde antes havia uma agricultura que necessitava de mão de obra intensiva.(371-405) – Aqui uma das causas de aumento da criminalidade é atribuída as ovelhas que são mansas e facilmente conduzidas. mata para não ser reconhecido. Eram autônomos e e independentes e se contentavam com o que tinham. (487-526) – A vida de um homem vale mais do que ele roubou. Quem rouba se sabe que morrerá se for pegue. pessoas pobres que quisessem fazer tecido não conseguem mais. Aterrorizando o ladrão. mas comprometido com o serviço publico pagando a sua conta. pois não sobra mais nada para sustentá-los. Não há como fugir. Viviam livres. Mesmo com pragas atingindo o plantel a pequena oligarquia de poucos produtores não perdem dinheiro porque só vendem quando convém e isso é quando o preço chega onde querem.

Que tipo de médico cura seu paciente lançando-o em outra enfermidade? Este não sabe governar uma nação livre. No entanto existe a possibilidade de se aplicar uma outra filosofia. O trabalho que deu para manter os dois impeliu os cidadãos a exigir que o príncipe escolhesse qual queria manter. (891-925) – As Maximas de Crassus que fala sobre o príncipe que para dominar sua população mantem a riqueza nas suas mãos. que exaltado afirmou que preferiria governar ricos do que ele mesmo ser rico. O Rei cuidava mais das finanças do povo do que as dele. Ele pergunta como a corte receberia tal conversa. se não executar a nação estaria a risco. Quem governa pobre é um carcereiro. Seria o terror dos homens de má fé e seria amado pelos bons. (840-890) – Caso o Rei quisesse aumentar a sua fortuna. Somente dessa forma bom senso prevaleceria na corte. (926-946) – A fala de um nobre Fabricius.(628-652) – Questionou-se a validade deste método na Inglaterra. um povo que não vive longe da ilha de Utopia. (947-967) – Uma lei entre os Macarianos. O rei promete não acumular mais do que mil libras de ouro ou o equivalente em prata. Os magistrados do reino jamais julgariam contra o rei. Os príncipes só querem saber de invadir e conquistar mais territórios. não há lugar para a especulação filosofia. Ate o Cardinal interrompe querendo acalmar o Frade e dispensando o Bobo (725-800) – Rafael usa exemplo com o Cardinal para explicar como a opinião das pessoas muda de acordo com as vontade dos poderosos.Um frade que escutava também se intromete e escuta do Bobo que os frades deviam ir onde fossem os vagabundos para serem colocados para trabalhar. (653-680) – Apresenta-se um Bobo que escutava a conversa e afirma que pedintes nunca conseguiram nada dele e deveriam ser mandados para os mosteiros para se tornarem frades e freiras. (681-724) . Embora o Cardinal defende a possibilidade do Príncipe fazer uma concessão a vida para se avaliar a oportunidade do condenado. A pobreza e as dificuldades mantem uma população subserviente. Acontece uma discussão entre o Bobo e o Frade. Ai daquele que de repente se levanta contrario a guerra (797) (801-839) – Conta o caso dos Achorians que viviam a sudoeste de Utopia que antigamente lutavam para aumentar os domínios do seu príncipe. não hesitariam usar de todos os subterfúgios para tirar dinheiro da população. (968-1010) – Em lugares onde são decididos grandes assuntos e impera a autoridade. Comenta-se sobre como filósofos deviam se tornar reis e reis filósofos como dizia o Platão. usa como exemplo uma das peças cômicas de .

