MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

METEOROLOGIA
ICA 105-7

PREENCHIMENTO DO IEPV 105-78

2005

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

METEOROLOGIA
ICA 105-7

PREENCHIMENTO DO IEPV 105-78

2005

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

PORTARIA DECEA N° 18/SDOP, DE 11 DE ABRIL DE 2005.

Aprova a reedição da Instrução sobre Preenchimento do IEPV 105-78, Impresso para registro de observação meteorológica à superfície.

O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 1°, inciso V, da Portaria DECEA n°48/DGCEA, de 21 de fevereiro de 2005, RESOLVE: Art. 1° - Aprovar a reedição da ICA 105-7 “Preenchimento do IEPV 105-78”, que com esta baixa. Art. 2° - Esta Instrução entra em vigor em 1º de julho de 2005. Art. 3º – Revoga-se a Portaria DECEA Nº 09/SDOP, de 17 de junho de 2004, publicada no Boletim Interno do DECEA nº 119, de 28 de junho de 2004.

(a) Brig Ar AÍLTON DOS SANTOS POHLMANN Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA

(Publicada no BCA nº 089, de 16 de maio de 2005)

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SUMÁRIO
1 1.1 1.2 1.3 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES........................................................................................ FINALIDADE........................................................................................................................... ÂMBITO.................................................................................................................................... RESPONSABILIDADE............................................................................................................ 7 7 7 7

2 GENERALIDADES................................................................................................................. 8 2.1 OBJETIVO DO IEPV 105-78................................................................................................... 8 2.2 REGISTRO................................................................................................................................ 8 3 3.1 3.2 3.3 3.4 PREENCHIMENTO DO IMPRESSO.................................................................................. CABEÇALHO........................................................................................................................... CORPO DO IMPRESSO .......................................................................................................... OBSERVAÇÕES SINÓTICAS CODIFICADAS..................................................................... SUMÁRIO DO DIA (HORA LOCAL)..................................................................................... 10 10 12 28 28

4 DISPOSIÇÕES GERAIS........................................................................................................ 32 4.1 VERIFICAÇÃO, CORREÇÃO E REMESSA DOS IMPRESSOS.......................................... 32 5 DISPOSIÇÕES FINAIS.......................................................................................................... 33 Anexo A – Relação de abreviaturas................................................................................. 34 Anexo B – Modelo do extrato........................................................................................... 35 Anexo C – Exemplos de possíveis registros..................................................................... 36

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1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 FINALIDADE A presente Instrução tem por finalidade instruir sobre o preenchimento do IEPV 105-78, Impresso que se destina ao registro das observações realizadas por uma Estação Meteorológica de Superfície (EMS). 1.2 ÂMBITO Esta Instrução aplica-se no âmbito do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). 1.3 RESPONSABILIDADE Os órgãos regionais do DECEA e as EMS são responsáveis pelo cumprimento do estabelecido nesta publicação.

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2 GENERALIDADES 2.1 OBJETIVO DO IEPV 105-78 O IEPV 105-78 é um Impresso que tem por objetivo proporcionar valores de parâmetros meteorológicos para fins de climatologia. 2.2 REGISTRO 2.2.1 As normas para o preenchimento do IEPV 105-78 são distintas das relativas aos códigos meteorológicos METAR e SPECI. 2.2.2 As observações serão registradas pelo observador que as fez, em 2 (duas) vias, sendo vedado o uso de papel carbono. NOTA : As EMS que utilizem software para registro de observações meteorológicas farão uso de apenas uma via para registrar, manualmente, as observações.

2.2.3 Os registros deverão ser feitos em algarismos arábicos e em letras de forma uniformes. Não será permitido o uso de aspas (") para representar repetição de dados. 2.2.4 Os registros, elaborados manualmente, deverão ser feitos com caneta esferográfica de tinta azul. 2.2.5 As letras e algarismos não devem ocupar mais que 2/3 (dois terços) da altura da pauta, exceto quando houver necessidade de registro duplo. 2.2.6 Quando o número de observações do dia exceder ao de espaços do corpo do Impresso, usar-se-á um novo Impresso, que acompanhará o primeiro, numerando-se com a indicação Folha 1 e Folha 2. Caso haja necessidade, um terceiro Impresso será incluído, numerando-se com a indicação Folha 3. Nestes casos, os registros das OBSERVAÇÕES SINÓTICAS CODIFICADAS e do SUMÁRIO DO DIA serão feitos somente na Folha 1. 2.2.7 Quando, por motivo de inutilização do Impresso, for necessário o preenchimento de um outro, este deverá ser realizado pelos observadores que fizeram os respectivos registros no Impresso inutilizado. No impedimento eventual de algum observador, a transcrição dos registros originais será feita pelo Chefe da Estação ou observador por ele designado, devendo constar, em observações do SUMÁRIO DO DIA, a indicação de quem fez a transcrição. 2.2.8 Quando for impossível determinar qualquer elemento inerente ao registro de observação, em virtude de inoperância de equipamento(s) da EMS, as colunas em questão deverão ser preenchidas com um X, durante todo o período de inoperância. NOTA : Neste caso, a confecção dos códigos inerentes seguirá o estabelecido no MCA 105-10 “Manual de Códigos Meteorológicos”.

2.2.9 Deverão ser evitados erros que provoquem correções posteriores. Não serão permitidas rasuras. Quando houver necessidade de qualquer correção para uma informação registrada erroneamente, esta será cancelada com um traço horizontal e a correção feita na entrelinha acima.

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2.2.9.1 Caso haja necessidade de nova correção, cancelar-se-á também com um traço horizontal; colocando-se um asterisco junto ao erro. Então, na coluna 63, colocar-se-á um asterisco e será feito o registro correto, na linha correspondente à observação. A ocorrência de novo erro implicará no preenchimento de um novo Impresso, pois sua apresentação estará prejudicada. 2.2.10 Somente os espaços destinados aos registros de elementos transitórios (rajadas, condições de tempo, nuvens, etc.) ficarão em branco na ausência destes elementos, bem como os elementos que não necessitem ser registrados ou que não se enquadrem à classe da Estação e/ou tipo de observação. 2.2.11 Todas as EMS iniciarão o registro na primeira linha do corpo do Impresso, de acordo com o horário preestabelecido para o início de funcionamento. As Estações que operem em horário H24 iniciarão o registro com a observação das 0000 horas (hora local). Na ocorrência de observação ESPECIAL (S) ou LOCAL (L), após as 2300 horas, a última observação, registrável no mesmo dia, seria, por exemplo, S ou L das 2359 horas. 2.2.12 Para os registros dos dados referentes às OBSERVAÇÕES SINÓTICAS CODIFICADAS, as Estações que tenham uma diferença de fuso horário de duas ou três horas, preencherão as linhas destinadas as respectivas informações, observando uma seqüência, onde a primeira linha corresponda à observação sinótica das 0300 UTC. As Estações cuja diferença de fuso horário seja de quatro horas ou mais, obedecendo à mesma seqüência, registrarão na primeira linha, a observação sinótica das 0600 UTC. Este critério é adotado a fim de que o registro das OBSERVAÇÕES SINÓTICAS CODIFICADAS corresponda às observações anotadas no corpo do Impresso. 2.2.12.1 Para o registro das OBSERVAÇÕES SINÓTICAS CODIFICADAS também deverão ser seguidos os procedimentos do item 2.2.9. Caso haja necessidade de nova correção, cancelar-se-á também com um traço horizontal; colocando-se um asterisco junto ao erro. Então, na coluna em branco, após o grupo 6RRRtR, colocar-se-á um asterisco e será feito o registro correto, na linha correspondente à observação. A ocorrência de novo erro implicará no preenchimento de um novo Impresso, pois sua apresentação estará prejudicada. 2.2.13 A temperatura mínima, para efeito de codificação do grupo 2snTnTnTn do código SYNOP, é a menor temperatura ocorrida no período noturno, período este compreendido entre o pôr e o nascer do sol. 2.2.14 A temperatura máxima, para efeito de codificação do grupo 1snTxTxTx do código SYNOP, é a maior temperatura ocorrida no período diurno, período este compreendido entre o nascer e o pôr do sol. 2.2.15 No registro das observações, deverá ser considerada a hora local, desprezando-se as alterações resultantes da adoção do Horário Brasileiro de Verão (HBV). 2.2.16 O algarismo 7 não poderá ser cortado e a letra Z não poderá ter um traço no meio. Veja os registros a seguir: Registros incorretos:

