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03/03/2011

Paulo R. Fonseca – prfonseca@gmail.com

Aplicações
Ondas & Som
Modo A
Modo B
Modo M
Doppler
Artefatos

http://29.media.tumblr.com/tumblr_l9kpb75Zex1qzhehpo1_500.jpg

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 Guia de biópsias

 Fisioterapia

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 Classificação:
 Origem
▪ Mecânica: perturbação de um meio material
▪ Eletromagnética: cargas elétricas oscilantes (vácuo)

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 Classificação:
 Direção de oscilação
▪ Transversal: direção de oscilação é perpendicular à direção
de propagação
▪ Longitudinal: oscilação ocorre na mesma direção da
propagação

 Classificação:
 Tipo de energia transmitida
▪ Sonora
▪ Térmica
▪ ...

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 Comprimento de onda (λ)


 Amplitude (A)
 Freqüência (Hz)
 Intensidade (Watts/cm2)
 Período (T)

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Propagaçao de uma Onda Periódica

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 Densidade ()

 Velocidade de propagação
 v=λ·f

 Impedância acústica
 Z=·v

 Densidade x Compressibilidade

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 Energia transportada pela onda


 classifica um som em forte ou fraco

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E P
I I
At 4r 2

A intensidade do som pode ser expressa em função da amplitude do


deslocamento horizontal dos elementos de volume de ar.

v Impedância Acústica
I ( A 2 ) e v  Z
2

 Sensação auditiva não


varia linearmente com
a energia transportada

 dB: decibel
 I: intensidade
 I0: limiar de audibilidade
10-12(W/m2)

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Transdudor
Material Amortecedor

Cristal PZT

Camada de interposição

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 O transdutor é projetado para ter resposta


máxima a uma certa freqüência
 Determinado pela espessura

 Quando menor espessura  menor o


comprimento de onda  maior a freqüência

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 Freqüência ressonante de um cristal de PZT-4


com 1mm de espessura
 Sabe-se que a velocidade do som nesse material é
4000 m/s

 Considerando que a oscilação é máxima quando


a onda incidente é igual ao dobro da espessura
do cristal
 2 x 10-3 = 2.10-3
 v=fl
 f=4000 /2.10-3 =2.106=2 MHz

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 Combinação de vários
sensores em
 Linha
 Matriz
 Anel

 Geometria depende da
aplicação

 Tipicamente n.º > 256 elementos


 1 mm x 10 mm
 Imagem retangular
 Direcionamento (focalização) obtido
 Eletronicamente
 Com auxílio de lentes

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Freqüência 2-10 MHz


Velocidade de Propagação 1400 – 1700 m/s
Freqüência de repetição do pulso 2-10 KHz
Ciclos por pulso 1-3
Duração do pulso 0,5-3 ms
Comprimento espacial do pulso 0,1-1 mm
Intensidade espacial máxima 0,01-100 mW/cm2
Coeficiente de atenuação 1-5 dB/cm

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Construtiva
A = A1 + A2

Destrutiva
A = A1 – A2

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 X’=r2/l
 X’ = “profundidade” da zona de Fresnel
 r = raio do transdutor
 l = comprimento de onda

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R
Za  Zb
2

Za  Zb2

4 ZaZb
T
Za  Zb2

Lembrar: Uso do gel

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 A agulha da biópsia

 Quando o feixe de ultra-som muda de um


meio para outro
 a velocidade muda
 mudança no comprimento de onda
 frequência é a mesma

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 Ocorrência de artefatos

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x
I  I 0e
 É o coef. de atenuação

Approximate Attenuation Coefficient Pulse Amplitude Loss Produced by a


Values for Various Materials Reflection
Coefficient Amplitude Loss
Material Interface
(dB/cm MHz) (dB)
Water 0.002 Ideal reflector 0.0
Fat 0.66 Tissue-air -0.01
Soft tissue (average) 0.9 Bone-soft tissue -3.8
Muscle (average) 2.0 Fat-Muscle -20.0
Air 12.0 Tissue-water -26.0
Bone 20.0 Muscle-blood -30.0
Lung 40.0

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 Utilizado em
ecoencefalografia
 Associado com o modo
B para exatidão de
profundidade

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Amplitude

Computador

Profundidade

Ganho

+ =

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 Localização das
estruturas de interesse
 Imagem estática e de
tempo real

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 Ecocardiografia

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 Mecânica
 Cristal oscilatório e girante em meio aquoso
 Eletrônico
 rede de cristais com aplicação de pulsos
controlados eletronicamente
 Eletrônico e mecânico
 Para a geração de imagens em 3D

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 Time gain compensator


 Delay
 Intensidade
 Coarse gain
 Reject
 Near gain
 Far gain
 Enhancement

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Comp. Espacial do pulso Resolução axial

Ciclos por pulso Resolução axial

Frequência Resolução axial

Frequência Profundidade da imagem

Largura do feixe Resolução Lateral

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 v 
 v  f ap  f  
f af  f  vv 
vv   f 
 f 

 Identificação de estruturas móveis


 Caracterização do fluxo sanguíneo

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2 fV cos 
f 
v

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Usando contraste de microbolhas

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 Feixe com energia >100 mW/cm2 produz


efeitos
 Térmicos:
▪ aumento da temperatura
▪ tratamento de patologias musculares, tendinosas ou
ósteo-articulares
 Não-térmicos:
▪ Micromassagem
▪ Aumento da permeabilidade da membrana celular

 Efeito térmico - esse efeito tem permitido o


seu uso para o tratamento de patologias
musculares, tendinosas ou ósteo-articulares.

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2ML DURANTE 10 S DURANTE 30 S

Líquido T(0C) Líquido T(0C)


Gelatina 1 Ágar 0
Água 2 Albumina 2
Álcool 3,5 Fígado 9
Glicerina 10 Cérebro 9,5
Parafina 10 Gema de ovo 11
Ácido esteárico 36 Gordura 25
Cera 44

 Micromassagem
 Oriundo das oscilações provocadas pelo feixe ultra-
sônico
 movimentação dos tecidos aumenta a circulação de
fluidos intra e extracelulares
 facilitando a retirada de catabólicos e a oferta de
nutrientes.

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 Aumento da permeabilidade da membrana


celular
 Feixe é capaz de alterar os potenciais de membrana
 aumento da condutância da membrana ao potássio

 Vasoconstrição ou vasodilatação arteriolar


 feixes pulsados
 (4-10 W/cm2)
 costrição arteriolar ou vasodilatação
▪ abrir capilares em zonas de isquemia crônica.

 Cavitação e efeitos pressóricos.

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 “Ultra-som: princípios físicos e formação de


imagem” – Prof. Dr. Marcos Fontes
IBB/Unesp
 “Princípios Físicos e Formação de Imagem em
Ultra-Som” – Profa. Dra. Diana R. Pina
Miranda – FMB/Unesp
 “Basic Physics of ultrasound imaging” – John
E. Aldrich (Crit. Care Med 2007 Vol 35 n.º 5)

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