Escola Secundária de Pinheiro e Rosa

Ano lectivo: 2010/2011

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

CURSO: Científico-humanísticos

Filosofia ± 10º Ano
Temas: - A acção e os valores. -Os instrumentos lógicos do pensamento.

Subdepartamento Curricular de Filosofia, Psicologia e Sociologia

Ficha de Trabalho

GRUPO I
1. A partir da leitura dos textos, entregues na aula, responda às seguintes questões: 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. 1.5. 1.6. Qual é o significado da expre ssão ³rede conceptual da acção´? Uma acção é um acontecimento. Mas nem todos os acontecimentos são acções. Porquê? Esclareça as noções de ³agente´ e intencionalidade´. O bater do coração é uma acção? Justifique. Ajudar uma pessoa idosa a atravessar a rua é uma acção ? Porquê? A partir de dois exemplos, distinga, na perspectiva de John Searle, a explicação dos acontecimentos da natureza (causalidade natural) da explicação das acções humanas (causalidade do agente).

GRUPO II
1. Considere os seguintes exemplos: A. Um grupo de ladrões planeia e executa um assalto a um banco. B. Uma pessoa cai da cama durante o sono. C. Durante um assalto a um banco, sob a ameaça de uma arma, as pessoas entregaram todos os seus haveres. D. A Leopoldina queria fazer uma peça de teatro porque tinha muito jeito para representar. Por isso, escolheu desempenhar, no teatro da escola, o papel de Ofélia na peça Hamlet de Shakespeare. E. «Uma senhora chegou ao hospital, uma vez que se tinha iniciado o seu trabalho de parto. A enfermeira que inicialmente a assistiu reparou logo que se tratava de um parto de risco e, como tal, necessitava de cuidados médicos especiais, para que se decidisse se deveria ou não ser feita uma cesariana. O médico de serviço começou por dar meras indicações telefónicas e, mesmo quando a situação se agravou, não compareceu pessoalmente. Só o fez horas mais tarde. Todavia, não a observou, limitando-se a fazer a sua história clínica para a colega que o substituiria. Quando a enfermeira pediu a sua presença junto da senhora respondeu que já tinha efectuado muitos partos naquela noite e que se deveria esperar pela sua substituta .
1

P it

lt , i i .» Identifi

9 li ,

15 i i i t t t .C t ,

i ,t

tit t . E t , f i it f l i t

i l i

In: http://membros.aveiro-digital.net/placido-sousa/responsabilidade.htm.

1.1. 1. .

e, no exemplo

,o

ente,

intenção e

ção prati ada.

exemplos A, B e C podem ser onsiderados, segundo a definição de acção do texto entregue, como acções? Identifi ue a teoria ou teorias ue estudou sobre o problema do li re -arbítrio ue permitem atribuir responsabilidade moral ao agente. Considera ue podemos responsabili ar o agente, referido no exemplo E, pelas consequências dos seus actos? Porquê?

1. .

1. .

GR
1. Formule o problema filosófico do li re arbítrio. . Indique quais as teorias e as respecti as teses) que estudou sobre o problema referido na questão anterior.

. Enuncie um argumento que permita defende r a existência do li re-arbítrio.

. Enuncie um argumento que permita negar a existência do li re -arbítrio.

. Apresente uma objecção para cada um do s argumentos que enunciou nas duas questões anteriores.

. Esclareça a noção de contra-exemplo.

7. Apresente, sob a forma de duas proposições uni ersais, o crit rio da moralidade segundo a teoria tica de Kant e segundo a teoria tica de Stuart ill. 8. Apresente dois contra-exemplos que permitam refutar as proposições que apresentou na resposta anterior. 9.

ual ill?

o problema filosófico a que pretendem responder as teorias ticas de Kant e Stuart

10. A aliar criticamente uma teoria filosófica significa fazer o quê? om Trabalho! A professora: Sara Raposo. 2

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful