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A CIÊNCIA DO GRANDE ALENTO
“A dor não pode aperfeiçoar ninguém, ela é resultado de nossos equívocos. Caso aperfeiçoasse, já estaríamos salvos, tamanhas as nossas dores!” Kheóps Justo

Inspirando-nos na obra do Dr. Samael Aun Weor,1 bem como na Medicina Tradicional Chinesa, nos propusemos a apresentar este pequeno material com o fito de trazer às pessoas, a você que tem acesso ao mesmo, um pouco mais de conhecimento útil e prático para sua própria resolução, em especial no que concerne às vibrações e faixas frequênciais, mais especificamente voltadas para a saúde e o bem-estar da pessoa como um todo, física e psiquicamente. Garantindo nossa saúde garantimos as condições básicas e necessárias para podermos alcançar outras metas em nossa caminhada de investigações e conquistas, sejam externas ou internas. Para tanto, é imprescindível em qualquer época, evitar perder tempo e vida com tentativas de acertos e erros em consultórios médicos e clínicas hospitalares. Para introduzirmos, dentre outros assuntos, apresentamos suara a ciência do alento, um dos ramos do yoga (leia-se iôga) que trata do estudo da respiração que se relaciona com os elementos da medicina tradicional chinesa: éter, fogo, ar, terra, água. Para isso, necessário se fará termos noção do que é o prana que, para muitos pode ser considerado o próprio Cristo Vital, o Grande Alento. E alento, por sua vez, seria então vida, vida oriunda daquele que tudo emana. E, finalmente
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Os Mistérios do Fogo, onde há um capítulo homônimo.

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ciência, pois trataremos os temas de forma que possam ser bem compreendidos, escapando sempre que possível das terminologias estrangeiras que são lindas de serem lidas e ouvidas, mas que em verdade não nos alcançam, não chegam até nós, e assim, não surtem o tão necessário e esperado efeito. Muitos têm acesso a diversas informações que hoje são abundantes, muitas dessas informações são de extrema utilidade, mas outras, de tão complexas e obtusas acabam perdendo a função de sua existência, eis que não alcançam o público alvo a que se propõem. Ainda assim, muitas literaturas acabam se misturando e trazendo à população do Ocidente materiais mesclados e confusos que só fazem aumentar as dúvidas do pesquisador sincero. Denominações usadas num país, ou até mesmo num continente diferente do outro para abordar um mesmo tema, acabam coabitando juntas numa obra única sem distinção de padrão ou de identidade, gerando tumulto e enganos a quem se propõe iniciar um conhecimento apropriado. As tradições tibetanas, chinesas, hindus, bem como as da antiga Europa dos grandes pensadores do século IV a.C., desvendaram mistérios profundos e inalcançáveis para meros mortais deste princípio de século XXI d.C., mantras, chacras, energia, respirações, ritos do yoga, dogmas e tantos outros são artigos de diálogos comuns em círculos exotéricos, ambientes de academias de ginástica, mesas de cantinas de universidades; todos já ouviram falar, já leram sobre o tema ou até mesmo já se posicionaram numa asana (leia-se ásana = postura, posição) e entoaram mantras por horas a fio na expectativa de encontrar este ou aquele benefício. Frustradas por ausência de resultado ou por carência de persistência acabam abandonando práticas

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por vezes interessantes por falta de uma orientação mais objetiva e clara. Sem a pretensão de nos outorgar o título de doutores na área, ou profundos conhecedores de todos esses assuntos, em absoluto, queremos singelamente ofertar uma síntese de pesquisas realizadas e que culminaram neste despretensioso trabalho, onde alguns desses temas serão abordados e esclarecidos de uma forma que possa ser canalizado para um proveito mais subjetivo e útil. Frisamos em especial que não se trata aqui da última palavra ou a verdade maior sobre o tema, mas sim de uma série de compilações, de estudos embasados em autores sérios e sinceros e ainda de investigações pessoais nos mundos internos assessoradas pelo filtro Crístico da Intuição.

Gratos e bom proveito. Namaskar

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HARMONIA E DESARMONIA EMOCIONAL
“A forma é a fôrma que nos molda.” Kheóps Justo

Quando falamos que determinada pessoa está desarmonizada e lhe sugerimos um determinado tipo de tratamento (seja alopático ou homeopático, alternativo ou ortodoxo) esperamos que a pessoa compreenda de imediato suas necessidades sem nem sequer pararmos para averiguar com carinho e atenção necessários a forma, o fundo e o transfundo de sua condição de dor e sofrimento. A forma são os movimentos, os gestos, olhares, modos, costumes, tudo o que fazemos e acontece no dia a dia, na physis grega é a FORMA, é o mundo. Representa basicamente tudo aquilo que é humano e material no homem, é a vida cotidiana dentro da qual se desenvolve o trabalho, os estudos, compromissos, prazeres, deveres, etc. Neste mundo formal ou de formalidades expressa-se a personalidade que todos temos, com o seu caráter, hábitos e costumes, com a nossa identidade, valores humanos e imagem psicológica que projetamos para o exterior. Assim, precisar-se-ia tomar conhecimento da “forma” como a pessoa está vivendo para começar a análise de sua condição. Um estudo inicial, superficial, mas inicial. Já o fundo, é a região psíquica do nosso subconsciente e inconsciente humano. Neste mundo podemos encontrar diversos traumas, fobias e complexos que são vibrações densas que se repercutem sensivelmente nas pessoas e que condicionam a sua vida e as suas relações. Assim, no fundo, 6

encontramos uma investigação mais contundente e próxima da real necessidade da pessoa. Agora, no caso do transfundo, é a região mais profunda de todo o ser humano. Este mundo tem uma característica dupla: um aspecto, digamos, de escuridão e outro de luz, onde no de escuridão estão depositados os defeitos psicológicos e no de luz estão as virtudes principais. Dentro das profundezas do ser humano vibram, por conseguinte, os átomos mais sutis e também os mais densos. Segundo a nossa forma de ser, pensar e viver ativamos uns ou outros, inconsciente ou conscientemente. Nesse patamar, encontramos com paciência e investigação detalhada as verdadeiras causas dos males em que se encontra a pessoa ou a origem de seu desequilíbrio e desarmonia. Entretanto, a proposta maior é que a própria pessoa possa se encontrar internamente e por si só se resolver. Por que agiremos assim!? Seria preguiça de nossa parte? Seria receio de cometer equívocos? Insegurança? Em hipótese alguma. Na verdade, se faz necessário que a pessoa seja orientada em primeiro lugar para saber como se valer das ferramentas que irá usar (e quais). Mas o cerne de nosso trabalho é que a pessoa não dependa de ninguém! Que ela passe exclusivamente a ouvir sua voz interna, seu verdadeiro e real SER2 interno, fazendo uso de percepções como a intuição e da vontade superior, qualquer um pode sair adiante, deixando de lado as muletas psicológicas que usamos como atalhos para nos ajudar a caminhar a própria vida.