7 Z

Registros corretos:

7 Z

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3 PREENCHIMENTO DO IMPRESSO 3.1 CABEÇALHO 3.1.1 NÚMERO SINÓTICO Inserir o número sinótico da Estação. Exemplos: 3.1.2 DIA Inserir o dia do mês, com dois algarismos. Exemplos: 3.1.3 MÊS Inserir o número identificador do mês, com dois algarismos. Exemplos: janeiro, registra-se 01; junho, 06; e dezembro, 12. 3.1.4 ANO Inserir os dois últimos algarismos do ano. Exemplos: 2004, registra-se 04; 2008, 08; 2010, 10; etc. 3.1.5 ESTAÇÃO __________ Inserir o indicador de localidade da Estação, segundo a OACI. Exemplos: Galeão, registra-se SBGL; Brasília, SBBR; etc. 01, 02,...30 e 31. 83746, 82193, 83378, etc.

3.1.6 CLASSE ____________ Inserir a classe da EMS, de acordo com homologação do DECEA. Exemplos: EMS-1, EMS-2 ou EMS-3.

3.1.7 LATITUDE _________________ LONGITUDE _________________ W Inserir a latitude e a longitude da Estação, em graus (dois algarismos para latitude e três algarismos para longitude) e minutos (dois algarismos), indicando com a letra N quando for latitude Norte e com a letra S quando for latitude Sul, conforme a situação geográfica. A longitude será sempre Oeste (W). Exemplo: Latitude de 5 graus e 3 minutos sul e Longitude de 42 graus e 19 minutos oeste, registra-se: LATITUDE 05º 03'S LONGITUDE 042º 19'W

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3.1.8 HORA LOCAL CORRESPONDENTE AO MERIDIANO DE

ºW

Inserir, em graus inteiros, o meridiano que serve de referência ao fuso horário em que a Estação estiver localizada. Exemplos: 45ºW, 60ºW, etc. HORAS

3.1.9 PARA CONVERTER A UTC, SOMAM-SE

Inserir o número de horas que, somado à hora local, resulta na hora UTC. Exemplos: Em SBBV, PARA CONVERTER A UTC, SOMAM-SE 4 HORAS
Em SBPA, PARA CONVERTER A UTC, SOMAM-SE 3 HORAS Em SBFN, PARA CONVERTER A UTC, SOMAM-SE 2 HORAS

3.1.10 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA

ºW

Inserir o valor da declinação magnética da Estação, em graus inteiros, utilizando dois algarismos. Exemplos: 03ºW, 17ºW e 19ºW. 3.1.11 ALTITUDE DA ESTAÇÃO METROS (NÍVEL MÉDIO DO MAR)

Inserir o valor, em metros, da altitude da Estação (altitude da cuba do barômetro), com aproximação de décimos. Exemplos: 137,5 e 1054,0. NOTA : Não havendo barômetro de mercúrio na Estação, registrar-se-á a altitude máxima das pistas. 3.1.12 ªVIA Inserir o número 1 ou 2, para primeira ou segunda via, respectivamente. 3.1.13 FOLHA ______ Inserir o número 1 (FOLHA 1). Caso haja necessidade de utilizar mais de um Impresso, este receberá o número 2 (FOLHA 2), o número 3 (FOLHA 3) e assim sucessivamente.

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3.2 CORPO DO IMPRESSO Destina-se ao registro dos parâmetros meteorológicos observados e medidos. 3.2.1 COLUNA 1 – TIPO seguir: Registra-se a letra que indica o tipo de observação, conforme especificação a a) H – Regular; b) S – Especial; ou c) L – Local. 3.2.1.1 Havendo coincidência de dois ou três tipos, será registrado aquele que primeiro aparece na ordem apresentada acima. Exemplos: Coincidindo os tipos H, S e L registra-se H; e Coincidindo os tipos S e L, registra-se S. 3.2.1.2 Nas EMS que não operem em horário H24, quando a primeira observação não coincidir com a observação regular, essa deverá ser registrada como Especial (S). Exemplo: Uma EMS tem horário de abertura às 0830 local, então esta observação será registrada: S (Especial).

3.2.2 COLUNA 2 – HORA LOCAL Registra-se, com quatro algarismos, a hora local em que a observação foi feita. Os dois primeiros algarismos indicarão a hora e os dois últimos, os minutos. Não será usado nenhum sinal (dois pontos, ponto e/ou vírgula, etc.) para separar horas e minutos. Exemplos: Horários de Meia-noite, 10 horas, 16 horas e 23 horas e 35 minutos serão registrados, respectivamente:

1 H H H S

2 0000 1000 1600 2335

NOTA : Ver o item 2.2.15.

HORA LOCAL

TIPO

RHCJ

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3.2.3 COLUNAS 3 A 14 – VENTO 3.2.3.1 Registra-se, abaixo da palavra PISTA, com dois algarismos, o número da pista que contém o equipamento de medição. Exemplo: Em um aeródromo, a pista tem a indicação 11/29 e temos o equipamento de medição do vento instalado na cabeceira 11, então, registra-se 11.

3.2.3.1.1 Nos aeródromos onde existam dois anemômetros e estejam localizados na cabeceira e no ponto médio da pista, respectivamente, registra-se apenas o vento relativo ao anemômetro referente à cabeceira. 3.2.3.1.2 No caso em que o anemômetro da cabeceira esteja em pane e o vento a ser registrado seja o vento medido pelo anemômetro do ponto médio da pista, registram-se as indicações das duas cabeceiras, separadas por uma barra. Exemplo: NOTA : 11/29

No caso de inoperância dos anemômetros localizados próximos das cabeceiras e do ponto médio da pista, e existindo anemômetro de emergência, aplica-se o disposto acima.

3.2.3.2 Colunas 3, 6, 9 e 12 - DIR Registra-se, em dezenas de graus, com dois algarismos, a direção média do vento em relação ao Norte Verdadeiro, observada nos últimos 10 minutos. Exemplos: 80 graus, registra-se 08; 360 graus, registra-se 36; e Vento calmo, registra-se 00. 3.2.3.2.1 Quando o vento estiver variando e não for possível a determinação da direção média, registra-se 99, complementando a informação na coluna 63. 3.2.3.3 Colunas 4, 7, 10 e 13 - VEL Registra-se, em nós, com dois algarismos, a velocidade média do vento, observada nos últimos 10 minutos. Exemplos: 3 nós, registra-se 03; 15 nós, registra-se 15; e Vento calmo (inferior a 1 nó), registra-se 00. NOTA : As informações de direção e velocidade do vento, em caso de equipamento em pane, não deverão ser obtidas por meio de estimativa. O registro será conforme o item 2.2.8.

