Curso Intensivo SLC500

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Íß8l00.


Rev. 2

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MICROSIS RIO - EQUIP. & SERVIÇOS LTDA
Distribuidor Autorizado Rockwell Automation
Rua Mallet , 214 - Higienópolis
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M I C R O S I S - RIO

DISTRIBUIDOR
AUTORIZADO

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 2
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.


INTRODUÇÃO: ............................................................................................................................... 6
1. CONCEITOS INICIAIS: .......................................................................................................... 8
1.1 - CARACTERÍSTICAS DE UM CLP: ..........................................................................................8
1.2 - TIPOS DE CPU'S: ...........................................................................................................................8
1.3 - MEMÓRIA DO CLP .....................................................................................................................9
1.4 - CICLO DE OPERAÇÃO. ...........................................................................................................10
1.5 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO. .................................................................................................10
1.6 - VELOCIDADE. ............................................................................................................................10
1.7 - TIPOS DE ENTRADAS E SAÍDAS: ...........................................................................................10
1.8 - COMUNICAÇÃO DE DADOS: ..................................................................................................14
1.8.1 Redes do tipo Origem-destino............................................................................................................. 14
1.8.2 - Redes Produtor- Consumidor.............................................................................................................. 14
1.8.3 - COMUNICAÇÃO MASTER-SLAVE:............................................................................................... 15
1.8.4 - COMUNICAÇÃO MULTIMESTRE. ................................................................................................. 16
1.8.5 - COMUNICAÇÃO PEER TO PEER ................................................................................................... 16
1.8.6 - MULTICAST: ..................................................................................................................................... 17
1.8.7 - TOKEN PASS: .................................................................................................................................... 17
1.8.8 - MÉTODOS DE TROCA DE DADOS: ............................................................................................. 17
1.8.8.1 - Cíclica: ........................................................................................................................................ 17
1.8.8.2 - Mudança de estado. ................................................................................................................ 18
1.8.8.3 - Polling. ........................................................................................................................................ 18
1.8.9 - MODOS DE COMUNICAÇÃO: ...................................................................................................... 19
1.8.9.1 - Modo de comunicação System. .......................................................................................... 19
1.8.9.2 - Modo de comunicação user. ................................................................................................ 19
1.8.10 - PROTOCOLOS: .................................................................................................................................. 19
1.8.10.1 - DF1 : ........................................................................................................................................... 19
1.8.10.2 - DH485:........................................................................................................................................ 19
1.8.10.3 - REMOTE I/O : .......................................................................................................................... 20
1.8.10.4 - DH + :.......................................................................................................................................... 20
1.8.10.5 - CONTROL NET : ..................................................................................................................... 20
1.8.10.6 - DEVICE NET: .......................................................................................................................... 20
- ETHERNET: .................................................................................................................................................. 21
1.8.11 - SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO: .............................................................................................. 21
1.8.12 - Software de programação do PLC: .................................................................................................. 22
1.8.13 - SISTEMAS DE SUPERVISÃO E ATUAÇÃO NO PROCESSO: ................................................... 22
1.8.14 - INTERFACES HOMEM - MÁQUINA: ............................................................................................. 22
2. SLC500.................................................................................................................................... 23
2.1 - INTRODUÇÃO: ...........................................................................................................................23
2.2 - ARQUITETURA FIXA: "SHOEBOX"........................................................................................23
2.3 - ARQUITETURA MODULAR....................................................................................................24
2.4 - TIPOS DE CHASSIS:...................................................................................................................25
2.5 - FONTES: ......................................................................................................................................25
2.6 - CPU'S:...........................................................................................................................................25
2.6.1 - Chave Rotativa da CPU: ...................................................................................................................... 25
2.6.2 - Modelos de CPU's: ............................................................................................................................ 26
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2.6.3 - Led's de diagnóstico:......................................................................................................................... 27
2.7 - MÓDULOS DE ENTRADA E SAÍDA: ......................................................................................27
2.7.1 MÓDULOS DE E/S DISCRETA: ...................................................................................................... 27
2.7.2 MÓDULOS ANALÓGICOS: ............................................................................................................... 29
2.7.3 MÓDULOS ESPECIAIS: ..................................................................................................................... 30
2.8 - Configurações em Rede e ligações ponto a ponto: .....................................................................33
2.8.1 - PROGRAMAÇÃO PONTO A PONTO ( DF1 FULL DUPLEX) :................................................. 33
2.8.2 - CONFIGURAÇÃO EM REDE DH485............................................................................................... 34
2.8.3 - CONFIGURAÇÃO EM REDE ETHERNET / DH+ / DH485:......................................................... 35
2.8.4 - CONTROL NET:................................................................................................................................ 36
2.8.5 - DEVICE NET:.................................................................................................................................... 36
3. - ENDEREÇAMENTOS......................................................................................................... 38
3.1 - ENDEREÇOS DE ENTRADAS E SAÍDAS................................................................................38
3.1.1 - SLC 500 FIXO:.................................................................................................................................. 38
3.1.2 - SLC 500 MODULAR RACK LOCAL............................................................................................ 38
3.1.3 - SLC500 MODULAR : RACK REMOTO. ................................................................................... 39
3.1.3.1 - ENDEREÇAMENTO DE 1/2 SLOT ........................................................................................... 39
3.1.3.2 - ENDEREÇAMENTO DE 1 SLOT .......................................................................................... 39
3.1.3.3 - ENDEREÇAMENTO DE 2 SLOT ........................................................................................ 40
3.1.3.4 - ARQUIVO “G”................................................................................................................................. 41
3.1.3.5 - TIPOS DE ENDEREÇAMENTOS - módulo SN...................................................................... 42
3.2 - TIPOS DE ARQUIVOS:.............................................................................................................45
3.2.1 ARQUIVOS DE PROGRAMA: ............................................................................................................ 45
3.2.2 ARQUIVOS DE DADOS-TABELA DE DADOS: ............................................................................. 45
3.3 - ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS (PILHAS)...............................................................47
3.4 - ENDEREÇAMENTO INDIRETO: ..............................................................................................48
3.5 - ENDEREÇAMENTO COMPLEMENTAR. ...............................................................................48
3.6 - ENDEREÇAMENTO INDEXADO: ...........................................................................................48
4. - INSTRUÇÕES: ....................................................................................................................... 49
4.1 INSTRUÇÕES DO TIPO RELÊ.....................................................................................................49
4.1.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 49
4.1.2 - Instruções “Examinar”:....................................................................................................................... 49
4.1.2.1 - Examinar se Energizado ( XIC ): ............................................................................................ 50
4.1.2.2 - Examinar se Desenergizado ( XIO ): ..................................................................................... 50
4.1.3 - Instruções Energizar/Desenergizar Saída: ........................................................................................... 50
4.1.3.1 - Energizar saída ( OTE ) ........................................................................................................... 51
4.1.3.2 - Energizar Saída com Retenção ( OTL ) e desenergizar Saída com Retenção ( OTU ):51
4.1.4 - Monoestável Sensível à Borda de Subida:.............................................................................52
4.1.4.1 Parâmetros da Instrução OSR: ................................................................................................. 52
4.2 - Instruções de temporizador e contador ........................................................................................54
4.2.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 54
4.2.2 - Descrição: ............................................................................................................................................ 54
4.2.3 - Instruções de Temporizador................................................................................................................. 55
4.2.3.1 Bits de Estado.............................................................................................................................. 55
4.2.3.2 Base de Tempo ........................................................................................................................... 55
4.2.3.3 Precisão........................................................................................................................................ 55
4.2.3.4 - Temporizador de Energização ( TON ) ................................................................................. 56
4.2.3.5 - Temporizador na Desenergização ( TOF ) ........................................................................... 57
4.2.3.6 - Temporizador Retentivo ( RTO ) ............................................................................................ 58
4.2.3.7 - Instruções de Contador Crescente/Decrescente ( CTU e CTD ): ..................................... 59
4.2.3.8 - Instrução de Rearme de Temporizador/Contador ( RES ) ................................................. 61
4.3 . Instruções de Mensagem comunicação de E/S:............................................................................62
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4.3.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 62
4.3.2 - Instrução de MSG: ............................................................................................................................... 62
4.3.3 - Parâmetros da Instrução MSG: ............................................................................................................ 64
4.3.4 Bits de Estado da Instrução MSG .......................................................................................................... 66
4.4 - Instruções de Comparação ...........................................................................................................68
4.4.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 68
4.4.2 - Igual a ( EQU ) .................................................................................................................................... 68
4.4.3 - Diferente ( NEQ ) ................................................................................................................................ 69
4.4.4 - Menor que ( LES ) ............................................................................................................................... 69
4.4.5 - Menor ou igual a ( LEQ )..................................................................................................................... 70
4.4.6 - Maior que ( GRT ) ............................................................................................................................... 70
4.4.7 - Maior ou igual a ( GEQ ) ..................................................................................................................... 71
4.4.8 - Igual Mascarada ( MEQ ) .................................................................................................................... 71
4.4.9 - Teste limite ( LIM ) ............................................................................................................................. 72
4.5 - Instruções Matemáticas................................................................................................................74
4.5.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 74
4.5.2 - Adição ( ADD ) ................................................................................................................................... 75
4.5.3 - Subtração ( SUB )................................................................................................................................ 75
4.5.4 - Multiplicação ( MUL )......................................................................................................................... 76
4.5.5 - Divisão ( DIV ) .................................................................................................................................... 77
4.5.6 - Negação ( NEG ) ................................................................................................................................. 77
4.5.7 - Zeramento ( CLR )............................................................................................................................... 78
4.5.8 - Raiz Quadrada ( SQR ) ........................................................................................................................ 78
4.6 - Instruções Lógicas e de movimentação.........................................................................................79
4.6.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 79
4.6.2 - Movimentação ( MOV ) ...................................................................................................................... 80
4.6.3 - Movimento com Máscara ( MVM )..................................................................................................... 81
4.6.4 - E ( AND ) ............................................................................................................................................ 82
4.6.5 - Ou ( OR ) ............................................................................................................................................. 82
4.6.6 - Ou Exclusivo ( XOR ) ......................................................................................................................... 83
4.6.7 - Complementação NOT........................................................................................................................ 83
4.7 - Instruções de cópia e preenchimento de arquivo ........................................................................85
4.7.1 - Generalidades: ......................................................................................................................85
4.7.2 - Cópia Arquivo ( COP ) ..........................................................................................................85
4.7.3 - Preenchimento de Arquivo ( FLL )........................................................................................86
4.8 . Instrução de Deslocamento de Bit, FIFO e LIFO..........................................................................87
4.8.1 - Generalidades: .......................................................................................................................87
4.8.2 - Instruções de Deslocamento de Bit à Esquerda ( BSL ) e à Direita ( BSR ). ...............87
4.8.2.1 - Deslocamento de Bit à Esquerda:.............................................................................89
4.8.2.2 - Deslocamento de Bit à Direita: ................................................................................89
4.8.3 - CARGA E DESCARGA FFL E FFU. ......................................................................90
4.8.4 - Carga e descarga LIFO: ........................................................................................................92
4.9 - Instruções de sequenciador: ..........................................................................................................93
4.9.1 - SQO: ......................................................................................................................................94
4.10 - INSTRUÇÃO DE SALTO PARA SUBROTINA: .......................................................................95
4.11 - INSTRUÇÃO PID: ......................................................................................................................96
4.11.1 - FUNÇÃO PID: ................................................................................................................................... 96
4.11.2 - INSTRUÇÃO PID: ............................................................................................................................ 97
4.12 - Instruções de E/S imediatas: ....................................................................................................102
4.13 - Manutenção & LOCALIZAÇÃO DE FALHAS......................................................................103
4.13.1 - Generalidades: ................................................................................................................................... 103
4.13.2 - Limpando as Falhas ........................................................................................................................... 103
4.13.3 - Descrição de Código de Erro e Ação Recomendada ......................................................................... 104
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5 - Software de Comunicação Rslinx. .................................................................................. 117
5.1 - Acessando o software:.................................................................................................................117
5.2 - Configurando drivers. ................................................................................................................117
6. Software de programação Rslogix500. ......................................................................... 120
7. - Exercícios Aplicativos : .................................................................................................... 135
8. - GLOSSÁRIO..................................................................................................................... 139
9. Referências bibliograficas................................................................................................... 143
10. ANEXOS: ........................................................................................................................... 144
10.1 - Indentificando componentes do controlador. ...........................................................................145
10.2 - Instalando componentes de Hardware: .....................................................................................146
10.3 - Procedimentos para interligação das redes: .......................................................................147
10.4 - Recomendação para fiação de Dispositivos de Entradas e saídas..........................................148
10.5 - Manutenção do sistema de controle. .......................................................................................149
10.6 - Localização de falhas pelos Leds de Diagnóstico..................................................................150
10.7 - Instalando Redes DH485...........................................................................................................151
10.8 - Instalando Redes DH+ ..............................................................................................................152
10.9 - Interfaces de Comunicação RS232. ......................................................................................153
10.10 - Consumo dos módulos e processadores. .............................................................................154
10.11 - Comunicação de dispositivos em Ethernet. .......................................................................155
10.12 - Arquivo de Status dos Controladores. ............................................................................156














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INTRODUÇÃO:
Em vista da variedade de aplicações deste equipamento, e considerando
sua distinta diferença com relação aos equipamentos eletromecânicos, deverá
ser verificada a aplicabilidade para cada caso em específico.
As instruções, gráficos e exemplos de configuração que aparecem neste
descritivo têm por finalidade auxiliar no entendimento do texto.
As instruções de programa presentes neste descritivo são as de maior
aplicação, para maiores detalhes deverá ser consultado o manual de
instruções do software aplicativo corresponde ao tipo de CLP. Devido às
muitas variáveis e exigências associadas com qualquer instalação em
particular, a Microsis não assumirá responsabilidade pelo uso real baseado
em ilustrações de aplicações.
A cada dia que passa os equipamentos elétricos vão dando lugar aos
microprocessadores. Tanto na vida profissional como na cotidiana estamos
sendo envolvidos por microprocessadores e computadores. Na indústria,
estas máquinas estão sendo empregadas para otimizar os processos, reduzir
os custos e aumentar a produtividade e a qualidade dos produtos, estamos
passando por um momento de automação dos processos ou Automação
Industrial.
Um microprocessador pode por exemplo tomar decisões no controle de uma
maquina, ligá-la, desligá-la, movimentá-la, sinalizar defeitos e até gerar
relatórios operacionais. Mas detrás destas decisões, está a orientação do
microprocessador, pois elas são baseadas em linhas de programação(códigos
de máquina).
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL.
Automação Industrial é um conjunto de técnicas destinadas a tornar
automáticos vários processos numa indústria: o comando numérico, os
controladores programáveis, o controle de processos e os sistema
CAD/CAM (computer aided design manufacturing - projetos e manufatura
apoiados em computador).
CONTROLADOR PROGRAMÁVEL.
Um sistema de controle de estado sólido, com memória programável para
armazenamento de instruções para o controle lógico, pode executar funções
equivalentes as de um painel de relês ou de um sistema de controle
analógico. É ideal para aplicações em sistemas de controle de relês e
contatores, os quais se utilizam principalmente de fiação,dificultando desta
forma, o acesso a possíveis modificações e ampliações do circuito de
controle existente. O controlador programável monitora o estado das
entradas e saídas, em resposta às instruções programadas na memória do
usuário, e energiza, desenergiza, ou faz um controle proporcional das saídas
dependendo do resultado conseguido com as instruções do programa. Na
automação industrial, as máquinas substituem tarefas tipicamente
mentais,tais como memorizações,cálculos e supervisões.
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Os controladores programáveis dominam os dispositivos pneumáticos,
hidráulicos, mecânicos e eletromecânicos. Os Controladores Programáveis
substituem a ação do homem como sistema de controle,e podem controlar
grandezas tais como vazão, temperatura, pressão, nível, torque, densidade,
rotação, tensão e corrente elétrica (variáveis de controle).

SLC500 - ALLEN BRADLEY.

Família de controladores programáveis para aplicações de pequeno e médio
porte, instruções avançadas de programação, módulos para aplicativos
distintos,comunicação por redes proprietárias (DH +, DH485 , Remote I/O) e
redes abertas Control Net,Device Net e Ethernet.
Antes de se começar a abordagem da família SLC500 alguns conceitos em
Automação Industrial devem ser observados.










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1. CONCEITOS INICIAIS:
1.1 - CARACTERÍSTICAS DE UM CLP:
Na escolha do CLP alguns aspectos devem ser abordados são eles o tipo de
processador ou CPU, Tipos de Entradas e saídas, possibilidades de
comunicação,versatilidade do software de programação, sistemas de
supervisão e atuação no processo, interfaces homem-máquina existentes e
suporte técnico dado pelo fabricante de CLP.
ESQUEMA GERAL DE UM CLP:




















1.2 TIPOS DE CPU'S:
Define a memória de programação, recursos avançados de programação,
canais de comunicação existentes e os tempos de execução das instruções e
de varredura das entradas e atualização das saídas (tempo de scan).
A Função da CPU consiste em se ler entradas executar a lógica segundo o
programa aplicativo e acionar ou controlar proporcionalmente as saídas.

C
I
R
C
U
I
T
O
S

DE

EN
TRA
DAS
C
I
R
C
U
I
T
O
S

DE

S
AI
DAS


UNIDADE
CENTRAL
DE
PROCESSAMENTO
DISPOSITIVOS DE PROGRAMAÇÃO
E COMUNICAÇÃO.
MEMÓRIA
PROGRAMA E DADOS
FONTE DE ALIMENTAÇÃO
ISOLAMENTO
Acoplamento ótico Acoplamento ótico
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1.3 - MEMÓRIA DO CLP
A memória do CLP divide-se em memória de aplicação, memória do
usuário e programa executável ou memória do sistema.
MEMÓRIA DE APLICAÇÃO.
Onde são armazenados os arquivos de programa ou seja o programa
aplicativo em diagrama Ladder.
Existem dois tipos: Volátil e não-volátil.
VOLÁTIL.
Pode ser alterada ou apagada (gravar ou ler), se ocorrer uma queda de
alimentação perde-se o programa, são usadas baterias e capacitores para
resguardar o programa.
O exemplo amplamente utilizado é a memória RAM ( memória de acesso
aleatório ).
NÃO - VOLÁTIL.
Possui a mesma flexibilidade da memória RAM e retém o programa mesmo
com a queda da alimentação.
Exemplo: EEPROM ( Memória de leitura eletricamente apagável e
programável ).
MEMÓRIA DO USUÁRIO.
Constituida de bit's que são localizaões discretas dentro da pastilha de
silício, pode ser submetido a tensão, portanto lido como “1” ou não
submetido à tensão lido como “0” .
Os dados são padrões de cargas elétricas que representam um valor
numérico.
A cada conjunto de 16 Bit`s denomina-se palavra, estas palavras possuem
uma localização na memória chamada endereço ou registro. Onde são
armazenados valores referentes aos Arquivos de Dados, que são valores
associados ao programa tais como: status de E/S, valores Pré-selecionados e
acumulados de temporizadores e contadores e outras constantes e variáveis.

PROGRAMA EXECUTÁVEL OU MEMÓRIA DO SISTEMA.
Direciona e realiza as atividades de operação, tais como: Execução do
programa do usuário e coordenação das varreduras das entradas e
atualização das saídas, programada pelo fabricante e não pode ser acessada
pela usuário.


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1.4 - CICLO DE OPERAÇÃO.
O ciclo de operação do CLP consiste no modo com que o CLP examina as
instruções do programa , usa o estado armazenado na tabela Imagem das
entradas para determinar se uma saída será ou não energizada. O resultado
é armazenado numa região da memória chamado de tabela imagem das
saídas.
1.5 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO.
Encarregada de fornecer alimentação ao barramento do CLP, em 5VCC ou
24 VCC. Protege os componentes contra picos de tensão, garante a operação
normal com flutuações de 10 à 15%, estas flutuações podem ser provocadas
por quedas na rede, partidas e paradas de equipamentos pesados. Em
condições instáveis de tensão deve-se instalar estabilizador.
Suporta perdas rápidas de alimentação permitindo ao controlador salvar os
dados e o programa do usuário.
Se o painel onde está instalado o CLP for susceptível à interferência
eletromagnética ou ruído elétrico aconselha-se a instalação de um
transformador de isolação.

1.6 - VELOCIDADE.

A velocidade que um CLP genérico executa o seu ciclo de operação fica
em torno de 1 à 25 mseg para 1024 instruções do programa aplicativo, cada
instrução possui o seu tempo de processamento. Na soma do tempo total de
processamento ou ciclo de operação devem ser considerados: Tempo para o
dispositivo de campo acionar a entrada,Tempo para o CLP detectar o
sinal,Tempo para a varredura da entrada, Tempo para varredura do programa
, Tempo para a varredura da saída, Tempo para o acionamento do circuito de
saída ,Tempo para o acionamento do dispositivo de campo, Tempos para os
canais de comunicação.

1.7 - TIPOS DE ENTRADAS E SAÍDAS:
As entradas e saídas podem estar acopladas a CPU, ou, podem ser cartões
para os CLP'S que são divididos em módulos (Modulares).
ENTRADAS.
São denominadas entradas os dispositivos de campo que são conectados ao
CLP como botões,chaves thumbwhell,chaves limite,chaves
seletoras,sensores de proximidade e sensores fotoelétricos.
Os circuitos de entrada filtram os sinais de tensão para classificá-los como
válidos, determinam a validade de um sinal pela sua duração ou seja
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esperam para poder confirmar se o sinal é uma ruído elétrico ou uma
referência de um dispositivo de entrada. Este tempo de filtragem varia em
torno de 8mseg. mas, pode ser ajustado através do software de programação.
Quanto maior o tempo de resposta melhor será a filtragem do sinal, um
menor tempo de resposta é usado em aplicações que requerem uma maior
velocidade de resposta como interrupções e contagens.

SAÍDAS.
São exemplos de saídas para o CLP: Solenóides, relês, contatores, partidas
de motores, luzes indicadoras, válvulas e alarmes. As CPU’s utilizam como
circuitos de saída: Relês, Transistores e Triacs.
Os Relês funcionam tanto em CA como CC, resistem à cargas de até 2,5 A e
suportam melhor os picos de tensão pois possuem uma camada de ar entre os
os seus contatos o que elimina a possibilidade de corrente de fuga. Mas, são
lentos e desgastam com o tempo.
Os Transistores, são silenciosos chaveiam corrente contínua e não tem peças
móveis sujeitas ao desgaste , são rápidos e reduzem o tempo de resposta .
Mas suportam cargas de no máximo 0,5A.
Os Triacs, possuem características semelhantes aos transistores,
diferenciando no aspecto de que os mesmos chaveiam Corrente alternada.
As saídas de estado sólido ( transistores e triacs ) podem ser mais facilmente
danificadas por sobretensão ou sobrecorrente que as à relê.
LIGAÇÕES.
Nos cartões de E/S DC deve ser observada a polaridade dos mesmos,
sabendo-se que em sensores do tipo PNP ( + ) são usadas com cartões do
tipo Sink e sensores NPN ( - ) são usados em cartões do tipo source.

LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE ENTRADA SINKING:
Quando o dispositivo de campo está ativo ele fornece corrente ao circuito de
entrada. ver figura abaixo:
I I


+

_ I DC .com



FONTE
DC
DISPOSITI-
VO DE
CAMPO
CIRCUI
_
TO DE

ENTRA_
DA DC
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LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE ENTRADA SOURCING:
Quando o dispositivo de campo está ativo a corrente sai dos módulos de
entrada para o dispositivo , ver figura abaixo:

I I


_

+ I VDC




LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE SAÍDA SINK
O dispositivo de campo está conectado no positivo da fonte de alimentação e
o negativo é fechado no módulo de saída do CLP. ver figura abaixo:

VDC

I
+

_


DC COM








FONTE
DC
FONTE
DC
DISPOSITI-
VO DE
CAMPO
DISPOSITI-
VO DE
CAMPO
CIRCUI
_
TO DE

ENTRA_
DA DC
CIRCUI
_
TO DE
SAÍDA
DC
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LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE SAÍDA SOURCE
Quando a saída fornece a corrente da fonte ao dispositivo de campo. ver
figura abaixo:


VDC

I
+

_


DC COM




ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS:
São definidas como sinais discretos em níveis lógicos 1 ou 0, sendo que 1
corresponde a um nível alto de tensão que pode ser 100/120/200/240/24
VAC (tensão alternada) ou 24 VDC,30-55 VDC (tensão contínua) , 0
corresponde a um nível baixo de tensão que pode ser Neutro (corrente
alternada) ou DC COMUM ( corrente contínua).

ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS:
São definidos como sinais variantes no tempo podem ser : 4 à 20 mA, 0 à 10
volts, -20 à +20mA , -10 à +10 volts. ver figuras abaixo:
v , I V.I




Tempo tempo
Sinais Digitais Sinais analógicos
FONTE
DC
DISPOSITI-
VO DE
CAMPO







CIRCUI
_
TO DE

SAÍDA
DC
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 14
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

1.8 - COMUNICAÇÃO DE DADOS:
Os tipos de comunicação dos dados entre os CLP'S ou entre Terminal de
programação/Supervisão e CLP devem ser definidos, existem CLP'S que se
comunicam em redes abertas (tipo de rede utilizada por diferentes
fabricantes ) ou redes proprietárias (tipo de rede do fabricante do CLP).
Definimos dois modelos de redes: descritas como origem / destino e
produtor / consumidor.
EXEMPLOS DE MODELOS DE REDES:











1.8.1 Redes do tipo Origem-destino.
Nestes tipos de configurações os dados são transmitidos/recebidos do
nó fonte para um destino específico.
A A a aç çã ão o s si in nc cr ro on ni iz za ad da a e en nt tr re e o os s n nó ós s é é m mu ui it to o d di if fi ic ci il l u um ma a v ve ez z q qu ue e o os s d da ad do os s c ch he eg ga am m
a ao os s n nó ós s e em m m mo om me en nt to os s d di if fe er re en nt te es s e ex xi ia as st te e o o d de es sp pe er rd dí íc ci io o d de e r re ec cu ur rs so os s e em m f fu un nç çã ão o d da a
r re ep pe et ti iç çã ão o d do os s m me es sm mo os s d da ad do os s q qu ua an nd do o a ap pe en na as s o o d de es st ti in no o é é d di if fe er re en nt te e


1.8.2 - Redes Produtor- Consumidor

Nestes tipos de configurações os dados são transmitidos/recebidos do
nó fonte para todos os nós da rede simultaneamente.
Numa mesma rede podem trafegar dados de controle de E/S ( BTR- BTW)
e dados de configuração (MSG). Pode-se priorizar os dados de E/S. Estes
sistemas podem ser Mestre/escravo, Multimestre ou Peer-to-peer para E/S e
mensagens. A troca de dados pode ser do tipo cíclica ou seja dispositivos
produzem dados a uma taxa configurada pelo usuário.












ORIGEM / DESTINO
MESTRE/ESCRAVO MULTIMESTRE

RIO
DH 485
DH+

PRODUTOR CONSUMIDOR

DEVICE NET
CONTROL NET

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 15
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Em uma rede produtor- consumidor as mensagens são identificadas pelo
conteúdo e não pelo origem/destino. O cabeçalho da mensagem diz,esta é a
mensagem 75. Os dispositivos que precisam destes dados “consomen” a
mensagem.
Esta nova Tecnologia de redes permite que os dados síncronos (I/O) sejam
adquiridos em intervalos específicos e que dados não síncronos como “up-
Loads”, “down-Loads” configuração, programação sejam transferidos em
intervalos não programados. Estes dois tipos de tráfego são suportados pela
rede sem que um tipo venha interferir sobre o outro.











1.8.3 - COMUNICAÇÃO MASTER-SLAVE:
( MESTRE - ESCRAVO )
Neste tipo de topologia a estação mestre é fixa e somente ela é capaz de
iniciar as mensagen. Dispositivos escravos trocam dados apenas com o
mestre. Um mestre e múltiplos escravos.











C CT TL L
R R1 1
H H
M MI I
S Se en ns s
o or r
C CT TL L
R R2 2
ALLEN-BRADLEY
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4 5 6
1 2 3
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# #
1 1
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Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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1.8.4 - COMUNICAÇÃO MULTIMESTRE.
Pode-se ter mais de um mestre e cada mestre tem o seu próprio conjunto de
escravos.













1.8.5 - COMUNICAÇÃO PEER TO PEER
Um par de estações toma o controle da rede por vez não há necessidade de
polling ( forma de se controlar uma linha de comunicação com o envio de
um sinal para uma estação a fim de verificar se a mesma possui mensagens a
transmitir).
Dispositivos podem trocar dados com mais de um dispositivo ou múltiplas
trocas com o mesmo dispositivo


ALLEN-BRADLEY
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4 5 6
1 2 3
. 0 -
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<
-
-

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P a n e l V i e w 5 5 0
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CAMC.

1.8.6 - MULTICAST:

Dados são transmitidos simultaneamente a todos os nós.


1.8.7 - TOKEN PASS:

A cada instante uma estação está no controle da rede envia e recebe seus
dados e envia o polling para o próxima a fim de saber se a mesma esta
pronta para receber o controle, se a mesma estiver esta passará a ter o
controle da rede.


1.8.8 - MÉTODOS DE TROCA DE DADOS:
1.8.8.1 - Cíclica:












N Ne es st te e t ti ip po o d de e m mé ét to od do o o os s d di is sp po os si it ti iv vo os s p pr ro od du uz ze em m d da ad do os s a a u um ma a t ta ax xa a c co on nf fi ig gu ur ra ad da a p pe el lo o u us su uá ár ri io o
e es st ta a t tr ra an ns sf fe er rê ên nc ci ia a c cí íc cl li ic ca a é é e ef fi ic ci ie en nt te e d de ev vi id do o a ao o f fa at to o d de e q qu ue e o os s d da ad do os s s sã ão o t tr ra an ns sf fe er ri id do os s n nu um ma a t ta ax xa a
a ad de eq qu ua ad da a a ao o d di is sp po os si it ti iv vo o/ /a ap pl li ic ca aç çã ão o. . C Co om m i is st to o r re ec cu ur rs so os s p po od de em m s se er r p pr re es se er rv va ad do os s p p/ / d di is sp po os si it ti iv vo os s c co om m
a al lt ta a v va ar ri ia aç çã ão o e e m me el lh ho or r d de et te er rm mi in ni is sm mo o. .
C Co om mp pa at tí ív ve el l c co om m M Me es st tr re e/ /E Es sc cr ra av vo o, , M Mu ul lt ti im me es st tr re e, , “ “p pe ee er r- -t to o- -p pe ee er r” ” e e M Mu ul lt ti ic ca as st t




8 8ß ß8 8l l0 0
0 0 l ll l0 0
a a c ca ad da a
1 10 00 0m ms s
a a c ca ad da a
2 20 00 00 0m ms s
a a c ca ad da a
5 5m ms s
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Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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1.8.8.2 - Mudança de estado.











N Ne es st te e t ti ip po o d de e t tr ro oc ca a d de e d da ad do os s o os s d di is sp po os si it ti iv vo os s p pr ro od du uz ze em m d da ad do os s a ap pe en na as s q qu ua an nd do o t te em m s se eu u e es st ta ad do o
a al lt te er ra ad do o. . U Um m s si in na al l e em m s se eg gu un nd do o p pl la an no o é é t tr ra an ns sm mi it ti id do o c ci ic cl li ic ca am me en nt te e p pa ar ra a c co on nf fi ir rm ma ar r q qu ue e o o d di is sp po os si it ti iv vo o
e es st tá á o ok k. . A A M Mu ud da an nç ça a d de e e es st ta ad do o é é e ef fi ic ci ie en nt te e d de ev vi id do o a ao o f fa at to o d de e q qu ue e s se e r re ed du uz z s si ig gn ni if fi ic ca at ti iv va am me en nt te e o o
t tr rá áf fe eg go o d da a r re ed de e e e r re ec cu ur rs so os s n nã ão o s sã ão o d de es sp pe er rd di iç ça ad do os s p pr ro oc ce es ss sa an nd do o- -s se e d da ad do os s a an nt ti ig go os s. .

1.8.8.3 - Polling.









O O P Po ol ll li im mg g é é u um m s si in na al l e en nv vi ia ad do o n na a r re ed de e q qu ua an nd do o o os s d di is sp po os si it ti iv vo os s r re ec ce eb be em m d da ad do os s ( (n no or rm ma al lm me en nt te e
s sa aí íd da as s) ) i im me ed di ia at ta am me en nt te e e en nv vi ia am m s se eu us s d da ad do os s ( (n no or rm ma al lm me en nt te e e en nt tr ra ad da as s) )
U Ut ti il li iz za ad do o e em m s si is st te em ma as s M Me es st tr re e/ /E Es sc cr ra av vo o & & M Mu ul lt ti im me es st tr re e. .




8 8l l0 0l ll l8 8
l l l ll l0 0
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7 8 9
4 5 6
1 2 3
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Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.


1.8.9 - Modos de Comunicação:
1.8.9.1 - Modo de comunicação System.
O CLP está em comunicação com dispositivos do sistema do seu
fabricante.
1.8.9.2 - Modo de comunicação user.
O CLP está em comunicação com equipamentos dedicados.

1.8.10 - Protocolos:
Conjunto de regras, requisitos e procedimentos que devem ser obedecidos
para que se possa transmitir uma informação em uma rede de comunicação
de dados digital, é o idioma utilizado na rede ou seja o dispositivo
transmissor necessita ser compreendido pelo receptor e cada fabricante tem
seus próprios padrões
1.8.10.1 - DF1 :
Protocolo proprietário usado para comunicação ponto - a - ponto (conexão
direta) ou remota através de modens.
Considera-se dois tipos:
DF1 FULL-DUPLEX : Transmissão se dá nas duas direções,
recebe-se e transmite-se simultaneamente.
DF1 HALF-DUPLEX : Transmissão em ambos os sentidos porém não
simultaneamente.
1.8.10.2 - DH485:
Rede "Token Pass" com topologia em barramento, de comprimento de
cabo até 1.219 metros, com Baud rate: 1200, 2400, 9600, 19.200.
Possibilidade de até 32 dispositivos.
Exclusiva para CLP's da família SLC500,Micrologix e dispositivos Homem
- máquina e softwares de supervisão.


MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 20
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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1.8.10.3 - REMOTE I/O :
Rede de entradas, saídas e dispositivos físicos remotos. A quantidade de
dispositivos acoplados na mesma depende da CPU utilizada. A extensão
máxima dos cabos depende da velocidade de transmissão e pode ir até 3000
metros. Presente nos processadores PLC5 e cartão Scanner do SLC500.
1.8.10.4 - DH + :
Rede proprietária da Allen Bradley de maior performance possui uma maior
quantidade de Drivers para comunicação. Possui uma taxa de comunicação
de 57,6 Kbps, comprimento do cabo da rede até 3.000 metros e do cabo da
rede secundária 30 metros. Pode-se ter até 64 estações na rede. Presente em
todos os CLP's família 5 e SLC500-5/04.

1.8.10.5 - CONTROL NET :
Este tipo de protocolo garante a opção de meio físico redundante,é uma
rede baseada no modelo "PRODUTOR CONSUMIDOR", posssui taxa de 5
Mbps. , conexão por cabo coaxial , até 99 estações na rede, distância de 3Km
no tronco principal,usando repetidores pode-se extender em até 30Km, e até
500m no secundário, é uma rede determinística na qual pode-se Ter dados de
I/O e dados entre CPU's trafegando na mesma rede.

1.8.10.6 - DEVICE NET:
É uma rede complemente aberta de dispositivos de campo, com
possibilidade de cada Scanner poder endereçar até 63 estações, com
distância de até 500m com velocidade de 125K baud. Possui possibilidade
de interligação de diferentes fornecedores, suporta comunicação produtor
consumidor. Os dados de I/O e configuração trafegam no mesmo meio físico
sem interferências. Neste modelo pode-se trafegar os dados a todos que
necessitam ao mesmo tempo. Baseada no protocolo CAN ( Controller Area
Network ),desenvolvido pela Bosch para industria automobilística,o que
garante a sua robustez em ambientes ruidosos. Pode-se fazer a remoção de
nós sem afetar a integridade da rede, possui sinal e alimentação de 24 VCC
no mesmo cabo. Cabo de rede constituído por dois pares trançados: Um par
“sinal” e um par “alimentação” até 8 A com blindagem.




MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 21
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

1.8.10.7 - ETHERNET:
Rede de comunicação de dados local com taxa de comunicação de 10Mbit/s
presente nos controladores da família 5: 5/20E, 5/40E , 5/80E e SLC500 5/05.
Esta rede possui grande versatilidade (inúmeros fabricantes à acessão), grande
estabilidade e velocidade de processamento dos dados. Com uma rede
Ethernet você tem recursos de rede quase ilimitados,pois pode maximizar a
comunicação entre a grande variedade de equipamentos oferecidos por varios
fornecedores.

COMPARANDO REDES:






















1.8.11 - SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO:

INTERBUS-S PROFIBUS DEVICE NET

* Todas as interfaces * Interfaces desenvolvidas * Comunicação Produtor-con-
desenvolvidas pela pela Bosh,Siemens e Klockner sumidor.
Phoenix Contact. Moeler. * Dados de I/O e configuração no
* Participantes predo- * Participantes Europeus. mesmo meio físico sem interfe-
minante Europeus. * Possui 03 opções de protocolo rência.
* Taxa de velocidade * Baixa documentação,desem- * Constituido de uma linha tronco
500Kpbs (2 palavras) penho,alto custo por nó instala- + derivações.
* Cada “byte”de da- do. * Remoção de nós sem afetar in-
dos adicional requer * Pequeno alcance (100m) a tegridade da rede.
um ciclo de rede adi- 12Mbps,Lenta para 24 KM * Até 64 nós endereçados.
cional . 9K. * Sinal e alimentação 24VCC no
* Usuário necessita * Requer o uso de repetidores mesmo cabo.
mapear “manualmen- * Taxas selecionáveis com a dis-
te os dispositivos da ASI tancia.
rede no CLP. * Baixo custo meio físico. * Terminações de 121 Ω ΩΩ Ω em am-
* Sistema Origem- * Fácil de instalar (conectores bos os extremos.
destino: apenas um vampiro). * Rede constituida por dois pares
mestre. * Alimentação pela rede. trançados.
* Dispositivos não * Limitada a dispositivos sim- * Qualquer nó pode acessar o
são alimentados pela ples. barramento quando disponível.
rede. * Alcance ( 300 m c/repetidores) * Como na Ethernet cada nó tenta
* Não se pode remo- * Velocidade ( 167 Kbps ) transmitir quando o barramento
ver um dispositivo da * Mestre / Escravo ( apenas 01 está livre ,ao contrario da Ethernet.
rede. mestre ) .
* Topologia em anel * Não hà limitação quanto a quant.
c/ derivações. de dispositivos ,a base de dados de
cada um dos 64 dispositvos
independe dos demais.
* Baseada no protocolo CAN,o que
garante uma boa imunidade a ruidos

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 22
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

1.8.12 - Software de programação do PLC:

Cada tipo de fabricante de CLP possui o seu software de programação, cuja
linguagem de programação pode ser: ladder, CSF(diagrama lógico), ou SFC
(linguagem em Grafcet). Através do qual o usuário desenvolve o seu
aplicativo.
Os CLP'S ALLEN BRADLEY utilizam linguagem em ladder e SFC
(PLC5), as instruções lógicas são incorporadas no ladder.

1.8.13 - SISTEMAS DE SUPERVISÃO E ATUAÇÃO NO
PROCESSO:

Basicamente existem dois tipos de sistemas de controle:
SISTEMAS SCADA: Sistemas de Controle e Aquisição de Dados.
Este controle e aquisição de dados pode ser feito por uma interface homem-
máquina ou por um software de supervisão. Se caracterizam por suas
unidades remotas fazerem somente a aquisição dos dados
SDCD : Sistema Digital de Controle Distribuído:
Sistema de controle no qual as suas unidades remotas além de realizarem
aquisição de dados também atuam no processo. O controle da planta fica
distribuído nas diversas etapas.

1.8.14 - INTERFACES HOMEM - MÁQUINA:

Dispositivos de controle com os quais é possível monitoração e atuação no
processo e geração de relatórios de Alarmes (Dtam Plus, Panel View - Allen
Bradley).






MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 23
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

2. SLC500
2.1 - INTRODUÇÃO:
Família de controladores para aplicações na indísstria de máquinas e
pequenos e médios processos industriais.
Apresenta-se sobre duas versões: Arquitetura fixa e Arquitetura modular.
Desenvolve-se a seguir uma apresentação das diversas características destes
dois tipos de arquiteturas.

2.2 - ARQUITETURA FIXA: "SHOEBOX"













Unidade compacta contendo CPU, entradas, saídas e fonte, possui versões
com 20, 30 ou 40 pontos e 24 tipos de combinações diferentes de acordo
com os níveis de tensão de entrada e os tipos de saídas.
TIPOS DE UNIDADES:
1747-L20 : 12E + 8 S
1747-L30 : 18E + 12S
1747-L40 : 24E + 16S
Possui um chassi para expansão com duas ranhuras para que possam ser
acoplados mais dois cartões digitais ou analógicos ou algum módulo de
comunicação compatíveis* (consultar System Overview pg.55).
Velocidade de varredura (Tempo de Scan ) 8ms/K instrução.

UNIDADE FIXA
RACK
A2 C/02
Cartões


1747 -
PIC
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 24
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Capacidade de Memória : 1k instruções = 4k palavras = 8k bytes. Esta
memória tem backup por capacitor que retém o programa por menos 2
semanas, ainda possui uma bateria opcional e módulos de memória
EEPROM e UVPROM.
Canal de comunicação com a rede DH485, mas não há a possibilidade de
enviar dados na mesma, o CLP Fixo somente recebe dados de outros
processadores. Para a alteração da tabela de dados no mesmo há a
possibilidade de se interligar um dispositivo da família DTAM ao mesmo.
Para se programá-lo utiliza-se o conversor DH485 para RS232, (1747 PIC ).
Nos processadores de 24 Vcc a entrada 0 é configurável como um contador
de freqüências de até 8Khz.
Possui uma fonte 24Vcc para o usuário com capacidade de até 200 mA, nos
modelos com alimentação de 110/220 Vca.
Suporta todas as instruções das família SLC 500 exceto PID e MSG.
2.3 - ARQUITETURA MODULAR
Engloba chassis, fontes, CPU'S, módulos de E/S, módulos de Comunicação,
módulos especiais e cabos para interligação.


















FONTE
UMA P/
CADA
CHASSI
C
P
U
ou
A
S
B
MÓDULOS


CABO C7 ou C9
A PARTIR DO 2º
CHASSI A 1º
RANHURA É
UTIL
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 25
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

2.4 - TIPOS DE CHASSIS:
Quatro tamanhos: 1746 A4,A7, A10,A13 com respectivamente 4,7,10 e 13
ranhuras.
Cada CPU ou ASB pode endereçar até 30 Slot's (ranhura ou trilho), a CPU
ou ASB ocupa a primeira ranhura do primeiro chassi nos demais chassis a
primeira ranhura é disponível para um módulo de E/S, a ligação entre os
chassis é feita através de um simples cabo paralelo 1747-C7 ou C9 e
quantidade de chassis é limitada a 03 por CPU ou ASB.

2.5 - FONTES:

Existem 4 tipos de fontes para SLC500:










2.6 - CPU'S:
2.6.1 - Chave Rotativa da CPU:
Permite ao operador localmente alterar o modo de operação do controlador,
existem três modos: Remoto,programação e operação.
• Programação-PROG: Nesta posição o processador não atualiza os pontos
de E/S e permite alterar a tabela de dados do PLC. O led de PROC fica
apagado.
• Operação-RUN: Nesta posição o processador executa o programa e
atualiza os pontos de E/S e permite-se também alterar a tabela de dados
do PLC. O led de PROC fica verde.
• Remoto - REM: Nesta posição o processador permite uma alteração do
modo remotamente através de um terminal de programação.
1746-P1
1746-P2
1746-P3
1746-P4
Tensão de
Entrada
Corrente
em 5 vcc
Corrente em
24 Vcc
Corrente em
24Vcc p/Usu
110/220Vca
110/220Vca
24 Vcc
110/220Vca
2,0 A
5,0 A
3,6 A
10 A
0,46 A
0,96 A
0,87 A
2,88A
200 mA
200mA

1A
1746-P5 90-146 Vcc 5 A 0.96A 200 mA
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 26
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

• Remoto Programação- REM PROG. Nesta posição o processador não
atualiza os pontos de E/S e permite alterar a tabela de dados do PLC. O
led de PROC fica apagado.
• Remoto Operação-REM RUN. Nesta posição o processador atualiza os
pontos de E/S . O led de PROC fica verde.
Nota: Os modos de teste são possíveis através do software de programação.

2.6.2 - Modelos de CPU's:














CÓDIGO DE
CATÁLAGO

MEMÓRIA

E/S LOCAL
E/S REM.
SCAN TÍP.
Temp.Exec.xic

5/05

5/02

5/03

5/04
1747 - L551
1747 - L552
1747 - L553
16K
32K
64K
960
32 palavras E
32 palavras S


0.9 ms/K

0.37us

1747 - L524

4K
480
32 palavras E
32 palavras S

4.8 ms/K
2.4 us
16K
32K
64K
1747 - L541
1747 - L542
1747 - L543
1747 - L531
1747- L532


8 K
16K
960 960
32 palavras E
32 palavras S
32 palavras E
32 palavras S

1ms/K

0.9 ms/K
0.44us 0.37us
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 27
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.


