Universidade Federal do Ceará

Programa da Disciplina
Unidade I – Introdução
– – – – Objetivo, histórico e aplicações da Eletrônica de potência ; Semicondutores de potência: diodos, Transistor Bipolar e Tiristores; Classificação dos conversores estáticos; Cálculo térmico. Principio de operação; Regulador CC-CC Abaixador (Conversor Buck); Regulador CC-CC Elevador (Conversor Boost); Regulador CC-CC Abaixador / Elevador (Conversor Buck / Boost); Operação com cargas RLE O ã RLE.

Eletrônica de Potência

Unidade II – Conversores CC-CC Abaixadores e Elevadores
– – – – –

Professor Fernando Antunes
Semestre

• • •

Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo
– Retificadores monofásicos de meia onda; – Retificadores Monofásicos de onda completa.

Unidade IV – Retificadores Trifásicos não controlados
– Retificadores em Meia Ponte e Ponte Completa;

Unidade V – Retificadores Controlados Monofásicos e Trifásicos
– – – – Retificadores em Meia ponte e Ponte Completa; Fator de potência Comutação Pontes mista
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2009.2
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Programa da Disciplina
• Unidade VI – Conversores CC-CA
– – – – Estrutura Básica – VSI; Principio de modulação por largura de pulso – PWM; Estruturas monofásica Estrutura trifásicas

Programa da Disciplina

– – – – – – – – – – –

Aulas de Laboratório
Invólucros e característica estática dos diodos. Geração de sinal de comando usando 3525; Característica de chaveamento de diodos e transistores; Simulação de conversores cc-cc; Simulação de conversres cc-cc (Flyback com snubber regenerativo). Conversores ca-cc monofásicos a diodo; ; Conversores ca-cc trifásicos a diodo; Conversores ca-cc de monofásico controlado a tiristor; Conversores ca-cc trifásico controlado a tiristor; Inversor monofásico; Inversor trifásico .

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Unidade I - Introdução
Definição de Eletrônica de Potência • É uma tecnologia que trata da aplicação de dispositivos eletrônicos e componentes associadas para conversão, controle e condicionamento da energia elétrica; • Controle da Energia Elétrica, meio usado p g para se obter controle de grandezas não elétricas como: velocidade de maquinas girantes, controles de temperatura de fornos, processo eletromecânicos, intensidades de iluminação, etc.

Unidade I - Introdução
Definição de Eletrônica de Potência • De uma maneira geral pode ser considerada como uma tecnologia multidisciplinar que envolve: – Dispositivos Semicondutores de Potência; – Circuitos Conversores; – Máquinas Elétricas; – Teoria de Controle; – Microprocessadores; – Sistemas Elétricos.

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Unidade I - Introdução
Histórico • Retificador a Arco de Mercúrio – inicio do século passado; • Estrutura Retificadoras – Anos 30; • Tiristor – Grande evolução:
• Laboratório Bell, 1956; p • Comercializado pela GE, 1958;

Unidade I - Introdução
Aplicações • • • • • • • • • • •
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• • • •

Anos 70 – diodos, Transistores de potência e GTO; Anos 80 – MOSFET e IGBT; Anos 90 – Encapsulamento de Potência. Século XXI – Dispositivos de alta potência

Fontes Estabilizadas Controles de Motores Equipamentos de soldagem Veículos Elétricos Tração Elétrica Controle de Trânsito Utilização de fontes não Convencionais de Energias Utilização Aeroespacial Carregadores de bateria Alimentação de Emergência (UPS) Sistema Elétricas de Potência
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Unidade I - Introdução
Conversores Estáticos • Circuito projetados para processamento da energia; • Convertem energia elétrica da forma como é fornecida por uma fonte, na forma requerida por uma carga; • Alto rendimento (99% em grandes conversores); • U Usam semicondutores como chaves; i d t h • Estrutura formada basicamente por chaves, capacitores e indutores.

Unidade I - Introdução
Conversores Estáticos

• • • •

Conversores ca-cc (Retificadores) Conversores cc-cc (Choppers e fontes cc chaveadas) Conversores cc-ca (Inversores) Conversores ca-ca (Chaves ca)
Vantagens : Espaço físico Resposta rápida Baixa manutenção Desvantagens : Harmônicos Interferências
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Unidade I - Introdução
Chaves Semicondutoras

Unidade I - Introdução
IGBT de alta potência
VCE [V] FZ2400R17KE3 1700 FZ3600R17KE3 1700 CM2400HC-34H 1700 5SNA 2400E170100 1700 5SNA 3600E170300 1700 DS_FZ1500R33HE3* 3300 DS_FZ1500R33HL3* 3300 CM1200HA-66H 3300 5SNA 1500E330300* 3300 FZ 600 R 65 KF1 6500

• Idealmente possuem apenas dois estados: Apresentam completo bloqueio ou oferecem irrestrita condução à passagem de corrente. • Podem ser:
– Diodos; – Tiristores; – Chaves controladas:
• • • • • BJT – 1kV, 300A, 20kHz, 200kVA; MOSFET – 1kV, 100A, 50kHz; IGBT – 1,7kV e 2kA, 20kHz; 6,5kV, 600A, 800Hz MCT. IGCT

No. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

IGBT

ICE [A] 2400 3600 2400 2400 3600 1500 1500 1200 1500 600

Frequência de
Chaveamento-Hz

2000 2000 2000 2000 2000 1500 1500 1500 1500 800

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V 3 MOSFET 10 2 10 10 V 102 103 104 105 Hz 14 fantunes@dee. +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 Cristal de Silício e Elétrons de Valência +4 +5 +4 +4 +3 +4 • Cristal de Silício: Pureza – em 10 9 átomos de silício há apenas um átomo estranho. Condutividade natural à temperatura ambiente. Apresentam elétrons livres em altas temperaturas. Isolante em baixas temperaturas.br 16 .br 13 fantunes@dee.br 15 +4 +4 +4 +4 +4 +4 Cristal Tipo N Cristal Tipo P fantunes@dee. A dopagem não deve alterar a estrutura original do cristal.Introdução Dopagem • Átomos estranhos substituem os de silício em varias posições da cadeia do cristal alterando enormemente a habilidade de condução do cristal.1 10 10 0 10 00 1 0 0 00 T ens ão d e B loq u eio.br Unidade I . – – – – fantunes@dee.Introdução Junção PN • Formam a base para o estudo dos diodos transistores e tiristores de potência.ufc.ufc. – Quando sujeito a campo elétrico os buracos movimentam se na direção do campo comportando-se como portadores de carga positiva.Introdução Aplicações típicas da Eletrônica de Potência 10 00 FO N T E S CHAVEADA S 10 0 Corrente de Condução.ufc. cerca de 2 x 1010elétrons livres(Buracos) por cm 3 .Unidade I .Introdução Características Potência x Tensão e Potência x Freqüência VA 10 7 VA 7 10 GTO 6 10 BJT IGBT 105 MOSFET 104 103 3 4 10 6 GTO 10 5 “B A L LA S T S ” D E ILU M IN A Ç Ã O 1 E LE T R Ô N IC A EMBA RCADA (A U T O M O T IV A ) Transistor Bipolar BJT Tiristor IGBT 10 4 10 0. A TRAÇÃO E LÉ T R IC A AUTO MAÇÃO IN D U S T R IA L A C IO N A M E N T O DE MOTO RES 10 HVDC Unidade I .ufc. +4 +4 +4 Unidade I .

– Age no sentido de empurrar os elétrons na região de depleção de volta para a camada N. • Tempo de transição e formas de ondas são afetadas pela caracteristica intrínseca do diodo. Anodo 19 -3 p+ Nd=1 cm nNd 10 Nd=10 14 -3 cm 10μ m Unidade I .ufc.br . • Requer tempo finito para mudar estado bloqueio / condução. – Ausência de portadores majoritários na junção. – Alta resistividade devido à baixa dopagem.ufc. – Onde se estabelece a camada de depleção – Resistividade reduz quando em polarização direta devido à saturação da região por portadores majoritários. + p n Reversamente Polarizada • Junção PN diretamente polarizada – Portadores majoritários saturam a junção.Unidade I . – Tensão reversa máxima é determinada pela camada de depleção. + p n - Diretamente Polarizada Camada de depleção fantunes@dee. P N + + + + + Unidade I .Introdução União do Cristal P com o Cristal N • Na junção os elétrons do cristal N se difundem no cristal P ocupando os buracos formando uma região de depleção na junção.Introdução Característica V x I de um diodo de potencia i D Região de arrasto m 250μ . – Atrasa o processo de formação da camada de depleção. • Quando polarizado inversamente.Introdução União do Cristal P com o Cristal N - • Junção PN inversamente polarizada – Aumento da camada de depleção.V RM 0 .ufc.br 18 Unidade I . – Estabelece a tensão reversa máxima suportada pelo diodo. – Perdas causam aquecimento excessivo para o tamanho do cristal.ufc.br 17 fantunes@dee.Introdução Diodo de Potência • Região de arrasto: – Camada n.br 20 fantunes@dee.não é encontrada nos diodos se sinal. – Condutividade consideravelmente menor que dos metais. – Colapso de camada de depleção – cristal conduz. – Esta modulação da condutividade reduz bastante a perda por condução.7 V v AK n+ -3 Nd=1019cm Catodo Seção Transversal de um Diodo de Potência • Com altas correntes a característica ôhmica mascara a exponencial. • Campo elétrico na junção: – Fica mais forte à medida que mais cargas atravessam a junção. 19 fantunes@dee. apenas uma pequena corrente de fuga circula. p g .

br 23 . t2 – Saturação da junção (neutralização da camada de depleção) e da região de arrasto e estabelecimento da corrente em regime fazem a tensão cair para Von. fantunes@dee. Base Unidade I . i(t) I0 D I0 Carga indutiva t Q rr v(t) t3 t4 trr t5 Irr V C Comando da chave - Ic Von t V Circuito para análise na característica de chaveamento do diodo de potência t1 t2 fantunes@dee. • Retirados os portadores em da junção. • Região de arrasto possui dopagem leve e determina a tensão de ruptura do transistor.Introdução Característica de chaveamento de um diodo de potência Bloqueio: • A carga em excesso na região de arrasto passa a seri(t) t3 removida por recombinação e arrasto.Introdução Transistor de potência Emissor 19 n+ Nd=10 cm -3 C 10μ m 5−20μ m 50−200μ m 250μ m C p I0 16 -3 Nd=10 cm -3 Nd=10 14cm -3 Nd=10 19cm B E Ic B E Ic nt Q rr Irr n+ NPN PNP Coletor t3 t4 trr t5 Von t V t1 t2 • Nível de dopagem influencia as características do dispositivos.Unidade I . • Uma menor espessura de base limita a tensão reversa máxima que pode ser aplicada ao transistor. • A espessura da base é feita menor possível.br 22 Unidade I . Cessada a recombinação i(t) reduz a zero. esta t5 excesso inversamente e logo polariza adquire substancial valor negativo. Os minoritários passam a ter crescimento negativo reduzindo a corrente reversa a zero. Camada de depleção ainda presente. A junção permanece polarizada diretamente devido excesso de portadores presentes.ufc.ufc.Introdução Característica de chaveamento de um diodo de potência + Unidade I . para maior ganho de corrente.Introdução Característica de chaveamento de um diodo de potencia • Condução: t1 – Remoção da carga armazenada na camada de depleção com o aumento da condução.ufc. • Fluxo de minoritários na v(t) formação da camada de t4 depleção inverte i(t). queda ôhmica na região de arrasto e indutâncias presentes no circuito são causas da sobretensão.br 21 fantunes@dee.ufc.br 24 fantunes@dee.

Introdução Característica de chaveamento de um transistor de potência + I C I B4 I B3 I B2 I B1 I 0 B0 IB=0 Vsus VBCE0 ruptura primária Coletor n- + D I0 Carga indutiva n Base p n V C circuito de base Ic V CE Emissor - - • Vsus: tensão máxima emissor-coletor quando o dispositivo esta conduzindo. isto é corrente elétrica no sentido coletor emissor. – Para um certo valor de corrente de base o transistor comporta-se como uma chave fechada.Unidade I . • Condução no transistor NPN (O mais usado): • Inicio de condução . – Algumas cargas alcançam a camada de depleção (ausente de carga) coletor-base e são arrastados para o circuito externo através do coletor.Introdução Característica V x I do transistor de potência quasisaturação saturação plena ruptura secundária Unidade I . Introdução – Transistor NPN p n p • Processo de condução: – Pequena corrente é introduzida na base através de circuito de controle.br 27 Circuito para análise na característica de chaveamento do transistor bipolar fantunes@dee. • O campo elétrico da tensão de polarização externa atrai os elétrons para camada de depleção. saturando-a.os elétrons fluem do emissor para base (sentido real de corrente).br 28 .ufc. para corrente de base nula comporta-se com uma alta resistência . • A grande maioria dos elétrons atingem a camada de depleção base-coletor (inversamente polarizada).br 26 Unidade I .Introdução Transistor de potência Junções PNP e NPN • Emissor – cristal de alta dopagem.ufc. 25 fantunes@dee. • Ruptura primária: avalanche convencional na junção. – A corrente de base satura a junção coletor-base tornando o transistor condutor. • Coletor .ufc.ufc. • Ruptura secundária: alta dissipação de potência em pontos localizados no cristal fantunes@dee. • Base – cristal de media dopagem. iniciando se uma condução. • Inicia-se um fluxo de elétrons no sentido emissor coletor.br Coletor + n Base p n Emissor - fantunes@dee.cristal de alta dopagem.

iB(t) IB(on) 0 t VBE(on) vBE(t) 0 VBE(off) Unidade I . fantunes@dee.br 30 fantunes@dee. – Vce não se altera pois o diodo em ts paralelo com a carga esta conduzindo.ufc. Circula corrente pela junção base-emissor do transistor PNP.Introdução Junções PNPN Anodo + Tiristor n+ 19 -3 10 cm 10 μm 30 .ufc.Introdução Característica de chaveamento de um transistor de potência • Condução: td(on) – Inicio do processo de retirada da camada de depleção. Corrente através do dispositivo é autosustentada. tf1 – O diodo em paralelo deixa de conduzir.ufc. tf2 – O ganho do transistor diminui reduzindo a taxa de queda de Vce.1000 μm 30-50 μm 30-50 30 50 μm gatilho p p+ 17 -3 10 cm 19 -3 10 cm n p v ak Anodo Catodo v gk E Anodo (a) (b) Catodo • • • • - k • Também chamado de SCR.100 μm n+ p n- 19 -3 10 cm 17 -3 10 cm 17 14 -3 10 -5 x 10 cm + J1 J2 J3 Anodo n Gatilho p n g a E C B B C catodo p n p n p Gatilho + 50 .br 32 .ufc. • Mais antigo dispositivo de potência em estado sólido • É um dispositivo de quatro camadas 31 NPN inicia a condução.Introdução Característica de chaveamento de um transistor de potência i B(t) 0 t vBE(t) 0 VBE(off) t t IB(on) VBE(on) i C(t) 0 I0 t iC(t) 0 I0 t vCE(t) Vd 0 VCE(sat) vCE(t) VCE(sat) 0 ts t t f1 td(on) Vd t d(on) t=0 t s t f1 t f2 t • Bloqueio: t=0 f2 t – Para bloquear um transistor tem se que remover toda carga armazenada na junção. – Após ts o transistor deixa a região de saturação e passa a de quase saturação.br Unidade I .br fantunes@dee.Unidade I . Vce não é alterada.Introdução catodo gatilho Unidade I . – Redução de carga na região de arrasto 29 fantunes@dee. Há uma realimentação positiva.

Introdução Característica de chaveamento • Condução: i g(t)=0 – Durante td(on) a corrente de gatilho injeta portadores na di/dt camada p2. – Dispositivo bloqueia quando J1 ou J3 ficar inversamente polarizada.Introdução Característica de chaveamento • Bloqueio: – Bloquear um tiristor requer a aplicação de uma tensão negativa entre anodo e catodo por um período de tempo mínimo. – Grande quantidade de energia liberada nas adjacências do gatilho. Unidade I .Unidade I .Introdução Junções PNPN • J1 e J3 são polarizadas diretamente e J2 inversamente. • Logo J2 determina a tensão máxima aplicável ao tiristor.br 35 fantunes@dee. – A taxa de crescimento dv/dt da tensão de polarização direta deve ser mantida abaixo de um máximo valor especificado pelo fabricante.ufc. – Excesso de portadores na região do gatilho reduz sensivelmente a vAK(t)=0 td (on) capacidade de bloqueio do tiristor. ocorra • A região de alta tensão e baixa corrente é a região de bloqueio em polarização direta i A Estado de condução direta -V RM IH IB0 i g>0 i g=0 V Estado de bloqueio V H em polarização B0 v AK direta Catodo fantunes@dee.br 34 Unidade I . • A ação dos dois emissores saturam a junção J2.ufc.ufc. que conduz pouca corrente até que avalanche ocorra.br 33 fantunes@dee. – Deve se controlar a taxa de crescimento da corrente de anodo. – Processo similar ao de um diodo. t Unidade I . I 0 – Condução inicia se em torno de iK (t)=0 gatilho devido excesso de portadores na região.ufc. • A camada n absorve a camada de depleção.br 36 . – Finalmente o plama se espalha por toda secção transversal do tiristor.Introdução Característica V x I de um tiristor Anodo + p n p n J1 J2 J3 Gatilho + • Sob tensão inversa o tiristor comporta-se similarmente a um diodo polarizado inversamente. fantunes@dee. t • Condução acidental do tiristor: t – O tempo que o tiristor é mantido sob tensão reversa deve ser suficientemente longo para garantir um real bloqueio. – di/dt em torno do gatilho pode ter efeito destruidor.

Effect Transistor.Introdução Transistor MOSFET Unidade I .ufc. • Operam em altas freqüências.Introdução Característica de chaveamento v GS (t) V DR V D I C VD V GS.ufc.br 39 fantunes@dee.Unidade I .ufc.br Unidade I . • Resistência de condução relativamente alta.Introdução MOSFET Tipo e característica de condução D I I D V V DS V G V =12V =7V 5V =5V D • Metal Oxide Semiconductor Fiel. 37 fantunes@dee.br 40 .Introdução Característica de chaveamento V DR Unidade I .br 38 fantunes@dee. S n + G ---------++++++ ---------- GS GS GS D n+ Canal Tipo n V p S (a) (b) GS =3V V DS D • Essencialmente resistivo em condução.ufc.Io v GS (t) GS. • Acionados por tensão.Io V th t D I0 D C DS DF V th i G (t) t 0 i G (t) GD G C GS C GD RDR VDR G CGS S V D v DS (t) i Io t V DS(ON) (t) v i G D (t) Io V d DS (t) 0 t S Capacitâncias parasitas Modelo para análise de chaveamento Forma de onda durante o bloqueio Forma de onda durante a condução fantunes@dee.

Atuação rápida (transitório efeito de campo).br 43 fantunes@dee.ufc.ufc. Alta capacidade de potência (Transistor Bi-polar).Introdução IGBT Collector Unidade I .8 V State ON OFF Gate Current conduction if ON VGS-4 VGS-3 Emitter VRM VGS-2 VGS-1 VnsS • • • • Transistor Bipolar de Gatilho Isolado. fantunes@dee. Controle por tensão.Introdução Característica de chaveamento Unidade I .Unidade I .br 41 fantunes@dee.8 V < 5.br 42 Unidade I .ufc.Introdução Característica de chaveamento Formas de onda da Corrente e da Tensão no IGBT em Condução Formas de onda da Corrente e da Tensão no IGBT em Bloqueio fantunes@dee.ufc.Introdução Característica I-V Vgate > 5.br 44 .