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Realidade suprema, eterna e imutável.

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RELAÇÃO DOS MERIDIANOS COM AS EMOÇÕES
“O caminho certo para a saúde é a escolha adequada da frequência salutar.” Kheóps Justo

Na medicina tradicional chinesa, existe um tratamento – no Ocidente ainda considerado alternativo – chamado acupuntura. Para sermos sucintos, punturando com agulhas extremamente finas determinados canais do corpo humano, alcança-se caminhos de energia vital, os quais se utilizam de ditos caminhos para circular pelo corpo humano, energia esta que pode estar em excesso ou em falta na pessoa gerando malefícios de toda ordem; com estímulos aplicados pelo terapeuta, busca-se o equilíbrio da saúde da pessoa rearmonizando essas vias. Esses caminhos, esses canais de energia são chamados de meridianos. Os meridianos são intimamente ligados aos órgãos do corpo humano. Para sermos breves e menos complexos, citaremos rapidamente 14 deles: O meridiano dos pulmões; do intestino grosso; do estômago; do baço-pâncreas; do coração; do intestino delgado; da bexiga; dos rins; da vesícula; do fígado; e mais quatro que não regem especificamente um órgão, mas influem diretamente no organismo, tais como o da circulação-sexualidade; do triplo aquecedor; vaso governador e vaso da concepção. Mas o mais importante nessa complexa seleção é saber que as emoções são basicamente as responsáveis pela saúde da pessoa e que as emoções estão ligadas diretamente aos órgãos. Vejamos. 8

ÓRGÃO PULMÕES CORAÇÃO FÍGADO BAÇO/PÂNCREAS RINS

EMOÇÃO TRISTEZA, MÁGOA ALEGRIA RAIVA CONCENTRAÇÃO, MEDITAÇÃO, PREOCUPAÇÃO MEDO

Para se ter harmonia é preciso que se tenha saúde física; fluxo equilibrado das emoções e desenvolvimento adequado das faculdades intelectuais. Isso se adquire observando-se as emoções tais como raiva, ciúme, mágoa... Essas emoções separadas, quando em excesso, já têm o poder de atingir órgãos do ser humano com danos consideráveis. Imagine vários órgãos com problemas? O mais interessante é que cada órgão/emoção está intimamente relacionado a uma espécie de “ciranda viciosa”, ou melhor dizendo, um desequilíbrio do fígado pode aumentar a raiva e a depressão, as quais, por sua vez, agravam o desequilíbrio do fígado e assim sucessivamente. DESARMONIA órgãos e vísceras

DESARMONIA emocional 9

Se esse fator não for observado e adequadamente corrigido, gerará um desequilíbrio em outros órgãos, como por exemplo: pulmões = tristeza; rins = medo. A pessoa fica triste com algo que lhe sucede, sabe que se ficar triste demais pode adoecer e então fica com medo disso tudo, resultado, afeta os pulmões e os rins... Depois de algum tempo, o indivíduo já não suportando mais as dores, busca tratamento. Se quiser um tratamento alternativo, o paciente deverá ser realmente paciente, pois o terapeuta precisará de um bom período de investigação para puxar a linha da meada que se encontra oculta dentro do universo complexo da pessoa. Dor física e emocional. Caso contrário, buscará a química ou o bisturi, que na maioria das vezes resolve o efeito e não a causa. O mais triste nessa história toda, é que às vezes a pessoa está tão repleta de conceitos que não se permite ser curada...
FOGO CORAÇÃO ALEGRIA

MADEIRA FÍGADO RAIVA

TERRA BAÇO/ PÂNCREAS MEDITAÇÃO

ÁGUA RINS MEDO

METAL PULMÕES MÁGOA

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AS RODAS DE ENERGIA
“Vibrar é atrair. Atrair e ter em si e para si. Vibrar de forma negativa é atrair para si formas negativas. Portanto, se queres saúde...” Kheóps Justo

Cônscios dessas situações em função das diversas experiências e vivências obtidas com os estudos e investigações nessa e em outras áreas, compreendemos que uma das formas de se evitar tanto prejuízo emocional e físico é o conhecimento! Ferramentas existem fartamente, ferramentas funcionais, importantes e próprias. Aqui procuraremos despertar pelo menos o interesse em algumas dessas chaves, em princípio simples, mas que utilizadas a contento resultam em ótimos benefícios pessoais. Saber fazer uso dessa, ou de qualquer outra ferramenta, como gostamos de chamar, é importante para que não critiquemos sem saber as causas de eventual mau funcionamento. Costumamos dizer que uma chave de fenda não serve para pregar um prego, tampouco um martelo para extrair um parafuso, mas nem por isso condenamos as ferramentas como ruins... Apenas não foram usadas adequadamente, seja por inabilidade do manuseante ou por falta de conhecimento de suas utilidades. Mas em suma a ferramenta funciona. Umas das primeiras etapas é que a pessoa comece a ouvir o que seu próprio corpo quer lhe dizer. Hoje em dia, infelizmente, ele não mais fala conosco, ele grita com todas as suas forças! Ainda assim não o ouvimos até que a pessoa baixe a um hospital. Urge que alteremos nosso comportamento, nossos vícios (e não os dos outros). 11

Para tanto podemos trabalhar com as energias do chacras. Uma leve introdução do que seria chacra se faz importante. Através das diversas literaturas encontramos essa palavrinha escrita com diversas grafias diferentes: chacra; chakra; cakra e assim vai; nas diversas escolas da área também ouvimos diversas pronúncias diferentes: chacra, chacrrá e a mais próxima da realidade: tchácra. Vamos adotar a escrita chacra e a pronúncia tchácra para nos comunicar sem barreiras intelectualoides. Hoje em dia, com a abertura global entre Oriente e Ocidente que permitiu uma miscigenação cultural rica, dificilmente se encontra alguém que nunca tenha ouvido falar em chacra ou no que ele signifique, mas impera que respeitemos aqueles que ainda não têm a noção básica, e portanto, arriscaremos uma explicação. Chacra de fato seria a ocidentalização da palavra cakra a qual, por sua vez, seria roda ou algo que roda em sânscrito. No caso em tela, é como um eixo rotativo de energia. Além de seu significado óbvio e secular (girar), algumas correntes ainda defendem que os chacras possuem quatro conotações esotéricas: 1ª) a roda do vir-a-ser, ou o “giro da existência”; o cosmos fenomênico; 2ª) o círculo de iniciação no ritual sexual em algumas tradições tântricas; 3ª) a um diagrama (yantra) utilizado para determinar o tipo adequado de mantra para uma pessoa ou evento; 4ª) denota os vórtices psicoenergéticos que formam os principais órgãos do corpo humano composto de energia vital. É nessa quarta conotação que nos fixaremos. O nosso organismo não é capaz de assimilar a energia cósmica presente no universo, pois sua carga é muito forte. Os chacras são os responsáveis por captá-la, armazená-la e 12