2.6.3 - Led's de diagnóstico:

















2.7 - MÓDULOS DE ENTRADA E SAÍDA:
Recomendações para fiação dos dispositivos de E/S se encontram nos
anexos.
2.7.1 MÓDULOS DE E/S DISCRETA:
Existem 34 módulos de 4,8,16 ou 32 pontos ou combinados ( Módulos de 4
ou 8 pontos não têm borneira destacável), isolação para placa de fundo de
1500 V e potência de saída limitada a 1440 VA por módulo.
Módulos de saídas se apresentam sobre três tipos: saídas à relê, à Triac, à
transistor. As saídas à relê podem ser usadas em AC ou DC, a desvantagem
deste tipo de saída é chaveamento mais lento que o triac e a grande
vantagem é uma maior potência e maior qualidade no chaveamento. As
Saídas á triac garantem um chaveamento mais rápido,mas são usadas
somente em corrente alternada.
As saídas à transistor são aplicadas em sistemas com tensão CC e baixa
potência.
Módulos de 32 pontos de entrada: IB32, IV32; Faixa de operação: 18 à 30
VDC a 50ºC, 18 a 26,4 VDC à 60ºC. Consumo = 106 mA.
PROG
SLC 5/03
RUN
FLT
BATT
FORCE
RS232
DH485
RUN REM
ENET

CANAL 1 : Pode ser
DH485,DH+,e
ETHERNET TCP/IP
CANAL 0 : RS232
PODE SER DF1 ,
DH485 ,ASCII
LED'S DE DIAGNÓSTICO
O ESTADO DOS LED'S SE
ENCONTRAM NOS ANEXOS
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Módulos de 32 pontos de saída: OB32 , OV32: Faixa de operação: 5 à 50
VDC a 60º C. Consumo = 452 mA.
Módulos de 32 pontos incluem Kit (conector + contatos) para montagem de
cabo (1746 N3), possui também cabo pronto opcional e terminal para
montagem em trilho DIN ( 1746 - C15 + 1492-RCM40).
Códigos de catálago:
* Módulos de Entrada. 1746 - I _ _ _
- A = 100/120 VAC.
- C = 48 VDC I/P
- M = 200/240 VAC.
- N = 24 VAC/VDC(sink).
- B = 24 VDC (sink).
- V = 24 VDC (source).
- TB = 24 VDC (sink),resposta rápida on-0,3 ms/ off-0,5 ms (tempo para
reconhecer o nível lógico).
- G = 5VDC (display TTL)
* Módulos de Saída. 1746 - O_ _ _
- A = 120/240 VAC
- AP12 = 120/240VAC 1A
- B = 24 VDC (source),tensão de operação de 10 à 50 volts.
- BP = 20.4 - 26.4 VDC (source)
- BP8 = 24VDC 2A O/P
- V = 24 VDC (sink)
- VP = 20.4 - 26.4 VDC (sink)
- G = 5 VDC (display)
- W = VAC/VDC (Relê)
- X = VAC/VDC (Relê) individualmente isolados.
Módulos Digitais de saída de alta corrente*
- OAP12 = 85 - 265VAC, Corrente por ponto 2A à 30º C , corrente de pico
por ponto: 17A por 25mseg.
- OBP8 = 20,4 - 26,4VDC , 8 pontos tipo sourcing ( 4 comuns ),corrente por
ponto 2A à 60º C , corrente de pico 4 A por 10mseg.
- OAP16 ( sourcing ) e OVP16 ( sinking ) = 20,4 - 26,4 VDC , 16 pontos por
comun / módulo, corrente por ponto: 1,5 A à 30ºC , corrente de pico por
ponto 4,0 A por 10mseg.
- OC16 ( sinking ) = 30 - 55VDC 60ºC, 16 pontos por comum.
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* Permitem uma maior abrangência de aplicações nas linhas automotivas,
empacotamento, manuseio de materiais pelo fato de controlar diretamente
solenóides, contatores, motores etc.
Com corrente contínua entre 1 e 2 A à 60ºC.
Módulos com proteção por fusível e diagnóstico de fusível queimado.
Módulos de saída AC tem 2 fusíveis removíveis( um para cada comun ) com
proteção contra curtos.
Tempo de desligamento para cargas indutivas com módulos 1746-OBP16 e
OVP-16 foram reduzidos em 70% em relação aos outros módulos.

Módulos Combinados:
1746 - IO4 - 2 entradas 120 Vac / 2 saídas à relê.
1746 - IO8 - 4 entradas 120 Vac / 4 saídas à relê.
1746 - IO12 - 6 entradas 120 Vac / 6 saídas à relê.

2.7.2 MÓDULOS ANALÓGICOS:
Existem 7 módulos analógicos com 4 pontos de E/S diferenciais, resolução
de 16 bits para as entradas e 14 bits para as saídas.
Todos os módulos possuem isolação para placa de fundo = 500 V
Módulos de entrada
Módulos de entrada para corrente ou tensão selecionáveis por ponto,módulos
para termopar/mV e RTD.
NI4 - 4 entradas diferenciais de V/I
NI8 - 8 entradas diferenciais de V/I
NT4 - 4 entradas para termopar.
NR4 RTD - 4 entradas para resistência.
Módulos Combinados
NIO4I - 2 entradas de V/I, 2 saídas de corrente.
NIO4V- 2 entradas de V/I, 2 saídas de tensão.
Módulos de saída
NO4I - 4 saídas de corrente
NO4V- 4 saídas de tensão
SLC FAST ANALOG *
Entradas Analógicas de alta velocidade
FIO4V - Tem saídas de 0-10v
FIO41 - Tem saídas de 0 a 20mA
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* Entradas analógicas de alta velocidade ( 7khz , 3dB ), 2 Entradas e 2 saídas
, outros cartões de entrada analógica são para 10 Hz.

2.7.3 - MÓDULOS ESPECIAIS:

1746 - HSCE:
É um módulo contador de alta velocidade com 1 canal, freqüência de até 50
KHz, possui entradas para encoders de quadratura, pulso + direção ou pulso
up/down. É compatível com SLC 5/02 ou maior.
1746 - DCM:
É um módulo para ligar o SLC á Remote I/O aberta por um CLP 5.
1746 - BAS : MÓDULO BASIC.
Módulo usado para fazer a interface com computadores, modens,
impressoras, balanças e outros equipamentos, é programável em basic,
protocolo DF1 incorporado, possui capacidade de cálculo de funções
trigonométricas e ponto flutuante e relógio de tempo real, portas RS 232,
422, 423, 485 e DH485. Memória de 24KRAM.
1747- KE:
É um módulo para interface DF1/DH485. Se conecta ao SLC através do cabo
C13, usado para aplicações SCADA em programação e supervisão.
1747 - DSN
É um módulo scanner para block I/O.
1770 - KF3
Interface DH485 / DF1, conecta o micro a rede DH485 utilizando protocolo
aberto DF1 sem sobrecarregar o micro e sem ocupar um slot no chassi.
Usado para programação e supervisão (SCADA).
1746 - HSTP1:
Módulo Controlador de motor de passos, fornece controle para um eixo para
aplicações micro-passos. Este módulo de ranhura simples opera com uma
ampla variedade de controladores SLC500 e encoders compatíveis. O
usuário pode programar o módulo para movimentos tanto incrementais
quanto absolutos, dependendo da aplicação, o módulo é programado com o
software de programação do SLC500.
1746 - HS
O sistema de controle de movimento IMC110 é um módulo de servo
posicionamento de malha fechada mono-eixo que se conecta em uma ranhura
simples do SLC500. Quando utilizado com servo acionadores, motores e
encoders, o IMC110 torna-se componente chave de um eficiente sistema de
controle de movimento de baixo custo. A Linguagem de gerenciamento de
movimento (MML) e a Linguagem Gráfica de Controle de Movimento
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 31
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(GML), fornecem duas ferramentas de programação offline de fácil uso, as
quais auxiliam na depuração e interface gráfica. O IMC 110 substitui
métodos mecânicos de controle de velocidade e posicionamento de
máquinas. O IMC110 orienta o movimento de um mono-eixo,ou haste,por
meio de um sequenciador pré-programado, enquanto monitora um encoder
para realimentação de posição.
1761 NET- AIC:
Módulo Stand Alone responsável pela conexão do CLP Micrologix 1000
na rede DH485, usado também quando se necessita comunicar o SLC500 5
/04 na rede DH485, pode ser interface de programação para CLP’s
conectados em rede DH485 ou acesso à mesma através de modem.
1747 - SN:
Cria um Link de Remote I/O no SLC500 (5/02 ou maior), funciona em 57.6
Kbps( 3.000m), 115.2Kbps (1.500m) e 230.4 Kbps (750m). Suporta 4 Rack’s
lógicos numerados de 0 à 3. O módulo SN série B realiza funções do tipo
“block transfer” e suporta endereçamento complementar.

TABELA IMAGEM
1747 - SN RACK LÓGICO GRUPO
LOGICO








1747 ASB :
Módulo adaptador de Entradas e saídas remotas, funcionalidade baseada na
serie C do Módulo 1771 - ASB , pemite que os processadores SLC & PLC5
controlem módulos da família 1746.
Suporta endereçamento de 1/2, 1 e 2 Slot's e módulos discretos e especiais,
parâmetros de operação configurados através de DIP switches de oito posições
cada. Cada módulo ASB pode controlar até 30 módulos de qualquer tipo
utilizando cabo C7 ou C9 operando a 57.6, 115.2, e 230.4 Kbaud. Suporta I/O
complementar.
Através das chaves miniseletoras pode-se definir: número do rack, número do
grupo lógico inicial, velocidade de transmissão, definicão de chassis primário ou

RACK
LOGICO 0
RACK
LOGICO 1
RACK
LOGICO 2
RACK
LOGICO 3

Grupo lógico 1
Grupo lógico 2
Grupo lógico 3
Grupo lógico 4
Grupo lógico 5
Grupo logico 0
Grupo lógico 6
Grupo lógico 7
16 bits 16 bits
Palavra de
Entrada
Palavra de
Saída
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complementar, se não estiver sendo utilizado chassi complementar, todos os
módulos 1747- ASB deverão ser configurados como complementar.
Mini Seletoras.
SW1 : Mini seletoras de 0 à 6 , Rack lógico inicial .
7 e 8 , Grupo lógico inicial.
SW2 : Miniseletoras 1,2 - Baud Rate ( velocidade de acordo com o tamnho
3 - Chassi primário ou complementar.
4,5,6,7,8 : Total de grupos lógicos.
SW3 : 1 , Saídas permanecem no ultimo estado quando alguma falha
ocorrer.
2 , Reset automático da rede.
3 , Tempo de resposta de comunicação.
4 , Estabelece o ultimo chassi.
5 , 6 : Tipo de endereçamento 1 Slot, 2 Slot , ½ Slot.
7 , Endereçamento Discreto ou Block Transfer ( Módulos especiais
e analógicos ).
OBS: Para maiores informações sobre configuração das mini-seletoras utilize
o manual Remote I/O Adapter Module, publicação: 1747-NU002, cap 4.

1784 KR:
Placa compatível com IBM-PC para colocação do micro na rede DH485

1794 Flex I/O:
Equipamento Allen Bradley que possibilita a alocação das remotas junto ao
processo, economizando cabos para transmissão dos dados. Possibilita a
diminuição do tamanho do painel e do custo de instalação devido ao seu
tamanho reduzido. Montado em trilho DIN é composto de um módulo de
acoplamento de remotas "ASB" que é alimentado em 24 VDC,uma base
onde são instaladas as E/S discretas e analógicas. A cada ASB podem ser
conectados até 8 módulos, devido ao custo do ASB deve-se ligar o máximo
de módulos ao mesmo. Este equipamento tem a possibilidade de se poder
trocar os módulos com a processador energizado.





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2.8 - Configurações em Rede e ligações ponto a ponto:

A seguir apresentamos algumas configurações típicas da família SLC500.
Os procedimentos para interligação das redes bem como dispositivos se
encontram nos anexos.

2.8.1 - Programação Ponto A Ponto ( Df1 Full Duplex) :






























PIC
RS232
CANAL 0
RS232
COM1
COM2
5/03
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2.8.2 CONFIGURAÇÃO EM REDE DH485

REDE DH485




DTAM-E
DTAM-MICRO
DATAM-PLUS SLC FIXO
1747L20
5/03 (Canal 1-DH485)






Canal 0 (RS 232 )








MODEM OU RADIO MODEM




5/02 OU SUPERIOR


SN
REMOTE I/O

ASB + I/O REMOTOS














PIC
1747 AIC 1747 AIC 1747 AIC
1747 AIC
PANELVIEW 550
PANELVIEW 900
PANELVEIW 1200
PANELVIEW 1400
VERSÃO R/IO
Cabo CD
Cabo C10
Cabo CP3
Cabo C10
Cabo CR
Cabo C10
Cabo C10
Cabo C10


NET
AIC


MICROLOGIX
1000
Cabo
CBLHM02
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2.8.3 CONFIGURAÇÃO EM REDE ETHERNET / DH+ / DH485:


REDE ETHERNET

PLC5 - 5/40E





REDE DH+


5/04.






1747-AIC
DH485 5/20B.



PANELVIEW 550
5/02 PROCESSOR OU SUPERIOR
COM MÓDULO 1747-SN 1771 ASB + I/O 1771 ( PLC5)

REMOTE I/0





NET
AIC






5/05
CABO
1761 CBL
PM02
1761 - NET AIC
SN


Placa NE2000
ou Similar.

SUPERVISÓRIO
Cabo CR
Cabo C10
Cabo C10
Cabo CD
Cabo CD

Transciever
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2.8.4 - CONTROL NET:
















2.8.5 - Device Net:


















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EXERCÍCIO APLICATIVO:
Elaborar uma configuração para um sistema composto por 4 tipos de processos.
Nos processos 1 & 2 já têm-se controlando-os repectivamente um PLC 5/80E e
um SLC500 5/03. Todos os processos são dependentes.
No processo 3: Têm-se 45 entradas e 18 saídas digitais, há a necessidade de se
alterar valores nos tempos em que serão acionadas algumas bombas e o
operador terá de saber qual a bomba esta funcionando.
No processo 4: Têm-se 182 entradas e 18 saídas digitais que deverão estar
localizadas em um painel na sala de controle e 32 entradas digitais, 10 entradas
analógicas, 8 saídas digitais e 6 saídas analógicas em um painel distante 200
metros da sala de controle. Neste processo necessita-se que o operador tenha
acesso a visualização dos estados dos equipamentos bem como emtrar com um
valor de setpoint para um controle de temperatura, e o supervisor geral precisa
ter um acesso ao estado da planta em seu escritório localizado a 800m do
procesoo, e os técnicos de manutenção deverão ter acesso ao programa do CLP
em suas residencias.
OBS:
- Tensões : considerar E/S = 110 VCA.
- E/S Analógicas : considerar sinais de 4 a 20 mA.
- Os processos 1 e 2 já estão implantados e não há necessidade de especificá-los
.
Especificar todos os equipamentos Allen Bradley, interligações, módulos e
cabos e desenhar a configuração do sistema proposto para minimizar custos.













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3. - ENDEREÇAMENTOS
3.1 - ENDEREÇOS DE ENTRADAS E SAÍDAS.
Define-se como sendo CHASSI, o compartimento físico. Solta ranhura ou
trilho onde serão conectados os módulos e a CPU (sempre no slot 0). RACK
LÓGICO OU GAVETA ao conjunto de 8 grupos lógicos e um GRUPO
LÓGICO pode conter até 16 terminais de entrada e 16 terminais de saída ( 1
palavra de entrada e uma palavra de saída ). RACK FÍSICO é o chassi onde
serão encaixados os módulos e CPU.
Considera-se ainda, k = Nº inteiro igual a 1024. Uma palavra é igual a 16
bits.

3.1.1 SLC 500 FIXO:
Os endereços de I/O para o "SHOEBOX" são fixos e dependem do modelo
utilizado por exemplo:
para a L20 : Entradas - I:0/00 à I:0/11
Saídas - O:0/00 à O:0/07
Os endereços encontram-se discriminados no chassi do CLP.
Para se endereçar o chassi de expansão: I:1 /__ ou O:1/__



3.1.2 - SLC 500 MODULAR RACK LOCAL

I : 1 / 01










Nº SLOT
1 ou 2
NºdoBIT
00 à 15
Tipo
I - Entrada
O - Saída
Nº SLOT
01 à 30
Nº BIT
00 à 15
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3.1.3 - SLC500 MODULAR : RACK REMOTO.
Para configuração do módulo ASB considera-se 3 tipos de endereçamentos de
1 slot ( cada slot corresponde a um grupo), 2 slot's (cada 02 Slot's correspondem
a um grupo) e 1/2 Slot (cada 1/2 Slot é um grupo . utilizado em módulos de 32
pontos).
3.1.3.1 - ENDEREÇAMENTO DE 1/2 SLOT
A cada 1/2 Slot contém um grupo lógico.
Este tipo de endereçamento é utilizado com cartões de 32 pontos.
CPU CARTÕES CHASSI - 1771

A4B


0 1 2 3 4 5 6 7 01 23 45 67 01 23 45 67 01 23 45 67
0 1 2 3
3.1.3.2 ENDEREÇAMENTO DE 1 SLOT
A cada 1 Slot contém um grupo lógico.
Este tipo de endereçamento é utilizado com cartões de 16 pontos.
CPU CARTÕES CHASSI - 1771

A4B


0 1 2 3 4 5 6 7 0 1 2 3 4 5 6 7









0 1
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3.1.3.3 ENDEREÇAMENTO DE 2 SLOT
A cada 2 Slot contém um grupo lógico.
Este tipo de endereçamento é utilizado com cartões de 8 pontos.
CPU CARTÕES CHASSI - 1771

A4B


0 1 2 3 4 5 6 7
Rack 0

_______ : ______ ______ _____ / ____ ____
O: Saída Rack Lógico Grupo Bit 00 à 07 / 10 à 17.
I: Entrada

No módulo SN , considera-se dois tipos de endereçamentos. discreto e block
transfer.



















PROCESSADOR
SLC




1747 RIO SCANNER

M FILES
I/O IMAGE
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Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.





.
.














3.1.3.4 ARQUIVO “G”
Quando se utiliza o módulo SN deve-se configurar o arquivo G, este é baseado
nos dispositivos que você tem em sua rede remote I/O . Neste arquivo
configura-se o endereço de partida do dispositivo,o tamanho imagem do
dispositivo e o endereço fisico do dispositivo no adaptador.
Não pode-se programar o arquivo “G” ON-LINE. Faz-se as mudanças em OFF
LINE e em seguida descarrega-se para ON-LINE Este arquivo consta de 5
palavras:











S
N
A
S
B
A
S
B
FONTE
1746 NI4
1746NO4I
M1 : 1 . 101 = 4
M1 : 1.102 =001
MO : 1 .101 = 4
MO : 1 .102 = 052
EXEMPLO:
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Word 0 :Setada automaticamente e não pode ser alterada.
Word 1:Endereço Lógico do dispositivo,consiste do rack lógico (0,1,2 ou 3)
e grupo lógico inicial (0,2,4 ou 6 ).
Word 2: Tamanho imagem do dispositivo.








Word 3: Endereço Lógico do dispositivo ultilizando I/O Complementar
,consiste do rack lógico (0,1,2 ou 3)e grupo lógico inicial (0,2,4 ou 6 ).
Word 4: Tamanho imagem do dispositivo no I/O complementar.
No software RSLogix pode-se configurar automaticamente o arquivo G.
3.1.3.5 TIPOS DE ENDEREÇAMENTOS - módulo SN.
3.1.3.5.1 - Modo Discreto. (Módulos discretos)





e: número do slot do módulo SN.






ENTRADAS
I : e . 0 atè I : e. 31

SAIDAS
O : e . 0 atè O : e. 31

1 1
1 1 1 1
1
0 1 1 0
1 1 1 0
¼ Rack.
Rack Completo
½ Rack
¾ Rack.
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3.1.3.5.2 - Modo Block Transfer. ( Módulos Especiais e
analógicos )
O módulo RIO SCANNER realiza transferências de block transfer direto
e aloca nos arquivos M0 e M1 do módulo SN.
Para BTW’s o M0 BT Buffer contém dados de controle da BTW e dados da
BTW enquanto que a correspondente M1 BT Buffer contém somente
informações de STATUS da BTW.
Para BTR’s,o M0 BT Buffer cotém somente dados de controle da
BTR,enquanto uma correspondente M1 BT Buffer contém informações de
STATUS da BTR e dados da BTR . Os Block Transfer ocorrem assíncronos
as transferências discretas.
Existem um total de 32 Block Transfer de controle e Status no M0 (saídas /
Controle ) e 32 Block Transfer de saídas e controle.
O Buffer de block Transfer consiste de:
* 3 BT, palavras de controle em um buffer de BT no arquivo MO.
* 4 BT, palavras de Status em um Buffer de BT no arquivo M1.
* 64 BT, palavras de BTW no arquivo M0 e 64 palavras de BTR no arquivo
M1.
Usa-se o arquivo M0, buffer de controle de BT para iniciar a block transfer
e o correspondente arquivo M1 para mostrar o Status da Block Transfer.
Os Buffers de BT consistem de 100 palavras nos arquivos M0 e M1 partindo
da palavra 100.
Por exemplo: BT Buffer 1 está no M0:e.100 e M1:e.100 ; o BT Buffer 2
está localizado no M0:e.200 e M1:e.200.
Todos os buffers de block transfer são zerados quando do inicio do ciclo de
ligação do CLP.
ARQUIVO M0: BLOCK TRANSFER OUTPUT / CONTROL BUFFERS.
Existem 32 Buffer de BT alocados no arquivo M0, estes buffers contém
informações de controle de BTR/BTW e saídas de dados da instrução
BTW.
M0 : e . x 00
e = numero de slot do módulo SN.
x = numero da BT. ( 1 À 32 )
- M0 : e . X 00 => BIT’S DE CONTROLE.
- M0 : e . X 01 => TAMANHO DA BT. 0 À 64.
- M0 : e . X 02 => ENDEREÇO ( RACK,GRUPO,SLOT ).
- M0 : e . X 03 => ATÉ 09 RESERVADO.
- MO : e . 10 ATÈ MO : e X 73 => LOCALIZAÇÃO DOS DADOS.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 44
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ARQUIVO M1: BLOCK TRANSFER IMPUT / STATUS BUFFERS.
Existem 32 Buffer de BT alocados no arquivo M1, estes buffers contém
informações de STATUS de BTR/BTW e ENTRADAS de dados da
instrução BTR.
M1 : e . x 00
e = numero de slot do módulo SN.
x = numero da BT. ( 1 À 32 )
- M1 : e . X 00 => BIT’S DE CONTROLE.
- M1 : e . X 01 => TAMANHO DA BT. 0 À 64.
- M1 : e . X 02 => ENDEREÇO ( RACK,GRUPO,SLOT ).
- M1 : e . X 03 => ATÉ 09 RESERVADO.
- M1 : e . 10 ATÈ M1 : e X 73 => LOCALIZAÇÃO DOS DADOS.
( 0 À 63 ).
Para informações mais detalhadas favor consultar o manual do
módulo SN publicação - 1747 - 6.6


















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Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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3.2 - TIPOS DE ARQUIVOS:

3.2.1 ARQUIVOS DE PROGRAMA:
Arquivos onde são armazenadas as subrotinas do programa aplicativo,pode-se
ter de 0 à 255 arquivos de programa. Os arquivos 0 e 1 são arquivos
reservados , o arquivo 2 é o arquivo principal, o processador "varre" este arquivo
e a partir dele faz a leitura dos demais, portanto se o usuário quiser que os
outros arquivos sejam varridos deverá usar uma instrução de salto para
subrotina neste arquivo 2.
Do arquivo 3 ao 255 são arquivos utilizados pelo usuário.
Este arquivos são visualizados na tela de diretório de programa do software
APS.

3.2.2 ARQUIVOS DE DADOS-TABELA DE DADOS:

São os endereços presentes na memória do CLP.

Nº do Arquivo: Tipo: NºElementos NºW.
0 -------------------- Saídas. ( O ) P/El.
1 --------------------- Entradas. ( I )
2 ------------------------- Status ( S2 )
3 -------------------- Bit ( B3) B3:0 ------ B3:255 01
4 ---------------------Temporizador ( T4 ) T4:0 -------- T4:255 03
5 -------------------- Contador ( C5 ) C5:0 -------- C5:255 03
6 -------------------- Controle ( R6 ) R6:0 -------- R6:255 01
7 -------------------- Nº inteiro ( N7 ) N7:0 -------- N7:255 01
8 -------------------- Ponto flutuante ( F8 ) F8:0 --------- F8:255 02 *
9 ----- 255 configuráveis pelo usuário.
* presente no 5/03 série C em diante e 5/04. Armazenam valores na faixa de
± 1,754944 x 10 ^-38 à ± 3,4028 x 10 ^ +38 .





MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 46
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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ARQUIVOS DE ENTRADA:
Identificados pela letra "I" ,correspondem aos endereços das entradas na
memória do CLP.

ARQUIVOS DE SAÍDA:
Identificados pela letra "O", correspondem aos endereços das saídas na
memória do CLP.

ARQUIVOS DE STATUS "S2":
São arquivos onde são armazenados valores relativos ao status do
processador tais como relógio de tempo real, falhas ocorridas, habilitação
dos Slot’s, situações decorrentes da execução do programa,funcionalidade da
memória,modos de operação, tempos de varredura,taxas de
transmissão,estado das chaves miniseletoras e outras informações.
Descricão das palavras do arquivo de Status se encontram nos anexos.
ARQUIVO DE BIT "B3":
São arquivos onde são armazenados valores usados pelo programa
aplicativo: Cada arquivo possui 256 elementos B3:0 à B3:255 e cada
elemento pode armazenar valores de 0 à 32767, com cerca de 16 bits.
O SLC 500 possui 4096 bits internos no arquivo B3. Cada bit desses pode
por exemplo armazenar o estado de um equipamento ou significar uma etapa
de processo etc.

ARQUIVO TEMPORIZADOR "T4":
São arquivos onde são armazenados os dados referentes às instruções de
temporizadores.

ARQUIVO CONTADOR "C5".
São arquivos onde são armazenados os dados referentes às instruções de
contadores.
ARQUIVO DE CONTROLE "R6".
São arquivos onde são armazenados endereços de controle de determinadas
instruções, estes endereços são o status da instrução ou seja como ela esta se
comportando durante a execução do programa aplicativo.



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ARQUIVO DE NUMERO INTEIRO "N7"
Este arquivo armazena valores de números inteiros a serem usados pelo
programa aplicativo. Este arquivo possui 256 elementos ( N7:0 à N7:255) e
gasta 01 palavra por elemento.
Armazena valores na faixa de -32768 à 32767.

ARQUIVO DE PONTO FLUTUANTE "F8".
Este arquivo armazena valores numéricos decimais, possui 256 elementos e
gasta 02 palavras por elemento, trabalha com valores na faixa de
± 1,754944 x 10 ^-38 à ± 3,4028 x 10 ^ +38.

ARQUIVOS PARA USO ALEATÓRIO DE 9 À 255.
Estes arquivos podem representar qualquer um dos arquivos anteriores , pode-
se criar um arquivo N10 , T11, C200, no entanto se criado o arquivo 10 ,por
exemplo, não pode-se associar mais nenhum endereço a ele ou seja se você o
criou N10 não poderá criar, por exemplo, um C10.
3.3 - ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS (PILHAS).

Neste tipo de endereçamento usado em algumas instruções,pode-se definir
índices de pilhas de dados ou seja você pode endereçar blocos de memória.
Define-se o caractere # para configurar estes blocos. Por exemplo se temos
# N7:0 , isto significa que temos uma pilha de dados começando em N7:0
cujo tamanho o usuário define na sua instrução.


N7:0 # N7:0
N7:1 Lenght: 6
N7:2
N7:3
N7:4
N7:5




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3.4 - ENDEREÇAMENTO INDIRETO:

Neste tipo de endereçamento o usuário poderá especificar um endereço como
indireto através da troca do numero de arquivo,número de elemento ou sub-
elemento com o símbolo "[ Xf:e.s ]" . A parte interna do colchete será então
preenchida por um valor. Esse valor poderá corresponder a um endereço de
arquivo,elemento ou sub- elemento.
ex. Endereçamento indireto : B3:[ N10:2 ]
SE ........... N10:2 = 5
Então ....... B3: [ N10:2 ] indicará o endereço B3:5
N[ N7:0 ] : [ N7:1 ]

3.5 - ENDEREÇAMENTO COMPLEMENTAR.
É utilizado quando se deseja obter a capacidade máxima dos pontos de
Entrada e Saída do processador para tanto um rack deverá conter cartas que
sejam simétricas às do chassi complementar. Por exemplo se tem na R I/O
um módulo ASB e configura-se como complementar e no grupo 1 contêm
um cartão de entrada , no Grupo 1 do cartão complementar terá de ser
inserido um cartão de saída, pois sabe-se que um grupo pode conter até 16
terminais de entrada e 16 terminais de saída. Deste modo obtêm-se a
capacidade máxima do processado
3.6 - ENDEREÇAMENTO INDEXADO:

Define-se um apontador de pilhas de dados , o valor em S:24, será o valor
atual do elemento do endereço posterior à instrução designada pelo #.









MOV

SOURCE: C5:0.ACC


DEST S:24
ADD

SOURCE A: N7:10
SOURCE B: # N7:50
DEST N32:20
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4. - INSTRUÇÕES:
4.1 INSTRUÇÕES DO TIPO RELÊ
4.1.1 - Generalidades:
- Examinar se Energizado ( XIC )
- Examinar se Desenergizado ( XIO )
- Energizar Saída ( OTE )
- Energizar Saída com Retenção ( OTL )
- Desenergizar Saída com Retenção ( OTU )
- Monoestável Sensível à Borda de Subida ( OSR )
Essas instruções são utilizadas em um único bit de dado, o qual pode ser
endereçado sempre que necessário. Durante a operação, o controlador pode
energizar ou desenergizar o bit, baseado na continuidade lógica das linhas do
programa de aplicação.
Os seguintes arquivos de dados utilizam as instruções de bit:
- Arquivos de entrada e saída. As instruções representam entradas e saídas
externas.
- Arquivos de status.
- Arquivo de bit. As instruções são utilizadas para a lógica de relê interna do
programa.
- Arquivos de temporizador, contador e controle. As instruções utilizam os
vários bits de controle.
- Arquivo de inteiro. As instruções são utilizadas ( a nível de bit ) á medida
que são necessárias ao programa de aplicação.
4.1.2 - Instruções “Examinar”:
- Examinar se Energizado ( XIC )
- Examinar se Desenergizado ( XIO )
Essas instruções permitem que o controlador verifique o estado
energizado/desenergizado de um endereço específico de bit na memória.
“Um” ou “Zero”, armazenado no, endereço do bit, pode representar o estado
real energizado ou desenergizado de um único dispositivo de E/S.




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4.1.2.1 - Examinar se Energizado ( XIC ):


Quando um dispositivo de entrada fecha seu circuito, o terminal de entrada
conectado ao mesmo indica um estado energizado, que é refletido no bit
correspondente do arquivo de entrada.
Quando o controlador localiza uma instrução com o mesmo endereço, ele
determina que o dispositivo de entrada está energizado, ou fechado, e ajusta
a lógica da instrução para verdadeira.
Quando o dispositivo de entrada não mais fecha seu circuito, o controlador
verifica que o bit está desenergizado e ajusta a lógica dessa instrução para
falsa ( tabela 1.A ).

4.1.2.2 - Examinar se Desenergizado ( XIO ):



Quando um dispositivo de entrada não é acionado, o terminal de entrada
conectado a ele indica um estado desenergizado, que é refletido no bit
correspondente do arquivo de entrada. Ao localizar uma instrução XIO com
o mesmo endereço, o controlador determina que a entrada está desenergizada
e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo é
acionado, o controlador ajusta a lógica dessa instrução para falsa.

4.1.3 - Instruções Energizar/Desenergizar Saída:
Essas instruções são as seguintes:
- Energizar Saída ( OTE )
- Energizar Saída com Retenção ( OTL )
-Desenergizar Saída com Retenção ( OTU )






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4.1.3.1 - Energizar saída ( OTE ): ( )
O estado de um terminal de saída é indicado através de um bit específico
do arquivo de saída. Ao ser estabelecida uma lógica verdadeira na linha de
programa que contém a instrução OTE, o controlador energiza o respectivo
bit, fazendo com que o terminal seja acionado. Caso essa lógica verdadeira
não seja estabelecida, o controlador desenergiza o bit, a instrução OTE é
desabilitada e o dispositivo de saída associado é desenergizado.
A instrução OTE é não-retentiva e a mesma é desabilitada quando:
- O controlador for alterado para o modo Operação ou teste, ou quando a
alimentação é restaurada;
- Ocorrer um erro grave;
- A instrução OTE for programada dentro de uma zona MCR falsa.
Deve-se observar que uma instrução OTE habilitada em uma área de
subrotina permanecerá habilitada até que haja uma nova varredura na área de
subrotina.
4.1.3.2 - Energizar Saída com Retenção ( OTL ) e desenergizar
Saída com Retenção ( OTU ):
Essas instruções são instruções de saída retentiva e, geralmente, são
utilizadas aos pares para qualquer bit da tabela de dados controlado pelas
mesmas. Também podem ser empregadas para inicializar valores de dados a
nível de bit.

( L ) ( U )

Quando se determina um endereço para a instrução OTL que corresponde
ao endereço de um terminal do módulo de saída, o dispositivo de saída
conectado a este terminal será energizado assim que o bit na memória for
energizado. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha
anterior às instruções OTL e OTU.
Caso a lógica verdadeira seja estabelecida com instruções de entrada, a
instrução OTL é habilitada. Se a mesma não for estabelecida e o bit
correspondente na memória não tiver sido energizado previamente, a
instrução OTL não será habilitada. Entretanto, se a lógica verdadeira foi
estabelecida previamente, o bit na memória será retido energizado, assim
permanecerá, mesmo após as condições da linha terem se tornado falsas.
Uma instrução OTU com o mesmo endereço da instrução OTL rearma (
desabilita ou desenergiza ) o bit na memória. Quando uma lógica verdadeira
é estabelecida, a instrução OTU desenergiza seu bit correspondente na
memória.
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Quando o controlador passa do modo Operação para programação., ou na
queda de alimentação ( desde que haja uma bateria de back-up instalada ou
um capacitor ), a última instrução verdadeira de Energizar ou Desenergizar
Saída com Retenção continua a controlar o bit na memória. O dispositivo da
saída energiza com retenção é energizado mesmo que a condição na linha,
que controla a instrução de energizar saída com retenção, passe a falsa.
Ao retornar ao modo Operação ou no caso da alimentação ser restaurada, o
controlador inicialmente varre todas as linhas como se fossem falsas. As
instruções retentivas mantêm o seu estado.
O programa de aplicação pode examinar um bit controlado pelas instruções
OTL e OTU sempre que necessário.
4.1.4 - Monoestável Sensível à Borda de Subida:
Esta instrução torna a linha verdadeira durante uma varredura com uma
transição de falsa para verdadeira da condição anterior à atual da linha.
As aplicações para esta instrução incluem iniciar eventos acionados por um
botão de comando, como por exemplo, “congelar” valores exibidos muito
rapidamente ( LED ).
As figuras 1.6, 1.7 e 1.8, ilustradas a seguir, exibem a utilização da instrução
ONS.

I:1/0 B3/0 O:0001/00
[OSR ] ( )
Figura 1.6
Na figura 1.6, quando a instrução de entrada passa de falsa para verdadeira,
a instrução OSR condiciona a linha de forma que a saída fique verdadeira
durante uma varredura do programa. A saída passa a falsa e assim
permanece durante várias varreduras até que a entrada realize uma nova
transição de falsa para verdadeira.
Importante: As condições de entrada não devem ser posicionadas depois da
instrução OSR em uma linha. Caso contrário, operação imprevista pode
ocorrer.
4.1.4.1 Parâmetros da Instrução OSR:
Deve-se utilizar um endereço de bit de arquivo de bit ou do arquivo de
inteiro. Esse bit endereçado é energizado á medida que as condições
anteriores à instrução OSR são verdadeiras e o mesmo é desenergizado
quando as condições anteriores à instrução OSR são falsas.
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O endereço do bit utilizado para esta instrução deve ser específico, ou seja,
não deve ser empregado em nenhuma outra parte do programa de aplicação.
No PLC5 têm ainda a instrução de monestável sensível a borda de descida.
Importante: Recomenda-se não utilizar um endereço de entrada ou saída
juntamente com a instrução OSR.

Exercícios Aplicativos:

1 - Energizar uma lâmpada quando uma chave fim de curso fechar no
campo.


2 - Acionar uma sirene quando um pressostato (NF) atuar no campo.


3 - Desenvolver o programa aplicativo para uma partida direta de um motor
com sinalização de ligado,desligado e sobrecarga.


DESL. (NF)

NF ( T ) C1
C2 T


NA
LIGA C1


L1 L2 L3





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4.2 - Instruções de temporizador e contador
4.2.1 - Generalidades:
-Temporizador na Energização ( TON ): conta intervalos de bases de tempo
quando a instrução é verdadeira. A base de tempo é selecionada entre 0,01s
ou 1,0s
- Temporizador na Desenergização ( TOF ): conta intervalos de base de
tempo quando a instrução é falsa. A base de tempo é selecionada entre 0,01s
ou 1,0s .
- Temporizador Retentivo ( RTO ): este temporizador retém o seu valor
acumulado quando a instrução se torna falsa.
- Contador Crescente ( CTU ): a contagem é incrementada a cada transição
de falso para verdadeiro. - Contador Decrescente ( CTD ): a contagem é
decrementada a cada transição de falso para verdadeiro.
- Rearme de Temporizador/Contador ( RES ): esta instrução zera o valor
acumulado e os bits de estado de um contador ou temporizador, sendo que a
mesma não pode ser utilizada com uma instrução TOF.
4.2.2 - Descrição:
As instruções de temporizador e contador requerem três palavras do arquivo
de dados. A palavra 0 é a palavra de controle que contém os bits de estado
da instrução. A palavra 1 é o valor pré-selecionado. A palavra 2 corresponde
ao valor acumulado.
Para os temporizadores, o valor acumulado é o número atual de intervalos
temporizados que transcorreram; para contadores, é o número de transições
de falso para verdadeiro que ocorreram. O valor pré-selecionado é o valor
inserido para controlar a temporização ou contagem da instrução.
Quando o valor cumulado for igual ou maior que o valor pré-selecionado, o
bit de estado será energizado. Pode-se utilizar este bit para controlar um
dispositivo de saída.
Os valores pré-selecionado e acumulado para temporizadores variam de 0 a
+ 32.767 e os valores para contadores variam de -32.768 a + 32.767.
Se o valor acumulado ou pré-selecionado do temporizador for um número
negativo, ocorrerá um erro de run-time, causando falha no controlador.





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4.2.3 - Instruções de Temporizador
- Temporizador na Energização ( TON )
- Temporizador na Desenergização ( TOF )
- Temporizador Retentivo ( RTO )
Essas instruções encontram-se descritas nas seções a seguir.
4.2.3.1 Bits de Estado
Os dados da palavra de controle para as instruções de Temporizadores
incluem ( figura 2.2 ):
- Três bits de estado do temporizador
- Oito bits utilizados internamente para precisão da instrução de
temporizador ( não é possível acessar esses bits a partir do dispositivo de
programação ).
Figura 2.1
15 14 13





4.2.3.2 Base de Tempo
- 1,0 segundos
- 0,01 segundo ( 10 milisegundos )
4.2.3.3 Precisão

A precisão de temporização está entre - 0,01 a 0 segundos com uma
varredura de programa de até 2,5 segundos.
A precisão aqui descrita se refere apenas à duração de tempo entre o
momento que uma instrução de temporizador é habilitada ( bit de habilitação
é energizado ) e o momento que o intervalo temporizado é completo ( bit de
executado é energizado ). A imprecisão causada pela varredura do programa
EN TT DN
Valor Pré-selecionado
Valor Acumulado
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 56
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pode ser maior que a base de tempo do temporizador. Deve-se também
considerar o tempo necessário para energizar o dispositivo de saída.
Os resultados do temporizador podem ser imprecisos se as instruções
JMP/LBL ou JSR/SBR fizerem com que o programa pule a linha que contém
a instrução de temporizador, enquanto o temporizador está registrando o
tempo. Se a linha ficar 2,5 segundos sem ser varrida, não haverá perda de
tempo, porém, se o tempo exceder 2,5 segundos, um erro de temporização
não detectável irá ocorrer.
4.2.3.4 - Temporizador de Energização ( TON )
Figura 2.2
Formato da Instrução ( TON )
( EN)

(DN)



A instrução de Temporizador na Energização ( TON ) inicia a contagem
dos intervalos da base de tempo quando a condição da linha se torna
verdadeira. À medida que a condição da linha permanece verdadeira, o
temporizador incrementa seu valor acumulado ( ACC ) a cada varredura até
atingir o valor pré-selecionado ( PRE ). O valor acumulado é zerado quando
a condição da linha for falsa independente do temporizador ter ou não
completado a temporização. O bit de executado ( DN ) é energizado quando
o valor acumulado é igual ao valor pré-selecionado e é desenergizado
quando a condição da linha se torna falsa. O bit de temporizador ( TT ) do
temporizador é energizado quando a condição da linha é verdadeira e o valor
acumulado é menor que o valor pré-selecionado. Quando o bit de executado
é energizado ou a condição da linha é falsa, esse bit é desenergizado. O bit
de habilitação ( EN ) do temporizador é energizado quando a condição da
linha é verdadeira. Caso contrário, esse bit é desenergizado. Se o controlador
for passado do modo Operação ou Teste para Programação, ou então, se a
alimentação for perdida enquanto uma instrução TON está contando o tempo
sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado, ocorre o seguinte:
- os bits de habilitação e temporizados permanecem energizados;
- o valor acumulado permanece o mesmo.
Quando o controlador retorna ao modo Operação ou Teste, pode acontecer o
seguinte:
TON
Timer on delay

Timer:
Time Base:
Preset:
Accum
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- se a linha for verdadeira, o valor acumulado é zerado e os bits de
habilitação e temporizado permanecem energizados.
- se a linha for falsa, o valor acumulado é zerado e os bits de controle são
desenergizados.
4.2.3.5 - Temporizador na Desenergização ( TOF )
A instrução de temporizador na desenergização ( TOF ) inicia a contagem
dos intervalos da base de tempo quando a linha realiza uma transição
verdadeira para falsa. À medida que a condição da linha permanece falsa, o
temporizador incrementa o seu valor acumulado
( ACC ) a cada varredura até atingir o valor pré-selecionado ( PRE ). O valor
acumulado é zerado quando a condição da linha for verdadeira, independente
do temporizador ter realizado a temporização.
O bit de executado ( DN ) é desenergizado quando o valor acumulado é igual
ao valor pré-selecionado e o mesmo é energizado quando a condição da linha
se torna verdadeira.
O bit de temporizado ( TT ) é energizado quando a condição da linha é falsa
e o valor acumulado é inferior ao valor pré-selecionado. Esse bit é
desenergizado quando a condição for verdadeira ou quando o bit de
executado for desenergizado.
O bit de habilitação ( EN ) é energizado quando a condição da linha é
verdadeira. Caso contrário, esse bit é desenergizado.
Se o controlador foi passado do modo Teste ou Operação para Programação,
ou então, se a alimentação for perdida enquanto uma instrução TOF estiver
contando o tempo, sem ter atingido o valor pré-selecionado, ocorre o
seguinte:
- o bit de habilitação permanece desenergizado;
- os bits de executado e temporizado permanecem energizados;
- o valor acumulado permanece o mesmo.
Quando o controlador retorna ao modo Operação ou Teste, pode acontecer o
seguinte:
- se a linha for verdadeira, o valor acumulado é zerado, o bit de temporizado
é desenergizado, o bit de habilitação é energizado e o bit de executado
permanece energizado.
- se a linha for falsa, o valor acumulado e ajustado conforme especificado no
valor pré-selecionado e os bits de controle serão desenergizados.
A instrução RES de contador/temporizador não deve ser empregada com a
instrução TOF.
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4.2.3.6 - Temporizador Retentivo ( RTO )
A instrução RTO inicia a contagem dos intervalos da base de tempo quando
a condição da linha se torna verdadeira. À medida que a condição da linha
permanece verdadeira, o temporizador incrementa o seu valor acumulado (
ACC ) a cada varredura até atingir o valor pré-selecionado( PRE ). O valor
acumulado é retido quando:
- a condição da linha se torna falsa;
- o controlador é alterado de Operação ou Teste para Programação;
- o controlador perde a alimentação ( desde que seja mantida a bateria de
back up );
- ocorre uma falha.
Quando o controlador retorna ao modo Operação ou Teste e/ou a condição
da linha passa a verdadeira, a temporização continua a partir do valor
acumulado retido. Ao reter o seu valor acumulado, o temporizador retentivo
mede o período em que a condição da linha está verdadeira. Pode-se utilizar
esta instrução para energizar ou desenergizar uma saída dependendo da
lógica do programa.
Os bits de estado da instrução RTO operam como descrito a seguir:
- o bit executado ( DN ) é energizado quando o valor acumulado é igual ao
valor pré-selecionado. No entanto, esse bit não é desenergizado quando a
condição da linha se torna falsa; ele só é desenergizado quando a instrução
RES é habilitada.
- o bit de temporizado ( TT ) da instrução de Temporizador Retentivo é
energizado quando a condição da linha é verdadeira e o valor acumulado é
menor que o valor pré-selecionado. Quando a condição da linha passa a
falsa ou quando o bit de executado é energizado, o bit de temporizado é
desenergizado.
- o bit de habilitação (EN ) é energizado quando a condição da linha é
verdadeira e é desenergizado quando a condição se torna falsa.
O valor acumulado deve ser zerado pela instrução RES. Quando essa
instrução com o mesmo endereço da instrução RTO for habilitada, o valor
acumulado e os bits de controle são desenergizados.
Quando o controlador é passado do modo Operação ou Teste para
Programação ou Falha, ou então quando a alimentação é perdida enquanto o
temporizador está registrando o tempo sem ainda ter atingido o valor pré-
selecionado, o bit de habilitação e o de temporizado permanecem
energizados e o valor acumulado permanece o mesmo.
Quando se retorna ao modo Operação ou Teste ou a alimentação é
restaurada, se a linha for verdadeira. O valor acumulado permanecerá o
mesmo e continuará registrando o tempo a partir de onde parou, e o bit de
temporizado e de habilitação permanecerão energizados. Se a linha for falsa,
o valor acumulado permanecerá o mesmo e os bits de temporizado e
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 59
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habilitação serão desenergizados e o bit de executado permanecerá em seu
último estado.
4.2.3.7 - Instruções de Contador Crescente/Decrescente ( CTU e CTD ):
Figura 2.5
Formato das Instruções CTU e CTD

(CU )

( DN)

As instruções de Contador Crescente ( CTU ) e Contador Decrescente(CTD )
contam as transições de falsa para verdadeira, as quais podem ser causadas
por eventos que ocorrem no programa, tais como peças que passam por um
detetor.
Cada contagem é retida quando as condições da linha se tornam falsas e,
assim permanece até que uma instrução RES, com o mesmo endereço da
instrução de contador, seja habilitada.
Cada instrução de contador possui um valor pré-selecionado e acumulado, e
uma palavra de controle associada.
A palavra de controle para as instruções de contador incluem seis bits de
estado, conforme ilustra a figura 2.