Wiley . Unidade I . ISBN: 0-471-73171-4 fantunes@dee. Ifrm – Valor máximo da corrente que pode ser aplicada repetitivamente.Introdução Futuro das chaves • Dispositivos a base de carbono de silício. • Corrente de pico repetitiva. Isto limita a potência máxima dissipada devido i² R i². Irms – Valor máximo permitido para corrente eficaz.br 48 . • Corrente de pico não repetitiva. geralmente é especificada para um pico a cada meia senoide.ufc.Introdução Exemplo de chaves estáticas MOSFET 150V 24A Unidade I .ufc. • Suportam altos gradientes de tensão. • Reduzida queda de tensão em condução. a repetição é permitida apenas após um intervalo de tempo que permita resfriar a junção. 2006.Unidade I .R.br 47 fantunes@dee. Ifsm – Valor máximo da corrente que pode ser aplicada.IEEE Press. • Corrente eficaz de condução direta. Evolução fantunes@dee.ufc. Id – Valor médio da corrente que o dispositivo pode conduzir continuamente repetidas as condiçoes de resfriamento.br 45 fantunes@dee.Introdução • Semicondutores de alta potência V (V) 12000 SCR 12000V/1500A (M itsubishi) Diode 100V 1A 10000 6500V/600A (Eupec) 7500V/1650A (Eupec) 6000V/3000A (ABB) 27M VA SCR: GTO/GCT: 36M VA 6M VA IGBT: 8000 6500V/4200A (ABB) 6000V/6000A (M i bi hi) itsubishi) 6000 6500V/1500A (M itsubishi) GTO/GCT 4000 4500V/900A (M itsubishi) 3300V/1200A (Eupec) 2500V/1800A (Fuji) 4800V 5000A (Westcode) Gate Collector Emitter Thyristor 2400-3200V 1600A IGBT 1200V 25A 2000 1700V/3600A (Eupec) IGBT 0 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 I (A) Textbook: Bin Wu.br 46 Unidade I . ‘High-Power Converters and AC Drives’.Introdução Especificação de chaves semicondutoras • Corrente média de condução direta.ufc.

br 52 52 . Unidade I .Unidade I .ufc. fantunes@dee.Introdução Perda durante a condução Seja uma junção de um dispositivo qualquer. acima deste valor o dispositivo pode danificar se por avalanche térmica. – Perda no estado de bloqueio.ufc.br 50 Unidade I . Perdas por chaveamento: A mudança de estado de condução para bloqueio ou vive-versa não é instantânea em um semicondutor. • A elevação de temperatura na junção provoca mudanças químicas e metálicas no dispositivos.br 51 fantunes@dee.dt T∫ o 1 i(rd i + E0 )dt T∫ o 1 2 1 ∫ i rd dt + T ∫ E0 .i. v = rd i + E0 a i rd Eo k Pon = Pon = Tensão gatilho Transitório de condução Corrente Transitório de bloqueio 2 Pon = ief rd + E0 imed Tensão fantunes@dee. • Temperatura da junção. aqui representada por um diodo Pon = 1 iv. provocando destruição de dispositivo. Vf – Queda de te são apresentada pelo dispositivo quando e co dução tensão ap ese tada pe o d spos t vo qua do em condução direta. Estas mudanças variam exponencialmente com a temperatura.ufc.Introdução Especificação de chaves semicondutoras • Tensão de pico inversa.Introdução Perdas e Cálculo Térmico • A perda total de um dispositivo é dada por: – Perda durante a condução. que são proporcionais à frequência de chaveamento.Introdução Perdas totais em um semicondutor Perda por condução: Quando em condução o semicondutor apresenta uma pequena queda de tensão. • Queda de tensão em condução direta. O produto desta queda de tensão pela corrente é o valor da perda por condução.br 49 fantunes@dee. Durante a comutação há apreciáveis valores de tensão e corrente que produzem perdas. devem ser liberadas par ao meio ambiente.ufc. – Perda no chaveamento.dt To o T T T T Unidade I . Tj(max) – Valor máximo de temperatura que o dispositivo pode operar. caso contrário a temperatura da junção se elava acima do limite permitido. • Estas perdas que se transformam em calor. Vrpm – Valor instantâneo de tensão máxima permitida da direção positiva ou negativa do dispositivo.

Unidade I .br 56 .ufc.br 53 53 fantunes@dee.ufc.Introdução Perdas por chaveamento fantunes@dee.ufc.ufc.Introdução Perdas por chaveamento Ligar Desligar Unidade I .Introdução Unidade I .Introdução Para não danificar o semicondutor.br 55 fantunes@dee. Como que esta potência pode ser transferida? Trocadores de calor fantunes@dee.br 54 Unidade I . Pon deve ser transferida para o ambiente.

A energia elétrica na junção se transforma em energia térmica no cristal. uma potência Pon 1 maior que Pon max pode ser dissipada sem risco para o dispositivo.ufc. sem que se exceda à máxima temperatura admissível na junção.To) [Joules/s-m²] [J l / ²] • No caso de um dispositivo semicondutor. qualquer combinação de Von e I que fique de Pon max não danificará o dispositivo. • Um ventilador ou qualquer refrigeração que venha a reduzir a temperatura ambiente Ta nas proximidades do dispositivo.Ta) [joules/s] . Tjmax.Rja – resistência térmica entra a junção e o ambiente • Fazendo se uma analogia com um circuito elétrico: Rja Pon Ta 0°C Quando o semicondutor não está conduzindo.br Unidade I .br 57 Unidade I .Tj – Temperatura ambiente . logo Tj=Ta. • Desprezando se a influência da resistência interna do semicondutor: Pon = I.ufc.Introdução Hipérbole de dissipação de potência I Pon Rja Pon 1 > Pon max Ta Pon max 0°C Von Pon max • Para a temperatura ambiente Ta.Introdução Perdas nos dispositivos semicondutores • Quando duas superfícies sólidas paralelas a temperaturas uniformes.br 60 Von fantunes@dee. 59 fantunes@dee. há uma máxima potência Pon que pode ser dissipada.br .Introdução Perdas nos dispositivos semicondutores • A potência dissipada na junção por segundo fluirá para o ambiente segundo a equação abaixo: Pon = 1/Rja (Tj . Quando menor Rja. Tj e To. A temperatura da junção se eleva acima da ambiente e há um fluxo de calor para o ambiente.ufc.Tj – Temperatura na junção . Q = 1/K* (Tj . fantunes@dee. uma certa quantidade de calor Q (joules/s-m²) fluirá por unidade de área da superfície de maior temperatura (Tj) para a de menor temperatura (To).Introdução Perdas nos dispositivos semicondutores • Para uma certa resistência térmica Rja e temperatura ambiente Ta. Pon = 0.Unidade I .ufc. a corrente através da junção inversamente polarizada produz calor quando os portadores majoritários perdem energia ao atravessar a barreira de potencial. Pon max. são justapostas. menor será ΔT 58 fantunes@dee.Von I Pon 1 > Pon max Unidade I .

br 61 Unidade I .ufc. • Um trocador de calor é um metal irradiador de calor projetado para retirar do dispositivo o excesso de calor por convecção.Introdução Dissipação do calor • A transferência de calor pode ser representada pelo circuito elétrico ao lado. quase que sempre.Introdução Dissipação do calor • Falha na operação de um dispositivo semicondutor está. e.Unidade I . • Um cálculo adequando do trocador de calor permitirá ao projetista determinar a máxima potência que poderá ser dissipada pelo dispositivo.Pon R ja = R jc + R ch + R ha R ha = R ja − R jc − R ch 62 Unidade I .6 V V0 = 48 V Potência nominal Frequência de chaveamento Tenão de entrada (MPPT) Tensão de saída (baterias) fantunes@dee. • A temperatura da junção dependerá da potência dissipada e das resistências térmicas associadas ao dispositivos. fantunes@dee.br Rjc Pon Rch Rja Rha Ta 0°C T j − Ta = R ja . e do trocador de calor para o ambiente. mesmo nos piores transitórios.ufc.Introdução Microsolar (GPEC/MICROSOL/FINEP) Po = 588 W Fs = 20 kHz VI = 33. ligada à elevação de temperatura do dispositivo. • O fabricante normalmente especifica a máxima temperatura da junção.ufc. da carcaça para o trocador de calor através de uma pasta térmica. • A dissipação de calor nos semicondutores está diretamente ligada aos trocadores de calor. • O calor flui da junção para a carcaça do semicondutor. ainda conservar a temperatura máxima na junção a baixo de um valor escolhido fantunes@dee.br 63 .

isto é.ufc. Resumida aplicação em pequenas potências (celulares.ufc.ufc. unidirecional é converte uma tensão ca em cc.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.707V www.ufc.dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.ufc.br 2 fantunes@dee.br/~fantunes saída ca cc = nível cc ripple 2009. O ripple da tensão de saída é alto.br Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Carga Puramente Resistiva D Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Carga Puramente Resistiva • • • • • Retifica apenas um ciclo da tensão alternada. Professor Fernando Antunes Semestre www. i(t) v o R • Para uma tensão de alimentação v(t)= 2V sen(wt) v(t) v = 2V sen(ω t ) • Tensão média na carga wt v (t) 2V v (t) o V0 = 1 2π π ∫ 0 • Valor eficaz da Tensão na carga V0 eff = [ 1 ( 2V ) 2 sen 2 wtd ( wt )]1/ 2 2π ∫ 0 π 2Vsenwtd ( wt ) π wt i(t) 2 V R v (t) D wt wt 2V 2V V0 = (− cos wt ) = 2π π 0 V0 = 0. na freqüência da entrada.br 3 www.2 1 www.ufc.br 4 .dee.45V V0 ef = 0. São os mais simples pois possuem apenas um diodo diodo.computadores).dee.dee. Apresenta uma componente cc A na alimentação que o torna de pouco uso prático.Universidade Federal do Ceará Eletrônica de Potência Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo • Um circuito retificador converte um sinal em corrente alternada em um unidirecional.

Isto I t é possível através do uso de um diodo em paralelo com a carga í l t é d d di d l l www. o que resultaria numa tensão média igual a zero.ufc.br 7 www.dee. Apresenta um valor menor que para uma carga resistiva.ufc.br 8 .dee. No caso real para R e L finitos a condução será descontínua.br/~fantunes fantunes@dee. it C t tí •Componente alternada.Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo D1 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Carga Indutiva R1 12 Carga Puramente Resistiva Simulação no OrCad i(t) D R L VAMPL = 60 FREQ = 60 V1 • 0 80 Tensão no diodo • Tensão na Carga 40 Corrente na Carga • 0 Os tifi d O retificadores são raramente ã t usados com carga puramente resistiva.br/~fantunes fantunes@dee. ip v(t) i(t) D R v o L v(t)= 2 V sen(wt) Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Carga Indutiva • • Valor de tensão na saída dependente da carga.dee. Devido à presença da carga indutiva a condução no diodo continua para ωt>1800 até que a corrente caia a zero.ufc.br 5 www.ufc. o diodo conduzirá di d d i á durante os 3600. V0 pode ser independente da carga se o ângulo φ for feito igual a zero.dee. di 2V sen wt = L + Ri t dt 2V i p = R2 + X 2 sen(ωt − φ ) L V0 = 1 2π π +φ ∫ 0 2V sen wtd ( wt ) π +φ v(t) i(t) −t it = K e i= −t /τ i = ip+ i t i p Componente permanente i t Componente transitoria 2V V0 = (− cos wt ) 2π 0 • = 2V π [1 − cos(π + φ )] 2V (R 2 +X 1 2 2 L ) sen( wt − φ ) − Ke τ it φ π β ip wt i= 2V (R 2 2 + XL ) 1 2 −t ⎡ ⎤ τ ⎢sen( wt − φ ) − sen(−φ )e ⎥ ⎣ ⎦ • A tensão média de saída.br/~fantunes fantunes@dee.br 6 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Carga Indutiva Composição da corrente de carga: •Componente contínua.ufc. v(t) v o v(t)= 2 V sen(wt) v(t) 2V wt vo(t) v i wt v (t) D π β 2π wt -40 0s V(R1:2) 5ms V(D1:2. Se se supõe que a carga é uma indutância i d tâ i pura.ufc.ufc.ufc.D1:1) 10ms -I(R1)*5 Time 15ms 20ms 25ms 30ms www.br/~fantunes fantunes@dee.

br/~fantunes fantunes@dee.dee.dee.ufc. fantunes@dee.br 9 www.br 11 www.br 10 www.dee.ufc.br/~fantunes Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Carga Indutiva com Diodo de roda livre i(t) D1 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo D1 Vantagens V t v(t) D2 R L Carga Indutiva com Diodo de roda livre Simulação no OrCad Tensão na Carga 60 VAMPL = 60 FREQ = 60 R1 V3 1 D2 L2 70mH 12 • • Tensão de saída independente da p carga: V0=0.ufc.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo D1 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Carga Indutiva com Diodo de roda livre v(t) i(t) D1 v(t) D2 R L v0 (t) wt 2V Carga Indutiva Simulação Si l ã no OrCad O C d VAMPL = 60 FREQ = 60 R1 V3 1 12 L2 70mH 2 0 100 v(t) = 2V sen(ω t ) i(t) D1 i0(t) R L wt D1 v(t) D2 i0(t) R L wt i0(t) continua wt i0(t) descontinua Tensão na Carga v(t) Corrente na Carga 0 D2 • -100 0s V(R1:2) 5ms -I(R1)*10 10ms 15ms Time 20ms 25ms 30ms Presença do diodo de roda livre: – caminho para a corrente de carga no ciclo negativo da tensão da fonte.ufc.br 12 .ufc.ufc.45V Possibilidade de continuidade de corrente na carga v(t) = 2 V sen(ω t ) 2 0 2V wt vo (t) i0(t) wt v (t) D1 π β 2π wt 0 0 0s V(R1:2) -I(R1)*10 Time 5 5ms 10ms 0 15ms 5 20ms 0 20 Corrente na Carga 40 www. fonte – tensão de saída independente da carga.br/~fantunes fantunes@dee.dee.

ufc. D i 1 i 2 1 I 0 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Analise ca • Potência consumida pela carga otê c a co su da pe a ca ga (ativa): P0=V0*I0 Corrente eficaz no secundário do transformador: I2ef ⎡⎛ 1 ⎞ 2 π 2 ⎤ 2 I = ⎢⎜ ⎟ ∫ (I0 ) ⎥ = 0 2 ⎝ 2π ⎠ 0 ⎢ ⎥ ⎣ ⎦ i2 i 1 i2 1 I0 R v(t) Np V 2 D2 L V0 • I0 i2 I0 iD 1 R v(t) Np N s D 2 L F I0 • v(t) Potência aparente no secundário será: S=V2*I2ef S V2*I2 f S 2 = V2I2ef ⎛ V ⎞ I = ⎜ 0 ⎟ 0 = 1.ufc.br 14 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Analise ca • • • Usando-se um transformador para casamento de tensão. Tensão T ã na saída d retificador é id l (Ri l na corrente de carga íd do tifi d ideal (Ripple t d desprezível).br 16 .ufc.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br 13 www.57P0 ⎝ 0.ufc.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.dee.ufc.Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo D1 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo D1 Carga Indutiva com Diodo de roda livre Simulação no OrCad 80 VAMPL = 60 FREQ = 60 R1 V3 1 D2 L2 15mH 6 Carga Indutiva com Diodo de roda livre Simulação no OrCad 80 VAMPL = 60 FREQ = 60 R1 V3 1 D2 L2 700mH 2 6 2 0 0 Tensão na Carga g Tensão na Carga 40 40 Corrente na Carga Corrente na Carga 0 0 0s 0 V(R1:2) -I(R1)*10 Time 5ms 5 10ms 10 15ms 15 20ms 20 -40 32ms 32 V(R1:2) 36ms 36 -I(R1)*10 40ms 0 44ms 48ms 8 Time 52ms 2 56ms 6 60ms 60 64ms 6 www.45 ⎠ 2 ca I2 cc Carga i1 ca www.br/~fantunes fantunes@dee. A fonte de tensão ca é um barramento infinito.br/~fantunes fantunes@dee.dee.br 15 www.ufc.dee.dee.

br 17 www.ufc.dee.br/~fantunes fantunes@dee. Apresentam-se de duas formas : i 0 + V D1 D2 V 0 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Retificador com Ponto Médio • Ideal para altas correntes e p baixa tensão.Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Analise ca • Corrente eficaz no primário do transformador: I1ef ⎡⎛ 1 ⎞ 2 π ⎛ I0 ⎞ 2 ⎤ 2 I0 = ⎢⎜ ⎟ ∫⎜ ⎟ ⎥ = 2 ⎢⎝ 2π ⎠ 0 ⎝ 2 ⎠ ⎥ ⎣ ⎦ 1 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Analise i 1 i2 1 I0 R v(t) Np V 2 D2 L V0 I0 i2 I0 iD • Potência aparente no primário será: ⎛ V ⎞I S1 = V1I1ef = ⎜ 0 ⎟ 0 = 1.ufc. que torna o retificador (cc) impraticável quando se necessita de transformador.br/~fantunes fantunes@dee.ufc. A tensão de saída não apresenta uma componente cc. • Aplicável também a carregadores de bateria de equipamentos portáteis.ufc.45 ⎠ 2 F I0 • S1=1. f ê i d li t ã t filt i difí il • A corrente de entrada (ca) do retificador possui uma componente em corrente contínua (cc).57P i2 ca I2 cc i1 p ç . • Apresenta valores médio e eficaz da tensão de saída de: V0 = 1π ∫ 2V sen wtd( wt ) = 0. i t tát i ca www.br/~fantunes fantunes@dee. p q p pequena • Sua aplicação é aceitável em equipamentos de p q potência e baixa tensão como: fontes para celulares.ufc.ufc.br/~fantunes fantunes@dee. A retificação se dá para os dois semi-períodos da tensão de entrada.17P0 ⎝ 0.11P0 • S2=1 57P0 =1.br 18 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo • • • • Retificadores Monofásicos de Onda Completa Os diodos conectam a carga à fonte em ambos os ciclos positivo e negativo.br Em P t E Ponte 19 www.br 20 . • Os diodos estão submetidos à tensão total do enrolamento quando não em condução. • Tensão de saída contém uma componente de ripple na frequência de alimentação.dee.dee.ufc.dee. • Simples construção e baixo custo. • Mínimo número de componentes.ufc. o que torna a filtragem mais difícil.9 V π0 ⎡1 π ⎤2 = ⎢ ∫ ( 2V )2 sen2 wtd( wt )⎥ = V ⎣π 0 ⎦ 2 2V V D1 D2 Vp v(t) 2V + V0 - V wt v (t) 0 is D 1 D 3 + L V Vp v(t) D2 D4 V 0 - R wt v D 1 V0ef wt v D2 v D1 Ponto Médio www.

• Menos harmônicas na corrente.Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Retificador com Ponto Médio .ufc. is D 1 D 3 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Retificador Monofásico em Ponte p • Há um melhor aproveitamento do transformador wt i0 i i D D3 v 0 D 2 D 4 + 1 2 1 v(t) () 2V V1 V2 v0 i wt 0 wt D1 D D2 D I2ef = I1ef = I0 ⎛V ⎞ S1 = S2 = V1I1ef = ⎜ 0 ⎟I0 = 1. • A carga como uma fonte de corrente.br 22 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Retificador Monofásico em Ponte • Di Dispensa o uso d transformador.11P0 1 11P 2 I0 i v( t ) = 2V sen ωt www. • Não existe componente continua no secundário. D1 V • Corrente eficaz no secundário: Vp D2 V i Sef = i d 1 ef = 1 2π π Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Retificador com Ponto Médio D1 I 0 VAMPL = 60 FREQ = 60 V1 0 VAMPL = 60 FREQ = 60 V2 D2 R1 12 ∫I 0 2 0 dwt → i Sef = 0 . 707 I 0 i 0 0 60 tensão na carga • 0.ufc.57V 0isef 0 Ps1 = V .dee.br corrente na carga i i d1 d2 20 0 0s V(D1:2) -I(R1)*5 5ms 10ms Time 15ms 20ms 21 www.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.9 V π0 23 π 1 www. do f d • Os diodos estão submetidos à tensão t t l d t ã total do enrolamento l t quando não em condução.785V 0isef 0.br 1 V0 = ∫ 2V sen wtd( wt ) = 0.11P0 • S2=1.isef ∴ Ps1 = • Potência aparente em um enrolamento secundário: V I0 Ip 40 • Transformador com potência total 57% maior que a carga.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.9 ⎠ i i 0 I0 i0 V + L v(t) D2 D4 0 - R is Diodos em condução 4 3 Circuito em Ponte Formas de Onda • S1=1.dee.dee.dee.1P0 ⎝ 0.9 PTR = Ps1 + Ps 2 = 2 Ps1 = 1.ufc. www.ufc.707 isef = 0.br/~fantunes fantunes@dee.br 24 .Comportamento do trafo.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.

ufc.br/~fantunes www.D2:1) 10ms -I(R1)*100 20ms 30ms Time 40ms 50ms 60ms www.ufc.ufc.br 26 2 Vca = Vef − V02 2 Vca = Vef − V02 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Retificador Monofásico em Ponte D1 VAMPL = 60 FREQ = 60 V1 D3 1 R1 12 L1 D2 D4 2 70mH Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Retificador Monofásico em Ponte D1 VAMPL = 60 FREQ = 60 V1 D3 C1 10m D2 D4 R1 1200 0 0 60 60 Tensão na Carga Tensão na Carga 40 40 20 Corrente na Carga 20 Corrente na Carga 0 32ms 36ms V(D3:2.br 28 .D2:1) Time 5ms 10ms 15ms 20ms www.2 Vca = Vef − V02 2 Vca = Vef − V02 Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Retificador Monofásico em Ponte Parâmetros de avaliação de desempenho • Valor eficaz da componente alternada da tensão de saída é: Vca = Vef − V 2 2 0 60 Unidade II – Retificadores Monofásicos a Diodo Retificador Monofásico em Ponte D1 VAMPL = 60 FREQ = 60 V1 R1 12 D2 D4 D3 0 • O fator de forma: FF = Vef f V0 Vca → FR = V0 ⎛ Vef ⎜ ⎜V ⎝ 0 ⎞ ⎟ − 1 = FF 2 − 1 ⎟ ⎠ 2 Tensão na Carga 40 • Fator de ripple: FR = Corrente na Carga 20 • Fator de utilização do transformador: FT = P0 Vs I s fantunes@dee.dee.ufc.ufc.D2:1) -I(R1)*5 40ms 44ms 48ms Time 52ms 56ms 60ms 64ms 0 0s V(R1:2.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.dee.br/~fantunes fantunes@dee.br 27 www.dee.dee.br 25 0 0s -I(R1)*5 V(D1:2.