3.2.3.4 Colunas 5, 8, 11 e 14 - RJD Registra-se, em nós, com dois algarismos, a velocidade do vento de rajadas observada, que apresente diferença de 10 nós ou mais em relação ao valor da velocidade média do vento.

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Exemplos:

30 nós, registra-se 30; e 60 nós, registra-se 60.

NOTA :

Para ventos de rajadas com velocidade acima de 99 nós, o registro será com três algarismos. Exemplo: 105 nós, registra-se 105.

3.2.4 COLUNAS 15, 16 E 17 - VISIBILIDADE 3.2.4.1 Coluna 15 – PRED Registra-se, predominante observada. Exemplos: com quatro algarismos, em decâmetros, a visibilidade

6.000 m = 600 dam, registra-se 0600; e 20 km = 2.000 dam, registra-se 2000.

NOTA :

Visibilidade predominante é aquela que, segundo os critérios para definição de visibilidade, cobrir, pelo menos, a metade do círculo do horizonte, em setores contíguos ou não (conforme o MCA 105-2 “Manual de Estações Meteorológicas de Superfície).

3.2.4.1.1 A visibilidade será registrada em incrementos de 50 metros até o valor de 800 metros; em incrementos de 100 metros para valores de 800 a 5.000 metros e em incrementos de 1.000 metros para valores acima de 5.000 metros. 3.2.4.1.2 Quando a visibilidade predominante for inferior a 50 metros (5 dam), registra-se 0000. 3.2.4.2 Coluna 16 – MIN Registra-se a visibilidade mínima observada, em decâmetros, com quatro algarismos, conforme o item 3.2.4.1.1. Exemplos: 50 m = 5 dam, registra-se 0005; 250 m = 25 dam, registra-se 0025; e 3.000 m = 300 dam, registra-se 0300. NOTA 1: Para fins de registro no corpo do Impresso considerar-se-á a visibilidade mínima sempre que esta diferir da visibilidade predominante. NOTA 2: Quando não existirem condições para visibilidade mínima, nada será registrado. 3.2.4.3 Coluna 17 - DIREÇÃO Somente registra-se a direção da visibilidade quando for registrada a visibilidade mínima, conforme Tabela a seguir.

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TABELA DAS DIREÇÕES NE E SE S ......... ......... ......... ......... 1 2 3 4 SW W NW N ......... ......... ......... ......... 5 6 7 8

3.2.5 COLUNAS 18, 19, 20 E 21 - RVR Para registro do Alcance Visual na Pista (RVR), serão aplicados os mesmos procedimentos para anemômetros, estabelecidos nos itens 3.2.3.1, 3.2.3.1.1 e 3.2.3.1.2. 3.2.5.1 O registro do RVR será efetuado em decâmetros, com três algarismos. Se este valor for superior ao limite máximo estabelecido para o equipamento, nada será registrado. Exemplos: RVR = 300 metros, registra-se 030; RVR = 1.000 metros, registra-se 100; e RVR = 2.000 metros, registra-se 200. 3.2.6 COLUNAS 22, 23 E 24 – CONDIÇÕES DE TEMPO Registram-se até três condições de tempo, com o número do código que corresponda às definições dos fenômenos da Tabela 4677 (ww) do MCA 105-10, na ordem inversa (decrescente) da Tabela. NOTA 1: Para ww = 00, 01, 02 ou 03, nada será registrado. NOTA 2: Para este registro, não deverão ser usados os critérios e prioridades de uso da Tabela 4677 para o grupo 7wwW1W2 do código SYNOP. 3.2.6.1 Quando forem observadas nuvens de cinzas vulcânicas, será registrado o grupo de letras VA (Volcanic Ash), por não constar na Tabela 4677. Seu registro será feito sempre em primeiro lugar. 3.2.6.2 Quando forem registrados três fenômenos de tempo presente, os fenômenos relatados na década ww = 20-29 da Tabela 4677 que não forem registrados nas colunas em questão, serão registrados em forma de tempo recente, na coluna 63, conforme o item 3.2.12.4, alínea e. NOTA: Para este registro, entende-se por tempo ou hora recente, o período desde o último horário regular (inclusive), até o período da próxima observação, mas não na hora da observação. Exemplo: Observação regular das 1800 local, o tempo ou hora recente será das 1700 às 1750 local.

3.2.6.3 Quando forem registrados os códigos ww = 91, 92, 93 ou 94, não haverá a necessidade de se registrar o ww = 29 (ou TRV PRP REC ou TRV REC na coluna 63), a fim de se evitar redundância. 3.2.7 COLUNAS 25 A 43 – NUVENS 3.2.7.1 Registra-se, nestas colunas, a(s) camada(s) de nuvem(ns) observada(s), até o máximo de cinco, do nível mais baixo para o mais alto.

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NOTA :

Em caso de céu obscurecido, apenas as colunas 25, 26, 27, 37 e 41 serão preenchidas.

3.2.7.2 Quando o observador ouvir trovão ou detectar raios e relâmpagos, mas for impossível determinar a quantidade e altura da nuvem CB, em virtude de céu obscurecido ou céu encoberto por camada muito baixa, deverá registrar a condição de tempo nas colunas 22, 23 ou 24 e CB OBC na coluna 63. 3.2.7.3 Colunas 25, 28, 31 e 34 - QUANTIDADE Registram-se, em oitavos, as quantidades individuais das nuvens existentes, do nível mais baixo para o mais alto, independente da quantidade. NOTA : Em caso de céu obscurecido, registra-se apenas o algarismo 9 na coluna 25.

3.2.7.4 Colunas 26, 29, 32 e 35 – TIPO Registra-se um dos números que corresponda ao tipo de nuvem, conforme Tabela abaixo, cujas quantidades foram registradas nas colunas 25, 28, 31 e 34, respectivamente. TABELA DO TIPO DE NUVEM (Utilizada apenas para o fim de que trata esta Instrução)
CI e/ou CC CS AC AS NS ............ ............ ............ ............ ............ 0 1 2 3 4 SC ST CU TCU CB ............. ............. ............. ............. ............. 5 6 7 8 9

NOTA :

Em caso de céu obscurecido, registra-se apenas X na coluna 26.

3.2.7.5 Colunas 27, 30, 33 e 36 – ALTURA Registram-se, em decâmetros, com três algarismos, as alturas das bases das nuvens, cuja quantidade e tipo foram registrados nas respectivas colunas. Exemplos: Altura = 3.600 m (360 dam), registra-se 360; e Altura = 800 m (80 dam), registra-se 080. NOTA 1: Para alturas iguais ou superiores a 10.000 metros, registra-se 999. NOTA 2: Em caso de céu obscurecido, registra-se, em decâmetros, com três algarismos, a visibilidade vertical na coluna 27. NOTA 3: Para valor de visibilidade vertical menor que 30 metros, registra-se 000.