há mil e duzentos anos atrás aprenderam com os sobreviventes de um navio que naufragou com Romanos e Egípcios abordo. Retruca-se dizendo que na Utopia já havia cidades quando a Europa ainda era inabitado. (1073-1101) – Enquanto houver dinheiro e propriedade não pode haver um pais justo ou feliz. tudo neste mundo se baseia em propriedade. nem se cura dos males que a propriedade impôs. (1192-1208) – Sugere jantar para posteriormente voltar e conhecer mais esta ilha de Utopia. e lá não há isso. (1102-1131) – Sem a eliminação da propriedade a população não se livra das cargas e ansiedades. . (1044-1072) – Se contrariar os maus será apenas uma voz contra e se concordar. onde a virtude é reconhecida e tamanha igualdade que todos possuem abundantemente. (1132-1151) – A falte de propriedade pode induzir a preguiça e insolência. As más companhias mais facilmente corrompem o inocente do que melhoram si mesmos.Plautus E cumprir cada um com o seu papel. Comenta sobre a constituição da Utopia. só podem recorrer a violência. Enquanto na Europa dificilmente se ouviria uma forma melhor de se governar um pais. (1181-1191) – Comenta-se de que os Utópicos souberam aproveitar bem os conhecimentos derivados de um naufrágio oportuno. mas os pregadores adaptaram a fé para a vida dos homens e não o contrario. o que os outros fazem será imputado ao inocente. Se seguissem pelo menos a sua fé cristã. Na Utopia. Não há como curar esses males completamente a não ser quando se elimina a propriedade. (1168-1180) – Conta –se a história de como os Utópicos. Poucas leis. mas age para minimizar os males (1011-1043) – Fazer de tudo para não enlouquecer enquanto curo a loucura alheia? Mesmo que se recomendasse o que Platão recomendou ou fazer o que os da Utopia fazem. no entanto isso não acontece. (1152-1167) – Questiona-se que a forma européia seja a melhor forma de governo por acreditar que fosse mais antigo. Enquanto noutros paises as leis não dão conta de conferir o que é de cada um. inclusive a de filósofo. isso mudaria as coisas. colaborará com a loucura. A Europa pode ser mais engenhosa mas certamente os Utópicos são mais industriais e aplicados. e quando a necessidade apertar por ninguém ter o seu próprio. Mesmo que não fosse. Mesmo que não imponha o bem. Se poucos numa nação acumulam riquezas o resto deverá cair em pobreza.

2 anos obrigatórios. (1250-1264) – São ao todo 54 cidades parecidas na ilha. Os jardins e as casas. (1234-1249) –. O local antes da chegada de Utopus (o conquistador da ilha e de quem levaria o nome) era chamado de Abraxa. Jurisdição de cada cidade é de 20 milhas (20 mil passos). Voto secreto. 200 philarchs escolhem um Príncipe de uma lista de 4 dado pelos quatro cantos da cidade. Não pode haver conversas . Utopus foi bem sucedido em civilizar aquele povo rude e ser bom governante. Sempre tem dois syphogrants mudados diariamente. Amarout é a cidade principal.Por toda zona rural existem casas onde se encontra tudo para o trabalho no campo. Particularmente de Amaurot (1317-1399) – Quem conhece um conhece todos. Manutenção impecável. A costa externa da ilha é extremamente fortificada de forma que poucos detêm muitos. Das suas Cidades. casa do Conselho Supremo. tirado caso desmereça. Só nativos sabem entrar e navegar dentro da baia. Pelo menos 24 milhas separam um do outro. Sobre a eleição e responsabilidades dos Tranibors. Descrição do local e o Rio Anider. Sistema de distribuição de água.10 philarchs escolhem um archphilarch (antigamente chamado de tranibor). Formato de Lua com as pontas mais fechadas. que isolou a ponta de terra e o tornaria ilha. Onde Rafael morou os cinco anos. (1265-1316) . Rodízio de pessoas cidade-campo.LIVRO II (1209-1233) – Descrição geográfica e dimensões da Ilha. Descrição das atividades e organização de cada casa. Dos Seus Magistrados (1400-1445) – 30 Famílias escolhem um magistrado chamado philarch (antigamente era chamado de syphogrant) . Principe para a vida. Descreve como a ilha veio a existir graças a escavação de um canal de 15000 passos de largura. Descrição dos prédios e a mudança obrigatória de 10 em 10 anos. Cada cidade remete três Senadores para a cidade capital Amarout.