então: FP= kθ 32 (1 + TDH ) 2 1/ 2 2 1/ 2 www.ufc.br Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Onda Quadrada .ufc. www.ufc. B2. ..ufc. de modo que a soma parcial represente a função com o menor erro possível...ufc.Revisão q q q ç p • Teorema de Fourier estabelece que qualquer função periódica f(t) pode ser descrita por um termo constante mais uma série infinita de termos em seno e em co-seno.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Série de Fourier .. A1. B1.dee.ufc.br .br/~fantunes fantunes@dee..br 30 www. .3 ⎠ ⎝ = (I1 / I1) cos φ1 ⎛ ⎜1 + ⎜ ⎝ kd = www.Revisão Os coeficientes da série são descritos por: A0 = an = bn = 1 2π ∫ f ( t )d(ωt ) 2π 0 1 2π ∫ f ( t ) cos nωt(dωt ) π0 1 2π ∫ f ( t ) sen nωtd(ωt ) π0 ( An cos nω0t + Bn sennωot ) = Cn cos(nω0t + φn ) n=0 ∑ ( A n cos nω0 t + Bnsinnωo t ) ∞ A3 cos 3ω0t + B3 sen3ω0t + K + A3 cos 3ω0t + B3 sen3ω0t + Onde: 2 2 Cn = An + Bn ∞ e φn = arctg An Bn f (t ) = ∑ [Cn (cos nω0t + φn ) + C0 ] n =0 Cn= Amplitude da n-ésima harmônica fn = âgulo de fase da n-ésima harmônica 29 A análise de Fourier consiste: – na determinação dos coeficientes A0. Logo: f (t ) = A0 + A1 cos ω0t + B1sinω0t + A 2 cos 2ω0t + B2 sen 2ω0t + f (t ) = Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Série de Fourier .br 31 (1 + TDH ) ∑I 2 I1 ⎟ ⎠ 1 2 ⎞1/ 2 n⎟ = kθ= fator de deslocamento kd= fator de distorção Se a corrente de entrada for puramente senoidal.Representação Gráfica Uma série infinita de harmônicas ímpares com amplitudes p p específicas resulta numa onda quadrada Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Fator de Potência – Revisão Potência ativa será: P = VI1 cos φ1 v(t) i(t) i1(t) Potência aparente será: S = VI Fator de potência: P VI1 cos φ1 I1 FP = = = cos φ S VI I φ1 1 ⎛ senωt sen3ωt sen5ωt ⎞ v(t) = 51 + + +L⎟ ⎜ 3 5 ⎝ 1 ⎠ k d = I1 I FP = k θ = cos φ1 1/ 2 THD= Taxa de Distorção Harmônica THD T d Di ã H ô i cos φ1 I1cos φ1 ⎛2 2⎞ ⎜I1 + ∑ In ⎟ ⎜ ⎟ n = 2.dee. – na decisão de quantos termos serão considerados na série infinita.ufc.dee.ufc.dee.br/~fantunes fantunes@dee.

dee.V • Valor eficaz de Is: 2 2 2 2 ⎤ 4 ⎡ ⎛ 1⎞ ⎛ 1⎞ ⎛ 1⎞ ⎛ 1⎞ Isef = I0 ⎢1+ ⎜ ⎟ + ⎜ ⎟ + ⎜ ⎟ + ⎜ ⎟ + K⎥ = I0 π 2 ⎣ ⎝3⎠ ⎝5⎠ ⎝7⎠ ⎝9⎠ ⎢ ⎥ ⎦ π wt FP = I1eff P VI1ef cosφ1 I1ef = = cosφ1 S VIsef Isef Tensão e corrente na entrada de uma ponte monofásica 4I ⎛ 0 ⎞ ⎛a ⎞ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ = 0 = 0.ufc.Unidade III – Retificadores Monofásicos a Diodo Fator de Potência Apresentado pela Ponte Monofásica is (t) = (t 4I0 ⎛ senωt sen3ωt sen5ωt ⎞ + + +L⎟ ⎜ π ⎝ 1 3 5 ⎠ I0 Fundamental de is v(t) i s 2π • Valor eficaz da tensão de entrada .9I0 .ufc. 33 www.br/~fantunes fantunes@dee.9I0 φ1 = tg−1⎜ 1 ⎟ = tg−1⎜ ⎟ ⇒ 0o b1 ⎠ 2π ⎝ ⎝ 4I0 ⎠ FP = 0.9 I0 Mesmo apresentando um fator de deslocamento unitário (cosφ1=1) o fator de potência não é unitário devido ao fator de distorção.br .1 = 0.

mas diferem em fase. A tensão de saída é formada por D1 iD1 uma sequência de partes da tensão trifásica de alimentação alimentação.ufc.br Onda Completa p 1 Unidade IV – Retificadores Trifásicos não Controlados Retificador de meia onda Todos os diodos ficam A inversamente polarizados.ufc.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee. si 120° • Produzem menos distorção na fonte ca e apresentam valores menores de ripple na corrente de saída que circuitos monofásicos.Retificadores Trifásicos não controlados • Circuitos contendo três fontes em corrente alternada cujas tensões retificadas são combinadas na saída.ufc.dee.ufc. tifi d ã bi d íd • As fontes são iguais em amplitude e frequência. www.ufc.dee.br 4 .br 3 www. iD2 A forma de onda da corrente iD3 dependerá da carga. a corrente de potencial carga é transferida para o diodo conectado a esta fase.ufc. fase entre si. Vo Io Van 0 6 Corrente média na carga: 1. de 120°. l ã t À medida que uma fase assume o Van mais alto potencial.dee.17 V I0 = R Vbn 100 Vcn Tensão na Carga wt D1 iD1 iD2 iD3 wt 0 0s V(D3:2) 4ms -I(R1) 8ms 12ms 16ms Time 20ms 24ms 28ms 32ms Corrente média em um diodo: IDmed I = 0 3 D2 D3 50 wt Corrente na Carga Desvantagem: Componente contínua no lado ca www.ufc.br 1 I0 2 3 R Vo Vbn Vcn wt D2 D3 wt wt 2 Unidade IV – Retificadores Trifásicos não Controlados Unidade IV – Retificadores Trifásicos não Controlados A B C 1 D1 D2 D3 Tensão média na carga: V0 = 3 2π 5π 6 2 3 I0 Carga VAMPL = 100 FREQ = 60 V1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V2 VAMPL = 100 FREQ = 60 V3 R1 6 π ∫ 2V sen(wt)d( wt) = 117V . monofásicos • Retificadores de alta potência tendem a ser trifásicos. exceto polarizados B C aquele conectado à tensão da fonte de mais alto potencial em relação ao neutro. A B C 3 1 2 • • A I0 Carga B C 1 3 5 Carga • 6 4 2 • Meia Onda www.dee.br/~fantunes fantunes@dee.

• Os dois retificadores de meia onda operam independentes um do outro. alternada de acordo com a polaridade dos diodos.dee.dee. Conduz.dee.ufc.ufc. • As corrente de linha serão: IA IB IC www. – A corrente no secundário do transformador não apresenta componente contínua. A corrente.br 8 . se torna unidirecional (pulsante) na carga. A • Cada diodo inicia sua condução em diferentes momentos do período da B tensão de alimentação.ufc. pela ação dos diodos.br/~fantunes fantunes@dee. o diodo 6 R que tiver tensão anodo-catodo mais 4 positiva.ufc.br/~fantunes k 1 3 5 L R • 6 4 2 a • • = I1 − I 6 = I3 − I4 = I5 − I2 fantunes@dee. ç C • Chamado também de retificador de 6 pulsos. Ia 2 Conduz.br/~fantunes fantunes@dee. na fonte. e retorna para fonte alternada. o diodo negativo que tiver tensão anodo-catodo mais negativa.br 5 www. que é alternada.ufc.Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados D1 D2 D3 1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V2 VAMPL = 100 FREQ = 60 V3 R1 6 L1 70mH 2 Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados Retificador de onda completa A B C 6 4 2 1 3 5 Carga 0 100 Tensão na Carga T ã C • Apresenta várias vantagens em relação ao trifásico de meia onda: – Não há necessidade de neutro na fonte para conectar ao neutro da carga carga.ufc.ufc. 20ms 24ms 28ms 32ms 50 Corrente na Carga 0 0s -I(R1) 4ms V(D3:2) 8ms 12ms 16ms Time www. Conduz no retificador negativo.br/~fantunes fantunes@dee.br 7 Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados • O condutor neutro pode ser removido. diodos www. no retificador positivo. – A fundamental do ripple da tensão de saída está numa freqüência 6 vezes maior que a da tensão de alimentação.dee.br 6 Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados • Retificador de onda completo Formado por dois retificadores de meia A 1 onda onde um retifica o semi-cilco B positivo da tensão de entrada (azul) e o 3 Ik outro retifica o semi ciclo negativo semi-ciclo C R 5 (vermelho).ufc.

ufc.dee.dee. 60° 0 A tensão de saída possui um i B ripple na frequência 6 vezes 0 superior que a frequência de i C 0 alimentação.ufc.ufc.34V C Valor eficaz da tensão de saída: 3 V0ef = [ ∫ ( 2 3V)2 sen2 (wt)d(wt)]1/ 2 = 2.br V 0 wt 14 12 32 36 56 54 14 9 www.br/~fantunes I 4 1 I I 2 3 I I 6 5 I I 4 www.341V ππ 3 2π 3 v AN v BN v CN v kn Vab V 0 wt Vbc Vca vAB v AC v BC v v BA CA v CB v AB v an Os valores médio e eficaz da tensão de saída diferem na milésima casa decimal.br/~fantunes fantunes@dee.ufc. Isto facilita a g filtragem.ufc.ufc. Para uma corrente contínua perfeita o valor eficaz da onda é igual ao valor médio médio.dee.br/~fantunes fantunes@dee.br 11 fantunes@dee.br 10 Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados Seqüência de Condução dos Diodos k A 1 B C 6 Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados k k 3 5 L R A 1 B C 6 3 5 L R A 1 B C 6 3 5 A L R k 1 3 5 v CB vAB 14 vAC 12 vBC 32 vBA 36 v CA 56 v CB 54 vAB 14 V 0 B C L R 0 60 4 2 a 4 2 a 4 2 a 120 180 240 300 360 0 wt 0-60o k A 1 B C 6 3 5 60o -120o k L R A 1 B C 6 3 5 120o -180o k L R A 1 B C 6 3 5 6 4 2 a 0 I I 5 0 L R • • • 4 2 a 4 2 a 4 2 a 180o -240o v CB 240o -300o vA B 14 vA C 12 vBC 32 vB A 36 v CA 56 v CB 300o -360o vAB 14 V 0 54 0 60 120 180 240 300 360 0 wt Cada Diodo conduz por 120°.br 12 .ufc. www.ufc.Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados Tensão média de saída: V0 = 3 ∫ π π 3 2π 3 Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados Van Vbn Vcn A B 1 3 5 V ka 6 4 2 a = V 0 k N 2 3Vsen ( wt )d ( wt ) = 2. 0 Há uma comutação a cada 0 iA 60°.br/~fantunes fantunes@dee. www.dee.

I0 = =0.br 13 www.br ωt 14 Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados D1 D3 D5 Retificadores Trifásicos não controlados D1 R1 6 D3 D5 1 R1 6 L1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V2 VAMPL = 100 FREQ = 60 V3 D6 D4 D2 2 70mH VAMPL = 100 FREQ = 60 V1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V2 VAMPL = 100 FREQ = 60 V3 D6 D4 D2 0 0 100 100 Tensão na Carga Tensão na Carga 50 50 Corrente na Carga Corrente na Carga 0 0s -I(R1) 4ms V(R1:2) 8ms 12ms 16ms Time 20ms 24ms 28ms 32ms 0 0s -I(R1) 4ms V(R1:2) 8ms 12ms 16ms Time 20ms 24ms 28ms 32ms www.7% da potência do p transformador não pode ser utilizada como potência ativa www.ufc.dee..Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados Van Vbn Vcn Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados Retificador de onda completa Corrente eficaz no transformador: IAef 7π 5π ⎡ ⎤2 6 ⎢⎛ 1 ⎞2 6 2 2 ⎥ 2 I0 = ⎢⎜ ⎟ ( ∫ (I0 ) + ∫ (I0 ) )⎥ = 3 ⎝ 2π ⎠ π 11π ⎢ ⎥ 6 6 ⎣ ⎦ 1 N A B C 6 4 2 a 1 3 5 V =V ka 0 k Vab Vbc Vca Potência aparente monofásica: S1 =VAefIAef =V.br/~fantunes fantunes@dee.349 P .. 0 3 3 π/6 vA iA 7π/6 7 /6 5π/6 π 11π/6 11 /6 Potência aparente trifásica: S3φ = 3 S1φ = 3x0.dee.br 16 .047 P 0 0 Apenas 4.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.ufc.4270 2I0 .dee.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.349P = 1.ufc. V 2 0.br 15 www.ufc.dee.ufc.

Retificadores Trifásicos não controlados Retificadores Trifásicos não controlados D1 D3 D5 1 R1 6 D1 D3 D5 1 L1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V2 VAMPL = 100 FREQ = 60 V3 D6 D4 D2 2 70mH R1 6 L1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V1 VAMPL = 100 FREQ = 60 V2 VAMPL = 100 FREQ = 60 V3 D6 D4 D2 2 70mH 70 H 0 0 Va – Tensão na fonte 100 ia – Corrente na fonte 120 Espectro harmônico Va – Tensão na fonte 80 50 0 -50 40 ia – Corrente na fonte -100 0s 4ms 8ms 12ms 16ms 20ms 24ms 28ms 32ms 0 0Hz 100Hz 200Hz 300Hz 400Hz Frequency 500Hz 600Hz 700Hz www.br 17 www.ufc.ufc.dee.br . Logo: f (t ) = A0 + A1 cos ω0t + B1sinω0t + A 2 cos 2ω0t + B2 sen 2ω0t + f (t ) = 0 200 Va – Tensão na carga Va – Tensão na fonte 100 ( An cos nω0t + Bn sennωot ) = Cn cos(nω0t + φn ) n=0 ∑ ( A n cos nω0 t + Bnsinnωo t ) ∞ A3 cos 3ω0t + B3 sen3ω0t + K + A3 cos 3ω0t + B3 sen3ω0t + Onde: ia – Corrente na fonte 2 2 Cn = An + Bn ∞ e φn = arctg An Bn 0 f (t ) = ∑ [Cn (cos nω0t + φn ) + C0 ] n =0 4ms 8ms 12ms 16ms 20ms 24ms 28ms 32ms Time fantunes@dee.ufc.br Cn= Amplitude da n-ésima harmônica fn = âgulo de fase da n-ésima harmônica 20 -100 0s www.ufc.br 18 Retificadores Trifásicos não controlados Série de Fourier .br/~fantunes fantunes@dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.Revisão Retificador Trifasico onda completa V8 Vpico = 100 Freq = 60 V9 D11 Dbreak D13 Dbreak D15 Dbreak 2 3000u C1 1 R5 6 V V10 Vpico = 100 Freq = 60 Vpico = 100 q Freq = 60 D16 Dbreak D14 Dbreak D12 Dbreak • Teorema de Fourier estabelece que qualquer função periódica q q q ç p f(t) pode ser descrita por um termo constante mais uma série infinita de termos em seno e em co-seno.dee.br/~fantunes 19 www.dee.ufc.ufc.dee.

de modo que a soma parcial represente a função com o menor erro possível.Kq Kd = Fator de distorção Kq = Fator de deslocamento www.ufc. – na decisão de quantos termos serão considerados na série infinita. O conceito de fator de potência como sendo a defasagem entre tensão e corrente num fase não se aplica para conversores ã f ã li estáticos.br .dee. B1.ufc.br 21 ω 3 5 ⎛ sen t sen ωt sen ωt ⎞ v(t) = 51 (t + + +L⎟ ⎜ 3 5 ⎝ 1 ⎠ www.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.Retificadores Trifásicos não controlados Série de Fourier .br 22 Retificadores Trifásicos não controlados • • Fator de Potência . B2.Revisão Os coeficientes da série são descritos por: A0 = an = bn = 1 2π ∫ f ( t )d(ωt ) 2π 0 1 2π ∫ f ( t ) cos nωt(dωt ) π0 1 2π ∫ f ( t ) sen nωtd(ωt ) π0 Retificadores Trifásicos não controlados Onda Quadrada .ufc. apesar da fonte de alimentação ser. .ufc.Representação Gráfica Uma série infinita de harmônicas ímpares com amplitudes p p específicas resulta numa onda quadrada A análise de Fourier consiste: – na determinação dos coeficientes A0.Revisão Os retificadores aqui apresentados não são alimentados por correntes senoidais. www.br/~fantunes fantunes@dee..dee.br/~fantunes fantunes@dee. A1.ufc..3 ⎠ ⎝ = (I1 / I1) cos φ1 ⎛ ⎜1 + ⎜ ⎝ kd = (1 + TDH ) ∑I 2 I1 ⎟ ⎠ 1 2 ⎞1/ 2 n⎟ = kθ= fator de deslocamento kd= fator de distorção Se a corrente de entrada for puramente senoidal.. então: FP= kθ 24 (1 + TDH ) 2 1/ 2 2 1/ 2 www.ufc. Fator de tê i (FP) P tê i ti F t d potência(FP) =Potência ativa (P)/ Potência aparente (S) P tê i t Para conversores estáticos (cargas não lineares): FP=P/S=Kp /S • Kp pode ser decomposto no produto de dois termos: Kp=Kd. ..ufc.br/~fantunes fantunes@dee.dee.br 23 Retificadores Trifásicos não controlados Fator de Potência – Revisão Potência ativa será: P = VI1 cos φ1 v(t) i(t) i1(t) Potência aparente será: S = VI Fator de potência: P VI1 cos φ1 I1 FP = = = cos φ S VI I φ1 1 • • k d = I1 I FP = k θ = cos φ1 1/ 2 THD= Taxa de Distorção Harmônica THD T d Di ã H ô i cos φ1 I1cos φ1 ⎛2 2⎞ ⎜I1 + ∑ In ⎟ ⎜ ⎟ n = 2..dee.

+ ia i a1 D 1 D 3 D 5 D 6 D 4 D 2 - + i a2 D 1 1' D 3 3' D 5' D 6' D 4' D 2' - www.ufc..Retificadores Trifásicos não controlados Fator de Potência Apresentado pela Ponte Monofásica is (t) = (t 4I0 ⎛ senωt sen3ωt sen5ωt ⎞ + + +L⎟ ⎜ π ⎝ 1 3 5 ⎠ I0 Fundamental de is Retificadores Trifásicos não controlados Análise da Ponte Trifásica como Carga Não-Linear Série de Fourier de iA: i s 2π N A B C 6 4 2 a 1 3 5 V 0 k v(t) • Valor eficaz da tensão de entrada ..5.dee.9I0 .3... unitário o fato da fundamental da corrente estar em fase com a fundamental da tensão mostra que o retificador não absorve potência tifi d ã b tê i reativa indutiva da linha..81I0 O fator de potência não é unitário devido à corrente na fase ser retangular.2.br 28 .ufc.9 I0 Mesmo apresentando um fator de deslocamento unitário (cosφ1=1) o fator de potência não é unitário devido ao fator de distorção.ufc. ∑ [an cos nωt + bn sen nωt ] ∞ π wt an = π ∫0 1 2π ia(θ) cos nθdθ bn = π ∫0 1 2π ia (θ) sen nθdθ vA iA π/6 i A1 7π/6 11π/6 π 1 5π 6 11 6 π an = π[∫π 6 I0 cosnωtd(ωt) − ∫7π 6 I0 cosnωtd(ωt)] = 0 FP = I1eff P VI1ef cosφ1 I1ef = = cosφ1 S VIsef Isef Tensão e corrente na entrada de uma ponte monofásica bn = π [∫π 6 4I 1 5π 6 I0 sennwtd wt) − ∫7π 6 I0 sennwtd wt)] ( ( nπ n = 1. fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.V • Valor eficaz de Is: 2 2 2 2 ⎤ 4 ⎡ ⎛ 1⎞ ⎛ 1⎞ ⎛ 1⎞ ⎛ 1⎞ Isef = I0 ⎢1+ ⎜ ⎟ + ⎜ ⎟ + ⎜ ⎟ + ⎜ ⎟ + K⎥ = I0 π 2 ⎣ ⎝3⎠ ⎝5⎠ ⎝7⎠ ⎝9⎠ ⎢ ⎥ ⎦ iA ( t ) = IAmed + n =1.1 = 0. 25 0 bn = nπ cos bn = 0 n = 2.ufc..6.ufc.br Retificadores Trifásicos não controlados Análise da Ponte Trifásica como Carga Não-Linear 5π 7π ⎡ 6 ⎢⎛ 1 ⎞2 6 2 2 2 ⎥ I0 = ⎢⎜ ⎟ ( ∫ (I0 ) + ∫ (I0 ) )⎥ = 3 ⎝ 2π ⎠ π 11π ⎢ ⎥ 6 6 ⎣ ⎦ 1 ⎤2 Retificadores Trifásicos não controlados Retificador de Doze Pulsos I vA iA π/6 i A1 7π/6 11π/6 π • ωt IAef 5π/6 • • • 4I 3 iA1( t ) = 0 sen ωt π 2 IA1ef = 2I0 π 3 = 0.78I0 2 • • 0.br/~fantunes A onda da corrente apresenta fator de deslocamento (cosφ1=1) unitário.4.955 0. 6 11π 6 5π/6 ωt 4I ⎛ 0 ⎞ ⎛a ⎞ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ = 0 = 0. www.br/~fantunes fantunes@dee. l l l l d Alimentado pelo lado ca por dois transformadores YΔ e YY.ufc. Mesmo sendo o fator de potência não unitário. Ligado em série pelo lado cc e em paralelo pelo lado ca.9I0 φ1 = tg−1⎜ 1 ⎟ = tg−1⎜ ⎟ ⇒ 0o b1 ⎠ 2π ⎝ ⎝ 4I0 ⎠ FP = 0.. 27 Formado por dois conversores de 6 pulsos..br 26 www.ufc. Tensão e corrente na entrada de uma ponte trifásica iA ( t ) = 4I0 3 ⎛ senωt sen5ωt sen7ωt sen11ωt sen13ωt ⎞ − − + + L⎟ ⎜ π 2 ⎝ 1 5 7 11 13 ⎠ A série não apresenta p harmônicas triplas. Esta potência que não p produz trabalho é chamada de potência de distorção.dee..ufc.78 I0 FP = .br/~fantunes fantunes@dee.br www.dee.1 = 0.dee. As tensões nos secundários dos transformadores estão defasadas entre si de 30o.