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NOTA 4: Em Estações localizadas em montanhas, quando a base da camada de nuvens estiver abaixo do nível da Estação, registrar-se-á XXX. 3.2.7.6 Exemplos de registros de quantidade, tipo e altura de nuvens 3.2.7.6.1 Quando existirem dois ou mais tipos de nuvens com base no mesmo nível, registrase o tipo que predomina e a quantidade será a soma das quantidades individuais. Exemplo: 2/8 de SC a 600 metros e 3/8 de CU a 600 metros, registra-se da seguinte maneira: NUVENS
QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE ALTURA ALTURA ALTURA ALTURA TIPO TIPO TIPO TIPO TIPO

25 5

26 7

27 060

28 29

30

31 32

33

34 35

36

3.2.7.6.2 Quando existirem dois ou mais tipos de nuvens com base no mesmo nível, sendo um ou mais deles TCU e/ou CB; este(s) será(ão) registrados(s) como camada(s), independentemente da quantidade de ST, SC ou CU presentes. Nestes casos, registra-se, seqüencialmente, o tipo de maior número na TABELA DO TIPO DE NUVEM, independente da quantidade. Exemplo: 2/8 de CB a 750 metros, 2/8 de TCU a 750 metros e 3/8 de CU a 750 metros, registra-se da seguinte maneira: NUVENS
QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE ALTURA ALTURA ALTURA ALTURA TIPO TIPO TIPO

25 2

26 9

27 075

28 29 2 8

30 075

31 32 3 7

33 075

34 35

36

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3.2.7.6.3 No caso de existirem 5 camadas de nuvens, os registros da quantidade, tipo e altura da quinta camada serão feitos, respectivamente, nas entrelinhas das colunas 34, 35 e 36, acima dos registros correspondentes a quarta camada. Exemplo: 1/8 de ST a 150 metros, 3/8 de CU a 600 metros, 1/8 de CB a 660 metros, 5/8 de AC a 3.600 metros e 8/8 de CI a 7.200 metros, registra-se da seguinte maneira: NUVENS
QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE ALTURA ALTURA ALTURA ALTURA TIPO TIPO TIPO TIPO TIPO

25 1

26 6

27 015

28 29 3 7

30 060

31 32 1 9

33 066

34 35 8 0 5 2

36 720 360

3.2.7.6.4 Em caso de céu obscurecido, serão preenchidas as colunas 25, 26 e 27; nesta última será registrada a visibilidade vertical, conforme o item 3.2.7.5 (ver Nota 2). Exemplo: Céu obscurecido por nevoeiro, onde a visibilidade vertical é de 60 metros, registra-se da seguinte maneira: NUVENS
QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE ALTURA ALTURA ALTURA ALTURA TIPO TIPO TIPO

25 26 9 X

27 006

28 29

30

31 32

33

34 35

36

3.2.7.7 Os tipos de nuvem TCU e/ou CB sempre serão registrados como camadas. 3.2.7.8 Sempre que houver trilhas de condensação, estas devem ser registradas como nuvens, usando-se o algarismo adequado da TABELA DO TIPO DE NUVEM correspondente a nuvens altas ou médias, acrescentando a palavra COTRA na coluna 63.

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3.2.7.9 Colunas 37, 38, 39 e 40 – DIREÇÃO seguir. Registra-se o número correspondente à direção das nuvens, conforme Tabela a
TABELA DAS DIREÇÕES DAS NUVENS Sem Direção .............. 0 NE .............. 1 E .............. 2 SE .............. 3 S .............. 4 SW .................. 5 W .................. 6 NW .................. 7 N .................. 8 Direção desconhecida .................. 9

3.2.7.9.1 As direções registradas corresponderão, respectivamente, as das nuvens registradas nas colunas 26, 29, 32 e 35. 3.2.7.9.2 No caso de uma quinta camada estar sendo informada nas entrelinhas das colunas 34, 35 e 36, sua direção será informada na entrelinha da coluna 40, acima do registro correspondente à quarta camada. NOTA : Em caso de céu obscurecido, registra-se apenas X na coluna 37.

3.2.7.10 Coluna 41 – TOTAL Registra-se, em oitavos, conforme Tabela abaixo, a área da abóbada celeste coberta por nuvens, independente das quantidades individuais das diversas camadas. TABELA DE TOTAL DE NUVENS
0 .............. 1 .............. 2 .............. 3 .............. 4 .............. 5 .............. 6 .............. 7 .............. 8 .............. Zero 1/8 ou menos, mas não zero 2/8 3/8 4/8 5/8 6/8 7/8 ou mais, mas não 8/8 8/8

X .............. Céu obscurecido ou impossibilidade de se estimar a quantidade de nuvens

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3.2.7.11 Colunas 42 e 43 – TETO 3.2.7.11.1 Registra-se, abaixo da palavra PISTA, com dois algarismos, o número da pista correspondente. 3.2.7.11.2 Registra-se, em decâmetros, com três algarismos, o valor indicado pelo tetômetro. Quando este valor for superior ao limite máximo do equipamento, nada será registrado. 3.2.7.11.3 As EMS que não possuem tetômetro, nada registrarão nestas colunas. 3.2.8 COLUNAS 44 A 48 – PRESSÃO 3.2.8.1 Colunas 44, 45 e 46 – QNH, QFE e QFF Registram-se os quatro últimos algarismos dos valores de QNH, QFE e QFF, respectivamente, em hectopascais, com aproximação de décimos, omitindo-se a vírgula. Exemplos: pressão de 1013,2 hPa, registra-se 0132; e pressão de 992,5 hPa, registra-se 9925. NOTA : As Estações que estejam a uma altitude igual ou superior a 500 metros nada registrarão na coluna 46.

3.2.8.2 Coluna 47 – TENDÊNCIA 3.2.8.2.1 Nas Estações localizadas ao Sul de 20ºS, registra-se a característica da tendência da pressão barométrica, com o algarismo correspondente da Tabela 0200 do MCA 105-10, pela análise dos registros durante as três horas que precedem a observação. 3.2.8.2.2 Nas Estações localizadas ao Norte de 20ºS, registra-se a variação da pressão barométrica de 24 horas antes, com a letra P quando a pressão atual for maior, com a letra M quando a pressão atual for menor e com a letra Z quando a diferença for nula. 3.2.8.2.3 Tanto a característica da tendência quanto a variação da pressão barométrica deverão ser analisadas considerando-se os registros do diagrama do microbarógrafo ou da coluna 45 (QFE). NOTA : No caso acima, consideram-se apenas os registros dos valores de pressão das observações regulares.

3.2.8.2.4 Estes registros serão efetuados somente nas horas previstas para observações sinóticas (0000, 0300, 0600, 0900, 1200, 1500, 1800 e 2100 UTC) e apenas pelas Estações responsáveis por confecção do código SYNOP. 3.2.8.3 Coluna 48 – DIFERENÇA DE 3 OU 24 HORAS 3.2.8.3.1 Registra-se, com dois algarismos, a diferença de pressão entre a hora da observação e a de 3 ou 24 horas antes, em hectopascais, com aproximação de décimos, omitindo-se a vírgula. NOTA : Quando for o caso, a diferença de pressão de 24 horas poderá ser registrada com três algarismos, com aproximação de décimos, omitindo-se a vírgula.

3.2.8.3.2 Este registro será efetuado somente nas horas previstas para observações sinóticas e apenas pelas Estações responsáveis por confecção do código SYNOP.