Hierarquia familiar – Homem mais velho é chefe da família. Das relações mútuas entre os cidadãos (1616-1665) – Cidades são compostas de famílias. Possuem jogos de salão diferentes dos jogos de azar tipo cartas e dados. Existem estudos antes do raiar do dia onde se pode atender. Se mais trabalhassem mais se produziria e menos se necessitaria de gente trabalhando. Valorizam a cor branca para os tecidos. Jantam as 8 da noite. E dormem oito horas. Não pode haver acima de 6000 famílias em cada cidade. Os que se destacam pelo conhecimento são eleitos para se tornarem embaixadores. crianças aos seus pais. Nenhuma família podia ter menos de 10 pessoas e mais de 16. as casas são não apenas resistentes. O mais novo serve ao mais velho. Cada família faz a sua própria roupa. Quando falta gente chamam de volta. (1587-1603) – Roupas duram por sete anos. Como a comunidade decide. O resto do tempo cabe a cada um. Especialidades dos pais passam para os filhos a não ser quando se deseja mudar. mulheres respondem aos seus maridos. seus tranibors e seus príncipes chamados de Ademus (antigamente era Barzenes). Todos os homens da família moram juntos. Existem mutirões. Cada um possui seu próprio trabalho valorizado por todos. (1520-1586) – Mostrado contraste entre os que não trabalham na Europa. sacerdotes. Crianças de outras famílias excedentes supriam as faltas. nada lhes falta. A leitura é popular. Expediente é de 3 horas antres do almoço e três depois. Syphogrants garantem que ninguém fica a toa.fora dos recintos políticos e prazo mínimo de discussão é de três dias. Não há moda. (1604-1615) – Por se contentarem com pouco há abundancia para todos. Usam capa para sair da cor de lã crua. Das Artes e Ofícios (seus negócios e modos de vida) (1446-1519) – Agricultura é do conhecimento de todos. Mesmo com menos tempo de trabalho. Pode se mudar de acordo com a capacidade de aprender. Depois do jantar se divertem por uma hora nos jardins no verão e nos salões no inverno. . Quando há superpopulação. remetem famílias para fundar uma “subsidiária” em terras estrangeiras e tornam multinacionais. As coisas são feitas para durarem. Produzem linho. são mantidos cuidadosamente. A roupa é adequado ao clima. De todos que estão em condições de trabalhar menos de 500 não trabalham por implicações das suas atividades. Possuem muito menos roupas. sem distinção a não ser entre sexos e casados e não casados. Plebicitos. Roupas são de um mesmo jeito. Mulheres vão para a casa dos maridos. mas quando não há o que se fazer declara-se folga para todos.

Medo de faltar é o que fazem os homens gananciosos. Homens e mulheres sentam separados. cada um cumpre com o seu dever. Correntes dos escravos feitos de ouro. moral. sempre é de governo a governo. . nem lugares de corrupção. e estranhos. basta consentimento da mulher e permissão dos pais. (1693-1797) – Cada rua possui um grande salão com um restaurante comunitário que se encontram eqüidistantes um dos outros. Prioridade de mantimentos para os doentes. Suprem as suas necessidades mútuas. Consideram que a natureza dá o que quer abundantemente. Quando existe grande s necessidade gastam com mercenários que expõem antes que seu próprio povo. não tem apoio. Tudo é providenciado. Como abatem seu gado. Cada salão atende 30 famílias e onde mora o Syphogrants. Pedras preciosas e perolas encantam apenas as crianças pequenas. condutores. Dessa forma todos vivem na abundancia e ninguém mendiga. Sobre o que acontece durante as releições. (1855-1878) – Grande parte do seu tesouro se encontra em títulos de dívida com vencimento além de cinco anos. tranibors. Não há bares. Brincos de ouro são sinais de infâmia. vagão. No meio praça do Mercado. embaixadores. Para cada cidade existem 4 hospitais que mais parecem pequenas cidades. (1833-1854) – Cada cidade manda 3 senadores. São recebidos como se fossem da família. todos contribuem. Subornam com grandes quantias para alcançar seus propósitos. Atendem em primeiro lugar o príncipe. Ordem de sentar nas mesas. guias. 1/7 é para ser distribuídos entre os pobres da nação. religião e filosofia (1798-1832) – Licenças são facilmente obtidos quando um homem quer se ausentar para uma viagen. (1879-1332 ) – Não há dinheiro. Possuem riqueza incalculável. Exportam e vendem. Preferem ferro. boi. Possuem reserva para 2 anos. não há o que esconder. Não há porque querer escavar o que é fútil. Nunca lidam com pessoas jurídicas ou físicas. Das viagens. Ninguém pede mais do que necessita. Ouro e prata servem para fazer pinicos. Todos levam lá o que produzem e pegam o que necessitam. Existe abundancia de tudo. O viajante leva uma permissão do príncipe. Caso demore contribui com o seu conhecimento. Todos estão a plena vista de todos. ciências. dando retorno. Caso contrario é um fugitivo. Avaliam o que falta e o que está em excesso. Como se fosse uma grande família. [estudos. Não há desocupados. Se quiser viajar pelas redondezas. Ninguém é negado o que quer. Os mais velhos são venerados e respeitados. Existe berçário cuidado pelas mulheres. Os restos das provisões são distribuídos entre os salões comunitários e seus restaurantes. Trocam por ferro e ouro. ouro e prata serve apenas para o seu propósito.(1665-1692) – Cidade dividida em quatro partes iguais. sacerdotes.

(2017-2062) – População de leitores. Age de acordo com a sua natureza quando persegue ou evita as coisas de acordo com a sua razão. Todos os acordos devem ser mantidos. Como a riqueza muda o tratamento das pessoas. agem como os antigos filósofos. No entanto não possuem conhecimento sobre o porque das coisas. estamos comprometidos a cuidar do bem estar comum. São bons meteorologistas. Não conhecem o homem abstrato. Jamais se deve buscar o seu prazer em prejuízo de outro.(1933-2016) – O caso dos embaixadores Anemolianos que chegaram cheios de ouro e foram confundidos com criminosos e pessoas com gostos infantis. (2101-2127) . mesmo que haja um sacrifício que será compensado pelo agradecimento dos favorecidos como também pelas recompensas espirituais. o idioma local é agradável. A razão mantém as pessoas livre da paixão e o mais alegre e contente possível. Conhecem astronomia. Não existem favoritos na natureza. O prazer só é limitado pela condução dos sentidos e da razão. mas é comprovado pela razão. Para obter os prazeres da vida busca a sociedade.Para alguns a virtude é viver de acordo com a natureza e fomos feitos por Deus para esse fim. 2153-2186) – Consideram sabedoria perseguir as suas vantagens o quanto for permitido pela lei. Não conhecem todo o conhecimento do ocidente. Recompensas por bons atos e punições pelas más para a pos-vida. Piedade é considerar o coletivo em detrimento do individual. calculam precisamente os movimentos celestes. fazendo suas próprias descobertas. Virtuoso é favorecer o coletivo. Injusto é tirar os prazeres alheios. Adivinhação pelos astros nem pensaram nisso. Não são unânimes entre si. A felicidade está nos prazeres bons e honestos. ou pode se prejudicar um prazer maior. Nenhuma outra pessoa pode ser prejudicada. (2128-2152) – Viver de acordo com a natureza é ter como fim o prazer. O que é felicidade e do que consiste? A felicidade e o prazer. questionam a natureza da virtude e do prazer. Religião é tradicional. Eram praticamente iguais aos antigos filósofos. . O homem tem uma alma e é imortal e foi feito para ser feliz. O prazer falso obstrui verdadeiro prazer. Os de Utopia não entendem como alguém se encanta com o luxo. São as leis que distribuem as conveniências da vida que nos proporciona todos os prazeres. Pela nossa natureza boa e humanidade. mas são um povo engenhoso. Todas as ações e virtudes terminam em prazeres como finalidade principal. Primeiro ato de racionalidade é o surgimento do amor e reverencia pelo Sua Divina Magestade. (2063-2100) – Filosofia moral. Tudo que a natureza nos ensina a deleitar é um prazer.

