MATERIAL DE HISTÓRIA PARA O 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL ADAPTADO DE ACORDO COM O CBC DE MINAS GERAIS

Autora: Natania A. a Si!"a No#u$ira E%&o!a Muni&i'a! (u it) Lint* Gu$ $% Ma&)a o + ,º $ i-.o + /R$"i%a a $ a0'!ia a $0 1an$iro $ ,233 + ain a n.o $%t4 tota!0$nt$ $ a&or o &o0 a no"a nor0a orto#r45i&a6 .

Ano 7 ,233

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INDICE
I 7 INTRODU8INDO O ESTUDO DA HISTÓRIA 03 15 23 41 64 71 77

II + A PR9+HISTÓRIA
III + AS PRIMEIRAS CI:ILI8A;<ES I: 7 AS CI:ILI8A;<ES CL=SSICAS

: + AS GRANDES NA:EGA;<ES E GRANDES DESCOBERTAS :I + A OCUPA;>O DO TERRITÓRIO BRASILEIRO
:II + HISTÓRIA LOCAL

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I 7 INTRODU8INDO O ESTUDO DA HISTÓRIA • O ?u$ @ Hi%tAriaB História é tudo o que está relacionado à presença, às atividades, as aneiras de ser das pessoas! "a #é é dado outro sentido$ História, ci%ncia que estuda a vida &u ana através do te po! ' estudo da &istória pode servir a di(erentes (inalidades, que varia con(or e o ponto de vista! Historiador é a pessoa que interpreta os (atos &istóricos ou e)peri%ncias &u anas co a*uda dos re+istros dei)ados de u povo! , &istória &á te pos de curta, édia e lon+a duraç-o! .urta duraç-o é aquele que passa i ediata ente! /édia duraç-o é u (ato no nosso te po! , lon+a duraç-o é aquele que ocorreu &á uito te po atrás! • Por?u$ $%tu a0o% Hi%tAriaB ,studa os &istória para aprender a questionar e re(letir so#re aconteci entos que *á acontecera co o (or a de el&orar nosso entendi ento so#re a realidade! 0 partir deste questiona ento passa os a construir nosso con&eci ento e a (a1er el&or uso do con*unto da e)peri%ncia e con&eci ento &u anos, passados de +eraç-o a +eraç-o! • Co0o i"i i0o% o $%tu o a Hi%tAriaB 0 &istória co eça quando os &o ens encontra os ele entos de sua e)ist%ncia nas reali1aç2es de seus antepassados! 3o ponto de vista europeu, divide4se e cinco +randes per5odos$ 6ré4&istória, 0nti+uidade, 7dade /édia, 7dade /oderna e 7dade .onte por8nea!

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A% &iCn&ia% auDi!iar$% a Hi%tAria 6ara estudar a &istória, os &istoriadores precisa da a*uda de outros cientistas, que ta #é tra#al&a co o passado! 3os ais i portantes au)iliares dos &istoriadores, est-o$ • 's arqueólo+os$ eles escava a terra, entra e cavernas, er+ul&a e ares de rios e #usca de vest5+ios! 's arqueólo+os tra#al&a co o que c&a a os de cultura aterial! .ultura aterial é tudo aquilo que (oi produ1ido pelo &o e ou que arca a presença dele e deter inado local! 6or e)e plo$ pedaços de cer8 ica, o#*etos pessoas, construç2es anti+as ou restos delas9 • 's paleontólo+os$ estudo os (ósseis, restos de ani ais, co o dinossauros ou de plantas que co o te po (ora (ossili1adas :trans(or adas e pedra ou e al+u outro tipo de atéria or+8nica;9 • 's antropólo+os$ eles estuda as sociedades &u anas e, e al+uns casos, os restos &u anos, co o esqueletos, < ias, que s-o encontrados pelos arqueólo+os e suas escavaç2es! • =eólo+o$ estuda a &istoria da terra, das roc&as, das ontan&as! ,le é capa1 de di1er quando u (en> eno natural co o u terre oto ou a erupç-o de vulc-o ocorrera e quais (ora os estra+os causados, apenas analisando ca adas de roc&a e terra! .o a a*uda dos docu entos produ1idos por estes cientistas o Historiador analisa as in(or aç2es e reconstitui a &istória de u a pessoa, de u povo, de u a época! ? u tra#al&o uito lento e lon+o, que é (eito a cada dia! 0 &istória é, portanto, u a ci%ncia din8 ica e que ca in&a *unto co outras ci%ncias! O% Ti'o% $ Hi%tAria Há uitos tipos de &istória, as tr%s s-o considerada ais i portantes$ 1! 0 H7@"AB70 .7CD.70$ aquela #aseada e nós estuda os nos livros de &istória9 2! 0 H7@"AB70 3, E7.FG'$ aquela usada para se (a1er ro ances, (il es, novelas, &istórias e que n-o s-o quadrin&os! @-o &istórias n-o verdadeiras, as entiras, pois quando elas s-o criadas é para divertir e pesquisas cient5(icas e que

n-o para en+anar as pessoas9 3! 0 H7@"AB70 3, H730$ é a nossa &istória, a &istória de cada pessoa que ca in&a so#re a terra!

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A CONTAGEM DO TEMPO HISTÓRICO 0 conta+e das épocas ou eras da História varia se+undo o par8 etro de cada civili1aç-o! 3esde a 0nti+uidade, os povos adota di(erentes siste as para a conta+e do te po anual :calendário; e, posterior ente, para o in5cio de sua própria &istória :era;! Ho*e o calendário crist-o é predo inante, as ainda su#siste os calendários &e#reu, c&in%s e uçul ano! Pri0$iro &a!$n 4rio 4 @ur+e no ,+ito 0nti+o e cerca de 3!000 a!.! .onsidera as (ases da Iua e divide o ano e 12 eses de 2J ou 30 dias! Ca!$n 4rio )$Er$u4 ' ano 1 da era *udaica corresponde a 3!761 a!.! , sete #ro de 1JJ5 co eça o ano 5756 dos *udeus! @eu calendário é lunissolar :considera o @ol e a Iua;, co ano édio de 356,246 dias e eses de 2J ou 30 dias! Ca!$n 4rio &)inC%4 ? lunissolar e co porta dois ciclos$ u de 12 anos :de 354 ou 355 dias, ou 12 eses lunares; e u de sete anos :co anos de 3K3 ou 3K4 dias, ou 13 eses;! 's anos do pri eiro ciclo t% no es de ani ais$ rato, #oi, ti+re, le#re, dra+-o, serpente, cavalo, ca#ra, acaco, +alo, cac&orro e porco! Ca!$n 4rio &ri%t.o 4 ? proposto e 525 pelo &istoriador +re+o 3ion5sio, o /enor, para p>r (i à desorde dos diversos siste as de conta+e cronoló+ica ent-o e pre+ados! .alculando a data da 6áscoa crist-, 3ion5sio to a o nasci ento de Lesus .risto co o ano 1 do século 7, tendo por #ase o calendário *uliano! 's per5odos e aconteci entos anteriores a isso passa a ser datados co a si+la a.C. :antes de .risto; e contados de trás para diante! Era &ri%t. 4 ' calendário crist-o é adotado no ocidente a partir do século H7! Do século M a era crist- é o(iciali1ada pela 7+re*a Bo ana e introdu1ida na 7+re*a #i1antina! Do (inal do século M7M, quando a conta+e cronoló+ica da História pelo siste a de 3ion5sio *á está di(undida e uni(or i1ada pelo undo, desco#re4se u erro de cálculo! .risto nasce, se+undo a oderna &istorio+ra(ia, no ano 4 a!.!

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Ati"i a $%
1 4 Belacione palavras e i a+ens$ 1 N História (icç-o : ;

2 N História ci%ncia

:

;

3 4 6aleontólo+o

:

;

4 4 =eólo+o

:

;

7

5 4 0ntropólo+o

:

;

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2 4 Besolva os se+uintes pro#le as$ a 4 O (óssil de u ancestral do &o e (oi encontrado nu a caverna e seus ossos possue ais de 200 il anos! ,ste Ho ens viveu nu per5odo antes ou depois de .ristoP Lusti(ique sua resposta$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ # 4 O +rande rei nasceu no ano 344 a!.! @e ele estivesse vivo até os &o*e, quantos anos ele teriaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 3 N @o#re os arqueólo+os, responda$ a; .o o o arqueólo+o tra#al&aP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ #; =eral ente, onde o arqueólo+o encontra os vest5+ios :o#*etos produ1idos pelo ser &u ano; ais anti+osP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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APRENDENDO A CONTAR O TEMPO POR MEIO DOS S9CULOS
' te po &istórico é nor al ente a+rupado e séculos! .ada século te 100 anos e passa a ser contado a partir do ano 01! 6ara sa#er os a qual século corresponde u deter inado ano, #asta (a1er u cálculo uito si ples! Dós pe+a os u ano, acrescenta os 01 à sua centena e o resultado é o século que #usca os! ,M$

3F56 R1QQ 14 S GI:
's séculos s-o representados por al+aris os ro anos! 0ssi M7H o século 14 S

1 4 0 partir destas in(or aç2es, (aça a convers-o de anos para séculos, na ta#ela a#ai)o$ 0nos 01 4 100 101 N 200 201 N 300 301 N 400 401 N 500 501 N 600 601 N 700 701 N K00 K01 N J00 J01 N 1000 @éculo 0nos 1001 1101 1201 1301 1401 1501 1601 1701 1K01 1J01 2001 N 1100 N 1200 N 1300 N 1400 N 1500 N 1600 N 1700 4 1K00 N 1J00 4 2000 4 2100

@éculos

2 N @i+a o e)e plo descu#ra a que século pertence os anos a#ai)o$ 1134S M77 1100S 434S 1567S KJ0S 2001S 1300S K4S 5K7S 167KS 1000S 434S 17J0S 1340S 1KKKS 234S 1123S 5K7S

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O SURGIMENTO DA :IDA NA TERRA
D-o se sa#e ao certo quando sur+iu a vida na terra, as os cientistas acredita que tudo ten&a co eçado na á+ua, onde teria se desenvolvido desenvolvera os pri eiros 0i&roor#ani%0o%. 's icroor+anis os s-o seres uito pequenos que n-o pode ser vistos a ol&o nu e, para en)er+á4 los, precisa4se da a*uda de u icroscópio! 3entre os seres icroscópicos, te 4se as T0."?B70@, al+uns EOD='@ :leveduras e #olores;, os 6B'"'U'VB7'@, as 0I=0@ icroscópicas e os HWBO@ :estes <lti os s-o t-o pequenos que para en)er+á4los é preciso usar icroscópio eletr>nico;! 's icror+anis os encontra 4se distri#u5dos e pratica ente todos os lu+ares da nature1a! ,st-o no ar, na á+ua : ares, rios, la+os e á+ua su#terr8nea; e no solo! He*a a#ai)o al+uns e)e plos de icroor+anis os!

Eonte$ &ttp$XX#araode el!#lo+spot!co X2010Q04Q25Qarc&ive!&t l

0l+uns desses pri eiros seres vivos passara por il&2es e il&2es de anos de evoluç-o e aca#ara dando ori+e às espécies ani ais que ocupara nosso planeta! Ieia a &istória e quadrin&os a#ai)o e entenda el&or co o tudo aconteceu!

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Eonte$ 6ortal da "ur a da />nica

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Ati"i a $%:
1 N ' que s-o icroor+anis osP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 2 N Yue tipo de icroor+anis os e)iste P QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 3 N 0pós ler a &istória e quadrin&os do Horácio, descreva de (or a resu ida co o suposta ente nasceu o pri eiro ser vivo do nosso planeta$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 4 N 'nde este ser unicelular viviaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 54 ,)plique co o u <nico ser vivo pode ter dado ori+e a outros seres, todos t-o di(erentes$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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6 N .aça palavras$ B @ O B E 0 @ 3 = I T " H D , U M . H T D O M H 7 " H 6 \ O 7 ' 6 T 7 . [ , ' . , 0 D ' B @ , B " H I = L Z 0 O " I 0 U ' Y O [ " O L ' O 7 Y 0 7 I F E H Z B I B 0 B = \ E 0 I I 7 0 " / 0 B T M " ' / 0 B \ @ 3 Z , ' Z L 6rocure as se+uintes 6alavras$ 1 4 6ovoar 2 4 ,voluç-o 3 4 Onicelular 4 4 'ceano 5 4 História

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II + A PR9+HISTÓRIA
Ha os (alar u pouco da 6B?4H7@"AB70, que é u dos per5odos ais lon+os da &istória da &u anindade, co ais de 3 il&2es de anos! ,ste per5odo se divide e tr%s partes$ 6aleol5tico, Deol5tico e 7dade dos /etais! 0 6ré4História co eça co o sur+i ento do ser &u ano e ter ina co a invenç-o da escrita! Deste per5odo os dinossauros *á n-o ca in&ava ais pela terra e, portanto, nossos ancestrais nunca c&e+ara a sere devorados por u "iranossauro Be)!

/uitas ve1es, quando assisti os a u (il e, a u desen&o ani ado ou es o le os u a revista e quadrin&os, pode aparecer &o ens pré4 &istóricos perse+uidos por dinossauros! 7sto se c&a a !i&$n-a 'o@ti&a! ? quando u escritor cria u a &istória onde ele istura persona+ens reais co i a+inários, utili1a ele entos da &istória se respeitar o te po de cada coisa! 0ssi , te os que prestar atenç-o para n-o con(undir &istória real co (icç-o e ostrar que so os craques e interpretaç-o, pois entender as in(or aç2es contidas e (il es, &istórias e quadrin&os, livros de ro ance e encenaç2es de teatro s-o (or as de ler a realidade na qual vive os! 0ssi , interpretar é entender a ensa+e que nos passa e u a conversa, e u a novela, e u pro+ra a de rádio, no livro escolar, etc!

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O 'a!$o!Hti&o @e+undo a ci%ncia, o ser &u ano passou por u lon+o processo de evoluç-o, até que só restasse a nossa espécie$ o )o0o %a'i$n%I %a'i$n%. Dosso ancestral ais anti+o (oi o australopit&ecus, que teria sur+ido no undo &á ais ou enos 3 il&2es de anos! ,le era u &o in5dio! ,)istira dois tipos de &o in5deos$ os australopit&ecus e os &o o! Dós pertence os à espécie &o o! 0ntes de nós, &avia o &o o &a#ilis, o &o o erectus e o &o o sapiens neandert&alensis! 3urante o 60I,'IW"7.' , ta #é c&a ado de 7303, 30 6,3B0 I0@.030, os pri eiros seres &u anos N os &o in5deos N criara seus pri eiros instru entos, (eitos co pedra lascada, ossos de ani ais e adeira! Desta época os &o in5deos orava nas cavernas e dependia do que a nature1a l&es o(erecia co o ra51es, (rutos, ani ais para caçar e pei)es para pescar!

0 vida era uito di(5cil e ne se pre se conse+uia o ali ento para todos! 6or esta ra1-o, os nossos ancestrais estava se pre se udando, indo atrás de co ida! .o o n-o (icava uito te po e u es o lu+ar, eles era D]/03,@! .o ia , no in5cio, a carne de ani ais se co1in&ar, depois aconteceu u a coisa uito i portante$ os &o in5deos aprendera a do inar o (o+o e, assi , a co1in&ar seu ali ento, se aquecer no inverno e a de(ender suas cavernas e a#ri+os dos ani ais selva+ens! 0 desco#erta do (o+o udou a vida dos nossos ancestrais e representou u dos aiores (eitos &u anos do 6aleol5tico! /as n-o (oi u a tare(a (ácil! 6ri eiro, os &o in5deos tirava o (o+o da nature1a, depois, eles aprendera a do inar e a produ1ir o (o+o! '#serve a &istória e quadrin&os a#ai)o, e entenda el&or$

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Eonte$ 6ortal da "ur a da />nica

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O N$o!Hti&o ' 6aleol5tico ter ina quando os &o in5deos aprende a cultivar seus ali entos! ,sta udança rece#eu o no e de B,H'IOFG' 0=BW.'I0 e arca o in5cio de u a nova (ase da pré4&istória$ o D,'IW"7.', ou 7303, 30 6,3B0 6'I730! 0 partir da o#servaç-o da nature1a, eles (ora aprendendo o ciclo da vida e que ani ais e plantas podia ser do esticados! 0prendera a selecionar as plantas que l&es traria ais ali entos e os ani ais que seria ais <teis, (ornecendo carne, couro, leite e (orça de tra#al&o :transportando adeira, ali entos, pessoas, etc;! ' pri eiro ani al a ser do esticado (oi o c-o! 6rodu1indo o seu ali ento, os +rupos &u anos co eçara a se (i)ar e u só lu+ar, a construir casas e a se tornare a+ricultores e criadores de ani ais! .o isto, dei)ara de ser n> ades se tornara @,3,D"VB7'@!
Não é à toa que sou o melhor amigo do homem!