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3.2.9 COLUNAS 49 A 59 – TEMPERATURA E UMIDADE RELATIVA 3.2.9.1 Registra-se, abaixo da palavra PISTA, com dois algarismos, o número da pista correspondente. 3.2.9.2 Nos casos em que a EMS não for dotada de equipamentos para fornecerem os valores de TP, BS, BU, PO e UR representativos de determinada pista, os espaços reservados para o número das pistas ficarão em branco e serão registrados, nas referidas colunas, os valores dos parâmetros representativos do aeródromo. 3.2.9.3 Colunas 49 e 54 – TP; colunas 50 e 55 – BS; colunas 51 e 56 – BU e colunas 52 e 57 – PO Registram-se, com três algarismos, as temperaturas do ar na pista (TP), do bulbo seco (BS), do bulbo úmido (BU) e do ponto de orvalho (PO), respectivamente, em graus Celsius, com aproximação de décimos, omitindo-se a vírgula. Na ausência do valor decimal, completa-se o campo correspondente com o algarismo 0 (zero). NOTA : Temperatura abaixo de 0ºC é indicada pelo sinal negativo (-), que precede o valor registrado. Exemplos: 22,5ºC, registra-se 225; 18,7ºC, registra-se 187; -0,8ºC, registra-se –008; -03ºC, registra-se –030; e 07ºC, registra-se 070. 3.2.9.3.1 Cada um dos registros das colunas correspondentes a TP, BS e BU só será preenchido quando a Estação dispuser do instrumento correspondente. 3.2.9.4 Colunas 53 e 58 – UR 3.2.9.4.1 Registra-se, com dois algarismos, a umidade relativa do ar, em unidades inteiras, omitindo-se o símbolo %. Exemplos: 08%, registra-se 08; 50%, registra-se 50; e 99%, registra-se 99. NOTA : Umidade relativa igual a 100%, registra-se 00.

3.2.9.4.2 O arredondamento será feito para o valor inteiro mais próximo; valores com parte fracionária de 0,5 serão arredondados para o valor imediatamente superior. Exemplos: 71,5%, registra-se 72; e 88,5%, registra-se 89.

JBLJ

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3.2.9.5 Coluna 59 – MÉDIA DE 12 HORAS 3.2.9.5.1 Registra-se, com dois algarismos, a temperatura média do ar, em graus Celsius inteiros. O arredondamento para o valor inteiro será feito conforme o item 3.2.9.4.2, após os cálculos. 3.2.9.5.2 A "temperatura média do ar", para este fim, é a média aritmética das 13 últimas temperaturas (inclusive a temperatura da hora). Para este efeito, considerar somente as observações regulares. NOTA : Somente as Estações que estejam a uma altitude igual ou superior a 500 metros registrarão esta informação.

3.2.9.5.3 As Estações que não operem em horário H24 deverão obter as temperaturas das horas que não houve observação, no diagrama do higrotermógrafo. 3.2.9.5.4 Este registro será efetuado somente nas horas previstas para observações sinóticas e apenas pelas Estações responsáveis por confecção do código SYNOP. 3.2.10 COLUNA 60 – ALTITUDE DE 850 hPa 3.2.10.1 Registra-se a altitude da superfície isobárica padrão de 850 hPa, conforme Tabela de obtenção. A referida Tabela compõe-se de dois elementos: a) PPP (pressão ao nível da Estação - QFE) – sentido horizontal da Tabela; e b) TsTs (temperatura média do ar) – sentido vertical da Tabela; este valor é obtido da coluna 59. 3.2.10.2 Na interseção das linhas PPP e TsTs, encontra-se a altitude da superfície isobárica padrão de 850 hPa. Na Tabela, a referida informação é fornecida em metros geopotenciais, mas o registro é feito em decâmetros geopotenciais, com três algarismos. NOTA 1: Cada Estação tem a sua própria Tabela de obtenção da altitude da superfície isobárica padrão de 850 hPa. NOTA 2: Somente as Estações que estejam a uma altitude igual ou superior a 500 metros registrarão esta informação. 3.2.10.3 Este registro será efetuado somente nas horas previstas para observações sinóticas e apenas pelas Estações responsáveis por confecção do código SYNOP. 3.2.11 COLUNAS 61 E 62 – PRECIPITAÇÃO 3.2.11.1 Coluna 61 – QUANTIDADE 3.2.11.1.1 Registra-se, com quatro algarismos, o valor da quantidade de precipitação caída durante a última hora, em mm, com aproximação de décimos, omitindo-se a vírgula. Este registro será feito apenas nas observações regulares. 3.2.11.1.2 Ausência de precipitação será registrada como 0000; quantidade de precipitação inferior a 0,1 mm será registrada como T (traços de precipitação).

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Exemplos:

100,2 mm, registra-se 1002; 43,5 mm, registra-se 0435; e 0,7 mm, registra-se 0007.

3.2.11.1.3 As Estações que não operem em horário H24, por ocasião da abertura da Estação, deverão registrar a quantidade de precipitação da hora recente, obtendo este valor no diagrama do pluviógrafo. NOTA : Neste caso, as EMS que ainda possuem pluviômetro, deverão registrar a quantidade acumulada durante o período em que a Estação esteve fechada.

3.2.11.2 Coluna 62 – DURAÇÃO 3.2.11.2.1 Registra-se a duração da precipitação durante a última hora. Este registro será feito apenas nas observações regulares. 3.2.11.2.2 A duração será registrada com quatro algarismos, sendo dois para a hora e dois para os minutos, sem separação. Exemplos: 45 minutos, registra-se 0045; e 1 hora, registra-se 0100. 3.2.11.2.3 Na ausência de precipitação, deverá ser registrada 0000. Para quantidade de precipitação T, deverá ser registrada a respectiva duração, conforme o item anterior. 3.2.11.2.4 As Estações que não operem em horário H24, por ocasião da abertura da Estação, deverão registrar a duração de precipitação da hora recente, obtendo este valor no diagrama do pluviógrafo. NOTA : Neste caso, as EMS que ainda possuem pluviômetro, nada registrarão nesta coluna.

3.2.12 COLUNA 63 – OBSERVAÇÕES 3.2.12.1 Registram-se, com letras de forma maiúsculas, em linguagem clara abreviada, informações que sejam de interesse da Meteorologia ou elucidativas para a segurança do vôo. Este registro será conforme a Relação de abreviaturas (Anexo A). 3.2.12.2 Quando várias informações tiverem que ser incluídas, estas deverão ser registradas na mesma ordem dos elementos registrados nas colunas anteriores, isto é, vento, visibilidade, condições de tempo, etc., separadas por hífen. Se os espaços não forem suficientes, o registro deverá continuar na entrelinha acima dos dados já registrados. 3.2.12.3 Para indicar a localização das variáveis meteorológicas ou de outros parâmetros, deverá ser considerado o sentido dos ponteiros do relógio (dextrogiro), utilizando-se as abreviaturas dos pontos cardeais, colaterais e/ou subcolaterais da rosa dos ventos.