67V 31 6 12 π − ∫π 12 2 31.br/~fantunes fantunes@dee.br .ufc.dee.Valor médio da tensão de saída I vAB 14 v AC 12 v BC 32 Retificador de Doze Pulsos v v v v BA CA CB AB 36 56 54 14 V 0 Vs 0 60 120 C’B’ Vs = 2 3Vsenωt + ia ia1 • + 180 240 300 360 0 wt V20(t) v vA’B’ 1’4’ v A’C’ 1’2’ v B’C’ 3’2’ v B’A’ 3’6’ v C’A’ 5’6’ v C’B’ v A’B’ 14 D1 D3 D5 5’4’ 0 Vs 60 120 180 240 300 360 0 wt V 0 D 6 v1o(t) D4 D 2 - Como as duas pontes são independentes e as tensões de saída estão defasadas entre si de 30o.sen(ωt + 150°) + ia ia1 1 D1 D3 a D5 b c + v1o(t) 0 60 36 56 54 14 V 0 V10(t) I 120 180 240 300 360 0 wt V20(t) ia ia1 + D 6 D4 D 2 - vo(t) v2o(t) v0 = v10 + v20 D1 D3 D5 + v1o(t) + ia2 v CB vA B 14 vA C 12 vBC 32 vB A 36 v CA 56 v CB vAB D VL = 3V D1' D3' a a’ D5' b’ c’ 54 14 V 0 6 D4 D 2 - vo(t) 0 + D 6' D 4' D2' - vb’c’ vba vb’a’ vca vc’a’ vcb vc’b’ 60 120 180 240 300 360 0 wt ia2 D1' D3' D5' vcb vc’b’ vab va’b’ vac va’c’ vbc v2o(t) () vCB vC’B’ vAB v v v v v vA’B’ vAC vA’C’ v BC vB’C’ v v C’A’ CB C’B’ AB BA B’A’ CA D 6' D 4' D2' - - V0(t) wt 0 30 60 90 120 150 180 210 240 270 300 330 360 wt www.sen(ω .ufc.ufc.ufc.t + 120°) va 'b ' = 2VL .br 29 www.ufc.Retificadores trifásicos não controlados Retificadores Trifásicos não controlados v CB Retificador de Doze Pulsos I vA B 14 vA C 12 vBC 32 Retificador de Doze Pulsos v v v v BA CA CB AB vab = 2VL .dee.dee.67V ( www.br 32 fantunes@dee.ufc.93V cos( wt )d ( wt ) = 4.br/~fantunes fantunes@dee.sen(ω .ufc.br/~fantunes fantunes@dee.t ) vbc = 2VL .dee.sen(ωt − 90°) vb 'c ' = 2VL . então o valor eficaz da tensão resultante é: vo(t) Vrrms = 2V cos150 = 1.93V • O valor médio da tensão de saída do retificador de 12 pulsos é: 150 V0(t) ia2 + D1' D3' D5' v2o(t) () Vp=1.br 30 Retificadores Trifásicos não controlados V10(t) v CB Retificadores Trifásicos não controlados Retificador de Doze Pulsos .t − 120°) vbc = 2VL .93Vs 15 45 75 105 135 165 195 225 255 π D 6' D 4' D2' - - 1 V0 = 2π −150 ∫( 2 3 *1.93V cos wt )dwt 285 315 345 360 Tensão média de saída: V0 = www.ufc.sen(ωt + 300 ) vb 'c ' = 2VL .sen(ω .br/~fantunes Vp=Soma fasorial d picos S f i l dos i das tensões de linha de alimentação das pontes V0 = 4.

20 R5 .⎟ ⎠ 2 Nπ ⎝ 11 13 200 0 Time -200 0s 5ms 10ms 15ms 20ms 25ms 30ms 35ms 40ms 45ms 50ms www.2 FREQ = 60 VAMPL = 173.2 FREQ = 60 VAMPL = 173.2 FREQ = 60 VAMPL = 173.dee.⎟ ⎠ 13 11 7 2 Nπ ⎝ 5 Retificador de Doze Pulsos – Simulação V1 R1 .ufc.br 33 www.ufc.⎟ ⎠ 2 Nπ ⎝ 5 7 11 13 400 0 Corrente retirada da linha trifásica ia = ia1 + ia 2 ia = 2 3 ⎛ 1 1 ⎞ I ⎜ cosθ − cos11θ + cos13θ .dee.20 V6 R6 . São portanto..2 FREQ = 60 VAMPL = 100 V3 R3 .br/~fantunes fantunes@dee.2 FREQ = 60 VAMPL = 100 R2 .ufc.br/~fantunes fantunes@dee...br/~fantunes fantunes@dee.dee.br 34 Retificador de Doze Pulsos – Simulação V1 R1 .2 FREQ = 60 VAMPL = 100 V4 R4 FREQ = 60 VAMPL = 173.Retificadores Trifásicos não controlados Retificador de Doze Pulsos – Corrente na Linha Correntes de entrada nas pontes de seis pulsos i a1 = 1 1 1 2 3 ⎛ 1 ⎞ I ⎜ cos θ − cos 5θ + cos 7θ − cos 11θ + cos 13θ .20 D61 Dbreak D21 Dbreak D41 Dbreak .ufc.20 D61 Dbreak D21 Dbreak D41 Dbreak .2 FREQ = 60 VAMPL = 100 V4 R4 FREQ = 60 VAMPL = 173.2 FREQ = 60 VAMPL = 100 V3 R3 .2 D11 Dbreak D31 Dbreak D51 Dbreak D6 Dbreak D2 Dbreak D4 Dbreak R12 10 D1 Dbreak D3 Dbreak D5 Dbreak I Retificadores Trifásicos não controlados Conclusões Sobre Circuitos Retificadores • Quanto maior o número de pulsos melhor o fator de potência de entrada da estrutura e menor o ripple na corrente de carga.br Frequency 35 www. fá i • Os retificadores em ponte não necessitam de transformador para seu funcionamento se a tensão de alimentação já é apropriada para a requerida na saída.2 FREQ = 60 VAMPL = 100 R2 . • Os retificadores trifásicos em ponte apresentam uma melhor utilização do transformador quando comparados com os monofásicos..2 D11 Dbreak D31 Dbreak D51 Dbreak D6 Dbreak D2 Dbreak D4 Dbreak R12 10 D1 Dbreak D3 Dbreak D5 Dbreak I V2 V5 ia 2 1 1 1 2 3 ⎛ 1 ⎞ = I ⎜ cosθ + cos 5θ − cos 7θ − cos11θ + cos13θ .ufc.dee.ufc.2 FREQ = 60 VAMPL = 173.ufc. V2 V5 Espectro harmônico 400 0 300 200 100 0 0Hz 100Hz 200Hz 300Hz 400Hz 500Hz 600Hz 700Hz 800Hz 900Hz www... os mais usados.20 V6 R6 .br 36 .ufc.br/~fantunes fantunes@dee.20 R5 .

6KHz 0.5 0 0s V(D3:2. A indutância não interfere na forma de onda da tensão. Tensão na Fonte 50 D1 D3 1 R1 6 0 VAMPL = 60 FREQ = 60 V1 D2 D4 2 L1 170mH Corrente na Fonte -50 0 30ms 30 V(D1:1) 35ms 35 I(V1)*5 40ms 40 45ms 45 50ms 50 Time 55ms 55 60ms 60 65ms 65 70ms 70 60 Tensão na Carga 6.ufc.0 600mA 37.4KHz 0. os retificadores com ponto médio necessitam de diodos com corrente nominal 50% menor mas a tensão reversa dos diodos será o dobro.2KHz 0.8KHz Frequency 1.ufc. que faz com que os retificadores monofásicos com ponto médio sejam atrativos para baixa tensão.5 400mA Tensão na Carga Espectro Harmônico da Corrente na Fonte 25.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.br 39 .L1:2) 35ms -I(R1)*5 40ms Time 45ms 50ms 55ms 0A 0Hz I(V1) Frequency 0. porém pulsada.Carga RL A corrente da fonte é não senoidal e apresenta todas as harmônicas ímpares.0A 20 Espectro harmônico na Fonte Corrente na Carga 2.br 38 Unidade III – Retificadores Trifásicos não controlados Simulação .br/~fantunes fantunes@dee. • • • Retificadores Trifásicos não controlados Simulação .Carga RC • • A corrente da fonte é alternada.0A 0 30ms V(D1:2. Isto implica em menores perdas para os retificadores com ponto médio.ufc.5KHz 1.2KHz 1.Retificadores Trifásicos não controlados Conclusões Sobre Circuitos Retificadores • Quando comparados com os retificadores em ponte.5KHz 2.0 200mA 12.dee.dee. ca A presença de uma capacitância melhora a forma de onda da tensão de saída.dee. para um ponte mesmo número de pulsos.ufc. com picos indesejáveis ao sistema ca.br 37 www. mas introduz harmônicos indesejáveis na fonte ca.br/~fantunes fantunes@dee.ufc. principalmente em altas correntes.0KHz 1.0KHz 1.4KHz www.0KHz www. 50 Tensão na Fonte D1 D3 C1 R1 6 Corrente na Fonte 0 VAMPL = 60 FREQ = 60 V1 D2 D4 2000u -50 0s 0 V(V1:+) I(V1)*30 Time 10ms 10 20ms 20 30ms 30 40ms 40 50ms 50 0 50.0A 40 4.D2:1) Corrente na Carga 10ms -I(R1)*15 20ms Time 30ms 40ms 50ms 0A 0Hz I(V1) 0. A presença d uma i d tâ i na carga faz com que a corrente retificada seja de indutância f t tifi d j mais contínua.

tiristores Estas estruturas permitem o controle da tensão de saída. Podem ser projetadas p p j para p permitir o fluxo de energia do lado de g corrente contínua para o lado de corrente alternada.dee.ufc. fontes de corrente contínua e na transmissão em corrente contínua. comumente.225 V0 = 0.Unidade IV Retificadores controlados v(t) T + Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Carga Resistiva v(t) 2π i(t) + g R V 0 0 i(t) T + V(t) - π α ωt V(t) i(t) + g R V 0 0 i(t) 2π π α - ωt • • • • Estruturas que contêm uma ou mais chaves controladas.ufc.225V(1 + cos α) α = 0 → V0 = 0.707 V ⎢ ⎜ π − α + ⎟ 0ef ⎝ 2 ⎠⎥ ⎣π ⎦ www.br 0 π/2 Eletrônica de potência π 2 Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Carga Resistiva v(t) T + Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Carga Resistiva X1 VAMPL = 120 FREQ = 60 2N4172 V1 V1 = 0 V2 = 20 V2 TD = 2m TR = 1n TF = 1n PW = 3m PER = 16.dee. numa operação chamada de inversão.dee. onde estão presentes as operações de retificação e inversão.667m R1 12 i(t) + g R V 0 0 () i(t) 2π V(t) - π α ωt 120 v( t ) = 2Vsenωt 0 • A corrente média na carga é dada por: V0 I0 = R • Corrente eficaz: ⎡ 1 π ⎛ 2V ⎞ 2 ⎤2 ⎟ sen 2 ( wt ) d ( wt ) ⎥ I 0ef = ⎢ ∫⎜ ⎢ (2 π ) α ⎝ R ⎠ ⎥ ⎣ ⎦ 1 80 Tensão na Carga • A tensão eficaz na carga é dada por: sen 2 ( wt ) = 1 1 [1 − cos( 2 wt ) ] 2 1 Corrente na carga 40 sen 2α ⎞ ⎤ 2 ⎡1 ⎛ V0 f = 0.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.dee.ufc.ufc. tiristores.br/~fantunes fantunes@dee.br Eletrônica de potência 1 v( t ) = 2Vsenωt Vo/V • Para o circuito a tensão média na carga é dada por: V0 = 1 2Vsen ( wt )d ( wt ) (2π) ∫ α π 0.br/~fantunes I 0ef = 2 V ⎡ 1 α sen 2α ⎤ 2 − + R ⎢ 2 2π 4π ⎥ ⎣ ⎦ 0 0s 5ms 10ms 15ms 20ms Time 25ms 30ms 35ms 40ms fantunes@dee.ufc.br Eletrônica de potência 3 www.ufc.br Eletrônica de potência 4 .ufc. i ã www.45 0.ufc.45V α = π → V0 = 0V www. Os retificadores controlados têm larga aplicação nos processos industriais.

br fantunes@dee.br Eletrônica de potência 6 Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Carga Indutiva X2 VAMPL = 120 FREQ = 60 V3 2N4172 V1 = 0 V2 = 20 V4 TD = 2 2m TR = 1n TF = 1n PW = 3m PER = 16. 225 V (cos( α ) − cos( β ) ) 1 ∫ 2Vsen ( wt ) d ( wt ) ( 2π ) α β • π < β < 2π www.ufc.ufc.dee.Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Carga Indutiva Vo i + v(t) g Vo L R 0 α π β 2π ωt i Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Carga Indutiva Vo i + v(t) g Vo L R 0 α π β 2π ωt i • v A corrente média na carga é dada por: v( t ) = Ri + L di dt v • Para o circuito a tensão média na carga é dada por: V0 = = 0 .br Eletrônica de potência .ufc.br/~fantunes Ke pode ser determinada fazendo-se i=0 para wt=α i= 2V −t ⎡ ⎤ sen(wt −φ) − sen(α −φ)e τ ⎥ ⎢ ⎣ ⎦ ( R2 + X 2 ) 2 1 fantunes@dee. o que é um inconveniente Eletrônica de potência 5 di 2 V sen wt = L + Ri dt −t 2V τ i= 1 sen( wt − φ) + K e e 2 2 2 (R + X ) www.br/~fantunes fantunes@dee.dee.ufc.ufc.667m R2 1 12 L1 70mH 2 Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Diodo de Roda Livre v(t) 0 130 Tensão na Carga 100 i g v(t) i o + v o L io R wt wt Corrente na Carga*10 Vo - 0 wt iD π 2π α v(t)= 2 V sen(wt) -100 -130 0s 5ms 10ms 15ms 20ms Time 25ms 30ms 35ms 40ms α α wt 8 www.br/~fantunes OBS: a tensão média também dependerá da carga.br/~fantunes fantunes@dee.br Eletrônica de potência 7 www.ufc.dee.ufc.dee.ufc.

225V(1+cosα) Corrente na carga será.ufc.br/~fantunes . t’= τ=L/R. para o intervalo (0 . π ) : C t á i t l ).dee.dee.br/~fantunes fantunes@dee. β ): −t 40 Corrente na Carga i(t ) = K d e τ →i= 2V (R 2 +X 1 2 2 ) ( π −α ) − ⎤ − ( t −π / w ) ⎡ sen(π − Φ) − sen(α − Φ)e wτ ⎥e wτ ⎢ ⎣ ⎦ 0 -40 www.br Eletrônica de potência 9 0s V(R3:2) www.ufc.br/~fantunes 5ms -I(R3)*10 10ms 15ms 20ms 25ms 30ms 35ms 40ms Time fantunes@dee.Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Diodo de Roda Livre • • A tensão média na carga é dada por (neste caso β=π): β π): Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Diodo de Roda Livre X3 VAMPL = 120 FREQ = 60 V5 2N4172 V1 = 0 V2 = 20 TD = 2m TR = 1n TF = 1n PW = 3m PER = 16. t’= corrente • Para o intervalo ( π .ufc.dee.ufc.ufc.ufc. i(t ) = 2V 120 0 (R 2 + X 2 ) 1 2 −t ⎡ ⎤ sen( wt − φ ) − sen(α − φ ) e τ ⎥ ⎢ ⎣ ⎦ Tensão na Carga 80 onde t = t .br Eletrônica de potência 12 www.ufc.667m V6 D1 1 R3 12 L2 70mH 2 V0=0.dee.br Eletrônica de potência 11 www.α/w e τ=L/R t = início de condução de corrente.ufc.br Eletrônica de potência 10 Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Força Eletromotriz como Carga Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Força Eletromotriz como Carga • A equação que descreve o funcionamento do circuito é: 2Vsenwt = L di +E→ dt 2V wE di = sen wt − wL dt L − 2V E i= sen wtd ( wt ) − d ( wt ) wL ∫ wL ∫ − 2V E wt + K1 i= cos wt − wL wL i0 + g v(t) V0 L 0 E φ 1 α E vo(t) i o(t) π E 2 wt v(t) • Para wt=α i(t)=0 então: K1 = 2V E cos α − α→ wL wL i(t ) = 2V E (cos α − cos wt ) + (α − wt ) wL wL • Quando t β i(t)=0 tã Q d wt=β i(t) 0 então: cos α − cos wt + E (α − β ) = 0 2V fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.

br/~fantunes fantunes@dee. mesmo que a tensão de alimentação tenha ficado negativa se T2 e T3 não recebem pulsos de correntes em seus gatilhos.br/~fantunes fantunes@dee. Durante o intervalo de α a π a tensão e a corrente de entrada são positivas e a corrente circula da fonte para a carga o conversor é dito carga.dee.br/~fantunes fantunes@dee.br Eletrônica de potência 15 www.9 • Tensão média: V0 = 1 π +α α π ∫ 2Vsen wt)d(wt) = ( 2 2 π V cosα = 0. iti ti t t d d i d t Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico em Ponte Vo/V 0. Durante o período de π a (π + α) a tensão de entrada é negativa e a p potência será negativa.ufc. se o segundo par d ti i t P i d ti d de tiristores não entrar em ã t condução.Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico com Força Eletromotriz como Carga X3 VAMPL = 120 FREQ = 60 V5 2N4172 V1 = 0 V2 = 20 TD = 4m TR = 1n TF = 1n PW = 3m PER = 16.667m R3 V6 1 12 L2 150mH 2 V7 60Vdc Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico em Ponte io i v(t) T2 vo Vo II I IV Io io tiristores em condução T1 T4 T2 T3 T1 T4 i wt T4 T1 T3 + v0 L α R Io π+α wt vo 0 200 100 Tensão na Carga wt III Corrente na Carga 0 • Durante o ciclo positivo T1 e T4 .ufc.br Eletrônica de potência 16 . a p então.dee.9 09 • www. Neste caso o conversor é dito operar como inversor. corrente continua positiva. o fluxo de p g potência.dee. será da carga para a fonte.ufc.9V cosα 0 π π/2 α • Tensão eficaz: ⎡ 1 π+α ⎤2 2 2 V0ef = ⎢ ∫ ( 2V) 2 sen2 (wt)d(wt) = cos α⎥ = V π ⎢π α ⎥ ⎣ ⎦ 1 -0. o primeiro permanece conduzindo. Assim com a variação do valor de α. T1 e T4 continuam conduzindo.ufc.ufc.br/~fantunes Eletrônica de potência 13 Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico em Ponte • • • • Para cargas indutivas. t l i d passam a conduzir quando um pulso é aplicado simultaneamente a seus gatilhos www.dee.br Eletrônica de potência 14 -100 0s 10ms 20ms Time fantunes@dee. que estão di t D t i l iti tã diretamente polarizados.ufc.ufc. operar no primeiro quadrante .br 30ms 40ms 50ms www.ufc. a tensão média de saída poderá ser positiva ou negativa. portanto operando em dois quadrantes.