A I a $ o% M$tai% 's +rupos &u anos (icara ais nu erosos e pessoas a vivere ais te po! @ur+ira constru5das pelos seres &u anos! ais saudáveis, passando as as pri eiras &a#itaç2es

,sta os ca in&ando para a 7303, 3'@ /,"07@, quando os +rupos &u anos desenvolvera as técnicas de (undiç-o do etal :derreti ento a altas te peraturas;, e criara as pri eiras li+as etálicas (eitas co co#re, #ron1e, ouro, prata, (erro, etc! 0través do do 5nio de técnicas de (undiç-o, o &o e teve condiç2es de criar instru entos ais e(icientes para o cultivo a+r5cola, derru#ada de (loretas e a prática da caça! 7n(eli1 ente, o do 5nio so#re os etais teve in(lu%ncia nas disputas entre as co unidades que co petia pelo controle das el&ores pasta+ens e áreas de cultivo, sur+indo assi as pri eiras +uerras! Desta época ir-o sur+ir, ta #é , as pri eiras cidades, os pri eiros +overnos e o ser &u ano irá desenvolver novas &a#ilidades, sur+ira

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pro(iss2es co o a de (erreiro, arceneiro, padeiro, soldado dentre outras! 0o (inal deste per5odo, sur+irá a escrita e co ela c&e+ará ao (i a 6ré4 &istória!

Nós não sabemos escrever, porque não temos mãos... Será que vai fazer tanta diferença assim?

0 partir da criaç-o da escrita, a &u anidade co eça u a nova etapa de sua evoluç-o social$ a .ivili1aç-o! Desta etapa ire os estudar co o as pessoas passara a viver e sociedades co ple)as, or+ani1adas so#re u +overno, co leis para todos e co o crescente desenvolvi ento da econo ia!

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Ati"i a $%
1 4 6ara o &o e pri itivo os instru entos (eitos de pedra era u a tecnolo+ia avançada! @o#re este assunto (aça u a pequena produç-o de te)to relacionando a tecnolo+ia que te os &o*e co a tecnolo+ia produ1ida durante a pré4&istória, co parando os #ene(5cios que elas nos trou)era e ainda tra1e ! QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

2 N 6reste atenç-o na
Nós, dinossauros, caminhamos sobre a terra há milhões de anos

ensa+e

do quadrin&o a#ai)o$
!a"ia muitos de nós #l$uns eram $randes, outros eram %e&uenos #tualmente, estamos e'tintos (estaram de nós a%enas al$umas marcas nas %edras e nossos ossos

Ha os (a1er u e)erc5cio de interpretaç-o! a; 's dinossauros ainda e)iste P : ; @i : ; D-o

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#; ' que aconteceu co os dinossaurosP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ c; .o o sa#e os que eles e)istira , u diaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 3 4 Ievando e conta o que voc% aprendeu so#re &o ens e dinossauros, di+a o que &á de errado na (i+ura ao lado$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 4 4 0rqueólo+os encontra sinais de (o+o controlado Ho in5deos que i+rara da V(rica e direç-o à Vsia e à ,uropa *á controlava o (o+o &á 7J0 il anos! 0s evid%ncias indica que espécies se el&antes ao &o e oderno, co o o Homo erectus, tin&a u co porta ento so(isticado! 3e acordo co os pesquisadores da Oniversidade He#raica, (ora encontrados vest5+ios de di(erentes tipos de adeiras quei adas que data de 6J0 il a 7J0 il anos atrás! ' local ta #é +uardava (erra entas de pedra e ossos co arcas de corte, o que su+ere consu o de carne! 's pesquisadores acredita que o local servia co o u a espécie de lareira e descarta a &ipótese de (o+o natural! ^_' controle do (o+o` certa ente levou a udanças pro(undas de co porta ento _destes &o in5deos`, no que se re(ere à dieta, à de(esa e à interaç-o social^! &á 7J0 il anos!

Eonte do te)to$ Eol&a online, 2JX04X2004 Eonte da 7 a+e $ 6ortal da "ur a da />nica

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a6 S$#un o o t$DtoI ?uan o o )o0$0 &o0$-ou a o0inar o 5o#oB QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ #; ,)plique, usando seus con&eci entos, qual (oi a i port8ncia do (o+o para o &o e pri itivo! QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 5 N Da &istoria e quadrin&os so#re o controle do (o+o, os seres &u anos est-o representados por ani ais i a+inários, inclusive dinossauros! /as a ensa+e que a &istória nos passa é verdadeira! Osando seus con&eci entos so#re o assunto, preenc&a os #al2es a#ai)o e coloque e palavras os pensa entos dos persona+ens!

4 N ,)plique o que (oi a 7dade dos /etais e cite u a coisa #oa e u a coisa rui que ocorreu neste per5odo$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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III + AS PRIMEIRAS CI:ILI8A;<ES3 O a civili1aç-o é u conse+uiu u0 #ran $ pol5tica! Yuando o ser dei)a de pertencer a u tipo de co unidade ou de sociedade &u ana que nH"$! $ $"o!u-.o %o&ia!I &u!tura!I $&onJ0i&a e &u ano alcança este n5vel de desenvolvi ento, ele a sociedade pri itiva e se tornou acivili1adob!

0s cidades sur+e para or+ani1ar a sociedade, nelas (icava os +overnos, as i+re*as :que representa a reli+i-o de cada povo;, os e)ércitos :que deve prote+er as pessoas;! Delas s-o co erciali1ados a produç-o a+r5cola e artesanal e s-o o(erecidos serviços co o de arceneiro, carpinteiro, (erreiro, padeiro e qualquer outra atividade produtiva, que caracteri1a a econo ia de u a co unidade :econo ia se re(ere a tudo aquilo que se produ1, ao tra#al&o que a pessoa dese pen&a e al+u a atividade, a tudo que produ1, à rique1a aterial de u povo;! @ó nós, da espécie &u ana, so os capa1es de nos or+ani1ar na (or a de civili1aç-o! 0s pri eiras civili1aç2es das quais se te e no ,+ito! not5cia sur+ira na /esopot8 ia

# ci"ili3a4/o e$2%cia nasceu no nordeste da 5+rica, nas mar$ens do rio Nilo

# )eso%ot*mia +ica no ,riente )-dio .la - uma re$i/o banhada %or dois im%ortantes rios0 o (io 1i$re e o (io .u+rates Nas mar$ens destes dois rios, nasceram as %rimeiras cidades das &uais se tem not2cia

1

7 a+ens adaptadas do livro e

quadrin&os História do /undo e

quadrin&os , de Iarrc =onicd,

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A MESOPOTKMIA 0 /,@'6'"e/70 é a re+i-o do 'riente /édio que co preende os vales e plan5cies entre os rios "i+res e ,u(rates, que desá+ua no =ol(o 6érsico! /esopot8 ia do +re+o quer di1er aterra entre riosb! Ho*e, esta re+i-o equivale ao território do 7raque e pa5ses vi1in&os! Dela é que se t% o re+istro das pri eiras civili1aç2es, perto de 4000 a!.! Deste per5odo co eça a estruturar4se o ,stado, o sur+i ento da escrita,o desenvolvi ento da econo ia co ercial e a utili1aç-o da roda nos ve5culos! Da /esopot8 ia as pessoas aprendera a irri+ar os ca pos, a drenar os p8ntanos e a evitar as inundaç2es, +arantindo o ar a1ena ento de á+ua para os per5odos de seca! Iá a a+ricultura prosperou e il&ares de pessoas podia ser ali entadas, se necessidade de se #uscar ali entos e outras re+i2es!
, rio "ai nos a6udar a ter boas colheitas7 8amos %oder %lantar mais e comer mais

Nesta terra +-rtil nossa ci"ili3a4/o %ode %ros%erar

"udo isto a*udou no desenvolvi ento e no cresci ento das cidades, al+u as delas co ais de 10 il &a#itantes! 0l+u as dessas cidades tornara 4se uito poderosas, possu5a reis que as +overnava e e)ércitos que as prote+ia ! , torno delas &avia aldeias de ca poneses que tra#al&ava na a+ricultura!

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.o o estas cidades era or+ani1adas co o pequenos pa5ses, elas (ora c&a adas de cidades4estados! 3e te pos e te pos, u a cidade4estado se destacava na re+i-o, so# o +overno de al+u rei uito poderoso! /uitos povos vivera na /esopot8 ia, as al+uns deles se destacara ais! Ha os con&ecer u pouco so#re cada u delesP O% Su0@rio% ,ste povo viveu na /esopot8 ia entre 3!500 N 2!550 a!.! ,les (undara i portantes cidades4 estado co o Or, Orud, ,ridu e Ia+as&! 0 populaç-o nestas cidades variava entre 10 il a 50 il &a#itantes! Do caso da cidade de Or , a populaç-o c&e+ou a 200 il &a#itantes! .ada cidade tin&a u 60",@7, u representante pol5tico, co (unç2es pol5ticas e ilitares! ,ra au)iliado pelos sacerdotes do te plo e altos (uncionários! ,le controlava as construç2es civis e &idráulicas, ad inistrava os tri#utos :i postos pa+os; da populaç-o! 's +overnantes destas cidades era considerados inter ediários ou representantes dos deuses da terra :é o que c&a a os de teocracia, quando u a pessoa ou u +rupo de pessoas +overna e no e de u deus;! 's deuses era considerados donos das terras! Das cidades, &avia te plos c&a ados de U7=OB0",@ N pir8 ides de ti*olos aciços 4 que servia de santuários e eio de co unicaç-o entre deuses e &u anos! ,les era er+uidos co o eio de &o ena+ear e a+radecer o deus patrono de cada cidade! ,ntre al+u as das te os$

ais i portantes reali1aç2es culturais dos su érios,

,@.B7"0$ escrita cunei(or e, (eita e ar+ila ole, co u estilete e (or a de cun&a! Eoi utili1ado nas relaç2es co erciais co os povos

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do /editerr8neo e do vale do 7ndo! .o o te po passou a ser usada n-o só no co ércio, as e te)tos reli+iosos, literários e *ur5dicos! 7DH,DFG' , O@' 30 B'30$ antes os ve5culos dos @u érios era trenós pu)ados por ani ais, por isso a necessidade de el&orar e acelerar os transportes os levou a utili1ar a roda! 7sso serviu para acelerar as co unicaç2es por eios terrestres e revolucionar os eios de loco oç-o da época!

O% A0orita% ou BaEi!Jnio% Hivera na /esopot8 ia entre 2000 a!.!41750 a!.! ,les viera do deserto da 0rá#ia e esta#elecera na cidade de Ta#il>nia, sendo depois deno inados #a#il>nios! ' rei ais con&ecido e i portante de Ta#il>nia (oi Ha urá#i! ,le é responsável pela ela#oraç-o de u dos pri eiros códi+os de leis :*ur5dico; escrito da &u anidade$ a CA i#o $ Ha0ur4Ei! ' .ódi+o Ha urá#i tin&a o o#*etivo de dar disciplina à vida econ> ica e +arantir a 'ro'ri$ a $ 'ri"a a e orde na sociedade! Taseava4se e u princ5pio #e prático aol&o por ol&o e dente por denteb, este era o aprinc5pio de "ali-ob, onde o casti+o ou puniç-o do cri inoso deveria ser equivalente ao cri e co etido! ,ste códi+o envolvia todos os aspectos da vida #a#il>nica, co o, por e)e plo$ co ércio, (a 5lia, adultério, escravid-o e outros! /as as puniç2es variava de acordo co a posiç-o social, tanto da v5ti a quanto do in(rator! 3epois da O% A%%Hrio% Eoi outro importante povo da Mesopotâmia, entre os anos de 1300 a!.!4 612 a!.! 0ss5ria quer di1er $ lu+ar de passa+e , ve da palavra Assur, cidade do norte esopot8 ico! ? o no e da principal divindade ass5ria! 's 0ss5rios era u povo +uerreiro que vivia da conquista e do saque de povos vi1in&os! 's 0ss5rios or+ani1ara u dos pri eiros e)ércitos per anentes da época! 0lé de tere u a avançada técnica ilitar, eles era +uerreiros cruéis! Hencer n-o era o su(iciente$ &avia o assacre e a tortura dos povos vencidos! 7sto servia de inti0i a-.o so#re os povos conquistados! orte de Ha urá#i, o i pério entrou e decad%ncia!

29 Os assírios são um povo muito feroz, que não tem medo da guerra. Eles conquistam e matam sem piedade. Os outros povos t m muito medo dos assírios, mas mesmo assim sempre lutam para se defender.

0 sociedade 0ss5ria era co posta por u a &a0a a ari%to&r4ti&a+ %a&$r ota! e ilitar, que su*eitava a assa ca ponesa, através de pa+a ento de tri#utos :i postos;, tanto e ali entaç-o co e prestaç-o de serviços +ratuitos para o +overno! ' ais con&ecido rei dos ass5rios (oi A%%urEani'a!! ,ste rei, alé de ter u esp5rito +uerreiro, era apreciador da ci%ncia e da literatura, tanto que criou u a +rande #i#lioteca e D5nive, a capital dos ass5rios, considerada a aior #i#lioteca do undo anti+o! O% Cau $u% Hivera na /esopot8 ia entre 612 a!.!4 53J a!.! ,les era c&a ados, ta #é , de neo#a#il>nios :novos #a#il>nios;! Yuando derrotara os ass5rios, (i1era de Ta#il>nia, a capital da /esopot8 ia, reconstruindo4a e (a1endo dela a ais #ela cidade da anti+uidade! ' rei ais destacado (oi NaEu&o ono%or! ,ste (oi u #ril&ante construtor, (oi responsável pela construç-o dos (ar in% %u%'$n%o% $ BaEi!Jnia, considerado u a das sete aravil&adas do undo anti+o! /es o co tanto esplendor e +lória, esse reinado n-o durou uito! 0pós a orte de Da#ucodonosor, a cidade (oi conquistada! , 53J a!.!, o rei 6ersa .iro, ane)ou Ta#il>nia ao i pério 6ersa! 0 reli+i-o dos povos da /esopot8 ia, assi co o da aioria dos povos anti+os, era 6'I7",W"0! ,les possu5a vários deuses, e #ora u ou outro se destacasse!

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Ati"i a $% 1 4 O a civili1aç-o é$ a; u a (or a de or+ani1aç-o inventada na pré4&istória pelos &o ens pri itivos! #; u a (or a de se or+ani1ar a produç-o de ali entos para que eles nunca (alte ! c; u tipo de co unidade ou de sociedade &u ana que conse+uiu u +rande n5vel de evoluç-o social, cultural, econ> ica e pol5tica! d; o no e dado ao per5odo da 7dade dos /etais! e; a deno inaç-o que da os para a evoluç-o das espécies!

2 N '#servando o apa, responda$ Da re+i-o da /esopot8 ia sur+ira as pri eiras cidades! ,screva resu ida ente co o elas era e o que atividades se desenvolvia nelas$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

3 N 0s pri eiras civili1aç2es sur+ira na re+i-o à qual da os o no e de .rescente Eértil esta re+i-o se locali1a$ a; à re+i-o que (ica no norte do 0 a1onas, onde &á uitos rios! #; à re+i-o que (ica no sul do Trasil, onde &á uitas cac&oeiras! c; à re+i-o que (ica no leste do .anadá, onde te uitos la+os! d; à re+i-o #an&ada pelos Bios "i+re, ,u(rates, Lord-o e Dilo e; à re+i-o que pró)i a ao /ar do Dorte, na ,uropa! 4 N ,)plique .o o a presença de rios a*udou no desenvolvi ento das cidadesP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 5 4 's ass5rios destacara 4se$ a; 6elas suas reali1aç2es cient5(icas! #; 6elo notável desenvolvi ento co ercial!

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c; 6elo (ato de (a1ere da +uerra a #ase da sua econo ia! d; 6ela codi(icaç-o do anti+o direito consuetudinário! e; 6ela construç-o de tu #as onu entais para seus reis! 6 4 '#serve a i a+e , ela é a representaç-o de a; u a pir8 ide e+5pcia, er+uida e &o ena+e a u (araó! #; u a pir8 ide aia, locali1ada na 0 érica .entral! c; u castelo edieval, locali1ado na 0le an&a! d; u te plo, c&a ado de Ui+urate! e; u a (ortale1a, er+uida pelos 0ss5rios! 7 N ,)plique c que (oi o .ódi+o de Ha urá#iP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ K N .aracteri1e a reli+i-o dos povos anti+osP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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O EGITO ANTIGO 0 civili1aç-o e+5pcia anti+a desenvolveu4se no nordeste a(ricano às ar+ens do rio Dilo, apro)i ada ente e 3200 a!.! ' rio era utili1ado co o via de transporte :através de #arcos; de ercadorias e pessoas! 0s á+uas do rio Dilo ta #é era utili1adas para #e#er, pescar e (ertili1ar as ar+ens, nas épocas de c&eias, (avorecendo a a+ricultura!
Eu sou o #ara$, sou um deus

0 sociedade e+5pcia estava dividida e várias ca adas, sendo que o (araó era a autoridade á)i a! ' (araó era o rei e concentrava e si autoridade ilitar, reli+iosa e pol5tica! .o o era considerado u deus vivo, ele ta #é e)ercia u poder teocrático!

@acerdotes, ilitares e escri#as :responsáveis pela escrita; ta #é +an&ara i port8ncia na sociedade! ,sta era sustentada pelo tra#al&o e i postos pa+os por ca poneses, artes-os e pequenos co erciantes, todos considerados servos do ,stado! Havia, ta #é , e enor quantidade, escravos que era +eral ente pessoas capturadas e +uerras!

Eu sou um escri!a, eu fa"o todos os registros escritos do Egito.

0 escrita e+5pcia ta #é (oi al+o i portante para este povo, pois per itiu a divul+aç-o de idéias, co unicaç-o e controle de i postos! ,)istia duas (or as de escrita$ a de ótica : ais si pli(icada; e a &iero+l5(ica : ais co ple)a e (or ada por desen&os e s5 #olos;! O a espécie de papel c&a ado papiro, que era produ1ido a partir de u a planta de es o no e, era utili1ado para re+istrar os te)tos! 's te)tos ta #é era escritos e pedra, principal ente nas paredes dos te plos e das tu #as!