e de desejos como a sexual. Consideram alguns prazeres como o já citado como perversões do prazer como uma mulher grávida gosta mais de algo amargo do que de algo doce. alegre e agradável. Arrancam bosques de um lugar e plantam em outro lugar. Porque alguém se acha melhor porque possui roupas diferentes ou melhores? De que forma um ato de submissão alheia melhora a sua própria condição? A falsa noção de superioridade dos homens. Acreditam que Deus aprecia ser estudado a sua criação. Por esse motivo não se credita mais do que o necessário a esse prazer de satisfazer. se fosse assim o homem desejaria fome e sede para poder ser saciado.(2187-2218) – Prazeres sofisticados. A felicidade não está na satisfação dos desejos. deleitando os sentidos e o outro quando somos aliviados de dores ou quando o corpo foi sobrecarregado. o maior deleite. mas que não tomasse conhecimento. para facilitar transporte da lenha. e que diferença faz se for falsa. Preferível manter a saúde que fazer a cura. O prazer de uma vida sem dor fornece um prazer considerado o mais valoroso para os Utópicos. Os prazeres da mente correspondem ao conhecimento e no deleite que a contemplação da verdade nos traz. Gostam de receber relatos de terras distantes. Parece que devem ter uma ancestralidade grega pois palavras relacionados as lugares são gregos. e não há nenhuma idéia melhor. o efeito não é a mesma? Se uma pessoa tivesse a sua fortuna roubada. Existe o prazer derivado da música. Rafael ensinoulhes o grego. É o que faz a vida fácil e “desejoso”. que seria um prazer desonesto. O desejo. (2496-2528) – Ensino da arte de fabricar papel e fazer impressão. capaz de aprender. para que aquilo que necessitamos para nos manter nos seja agradável. Acrescenta isso as reflexões de uma vida bem vivida. são os mais saudáveis e frutíferos que existem. agüentam trabalho. e outras a mente. mas nunca fazendo um prazer menor se sobrepor a um prazer maior e um prazer nunca deve gerar dor. alguns pertencem ao corpo. Essa visão de Virtude e Prazer acreditam que seja racionalmente a mais verdadeira. Reverenciam aquele que nos deu o apetite. alguma coisa mudaria? O Utópicos não entendem qual o prazer de jogar dados e a caça. (2219-2286) – Quem se encanta com pedras preciosas. A saúde é considerada o maior prazer. Dando atenção aos demais espera-se recompensa de Deus pelos bons atos. O povo é diligente. Eles se entretém com o que agrada os sentidos. pois ao ser saciado os dois se extinguem. Relação de Livros. (2416-2495) – O melhor povo do mundo. como a fome dura mais do que a sua saciedade. . não se saberia seé verdadeiro ou não. logo em três anos se tornaram mestres em grego. Dos prazeres do corpo são dois os que conferem prazer. Buscam o conhecimento incansavelmente. Foi deixado diversos livros lá. (2287-2415) – Os verdadeiros prazeres. Outro prazer é o possui o próprio vigor do corpo. Outro dos seus maiores prazeres é relacionado com a verdadeira virtude e testemunho de uma boa consciência. Logo estavam imprimindo aos milhares. mesmo diante das suas limitações de solo mais pobre e ar não tão puro.

Caso o companheiro ainda queira ficar com o condenado. Suicidas nem são enterrados (2581-2654) – Mulheres casam a partir dos 18. São mantidos em constante trabalho e estão sempre acorrentados. Para os poucos que querem voltar embora raros. Nada que uma pessoa acostumado a atividade seria capaz de fazer. maquiagem. Não escravizam os filhos de escravos. a constituição não necessita de muitos. O príncipe não possui distinção a não ser uma pessoa que anda na frente segurando um arranjo de milho. são proibidos de casar. Para os arrependidos pode haver perdão. Não entendem como pode se conviver com tantas leis. Não há divórcios nem poligamia. Vergonha para a casa.Praticam bastante a navegação pois são eles que entregam e apanham a mercadoria. mas não aceitam tratar mal. se não conseguem antes do casamento como serão fieis depois. Para aqueles que não se consegue domar. esses eles tratam melhor e usam da mesma forma que usariam um nativo com a exceção de impor mais trabalho como seria para um nativo escravo. As leis são fáceis de . acompanha na sua vida de escravo. Antes de condenar a morte. Reincidências são condenados a morte. Aliviar desconforto. O sacerdote anda atrás de uma vela carregada por outro. Devem segurar os apetites. Para os incuráveis existe eutanásia. Senado pode conferir divorcio em casos específicos. ou outros condenados por crime. aproveita-se o condenado em vida. nem de outras nações. Os magistrados são queridos e promulgam justiça. Costume de ver o parceiro nu antes do casamento. Se olham um cavalo da cabeça aos pés como seria com alguém com quem se viverá para o resto da vida. (2684-2703) – Se divertem com os Bôbos. não voltam de mãos abanando. e dos seus Casamentos (2529-2550) – Só escravizam aqueles que foram capturados em batalha. (2655-2683) – Senado tem poder de julgamento. Os escravos são apenas aqueles condenados a morte que os negociantes de Utopia compram barato ou recebem de graça. Adúlteros são condenados a escravidão. são executados. Dos seus Escravos. Os adúlteros não casam mais. Sentença quando não é a morte é escravidão. seus próprios nativos são tratados pior por dever saber como se comportar. sexo fora do casamento nem pensar. (2704-2720) – Da mesma forma que assustam os homens com seus castigos. Homens 22. Não há advogados. fazem honrar públicas aos seus virtuosos. erguendo estatuas em mercados. (2721-2841) – São poucas as leis. (2551-2580) – Todo o cuidado com os doentes. ou por recusar comida ou pela ingestão de ópio. Não aceitam pintura no rosto. Os pobres de paises vizinhos se oferecem para trabalhar.