br/~fantunes fantunes@dee. α < wt < (π+α).722m TF = 1n PW = 1m PER = 16.br/~fantunes fantunes@dee.389m TF = 1n PW = 1m PER = 16.722m TF = 1n PW = 1m PER = 16. I 1ef cos α = V 0.389m TF = 1n V4 R5 PW = 1m PER = 16.br Eletrônica de potência ⎡1 ⎛ sen 2α = ⎢ ⎜π − α + 2 ⎣π ⎝ ⎞⎤ 2 ⎟⎥ ⎠⎦ 20 1 19 www.br Eletrônica de potência 17 0s 5ms 10ms 15ms 20ms 25ms 30ms 35ms 38ms I(L2)*5 V(V6:-) www.br Eletrônica de potência .9I sen α α π/2 π Corrente na Carga 0 A ponte controlada contribui para o aumento de reativos no sistema Para α≠0 ou α≠π .dee.br/~fantunes fantunes@dee.Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico em Ponte – Fluxo de Reativo Fator de Potência: 4I ⎡ 1 1 ⎤ i (t ) = 0 ⎢ senωt − sen3ωt + sen5ωt.8 2N4172 X2 L2 70mH 2 TD = 9.ufc. www. g .ufc. a tensão de entrada é negativa e o diodo de roda livre. Dm é polarizado diretamente garantido a continuidade da corrente na carga indutiva.. Durante o período de ( ).br/~fantunes fantunes@dee.9I cos α • 200 Q∈ = V 0. Q wt 0 I 1eff = 4 • 1 cosα é igual ao fator de deslocamento: 2π = 0. -200 www.dee.ufc.667m V1 = 0 TR = 1n V2 = 20 1 X4 R7 2N4172 100 V6 TD = 9. seja na de alimentação.ufc.ufc. operação como retificador ou inversor.dee.br Time Eletrônica de potência 18 Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico em Ponte Mista v(t) i0 i v(t) D 1 (a) i T1 v0 V o Io i0 i (b) i T2 i wt i Dm (c) wt 0 wt wt wt wt T1 T2 D m + v0 L R v0 + wt Unidade IV Retificadores controlados Retificador Monofásico em Ponte • Tensão média: V0 = = 2 ( 2π ) 2V D 2 ∫ α π 2V sen( w t ) d ( w t ) π (1 + cos α ) • Tensão eficaz: V0 ef ⎡ 2 =⎢ ⎣ 2π ⎤2 ∫ 2Vsen ( wt )d ( wt )⎥ α ⎦ 2 π 1 Quando tiristor T1 é gatilhado em wt=α a carga é conectada à tensão de entrada através de T1 e D2 durante o período α<wt<π.667m V1 = 0 TR = 1n V3 FREQ = 60 100 V2 = 20 VAMPL = 282.ufc.dee..⎥ π ⎣ 3 5 ⎦ • V l Eficaz da Fundamental da Valor Efi d F d ld Corrente: • v i 1 Unidade IV Retificadores controlados TD = 1.91 P 0 400 Q Tensão na Carga P∈ = V . o sistema ca alimentará o conversor com energia reativa.ufc.ufc.667m V1 = 0 TR = 1n V2 = 20 i π+α V5 R6 X5 R8 2N4172 V7 α P.667m V1 = 0 TR = 1n V2 = 20 R4 X3 100 2N4172 10 100 TD = 1.

ufc.dee.667m V1 = 0 X2 TR = 1n V3 FREQ = 60 100 V2 = 20 VAMPL = 288 1 L2 70mH 2 TD = 9.ufc.67m 1 L1 70mH 2 0 0 0 0 400 Tensão na Carga π / 6 +α ∫ 2Vsen( wt )d ( wt ) 200 3 6 V cos α = 1. porque a tensão de linha vab é negativa e T1 fica bloqueado.389m TF = 1n PW = 1m PER = 16.ufc.389m TF = 1n V4 R5 PW = 1m 2N4172 PER = 16.ufc.17V cos α 2π Corrente na Carga 0 www.722m TF = 1n PW = 1m PER = 16.br Time Eletrônica de potência 21 Quando o tiristor T1 é gatilhado em wt = π/6 + α a tensão de fase van é aplicada à α.br/~fantunes fantunes@dee.dee.br Eletrônica de potência Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Meia Onda • Este conversor pode operar em dois quadrantes.111m TR = 1n TF = 1n 1 PW = 1m 2N4172 PER = 16.br/~fantunes fantunes@dee.556m TR = 1n TF = 1n 1 PW = 1m PER = 16.ufc.ufc.ufc.667m V1 = 0 TR = 1n V2 = 20 X4 R7 2N4172 100 V6 TD = 9. Quando T2 está em condução.667m V1 = 0 TR = 1n V2 = 20 R4 10 100 X3 2N4172 TD = 1.ufc.67m R1 100 Unidade IV Retificadores controlados V1 = 0 V2 = -20 TD = 11.br Eletrônica de potência 23 -200 40ms I(L1)*5 45ms V(L1:1) 50ms 55ms 60ms www. T1 fica polarizado inversamente.br/~fantunes fantunes@dee.Unidade IV Retificadores controlados TD = 1.br/~fantunes 5ms V(D3:2) 10ms 15ms 20ms 25ms 30ms 35ms 38ms fantunes@dee. quadrantes • Este conversor não é normalmente usado na prática porque o secundário do transformador de alimentação contém uma componente cc. 22 www.722m TF = 1n PW = 1m PER = 16.dee. A t ã d f bl d tensão de fase vbn fi aplicada à carga até T3 ser gatilhado em wt fica li d té tilh d t = 3π/2 + α. p ç • Tensão média para o modo de condução continua: V0 = = 3 2π 5π / 6 +α V1 = 0 V4 V2 = -20 TD = 5.67m X1 V1 V2 VAMPL = 280 FREQ = 60 VAMPL = 280 FREQ = 60 VAMPL = 280 FREQ = 60 V3 R7 10 V6 R3 100 X3 2N4172 X5 2N4172 R5 100 V8 V1 = 0 V2 = -20 TD = 0 TR = 1n TF = 1n 1 PW = 1m PER = 16.dee.br Time Eletrônica de potência 24 . carga até T2 ser gatilhado em wt = 5π/6 + α.667m V1 = 0 TR = 1n V2 = 20 Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Meia Onda v an v bn v cn a b c T1 T2 T3 I0 Carga α i0 0 wt i T1 wt V5 R6 X5 R8 2N4172 100 V7 0 (a) v 300 Tensão na Carga Vo 200 I0 -Vo (b) i0 tiristores em condução T3 T1 (c) T2 T3 wt t 100 Corrente na Carga 0 0s I(L2)*5 www.

sen (ω. es s ê c o caso oposto.ufc.br Eletrônica de potência 28 .t − 120°) • Correspondendo às seguintes tensões de linha: Vab Vbc Vca wt • • • Os tiristores apresentam resistência nula ao sentido de condução e resistência infinita no c so opos o.br Eletrônica de potência v c = 2V. Io não pode ter suas direções em sentido oposto aos daqueles definidos pelos componentes. www.ufc. o qual é medido em relação ao instante que o diodo conduziria se estivesse na mesma posição(α = 0) 27 fantunes@dee.t ) v b = 2V.br/~fantunes fantunes@dee.t − 90°) v bc = 2VL .br Eletrônica de potência wt 25 26 Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Onda completa L0 + v a v b v c 6 4 2 1 3 5 VV 0 0 wt π/6 α vab vac vbc vba vca vcb vab α van π/2 wt α vbn α vcn VL = 3V Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Onda completa A tensão média de saída é dada por: V0 = 3 ( ∫ V sen( wt ) d ( wt ) π π / 6 + αL 3 6 VL = cos α π π/2+α • • ⎡ 3 π /2+α ⎤2 V 0ef = ⎢ ∫ V 2 sen 2 ( wt ) d ( wt ) ⎥ ⎢ π π / 6+ α ⎥ ⎣ ⎦ ⎛1 3 3 ⎞ = 2 3V ⎜ + cos 2 α ⎟ 8π ⎝4 ⎠ O valor eficaz da tensão de saída é dado por: 1 • • • • • • • www. para c. de modo a fazer com que a corrente c.c. e assumiria a corrente do diodo 5. vb e vc (fase-neutro) são dadas por equações do tipo: Van Vbn Vcn v a = 2V. α representa o ângulo de atraso.34V a –2.c. Se fossem diodos. o diodo 1 iniciaria a condição. Um reator instalado ao lado c.ufc.dee.dee.ufc.t + 150°) VL = 3V www.dee.t + 30°) v bc = 2VL .dee. Importante quando da necessidade de operar o converso como um inversor.34V.ufc. www.br/~fantunes Considere que o tiristor 5 está em condução.sen (ω.br/~fantunes fantunes@dee. Existe uma conversão de c.sen (ω.ufc.ufc.a. Vo negativa em conjunto com Io positiva representam uma inversão de potência. Os tiristores tornam possível atrasar o instante de comutação.sen (ω.c.Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Onda completa L0 + va vb vc 6 4 2 1 3 5 V 0 - • Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Onda Completa As tensões va.br/~fantunes fantunes@dee.br Eletrônica de potência 54 14 12 32 36 56 54 0° < α < 180° o valor de Vo pode variar de 2. seja perfeitamente contínua. Em Van=Vcn o anodo do tiristor 1 torna se positivo com relação ao anodo do tiristor 5.sen (ω.ufc.sen (ω.t + 120°) v ab = 2VL . j p A ignição dos tiristores acontece em intervalos iguais a 1/6 do ciclo (60°).

ufc.ufc.dee.a. sempre reativa indutiva.br Eletrônica de potência www.br Eletrônica de potência 31 www.VL = 3V Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Onda Completa Estas análises mostram que a diferença de fase entre a tensão Va e a corrente fundamental Ia1 é igual ao ângulo de atraso: .br/~fantunes fantunes@dee. sendo o conversor suprido com potência reativa indutiva proveniente do sistema c.ufc. As potências ativas para α < 90° e a para α > 90° têm sinais contrários.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br Eletrônica de potência 32 .br/~fantunes fantunes@dee. 29 VL = 3V Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Onda completa Tipo de onda de Vo para α = 0° • • • • www. A potência reativa suprida ao conversor possui sempre o mesmo sinal.ufc. O retificador e o inversor absorvem reativos indutivos dos ifi d i b i i d i d sistemas c.dee.ufc.dee.dee. isto é. Se α = 90° a corrente Ia1 será totalmente reativa indutiva.a.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.br Eletrônica de potência 30 VL = 3V Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Onda completa Tipo de onda de Vo para α = 30° VL = 3V Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Onda completa Tipo de onda de Vo para α = 60° www. aos quais estão conectados.ufc.

cos α = 0.ufc.br Eletrônica de potência 35 www.ufc.dee.dee.VL = 3V Unidade IV Retificadores controlados Retificador Trifásico de Onda completa Tipo de onda de Vo para α = 90° Gabarito .br/~fantunes fantunes@dee.ufc.78I0 2 Tensão e corrente na entrada de uma ponte trifásica FP = α 120 α=120ο α 150 α=150ο 0.br Eletrônica de potência 34 Gabarito . k 1 3 5 V 6 4 2 a 0 N A B C α=0ο α=30ο •Ponte a diodo.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc. como . cos α 0.ufc.dee.81I0 www.Ondas Trifásicas V an V bn V cn V ab V bc V ca www.br/~fantunes fantunes@dee.br Eletrônica de potência 33 www.Ondas Trifásicas Fator de Potência Apresentado pela Ponte Trifásica Controlada •Para α=0 o fator de deslocamento é unitário. ⎡ ⎢⎛ 1 ⎞ 2 2 ⎥ 2 IAef = ⎢⎜ ⎟ ( ∫ (I0 ) + ∫ (I0 ) )⎥ = I0 3 11π ⎢⎝ 2π ⎠ π + α ⎥ +α 6 6 ⎣ ⎦ 5π 2 6 +α 7π +α 6 1 ⎤2 vA iA π/6 i A1 7π/6 11π/6 π 5π/6 ωt α=60ο α=90ο IA1ef = 2I0 π 3 = 0.br/~fantunes fantunes@dee.78 I0 .br Eletrônica de potência 36 . resultado o retificador não absorve potência reativa da linha.955.ufc.ufc.dee.

Fator de Potência Apresentado pela Ponte Trifásica Controlada •Para α≠0 o fator de deslocamento não será mais unitário mas igual a unitário.I A1ef . sempre reativa indutiva. Isto é válido para o conversor operando como retificador ou inversor. isto é. p Consequentemente a componente fundamental da tensão será deslocada de α.2.ufc. cos α π O â l d atraso é i l ângulo de igual ao fator de deslocamento. •A componente fundamental da corrente está em fase com a tensão de fase. cos α 0.78 I0 .br/~fantunes 38 fantunes@dee. a corrente será deslocada para direita de um valor correspondente a α. www. cos α 37 www. cosα. fantunes@dee. aos quais estão conectados. A potência ativa é positiva para α < 90o e é negativa para α > 90o.ufc.34.ufc.955.2.br Eletrônica de potência Eletrônica de potência 39 www. isto é: fator de deslocamento unitário (φ=0).a. Isto significa que ambos. A potência reativa suprida ao conversor possui sempre o mesmo sinal. 4I 3 iA1( t ) = 0 sen ωt π 2 IA1ef 2I = 0 π 3 = 0.I0 π φ=α 7π/6 5π/6 π 11π/6 ωt 3.78I0 2 cos φ = cos α FP = 0.dee. os pulsos g de corrente estão retangulares centralizados com respeito ao valor de pico das correspondentes tensões de fase.br Unidade IV Retificadores controlados Conclusões Sobre a Ponte Trifásica Controlada vA iA π/6 i A1 7π/6 11π/6 π 5π/6 ωt • α=30ο vA iA i A1 π vA iA i A1 π ωt • φ π/3 α=60ο • • • iA i A1 ωt φ π/6 π/2 vA α=90ο φ π/3 π/6 /6 π Estas análises mostram que a diferença de fase entre a tensão va e a corrente fundamental ia1 é igual ao ângulo de atraso no disparo do tiristor.ufc. tiristor o a corrente i Se α = 90 a1 será totalmente reativa indutiva.ufc.br Fator de Potência Apresentado pela Ponte Trifásica Controlada •Se o valor de α é nulo. cos φ = I 0 V0 = I 0 .ufc. e é igual ao ângulo de atraso α. sendo o conversor suprido com potência reativa indutiva proveniente do sistema c.ufc. •Este ângulo é denominado de deslocamento de fase (φ).a. cos α = 0. •Para ângulos de disparo diferentes de zero.dee. φ α 30 α=30ο vA iA i A1 π ωt π/3 6 i A1 4 2 - •A componente fundamental IA1 da corrente na fonte tem um valor eficaz g igual a: IA1ef = 6 .81I0 Eletrônica de potência P = 3. IAef 7π 5π ⎡ ⎤2 +α +α 6 ⎢⎛ 1 ⎞2 6 2 2 2 ⎥ I0 = ⎢⎜ ⎟ ( ∫ (I0 ) + ∫ (I0 ) )⎥ = 3 11π ⎢⎝ 2π ⎠ π + α ⎥ +α 6 6 ⎣ ⎦ 1 Fator de Deslocamento = Ângulo de Disparo L0 + v a v b v c vA iA π/6 α 1 3 5 V 0 •A potência suprida ao conversor pela g p fonte ca deve ser igual à potência fornecida à carga no lado cc (desprezando as perdas).br Eletrônica de potência www.V.V.br/~fantunes fantunes@dee.I0 . o retificador e o inversor absorvem reativos indutivos dos sistemas c.ufc.V 6 . Isto significa que o conversor absorve potência reativa do sistema ca ao qual está conectado.dee. cos φ = I0 .34.dee.V. Estas relações são mostradas nas fi t d figuras ao l d lado.br/~fantunes 40 .br/~fantunes fantunes@dee. Tensão e corrente na fase A.

br/~fantunes fantunes@dee.br Eletrônica de potência www.Operação L1 + A A B C B C T1 T3 T 5 V01 L2 + R T ' 2 T' 4 T' 6 A A B C T1 T3 T 5 R L L V02 B C T6 T4 T2 E T '5 T '3 T '1 T6 T4 T2 - E - T '5 T '3 T '1 • • O conversor d l trifásico é composto de duas pontes trifásicas e a dual if i d d if i corrente de carga(contínua) pode circular em ambas as direções.br Eletrônica de potência 44 .ufc.br Eletrônica de potência 41 42 α=π/6 Unidade V Retificadores controlados Conversor Dual – Correntes de circulação α=π−π/6=5π/6 Unidade V Retificadores controlados Conversor Dual – Correntes de circulação L1 + A B T1 T3 T 5 V01 L2 + R T ' 2 T' 4 T' 6 A L V02 B C Tensão instantânea no retificador: Vab L1 + A B C T1 T3 T 5 V01 Tensão instantânea no inversor: Vbc L2 + R T ' 2 T' 4 T' 6 A C T6 T4 T2 E T '5 T '3 T '1 L V02 B C vcir (t ) = vo1 (t ) − vo 2 (t ) = vab (t ) − vbc (t ) ⎡ ⎛ π⎞ π ⎞⎤ ⎛ = 6V ⎢ sen⎜ wt + ⎟ − sen⎜ wt − ⎟⎥ 6⎠ 2 ⎠⎦ ⎝ ⎣ ⎝ T6 T4 T2 - E - T '5 T '3 T '1 π⎞ ⎛ = 3 2V cos⎜ wt − ⎟ 6⎠ ⎝ 43 www.ufc. portanto o conversor dual também chamado de conversor de quatro quadrantes.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.dee.Unidade V Retificadores controlados Conversor Dual L1 L2 T ' 2 T' 4 T' 6 Unidade V Retificadores controlados Conversor Dual .dee.dee.br Eletrônica de potência V01 + V02 = 0 2.34V cos α 2 = 0 cos α1 = − cos α 2 α1 + α 2 = 1800 Os â O ângulos d di l de disparo d devem ser complementares l t www. sendo. quadrantes www.ufc.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.34V cos α1 + 2.ufc. Com uma carga adequada a operação nos quatro quadrantes é C d d ã t d t possível.dee.ufc.ufc.

br 3 www.br/~fantunes fantunes@dee. Aplicados também em sistemas para aproveitamento de energias renováveis. TV.ufc.ufc.ufc. algumas vezes é necessário transformar uma tensão cc em outra com magnitude diferente.br/~fantunes .ufc. ou um inversor.dee.br 1 Conversores CC-CC Conversores CC-CC Princípio de Operação • • • • Os conversores cc-cc são usados em fontes para computadores. e requer o uso de um conversor chaveado. seja em trens ou metrôs onde uma tensão de cerca de 4000V do sistema de distribuição é transformada em 300V na alimentação de um motor cc.ufc.br 2 www. quando comparado com variações na tensão de entrada entrada.dee. 120V. www.ufc. Têm ampla aplicação como reguladores de tensão contínua. magnitude O dispositivo semicondutor opera a uma freqüência alta. V = cc cc = V0 • • • Estruturas estáticas feitas de chaves ativas e idealmente sem perdas que convertem uma tensão contínua em uma outra com certa magnitude. i S V i + V0 R v (t) 0 V ton t1 toff T t t on + t off = T • O valor médio da tensão de saída é dado por: + V0 =kV R - 1 1 t V0 = ∫ v0 dt = 1 V = t1 fV = kV T 0 T t 0 < k <1 fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.dee.ufc. vídeos.dee. Em sistemas em cc a situação é bem diferente. aplicam-se também em tração e carros elétricos. Em sistemas de corrente alternada esta operação de baixar ou elevar a tensão é facilmente feita com um transformador.br/~fantunes fantunes@dee.ufc. carregadores de bateria. É possível o uso de filtros passa-baixa para retirar componentes indesejáveis na tensão devido ao chaveamento.Conversores CC-CC Conversores CC-CC • • Em certas aplicações. Permitem f i regenerativos com economia d energia P it freios ti i de i em sistemas com freqüentes partidas e paradas. ou então a partir de 12V alimentar um equipamento de então.br ⇒ 0 < V0 < V 4 www.

br/~fantunes A tensão de saída é uma amostra chaveada da tensão de entrada. i i S V + V0 R V i médio + Ri k=0.Conversores CC-CC Conversores CC-CC Princípio de Operação (t) v0 i toff ton t1 T t k=0.ufc. Cilco de trabalho.br Conversores CC-CC Princípio de Operação i S V i + V0 t Conversores CC-CC Resistência vista pela fonte.dee.dee. e inversamente proporcional a k.dee.75 • k=0.dee.ufc.br/~fantunes www.br 8 .9 V S i + V0 R 0 V S V V + V0 R v V 0 V 0 ton t1 toff T t k=0. A alta freqüência de chaveamento causa interferência conduzida e irradiada. Esta estrutura tem pouca aplicação devido a grande quantidade de harmônicos na tensão de saída.5 0 V V R 0 ton t1 toff T t 11 t V0 = ∫ v0dt = 1 V = t1 fV = kV T0 T P0 = 11 1 1 v2 V2 v0i0dt = ∫ 0 dt = k 2 T∫ T0R R 0 • t t Ri = V V R = = I medio kV / R k Ri (%) 120 100 80 60 40 20 0 0 20 40 60 80 100 V kV V I0 = 0 = =k R R R •A potência da saída varia proporcionalmente ao quadrado do ciclo de trabalho k.ufc.ufc.5 t k= 1 T + V0 =kV R - v (t) 0 V V 0 0 ton t1 toff T t • • v (t) V V ton 0 t1 toff T t k=0.br www. A tensão e a corrente de saída apresentam uma grande t ã t d íd t d quantidade de ripple.br/~fantunes fantunes@dee. 6 fantunes@dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br 7 A operação da chave faz com que a tensão de entrada veja o conversor como uma resistência variável.ufc.ufc.5 0 (t) V V0 = kV V 0 ton t1 toff T t k=0.25 • 5 www. •Controlando-se o valor de k controla-se a potência fornecida à carga fantunes@dee.ufc. k (%) www.