Figura 2.6
Palavra de Controle da Instrução de Contador
15 14 13 12 11 10




Os valores acumulado e pré-selecionado são armazenados como números

Quando as condições da linha para uma instrução CTU passam de falsa
para verdadeira, o valor acumulado é incrementado de um, desde que haja
uma varredura entre essas transições. Quando isto ocorre sucessivamente até
CTU

Count Up.
Counter:
Preset:
Accum
CU CD DN OV UN UA Não Utilizada
Valor Pré-selecionado
Valor Acunulado
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 60
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que o valor acumulado se torne igual ao valor pré-selecionado, o bit de
executado é energizado, permanecendo neste estado se o valor acumulado
exceder o valor pré-selecionado.
O bit 15 da palavra de controle da instrução de Contador é o bit de
habilitação de Contador Crescente ( CU ). Esse bit é energizado quando a
condição da linha é verdadeira e desenergizado quando a condição da linha
se torna falsa ou uma instrução RES, com o mesmo endereço da instrução
CTU, é habilitada.
A instrução CTU pode contar além de seu valor pré-selecionado. Quando a
contagem ultrapassa o valor pré-selecionado e atinge ( 32.767+1 ), ocorre
uma condição de overflow. Isso é indicado quando o bit 12, bit de overflow (
OV ), é energizado.
Pode-se desenergizar o bit de overflow habilitando-se uma instrução RES
com o mesmo endereço da instrução CTU. Também é possível desenergizá-
lo, decrementando a contagem para um valor menor ou igual a 32.767 com
uma instrução CTD.
Quando o bit de overflow ( OV ) é energizado, o valor acumulado atinge -
32.768 e continua a contagem crescente a partir daí.
As instruções CTD também contam as transições da linha de falsa para
verdadeira. O valor acumulado do contador é decrementado a cada transição
de falsa para verdadeira. Quando ocorrer um número suficiente de contagens
e o valor acumulado se tornar menor que o valor pré-selecionado, o bit de
executado ( bit 13 ) do contador é desenergizado.
O bit 14 da palavra de controle da instrução de contador é o bit de
habilitação de contador crescente ( CD ). Esse bit é energizado quando a
condição da linha é verdadeira e é desenergizado quando a condição da linha
se torna falsa ( contador decrescente desabilitado ) ou a instrução apropriada
de desenergização é habilitada.
Quando a instrução CTD conta além do seu valor pré-selecionado e atinge ( -
32.768 - 1 ), o bit de underflow ( bit 11 ) é energizado. Pode-se desenergizar
esse bit, habilitando-se a instrução RES apropriada. Pode-se também
desenergizá-lo, incrementando a contagem para um valor maior ou igual a -
32.768 com uma instrução CTU com o mesmo endereço da instrução CTD.
Quando o bit de underflow ( UN ) é energizado, o valor acumulado atinge +
32.767 e continua a contagem decrescente a partir daí.
As instruções CTU e CTD são retentivas. O valor acumulado é retido depois
que a instrução CTU ou CTD passa a falsa e quando a alimentação do
controlador é removida e, a seguir, restaurada.
Os estados energizado ou desenergizado dos bits de executado, overflow e
onderflow também são retentivos. Esses bits de controle e o valor acumulado
são zerados quando a instrução RES é habilitada.
O bit 10 da palavra de controle da instrução de contador é o bit de
atualização de acumulador ( UA ) utilizado para o contador de alta
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 61
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velocidade ( HSC ) nos controladores de E/S fixa. Quando esse bit é
energizado, o valor acumulado no registrador interno do controlador é lido e
armazenado no valor acumulado da instrução. A seguir, o bit de atualização
do acumulador ( UA ) é desenergizado.
4.2.3.8 - Instrução de Rearme de Temporizador/Contador ( RES )
Figura 2.8
Formato da Instrução RES
( RES )

Utiliza-se uma instrução RES para zerar instruções de Contador e
Temporizador. Quando a instrução RES é habilitada, ela zera a instrução de
Temporizador, Contador Crescente ou Contador Decrescente com o mesmo
endereço da instrução RES.
Em uma instrução de Temporizador, quando uma instrução RES é habilitada,
são zerados o valor acumulado, o bit de executado, o bit de temporizado e o
bit de habilitação.
Já em uma instrução de Contador Crescente ou Decrescente são zeradas o
valor acumulado, os bits de overflow ou underflow, o bit de executado e o
bit de habilitação.
Se a linha do contador for habilitada, o bit CU ou CD será desenergizado
assim que a instrução RES for habilitada.
Caso o valor pré-selecionado seja negativo, a instrução RES coloca o valor
acumulado em zero. Isto, então, leva o bit de executado a ser energizado pela
instrução de contador crescente ou decrescente.
Atenção: Já que a instrução zera o valor acumulado, o bit de executado e o
bit de temporizado de uma instrução de temporizador, não utilize-a para
zerar uma instrução TOF.
Exercício Aplicativo:
Programar um relógio que conte horas,minutos e segundos.





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4.3 . Instruções de Mensagem comunicação de E/S:
4.3.1 - Generalidades:
Instruções utilizadas com controladores com estrutura de E/S fixa,
controladores SLC - 5/01 e SLC - 5/02, em diante.

- Mensagem ( MSG )
- Executa Comunicação ( SVC )

4.3.2 - INSTRUÇÃO DE MSG:

Utilizada fazer uma escrita ou leitura de mensagens na rede ou em um
canal do CLP. A instrução não pode ser programada no "shoebox" ou 5/01.
Os dados são enviadas ao final de cada varredura . A instrução é executada a
qualquer momento ou pode ficar aguardando para serem executadas em uma
ordem seqüencial.






Endereço do bloco de controle
instrução.


Tamanho do bloco de controle.

Esta é uma instrução de saída que permite a transferência de dados de uma
estação para outra na rede de comunicação DH-485. A instrução de
mensagem pode ser programada para realizar uma escrita ou leitura de
mensagem.
A estação destino pode ser um outro controlador SLC 500 da rede, ou
qualquer outro dispositivo diferente do SLC 500 ( utilizando o arquivo de
dados 9 nos Controladores SLC 500 ).

MESSAGE

READ/WRITE

TARGET DEVICE

CONTROL BLOCK

CONTROL BLOCK
LENGHT
Read: controlador local está recebendo os
dados.
Write: controlador está enviando os dados.
Estação destino: 485 CIF - dispositivo na rede
DH485.
500CPU - Uma cpu SLC500 na rede.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 63
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Quando a estação destino é o SLC 500, a comunicação pode ocorrer entre
dois Controladores ou entre um controlador e um controlador com estrutura
fixa ou controlador SLC - 5/01. ( A instrução não pode ser programada no
controlador com estrutura fixa ou no controlador SLC - 5/01 ).
Os dados associados a uma instrução de escrita de mensagem não são
enviadas ao habilitar a instrução. Preferencialmente, esses dados são
enviados ao final da varredura ou quando uma instrução SVC ou REF do
programa de aplicação for habilitada. Em alguns casos, é necessário
armazenar dados no seu programa de aplicação.
O controlador pode executar uma instrução de mensagem a qualquer
momento, mas pode manter várias mensagens “habilitadas e aguardando”.
As mensagens que estão aguardando são executadas uma de cada vez em
uma ordem seqüencial ( a primeira a entrar é a primeira a sair ).
Três bits do arquivo de estado referem-se á instrução MSG:
Bit S:2/5 Envio de Resposta Pendente na Rede DH - 485.
Somente leitura. Este bit é energizado quando o controlador determina que
uma outra estação da rede DH - 485 solicitou informações. Esse bit pode ser
energizado a qualquer momento e o mesmo é desenergizado quando o
controlador executa a solicitação ( ou comando ). Pode-se utilizar este bit
como condição de uma instrução SVC para melhorar a capacidade das
comunicações de seu controlador.
Bit S:2/6 Resposta de Mensagem Pendente na Rede DH - 485
Somente leitura. Este bit é energizado quando uma outra estação da rede DH
- 485 forneceu as informações solicitadas na instrução MSG do controlador.
Este bit é desenergizado quando o controlador armazena a informação e
atualiza a instrução MSG. Pode-se utilizar este bit como condição de uma
instrução SVC para melhorar o desempenho das comunicações de
controlador.
Bit S:2/7 Comando de Envio de Mensagem Pendente
Somente leitura. Este bit é energizado quando uma ou mais mensagens no
programa são habilitadas e estão aguardando mas nenhuma mensagem está
sendo transmitida no momento. Assim que é iniciada a transmissão de uma
mensagem, o bit é desenergizado. Ao término da transmissão, o bit é
novamente energizado se houver mais mensagens aguardando, ou permanece
desenergizado se não tiver mais nenhuma mensagem aguardando.
Esse bit pode ser utilizado como uma condição da instrução SVC para
melhorar o desempenho das comunicações do controlador.
Deve-se considerar a condição dos bits do arquivo de estado S:2/15,
( “Bit de Seleção de Execução de Comunicação DH - 485” ) e S:2/8 ( “Modo
de Endereçamento CIF” ), sendo que para maiores informações, consulte o
capítulo 12.

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 64
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.




4.3.3 - PARÂMETROS DA INSTRUÇÃO MSG:
Depois de introduzir a instrução MSG na linha, deve-se especificar se a
mensagem será lida ou escrita. A seguir, deve-se especificar a estação
destino e o bloco de controle para a instrução MSG.
- Read/Write ( Leitura/Escrita ) - A leitura indica que o controlador local (
controlador em que a instrução se encontra localizada ) está recebendo
dados; a escrita indica que o controlador está enviando dados.
- Target Device ( Estação Destino ) - A estação destino pode ser um
controlador com estrutura de E/S fixa, um controlador SLC - 5/01 ou SLC -
5/02 ( 500 CPU ) ou um outro dispositivo diferente do SLC 500 ( 485 CIF ).
Para instruções de leitura de mensagem, a estação destino é o controlador
que está enviando os dados.
- Control Block ( Bloco de Controle ) - Este é um endereço de arquivo
inteiro introduzido pelo usuário. É um arquivo de 7 elementos que contém os
bits de estado, endereço do arquivo destino e outros dados associados com a
instrução de mensagem.

- Control Block Lengh ( Tamanho do Bloco de Controle ) - Esse parâmetro
é fixo em 7 elementos e o mesmo não pode ser alterado.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 65
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Assim que o endereço do bloco de controle foi introduzido, o software de
programação RSLOGIX exibirá a tela da figura abaixo.
Figura 3.2
Tela de Introdução de Dados

















Na tela da figura 3.2, a coluna à esquerda apresenta os dados que já foram
introduzidos para os parâmetros Read/Write, Target Device e Control Block.
No caso da instrução de leitura de mensagem ( Read ), o parâmetro
configurado por esta tecla de função corresponde ao endereço no controlador
local que irá receber os dados ( Local Destination File Address ). Se for uma
instrução de escrita de mensagem ( Write ), este parâmetro corresponde ao
endereço no controlador local que irá enviar os dados ( Local Source File
Address ). Os tipos de arquivos válidos são S, B, T , C E N.
Permite introduzir o número da estação do controlador que irá se
comunicar com o controlador local.
Se a estação destino for um 500 CPU, este parâmetro corresponde ao
endereço do arquivo destino ou fonte no controlador destino. Os tipos de
arquivos válidos são S, B, T, C, R e N. Se a estação destino for um 485 CIF,
este é o valor da primeira palavra do arquivo de interface comum.
Essa tecla corresponde ao tamanho da mensagem ( em elementos ). Os
elementos de uma palavra são limitados em um tamanho máximo de 42.

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 66
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Os elementos de três palavras ( T, C, R ) são limitadas em um tamanho
máximo de 13.
O tipo de arquivo destino determina o número de palavras transferidas.
Exemplos: uma instrução de leitura de mensagem que especifique o arquivo
origem do tipo C ( Contador ), um arquivo destino do tipo N ( inteiro ) e
tamanho com valor 1 irá transferir uma palavra de informação. Uma
instrução de leitura de mensagem que especifique um arquivo origem do tipo
N, um arquivo destino do tipo C e um comprimento com valor 1 irá
transferir 3 palavras.
4.3.4 BITS DE ESTADO DA INSTRUÇÃO MSG
Na tela da figura, a coluna a direita ilustra os vários bits de estado
associados à instrução MSG.
- EN - Bit de Habilitação - Este bit é energizado quando a estação da linha
passa a verdadeira e a instrução está sendo executada. O bit EN permanece
energizado até que a transmissão da mensagem seja completada e a linha
passe a falsa.
- EW - Bit de Habilitado e Aguardando - Este bit é energizado assim que o
bit de habilitação é energizado e indica que uma mensagem está aguardando
para ser enviada.
- ST - Bit de Partida - Este bit é energizado quando o controlador recebe a
confirmação da estação destino. O bit ST é desenergizado quando o bit de
executado ( DN ) ou bit de erro ( ER ) é energizado.
- DN - Bit de Executado - Este bit é energizado quando a mensagem é
transmitida com sucesso. O bit DN é desenergizado na próxima vez que a
linha associada a instrução passar de falsa para verdadeira.
- NR - Bit de Resposta Não Recebida - Este bit é energizado se o
controlador destino não responder à primeira solicitação de mensagem. O bit
NR é desenergizado quando o bit de erro ( ER ) ou o bit de executado ( DN )
é energizado.
- ER - Bit de Erro - Este bit é energizado quando a falha na transição da
mensagem. O bit ER é desenergizado na próxima vez que a linha associada
passa de falsa para verdadeira.
- TO - Bit de Timeout ( limite de tempo excedido ) - Pode-se energizar este
bit para remover uma instrução de mensagem ativa do controlador. O
programa de aplicação deve fornecer o seu próprio valor do timeout.





MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 67
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Bloco de Controle
A figura 3.3 ilustra o bloco de controle quando um controlador com estrutura
de E/S fixa ou um SLC - 5/01 ou SLC - 5/02 ( 500 CPU ) for selecionado
como estação destino.
Figura 3.3
Bloco de Controle ( 500 CPU )

15 14 13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00











A figura 3.4 ilustra o bloco de controle quando um dispositivo diferente
do SLC 500 ( 485 CIF ) for selecionado como estação destino.
Figura 3.4
Bloco de Controle ( 485 CIF )

15 14 13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00




A figura 3.4 ilustra o bloco de controle quand500 ( 485 CIF


EN ST DN ER EW NR TO
CODIGO DE ERRO
EN ST DN ER EW NR TO
CODIGO DE ERRO
Numero do Nó
Numero do Nó
Reservado para tamanho em palavras
Reservado para tamanho em palavras
Número do arquivo
Palavra offset
Tipo de Arquivo
Não Utilizada
Numero do elemento


Reservado
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Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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4.4 - Instruções de Comparação
4.4.1 - Generalidades:
Instruções utilizadas em controladores PLC5
- Igual a ( EQU );
- Diferente ( NEQ );
- Menor que ( LES );
- Menor ou igual a ( LEQ );
- Maior que ( GRT );
- Maior ou igual a ( GEQ );
- Igual mascarada ( MEQ ).
- Teste limite ( LIM )

4.4.2 - Igual a ( EQU )
Figura 4.1
Formato da instrução EQU


( )



Quando os valores dos parâmetros Source A ( Fonte A ) e Source B ( Fonte
B ) forem iguais, esta instrução será logicamente verdadeira. Se estes valores
não forem iguais, a instrução será falsa.

Parâmetros da Instrução EQU
Deve-se introduzir um endereço de palavra para Source A. Pode-se
introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra Source B.





EQU

EQUAL

SOURCE A:

SOURCE B:

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 69
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.4.3 - Diferente ( NEQ )
Figura 4.2
Formato da instrução NEQ



( )





Quando os valores dos parâmetros Source A e Source B não forem iguais,
esta instrução será logicamente verdadeira. Se esses dois valores forem
iguais, esta instrução será falsa.
Parâmetros da Instrução NEQ
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A.
Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra
para Source B.
4.4.4 - Menor que ( LES )
Figura 4.3
Formato da instrução LES


( )



Quando o valor do parâmetro Source A for menor que o valor de Source B,
esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor de Source A for
menor ou igual ao valor de Source B, esta instrução será falsa.



NEQ

NOT EQUAL

SOURCE A:

SOURCE B:

LES

LESS THAM

SOURCE A:

SOURCE B:

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 70
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Parâmetros da instrução LES
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A.
Pode-se introduzir uma constante de programa ou endereço de palavra para
Source B. Números inteiros com sinal são armazenados na forma de
complemento de 2.
4.4.5 - Menor ou igual a ( LEQ )
Figura 4.4
Formato da instrução LEQ


( )




Quando o valor do parâmetro de Source A for menor ou igual ao valor de
Source B, esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor de Source A
for maior que o valor de Source B, esta instrução será falsa.

Parâmetros da instrução LES
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A.
Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra
para Source B. Números inteiros com sinal são armazenados na forma de
complemento de 2.
4.4.6 - Maior que ( GRT )
Figura 4.5
Formato da instrução GRT


( )



LES

LESS THAM

SOURCE A:

SOURCE B:

GRT

GREATER THAM

SOURCE A:

SOURCE B:

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 71
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Quando o valor do parâmetro Source A for maior que o valor de Source B,
esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor de Source A for
menor ou igual ao valor de Source B, esta instrução será falsa.
Parâmetros da instrução GRT
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A.
Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra
para Source B. Números inteiros com sinal são armazenados na forma de
complemento de 2.
4.4.7 - Maior ou igual a ( GEQ )
Figura 4.6
Formato da instrução GEQ


( )




Quando o valor do parâmetro de Source A for maior ou igual ao valor de
Source B, esta instrução será logicamente verdadeira.
Parâmetros da instrução GEQ
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A.
Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra
para Source B.
4.4.8 - Igual Mascarada ( MEQ )
Figura 4.7
Formato da instrução 4.7


( )




GEQ

GRTR THAN OR EQUAL

SOURCE A:

SOURCE B:

MEQ

MASKED EQUAL

SOURCE :

MASK:

COMPARE:
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 72
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Esta instrução de entrada, compara dados de um endereço fonte com dados
de um endereço de referência, permitindo que parte desses dados sejam
mascaradas através de uma palavra.
Parâmetros da instrução MEQ
Os parâmetros da instrução MEQ são os seguintes:
- Source - endereço fonte do valor que se deseja comparar;
- Mask - endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os
dados ou um valor hexadecimal;
- Compare - valor inteiro ou endereço de referência para a comparação.
Se os 16 bits de dados de um endereço fonte forem iguais aos 16 bits de
dados do endereço de referência ( exceto os bits mascarados ), a instrução é
verdadeira. A instrução é verdadeira. Os bits da palavra de máscara iguais a
0 mascaram os dados, já os bits iguais a 1 permitem que seja realizada a
comparação.





4.4.9 - Teste limite ( LIM )
Figura 4.8
Formato da instrução LIM


( )




Esta instrução de entrada testa os valores dentro ou fora de uma faixa
específica, dependendo de como foram ajustados os limites.
Parâmetros da instrução LIM
Os valores dos parâmetros identificados por Low Limit, Test e High Limit
podem ser programados com endereços de palavra ou constantes do
programa, observando-se as seguintes restrições:
LIM

LIMIT TEST

LOW LIM:

TEST:

HIGH LIM:


MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 73
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

- se o parâmetro Test for uma constante do programa, tanto o Low Limit
como o High Limit devem ter endereços de palavra;
- se o parâmetro Test for um endereço de palavra, o Low Limit e o High
Limit podem ser constante de programa ou um endereço de palavra.
Estado Verdadeiro/Falso da Instrução
Se o Low Limit ( limite inferior ) possuir um valor menor que High Limit (
limite superior ), a instrução será verdadeira quando o valor estiver entre os
limites ou for igual a um dos limites. Se o valor de Test estiver fora dos
limites, a instrução será falsa.
Se o Low Limit possui um valor maior que o High Limit, a instrução será
falsa quando o valor do parâmetro Test estiver entre os limites. Se o valor de
Test for igual a um dos limites ou estiver fora dos limites, a instrução será
verdadeira.
Exercícios aplicativos:
1 ) - Energizar uma lâmpada quando o valor de um tanque armazenado em
N7:6 for igual à 100 metros.


2 ) - Acionar uma sirene quando a temperatura de um forno armazenada em
N7:10 estiver entre 1000° C e 1500° C.


3) - Desejamos supervisionar a rotação de um tambor. Se a rotação cair de
20 % deverá desligar o motor que aciona este tambor . A rotação é de 60
RPM. Neste tambor está instalado um sensor que a cada rotação energiza à
entrada 0 de CLP













TAMBOR
MOTOR
SENSOR
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 74
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.5 - Instruções Matemáticas
4.5.1 - Generalidades:

- Adição ( ADD );
- Subtração ( SUB );
- Multiplicação ( MUL );
- Divisão ( DIV );
- Dupla Divisão ( DDV );
- Negação ( NEG );
- Zeramento ( CLR );
- Decodificação ( DCD ).
- Raiz quadrada ( SQR );
Parâmetros das Instruções
- Source - endereço (s) do (s) valor (res) em que a operação matemática será
executada; pode ser endereço (s) de palavra ou constante (s) de programa. Se
a instrução tiver dois operandos Source, não é possível introduzir constantes
de programas nos dois operandos.
- Dest - endereço destino referente ao resultado da operação.
Bits de Estado Aritméticos
Depois que uma instrução for executada, os bits de estado aritméticos ( C, V,
Z e S ) do arquivo de estado são atualizados.
- Carry (C), S:0/0 - Energizado se for gerado um carry ( vai 1 ); caso
contrário, desenergizado;
- Overflow (V), S:0/1 - Indica que o resultado de uma instrução matemática
é muito grande para o destino;
- Zero (Z), S:0/2 - Indica um valor 0 depois de uma instrução matemática,
movimentação ou lógica;
- Sinal (S), S:0/3 - Indica um valor negativo ( menor que 0 ) após uma
instrução matemática, movimentação ou lógica.





MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 75
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.5.2 - Adição ( ADD )
Figura 5.1
Formato da instrução ADD








O valor de Source A é somado ao valor de Source B e, então, armazenado no
destino.
Bits de Estado Aritméticos S:0

C - energizado se for gerado um carry ( vai 1 ); caso contrário,
desenergizado.
V - energizado se for detectado overflow no destino; caso contrário,
desenergizado. Em overflow, o bit de erro de overflow também é energizado.
O valor -32.768 ou 32.767 é introduzido no destino.
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, desenergizado.
S - energizado se o resultado for um valor negativo; caso contrário,
desenergizado.
4.5.3 - Subtração ( SUB )
Figura 5.2
Formato da Instrução SUB






O valor do parâmetro Source B é subtraído do valor de Source A e, então,
armazenado no destino.
ADD

SOURCE A:

SOURCE B:

DEST:

SUB

SOURCE A:

SOURCE B:

DEST:

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 76
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Bits de Estado Aritméticos
C - energizado se for gerado um borrow ( vem 1 ); caso contrário,
desenergizado.
V - energizado se for detectado underflow; caso contrário, desenergizado.
Em underflow, o bit de erro de overflow também é energizado, e o valor -
32.768 ou 32.767 é colocado no destino.
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, é desenergizado.
S - energizado se o resultado for negativo; caso contrário é desenergizado.
4.5.4 - Multiplicação ( MUL )
Figura 5.4
Formato da Instrução MUL







O valor do parâmetro Source A é multiplicado pelo valor de Source B e,
então, armazenado no destino.
Bits de Estado Aritméticos
C - sempre desenergizado;
V - energizado se um overflow for detectado no destino; caso contrário, será
desenergizado. Em overflow, o bit de erro de overflow também é energizado.
O valor 32.767 ou -32.768 é introduzido no destino.
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, é desenergizado.
S - energizado se o resultado for um valor negativo; caso contrário, é
desenergizado.






MUL

SOURCE A:

SOURCE B:

DEST:

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 77
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.5.5 - Divisão ( DIV )
Figura 5.5
Formato da Instrução DIV







O valor do parâmetro Source A é dividido pelo valor de Source B com o
quociente arredondado sendo armazenado no destino. O quociente não
arredondado é armazenado na palavra mais significativa do registrador
matemático. O resto é colocado na palavra menos significativa do
registrador matemático.
Bits de Estado Aritméticos
C - sempre desenergizado;
V - energizado no caso de divisão por zero ou overflow; caso contrário,
desenergizado. Em overflow, o bit de erro de overflow é energizado. O valor
32.767 é colocado no destino.
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, é desenergizado;
indefinido se o bit de overflow estiver energizado.
S - energizado se o resultado for um valor negativo; caso contrário, será
desenergizado; indefinido se o bit de overflow estiver energizado.
4.5.6 - NEGAÇÃO ( NEG )
Figura 5.7
Formato de Instrução NEG






O valor do parâmetro Source é subtraído de 0 e armazenado no destino.

DIV

SOURCE A:

SOURCE B:

DEST:

NEG

SOURCE:

DEST:


MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 78
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Bits de Estado Aritméticos
C - desenergizado se 0 ou overflow; caso contrário, será energizado;
V - energizado se overflow; caso contrário, desenergizado. Em overflow, o
bit de erro de overflow também é energizado. O valor 35.767 é colocado no
destino.
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, será desenergizado.
S - energizado se o resultado for um valor negativo; caso contrário, será
desenergizado.
4.5.7 - ZERAMENTO ( CLR )
Figura 5.8
Formato de Instrução CLR







O valor destino é zerado.
4.5.8 - RAIZ QUADRADA ( SQR )

A figura 5.17 apresenta o formato da Instrução de Raiz Quadrada ( SQR ).
Figura 5.17
Formato da instrução SQR








CLR

DEST


SQR

SQUARE ROAT:

SOURCE :

DEST:

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Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Quando esta instrução é verdadeira, a raiz quadrada do valor absoluto da
fonte é calculada e o resultado arredondado é colocado no destino.
A instrução irá calcular a raiz quadrada de um número negativo sem
apresente overflow ou falhas. Nas aplicações onde o valor do endereço fonte
pode ser negativo, deve-se utilizar uma instrução de comparação para avaliar
esse valor a fim de determinar se o destino pode ser um número não-válido.
Bits de Estado Aritméticos
C - reservado;
V - sempre desenergizado;
Z - energizado quando o valor destino é zero; caso contrário, desenergizado;
S - sempre desenergizado.

4.6 - Instruções Lógicas e de movimentação

4.6.1 - GENERALIDADES:
As instruções de saída utilizadas com os Controladores, permitem realizar as
operações lógicas e de movimentação. Essas instruções são as seguintes:
- Movimentação ( MOV );
- Movimento com Máscara ( MVM );
- E ( AND );
- Ou ( OR );
- Ou Exclusivo ( XOR );
- Complementação ( NOT ).
Parâmetros das Instruções
- Source - Este é o endereço fonte referente ao valor onde a operação lógica
ou de movimentação é executada. Pode ser um endereço de palavra ou uma
constante de programa. Se a instrução tiver dois operandos fonte, não é
possível introduzir constantes de programa nos dois operandos.
- Dest - Este é o endereço destino referente ao resultado da operação lógica
ou de movimentação. Deve ser um endereço de palavra.
Bits de Estado Aritméticos
Depois que uma instrução for executada, os bits de estado aritméticos (
C, V, Z e S ) do arquivo de estado são atualizados.
- Carry (C), - Energizado se for gerado um carry ( vai 1 ); caso contrário,
desenergizado;
- Overflow (V), - Indica que o resultado de uma instrução matemática é
muito grande para o destino;
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 80
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

- Zero (Z), - Indica um valor 0 depois de uma instrução matemática,
movimentação ou lógica;
- Sinal (S), S- Indica um valor negativo ( menor que 0 ) após uma instrução
matemática, movimentação ou lógica.
Bit de Erro de Overflow ( S:5/0 )
Bit de falha de advertência energizado na detecção de um overflow ou
divisão por 0. Se este bit estiver energizado na execução da declaração de
fim de programa ( END ) ou uma instrução TND, uma falha grave será
indicada.
Registrador Matemático ( S:13 e S:14 )
As instruções lógicas e de movimentação não afetam o registrador
matemático.
4.6.2 - MOVIMENTAÇÃO ( MOV )
Figura 6.1
Formato de instrução MOV








O controlador move o valor da fonte ( Source ) para o destino ( Dest ).
Parâmetros da Instrução MOV
- Source - endereço fonte do dado que se deseja mover;
- Dest - endereço destino para onde a instrução move o dado.
Bits de Estado Aritméticos
C - sempre desenergizado;
V - sempre desenergizado;
Z - energizado se o resultado for zero;
S - energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é
energizado ); caso contrário, será desenergizado.

MOV
MOVE

SOURCE :

DEST:


MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 81
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.6.3 - MOVIMENTO COM MÁSCARA ( MVM )
Figura 6.2
Formato da Instrução MVM








A instrução de movimento com máscara é uma instrução de palavra que
move os dados de uma localização fonte para um destino e permite que
partes desses dados sejam mascarados por uma palavra.
Parâmetros da Instrução MVM
- Source - endereço fonte dos dados que se deseja movimentar;
- Mask - endereço da máscara através do qual a instrução movimenta os
dados ( pode ser um valor em hexa ).
- Dest - endereço destino para onde a instrução move os dados.
Bits de estado Aritméticos
C - sempre desenergizado;
V - sempre desenergizado;
Z - energizado se o resultado for zero;
S - energizado se o resultado for uma valor negativo; caso contrário, será
desenergizado.
Operação da Instrução MVM
Quando a condição da linha que contém esta instrução for verdadeira, os
dados no endereço fonte passam através da máscara para o endereço destino
. Enquanto a linha permanecer verdadeira, a instrução movimenta os mesmos
dados a cada varredura.
Os dados são mascarados quando os bits da palavra de máscara estão
desenergizados e são transferidos quando os bits da palavra de máscara estão
energizados. Os bits da palavra de máscara podem ser fixados utilizando-se
um valor constante ou podem ser alterados atribuindo à máscara um
endereço direto. Os bits da palavra de destino, palavra correspondente aos
zeros da palavra de máscara, não são alterados.
MVM
MASKED MOVE

SOURCE :
MASK
DEST:


MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 82
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CAMC.

4.6.4 - E ( AND )
Figura 6.4
Formato da instrução AND








É executado um AND, bit a bit, entre o valor do parâmetro Source A e o
valor de Source B e, então, armazenado no destino.
Bits de Estado Aritméticos
C - sempre desenergizado;
V - sempre desenergizado;
Z - energizado se o resultado for zero;
S - energizado se o bit mais significativo estiver energizado; caso contrário,
será desenergizado.
4.6.5 - OU ( OR )
Figura 6.5
Formato da Instrução OR








É executado um OR, bit a bit, entre o valor do parâmetro Source A e o valor
de Source B e, então, armazenado no destino.

AND

BITWISE AND:

SOURCE A:
SOURCE B:

DEST:

OR

BITWISE INCLUSIVE OR

SOURCE A:
SOURCE B:

DEST:

1 1
1
1 X
1
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 83
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Bits de Estado Aritméticos
C - sempre desenergizado;
V - sempre desenergizado;
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, será desenergizado;
S - energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é
energizado ); caso contrário, será desenergizado.
4.6.6 - OU EXCLUSIVO ( XOR )
Figura 6.6
Formato da Instrução XOR







É executado um XOR, bit a bit, entre o valor do parâmetro Source A e o
valor de Source B e, então, armazenado no destino.
Bits de Estado Aritméticos
C - sempre desenergizado;
V - sempre desenergizado;
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, será desenergizado;
S - energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é
energizado ); caso contrário, será desenergizado.

4.6.7 - COMPLEMENTAÇÃO NOT
Figura 6.7
Formato da Instrução NOT





OR

BITWISE EXCLUSIVE OR

SOURCE A:
SOURCE B:

DEST:

NOT


SOURCE

DEST:


= 0
# 1
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 84
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

O valor na fonte é complementado bit a bit e armazenado no destino.

Bits de Estado Aritméticos
C - sempre desenergizado;
V - sempre desenergizado;
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, será desenergizado;
S - energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é
energizado ); caso contrário, será desenergizado.
Exercício Aplicativo:
Programar um conjunto de contadores ( 1 CTU e 1 CTD ) para realizar as
seguintes comparações :
1 - ACC1=20
2 - ACC2 == 30
3 - ACC1 + ACC2 < 15
4 - ACC2 >= 45
5 - ACC2 / ACC1 ENTRE 62 E 70
6 - ACC2 > 72
Energizar uma lâmpada a cada comparação.
Mostrar o valor acumulado dos contadores nos endereço N7:0 e N7:1
Resetar automaticamente os contadores quando o acumulado for igual a 100.












MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 85
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.7 - Instruções de cópia e preenchimento de arquivo
4.7.1 - GENERALIDADES:
Este capítulo descreve as instruções de Cópia ( COP ) e Preenchimento de
arquivo ( FLL ).

A figura 7.1 apresenta o formato da instruções COP e FLL.









O tipo de arquivo do parâmetro destino ( Dest ) determina o número de
palavras que a instrução transfere. Por exemplo, se o arquivo destino ( Dest )
é do tipo contador e o arquivo fonte ( Source ) inteiro, três palavras inteiras
são transferidas para cada elemento no arquivo do tipo contador.
4.7.2 - CÓPIA ARQUIVO ( COP )
Esta instrução copia dados de um local para outro e não utiliza bits de
estado. Caso seja necessário um bit de habilitação, pode-se programar uma
saída paralela utilizando-se um endereço de armazenamento.
Os parâmetros a serem introduzidos na instrução COP são os seguintes:
- Source - é o endereço fonte referente ao arquivo que se deseja copiar.
Deve-se utilizar o símbolo indicador de arquivo # no endereço.
- Dest - é o endereço destino referente ao arquivo em que a instrução
armazena a cópia. Deve-se introduzir o símbolo indicador de arquivo # no
endereço.
- Length - é o número de elementos do arquivo que se deseja copiar. Se o
tipo de arquivo destino é de três palavras por elemento, pode-se especificar
um comprimento máximo de 42 elementos. Se o tipo de arquivo destino é
uma palavra por elemento, pode-se especificar um comprimento máximo de
128.
Os elementos são copiados do arquivo fonte para o arquivo destino a cada
varredura em que a linha é verdadeira e são copiados em ordem crescente
sem transformação dos dados. Os elementos são copiados até totalizarem o
valor especificado no campo length ou até que o último elemento do arquivo
destino seja atingido.
COP

COP FILE

SOURCE
DEST

LENGHT

FLL

FILL FILE

SOURCE
DEST

LENGHT

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 86
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Se o destino for um temporizador, contador ou arquivo de controle,
certifique-se que as palavras do arquivo fonte corresponde às palavras de
estado do arquivo destino contenham zeros.
Certifique-se que o endereço da primeira palavra do arquivo e o
comprimento do bloco que se está copiando sejam devidamente
especificados. A instrução não irá escrever fora do limite do arquivo (
como, por exemplo, entre os arquivos N16 e N17 ) no destino.
Nota: Caso haja uma tentativa de escrever fora do limite do arquivo,
ocorrerá um erro.
O deslocamento de arquivo pode ser realizado especificando-se, dentro do
arquivo, o endereço do elemento fonte, maior que o endereço do elemento
destino. Deste modo, os dados são deslocados para o endereço menor.
4.7.3 - PREENCHIMENTO DE ARQUIVO ( FLL )
Esta instrução carrega elementos de um arquivo com uma constante de
programa ou com um valor de um endereço de elemento. Os parâmetros de
FLL são os seguintes:
- Source - é a constante de programa ou endereço de elemento. ( O símbolo
indicador de arquivo # não é necessário para um endereço de elemento ).
- Dest - é o endereço do arquivo que se deseja preencher. Deve-se utilizar o
símbolo indicador de arquivo # no endereço.
- Length - é o número de elementos no arquivo a ser preenchido. Se o tipo
de arquivo destino é de 3 palavras por elemento, pode-se especificar um
comprimento máximo de 42 elementos. Se o tipo de arquivo destino é uma
palavra por elemento, pode-se especificar um comprimento máximo de 128.
Os elementos do valor fonte ( constante de programa ) preenchem o arquivo
destino a cada varredura em que a linha é verdadeira. Os elementos são
preenchidos na ordem crescente até que o número de elementos (
comprimento inserido ) seja atingido.

Nota: Caso haja uma tentativa de escrever fora do limite do arquivo,
ocorrerá um erro.








MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 87
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.8 . Instrução de Deslocamento de Bit, FIFO e LIFO
4.8.1 - GENERALIDADES:

Este capítulo descreve as seguintes funções de saída:
- Deslocamento de Bit à Esquerda ( BSL );
- Deslocamento de Bit à Direita ( BSR ).
Essas instruções de saída são utilizadas para construir e manipular um
registro de deslocamento síncrono de bit. Os dados são deslocados através
do registro e descarregados um bit de cada vez.
- Carga e Descarga FIFO ( FLL e FFU )
- Carga e Descarga LIFO ( LFL e LFU )
As instruções FIFO são utilizadas em conjunto para construir um registro de
deslocamento assíncrono de palavras. Eles permitem transferir palavras para
um arquivo e retirá-las na mesma ordem em que foram introduzidas. O termo
FIFO se refere à expressão “first in first out ” ( 1
0
a entrar e 1
0
a sair ).
As aplicações das instruções FIFO e LIFO incluem as linhas de transferência
ou montagem, controle de inventário e diagnóstico do sistema.

4.8.2 - INSTRUÇÕES DE DESLOCAMENTO DE BIT À ESQUERDA ( BSL )
E À DIREITA ( BSR ).
Figura 8.1
Formato da Instrução BSL e BSR


( EN )

( DN )








BSL

BIT SHIFT LEFT

FILE
CONTROL

BIT ADRESS:

LENGHT
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 88
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.


( EN )

( DN )





Parâmetros das Instruções
- File - é o endereço da série de bits que se deseja manipular. Deve-se
utilizar o símbolo indicador de arquivo # no endereço da série de bits.
- Control - é o endereço da instrução e o elemento de controle que
armazena o byte de estado da mesma, o tamanho da série ( em número de
bits ) e o apontador de bit ( figura 8.2 ).
Figura 8.2
Elemento de Controle da Instrução de Deslocamento de Bit
15 13 11 10 00





ATENÇÃO: O endereço de controle não deve ser utilizado para nenhuma
outra instrução, pois pode ocorrer operação imprevista de máquina
resultando em possíveis avarias ao equipamentos e/ou danos pessoais.

O byte de estado indica o estado da instrução, conforme o seguinte:
- EN ( bit 15 ) - bit de habilitação. É energizado na transição da linha de
falsa para verdadeira e indica que a instrução foi habilitada.
- DN ( bit 13 ) - bit de executado. Quando energizado, indica que a série de
bits deslocou uma posição.
- ER ( bit 11 ) - bit de erro. Quando energizado, indica que a instrução
detectou um erro, tal como inserção de um número negativo para o
BSR

BIT SHIFT RIGHT

FILE
CONTROL

BIT ADRESS:

LENGHT
EN DN ER UL NÃO ULTILIZADO


MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 89
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

comprimento ou posição. Quando este bit estiver energizado, deve-se evitar
a utilização do bit de saída.
- UL ( bit 10 ) - bit de descarga. Armazena o estado do bit retirado da série
cada vez que a instrução é habilitada. Depois de cada deslocamento de bit,
quando a condição de entrada passa a falsa, esse bit é resetado. ( os
bits de habilitação ( EN 15 ), executado ( DN 13 ) e erro ( ER 11 ) também
são resetados ). A instrução invalida todos os bits que ultrapassem o último
bit na série, até o próximo limite de palavra.
- Bit Address - é o endereço do bit fonte que a instrução insere no local do
primeiro bit da série BSL ou do último bit da série BSR.
- Lenght - é o número de bits na série, até 2047 bits. O valor 0 faz com que
o bit de entrada seja transferido para o bit UL.
Um valor que ultrapasse o fim do arquivo de programa faz com que ocorra
uma falha grave de run-time. Se o valor do comprimento for alterado pelo
programa de aplicação, certifique-se que este valor seja válido.
4.8.2.1 - Deslocamento de Bit à Esquerda:
Quando a condição da linha passa de falsa para verdadeira, o bit de
habilitação (EN 15) é energizado e o bloco de dados é deslocado ( para um
número de bit mais elevado ) uma posição à esquerda. o bit especificado no
bit fonte é deslocado para a posição do primeiro bit. O último bit é
deslocado para fora da série e armazenado no bit de descarga
(UL 10 ) no byte de estado do elemento de controle. O deslocamento é
completado em uma varredura. Em operações cíclicas, deve-se ajustar a
posição do bit fonte para o ultimo bit da série ou para o bit fonte para último
bit da série ou para o bit UL.
4.8.2.2 - Deslocamento de Bit à Direita:
Quando a condição da linha passa de falsa para verdadeira, o bit de
habilitação (EN 15) é energizado e o bloco de dados é deslocado ( para um
número de bit mais baixo ) uma posição à direita. o bit especificado no bit
fonte é deslocado para a posição do ultimo bit. O primeiro bit é deslocado
para fora da série e armazenado no bit de descarga (UL 10 ) no byte de
estado do elemento de controle. O deslocamento é completado em uma
varredura. Em operações cíclicas, deve-se ajustar a posição do bit fonte para
o primeiro bit da série ou para o bit fonte para primeiro bit da série ou para o
bit UL.



MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 90
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.8.3 - CARGA E DESCARGA FFL E FFU.

Formato da instrução:


( EN )
( DN )
( EM )







( EN )
( DN )
( EM )





As instruções FFL e FFU são utilizadas em conjunto. A instrução FFL
transfere as palavras para um arquivo criado pelo usuário e denominado
pilha FIFO. A instrução FFU descarrega palavras do arquivo FIFO na
mesma ordem em que foram introduzidas.








FFL

FIFO LOAD

SOURCE
FIFO
CONTROL
LENGHT
POSITION
FFU

FIFO UNLOAD

FIFO
DEST
CONTROL
LENGHT
POSITION
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 91
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N7:2





# N7:12
Length: 11
Position: 7








Quando a condição da linha passar de falsa para verdadeira o conteúdo do
parâmetro especificado em Source é carregado na posição determinada pelo
parâmetro Position à cada transição na entrada da instrução o conteúdo X é
transferido para uma posição mais baixa na pilha FIFO em direção à
posição 0 quando este conteúdo X é carregado no parâmetro especificado
em DEST .

Palavra de controle:
15 14 13 12... 00














EN EU DN EM

Tamanho
Posição

X
X



MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 92
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CAMC.

Bits de Estado:

. EN ( bit 15 ) : Bit de habilitação da instrução FFL. Esse bit é energizado
em uma transição de falsa para verdadeira da condição da linha (FFL) e é
desenergizado em uma transição de verdadeiro para falsa.
- EU ( bit 14 ) : Bit de habilitação da instrução FFU. Esse bit é energizado
em uma transição de falsa para verdadeira da condição da linha (FFU) e é
desenergizado numa transição de verdadeira para falsa.
- DN ( bit 13 ) : Bit de executado. É energizado pela instrução FFL para
indicar que a pilha está cheia e inibe a carga da pilha.
- EM ( bit 12 ) : Bit de vazio. É energizado pela instrução FFU para indicar
que a pilha esta vazia.

4.8.4 - CARGA E DESCARGA LIFO:


( EN )
( DN )
( EM )





( EN )
( DN )
( EM )



Essas instruções são idênticas ás instruções de carga e descarga FIFO com
exceção de que o último dado introduzido é o primeiro dado a ser retirado




LFL

LIFO LOAD

SOURCE
LIFO
CONTROL
LENGHT
POSITION
LFU

LIFO UNLOAD

LIFO
DEST
CONTROL
LENGHT
POSITION
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 93
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.



N7:2





# N7:12










Os dados são descarregados do ultimo elemento transferido para a linha e o
valor da posição é então diminuído. Portanto a cada transição de falsa para
verdadeira LFL carrega o conteúdo do elemento source na pilha na posição
indicada pelo parâmetro Position. Esta posição (“n” ) é então decrementada (
“n - 1” ) com o valor X sendo deslocado para ela. O conteúdo da posição
atual ( “n - 1” ) será transferido para o destino quando ocorrer uma transição
de falsa para verdadeira da condição de linha da instrução LFU.
4.9 - Instruções de sequenciador:
SQO : Saída de sequenciador. Transfere dados de 16 bits para endereços de
palavra a fim de controlar operações sequenciais de maquina.
SQC : Sequenciador de Comparação. Compara dados de 16 bits com dados
armazenados para monitorar as condições de operação da máquina ou para
fins de diagnóstico . Compara dados de uma palavra ou arquivo com uma
referência se o estado do bits for igual o bit de encontrado da instrução
é energizado (FD).
SQL : Carga de sequenciador. Carrega dados de 16 bits em um arquivo a
cada etapa de operação do sequenciador. Carrega o conteúdo de um
endereço especificado no parâmetro source em um arquivo especificado por






X
X





MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 94
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

FILE. A cada transição de falsa para verdadeira da condição da linha a
posição é incrementada e o conteúdo de source é armazenado nesta.
4.9.1 - SQO:

( EN )
( DN )





File : indica a pilha de dados ( # ) onde serão inseridos os passos para a
seqüência, ou seja qual os bits da palavra especificada em dest deverão ser
acionados em cada passo.
Mask: Código em Hexadecimal ou endereço do código por onde se
movimenta os dados ou pode-se bloquear determinados bit’s durante a
movimentação.
Dest : Endereço para onde deverão ser enviados os dados referentes a cada
passo.
Control : Endereço de controle da instrução.
OPERAÇÃO:
A cada transição de falsa para verdadeira da condição da linha os elementos
especificados em File são transferidos para o parâmetro dest, e a posição na
pilha é incrementada.
• TRANSFERE OS PASSOS DE 1 À 10.
Exercício de Aplicação:
1- Num sistema têm-se um valor de vazão (totalizado) que deverá ser
coletado de 3 em 3 seg. no endereço N7:0 estes valores deverão ser
armazenados em N7:10 até N7:20 e descarregados em N7:30.
2 - Este mesmo programa deverá fazer uma seqüência de acionamentos em
um sistema de válvulas conforme descrito abaixo:
1 ) - Ligar V1,V2,V3,V4,V11
2 ) - Ligar V3,V5,V12,V13,V15
3 ) - Ligar V3,V6,V7,V13
5 ) - Ligar V1,V4,V6,V10
Estes acionamentos deverão ocorrer de 5 em 5 seg, e uma botoeira retentiva
deverá acioná-los.
SQO

SEQUENCER OUTPUT

FILE
MASK
DEST
CONTROL
LENGTH
POSITION
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Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.10 INSTRUÇÃO DE SALTO PARA SUBROTINA:
-






























MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 96
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.11 - INSTRUÇÃO PID:
4.11.1 - FUNÇÃO PID:
Consiste no controle de uma variável vindo do processo com a comparação
com um valor ideal (Set point) da mesma,gerando um sinal que fará com que
esta variável atinja este valor ideal de acordo com um algoritmo
proporcional,integral e derivativo. A diferença entre este valor real e valor
ideal da variável é chamado de Erro, no inicio do ajuste este erro é chamado
de Erro em regime transitório (ert) e após Erro em regime permanente (erp).
O objetivo do algoritmo PID é diminuir este tempo em que ocorre o "ert" e
anular o "erp". Para tanto a parte proporcional (Kc) irá atuar na variação do
erro, a derivativa ( rate ) na velocidade com que o algoritmo irá atuar no
processo, e a integral (reset) atuará eliminando o erro em regime
permanente.