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Nossa, quanta

coisa escrita!

0 econo ia e+5pcia era #aseada na a+ricultura que era reali1ada, principal ente, nas ar+ens (érteis do rio Dilo! 's e+5pcios ta #é praticava o co ércio de ercadorias e o artesanato! 's tra#al&adores rurais era constante ente convocados pelo (araó para prestare al+u tipo de tra#al&o e o#ras p<#licas :canais de irri+aç-o, pir8 ides, te plos, diques;! 0 reli+i-o e+5pcia tin&a vários deuses : uitos deles co corpo (or ado por parte de ser &u ano e parte de ani al sa+rado; que inter(eria na vida das pessoas! 0s o(erendas e (estas e &o ena+e aos deuses era uito reali1adas e tin&a co o o#*etivo a+radar aos seres superiores, dei)ando4 os (eli1es para que a*udasse nas +uerras, col&eitas e o entos da vida! .ada cidade possu5a deus protetor e te plos reli+iosos e sua &o ena+e ! .o o acreditava na vida após a orte, u i(icava os cadáveres, colocando4os e tu #as cu*o ta an&o e a rique1a dependia da (ortuna de que estava sendo enterrado! 's (araós, por e)e plo, andava construir pir8 ides para +uardar seu corpo e seus #ens ateriais, pois acreditava na vida após a orte!
%&nica, 'e!olinha, ve(am s$! )ão as pir*mides do Egito! Era nelas que os fara$s eram enterrados, com todos os seus tesouros!

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/uitos ani ais ta #é era considerados sa+rados pelos e+5pcios, de acordo co as caracter5sticas que apresentava $ c&acal :esperte1a noturna;, +ato :a+ilidade;, carneiro :reproduç-o;, *acaré :a+ilidade nos rios e p8ntanos;, serpente :poder de ataque;, á+uia :capacidade de voar;, escaravel&o :li+ado à ressurreiç-o;!

0l+u as curiosidades so#re os e+5pcios$ • 0s cidades$ as casas e palácios do ,+ito anti+o era constru5das co ti*olo e, ao contrário dos te plos que era constru5dos e pedra, n-o resistira ao passar dos séculos!

0s .i%ncias$ a ci%ncia e+5pcia era voltada para a soluç-o dos pro#le as do dia4a4dia! 0 ate ática, por e)e plo, procurava encontrar soluç2es para a ediç-o das terras ou para o traçado dos planos das pir8 ides e te plos! 0 edicina, que teve co o patrono o sá#io I0)ot$', (oi u a das ci%ncias que se desenvolveu #astante, principal ente e (unç-o do trata ento que era dado aos cadáveres para preservá4los intactos! 's enterros$ os e+5pcios enterrava seus ortos na #anda ocidental do rio Dilo, pois lá f acreditava4se f o sol iniciava sua *ornada noturna através do undo dos ortos! 0ssi , no deserto ocidental, instalara 4se i ensas necrópoles :ce itérios;, nas quais as pir8 ides, os te plos ortuários e os t< ulos a#ertos e plena roc&a era edi(icados e antidos! 0 Hi+iene$ sendo u povo uito asseado, os anti+os e+5pcios cuidava #astante de sua &i+iene pessoal e de suas vesti entas! Iavava 4se várias ve1es ao dia! Ii par as un&as dos pés, lavar a #oca e cuidar dos ca#elos, ta #é (a1ia parte das ocupaç2es cotidianas co o corpo! 0 aquia+e ocupava u a parte considerável de tais ocupaç2es, tanto para as ul&eres quanto para os &o ens! 's cos éticos, os en(eites para a ca#eça e os acessórios tin&a papel arcante na apar%ncia da ul&er e+5pcia! "odos se vestia , +eral ente, co roupas de lin&o que se apresentava se pre li pas e e per(eito estado de conservaç-o! .on&eça ais so#re a reli+i-o e+5pcia por eio de seus 3euses!

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OS DEUSES EGLPCIOS
Osíris 7r -o de @et& e arido de Wsis, é o (il&o pri o+%nito de =e#:terra; e Dut:céu; e por isso teve o direito de +overnar o trono do ,+ito! @eu ir -o @et&, por inve*a destrói 's5ris e espal&a seus pedaços por todo o ,+ito! ? representado e (or a de < ia, co u a coroa #ranca, plu as e c&i(res! Anúbis .ondu1ia as al as para 's5ris *ul+á4las! ,ra o sen&or da "erra do @il%ncio do 'cidente, a terra dos ortos, o preparador do ca in&o para o outro undo! Ísis 0 deusa ais popular do ,+ito, ela representava a a+ia e os istérios daquela re+i-o, a -e per(eita e sua dedicaç-o! ? representada co o u a ul&er que costu a carre+ar inscritos so#re sua ca#eça os &ieró+li(os re(erentes ao seu no e!

Horus ? u a divindade solitária relacionado ao *u51o das al as no undo in(erior, apresentando as al as ao Lui1 3ivino! ,ra considerado id%ntico e (eito da es a su#st8ncia de seu pai, 's5ris!

Hathor ? a deusa4vaca, s5 #olo do .éu9 era representante do se)o (e inino, da ale+ria, do a or, da (ecundidade e do pra1er!

Maat Bepresenta o equil5#rio , a &ar onia do universo e personi(ica a *ustiça, prote+endo os tri#unais

Neftis 7r - de Wsis e, *unto co ela, representava o aspecto dual da nature1a9 Wsis representava o #e e De(tis o al!

Thoth 3eus da sa#edoria e do istério, o deus escrevente9 o *u51, cu*a sa#edoria e autoridade é arcante so#re todos os outros deuses! 0nota os pensa entos, palavras e aç2es dos &o ens durante a vida e as pesa na #alança da *ustiça divina! eth 3eus que si #oli1ava o lado escuro de 's5ris, o es o que o 0dversário, o lado al5+no contrapondo4se a 's5ris! /atou seu ir -o 's5ris nu a luta pelo poder no ,+ito!

Rá ' pri eiro dos deuses, criado a partir do .aos 7nicial, e er+iu da escurid-o nu a (lor de lótus! "a #é con&ecido co o 0 on4 Bá, o 3eus @ol!

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Ati"i a $% 1 N Ieia os quadrin&os co atenç-o$
, porque est+ escrito em egípcio, sua !o!a!

'e!olinha, eu tenho que achar o endere"o da minha amiga Neph, mas não entendo o que est+ escrito aqui...

0*ude a />nica a encontrar e a entender o endereço, e)plicando co o é a escrita e+5pcia$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 2 4 '#serve a i a+e ! ,la ostra u (ra+ ento da escrita e+5pcia, u a das ais anti+as do undo! ,ste tipo de escrita, que istura s5 #olos e desen&os te u no e espec5(ico! ,la se c&a a escrita$ escrita e+5pcia era a$ a; .unei(or e #; Hiero+l5(ica c; 0rá#ica d; Ti1antina e; 'cidental

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3 - Eu sou Cleópatra, rainha do Egito. Eu faço parte da elite egípcia, ou seja, do grupo dos mais ricos. Mas só há pessoas ricas no Egito? escu!ra "uais s#o os grupos sociais "ue compunham a sociedade egípcia e faça uma lista deles, a!ai$o%

QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 4 N Do ,+ito qual a (unç-o era (unç-o das pir8 idesP a; @ere so ente o#ras para ostrar o poder da capacidade e+5pcia de construç-o! #; /arcos para ostrar a per an%ncia dos &e#reus no ,+ito! c; @ere te plos aos deuses, onde inclusive era (eitos sacri(5cios &u anos! d; ' de sere t< ulos aos (araós que as andava construir! 0pós sua orte elas ta #é era usadas co o te plos para cultuar os (araós ortos! e; /arcos do poder ilitar dos e+5pcios (rente aos povos da V(rica! 5 N .aracteri1e a reli+i-o e+5pcia$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 6 N .ite que era os tra#al&adores no 0nti+o ,+ito$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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7 N 3escreva co o era as casas dos e+5pciosP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ K 4 6ara os e+5pcios a &i+iene era uito i portante! , para voc%, ela éP 3escreva a#ai)o seus &á#itos de &i+iene, da &ora que voc% acorda até a &ora de dor ir$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 7 4 Ha os pesquisarP 6rocure na #i#lioteca al+u as curiosidade so#re o ,+ito$ a; 0 e)tens-o do Bio Dilo$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ #; ' no e das tr%s aiores pir8 ides do ,+ito$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ c; ' que é a ,s(in+e$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ K N Ha os nos divertir u poucoP 6reenc&a os #al2es e crie u a aventura de .e#olin&a, />nica e .asc-o no anti+o ,+ito$

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O %$#r$ o a PirM0i $

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Di&a $ !$itura: A% CrJni&a% o% Nan$: A 'irM0i $ :$r0$!)a, Bicd Biordan :autor da série 6ercc Lacdson e os 'li pianos;, editora! Da o#ra a0 6ir8 ide Her el&ab, os ir -os .arter e @adie Zane vive separados desde a orte da -e! @adie é criada e Iondres pelos av>s e .arter via*a o undo co o o pai, o 3r! Lulius Zane, u (a oso e+iptolo+ista! Ievados pelo pai ao Tristis& /useu , os ir -os desco#re que os deuses do ,+ito est-o despertando! 6ara piorar, @et, o deus ais cruel, te vi+iado os Zane! 0 (i de det%4lo, os ir -os e #arca e u a peri+osa *ornada e #usca que revelará a verdade so#re sua (a 5lia e sua li+aç-o co u a orde secreta do te po dos (araós! Riodan, Ric!" A #irâmide $erme%ha" &ntrínseca, '()(" **+ p" ,s-rie As .r/nicas dos 0ane, $o%" )1

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I: 7 AS CI:ILI8A;<ES CL=SSICAS .&a a os de civili1aç2es clássicas as civili1aç2es +re+a e ro ana! ,las s-o consideradas o #erço da civili1aç-o oderna, da qual (a1e os parte! ,las t% uitas coisas e co u , co o o (ato de adotare a escravid-o co o (or a de tra#al&o! Ha os sa#er ais u pouco so#re elasP

0 =B?.70 0D"7=0 0 civili1aç-o +re+a sur+iu entre os ares ,+eu, L>nico e /editerr8neo, por volta de 2000 0.! 's +re+os ori+inara 4se de povos que i+rara para a pen5nsula #alc8nica$ os aqueus, os *>nicos, os dóricos e os eólios! 0s populaç2es invasoras s-o e +eral con&ecidas co o ^&el%nicas^, pois sua or+ani1aç-o de cl-s (unda entava4se na crença de que descendia do deus Heleno, (il&o de D$u&a!i.o e Pirra! 's que n-o (alava +re+o era c&a ados de #ár#aros! La ais c&e+ara a (or ar u +overno nacional, poré estava unidos pela es a cultura, reli+i-o e l5n+ua! @ituada na sul da 6en5nsula Talc8nica, o território da =récia continental caracteri1a4se pelo seu relevo ontan&oso, #an&ada pelo /ar ,+eu da costa ocidental e #an&ada pelo /ar 0driático! ' território da =récia continental era uito ontan&oso, tornando a a+ricultura u a atividade di(5cil! 6or esta ra1-o, os +re+os i+rara para outras re+i2es, onde (undara col>nias! 0s col>nias (ora o eio utili1ado pelos +re+os para disse inare a sua reli+i-o e seus &á#itos por toda a e)tens-o do /editerr8neo! Eora al+u as col>nias +re+as$$ vilas na @ic5lia, sul da 7tália, "urquia, terras no ar De+ro, Wndia, 6ortu+al e @ud-o!

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' undo +re+o era dividido e centenas de cidades4estados, espal&adas e várias partes do undo con&ecido :Vsia /enor, V(rica e ,uropa;! ,stas cidades4estados era c&a adas de 6olis! .ada cidade4estado tin&a sua própria (or a pol5tico4ad inistrativa, or+ani1aç-o social e deuses protetores! 0 econo ia dos +re+os #aseava4se no cultivo de oliveiras, tri+o e vin&edos! ' artesanato +re+o, co destaque para a cer8 ica, teve +rande aceitaç-o no /ar /editerr8neo! .o o co ércio ar5ti o, os +re+os alcançara +rande desenvolvi ento, c&e+ando até es o a cun&ar oedas de etal! 's escravos, devedores ou prisioneiros de +uerras, (ora utili1ados co o -o4de4o#ra na =récia! 0l+u as de suas cidades4estados se tornara centros econ> icos uito poderosos 0s duas pólis ais i portantes da =récia (ora $ ,sparta e 0tenas! 0tenas
Legal! Estamos em Atenas, terra da democracia! Aqui o povo pode decidir o que deve ser feito pela cidade. Não é legal? Ei! Que democracia é esta onde as mulheres não podem participar?

0tenas era u a cidade *>nica, situada na pequena pen5nsula da Vtica! 3esde os te pos dos anti+os, seus &a#itantes se entre+ava à nave+aç-o ar5ti a e, e contato co outros povos de civili1aç2es adiantadas, aprendera e desenvolvera os ele entos de u a vida espiritual e aterial ente superior! 0s tradiç2es dava à cidade co o (undada por C@&ro'$, colono e+5pcio! O dos seus onarcas lendários teria sido o &erói T$%$u! ' <lti o desta (ase (oi .odro que sacri(icou a própria vida para salvar o pa5s da invas-o dos dórios! 0 (i de &onrar4l&es a e ória, os atenienses a#olira a reale1a, declarara que nin+ué possu5a di+nidade #astante para su#stituir u rei co aquelas qualidades! , 0tenas dava4se uito valor à cultura, leitura e artes de (or a +eral! 's cidad-os atenienses dedicava 4se a estas atividades enquanto os escravos

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tra#al&ava ! 6or esta ra1-o, os atenienses nos dei)ara que pode ser apreciadas até &o*e! A or#ani*a-.o %o&ia! $ At$na%

uitas &eranças,

0 populaç-o de 0tenas dividia4se e tr%s classes$ &i a .o%, 0$t$&o% e $%&ra"o%! 0 cidadania era u privilé+io que se adquiria pelo nasci ento! @o ente (il&os de pai e -e atenienses se reservava o direito de sere cidad-os! 's estran+eiros e seus descendentes, do iciliados e 0tenas, (or ava a classe dos etecos, e)clu5dos, co o os escravos, da vida pol5tica! , 0tenas, todos os cidad-os tin&a direitos pol5ticos, as ne todos &a#itantes era cidad-os! A or#ani*a-.o 'o!Hti&a $ At$na% "al co o nas de ais cidades da =récia, &avia e 0tenas a classe dos aristocratas, os $u'4tri a% :#e nascidos;, co o ali era c&a ados! ,stes, durante uito te po, +overnara a polis! ' +overno dos no#res era opressor e indi(erente às necessidades do povo! .o o te po, (or ou4se u a nova classe social$ a dos co erciantes e de industrias que dese*ava participar dos atos de +overno! Onira 4se, por isso, aos de ais e dera co eço a u a série de lutas, visando a el&ores condiç2es de vida de toda a populaç-o! Do século H77 a!.!, sur+ira as pri eiras leis escritas, atri#u5das a Dr4&on e que se tornara (a osas pela severidade e ri+or! ,ra u passo à (rente na conquista dos direitos &u anos! Eora os +re+os que inventara a $0o&ra&ia, (or a de +overno onde que to a as decis2es é o povo! 's cidad-os atenienses reunia 4se e u a praça c&a ada 0pela e lá todos os cidad-os adultos tin&a direito de (alar :e)ceto ul&eres, escravos e estran+eiros;! 's cidad-os decidia através de u ple#iscito re(or as que deveria ser (eitas na cidade, nas leis, etc! 0 de ocracia é u a das +randes &eranças que te os dos +re+os até &o*e! E u&a-.o $0 At$na% , 0tenas, apesar das ul&eres ta #é sere educadas para as tare(as de -e e esposa, a educaç-o era tratada de outra (or a, pois até es o nas classes ais po#res da sociedade ateniense encontrava 4se &o ens al(a#eti1ados! ,les era instru5dos para cuidare n-o só da ente, co o ta #é do corpo, o que l&es dava vanta+e na &ora da +uerra, pois era t-o #ons +uerreiros quanto era estrate+istas!