transformá-la em energia vital, em frequências possíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os chacras são portas de entrada para a saúde (ou para a doença) dependendo exclusivamente de como a pessoa administra suas emoções. Em nosso corpo existem milhares de pequenos chacras e autores diversos defendem uma gama insondável desses pequenos vórtices, mas num ponto praticamente todos concordam, existem sete desses chacras que comumente são considerados como os principais e que gerenciam esses outros demais. Todo ser humano é composto por diversos corpos além do corpo físico. Temos quatro corpos ditos inferiores: Corpo Físico, Corpo Etérico ou Vital ou ainda Sutil; Corpo Astral ou dos Desejos; Corpo Mental; e ainda mais três considerados superiores: Corpo Causal ou das Causas; Corpo da Consciência ou da Vontade Superior e o Corpo do Íntimo ou Intelectual Superior. Formam-se assim o Quaternário Inferior e o Ternário Superior. Bem, essa anatomia esotérica, por assim dizer, surgiu com a pretensão de explicar os fenômenos que ocorrem quando as pessoas se encontram em um estado alterado de consciência, fenômenos paranormais, de êxtase, de mediunidade e afins. Os chacras estão alinhados fisicamente uns aos outros no curso da coluna espinhal por centros ou plexos nervosos e ligados a condutos ou canais (nadis), formados pela energia vital, também conhecida por prana. Esses chacras, organicamente falando, são reflexos de nossas sete glândulas principais: supra-renais; gônadas; pâncreas; timo pulmonar; tireoide; hipófise e epífise. Cada uma dessas glândulas é conectada a um dos centros de energia (os chacras) que possuem a especificidade de absorver e redirecionar energia imanente à própria glândula, a fim de que a mesma funcione na frequência necessária elaborando todos os

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componentes orgânicos e vitais necessários ao bem-estar do corpo humano.

Observemos que está comprovado que as glândulas endócrinas são as responsáveis por toda a produção de nosso suprimento de medicina interna. Se ocorrer de os chacras encontrarem-se em desequilíbrio, a pessoa ficará com sua imunidade baixa vindo a ser vítima de uma série de ataques que minam a saúde. Um detalhe que não deve passar despercebido é que os chacras trabalham em escalas vibracionais em variações distintas de frequências. Isso é fácil de perceber quando analisamos os desenhos que ilustram os chacras onde são demonstrados diversos apêndices, ou, como a tradição hindu prefere demonstrar, pétalas (de uma planta chamada lótus). Bem, para que possamos cumprir com nosso propósito de 14

sermos práticos, vamos analisar essas pétalas chacrais sob outra ótica, qual seja, taxa de vibração ou frequência da energia de cada chacra. Se seguirmos de baixo para cima no corpo humano, iniciando pelo que se denomina por chacra básico3, temos a sequência de pétalas e assim, por comparação, as vibrações: 4, 6, 10, 12, 16, 96, 960 (ou mil pétalas). O número de pétalas também está associado à cores determinadas para cada um desses sete chacras específicos que estamos abordando. Cada chacra também possui um nome que o identifica e uma posição correspondente ao corpo humano. Cada uma dessas cores afeta o chacra, pois cor, nada mais é que um espectro de frequência vibratória, umas visíveis outras não ao olho nu, correto? Ora, se as cores alcançam os chacras e os fazem agir de tal ou qual forma, que diremos então do som? Aqui entra então a chave para organizar os chacras e, por conseguinte, a saúde, o bem-estar, o equilíbrio físico e psíquico do indivíduo como um todo. Essa chave é conhecida por MANTRA.

OS CHACRAS E SUAS LOCALIZAÇÕES
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Oportunamente será observado cada posição, nome, cor e som.

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“O questionar é algo salutar. Doença é criticar.” Kheóps Justo

Agora estamos mais maduros para compreender o que é chacra, portanto vamos apresentar as sete principais posições, seus nomes, o que fazem e seus benefícios. Tecendo um paralelo com o cristianismo, para ajudar a quebrarmos as barreiras do preconceito e unificarmos esse maravilhoso trabalho de aperfeiçoamento do ser humano, vamos introduzir o nome do chacra com cada uma das sete igrejas mencionadas no Livro das Revelações, capítulo 1, versículo11. Para isso faremos uso do material disponibilizado pela Professora Silvana Gomes que é muito simples e rico em detalhes: MULADHARA (BÁSICO ou RAIZ)

Igreja de Éfeso PORTAL DA TERRA 16

LOCALIZAÇÃO: No períneo, na base da coluna vertebral COR: Vermelha ELEMENTO: Terra SENTIDO: Olfato SÍMBOLO: Quadrado NOTA MUSICAL: Dó MANTRA: LAM ÓRGÃOS: Órgãos genitais, sistema excretor, rins, coluna vertebral, ossos, dentes, unhas, sangue, pele, pernas e pés. GLÂNDULA: Supra-renais PEDRAS: Obsidiana, Quartzo Hematita, Ônix, Granada. 4 Pétalas. Quando em equilíbrio, este CHAKRA está ligado à segurança, estabilidade, confiança em si mesmo. fume, Turmalina negra,

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SWADHISTHANA

Igreja de Esmirna PORTAL DA LUA LOCALIZAÇÃO: No plexo sacro COR: Laranja ELEMENTO: Água SENTIDO: Paladar SÍMBOLO: Lua crescente NOTA MUSICAL: Ré MANTRA: VAM ÓRGÃOS: Útero, Sistema reprodutor, Bexiga, Intestino, Rins, sistema circulatório.

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GLÂNDULAS: Gônodas – produtores de gametas - (ovários – testículos) PEDRAS: Olho-de-Tigre, Âmbar, Cornalina, Citrino, Rubi, Topázio. 6 Pétalas. Ele rege a sexualidade, o prazer, a procriação e a criatividade em todos os sentidos. MANIPURA (PLEXO SOLAR)

Igreja de Pérgamo PORTAL DO SOL LOCALIZAÇÃO: Região estomacal COR: Amarelo ELEMENTO: Fogo SENTIDO: Visão 19

SÍMBOLO: Triângulo voltado para baixo NOTA MUSICAL: Mi MANTRA: RAM ÓRGÃOS: Estômago, Fígado, Vesícula Biliar, Baço GLÂNDULA: Pâncreas PEDRAS: Topázio Imperial, Citrino, Malaquita 10 Pétalas. É O CHAKRA do Poder Pessoal, tradicionalmente associado às funções lógicas da mente que nos permitem fazer planos e direcionar a nossa vontade no mundo. ANAHATA

Igreja de Tiatira PORTAL DO AMOR

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LOCALIZAÇÃO: Na altura do coração COR: Verde (ou em algumas tradições, Rosa). ELEMENTO: Ar SENTIDO: Tato SÍMBOLO: Estrela de seis pontas NOTA MUSICAL: Fá MANTRA: YAM ÓRGÃOS: Coração, Pulmões, Sistema circulatório GLÂNDULA: Timo PEDRAS: Quartzo rosa, Turmalina rosa, Rodocrosita. 12 Pétalas. É o CHAKRA do amor incondicional, dos sentimentos elevados por todas as criaturas vivas, da auto-aceitação. Sendo o mais utilizado em todos os trabalhos de cura energética e o elo de conexão para o desenvolvimento de todos os outros chakras.