SET POINT + ERRO Variável
SP CV
+ Controlada
PV
Variável
de processo
















EQUAÇÃO PID
C(t)
t
TA TS
Set
point
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 97
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.11.2 - INSTRUÇÃO PID:

Devem ser configurados parâmetros neste instrução:
Control Block : Endereço do bloco de controle da instrução .
Process Variable : Variável de processo coletada no campo. A entrada da
PID recebe valores na faixa de 0 à 4095.
Control Variable : saída controlada.
Control block length: Tamanho do bloco de controle: 80 Words.










PID
Proporcional Integral Derivativo

Control Block
Process Variable
Control Variable
Control Block Length 23


MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 98
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.


Palavra de controle:

15 14 13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00






























EN DN PV SP LL UL DB TF SC OL CM AM TM
Rearme Ti
Feed Forwad Bias
Zona Morta
Saída Min
Erro de escala SE
Codigo de Erro da Subrotina PID
Ganho Kc
Referência Max (Smax)
Saída Max
Atualização da Malha
Saída de controle (0 - 100 %)
Referência SP
Taxa Td
Referência Min (Smin)
Uso interno
Variável do processo em escala




Uso interno
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16

17



ao








22
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 99
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.


Devem ser configurados parâmetros neste instrução:
Control Block : Endereço do bloco de controle da instrução .
Process Variable : Variável de processo coletada no campo. A entrada da
PID recebe valores na faixa de 0 à 16384. Portanto deve-se converter a
entrada analógica para este range.
Control Variable : saída controlada.
Control block length: Tamanho do bloco de controle


Na Tela da instrução configura-se:
( X / Y ) : X = PALAVRA DO BLOCO DE CONTROLE
Y = BIT DA PALAVRA


AUTO/MANUAL ( 0/1 ): Em Auto a PID está atuando no processo e
controlando a saída. Em Manual pode-se alterar o valor da saída CV.
MODE ( 0/0 ) : Timed : PID atualiza a sua saída de acordo com a
atualização da malha.
STI : PID é colocada na subrotina STI ,que deverá ter um tempo (S:11)
igual ao da atualização da malha ( Loop update )
CONTROL ( 0/2 ) : Seleciona a ação de controle de controle usada:
Direta: Ocorre quando têm-se uma variável de processo com tendência
a ser inferior ao valor de set point - E = SP - PV : CV aumenta se
PV < SP. ( Ex: um processo de aquecimento ).
Reversa: Ocorre quando têm-se uma variável de processo com tendência
a ser superior ao valor de set point - E = PV - SP : CV aumenta se
PV > SP. ( Ex: aplicação de resfriamento ).
SET POINT SP: ( WORD 2 ) , Valor ideal para variável de processo de ( 0
à 16383 ).
SCALED PROCESS , PV , ( WORD 14 ) : Somente para exibição .
SCALED ERROR ( WORD 15 ) : Erro em scala , para exibição
DEAD BAND ( WORD 9 ) : Zona Morta, Seleciona-se uma faixa abaixo e
acima da referência ( Set point ) .
OUTPUT CV ( WORD 10 ) : No modo AUTO este parâmetro é somente
para exibição; no modo MANUAL ,pode-se introduzir a porcentagem de
saída desejada. ( 0 à 100 ).
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 100
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

LOOP UPDATE: ( WORD 13 ) : Intervalo de tempo entre os cálculos
PID, introduzir um tempo 5 ou 10 vezes o período natural da carga (Fazer
reset e rate igual à 0 e aumentar o ganho ate à saída começar a oscilar ).
Kc,GANHO PROPORCIONAL ( WORD 3 ) Ganho ajustado para a
metade do valor necessário para fazer com que a saída oscile quando os
termos reset e rate são ajustados em zero. ( 1 à 255 )
RESET TI ( WORD 4 ) TEMPO INTEGRAL ,ajustado igual ao período
natural medido na calibração do ganho. Responsável pela eliminação do
erro. ( 1 à 255 )
RATE TD ( WORD 5 ) TEMPO DERIVATIVO ,ajustado para 1/8 do
tempo integral ( 1 à 255 ) atua no tempo em que a variável leva para se
estabilizar.
MIN SCALED SMIN ( WORD 8 ) Valor mínimo da escala interna da
PID para a variável de processo.
MAX SCALED SMAX ( WORD 9 ) Valor máximo da escala interna da
PID para a variável de processo.
BITS INTERNOS DA PALAVRA 0:
0 - TM : modo timed =1, modo STI =0.
1 - AUTO =0 , MANUAL= 1
2 - CM = 1 ( AÇÃO DE CONTROLE DIRETA) , CM = 0 ( AÇÃO DE
CONTROLE REVERSA )
3 - OL = 1 ( LIMITA A VARIÁVEL DE CONTROLE )
5 - SC = 1 , SC= 0 ( QUANDO FOR ESPECIFICADO O VALOR DA
ESCALA DE REFERENCIA )
6 - TF = 0 , TF = 1 ( Tempo de atualização da malha não pode ser
alcançado pelo programa fornecido,devido a limitações no tempo de
varredura ,procurar atualizar a PID em uma velocidade mais lenta ou
programar em STI
8 - DB= 1 , Variável de processo está dentro da faixa de zona morta.
9 - UL = 1 , Ocorre quando a saída de controle CV, calculada exceder o
limite superior de CV.
10 - LL = 1 , Saída de controle CV,calculada exceder o limite inferior de
CV.
11 - SP = 1 , Bit energizado quando a referência exceder o valor máximo de
escala ou o valor mínimo .
12 - PV =1 Quando PV > 16383
13 - DN = 1 , Durante as varreduras que o PID é computado.
15 - EN = 1 , Segue a linha da PID

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 101
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

OBS:
- Faixas de E/S: * Inserir um valor de SET POINT multiplicado por 100
e ajustar Smáx e Smin também multiplicado por 100,para facilitar
ajustes da PID.
- Deve-se escalonar o variável de processo para valores de 0 à 16.383 ,
que é faixa interna de variação da PID.
- Com a zona morta a saída não é alterada enquanto o erro permanecer
dentro desta faixa, durante o tempo em que a PID permanece na zona
morta a instrução considera o valor de erro igual a zero ou seja a PID não
atua no processo.
- Pode-se limitar a saída ,para tanto basta energizar o bit de habilitação
de limite ( 3 )
- No Modo Manual Pode-se inserir um valor de CV de 0 à 100 % .
Este valor é convertido em um número de o à 16383 e escrito no endereço
da variável de controle.
- FEEDFORWARD: Valor que será adicionado à saída para evitar
distúrbios.
- Quando se utilizar válvula reversa na saída,pode-se subtrair o valor
máximo 16.384 do valor de CV.
- Pode-se estabelecer limites para as saídas de 0 à 100%.
- Um aumento de Kc, pode gerar instabilidade no sistema.
- Geralmente usa-se o termo derivativo para controles de temperatura e
controles de Pressão e Vazão usa-se controlador PI, Proporcional e
Integral.











MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 102
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.12 - Instruções de E/S imediatas:
• IIM
Busca o ultimo dados de entrada e o deixa disponível para as instruções
que se seguem . Configurando o slot no qual o módulo se encontra.
• IOM
Atualiza as saídas de acordo com a lógica precedente. Configurando o slot
no qual o módulo se encontra.









• Slot: Localização do módulo na ranhura.

• Mask: Pode-se desabilitar alguns Bit's.

• Length: Quantidade de palavras por módulo.














IIM ou IOM
Slot
Mask
Length
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 103
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

4.13 - Manutenção & LOCALIZAÇÃO DE FALHAS

4.13.1 - GENERALIDADES:
Existem dois modos de se localizar falhas: através dos Led's de
diagnóstico (se encontram nos Anexos) e através do arquivo de status
cujos códigos de falha de erro grave, as prováveis causas das falhas e a
recomendação sobre a ação corretiva encontram-se descritos neste capítulo.
A descrição das Palavras do arquivo se Status dos controladores se
encontram nos anexos bem como manutenção do siatema de controle.
Os códigos de falhas descritos a seguir se referem aos controladores
5\01,5\02,5\03,5\04,5\05 e shoebox, sendo que do 5\03 em diante existem
outros códigos que se referem a aplicações mais complexas e que se
encontram no manual do produto.
4.13.2 - LIMPANDO AS FALHAS
Pode-se limpar uma falha sem a utilização da rotina de erro do usuário,
através dos seguintes métodos:
• Desenergizando-se manualmente o bit de falha grave S:1/13 no arquivo de
status, através do dispositivo de programação ou DTAM. O controlador
então entra no modo Programação para que a condição que causa a falha
seja corrigida e, a seguir, o controlador entra no modo de Operação ou
Teste.
• Energizando-se o bit de Falha na Energização (Fault Override) S:1/8 no
arquivo de status, a fim de que a falha seja limpa quando a alimentação
for aplicada, presumindo-se que o programa de aplicação não está
corrompido.
• Energizando-se um dos bits de autocarga S:1/10, S:1/11 ou S:1/12 no
arquivo de status do programa numa EEPROM, para automaticamente
transferir um novo programa sem falha do módulo de memória para
RAM, quando a alimentação for aplicada.
Nota de Aplicação: A falha grave específica de uma aplicação pode ser
determinada pelo usuário, escrevendo-se seu valor único para S:6 e então
energizando-se S:1/13.
Utilização da Rotina de Erro do Usuário - Apenas Controladores SLC-
5/02 e demais SLC’s
Ao designar um arquivo de sub-rotina de erro do usuário, a ocorrência de
falhas do usuário, recuperáveis ou não recuperáveis, fará com que a sub-
rotina indicada seja executada em uma varredura. Se a falha for recuperável,
a sub-rotina pode ser usada para solucionar o problema e limpar o bit de
falha S:1/13. O controlador então continuará no modo Operação. Se a falha
for não recuperável, a sub-rotina pode ser empregada para enviar uma
mensagem através da instrução de mensagem para outro nó da rede DH-485
com informação do código de erro e/ou efetuar uma parada do processo.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 104
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

A sub-rotina só é executada nas falhas referentes ao usuário
4.13.3 - DESCRIÇÃO DE CÓDIGO DE ERRO E AÇÃO RECOMENDADA
As tabelas a seguir contêm a descrição, a causa prováveis e a ação
recomendada para a correção dos seguintes tipos de erros:
• Erros na Energização (tabela 0.A)
• Erros na Operação (tabela 0.B)
• Erros de Run-time (tabela 0.C)
• Erros da Instrução de Programa do Usuário (tabela 0.D)
• Erros de E/S (tabela 0.E)
Tabela 0.A
Erros na Energização
Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
0001 Erro de NVRAM • Ruído
• Raio
• Aterramento inadequado
• Falta de supressão de surto
nas saídas com cargas
indutivas
• Fonte de alimentação com
potência inadequada
• Perda de back-up de
bateria ou capacitor
Solucionar o problema,
recarregar o programa e
colocar o controlador em
Operação. Pode ser usada a
característica de autocarga
com um módulo de memória
p/ automaticamente recarregar
o programa e introduzir o
modo Operação.
0002 Tempo de Watchdog
inesperado
• Ruído
• Raio
• Aterramento inadequado
• Falta de supressão de surto
nas saídas c/cargas
indutivas
• Fonte de alimentação com
potência inadequada
Solucionar o problema,
recarregar o programa e
colocar o controlador em
Operação. Pode ser usada a
característica de autocarga
com um módulo de memória
p/ automaticamente recarregar
o programa e introduzir o
modo Operação.
0003 Erro na memória do módulo
de memória
A memória do módulo de
memória está corrompida
Reprogramar o módulo de
memória. Se o erro persistir,
substituir o módulo de
memória.
0004 Erro de memória ocorreu
durante o modo Operação
• Ruído
• Raio
• Aterramento inadequado
• Falta de supressão de surto
nas saídas com cargas
indutivas
• Fonte de alimentação com
potência inadequada
Solucionar o problema,
recarregar o programa e
colocar o controlador em
Operação. Pode ser usada a
característica de autocarga
com um módulo de memória
p/ automaticamente recarregar
o programa e introduzir o
modo Operação.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 105
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Tabela 0.B
Erros na Operação
Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
0010 O controlador não está na
revisão adequada
A revisão do controlador não
é compatível com o nível de
revisão para o qual o
programa foi desenvolvido.
Consultar a Allen-Bradley.
0011 O arquivo executável
número 2 está ausente
Programa incompatível ou
corrompido
Recarregar o programa ou
reprogramar com Software
APS da Allen-Bradley.
0012 O programa de aplicação
tem um erro de memória
• Ruído
• Raio
• Aterramento inadequado
• Falta de supressão de surto
nas saídas com cargas
indutivas
Solucionar o problema,
recarregar o programa e
colocar o controlador em
Operação. Se o erro persistir,
assegurar que seja usado o
Software de Programação
APS da Allen-Bradley para
desenvolver e carregar o
programa.
0013 • O módulo de memória
necessário não está
instalado, ou
• S:1/10 ou S:1/11 não está
energizado como
requerido pelo programa
• Um dos bits de status está
energizado no programa
mas o módulos de
memória requerido não
está instalado.
• Bit de status S:1/10 ou
S:1/11 não está energizado
no programa armazenado
no módulo de memória,
mas está energizado no
programa do SLC 500.
• Instalar um módulo de
memória no controlador,
ou
• carregar o programa do
controlador p/ o módulo de
memória.
0014 Erro no arquivo interno • Ruído
• Raio
• Aterramento inadequado
• Falta de supressão de surto
nas saídas c/ cargas
indutivas
• Fonte de alimentação c/
potência inadequada
Solucionar o problema,
recarregar o programa e
colocar o controlador em
Operação. Se o erro persistir,
assegurar que seja usado o
Software de Programação
APS da Allen-Bradley para
desenvolver e carregar o
programa.
0015 Erro no arquivo de
configuração
• Ruído
• Raio
• Aterramento inadequado
• Falta de supressão de
surtos nas saídas com
cargas indutivas
• Fonte de alimentação com
potência inadequada
Solucionar o problema,
recarregar o programa e
colocar o controlador no
modo Operação. Se o erro
persistir, assegurar que seja
usado o Software APS da
Allen-Bradley para
desenvolver e carregar o
programa.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 106
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
0016 Proteção na inicialização
após perda de alimentação.
A condição de erro existe na
energização quando o bit
S:1/9 está energizado e na
ocorrência de perda de
alimentação durante a
operação.
Bit de status S:1/9 foi
energizado pelo programa do
usuário.
• Reenergizar o bit S:1/9 se
isto for consistente com os
requisitos de aplicação, e
alterar o modo para voltar
à operação, ou
• apagar S:1/13, bit de falha
grave, antes que o fim da
primeira varredura de
programa seja atingido.

























MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 107
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Tabela 0.C
Erros de Run-time
Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
0020 Um bit de erro de
advertência está energizado
no final da varredura
• Ocorrência de overflow
em uma instrução
matemática ou FRD
• Detecção de erro na
instrução de sequenciador
ou registro de
deslocamento.
• Um erro grave foi
detectado enquanto
executando uma rotina de
falha do usuário.
• Endereços de arquivo MO-
M1 foram refereciado no
programa do usuário para
uma ranhura desabilitada.
Solucionar o problema de
programação, recarregar o
programa e entrar no modo
Operação.
0021 Ocorreu uma falha na
alimentação de uma gaveta de
expansão de E/S.

Nota: Um sistema modular
que encontra uma condição de
sobretensão ou sobrecorrente,
em alguma de suas fontes de
alimentação, pode produzir
qualquer dos códigos de erros
listados na tabela 0.E (em vez
de cód. 0021). O LED da
fonte de alimentação estando
desligado é indicação de
condição de sobretensão ou
sobre corrente.
Controladores com estrutura
de E/S fixa e SLC-5/01 FRN
1-4: Alimentação foi
removida ou a alimentação
caiu baixo da especificação
para uma gaveta de expansão.

Controladores SLC-5/02 e
Controladores SLC-5/01 FRN
5: Este código de erro está
presente somente enquanto
não for aplicada alimentação a
uma gaveta de expansão. Este
é o único código de erro de
auto-apagamento. Quando a
alimentação for reaplicada à
gaveta de expansão a falha
será apagada.
Controladores com estrutura
de E/S fixa e SLC-5/01 FRN
1-4: Aplicar alimentação à
gaveta local.

Controladores SLC-5/02 e
Controladores SLC-5/01 FRN
5: reaplicar alimentação à
gaveta de expansão.













MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 108
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
0021
Atenção: Controladores com
estrutura fixa e Controladores
SLC-5/01 FRN 1-4 - Se
ocorreu a falha na
alimentação remota enquanto
o controlador estava no modo
Operação, o erro 0021 fará
com que o bit de erro de
advertência do bit de erro
grave (S:1/13) seja
desenergizado na próxima
energização da gaveta local.
Controladores SLC-5/02 e
Controladores SLC-5/01 FRN
1 a 4 - A alimentação à gaveta
local não precisa ser reciclada
para retornar ao modo
operação. Assim que a gaveta
remota for realimentada, a
CPU irá reiniciar o sistema.

0022 O tempo de varredura de
Watchdog foi excedido.
• O tempo de watchdog para
o programa do usuário está
fixado muito baixo.
• O programa do usuário foi
apanhado num loop.
• Aumentar o tempo de
watchdog no arquivo de
status (S:38), ou
• solucionar o problema do
programa do usuário.
0023 Arquivo de interrupção STI
inválido ou inexistente
• No arquivo de status foi
designado um número de
arquivo STI, mas não foi
criado o arquivo de sub-
rotina.
• O número de arquivo de
STI designado foi 0, 1 ou
2.
• Desabilitar o valor de
referência (S:30) de
Interrupção de STI e o
número de arquivo (S:31)
no arquivo de status, ou
• criar um arquivo de sub-
rotina de interrupção STI
para o número de arquivo
designado no arquivo
status (S:31). O número de
arquivo não deve ser 0, 1
ou 2.








MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 109
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
0024 Intervalo de interrupção STI
inválido
O valor de referência de STI
está fora da faixa (superior a
2550ms, ou negativo).
• Desabilitar o valor de
referência (S:30) de
Interrupção de STI e o
número de arquivo (S:31)
no arquivo de status, ou
• criar uma rotina de
interrupção STI para o
número de arquivo
designado no arquivo
status (S:31). O número de
arquivo não deve ser 0, 1
ou 2.
0025 Tamanho da pilha em
excesso/JSR chama por
rotina STI.
Uma instrução JSR está
chamando um número de
arquivo designado para uma
rotina de STI.
Corrigir o programa do
usuário para satisfazer os
requisitos e restrições da
instrução JSR. Recarregar o
programa e iniciar a
operação.
0026 Tamanho da pilha em
excesso/JSR chama por
rotina de interrupção de E/S.
Uma instrução JSR está
chamando um número de
arquivo designado para uma
rotina de interrupção de E/S.
Corrigir o programa do
usuário para satisfazer os
requisitos e restrições da
instrução JSR. Recarregar o
programa e iniciar a
operação.
0027 Tamanho da pilha em
excesso/JSR chama por
rotina de falha do usuário.
Uma instrução JSR está
chamando um número de
arquivo designado para uma
rotina de falha do usuário.
Corrigir o programa do
usuário para satisfazer os
requisitos e restrições da
instrução JSR. Recarregar o
programa e iniciar a
operação.
0028 Valor do arquivo de rotina
de falha "proteção na
energização" inválido ou
inexistente.
• Um número de arquivo de
rotina de falha foi criado
no arquivo de status, mas o
arquivo não foi criado
fisicamente.
• O número de arquivo
criado foi 0, 1 ou 2.
• Desabilitar o número
(S:29) de arquivo de rotina
de falha no arquivo de
status, ou
• Criar uma rotina de falha
para o número de arquivo
referenciado no arquivo
status (S:29). O número de
arquivo não deve ser 0, 1
ou 2.












MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 110
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.



002A

Referência de endereço
indexado está além do
arquivo de dados específico
referenciado.
Referência de endereço
indexado está fora do espaço
de arquivo de dados.

Por meio de endereçamento
indexado, o programa está
referenciando um elemento
situado além do limite de
um arquivo.
Por meio de endereçamento
indexado, o programa está
referenciado um elemento
situado além da faixa
permitida. A faixa vai de
B3:0 ao último elemento do
último arquivo de dados
criado pelo usuário

Corrigir o programa do
usuário, alocar mais espaço
de dados usando o mapa de
memória ou salvar
novamente o programa
permitindo ultrapassagem
dos limites de arquivo.
Recarregar o programa do
usuário. Este problema não
pode ser solucionado
escrevendo-se no registro de
índice (S:24).

Tabela 0.D
Erros de instrução do Programa
Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
0030 Foi feita uma tentativa para
pular para um dos arquivos
de sub-rotina encadeada.
Este código pode também
significar que um programa
tem rotinas potencialmente
recursivas.
• Mais do que no máximo 4
(8 se estiver usando o
Controlador SLC-5/02)
níveis de sub-rotinas
encadeadas são chamadas
no programa do usuário.
• Sub-rotinas encadeadas
estão chamando sub-
rotinas de um nível
anterior.
Corrigir o programa do
usuário para satisfazer os
requisitos e restrições para a
instrução JSR, então
recarregar o programa e
iniciar a operação.
0031 Foi detectada uma referência
de instrução não suportada.
O tipo ou nível de série do
Controlador SLC-500 não
suporta uma instrução que
está no programa do usuário.
• Substituir o SLC-500 por
um que suporte o
programa do usuário, ou
• modificar o programa de
maneira que todas as
instruções sejam
suportadas pelo SLC-500,
recarregar o programa e
iniciar a operação.
0032 Um parâmetro de
comprimento/posição de
instrução de sequenciador
ultrapassa o fim de um
arquivo de dados.
O programa está
referenciando um elemento
que excede um limite de
arquivo estabelecido pela
instrução de sequenciador.
Corrigir o programa do
usuário ou alocar mais espaço
de arquivo de dados usando o
mapa de memória, recarregar
e iniciar a operação.



MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 111
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.


0033

O parâmetro de
comprimento de uma
instrução LFU, LFL, FFU,
FFL, BSL ou BSR
ultrapassa o fim de um
arquivo de dados.

O programa está
referenciando um elemento
que ultrapassa o limite de
arquivo definido pela
instrução.
Corrigir o programa do
usuário ou alocar mais espaço
de arquivo de dados, usando o
mapa de memória, recarregar
e iniciar a operação.



0034 Foi introduzido um valor
negativo para o valor
acumulado ou pré-
selecionado de
temporizador.
O valor acumulado ou pré-
selecionado de um
temporizador no programa
do usuário foi detectado
como sendo negativo.
Se o programa do usuário está
transferindo valores para o
acumulado ou pré-selecionado
de um temporizador,
assegurar que esses valores
não sejam negativos. Corrigir
o programa do usuário,
recarregar e iniciar a
operação.
0034
(HSC)
Um valor pré-selecionado de
HSC negativo ou zero foi
detectado numa instrução
HSC.
O valor pré-selecionado para
a instrução HSC está fora da
faixa válida.
Faixa válida é 1-32767.
Se o programa do usuário está
transferindo valores para a
palavra pré-selecionada de
HSC, assegurar que estes
estejam dentro da faixa válida.
Corrigir o programa do
usuário, recarregar e iniciar a
operação.
0035 Uma instrução TND, SVC
ou REF é chamada dentro de
uma rotina de falha do
usuário ou interrupção.
Uma instrução TND, SVC
ou REF está sendo usada
numa rotina de falha do
usuário ou interrupção, o
que não é permitido.
Corrigir o programa do
usuário, recarregar e iniciar
a operação.
0036 Um valor inválido está
sendo usado para um
parâmetro de instrução PID.
Um valor inválido foi
carregado em uma instrução
PID pelo programa, ou pelo
usuário através da função de
monitoração de dados desta
instrução.

0038 Uma instrução RET foi
detectada em um arquivo
que não é de sub-rotina.
Uma instrução RET reside
no programa principal.
Corrigir o programa do
usuário, recarregar e iniciar
a operação.




MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 112
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Tabela 0.E
Erros de E/S

Códigos de Erro: Os caracteres xx nos seguintes códigos representam o número de ranhura (em
hexa). Os caracteres xx se tornam 1F se a ranhura exata não puder ser determinada.
Falhas de E/S Recuperáveis (somente Controladores SLC-5/02): Muitas falhas de E/S são
recuperáveis. Para recuperar, deve-se desabilitar a ranhura específica, xx, na rotina de falha do
usuário. Se não desabitar a ranhura xx, o controlador irá falhar no final da varredura.

Número da Ranhura (xx) em Hexadecimal


00







Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
xx50 Foi detectado um erro de
dados na gaveta.
• Ruído
• Raio
• Aterramento inadequado
• Falta de supressão de surto
em saídas com cargas
indutivas
• Fonte de alimentação com
potência inadequada
Solucionar o problema,
apagar a falha e reintroduzir
o modo Operação.
xx51 Foi detectado um erro de
run-time de impedimento de
continuidade ("stuck" run-
time error) em um módulo
de E/S.
Se for um módulo de E/S
discreta, o problema é de
ruído. Se for um módulo
especial de E/S, consultar o
respectivo manual.
Aplicar alimentação ao
sistema. Se o problema não
for solucionado, substituir o
módulo.




Ranhura xx

0 00
1 01
2 02
3 03
4 04
5 05
6 06
7 07
Ranhura xx

0 00
1 01
2 02
3 03
4 04
5 05
6 06
7 07
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 113
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
xx52 Um módulo necessário para
o programa de aplicação foi
detectado como ausente ou
removido.
Um módulo de E/S
configurado para uma
ranhura específica está
faltando ou foi removida.
• Desabilitar a ranhura no
arquivo de status (S:11 e
S:12), ou
• inserir na ranhura o
módulo requerido.
xx53
Ao ir para Operação, um
programa declara uma ranhura
como não utilizada, e essa
ranhura é detectada como
tendo um módulo de E/S
inserido. Este código pode
também significar que um
módulo de E/S foi auto-
reinicializado.
• A ranhura de E/S não está
configurada para um
módulo, mas um módulo
está presente.
• O módulo de E/S se
reinicializou.
• Desabilitar a ranhura no
arquivo de status (S:11 e
S:12), apagar a falha e
iniciar a operação, ou
• remover o módulo,
eliminar a falha e iniciar a
operação ou
• modificar a configuração
de E/S para incluir o
módulo, recarregar o
programa e iniciar a
operação.
• se o módulo se
reinicializou, eliminar a
falha e iniciar a operação.
xx54
Um módulo necessário para o
programa de aplicação é
detectado como sendo o tipo
errado.
Um módulo de E/S numa
ranhura específica é de tipo
diferente da configuração feita
pelo usuário para essa
ranhura.
• Substituir o módulo
diferente pelo módulo
correto, eliminar a falha e
iniciar a operação, ou
• alterar a configuração de
E/S para a ranhura,
recarregar o programa e
iniciar a operação.
xx55
Um módulo de E/S discreta,
necessário para o programa do
usuário, foi detectado como
tendo o contador de E/S ou o
driver de E/S errado. Este
código pode também
significar que o driver de
placa especial está incorreto.
• Se este é um módulo de
E/S discreta, a contagem
de E/S está diferente da
selecionada na
configuração de E/S.
• Se este é um módulo
especial de E/S, o driver da
placa está incorreto.
• Se este é um módulo de
E/S discreta deve-se
substituí-lo por outro que
tenha o contador de E/S
selecionado na
configuração de E/S.
Eliminar a falha e iniciar a
operação, ou
• alterar a configuração de
E/S para corresponder ao
módulo existente, então
recarregar o programa e
iniciar a operação.
• Se este módulo de E/S
especial, deve-se consultar
o respectivo manual.


MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 114
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.



Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
xx56 A configuração da gaveta
está incorreta.
A configuração de gaveta
especificada pelo usuário não
corresponde ao hardware.
Corrigir a configuração de
gaveta, recarregar o programa
e iniciar a operação.
xx57
Um módulo especial de E/S
não respondeu a um comando
de Memória de Bloqueio
Compartilhado dentro do
limite de tempo requerido.
O módulo especial de E/S
não está respondendo ao
controlador no tempo
permitido.
Reciclar a alimentação na
gaveta. Se isto não solucionar
o problema, consultar o
respectivo manual do módulo
especial de E/S. Se
necessário, substitua o
módulo.
xx58
Um módulo especial de E/S
gerou uma falha genérica. O
bit de falha do módulo é
energizado (1) no byte de
status do módulo.
Consultar o manual do
usuário para o módulo
especial de E/S.
Reciclar a alimentação na
gaveta. Se isto não solucionar
o problema, consultar o
respectivo manual do módulo
especial de E/S. Se
necessário, substitua o
módulo.
xx59
Um módulo especial de E/S
nào respondeu a um comando
que tinha sido completado
dentro do limite de tempo
solicitado.
Um módulo especial de E/S
não completou um comando
de um controlador.
Consultar o manual do
usuário do módulo especial de
E/S. Se necessário, substitua o
módulo.
xx5A
Problema de interrupção no
hardware ("stuck").
No caso de um módulo de
E/S discreta, este é um
problema de ruído. Se este é
um módulo especial de E/S,
deve-se consultar o
respectivo manual.
Reciclar a alimentação na
gaveta. Verificar o problema
de ruído e assegurar que
foram adotadas práticas de
aterramento adequadas. Se
este é um módulo especial de
E/S, consultar o respectivo
manual. Pode ser necessário
substituir o módulo.
xx5B
Erro de configuração no
arquivo G - tamanho do
arquivo G do programa de
aplicação excede a capacidade
do módulo.
Arquivo G está incorreto
para o módulo nesta
ranhura.
Consultar o manual do
módulo especial de E/S.
Reconfigurar o arquivo G
como descrito no manual.
Recarregar e iniciar a
operação.
xx5C
Erro de configuração de
arquivo M0-M1 - O tamanho
do arquivo M0-M1 do
programa excede a capacidade
do módulo.
Arquivos M0-M1 estão
incorretos para o módulo
nesta ranhura.
Consultar o manual do
usuário para o módulo
especial de E/S. Reconfigurar
o arquivo M0-M1 como
descrito no manual.
Recarregar e iniciar a
operação.






MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 115
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

xx5D
Interrupção solicitada não é
suportada pelo controlador.
O módulo especial de E/S
solicitou serviço que o
controlador não suporta.
Consultar o respectivo manual
do módulo para determinar
quais controladores suportam
o módulo. Trocar o
controlador por um que
suporte o módulo.

Cód.
Erro
(Hex)

Descrição

Causa Provável

Ação Recomendada
xx5E
Erro no driver de E/S do
controlador (software).
O software do driver de E/S
do controlador está
corrompido.
Recarregar o programa
usando o Software APS da
Allen-Bradley.
xx60
a
xx6F
Identifica um erro grave
recuperável no módulo de E/S
específico. Consultar o
manual do usuário para
detalhes sobre o módulo
especial.


_______


_______
xx60
a
xx6F
Identifica um erro grave não
recuperável em um módulo de
E/S específico. Consultar o
manual do usuário para
detalhes sobre o módulo
especial.


_______


_______
xx90 Problema de interrupção
numa ranhura desabilitada.
Um módulo especial de E/S
solicitou o serviço enquanto
uma ranhura estava
desabilitada.
Consultar o respectivo manual
do módulo especial de E/S. Se
necessário, substitua o
módulo.
xx91 Uma ranhura desabilitada
apresentou falha.
Um módulo especial de E/S
numa ranhura desabilitada
apresentou falha.
Reciclar a alimentação na
gaveta. Se isto não solucionar
o problema, consultar o
manual do módulo especial de
E/S. Se necessário, substitua o
módulo.
xx92 Arquivo (ISR) de sub-rotina
de interrupção de módulo é
inválido ou inexistente.
Estão incorretas as
informações de configurações
de E/S/arquivo ISR para um
módulo especial de E/S.
Corrigir as informações de
configuração de E/S/arquivo
ISR para o módulo especial.
Consultar o respectivo manual
para informações corretas de
arquivo ISR. Recarregar o
programa e iniciar a operação.
xx93 Erro grave específico não
suportado no módulo de E/S.
O controlador não reconhece
o código de erro de um
módulo especial de E/S.
Consultar o respectivo manual
do módulo especial de E/S.




























MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 116
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.

xx94 No modo Teste ou Operação,
um módulo foi detectado
como sendo inserido sob
energização. Esse código
pode também significar que
um módulo de E/S se
reinicializou.
O módulo foi inserido na
gaveta energizada, ou o
módulo se reinicializou.
Nenhum módulo deve ser
inserido em uma gaveta que
estiver recebendo
alimentação. Se isto ocorrer e
o módulo não for danificado,
deve-se:
• remover o módulo, apagar
a falha e iniciar a
operação, ou
• adicionar o módulo à
configuração de E/S,
referenciar o módulo no
programa usuário,
recarregar o programa e
iniciar a operação.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 117
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.


5. - SOFTWARE DE COMUNICAÇÃO RSLINX.
5.1 - Acessando o software:


























5.2 configurando drivers.














Comunicação através
Do canal serial do
CLP
Utilizando cartão KTC

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 118
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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Acione a
configuração
Automática

Selecione as configurações
constantes no hardware da placa
KTC
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 119
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.
































Drivers Ativos no PC
Clicar duas
Vezes para
visualizar os
dispositivos
ativos
Após certificar-se que os dispositivos estão ativos minimizar
o RSLinx e abrir o RSLogix
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 120
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.



6. SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO RSLOGIX500.
Após acessar o software vamos criar um novo programa.















Selecione o tipo
de CPU utilizada
Criar um novo
programa
Aceitar as
Escolhas
Seleciona-se o driver
Para comunicação
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 121
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CAMC.



MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 122
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Ler a configuração dos
cartões se você estiver
Com o driver ativo
Configurar
Os cartões de
I/O chassis e
fontes
Configurar
automaticamente
Selecione Chassis
utilizados
Selecione oos módulos e
arraste-os até o chassi
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 123
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.


Selecione os módulos
Arraste e após feche
esta tela
Configurando Canais de comunicação
MENU
CONFIGURAÇÃO
DOS CANAIS
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 124
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.




ENDEREÇO DA CPU
NA REDE ETHERNET
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 125
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Inserindo comentarios às rungs e endereços
Configurando o Canal
Serial do controlador

Inserido comentarios
e simbolos à base de
dados.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 126
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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ALTERANDO PROPRIEDADES DO CONTROLADOR:

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 127
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ACESSANDO O
ARQUIVO DE
STATUS DO
CONTROLADOR

Através desta
tela pode-se habilitar e
desabilitar os slots
Impedindo que o
Processador execute a
varredura dos mesmos
Após verificar qual erro
ocorreu apagar a falha
através da tecla indicada
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 128
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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Altera-se data e hora do
controlador.
Através do editor de
Multipoint pode-se
supervisionar endereços
do controlador
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 129
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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CRIANDO ARQUIVOS DE PROGRAMA OU SUBROTINAS DO USUÁRIO

Imprimindo programa aplicativo
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 130
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Exibindo um preview
Da impressão
Configurando página para
impressão

ACESSANDO O PLC ON-LINE
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 131
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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Selecione o driver
A ser utilizado
Verifica quais são as CPU's
Que estão ON-line
Acessa "On-Line" a
CPU selecionada em
"Processor Node"
Grava o programa do
micro para o CLP
Grava o programa do
CLP para o Micro

Através deste
submenu pode-se
forçar pontos de
De E/S
Habilita-se
os forces
Inserindo forces ao programa aplicativo
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 132
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
CAMC.































Clicar e arrastar
o contato ou digitar
a linha.
Após digitada
A linha aceitá-la
Escolha as
instruções

Escolha o paralelo arraste
Para linha e solte no ponto
verde
Algumas Instruções
necessitam configurações
Determinadas na tela de
setup "clicar duas vezes"
neste ponto.
Editando uma linha de programação.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 133
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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 134
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Comando de procura e troca de endereços


Utilizando o Help
Este comando lhe permite
Obter informações sobre todas
as instruções do CLP bem
como dúvidas sobre a
utilização dos recursos do
software
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 135
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7. - EXERCÍCIOS APLICATIVOS :
Desenvolver os Exercícios apresentados para melhor
fixação do aprendizado.

EXERCÍCIO1:

Um tanque pode conter dois tipos de misturas diferentes dependendo da
seqüência e do tempo que as bombas A,B e C são ligadas. o tipo de mistura
poderá ser acionada mediante uma chave ou botão na entrada do PLC.
Considerando que a bomba A bombeia 10 litros do produto por segundo
mostrar em um endereço N7;10 o total do produto de "A" descarregado
após algumas operações. E após o final de cada mistura informar qual a
mistura foi executada. O total do produto de A deverá ser convertido para
o rangue de 0 à 32767 para que possa ser coletado por um sistema
supervisório no endereço N7:10.
MISTURA 1 MISTURA 2
Seqüência : A B C B C A
Tempos(seg) 6 8 4 8 6 4

EXERCÍCIO 2 :
As figuras apresentadas na próxima página se referem a um sistema
industrial de maquina de extrusão saem tubos a uma velocidade"v" e em
caso de defeito o operador desliga a maquina.
O sistema de corte se processa quando o carrinmho se encontra na posição
C2 e o tubo alcança a chave fim de curso C1 . o carrinho através de um
acionamento atinge a velocidade "v" em C3 ,quando a morsa fecha e a serra
circular baixa serrando o tubo (a serra circular funciona constantemente) .
O carrinho retorna à sua posição inicial e antes de alcançar esta posição o
seu acionamento é desligado por C7 . atingindo por inércia a chave C2.
C1 - Posicionamento do tubo
C2 - Posição inicial do carrinho
C3 - Sincronismo do carrinho com o tubo
C6 - fechar a morsa
C4 - Baixar a serra
C5 - Subir a serra
C7 - retornar carrinho
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 136
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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Algoritmo.
1 - Posicionamento do tubo em C1 e posição do carrinho em C2
2- Acionar carrinho para frente
3- Sincronizar carrinho com o tubo - Chave C3
4- Desligar carrinho para frente
5- Fechar morsa até C6
6- Descer Serra até C4
7- Subir serra até C5
8- Abrir morsa
9- Tempo de espera para reversão
10- ligar retorno do carrinho
11- Desligar retorno do carrrinho C7
Fluxograma:



















INICIO
POSICIONAR C1 ,C2
ACIONAR CARRO
SINCRONIZAR C3
FECHAR MORSA
1
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 137
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Desenvolver um programa aplicativo para o exercício proposto.












C6
C5
C4
VISTA
FR0NTAL
C1
C7 C3
C2
VISTA
LATERAL
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 138
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Exercício 3 - Observe o processo abaixo:
Motor Baixa rotação
4 À 20
mA












Elaborar um programa aplicativo para CLP que irá fazer o controle de nível
e de temperatura para o tanque descrito acima sabendo-se que temperatura
ideal é de 80 ºC e que o nível deverá ser mantido entre nível mínimo ( A ) e
nível 1 ( B ). Quando o nível estiver entre A e B e a temperatura estiver
entre 80 e 85 º C pode-se retirar o liquido através de V2 e B2



M
F1 B1
F2 B2
AQUECEDOR
NIVEL EMERGENCIA
NIVEL 1

TRANSMISSOR
Termopar
Nível Mínimo
A
B
V2
V1
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 139
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8. - GLOSSÁRIO
ATENÇÃO! Este glossário visa somente a tradução, para o português, de algumas palavras que
aparecem nas teclas de funções do software. Temos assim a intenção de facilitar o aprendizado
e a manipulação do software. Para esclarecer qualquer dúvida com relação ao objeto de cada
função, deve ser consultado o manual do software de programação.


A

ACTIVE - Ativo
ADDRESS COMENT - Comentários de endereço
ALL - Todos
APPEND - Acrescentar

B

BEGIN OPER.. - Começa operação

C

CANCEL EDITS - Cancela edição
CHANGE FILE NAME - Mudo o nome do arquivo
CHANGE MODE - Muda o modo
CHANGE PASSWORD - Muda a senha
CLEAR MEMORY - Apaga a memória
COMPARE - Comparação
CONFIG DISPLAY - Configuração de tela
CONFIG. DOCUMENT - Configura a documentação
CONNECT TYPE - Tipo de conexão
COPY - Copiar
CREAT REPORTS - Criar relatórios
CREAT - Criar
CREAT FILE - Criar arquivo
CREAT LADDER FILE - Criar arquivo ladder

D

DATA MONITOR - Monitora dados
DEFINE DIR. - Define diretório
DELETE FILE - Apaga arquivo
DELETE - Apagar
DESTINATION - Destino
DISABLE - Desabilita
DISCARD - Descartar
DOCUMENT - Documentação




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CAMC.

E

EDIT DBASE - Editar base de dados (símbolos)
EDIT - Editar
ENABLE - Habilita
EXIT SYSTEM - Sai do sistema
EXIT TO DOS - Sai para o DOS
EXIT - Sair

F

FILE UTILS - Utilitários de arquivo
FORCE - Forçar
FUNCTION - Função

G

GENERAL OPTIONS - Opções gerais
GENERAL UTILITY - Utilitários gerais

I

INACTIVE - Inativo
INSERT - Inserir
INSTRUCT. COMMENT - Comentários de instrução

K

KEY - Chave

L

LIST - Lista

M

MEMORY MAP - Mapa de memória
MODIFY - Modificar
MONITOR FILE - Monitorar arquivos
MONITOR INPUTS - Monitorar entradas
MONITOR OUTPUTS - Monitorar saídas
MULT - Vários
MUT. RUNG - Múltiplas linhas





MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 141
Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500
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N

NAME - Nome
NO - Não
NUMBER - Número

O

OFF - Desligar
OFF-LINE PROG. - Programação em OFF-LINE
OFF-LINE CONFIG. - Configuração em OFF-LINE
OFF-LINE REPORTS - Gerar relatórios em OFF-LINE
ON - Ligar
ON-LINE CONFIG. - Configuração em ON-LINE
ON-LINE PROG. - Programação em ON-LINE

P

PAGE LENGTH - Altura da página
PAGE WIDTH - Largura da página
PLC ADRESS - Endereço do PLC
PORT NUMBER - Número da porta
PRESS - Pressionar
PRINTER CONFIG. - Configuração da impressora
PRINTER TYPE - Tipo de impressora
PRINT/VIEW - Imprimir / observar
PROC. FUNCTIONS - Funções do processador
PROC. STATUS - Estado do processador
PROGRAM DIRECTORY - Diretório do programa

R
REMOVE - Remover
RENAME PROC. - Renomear o processador
RENAME - Renomear
REPORTS - Gerar relatórios
RESET REPORTS - Desmarca relatórios para impressão
RESTAURE - Restaurar
RETURN TO MENU - Retornar para o menu
RUNG COMMENT - Comentários de linha
RUNG -Linha








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S

SAVE CONFIG. - Salvar configuração
SAVE - Salva
SEARCH -Procura
SELECT ALL - Seleciona todos
SELECT DEVICE - Seleciona dispositivo
SELECT NAME - Seleciona nome
SELECT RUNG - Seleciona linha
SELECT - Seleciona
SINGLE RUNG - Linha simples
SINGLE - Único
SOFWTARE CONFIG. - Configuração do software
SPECIFY BIT -Especifica um bit
SUPPRESS - Suprime
SYMBOL - Símbolo

T

TERM. ADRESS - Endereço do terminal
TITLE - Título
TOGGLE REPORTS - Marca relatórios para impressão
TO/FROM FLOPPY - Para / do disquete

U

UNDELETE - Recuperar

W

WHO - Quem

Y

YES - Sim
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CAMC.



9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS.

1 . SLC 500 Family of Small Programmable controllers - System
Overview - 1.995 Allen Bradley Company
2 . Advanced Programing Software - 1747 PA2E User Manual -
Publication IC-942 Dated August 1992 Allen Bradley Company
3 - NATALE, FERDINANDO - Automação Industrial - Editora Erica:
São Paulo 1.995.
4 - SLC 500 Modular Hardware Style - Installation and Operation Manual ,
March 1.993 Allen Bradley Company.
5 - OLIVEIRA,JÚLIO CÉSAR P. - Controlador programável . São Paulo.
Makron Books, 1.993.
6 - Micro mentor , Entendendo e utilizando os microcontroladores
programáveis. Allen Bradley Company, Inc. 1.996.
7- 1785-2.36BR - PLC5 - Visão Geral do sistema - Rockwell Automation,
outubro 1.996.

Elaborado por:
Celso ^ntônio ^oreira Costa , Celso ^ntônio ^oreira Costa , Celso ^ntônio ^oreira Costa , Celso ^ntônio ^oreira Costa ,
Microsis Equipamentos & 8erviços LTDA.
Depto. Técnico.
1f0lß8M0ßl0 8 N8fk0llß0.
Manual para treinamento em SLC500 - Ver. 6.0 de 26/01/1999.
Sujestões e Críticas: email: microsis@microsis.com.br
Tel: 021 446 – 6665.








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10. ANEXOS:

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10.1 - Indentificando componentes do controlador.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 146
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10.2 - Instalando componentes de Hardware:







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10.3 - Procedimentos para interligação das redes:

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 148
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10.4 - Recomendação para fiação de Dispositivos de Entradas e saídas.

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 149
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10.5 - Manutenção do sistema de controle.
MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 150
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10.6 - Localização de falhas pelos Leds de Diagnóstico









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10.7 - Instalando Redes DH485














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10.8 - Instalando Redes DH+





























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10.9 - Interfaces de Comunicação RS232.























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10.10 - Consumo dos módulos e processadores.























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10.11 - Comunicação de dispositivos em Ethernet.




















MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 156
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10.12 - Arquivo de Status dos Controladores.