Da sua Disciplina Militar (2842-2923) – Detestam a guerra. um batalhão dos bravos mais jovens saem para perseguir o comandante inimigo. exigem que eles mesmos professam a sua justiça. Cumprem rigorosamente as suas promessas. Não acreditam em alianças. Não buscam fama ou gloria. e não vejam gloria nas suas conquistas. Só busca na guerra o que a diplomacia não conseguiu. Muitas ficam na frente do exercito ao lado dos seus maridos. já que cumprem na maioria das vezes as intenções do príncipe e não seus próprios. Lutam enquanto tiver um inimigo vivo diante deles. mercenários que vivem a 500 milhas leste de Utopia. no entanto defendem sua própria cidade. Envergonhariam-se de uma vitória sangrenta. Quando se trata de prejuízo material são ate lenientes preferindo não fazer mais negócios com o devedor. acompanha seu marido para o campo de batalha. A linguagem é precisamente a mais evidente de ser compreendido. pedem somente voluntários. Fazem de tudo para evitar mal ao seu próprio combatente. . onde os Nephelogetes foram injustiçados pelos Aleopolitanes que acabaram todos escravizados. mas fazem parcerias A justiça dos pobres e a justiça dos ricos. tentam subverter a ordem do inimigo colocando cartazes em território inimigo oferecendo fortunas para matar o príncipe ou alguma autoridade inimiga.aprender. Preferem vencer pela esperteza. Todos. todos são habilidosos com as armas. a recompensa é dobrada. Todos fazem treinamento militar. No calor da batalha. vão sendo substituídos ate que com poucas exceções o capturam ou matam. Quando há morte de um Utopiano. Só são fieis aos Utopianos porque esses são os que melhor pagam. (2924-2972) – Assim que a guerra é declarada. Gentileza e uma boa natureza unem os homens mais do que alianças. Se entregar vivo. Oferecem para esses traidores de sua nação inimiga dos Utopianos todas as vantagens e meios para que possam viver em paz depois da traição. Sabem que seus filhos serão bem cuidados na sua morte. Guerreiam pelo melhor dinheiro. apenas a sua própria segurança. Povo rude e pecuaristas que só sabem guerrear. Sua combatividade cresce no decorrer da luta. Juntam famílias em grupos para que cada um se ajuda. Magistrados de Utopia são muitas vezes solicitados em outros paises para serem juizes. homens e mulheres. para lutar fora. Preferem enganar do que matar o inimigo. É considerado desonra voltar vivo quando o seu companheiro ou filho ou parente morrer em combate. Caso dos Nephelogetes contra os Aleopolitanes. Apóiam os amigos tanto defensivamente para defender terras como ofensivamente para cobrar o que se deve. deixando tudo que for perigoso para seus mercenários. Não há como serem parciais pois são incorruptíveis. Por treinarem todos. Mesmos os covardes são ajudados para lutarem. Preferem morrer antes de ceder terreno. (3038-3089) – Quando solicitam tropas do seu próprio povo. Se mulher quiser. Não temem perder a vida. (2973-3037) – Descrição dos Zapolets.