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VISHUDDHI

Igreja de Sardis PORTAL DO TEMPO E DO ESPAÇO LOCALIZAÇÃO: Garganta COR: Azul celeste ELEMENTO: Éter SENTIDO: Audição NOTA MUSICAL: Sol MANTRA: HAM ÓRGÃOS: Ouvidos, cordas vocais, faringe, brônquios GLÂNDULAS: Tireóide e Paratireóide PEDRAS: Água marinha, Cianita, Turquesa. 16 Pétalas. 22

É o CHAKRA da purificação, da comunicação e da criatividade, influenciando a expressão vocal e verbal. A lição desse centro energético é o uso correto da VONTADE. Aprender a fluir entre a percepção do infinito e do tempo. AJNA

Igreja de Filadélfia PORTAL DA LIBERAÇÃO LOCALIZAÇÃO: No ponto entre as sobrancelhas COR: Azul anil, Violeta SENTIDO: Percepção extra-sensorial NOTA MUSICAL: Lá MANTRA: OM ÓRGÃOS RELACIONADOS: Olhos, nariz, cérebro direito, sistema nervoso. 23

GLÂNDULA: Pituitária PEDRAS: Lápis-lázuli, Ametista, Sodalita. 2 Pétalas. O AJNA é o centro do comando de todo o Ser. É através dele que atingimos a unidade de consciência. A lição de vida no nível do sexto CHAKRA é: visão e inteligência, concentração e consagração, ordem superior e projeção mental correta. Assim, devemos pensar, falar e agir coerentemente e com equanimidade. SAHASHARA

Igreja de Laodiceia PORTAL DA TRANSCENDÊNCIA LOCALIZAÇÃO: No topo da cabeça 24

COR: Violeta, Branco NOTA MUSICAL: Si ÓRGÃOS: Cérebro, Sistema nervoso GLÂNDULA: Pineal PEDRAS: Quartzo, Ametista. 1.000 Pétalas. Está associado à conexão da pessoa com sua espiritualidade e a integração de todo o seu Ser, físico, emocional, mental e espiritual. Vai além do mundo físico e cria no indivíduo um sentido de totalidade, de paz e fé, dando um sentido de propósito a sua existência. O pesquisador assíduo, investigador autêntico, perceberá que não disponibilizamos o mantra respectivo deste último chacra. Muito embora diversas correntes apresentem alguma referência mântrica para ele, este chacra deve ser meditado.

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A GEOMETRIA DA PALAVRA
“Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” HO’OPONOPONO

Assim sendo, dando sequência às orientações, seguimos esclarecendo neste tópico o que é então mantra. Mantra deriva do radical hindu man = pensar, e do sufixo tra = a intenção através de som. Também é conhecido por mente livre, prece, hino, encantamento, conselho, plano... Em tese, um mantra é o encadeamento de palavras, fonemas com significados que podem ou não ter um sentido comunicável. São verbalizações geometrizadas que ao serem pronunciadas numa determinada constância e frequência fazem vibrar e ativam partes de nosso corpo atreladas ao fluxo de energia imanente. Nesse contexto, qualquer palavra poderia ser um mantra, bastaria que a pessoa se valesse dela com um foco específico. Muitos utilizam o mantra para livrar a mente de pensamentos obscuros, exercitando assim uma espécie de meditação, já que muitos também entendem que meditar é nãopensar. Dito isso, sabemos então que existem diversos tipos de mantras para diversos tipos de situações, causas e/ou necessidades. Não seria diferente com os chacras. Os hindus, os budistas, os espíritas, os cristãos e tantos outros segmentos possuem cada um sua particular forma de entoar mantras (eis que sua funcionabilidade se encontra na geometria da palavra). Ao se articular um mantra, por mais simples que o seja, nossa boca se movimenta e cria formas e essas formas são atreladas às esferas superiores da própria música de onde os mágicos e puros sons emanam. Por isso geometria da palavra. 26

A Ciência do Grande Alento nos orienta que devemos trabalhar com o alento, (já vimos o que é alento no início) com o prana ou em princípio muito simplório, com o ar. Em verdade com o que há no ar. Como fonte inicial para qualquer atividade, e assim sendo, para vocalizar-se um mantra, torna-se imprescindível que respiremos adequadamente. Abordaremos com mais detalhamento as respirações e pranayamas num capítulo próprio para não perdemos o foco do tema. Alguns dos principais mantras que se associam diretamente à geometria da palavra são as vogais A, E, I, O, e U. Todavia, muito embora ao serem trabalhadas isoladamente surtam seus respectivos efeitos plenamente, elas possuem uma ordem a ser seguida quando o praticante procura por resultados mais potentes, tendo em conta que cada mantra está diretamente relacionado com um dos sete chacras e/ou glândulas, como se pode deduzir. Assim sendo, o mantra I, fará vibrar o chacra frontal. O mantra E, fará ressoar o chacra da garganta. Vibrando com o mantra O, vibra também o coração. Para acionar a glândula timo pulmonar, entoe o mantra A. O mantra U vibra a região dois dedos acima do umbigo. Obras, literaturas e tratados enciclopédicos, sites e eventos existem diversos, e, como já adiantamos, são escritos e falados de diversas formas. Sem considerar a quantidade imensa de mantras que existe para muitas e variadas funções. Existem mantras até para encontrar vaga para estacionamento... Cabe o bom-senso, uma investigação coerente e fazer uso da intuição. Tendo sempre em conta a corrente que se segue, mantra budista, tibetano, hindu... Pelo fato da riqueza de tantas variantes é que acabam confundindo os menos prevenidos. Importa saber alguns, escolhê-los com carinho e consciência para o objetivo a ser praticado e como entoá-los. 27