INTRODUÇÃO: ............................................................................................................................... 6 1. CONCEITOS INICIAIS:.......................................................................................................... 8
1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 - CARACTERÍSTICAS DE UM CLP: ..........................................................................................8 - TIPOS DE CPU'S: ...........................................................................................................................8 - MEMÓRIA DO CLP .....................................................................................................................9 - CICLO DE OPERAÇÃO............................................................................................................10 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO. .................................................................................................10 - VELOCIDADE. ............................................................................................................................10 - TIPOS DE ENTRADAS E SAÍDAS: ...........................................................................................10 - COMUNICAÇÃO DE DADOS: ..................................................................................................14

1.8.1 Redes do tipo Origem-destino............................................................................................................. 14 1.8.2 - Redes Produtor- Consumidor.............................................................................................................. 14 1.8.3 - COMUNICAÇÃO MASTER-SLAVE:............................................................................................... 15 1.8.4 - COMUNICAÇÃO MULTIMESTRE.................................................................................................. 16 1.8.5 - COMUNICAÇÃO PEER TO PEER ................................................................................................... 16 1.8.6 - MULTICAST: ..................................................................................................................................... 17 1.8.7 - TOKEN PASS: .................................................................................................................................... 17 1.8.8 - MÉTODOS DE TROCA DE DADOS: ............................................................................................. 17 1.8.8.1 - Cíclica: ........................................................................................................................................ 17 1.8.8.2 - Mudança de estado. ................................................................................................................ 18 1.8.8.3 - Polling. ........................................................................................................................................ 18 1.8.9 - MODOS DE COMUNICAÇÃO: ...................................................................................................... 19 1.8.9.1 - Modo de comunicação System. .......................................................................................... 19 1.8.9.2 - Modo de comunicação user................................................................................................. 19 1.8.10 - PROTOCOLOS: .................................................................................................................................. 19 1.8.10.1 - DF1 : ........................................................................................................................................... 19 1.8.10.2 - DH485:........................................................................................................................................ 19 1.8.10.3 - REMOTE I/O : .......................................................................................................................... 20 1.8.10.4 - DH + :.......................................................................................................................................... 20 1.8.10.5 - CONTROL NET : ..................................................................................................................... 20 1.8.10.6 - DEVICE NET:.......................................................................................................................... 20 - ETHERNET: .................................................................................................................................................. 21 1.8.11 - SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO: .............................................................................................. 21 1.8.12 - Software de programação do PLC: .................................................................................................. 22 1.8.13 - SISTEMAS DE SUPERVISÃO E ATUAÇÃO NO PROCESSO: ................................................... 22 - INTERFACES HOMEM - MÁQUINA: ............................................................................................. 22 1.8.14

2. SLC500 .................................................................................................................................... 23
2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 - INTRODUÇÃO: ...........................................................................................................................23 - ARQUITETURA FIXA: "SHOEBOX"........................................................................................23 - ARQUITETURA MODULAR ....................................................................................................24 - TIPOS DE CHASSIS:...................................................................................................................25 - FONTES: ......................................................................................................................................25 - CPU'S:...........................................................................................................................................25
- Chave Rotativa da CPU: ...................................................................................................................... 25 - Modelos de CPU's: ............................................................................................................................ 26

2.6.1 2.6.2

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500 CAMC.

2

2.6.3

- Led's de diagnóstico:......................................................................................................................... 27 MÓDULOS DE E/S DISCRETA: ...................................................................................................... 27 MÓDULOS ANALÓGICOS:............................................................................................................... 29 MÓDULOS ESPECIAIS: ..................................................................................................................... 30

2.7

2.7.1 2.7.2 2.7.3

- MÓDULOS DE ENTRADA E SAÍDA:......................................................................................27

2.8

2.8.1 2.8.2 2.8.3 2.8.4 2.8.5

- Configurações em Rede e ligações ponto a ponto: .....................................................................33
- PROGRAMAÇÃO PONTO A PONTO ( DF1 FULL DUPLEX) :................................................. 33 - CONFIGURAÇÃO EM REDE DH485............................................................................................... 34 - CONFIGURAÇÃO EM REDE ETHERNET / DH+ / DH485:......................................................... 35 - CONTROL NET:................................................................................................................................ 36 - DEVICE NET:.................................................................................................................................... 36

3. - ENDEREÇAMENTOS......................................................................................................... 38
3.1
3.1.1 - SLC 500 FIXO:.................................................................................................................................. 38 3.1.2 - SLC 500 MODULAR RACK LOCAL............................................................................................ 38 3.1.3 - SLC500 MODULAR : RACK REMOTO. ................................................................................... 39 3.1.3.1 - ENDEREÇAMENTO DE 1/2 SLOT ........................................................................................... 39 3.1.3.2 - ENDEREÇAMENTO DE 1 SLOT .......................................................................................... 39 3.1.3.3 - ENDEREÇAMENTO DE 2 SLOT ........................................................................................ 40 3.1.3.4 - ARQUIVO “G”................................................................................................................................. 41 3.1.3.5 - TIPOS DE ENDEREÇAMENTOS - módulo SN...................................................................... 42 3.2.1 3.2.2 ARQUIVOS DE PROGRAMA: ............................................................................................................ 45 ARQUIVOS DE DADOS-TABELA DE DADOS: ............................................................................. 45

- ENDEREÇOS DE ENTRADAS E SAÍDAS................................................................................38

3.2

- TIPOS DE ARQUIVOS:.............................................................................................................45

3.3 3.4 3.5 3.6 4.1

- ENDEREÇAMENTO DE

ARQUIVOS (PILHAS)...............................................................47

- ENDEREÇAMENTO INDIRETO: ..............................................................................................48 - ENDEREÇAMENTO COMPLEMENTAR. ...............................................................................48 - ENDEREÇAMENTO INDEXADO: ...........................................................................................48 INSTRUÇÕES DO TIPO RELÊ.....................................................................................................49

4. - INSTRUÇÕES: ....................................................................................................................... 49
4.1.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 49 4.1.2 - Instruções “Examinar”:....................................................................................................................... 49 4.1.2.1 - Examinar se Energizado ( XIC ): ............................................................................................ 50 4.1.2.2 - Examinar se Desenergizado ( XIO ): ..................................................................................... 50 4.1.3 - Instruções Energizar/Desenergizar Saída: ........................................................................................... 50 4.1.3.1 - Energizar saída ( OTE ) ........................................................................................................... 51 4.1.3.2 - Energizar Saída com Retenção ( OTL ) e desenergizar Saída com Retenção ( OTU ):51

4.1.4 4.2

4.1.4.1

- Monoestável Sensível à Borda de Subida:.............................................................................52
Parâmetros da Instrução OSR: ................................................................................................. 52

4.2.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 54 4.2.2 - Descrição: ............................................................................................................................................ 54 4.2.3 - Instruções de Temporizador................................................................................................................. 55 4.2.3.1 Bits de Estado.............................................................................................................................. 55 4.2.3.2 Base de Tempo ........................................................................................................................... 55 4.2.3.3 Precisão ........................................................................................................................................ 55 4.2.3.4 - Temporizador de Energização ( TON ) ................................................................................. 56 4.2.3.5 - Temporizador na Desenergização ( TOF ) ........................................................................... 57 4.2.3.6 - Temporizador Retentivo ( RTO ) ............................................................................................ 58 4.2.3.7 - Instruções de Contador Crescente/Decrescente ( CTU e CTD ): ..................................... 59 4.2.3.8 - Instrução de Rearme de Temporizador/Contador ( RES ) ................................................. 61

- Instruções de temporizador e contador ........................................................................................54

4.3

. Instruções de Mensagem comunicação de E/S:............................................................................62
3

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500 CAMC.

.....................................Manutenção & LOCALIZAÇÃO DE FALHAS...................................................................................................Instruções de sequenciador: ................. 96 .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA........................................96 4....... 70 ...........1 4...........................8........................7 4..............................................................4 ............................................. .......................................................Teste limite ( LIM ) ...Generalidades: .....87 4..........................................4..............................................................................Diferente ( NEQ ) ......................................................................................92 4...............................................Generalidades: . 71 ..............Maior que ( GRT ) .......................................Generalidades: .......................4 4..................................4.................6.....8......................................8.....................2 ...........................................................................8 4......................... 76 ..87 4..1 4..........Instruções de Deslocamento de Bit à Esquerda ( BSL ) e à Direita ( BSR )..............................5.............. FIFO e LIFO.........87 4......3 4..................................... 69 ...........1 ........................................................................................................................................................6................... 97 4......................13 ....4.......INSTRUÇÃO DE SALTO PARA SUBROTINA: ........................... Curso de Controlador Lógico Programável ..Menor que ( LES ) ..... 64 Bits de Estado da Instrução MSG .............................................................Instrução de MSG:......4.Igual Mascarada ( MEQ ) ........ 68 .................................................................................................................................................Ou ( OR ) ..........................7.3................Generalidades: ................................................4...................................Movimento com Máscara ( MVM ).......................90 4................... 70 ....1 4............6..CARGA E DESCARGA FFL E FFU.....................Preenchimento de Arquivo ( FLL )...................3 ...3 4...................................1 4...................5.........................................................5.. 68 ........................................................................................E ( AND ) ..............................68 4...........................3 4................................................................................5................................................................ 77 ............................................5..............................................3 .................95 4..................4.............. 81 ..........1 4.................Raiz Quadrada ( SQR ) ...........................6 4.................................................................Descrição de Código de Erro e Ação Recomendada .....INSTRUÇÃO PID:....................................Igual a ( EQU ) ............4.............. 103 .............6 4..5 4....................................................Instruções Lógicas e de movimentação.................................................... 79 ............Generalidades: .......................2 4..................................... 75 ......................Movimentação ( MOV ) ........Instruções de Comparação ..3....................9........................................................................1 .............Adição ( ADD ) ...............................................1 .......89 4.................. 82 .......................................................... 75 ..... 72 ...3 .................................................7 4....79 4.........2.......................5 4............................ 78 .......6.................Instruções Matemáticas...... 4 ..9 4.8 4....... 78 ..........................94 4........................................................................................................Carga e descarga LIFO: .4 4...............85 4....................................................6.......... 69 ...................FUNÇÃO PID: .....................5........................5................................................................................2 4.......................6 .11..... 103 .......6 4..............................................Deslocamento de Bit à Direita:............................2 ..............................................................................................INSTRUÇÃO PID: ......................................74 4..............Cópia Arquivo ( COP ) .....................8...2 4.....................................7 .....................................................................................................................................................4 4......................86 4..............................Ou Exclusivo ( XOR ) .................Multiplicação ( MUL )........................5 .........................................................................................93 4.............................................................................13.......11...........................................................................................4.......................7........................Negação ( NEG ) .................................12 .85 4. 66 ............. 104 MICROSIS RIO .......... 77 .................................. 83 4........2..................................11 ......... 83 .............................102 4..................................................................4............................... 74 ......................Instruções de E/S imediatas: ...................................1 4............................................1 ................................................................ 62 ........Generalidades: ...............5...............................................13........................................Divisão ( DIV ) ...........Subtração ( SUB )..............................Generalidades: ....................... 80 .......................................................................Instruções de cópia e preenchimento de arquivo ........................Maior ou igual a ( GEQ ) .................4 4...8.....................2 4..8..................6...6..........................SLC500 CAMC....................Menor ou igual a ( LEQ ).......5 4.......103 4..........8 .................................................4............2 4......................... Instrução de Deslocamento de Bit............................................................Deslocamento de Bit à Esquerda:. 82 ......................7.................................................4 .......................................Zeramento ( CLR )...............................3.................3 4..Parâmetros da Instrução MSG: ..................................13..................2 .....10 ..........................................................................7 .........................................................................85 4.....................Limpando as Falhas ..............2 .................................... 62 .......9 ..................................................................................... 71 ........................3......................................................SQO: .......Complementação NOT ..............................................................................................89 4................

..........................Instalando Redes DH+ ..............................................148 10...................................................................................................150 10........................... ...........................................................5 ........................................ ...............................3 ................................... Curso de Controlador Lógico Programável ............2 ....................................................153 10....Localização de falhas pelos Leds de Diagnóstico...............9 ..................Configurando drivers.................... .. 139 9...156 MICROSIS RIO ...149 10................ 143 10........................... ..........................................................Instalando Redes DH485..........10 10.......7 ...... ......................... 120 7........................................................................................SLC500 CAMC............. 5 ......................Interfaces de Comunicação RS232.Manutenção do sistema de controle................................1 .........6 .... ANEXOS: ...........11 10.........GLOSSÁRIO .................. ............................EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA...........................117 6........................4 ...........12 ........................8 .......Consumo dos módulos e processadores...155 ......146 10......................................................................Procedimentos para interligação das redes: ..................................152 10.....Recomendação para fiação de Dispositivos de Entradas e saídas......................Acessando o software:..Indentificando componentes do controlador. Referências bibliograficas.....................Software de Comunicação Rslinx..............................................................................................151 10...................5 ...........1 5..................................................Arquivo de Status dos Controladores................147 10................................................... .......................117 ........................................... 135 8............................. 117 5.......Instalando componentes de Hardware: .........................................................................................2 ..........Comunicação de dispositivos em Ethernet..................................................... 144 10............. Software de programação Rslogix500..145 10.................................................................154 .........Exercícios Aplicativos : ...................... ............................................................................... ....

o controle de processos e os sistema CAD/CAM (computer aided design manufacturing . pode executar funções equivalentes as de um painel de relês ou de um sistema de controle analógico. Devido às muitas variáveis e exigências associadas com qualquer instalação em particular. desenergiza. As instruções de programa presentes neste descritivo são as de maior aplicação. para maiores detalhes deverá ser consultado o manual de instruções do software aplicativo corresponde ao tipo de CLP. reduzir os custos e aumentar a produtividade e a qualidade dos produtos. os quais se utilizam principalmente de fiação. MICROSIS RIO . sinalizar defeitos e até gerar relatórios operacionais.projetos e manufatura apoiados em computador). e considerando sua distinta diferença com relação aos equipamentos eletromecânicos. estas máquinas estão sendo empregadas para otimizar os processos. AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL. Um microprocessador pode por exemplo tomar decisões no controle de uma maquina. e energiza. As instruções. pois elas são baseadas em linhas de programação(códigos de máquina). os controladores programáveis. desligá-la. Mas detrás destas decisões. as máquinas substituem tarefas tipicamente mentais. Curso de Controlador Lógico Programável . movimentá-la. CONTROLADOR PROGRAMÁVEL.INTRODUÇÃO: Em vista da variedade de aplicações deste equipamento. Tanto na vida profissional como na cotidiana estamos sendo envolvidos por microprocessadores e computadores. A cada dia que passa os equipamentos elétricos vão dando lugar aos microprocessadores. Um sistema de controle de estado sólido. em resposta às instruções programadas na memória do usuário. O controlador programável monitora o estado das entradas e saídas. deverá ser verificada a aplicabilidade para cada caso em específico.cálculos e supervisões. está a orientação do microprocessador. com memória programável para armazenamento de instruções para o controle lógico. a Microsis não assumirá responsabilidade pelo uso real baseado em ilustrações de aplicações. ou faz um controle proporcional das saídas dependendo do resultado conseguido com as instruções do programa. estamos passando por um momento de automação dos processos ou Automação Industrial. 6 . Na indústria. Automação Industrial é um conjunto de técnicas destinadas a tornar automáticos vários processos numa indústria: o comando numérico.SLC500 CAMC. gráficos e exemplos de configuração que aparecem neste descritivo têm por finalidade auxiliar no entendimento do texto. o acesso a possíveis modificações e ampliações do circuito de controle existente. É ideal para aplicações em sistemas de controle de relês e contatores.tais como memorizações. Na automação industrial.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. ligá-la.dificultando desta forma.

DH485 .Device Net e Ethernet. nível.Os controladores programáveis dominam os dispositivos pneumáticos. Antes de se começar a abordagem da família SLC500 alguns conceitos em Automação Industrial devem ser observados.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. mecânicos e eletromecânicos.SLC500 CAMC.e podem controlar grandezas tais como vazão. pressão. Família de controladores programáveis para aplicações de pequeno e médio porte. hidráulicos.comunicação por redes proprietárias (DH +. tensão e corrente elétrica (variáveis de controle). Curso de Controlador Lógico Programável . rotação. SLC500 . 7 . MICROSIS RIO . densidade.ALLEN BRADLEY. Remote I/O) e redes abertas Control Net. módulos para aplicativos distintos. torque. Os Controladores Programáveis substituem a ação do homem como sistema de controle. temperatura. instruções avançadas de programação.

SLC500 CAMC. possibilidades de comunicação. A Função da CPU consiste em se ler entradas executar a lógica segundo o programa aplicativo e acionar ou controlar proporcionalmente as saídas.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. MICROSIS RIO . recursos avançados de programação.CARACTERÍSTICAS DE UM CLP: Na escolha do CLP alguns aspectos devem ser abordados são eles o tipo de processador ou CPU.2 TIPOS DE CPU'S: Define a memória de programação.1. ESQUEMA GERAL DE UM CLP: DISPOSITIVOS DE PROGRAMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. 8 . Curso de Controlador Lógico Programável . Tipos de Entradas e saídas. interfaces homem-máquina existentes e suporte técnico dado pelo fabricante de CLP. canais de comunicação existentes e os tempos de execução das instruções e de varredura das entradas e atualização das saídas (tempo de scan).versatilidade do software de programação.1 . sistemas de supervisão e atuação no processo. C I R C U I T O S DE EN TRA DAS C I R C U I T O S DE UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO MEMÓRIA PROGRAMA E DADOS FONTE DE ALIMENTAÇÃO S AI DAS Acoplamento ótico Acoplamento ótico 1. CONCEITOS INICIAIS: 1.

9 .1. Constituida de bit's que são localizaões discretas dentro da pastilha de silício. NÃO . Curso de Controlador Lógico Programável . VOLÁTIL. MEMÓRIA DE APLICAÇÃO. estas palavras possuem uma localização na memória chamada endereço ou registro. padrões de cargas elétricas que representam um valor ou seja o programa A cada conjunto de 16 Bit`s denomina-se palavra. pode ser submetido a tensão. Direciona e realiza as atividades de operação. MEMÓRIA DO USUÁRIO. Exemplo: EEPROM ( Memória de leitura eletricamente apagável e programável ).EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Os dados são numérico. Existem dois tipos: Volátil e não-volátil. portanto lido como “1” ou não submetido à tensão lido como “0” . O exemplo amplamente utilizado é a memória RAM ( memória de acesso aleatório ). tais como: Execução do programa do usuário e coordenação das varreduras das entradas e atualização das saídas. Possui a mesma flexibilidade da memória RAM e retém o programa mesmo com a queda da alimentação. memória do usuário e programa executável ou memória do sistema. que são valores associados ao programa tais como: status de E/S. MICROSIS RIO . são usadas baterias e capacitores para resguardar o programa. PROGRAMA EXECUTÁVEL OU MEMÓRIA DO SISTEMA. se ocorrer uma queda de alimentação perde-se o programa. Pode ser alterada ou apagada (gravar ou ler). valores Pré-selecionados e acumulados de temporizadores e contadores e outras constantes e variáveis.VOLÁTIL. Onde são armazenados os arquivos de programa aplicativo em diagrama Ladder.3 .MEMÓRIA DO CLP A memória do CLP divide-se em memória de aplicação.SLC500 CAMC. programada pelo fabricante e não pode ser acessada pela usuário. Onde são armazenados valores referentes aos Arquivos de Dados.

Curso de Controlador Lógico Programável . Suporta perdas rápidas de alimentação permitindo ao controlador salvar os dados e o programa do usuário.CICLO DE OPERAÇÃO.chaves limite. Tempo para o acionamento do circuito de saída . estas flutuações podem ser provocadas por quedas na rede. Protege os componentes contra picos de tensão.chaves seletoras. São denominadas entradas os dispositivos de campo que são conectados ao CLP como botões. Tempo para a varredura da saída. Na soma do tempo total de processamento ou ciclo de operação devem ser considerados: Tempo para o dispositivo de campo acionar a entrada. O resultado é armazenado numa região da memória chamado de tabela imagem das saídas. determinam a validade de um sinal pela sua duração ou seja MICROSIS RIO . 1.Tempo para a varredura da entrada. Se o painel onde está instalado o CLP for susceptível à interferência eletromagnética ou ruído elétrico aconselha-se a instalação de um transformador de isolação.TIPOS DE ENTRADAS E SAÍDAS: As entradas e saídas podem estar acopladas a CPU.1. 10 . garante a operação normal com flutuações de 10 à 15%. ENTRADAS. Em condições instáveis de tensão deve-se instalar estabilizador. Os circuitos de entrada filtram os sinais de tensão para classificá-los como válidos. 1. usa o estado armazenado na tabela Imagem das entradas para determinar se uma saída será ou não energizada. O ciclo de operação do CLP consiste no modo com que o CLP examina as instruções do programa .sensores de proximidade e sensores fotoelétricos.6 .Tempo para o acionamento do dispositivo de campo.Tempo para o CLP detectar o sinal.4 . podem ser cartões para os CLP'S que são divididos em módulos (Modulares).VELOCIDADE.7 .SLC500 CAMC. ou. cada instrução possui o seu tempo de processamento.FONTE DE ALIMENTAÇÃO. Tempo para varredura do programa .5 . em 5VCC ou 24 VCC. Encarregada de fornecer alimentação ao barramento do CLP. A velocidade que um CLP genérico executa o seu ciclo de operação fica em torno de 1 à 25 mseg para 1024 instruções do programa aplicativo. partidas e paradas de equipamentos pesados.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.chaves thumbwhell. Tempos para os canais de comunicação. 1.

LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE ENTRADA SINKING: Quando o dispositivo de campo está ativo ele fornece corrente ao circuito de entrada. possuem características semelhantes aos transistores. São exemplos de saídas para o CLP: Solenóides. SAÍDAS. As CPU’s utilizam como circuitos de saída: Relês. 11 . sabendo-se que em sensores do tipo PNP ( + ) são usadas com cartões do tipo Sink e sensores NPN ( . Nos cartões de E/S DC deve ser observada a polaridade dos mesmos. Os Triacs. Curso de Controlador Lógico Programável . Mas. um menor tempo de resposta é usado em aplicações que requerem uma maior velocidade de resposta como interrupções e contagens. pode ser ajustado através do software de programação. diferenciando no aspecto de que os mesmos chaveiam Corrente alternada. contatores. As saídas de estado sólido ( transistores e triacs ) podem ser mais facilmente danificadas por sobretensão ou sobrecorrente que as à relê.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Este tempo de filtragem varia em torno de 8mseg.esperam para poder confirmar se o sinal é uma ruído elétrico ou uma referência de um dispositivo de entrada.com MICROSIS RIO . Quanto maior o tempo de resposta melhor será a filtragem do sinal.SLC500 CAMC. resistem à cargas de até 2. Transistores e Triacs. LIGAÇÕES. são silenciosos chaveiam corrente contínua e não tem peças móveis sujeitas ao desgaste . relês.) são usados em cartões do tipo source. Os Relês funcionam tanto em CA como CC. luzes indicadoras.5 A e suportam melhor os picos de tensão pois possuem uma camada de ar entre os os seus contatos o que elimina a possibilidade de corrente de fuga. partidas de motores. mas. são lentos e desgastam com o tempo. Mas suportam cargas de no máximo 0. válvulas e alarmes. são rápidos e reduzem o tempo de resposta . Os Transistores. ver figura abaixo: I DISPOSITIVO DE CAMPO I CIRCUI _ TO DE ENTRA_ DA DC FONTE DC + _ I DC .5A.

ver figura abaixo: I I DISPOSITIVO DE CAMPO CIRCUI _ TO DE ENTRA_ DA DC FONTE DC _ + I VDC LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE SAÍDA SINK O dispositivo de campo está conectado no positivo da fonte de alimentação e o negativo é fechado no módulo de saída do CLP.LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE ENTRADA SOURCING: Quando o dispositivo de campo está ativo a corrente sai dos módulos de entrada para o dispositivo . Curso de Controlador Lógico Programável .SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 12 . ver figura abaixo: VDC I FONTE DC + _ DISPOSITIVO DE CAMPO CIRCUI _ TO DE SAÍDA DC DC COM MICROSIS RIO .

I V. Curso de Controlador Lógico Programável . -10 à +10 volts.SLC500 CAMC.LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE SAÍDA SOURCE Quando a saída fornece a corrente da fonte ao dispositivo de campo. -20 à +20mA .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.I Tempo Sinais Digitais tempo Sinais analógicos MICROSIS RIO .30-55 VDC (tensão contínua) . 0 corresponde a um nível baixo de tensão que pode ser Neutro (corrente alternada) ou DC COMUM ( corrente contínua). 0 à 10 volts. ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS: São definidos como sinais variantes no tempo podem ser : 4 à 20 mA. ver figuras abaixo: v. 13 . ver figura abaixo: VDC I FONTE DC + _ DISPOSITIVO DE CAMPO CIRCUI _ TO DE SAÍDA DC DC COM ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS: São definidas como sinais discretos em níveis lógicos 1 ou 0. sendo que 1 corresponde a um nível alto de tensão que pode ser 100/120/200/240/24 VAC (tensão alternada) ou 24 VDC.

1.8 - COMUNICAÇÃO DE DADOS:
Os tipos de comunicação dos dados entre os CLP'S ou entre Terminal de programação/Supervisão e CLP devem ser definidos, existem CLP'S que se comunicam em redes abertas (tipo de rede utilizada por diferentes fabricantes ) ou redes proprietárias (tipo de rede do fabricante do CLP). Definimos dois modelos de redes: descritas como origem / destino e produtor / consumidor. EXEMPLOS DE MODELOS DE REDES: ORIGEM / DESTINO MESTRE/ESCRAVO MULTIMESTRE RIO DH 485 DH+

PRODUTOR CONSUMIDOR DEVICE NET CONTROL NET

1.8.1 Redes do tipo Origem-destino.
Nestes tipos de configurações os dados são transmitidos/recebidos do nó fonte para um destino específico. A ação sincronizada entre os nós é muito dificil uma vez que os dados chegam aos nós em momentos diferentes exiaste o desperdício de recursos em função da repetição dos mesmos dados quando apenas o destino é diferente

1.8.2 - Redes Produtor- Consumidor
Nestes tipos de configurações os dados são transmitidos/recebidos do nó fonte para todos os nós da rede simultaneamente. Numa mesma rede podem trafegar dados de controle de E/S ( BTR- BTW) e dados de configuração (MSG). Pode-se priorizar os dados de E/S. Estes sistemas podem ser Mestre/escravo, Multimestre ou Peer-to-peer para E/S e mensagens. A troca de dados pode ser do tipo cíclica ou seja dispositivos produzem dados a uma taxa configurada pelo usuário.

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Em uma rede produtor- consumidor as mensagens são identificadas pelo conteúdo e não pelo origem/destino. O cabeçalho da mensagem diz,esta é a mensagem 75. Os dispositivos que precisam destes dados “consomen” a mensagem. Esta nova Tecnologia de redes permite que os dados síncronos (I/O) sejam adquiridos em intervalos específicos e que dados não síncronos como “upLoads”, “down-Loads” configuração, programação sejam transferidos em intervalos não programados. Estes dois tipos de tráfego são suportados pela rede sem que um tipo venha interferir sobre o outro.

CTL R1

CTL R2

ALLEN-BRADLEY

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. < F1 F2 F3 F4 F5 < F6 F7 F8 F9 F1 0

0

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^ > v

H MI

Sens or 1.8.3 - COMUNICAÇÃO MASTER-SLAVE: ( MESTRE - ESCRAVO )
Neste tipo de topologia a estação mestre é fixa e somente ela é capaz de iniciar as mensagen. Dispositivos escravos trocam dados apenas com o mestre. Um mestre e múltiplos escravos.

ALLEN-BRADLEY

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. < F1 F2 F3 F4 F5 < F6 F7 F8 F9 F1 0

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^ > v

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1.8.4 - COMUNICAÇÃO MULTIMESTRE.
Pode-se ter mais de um mestre e cada mestre tem o seu próprio conjunto de escravos.

ALLEN-BRADLEY

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< F1 F2 F3 F4 F5 < F6 F7 F8 F9 F1 0

<-----------------'

^ > v

1.8.5 - COMUNICAÇÃO PEER TO PEER
Um par de estações toma o controle da rede por vez não há necessidade de polling ( forma de se controlar uma linha de comunicação com o envio de um sinal para uma estação a fim de verificar se a mesma possui mensagens a transmitir). Dispositivos podem trocar dados com mais de um dispositivo ou múltiplas trocas com o mesmo dispositivo

AL L EN- RA DL EY B

P

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V

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< .1 .8. Multimestre.6 .TOKEN PASS: A cada instante uma estação está no controle da rede envia e recebe seus dados e envia o polling para o próxima a fim de saber se a mesma esta pronta para receber o controle. 1. Curso de Controlador Lógico Programável .SLC500 CAMC.8.MULTICAST: Dados são transmitidos simultaneamente a todos os nós.8 .1. se a mesma estiver esta passará a ter o controle da rede. Compatível com Mestre/Escravo.7 . “peer-to-peer” e Multicast MICROSIS RIO .F1 F1 F2 F2 F3 F3 F4 F4 F5 F5 <-----------------' <-----------------' ^ < ^ < v v > > F6 F6 F7 F7 F8 F8 F9 F9 F1 0 F1 0 a cada 100ms a cada 5ms a cada 2000ms Neste tipo de método os dispositivos produzem dados a uma taxa configurada pelo usuário esta transferência cíclica é eficiente devido ao fato de que os dados são transferidos numa taxa adequada ao dispositivo/aplicação.8.MÉTODOS DE TROCA DE DADOS: 1. 1. 17 .8.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 0 0 - - < . .8. Com isto recursos podem ser preservados p/ dispositivos com alta variação e melhor determinismo.Cíclica: ALLEN-BRADLEY ALLEN-BRADLEY PanelView 550 PanelView 550 7 7 8 8 9 9 4 4 5 5 6 6 1 1 2 2 3 3 .

8. Curso de Controlador Lógico Programável . ALLEN-BRADLEY P anelV iew 550 7 8 9 4 5 6 1 2 3 .Mudança de estado. < F1 F2 F3 F4 F5 < F6 F7 F8 F9 F1 0 0 - <-----------------' ^ > v Neste tipo de troca de dados os dispositivos produzem dados apenas quando tem seu estado alterado. Um sinal em segundo plano é transmitido ciclicamente para confirmar que o dispositivo está ok.3 .8.8.8.Polling.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.2 .1. < F1 F2 F3 F4 F5 < F6 F7 F8 F9 F1 0 0 - <-----------------' ^ > v O Pollimg é um sinal enviado na rede quando os dispositivos recebem dados (normalmente saídas) imediatamente enviam seus dados (normalmente entradas) Utilizado em sistemas Mestre/Escravo & Multimestre. 18 .SLC500 CAMC. ALLEN-BRADLEY PanelView 550 7 8 9 4 5 6 1 2 3 . MICROSIS RIO . 1. A Mudança de estado é eficiente devido ao fato de que se reduz significativamente o tráfego da rede e recursos não são desperdiçados processando-se dados antigos.

1 . O CLP está em comunicação com equipamentos dedicados.SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.a . Curso de Controlador Lógico Programável .8. MICROSIS RIO . 1.Protocolos: Conjunto de regras.8. Exclusiva para CLP's da família SLC500.DH485: Rede "Token Pass" com topologia em barramento. 1.10 .9 .1 . é o idioma utilizado na rede ou seja o dispositivo transmissor necessita ser compreendido pelo receptor e cada fabricante tem seus próprios padrões 1.219 metros.10.DF1 : Protocolo proprietário usado para comunicação ponto . 19.Modo de comunicação user.8. Possibilidade de até 32 dispositivos. 19 .8. com Baud rate: 1200.1.9. DF1 HALF-DUPLEX : Transmissão em ambos os sentidos porém não simultaneamente.9.ponto (conexão direta) ou remota através de modens. 1.Modo de comunicação System.2 . de comprimento de cabo até 1.200.Modos de Comunicação: 1.máquina e softwares de supervisão.8. 9600.8. O CLP está em comunicação com dispositivos do sistema do seu fabricante. Considera-se dois tipos: DF1 FULL-DUPLEX : Transmissão se dá nas duas recebe-se e transmite-se simultaneamente. 2400. direções. requisitos e procedimentos que devem ser obedecidos para que se possa transmitir uma informação em uma rede de comunicação de dados digital.Micrologix e dispositivos Homem .2 .10.

6 .1. Os dados de I/O e configuração trafegam no mesmo meio físico sem interferências.desenvolvido pela Bosch para industria automobilística. posssui taxa de 5 Mbps.5 . 1. Presente em todos os CLP's família 5 e SLC500-5/04. Cabo de rede constituído por dois pares trançados: Um par “sinal” e um par “alimentação” até 8 A com blindagem. distância de 3Km no tronco principal. com possibilidade de cada Scanner poder endereçar até 63 estações.CONTROL NET : Este tipo de protocolo garante a opção de meio físico redundante. 1. Pode-se fazer a remoção de nós sem afetar a integridade da rede.8.4 . 1. e até 500m no secundário. suporta comunicação produtor consumidor.10.10.10. Neste modelo pode-se trafegar os dados a todos que necessitam ao mesmo tempo.DH + : Rede proprietária da Allen Bradley de maior performance possui uma maior quantidade de Drivers para comunicação. Curso de Controlador Lógico Programável .usando repetidores pode-se extender em até 30Km.10. Pode-se ter até 64 estações na rede. .8. saídas e dispositivos físicos remotos.000 metros e do cabo da rede secundária 30 metros.3 .REMOTE I/O : Rede de entradas. possui sinal e alimentação de 24 VCC no mesmo cabo.DEVICE NET: É uma rede complemente aberta de dispositivos de campo. é uma rede determinística na qual pode-se Ter dados de I/O e dados entre CPU's trafegando na mesma rede. Possui uma taxa de comunicação de 57.6 Kbps.8.8. Presente nos processadores PLC5 e cartão Scanner do SLC500.o que garante a sua robustez em ambientes ruidosos.SLC500 CAMC.é uma rede baseada no modelo "PRODUTOR CONSUMIDOR". comprimento do cabo da rede até 3. A quantidade de dispositivos acoplados na mesma depende da CPU utilizada. MICROSIS RIO . Possui possibilidade de interligação de diferentes fornecedores. até 99 estações na rede. conexão por cabo coaxial . A extensão máxima dos cabos depende da velocidade de transmissão e pode ir até 3000 metros. 20 . Baseada no protocolo CAN ( Controller Area Network ). com distância de até 500m com velocidade de 125K baud.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

5/40E . * Não se pode remover um dispositivo da rede.Lenta para 24 KM 9K. 5/80E e SLC500 5/05.SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO: * Comunicação Produtor-consumidor. * Pequeno alcance (100m) a 12Mbps. * Sinal e alimentação 24VCC no mesmo cabo.11 . * Terminações de 121 Ω em am* Fácil de instalar (conectores bos os extremos.a base de dados de cada um dos 64 dispositvos independe dos demais. * Baseada no protocolo CAN. * Requer o uso de repetidores DEVICE NET 1. * Rede constituida por dois pares * Alimentação pela rede.o que garante uma boa imunidade a ruidos MICROSIS RIO .ao contrario da Ethernet. * Topologia em anel c/ derivações. vampiro). * Usuário necessita mapear “manualmente os dispositivos da rede no CLP. * Possui 03 opções de protocolo * Baixa documentação.Siemens e Klockner Moeler. Com uma rede Ethernet você tem recursos de rede quase ilimitados.SLC500 CAMC. mestre ) . * Taxas selecionáveis com a disASI tancia.ETHERNET: Rede de comunicação de dados local com taxa de comunicação de 10Mbit/s presente nos controladores da família 5: 5/20E.8. trançados.pois pode maximizar a comunicação entre a grande variedade de equipamentos oferecidos por varios fornecedores. * Dispositivos não são alimentados pela rede. * Alcance ( 300 m c/repetidores) * Como na Ethernet cada nó tenta * Velocidade ( 167 Kbps ) transmitir quando o barramento * Mestre / Escravo ( apenas 01 está livre . * Limitada a dispositivos sim* Qualquer nó pode acessar o ples. grande estabilidade e velocidade de processamento dos dados. * Remoção de nós sem afetar integridade da rede. * Dados de I/O e configuração no mesmo meio físico sem interferência.alto custo por nó instalado. * Constituido de uma linha tronco + derivações.8. PROFIBUS * Interfaces desenvolvidas pela Bosh.desempenho. * Participantes Europeus. COMPARANDO REDES: INTERBUS-S * Todas as interfaces desenvolvidas pela Phoenix Contact. * Participantes predominante Europeus.10. de dispositivos . barramento quando disponível. 21 .1. Curso de Controlador Lógico Programável . * Não hà limitação quanto a quant. Esta rede possui grande versatilidade (inúmeros fabricantes à acessão). * Taxa de velocidade 500Kpbs (2 palavras) * Cada “byte”de dados adicional requer um ciclo de rede adicional . * Baixo custo meio físico.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. * Sistema Origemdestino: apenas um mestre. * Até 64 nós endereçados.7 .

8.13 . Se caracterizam por suas unidades remotas fazerem somente a aquisição dos dados SDCD : Sistema Digital de Controle Distribuído: Sistema de controle no qual as suas unidades remotas além de realizarem aquisição de dados também atuam no processo.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.8.12 . ou SFC (linguagem em Grafcet).MÁQUINA: Dispositivos de controle com os quais é possível monitoração e atuação no processo e geração de relatórios de Alarmes (Dtam Plus. cuja linguagem de programação pode ser: ladder. 1.Software de programação do PLC: Cada tipo de fabricante de CLP possui o seu software de programação. 1. Através do qual o usuário desenvolve o seu aplicativo. Panel View .1.INTERFACES HOMEM .Allen Bradley). O controle da planta fica distribuído nas diversas etapas. MICROSIS RIO .SLC500 CAMC. CSF(diagrama lógico). Curso de Controlador Lógico Programável .8.14 . as instruções lógicas são incorporadas no ladder. Os CLP'S ALLEN BRADLEY utilizam linguagem em ladder e SFC (PLC5). Este controle e aquisição de dados pode ser feito por uma interface homemmáquina ou por um software de supervisão.SISTEMAS DE SUPERVISÃO E ATUAÇÃO NO PROCESSO: Basicamente existem dois tipos de sistemas de controle: SISTEMAS SCADA: Sistemas de Controle e Aquisição de Dados. 22 .

entradas. SLC500 2. 23 . 30 ou 40 pontos e 24 tipos de combinações diferentes de acordo com os níveis de tensão de entrada e os tipos de saídas. saídas e fonte.INTRODUÇÃO: Família de controladores para aplicações na indísstria de máquinas e pequenos e médios processos industriais. Velocidade de varredura (Tempo de Scan ) 8ms/K instrução.1 .SLC500 CAMC. TIPOS DE UNIDADES: 1747-L20 : 12E + 8 S 1747-L30 : 18E + 12S 1747-L40 : 24E + 16S Possui um chassi para expansão com duas ranhuras para que possam ser acoplados mais dois cartões digitais ou analógicos ou algum módulo de comunicação compatíveis* (consultar System Overview pg.55).2 . Curso de Controlador Lógico Programável . 2.2.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. MICROSIS RIO . Desenvolve-se a seguir uma apresentação das diversas características destes dois tipos de arquiteturas. Apresenta-se sobre duas versões: Arquitetura fixa e Arquitetura modular. possui versões com 20.ARQUITETURA FIXA: "SHOEBOX" 1747 PIC UNIDADE FIXA RACK A2 C/02 Cartões Unidade compacta contendo CPU.

Para se programá-lo utiliza-se o conversor DH485 para RS232. Canal de comunicação com a rede DH485. nos modelos com alimentação de 110/220 Vca. Suporta todas as instruções das família SLC 500 exceto PID e MSG.Capacidade de Memória : 1k instruções = 4k palavras = 8k bytes.3 . FONTE UMA P/ CADA CHASSI CABO C7 ou C9 C P U ou A S B MÓDULOS A PARTIR DO 2º CHASSI A 1º RANHURA É UTIL MICROSIS RIO . 2. Esta memória tem backup por capacitor que retém o programa por menos 2 semanas. o CLP Fixo somente recebe dados de outros processadores. 24 .SLC500 CAMC. (1747 PIC ). Para a alteração da tabela de dados no mesmo há a possibilidade de se interligar um dispositivo da família DTAM ao mesmo. CPU'S. Curso de Controlador Lógico Programável . mas não há a possibilidade de enviar dados na mesma. módulos de Comunicação. ainda possui uma bateria opcional e módulos de memória EEPROM e UVPROM.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Possui uma fonte 24Vcc para o usuário com capacidade de até 200 mA.ARQUITETURA MODULAR Engloba chassis. módulos especiais e cabos para interligação. fontes. Nos processadores de 24 Vcc a entrada 0 é configurável como um contador de freqüências de até 8Khz. módulos de E/S.

5 . a ligação entre os chassis é feita através de um simples cabo paralelo 1747-C7 ou C9 e quantidade de chassis é limitada a 03 por CPU ou ASB. a CPU ou ASB ocupa a primeira ranhura do primeiro chassi nos demais chassis a primeira ranhura é disponível para um módulo de E/S. Cada CPU ou ASB pode endereçar até 30 Slot's (ranhura ou trilho). O led de PROC fica verde.6. Operação-RUN: Nesta posição o processador executa o programa e atualiza os pontos de E/S e permite-se também alterar a tabela de dados do PLC.96 A 0.CPU'S: 2.1 .Chave Rotativa da CPU: Permite ao operador localmente alterar o modo de operação do controlador.4 .88A 0. • • MICROSIS RIO .0 A 5.6 A 10 A 5A Corrente em Corrente em 24 Vcc 24Vcc p/Usu 0.2.46 A 0. O led de PROC fica apagado. 25 .6 .TIPOS DE CHASSIS: Quatro tamanhos: 1746 A4. Curso de Controlador Lógico Programável . Remoto .REM: Nesta posição o processador permite uma alteração do modo remotamente através de um terminal de programação.0 A 3.96A 1A 200 mA 200 mA 200mA 2. A10.programação e operação.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. • Programação-PROG: Nesta posição o processador não atualiza os pontos de E/S e permite alterar a tabela de dados do PLC.A13 com respectivamente 4. 2.FONTES: Existem 4 tipos de fontes para SLC500: Tensão de Entrada 1746-P1 1746-P2 1746-P3 1746-P4 1746-P5 110/220Vca 110/220Vca 24 Vcc 110/220Vca 90-146 Vcc Corrente em 5 vcc 2.10 e 13 ranhuras.87 A 2.A7.SLC500 CAMC.7. existem três modos: Remoto.

Nesta posição o processador atualiza os pontos de E/S .Modelos de CPU's: 5/02 CÓDIGO DE CATÁLAGO 1747 . Remoto Operação-REM RUN.L543 16K 32K 64K 960 32 palavras E 32 palavras S 0.9 ms/K 0.SLC500 CAMC. O led de PROC fica apagado. SCAN TÍP.L524 MEMÓRIA E/S LOCAL E/S REM.44us MICROSIS RIO . Temp.L542 1747 .L541 1747 .4 us 5/03 1747 .L532 5/04 1747 .L531 1747.Exec. 26 .L551 1747 .37us 8K 16K 960 32 palavras E 32 palavras S 1ms/K 0.9 ms/K 0.37us 5/05 1747 .8 ms/K 2.L552 1747 .2 . • Nota: Os modos de teste são possíveis através do software de programação.L553 16K 32K 64K 960 32 palavras E 32 palavras S 0.xic 4K 480 32 palavras E 32 palavras S 4.REM PROG. O led de PROC fica verde. Nesta posição o processador não atualiza os pontos de E/S e permite alterar a tabela de dados do PLC.• Remoto Programação. 2.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.6. Curso de Controlador Lógico Programável .

à transistor. à Triac.7 . 2.DH+.7.16 ou 32 pontos ou combinados ( Módulos de 4 ou 8 pontos não têm borneira destacável). 27 . IV32.ASCII 2. Curso de Controlador Lógico Programável . 18 a 26. As saídas à relê podem ser usadas em AC ou DC. Consumo = 106 mA.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC.2.8.3 . As saídas à transistor são aplicadas em sistemas com tensão CC e baixa potência. Módulos de 32 pontos de entrada: IB32. Módulos de saídas se apresentam sobre três tipos: saídas à relê.4 VDC à 60ºC.Led's de diagnóstico: RUN FLT BA TT RUN REM S L C 5 /0 3 FO RCE EN ET D H 4 85 R S 23 2 PRO G LED'S DE DIAGNÓSTICO O ESTADO DOS LED'S SE ENCONTRAM NOS ANEXOS CANAL 1 : Pode ser DH485. DH485 . isolação para placa de fundo de 1500 V e potência de saída limitada a 1440 VA por módulo. Faixa de operação: 18 à 30 VDC a 50ºC.MÓDULOS DE ENTRADA E SAÍDA: Recomendações para fiação dos dispositivos de E/S se encontram nos anexos. As Saídas á triac garantem um chaveamento mais rápido.mas são usadas somente em corrente alternada. MICROSIS RIO .6. a desvantagem deste tipo de saída é chaveamento mais lento que o triac e a grande vantagem é uma maior potência e maior qualidade no chaveamento.e ETHERNET TCP/IP CANAL 0 : RS232 PODE SER DF1 .1 MÓDULOS DE E/S DISCRETA: Existem 34 módulos de 4.

.resposta rápida on-0. . 16 pontos por comun / módulo. OV32: Faixa de operação: 5 à 50 VDC a 60º C. .4 VDC (sink) . corrente de pico por ponto 4.5 A à 30ºC .4 .C15 + 1492-RCM40).G = 5 VDC (display) . Curso de Controlador Lógico Programável .TB = 24 VDC (sink).AP12 = 120/240VAC 1A . 1746 .3 ms/ off-0.265VAC. 16 pontos por comum.Módulos de 32 pontos de saída: OB32 .B = 24 VDC (sink). Módulos de 32 pontos incluem Kit (conector + contatos) para montagem de cabo (1746 N3).4 VDC .V = 24 VDC (source). Corrente por ponto 2A à 30º C .BP = 20.BP8 = 24VDC 2A O/P . .V = 24 VDC (sink) .OBP8 = 20.4 .tensão de operação de 10 à 50 volts.26.N = 24 VAC/VDC(sink). corrente de pico 4 A por 10mseg.O_ _ _ .I _ _ _ . Códigos de catálago: * Módulos de Entrada.SLC500 CAMC. 1746 .M = 200/240 VAC. MICROSIS RIO .55VDC 60ºC.A = 120/240 VAC .26. .26. Consumo = 452 mA.G = 5VDC (display TTL) * Módulos de Saída.X = VAC/VDC (Relê) individualmente isolados.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.4 VDC (source) .W = VAC/VDC (Relê) . Módulos Digitais de saída de alta corrente* . corrente de pico por ponto: 17A por 25mseg. possui também cabo pronto opcional e terminal para montagem em trilho DIN ( 1746 .26.OAP12 = 85 . corrente por ponto: 1.4 .OAP16 ( sourcing ) e OVP16 ( sinking ) = 20. 28 . .0 A por 10mseg. 8 pontos tipo sourcing ( 4 comuns ).5 ms (tempo para reconhecer o nível lógico).B = 24 VDC (source).A = 100/120 VAC.corrente por ponto 2A à 60º C .VP = 20.OC16 ( sinking ) = 30 .4VDC . .C = 48 VDC I/P . .4 . . .