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3.2.12.3.1 Para indicar uma localização isolada, em mais de um setor, os pontos da rosa dos ventos serão separados por um espaço vazio. Exemplo: Nevoeiro distante, localizado isoladamente, nos setores NE e SE, registra-se:

OBSERVAÇÕES 63 NVO DST NE SE

3.2.12.3.2 Para indicar uma localização adjacente, em mais de um setor, os pontos da rosa dos ventos serão separados por uma barra (/), entre os pontos inicial e final, não sendo necessário o registro dos intermediários. Exemplo: Nevoeiro distante, abrangendo todos os setores de NE até SE (dextrogiro), registra-se:

OBSERVAÇÕES 63 NVO DST NE/SE

3.2.12.4 Registros Para o registro na coluna 63, deve-se levar em consideração a ordem dos elementos registrados nas colunas anteriores e uma fiel concordância com os mesmos. Sempre baseados nos tipos de observação e no horário de funcionamento das EMS, os possíveis registros serão os seguintes: a) acidente com aeronave: registra-se ACDT ANV seguido da matrícula da mesma, indicando a pista de referência. Esta informação será a primeira a ser registrada na coluna; Exemplo: acidente com a aeronave PT-RJR na Pista 11, registra-se:
OBSERVAÇÕES 63 ACDT ANV PT-RJR PST 11

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b) vento variando: registra-se VNT VND seguido das direções em que o vento esteja variando, conforme o item 3.2.3.2.1, separadas por uma barra (/); Exemplo:
VENTO PISTA DIR VEL RJD 3 4 5 99

vento variando entre 350º e 060º, registra-se:
OBSERVAÇÕES 63 VNT VND 35/06

c) visibilidade: caso exista mais de uma visibilidade setorizada, diferente da registrada na coluna 16, registra-se VIS, seguido do setor e do valor da visibilidade. Exemplo: visibilidade predominante de 8.000 metros e visibilidade mínima de 1.300 metros a Noroeste e visibilidade de 3.000 metros a Nordeste, registra-se:
VISIBILIDADE DIREÇÃO PRED. MIN.

OBSERVAÇÕES 63 VIS NE 0300

15 0800

16 0130

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d) ocorrência de geada: registra-se GDA, durante todo o período de ocorrência. Exemplo:

OBSERVAÇÕES 63 GDA

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e) tempo recente: registra-se, até o máximo de três e independente de caráter e/ou intensidade, os fenômenos relatados na década ww = 20-29 da Tabela 4677 que não forem registrados nas colunas 22, 23 e 24. O registro deverá obedecer a ordem a seguir: - VA REC (Cinzas vulcânicas recentes); - TRV PRP REC (Trovoada c/ precipitação recente); - TRV REC (Trovoada s/ precipitação recente); - RPG REC (Relâmpago recente); - NVO GLC REC (Nevoeiro glacial recente); - NVO REC (Nevoeiro recente); - PNC CHV GRZ REC (Pancada de Chuva e Granizo recente); - PNC GRZ REC (Pancada de Granizo recente); - PNC CHV NVE REC (Pancada de Chuva e Neve recente); - PNC NVE REC (Pancada de Neve recente); - PNC CHV REC (Pancada de Chuva recente); - CHV CGL REC (Chuva congelante recente); - ISC CGL REC (Chuvisco congelante recente); - GRS GLD REC (Grãos de gelo recentes); - CHV NVE REC (Chuva e Neve recentes); - NEV REC (Neve recente); - CHV REC (Chuva recente); - ISC REC (Chuvisco recente); - FC REC (Nuvem funil recente); e - SQ REC (Aguaceiro com trovoada e vento forte recente).

NOTA 1: NOTA 2:

A definição de tempo recente encontra-se no item 3.2.6.2. (ver Nota). RPG REC, FC REC e SQ REC, por não terem correspondentes na Tabela 4677 (ww), deverão ser registrados, somente na coluna 63, não contendo registros nas colunas 22, 23 e 24.

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f) montanhas: registra-se MT, seguido das abreviaturas ENC (encoberta) ou PTE ENC (parcialmente encoberta) e do setor; Exemplos: montanhas totalmente encobertas a Nordeste e montanhas parcialmente encobertas a Sudeste, respectivamente, registrase:
OBSERVAÇÕES 63 MT ENC NE MT PTE ENC SE

g) cortante do vento (Wind Shear): registra-se WS, seguido de PST e da pista de referência (uma pista); das pistas de referência (duas ou mais pistas) separadas por uma barra (/) ou WS (para todas as pistas); e Exemplos: Cortante do vento na pista 27; nas pistas 11 e 29 e cortante do vento em todas as pistas, respectivamente, registra-se:

OBSERVAÇÕES 63 WS PST 27 WS PST 11/29 WS

h) temperatura da superfície do mar e estado do mar: registra-se a temperatura, em ºC inteiros, com dois algarismos, precedida da letra T (valores positivos) ou das letras TM (valores negativos), sem espaços; segue-se uma barra (/) e a palavra MAR, seguida do algarismo correspondente da Tabela 3700 do MCA 105-10, sem espaços. Exemplo: temperatura da superfície do mar de 18ºC e estado do mar agitado com ondas que variam de 2,5 a 4 metros de altura, registra-se:

OBSERVAÇÕES 63 T18/MAR5

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3.2.13 COLUNA 64 – INDICATIVO O observador que fez a observação deverá registrar o respectivo indicativo fornecido pelo DECEA, em letra de forma maiúscula. 3.3 OBSERVAÇÕES SINÓTICAS CODIFICADAS Este campo destina-se ao registro do código SYNOP, referente às observações registradas no corpo do Impresso, conforme previsto no MCA 105-10. 3.4 SUMÁRIO DO DIA (HORA LOCAL) Destina-se ao registro de dados relativos ao período das 0000 às 2359 horas ou horário de funcionamento da Estação. Deve-se preencher os campos cujos dados estejam registrados no corpo do Impresso. NOTA : Em caso de inoperância de equipamentos em, pelo menos, uma observação, ou durante o período de fechamento da EMS, os campos relativos ao registro dos dados correspondentes deverão ser preenchidos com um X. h – PÔR DO SOL h

3.4.1 NASCER DO SOL

Registram-se, nos respectivos espaços, as horas locais do NASCER e do PÔR DO SOL, conforme o item 3.2.2. A hora, para cada caso, deverá ser interpolada da TABELA DO NASCER E DO PÔR DO SOL. 3.4.2 TEMPERATURAMÁXIMA_____º HORA:_____ TEMPERATURAMÍNIMA_____º HORA:_____ C C Registram-se, os valores máximo e mínimo da temperatura do ar no período das 24 horas a que corresponda o Impresso, em graus Celsius, com aproximação de décimos, seguindo-se a hora da ocorrência, conforme os itens 3.2.2 e 3.2.9.3 (ver Nota). 3.4.2.1 As EMS que operam em horário H24 obterão valores máximos e mínimos da temperatura através do registro da coluna 50, considerando-se todas as observações realizadas. O horário de ocorrência será aquele registrado na coluna 2, que corresponda à referida temperatura. 3.4.2.2 As EMS que não operam em horário H24, caso os valores máximos e mínimos da temperatura e hora de ocorrência tenham ocorrido no período de fechamento da EMS, obterão estes dados através dos registros das EMS automáticas ou no diagrama do higrotermógrafo, nesta ordem. As EMS que possuam termômetros de máxima e de mínima poderão utilizar os valores medidos por estes instrumentos, quando da inoperância do higrotermógrafo, preenchendo, neste caso, o espaço correspondente à hora de ocorrência com um traço horizontal. NOTA : Temperaturas máximas e mínimas, para confecção do código SYNOP, correspondem aos conceitos estabelecidos pela OMM, enquanto que para o preenchimento do SUMÁRIO DO DIA, correspondem às necessidades da Climatologia. Portanto, os valores no código SYNOP e no SUMÁRIO DO DIA não serão, necessariamente, iguais.