Ao realizarmos as práticas de mantralizações, podemos tecer uma analogia certeira em outros pontos presentes nas crenças ocidentais. Observemos, por exemplo, a fluidificação da água pela doutrina espírita; atentemos para a benção da água através do catolicismo/evangélicos; as sutras da seicho-no-ie; os suras muçulmanos; as palavras de indução do mesmerismo; a programação neurolinguística; as runas célticas; os cantos dos índios (norte americanos ou latinos). Como destacamos, a Ciência do Grande Alento busca comprovações científicas para o que demonstramos teoricamente. Para isso, levantamos o trabalho do Dr. Masaru Emoto, doutor em medicina alternativa, cientista e pesquisador do Japão, que após anos de pesquisa séria, descobriu como as moléculas da água reagem às vibrações, ao som, à palavra, de maneira assombrosa, como se sentimentos tivesse.4 Seu livro foi escrito em japonês, inglês, grego, alemão, chinês, coreano e com o título em português: “HADO-Mensagens ocultas na água” já está disponível aos brasileiros. Seu trabalho foi amplamente discutido entre os ecologistas, os cientistas e em especial os religiosos, inclusive pelo Papa João Paulo II. Seu grande sucesso no exterior levou o Dr. Emoto a questionar os motivos disso, e descobriu que por abordar o cristal da molécula de água congelada, estava trabalhando com o Cristo e com o Todo! (Christ + All em inglês). Em suma, quando se diz algo forte, pesado, denso, para um frasco com água, suas moléculas são destruídas! Ao passo que, para surpresa de todos, ao pronunciar-se palavras de alta vibração, sutis, amorosas, de alento, as moléculas se rearranjavam e criavam uma harmonia ímpar, perfeita,

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Para quem quiser mais referências sobre o esplêndido trabalho do Dr. Masaru Emoto, pode acessar o site: http://www.youtube.com/watch? v=S7zblFpi1Fs&p=7C587023498904CB e acompanhar com tradução simultânea uma de suas palestras impressionantes.

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impoluta. Seu trabalho foi tão rico que acabou sendo incorporado ao filme “Quem somos nós” 5.

OBRIGADO

VOU TE MATAR

Paremos um instante agora para reflexionarmos. Pedimos carinho e consideração pelo que vamos divulgar agora. Imaginemos todas as crenças que dão ênfase às bênçãos, às emanações do verbo, agora, cientificamente comprovado, imaginemos esse reflexo dentro do ser humano que é composto praticamente por 70% de água. Imaginemos esse reflexo no Planeta Terra, que é composto praticamente por 70% de água. Analisemos com amabilidade por um ponto superior... O prana! O prana é composto de moléculas de água... Então, se a água é capaz de registrar as frequências, as vibrações (densas ou sutis) podemos concluir que o prana seja uma espécie de
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Título original: (What the Bleep Do We Know?) lançamento: 2004 (EUA) direção:William Arntz, Betsy Chasse, Mark Vicente atores:Marlee Matlin, Elaine Hendrix, Barry Newman, Robert Bailey Jr. duração: 109 min.

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computador planetário; seria absurdo então considerá-lo o famoso Registro Akáshico da Natureza? Acessar tal registro seria acessar o prana, a força vital universal, uma energia psicofísica vibrante, o poder vibratório frequêncial que subjaz a toda manifestação, ou, seguindo nossa dedução, seria acessar a molécula da água! Portanto, acessar nosso próprio registro é simplesmente acessar nossa água interna para nos descobrirmos, para descobrir como estamos vibrando, como está nosso cristal, como está nosso Cristo Íntimo! Com essa sabedoria agora adquirida, pode-se alterar com o filtro da Intuição qualquer estado vibracional, denso. Reflitamos com carinho, meditemos se quiser assim, sobre como estamos tratando a água, como estamos tratando nossa própria água interna, como estamos tratando a água interna de nosso semelhante, de nossos alimentos, de nossos fluídos sexuais. Como estamos usando nosso verbo, de que tipo de esferas são nossas músicas? Como tratamos nosso Cristo? Que tipo de mantra você quer usar para moldar sua vida doravante?

Formas geométricas de diversos cristais de água vibrando superiormente

PRANAYAMAS 30

“Quando o sabão entra nos olhos e não se tem água nem toalha para limpá-los, somente as lágrimas é que tiram sua dor.” Kheóps Justo

Imbuídos agora desse alento, dessa vontade superior, iniciaremos a abordagem dos pranayamas. Se prana é vida, e ayama significa extensão, por lógica concluímos que pranayama seria “extensão da vida”, numa tradução mais livre. De qualquer forma, pranayama é o controle consciente da respiração. O pranayama e seu controle são tão importantes que são considerados como um instrumento para rejuvenescer ou ainda imortalizar o corpo. Entretanto, seu propósito maior é o controle e a gestão da mente. O controle do ar, do alento, é levado tão a sério, que se o praticante que tenta realizar seus experimentos sem controlar a respiração é considerado como uma pessoa que tenta cruzar o oceano num barco de barro cru. Está fadada a afundar-se. O controle da respiração se faz através de inalações específicas e retenções adequadas, de onde se conduz o ar (prana, alento) para as diversas vias de nosso veículo físico preenchendo-as com vida, com moléculas de amor imanente. O ventre, as costelas, os pulmões, os ombros são apenas as regiões mais simples em que se pode enviar oxigênio e nutri-las com o sopro da vida. Uma dor, uma distensão, pode ser atendida em caráter de emergência simplesmente conduzindo o prana até aquela região. Seu controle tem quatro fases: respiração (inalação); retenção e expiração (exalação) e por fim retenção novamente. 31

A prática de um pranayama é considerada como preparatória, de purificação para toda e qualquer outra prática. Respirar corretamente é controlar as energias. Esse o segredo. Eis a disciplina para a harmonia do prana, para a saúde do ser. Para que se possa comprovar uma vez mais o que estamos falando – prana é vida – sem alegorias fantasiosas, existe uma prática muito singela de ser realizada por qualquer pessoa que o queira fazer. Basta que se fixe o olhar tranquilo e sereno para o alto do céu durante a manhã ou ao entardecer6. O prana, o éter sagrado, poderá ser vislumbrado depois de alguns momentos de contemplação do espaço anil, a princípio como milhares de chispinhas brancas e cintilantes. Depois, percebe-se com o passar do deslumbramento, que essas pequenas formas luminosas de fótons possuem movimento vigoroso e frenético, o que as diferencia da ilusão de ótica, de vermes oculares, danos na córnea, e sujeira no olho que em geral aparecem sempre escuras. Com um pouco mais de serenidade e controle da ansiedade, poder-se-á constatar que essas pequeninas bolinhas possuem em verdade a forma de um espermatozoide, com uma cauda um pouco menor que a da célula móvel constituída de uma cabeça ou núcleo e um flagelo que serve para locomoção do gameta masculino. Verificamos assim, pela experiência, pela vivência empírica o cerne do motivo de o prana ser considerado vida...

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Muito embora se possa enxergar o prana a qualquer hora do dia, esses dois períodos são os mais fáceis para quem nunca experimentou a prática de vêlo.