2 entradas de V/I. 1746 .IO8 . Módulos com proteção por fusível e diagnóstico de fusível queimado. Com corrente contínua entre 1 e 2 A à 60ºC. 2. resolução de 16 bits para as entradas e 14 bits para as saídas.4 entradas diferenciais de V/I NI8 .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Todos os módulos possuem isolação para placa de fundo = 500 V Módulos de entrada Módulos de entrada para corrente ou tensão selecionáveis por ponto. NR4 RTD .SLC500 CAMC. contatores.2 entradas de V/I.Tem saídas de 0 a 20mA MICROSIS RIO . Módulos Combinados: 1746 .Tem saídas de 0-10v FIO41 . empacotamento. 2 saídas de corrente.2 entradas 120 Vac / 2 saídas à relê.4 entradas para termopar. Curso de Controlador Lógico Programável . NIO4V.IO4 . manuseio de materiais pelo fato de controlar diretamente solenóides.módulos para termopar/mV e RTD. 2 saídas de tensão. NI4 . Módulos de saída NO4I . motores etc.7. Módulos Combinados NIO4I .IO12 .4 entradas para resistência. 1746 . Tempo de desligamento para cargas indutivas com módulos 1746-OBP16 e OVP-16 foram reduzidos em 70% em relação aos outros módulos.4 entradas 120 Vac / 4 saídas à relê.2 MÓDULOS ANALÓGICOS: Existem 7 módulos analógicos com 4 pontos de E/S diferenciais.4 saídas de tensão SLC FAST ANALOG * Entradas Analógicas de alta velocidade FIO4V .6 entradas 120 Vac / 6 saídas à relê.* Permitem uma maior abrangência de aplicações nas linhas automotivas. Módulos de saída AC tem 2 fusíveis removíveis( um para cada comun ) com proteção contra curtos.4 saídas de corrente NO4V. 29 .8 entradas diferenciais de V/I NT4 .

BAS : MÓDULO BASIC. motores e encoders. Memória de 24KRAM.HSTP1: Módulo Controlador de motor de passos. 1746 . modens.* Entradas analógicas de alta velocidade ( 7khz . 423. portas RS 232. 2. 3dB ). outros cartões de entrada analógica são para 10 Hz. 1747. 2 Entradas e 2 saídas . A Linguagem de gerenciamento de movimento (MML) e a Linguagem Gráfica de Controle de Movimento MICROSIS RIO . O usuário pode programar o módulo para movimentos tanto incrementais quanto absolutos. pulso + direção ou pulso up/down.SLC500 CAMC. conecta o micro a rede DH485 utilizando protocolo aberto DF1 sem sobrecarregar o micro e sem ocupar um slot no chassi. 1770 .MÓDULOS ESPECIAIS: 1746 . Módulo usado para fazer a interface com computadores. balanças e outros equipamentos. dependendo da aplicação.DSN É um módulo scanner para block I/O. 422.HSCE: É um módulo contador de alta velocidade com 1 canal. Se conecta ao SLC através do cabo C13. Quando utilizado com servo acionadores. 1747 . 485 e DH485. 1746 . usado para aplicações SCADA em programação e supervisão. o IMC110 torna-se componente chave de um eficiente sistema de controle de movimento de baixo custo. é programável em basic. possui entradas para encoders de quadratura.HS O sistema de controle de movimento IMC110 é um módulo de servo posicionamento de malha fechada mono-eixo que se conecta em uma ranhura simples do SLC500. Este módulo de ranhura simples opera com uma ampla variedade de controladores SLC500 e encoders compatíveis. o módulo é programado com o software de programação do SLC500. possui capacidade de cálculo de funções trigonométricas e ponto flutuante e relógio de tempo real.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 1746 .DCM: É um módulo para ligar o SLC á Remote I/O aberta por um CLP 5.KF3 Interface DH485 / DF1. impressoras.7. É compatível com SLC 5/02 ou maior. Curso de Controlador Lógico Programável . freqüência de até 50 KHz. 30 .3 . 1746 .KE: É um módulo para interface DF1/DH485. Usado para programação e supervisão (SCADA). fornece controle para um eixo para aplicações micro-passos. protocolo DF1 incorporado.

4 Kbaud. 1747 .6. definicão de chassis primário ou MICROSIS RIO . velocidade de transmissão.AIC: Módulo Stand Alone responsável pela conexão do CLP Micrologix 1000 na rede DH485. Suporta I/O complementar. fornecem duas ferramentas de programação offline de fácil uso. pode ser interface de programação para CLP’s conectados em rede DH485 ou acesso à mesma através de modem.ou haste. funcionalidade baseada na serie C do Módulo 1771 . O IMC 110 substitui métodos mecânicos de controle de velocidade e posicionamento de máquinas. O módulo SN série B realiza funções do tipo “block transfer” e suporta endereçamento complementar. enquanto monitora um encoder para realimentação de posição. TABELA IMAGEM 1747 . 31 . 1761 NET. e 230. funciona em 57.4 Kbps (750m). 115. parâmetros de operação configurados através de DIP switches de oito posições cada. pemite que os processadores SLC & PLC5 controlem módulos da família 1746.SLC500 CAMC. as quais auxiliam na depuração e interface gráfica. 1 e 2 Slot's e módulos discretos e especiais.2.000m).2Kbps (1. Cada módulo ASB pode controlar até 30 módulos de qualquer tipo utilizando cabo C7 ou C9 operando a 57.por meio de um sequenciador pré-programado. usado também quando se necessita comunicar o SLC500 5 /04 na rede DH485. número do grupo lógico inicial. Através das chaves miniseletoras pode-se definir: número do rack. Curso de Controlador Lógico Programável .(GML).6 Kbps( 3. 115.ASB . Suporta 4 Rack’s lógicos numerados de 0 à 3.SN RACK LOGICO 0 RACK LOGICO 1 RACK LOGICO 2 RACK LOGICO 3 RACK LÓGICO Grupo logico 0 GRUPO LOGICO Palavra de Entrada Palavra de Saída Grupo lógico 1 Grupo lógico 2 Grupo lógico 3 Grupo lógico 4 Grupo lógico 5 Grupo lógico 6 Grupo lógico 7 16 bits 16 bits 1747 ASB : Módulo adaptador de Entradas e saídas remotas.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SN: Cria um Link de Remote I/O no SLC500 (5/02 ou maior).500m) e 230. O IMC110 orienta o movimento de um mono-eixo. Suporta endereçamento de 1/2.

6. publicação: 1747-NU002.uma base onde são instaladas as E/S discretas e analógicas. A cada ASB podem ser conectados até 8 módulos. 4 . Mini Seletoras. 6 : Tipo de endereçamento 1 Slot.5. SW1 : Mini seletoras de 0 à 6 . OBS: Para maiores informações sobre configuração das mini-seletoras utilize o manual Remote I/O Adapter Module. Estabelece o ultimo chassi. Curso de Controlador Lógico Programável . 2 . SW2 : Miniseletoras 1. 5 .8 : Total de grupos lógicos.SLC500 CAMC. 2 Slot . Montado em trilho DIN é composto de um módulo de acoplamento de remotas "ASB" que é alimentado em 24 VDC.7. Endereçamento Discreto ou Block Transfer ( Módulos especiais e analógicos ). economizando cabos para transmissão dos dados.Baud Rate ( velocidade de acordo com o tamnho 3 . 32 . 1784 KR: Placa compatível com IBM-PC para colocação do micro na rede DH485 1794 Flex I/O: Equipamento Allen Bradley que possibilita a alocação das remotas junto ao processo. ½ Slot.ASB deverão ser configurados como complementar. 3 . SW3 : 1 . Este equipamento tem a possibilidade de se poder trocar os módulos com a processador energizado. Possibilita a diminuição do tamanho do painel e do custo de instalação devido ao seu tamanho reduzido.complementar. cap 4. Grupo lógico inicial. Rack lógico inicial . MICROSIS RIO . Tempo de resposta de comunicação.2 . 7 .Chassi primário ou complementar. 7 e 8 . 4. todos os módulos 1747. Reset automático da rede. Saídas permanecem no ultimo estado quando alguma falha ocorrer. se não estiver sendo utilizado chassi complementar. devido ao custo do ASB deve-se ligar o máximo de módulos ao mesmo.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

33 .Configurações em Rede e ligações ponto a ponto: A seguir apresentamos algumas configurações típicas da família SLC500.8. Curso de Controlador Lógico Programável .8 .SLC500 CAMC.2.1 . 2.Programação Ponto A Ponto ( Df1 Full Duplex) : 5/03 COM1 COM2 RS232 CANAL 0 RS232 PIC MICROSIS RIO . Os procedimentos para interligação das redes bem como dispositivos se encontram nos anexos.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

34 . Curso de Controlador Lógico Programável .SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.2 CONFIGURAÇÃO EM REDE DH485 1747 AIC REDE DH485 Cabo CR 1747 AIC Cabo C10 Cabo C10 Cabo C10 DTAM-E DTAM-MICRO DATAM-PLUS 5/03 (Canal 1-DH485) SLC FIXO 1747L20 Canal 0 (RS 232 ) Cabo CP3 1747 AIC MICROLOGIX 1000 Cabo CBLHM02 NET AIC MODEM OU RADIO MODEM Cabo C10 5/02 OU SUPERIOR Cabo C10 SN REMOTE I/O Cabo CD ASB + I/O REMOTOS PIC PANELVIEW 550 PANELVIEW 900 PANELVEIW 1200 PANELVIEW 1400 VERSÃO R/IO MICROSIS RIO .8.2.

5/05 CABO 1761 CBL PM02 REDE DH+ Cabo CD SUPERVISÓRIO 5/04. 35 .5/40E Transciever Placa NE2000 ou Similar.SLC500 CAMC. NET AIC 1761 . Curso de Controlador Lógico Programável .8.3 CONFIGURAÇÃO EM REDE ETHERNET / DH+ / DH485: REDE ETHERNET PLC5 .2. REMOTE I/0 Cabo CD MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.NET AIC 1747-AIC DH485 Cabo CR Cabo C10 Cabo C10 SN 5/02 PROCESSOR OU SUPERIOR COM MÓDULO 1747-SN 1771 ASB + I/O 1771 ( PLC5) PANELVIEW 550 5/20B.

Curso de Controlador Lógico Programável .8.8.CONTROL NET: 2.Device Net: MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC. 36 .5 .4 .2.

e os técnicos de manutenção deverão ter acesso ao programa do CLP em suas residencias.E/S Analógicas : considerar sinais de 4 a 20 mA.Tensões : considerar E/S = 110 VCA. Nos processos 1 & 2 já têm-se controlando-os repectivamente um PLC 5/80E e um SLC500 5/03. Curso de Controlador Lógico Programável . . Neste processo necessita-se que o operador tenha acesso a visualização dos estados dos equipamentos bem como emtrar com um valor de setpoint para um controle de temperatura. 8 saídas digitais e 6 saídas analógicas em um painel distante 200 metros da sala de controle. interligações. No processo 4: Têm-se 182 entradas e 18 saídas digitais que deverão estar localizadas em um painel na sala de controle e 32 entradas digitais. No processo 3: Têm-se 45 entradas e 18 saídas digitais. . há a necessidade de se alterar valores nos tempos em que serão acionadas algumas bombas e o operador terá de saber qual a bomba esta funcionando.SLC500 CAMC.EXERCÍCIO APLICATIVO: Elaborar uma configuração para um sistema composto por 4 tipos de processos. OBS: . Especificar todos os equipamentos Allen Bradley. módulos e cabos e desenhar a configuração do sistema proposto para minimizar custos.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Os processos 1 e 2 já estão implantados e não há necessidade de especificá-los . 10 entradas analógicas. e o supervisor geral precisa ter um acesso ao estado da planta em seu escritório localizado a 800m do procesoo. 37 . MICROSIS RIO . Todos os processos são dependentes.

3. Define-se como sendo CHASSI. k = Nº inteiro igual a 1024.ENDEREÇOS DE ENTRADAS E SAÍDAS.Entrada O .1 SLC 500 FIXO: Os endereços de I/O para o "SHOEBOX" são fixos e dependem do modelo utilizado por exemplo: para a L20 : Entradas . Curso de Controlador Lógico Programável . o compartimento físico.Saída Nº SLOT 01 à 30 Nº BIT 00 à 15 MICROSIS RIO . . 3. Para se endereçar o chassi de expansão: I:1 /__ ou O:1/__ Nº SLOT 1 ou 2 NºdoBIT 00 à 15 3.SLC 500 MODULAR RACK LOCAL I : 1 / 01 Tipo I .1 .I:0/00 à I:0/11 Saídas O:0/00 à O:0/07 Os endereços encontram-se discriminados no chassi do CLP.SLC500 CAMC. Solta ranhura ou trilho onde serão conectados os módulos e a CPU (sempre no slot 0). RACK LÓGICO OU GAVETA ao conjunto de 8 grupos lógicos e um GRUPO LÓGICO pode conter até 16 terminais de entrada e 16 terminais de saída ( 1 palavra de entrada e uma palavra de saída ). Considera-se ainda.1.ENDEREÇAMENTOS 3. RACK FÍSICO é o chassi onde serão encaixados os módulos e CPU.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Uma palavra é igual a 16 bits.2 .1. 38 .

SLC500 CAMC.SLC500 MODULAR : RACK REMOTO.3.2 ENDEREÇAMENTO A cada 1 Slot contém um grupo lógico. Este tipo de endereçamento é utilizado com cartões de 16 pontos. 2 slot's (cada 02 Slot's correspondem a um grupo) e 1/2 Slot (cada 1/2 Slot é um grupo .1.3 .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.1. 3.1771 A4B 0 1 2 3 4 5 6 7 0 1 2 3 4 5 6 7 0 1 MICROSIS RIO .1771 A4B 0 1 2 3 4 5 6 7 01 23 45 67 01 23 45 67 01 23 45 67 0 1 2 3 DE 1 SLOT 3.1 .1. Curso de Controlador Lógico Programável .ENDEREÇAMENTO DE 1/2 SLOT A cada 1/2 Slot contém um grupo lógico. utilizado em módulos de 32 pontos). Este tipo de endereçamento é utilizado com cartões de 32 pontos. CPU CARTÕES CHASSI . CPU CARTÕES CHASSI .3. Para configuração do módulo ASB considera-se 3 tipos de endereçamentos de 1 slot ( cada slot corresponde a um grupo).3. 39 .

SLC500 CAMC. Este tipo de endereçamento é utilizado com cartões de 8 pontos. Curso de Controlador Lógico Programável . 40 .3.3. considera-se dois tipos de endereçamentos.3 ENDEREÇAMENTO DE 2 SLOT A cada 2 Slot contém um grupo lógico. PROCESSADOR SLC Rack Lógico Grupo Bit 00 à 07 / 10 à 17.1771 A4B 0 1 2 3 4 5 6 7 Rack 0 _______ : ______ ______ _____ / ____ ____ O: Saída I: Entrada No módulo SN .1. discreto e block transfer. M FILES 1747 RIO SCANNER I/O IMAGE MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. CPU CARTÕES CHASSI .

Curso de Controlador Lógico Programável .101 = 4 MO : 1 .1. Não pode-se programar o arquivo “G” ON-LINE. . Faz-se as mudanças em OFF LINE e em seguida descarrega-se para ON-LINE Este arquivo consta de 5 palavras: MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.3.102 = 052 A S B 3.o tamanho imagem do dispositivo e o endereço fisico do dispositivo no adaptador. este é baseado nos dispositivos que você tem em sua rede remote I/O .SLC500 CAMC. 1746 NI4 1746NO4I A S B MO : 1 . Neste arquivo configura-se o endereço de partida do dispositivo. 101 = 4 M1 : 1. 41 .EXEMPLO: FONTE S N M1 : 1 .102 =001 .4 ARQUIVO “G” Quando se utiliza o módulo SN deve-se configurar o arquivo G.

4 ou 6 ).1. (Módulos discretos) ENTRADAS I:e.0 atè I : e. 42 .2. No software RSLogix pode-se configurar automaticamente o arquivo G.2 ou 3) e grupo lógico inicial (0.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. MICROSIS RIO .1.1. 31 SAIDAS O : e . 1 1 ¼ Rack. Word 3: Endereço Lógico do dispositivo ultilizando I/O Complementar .consiste do rack lógico (0. 1 1 1 1 1 Rack Completo 0 1 1 0 ½ Rack 1 1 1 0 ¾ Rack. Word 1:Endereço Lógico do dispositivo. 3.4 ou 6 ). Word 2: Tamanho imagem do dispositivo. 31 e: número do slot do módulo SN. 3.Word 0 :Setada automaticamente e não pode ser alterada.5 TIPOS DE ENDEREÇAMENTOS .3.consiste do rack lógico (0. 0 atè O : e.5. Curso de Controlador Lógico Programável .2.Modo Discreto.SLC500 CAMC. Word 4: Tamanho imagem do dispositivo no I/O complementar.1 .2 ou 3)e grupo lógico inicial (0.1.módulo SN.3.

Para BTR’s. Por exemplo: BT Buffer 1 está no M0:e.o M0 BT Buffer cotém somente dados de controle da BTR. * 64 BT.200. . estes buffers contém informações de controle de BTR/BTW e saídas de dados da instrução BTW. Para BTW’s o M0 BT Buffer contém dados de controle da BTW e dados da BTW enquanto que a correspondente M1 BT Buffer contém somente informações de STATUS da BTW. X 02 => ENDEREÇO ( RACK. 10 ATÈ MO : e X 73 => LOCALIZAÇÃO DOS DADOS.2 .200 e M1:e. Os Block Transfer ocorrem assíncronos as transferências discretas. buffer de controle de BT para iniciar a block transfer e o correspondente arquivo M1 para mostrar o Status da Block Transfer. ( Módulos Especiais e analógicos ) O módulo RIO SCANNER realiza transferências de block transfer direto e aloca nos arquivos M0 e M1 do módulo SN. MICROSIS RIO . O Buffer de block Transfer consiste de: * 3 BT. 0 À 64. Os Buffers de BT consistem de 100 palavras nos arquivos M0 e M1 partindo da palavra 100.enquanto uma correspondente M1 BT Buffer contém informações de STATUS da BTR e dados da BTR . palavras de controle em um buffer de BT no arquivo MO.M0 : e .M0 : e .Modo Block Transfer. Existem 32 Buffer de BT alocados no arquivo M0.SLOT ).3.1.5. palavras de BTW no arquivo M0 e 64 palavras de BTR no arquivo M1. Existem um total de 32 Block Transfer de controle e Status no M0 (saídas / Controle ) e 32 Block Transfer de saídas e controle. X 01 => TAMANHO DA BT.M0 : e . o BT Buffer 2 está localizado no M0:e. X 03 => ATÉ 09 RESERVADO. .MO : e . . ARQUIVO M0: BLOCK TRANSFER OUTPUT / CONTROL BUFFERS. . ( 1 À 32 ) .100 . palavras de Status em um Buffer de BT no arquivo M1. Usa-se o arquivo M0.3. X 00 => BIT’S DE CONTROLE.100 e M1:e.M0 : e . 43 .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. x 00 e = numero de slot do módulo SN. Todos os buffers de block transfer são zerados quando do inicio do ciclo de ligação do CLP. Curso de Controlador Lógico Programável .SLC500 CAMC.GRUPO. * 4 BT. x = numero da BT. M0 : e .

.ARQUIVO M1: BLOCK TRANSFER IMPUT / STATUS BUFFERS. . estes buffers contém informações de STATUS de BTR/BTW e ENTRADAS de dados da instrução BTR.GRUPO. x 00 e = numero de slot do módulo SN.6 MICROSIS RIO .M1 : e . . X 01 => TAMANHO DA BT.SLC500 CAMC. 0 À 64.1747 . M1 : e . ( 1 À 32 ) . ( 0 À 63 ). X 02 => ENDEREÇO ( RACK. . Existem 32 Buffer de BT alocados no arquivo M1. Para informações mais detalhadas favor consultar o manual do módulo SN publicação .M1 : e . x = numero da BT.M1 : e .M1 : e .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 44 .M1 : e . Curso de Controlador Lógico Programável . 10 ATÈ M1 : e X 73 => LOCALIZAÇÃO DOS DADOS.SLOT ).6. X 00 => BIT’S DE CONTROLE. X 03 => ATÉ 09 RESERVADO.

Nº do Arquivo: Tipo: 0 -------------------.4028 x 10 ^ +38 .R6:255 N7:0 -------.Nº inteiro ( N7 ) 8 -------------------.754944 x 10 ^-38 à ± 3.1 ARQUIVOS DE PROGRAMA: Arquivos onde são armazenadas as subrotinas do programa aplicativo. o processador "varre" este arquivo e a partir dele faz a leitura dos demais.B3:255 T4:0 -------. 45 .pode-se ter de 0 à 255 arquivos de programa.Saídas.T4:255 C5:0 -------. ( O ) 1 --------------------. MICROSIS RIO . P/El.C5:255 R6:0 -------. o arquivo 2 é o arquivo principal.Bit ( B3) 4 ---------------------Temporizador ( T4 ) 5 -------------------. ( I ) 2 ------------------------. Os arquivos 0 e 1 são arquivos reservados .SLC500 CAMC.2 . NºElementos NºW.Ponto flutuante ( F8 ) 9 ----.2.255 configuráveis pelo usuário.3. Do arquivo 3 ao 255 são arquivos utilizados pelo usuário.TIPOS DE ARQUIVOS: 3.Status ( S2 ) 3 -------------------. Armazenam valores na faixa de ± 1. portanto se o usuário quiser que os outros arquivos sejam varridos deverá usar uma instrução de salto para subrotina neste arquivo 2.F8:255 01 03 03 01 01 02 * * presente no 5/03 série C em diante e 5/04. 3. B3:0 -----.N7:255 F8:0 --------.Controle ( R6 ) 7 -------------------.Contador ( C5 ) 6 -------------------.Entradas.2.2 ARQUIVOS DE DADOS-TABELA DE DADOS: São os endereços presentes na memória do CLP.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Curso de Controlador Lógico Programável . Este arquivos são visualizados na tela de diretório de programa do software APS.

Cada bit desses pode por exemplo armazenar o estado de um equipamento ou significar uma etapa de processo etc. com cerca de 16 bits. 46 . estes endereços são o status da instrução ou seja como ela esta se comportando durante a execução do programa aplicativo. ARQUIVOS DE SAÍDA: Identificados pela letra "O". ARQUIVO DE BIT "B3": São arquivos onde são armazenados valores usados pelo programa aplicativo: Cada arquivo possui 256 elementos B3:0 à B3:255 e cada elemento pode armazenar valores de 0 à 32767.funcionalidade da memória. ARQUIVO CONTADOR "C5". habilitação dos Slot’s. correspondem aos endereços das saídas na memória do CLP. São arquivos onde são armazenados endereços de controle de determinadas instruções. falhas ocorridas. ARQUIVOS DE STATUS "S2": São arquivos onde são armazenados valores relativos ao status do processador tais como relógio de tempo real.SLC500 CAMC. Curso de Controlador Lógico Programável .estado das chaves miniseletoras e outras informações.modos de operação. ARQUIVO TEMPORIZADOR "T4": São arquivos onde são armazenados os dados referentes às instruções de temporizadores.correspondem aos endereços das entradas na memória do CLP. O SLC 500 possui 4096 bits internos no arquivo B3. tempos de varredura. Descricão das palavras do arquivo de Status se encontram nos anexos. ARQUIVO DE CONTROLE "R6". MICROSIS RIO .ARQUIVOS DE ENTRADA: Identificados pela letra "I" .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. situações decorrentes da execução do programa.taxas de transmissão. São arquivos onde são armazenados os dados referentes às instruções de contadores.

ARQUIVO DE NUMERO INTEIRO "N7" Este arquivo armazena valores de números inteiros a serem usados pelo programa aplicativo. Este arquivo possui 256 elementos ( N7:0 à N7:255) e gasta 01 palavra por elemento. Armazena valores na faixa de -32768 à 32767. ARQUIVO DE PONTO FLUTUANTE "F8". Este arquivo armazena valores numéricos decimais, possui 256 elementos e gasta 02 palavras por elemento, trabalha com valores na faixa de ± 1,754944 x 10 ^-38 à
± 3,4028

x 10 ^ +38.

ARQUIVOS PARA USO ALEATÓRIO DE 9 À 255. Estes arquivos podem representar qualquer um dos arquivos anteriores , podese criar um arquivo N10 , T11, C200, no entanto se criado o arquivo 10 ,por exemplo, não pode-se associar mais nenhum endereço a ele ou seja se você o criou N10 não poderá criar, por exemplo, um C10.

3.3 - ENDEREÇAMENTO

DE

ARQUIVOS (PILHAS).

Neste tipo de endereçamento usado em algumas instruções,pode-se definir índices de pilhas de dados ou seja você pode endereçar blocos de memória. Define-se o caractere # para configurar estes blocos. Por exemplo se temos # N7:0 , isto significa que temos uma pilha de dados começando em N7:0 cujo tamanho o usuário define na sua instrução.

N7:0 N7:1 N7:2 N7:3 N7:4 N7:5

# N7:0 Lenght: 6

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3.4 - ENDEREÇAMENTO INDIRETO:
Neste tipo de endereçamento o usuário poderá especificar um endereço como indireto através da troca do numero de arquivo,número de elemento ou subelemento com o símbolo "[ Xf:e.s ]" . A parte interna do colchete será então preenchida por um valor. Esse valor poderá corresponder a um endereço de arquivo,elemento ou sub- elemento. ex. Endereçamento indireto : B3:[ N10:2 ] SE ........... N10:2 = 5 Então ....... B3: [ N10:2 ] indicará o endereço B3:5 N[ N7:0 ] : [ N7:1 ]

3.5 - ENDEREÇAMENTO COMPLEMENTAR.
É utilizado quando se deseja obter a capacidade máxima dos pontos de Entrada e Saída do processador para tanto um rack deverá conter cartas que sejam simétricas às do chassi complementar. Por exemplo se tem na R I/O um módulo ASB e configura-se como complementar e no grupo 1 contêm um cartão de entrada , no Grupo 1 do cartão complementar terá de ser inserido um cartão de saída, pois sabe-se que um grupo pode conter até 16 terminais de entrada e 16 terminais de saída. Deste modo obtêm-se a capacidade máxima do processado

3.6 - ENDEREÇAMENTO INDEXADO:
Define-se um apontador de pilhas de dados , o valor em S:24, será o valor atual do elemento do endereço posterior à instrução designada pelo #.
MOV SOURCE: C5:0.ACC DEST S:24

ADD SOURCE A: N7:10 SOURCE B: # N7:50 DEST N32:20

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4. - INSTRUÇÕES:
4.1 INSTRUÇÕES DO TIPO RELÊ 4.1.1 - Generalidades:
- Examinar se Energizado ( XIC ) - Examinar se Desenergizado ( XIO ) - Energizar Saída ( OTE ) - Energizar Saída com Retenção ( OTL ) - Desenergizar Saída com Retenção ( OTU ) - Monoestável Sensível à Borda de Subida ( OSR ) Essas instruções são utilizadas em um único bit de dado, o qual pode ser endereçado sempre que necessário. Durante a operação, o controlador pode energizar ou desenergizar o bit, baseado na continuidade lógica das linhas do programa de aplicação. Os seguintes arquivos de dados utilizam as instruções de bit: - Arquivos de entrada e saída. As instruções representam entradas e saídas externas. - Arquivos de status. - Arquivo de bit. As instruções são utilizadas para a lógica de relê interna do programa. - Arquivos de temporizador, contador e controle. As instruções utilizam os vários bits de controle. - Arquivo de inteiro. As instruções são utilizadas ( a nível de bit ) á medida que são necessárias ao programa de aplicação.

4.1.2 - Instruções “Examinar”:
- Examinar se Energizado ( XIC ) - Examinar se Desenergizado ( XIO ) Essas instruções permitem que o controlador verifique o estado energizado/desenergizado de um endereço específico de bit na memória. “Um” ou “Zero”, armazenado no, endereço do bit, pode representar o estado real energizado ou desenergizado de um único dispositivo de E/S.

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4.1.2.1 - Examinar se Energizado ( XIC ):

Quando um dispositivo de entrada fecha seu circuito, o terminal de entrada conectado ao mesmo indica um estado energizado, que é refletido no bit correspondente do arquivo de entrada. Quando o controlador localiza uma instrução com o mesmo endereço, ele determina que o dispositivo de entrada está energizado, ou fechado, e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo de entrada não mais fecha seu circuito, o controlador verifica que o bit está desenergizado e ajusta a lógica dessa instrução para falsa ( tabela 1.A ).

4.1.2.2 - Examinar se Desenergizado ( XIO ):

Quando um dispositivo de entrada não é acionado, o terminal de entrada conectado a ele indica um estado desenergizado, que é refletido no bit correspondente do arquivo de entrada. Ao localizar uma instrução XIO com o mesmo endereço, o controlador determina que a entrada está desenergizada e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo é acionado, o controlador ajusta a lógica dessa instrução para falsa.

4.1.3 - Instruções Energizar/Desenergizar Saída:
Essas instruções são as seguintes: - Energizar Saída ( OTE ) - Energizar Saída com Retenção ( OTL ) -Desenergizar Saída com Retenção ( OTU )

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3. Também podem ser empregadas para inicializar valores de dados a nível de bit. o controlador desenergiza o bit. 51 .4.1 . 4. assim permanecerá. Caso essa lógica verdadeira não seja estabelecida.1.SLC500 CAMC. o controlador energiza o respectivo bit. mesmo após as condições da linha terem se tornado falsas. a instrução OTL é habilitada. Curso de Controlador Lógico Programável . . Se a mesma não for estabelecida e o bit correspondente na memória não tiver sido energizado previamente. a instrução OTE é desabilitada e o dispositivo de saída associado é desenergizado. Entretanto.Ocorrer um erro grave.A instrução OTE for programada dentro de uma zona MCR falsa. se a lógica verdadeira foi estabelecida previamente. Ao ser estabelecida uma lógica verdadeira na linha de programa que contém a instrução OTE.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.1. Caso a lógica verdadeira seja estabelecida com instruções de entrada. (L) (U) Quando se determina um endereço para a instrução OTL que corresponde ao endereço de um terminal do módulo de saída. . são utilizadas aos pares para qualquer bit da tabela de dados controlado pelas mesmas. geralmente.O controlador for alterado para o modo Operação ou teste. ou quando a alimentação é restaurada.Energizar saída ( OTE ): ( ) O estado de um terminal de saída é indicado através de um bit específico do arquivo de saída.Energizar Saída com Retenção ( OTL ) e desenergizar Saída com Retenção ( OTU ): Essas instruções são instruções de saída retentiva e.2 . O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha anterior às instruções OTL e OTU. Quando uma lógica verdadeira é estabelecida. fazendo com que o terminal seja acionado. a instrução OTU desenergiza seu bit correspondente na memória. o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado assim que o bit na memória for energizado.3. A instrução OTE é não-retentiva e a mesma é desabilitada quando: . Uma instrução OTU com o mesmo endereço da instrução OTL rearma ( desabilita ou desenergiza ) o bit na memória. MICROSIS RIO . a instrução OTL não será habilitada. Deve-se observar que uma instrução OTE habilitada em uma área de subrotina permanecerá habilitada até que haja uma nova varredura na área de subrotina. o bit na memória será retido energizado.

Quando o controlador passa do modo Operação para programação. operação imprevista pode ocorrer. Esse bit endereçado é energizado á medida que as condições anteriores à instrução OSR são verdadeiras e o mesmo é desenergizado quando as condições anteriores à instrução OSR são falsas. “congelar” valores exibidos muito rapidamente ( LED ). As instruções retentivas mantêm o seu estado. a última instrução verdadeira de Energizar ou Desenergizar Saída com Retenção continua a controlar o bit na memória.Monoestável Sensível à Borda de Subida: Esta instrução torna a linha verdadeira durante uma varredura com uma transição de falsa para verdadeira da condição anterior à atual da linha. Caso contrário. O programa de aplicação pode examinar um bit controlado pelas instruções OTL e OTU sempre que necessário.6.SLC500 CAMC.1.4 . 1.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. ou na queda de alimentação ( desde que haja uma bateria de back-up instalada ou um capacitor ). que controla a instrução de energizar saída com retenção. A saída passa a falsa e assim permanece durante várias varreduras até que a entrada realize uma nova transição de falsa para verdadeira.6 ( ) Na figura 1.4. ilustradas a seguir. 4. 4. passe a falsa.8. MICROSIS RIO . exibem a utilização da instrução ONS. Importante: As condições de entrada não devem ser posicionadas depois da instrução OSR em uma linha. quando a instrução de entrada passa de falsa para verdadeira. Curso de Controlador Lógico Programável .. como por exemplo.7 e 1. a instrução OSR condiciona a linha de forma que a saída fique verdadeira durante uma varredura do programa. 52 .1. O dispositivo da saída energiza com retenção é energizado mesmo que a condição na linha. As figuras 1. Ao retornar ao modo Operação ou no caso da alimentação ser restaurada. o controlador inicialmente varre todas as linhas como se fossem falsas.6. As aplicações para esta instrução incluem iniciar eventos acionados por um botão de comando. I:1/0 B3/0 O:0001/00 [OSR ] Figura 1.1 Parâmetros da Instrução OSR: Deve-se utilizar um endereço de bit de arquivo de bit ou do arquivo de inteiro.

ou seja.SLC500 CAMC. Curso de Controlador Lógico Programável . No PLC5 têm ainda a instrução de monestável sensível a borda de descida. 3 .Desenvolver o programa aplicativo para uma partida direta de um motor com sinalização de ligado. 2 . Exercícios Aplicativos: 1 .O endereço do bit utilizado para esta instrução deve ser específico.desligado e sobrecarga. (NF) NF ( T ) C1 C2 T NA LIGA C1 L1 L2 L3 MICROSIS RIO .Energizar uma lâmpada quando uma chave fim de curso fechar no campo.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 53 . DESL. não deve ser empregado em nenhuma outra parte do programa de aplicação.Acionar uma sirene quando um pressostato (NF) atuar no campo. Importante: Recomenda-se não utilizar um endereço de entrada ou saída juntamente com a instrução OSR.

A palavra 2 corresponde ao valor acumulado. Pode-se utilizar este bit para controlar um dispositivo de saída.Temporizador na Desenergização ( TOF ): conta intervalos de base de tempo quando a instrução é falsa. .768 a + 32. é o número de transições de falso para verdadeiro que ocorreram. A base de tempo é selecionada entre 0. Para os temporizadores. A palavra 1 é o valor pré-selecionado. . sendo que a mesma não pode ser utilizada com uma instrução TOF. Curso de Controlador Lógico Programável .Contador Crescente ( CTU ): a contagem é incrementada a cada transição de falso para verdadeiro.01s ou 1.SLC500 CAMC. 4.Generalidades: -Temporizador na Energização ( TON ): conta intervalos de bases de tempo quando a instrução é verdadeira.2. o valor acumulado é o número atual de intervalos temporizados que transcorreram. Os valores pré-selecionado e acumulado para temporizadores variam de 0 a + 32.0s . .01s ou 1.Instruções de temporizador e contador 4.Descrição: As instruções de temporizador e contador requerem três palavras do arquivo de dados.767 e os valores para contadores variam de -32.2 . ocorrerá um erro de run-time.Temporizador Retentivo ( RTO ): este temporizador retém o seu valor acumulado quando a instrução se torna falsa. causando falha no controlador.767. Quando o valor cumulado for igual ou maior que o valor pré-selecionado. A palavra 0 é a palavra de controle que contém os bits de estado da instrução.1 .Contador Decrescente ( CTD ): a contagem é decrementada a cada transição de falso para verdadeiro.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.4. para contadores. MICROSIS RIO . o bit de estado será energizado.Rearme de Temporizador/Contador ( RES ): esta instrução zera o valor acumulado e os bits de estado de um contador ou temporizador. Se o valor acumulado ou pré-selecionado do temporizador for um número negativo.2. A base de tempo é selecionada entre 0. . 54 . O valor pré-selecionado é o valor inserido para controlar a temporização ou contagem da instrução.2 .0s .

Curso de Controlador Lógico Programável .3.01 segundo ( 10 milisegundos ) 4. A imprecisão causada pela varredura do programa MICROSIS RIO .3.2 ): .Temporizador Retentivo ( RTO ) Essas instruções encontram-se descritas nas seções a seguir.Instruções de Temporizador .1.1 Bits de Estado Os dados da palavra de controle para as instruções de Temporizadores incluem ( figura 2.4.Três bits de estado do temporizador .3 Precisão A precisão de temporização está entre .1 15 EN 14 TT 13 DN Valor Pré-selecionado Valor Acumulado 4.0.2.Oito bits utilizados internamente para precisão da instrução de temporizador ( não é possível acessar esses bits a partir do dispositivo de programação ).2.Temporizador na Energização ( TON ) .SLC500 CAMC.3 .01 a 0 segundos com uma varredura de programa de até 2. Figura 2. 55 .2.5 segundos.2.3. 4.Temporizador na Desenergização ( TOF ) .2 Base de Tempo .0.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.0 segundos . A precisão aqui descrita se refere apenas à duração de tempo entre o momento que uma instrução de temporizador é habilitada ( bit de habilitação é energizado ) e o momento que o intervalo temporizado é completo ( bit de executado é energizado ).

o temporizador incrementa seu valor acumulado ( ACC ) a cada varredura até atingir o valor pré-selecionado ( PRE ). Quando o controlador retorna ao modo Operação ou Teste.3. ocorre o seguinte: . Deve-se também considerar o tempo necessário para energizar o dispositivo de saída. O bit de temporizador ( TT ) do temporizador é energizado quando a condição da linha é verdadeira e o valor acumulado é menor que o valor pré-selecionado. se a alimentação for perdida enquanto uma instrução TON está contando o tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado. O valor acumulado é zerado quando a condição da linha for falsa independente do temporizador ter ou não completado a temporização. Se a linha ficar 2. Se o controlador for passado do modo Operação ou Teste para Programação. esse bit é desenergizado. À medida que a condição da linha permanece verdadeira. pode acontecer o seguinte: MICROSIS RIO . enquanto o temporizador está registrando o tempo. Os resultados do temporizador podem ser imprecisos se as instruções JMP/LBL ou JSR/SBR fizerem com que o programa pule a linha que contém a instrução de temporizador. O bit de habilitação ( EN ) do temporizador é energizado quando a condição da linha é verdadeira. se o tempo exceder 2. Caso contrário. não haverá perda de tempo.5 segundos sem ser varrida.5 segundos.2 Formato da Instrução ( TON ) TON Timer on delay Timer: Time Base: Preset: Accum ( EN) (DN) A instrução de Temporizador na Energização ( TON ) inicia a contagem dos intervalos da base de tempo quando a condição da linha se torna verdadeira.SLC500 CAMC. porém.o valor acumulado permanece o mesmo. O bit de executado ( DN ) é energizado quando o valor acumulado é igual ao valor pré-selecionado e é desenergizado quando a condição da linha se torna falsa. Curso de Controlador Lógico Programável .os bits de habilitação e temporizados permanecem energizados. Quando o bit de executado é energizado ou a condição da linha é falsa. .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. ou então.pode ser maior que a base de tempo do temporizador.2. esse bit é desenergizado. 4. 56 .4 .Temporizador de Energização ( TON ) Figura 2. um erro de temporização não detectável irá ocorrer.

3. A instrução RES de contador/temporizador não deve ser empregada com a instrução TOF. pode acontecer o seguinte: . ocorre o seguinte: . o temporizador incrementa o seu valor acumulado ( ACC ) a cada varredura até atingir o valor pré-selecionado ( PRE ). o valor acumulado é zerado. ou então.se a linha for falsa.5 . sem ter atingido o valor pré-selecionado. 4. À medida que a condição da linha permanece falsa. o bit de habilitação é energizado e o bit de executado permanece energizado. independente do temporizador ter realizado a temporização.se a linha for verdadeira.Temporizador na Desenergização ( TOF ) A instrução de temporizador na desenergização ( TOF ) inicia a contagem dos intervalos da base de tempo quando a linha realiza uma transição verdadeira para falsa. Caso contrário. O bit de habilitação ( EN ) é energizado quando a condição da linha é verdadeira. Quando o controlador retorna ao modo Operação ou Teste. .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.2. esse bit é desenergizado. o bit de temporizado é desenergizado.o valor acumulado permanece o mesmo. . o valor acumulado e ajustado conforme especificado no valor pré-selecionado e os bits de controle serão desenergizados.os bits de executado e temporizado permanecem energizados.se a linha for verdadeira. o valor acumulado é zerado e os bits de controle são desenergizados. 57 . Curso de Controlador Lógico Programável . o valor acumulado é zerado e os bits de habilitação e temporizado permanecem energizados. MICROSIS RIO . Esse bit é desenergizado quando a condição for verdadeira ou quando o bit de executado for desenergizado. . . O bit de executado ( DN ) é desenergizado quando o valor acumulado é igual ao valor pré-selecionado e o mesmo é energizado quando a condição da linha se torna verdadeira.se a linha for falsa..o bit de habilitação permanece desenergizado. O valor acumulado é zerado quando a condição da linha for verdadeira. Se o controlador foi passado do modo Teste ou Operação para Programação. se a alimentação for perdida enquanto uma instrução TOF estiver contando o tempo. O bit de temporizado ( TT ) é energizado quando a condição da linha é falsa e o valor acumulado é inferior ao valor pré-selecionado.SLC500 CAMC.

O valor acumulado é retido quando: . o valor acumulado e os bits de controle são desenergizados. Pode-se utilizar esta instrução para energizar ou desenergizar uma saída dependendo da lógica do programa. o valor acumulado permanecerá o mesmo e os bits de temporizado e MICROSIS RIO .o bit de temporizado ( TT ) da instrução de Temporizador Retentivo energizado quando a condição da linha é verdadeira e o valor acumulado menor que o valor pré-selecionado.Temporizador Retentivo ( RTO ) A instrução RTO inicia a contagem dos intervalos da base de tempo quando a condição da linha se torna verdadeira. o bit de temporizado desenergizado. Os bits de estado da instrução RTO operam como descrito a seguir: . e o bit de temporizado e de habilitação permanecerão energizados. Se a linha for falsa.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Quando o controlador é passado do modo Operação ou Teste para Programação ou Falha. Quando essa instrução com o mesmo endereço da instrução RTO for habilitada. o temporizador incrementa o seu valor acumulado ( ACC ) a cada varredura até atingir o valor pré-selecionado( PRE ). Curso de Controlador Lógico Programável . é é a é . Quando a condição da linha passa falsa ou quando o bit de executado é energizado.6 . À medida que a condição da linha permanece verdadeira. Quando se retorna ao modo Operação ou Teste ou a alimentação é restaurada. o temporizador retentivo mede o período em que a condição da linha está verdadeira.2.SLC500 CAMC. Ao reter o seu valor acumulado. O valor acumulado permanecerá o mesmo e continuará registrando o tempo a partir de onde parou. o bit de habilitação e o de temporizado permanecem energizados e o valor acumulado permanece o mesmo.o controlador é alterado de Operação ou Teste para Programação.a condição da linha se torna falsa. .3. 58 .4.ocorre uma falha.o controlador perde a alimentação ( desde que seja mantida a bateria de back up ). esse bit não é desenergizado quando a condição da linha se torna falsa. Quando o controlador retorna ao modo Operação ou Teste e/ou a condição da linha passa a verdadeira. se a linha for verdadeira.o bit executado ( DN ) é energizado quando o valor acumulado é igual ao valor pré-selecionado.o bit de habilitação (EN ) é energizado quando a condição da linha é verdadeira e é desenergizado quando a condição se torna falsa. a temporização continua a partir do valor acumulado retido. . . O valor acumulado deve ser zerado pela instrução RES. ou então quando a alimentação é perdida enquanto o temporizador está registrando o tempo sem ainda ter atingido o valor préselecionado. . No entanto. ele só é desenergizado quando a instrução RES é habilitada.

desde que haja uma varredura entre essas transições.6 Palavra de Controle da Instrução de Contador 15 14 13 DN 12 11 10 OV UN UA Não Utilizada CU CD Valor Pré-selecionado Valor Acunulado Os valores acumulado e pré-selecionado são armazenados como números Quando as condições da linha para uma instrução CTU passam de falsa para verdadeira. Counter: Preset: Accum (CU ) ( DN) As instruções de Contador Crescente ( CTU ) e Contador Decrescente(CTD ) contam as transições de falsa para verdadeira. Curso de Controlador Lógico Programável . conforme ilustra a figura 2. assim permanece até que uma instrução RES.2. o valor acumulado é incrementado de um. A palavra de controle para as instruções de contador incluem seis bits de estado.SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. e uma palavra de controle associada. com o mesmo endereço da instrução de contador.3. Figura 2.Instruções de Contador Crescente/Decrescente ( CTU e CTD ): Figura 2.5 Formato das Instruções CTU e CTD CTU Count Up. seja habilitada. Cada contagem é retida quando as condições da linha se tornam falsas e. 59 .7 . Cada instrução de contador possui um valor pré-selecionado e acumulado.habilitação serão desenergizados e o bit de executado permanecerá em seu último estado. 4. Quando isto ocorre sucessivamente até MICROSIS RIO . as quais podem ser causadas por eventos que ocorrem no programa. tais como peças que passam por um detetor.