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E%'arta

9ara o es%artano só e'iste um ti%o de morte0 lutando bra"amente durante uma batalha

,sparta era u a polis total ente di(erente de 0tenas! Iocali1ava4se no sudoeste do 6eloponeso! 0 re+i-o, que é quase toda cercada de ontan&as, c&a ou4se, e outros te pos, de Iac>nia! 7nicial ente (oi &a#itada pelos pelas+os, depois (oi invadida pelos aqueus e, por (i , conquistada pelos dórios! ,sses <lti os (i)ara o centro de sua atividade na cidade de ,sparta! 0 &ostilidade dos aqueus, vencidos as n-o con(or ados, a in(lu%ncia do solo áspero, do cli a e da própria situaç-o +eo+rá(ica, tornara os espartanos, no decorrer dos séculos, u povo +uerreiro! "r%s otivos principais levara os espartanos a +uerras de conquista$

14 0 preocupaç-o de a#ater qualquer outro ,stado que, por seu poderio, constitu5sse a eaça ao polis9 24 0 necessidade de outras terras para a populaç-o crescente9 34 ' dese*o de au entar o poderio au)iliares ou aliadas! A or#ani*a-.o %o&ia! $%'artana 0 or+ani1aç-o pol5tica e social de ,sparta é atri#u5da a Li&ur#o, persona+e lendária, que teria vivido no século 7M a!.! 0 populaç-o se co pun&a de tr%s classes sociais$ espaciatas, periecos e ilotas! 's $%'a&iata%, ta #é c&a ados espartanos, era descendentes dos anti+os dórios e (or ava a classe dos i+uais, espécie de aristrocacia ilitar, a#sorvendo novas tropas

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do inante! 's '$ri$&o% inte+rava a classe (or ada pelos anti+os aqueus que n-o (ora despo*ados de suas pequenas propriedades9 n-o tin&a direitos pol5ticos, as +o1ava de co pleta li#erdade social e econ> ica! 's i!ota% era ta #é aqueus, pertencentes, poré , àquela +rande aioria que (ora privada de seus &averes e redu1ida a condiç2es de tra#al&o &u ilde! A or#ani*a-.o 'o!Hti&a $ E%'arta , ,sparta predo inava a o!i#ar?uia, u a (or a de +overno onde poucos tin&a poder! ,sparta era +overnada por dois reis ao es o te po! , época de +uerra, so ente u deles arc&ava para o co #ate! ' poder dos onarcas so(ria, poré , li itaç2es i postas pelos se+uintes outros ór+-os de +overno$ 7 4 0 =er<sia, c8 ara (or ada de cidad-os aiores de 60 anos, que redi+ia as leis a sere por todos o#edecidas9 77 4 0 Vpela, asse #léia e que to ava parte os aiores de 30 anos, co poderes para aceitar ou re*eitar as propostas da =er<sia9 777 4 's ?(oros, consel&eiros ou a+istrados, e n< eros de cinco, eleitos por u ano e co atri#uiç2es de convocare as duas c8 aras, de dare orde a ilitares, de ad inistrar *ustiça e de vi+iar a vida particular dos adultos! A $ u&a-.o $%'artana 0 educaç-o dos espartanos visava (a1er de cada indiv5duo u soldado! ' recé 4nascido que apresentasse de(eito para a vida ilitar era orto por orde do ,stado! Yuando os eninos alcançava os setes anos de idade, tornava 4se recrutas e passava a (a1er parte de u a pequena tropa!
Nós, espartanos, não fugimos de uma boa briga. Com apenas 300 soldados, nosso exército enfrentou mais de 100 mil persas.

@o# as ordens de u onitor, praticava diaria ente e)erc5cios atléticos e +inástica! 0os vinte anos, o *ove in+ressava no e)ército9 aos trinta, podia casar4se e participar da Vpela! 0 vida ilitar só (indava quando o &o e espartano c&e+ava aos 60 anos de idade! "odos, es o os onarcas, antes dessa idade, era o#ri+ados a to ar parte nos e)ércitos ilitares! 0 cultura intelectual (oi quase nula e ,sparta, li itando4se ao ensino de

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poesias sa+radas, a cantos de +uerra e a u a eloqg%ncia particular que devia e)pressar uitas coisas e poucas palavras! .&a a4se lac>nica a lin+ua+e #reve, concisa, sentenciosas, i+ual a que e (alava na Iac>nia! R$!i#i.o $ &u!tura a Gr@&ia Anti#a 's +re+os criara vários itos para poder passar ensa+ens para as pessoas e ta #é co o o#*etivo de preservar a e ória &istórica de seu povo! Há tr%s il anos, n-o &avia e)plicaç2es cient5(icas para +rande parte dos (en> enos da nature1a ou para os aconteci entos &istóricos! 6ortanto, para #uscar u si+ni(icado para os (atos pol5ticos, econ> icos e sociais, os +re+os criara u a série de &istórias, de ori+e i a+inativa, que era trans itidas, principal ente, através da literatura oral!

D$u%$% #r$#o% 3e acordo co o +re+os, os deuses &a#itava o topo do /onte 'li po, principal ontan&a da =récia 0nti+a! 3este local, co andava o tra#al&o e as relaç2es sociais e pol5ticas dos seres &u anos! 's deuses +re+os era i ortais, poré possu5a caracter5sticas de seres &u anos! .i< es, inve*a, traiç-o e viol%ncia ta #é era caracter5sticas encontradas no 'l5 po! /uitas ve1es, apai)onava 4se por ortais e aca#ava tendo (il&os co estes! 3esta uni-o entre deuses e ortais sur+ia os &eróis! "odos nós *á ouvi os (alar so#re eles, es o se sa#er! 0 itolo+ia +re+a (oi u a das &eranças que os +re+os nos dei)ara ! Dela &á aventuras, ro ances e tra+édias que inspirara escritores, pintores e escultores e todas as épocas! Yue *á n-o ouviu (alar de Ueus, de Hércules ou de 0(roditeP

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A Mulher Maravilha, famosa super heroína das histórias em quadrinhos, é uma guerreira amazona, filha da lendária rainha das amazonas Hipólita. Os mitos gregos são até ho e fontes de novas !ria"#es, prin!ipalmente nos quadrinhos e no !inema.

.on&eça os principais deuses +re+os $ • 8$u% 4 deus de todos os deuses! • A5ro it$ 4 deusa do a or e #ele1a! • Po%$i on 4 deus dos ares • Ha $% 4 deus dos ortos! • H$ra 4 deusa dos casa entos e da aternidade! • A'o!o 4 deus da lu1 e das o#ras de artes! • Ar$% 4 divindade da +uerra! • Art$0i% 4 deusa da caça! • At$na 4 deusa da sa#edoria e da serenidade! • H$r0$% 4 divindade que representava o co ércio e as co unicaç2es! • H$5$%to% 4 divindade do (o+o e do tra#al&o!

6raticava , ainda, os +re+os, o culto dos &eróis, era seres itoló+icos considerados pelos +re+os, co o seus antecessores, (undadores de suas cidades, às quais dava proteç-o$ "eseu, ?pido, 6erseu, Telero(onte e Hércules! Ieia a#ai)o o trec&o de u a adaptaç-o de u a lenda +re+a, (eita por /aur5cio de @ousa!

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Eonte$ 6ortal da "ur a da />nica

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O% (o#o% O!H0'i&o% 3iversos *o+os periódicos era pro ovidos pelos +re+os e &o ena+e aos deuses, co o os Lo+os 'l5 picos, dedicados a Ueus, na cidade 'l5 pia! 's Lo+os 'l5 picos era praticados de quatro e quatro anos! 3urante sua reali1aç-o, n-o &avia +uerras, e respeitava 4se co o as pessoas sa+radas os seus participantes! 's *o+os ol5 picos era reali1ados e &onra a Ueus :o ais i portante deus +re+o; e inclu5a provas de diversas odalidades esportivas$ corridas, saltos, arre esso de disco, lutas corporais! 0lé do esporte, &avia ta #é co petiç2es usicais e poéticas!

Eonte$ 0)teri) nos Lo+os 'l5 picos

's Lo+os 'l5 picos era anunciados por todo o undo +re+o de1 eses antes de sua reali1aç-o! 's +re+os atri#u5a ta an&a i port8ncia a essas co petiç2es que c&e+ava a interro per +uerras entre cidades :tré+ua sa+rada; para n-o pre*udicar a reali1aç-o dos *o+os! 6essoas dos lu+ares ais distantes ia a 'l5 pia a (i de assistir aos *o+os! Havia, entretanto, proi#iç-o à participaç-o das ul&eres, se*a co o esportistas, se*a co o espectadoras! 's atletas que participava das co petiç2es era respeitados pelos +re+os e +eral! ' pr% io para os vencedores era apenas u a coroa (eita co ra os de oliveira col&idos nu #osque consa+rado a Ueus! /as a sua +lória era i ensa! 0s cidades recepcionava os vitoriosos co (estas e &o ena+ens! 's Lo+os 'l5 picos da 7dade 0nti+a (ora cele#rados até 3J3 d!.!, quando o i perador ro ano T$o A%io, que era crist-o, andou (ec&ar o te plo de Ueus e 'l5 pia, para co #ater cultos n-o4crist-os! Yuin1e séculos depois o educador (ranc%s Pi$rr$ $ Fr$ OI o Ear.o $ CouE$rtin :1K3641J37;, e preendeu es(orços para restaurar os Lo+os 'l5 picos! @ua ^causa^ o#teve si patia e ades-o internacionais! , 1KJ6, (ora reali1ados e 0tenas os

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pri eiros Lo+os 'l5 picos da época conte por8nea! 0s atuais 'li p5adas, ta #é reali1adas de quatro e quatro anos, reunindo atletas de diversos pa5ses do undo, procura preservar o ideal de unir os povos por eio do esporte! 0tividades$ 1 N .o o sur+iu a =réciaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 2 N ' que era a 6olisP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 3 N Yue classes sociais e)istia e 0tenasP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 4 N .o o era a educaç-o dos *ovens ateniensesP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 5 N .o o era a reli+i-o dos +re+osP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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6 4 0 ,u+enia e ,sparta 's espartanos tin&a u a preocupaç-o oE%$%%i"a co o que se entendia ser a aqualidadeb de sua raça! 0 necessidade de se constituir u e)ército (orte aca#aria requerendo u aterial &u ano de pri eira lin&a, dessa aneira, antin&a u aco pan&a ento cuidadoso na +ravide1 de suas ul&eres que era levadas para (a1er e)erc5cios que possi#ilitasse u a el&or +estaç-o! 0o nascer, a criança espartana era inspecionada por e #ros do +overno, que veri(icava seu estado de sa<de! @e (osse saudável, erecia os cuidados do ,stado! @e (osse doente ou apresentasse al+u a de(ici%ncia (5sica ou ental, podia ser i ediata ente orta :c&a a os essa prática de eu+enia;! Yuando nascia u a criança espartana, pendurava4se na porta da casa u ra o de oliveira :se (osse u enino; ou u a (ita de l- :se nascesse u a enina;! Havia rituais privados de puri(icaç-o e recon&eci ento da criança pelo pai, alé de u a (esta de nasci ento con&ecida co o +enetlia, na qual o recé 4nascido rece#ia u no e e presentes de parentes e a i+os! a; 6orque os espartanos preocupava 4se co a qualidade de sua raçaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ #; ' que acontecia co a criança que nascia co al+u de(eito (5sico ou entalP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ c; .o o as pessoas sa#ia o se)o de u a criança que aca#ara de nascer na cidadeP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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7 4 ' teatro na =récia 0nti+a ' teatro +re+o sur+iu a partir da evoluç-o das artes e ceri >nias +re+as co o, por e)e plo, a (esta e &o ena+e ao deus 3ion5sio :deus do vin&o e das (estas;! 3urante o per5odo clássico da &istória da =récia :século H a!.!; (ora esta#elecidos os estilos ais con&ecidos de teatro$ a tra+édia e a co édia! ?squilo e @ó(ocles s-o os dra atur+os de aior i port8ncia desta época! 0 aç-o, diversos persona+ens e te as cotidianos (ora representados nos teatros +re+os desta época! Desta época clássica (ora constru5dos diversos teatros ao ar livre! 's atores representava usando áscaras e t<nicas de acordo co o persona+e ! 0s ul&eres era proi#idas de participar! 's te as ais representados nas peças teatrais +re+as era $ tra+édias relacionadas a (atos cotidianos, pro#le as e ocionais e psicoló+icos, lendas e itos, &o ena+e aos deuses +re+os, (atos &eróicos e cr5ticas &u or5sticas aos pol5ticos! a; Yual a ori+e do teatroP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ #; Yuais era os estilos de teatro ais con&ecidosP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ c; Yuais era os te as ais co uns das peças teatraisP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ K N 0s 'li p5adas 0 ideia de u (estival esportivo nos oldes das 'li p5adas sur+iu na ,ra 0nti+a, apro)i ada ente 2500 a!.!, quando os +re+os reali1ava (estivais e &onra a Ueus! .onta a lenda que os Lo+os (ora criados por Hércules, que plantou a oliveira de onde era retiradas as (ol&as para a con(ecç-o da coroa dos vencedores! 0pós a pri eira 'li p5ada, (icou acertado que os Lo+os seria reali1ados a cada quatro anos, durante os eses de *ul&o ou a+osto! 6odia co petir +re+os que (osse cidad-os livres e nunca tivesse co etido assassinatos ou outros cri es! ' ter o ol5 pico, c&e+aria quase dois il anos depois! , 776 a!.!, o rei de 7lia, (e1 u a aliança co Iicur+o, onarca de ,sparta, e .l5stenes, rei da 6issa! '

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acordo (oi selado no te plo de Hera, no santuário de 'l5 pia, sur+indo assi o no e 'li p5adas! ,sse tratado esta#eleceu u a ^tré+ua sa+rada^ e toda a =récia enquanto os Lo+os era reali1adas n-o poderia &aver +uerra! ,ssa tré+ua era respeitada à risca! 0 vitória nos Lo+os 'l5 picos consa+rava o atleta e proporcionava a ele u a recepç-o de &erói no retorno à sua cidade de ori+e !

.o e)ceç-o das sacerdotisas de 3% etra, apenas os &o ens podia assistir às disputas! 6ouco antes dos Lo+os 'l5 picos, as ul&eres, usando ca#elos soltos e t<nicas curtas e co petindo no es o estádio de 'l5 pia, participava de u a outra co petiç-o, a Heraea, e &o ena+e à Hera, ul&er de Ueus! a; .o o e onde sur+ira a 'li p5adaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ #; ,)plique co o (uncionava a tré+ua sa+rada$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ c; Yue podia participar dos *o+osP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ d; .o o as ul&eres participava P QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQ

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J N @o#re a de ocracia ateniense é correto a(ir ar que$ a; &avia u a a pla participaç-o popular 4 inclusive de ul&eres! #; #aseava4se nu siste a de participaç-o indireta, co eleiç2es para dele+ados distritais que representava a populaç-o e asse #léias reali1adas na 0+ora! c; era arcada pela restriç-o na participaç-o, *á que o critério de e)clus-o era a al(a#eti1aç-o d; (oi erronea ente deno inada dessa aneira, *á que a participaç-o era restrita e indireta! e; ,scravos, ul&eres e estran+eiros estava e)clu5dos da participaç-o pol5tica! 10 N '#serve a i a+e a#ai)o, ela é a representaç-o de u a polis!

@o#re as poleis é correto a(ir ar que$ a; 6ossu5a reis que (a1ia as leis e as i pun&a para a populaç-o! #; ,ra a+lo erados de casas, se qualquer or+ani1aç-o, distri#u5das de (or a irre+ular! c; ,ra cidades4estados +overnadas pela co unidade, através de asse #léias! d; ,ra cidades4estados co o tipo de or+ani1aç-o se el&ante às cidades4 estados da /esopot8 ia! e; 'r+ani1ava 4se e con(ederaç2es, lideradas pela cidade ais i portante da época$ "e#as

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A ROMA ANTIGA 0l+uns &istoriadores acredita que Bo a ten&a se (or ado a partir de u a aldeia de a+ricultores e pastores, onde teria sido er+uida u a (orti(icaç-o para de(ender o território de invas2es 3e u a pequena (ortale1a, Bo a aca#ou se trans(or ando no centro de u vasto i pério! ,ssa tra*etória pode ser dividida e tr%s +randes per5odos$ : /onárquico :753 a!.! ; : Bepu#licano :50J427 a!.!; : 7 perial :27 a!. N 476 d!.; P$rHo o Mon4r?ui&o Desta época a cidade (oi +overnada por reis de di(erentes ori+ens, os <lti os era etruscos e do inara a cidade por cerca de ce anos! 3urante o +overno os etruscos, Bo a adquiriu o aspecto de cidade, (ora reali1adas diversas o#ras p<#licas, co o a construç-o de te plos, drena+e de p8ntanos e siste a de es+oto! 0 sociedade ro ana estava assi dividia$ • 6atr5cios ou no#res$ descendentes das (a 5lias que pro overa a ocupaç-o inicial de Bo a! ,ra os +randes proprietários de terra e +ado! • 6le#eus$ era pequenos a+ricultores, co erciantes, pastores e artes-os! .onstitu5a a aioria da populaç-o e n-o tin&a direitos pol5ticos! • ,scravos N era ple#eus endividados e principal ente prisioneiros de +uerra! Beali1ava todo tipo de tra#al&o e era considerados #ens ateriais! D-o tin&a nen&u direito civil ou pol5tico! ' <lti o rei etrusco (oi Tar?ui'Hnio! ,le (oi deposto e 50J a!., por ter descontentado os patr5cios, co edidas a (avor dos ple#eus! Do seu lu+ar os patr5cios colocara no poder dois a+istrados, c&a ados de .>nsules! .o isso ter inava o per5odo onárquico e tin&a in5cio o per5odo repu#licano! P$rHo o R$'uE!i&ano Bep<#lica é u a palavra de ori+e latina que si+ni(ica acoisa p<#licab! Dela, os patr5cios tin&a o poder e controlava as instituiç2es pol5ticas e a *ustiça! ,les e)ercia o +overno e #ene(5cio próprio! 6ara os ple#eus, se

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direito à participaç-o pol5tica, restava i postos e servir o e)ército!

apenas deveres, co o pa+ar

's c>nsules e)ercia o car+o por u ano, au)iliados por u consel&o de 100 cidad-os, responsáveis pelas (inanças e pelos assuntos e)ternos! ,sse consel&o rece#ia no no e de @enado, e a ele co petia ainda aprovar as leis que era ela#oradas pela 0sse #léia dos .idad-os, do inada pelos patr5cios!
Eu sou Asterix, sou um gaulês e um famoso personagem de histórias em quadrinhos. Meu povo viveu na época dos romanos. Somos chamados de bárbaros, pois não somos romanos. Os romanos expandiram muito suas terras durante a República e se tornaram o maior Império da Antiguidade.

h edida que Bo a (oi crescendo e se tornando poderosa, as di(erenças entre ple#eus e patr5cios (ora se acentuando! /ar+inali1ados, os ple#eus desencadeara u a luta contra os patr5cios, que se estendeu por cerca de dois séculos! 3urante este per5odo, os ple#eus conquistara vários direitos! ,ntre eles, o de ele+er seus próprios representantes, c&a ados de TriEuno% a P!$E$. 's tri#unos tin&a o poder de vetar as decis2es do @enado que (osse pre*udiciais aos ple#eus! 'utras conquistas (ora $ a proi#iç-o da escravid-o por d5vidas e o esta#eleci ento de leis escritas, válidas tanto para ple#eus quanto para patr5cios! .onse+uira ainda a i+ualdade civil e a autori1aç-o para casa entos entre ple#eus e patr5cios, alé de i+ualdade pol5tica e reli+iosa!