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A respiração internamente não alcança apenas os pulmões e outras vias aéreas, mas em especial passa pelos nadis. Compreendamos – mesmo que superficialmente – um pouco do que são nadis. De forma geral, os nadis são espécies de tubos, canais, conduítes que transportam o ar, a água, o sangue, nutrientes diversos, e várias outras substâncias para o corpo todo. São, por assim definir, as artérias, as veias, os capilares, os bronquíolos, gânglios e afins de nossa anatomia física. Agora, nos Corpos Sutil e Causal (como vimos anteriormente), os nadis são os canais pelos quais circulam energias. Energias vitais, tais como o sêmen e as de vibração etéreas, sutis, sensações, consciência, aura espiritual. Importa saber que esses nadis têm diversos nomes em diversas culturas, bem como quantidades variadas, que chegam de 72.000 a 350.000 nadis. Todavia, ateremo-nos a três deles como os principais: Sushuma ou Susumna; Ida e Pingala.

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Consoante verificamos na ilustração abaixo, o canal sushuma é um canal central reto na coluna vertebral, que se inicia no chacra muladhara e ruma pelas vértebras e demais chacras até o sahasrara, corresponde ao sistema nervoso central. Ida vai do testículo direito até a narina esquerda no caso do homem, é frio. E na mulher, vai do ovário esquerdo até a narina direita. Pingala, por sua vez, inverte o processo, no homem parte do testículo esquerdo e vai até a narina direita, enquanto que na mulher parte do ovário direito e vai até a narina esquerda. É quente. Ida corresponde ao sistema parassimpático e pingala ao sistema simpático.

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Ao passo que o canal (nadi) sushuma atravessa todos os chacras, esses dois (ida e pingala) não o fazem, seguem sinuosamente por fora criando um campo de energia positiva e negativa que faz girar os chacras. Esse processo todo é gerado exclusivamente pela respiração. Onde há vida há prana, há vibração, onde há morte não há chacras rodando. Por isso, conduzir a respiração de forma cônscia e adequada implica diretamente na qualidade de vida, da saúde da pessoa e seu bem-estar, como estamos sempre evidenciando desde o início. Respirações existem também de diversas formas. Escolas, yoguines e yogues e pseudo-atletas da respiração, fazem campeonatos de como respirar de tal ou qual forma. Isso infelizmente existe aos cântaros, mas não implica que se descaracterize a realidade de uma respiração profunda, uma retenção dosada e uma exalação purificante que seja conduzida com sabedoria e liberdade consciencial. Uma vez mais nosso filtro Crístico se faz necessário com a o auxílio da intuição para separar o que serve do que é show. Para treino, deixaremos um dos exemplos clássicos de pranayama, que inclusive de tão usado é até chamado de pranayama pelos tibetanos e hindus, mas por outros é conhecido como o Pranayama Crístico Egípcio. Ele é praticado obedecendo-se a sequência dos canais (nadis) acima expostos, ou seja, homem e mulher devem realizá-los inversamente um ao outro.7 Sentados numa posição confortável – em geral lótus ou meio lótus – de forma que as costas fiquem com um ângulo próximo a 90º, tal como um esquadro8. Importa que se sinta
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IMPORTANTE frisar que quando as mulheres estiverem grávidas ou em seu período menstrual não devem mexer com as energias que estão em seu organismo. 8 Essa posição de coluna ereta é uma praxe, mas não necessariamente um pré-requisito, pode-se inclusive realizar a prática deitado, de joelhos, em pé

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bem, sem que os fluxos sanguineos estejam obstaculizados, o que causaria desconforto. Antes de iniciar esse propósito, algumas simples inalações e exalações profundas são recomendadas para equilibrar as energias preparatórias do ato a ser realizado (mesmo que seja o próprio pranayama que se irá praticar). O homem deve primeiro fechar a narina direita com o polegar (direito). Inala até sentir ser o suficiente. Retém o ar selando a narina esquerda com o dedo indicador (direito). Alguns segundos exala (totalmente) o ar pela narina direita quando então o dedão deve permitir a passagem do ar. Retenha-se alguns segundos sem ar algum e para isso sela-se novamente a narina direita com o polegar. Agora, retoma a respiração pela narina DIREITA, abrindo o dedo polegar. Inala-se o suficiente. Retém-se o ar prendendo a narina direita com o polegar. Exala-se pela esquerda totalmente. Essa prática é uma purificação completa. É realizado assim, apenas um Pranayama Crístico Egípcio. Algumas variantes dessa postura mais rigorosa são encontradas em obras diversas, onde o adepto deve estar de joelhos diante do sol nascente em profunda oração com a mão esquerda levada ao ventre para sentir os fluxos respiratórios e impedir que outras energias interfiram; variação do modo como se usa os dedos (mudras – leia-se mudrás) e outras. As mulheres que não estiverem grávidas e tampouco em suas regras, realizam a prática da mesma maneira, todavia invertem todos os canais. Onde se inicia com a direita, elas iniciam com a esquerda e assim seguidamente.
e até no ato sexual.

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Reza a lenda de Hollywood, que Ginger Rogers dizia para seu parceiro de dança Fred Asteire, que ele era um exímio dançarino, entretanto, tudo o que ele fazia para a direita ela o fazia para a esquerda e de costas.

Com essa simplória técnica de respiração consciente, o praticante se permite preencher os rincões de seu organismo físico e etéreo da força vital prânica. Existem adeptos que alcançam um nível de perfeição e consciência corpórea tão grande que reprogramam seu DNA para que possam sobreviver apenas de prana, são os respiratorianos, afinal, os fótons entram na composição dos átomos tanto quanto os prótons, elétrons e nêutrons, portanto, 37

mudando a programação mental, muda-se a alimentação. Meia hora de sol sob a envolvência do prana é um banquete; isso é viver de luz!

OS MANTRAS SEMENTES
“Transcendência não é agir ou deixar de agir, mas agir ou deixar de agir sabendo plenamente as reações advindas de tal ou qual decisão e para não sofrer com os resultados.” Kheóps Justo

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Além de toda essa informação que procuramos sintetizar neste material, não podemos deixar de fora os bijas – mantras sementes. Existem certos mantras de uma única sílaba que são ainda extremamente potentes. Esses são conhecidos como os mantras seminais9. Novamente em sânscrito são conhecidos apenas como BIJA. Muitos tradicionalistas alegam terem desenvolvido poderes extraordinários ao praticá-los. Mas então qual a diferença? Diferentemente das palavras corriqueiras do dia a dia ou dos próprios mantras em si, o bija são considerados experiências de energia. Um plus do mantra. Eles se distinguem ainda dos mantras por não conterem uma forma específica, tal como o odor de um incenso ou o sabor de um beijo. Não há como definir uma experiência desse nível. Um bija-mantra é uma raiz, é um som sutil de ativação dos chacras. Algumas correntes defendem que o bija mantra serve para ajudar a dissolver determinados problemas, ou melhor dizendo, para ajudar a encontrar a resposta que trará a compreensão do mesmo, e assim sendo, sua solução. Para isso basta praticá-lo. Quando alguém se propõe a melhorar a saúde, a silhueta, busca um profissional, uma academia e pratica exercícios. Natação, tênis, corrida, ciclismo, musculação, yoga. Os resultados para quem se aplica, dedica-se compensam o esforço e essa dedicação. Com o passar do tempo amigos e colegas começam a perceber como a pessoa mudou, está muito melhor. Depois atestam que essa pessoa é diferente, tem um potencial amplo, possuí saúde, é esbelta, é forte, é bela... Elas enxergam os resultados que depois de anos de dedicação
9

Sem conotação específica com o sêmen propriamente dito, mas sim uma analogia com respeito a sua potencialidade sublime.