É chamado de “Pai de Todos”. suas despesas são obtidas do inimigo conquistado. Matam somente os que resistem. mas a Divindade única. Se não ou escravidão ou banimento. Um dos poucos foi exilado não pela sua religião mas por querer incitar o povo a motim. Os mais sábios não adoram a natureza ou grandes homens. martelo e espeto na ponta de uma vara pesada. visto que Cristo viveu comunitariamente com seus discípulos. Nenhum homem pode ser preso pela sua religião. Quem se excede querendo divulgar a sua religião é castigado para poder preservar a diversidade. só podiam batizar. Usam arcos e flechas e cavalaria. Não usam espadas. Quem quiser invadir a ilha de Utopia terá seu pais invadido antes por exércitos e mercenários. Usam uma arma medieval composta de machado. Mandam pessoas receber e gastar lá mesmo vivendo como príncipes. Se sua ilha for invadida defendem somente com seus habitantes. Quando a guerra termina. São cheios de tramóias. e que as nossas almas não morrem com o corpo. infinito e incompreensível. o que recebem de outros paises já amontoa 700. Usam maquinas de guerra. Lei criado por Utopus. invisível. não machucam ninguém desarmado a não ser que seja espião. (3275-3354) – Assim deixou os homens inteiramente a vontade quanto a religião. mas não é pesada para a marcha. Não saqueiam as cidades conquistadas e recompensam aqueles que se renderam. As cidades que capitulam são protegidas. Se não se fosse pelo temor de castigos e esperanças de recompensas futuras pelo atos más e boa o homem não seguiria uma lei por si só. e também trazem para a ilha ou deixam lá mesmo para ser emprestado lá no próprio pais.000 ducats por ano. eterna. São muito bons nos disfarces. Da sua Religião (3171-3274) . pois o tumulto beneficia normalmente os maldosos pois são os mais obstinados. Ao tomarem conhecimento de Jesus alguns se animaram com a religião Cristã. Deveria prevalecer somente a força da argumentação.Existem diversas religiões. e dele tudo emana. Sua armadura é muito resistente para a defesa. Aos poucos foram se desfazendo das suas superstições a ponto de que crescem numa religião que consideram o melhor. Ateus e aqueles que não acreditam em pos vida não são . ou dinheiro ou terras. Aonde chegam cavam fossas e erguem muros para se defender em pouquíssimos tempo. alem da nossa compreensão mas que abrange todo o universo.(3090-3170) – Ao serem vitoriosos não matam seus prisioneiros nem perseguem os que fogem. Precisavam de um padre para os sacramentos. A única exigência foi a imposição de uma existência divina suprema. e meios modestos e amigáveis. Nunca destroem o território do inimigo. Se todos forem amigos eventualmente a verdadeira religião prevalece por merecimento. Podem chamar cada um para o seu mas através de argumentos. Pelo fato de que não havia um padre entre os que sobreviveram ate a chegada em Utopia. O ser supremo se chama Mithras e apesar de discordarem sobre a religião sabem que tudo emana do Supremo. podem ate nadar. não só em diversos lugares da ilha como em cada cidade.

A forma de morrer de um Utopiano é uma dos maiores méritos de um homem. São destacados da população por sua benevolência. Quando a vitória está do lado deles eles correm entre os seus homens para impedir mais matança do inimigo. Cuidam de tudo sagrado.Quando ocorrem batalhas os sacerdotes usando das suas vestes sagradas rezem para a paz. não aproveitam folga. grande vergonha. adoração a Deus e inspeção ao comportamento do povo. Vejam isso como a comprovação de uma entidade Divina Suprema. Trabalham mais o bom comportamento das crianças. Ensinas coisas que serão bons para eles e para o pais deles. Onde tem trabalho duro eles estão lá. As esposas dos sacerdotes são muito conceituadas e se tornam sacerdotes também embora somente as viúvas idosas prestigiadas assim. . Os sacerdotes podem impedir alguém de participar das celebrações religiosas. (3355-3412) – Fazem troça de maus agouros e superstições mas são muito reverente a o que consideram milagres. Se não se arrependem do que fizeram de errado respondem ao Senado que pode condenar. São muito estimados por todos pela sua voluntariedade. Não temem a morte e não é de bom grado um homem que está excessivamente apegado a vida. Desses existem dois tipos. Existe entre eles aqueles que não estudam nada por uma questão de princípio religioso mas em compensação estão o tempo todo trabalhando. Os que são solícitos mas que comem carne e são casados são considerados mais sábios. O valor de um sacerdote é somente a proferido a ele por parte do publico pelo seu respeito. E se algum inimigo ao menos tocar as suas vestes ele terá sua vida e bens preservadas. Educação das crianças é feito pelos sacerdotes. Os Brutheskas são pessoas que atendem um chamado religioso.promovidos. É vergonhoso ser chamado a atenção por um deles. Aquilo que se aprende de menino permanece a vida toda. Reverencias a criação de Deus e as suas obras é uma das formas mais aceitáveis de adorar a Deus. Não há prejuízo à população por essa impunidade. Servem a coletividade como também servem particulares com o seu trabalho voluntário. Todos os consideram sagrados e invioláveis. Se um sacerdote cometer um erro ele responde a sua própria consciência e a Deus. Em época de guerra 7 seguem com as tropas e são substituídos por outros em casa. Acreditam que na medida que são perseguidos os homens acabam por camuflar que por ser uma espécie de fraude é abominado pelos Utopianos. os casados e os celibatários. consideram isso peso de consciência. se não houver paz que a vitória seja do seu lado e que seja realizado sem o derramamento de muito sangue de nenhum dos lados. mas não são perseguidos. (3479-3502) . (3413-3478) – Só existem 13 sacerdotes para cada cidade. Todos os paises os consideram tanto a ponto de que os sacerdotes tem protegido seus próprios guerreiros da selvageria dos seus inimigos. Aos mais devotos ao seu trabalho e que são celibatários consideram os mais santificados. Somente o Príncipe e os magistrados condenam as pessoas. São eleitos como os magistrados com voto secreto. Ninguém o condena. Cremam seus mortos e erguem uma estaca onde havia a pira.