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P$rHo o o I0'@rio
Eu, -.lio 'ésar, fui um grande general, conquistador e governante de /oma. Não cheguei a ser 0mperador, mas lancei as !ases do 0mpério, tanto que todos que vieram depois de mim fizeram questão de serem chamados de 1'ésares2

,ntre 133 a!.! e 27 a!.!, diversos con(litos sociais e disputas pol5ticas a+itara Bo a, provocando o (i da Bep<#lica e o in5cio do 7 pério! .ola#orara para essa transiç-o o en(raqueci ento das instituiç2es repu#licanas e (ortaleci ento de l5deres do e)ército, que +an&ara popularidade co as vitórias nas +uerras e conquistas! 0ssi , diversos +enerais ro anos sucedera 4se no poder até a i plantaç-o de(initiva do i pério! ' per5odo i perial, tradicional ente, costu a ser dividido e dois o entos$ • 0lto 7 pério, per5odo e que Bo a alcançou esplendor :que vai até o século 777 d! .;9 • Tai)o 7 pério, (ase arcada por crises que condu1ira à desa+re+aç-o do 7 pério Bo ano :do século 777 ao século H;! E&ono0ia Ro0ana Da Bo a anti+a, a a+ricultura era a atividade econ> ica (unda ental dos ro anos, di(erente de outros povos da época, que pre(eria dar aior i port8ncia ao co ércio e ao artesanato! /as isso se deve, e parte, à +eo+ra(ia (avorável da pen5nsula 7tálica, que, ao contrário das terras da =récia, por e)e plo, per itia o tra#al&o a+r5cola e +rande quantidade! Yuanto ais terras voc% possu5a, ais prest5+io social teria, no undo ro ano anti+o! ,ssas terras, poré , podia ser 'PE!i&a% ou 'ri"a a%! 0s t$rra% 'ri"a a% era ocupadas por (a 5lias ro anas desde os pri eiros

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te pos, e as t$rra% 'PE!i&a%, por sua ve1, +eral ente era de outros povos durante a e)pans-o ro ana!

as conquistadas

Dor al ente, os pequenos proprietários n-o possu5a escravos, ao contrário das (a 5lias ais ricas, cu*a produç-o era aior pelo uso da -o4 de4o#ra escrava o#tida nas +uerras! 0s vi<vas e os (il&os dos pequenos a+ricultores, n-o encontrando eios de cultivar suas propriedades, aca#ava por des(a1er4se delas! 6ara piorar essa situaç-o, os produtos a+r5colas i portados das re+i2es conquistadas c&e+ava por #ai)o preço, levando os pequenos a+ricultores a en(rentar situaç2es di(5ceis, cul inando e d5vidas e na perda de suas próprias terras! 0 propriedade (undiária :de terra; era vista, na Bo a anti+a, co o al+o sa+rado! ,ntre os princ5pios reli+iosos ori+inais dos ro anos, estava o de que a terra era con(iada a u c&e(e de (a 5lia pelos deuses e pelos antepassados, tornando4se inseparável dele! Cu!tura $ r$!i#i.o Ro0ana

Os romanos eram práticos e não eram bobos. O que eles puderam aprender com gregos, etruscos e outros povos eles aprenderam

0 cultura ro ana (oi uito in(luenciada pela cultura +re+a! 's ro anos adotara uitos aspectos da arte, pintura e arquitetura +re+a! 0 l5n+ua ro ana era o lati , que depois de u te po espal&ou4se pelos quatro cantos do i pério, dando ori+e , na 7dade /édia, ao portu+u%s, (ranc%s, italiano, ro eno e espan&ol! 's ro anos era práticos e reali1ara +randes o#ras de en+en&aria, construindo aquedutos que levava á+ua para toda a cidade e u a rede uito e(iciente de estradas! 's ro anos co eçara a ur#ani1aç-o de ,uropa! 0lé de Bo a, eles (undara 6aris :Erança;, Iondres :7n+laterra;, Icon :Erança;, Tordeau), .olo+ne, "oledo :,span&a;, e /il-o :7tália;!

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Eora eles, ta #é , que criara o pri eiro .ódi+o de 3ireito .ivil, preservado pelos Ti1antinos e que serve de #ase para nossos códi+os de lei atuais! 0 itolo+ia ro ana representava (or as de e)plicaç-o da realidade que os ro anos n-o conse+uia e)plicar de (or a cient5(ica! "rata ta #é da ori+e de seu povo e da cidade que deu ori+e ao i pério! ,ntre os principais itos ro anos, pode os destacar$ B> ulo e Be o e ' rapto de 6roserpina! 3esde os te pos da (undaç-o de Bo a, &avia a crença e uitos deuses! 0o lon+o dos séculos, os ro anos assi ilara nu erosas in(lu%ncias reli+iosas! Yuando os ro anos conquistara a =récia, aca#ara por adotar os deuses +re+os, udando4l&es apenas o no e! 6or e)e plo, Ueus tornou4se L<piter, 0res virou /arte, 0(rodite passou a ser c&a ada de H%nus! 3urante o per5odo do 7 pério, os ro anos con&ecera o .ristianis o! 's ro anos perse+uire os crist-os durante uitos anos, até que o 7 perador "eodósio :37J43J5; se converteu ao .ristianis o, que passou a ser a reli+i-o do 7 pério! O Fi0 o I0'@rio

' 7 pério Bo ano c&e+ou ao (i no século H, quando a capital Bo a (oi to ada por povos #ár#aros que *á &á uitos anos vin&a invadindo as terras do 7 pério! ' <lti o i perador ro ano, B> ulo 0u+usto, ainda #e *ove , (oi destronado! Desta época o 7 pério Bo ano estava dividido e duas partes$ Bo a 'cidental e Bo a 'riental! 0 Bo a 'riental, c&a ada 7 pério Ti1antino, ainda so#reviveria por ais 1000 anos!

Quem invade, um dia também é invadido. Agora é a nossa vez!!!

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0tividades 1 N Yuais era as classes sociais e)istentes e Bo aP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 2 N ' que si+ni(ica Bep<#licaP Yue +overnava nesta (ase da &istória de Bo aP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

3 N Yuais (ora as conquistas dos ro anos durante a Bep<#licaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 4 4 ' que os ro anos produ1ia P QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 5 N Yual a di(erença entre as terras p<#licas e as terras privadasP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 6 N Yue era os escravos ro anosP

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QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 7 N .ite duas contri#uiç2es dei)adas pelos Bo anos$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ K N .aio L<lio .ésar, (oi u patr5cio, l5der ilitar e pol5tico ro ano! 3ese pen&ou u papel cr5tico na trans(or aç-o da Bep<#lica Bo ana no 7 pério Bo ano! ' seu assassinato nos idos de /arço de 44 a!.! por u +rupo de senadores travou o seu tra#al&o e a#riu ca in&o a u a insta#ilidade pol5tica que viria a cul inar no (i da Bep<#lica e in5cio do 7 pério Bo ano! 's (eitos ilitares de .ésar s-o con&ecidos através do seu próprio pun&o e de relatos de autores co o @uetónio e 6lutarco! @o#re L<lio .ésar é correto a(ir ar que$ a; @u#iu ao poder durante o 77 "riunvirato! #; Eoi rei de Bo a durante a onarquia! c; 6articipou do 7 "riunvirato e depois +overnou co o ditador! d; "ornou4se senador ro ano e (oi eleito 7 perador! e; ? considerado o pri eiro 7 perador Bo ano! J 4 0cerca do (asc5nio e)ercido pelos espetáculos de san+ue na arena, uitos ro anos a(ir ava que eles inspirava u no#re despre1o pela orte! /as é poss5vel interpretar esses espetáculos co o u ritual que rea(ir ava o poder e a autoridade do ,stado ro ano! 's +ladiadores, por e)e plo, era indiv5duos se direitos, ar+inali1ados ou condenados por su#vers-o da orde p<#lica! 0o e)ecutá4los e p<#lico, o povo ro ano reunido cele#rava a sua superioridade e o seu direito de do inar! :0daptado de L! 0! @&elton, 0s t&e Bo ans 3id, ')(ord, 1JJK, p! 350!;

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@o#re o circo ro ano e a pol5tica de controle da populaç-o, pode os a(ir ar que$ a; as lutas de +ladiadores era i portantes instru entos de anutenç-o da orde , pois o +ladiadores era escravos re#eldes, sacri(icados na arena co o e)e plo para que desa(iasse o +overno! #; o circo e pre+ava uitos ple#eus que conse+uia co isso au entar a renda de suas (a 5lias c; durante o i pério (oi criada a pol5tica do p-o e circo$ durante as #atal&as e encenaç2es o povo rece#ia p-o e tri+o de +raça, esquecendo assi dos +raves pro#le as sociais e $&onJ0i&o% ?u$ &ara&t$ri*ara0 a?u$!$ '$rHo o. d; ' +overno investia no circo co o u a (or a de arrecadar i postos da populaç-o, que durante as (estividades tin&a que e(etuar pa+a entos aos (icais que (icava de plant-o durante todo o espetáculo! e; 0s lutas de +ladiadores representava u tradiç-o reli+iosa uito anti+a, &erdada dos +re+os e dos aced>nios! 10 N Ieia co atenç-o e responda$ 'l&a eu aqui de novo$ .leópatra, rain&a do ,+ito! ' que eu estou (a1endo aquiP 6ois #e , eu vivi durante o per5odo ro ano e (ui a ante de Lulio .ésar! ,u e suicidei lo+o após a orte dele, pois e recusava e entre+ar eu reino aos ro anos! /as o 7 pério Bo ano n-o durou para se pre! ,)plique o que aconteceu co ele$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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: + AS GRANDES NA:EGA;<ES E GRANDES DESCOBERTAS
3o 7 pério Bo ano, va os (a1er u a via+e de apro)i ada ente 1500 anos no (uturo! Ha os dese #arcar e 6ortu+al, u pequeno pa5s locali1ado na pen5nsula 7#érica, u a pequena (ai)a de terra cercada pelo ar e locali1ada no continente europeu! 6ortu+al (oi o pri eiro pa5s a ser (or ado na ,uropa, ainda no século M77! @eu território &avia pertencido ao anti+o 7 pério Bo ano por isto o idio a dos portu+ueses N o portu+u%s N é de ori+e latina :o lati era a l5n+ua (alada pelos ro anos, le #raP;! "a #é na pen5nsula 7#érica (icava u outro pa5s, a ,span&a! Lunto co 6ortu+al, a ,span&a teve u papel uito i portante nas =randes Dave+aç2es e na desco#erta e povoa ento do continente a ericano! 0+ora, ire os con&ecer u pouquin&o ais so#re esta &istória e so#re as conquistas destes dois pa5ses, uito li+ados à &istória do nosso Trasil!

/apa da pen5nsula 7#érica! 0 parte escura representa a ,span&a, a parte enor, clara, representa 6ortu+al! Na"$#a-Q$% 'ortu#u$%a% $ $%'an)o!a%

's portu+ueses era +randes co erciantes e se dedicava principal ente ao co ércio ar5ti o! .o o 6ortu+al era cercado pelo ar, nada ais natural que os portu+ueses aprendesse a nave+ar uito #e ! 's reis de 6ortu+al incentivava a nave+aç-o e co ércio, principal ente 3! Henrique, o 7n(ante, que criou u centro de estudos$ A E%&o!a $ Sa#r$%! 0 escola de @a+res reunia u +rupo de arin&eiros, cartó+ra(os e outras pessoas que se interessava pelo ar e pela nave+aç-o que se reunia para tentar encontrar (or as ais odernas de via*ar pelos ares e oceanos, e navios ais resistentes e co novos instru entos náuticos! =raças à escola de @a+res, 6ortu+al se tornou o pioneiro, ou se*a, o pri eiro pa5s a entrar nas =B0D3,@ D0H,=0Fi,@! 0s +randes nave+aç2es (ora u con*unto de via+ens ar5ti as que e)pandira os li ites do undo con&ecido até ent-o! /ares nunca antes

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nave+ados, terras, povos, (lora e (auna co eçara a ser desco#ertas pelos europeus! .o as desco#ertas ar5ti as uitas crenças passadas de +eraç-o a +eraç-o, (ora con(eridas, con(ir adas, ou des entidas! ,ra crenças de que os oceanos era povoados por ani ais +i+antescos ou que e outros lu+ares &a#itava seres estran&os e peri+osos! 'u que a terra poderia aca#ar a qualquer o ento no eio do oceano, o que (aria os navios ca5re no nada! ' otivo poderoso que (e1 al+uns europeus desa(iare o descon&ecido, en(rentando edo, (oi a necessidade de encontrar u novo ca in&o para se c&e+ar às re+i2es produtoras de especiarias :sedas, de porcelana, de ouro, te peros, ar(i , corantes, etc;, en(i , da rique1a! 0 caravela (oi u a invenç-o 6ortu+uesa! O navio ais leve, ais rápido e co capacidade de car+a aior que os navios até ent-o utili1ados! Lunto co outros instru entos náuticos co o a #<ssula, astrolá#io e os apas ar5ti os, a caravela (oi (unda ental para as conquistas ar5ti as portu+uesas! 's dois pri eiros pa5ses que possu5a essas condiç2es (avoráveis era 6ortu+al e ,span&a! 6ortu+al, con&ecedor de que as Wndias :co o +enerica ente era c&a ado o 'riente;, (icava a Ieste, decidiu nave+ar nessa direç-o, contornando o continente a(ricano! ,sta rota (oi c&a ada Ci&!o Ori$nta!! Lá a ,span&a apostou no pro*eto tra1ido pelo +enov%s Cri%tA".o Co!o0Eo, que acreditava na idéia de que a terra ra redonda e que #astaria nave+ar se pre e direç-o do ocidente para se contornar a terra e se atin+ir as Wndias! ,ra o Ci&!o O&i $nta!! , a disputa estava iniciada entre os dois pa5ses! He*a co o (ora as conquistas portu+uesas$ j 1415 conquistara C$uta, i portante cidade co ercial que (icava no norte da V(rica9 j durante o século MH conquistou outras re+i2es no litoral da V(rica e 7l&a da /adeira, 0çores, .a#o Herde e .a#o To*ador9 j 14KK c&e+ara ao @ul da V(rica, contornando o .a#o da Toa ,sperança9 j 14JK atin+ira a Wndia co Hasco da =a a, encontrado, (inal ente, o ca in&o ar5ti o para as 5ndias! 0 ,span&a co eçou a nave+ar ais tarde, só após conse+uir e)pulsar os

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ulçu anos de seu território :o lon+o processo de e)puls-o dos ulçu anos da pen5nsula 7#éria rece#eu o no e de +uerras da Beconquista;! , 14J2, .ristóv-o .olo #o o#teve do rei espan&ol as tr%s caravelas, @anta /aria, 6inta e Dina, co as quais deveria dar a volta ao undo e c&e+ar às Wndias! 0pós u %s de via+e ele c&e+ou à terra (ir e, pensando ter atin+ido seu destino! 7n(eli1 ente para .olo #o, desco#riu4se pouco depois que ele n-o &avia c&e+ado às Wndias, e ^apenas^ tin&a desco#erto u novo continente, que rece#eu o no e de 0 érica, e &o ena+e a A0@ri&o :$%'P&io que (oi o nave+ador que constatou isso! .olo #o caiu e des+raça, orreu na iséria! 0 pri eira via+e e torno da terra (oi reali1ada e 151J por Eern-o de /a+al&-es e @e#asti-o del .ano! 6ortu+al apressou4se a +arantir ta #é para si as vanta+ens dessa desco#erta e, e 14J4, assinou co a ,span&a o (a oso Trata o a% Tor $%i!)a%, que si ples ente dividia o undo entre os dois pa5ses pioneiros das +randes nave+aç2es! Eoi traçada u a lin&a i a+inária que passava a 370 lé+uas de .a#o Herde! 0s terras a Ieste desta lin&a seria portu+uesas e as que (icava a 'este seria espan&olas! Eoi assi que parte do Trasil (icou pertencendo a 6ortu+al seis anos antes de 6ortu+al aqui c&e+ar! ' "ratado de "ordesil&as dividia, portanto, o ^novo undo^ e duas partes, a partir de u eridiano 370 lé+uas a oeste do arquipéla+o de .a#o Herde, as terras as leste pertencia a 6ortu+al e as terras ao oeste da lin&a pertencia à ,span&a! ' "ratado de "ordesil&as per aneceu válido até 1750, quando os portu+ueses co eçara a avançar :descu prir o "ratado de "ordesil&as; para terras a oeste, da5 ent-o passou a vi+orar o princ5pio que a terra pertencia a que a ocupasse! ' /eridiano de "ordesil&as passava pelo Trasil, nas atuais cidades de Telé , no 6ará, e Ia+una, e @anta .atarina! /uitos anos ais tarde, os #andeirantes ultrapassara o /eridiano de "ordesil&as!