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aparecem, mas não conseguem perceber que essa pessoa metodicamente dedicou-se a alcançá-los e continuam sendo vítimas das circunstâncias. Deixam a vida lhes levar. Com as práticas dos mantras também é assim. Dedicação para obtenção de resultados. Muitos preferem pensar, mentalizar os bijas, ao invés de sonorizá-los. Os resultados seriam os mesmos? Evidente que se a pessoa está num ambiente em que seria tachada de louca por estar mantralizando, mas sente que seria interessante naquele momento fazê-lo, ora, o bom-senso e o respeito ordena que se mentalize ao invés de pronunciá-lo. Isso é consciência. E com a prática a pessoa perceberá a diferença de um ato e de outro. Os Bija-Mantras harmonizam os chacras, trazem-nos de volta ao seu próprio ponto natural de rotação e sua única frequência nos sete pontos sob o pólo do ser. São sons curtos de três letras. Sílabas sementes que trabalham na vibração de mestres específicos, encerram a essência desse ser invocado e transfere-se em parte para a pessoa que o entoa. Com essas práticas, sintonizamos com a harmonia já existente. Bija abre portas, realinha chacras, é uma semente, uma árvore em potencial com centenas de frutos. Por isso a importância de sabermos nosso próprio nome interno. Quem tem acesso ao próprio nome é só mantralizá-lo que as barreiras do inefável se transpõem com respostas e oportunidades sem par. Interessante fazer de baixo para cima, pois assim se eleva a energia do chacra básico para a coroa. O Professor Wagner Borges apresenta um material profícuo que adotaremos em seguida para ilustrar e designar os principais bijas apenas um pequeno resumo, só para dar uma idéia básica:

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BÁSICO (do sânscrito: "Muladhara": "Base e fundamento"; "Suporte"): Base da coluna; ligado às glândulas supra-renais; Bija-mantra: "LAM". SACRO (do sânscrito: "Swadhistana": "Morada do Prazer"): Região do baixo ventre (pela sua própria localização no corpo, esse chacra seria melhor denominado como "geniturinário"); ligado às gônadas (homem: testículos; mulher: ovários); Bija-mantra: "VAM". UMBILICAL (do sânscrito: "Manipura": "Cidade das joias"): Cerca de dois centímetros acima do umbigo (controla toda a região do plexo solar); ligado a glândula pâncreas; Bija-mantra: "RAM". CARDÍACO (do sânscrito: "Anahata": "Invicto"; "Inviolado"): Coração; ligado à glândula timo; Bija-mantra: "YAM". LARÍNGEO (do sânscrito: "Vishudda": "O purificador"): Garganta; ligado à glândula tireóide (e paratireóides); Bija-mantra: "HAM". (Ou ainda HUM). FRONTAL (do sânscrito: "Ajnã": "Centro de comando"): Testa; ligado a glândula hipófise (pituitária); Bija-mantra: "OM". (Ou ainda SHAM).

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CORONÁRIO (do sânscrito: "Sahashara": "O lótus das mil pétalas"): Topo da cabeça; ligado à glândula epífise (pineal); Bija-mantra: "Brahmarandra" ou o "OM". (Ou ainda SOHAM, ALL ou AUM). Como já alertamos no caso dos mantras, o leitor atento percebe que em alguns eles são ou repetidos ou possuem mais de um para o mesmo chacra. Como em tese eles atraem o respectivo mestre de sua emanação, vale o praticante intuir o que ocorre ao entoar. Esses bijas também funcionam isolados ou em conjunto. Sua pronúncia é vigorosa e rápida. Sites específicos podem orientar nas pronúncias desses bijas com mais presteza que o material escrito não o permite.10

CONSIDERAÇÕES FINAIS
“O que as pessoas realmente procuram é um entendimento que não lhes obrigue a fazer mudança alguma em suas vidas.” Gal. Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa
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Ao final deste material haverá algumas referências de sites que poderão ser acessados para esse tipo de investigação.

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Frequentemente as pessoas interessadas se perguntam preocupadas: “O que fazer?” Outras, “Como fazer?” esta pergunta depois que se descobre após muito procurar o que fazer. Bem, mas para isso, necessário se faz perceber algumas etapas e aqui está novamente a utilização das percepções. Entretanto, frisamos, ainda antes disso tudo, existe um fator preponderante para que se possa iniciar quaisquer tipo de atividades, estudos, investigações. A VONTADE! Se o indivíduo, a pessoa, não quer... não tem remédio, livro, médico, sacerdote, palestra que possa lhe conferir a solução. Todavia, também essa mesma pessoa que nada faz, nada experimenta, nada arrisca, está desautorizada a tecer qualquer tipo de crítica quanto às alternativas existentes para a saída de seu labirinto. Esse tipo de gente, fatalmente passa a se impingir a pecha de “vítima das circunstâncias”, jogando uma culpa (ou responsabilidade) no destino, no pecado, no carma... para não dizer nos outros ou, na alternativa de que para ela essas “coisas” não funcionam mesmo. Seguindo, quando se sai desse estado lastimável e supera-se o estágio em que se recorda da existência de uma força chamada vontade, em que se a resgata, exuma-se-a das catacumbas escuras e poeirentas de mundinho oculto e interno, onde a pobre vontade jaz amordaçada e apodrecida, passa-se a fazer então uso das tão famosas percepções e inicia-se a audição do próprio corpo, o próprio interior, o verdadeiro e real SER INTERNO que deixa então de gritar, fazendo uso das dores e das doenças para conversar com a pessoa diretamente. Assim sendo, uma das mais importantes percepções, a intuição, passa a ser uma das ferramentas mais úteis a ser desenvolvida nessa jornada de evolução íntima e pessoal. No mundo da 43