Roupas dos sacerdotes possuem plumas de diversas aves. A música é superior e muito adequado para cada ocasião. para cada um ter o que é seu prover. Se ele dividisse o que tinha teria para todo mundo e ninguém morreria ou sentiria os efeitos da fome. Cerimônias envolvem canto. Agradecem e perdem perdão e no dia seguinte inicia novo ciclo. Antes dos festivais Todos fazem uma avaliação dos seus atos e pedem perdão. Possuem templos magníficos. Não há sacrifícios de animais. O personagem . Não há uma previdência para aqueles que trabalharam tanto visto que na velhice passam muita dificuldade. Sabe que nunca faltará. O nome é Mithras. Graças ao orgulho e soberba impede-se que todos sejam iguais. Um pouco escurecidos para favorecer a introspecção. A única coisa que é feito dentro dos templos é justamente aquilo que seja universal a todas as demais religiões. Por que é que os que tratam de futilidades e luxos ganham mais do que aqueles sem o qual não há vida como fazendeiros. Sexos separados dentro do templo. que trabalham mais do que os animais e mal ganham para o seu sustento. homem a direita. Se não existisse dinheiro a criminalidade como nós conhecemos praticamente desapareceria. (3700-3796) – Todos os demais governos que Rafael conheceu eram apenas uma conspiração dos ricos. Ao se depararem. Ao gerenciar o que é publico apenas satisfazem seus próprios interesses e procuram cada vez mais diminuir o que é devido aos trabalhadores. só sacerdotes vestem cores. Tudo é de tal forma universal que possa ser proferido por qualquer um. todos se prostram diante do sacerdote. Queimam incensos e odores doces e ascendem muitas velas durante suas preces.(3503-3632) – Primeiro (Cynemernes) e ultimo (Trapemernes) dia do mês lunar é sagrado. existem cerimônias no final do último dia e no inicio do primeiro dia. que representa a divina essência. Plutocracia. Não há imagens nos templos. preces e música de instrumentos diversos. mulheres a esquerda. As únicas orações são aquelas que poderiam ser proferidas por qualquer um e entendido por todos. Roupa dentro do templo é branco. Repartem em trte poucos o que deveria ser repartido entre muitos. Vivem na certeza de que ninguém ficará entre eles e as suas necessidades e que todo homem será provido do que precisa. Quando existe casos de fome num pais devido a secas pode ver que os depósitos dos ricos está cheio. Ninguém possui propriedade mas todo mundo vive bem tranqüilo sem preocupações quanto ao sustento e provimento da necessidade dos seus. Embora diversas religiões todos adoram a Suprema Essência. Quais os pedidos que fazem nas suas orações. Não há crimes como há fora da Utopia. As casas particulares fazem os seus rituais pessoais. Medem os meses pela lua e os anos pelo sol. Todos buscam beneficiar a comunidade. Graças a política Utopiana todos os homens vivem felizes debaixo daquele governo. Não há luxo. é uma tradição religiosa e mística. Os ricos querem diminuir cada vez mais o salário dos trabalhadores e conseguem por meios fraudulentos e por leis injustas. Descrição de um Festival. extremamente espaçosos por serem tão poucos. (3633-3699) – Rafael considera o melhor commonwealth que existe. a Divindade Maior.

.Thomas More se despede dizendo que possuía algumas divergências com os Utopianos mas que gostaria de ver muita coisa sendo feito da mesma forma no pais dele.