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O Bra%i! $%&oE$rto 'or P$ ro =!"ar$% CaEra! , #ora 3o Henrique, o 7n(ante :ou o Dave+ador;, ten&a sido o +rande incentivador das nave+aç2es portu+uesas, (oi durante o +overno de Do0 Mano$!I o :$nturo%oI que 6ortu+al reali1ou suas +randes conquistas! 6artindo do "e*o a J de arço de 1500, co u a (rota de 1!500 &o ens, .a#ral se+uiu a costa a(ricana! Da altura da =uiné, se+uindo as ordens rece#idas, desvia4se da rota, co o propósito aparente de procurar el&ores condiç2es de vento! 0 22 de a#ril, c&e+a às novas terras! 0vistou e pri eiro lu+ar u onte, que deno inou /onte 6ascoal, e aportara nu a #a5a ais ao norte!' Trasil aca#aria por ser desco#erto o(icial ente no dia 22 de a#ril de 1500, as &á que duvide de que a desco#erta ten&a sido u acidente! /uitos acredita , &o*e, que 6edro 0lvares .a#ral teria (eito o desvio de sua rota para to ar posse de terras que *á era con&ecidas por 6ortu+al! 0 26 de a#ril, Erei Henrique @oares re1ou u a issa de aç-o de +raças, nu a pequena il&a, por eles c&a ada .oroa Her el&a! "rans(erira 4se ent-o para o continente, onde asse+urara a posse da terra co outra issa, re1ada co a presença dos 5ndios ali! encontrados, a 1k de aio! "endo dado por conclu5da a sua iss-o ali, .a#ral parte no dia se+uinte para a 5ndia, andando ao es o te po u a caravela co not5cias da desco#erta para o rei de 6ortu+al! ,ra u a carta, escrita por 6%ro Ha1 de .a in&a! , t-o pouco te po, .a#ral n-o p>de decidir se &avia dese #arcado e u continente ou n-o, e *ul+ou &aver alcançado u a +rande il&a, que deno inou 7l&a de Hera .ru1! 'utras e)pediç2es viera e)plorar o local desco#erto por .a#ral, e averi+uando ser real ente u continente, deno inara 4no "erra de @anta .ru1, e &o ena+e ao .ru1eiro do @ul, principal constelaç-o vista desta área!

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, 1511, co a e)ploraç-o, eles desco#rira o pau4#rasil! Dova ente o continente o#teve u outro no e$ Trasil, co o é con&ecido &o*e! 6ortu+al reali1ava no Trasil o e)trativis o do pau4#rasil, e)plorando da /ata 0tl8ntica toneladas da valiosa adeira, cu*a tinta ver el&a era co erciali1ada na ,uropa! Deste caso (oi utili1ado o esca #o, ou se*a, os ind5+enas rece#ia dos portu+ueses al+u as #u+i+an+as :apitos, espel&os e c&ocal&os; e dava e troca o tra#al&o no corte e carre+a ento das toras de adeira até as caravelas! ' Trasil era &a#itado por tri#os nativas de diversas naç2es a que os portu+ueses, a e)e plo dos espan&óis, c&a ara de 5ndio! 's 5ndios #rasileiros estava espal&ados por todo o litoral e pelo interior e vivia aqui &á il&ares de anos! ' encontro entre europeus e 5ndios (oi inicial ente pac5(ico! Do entanto, t-o lo+o co eçou a ocupaç-o e coloni1aç-o do território #rasileiro, os nossos 5ndios (ora escravi1ados e ortos pelos coloni1adores, que to ara posse da terra co o se ela a eles pertencesse! 0"7H7303,@ 1 N Yue idio a de (ala e 6ortu+alP Yual a ori+e deste idio aP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQ 2 N ' que era a ,scola de @a+resP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQ 3 N ' que (ora as =randes Dave+aç2esP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQ 4 N 6or que as pessoas tin&a edo dos oceanos naquela épocaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQ 5 N 6or que os portu+ueses resolvera en(rentar seu edo do oceano 0tl8ntico e partir para as nave+aç2esP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQ 6 4 '#serve a i a+e a#ai)o e responda o que se pede$

0; 6orque os 5ndios te

apenab de .olo #oP

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QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQ T; 6orque a 0 érica te este no eP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQ 7 N .o o os portu+ueses dese*ava c&e+ar às WndiasP

QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQ
K N Yual (oi a pri eira conquista portu+uesa durante as nave+aç2esP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQ J N ' que (oi o eridiano de "ordesil&asP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQ 10 N Yue no es o Trasil rece#euP

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QQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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:I + A OCUPA;>O DO TERRITÓRIO BRASILEIRO
, 1516, so# co ando de 3o /anuel 7! a .orte 6ortu+uesa enviou pessoas dispostas a iniciar o povoa ento no Trasil e l&es entre+ou (erra entas para que conse+uisse iniciar o des#rava ento de al+u as terras! 3ois anos após a c&e+ada dos portu+ueses, os 5ndios invadira e destru5ra a col>nia (ir ada e 6orto @e+uro! 0pós este ataque, o Trasil per aneceu até 1530 se rece#er novas pessoas intencionadas e residir ali! .ostu a os deno inar os pri eiros 30 anos após a desco#erta co o per5odo 'r@+&o!onia!, quando &avia a e)ploraç-o dos recursos naturais do Trasil, as ainda n-o &avia povoa ento! Do ano de 1530, 3o Lo-o 777, rei de 6ortu+al da época, enviou /arti 0(onso de @ou1a ao Trasil para e)plorar seu território e #usca de inerais e ainda (undar as pri eiras vilas e povoados! .o total autono ia dada pelo rei, /arti 0(onso no eava autoridades e distri#u5a terras para aqueles que se co pro etia a reali1ar a iss-o deter inada pelo rei! Yuase todo o litoral (oi e)plorado por /arti 0(onso e suas e)pediç2es! Do litoral paulista (oi (undada a pri eira vila do Trasil, a :i!a $ S.o :i&$nt$! Iá ta #é sur+ira as pri eiras plantaç2es de cana4de4 aç<car, alé dos pri eiros en+en&os! 6ara tra#al&ar nas plantaç2es (ora tra1idos escravos a(ricanos e ta #é usados escravos ind5+enas! /ais tarde, a di(iculdade e se escravi1ar o 5ndio e as vanta+ens co erciais da escravid-o ne+ra a(ricana ser-o (atores que contri#uir-o para o predo 5nio do tra#al&o do ne+ro nas lavouras e , ais tarde nas inas de ouro! ED'an%.o t$rritoria!: Ean $ira% $ Ean $irant$s Eora os #andeirantes os responsáveis pela a pliaç-o do território #rasileiro alé do "ratado de "ordesil&as! 's #andeirantes era colonos que se aventurava no interior do Trasil, e #usca de 5ndios para escravi1ar e de etais e pedras preciosas! ,les partia da Hila de @-o Hicente, no atual ,stado de @-o 6aulo! Eora os #andeirantes que encontrara as pri eiras inas de ouro nas re+i2es de /inas =erais, =oiás e /ato =rosso, no século MH777!

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0 desco#erta de ouro e o in5cio da e)ploraç-o da inas nas re+i2es aur5(eras :/inas =erais, /ato =rosso e =oiás; provocou u a verdadeira ^corrida do ouro^ para estas re+i2es! 6rocurando tra#al&o na re+i-o, dese pre+ados de várias re+i2es do pa5s partira e #usca do son&o de (icar rico da noite para o dia! A $%&oE$rta o ouro $ o 'o"oa0$nto $ Mina% G$rai% Do (inal do século MH77, os #andeirantes paulistas (inal ente encontrara ouro no Trasil, para (elicidade da .oroa 6ortu+uesa! 0s pessoas passara a se re(erir ao local co o a re+i-o das ^ inas dos .ata+uás^ :5ndios coroados; ou ^ inas dos .ata+uases^! ,ra tantos os lu+ares co ouro, que lo+o as pessoas co eçara a c&a ar a re+i-o co o as ^ inas do ouro^ ou as ^ inas +erais^! /il&ares de pessoas, de várias partes do Trasil e de 6ortu+al, para lá se diri+ira e #usca de (ortuna! /as, naquele sert-o, n-o &avia plantaç2es ou criaç-o de ani ais, ne es o estradas pelas quais pudesse ser levados anti entos para os ineradores! Eora te pos uito di(5ceis, onde pessoas orria de (o e, co os #olsos c&eios de ouro! 3urante uito te po, a produç-o de ouro (oi uito +rande, as ela di inuiu (a1endo co que as vilas e cidades ineradoras se esva1iasse , e uitas (a 5lias procurasse outras re+i2es para orar e tra#al&ar! 0ssi , /inas =erais co eçou a crescer e a au entar seu território! Do (i do século MH777, co eçou a ocupaç-o das atuais re+i2es da 8ona a Mata, Nort$ $ Mina%, TriMn#u!o Min$iro e A!to ParanaHEa!

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O% S$rtQ$% ProiEi o% /ou 4r$a% 'roiEi a%6 7nicial ente con&ecida co o S$rtQ$% ProiEi o%, a Uona da /ata era utili1ada pelos contra#andistas de ouro co o ca in&o para levar o ouro tirado das inas, escondido do +overno para assi n-o pa+ar i posto! 6ara evitar o contra#ando, o +overno 6ortu+u%s proi#ia a coloni1aç-o da re+i-o, di1endo que os 5ndios que aqui &a#itava era uito peri+osos! ' no e da Uona da /ata está li+ado à presença da ata 0tl8ntica que co#ria as encostas da serra da /antiqueira! 0 Uona da /ata passa a ser u i portante centro de desenvolvi ento de /inas, co a reduç-o da e)traç-o do ouro! ' in5cio da c&e+ada de pessoas para orare na Uona da /ata se (a1 a partir do .a in&o Dovo, estrada que li+ava /inas =erais à capital do pa5s! 6or este ca in&o levava4se ouro e #uscava4se anti entos e escravos para as inas de ouro! @-o constru5dos nesse ca in&o locais de parada para atender os via*antes que passava pelo interior das =erais! 0s (a 5lias que queria orar aqui rece#ia a doaç-o de u a ses aria! ' siste a de S$%0aria (oi criado pelo +overno portu+u%s, no ano de 1375, para or+ani1ar a distri#uiç-o de terras doadas pelo rei! @es aria era o no e que se dava a u pedaço de terra que era doado a u a pessoa :o ses eiro;! Desta terra ele deveria produ1ir al+u a coisa$ criar +ado, cultivar, etc! 0"7H7303,@ 1 4 ,)plique co suas palavras por que a Uona da /ata era c&a ada de @ert2es 6roi#idos! QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 2 4 ,)plique o que (oi o siste a de ses arias$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQ

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3 4 6rocure no voca#ulário as palavras que voc% n-o entendeu e escreva seu si+ni(icado no caderno! QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 4 4 0 ineraç-o, arcada pela e)traç-o de ouro e dia antes nas re+i2es de =oiás, /ato =rosso e principal ente /inas =erais, atin+iu o apo+eu entre os anos de 1750 e 1770, *usta ente no per5odo e que a 7n+laterra se industriali1ava e se consolidava co o u a pot%ncia &e+e >nica, e)ercendo u a in(lu%ncia econ> ica cada ve1 aior so#re 6ortu+al! 6ode os a(ir ar so#re o per5odo da ineraç-o no Trasil que$ a; atra5dos pelo ouro, viera para o Trasil aventureiros de toda espécie, que invia#ili1ara a ineraç-o! #; a e)ploraç-o das inas de ouro só trou)e #ene(5cios para 6ortu+al! c; a ineraç-o deu a u a sociedade ur#ana e per itiu o sur+i ento de u a classe édia social ente ativa! d; o ouro #ene(iciou apenas a 7n+laterra, que (inanciou sua e)ploraç-o! e; a ineraç-o serviu para isolar a re+i-o ineradora do restante do Trasil, i pedido a inte+raç-o entre as várias re+i2es! 5 4 Tandeiras era $ a; e)pediç2es de portu+ueses que atra5a as tri#os ind5+enas para sere catequi1adas pelos *esu5tas9 #; e)pediç2es or+ani1adas pela .oroa co o o#*etivo de conquistar as áreas litor8neas e ri#eirin&as do pa5s9 c; e)pediç2es particulares que aprisionava 5ndios e #uscava etais e pedras preciosas9 d; ovi entos catequistas liderados pelos *esu5tas e que pretendia (or ar u a naç-o ind5+ena crist-9 e; e)pediç2es (inanciadas pela .oroa cu*o o#*etivo era e)clusiva ente desco#rir etais e pedras preciosas! 6 4 @o#re a pecuária, leia e responda$ 0 pecuária #ovina (oi introdu1ida no Trasil e eados do século MH7 e se desenvolveu inicial ente e 6erna #uco e na Ta&ia, de onde penetrou para os sert2es consu idores desse produto #rasileiros! 0pesar da sua i port8ncia co o ele ento de penetraç-o e de povoa ento de várias

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re+i2es, a pecuária #ovina (oi se pre u a atividade secundária, co ple entar, portanto às atividades econ> icas principais co o a lavoura cavadeira e ais tarde a ineraç-o! 7 portante co o (ornecedora de (orça de traç-o ani al e eio de transporte para os en+en&os, alé de ser (onte de ali ento e de couro, a pecuária n-o e)i+ia, co o o en+en&o, uito capital para seu desenvolvi ento! 6or isso es o, era uito ais (ácil instalar u a (a1enda de +ado do que u en+en&o de aç<car! 6ara (or ar u a (a1enda de +ado, o eventual (a1endeiro n-o precisava de -o4de4o#ra a#undante ne de i portar equipa entos caros! ' (unda ental era a terra, e +rande e)tens-o e a#erta ao des#rava ento no interior da col>nia! Das ar+ens do Bio @-o Erancisco nascera e crescera uitas (a1endas de +ado no decorrer do século MH77! 0 pecuária era o v5nculo de li+aç-o do Dordeste co o litoral açucareiro! 0s (a1endas nordestinas do sen-o a#astecia a 1ona do aç<car, ao es o te po que se tornava área de atraç-o para as pessoas po#res e ar+inali1adas daquela re+i-o, que via na pecuária u a possi#ilidade de el&orar sua condiç-o de vida! a; .ite a re+i-o do Trasil onde a pecuária iniciou seu desenvolvi ento :quero a re+i-o e n-o os ,stados;$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ #; 7ndique as principais caracter5sticas das (a1endas de +ado$ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 7 4 0lei*adin&o 0nt>nio Erancisco Iis#oa, o 0lei*adin&o, nasceu por volta de 173K! Eil&o do arquiteto portu+u%s /anoel Erancisco Iis#oa e de u a ne+ra, escrava de sua propriedade, c&a ada 7sa#el! 3e personalidade (orte e perseverante, teve noç2es de <sica e lati , aprendeu a ler, escrever, estudou desen&o e arquitetura co os estres da época! , 1K12 (icou total ente paral5tico e orreu po#re e 1K14! @eu corpo está enterrado no interior da 7+re*a /atri1 Dossa @en&ora da .onceiç-o! 0nt>nio Erancisco Iis#oa &erdou o apelido de 0lei*adin&o devido a u a doença isteriosa, popular ente con&ecida na época co o 1a parina, que atacou seus e #ros, atro(iando4os! 0 utilaç-o n-o a#alou suas (orças9 seus escravos prendia os instru entos e suas -os! 0 doença é i placável! .ada ve1 ais arredio, ele se esconde co a a*uda de seus leais escravos /aur5cio, 0+ostin&o e Lanuário! ,)ecuta #elas o#ras e @a#ará e .on+on&as do

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.a po, consa+rando4se co o o aior artista #rasileiro do per5odo colonial! Yuando u a o#ra isolada do estre escultor está diante de nossos ol&os, (ica os co a i press-o de que nela e)iste vida! 6or volta de 1766 é contratado pela 'rde Eranciscana de 0ssis para construir a 7+re*a de @-o Erancisco de 0ssis, sua o#ra4pri a, na qual consa+ra seu estilo rococó! @eu no e e sua (a a corre entre os aristocratas portu+ueses e de todos os lu+ares das /inas =erais c&e+a convites para o estre! a; Yual era a ori+e (a iliar de 0nt>nio Erancisco Iis#oaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ #; Yual (oi a i port8ncia de 0lei*adin&o para a História do TrasilP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQ

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:II + HISTÓRIA LOCAL A o&u'a-.o $ 'o"oa0$nto $ L$o'o! ina 's pri eiros &a#itantes, os 5ndios 0pesar de sere +randes ini i+os, os 5ndios Puri% :descendentes dos =oitaca1es; $ Boto&u o% &a#itava a re+i-o da Uona da /ata, onde &o*e est-o locali1ados os unic5pios de Hiçosa, .oi #ra, ,rvália, @-o =eraldo, Hisconde do Bio Tranco, =uirice a, O#á, "ocantins, Bio 6o #a, .ata+uases, /ira5, /iradouro, /uriaé, Iaran*al, @antana de .ata+uases e L$o'o! ina! 's 6uris era pac5(icos e tin&a u a vida uito si ples, e contato co a nature1a! D-o con&ecia a rede e dor ia no c&-o, e #uracos cavados na terra! @uas tri#os n-o possu5a ocas ne alocas! 6rocurava (a1er seus a#ri+os de#ai)o das +randes árvores para evitar os raios solares9 (u+ia o ais que podia do sol, pois eles o considerava pre*udicial à sa<de! Eisica ente era i<dos e (ran1inos! =ostava de pescar, usando para isto u a lin&a se an1ol, na ponta da qual a arrava in&ocas! , á+uas ais (undas, usava redes (eitas co o (io do tucu ou co a e #ira da e #a<#a #ranca! "a #é pescava co ti #ó ou co #alaios de #oca lar+a que possu5a u a ar adil&a para (ec&ar a ta pa quando o pei)e entrasse! Dadava uito #e e constru5a *an+adas! 3a terra tirava (avas de caratin+a, #atatas doces, #ananas da terra e il&o, as n-o desenvolvera a a+ricultura! 0li entava 4se, ta #é , de el, (rutas, ra51es, principal ente a rai1 do caratin+a! ,ra +randes corredores e uito #ons caçadores! 0ndava se pre a+ac&ados! 's 5ndios 6uris só tin&a co o ar a a (lec&a e o #odoque! 0l+uns (urava orel&as, lá#ios e pintava todo o corpo co u a tinta a1ul! ^,7H7B^, ^H7BO^ ou ^.0"76O,B0^ era o no e da #e#ida usada pelos 6uris, e era preparada co (arin&a de il&o (er entada! "in&a u +osto se el&ante ao da cerve*a, as era uito ais (orte! 's 6uris casava 4se *ovens e por a(eiç-o, ainda na pu#erdade! .o o n-o possu5a instru entos usicais, o <nico recurso de que dispun&a para e)pri ir o rit o era a vo1! @uas danças era aco pan&adas de canti+as! 0s danças, de caráter reli+ioso, era e louvor ao sol, à lua e às estrelas! 's 5ndios Totocudos era di(erentes dos 6uris, sendo u +rupo uito violento! ' ter o #otocudos é a deno inaç-o dada pelos portu+ueses aos

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ind5+enas que usava #otoques la#iais e auriculares :peças arredondadas, às ve1es +randes, que (i)ava nos ló#ulos das orel&as e nos lá#ios, con(erindo4l&es apar%ncia particular ente assustadora;! 0tacava as aldeias dos 6uris, seus adversários tradicionais, ou caravana de via*antes e até (a1endas, incendiando o que encontrava no ca in&o! Ha#itava o litoral! .o a coloni1aç-o dos portu+ueses, (u+ira para o interior do Trasil, para escapare da escravid-o! ' casa ento acontecia de acordo co a vontade do casal e de seus pais, se ceri >nia! 6oderia aca#ar co uita (acilidade! 0s ul&eres e os (il&os tra#al&ava uito e o#edecia ao arido e ao pai! 0lé da coleta e da pesca, a ul&er constru5a a ca#ana e transportava o#*etos pesados, inclusive os (il&os pequenos, carre+ados às costas ou pelas -os! Yuanto à reli+i-o, &á poucos re+istros so#re suas crenças, sa#e4se apenas que a lua era venerada co o Ia0! 's Totocudos era uito supersticiosos e atri#u5a aos 6uris todas as des+raças que l&es acontecia ! 0té es o a orte de u e #ro da tri#o era atri#u5da aos 6uris! 6ara vin+ar seus ortos, os Totocudos (a1ia +randes ca in&adas através da ata para encontrar os 6uris e atá4los, vin+ando, assi , os seus parentes (alecidos! O Arraia! o F$i1.o Cru Iocali1ado na Uona da /ata Ieste, o unic5pio de Ieopoldina ocupa atual ente u a área de J42,74 d l! , 1K2K, os pri eiros e)ploradores c&e+ara ao território que &o*e pertence ao unic5pio de Ieopoldina, que (icou inicial ente con&ecido co Arraia! o F$i1.o Cru! ,ssa &istória é narrada de (or a (olclórica, pela L$n a o F$i1.o Cru, tida co o arco do sur+i ento de Ieopoldina, encontra4se representada e u painel pintado pelo artista Fun&)a! Gar&ia, no centro da .idade de Ieopoldina, na Pra-a F$!iD Martin%. @-o considerados seus (undadores, e rece#era as pri eiras ses arias, o tenente (oa?ui0 F$rr$ira $ Brito e seu +enro Fran&i%&o CorrCa $ La&$r a! , 1K31, eles doara terras de suas ses arias para que (osse constru5da a pri eira i+re*a :onde &o*e está a 7+re*a do Bosário; e as duas pri eiras casas do arraial! Do entanto, e)iste u a d<vida so#re que deu in5cio a ocupaç-o de Ieopoldina$ se a (a 5lia 0l eida ou a (a 5lia /onteiro de Tarros! 0 lei que teria criado o distrito de pa1 e policial, (oi a de 30 de sete #ro de 1K30, por época da elevaç-o da localidade a distrito da Hila de @-o /anuel do 6o #a , e 1K37, tendo pertencido, anterior ente, a Tar#acena e ais tarde a /ar de ,span&a!

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, 1K54, o unic5pio de Ieopoldina (oi separado do unic5pio de /ar de ,span&a e, no dia 27 de a#ril daquele ano, através da Iei 666, criou4se o unic5pio da vila de Ieopoldina! @ua instalaç-o ocorreu no ano se+uinte, no dia 20 de *aneiro! , 1K61, a vila de Ieopoldina, sede do unic5pio, é elevada à cate+oria de cidade! ' pri eiro recensea ento reali1ado no Trasil (oi e 1K72, por ordens de 3! 6edro 77, e encontrou na prov5ncia de /inas =erais 3!1K4!0JJ &a#itantes e na 6aróquia de @-o @e#asti-o de Ieopoldina, t5n&a os 4!K35 &a#itantes! ' unic5pio possu5a 4K1 casas! 0 di(iculdade e estudar, devido a (alta de escolas, (e1 co que 3!3K6 pessoas (osse anal(a#etas, sendo a aior parte ul&eres! , Ieopoldina, no ano de 1K72, &avia apenas 160 estudantes, dos quais J7 era &o ens! Dessa época a ul&er era criada para ser apenas o#ediente ao &o e , portanto, para elas n-o era (ácil estudar! Lá no ano de 1KJ0, Ieopoldina possu5a u a populaç-o de 13!J42 &a#itantes, destes 2!5K6 sa#ia ler e escrever, continuando +rande o n< ero de pessoas que n-o podia estudar! 0 lu1 elétrica c&e+a a Ieopoldina e 1J0K, co o in5cio do (unciona ento da Co0'an)ia For-a $ Lu* Cata#ua%$% L$o'o! ina , ta #é atendeu aos unic5pios vi1in&os, co o @-o Lo-o Depo uceno, .ata+uases e Bio Dovo!

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ATI:IDADES 1 N Eaça u a relaç-o de quais o#*etos os 5ndios utili1ava e quais ainda s-o usados por voc% e sua casa! QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 24 's 5ndios 6uris tin&a cuidado e n-o to ar uito sol! Ho*e, nós (a1e os o es oP 6or qu%P QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQ 3 N 0 c&e+ada do &o e #ranco tra1 se pre trans(or aç2es na vida dos 5ndios! '#serve a tirin&a e responda$ que trans(or aç2es o &o e #ranco trou)e para a nature1a, nas re+i2es onde ele coloni1ouP

QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQ

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4 N @erá que te os al+u antepassado ind5+enaP 6rocure sa#er se na sua (a 5lia &á ou &ouve al+ué de ori+e ind5+ena! QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 5 4 Yual (oi pri eiro no e do nosso unic5pioP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 6 4 , que ano Ieopoldina se tornou u unic5pioP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 7 4 0pós ler esta lei, (aça e seu caderno as quest2es a#ai)o$ aI,7 Dm 666 Q de 27 de a#ril de 1K54! Iei declarando à cat&e+oria de Ere+ue1ia e de Hilla o 3istricto de @! @e#asti-o do Eei*-o4.r< co a deno inaç-o de Hilla Ieopoldina, e cont% outras disposiç2es a respeito! _!!!` 0rt! 1m Eica elevado à Ere+ue1ia o 3istricto de @! @e#asti-o do Eei*-o4 .r< do /unicipio do /ar dnHespan&a! 0rt! 2m Eica elevada à cat&e+oria de Hilla co a deno inaç-o de QHilla IeopoldinaQ a Ere+ue1ia de @! @e#asti-o do Eei*-o4.r< creada por esta lei! 0rt! 3m ' /unicipio da Hilla Ieopoldina (ica pertencendo à .o arca do 6o #a e co pre&enderá os 3istrictos da Hilla, 6iedade, Bio 6ardo, /adre de 3eos, @! Losé do 6ara&c#a, .onceiç-o da Toa4Hista, .apivara, Iaran*al e /eia 6ataca, des e #rados dos /unic5pios do /ar dnHespan&a e 6residio! na @ecretaria da 6residencia da 6rovincia e 2J de a#ril de 1K54! 0ntonio Losé Bi#eiro T&erin+b! a; Beescreva essa lei, udando a orto+ra(ia anti+a para a atual! QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ K 4 0pós reali1ar a atividade anterior, responda$ a; 3o que (ala a leiP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQ #; 0ntes de ser elevada à Hila, a cidade possu5a u no e, qual eraP , depois, qual no e passou a terP RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR c; Yuais as localidades que (a1e parte da nova HilaP QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQ

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L$o'o! ina: u0a &i a $ ru0o ao 'ro#r$%%o Do (inal da década de 1K70, a ,strada de Eerro L$o'o! ina Rai!SaO (oi constru5da na nossa re+i-o, ao es o te po a produç-o de ca(é au entou uito! ,ssa (errovia (oi constru5da co din&eiro de (a1endeiros da nossa re+i-o e seu tra*eto aco pan&ou as (a1endas do ca(é! 0 (acilidade de transporte a*uda a au entar a venda do ca(é! ,la tra1ia novos tra#al&adores para a lavoura ca(eeira, os i i+rantes! 0 (errovia a*uda, ta #é , a desenvolver o co ércio local! 0 (errovia c&e+a pri eiro a .ata+uases, e depois, a partir do ra al de Hista 0le+re, c&e+a a Ieopoldina, nossa cidade! , 1K77, a Ieopoldina Bailoac transportou 12,J il&2es de quilos de ca(é de 0lé 6ara5#a, Ieopoldina e .ata+uases, para a cidade do Bio de Laneiro, onde era vendido para outros pa5ses! 0 (errovia levava o ca(é e tra1ia ercadorias que era vendidas na cidade, para aqueles que possu5a din&eiro N que era poucos, pois o ca(é n-o trou)e rique1a para todos! 's va+2es do tre tra1ia , ta #é , estudantes que, principal ente na década de 1J10, entrava na cidade e +rande quantidade, atra5dos pela e)celente rede de escolas particulares! ,ntre 1KJ6 e 1J14, (ora (undadas cerca de 12 escolas particulares, o(erecendo diversos cursos, rece#endo a cidade o apelido de At$na% a 8ona a Mata! , 1J07 (oi criado o Gru'o E%&o!ar $ L$o'o! ina que, ais tarde, e 1J22, passou a se c&a ar Gru'o E%&o!ar RiE$iro (un?u$ira! ,ssa escola (icou con&ecida e todo o Trasil por ter tido co o diretor o pro(essor parai#ano Au#u%to o% An1o%I e 1J14! 0u+usto dos 0n*os orreu e Ieopoldina, aos 30 anos, tendo pu#licado apenas u livro de poesias a,ub, as que o tornaria (a oso e todo o pa5s! ,le (oi enterrado no ce itério de Ieopoldina, onde &á ta #é u e orial e sua &o ena+e ! 6essoas de todas as partes do Trasil v% a Ieopoldina para visitar seu t< ulo! ' teatro, a <sica e o cine a era (or as de arte e la1er uito apreciados pela populaç-o da nossa cidade! ,ra co u os *ornais anunciare a apresentaç-o de co pan&ias teatrais, saraus e (il es!

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0 cidade crescia e prosperava, +raças ao ca(é! , 1J07, Ieopoldina (oi assi descrita pelo Lornal do .o ércio, de Lui1 de Eora$ “Leopoldina apresenta deslumbrante aspecto. Nas ruas, pelas quais se viam palmeiras, galhardes, flores, era enorme o movimento, notando-se a presença de grande número de pessoas vindas de fora. À entrada da rua Cotegipe, foi erguido um arco triunfal, no qual se l o nome do sr. !r. "o#o $inheiro, circundado de bandeiras da nossa nacionalidade. %ssa rua, & noite, apresentava brilhante aspecto, pela sua profusa iluminaç#o'.

Da cidade vivia apro)i ada ente 10p do total de &a#itantes do unic5pio, enquanto que nos distritos rurais estava o restante dos leopoldinenses! ,ssa populaç-o que vivia no ca po era (or ada, principal ente, por pequenos a+ricultores, a+re+ados, ruralistas que tra#al&ava e re+i e de eaç-o ou e troca de u salário! Havia ta #é i i+rantes, principal ente italianos, que residia na Co!Jnia Con%tan-a, locali1ada a al+uns quil> etros da sede do unic5pio, onde &o*e é o #airro Toa @orte! ,stes era os responsáveis por #oa parte da produç-o de +%neros ali ent5cios co erciali1ados na cidade! 0 ind<stria de Ieopoldina resu ia4se :até 1J13; e duas áquinas de #ene(icia ento de arro1 e u en+en&o de ca(é, estando ais pró)i a do ca po do que da 1ona ur#ana! 's e #ros da elite a+rária e os co erciantes li itava 4se a conquistar novos #ene(5cios ur#anos! /as estes #ene(5cios n-o era para todos e n-o c&e+ava aos tra#al&adores ais po#res! 6ode os a(ir ar, ent-o, que &avia u a Ieopoldina oderna e u a Ieopoldina atrasada! 0pesar de ser u unic5pio a+rário, onde a econo ia +irava e torno do ca(é, leite e +%neros ali ent5cios co o arro1, Ieopoldina, a cidade, #uscava aco pan&ar de perto a odernidade! 0 cidade representada era di(erente dos distritos rurais! ,la estava se pre preocupada co os avanços do 'ro#r$%%o! ' principal l5der pol5tico de Ieopoldina, naquela época, (oi (o%@ Mont$iro RiE$iro (un?u$ira :1K714 1J46;! Eoi u dos &o ens ais i portantes do nosso unic5pio! Eoi #anqueiro, pro otor, advo+ado, e presário e (a1endeiro! Eundou o Gin4%io L$o'o! in$n%$, a Co0'an)ia For-a $ Lu*, o Ban&o RiE$iro (un?u$ira, dentre outros e preendi entos! Da pol5tica (oi deputado estadual, deputado (ederal e senador!

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O &a5@ $0 L$o'o! ina ' ca(é veio tra1ido para o Trasil no in5cio do século MH777! ,ra plantado nos quintais das +randes propriedades, para uso dos oradores! /as, a partir de 1K70, tornou4se u a i portante ercadoria para e)portaç-o!

Eoi o Hale do 6ara5#a :que vai do Bio de Laneiro a /inas =erais; que co eçou a produ1ir ca(é, e 1K30! .o o essa re+i-o estava li+ada à Uona da /ata de /inas, o ca(é aca#ou c&e+ando até nós! ,ra plantado principal ente no @ul e na Uona da /ata, e utili1ava #asica ente a -o4de4 o#ra escrava! ' plantio de ca(é era (eito e +randes propriedades de terra, +randes (a1endas c&a adas de lati(<ndios! /inas =erais aca#ou se tornando u +rande produtor de ca(é, +raças à presença de uitas terras livres para cultivo, alé de tra#al&adores para as lavouras, pri eiro escravos, depois &o ens livres, co destaque para os unic5pios de Ieopoldina, Lui1 de Eora, /ar de ,span&a, .ata+uases e O#á! , u discurso (eito à 0sse #léia /ineira, e 1K5J, o :i%&on $ $ Cara"$!a%, .arneiro .a pos, (alava so#re a i port8ncia do cresci ento da lavoura de ca(é nos unic5pios de /ar de ,span&a e Ieopoldina! ' unic5pio de Ieopoldina se tornou u +rande centro produtor de ca(é, u dos ais ricos e i portantes da Uona da /ata! "oda a produç-o de ca(é era co erciali1ada no Bio de Laneiro e de lá e #arcada e navios para outros pa5ses! 0s (a1endas era #astante nu erosas! 3e 1KK3 a 1KK7, e Ieopoldina, e)istia cerca de 42 unidades produtivas! Havia uitas pequenas

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propriedades, as a aior parte da terra estava nas -os dos +randes proprietários, que tin&a el&ores condiç2es de e)pandir o cultivo! A $&a Cn&ia $&onJ0i&a $ L$o'o! ina Do in5cio do século MM, o preço do ca(é co eçou a #ai)ar, porque a concorr%ncia de outros pa5ses estava pre*udicando o Trasil, e os (a1endeiros perdera uito din&eiro! /inas =erais era o se+undo aior produtor de ca(é do Trasil, perdendo apenas para @-o 6aulo! 3urante os trinta pri eiros anos do século MM, o unic5pio de Ieopoldina lutava para salvar a lavoura do ca(é! , 1J30, *á n-o &avia ais esperança para a ca(eicultura e uitos (a1endeiros perdera suas (ortunas! 's unic5pios que dependia do ca(é ta #é (ora a(etados, pois co o o din&eiro co eçou a su ir, os i postos recol&idos ta #é di inu5ra ! Eoi o que aconteceu co Ieopoldina, u unic5pio rico que aca#ou se tornando u unic5pio po#re! 6ol5ticos co o Losé /onteiro Bi#eiro Lunqueira passara a incentivar a policultura e a criaç-o de +ado leiteiro, que se tornou ais tarde uito i portante para nosso unic5pio! , 20 de sete #ro 1J00, (oi criada a lei 353, criando a (eira de +ado de Ieopoldina, co o o#*etivo de incentivar a produç-o o(erecendo pr% ios e co endas! 0 Coo'$rati"a o% Pro utor$% $ L$it$ $ L$o'o! ina tornou4se e pouco te po u a das aiores (ornecedoras do produto para o ,stado do Bio de Laneiro! Ieopoldina nunca conse+uiu se industriali1ar, co o a vi1in&a .ata+uases, e a sua populaç-o (oi aos poucos se redu1indo! ' unic5pio que rece#ia tra#al&adores e estudantes vindos de várias re+i2es de /inas e do Trasil e que, e 1K72 possu5a ais de 40 il &a#itantes, (oi esva1iando! /as isso n-o aconteceu apenas aqui$ poucos (ora os unic5pios da /ata que conse+uira so#reviver ao (i da ca(eicultura na re+i-o! O $%&ra"o Dós sa#e os que o Trasil (oi u pa5s escravista, ou se*a, onde quase todo o tra#al&o era (eito pelo escravo! 's pri eiros escravos (ora os 5ndios, que (ora tirados de suas aldeias para tra#al&ar e (a1endas de cana4de4 aç<car! 3epois, viera os ne+ros a(ricanos! ,stes tra#al&adores era capturados na V(rica e tra1idos para o nosso pa5s para tra#al&are , pri eiro nas plantaç2es de cana4de4aç<car, na ineraç-o e depois nas plantaç2es de ca(é! 0 escravid-o é u a parte triste da nossa &istória, que durou ais de 300 anos!