é habilitada. Quando a instrução CTD conta além do seu valor pré-selecionado e atinge ( 32.1 ). Também é possível desenergizálo. O bit 15 da palavra de controle da instrução de Contador é o bit de habilitação de Contador Crescente ( CU ). permanecendo neste estado se o valor acumulado exceder o valor pré-selecionado. o bit de executado ( bit 13 ) do contador é desenergizado. Isso é indicado quando o bit 12.767 e continua a contagem decrescente a partir daí. Pode-se desenergizar esse bit.767 com uma instrução CTD. Quando ocorrer um número suficiente de contagens e o valor acumulado se tornar menor que o valor pré-selecionado. restaurada. o valor acumulado atinge 32. incrementando a contagem para um valor maior ou igual a 32. Esse bit é energizado quando a condição da linha é verdadeira e é desenergizado quando a condição da linha se torna falsa ( contador decrescente desabilitado ) ou a instrução apropriada de desenergização é habilitada. O bit 14 da palavra de controle da instrução de contador é o bit de habilitação de contador crescente ( CD ).768 com uma instrução CTU com o mesmo endereço da instrução CTD. Quando a contagem ultrapassa o valor pré-selecionado e atinge ( 32.768 e continua a contagem crescente a partir daí. 60 . O bit 10 da palavra de controle da instrução de contador é o bit de atualização de acumulador ( UA ) utilizado para o contador de alta MICROSIS RIO .768 . com o mesmo endereço da instrução CTU. Pode-se desenergizar o bit de overflow habilitando-se uma instrução RES com o mesmo endereço da instrução CTU.767+1 ). Curso de Controlador Lógico Programável . Quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. o bit de underflow ( bit 11 ) é energizado. As instruções CTU e CTD são retentivas. Os estados energizado ou desenergizado dos bits de executado. habilitando-se a instrução RES apropriada.SLC500 CAMC. O valor acumulado é retido depois que a instrução CTU ou CTD passa a falsa e quando a alimentação do controlador é removida e. decrementando a contagem para um valor menor ou igual a 32.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. bit de overflow ( OV ). a seguir. overflow e onderflow também são retentivos. é energizado. Quando o bit de underflow ( UN ) é energizado. ocorre uma condição de overflow. O valor acumulado do contador é decrementado a cada transição de falsa para verdadeira. Esse bit é energizado quando a condição da linha é verdadeira e desenergizado quando a condição da linha se torna falsa ou uma instrução RES. Esses bits de controle e o valor acumulado são zerados quando a instrução RES é habilitada. A instrução CTU pode contar além de seu valor pré-selecionado. Pode-se também desenergizá-lo. o bit de executado é energizado. As instruções CTD também contam as transições da linha de falsa para verdadeira. o valor acumulado atinge + 32.que o valor acumulado se torne igual ao valor pré-selecionado.

ela zera a instrução de Temporizador.SLC500 CAMC. Se a linha do contador for habilitada. o bit de temporizado e o bit de habilitação. Contador Crescente ou Contador Decrescente com o mesmo endereço da instrução RES. Isto.velocidade ( HSC ) nos controladores de E/S fixa.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. não utilize-a para zerar uma instrução TOF. A seguir. a instrução RES coloca o valor acumulado em zero. então. quando uma instrução RES é habilitada. MICROSIS RIO . Quando a instrução RES é habilitada. Caso o valor pré-selecionado seja negativo. o bit de executado. Exercício Aplicativo: Programar um relógio que conte horas. Já em uma instrução de Contador Crescente ou Decrescente são zeradas o valor acumulado. o bit de atualização do acumulador ( UA ) é desenergizado.Instrução de Rearme de Temporizador/Contador ( RES ) Figura 2. Curso de Controlador Lógico Programável . são zerados o valor acumulado.minutos e segundos. os bits de overflow ou underflow. o bit de executado e o bit de habilitação.8 Formato da Instrução RES ( RES ) Utiliza-se uma instrução RES para zerar instruções de Contador e Temporizador.8 . 61 . o valor acumulado no registrador interno do controlador é lido e armazenado no valor acumulado da instrução. 4. leva o bit de executado a ser energizado pela instrução de contador crescente ou decrescente. Quando esse bit é energizado.3. o bit CU ou CD será desenergizado assim que a instrução RES for habilitada.2. Atenção: Já que a instrução zera o valor acumulado. Em uma instrução de Temporizador. o bit de executado e o bit de temporizado de uma instrução de temporizador.

SLC500 CAMC.Mensagem ( MSG ) . A instrução é executada a qualquer momento ou pode ficar aguardando para serem executadas em uma ordem seqüencial. Curso de Controlador Lógico Programável . A instrução não pode ser programada no "shoebox" ou 5/01.Executa Comunicação ( SVC ) 4. A instrução de mensagem pode ser programada para realizar uma escrita ou leitura de mensagem.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.4. MICROSIS RIO . .3 . Write: controlador está enviando os dados.Uma cpu SLC500 na rede. 62 .INSTRUÇÃO DE MSG: Utilizada fazer uma escrita ou leitura de mensagens na rede ou em um canal do CLP.3. Endereço do bloco de controle instrução. Os dados são enviadas ao final de cada varredura .3. Estação destino: 485 CIF .dispositivo na rede DH485.2 . 500CPU . em diante. controladores SLC . Tamanho do bloco de controle.1 .Generalidades: Instruções utilizadas com controladores com estrutura de E/S fixa. MESSAGE READ/WRITE TARGET DEVICE CONTROL BLOCK CONTROL BLOCK LENGHT Read: controlador local está recebendo os dados.5/01 e SLC . ou qualquer outro dispositivo diferente do SLC 500 ( utilizando o arquivo de dados 9 nos Controladores SLC 500 ). A estação destino pode ser um outro controlador SLC 500 da rede. Instruções de Mensagem comunicação de E/S: 4.5/02. Esta é uma instrução de saída que permite a transferência de dados de uma estação para outra na rede de comunicação DH-485.

Este bit é energizado quando uma ou mais mensagens no programa são habilitadas e estão aguardando mas nenhuma mensagem está sendo transmitida no momento. o bit é novamente energizado se houver mais mensagens aguardando.485. Três bits do arquivo de estado referem-se á instrução MSG: Bit S:2/5 Envio de Resposta Pendente na Rede DH . é necessário armazenar dados no seu programa de aplicação. Ao término da transmissão. ( “Bit de Seleção de Execução de Comunicação DH . Este bit é energizado quando uma outra estação da rede DH .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.485 solicitou informações. O controlador pode executar uma instrução de mensagem a qualquer momento. Assim que é iniciada a transmissão de uma mensagem. Deve-se considerar a condição dos bits do arquivo de estado S:2/15. mas pode manter várias mensagens “habilitadas e aguardando”. o bit é desenergizado.485 forneceu as informações solicitadas na instrução MSG do controlador. Esse bit pode ser energizado a qualquer momento e o mesmo é desenergizado quando o controlador executa a solicitação ( ou comando ).SLC500 CAMC. Bit S:2/6 Resposta de Mensagem Pendente na Rede DH . a comunicação pode ocorrer entre dois Controladores ou entre um controlador e um controlador com estrutura fixa ou controlador SLC . sendo que para maiores informações. Curso de Controlador Lógico Programável . Este bit é desenergizado quando o controlador armazena a informação e atualiza a instrução MSG. ( A instrução não pode ser programada no controlador com estrutura fixa ou no controlador SLC . consulte o capítulo 12. Bit S:2/7 Comando de Envio de Mensagem Pendente Somente leitura. MICROSIS RIO . 63 . ou permanece desenergizado se não tiver mais nenhuma mensagem aguardando. Esse bit pode ser utilizado como uma condição da instrução SVC para melhorar o desempenho das comunicações do controlador. As mensagens que estão aguardando são executadas uma de cada vez em uma ordem seqüencial ( a primeira a entrar é a primeira a sair ). Preferencialmente.5/01.485 Somente leitura.5/01 ). Somente leitura. Pode-se utilizar este bit como condição de uma instrução SVC para melhorar o desempenho das comunicações de controlador. Em alguns casos. esses dados são enviados ao final da varredura ou quando uma instrução SVC ou REF do programa de aplicação for habilitada.485” ) e S:2/8 ( “Modo de Endereçamento CIF” ). Este bit é energizado quando o controlador determina que uma outra estação da rede DH . Pode-se utilizar este bit como condição de uma instrução SVC para melhorar a capacidade das comunicações de seu controlador.Quando a estação destino é o SLC 500. Os dados associados a uma instrução de escrita de mensagem não são enviadas ao habilitar a instrução.

.5/01 ou SLC 5/02 ( 500 CPU ) ou um outro dispositivo diferente do SLC 500 ( 485 CIF ).A leitura indica que o controlador local ( controlador em que a instrução se encontra localizada ) está recebendo dados.A estação destino pode ser um controlador com estrutura de E/S fixa. Curso de Controlador Lógico Programável . MICROSIS RIO .Target Device ( Estação Destino ) . .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. deve-se especificar a estação destino e o bloco de controle para a instrução MSG.SLC500 CAMC. endereço do arquivo destino e outros dados associados com a instrução de mensagem. É um arquivo de 7 elementos que contém os bits de estado.Read/Write ( Leitura/Escrita ) . A seguir. deve-se especificar se a mensagem será lida ou escrita. 64 .Control Block Lengh ( Tamanho do Bloco de Controle ) . a estação destino é o controlador que está enviando os dados.4. um controlador SLC . a escrita indica que o controlador está enviando dados.PARÂMETROS DA INSTRUÇÃO MSG: Depois de introduzir a instrução MSG na linha.3.Control Block ( Bloco de Controle ) . Para instruções de leitura de mensagem. .Esse parâmetro é fixo em 7 elementos e o mesmo não pode ser alterado.Este é um endereço de arquivo inteiro introduzido pelo usuário. .3 .

Target Device e Control Block. Se a estação destino for um 485 CIF. Se a estação destino for um 500 CPU. Os tipos de arquivos válidos são S. este parâmetro corresponde ao endereço do arquivo destino ou fonte no controlador destino. MICROSIS RIO .SLC500 CAMC. C. Curso de Controlador Lógico Programável . No caso da instrução de leitura de mensagem ( Read ). T . Se for uma instrução de escrita de mensagem ( Write ). a coluna à esquerda apresenta os dados que já foram introduzidos para os parâmetros Read/Write. B. 65 . o software de programação RSLOGIX exibirá a tela da figura abaixo.Assim que o endereço do bloco de controle foi introduzido. o parâmetro configurado por esta tecla de função corresponde ao endereço no controlador local que irá receber os dados ( Local Destination File Address ).2. B. R e N. Os tipos de arquivos válidos são S. Permite introduzir o número da estação do controlador que irá se comunicar com o controlador local.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. T.2 Tela de Introdução de Dados Na tela da figura 3. este é o valor da primeira palavra do arquivo de interface comum. Essa tecla corresponde ao tamanho da mensagem ( em elementos ). C E N. Figura 3. este parâmetro corresponde ao endereço no controlador local que irá enviar os dados ( Local Source File Address ). Os elementos de uma palavra são limitados em um tamanho máximo de 42.

Bit de Executado .Este bit é energizado assim que o bit de habilitação é energizado e indica que uma mensagem está aguardando para ser enviada. O bit EN permanece energizado até que a transmissão da mensagem seja completada e a linha passe a falsa.NR .ER . MICROSIS RIO .ST . C.EN . .TO . O bit ST é desenergizado quando o bit de executado ( DN ) ou bit de erro ( ER ) é energizado. um arquivo destino do tipo N ( inteiro ) e tamanho com valor 1 irá transferir uma palavra de informação. O programa de aplicação deve fornecer o seu próprio valor do timeout.Os elementos de três palavras ( T. . a coluna a direita ilustra os vários bits de estado associados à instrução MSG.Este bit é energizado quando a estação da linha passa a verdadeira e a instrução está sendo executada. .Pode-se energizar este bit para remover uma instrução de mensagem ativa do controlador. um arquivo destino do tipo C e um comprimento com valor 1 irá transferir 3 palavras. 66 . 4. O bit NR é desenergizado quando o bit de erro ( ER ) ou o bit de executado ( DN ) é energizado. Curso de Controlador Lógico Programável .Este bit é energizado quando o controlador recebe a confirmação da estação destino. Exemplos: uma instrução de leitura de mensagem que especifique o arquivo origem do tipo C ( Contador ).Bit de Partida . .Bit de Erro . .EW .Bit de Habilitação .Bit de Resposta Não Recebida . R ) são limitadas em um tamanho máximo de 13.Este bit é energizado quando a falha na transição da mensagem. O tipo de arquivo destino determina o número de palavras transferidas.3. O bit ER é desenergizado na próxima vez que a linha associada passa de falsa para verdadeira. Uma instrução de leitura de mensagem que especifique um arquivo origem do tipo N.Este bit é energizado se o controlador destino não responder à primeira solicitação de mensagem.Bit de Habilitado e Aguardando .DN . . .Este bit é energizado quando a mensagem é transmitida com sucesso.Bit de Timeout ( limite de tempo excedido ) .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC.4 BITS DE ESTADO DA INSTRUÇÃO MSG Na tela da figura. O bit DN é desenergizado na próxima vez que a linha associada a instrução passar de falsa para verdadeira.

Bloco de Controle
A figura 3.3 ilustra o bloco de controle quando um controlador com estrutura de E/S fixa ou um SLC - 5/01 ou SLC - 5/02 ( 500 CPU ) for selecionado como estação destino.
Figura 3.3

Bloco de Controle ( 500 CPU ) 15 14 13 12 11 10
EN ST DN ER EW

09 08 07 06 05 04 03
NR TO CODIGO DE ERRO

02

01

00

Numero do Nó Reservado para tamanho em palavras Número do arquivo Tipo de Arquivo

Numero do elemento Reservado

A figura 3.4 ilustra o bloco de controle quando um dispositivo diferente do SLC 500 ( 485 CIF ) for selecionado como estação destino.
Figura 3.4

Bloco de Controle ( 485 CIF ) 15 14 13 12 11 10
EN ST DN ER EW Numero do Nó Reservado para tamanho em palavras Palavra ilustra A figura 3.4 offset o bloco de controle quand500 ( 485 CIF Não Utilizada

09 08 07 06 05 04 03 02 01 00
NR TO CODIGO DE ERRO

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4.4 - Instruções de Comparação
4.4.1 - Generalidades:
Instruções utilizadas em controladores PLC5 - Igual a ( EQU ); - Diferente ( NEQ ); - Menor que ( LES ); - Menor ou igual a ( LEQ ); - Maior que ( GRT ); - Maior ou igual a ( GEQ ); - Igual mascarada ( MEQ ). - Teste limite ( LIM )

4.4.2 - Igual a ( EQU )
Figura 4.1

Formato da instrução EQU
EQU EQUAL SOURCE A: SOURCE B:

(

)

Quando os valores dos parâmetros Source A ( Fonte A ) e Source B ( Fonte B ) forem iguais, esta instrução será logicamente verdadeira. Se estes valores não forem iguais, a instrução será falsa. Parâmetros da Instrução EQU Deve-se introduzir um endereço de palavra para Source A. Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra Source B.

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4.4.3 - Diferente ( NEQ )
Figura 4.2

Formato da instrução NEQ

NEQ NOT EQUAL SOURCE A: SOURCE B:

(

)

Quando os valores dos parâmetros Source A e Source B não forem iguais, esta instrução será logicamente verdadeira. Se esses dois valores forem iguais, esta instrução será falsa. Parâmetros da Instrução NEQ Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A. Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra para Source B.

4.4.4 - Menor que ( LES )
Figura 4.3

Formato da instrução LES
LES LESS THAM SOURCE A: SOURCE B:

(

)

Quando o valor do parâmetro Source A for menor que o valor de Source B, esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor de Source A for menor ou igual ao valor de Source B, esta instrução será falsa.

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4.SLC500 CAMC. 4. Curso de Controlador Lógico Programável .5 Formato da instrução GRT GRT GREATER THAM SOURCE A: SOURCE B: ( ) MICROSIS RIO .6 .5 . Números inteiros com sinal são armazenados na forma de complemento de 2.Parâmetros da instrução LES Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A. Números inteiros com sinal são armazenados na forma de complemento de 2.Maior que ( GRT ) Figura 4. Pode-se introduzir uma constante de programa ou endereço de palavra para Source B.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra para Source B. 4.Menor ou igual a ( LEQ ) Figura 4.4 Formato da instrução LEQ LES LESS THAM SOURCE A: SOURCE B: ( ) Quando o valor do parâmetro de Source A for menor ou igual ao valor de Source B. esta instrução será logicamente verdadeira. esta instrução será falsa.4. Se o valor de Source A for maior que o valor de Source B. Parâmetros da instrução LES Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A. 70 .

Se o valor de Source A for menor ou igual ao valor de Source B.4.Igual Mascarada ( MEQ ) Figura 4.7 MEQ MASKED EQUAL SOURCE : MASK: COMPARE: ( ) MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Números inteiros com sinal são armazenados na forma de complemento de 2. esta instrução será logicamente verdadeira. Curso de Controlador Lógico Programável .8 . 4. esta instrução será logicamente verdadeira.7 . 71 .7 Formato da instrução 4. Parâmetros da instrução GEQ Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A.4. Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra para Source B. Parâmetros da instrução GRT Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A.Quando o valor do parâmetro Source A for maior que o valor de Source B. esta instrução será falsa. 4. Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra para Source B.Maior ou igual a ( GEQ ) Figura 4.6 Formato da instrução GEQ GEQ GRTR THAN OR EQUAL SOURCE A: SOURCE B: ( ) Quando o valor do parâmetro de Source A for maior ou igual ao valor de Source B.SLC500 CAMC.

4. .Compare .Esta instrução de entrada. 72 . Parâmetros da instrução LIM Os valores dos parâmetros identificados por Low Limit. A instrução é verdadeira.4.Teste limite ( LIM ) Figura 4. já os bits iguais a 1 permitem que seja realizada a comparação.Mask .endereço fonte do valor que se deseja comparar. observando-se as seguintes restrições: MICROSIS RIO . Test e High Limit podem ser programados com endereços de palavra ou constantes do programa. Curso de Controlador Lógico Programável . a instrução é verdadeira.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.9 . dependendo de como foram ajustados os limites.SLC500 CAMC.valor inteiro ou endereço de referência para a comparação. compara dados de um endereço fonte com dados de um endereço de referência. Se os 16 bits de dados de um endereço fonte forem iguais aos 16 bits de dados do endereço de referência ( exceto os bits mascarados ).8 Formato da instrução LIM LIM LIMIT TEST LOW LIM: TEST: HIGH LIM: ( ) Esta instrução de entrada testa os valores dentro ou fora de uma faixa específica.endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados ou um valor hexadecimal. permitindo que parte desses dados sejam mascaradas através de uma palavra. .Source . Os bits da palavra de máscara iguais a 0 mascaram os dados. Parâmetros da instrução MEQ Os parâmetros da instrução MEQ são os seguintes: .

Estado Verdadeiro/Falso da Instrução Se o Low Limit ( limite inferior ) possuir um valor menor que High Limit ( limite superior ). 3) . Se a rotação cair de 20 % deverá desligar o motor que aciona este tambor . o Low Limit e o High Limit podem ser constante de programa ou um endereço de palavra. a instrução será falsa.Acionar uma sirene quando a temperatura de um forno armazenada em N7:10 estiver entre 1000° C e 1500° C.se o parâmetro Test for uma constante do programa.. Se o Low Limit possui um valor maior que o High Limit. Curso de Controlador Lógico Programável . a instrução será falsa quando o valor do parâmetro Test estiver entre os limites. Se o valor de Test estiver fora dos limites. Neste tambor está instalado um sensor que a cada rotação energiza à entrada 0 de CLP SENSOR TAMBOR MOTOR MICROSIS RIO . 2 ) . a instrução será verdadeira.se o parâmetro Test for um endereço de palavra.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 73 . A rotação é de 60 RPM. Exercícios aplicativos: 1 ) . . Se o valor de Test for igual a um dos limites ou estiver fora dos limites. a instrução será verdadeira quando o valor estiver entre os limites ou for igual a um dos limites.Desejamos supervisionar a rotação de um tambor.SLC500 CAMC. tanto o Low Limit como o High Limit devem ter endereços de palavra.Energizar uma lâmpada quando o valor de um tanque armazenado em N7:6 for igual à 100 metros.

Negação ( NEG ).5.5 . Curso de Controlador Lógico Programável . movimentação ou lógica. Parâmetros das Instruções . S:0/0 . S:0/3 . Bits de Estado Aritméticos Depois que uma instrução for executada.Generalidades: . . . caso contrário. não é possível introduzir constantes de programas nos dois operandos.Adição ( ADD ).Zeramento ( CLR ). . S:0/1 . .endereço destino referente ao resultado da operação. pode ser endereço (s) de palavra ou constante (s) de programa.Sinal (S).Carry (C).Subtração ( SUB ). Se a instrução tiver dois operandos Source.Source . . movimentação ou lógica. . .1 . .SLC500 CAMC.Instruções Matemáticas 4. MICROSIS RIO .Energizado se for gerado um carry ( vai 1 ). .Indica que o resultado de uma instrução matemática é muito grande para o destino.Indica um valor negativo ( menor que 0 ) após uma instrução matemática.Zero (Z). V.Overflow (V).Dupla Divisão ( DDV ).Dest . . os bits de estado aritméticos ( C. S:0/2 .Raiz quadrada ( SQR ).Multiplicação ( MUL ). desenergizado. .endereço (s) do (s) valor (res) em que a operação matemática será executada.Indica um valor 0 depois de uma instrução matemática. . 74 . Z e S ) do arquivo de estado são atualizados.4.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Decodificação ( DCD ).Divisão ( DIV ). .

armazenado no destino. O valor -32.Subtração ( SUB ) Figura 5. Bits de Estado Aritméticos S:0 C . armazenado no destino.energizado se o resultado for zero.Adição ( ADD ) Figura 5. caso contrário.3 . desenergizado. Curso de Controlador Lógico Programável .5. caso contrário.767 é introduzido no destino. 75 .energizado se for gerado um carry ( vai 1 ).1 Formato da instrução ADD ADD SOURCE A: SOURCE B: DEST: O valor de Source A é somado ao valor de Source B e. Z . MICROSIS RIO .energizado se for detectado overflow no destino. Em overflow. caso contrário.768 ou 32.2 . desenergizado. então. 4. caso contrário. o bit de erro de overflow também é energizado.4.2 Formato da Instrução SUB SUB SOURCE A: SOURCE B: DEST: O valor do parâmetro Source B é subtraído do valor de Source A e. desenergizado. então.SLC500 CAMC.energizado se o resultado for um valor negativo. S .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. V . desenergizado.5.

energizado se o resultado for negativo. será desenergizado.energizado se for gerado um borrow ( vem 1 ). é desenergizado.sempre desenergizado. MICROSIS RIO . o bit de erro de overflow também é energizado. é desenergizado. 76 . Em underflow.energizado se o resultado for zero. então. caso contrário é desenergizado.767 ou -32. caso contrário.767 é colocado no destino. caso contrário. V . S . caso contrário. 4.768 é introduzido no destino. Bits de Estado Aritméticos C .energizado se for detectado underflow.4 Formato da Instrução MUL MUL SOURCE A: SOURCE B: DEST: O valor do parâmetro Source A é multiplicado pelo valor de Source B e. é desenergizado.SLC500 CAMC. Z .768 ou 32. V . O valor 32. desenergizado. armazenado no destino. desenergizado. Z . Em overflow.Multiplicação ( MUL ) Figura 5. o bit de erro de overflow também é energizado.Bits de Estado Aritméticos C .energizado se um overflow for detectado no destino.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Curso de Controlador Lógico Programável . caso contrário. e o valor 32.energizado se o resultado for zero. S .5. caso contrário.energizado se o resultado for um valor negativo.4 . caso contrário.

Bits de Estado Aritméticos C .SLC500 CAMC.5. O quociente não arredondado é armazenado na palavra mais significativa do registrador matemático.energizado se o resultado for um valor negativo. caso contrário. é desenergizado.sempre desenergizado.5 .767 é colocado no destino.Divisão ( DIV ) Figura 5. caso contrário. V . será desenergizado.energizado no caso de divisão por zero ou overflow. o bit de erro de overflow é energizado. Z .5. indefinido se o bit de overflow estiver energizado. O resto é colocado na palavra menos significativa do registrador matemático.NEGAÇÃO ( NEG ) Figura 5.5 Formato da Instrução DIV DIV SOURCE A: SOURCE B: DEST: O valor do parâmetro Source A é dividido pelo valor de Source B com o quociente arredondado sendo armazenado no destino. Em overflow.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. indefinido se o bit de overflow estiver energizado. desenergizado.energizado se o resultado for zero. Curso de Controlador Lógico Programável . O valor 32. caso contrário. 77 .7 Formato de Instrução NEG NEG SOURCE: DEST: O valor do parâmetro Source é subtraído de 0 e armazenado no destino. 4. S .4. MICROSIS RIO .6 .

5. Curso de Controlador Lógico Programável . caso contrário. desenergizado.767 é colocado no destino.RAIZ QUADRADA ( SQR ) A figura 5. V .8 . Figura 5.17 apresenta o formato da Instrução de Raiz Quadrada ( SQR ).7 . será desenergizado. Z . Em overflow. S . caso contrário. 4. o bit de erro de overflow também é energizado.desenergizado se 0 ou overflow.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 78 .17 Formato da instrução SQR SQR SQUARE ROAT: SOURCE : DEST: MICROSIS RIO . caso contrário.energizado se o resultado for zero.energizado se o resultado for um valor negativo.ZERAMENTO ( CLR ) Figura 5.SLC500 CAMC. 4. caso contrário.5.Bits de Estado Aritméticos C .energizado se overflow. será desenergizado.8 Formato de Instrução CLR CLR DEST O valor destino é zerado. O valor 35. será energizado.

reservado. a raiz quadrada do valor absoluto da fonte é calculada e o resultado arredondado é colocado no destino. permitem realizar as operações lógicas e de movimentação. V. .E ( AND ). A instrução irá calcular a raiz quadrada de um número negativo sem apresente overflow ou falhas. Nas aplicações onde o valor do endereço fonte pode ser negativo. . S .Source .Complementação ( NOT ).SLC500 CAMC. Deve ser um endereço de palavra. Essas instruções são as seguintes: . . ( . não é possível introduzir constantes de programa nos dois operandos. 4.Este é o endereço destino referente ao resultado da operação lógica ou de movimentação.Ou ( OR ). os bits de estado aritméticos C.Energizado se for gerado um carry ( vai 1 ). Z .energizado quando o valor destino é zero.Dest . Bits de Estado Aritméticos C . deve-se utilizar uma instrução de comparação para avaliar esse valor a fim de determinar se o destino pode ser um número não-válido. Curso de Controlador Lógico Programável .Carry (C).EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Z e S ) do arquivo de estado são atualizados.6 . .Ou Exclusivo ( XOR ).sempre desenergizado. Bits de Estado Aritméticos Depois que uma instrução for executada.Quando esta instrução é verdadeira. .Instruções Lógicas e de movimentação 4.1 .Este é o endereço fonte referente ao valor onde a operação lógica ou de movimentação é executada. . Parâmetros das Instruções . MICROSIS RIO . caso contrário. 79 . V . desenergizado. desenergizado.Movimentação ( MOV ). Pode ser um endereço de palavra ou uma constante de programa.Indica que o resultado de uma instrução matemática é muito grande para o destino. Se a instrução tiver dois operandos fonte.Overflow (V).GENERALIDADES: As instruções de saída utilizadas com os Controladores.6. . .sempre desenergizado. . caso contrário.Movimento com Máscara ( MVM ).

Source . S .sempre desenergizado.endereço destino para onde a instrução move o dado. Bits de Estado Aritméticos C . Parâmetros da Instrução MOV . caso contrário.Zero (Z). Se este bit estiver energizado na execução da declaração de fim de programa ( END ) ou uma instrução TND. 80 .sempre desenergizado.Sinal (S). 4.SLC500 CAMC. movimentação ou lógica.6.Indica um valor 0 depois de uma instrução matemática. movimentação ou lógica. .MOVIMENTAÇÃO ( MOV ) Figura 6.energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é energizado ). Registrador Matemático ( S:13 e S:14 ) As instruções lógicas e de movimentação não afetam o registrador matemático.energizado se o resultado for zero. ..Dest . . MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável .1 Formato de instrução MOV MOV MOVE SOURCE : DEST: O controlador move o valor da fonte ( Source ) para o destino ( Dest ).2 . Bit de Erro de Overflow ( S:5/0 ) Bit de falha de advertência energizado na detecção de um overflow ou divisão por 0. S. será desenergizado.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Z .endereço fonte do dado que se deseja mover. uma falha grave será indicada.Indica um valor negativo ( menor que 0 ) após uma instrução matemática. V .

Z . Os dados são mascarados quando os bits da palavra de máscara estão desenergizados e são transferidos quando os bits da palavra de máscara estão energizados.endereço da máscara através do qual a instrução movimenta os dados ( pode ser um valor em hexa ). Parâmetros da Instrução MVM . MICROSIS RIO . .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. não são alterados. caso contrário. 81 . .energizado se o resultado for uma valor negativo.Dest . os dados no endereço fonte passam através da máscara para o endereço destino .sempre desenergizado.Mask .sempre desenergizado.4.2 Formato da Instrução MVM MVM MASKED MOVE SOURCE : MASK DEST: A instrução de movimento com máscara é uma instrução de palavra que move os dados de uma localização fonte para um destino e permite que partes desses dados sejam mascarados por uma palavra. Bits de estado Aritméticos C . Os bits da palavra de destino.endereço destino para onde a instrução move os dados. Operação da Instrução MVM Quando a condição da linha que contém esta instrução for verdadeira.6. Curso de Controlador Lógico Programável . V .Source . Os bits da palavra de máscara podem ser fixados utilizando-se um valor constante ou podem ser alterados atribuindo à máscara um endereço direto.endereço fonte dos dados que se deseja movimentar. S . palavra correspondente aos zeros da palavra de máscara.SLC500 CAMC.energizado se o resultado for zero.MOVIMENTO COM MÁSCARA ( MVM ) Figura 6. a instrução movimenta os mesmos dados a cada varredura. Enquanto a linha permanecer verdadeira.3 . será desenergizado.

MICROSIS RIO . será desenergizado.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.5 Formato da Instrução OR OR BITWISE INCLUSIVE OR SOURCE A: SOURCE B: DEST: 1 X 1 É executado um OR. 4. V .OU ( OR ) Figura 6.6. 82 .sempre desenergizado.sempre desenergizado. armazenado no destino. entre o valor do parâmetro Source A e o valor de Source B e. caso contrário. Bits de Estado Aritméticos C .4 . então.E ( AND ) Figura 6. S . bit a bit.4. então.energizado se o resultado for zero. armazenado no destino. entre o valor do parâmetro Source A e o valor de Source B e. bit a bit.energizado se o bit mais significativo estiver energizado.6.4 Formato da instrução AND AND BITWISE AND: 1 1 1 SOURCE A: SOURCE B: DEST: É executado um AND. Z .SLC500 CAMC. Curso de Controlador Lógico Programável .5 .

energizado se o resultado for zero. Z . entre o valor do parâmetro Source A e o valor de Source B e. V . caso contrário. Curso de Controlador Lógico Programável . 83 .6. S . armazenado no destino. será desenergizado. então.energizado se o resultado for zero.sempre desenergizado.OU EXCLUSIVO ( XOR ) Figura 6. 4. caso contrário.energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é energizado ).EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. será desenergizado.7 .6 .energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é energizado ). bit a bit.COMPLEMENTAÇÃO NOT Figura 6.6.6 Formato da Instrução XOR OR BITWISE EXCLUSIVE OR SOURCE A: SOURCE B: DEST: = 0 # 1 É executado um XOR.SLC500 CAMC. S . V . 4. Z . caso contrário.7 Formato da Instrução NOT NOT SOURCE DEST: MICROSIS RIO . caso contrário. Bits de Estado Aritméticos C . será desenergizado.sempre desenergizado.Bits de Estado Aritméticos C .sempre desenergizado. será desenergizado.sempre desenergizado.

ACC2 >= 45 5 .O valor na fonte é complementado bit a bit e armazenado no destino. Bits de Estado Aritméticos C .energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é energizado ). Curso de Controlador Lógico Programável .ACC1=20 2 .ACC1 + ACC2 < 15 4 .sempre desenergizado. Exercício Aplicativo: Programar um conjunto de contadores ( 1 CTU e 1 CTD ) para realizar as seguintes comparações : 1 .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. caso contrário.energizado se o resultado for zero.ACC2 / ACC1 ENTRE 62 E 70 6 . Mostrar o valor acumulado dos contadores nos endereço N7:0 e N7:1 Resetar automaticamente os contadores quando o acumulado for igual a 100. Z . S .ACC2 > 72 Energizar uma lâmpada a cada comparação.SLC500 CAMC. será desenergizado.ACC2 == 30 3 . será desenergizado. V . caso contrário.sempre desenergizado. 84 . MICROSIS RIO .

se o arquivo destino ( Dest ) é do tipo contador e o arquivo fonte ( Source ) inteiro. Se o tipo de arquivo destino é de três palavras por elemento.4.1 .7 .SLC500 CAMC.7. pode-se programar uma saída paralela utilizando-se um endereço de armazenamento. Caso seja necessário um bit de habilitação. COP COP FILE SOURCE DEST LENGHT FLL FILL FILE SOURCE DEST LENGHT O tipo de arquivo do parâmetro destino ( Dest ) determina o número de palavras que a instrução transfere.2 . Deve-se introduzir o símbolo indicador de arquivo # no endereço.CÓPIA ARQUIVO ( COP ) Esta instrução copia dados de um local para outro e não utiliza bits de estado.7.Length . 85 . Os elementos são copiados até totalizarem o valor especificado no campo length ou até que o último elemento do arquivo destino seja atingido.Source .é o número de elementos do arquivo que se deseja copiar. MICROSIS RIO . Os parâmetros a serem introduzidos na instrução COP são os seguintes: . . 4. Os elementos são copiados do arquivo fonte para o arquivo destino a cada varredura em que a linha é verdadeira e são copiados em ordem crescente sem transformação dos dados.é o endereço fonte referente ao arquivo que se deseja copiar.1 apresenta o formato da instruções COP e FLL. .GENERALIDADES: Este capítulo descreve as instruções de Cópia ( COP ) e Preenchimento de arquivo ( FLL ). três palavras inteiras são transferidas para cada elemento no arquivo do tipo contador. Se o tipo de arquivo destino é uma palavra por elemento. Por exemplo. A figura 7.Dest . pode-se especificar um comprimento máximo de 42 elementos. Deve-se utilizar o símbolo indicador de arquivo # no endereço. pode-se especificar um comprimento máximo de 128.Instruções de cópia e preenchimento de arquivo 4.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.é o endereço destino referente ao arquivo em que a instrução armazena a cópia. Curso de Controlador Lógico Programável .

dentro do arquivo. MICROSIS RIO . Os parâmetros de FLL são os seguintes: . entre os arquivos N16 e N17 ) no destino.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Deve-se utilizar o símbolo indicador de arquivo # no endereço.é a constante de programa ou endereço de elemento. pode-se especificar um comprimento máximo de 128. Certifique-se que o endereço da primeira palavra do arquivo e o comprimento do bloco que se está copiando sejam devidamente especificados.7. Se o tipo de arquivo destino é de 3 palavras por elemento.3 .é o endereço do arquivo que se deseja preencher.Length .Dest . . Os elementos são preenchidos na ordem crescente até que o número de elementos ( comprimento inserido ) seja atingido. pode-se especificar um comprimento máximo de 42 elementos. A instrução não irá escrever fora do limite do arquivo ( como. por exemplo. 86 . .PREENCHIMENTO DE ARQUIVO ( FLL ) Esta instrução carrega elementos de um arquivo com uma constante de programa ou com um valor de um endereço de elemento. contador ou arquivo de controle. o endereço do elemento fonte. Curso de Controlador Lógico Programável . ( O símbolo indicador de arquivo # não é necessário para um endereço de elemento ). maior que o endereço do elemento destino.é o número de elementos no arquivo a ser preenchido. ocorrerá um erro. Nota: Caso haja uma tentativa de escrever fora do limite do arquivo. ocorrerá um erro.Source . os dados são deslocados para o endereço menor. O deslocamento de arquivo pode ser realizado especificando-se. Os elementos do valor fonte ( constante de programa ) preenchem o arquivo destino a cada varredura em que a linha é verdadeira.Se o destino for um temporizador. 4. Deste modo. certifique-se que as palavras do arquivo fonte corresponde às palavras de estado do arquivo destino contenham zeros.SLC500 CAMC. Nota: Caso haja uma tentativa de escrever fora do limite do arquivo. Se o tipo de arquivo destino é uma palavra por elemento.

Carga e Descarga LIFO ( LFL e LFU ) As instruções FIFO são utilizadas em conjunto para construir um registro de deslocamento assíncrono de palavras. O termo FIFO se refere à expressão “first in first out ” ( 10 a entrar e 10 a sair ).8 . E À DIREITA Figura 8. FIFO e LIFO 4. Os dados são deslocados através do registro e descarregados um bit de cada vez. . Essas instruções de saída são utilizadas para construir e manipular um registro de deslocamento síncrono de bit. Instrução de Deslocamento de Bit.SLC500 CAMC.1 Formato da Instrução BSL e BSR BSL BIT SHIFT LEFT FILE CONTROL BIT ADRESS: LENGHT ( EN ) ( DN ) MICROSIS RIO .Deslocamento de Bit à Direita ( BSR ).2 . Eles permitem transferir palavras para um arquivo e retirá-las na mesma ordem em que foram introduzidas. Curso de Controlador Lógico Programável . 87 . As aplicações das instruções FIFO e LIFO incluem as linhas de transferência ou montagem.1 . 4.INSTRUÇÕES DE DESLOCAMENTO DE BIT À ESQUERDA ( BSL ) ( BSR ).8.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. .GENERALIDADES: Este capítulo descreve as seguintes funções de saída: .Carga e Descarga FIFO ( FLL e FFU ) .Deslocamento de Bit à Esquerda ( BSL ).4. controle de inventário e diagnóstico do sistema.8.

ER ( bit 11 ) . o tamanho da série ( em número de bits ) e o apontador de bit ( figura 8. 88 .File .2 Elemento de Controle da Instrução de Deslocamento de Bit 15 EN 13 DN 11 ER 10 UL NÃO ULTILIZADO 00 ATENÇÃO: O endereço de controle não deve ser utilizado para nenhuma outra instrução. Figura 8.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC. tal como inserção de um número negativo para o MICROSIS RIO .EN ( bit 15 ) . . . Quando energizado. Deve-se utilizar o símbolo indicador de arquivo # no endereço da série de bits.bit de executado.BSR BIT SHIFT RIGHT FILE CONTROL BIT ADRESS: LENGHT ( EN ) ( DN ) Parâmetros das Instruções . pois pode ocorrer operação imprevista de máquina resultando em possíveis avarias ao equipamentos e/ou danos pessoais. indica que a série de bits deslocou uma posição. O byte de estado indica o estado da instrução. .2 ).bit de erro.Control .bit de habilitação. Quando energizado. conforme o seguinte: . Curso de Controlador Lógico Programável .é o endereço da instrução e o elemento de controle que armazena o byte de estado da mesma. É energizado na transição da linha de falsa para verdadeira e indica que a instrução foi habilitada.DN ( bit 13 ) .é o endereço da série de bits que se deseja manipular. indica que a instrução detectou um erro.

certifique-se que este valor seja válido. até o próximo limite de palavra.8. 4.bit de descarga. O valor 0 faz com que o bit de entrada seja transferido para o bit UL. Se o valor do comprimento for alterado pelo programa de aplicação.Deslocamento de Bit à Esquerda: Quando a condição da linha passa de falsa para verdadeira. Curso de Controlador Lógico Programável .2 . Em operações cíclicas. Um valor que ultrapasse o fim do arquivo de programa faz com que ocorra uma falha grave de run-time. quando a condição de entrada passa a falsa. 89 . Em operações cíclicas. o bit especificado no bit fonte é deslocado para a posição do primeiro bit. O deslocamento é completado em uma varredura. deve-se evitar a utilização do bit de saída. O deslocamento é completado em uma varredura. deve-se ajustar a posição do bit fonte para o primeiro bit da série ou para o bit fonte para primeiro bit da série ou para o bit UL.comprimento ou posição. deve-se ajustar a posição do bit fonte para o ultimo bit da série ou para o bit fonte para último bit da série ou para o bit UL. 4. ( os bits de habilitação ( EN 15 ). o bit especificado no bit fonte é deslocado para a posição do ultimo bit. Depois de cada deslocamento de bit.é o número de bits na série. o bit de habilitação (EN 15) é energizado e o bloco de dados é deslocado ( para um número de bit mais elevado ) uma posição à esquerda.SLC500 CAMC. o bit de habilitação (EN 15) é energizado e o bloco de dados é deslocado ( para um número de bit mais baixo ) uma posição à direita.2. . esse bit é resetado.2. . O primeiro bit é deslocado para fora da série e armazenado no bit de descarga (UL 10 ) no byte de estado do elemento de controle.é o endereço do bit fonte que a instrução insere no local do primeiro bit da série BSL ou do último bit da série BSR. Armazena o estado do bit retirado da série cada vez que a instrução é habilitada. MICROSIS RIO . Quando este bit estiver energizado. . O último bit é deslocado para fora da série e armazenado no bit de descarga (UL 10 ) no byte de estado do elemento de controle. até 2047 bits.1 .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Bit Address .Lenght .UL ( bit 10 ) . executado ( DN 13 ) e erro ( ER 11 ) também são resetados ).Deslocamento de Bit à Direita: Quando a condição da linha passa de falsa para verdadeira. A instrução invalida todos os bits que ultrapassem o último bit na série.8.

3 .CARGA E DESCARGA FFL E FFU. Curso de Controlador Lógico Programável . Formato da instrução: FFL FIFO LOAD SOURCE FIFO CONTROL LENGHT POSITION ( EN ) ( DN ) ( EM ) FFU FIFO UNLOAD FIFO DEST CONTROL LENGHT POSITION ( EN ) ( DN ) ( EM ) As instruções FFL e FFU são utilizadas em conjunto. A instrução FFU descarrega palavras do arquivo FIFO na mesma ordem em que foram introduzidas.SLC500 CAMC. A instrução FFL transfere as palavras para um arquivo criado pelo usuário e denominado pilha FIFO. MICROSIS RIO . 90 .4.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.8.

91 ..N7:2 X # N7:12 Length: 11 Position: 7 X Quando a condição da linha passar de falsa para verdadeira o conteúdo do parâmetro especificado em Source é carregado na posição determinada pelo parâmetro Position à cada transição na entrada da instrução o conteúdo X é transferido para uma posição mais baixa na pilha FIFO em direção à posição 0 quando este conteúdo X é carregado no parâmetro especificado em DEST . Curso de Controlador Lógico Programável . Palavra de controle: 15 EN 14 EU 13 DN 12.SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.. EM 00 Tamanho Posição MICROSIS RIO .

É energizado pela instrução FFL para indicar que a pilha está cheia e inibe a carga da pilha.4 . EN ( bit 15 ) : Bit de habilitação da instrução FFL. .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Curso de Controlador Lógico Programável . 92 .SLC500 CAMC.Bits de Estado: .EU ( bit 14 ) : Bit de habilitação da instrução FFU. . Esse bit é energizado em uma transição de falsa para verdadeira da condição da linha (FFL) e é desenergizado em uma transição de verdadeiro para falsa.EM ( bit 12 ) : Bit de vazio. 4. .CARGA E DESCARGA LIFO: LFL LIFO LOAD SOURCE LIFO CONTROL LENGHT POSITION ( EN ) ( DN ) ( EM ) LFU LIFO UNLOAD LIFO DEST CONTROL LENGHT POSITION ( EN ) ( DN ) ( EM ) Essas instruções são idênticas ás instruções de carga e descarga FIFO com exceção de que o último dado introduzido é o primeiro dado a ser retirado MICROSIS RIO .8.DN ( bit 13 ) : Bit de executado. É energizado pela instrução FFU para indicar que a pilha esta vazia. Esse bit é energizado em uma transição de falsa para verdadeira da condição da linha (FFU) e é desenergizado numa transição de verdadeira para falsa.

O conteúdo da posição atual ( “n .Instruções de sequenciador: SQO : Saída de sequenciador. 93 . Transfere dados de 16 bits para endereços de palavra a fim de controlar operações sequenciais de maquina. Esta posição (“n” ) é então decrementada ( “n .9 .N7:2 X # N7:12 X Os dados são descarregados do ultimo elemento transferido para a linha e o valor da posição é então diminuído. Compara dados de uma palavra ou arquivo com uma referência se o estado do bits for igual o bit de encontrado da instrução é energizado (FD). Compara dados de 16 bits com dados armazenados para monitorar as condições de operação da máquina ou para fins de diagnóstico . 4.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.1” ) será transferido para o destino quando ocorrer uma transição de falsa para verdadeira da condição de linha da instrução LFU.SLC500 CAMC. Carrega dados de 16 bits em um arquivo a cada etapa de operação do sequenciador. Portanto a cada transição de falsa para verdadeira LFL carrega o conteúdo do elemento source na pilha na posição indicada pelo parâmetro Position. Carrega o conteúdo de um endereço especificado no parâmetro source em um arquivo especificado por MICROSIS RIO . SQL : Carga de sequenciador. Curso de Controlador Lógico Programável . SQC : Sequenciador de Comparação.1” ) com o valor X sendo deslocado para ela.

V6. A cada transição de falsa para verdadeira da condição da linha a posição é incrementada e o conteúdo de source é armazenado nesta.V5.SLC500 CAMC. Exercício de Aplicação: 1.9. e uma botoeira retentiva deverá acioná-los. 94 . Control : Endereço de controle da instrução.Ligar V3. 4. no endereço N7:0 estes valores deverão ser armazenados em N7:10 até N7:20 e descarregados em N7:30.V6.V11 2 ) .1 .V7.V13 5 ) .Ligar V1.Este mesmo programa deverá fazer uma seqüência de acionamentos em um sistema de válvulas conforme descrito abaixo: 1 ) . Mask: Código em Hexadecimal ou endereço do código por onde se movimenta os dados ou pode-se bloquear determinados bit’s durante a movimentação.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.V12.V4. MICROSIS RIO .V2.V13. Dest : Endereço para onde deverão ser enviados os dados referentes a cada passo.FILE.Ligar V3.V3.V15 3 ) . e a posição na pilha é incrementada.V4. Curso de Controlador Lógico Programável . ou seja qual os bits da palavra especificada em dest deverão ser acionados em cada passo.V10 Estes acionamentos deverão ocorrer de 5 em 5 seg. OPERAÇÃO: A cada transição de falsa para verdadeira da condição da linha os elementos especificados em File são transferidos para o parâmetro dest.Ligar V1. 2 .Num sistema têm-se um valor de vazão (totalizado) que deverá ser coletado de 3 em 3 seg. • TRANSFERE OS PASSOS DE 1 À 10.SQO: SQO SEQUENCER OUTPUT FILE MASK DEST CONTROL LENGTH POSITION ( EN ) ( DN ) File : indica a pilha de dados ( # ) onde serão inseridos os passos para a seqüência.

Curso de Controlador Lógico Programável . 95 .10 INSTRUÇÃO DE SALTO PARA SUBROTINA: - MICROSIS RIO .4.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC.

A diferença entre este valor real e valor ideal da variável é chamado de Erro.INSTRUÇÃO PID: 4.11. no inicio do ajuste este erro é chamado de Erro em regime transitório (ert) e após Erro em regime permanente (erp). Curso de Controlador Lógico Programável .SLC500 CAMC.FUNÇÃO PID: Consiste no controle de uma variável vindo do processo com a comparação com um valor ideal (Set point) da mesma. SET POINT SP + + PV ERRO EQUAÇÃO PID Variável CV Controlada Variável de processo C(t) Set point TS TA t MICROSIS RIO .11 .gerando um sinal que fará com que esta variável atinja este valor ideal de acordo com um algoritmo proporcional.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 96 . a derivativa ( rate ) na velocidade com que o algoritmo irá atuar no processo.integral e derivativo.4. e a integral (reset) atuará eliminando o erro em regime permanente. O objetivo do algoritmo PID é diminuir este tempo em que ocorre o "ert" e anular o "erp". Para tanto a parte proporcional (Kc) irá atuar na variação do erro.1 .