intuição só achamos a onisciência. O mundo da intuição é o mundo do SER, é o mundo do Íntimo. Nesse mundo não entram os defeitos, os elementos densos, o eu, o ego, os demônios, pois é o mundo do Espírito Universal da Vida. Para se obter o resgate da vontade, urge que seja a pessoa verdadeiramente sincera consigo mesma. Canalizando as energias adequadamente somos sortidos de altíssimas frequências e vibrações importantíssimas para nossa vida. O que novamente se coloca em cheque é: como canalizar energias? Lembramos que as comidas também possuem cores, assim como as roupas, a natureza, ou seja, energias que devem ser trabalhadas e energia é matéria sublimada e matéria é energia condensada. Assim parece ainda complicado. Então, trabalhemos com ALEGRIA! Alegria é um contato com o universo, com a Força Central Maior. Então, como ter alegria quando se sofre? Explicamos: não se pode ter alegria estando no fantasma do passado ou na fantasia do futuro. O tempo é um amontoado de recordações. Somos escravos do passado. A vida é um eterno agora, um eterno “presente”. Não há como ser alegre sendo egoísta. A alegria torna belo a tudo, sem cobrança, distinção. É incondicional. A alegria é própria da vida, é uma energia que se sente e não é pensada. Ela atua, manifesta. Não nos olvidemos que somos receptores, geradores e transmissores de energia, de fóton. Que recebemos energia imanente, pura; que tipo de energia estamos emanando para os outros? Como estamos digerindo essa energia dentro de nós, dentro de nossas células, de nossa água? Os mantras ajudam a limpar essa triste e lastimável condição. Os pranayamas ajudam a equilibrar esse cenário doído. 44

A Ciência do Grande Alento veio para harmonizar, quebrar barreiras e demonstrar que viver a vida com alegria e simplicidade é só querer, começar e ser constante. Sincero consigo mesmo. A busca pela sinceridade, pela verdade não pode terminar enclausurada em conceitos. Para se experimentar diretamente a verdade, há necessidade de inocência, paz num coração tranquilo. Ela, a verdade, está dentro do mundo, dentro do ser humano, aqui, agora, já. É atemporal. Não pertence ao tempo. É uma desconhecida de momento a momento. Quando a mente se aquieta no vazio do silêncio voluntário, pessoal, a Verdade então chega. Por isso, quando se vislumbra o que é divino, o que é grande, aquele fardo absurdo e ridículo que se chama culpa, sobra. Para se iniciar a libertação da culpa o melhor caminho é o autoperdão. Autoperdoar-se é alavancar o elo entre a queda e o reerguer-se. Com a compreensão, a consciência livre, a investigação sincera de si mesmo, sem juízos e prejuízos a lição se aprende, a pessoa entende, interioriza, reflete e arrepende-se em seu secreto. Assim, não há a necessidade da punição, do corretivo, da culpa, do pecado, do carma... Isso é transcender! Estar sob a influência de leis e mais leis é um absurdo. Melhor é estar sob novas e eternas influências magnânimas do SER, da Misericórdia Divina. No universo deturpado sempre se repetirão as amarguras enquanto estiver a pessoa no nível de ser em que se encontra. Num círculo vicioso também chamado de retorno e recorrência. Nós mesmos somos quem escolhemos o estado interior que queremos ter e estar. Pode-se estar tranquilo num velório de um ente querido e ainda mantendo o respeito com a situação, ou depressivo e arrasado num baile ou aniversário. 45

Resta-nos ter ciência disso tudo, com calma, digerindo pouco a pouco, mas com iniciativa de identificar os elementos densos em nosso âmbito pessoal, renunciá-los de nossa vida e em seguida resgatar nossa partícula de fóton, nossa chispa de luz, a essência, a alma, com liberdade de conceitos trevosos e danosos, livres dos implantes que nos cerceiam desde a tenra idade, com gana de sair adiante em prol de nossa liberdade consciencial e de nosso avanço espiritual e cósmico. Só assim podemos amar a nós. Só assim podemos amar ao próximo. Consciência Livre!

* O presente livreto é entregue na totalidade da forma que aqui se apresenta. Não nos responsabilizamos por quaisquer mudanças, alterações ou tergiversações de seu conteúdo!

http://kheops.blog.terra.com.br/
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

www.cyoganamaskar.blogspot.com

ANDRADE, José Hermógenes de; Autoperfeição com Hatha Yoga. BARÓN, Ernesto; Os três mundos em que vivemos. Bons Fluídos. Novembro 2001, Nº 30. Bons Fluídos. Abril 2003, Nº 47. FEUERSTEIN, Georg; Enciclopédia de yoga da Pensamento. RENDEL, Peter; Os chacras – estrutura psicofísica do homem.

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ROSAS, Paulo Murilo; Os segredos da tantra e do yoga. ROSS, Jeremy; Sistemas de órgãos e vísceras da Medicina Tradicional Chinesa. WEOR, Samael Aun; A revolução da dialética. ________________; Crestos: Luz Universal. ________________; O livro amarelo. REFERÊNCIAS VIRTUAIS http://www.ceudaterra.blogspot.com/ http://luzdaserra.com.br/enciclopedia/categorias/?id=145 http://www.centrodeyogavajrapani.com.br/mantras/bijas_mantras_sementes.php http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=9537:93chacras-e-bija-mantras1&catid=31:periodicos&Itemid=57 http://www.voadores.com.br/site/geral.php?txt_funcao=colunas&view=8&id=162 OUTRAS OBRAS DE REFERÊNCIA "Os Chacras"; C. W. Leadbeater; Editora Pensamento. "Teoria dos Chacras"; Hiroshi Motoyama; Editora Pensamento. "Elucidações do Além"; Hercílio Maes/Ramatís; Editora do Conhecimento. "Cura Espiritual e Imortalidade"; Patrick Drouot; Editora Record, Col. Nova Era. "Mãos de Luz"; Bárbara Ann Breenan; Editora Pensamento. "Luz Emergente"; Bárbara Ann Breenan; Editora Pensamento. "A Antiga Ciência e Arte da Cura Prânica"; Choa Kok Sui; Editora Ground. "Medicina Vibracional"; Richard Gerber; Editora Cultrix. "Os Chacras"; Harish Johari; Editora Bertrand. "O Duplo Etérico"; Major Arthur Powell; Editora Pensamento. "Os Chacras e os Campos Energéticos Humanos"; Shafica Karagula e Dora Van Gelder Kunz; Editora Pensamento. "Chacras - Mandalas de Vitalidade e Poder"; Shalila Sharamon; Editora Pensamento. "O Livro Básico dos Chacras"; Naomi Ozaniec; Editora Pensamento. "Chacras"; Klausbernd Vollmar; Editora Kuarup. "O Fantástico Mundo dos Chacras"; Dominique Lecroc; Editora Pergaminho (Lisboa, Portugal). IMAGENS E ILUSTRAÇÕES: Divulgação.

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