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3.4.3 VIS MENOR QUE 5000m HORAS: __________ FREQ: __________ Registra-se o total de horas e minutos e a freqüência, considerando o período em que o aeródromo esteve com visibilidade horizontal menor que 5.000 metros, inclusive as inferiores a 800 metros. NOTA : Considera-se 01 (uma) freqüência, a ocorrência ininterrupta de um determinado parâmetro.

3.4.3.1 O registro da duração será feito com quatro algarismos, sendo os dois primeiros para a hora e os dois últimos para os minutos, sem separação. Exemplos: 5 horas e 13 minutos, registra-se 0513; e Nenhuma ocorrência, registra-se 0000. 3.4.3.2 O registro da freqüência será feito com dois algarismos. Exemplos: 7 frequências, registra-se 07; e Nenhuma ocorrência, registra-se 00. 3.4.4 VIS MENOR QUE 800m HORAS: __________ FREQ: __________ Registra-se o total de horas e minutos e a freqüência, considerando o período em que o aeródromo esteve com visibilidade horizontal menor que 800 metros. O registro será efetuado conforme os itens 3.4.3 (ver Nota), 3.4.3.1 e 3.4.3.2. NOTA : A visibilidade horizontal relatada nos itens 3.4.3 e 3.4.4 é a visibilidade predominante.

3.4.5 TETO MENOR QUE 450m HORAS: __________ FREQ: __________ Registra-se o total de horas e minutos e a freqüência, considerando o período em que o aeródromo esteve com teto e/ou visibilidade vertical abaixo de 450 metros, inclusive os inferiores a 250 metros. O registro será efetuado conforme os itens 3.4.3 (ver Nota), 3.4.3.1 e 3.4.3.2. 3.4.6 TETO MENOR QUE 250m HORAS: __________ FREQ: __________ Registra-se o total de horas e minutos e a freqüência, considerando o período em que o aeródromo esteve com teto e/ou visibilidade vertical abaixo de 250 metros. O registro será efetuado conforme os itens 3.4.3 (ver Nota), 3.4.3.1 e 3.4.3.2. 3.4.7 HORAS DE NVO: _______ HORAS DE TRV: _______ HORAS DE PRP: _______ Registra-se, em horas e minutos, o tempo de duração de nevoeiro, trovoada e precipitação, respectivamente, independente do tipo. O registro será efetuado conforme o item 3.4.3.1. NOTA : As Estações que não operem em horário H24, registrarão apenas a quantidade de horas de precipitação.

3.4.7.1 Para nevoeiro e trovoada, será obtido somando-se o tempo de duração do(s) fenômeno(s) registrado(s) nas colunas 22, 23 ou 24 (condições de tempo).

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3.4.7.2 Para precipitação, será obtido somando-se o tempo de duração registrado na coluna 62. NOTA 1: Para as Estações que não operem em horário H24, o tempo de duração é a soma dos períodos registrados na coluna 62, durante o período de funcionamento da EMS e no gráfico do pluviógrafo, das 0000 local até o último horário regular antes da abertura da EMS e do fechamento da EMS até às 2359 local. NOTA 2: As EMS que ainda possuem pluviômetro, deixarão o referido espaço em branco. 3.4.8 PRP TOTAL_______ mm QUANTIDADE MÁXIMA EM 60 MINUTOS______ mm Registra-se, em milímetros, a quantidade total de precipitação no período de 24 horas, bem como a quantidade máxima ocorrida em 60 minutos, observando-se os seguintes critérios: a) EMS que operem em horário H24: - a precipitação total é a soma dos valores registrados na coluna 61, desde 0100 local do dia em curso até 0000 local do dia seguinte; e b) EMS que não operem em horário H24: - a precipitação total é a soma dos valores registrados na coluna 61, durante o período de funcionamento da EMS e no gráfico do pluviógrafo, das 0000 local do dia em curso até o último horário regular antes da abertura da EMS e do fechamento da EMS até às 2359 local. NOTA 1: Para o caso da alínea b, os períodos e as respectivas quantidades deverão ser registrados em OBSERVAÇÕES do SUMÁRIO DO DIA. NOTA 2: Para as EMS que ainda possuem pluviômetro, a precipitação total será a soma dos valores registrados na coluna 61, desde a 1ª observação até o fechamento da EMS. NOTA 3: O registro dos valores será efetuado conforme o item 3.2.11.1. 3.4.9 VENTO MÁXIMO: __________ KT DIR: __________º HORA: __________ Registram-se, nos espaços correspondentes, os dados relativos ao vento máximo ocorrido no período de 0000 às 2359 (hora local), obedecendo-se os critérios a seguir. NOTA : As Estações que não operem em horário H24, nada registrarão nestes espaços.

3.4.9.1 Velocidade Registra-se a maior velocidade encontrada nos registros efetuados nas colunas 4, 5, 7, 8, 10, 11, 13 e 14. O registro será feito com dois algarismos para velocidades até 99 nós e com três algarismos para velocidades superiores. Exemplos: 2 nós, registra-se 02; 21 nós, registra-se 21; e 108 nós, registra-se 108.

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3.4.9.2 Direção Registra-se, com três algarismos, a direção correspondente à velocidade verificada no item 3.4.9.1. Exemplos: 20 graus, registra-se 020; e 360 graus, registra-se 360. 3.4.9.3 Hora Registra-se a hora de ocorrência do vento máximo verificado nos itens 3.4.9.1 e 3.4.9.2; o registro deverá ser feito conforme o item 3.2.2. NOTA 1: Quando houver mais de um registro com a mesma velocidade máxima no corpo do Impresso, registra-se a primeira ocorrência. NOTA 2: Quando houver ausência de vento no decorrer das 24 horas, anota-se a palavra CALMO no espaço correspondente à velocidade; nos demais espaços, coloca-se um traço horizontal. 3.4.10 HORAS DE VENTO CALMO: __________ Registra-se, em horas e minutos, o total de duração de ocorrência de vento calmo. O registro deverá ser feito conforme o item 3.2.2. NOTA 1: Para este registro, deverá ser levado em consideração apenas o anemômetro principal do aeródromo ou, em caso de pane deste, o anemômetro substituto em importância. NOTA 2: As Estações que não operem em horário H24, nada registrarão neste espaço. 3.4.11 OBSERVAÇÕES Registra-se qualquer informação adicional e, conforme o item 3.4.8 (ver Nota 1), os períodos e as respectivas quantidades de precipitação. Exemplo: EMS com funcionamento de 0830/1800. Das 0000 às 0800 local, PRP de 10,4mm e das 1800 às 2359 local, PRP de 5,7mm. Registra-se: PRP de 0000 às 0800: 0104 PRP de 1800 às 2359: 0057

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4 DISPOSIÇÕES GERAIS 4.1 VERIFICAÇÃO, CORREÇÃO E REMESSA DOS IMPRESSOS A verificação e a correção dos Impressos têm por finalidade uniformizar e aperfeiçoar o preparo e o registro dos elementos. 4.1.1 VERIFICAÇÃO O Chefe da Estação, ou pessoa por ele designada, deverá verificar, diariamente, a exatidão dos registros, a fim de que nenhum elemento fique ausente ou registrado erroneamente; deverá, também, conferir a concordância dos registros entre as primeiras e as segundas vias, quando for o caso, e rubricar e datar os Impressos no devido lugar. 4.1.2 CORREÇÃO A correção dos Impressos é atribuição exclusiva da DO-MET dos CINDACTA/SRPV, a fim de manter uniformidade de critérios em tal serviço. 4.1.3 REMESSA DOS IMPRESSOS Até o segundo dia útil de cada mês, o Chefe da Estação enviará as segundas vias dos Impressos do mês anterior à DO-MET do respectivo CINDACTA/SRPV. Cinco dias após, enviará as primeiras vias. Este procedimento é adotado a fim de evitar a perda total dos Impressos, no caso de extravio. NOTA : As EMS que utilizem software para registro de observações meteorológicas enviarão, até o segundo dia útil de cada mês, apenas a primeira via dos Impressos.