br 10 Conversores CC-CC Conversores CC-CC O Conversor Genérico Iin ? V ? I0 Ish I=15A + + S1 + S I=5A 2 - Io=20A + V0 V =200V - V0 =150V - • Quais dispositivos podem estar sob tensão média ou corrente média não nula sem dissipar or armazenar energia? Chaves • • Chaves são os únicos elementos que podem estar submetidos a uma tensão média diferente de zero ou conduzir uma corrente média não nula sem dissipar energia.ufc.br/~fantunes fantunes@dee. Mais elementos são necessários www.ufc. os elementos série e paralelo d L l t éi l l devem ser chaves.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.br 9 www.ufc.dee.br 12 .br 11 www.dee.Conversores CC-CC Conversores CC-CC O Conversor Genérico I=15A V=200V = cc cc I 0 =20A = V0 =150V I=15A Elemento Série Io=20A I=5A Elemento Paralelo V =200V V0 =150V Impossível 15A S 200V R 150V 20A • Idealmente o conversor apresenta tensão e corrente sem ripple • Há uma queda de tensão no elemento série • A diferença entre as correntes de entrada e de saída é fornecida pelo elemento paralelo.ufc. h www.br/~fantunes fantunes@dee.ufc. Logo.ufc.dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.dee.A potência absorvida p p p pelo elemento série é fornecida pelo elemento paralelo. • Os elementos são sem perdas .

ufc.br/~fantunes fantunes@dee. 0<k<1 S é uma chave que opera em alta frequência (MOSFET. O arranjo S1. abaixador elevador buck-boost.ufc.br/~fantunes fantunes@dee. Conversor elevador ou conversor boost. www.br 13 Conversores CC-CC Tipos Básicos de Conversores cc-cc • • • • • Conversor abaixador ou conversor buck.br 15 . D é comumente chamado de diodo de roda livre T é o período de chaveamento f é a frequência de chaveamento k=t1/T é o ciclo de trabalho www. • • • O fluxo de energia pode ser em ambas as direções dependendo da estratégia de controle das chaves.br 14 www.dee.ufc.ufc. Conversor cc operando em quatro quadrantes (H-Bridge). Um filtro indutivo (L) ideal elimina o ripple na corrente corrente.dee.br/~fantunes fantunes@dee. IGBT).br/~fantunes fantunes@dee. Conversor Cúk Cúk. Conversor abaixador-elevador ou conversor buck boost. Conversores CC-CC Conversor Abaixador ou Conversor Buck is S iL L D + t V V0 - Carga V0 = 11 t ∫ v0dt = T1 V = t1 fV = kV T0 • • • • • • V0= kV .br 16 www.ufc.dee.ufc.ufc.ufc. S1 e S2 operam de maneira complementar.Conversores CC-CC Unidades de Filtro I=15A + + S 1 + S I=5A + Io=20A Conversores CC-CC Topologia Generalizada Iin I0 C - V =200V 200V - C L - 2 - V =150V 0 + V S1 Ish L + S2 V0 - • • Um filtro capacitivo (C) ideal elimina o ripple na tensão.dee. S2 e L (ligadas a um ponto comum) forma uma célula canônica.

br 1 2 W = LImax 2 17 i = imax − www.Operação em Alta Freqüência S D + Conversores CC-CC Conversor Buck .Princípio de Funcionamento is iL S D + Conversores CC-CC Conversor Abaixador . i= ( V − V0 )t L fantunes@dee.br 19 www.dee.br 20 . na indutância cai para o valor constante V0. pela condução do diodo de roda livre livre.ufc.ufc.Princípio de Funcionamento is S - L V0 I max iL L + + V0 V-V0 0 I max + V-V0 0 V A+ At1 t2 V0 V A+ At1 t2 V0 D Chave S conduzindo A indutância L absorve energia (volts-segundos) ( olts seg ndos) durante o tempo t1 em que a chave está ligada.br/~fantunes fantunes@dee. A corrente cai numa taxa constante dada por: A corrente eventualmente cai a zero num tempo t2 quando a indutância transferiu toda sua energia para carga.br A+ = A − ( V − V 0 ) t1 = V 0 t 2 t2 = ( V − V 0 ) t1 V0 18 www.dee.ufc. a corrente da fonte é composta pulsos. é: Chave S não conduzindo I max = (V − V0 ) t1 L na A energia armazenada indutância em t= t1 é t Quando a chave abre e a tensão abre. e novo g p g processo pode ser iniciado.Conversores CC-CC Conversor Abaixador . O valor médio dos pulsos d entrada é l de t d é: S on Diodo em condução T Corrente da fonte is Ismed = I0 t t S on T Corrente na chave t1 T www.dee.dee.Operação em Alta Freqüência is i0 L + i0 L + L V0 vD + V • V - Son S off t1 T I max Imin i T is Corrente na indutância V t v 0 V D V 0 - V 0 Chave S desligada A chave operando em alta freqüência.br/~fantunes Conversores CC-CC Conversor Buck . abre. A corrente através da indutância cresce a uma taxa constante dada por : Após t1 (quando a corrente atinge Imax) a chave abre O valor de Imax ). a corrente na indutância varia entre Imax para Imin. com valor médio: I0 = (Imax + Imin) / 2 Chave em condução s iL Tensão de saída Chave S ligada • S on S off t t t2 Tensão de saída 1 S - V D + + L V0 - t i 0 I max I min I0 T Corrente de saída t Enquanto a corrente de carga é contínua variando em torno de um valor médio.br/~fantunes V0 t L fantunes@dee.ufc.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.ufc.ufc.

então: i tã VIsmed = V0I0 I0 V = Ismed V0 is S Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador .ufc.br 24 . Para pequeno.i o i m in i o t A presença do filtro L garante um menor ripple na corrente de saída.br 21 iC im a x.ufc. io I0 t www. aumentap q se o valor da freqüência f.br/~fantunes fantunes@dee.dee. O ripple varia em proporção i i l i ã inversa ao valor de L e f. t lt d www.ufc.ufc.Conversores CC-CC Conversor Abaixador – Função de transferência • Partindo-se da lei da conservação de energia.br/~fantunes I Lav iL I max Imin i(t) I0 T Correntes na carga e capacitor ΔI T Corrente na indutância t I Cmax I Cmin t www. www. a energia que entra no conversor é a mesma que sai.br/~fantunes fantunes@dee.br 22 Unidade II Conversores CC-CC Conversor Buck – Ripple na corrente da indutância iL I max Unidade II Conversores CC-CC Conversor Buck – Ripple na tensão de saída is iL V(t) + ic I Lmed ΔI = T t I min (1 − k )kV Lf S L C i0 R V D V0 - V0 VD Son Soff t1 T Tensão de saída t Ripple na corrente da indutância • Quanto maior o valor da indutância menor o ripple na corrente de saída. quanto maior o valor de f menor o valor requerido para L. Para se ter um L pequeno.dee.br/~fantunes fantunes@dee. aumenta •Para se ter um C pequeno aumentase o valor da frequência f.Buck iL L D vD V • + Ripple na Corrente de Saída (em L): VL = L Vo/V 1 V V0 Io - C ΔI = V − V0 t1 ΔI L = t1 V − V0 L kTV (1 − k ) kV (1 − k ) ΔI L = = L Lf 1 k = t1 T 1 = k i V0 = 1 t ∫ v0 dt = T1 V = t1 fV = kV ⇒ T 0 t1 V V iL max kT T t • • • t 0 I = k 0 im in i iS max i m in t I smed •O conversor pode ser considerado como um transformador de corrente contínua onde o ciclo de trabalho k é equivalente à relação de transformação em corrente alternada. • Para um determinado valor de ripple ΔI.dee.ufc.br 23 fantunes@dee.ufc.dee.ufc.ufc. Vk (1 − k ) ΔVC = 8 LCf 2 •A presença da capacitancia C A garante um menor ripple na tensão de saída. •O ripple varia em proporção i O i l i ã inversa ao valor de C e f.

Buck • Conclusões: – Variações na corrente de carga são limitadas pela indutância – A condução de corrente da fonte e descontínua – A tensão de saída conserva a polaridade da tensão de entrada – Deve ser protegido contra curto circuito no diodo de roda livre.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.00ms 16.Buck • Conclusões: – É desejável operação em alta freqüência para valores reduzidos de indutância e capacitância. p – Transfere energia de uma fonte de maior tensão para outra de menor tensão.ufc.30ms 16.br/~fantunes fantunes@dee.45ms Corrente na carga*3 g 27 Tensão na carga g 28 www.ufc. – Apresenta característica de fonte de tensão na entrada e fonte de corrente na saída.0A •C=1pF (muito pequeno) 4.Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador .br 26 Unidade II Conversores CC-CC Conversor Buck .ufc. is S i0 i L D + V V0 - =====> Buck V I www.dee.0A μ •C=500μF 2.dee. – Quanto maior a frequência de chaveamento e a q indutância na saída.35ms 16.dee.5A -5.br/~fantunes fantunes@dee.05ms 16.Simulação is iL IRF540 Unidade II Conversores CC-CC Conversor Buck .ufc.ufc.15ms 16.br www.0A 2 0A 0A 0 0 Corrente na bateria •Switching Frequency = 20kHz 0A •L=200μH -2.br/~fantunes fantunes@dee.0A •R=5Ω -7.Simulação is 200u MUR460 1p 5Ω iL IRF540 L + V D C V0 - carga 24V V1 = 0 V2 = 15 TD = 0 TF = 100n TR = 100n PW = 25u PER = 50u L + V1 V D C V0 - carga 24V V1 = 0 V2 = 15 TD = 0 TF = 100n TR = 100n PW = 25u PER = 50u 200u V1 MUR460 500u 5Ω •Frequência de chaveamento = 20kHz •L=200μΗ 0A •R=5Ω •V=24V -8. www.5A •V=24V 4.dee.ufc.10ms 16.0ms 16.br 25 Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador .40ms 16.25ms 16.br . menor o ripple na corrente de carga.ufc.0A 0A Corrente na bateria Corrente na indutância 20 10 0 100us 120us 140us 160us 180us 200us 220us 240us 260us 280us 300us Corrente na indutância 20 Corrente na carga*3 Tensão na carga 0 16.0A 2.

5 t1 K =0. ou seja.br/~fantunes V0 = kV t v (t) 0 V t k= 1 T V 0 0 ton t1 toff T t k=0.ufc.ufc.ufc. tem-se t1 como variável de controle.5 T V0 V 0 Unidade II Conversores CC-CC Técnica de Modulação PWM (t) v0 toff ton t1 T t k=0. k varia entre 0 e 1 variando-se t1.br/~fantunes toff T t k=0. O controle de k é obtido por técnicas de modulação Modulação da Largura do Pulso (PWM) vD V K <0.dee.br fantunes@dee.ufc.25 fantunes@dee.9 V V i s S i0 L D + 0 v V C0 V 0 - 0 (t) V V 0 ton t1 toff T t k=0.ufc. Consequentemente a tensão de saída V0 pode variar de 0 a V.ufc.ufc.br 32 .br/~fantunes fantunes@dee. T (ou f).dee.Unidade II Conversores CC-CC Conversor Buck – importância da indutância is Unidade II Conversores CC-CC Conversor B k – i C Buck importância da indutância tâ i d i d tâ i s A L Bi L V AB + Como este arranjo tem característica abaixadora? Chave L V L V(t) () i (t) V1=2V2 =t t on off V1 =24V V2 =12V L V1 V2 - V1-V2 t VAB(t) i (t) L -V2 t on t off V1 -V2 Diodo W1 t V(t) i (t) V1=4/3V2 =3t t on off V1 =24V V2 =18V t L W2 t on -V2 iL = 29 t off − V2 iL = t L V1-V2 V1 − V2 t L -V2 W1 = − W2 www.br t on t off 30 www.dee.ufc.75 O período de chaveamento T(f) permanece constante e a largura do pulso t1 (intervalo em que a chave permanece conduzindo) varia para se obter o valor de k desejado.dee.br/~fantunes fantunes@dee. controle www.5 t 31 V ton 0 t1 www.5 v (t) V V t 0 K >0.br Unidade II Conversores CC-CC Técnicas de Modulação • • • • k=t1/T é o ciclo de trabalho O ciclo de trabalho.

a corrente aumenta armazenando energia na indutância.ufc. 35 www. ç A tensão de saída será a soma da tensão de alimentação com o valor de tensão na indutância. o que facilita o projeto de filtros.dee. Neste N t caso a f üê i d chaveamento é a variável d freqüência de h t iá l de controle.ufc. D é diretamente polarizado.br 36 .5 V0 Célula Canônica Como obter outra topologia? Chave L V L L VL Diodo Diodo t A técnica PWM é mais utilizada pelo fato de operar com freqüência constante.5 T 3 V0 V t 0 t 33 www.Boost i L Unidade II Conversores CC-CC Conversor Boost – Princípio de operção i L L D i0 + L V 0 Load V D I0 + V S iL Imax Imin iS i2 i1 Io t S V 0 - • • • • Quando a chave S conduz.dee.br/~fantunes fantunes@dee. Para S aberta: Para S em condução: • Chave S em condução iL L + D iC Imax Io t I0 + io t V S V0 - iR Io vC V max V min t Vo VL = V = L ΔI = V t1 L ΔI t1 VL = V − V0 = L ΔI uma tensão negativa aplicada t2 Como Vo é maior que V t C i tem-se Chave S bloqueada sobre o indutor provocando um decrescimento em sua corrente corrente. vD V K<0. Chave T1 K=0.br/~fantunes fantunes@dee. t1 é mantido constante e a freqüência com que é aplicado varia de acordo com o valor desejado de k.ufc. Quando a chave S é aberta.ufc.Unidade II Conversores CC-CC Técnicas de Modulação • • Modulação da Frequência do Pulso (PFM) Neste método.br Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Elevador .ufc.ufc.br kT T Formas de onda t www.ufc.ufc.5 T2 K>0.br/~fantunes fantunes@dee.dee.br/~fantunes fantunes@dee.br 34 www. e a energia armazenada na indutância é transferida para carga.dee.

ufc.dee.br 38 Unidade II Conversores CC-CC Conversor Boost – ripple na corrente da indutância i L Unidade II Conversores CC-CC Conversor Boost – ripple na tensão de saída i L L D I0 + L D I0 + V S C V0 - carga V S C V0 - carga Conversor boost Conversor boost v (t) i kV ΔI = fL Imax Imin L Io t Ik ΔVc = 0 fC C Vmax Vmin kT T t Vo www.ufc.ufc.5 05 1 k V C V0 - ΔI = − V − V0 t2 L 0 < k < 1 ⇒ V < V0 < ∞ 0 < k <1 ⇒ V < V0 < ∞ www.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.dee.br 37 www.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br 39 www.Unidade II Conversores CC-CC Conversor Boost – Função de transferência Son=====> VL = V = L iL L Unidade II Conversores CC-CC Conversor Boost – Função de transferência i L ΔI t1 V L D I0 + Vo/V carga V ΔI = V t1 L S C V0 - Conversor boost Soff=====> i L VL = V − V0 = L i0 L + ΔI t2 ΔI( ton ) = − ΔI( toff ) V0 1 T = = V 1 − k t off V0 1 T = = V 1 − k t off 2 1 0.br 40 .dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.dee.ufc.ufc.

br/~fantunes fantunes@dee. tã VAB=0.br . O ripple varia em proporção inversa ao valor de C0 e f.ripple • • Ripple nos filtros Ripple na indutância de entrada: V ΔI = t1 L i L L D i0 + Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Elevador .ufc. – A polaridade da tensão de saída é a mesma da tensão de entrada.ufc.ufc. s - V2 V1=V2 i=0 t VAB(t) i (t) para V1 V2 então VAB 0 IL 0 V1=V2.br 41 www. www.ufc.br V2 =V1+ V AB 44 www.dee. IL=0.dee. Nenhuma energia é armazenada em L V2=2V1 L V1 L D I0 + i W1 t V(t) i (t) =t t on off L V1< =12V V2 =24V V S C V0 - carga =====> I Boost V t on -Vx iL = 43 W2 t off − Vx t iL = L V =V1 AB -VAB t ton -V2 t off V1 VAB t L W1 = − W2 Energia armazenada na indutância www.ufc. – Apresenta característica de fonte de corrente na entrada e fonte de tensão na saída.dee. kV ΔI = fL V S C V0 - • • • O ripple na corrente de entrada varia em p p ç inversa ao valor de pp proporção L e f. aumenta-se o valor da freqüência f. – É robusto contra curto-circuito na chave ou na carga. Para se ter um L pequeno.ufc.5.dee.Boost • Conclusões: – Transfere energia de uma fonte de menor tensão para outra de maior tensão.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br 42 Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Elevador . i L Unidade II Conversores CC-CC iL A L V1 Conversor B C Boost – i t importância da indutância tâ i d i d tâ i B + V AB V(t) i (t) L V1=V2 Corrente. Para se ter um C pequeno.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.Boost • Conclusões: – O conversor Boost pode elevar uma tensão sem auxílio de um transformador – Apresenta condução contínua na corrente d f t A t d ã tí t da fonte – Altos picos de corrente na chave durante t1 – A tensão de saída apresenta difícil regulação para k>0 5 k>0.Unidade II Conversores CC-CC Conversor Boost . aumenta-se o valor da freqüência f. Ripple de tensão na capacitância d saída: Ri l d t ã itâ i de íd ΔVc = • • • I0 k fC A presença do capacitor C garante um menor ripple na tensão de saída.br/~fantunes fantunes@dee.

ufc.br www. e a energia é armazenada nele.ufc. a corrente aumenta no indutor.dee.ufc. indutância Soff =====> A energia da indutância é transferida para carga.dee.Simulação i V1 =12V V2 =204V L V AB s - V2 V(t) i (t) V2=17V1 t =16t off on L D I0 + 2m V1 = 0 V2 = 15 =0 24V TD = 100n TF TR = 100n PW = 25u PER = 50 50u V2 MUR460 L V =V1 AB t V S C V0 - Load IRF540 100μ 20Ω V(t) i (t) V2=4V1 t =3t on off V1 =12V V2 =48V 0 L ton toff V =V1 AB t •Frequência de chaveamento = 20kHz •L=2mH •R=20Ω •V=24V 50 •C=100μF C 100 F Tensão de Saída ton -VAB -V2 V2 =V1+ V AB www.br/~fantunes fantunes@dee. www.Unidade II Conversores CC-CC iL A L V1 Conversor B k – i C Buck importância da indutância tâ i d i d tâ i B + Unidade II Conversores CC-CC Conversor Boost . A polaridade da tensão de saída é invertida em relação à da tensão de p ç alimentação.dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes t off 25 Tensão de entrada V1 -VAB -V2 V2 =V1+ V AB Correnta na indutância V1 45 0 60ms 61ms 62ms 63ms 64ms 65ms 66ms 67ms 68ms 69ms 70ms fantunes@dee. Não há uma conexão direta entre a entrada e a saída do conversor Conversor indireto indireto.br 47 .br 48 www. Quando a chave S conduz.br 46 Unidade II Conversores CC-CC Célula Canônica Como obter mais uma topologia? Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador / Elevador ou Buck / Boost D S i0 - V Chave L V L L V0 + carga L VL Diodo Chave VL Diodo i L Diodo L Chave • • • • • Son =====> Energia é armazenada na indutância.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.ufc.dee.ufc.

dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes 50 Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador / Elevador ou Buck / Boost S D Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador / Elevador ou Buck / Boost Ripple na corrente da indutância pp I0 - V L iL V0 + carga S D I0 - V L iL V0 + carga • • Ripple nos elementos de filtro Ripple de corrente na indutância: kV ΔI = fL • Ripple de tensão na capacitância: kV ΔIL = fL Imax Imin iL Io I0 ΔVc = www.dee.ufc.br 52 .Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador / Elevador ou Buck / Boost D Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador / Elevador ou Buck / Boost Função de Transferência i0 - S + L iL Imax Imin iL Io t V V0 + is Imax VL = L Son=====> V = L t Imin iD t di dt Vo/V Chave S fechada -i min i D i0 - -i ΔI t1 ΔI max S L + iL iC Imax Io V V0 + -I o vc t Soff=====> V0 = −L t 2 3 1 0.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.br/~fantunes I0k fC fantunes@dee.dee.ufc.ufc.ufc.br www.5 0.75 1 k -Vmin -Vmax V t -Vc Chave S aberta Formas de onda V0 t k =− = − on V 1− k t off 0 < k <1 ⇒ 0 < V0 < ∞ fantunes@dee.dee.ufc.ufc.br 51 www.br 49 www.

dee.ufc. – Apresenta característica de fonte de tensão na entrada e na saída.br/~fantunes fantunes@dee.5.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc. íd S D Unidade II Conversores CC-CC Conversor B k B C Buck-Boost – i t importância da indutância tâ i d i d tâ i s V(t) i (t) V2=-V1 - L =t t on off V1 V iL + V2 V1 V1< =12V =-12V V2 = 12V V(t) i (t) t L V2 ton t off V1 I0 i W1 t V(t) i (t) V2=3V1 =3t t on off V1 =12V V2 =24V t L V L iL V0 + carga =====> V V V2 W2 t on iL = 55 V1 Buck/Boost t off − V2 t iL = L V1 t L t on -V2 fantunes@dee.5 e ser elevador para k > 0.ufc.ufc. dependendo do valor de k. – A polaridade da tensão de saída é invertida em relação à da entrada.br/~fantunes fantunes@dee.br 56 .br/~fantunes www.dee. O conversor será abaixador para k < 0. I0 - V L iL V0 + carga Ik ΔVc = 0 fC vc -V min -V max -Vc t www.ufc.br toff W1 = − W2 www.br 53 www. teoricamente variar entre (0 e ∝).dee.dee.ufc.Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador / Elevador ou Buck / Boost Ripple na tensão do capacitor pp p S D Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador / Elevador ou Buck / Boost • Conclusões: – A tensão de saída pode. altos picos lt i de corrente circulam pela chave. – Em caso de falha na chave a corrente de curto é limitada pela indutância.ufc. – A corrente d entrada é d t de t d descontínua.br 54 Unidade II Conversores CC-CC Conversor CC-CC Abaixador / Elevador ou Buck / Boost • Conclusões: – A tensão de saída será buck ou boost dependendo do ciclo de trabalho. l tí logo.

0ms 25.5ms 26. maior a taxa de mudança de IL durante toff.dee.7 www.Simulação S D Unidade II Conversores CC-CC Conversor Buck-Boost .4 fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.0ms 26.ufc.4 0V -20V 25.0V -60.99V1 V(t) i (t) t on =16t s - (t) iL V L V1 V iL + V2 V1 t V1 iL + V2 I0=(V1/L).ufc.6V V V0 > V •Frequência d chaveamento = 20kH F ê i de h t 20kHz •L=2mH 40V •R=20Ω 20V •V=24V •C=100μF •k=0.br/~fantunes fantunes@dee.0ms 27.ufc.dee.0ms V0 < V V0 25.0ms 26.br 57 www.ufc.0ms 27.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.dee.5ms 28. maior a taxa de mudança de IL durante toff.5ms 28.0ms 25.5ms 27.ufc.br 59 www.0ms Cilco de trabalho=0.7 -40. -V2 V1 -V2 t t on t on t on t on t on t off t off t off t off t off 58 t on toff www.2V •R=20Ω •V=24V 0V •C=100μF •k=0.5ms 27.Simulação S D I0 IRF540 MUR460 I0 IRF540 MUR460 V L iL V0 + R 24 V1 = 0 V2 = 15 TD = 0 TF = 100n TR = 100n PW = 35u PER = 50u V V3 2m 100u 20 L iL V0 + R 24 V1 = 0 V2 = 15 TD = 0 TF = 100n TR = 100n PW = 15u PER = 50u V3 2m 100u 20 0 0 •Frequência d chaveamento = 20kH F ê i de h t 20kHz •L=2mH 26.Unidade II Conversores CC-CC Conversor Buck-Boost – importância da indutância s - Unidade II Conversores CC-CC Conversor B k B C Buck-Boost – i t importância da indutância tâ i d i d tâ i off V2=-16.ufc.br Unidade II Conversores CC-CC Conversor Buck-Boost .br 60 . Quanto maior for k.br/~fantunes Resultado de simulação para k=0.ufc. maior será V2.5ms 26.dee.t on ton V(t) i (t) V2=-1/3V1 t =1/3t off on toff L Quanto maior for k.

Logo.dee.dee.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.br 62 Unidade II Conversores CC-CC Conversor Cúk is L1 + C1 - Unidade iI Conversores CC-CC Conversor Cúk + - L 2 is L1 + C1 - L 2 + - V S + D C 2 + V0 V S + D C 2 + V0 I0 I0 Chave S em condução: •A indutância L1 carrega e capacitor C1 polariza inversamente D •O capacitor C1 descarrega sua energia através de C2.ufc.br 63 www.dee.ufc.ufc.br 64 .Unidade VI Conversores CC-CC Característica dos Conversores is S i0 L + D i carga Unidade II Conversores CC-CC Conversor Cúk I is L1 + C1 - V V0 - =====> Buck V L 2 iL L D i0 + i V S D C 2 + V0 V S C V0 - carga =====> Boost I V I0 S D i0 - i V L V0 + carga iL =====> V Buck/Boost V www.br/~fantunes fantunes@dee. •L2 descarrega. Chave S em bloqueio: p g pela fonte e p pela energia g •O capacitor C1 é carregado p armazenada em L1 através de D (L1 descarrega). www.ufc.ufc. carga e L2.br/~fantunes fantunes@dee.dee.br 61 www. transferindo energia para carga através de D. C2 e L2 carregam.ufc.ufc.

www. fazendo com que a corrente decresça na mesma direção di ã positiva.br/~fantunes fantunes@dee.br/~fantunes S1 + V .S 2 D1 A D3 B Chopper de dois quadrantes is V D2 S 1 is R L E R L E D2 D 4 S 4 io S 1 D2 V io R L E Operação no primeiro quadrante O ã i i d is V is R L E D 1 S2 io D 1 S2 V io R L E É importante ressaltar que o funcionamento da estrutura está relacionado com o tipo de carga entre A e B e a estratégia de comando das chaves. a corrente de carga. Neste modo.br fantunes@dee.br Unidade II Conversores CC-CC Conversores cc-cc de Dois Quadrantes A combinação de operação das chaves (diodos e transistores) determina se o conversor será abaixador ou elevador.S1 e S4 estão ligadas.dee. circulará por D2.br www.Unidade iI Conversores CC-CC Conversor Cúk is L1 + C1 - Unidade II Conversores CC-CC Característica dos Conversores is S i0 L + D i Carga L 2 V V0 iL I0 L V 0 D i0 + V S D C 2 + =====> Buck V i I •A chave S e o diodo D operam complementarmente.ufc.dee. 68 Operação no segundo quadrante 67 www. Quando S1 abre.ufc. O conversor elevador é composto pela operação de S2 e por D1 durante o tempo em que S2 permanece aberta.ufc.Se S1 ou S4 é desligada.S1 e S4 estão ligadas e conduzindo. e são comandadas a bloquear. Em ambas as situações a tensão e a corrente na carga são positivas.ufc. D2 ou D3 conduz. transferindo energia da g fonte para a carga.dee. a corrente indutiva regenerará para fonte através de D1 e D4.br/~fantunes i0 fantunes@dee.br/~fantunes fantunes@dee. iti 3.dee. A •C1 é o meio de transferência de energia da fonte para a carga. quando S2 está conduzindo e é comandada a bl bloquear. 2.ufc.br I I V0 t k =− = − on V toff 1− k ff Is t k =− = − on I0 1− k toff i V is L 1 L V 0 + Carga iL L2 =====> V Buck/Boost V - 66 S3 .ufc. 1. tensão positiva é aplicada à carga iti li d aumentando a corrente de carga no sentido positivo. que é indutiva. is V D 2 D1 S1 io S 2 R L E Unidade II Conversores CC-CC Conversores cc-cc de Quatro Quadrantes Há várias possibilidades d ái ibilid d de operação. V S S 0 C V D i0 - Carga =====> Boost I V V 65 S D C 0 V + Carga g =====> I Cúk www.ufc. a corrente d carga é t t da transferida f id para o diodo D1. O conversor será abaixador quando S1 conduz durante t1. havendo regeneração de energia.ufc.

Comandando-se S2 a abrir.S 2 D1 A D3 B S3 R L E D2 D 4 S 4 O conversor de 4-Q permite o fluxo de energia entre carga e fonte f t em qualquer di ã pelo l direção l controle de k e escolha das chaves. 69 www.ufc. as chaves S2 ou S3 não podem conduzir enquanto a corrente estiver circulando por D2 e D3.br . a energia de E é regenerada para fonte através de D1 e D4. Tornando se Tornando-se nula a corrente por D2 e D3 . mesmo havendo sinal de base ativo.a energia armazenada em E é dissipada em R.ufc. circulando por S2 e D4. S1 + V .Unidade II Conversores CC-CC Conversores cc-cc de Quatro Quadrantes Regenerando carga ativa R d ti S1 e S4 estando conduzindo e são comandados a bloquear. Deve-se observar que. A corrente de carga é transferida para D2 e D3 . É um conversor extremamente versátil. havendo regeneração da energia armazenada na q indutância.br/~fantunes fantunes@dee.dee.

sistemas de potência.ufc. Os inversores têm ampla aplicação no controle de motores de corrente alternada.ufc. 60 (50) Hz • Inversor • • converte uma tensão contínua de entrada numa tensão alternada simétrica de saída com módulo e frequência determinados.ufc. t t Onda quadrada t Senoidal t Trapezoidal • V t Multi-nivel www. tração lét i t ã elétrica.dee. num inversor real as formas de onda são não senoidais e contêm certas harmônicas. inversor depende.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br 4 .ufc. etc.br/~fantunes fantunes@dee. • São estruturas básicas nas conversões fotovoltaicas e eólio eólioelétrica.ufc.ufc.dee.dee. i é i d íd ód l f ê i d i d • A frequência da tensão de saída é determinada pelo chaveamento dos dispositivos simicondutores que formam o inversor. portanto do circuito de controle. i d d t t d i it d t l www. portanto do circuito de controle. depende.dee.br 2 Unidade VII Conversores CC-CA Formas de Ondas da Tensão de Saída V V V Unidade VII Conversores CC-CA • A forma de onda da tensão de saída de um inversor ideal deve ser senoidal.br 3 www. www.br/~fantunes fantunes@dee.br 1 ç A função de um inversor é converter uma tensão contínua de entrada numa tensão alternada simétrica de saída com módulo e freqüência determinados. t d t lt d i t i d ti sistemas ininterruptos de energia.ufc. Entretanto. aquecimento indutivo. A freqüência da tensão de saída do inversor é determinada pelo chaveamento dos dispositivos semicondutores que formam o inversor.br/~fantunes fantunes@dee.Unidade VII Conversores CC-CA I cc Unidade VII Conversores CC-CA Inversores Inversores Vcc VCA 220 V(230 V).

quando então S2 passa a conduzir.ufc.dee. S1 e S2 não são chaves mecânicas mecânicas.br/~fantunes fantunes@dee. Unidade VII Conversores CC-CA Meia Ponte • S 1 • Vs/2 Carga Vs/2 S 2 • • Inversor em meia ponte Quando S1 conduz a corrente na carga io(t) é p positiva.Simulação V1 TD = 0ms TF = 10 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 TR = 10ns V2 = 15 M1 IRF150 V4 0 • v0 = O valor eficaz da tensão de saída dado por: n =1. Quando S1 desliga.br/~fantunes fantunes@dee. conseqüentemente S2 liga. para n = 2. há. 4. através atra és de D2 até a corrente cair a zero e inverter de sentido. a corrente io(t) continua a circular na mesma direção..br/~fantunes fantunes@dee. nπ -Vs/2 Vs/2 Sem filtro de tensão S 2 on T t V13 12 TD = 0ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 TR = 10ns V2 = 15 M7 V15 IRF150 8.br/~fantunes fantunes@dee.ufc..ufc.ufc.. 2 Vs V1 = = 0. 5. 3..br 8 .dee.Unidade VII Conversores CC-CA Princípio de Operação • Se as chaves S1 e S2 abrem e fecham alternadamente então uma tensão alternada de onda quadrada será ap cada carga aplicada à ca ga e a freqüência da eqüê c a onda de tensão será determinada pela freqüência de chaveamento. mas transistores.45 Vs 2π www.dee. para cada transistor um diodo conectado em antiparalelo para continuidade de q corrente quando da abertura do transistor.0 220ms 225ms 230ms 235ms Time 240ms 245ms 250ms V16 Com filtro de tensão 7 www.br R4 1 2 50m C2 10m V14 12 2 L4 V 5m 5 1 0 t D1 S1 D2 S2 chaves em condução TD = 5ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 TR = 10ns V2 = 15 M8 -4. D S 1 1 io A 0 v o S Vs/2 2 D 2 Vs/2 vo Vs/2 -Vs/2 T/2 S1 on S 2 on T t i o t D1 S1 D2 S2 chaves em condução www. io A v o S Vs/2 2 D 2 Vs/2 D S 1 1 1 20 10 I M3 Vout R 2 2 L 5m 1 iout 0 50m V2 0 IRF150 -10 -20170ms 175ms 180ms 185ms Time 190ms 195ms 200ms 12 TD = 5ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 TR = 10ns V2 = 15 V3 vo S1 on T/2 ∑ ∞ Vs/2 4(Vs / 2 ) sen (nwt ) = 0.0 0 iout Vout • Para n=1 determina-se o valor da i o componente f d fundamental da ld tensão de saída. 6.0 4.ufc. Com carga indutiva.dee.br 5 www.ufc.ufc.br 6 Unidade VII Conversores CC-CA Inversor de Meia Ponte • O valor eficaz da tensão de saída dado por: ⎛ 1 T V2 ⎛ 2 T / 2 V2 V V0 = ⎜ ∫ s dt⎟ = ⎜ ∫ s dt⎟ = s ⎜T 4 ⎟ ⎜T ⎟ 2 ⎝ 0 ⎠ ⎝ 0 4 ⎠ 1 ⎞2 1 ⎞2 12 Conversores CC-CA Inversor de meia ponte monofásico .ufc.0 IRF150 -8.

dee.br/~fantunes fantunes@dee.V s /2 VBo T /2 S 3 on S 4 on vAB v s t s T /2 T S 4 on t S 2 on T S 1 on t • • • • t O valor eficaz da tensão na carga será: Unidade VII Conversores CC-CA Ponte V AB = V S A tensão instantânea será expressa por: v AB = 4 Vs sen( nwt ) n =1.ufc.br 12 -v S4 i AB o is o D1 D4 S1 S4 D2 D3 S2 S3 t www.90 Vs 2π 2π O controle do valor eficaz da tensão de saída pode ser realizado através d v vés da variação d de s ge e e VA0 e VB0..br/~fantunes fantunes@dee.dee.br 9 As chaves S1 e S2 são acionadas complementarmente em intervalos 180 180° Quando S1 e S4 conduzem a tensão de entrada Vs é aplicada à carga.ufc. n π is Vs/2 0 Vs/2 S2 S1 V s /2 .dee.vBO Resultando na carga numa onda quadrada de magnitude VS www.dee. Quando ângulo de defasagem for de zero grau a tensão de saída terá valor eficaz nulo.ufc.br 10 Unidade VII Conversores CC-CA Inversor em Ponte v Ao V s /2 S 1 on .ufc.Unidade VII Conversores CC-CA Inversor Ponte Completa S1 Fonte CC Entrada cc S2 S4 S3 is V s/2 Saída ca Unidade VII Conversores CC-CA Ponte S1 D1 A L R 0 V s/2 S2 D3 B D4 S3 D2 S4 • S1 Fonte CC Entrada cc S2 S4 Carga ca S3 Filtro • • • www.br/~fantunes fantunes@dee.5 .br 11 .ufc..br/~fantunes fantunes@dee.ufc. Quando S2 e S3 conduzem a tensão da fonte com polaridade invertida fica aplicada à carga vAB =vAO . v AB 1 = www.ufc.ufc. Para um ç o da defasagem entre u ângulo de defasagem de 180° a tensão de saída tem valor eficaz máximo e igual a Vs.3.V s /2 ∑ ∞ D1 D3 A B LR D2 D4 S3 A f ndamental da tensão na carga: fundamental 4 Vs = 0.

br 14 Conversores CC-CA Inversor em Ponte Ponte Filtro Conversores CC-CA Inversor em Ponte com Filtro LC .br/~fantunes fantunes@dee.Unidade VII Conversores CC-CA Inversor Ponte Completa v Ao Vs/2 is Vs/2 0 Vs/2 S2 S1 Unidade VII Conversores CC-CA Inversor em Ponte .dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.ufc.ufc.br 13 www.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.ufc.dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.Simulação TD = 0 0ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 TR = 10ns V2 = 15 V12 100Vdc M10 IRF150 V15 TD = 0 0ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 15 TR = 10ns V2 = 0 M9 IRF150 V11 S1 Fonte cc DC input S3 Load 0 TD = 0ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 15 TR = 10ns V2 = 0 M12 IRF150 V13 1 R3 30 C1 1m 2 1 L3 10m TD = 0ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 TR = 10ns V2 = 15 M11 IRF150 V14 2 Saída ca S2 S4 ? Carga ca 200V V Vac 100V load 0V Tensão CC Onda quadrada Onda senoidal -100V -200V 270ms 275ms 280ms 285ms 290ms 295ms 300ms www.dee.dee.br 16 .br 15 www.Simulação is TD = 0ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 TR = 10ns V2 = 15 120Vdc V5 M4 V3 IRF150 TD = 0ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 15 TR = 10ns V2 = 0 M1 V2 IRF150 S1 on -Vs/2 D D 1 3 A B LR D 2 D 4 S3 S1 on S2 on t T S3 on Vout 0 R1 3 IRF150 L1 M2 V4 VBo Vs/2 T/2 / S4 -Vs/2 v AB S4 on v T/2 T v AB 1 S4 on t 100V 0V -100V V(L2:2) TD = 0ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 15 TR = 10ns V2 = 0 10m TD = 0ms TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 TR = 10ns V2 = 15 M3 V1 IRF150 v AB1rms = 4Vs = 0.90Vs 2π v s t s Vout 40A 0A SEL>> -40A -v i -I(L2) AB o t iout 40A 20A 0A -20A -40A 40A 150ms I(V7) 155ms 160ms 165ms Time is 170ms 175ms 180ms www.

ufc.ufc.br/~fantunes θ =0° I fantunes@dee.br/~fantunes Conversores CC-CA Inversor em Ponte – Fluxo de Potência is D 1 Vs i(t) V(t) Conversores CC-CA Inversor em Ponte com Filtro LC t V17 TD = 0ms TF = 10ns M14 PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 V20 IRF150 TR = 10ns V2 = 15 L5 10m R4 3 TD = 0ms TF = 10ns M13 PW = 5ms PER = 10ms V1 = 15 V16 IRF150 TR = 10ns V2 = 0 L4 10m S1 A L C v ac D 3 B S3 i ac v ac θ=90° D 2 S2 D 4 AC output S4 Vs I i 120Vdc 0 TD = 0ms M16 TF = 10ns PW = 5ms PER = 10ms IRF150 V1 = 15 V18 TR = 10ns V2 = 0 1 2 1 C2 3m 2 1 2 s iac o t 20 TD = 0ms TF = 10ns M15 PW = 5ms PER = 10ms V1 = 0 V19 IRF150 TR = 10ns V2 = 15 i(t) V(t) () () θ=0° v ac 2I P = Vs .br s -10 θ =180° 19 www. 2 π <θ≤π 2 P<0⇒ fantunes@dee.Isavg Isavg 1 2 = ∫ I sin(ωt − θ )dωt = I cos θ π0 π π θ θ P>0⇒0≤θ< Formas de onda da tensão e da corrente para um filtro “perfeito”.ufc.dee.ufc. is t P = Vs .dee. 17 2I cos θ π π P flui do lado cc p/ ca.dee.br/~fantunes -I(R4) -20 270ms V(C2:2) 275ms 280ms fantunes@dee.ufc.ufc.ufc. 2 π P = 0 ⇒ θ = Não há fluxo de potencia.ufc. P = Vs .br Time 285ms 290ms 295ms 300ms R4=3Ω and L5=10p (zero) 20 .dee. cos θ π θ =90° 90° i(t) V(t) 10 0 v ac i ac -10 i ac v s θ=180° s i -20 270ms V(C2:2) 275ms -I(R4) 280ms 285ms Time 290ms 295ms 300ms R4=3Ω and L5=10m 20 10 0 I o i www.br www.Conversores CC-CA is D1 Vs Conversores CC-CA Inversor em Ponte – Fluxo de Potência is D1 S1 A L t i(t) V(t) Inversor em Ponte com Filtro LC S1 A L C D3 B S3 i(t) V(t) v AB î ac v ac D3 B C S3 Vs î ac v ac t Vs Vs v -vs D2 S2 v ac D4 i ac S4 -vs D2 S2 v ac D4 i ac S4 i s(t) I o AC output is t AC output I o Para um filtro LC perfeito a t P filt f it tensão e a ã corrente de saída serão senoidais.br P flui do lado ca p/ cc. cc 18 www.br/~fantunes fantunes@dee.

dee.br 22 www.ufc. θ=72°( utilizando Orcad.br/~fantunes θ=60°(γ=120°) →VAB3=0 θ=72°(γ=108°) →VAB5=0 fantunes@dee. L=31.br/~fantunes Unidade VII Conversores CC-CA Controle da Tensão de Saída por Defasagem Angular v Ao Vs/2 θ VBo VB γ=180 γ=180° − θ S on 1 S 1 on S 2 on T/2 S 3 on T t Unidade VII Conversores CC-CA Controle da Tensão de Saída por Defasagem Angular Exercício is S1 D1 A L R S2 D2 D4 S4 D3 B -Vs/2 Vs/2 γ VABn S 4 on t 4V nγ = s sin( ) 2 nπ V=220Vcc V S3 -Vs/2 S 4 on T/2 T v s vAB θ=0 →γ=180° →VAB=Vs θ=180° →γ=0 θ 180° →γ 0 →VAB=0 R=10Ω. -Vs/2 v s •VA0 estiver em fase com VB0 a tensão de saída VAB é zero.br/~fantunes fantunes@dee. 23 www.br 24 -v s θ γ t Qualquer harmônica pode ser eliminada fazendo se VABn=0 fazendo-se E as outras harmônicas? Porque a necessidade de reduzir? www. e o espectro harmônico da corrente e da tensão de saída.br 21 www. simule o inversor mostrando a corrente e a tensão na carga.ufc. θ=60°.ufc.ufc.5mH R 10Ω L 31 5 H f= 60Hz S1.ufc.dee.ufc. t -v s •VAB = VA0 – VB0 •Se VA0 estiver 180° d f S ti defasado d de VB0 a tensão de saída VAB é máxima.dee.ufc. máxima fantunes@dee.dee.S3. Como VAB pode variar? O controle pode ser feito pelo dafasamento entre VA0 e VB0.Unidade VII Conversores CC-CA Ponte Monofásica – Controle da Tensão de Saída É possível controlar a tensão de saída? p V AB ⎛1T ⎛ 2 T /2 ⎞ ⎞ = ⎜ ∫ Vs2 dt ⎟ = ⎜ ∫ Vs2 dt ⎟ = Vs ⎜T ⎟ ⎜T ⎟ ⎝ 0 ⎠ ⎝ 0 ⎠ 1 2 1 2 Unidade VII Conversores CC-CA Controle da Tensão de Saída por Defasagem Angular v Ao Vs/2 S on 1 -Vs/2 VBo Vs/2 S 4 on vAB T/2 T T/2 S 3 on S 4 on t S 2 on T S 1 on t is S1 A S2 D 1 D 3 L R B S3 Vs D2 D4 S4 Vs é constante.br . e a corrente na fonte.br/~fantunes fantunes@dee.S2.S4 S1 S2 S3 S4 MOSFET ou IGBT Para θ=0°.ufc.

ufc.ufc.br/~fantunes fantunes@dee. frequência • Componentes harmônicas só a partir da frequência de chaveamento • A magnitude da fundamental da tensão de saída pode ser controlada.br/~fantunes P1 = 1 T/2 p1(t )dt ≠ 0 T/2 ∫0 fantunes@dee. S3.ufc.dee.ufc.Conversores CC-CA Harmônicas de corrente ..ufc. ∑ ∞ 4I 4I s sin( nwt ) nπ -100V 100V 0s 2ms 4ms 6ms 8ms 10ms Time 12ms 14ms 16ms 18ms 20ms 50V i1+ i3+ i5 i5 p (t) 1 V(t) V(t) p (t) 3 P3 = 1 T/4 p 3 (t )dt = 0 T/4 ∫0 0V -50V 0s 2ms 4ms 6ms 8ms 10ms Time 12ms 14ms 16ms 18ms 20ms i1 (t) 50V i1+ i3+ i5+ i7 i7 0V i3(t) A 3ª harmônica da corrente x fundamental da tensão não produz potência útil 26 -50V 0s 2ms 4ms 6ms 8ms 10ms Time 12ms 14ms 16ms 18ms 20ms www.br 27 V0 v (t) 0 Vs V0 = 1 1 t1 ∫ v0dt = T Vs = t1fVs = kVs T0 t t on t off T t k= t on T V0 v (t) 0 t on t off T t 0 < k <1 www. 5.ufc.dee. S2 S4 • As chaves operam em alta frequência.ufc.br 25 www.br/~fantunes ⇒ 0 < V0 < Vs fantunes@dee. • Vários Pulsos por período da tensão de saída.br Vs V0 t on t off T t 28 . • Maiores perdas nas chaves semicondutoras www. 3.ufc.br Unidade VII Conversores CC-CA PWM is Unidade VII Conversores CC-CA (t) Inversores com Modulação da Largura do Pulso v0 V S1 A S2 D 1 D 3 L R S3 B 1 i S i + V0 R V0 Vs s Vs D2 D4 t S4 Vs v (t) 0 Vs t on t offT t S1..dee.simulação 100V i1+ i3 0V V(t) Unidade VII Conversores CC-CA Influência das harmônicas de corrente i1 (t) i(t) i(t) i3(t) i3 i1 i AB (t ) = n =1.br/~fantunes fantunes@dee.dee.

ufc.br/~fantunes fantunes@dee.br 30 fantunes@dee.ufc.br Unidade VII Conversores CC-CA Inversores com Modulação da Largura do Pulso •Considere k variando periodicamente (60Hz) valores complementares de k (0 2 (0.ufc.ufc. •Para k=0.6Vs •Operação em alta frequância. www.dee.br/~fantunes fantunes@dee.br 32 .ufc.br 31 www.9 t1 T t V s 0 VA0 = k VB 0 0 (t) V V 0 ton t1 toff T t k=0. k deve mudar do valor de k+ para k.8 ⇒ VAB=0.6V e 0. Logo.2 0. A magnitude é modificada através de mudanças no valor de k. Unidade VII Conversores CC-CA Inversores com Modulação da Largura do Pulso • • • • A frequência e a magnitude da tensão de saída podem ser controladas.2 e 0.dee. A tensão de saída possui um espectro harmônico na frequência de chaveamento.br/~fantunes toff T t k=0.2 ⇒ VAB= -0. os requerimentos de filtragem são menores. resultará numa forma de onda retangular e periódica na frequência da mudança de k. o valor da tensão de saída variará periodicamente entre -0 6Vs -0.6Vs. 29 www.6Vs •Com k variando a u a frequência muito Co a a do uma equê c a u o menor que a frequência de chaveamento (onda portadora). Se k 0.ufc.5 V ton 0 t1 www.br/~fantunes fantunes@dee.dee.Unidade VII Conversores CC-CA Inversores com Modulação da Largura do Pulso (t) v0 Unidade VII Conversores CC-CA Inversores com Modulação da Largura do Pulso is S1 D1 A D3 B L R S2 D2 D4 S4 S3 V S V + V0 R v V toff ton k=0.25 Para 0<k<1 -V<VAB<Vs •Para k=0.6Vs •Se k=0.2 ⇒ VAB=-0.dee.8 ⇒ VAB=0. •Filtrando a tensão de saída.a cada meio período. elementos magnéticos reduzidos. de acordo com a relação (k+ + k-=1).ufc. considerandose a fequência f da fundamental da tensão de saída saída.ufc.5 VAB =0 pulsos positivos iguais aos pulsos negativos.6Vs •Para k=0.6V •Se k=0.8).75 Vs 2 V = (1 − k ) s 2 V0 = kV v (t) 0 VAB = Vs (2k − 1) PWM a dois níveis k= t1 T V 0 V 0 ton v (t) V t1 toff T t k=0.

Unidade VII Conversores CC-CA Inversores com Modulação da Largura do Pulso I M d l ã d L d P l
A tensão de saída, que é aplicada à carga, é formada por uma sucessão d ondas retangulares d amplitude i ã de d t l de lit d igual à t l tensão d ã de alimentação CC e duração variável. A relação entre a onda moduladora Vm e onda portadora Vp, definida como Índice de Modulação, permite regular a amplitude da fundamental da tensão de saída do inversor. Na prática o número de pulsos é limitado pela máxima freqüência ç de comutação das chaves. Impulsiona os harmônicos da tensão de saída para altas freqüências, freqüências conseqüentemente o filtro é bastante simples simples. Possibilita controlar a freqüência e o módulo da tensão de saída.

Unidade VII Conversores CC-CA PWM Senoidal
is S1 D1 A D3 B L R S2 D2 D4 S4 S3

⎡ V ⎤ k = 0,5⎢1 + AB ⎥ Vs ⎥ ⎢ ⎣ ⎦

V

V = VAB max sen(2πft + φ ) f AB
⎡ V ⎤ k = 0 5⎢1 + AB sen(2πft + φ )⎥ 0,5 Vs ⎢ ⎥ ⎣ ⎦

s

VAB = Vs ( 2k − 1)

k = 0 5[1 + m * sen(2πf + φ )] 0,5 ft
• • • m é chamado de modulação da amplitude amplitude. f = frequência da saída (60Hz) fs= frequência portadora≥ 10 x a tensão de saída f f.
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Unidade VII Conversores CC-CA PWM Senoidal
is S1 D1 A D3 B L R S2 D2 D4 S4 S3

Unidade VII Conversores CC-CA PWM Senoidal
is S1 D1 A L R S2 D2 D4 D3 B

k = 0,5[1 + m * sen(2πft + φ )]

V

s

• “m” é chamada de modulação da amplitude.

V

VAB = Vs (2k − 1)

• • S3 • • • S4 •

• A freqüência da portadora é ≥10 x f . • S1 e S4 operam simultaneamente • S2 e S3 operam simultaneamente

VABmax = 100V Frequência = 83.33Hz Onda portadora = 1000Hz V = 200V S1 e S4 operam simultaneamente Número de portadora p ciclo: p por – 1000/83,33=12 – 12 portadoras por ciclo
V (t ) = V sen( 2πft + φ ) AB ABMAX

k = 0,5[1 + m * sen(2πft + φ )]
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⎡ VAB ⎤ MAX k = 0,5⎢1 + sen( 2πft + φ ) ⎥ V ⎢ ⎥ ⎣ ⎦

Unidade VII Conversores CC-CA PWM Senoidal
• k0 ⇒VAB0=100sin0o=0
0 ⎤ ⎡ k = 0,5⎢1 + = 0,5 200 ⎥ ⎣ ⎦

Unidade VII Conversores CC-CA PWM Senoidal

kA ⇒VAB0=100sin0=0V
0 ⎤ ⎡ k A = 0 5 ⎢1 + 0.5 ⎥ = 0 .5 ⎣ 200 ⎦

kB⇒VAB30=100sin30=50V
50 ⎤ ⎡ k B = 0.5 ⎢1 + ⎥ = 0.625 ⎣ 200 ⎦

k30⇒VAB30=100sin30o=50
50 ⎤ ⎡ k = 0,5⎢1 + = 0,625 200 ⎥ ⎣ ⎦

kC ⇒VAB60=100sin60=86.6V 100sin60 86.6V
⎡ 86.6 ⎤ k = 0.5 ⎢1 + = 0.716 200 ⎥ ⎣ ⎦


K=0.5 5 K=0.6 625 75 K=0.7 K=0.7 716 K=0.6 625 K=0.5 5 K=0.716

k60 ⇒VAB60=100sin60o=86,6
⎡ 86,6 ⎤ k = 0,5⎢1 + ⎥ = 0,716 ⎣ 200 ⎦

kD ⇒VAB90=100sin90=100V
⎡ 100 ⎤ k = 0.5 ⎢1 + ⎥ = 0.75 ⎣ 200 ⎦

kE ⇒VAB120=100sin120=86.6V
⎡ 86.6 ⎤ k = 0.5 ⎢1 + ⎥ = 0.716 200 ⎦ ⎣

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Unidade VII Conversores CC-CA PWM Senoidal
is

Unidade VII Conversores CC-CA PWM - Exercício
S1 D1 A L R S2 D2 D4 S4 D3 B

V

S3

V=220Vcc R=10Ω, L=31,5mH R 10Ω L 31 5 H f= 60Hz S1,S2,S3,S4 S1 S2 S3 S4 MOSFET ou IGBT Para fs= 600Hz, 1kHz, 10kHz e 20kHz utilizando Orcad, simule o inversor mostrando a corrente e a tensão na carga, a corrente na fonte e o espectro harmônico da tensão e o da corrente de saída.
www.dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.br 39 www.dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.br 40

Unidade VII Conversores CC-CA Inversor Trifásico
S 1A Fonte cc
Vs

Unidade VII Conversores CC-CA Inversor Trifásico
A
Fonte CC

S 3A

S1

S3

S5

S 4A

S 2A

0

S6 S 1B Fonte cc
Vs

S4

S2

S 3B

B A 0 B C

S 4B

S 2B


S 1C Fonte cc
Vs

S 3C

C


S 2C

S 4C
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0
41

A estrutura do inversor trifásico pode ser obtida pelo acréscimo de mais uma perna ao inversor monofásico em ponte ponte. Os sinais para acionamento das chaves superiores devem estar defasados de 120° e as chaves na mesma perna devem estar alternadamente ligadas por 180° lt d t li d 180°.
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Unidade VII Conversores CC-CA Inversor Trifásico
S1
Fonte CC

Unidade VII Conversores CC-CA Trifásico de Seis Passos - Formas de Onda
v AO S 1 S 6 S 1 S 6 S 3 S 4 S 5 S 2 AB S 2 (a ) S 5 S 2 wt S 4 S 3 wt S 1 wt

S3

S5

Van

Vbn

Vcn

v

BO S 4

S 3

S1 wt S6 S4 S2
Fonte CC

S3

S5

v

CO

v

S6

S4

S2
v BC

wt

A

B

C
wt v CA

A

B

C

Vab

Vbc

Vca

• • •

Cada chave é comandada a conduzir por 180° Sempre há três chaves ligadas ao mesmo tempo. Há uma comutação a cada 60°.

wt v AN (b )

wt v BN

(c )

wt

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fantunes@dee.ufc.br

44

Seis Passos • A tensão trifásica é obtida conservando um defasamento mútuo de 120° entre as seqüências de chaveamento nas três pernas do inversor.ufc.Unidade VII Conversores CC-CA Trifásico de Seis Passos .br 45 www. • • • • Uma chave quando ligada assim permanece por 180°.br/~fantunes B C fantunes@dee.ufc.br/~fantunes fantunes@dee. S6 S4 S2 240 o S3 S1 120 o • A Vab B Vbc C Vca wt S1 S S5 S1 S4 S2 S1 S S2 S6 S S2 S6 S S5 S6 S S S1 S S 4 3 3 3 4 5 4 5 www.br 48 .ufc.dee. tomando como referência a estrutura mostrada na figura anterior.ufc.br 46 Unidade VII Conversores CC-CA Trifásico Unidade VII Conversores CC-CA Trifásico .br 47 www.dee. Este d f E t defasamento entre as fases resulta na seqüência t t f lt üê i indicada no diagrama da figura a seguir.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc. As chaves na mesma perna operam complementarmente Há uma comutação a cada 60° 0o • S1 Vs S3 S5 300 o S6 S4 S5 VI I S5 S1 S4 60 o S6 S6 S4 S2 o S3 S5 V IV S2 S3 S6 180 o III II S2 S 2 S 4 S1 240 S3 S1 120 o A www.ufc.dee. Sempre há três chaves ligadas ao mesmo tempo.dee.Formas de Onda 0o S6 300 o S1 S4 60 o Unidade VII Conversores CC-CA Trifásico S1 Fonte CC S3 S5 S4 S5 VI I • S5 S6 S3 S5 V IV S2 S3 S6 180 o III II S2 S2 S4 S1 A operação do i ã d inversor trifásico de seis passos é t ifá i d i essencialmente a mesma de um inversor monofásico em ponte. t Como no monofásico cada chave é ligada e desligada durante intervalos de 180° e cada terminal de saída é conectado alternadamente por meio período aos pólos positivo e negativo da fonte de tensão contínua.ufc.br/~fantunes fantunes@dee.

.br/~fantunes VAB1rms = 6 Vs π = 0..⎥ π 2⎢ ⎝ 3 ⎠ 3 3 ⎠ 5 3 ⎠ 7 3 ⎠ ⎝ ⎝ ⎝ ⎣ ⎦ fantunes@dee.⎥ ⎣ ⎦ ⎤ 2π ⎞ 1 2π ⎞ 1 2π ⎞ 1 2π ⎞ ⎛ ⎛ ⎛ ⎛ sen⎜ wt − ⎟ + .br 51 1 1 1 1 ⎡ ⎤ Vs ⎢sin( wt + 240°) − sin(5wt + 120°) + sin(7 wt + 240°) + sen(11wt + 120°) + sen(13wt + 240°) − .Tensões de Linha vAB vA0 vB0 v C0 Tensões Polares wt wt v BC wt wt v CA wt wt Forma de onda das tensões de linha v AB = v A0 − vB 0 = vBC = vB 0 − vC 0 = vCA = vC 0 − v A0 = 2 3 2 3 v A0 vB 0 4 Vs = π 2 4 Vs = π 2 1 1 1 ⎡ ⎤ ⎢ senwt + 3 sen3wt + 5 sen5wt + 7 sen7 wt + .dee.ufc.dee.br .816Vs ABrms www.ufc.78 Vs π 50 1 1 1 1 ⎤ ⎡ v AB ( wt ) = Vs ⎢ sen( wt − π / 6) − sen5( wt − π / 6) + sen( wt − π / 6) + sen11( wt − π / 6) + sen13( wt − π / 6) − . que são obtidas da diferença de duas tensões p polares..ufc.br/~fantunes fantunes@dee.ufc.ufc.. Valor eficaz da tensão de linha: VABef = 2 3Vs = 0..br/~fantunes fantunes@dee...⎥ ⎟ + sen7⎜ wt + ⎟ + sen5⎜ wt + ⎟ + sen3⎜ wt + π 2⎢ ⎝ 3 ⎠ 3 3 ⎠ 5 3 ⎠ 7 3 ⎠ ⎝ ⎝ ⎝ ⎣ ⎦ 2 3 As tensões de linha. não contêm a terceira harmônica e seus múltiplos.• Unidade VII Conversores CC-CA Trifásico .. p As harmônicas resultantes nas tensões de linha são da ordem k=6 + 1.⎥ 5 7 π 11 13 ⎦ ⎣ www.... onde n é um número inteiro qualquer...ufc. Então: d t õ d ól E tã v AB ( wt ) = v A0 ( wt ) − vB 0 ( wt ) vBC ( wt ) = vB 0 ( wt ) − vC 0 ( wt ) vCA ( wt ) = vC 0 ( wt ) − v A0 ( wt ) Unidade VII Conversores CC-CA Trifásico .ufc...br/~fantunes fantunes@dee.⎥ 13 5 7 11 ⎣ ⎦ V AB = 2 3Vs = 0.ufc.. .Tensões de Linha As tensões de linha são obtidas tomando-se a diferença entre duas tensões de pólo.78Vs 52 www.⎥ 5 7 11 13 ⎣ ⎦ π v A0 = vB 0 = vC 0 = 4 Vs π 2 1 1 1 ⎡ ⎤ ⎢ senwt + 3 sen3wt + 5 sen5wt + 7 sen7 wt + .dee.br 49 www.Fourier da tensão de Linha Considerando-se vAB(t) =0 para wt=0 v AB ( wt ) = 2 3 1 1 1 1 ⎡ ⎤ Vs ⎢ senwt − sen5wt + sen7 wt + sen11wt + sen13wt − .⎥ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ ⎣ ⎝ ⎦ π 1 1 1 1 ⎡ ⎤ Vs ⎢ senwt − sen5wt + sen7 wt + sen11wt + sen13wt − ...⎥ ⎦ ⎣ ⎡ ⎛ ⎤ 2π ⎞ 1 2π ⎞ 1 2π ⎞ 1 2π ⎞ ⎛ ⎛ ⎛ ⎢ sen⎜ wt − 3 ⎟ + 3 sen3⎜ wt − 3 ⎟ + 5 sen5⎜ wt − 3 ⎟ + 7 sen5⎜ wt − 3 ⎟ + .Tensões Polares Inversores Trifásicos.⎥ 5 7 11 13 ⎣ ⎦ π π 1 1 1 1 ⎡ ⎤ Vs ⎢sin( wt + 120°) − sin(5wt + 240°) + sin(7 wt + 120°) + sen(11wt + 240°) + sen(13wt + 120°) − ..dee.⎥ ⎟ + sen3⎜ wt − ⎟ + sen5⎜ wt − ⎟ + sen5⎜ wt − 3 ⎠ 3 ⎠ 3 3 ⎠ 5 3 ⎠ 7 ⎝ ⎝ ⎝ ⎝ ⎦ • • • • π 2⎢ ⎣ 4 Vs ⎡ ⎤ 2π ⎞ 1 2π ⎞ 1 2π ⎞ 4 Vs ⎡ ⎛ 2π ⎞ 1 ⎛ ⎛ ⎛ sen⎜ wt + ⎟ + ..⎥ 5 7 11 13 ⎣ ⎦ 2 3 vC 0 = ⎤ 4 Vs ⎡ ⎛ 2π ⎞ 1 2π ⎞ 1 2π ⎞ 1 2π ⎞ ⎛ ⎛ ⎛ sen⎜ wt + ⎟ + sen3⎜ wt + ⎟ + sen5⎜ wt + ⎟ + sen7⎜ wt + ⎟ + ...br Inversores Trifásicos.816Vs Componente fundamental da tensão de linha: VAB1ef = 6 Vs = 0.

ufc.dee.ufc.Formas de Onda v AO S 1 S 6 v BO S 4 v CO S 2 AB S 5 S 2 (a ) S 1 S 6 S 3 S 4 S 5 S 2 wt S 4 S 3 wt S 1 wt Unidade VII Conversores CC-CA Tensões de Fase Vs/2 V /2 0 Vs/2 S6 D6 i sS 1 D1 A D3 S3 D 5 B S4 D2 S5 C S2 S1 S3 S5 S 3 D4 v S6 S4 S2 v BC wt VAN = VA0 − A (a) Tensões Polares (b) Tensões de Linha (c) Tensões de Fase B C v CA wt VA0 = VAN + VN 0 VB 0 = VBN + VN 0 VC 0 = VCN + VN 0 N VBN VCN wt v AN (b ) VA0 VB 0 + VC 0 −( ) 3 3 V V +V = VB 0 − B 0 − ( A0 C 0 ) 3 3 VC 0 VA0 + VB 0 = VC 0 − −( ) 3 3 VA0 + VB 0 + VC 0 = VAN + VBN + VCN + 3VN 0 wt v Para sistema equilibrado BN (c ) wt VAN + VBN + VCN = 0 53 www.dee.br 54 www.br/~fantunes fantunes@dee.br .ufc.br/~fantunes fantunes@dee.Unidade VII Conversores CC-CA Trifásico de Seis Passos .ufc.

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