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/uitas pessoas tin&a preconceito contra o tra#al&o, que era tido co o acoisa de escravob, a aior parte das atividades reali1adas na a+ricultura, na cidade ou nas casas era (eitas por escravos ne+ros! 0 col&eita do ca(é ta #é era (eita pelos escravos! ,les arrancava os +r-os co as -os e peneirava para separar as (ol&as! 3epois de col&ido, era lavado e colocado para secar! 's +r-os secos era a ontoados e ensacados! Havia propriedades co uitos escravos, c&e+ando a centenas, as nas pequenas propriedades rurais, o n< ero de cativos n-o passava de cinco! , Ieopoldina e)istia pequenas e +randes (a1endas! Ieopoldina teve uitos escravos, que tra#al&ava nas lavouras de ca(é! , 1K72, a populaç-o do nosso unic5pio era de 41!KK6 &a#itantes, dos quais 15!253 era escravos e 26!633 livres! 's unic5pios que possu5a ais escravos era Lui1 de Eora e Ieopoldina! , 1KK3, Ieopoldina *á era a se+unda cidade co aior n< ero de escravos de /inas =erais, co 16!001! , 1K76 nossa cidade possu5a 15!253 escravos, passando para 16!001 e 1KK3! ' au ento do n< ero de escravos ostra o ta an&o da rique1a produ1ida pelo ca(é no unic5pio, pois o escravo era u a -o4de4o#ra uito cara! 6or essa ra1-o, os nossos sen&ores de escravos lutara contra a sua li#ertaç-o! 0pesar de vivere se li#erdade, o#ri+ados a tra#al&ar e se rece#er nen&u pa+a ento pelo seu serviço, os escravos podia constituir (a 5lias, se casava co as #%nç-os dos padres, tin&a padrin&os e seus casa entos que poderia ser outros escravos, seu proprietário, al+u &o e ou ul&er #ranca, ou es o u escravo que *á &avia se li#ertado! 's (il&os de escravos ta #é era #ati1ados e tin&a padrin&os livres ou escravos! 's escravos tra#al&ava e enriquecia nossos (a1endeiros, que vivia no lu)o, possuindo tudo o que o din&eiro pudesse co prar, se pre i itando a oda do Bio de Laneiro! 's escravos orava nas sen1alas e possu5a apenas a roupa co que tra#al&ava e rece#ia u a re(eiç-o si ples! Yuando n-o tra#al&ava direito, podia ser casti+ados de (or a cruel, co c&icotadas e surras! /uitos de nossos (a1endeiros lutara contra o (i da escravid-o, através de nossos representantes pol5ticos na .orte!

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/as ne todos os donos de escravos era cruéis e ne todos os leopoldinenses de(endia a escravid-o! 0 &istoriadora Ni!*a Cantoni nos conta que e Ieopoldina &avia pessoas que era contra a escravid-o! O desses casos (oi o do (o%@ ($ronO0o $ M$%?uita, o Tar-o do Ton(i , proprietário da Ea1enda do 6ara5so que, e 15 de a#ril de 1KKK, al(orriou 1K2 escravos e os levou para a cidade onde assistira *untos a u a issa, co o &o ens livres! @e+undo sua #io+ra(ia, o Tar-o do Ton(i teria rece#ido a (a1enda 6ara5so co o presente de casa ento de seu av>! 0 (a1enda de ca(é possu5a 300 escravos, que era #e tratados e cu*os (il&os, inclusive, rece#ia aulas! ,le c&e+ou a construir u a sala de <sica para os escravos aprendere a tocar instru entos usicais! O dos +randes a#olicionistas #rasileiros, que orou e tra#al&ou e Ieopoldina, (oi o Dr. AntJnio Au#u%to $ Li0a /3TUV+3VFW6I *ornalista, poeta, a+istrado, *urista, pro(essor e pol5tico! Dasceu e .on+on&as de @a#ará :&o*e Dova Ii a;, /=! Eoi eleito para a 0cade ia Trasileira de

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Ietras, e 5 de (evereiro de 1J03! Eoi no eado pro otor do "er o de Ieopoldina, e, e 1KK5, era *ui1 unicipal! .&e+ou a ser +overnador de /inas =erais, e 1KJ5 :na época t5tulo de +overnador correspondia a apresidente do ,stadob;!

, 13 de aio de 1KKK, a 6rincesa 71a#el assinou a Iei Vurea, que li#ertava todos os escravos do Trasil! 's donos de escravos leopoldinenses se sentira pre*udicados e reali1ara vários protestos contra a onarquia, pois eles acreditava que o +overno #rasileiro os &avia pre*udicado co tal lei e que eles deveria , portanto, rece#er indeni1aç2es, pa+a entos devido à perda da ercadoria deles! /as #e antes disso, o tra#al&o do escravo *á estava sendo su#stitu5do pelo tra#al&o livre do i i+rante, vindo da ,uropa, e #usca de u a nova vida no Trasil! O i0i#rant$ .o o (i da escravid-o, e 1KKK, /inas =erais tentou solucionar o pro#le a da (alta de tra#al&adores para a lavoura! Lá &á al+uns anos, (a1endeiros estava li#ertando seus escravos e su#stituindo o tra#al&o escravo pelo livre! ,les o(erecia aos seus e)4escravos a oportunidade de

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continuare tra#al&ando nas (a1endas, rece#endo u tra1ia para suas (a1endas i i+rantes!

salário! ,les ta #é

's i i+rantes vin&a para o Trasil co suas (a 5lias, (u+indo da (o e e das +uerras que estava acontecendo na ,uropa, principal ente entre os anos da década de 1K70! 0 aioria deles era de italianos e ale -es! 's i i+rantes vin&a e #usca de tra#al&o e de terras! /uitos tra1ia toda a sua (a 5lia e a aioria pre(eria tra#al&ar e @-o 6aulo, onde o salário pa+o era uito aior do que o o(erecido pelos (a1endeiros de /inas =erais /inas =erais era a re+i-o ais populosa do Trasil, ou se*a, t5n&a os ais &a#itantes do que outros ,stados! 6or esta ra1-o, na Uona da /ata &avia ais tra#al&adores nacionais do que i i+rantes, as eles ta #é (ora uito i portantes na construç-o da nossa &istória! 's i i+rantes ale -es pre(eria tra#al&ar nas cidades e (á#ricas ou a#rindo pequenos co ércios! 's italianos *á era ao ca po, e procurava terras para cultivar! pequenas ais li+ados

's pri eiros i i+rantes que c&e+ara e Ieopoldina (ora co erciantes, na década de 1K50, quase se pre identi(icados co o ^turcos^! 0 sala de suas casas era a lo*a! ,ntre eles est-o os pri eiros ascates, &o ens que visitava as (a1endas levando os produtos para sere vendidos! ,ntre 1K60 e 1KKK, co a a#ertura da estrada que servia para transportar a produç-o de ca(é, (oi (undada a Co0'an)ia Uni.o $ In P%tria, que contratou en+en&eiros, técnicos e operários especiali1ados na 0le an&a e 1K56! /uitos deles, *unta ente co suas (a 5lias, per anecera na Uona da /ata!

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0 partir de 1K77, co a c&e+ada da (errovia, o n< ero de i i+rantes e Ieopoldina au entou! Há relatos de que e Hista 0le+re &avia u a &ospedaria de i i+rantes, local onde os i i+rantes descansava até sere enviadas para (a1endas ou cidades onde iria orar e tra#al&ar! .o o (i da escravid-o, e 1KKK, o n< ero de i i+rantes que aqui c&e+ara au entou #astante! 0 partir de ent-o, nossa re+i-o passou a rece#er a+ricultores, espan&óis e italianos! 3i(erente ente dos pri eiros i i+rantes que aqui c&e+ara , esses era , e +eral, pessoas de ori+e uito &u ilde, anal(a#etos e nossa l5n+ua e, por esta ra1-o, aca#ara por ser e)plorados pelos (a1endeiros, uitos dos quais os tratava co o escravos e ne se pre l&es pa+ava o salário devido! 's pri eiros que conse+uira se livrar dos a#usos dos (a1endeiros esta#elecera 4se no trec&o que li+ava a sede do unic5pio a "e#as! Da 'nça e na vi1in&a Ea1enda da .onstança, (a 5lias de ale -es e espan&óis &avia (i)ado resid%ncia e rece#era os novos i i+rantes se di(iculdades e, principal ente, se o preconceito que os i pedia de participare ativa ente da vida econ> ica da cidade! Co!Jnia Con%tan-a. 0 or+ani1aç-o de col>nias a+r5colas, e /inas =erais, sur+iu da necessidade de o(erecer vanta+ens que (i)asse os i i+rantes e seu território! Ie #re 4se de que a aioria deles pre(eria ir para @-o 6aulo, tra#al&ar nas lavouras de ca(é ou na cidade! '(erecer lotes de terra para (a 5lias cultivare N es o que elas n-o (osse proprietárias N era u a aneira de atrair para nosso ,stado tra#al&adores! , Ieopoldina (oi criada a Co!Jnia A#rH&o!a Con%tan-a pelo decreto nm 2K0, e 12 de a#ril de 1J10 e (oi constitu5da inicial ente a partir das (a1endas .onstança, Toa @orte, 'nça e 6uris, adquiridas pelo ,stado! Eora divididos e distri#u5dos lotes de terra para i i+rantes que dese*asse produ1ir ali +%neros ali ent5cios variados, para sere vendidos na cidade ou na ^venda de secos e ol&ados^ do Sr. Au#u%to Ti0Eira%, que (icava na entrada do Tairro Toa @orte! 's italianos que c&e+ara e Ieopoldina vin&a quase todos da re+i-o de Heneto, na 7tália, e na c&e+ada ao Trasil, e 1J10, (icara alo*ados na Ho%'$ aria a I!)a a% F!or$%, no Bio de Laneiro, até que (ora trans(eridos para a .ol>nia .onstança! 0 partir de *un&o de 1J10, eles passara a ser o aior +rupo residente na .ol>nia, assi co o o ais ativo! O e)e plo disso era que Ieopoldina *á possu5a, u ano depois, u representante de :i&tor Mano$! IIII Bei da 7tália naquela época!

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's i i+rantes vin&a para tra#al&ar na col&eita do ca(é e produ1ir +%neros ali ent5cios, as desenvolvia , ta #é , outras atividades, co o a produç-o de tel&as e ti*olos, serviços de carpintaria, pedreiros, carreteiros, podadores, (erreiros e outros serviços! ' din&eiro e)tra era poupado para, (utura ente, a co pra de u a pequena propriedade rural! /uitos i i+rantes que (ora para Lui1 de Eora, onde (icara durante al+u te po na Ho%'$ aria Horta BarEo%a, e Lui1 de Eora, viera para Ieopoldina entre o (inal de 1KKK e 1J0J, para tra#al&ar na Co!Jnia Santo AntJnio! 0 .ol>nia @anto 0ntonio (oi u n<cleo or+ani1ado pela .8 ara /unicipal de Ieopoldina, locali1ado nas pro)i idades da 7+re*a de @anto 0nt>nio do 'nça, e que durou pouco te po! ,stes i i+rantes estivera , quase se pre, li+ados ao distrito de "e#as! , 1J17, a populaç-o da .onstança c&e+ava a 1065 &a#itantes, cerca de 15 pessoas para cada lote! O +rupo de (a 5lias de colonos ale -es c&e+ou a orar na col>nia 0+r5cola da .onstança, antes da pri eira =uerra /undial, as n-o dese*ava (icar no ca po e si tra#al&ar na cidade, por isto aca#ara indo e #ora al+u te po depois! "ive os ta #é espan&óis, (ranceses, +re+os, &olandeses que se encantara co nossa terra e por aqui per anecera ! , 1J11, c&e+a diversos italianos a Ieopoldina se dedicando à lavoura, depois passa a investir suas econo ias e pequenas o(icinas! 'utros s-o sapateiros, donos de #ar, padres, sacrist-os, açou+ueiros, al(aiates, *ardineiros e e)erce outras atividades! 3iversos portu+ueses ta #é viera orar e nossa cidade, dedicando4se a atividades diversas9 entre elas, o co ércio de atacado e vare*o, diri+indo *ornal, cuidando da a+ricultura, sendo édico, #ar#eiro e artistas!

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1 N '#serve a i a+e

0"7H7303,@

Osando ar+u entos tirados do te)to e in(or aç2es co ple entares, e)plique qual (oi a i port8ncia da (errovia para a nossa re+i-o! QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

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2 N 0inda tra#al&ando co i a+ens, locali1e e Ieopoldina as espaços p<#licos que aparece nas i a+ens a#ai)o, que pertence ao in5cio do século MM$

QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ

QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ 3 N 6or que Ieopoldina era c&a ada de 0tenas da Uona da /ataP RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 4 N Yual era a principal atividade econ> ica do nosso 7 pério e a 6ri eira Bep<#licaP unic5pio durante o

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RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 5 N Yue trata ento rece#ia os escravos nas (a1endas de ca(éP RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 6 N ' que é u a#olicionistaP RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR Yuais (ora os principais n<cleos de i i+rantes que (or ara 4se e IeopoldinaP RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 6 N Ieia a &istória e quadrin&os a#ai)o e discuta seu conte<do co cole+as na sala de aula$ seus

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:0 &istória e quadrin&os aci a n-o te re(er%ncia e)ata pois veio de u (ra+ ento de revista, se capa e (altando pá+inas;!

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FONTES PESXUISADAS E ADAPTADAS '@ icroor+anis os! .apturado e $ &ttp$XXdeco posicao!vila#ol!uol!co !#rXpa+ina4!&t , acesso e 27X01X2011! 6ortal "ur a da />nica! &ttp$XXooo! onica!co !#rXinde)!&t , acesso e 02X02X200K! 0rqueólo+os encontra sinais de (o+o controlado &á 7J0 il anos! .apturado e )tt':YYSSS3.5o!)a.uo!.&o0.ErY5o!)aY&i$n&iaYu!tF26u336UV.%)t0! , acesso e $ 2JX04X2004! ,u+enia :apostila do pro(! Ba iro;! .apturado e &ttp$XXooo!portali pacto!co !#rXdocsX01Ba iro10D'0ula0306olis=re+a, sparta!pd(, acesso e 2KX05X2010! 'li p5adas da =récia 0nti+a! .apturado e &ttp$XXoli piadas!uol!co !#rX200KX&istoriaX+reciaX&istoria!*&t , acesso e 2KX05X2010 "eatro =re+o! .apturado e &ttp$XXooo!suapesquisa!co X usicaculturaXteatroQ+re+o!&t , acesso e 2KX05X2010 ,sparta! .apturado e &ttp$XXooo!portalsao(rancisco!co !#rXal(aXcivili1acao4+re+aXesparta!p&p, acesso e 02X02X200K! Bo a 0nti+a! .apturado e acesso e 02X02X200K! &ttp$XXpt!oidipedia!or+XoidiXBo aQ0nti+a,

OE%$r"a-.o$ 0l+u as partes do te)to (ora copiadas, outras adaptadas e u a #oa parte delas escrita por i ! .o o na época eu pretendia usar o te)to apenas na sala de aula e tive pouco te po para prepara4lo n-o tive o cuidado de relacionar adequada ente as (ontes utili1adas! "entei (a1e4lo nesta revis-o :2011;, as sei que al+u a coisa deve ter escapado! 6eço antecipada ente desculpas e esclareço que n-o ten&o intenç-o de pla+iar ou to ar para i te)tos de outros autores! Eoi descuido es o!

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