4.1.3.1 Após a correção, a DO-MET devolverá as segundas vias às respectivas Estações, onde permanecerão por, no máximo, 30 dias, a fim de que os observadores tomem conhecimento de erros e omissões cometidos. As primeiras vias serão encaminhadas ao Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), contendo as correções. 4.1.3.2 Após os observadores terem tomado conhecimento das correções, as segundas vias deverão ser devolvidas à DO-MET dos respectivos CINDACTA/SRPV. 4.1.3.3 No caso das EMS que registram em apenas uma via do Impresso, a DO-MET, após as correções, encaminhará ao Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA) a respectiva via e enviará às EMS um extrato contendo as discrepâncias verificadas, a fim de que os observadores tomem conhecimento de erros e omissões cometidos. NOTA 1: A emissão do referido extrato não desobriga a DO-MET de emitir o IEPV 105-7 “Controle e Providências Operacionais para Estações e Observadores Meteorológicos”. NOTA 2: O modelo do extrato encontra-se no Anexo B.

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5 DISPOSIÇÕES FINAIS 5.1 Esta Instrução entrará em vigor a partir das 0000 local de 1º de julho de 2005. 5.2 Esta Instrução substitui a ICA 105-7, de 1º de dezembro de 2004, aprovada pela Portaria DECEA Nº 09/SDOP, de 17 de junho de 2004 e as complementações enviadas, via fax, aos órgãos regionais do DECEA em 12 de novembro de 2004. 5.3 Os casos não previstos nesta Instrução serão submetidos ao Exmo. Sr. Chefe do Subdepartamento de Operações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo. 5.4 As sugestões que visem o aperfeiçoamento desta Instrução deverão ser encaminhadas para: DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DIVISÃO DE METEOROLOGIA AERONÁUTICA Av General Justo, 370 – 2º Andar Centro CEP 20021-130 - RIO DE JANEIRO, RJ TEL: (0 XX 21) 2101-6285 TELEFAX: (0 XX 21) 2101-6283 5.5 Esta publicação poderá ser adquirida através de solicitação ao: PARQUE DE MATERIAL DE ELETRÔNICA DA AERONÁUTICA SETOR DE ASSINATURAS Rua General Gurjão, 4 – Caju CEP 20931-040 - RIO DE JANEIRO, RJ TEL: (0 XX 21) 2101-6252, 2101-6557 e 2585-3202 Ramal 363 TELEFAX: (0 XX 21) 2101-6252 e 2585-3202 Ramal 363

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Anexo A - Relação de abreviaturas
AC............... ACDT.......... ANV............ AS................ CB................ CC................ CGL............. CHV............ CI................. COTRA....... CS................ CU............... DIR.............. DST............. E.................. ENC............. ENE............. ESE.............. FC................ FREQ........... GDA............ GLC............. GLD............. GRS............. GRZ……..... H.................. ISC............... L.................. MIN………. MT............... N.................. NE................ NNE............. NNW........... Altocumulus Acidente Aeronave Altostratus Cumulonimbus Cirrocumulus Congelante Chuva Cirrus Trilha de Condensação Cirrostratus Cumulus Direção Distante Este Encoberta Lés-Nordeste Lés-Sudeste Nuvem funil Freqüência Geada Glacial Gelo Grãos Granizo Regular Chuvisco Local Mínima Montanha(s) Norte Nordeste Nor-Nordeste Nor-Noroeste NS............... NVE............ NVO........... NW............. OBC............ PNC............ PRED.......... PRP............. PST............. PTE............. REC............ RJD............. RPG............ RVR…........ S.................. SC............... SE............... SQ............... SSE............. SSW............ ST............... SW.............. TCU............ TRV............ VA.............. VEL............ VIS............. VND........... VNT............ W................ WNW......... WS.............. WSW…….. Nimbustratus Neve Nevoeiro Noroeste Obscurecido Pancada Predominante Precipitação Pista Parcialmente Recente Rajada Relâmpago Alcance Visual na Pista Especial, Sul Stratocumulus Sudeste Aguaceiro com trovoada e ventos fortes Su-Sudeste Su-Sudoeste Stratus Sudoeste Cumulus congestus (Towering Cumulus) Trovoada Cinzas Vulcânicas (Volcanic Ash) Velocidade Visibilidade Variando Vento Oeste Oés-Noroeste Cortante do vento (Wind Shear) Oés-Sudoeste

(Abreviaturas utilizadas para efeito desta Instrução)

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Anexo B – Modelo do extrato
COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE METEOROLOGIA AERONÁUTICA ESTAÇÃO: _____________________________ MÊS/ANO: ______________________________ ÓRGÃO REGIONAL:_____________________

EXTRATO DE DISCREPÂNCIAS NOS REGISTROS DO IEPV 105-78 CABEÇALHO, COLUNA, GRUPO OU CAMPO LATITUDE COLUNA 22 Nddff VIS MENOR QUE 450M FREQ: COLUNA 2

INDICATIVO SZTU SYZT SSUZ SSSU SZXT

DATA-HORA --050700 local 051200Z ---

REGISTRO INCORRETO 15º 25’S 10 53405 02

REGISTRO CORRETO 15º 52’S 05 73405 01

JUSTIFICATIVA INVERSÃO DOS ALGARISMOS UMIDADE DE 79% TOTAL DE NUVENS EM DESACORDO COM O CORPO DO IMPRESSO HOUVE APENAS UM PERÍODO DAS 0000 ÀS 0400 local

052100 local

---

2100

ERRO GRÁFICO

CORRIGIDO POR: ______________________________

EM: _____/_____/______

NOTA 1: NOTA 2:

Os registros acima são apenas alguns exemplos que podem ocorrer. A quantidade de linhas será correspondente ao número de discrepâncias verificadas.

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Anexo C – Exemplos de possíveis registros

HORA LOCAL

VISIBILIDADE DIREÇÃO
PRED.

1

2

15

MÍN.

CONDIÇÕES DE TEMPO

TIPO

OBSERVAÇÕES

16

17

22 60 47 45 28 28 50 20 62 21 21

23 10 21 29 10 10 10 20 10

24

63

H 1700 0900 0300 7 S S S S S 1720 0090 1840 0600 1920 0450 1940 0900 2030 1200 H 1800 0090 H 1900 1000

17 21

H 2000 0400 H 2100 2000

NOTA :

Os exemplos acima servem para esclarecer o item 3.2.6, sobretudo a Nota 2.

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