97 . PID Proporcional Integral Derivativo Control Block Process Variable Control Variable Control Block Length 23 MICROSIS RIO . Control Variable : saída controlada.11. Process Variable : Variável de processo coletada no campo.SLC500 CAMC. Curso de Controlador Lógico Programável .4.INSTRUÇÃO PID: Devem ser configurados parâmetros neste instrução: Control Block : Endereço do bloco de controle da instrução . A entrada da PID recebe valores na faixa de 0 à 4095.2 . Control block length: Tamanho do bloco de controle: 80 Words.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

100 %) 17 Uso interno ao 22 MICROSIS RIO . 98 .Palavra de controle: 15 EN 14 13 DN 12 11 10 PV SP LL 09 08 07 UL DB 06 05 04 03 02 01 TF SC 00 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 OL CM AM TM Codigo de Erro da Subrotina PID Referência SP Ganho Kc Rearme Ti Taxa Td Feed Forwad Bias Referência Max (Smax) Referência Min (Smin) Zona Morta Uso interno Saída Max Saída Min Atualização da Malha Variável do processo em escala Erro de escala SE Saída de controle (0 . Curso de Controlador Lógico Programável .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC.

( WORD 14 ) : Somente para exibição . Control block length: Tamanho do bloco de controle Na Tela da instrução configura-se: ( X / Y ) : X = PALAVRA DO BLOCO DE CONTROLE Y = BIT DA PALAVRA AUTO/MANUAL ( 0/1 ): Em Auto a PID está atuando no processo e controlando a saída. no modo MANUAL . SET POINT SP: ( WORD 2 ) . Curso de Controlador Lógico Programável .E = SP . SCALED PROCESS .E = PV . ( 0 à 100 ). PV .Devem ser configurados parâmetros neste instrução: Control Block : Endereço do bloco de controle da instrução . Valor ideal para variável de processo de ( 0 à 16383 ). MODE ( 0/0 ) : Timed : PID atualização da malha.SLC500 CAMC. SCALED ERROR ( WORD 15 ) : Erro em scala .que deverá ter um tempo (S:11) igual ao da atualização da malha ( Loop update ) CONTROL ( 0/2 ) : Seleciona a ação de controle de controle usada: Direta: Ocorre quando têm-se uma variável de processo com tendência a ser inferior ao valor de set point . ( Ex: um processo de aquecimento ). ( Ex: aplicação de resfriamento ). Process Variable : Variável de processo coletada no campo.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.pode-se introduzir a porcentagem de saída desejada.SP : CV aumenta se PV > SP. Seleciona-se uma faixa abaixo e acima da referência ( Set point ) . MICROSIS RIO . Control Variable : saída controlada. A entrada da PID recebe valores na faixa de 0 à 16384. para exibição DEAD BAND ( WORD 9 ) : Zona Morta. Reversa: Ocorre quando têm-se uma variável de processo com tendência a ser superior ao valor de set point . 99 . OUTPUT CV ( WORD 10 ) : No modo AUTO este parâmetro é somente para exibição. Em Manual pode-se alterar o valor da saída CV.PV : CV aumenta se PV < SP. Portanto deve-se converter a entrada analógica para este range. atualiza a sua saída de acordo com a STI : PID é colocada na subrotina STI .

PV =1 Quando PV > 16383 13 . ( 1 à 255 ) RESET TI ( WORD 4 ) TEMPO INTEGRAL . CM = 0 ( AÇÃO DE CONTROLE REVERSA ) 3 .ajustado igual ao período natural medido na calibração do ganho.AUTO =0 .CM = 1 ( AÇÃO DE CONTROLE DIRETA) .TM : modo timed =1. 9 . SC= 0 ( QUANDO FOR ESPECIFICADO O VALOR DA ESCALA DE REFERENCIA ) 6 . 10 .DN = 1 . MANUAL= 1 2 .GANHO PROPORCIONAL ( WORD 3 ) Ganho ajustado para a metade do valor necessário para fazer com que a saída oscile quando os termos reset e rate são ajustados em zero.EN = 1 .procurar atualizar a PID em uma velocidade mais lenta ou programar em STI 8 . calculada exceder o limite superior de CV.SP = 1 . Bit energizado quando a referência exceder o valor máximo de escala ou o valor mínimo . 100 . Kc. 11 . Curso de Controlador Lógico Programável . Durante as varreduras que o PID é computado.TF = 0 .OL = 1 ( LIMITA A VARIÁVEL DE CONTROLE ) 5 . 15 .SLC500 CAMC.LL = 1 . Responsável pela eliminação do erro. MAX SCALED SMAX ( WORD 9 ) Valor máximo da escala interna da PID para a variável de processo.LOOP UPDATE: ( WORD 13 ) : Intervalo de tempo entre os cálculos PID. 1 .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Variável de processo está dentro da faixa de zona morta.ajustado para 1/8 do tempo integral ( 1 à 255 ) atua no tempo em que a variável leva para se estabilizar. Segue a linha da PID MICROSIS RIO . MIN SCALED SMIN ( WORD 8 ) Valor mínimo da escala interna da PID para a variável de processo.calculada exceder o limite inferior de CV. TF = 1 ( Tempo de atualização da malha não pode ser alcançado pelo programa fornecido. modo STI =0.devido a limitações no tempo de varredura . introduzir um tempo 5 ou 10 vezes o período natural da carga (Fazer reset e rate igual à 0 e aumentar o ganho ate à saída começar a oscilar ). Ocorre quando a saída de controle CV. BITS INTERNOS DA PALAVRA 0: 0 . 12 . ( 1 à 255 ) RATE TD ( WORD 5 ) TEMPO DERIVATIVO .UL = 1 .SC = 1 .DB= 1 . Saída de controle CV.

. Este valor é convertido em um número de o à 16383 e escrito no endereço da variável de controle. pode gerar instabilidade no sistema.Geralmente usa-se o termo derivativo para controles de temperatura e controles de Pressão e Vazão usa-se controlador PI.Com a zona morta a saída não é alterada enquanto o erro permanecer dentro desta faixa. . que será adicionado à saída para evitar . Curso de Controlador Lógico Programável .Pode-se limitar a saída . durante o tempo em que a PID permanece na zona morta a instrução considera o valor de erro igual a zero ou seja a PID não atua no processo. 101 . . MICROSIS RIO .SLC500 CAMC.No Modo Manual Pode-se inserir um valor de CV de 0 à 100 % .OBS: . Proporcional e Integral.383 . .FEEDFORWARD: Valor distúrbios. .Quando se utilizar válvula reversa na saída.384 do valor de CV.para facilitar ajustes da PID. . que é faixa interna de variação da PID.pode-se subtrair o valor máximo 16.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Faixas de E/S: * Inserir um valor de SET POINT multiplicado por 100 e ajustar Smáx e Smin também multiplicado por 100.Um aumento de Kc.para tanto basta energizar o bit de habilitação de limite ( 3 ) .Pode-se estabelecer limites para as saídas de 0 à 100%. .Deve-se escalonar o variável de processo para valores de 0 à 16.

SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Length: Quantidade de palavras por módulo. Curso de Controlador Lógico Programável . Slot Mask Length IIM ou IOM • • • Slot: Localização do módulo na ranhura. MICROSIS RIO .12 . Configurando o slot no qual o módulo se encontra. Configurando o slot no qual o módulo se encontra.Instruções de E/S imediatas: • Busca o ultimo dados de entrada e o deixa disponível para as instruções que se seguem .4. Mask: Pode-se desabilitar alguns Bit's. • Atualiza as saídas de acordo com a lógica precedente. 102 .

o controlador entra no modo de Operação ou Teste. Se a falha for recuperável.13. a sub-rotina pode ser usada para solucionar o problema e limpar o bit de falha S:1/13. • Energizando-se o bit de Falha na Energização (Fault Override) S:1/8 no arquivo de status. para automaticamente transferir um novo programa sem falha do módulo de memória para RAM.13 .13. presumindo-se que o programa de aplicação não está corrompido. S:1/11 ou S:1/12 no arquivo de status do programa numa EEPROM. 4.5\05 e shoebox.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC.LIMPANDO AS FALHAS Pode-se limpar uma falha sem a utilização da rotina de erro do usuário. escrevendo-se seu valor único para S:6 e então energizando-se S:1/13. Se a falha for não recuperável. MICROSIS RIO .5\04.GENERALIDADES: Existem dois modos de se localizar falhas: através dos Led's de diagnóstico (se encontram nos Anexos) e através do arquivo de status cujos códigos de falha de erro grave. Nota de Aplicação: A falha grave específica de uma aplicação pode ser determinada pelo usuário. O controlador então entra no modo Programação para que a condição que causa a falha seja corrigida e. quando a alimentação for aplicada. através do dispositivo de programação ou DTAM.Apenas Controladores SLC5/02 e demais SLC’s Ao designar um arquivo de sub-rotina de erro do usuário. sendo que do 5\03 em diante existem outros códigos que se referem a aplicações mais complexas e que se encontram no manual do produto. a seguir. a sub-rotina pode ser empregada para enviar uma mensagem através da instrução de mensagem para outro nó da rede DH-485 com informação do código de erro e/ou efetuar uma parada do processo. Utilização da Rotina de Erro do Usuário . A descrição das Palavras do arquivo se Status dos controladores se encontram nos anexos bem como manutenção do siatema de controle. as prováveis causas das falhas e a recomendação sobre a ação corretiva encontram-se descritos neste capítulo.2 .1 . a fim de que a falha seja limpa quando a alimentação for aplicada. 103 .Manutenção & LOCALIZAÇÃO DE FALHAS 4.5\03. O controlador então continuará no modo Operação. • Energizando-se um dos bits de autocarga S:1/10. Os códigos de falhas descritos a seguir se referem aos controladores 5\01. a ocorrência de falhas do usuário. fará com que a subrotina indicada seja executada em uma varredura.5\02. Curso de Controlador Lógico Programável .4. através dos seguintes métodos: • Desenergizando-se manualmente o bit de falha grave S:1/13 no arquivo de status. recuperáveis ou não recuperáveis.

A) • Erros na Operação (tabela 0. Erro (Hex) 0001 Descrição Erro de NVRAM • • • • • • 0002 Tempo de inesperado Watchdog • • • • • 0003 Causa Provável Ruído Raio Aterramento inadequado Falta de supressão de surto nas saídas com cargas indutivas Fonte de alimentação com potência inadequada Perda de back-up de bateria ou capacitor Ruído Raio Aterramento inadequado Falta de supressão de surto nas saídas c/cargas indutivas Fonte de alimentação com potência inadequada Ação Recomendada Solucionar o problema. Pode ser usada a característica de autocarga com um módulo de memória p/ automaticamente recarregar o programa e introduzir o modo Operação. Erro na memória do módulo A memória do módulo de de memória memória está corrompida Erro de memória ocorreu • Ruído • Raio durante o modo Operação • Aterramento inadequado • Falta de supressão de surto nas saídas com cargas indutivas • Fonte de alimentação com potência inadequada 0004 MICROSIS RIO .DESCRIÇÃO DE CÓDIGO DE ERRO E AÇÃO RECOMENDADA As tabelas a seguir contêm a descrição.3 . Curso de Controlador Lógico Programável . recarregar o programa e colocar o controlador em Operação. substituir o módulo de memória. a causa prováveis e a ação recomendada para a correção dos seguintes tipos de erros: • Erros na Energização (tabela 0. 104 .E) Tabela 0. Pode ser usada a característica de autocarga com um módulo de memória p/ automaticamente recarregar o programa e introduzir o modo Operação. recarregar o programa e colocar o controlador em Operação.B) • Erros de Run-time (tabela 0. Reprogramar o módulo de memória.D) • Erros de E/S (tabela 0. Pode ser usada a característica de autocarga com um módulo de memória p/ automaticamente recarregar o programa e introduzir o modo Operação. Se o erro persistir.A Erros na Energização Cód. Solucionar o problema.C) • Erros da Instrução de Programa do Usuário (tabela 0.13. recarregar o programa e colocar o controlador em Operação. Solucionar o problema.A sub-rotina só é executada nas falhas referentes ao usuário 4.SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

Curso de Controlador Lógico Programável . energizado como • Bit de status S:1/10 ou S:1/11 não está energizado requerido pelo programa no programa armazenado no módulo de memória. recarregar o programa e colocar o controlador em Operação. assegurar que seja usado o Software de Programação APS da Allen-Bradley para desenvolver e carregar o programa. Se o erro persistir.Tabela 0. recarregar o programa e colocar o controlador em Operação. Se o erro Falta de supressão de surtos nas saídas com persistir. ou memória requerido não • S:1/10 ou S:1/11 não está está instalado. • Ruído Erro no arquivo interno • Raio • Aterramento inadequado • Falta de supressão de surto nas saídas c/ cargas indutivas • Fonte de alimentação c/ potência inadequada Erro no arquivo configuração de • • • • • 0015 Solucionar o problema. MICROSIS RIO . O programa de aplicação • Ruído • Raio tem um erro de memória • Aterramento inadequado • Falta de supressão de surto nas saídas com cargas indutivas Solucionar o problema. ou • carregar o programa do controlador p/ o módulo de memória. • Instalar um módulo de memória no controlador. Se o erro persistir.SLC500 CAMC. assegurar que seja usado o Software APS da cargas indutivas Allen-Bradley para Fonte de alimentação com desenvolver e carregar o potência inadequada programa. 0012 0013 0014 • O módulo de memória • Um dos bits de status está energizado no programa necessário não está mas o módulos de instalado. mas está energizado no programa do SLC 500. Erro (Hex) 0010 Descrição Causa Provável Ação Recomendada 0011 O controlador não está na A revisão do controlador não Consultar a Allen-Bradley. O arquivo executável Programa incompatível ou Recarregar o programa ou número 2 está ausente corrompido reprogramar com Software APS da Allen-Bradley.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 105 . Ruído recarregar o programa e Raio colocar o controlador no Aterramento inadequado modo Operação.B Erros na Operação Cód. Solucionar o problema. assegurar que seja usado o Software de Programação APS da Allen-Bradley para desenvolver e carregar o programa. é compatível com o nível de revisão adequada revisão para o qual o programa foi desenvolvido.

ou S:1/9 está energizado e na • apagar S:1/13. programa seja atingido. Erro (Hex) 0016 Descrição Causa Provável Ação Recomendada Proteção na inicialização Bit de status S:1/9 foi • Reenergizar o bit S:1/9 se isto for consistente com os após perda de alimentação.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 106 . bit de falha ocorrência de perda de grave. MICROSIS RIO .SLC500 CAMC. energizado pelo programa do usuário. Curso de Controlador Lógico Programável . requisitos de aplicação.Cód. e A condição de erro existe na alterar o modo para voltar energização quando o bit à operação. antes que o fim da alimentação durante a primeira varredura de operação.

em alguma de suas fontes de Controladores SLC-5/02 e alimentação. pode produzir Controladores SLC-5/01 FRN qualquer dos códigos de erros 5: Este código de erro está listados na tabela 0. sobretensão ou sobrecorrente. Curso de Controlador Lógico Programável . • Um erro grave foi detectado enquanto executando uma rotina de falha do usuário. O LED da não for aplicada alimentação a fonte de alimentação estando uma gaveta de expansão.E (em vez presente somente enquanto de cód. Este desligado é indicação de é o único código de erro de condição de sobretensão ou auto-apagamento. Erro (Hex) 0020 Descrição Causa Provável Ação Recomendada Solucionar o problema de programação. Controladores SLC-5/02 e Controladores SLC-5/01 FRN 5: reaplicar alimentação à gaveta de expansão. 0021 Um bit de erro de • Ocorrência de overflow em uma instrução advertência está energizado matemática ou FRD no final da varredura • Detecção de erro na instrução de sequenciador ou registro de deslocamento. Quando a sobre corrente.C Erros de Run-time Cód.Tabela 0. alimentação for reaplicada à gaveta de expansão a falha será apagada. MICROSIS RIO . Controladores com estrutura de E/S fixa e SLC-5/01 FRN 1-4: Aplicar alimentação à gaveta local. Ocorreu uma falha na Controladores com estrutura alimentação de uma gaveta de de E/S fixa e SLC-5/01 FRN expansão de E/S. 107 . 1-4: Alimentação foi removida ou a alimentação Nota: Um sistema modular caiu baixo da especificação que encontra uma condição de para uma gaveta de expansão. 0021).EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC. recarregar o programa e entrar no modo Operação. • Endereços de arquivo MOM1 foram refereciado no programa do usuário para uma ranhura desabilitada.

SLC500 CAMC. 1 ou 2. Curso de Controlador Lógico Programável .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. ou • criar um arquivo de subrotina de interrupção STI para o número de arquivo designado no arquivo status (S:31). Assim que a gaveta remota for realimentada.Se ocorreu a falha na alimentação remota enquanto o controlador estava no modo Operação. • Aumentar o tempo de watchdog no arquivo de status (S:38). 1 ou 2. • Desabilitar o valor de referência (S:30) de Interrupção de STI e o número de arquivo (S:31) no arquivo de status. ou • solucionar o problema do programa do usuário. Erro (Hex) 0021 Descrição Causa Provável Ação Recomendada 0022 0023 Atenção: Controladores com estrutura fixa e Controladores SLC-5/01 FRN 1-4 . Arquivo de interrupção STI • No arquivo de status foi designado um número de inválido ou inexistente arquivo STI. O tempo de varredura de • O tempo de watchdog para o programa do usuário está Watchdog foi excedido. o erro 0021 fará com que o bit de erro de advertência do bit de erro grave (S:1/13) seja desenergizado na próxima energização da gaveta local. Controladores SLC-5/02 e Controladores SLC-5/01 FRN 1 a 4 . MICROSIS RIO . fixado muito baixo. • O programa do usuário foi apanhado num loop. 108 . • O número de arquivo de STI designado foi 0.Cód. mas não foi criado o arquivo de subrotina. O número de arquivo não deve ser 0. a CPU irá reiniciar o sistema.A alimentação à gaveta local não precisa ser reciclada para retornar ao modo operação.

arquivo designado para uma rotina de falha do usuário. Recarregar o programa e iniciar a operação.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Tamanho da pilha em Uma instrução JSR está Corrigir o programa do excesso/JSR chama por chamando um número de usuário para satisfazer os rotina STI. O número de arquivo não deve ser 0. mas o de falha no arquivo de energização" inválido ou arquivo não foi criado status. Interrupção de STI e o número de arquivo (S:31) no arquivo de status. Tamanho da pilha em Uma instrução JSR está excesso/JSR chama por chamando um número de rotina de interrupção de E/S. O número de arquivo não deve ser 0.SLC500 CAMC. Corrigir o programa do usuário para satisfazer os requisitos e restrições da instrução JSR. arquivo designado para uma rotina de interrupção de E/S. Erro (Hex) 0024 Descrição Causa Provável Ação Recomendada 0025 Intervalo de interrupção STI O valor de referência de STI • Desabilitar o valor de está fora da faixa (superior a referência (S:30) de inválido 2550ms. 0026 0027 Tamanho da pilha em Uma instrução JSR está excesso/JSR chama por chamando um número de rotina de falha do usuário. Recarregar o programa e iniciar a operação. Corrigir o programa do usuário para satisfazer os requisitos e restrições da instrução JSR. Curso de Controlador Lógico Programável .Cód. ou negativo). MICROSIS RIO . referenciado no arquivo status (S:29). 1 ou 2. fisicamente. 0028 o número Valor do arquivo de rotina • Um número de arquivo de • Desabilitar rotina de falha foi criado (S:29) de arquivo de rotina de falha "proteção na no arquivo de status. 109 . ou inexistente. arquivo designado para uma requisitos e restrições da rotina de STI. 1 ou 2. Recarregar o programa e iniciar a operação. 1 ou 2. • Criar uma rotina de falha • O número de arquivo para o número de arquivo criado foi 0. ou • criar uma rotina de interrupção STI para o de arquivo número designado no arquivo status (S:31). instrução JSR.

estão chamando subrotinas de um nível anterior. Este problema não pode ser solucionado escrevendo-se no registro de índice (S:24). indexado. • Substituir o SLC-500 por um que suporte o programa do usuário.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Foi detectada uma referência O tipo ou nível de série do de instrução não suportada. o programa está arquivo de dados específico referenciando um elemento referenciado. tem rotinas potencialmente • Sub-rotinas encadeadas recursivas. A faixa vai de B3:0 ao último elemento do último arquivo de dados criado pelo usuário Corrigir o programa do usuário.SLC500 CAMC. Tabela 0. MICROSIS RIO . 0032 Um parâmetro de comprimento/posição de instrução de sequenciador ultrapassa o fim de um arquivo de dados. níveis de sub-rotinas Este código pode também encadeadas são chamadas significar que um programa no programa do usuário. alocar mais espaço de dados usando o mapa de memória ou salvar novamente o programa permitindo ultrapassagem dos limites de arquivo. Referência de endereço indexado está fora do espaço Por meio de endereçamento de arquivo de dados. ou • modificar o programa de maneira que todas as instruções sejam suportadas pelo SLC-500. Controlador SLC-500 não suporta uma instrução que está no programa do usuário. 110 . Erro (Hex) 0030 Descrição Causa Provável Ação Recomendada Corrigir o programa do usuário para satisfazer os requisitos e restrições para a instrução JSR. O programa está referenciando um elemento que excede um limite de arquivo estabelecido pela instrução de sequenciador. o programa está referenciado um elemento situado além da faixa permitida. situado além do limite de um arquivo.002A Referência de endereço Por meio de endereçamento indexado está além do indexado. então recarregar o programa e iniciar a operação. Recarregar o programa do usuário. recarregar o programa e iniciar a operação. 0031 Foi feita uma tentativa para • Mais do que no máximo 4 (8 se estiver usando o pular para um dos arquivos Controlador SLC-5/02) de sub-rotina encadeada. Curso de Controlador Lógico Programável . Corrigir o programa do usuário ou alocar mais espaço de arquivo de dados usando o mapa de memória. recarregar e iniciar a operação.D Erros de instrução do Programa Cód.

temporizador no programa selecionado de do usuário foi detectado temporizador.SLC500 CAMC. 0038 MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável . SVC ou REF é chamada dentro de uma rotina de falha do usuário ou interrupção. usuário. como sendo negativo. SVC ou REF está sendo usada numa rotina de falha do usuário ou interrupção. Uma instrução TND. o que não é permitido. FFL. Uma instrução RET foi Uma instrução RET reside Corrigir o programa do detectada em um arquivo no programa principal. recarregar e iniciar que não é de sub-rotina. assegurar que esses valores não sejam negativos. FFU. recarregar e iniciar a operação. Corrigir o programa do usuário ou alocar mais espaço O programa está de arquivo de dados. ou pelo usuário através da função de monitoração de dados desta instrução. arquivo definido pela instrução. 0034 0035 Uma instrução TND. 111 . BSL ou BSR ultrapassa o fim de um arquivo de dados. Se o programa do usuário está transferindo valores para a palavra pré-selecionada de HSC. a operação. assegurar que estes estejam dentro da faixa válida. 0034 Foi introduzido um valor O valor acumulado ou prénegativo para o valor selecionado de um acumulado ou pré. Faixa válida é 1-32767. recarregar e iniciar a operação. HSC. Corrigir o programa do usuário. Um valor pré-selecionado de O valor pré-selecionado para HSC negativo ou zero foi a instrução HSC está fora da (HSC) detectado numa instrução faixa válida. Corrigir o programa do usuário. 0036 Um valor inválido está Um valor inválido foi sendo usado para um carregado em uma instrução parâmetro de instrução PID.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. LFL. Corrigir o programa do usuário. recarregar que ultrapassa o limite de e iniciar a operação. usando o referenciando um elemento mapa de memória. Se o programa do usuário está transferindo valores para o acumulado ou pré-selecionado de um temporizador. PID pelo programa. recarregar e iniciar a operação.0033 O parâmetro de comprimento de uma instrução LFU.

Aplicar alimentação ao sistema. o problema é de ruído. Erro (Hex) xx50 Foi detectado um erro de • • dados na gaveta. Curso de Controlador Lógico Programável . na rotina de falha do usuário. Se não desabitar a ranhura xx. o controlador irá falhar no final da varredura. apagar a falha e reintroduzir o modo Operação. Se o problema não for solucionado.E Erros de E/S Códigos de Erro: Os caracteres xx nos seguintes códigos representam o número de ranhura (em hexa). 112 . xx. Descrição Causa Provável Ação Recomendada xx51 Foi detectado um erro de run-time de impedimento de continuidade ("stuck" runtime error) em um módulo de E/S. Para recuperar. Número da Ranhura (xx) em Hexadecimal Ranhura 00 0 1 2 3 4 5 6 7 xx 00 01 02 03 04 05 06 07 Cód.SLC500 CAMC. Solucionar o problema. Se for um módulo especial de E/S. consultar o respectivo manual. • • Ruído Raio Aterramento inadequado Falta de supressão de surto em saídas com cargas indutivas • Fonte de alimentação com potência inadequada Se for um módulo de E/S discreta. substituir o módulo. deve-se desabilitar a ranhura específica. MICROSIS RIO . Os caracteres xx se tornam 1F se a ranhura exata não puder ser determinada. Falhas de E/S Recuperáveis (somente Controladores SLC-5/02): Muitas falhas de E/S são recuperáveis.Tabela 0.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

a contagem E/S discreta deve-se usuário.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Curso de Controlador Lógico Programável . operação. pelo usuário para essa iniciar a operação. eliminar a falha e errado. foi detectado como de E/S está diferente da substituí-lo por outro que tendo o contador de E/S ou o selecionada na tenha o contador de E/S driver de E/S errado. eliminar a falha e iniciar a operação. ou faltando ou foi removida. eliminar a falha e iniciar a também significar que um operação ou módulo de E/S foi auto• modificar a configuração reinicializado. • Se este módulo de E/S especial. Um módulo de E/S discreta. • se o módulo se reinicializou. então recarregar o programa e iniciar a operação. Um módulo de E/S • Desabilitar a ranhura no configurado para uma arquivo de status (S:11 e ranhura específica está S:12). Erro (Hex) xx52 Um módulo necessário para o programa de aplicação foi detectado como ausente ou removido. recarregar o programa e iniciar a operação. recarregar o programa e iniciar a operação.Cód. ou ranhura. Um módulo necessário para o Um módulo de E/S numa • Substituir o módulo programa de aplicação é ranhura específica é de tipo diferente pelo módulo detectado como sendo o tipo diferente da configuração feita correto. • alterar a configuração de E/S para corresponder ao módulo existente. significar que o driver de Eliminar a falha e iniciar a especial de E/S. ou está presente. Este configuração de E/S. selecionado na código pode também • Se este é um módulo configuração de E/S. 113 . um • A ranhura de E/S não está • Desabilitar a ranhura no programa declara uma ranhura configurada para um arquivo de status (S:11 e como não utilizada. • alterar a configuração de E/S para a ranhura. Descrição Causa Provável Ação Recomendada xx53 xx54 xx55 Ao ir para Operação. MICROSIS RIO . mas um módulo S:12). Este código pode reinicializou. de E/S para incluir o módulo. e essa módulo. apagar a falha e ranhura é detectada como iniciar a operação. • inserir na ranhura o módulo requerido. tendo um módulo de E/S • O módulo de E/S se • remover o módulo. ou placa está incorreto. • Se este é um módulo de • Se este é um módulo de necessário para o programa do E/S discreta. inserido.SLC500 CAMC. deve-se consultar o respectivo manual. o driver da placa especial está incorreto.

corresponde ao hardware. Um módulo especial de E/S não completou um comando de um controlador. Reciclar a alimentação na gaveta. Se necessário. xx5C MICROSIS RIO . Reciclar a alimentação na gaveta. Se este é um módulo especial de E/S. Erro (Hex) xx56 xx57 Descrição Causa Provável Ação Recomendada A configuração da gaveta A configuração de gaveta especificada pelo usuário não está incorreta.SLC500 CAMC. recarregar o programa e iniciar a operação. 114 . Consultar o manual do usuário do módulo especial de E/S. Pode ser necessário substituir o módulo. Se necessário. Reconfigurar o arquivo G como descrito no manual.O tamanho incorretos para o módulo do arquivo M0-M1 do nesta ranhura. limite de tempo requerido. Um módulo especial de E/S nào respondeu a um comando que tinha sido completado dentro do limite de tempo solicitado.tamanho do para o módulo nesta arquivo G do programa de ranhura. consultar o respectivo manual do módulo especial de E/S.Cód. Consultar o manual do usuário para o módulo especial de E/S. xx5A xx5B Erro de configuração no Arquivo G está incorreto arquivo G . O usuário para o módulo bit de falha do módulo é especial de E/S.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. energizado (1) no byte de status do módulo. Se necessário. consultar o respectivo manual. Se isto não solucionar o problema. xx58 xx59 Corrigir a configuração de gaveta. Um módulo especial de E/S O módulo especial de E/S não respondeu a um comando não está respondendo ao de Memória de Bloqueio controlador no tempo Compartilhado dentro do permitido. Se este é um módulo especial de E/S. Problema de interrupção no hardware ("stuck"). deve-se consultar o respectivo manual. Reciclar a alimentação na gaveta. Se isto não solucionar o problema. Erro de configuração de Arquivos M0-M1 estão arquivo M0-M1 . substitua o módulo. Reconfigurar o arquivo M0-M1 como descrito no manual. substitua o módulo. aplicação excede a capacidade do módulo. Consultar o manual do módulo especial de E/S. substitua o módulo. No caso de um módulo de E/S discreta. Verificar o problema de ruído e assegurar que foram adotadas práticas de aterramento adequadas. Curso de Controlador Lógico Programável . este é um problema de ruído. Recarregar e iniciar a operação. consultar o respectivo manual do módulo especial de E/S. Recarregar e iniciar a operação. Um módulo especial de E/S Consultar o manual do gerou uma falha genérica. programa excede a capacidade do módulo.

solicitou o serviço enquanto uma ranhura estava desabilitada. Uma ranhura desabilitada Um módulo especial de E/S apresentou falha. Trocar o controlador por um que suporte o módulo. substitua o módulo.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Corrigir as informações de configuração de E/S/arquivo ISR para o módulo especial. Cód. MICROSIS RIO . Consultar o respectivo manual para informações corretas de arquivo ISR. numa ranhura desabilitada apresentou falha. substitua o módulo. 115 . Identifica um erro grave não recuperável em um módulo de E/S específico.SLC500 CAMC. Se necessário. de E/S/arquivo ISR para um módulo especial de E/S. solicitou serviço que o do módulo para determinar quais controladores suportam controlador não suporta.xx5D Interrupção solicitada não é O módulo especial de E/S Consultar o respectivo manual suportada pelo controlador. Erro (Hex) xx5E xx60 a xx6F Descrição Causa Provável Ação Recomendada Recarregar o programa usando o Software APS da Allen-Bradley. Identifica um erro grave recuperável no módulo de E/S específico. Consultar o respectivo manual do módulo especial de E/S. Recarregar o programa e iniciar a operação. Problema de interrupção Um módulo especial de E/S numa ranhura desabilitada. o código de erro de um módulo especial de E/S. _______ xx92 Arquivo (ISR) de sub-rotina Estão incorretas as de interrupção de módulo é informações de configurações inválido ou inexistente. Consultar o _______ manual do usuário para detalhes sobre o módulo especial. Curso de Controlador Lógico Programável . Consultar o _______ manual do usuário para detalhes sobre o módulo especial. Se isto não solucionar o problema. Se necessário. _______ xx60 a xx6F xx90 xx91 Erro no driver de E/S do O software do driver de E/S controlador (software). Consultar o respectivo manual do módulo especial de E/S. do controlador está corrompido. consultar o manual do módulo especial de E/S. xx93 Erro grave específico não O controlador não reconhece suportado no módulo de E/S. o módulo. Reciclar a alimentação na gaveta.

Esse código alimentação. O módulo foi inserido na Nenhum módulo deve ser um módulo foi detectado gaveta energizada. ou o inserido em uma gaveta que como sendo inserido sob módulo se reinicializou. ou • adicionar o módulo à configuração de E/S. Se isto ocorrer e pode também significar que o módulo não for danificado. recarregar o programa e iniciar a operação.SLC500 CAMC.xx94 No modo Teste ou Operação. MICROSIS RIO . • remover o módulo. 116 . apagar a falha e iniciar a operação. estiver recebendo energização. um módulo de E/S se deve-se: reinicializou. Curso de Controlador Lógico Programável .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. referenciar o módulo no programa usuário.

5.Acessando o software: 5.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 117 .1 . Curso de Controlador Lógico Programável . .SLC500 CAMC. 5. Comunicação através Do canal serial do CLP Utilizando cartão KTC MICROSIS RIO .SOFTWARE DE COMUNICAÇÃO RSLINX.2 configurando drivers.

Acione a configuração Automática Selecione as configurações constantes no hardware da placa KTC MICROSIS RIO . 118 .SLC500 CAMC. Curso de Controlador Lógico Programável .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Após certificar-se que os dispositivos estão ativos minimizar o RSLinx e abrir o RSLogix Clicar duas Vezes para visualizar os dispositivos ativos Drivers Ativos no PC MICROSIS RIO .SLC500 CAMC. 119 . Curso de Controlador Lógico Programável .

Criar um novo programa Selecione o tipo de CPU utilizada Aceitar as Escolhas Seleciona-se o driver Para comunicação MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC.6. 120 . Após acessar o software vamos criar um novo programa. SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO RSLOGIX500.

SLC500 CAMC. Curso de Controlador Lógico Programável . 121 .MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

Configurar Os cartões de I/O chassis e fontes Ler a configuração dos cartões se você estiver Com o driver ativo Selecione Chassis utilizados Selecione oos módulos e arraste-os até o chassi Configurar automaticamente MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 122 .SLC500 CAMC.

Selecione os módulos Arraste e após feche esta tela Configurando Canais de comunicação MENU CONFIGURAÇÃO DOS CANAIS MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável . 123 .SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

ENDEREÇO DA CPU NA REDE ETHERNET MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Curso de Controlador Lógico Programável .SLC500 CAMC. 124 .

Curso de Controlador Lógico Programável . MICROSIS RIO . 125 .SLC500 CAMC.Configurando o Canal Serial do controlador Inserindo comentarios às rungs e endereços Inserido comentarios e simbolos à base de dados.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

SLC500 CAMC. 126 .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.ALTERANDO PROPRIEDADES DO CONTROLADOR: MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável .

SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Curso de Controlador Lógico Programável . 127 .Através desta tela pode-se habilitar e desabilitar os slots Impedindo que o Processador execute a varredura dos mesmos ACESSANDO O ARQUIVO DE STATUS DO CONTROLADOR Após verificar qual erro ocorreu apagar a falha através da tecla indicada MICROSIS RIO .

EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. Curso de Controlador Lógico Programável . 128 .Altera-se data e hora do controlador.SLC500 CAMC. Através do editor de Multipoint pode-se supervisionar endereços do controlador MICROSIS RIO .

SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 129 .CRIANDO ARQUIVOS DE PROGRAMA OU SUBROTINAS DO USUÁRIO Imprimindo programa aplicativo MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável .

Exibindo um preview Da impressão Configurando página para impressão ACESSANDO O PLC ON-LINE MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC. Curso de Controlador Lógico Programável . 130 .

SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 131 . Curso de Controlador Lógico Programável .Selecione o driver A ser utilizado Grava o programa do CLP para o Micro Acessa "On-Line" a CPU selecionada em "Processor Node" Verifica quais são as CPU's Que estão ON-line Grava o programa do micro para o CLP Inserindo forces ao programa aplicativo Habilita-se os forces Através deste submenu pode-se forçar pontos de De E/S MICROSIS RIO .

Curso de Controlador Lógico Programável .SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 132 . Após digitada A linha aceitá-la Escolha o paralelo arraste Para linha e solte no ponto verde Algumas Instruções necessitam configurações Determinadas na tela de setup "clicar duas vezes" neste ponto.Editando uma linha de programação. Escolha as instruções Clicar e arrastar o contato ou digitar a linha. MICROSIS RIO .

EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC. 133 . Curso de Controlador Lógico Programável .MICROSIS RIO .

134 . Curso de Controlador Lógico Programável .SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Comando de procura e troca de endereços Utilizando o Help Este comando lhe permite Obter informações sobre todas as instruções do CLP bem como dúvidas sobre a utilização dos recursos do software MICROSIS RIO .

O sistema de corte se processa quando o carrinmho se encontra na posição C2 e o tubo alcança a chave fim de curso C1 .Baixar a serra C5 . Curso de Controlador Lógico Programável .10 o total do produto de "A" descarregado após algumas operações.Posicionamento do tubo C2 .Sincronismo do carrinho com o tubo C6 . C1 .fechar a morsa C4 . o tipo de mistura poderá ser acionada mediante uma chave ou botão na entrada do PLC. atingindo por inércia a chave C2. o carrinho através de um acionamento atinge a velocidade "v" em C3 .EXERCÍCIOS APLICATIVOS : EXERCÍCIO1: Um tanque pode conter dois tipos de misturas diferentes dependendo da seqüência e do tempo que as bombas A.B e C são ligadas.quando a morsa fecha e a serra circular baixa serrando o tubo (a serra circular funciona constantemente) . Considerando que a bomba A bombeia 10 litros do produto por segundo mostrar em um endereço N7.7.retornar carrinho MICROSIS RIO . MISTURA 1 Seqüência : A B 8 C 4 Tempos(seg) 6 MISTURA 2 B 8 C 6 A 4 EXERCÍCIO 2 : As figuras apresentadas na próxima página se referem a um sistema industrial de maquina de extrusão saem tubos a uma velocidade"v" e em caso de defeito o operador desliga a maquina.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 135 .Posição inicial do carrinho C3 .Subir a serra C7 .SLC500 CAMC. . E após o final de cada mistura informar qual a mistura foi executada. O total do produto de A deverá ser convertido para o rangue de 0 à 32767 para que possa ser coletado por um sistema supervisório no endereço N7:10. O carrinho retorna à sua posição inicial e antes de alcançar esta posição o seu acionamento é desligado por C7 .

Fechar morsa até C6 6.Tempo de espera para reversão 10.Algoritmo.Chave C3 4.Desligar retorno do carrrinho C7 Fluxograma: INICIO POSICIONAR C1 .Desligar carrinho para frente 5.Posicionamento do tubo em C1 e posição do carrinho em C2 2.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Subir serra até C5 8.Descer Serra até C4 7.Acionar carrinho para frente 3.Abrir morsa 9. 136 . 1 .Sincronizar carrinho com o tubo . Curso de Controlador Lógico Programável .SLC500 CAMC.C2 ACIONAR CARRO SINCRONIZAR C3 FECHAR MORSA 1 MICROSIS RIO .ligar retorno do carrinho 11.

Curso de Controlador Lógico Programável . 137 .SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. MICROSIS RIO .C5 C6 C4 VISTA FR0NTAL C1 VISTA LATERAL C7 C2 C3 Desenvolver um programa aplicativo para o exercício proposto.

138 .Exercício 3 .SLC500 CAMC. Quando o nível estiver entre A e B e a temperatura estiver entre 80 e 85 º C pode-se retirar o liquido através de V2 e B2 MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Observe o processo abaixo: Motor Baixa rotação M Termopar TRANSMISSOR 4 À 20 mA NIVEL EMERGENCIA B NIVEL 1 V2 V1 Nível Mínimo A F1 B1 B2 F2 AQUECEDOR Elaborar um programa aplicativo para CLP que irá fazer o controle de nível e de temperatura para o tanque descrito acima sabendo-se que temperatura ideal é de 80 ºC e que o nível deverá ser mantido entre nível mínimo ( A ) e nível 1 ( B ). Curso de Controlador Lógico Programável .

Mudo o nome do arquivo CHANGE MODE ..Criar CREAT FILE . Curso de Controlador Lógico Programável .Muda o modo CHANGE PASSWORD .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Destino DISABLE .Apagar DESTINATION .Define diretório DELETE FILE . 139 . .8.Copiar CREAT REPORTS .Tipo de conexão COPY . .Apaga arquivo DELETE .Desabilita DISCARD .Monitora dados DEFINE DIR.Apaga a memória COMPARE .Comparação CONFIG DISPLAY .Criar arquivo ladder D DATA MONITOR . . DOCUMENT . de algumas palavras que aparecem nas teclas de funções do software.Cancela edição CHANGE FILE NAME . para o português.Muda a senha CLEAR MEMORY . A ACTIVE . Para esclarecer qualquer dúvida com relação ao objeto de cada função.Documentação MICROSIS RIO .Acrescentar B BEGIN OPER.Configuração de tela CONFIG.Comentários de endereço ALL . Temos assim a intenção de facilitar o aprendizado e a manipulação do software.Criar relatórios CREAT .Configura a documentação CONNECT TYPE .Descartar DOCUMENT .Criar arquivo CREAT LADDER FILE .GLOSSÁRIO ATENÇÃO! Este glossário visa somente a tradução.Começa operação C CANCEL EDITS . deve ser consultado o manual do software de programação.Todos APPEND .SLC500 CAMC.Ativo ADDRESS COMENT .

SLC500 CAMC.Monitorar arquivos MONITOR INPUTS . COMMENT .Forçar FUNCTION . 140 .Sair F FILE UTILS .Monitorar saídas MULT .Sai do sistema EXIT TO DOS .E EDIT DBASE .Inativo INSERT .Editar ENABLE .Monitorar entradas MONITOR OUTPUTS .Comentários de instrução K KEY .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Opções gerais GENERAL UTILITY .Mapa de memória MODIFY .Vários MUT.Utilitários de arquivo FORCE .Modificar MONITOR FILE .Inserir INSTRUCT.Utilitários gerais I INACTIVE .Lista M MEMORY MAP .Habilita EXIT SYSTEM .Função G GENERAL OPTIONS .Chave L LIST .Múltiplas linhas MICROSIS RIO .Editar base de dados (símbolos) EDIT . RUNG . Curso de Controlador Lógico Programável .Sai para o DOS EXIT .

Número O OFF .Nome NO .Renomear o processador RENAME .Programação em ON-LINE P PAGE LENGTH .Endereço do PLC PORT NUMBER . 141 . .N NAME . .Não NUMBER .SLC500 CAMC. .Desligar OFF-LINE PROG.Funções do processador PROC.Desmarca relatórios para impressão RESTAURE .Número da porta PRESS .Pressionar PRINTER CONFIG. .Gerar relatórios em OFF-LINE ON . Curso de Controlador Lógico Programável .Restaurar RETURN TO MENU .Altura da página PAGE WIDTH .Imprimir / observar PROC.Configuração em ON-LINE ON-LINE PROG.Configuração da impressora PRINTER TYPE .Programação em OFF-LINE OFF-LINE CONFIG.Retornar para o menu RUNG COMMENT .Tipo de impressora PRINT/VIEW .Largura da página PLC ADRESS . .Renomear REPORTS .Comentários de linha RUNG -Linha R MICROSIS RIO .Remover RENAME PROC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Diretório do programa REMOVE .Estado do processador PROGRAM DIRECTORY . FUNCTIONS . STATUS .Ligar ON-LINE CONFIG.Configuração em OFF-LINE OFF-LINE REPORTS . .Gerar relatórios RESET REPORTS .

Linha simples SINGLE . 142 .Salva SEARCH -Procura SELECT ALL .Título TOGGLE REPORTS .Seleciona linha SELECT .Salvar configuração SAVE .Seleciona SINGLE RUNG .Sim MICROSIS RIO .Seleciona todos SELECT DEVICE . .Quem Y YES .Símbolo T TERM.Seleciona nome SELECT RUNG .S SAVE CONFIG.Recuperar W WHO .Seleciona dispositivo SELECT NAME .Suprime SYMBOL . Curso de Controlador Lógico Programável .Endereço do terminal TITLE .SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Para / do disquete U UNDELETE . ADRESS .Configuração do software SPECIFY BIT -Especifica um bit SUPPRESS .Marca relatórios para impressão TO/FROM FLOPPY . .Único SOFWTARE CONFIG.

Inc. 6 - 7.br Tel: 021 446 – 6665. Allen Bradley Company. 4 .Installation and Operation Manual . Advanced Programing Software .System User Manual Publication IC-942 Dated August 1992 Allen Bradley Company 2 .993 Allen Bradley Company.JÚLIO CÉSAR P.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. .OLIVEIRA.Editora Erica: São Paulo 1.Visão Geral do sistema .PLC5 .NATALE.9.1747 PA2E 3 . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS.996.0 de 26/01/1999. 1. Entendendo e utilizando os microcontroladores programáveis.36BR . ! Manual para treinamento em SLC500 . Elaborado por: Depto. Curso de Controlador Lógico Programável .SLC 500 Modular Hardware Style .Controlador programável . March 1. Micro mentor .1785-2.995.Rockwell Automation. MICROSIS RIO . Sujestões e Críticas: email: microsis@microsis. 5 . Técnico.com. SLC 500 Family of Small Programmable Overview . Makron Books.993.SLC500 CAMC. FERDINANDO .Automação Industrial .1. São Paulo. 6. outubro 1.Ver. 1. 143 .995 Allen Bradley Company controllers .996. 1 .

SLC500 CAMC.10. Curso de Controlador Lógico Programável .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 144 . ANEXOS: MICROSIS RIO .

Indentificando componentes do controlador.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.SLC500 CAMC. MICROSIS RIO .1 . 145 .10. Curso de Controlador Lógico Programável .

SLC500 CAMC. Curso de Controlador Lógico Programável .Instalando componentes de Hardware: MICROSIS RIO . 146 .2 .10.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

147 .Procedimentos para interligação das redes: MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.3 .SLC500 CAMC.10. Curso de Controlador Lógico Programável .

148 .SLC500 CAMC. Curso de Controlador Lógico Programável .10.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Recomendação para fiação de Dispositivos de Entradas e saídas.4 . MICROSIS RIO .

10.5 .Manutenção do sistema de controle.SLC500 CAMC.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 149 . MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável .

EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.Localização de falhas pelos Leds de Diagnóstico MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável .10.6 .SLC500 CAMC. 150 .

Instalando Redes DH485 MICROSIS RIO .SLC500 CAMC.10. Curso de Controlador Lógico Programável .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.7 . 151 .

SLC500 CAMC.8 .Instalando Redes DH+ MICROSIS RIO .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 152 .10. Curso de Controlador Lógico Programável .

SLC500 CAMC.9 . MICROSIS RIO . Curso de Controlador Lógico Programável .10.Interfaces de Comunicação RS232. 153 .EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.

EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA.10. Curso de Controlador Lógico Programável . MICROSIS RIO .SLC500 CAMC. 154 .Consumo dos módulos e processadores.10 .

MICROSIS RIO .Comunicação de dispositivos em Ethernet.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 155 .SLC500 CAMC.10. Curso de Controlador Lógico Programável .11 .

156 . Curso de Controlador Lógico Programável .Arquivo de Status dos Controladores.EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. MICROSIS RIO .12 .SLC500 CAMC.10.